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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Japão defende Tribunal Penal Internacional contra campanha dos EUA para o desmantelar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 04:35:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo japonês reafirmou hoje o "apoio constante" ao Tribunal Penal Internacional (TPI), na sequência da campanha lançada na véspera por Washington, que advoga o desmantelamento do organismo sediado em Haia, que acusa de intrometer-se em assuntos internos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo japonês reafirmou hoje o &#8220;apoio constante&#8221; ao Tribunal Penal Internacional (TPI), na sequência da campanha lançada na véspera por Washington, que advoga o desmantelamento do organismo sediado em Haia, que acusa de intrometer-se em assuntos internos.</P><br />
<P>&#8220;O Japão atribui grande importância à erradicação e prevenção de crimes graves, bem como à defesa do Estado de direito&#8221;, afirmou hoje numa conferência de imprensa o porta-voz do Governo, Minoru Kihara, que sublinhou o apoio permanente que o arquipélago tem prestado a este tribunal.</P><br />
<P>Kihara disse ainda que Tóquio está a &#8220;acompanhar com preocupação&#8221; o recente anúncio dos Estados Unidos de tentar desmantelar a instituição, através de pressões exercidas sobre os aliados de Washington para que abandonem o organismo. </P><br />
<P>O Governo japonês tenciona &#8220;definir a sua resposta observando as futuras ações dos Estados Unidos e mantendo a comunicação com o TPI e com os restantes Estados-Membros&#8221;, anunciou o porta-voz.</P><br />
<P>A campanha norte-americana, anunciada na segunda-feira pelo secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, tem como objetivo proibir a entrada nos Estados Unidos do pessoal do TPI e aumentar as sanções contra os membros da instituição e organizações afiliadas.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento, o TPI e os seus aliados estão a travar uma guerra contra o nosso país, não com balas ou mísseis, mas com estatutos, tratados e a força do que se chama &#8216;Direito Internacional'&#8221;, declarou Rubio, numa mensagem vídeo divulgada nas redes sociais, acompanhada por um artigo de opinião publicado no diário The Wall Street Journal e por um comunicado do Departamento de Estado.</P><br />
<P>A Administração do Presidente Donald Trump irá convocar embaixadores e altos responsáveis de nações estrangeiras para destacar &#8220;os abusos do TPI&#8221; e instá-los a retirarem-se do organismo, indicou Rubio, classificando o organismo como pretendente a tornar-se &#8220;um árbitro global sem prestação de contas&#8221;.</P><br />
<P>Os Estados Unidos não são signatários do Estatuto de Roma, que criou o TPI, e a Administração Trump impôs sanções a altos funcionários do Tribunal por investigarem alegados crimes de guerra cometidos por pessoal norte-americano no Afeganistão e por agirem contra funcionários israelitas, um aliado fundamental de Washington.</P><br />
<P>No final de 2025, a presidente do TPI, a juíza japonesa Tomoko Akane, denunciou as sanções contra os seus procuradores e juízes, salientando que a medida os &#8220;coloca ao mesmo nível de terroristas e traficantes de droga&#8221;, ao mesmo tempo que sublinhou que o tribunal não cederá &#8220;a qualquer pressão&#8221; e que a sua independência &#8220;permanece intacta&#8221;.</P><br />
<P>Neste contexto, a ONG Human Rights Watch (HRW) chegou a pressionar as autoridades japonesas para que se pronunciassem publicamente no sentido de intensificar esforços em defesa do tribunal, sujeito a &#8220;uma pressão extrema por parte dos Estados Unidos&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788862]]></sapo:autor>
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		<title>Cidadão chinês acusado de ser peça-chave no tráfico de fentanil no México</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 04:25:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O chinês Zhang Zhidong, conhecido como "Irmão Wang", é apontado pelas autoridades norte-americanas como figura central na cadeia de fornecimento de precursores químicos para a produção de fentanil no México, segundo documentos judiciais e fontes policiais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chinês Zhang Zhidong, conhecido como &#8220;Irmão Wang&#8221;, é apontado pelas autoridades norte-americanas como figura central na cadeia de fornecimento de precursores químicos para a produção de fentanil no México, segundo documentos judiciais e fontes policiais.</P><br />
<P>Zhang, de 39 anos, foi detido em 2024 no México, de onde conseguiu fugir antes de ser recapturado e extraditado para os Estados Unidos em 2025. </P><br />
<P>Segundo a emissora BBC, em tribunal, o então procurador-adjunto Todd Blanche classificou-o como &#8220;um dos traficantes mais perigosos do mundo&#8221;, acusando-o de gerir uma rede global de tráfico de cocaína, fentanil e metanfetaminas e de lavar milhões de dólares em lucros do narcotráfico. </P><br />
<P>O fentanil é um opioide sintético de alta potência, utilizado legalmente como anestésico e analgésico, mas que se tornou o centro de uma grave crise de saúde pública e segurança global devido ao uso ilícito e tráfico internacional.</P><br />
<P>O arguido declarou-se inocente e aguarda julgamento.</P><br />
<P>De acordo com autoridades mexicanas, Zhang terá exportado mais de 1.000 quilos de cocaína, 1.800 quilos de fentanil e 600 quilos de metanfetaminas, movimentando cerca de 150 milhões de dólares (131,6 milhões euros) anuais. </P><br />
<P>A Procuradoria mexicana divulgou cartazes de &#8220;procura-se&#8221; com vários dos seus apelidos, incluindo &#8220;Irmão Wang&#8221;.</P><br />
<P>Investigadores independentes sublinharam que Zhang desempenhava o papel de intermediário entre fabricantes químicos chineses e cartéis mexicanos, função considerada &#8220;crucial&#8221; na cadeia de abastecimento. </P><br />
<P>A Administração de Repressão às Drogas norte-americana (DEA, na sigla em inglês) registou uma queda na pureza do fentanil após a sua captura, associada a dificuldades na obtenção de precursores.</P><br />
<P>Formado em Espanhol pela Universidade de Pequim em 2010, Zhang mudou-se para o México em 2011 para trabalhar numa empresa mineira chinesa. </P><br />
<P>Após o colapso da empresa, permaneceu no país e, segundo colegas, começou a oferecer serviços de câmbio de dólares, suspeitando-se de branqueamento de capitais. </P><br />
<P>Fontes policiais e membros do cartel afirmam que, a partir de 2016, já operava uma vasta rede de tráfico e lavagem, tendo estabelecido relações próximas com a liderança do cartel.</P><br />
<P>Um relatório do Departamento de Estado dos EUA de 2025 apontou a China como um dos maiores produtores e exportadores de químicos usados em drogas sintéticas, referindo que o setor tem 160 mil empresas e que a fiscalização é insuficiente.</P><br />
<P>A embaixada da China em Washington rejeitou acusações de complacência, afirmando que o país tem uma das políticas mais rigorosas de combate ao narcotráfico e que todas as substâncias relacionadas com o fentanil foram colocadas sob controlo em 2019.</P><br />
<P>Apesar da detenção, membros do cartel de Sinaloa admitem que Zhang deixou contactos suficientes para manter o negócio. </P><br />
<P>&#8220;Se ele desapareceu, outro ocupará o lugar. O negócio não vai parar&#8221;, disse um dos membros da organização à BBC.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788861]]></sapo:autor>
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		<title>Maioria das vítimas de incêndio em bar de Banguecoque presa em casas de banho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 04:08:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A maioria das 27 vítimas mortais do incêndio que deflagrou num bar com música ao vivo em Banguecoque foi encontrada encurralada em casas de banho sem janelas, onde terão procurado escapar às chamas, anunciaram as autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> A maioria das 27 vítimas mortais do incêndio que deflagrou num bar com música ao vivo em Banguecoque foi encontrada encurralada em casas de banho sem janelas, onde terão procurado escapar às chamas, anunciaram as autoridades.</P><br />
<P>O fogo no bar Rong Beer Na Ladprao &#8211; o mais mortífero na cidade em 17 anos &#8211; deflagrou na noite de domingo, na zona norte da capital tailandesa, com os bombeiros a demorarem meia hora a controlá-lo. </P><br />
<P>Segundo responsáveis municipais, 25 pessoas permanecem hospitalizadas em estado crítico. O governador de Banguecoque, Chadchart Sittipunt, afirmou que a maioria das mortes resultou da inalação de fumo.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o local estava isolado com dezenas de peritos forenses que procuravam pistas sobre a origem do incêndio. </P><br />
<P>As janelas viradas para a rua estavam destruídas e os passeios cobertos de destroços, incluindo televisores, colunas e uma guitarra elétrica carbonizados. </P><br />
<P>Jornalistas da Associated Press observaram garrafas de cerveja intactas sobre mesas queimadas através dos vidros partidos.</P><br />
<P>O bar, que se apresenta como cervejaria, dizia poder receber até 600 clientes. Não se sabe quantas pessoas estavam presentes na noite de domingo. </P><br />
<P>O centro de emergência Erawan indicou que 73 pessoas ficaram feridas, com pelo menos 27 mortos confirmados.</P><br />
<P>O chefe da Polícia da Tailândia, Kittharath Punpetch, disse que a maioria dos mortos foi encontrada em casas de banho sem janelas, junto a uma saída traseira, onde terão procurado refúgio. </P><br />
<P>Essa saída não foi utilizada, e estaria possivelmente bloqueada por uma mesa de venda de doces, com outra saída, perto da cozinha, talvez bloqueada por prateleiras e cacifos. Havia sinais de que algumas portas de emergência poderiam estar trancadas.</P><br />
<P>Os investigadores concentraram-se no teto acima do palco, onde foram encontrados materiais decorativos. A polícia vai analisar se foram usados elementos inflamáveis e como estavan instalados os cabos elétricos. </P><br />
<P>O primeiro-ministro, Anutin Charnvirakul, disse que um músico relatou ter visto fumo sair de um disjuntor antes de a energia falhar, seguido de uma explosão e da rápida propagação de fumo espesso.</P><br />
<P>Vídeos nas redes sociais mostram pessoas a fugir enquanto as chamas saíam do edifício de um andar e o fumo negro subia ao céu.</P><br />
<P>Em comunicado publicado na rede social Facebook, o bar fez um pedido de desculpas e apresentou condolências, garantindo estar a cooperar com as autoridades. O proprietário ficou gravemente ferido e está nos cuidados intensivos.</P><br />
<P>Familiares reuniram-se no Instituto de Medicina Forense de Banguecoque para identificar os corpos, com Keo Oudone Poungpany, de 24 anos, a reconhecer o irmão mais novo, ambos trabalhadores migrantes do Laos empregados no bar. </P><br />
<P>Poungpany disse que estava numa casa de banho exterior quando o fogo começou e descreveu o caos ao regressar: &#8220;O calor era insuportável, não consegui voltar a entrar. Agora só quero levar o corpo do meu irmão para casa, para os meus pais&#8221;.</P><br />
<P>Em 2022, um incêndio num bar de música no leste da Tailândia matou 14 pessoas. </P><br />
<P>Mais de uma década antes, em 2009, 67 pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas num fogo durante a celebração de Ano Novo no clube Santika, em Banguecoque, aparentemente provocado por fogo de artifício no interior.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788860]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Espanha e vice-campeã França decidem o primeiro finalista</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mundial2026-espanha-e-vice-campea-franca-decidem-o-primeiro-finalista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 04:08:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Espanha, que eliminou Portugal nos oitavos de final do Mundial2026 de futebol, e a vice-campeã França decidem hoje o primeiro finalista do torneio, no arranque das meias-finais, entre duas seleções que procuram voltar a conquistar o troféu.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Espanha, que eliminou Portugal nos oitavos de final do Mundial2026 de futebol, e a vice-campeã França decidem hoje o primeiro finalista do torneio, no arranque das meias-finais, entre duas seleções que procuram voltar a conquistar o troféu.</P><br />
<P>Os franceses, derrotados pela Argentina na final do Mundial2022, tentam reeditar os êxitos de 1998 e 2018 (foram finalistas vencidos em 2006 e 2022), enquanto os espanhóis ambicionam repetir a conquista de 2010, na única presença na final, no jogo que se vai disputar no Estádio AT&amp;T, em Arlington, nos Estados Unidos, com início às 14:00 (20:00 em Lisboa).</P><br />
<P>O favoritismo da França acentuou-se durante a competição, muito por força do desempenho do avançado Kylian Mbappé, melhor marcador da prova, a par do argentino Lionel Messi, ambos com oito golos (tendo ainda efetuado três assistências), bem como dos colegas de setor Ousmane Dembélé (cinco golos e duas assistências) e Michael Olise (cinco assistências).</P><br />
<P>A equipa liderada pelo selecionador Didier Deschamps venceu todos os seis jogos realizados no Mundial2026, com um registo esclarecedor de golos (16-2), tendo passado incólume pela fase a eliminar: 3-0 à Suécia, na nova ronda de 16 avos de final, 1-0 ao Paraguai, nos &#8216;oitavos&#8217;, e 2-0 a Marrocos, nos &#8216;quartos&#8217;.</P><br />
<P>A Espanha, tal como a estrela Lamine Yamal, tem-se mostrado menos impressionante. Iniciou a campanha com um &#8216;nulo&#8217; perante o estreante Cabo Verde, mas desde então, com maior ou menor dificuldade, bateu todos os adversários, passando pela fase a eliminar com triunfos sobre Áustria (3-0), nos 16 avos de final, Portugal (1-0), nos &#8216;oitavos&#8217;, e Bélgica (2-1), na luta pelas meias-finais.</P><br />
<P>A equipa treinada por Luis de la Fuente estabeleceu o recorde de tempo sem sofrer golos na história do Campeonato do Mundo (650 minutos, que teve início ainda durante a edição de 2022 e terminou com o tento dos belgas), mas precisou que o suplente Mikel Merino decidisse a seu favor, muito tardiamente, as partidas com Portugal e Bélgica.</P><br />
<P>Se a França se impôs no único confronto a eliminar em Mundiais (3-1, nos oitavos de final de 2006), a Espanha saiu por cima em duas meias-finais disputadas recentemente frente aos gauleses, no Euro2024 (2-1), que acabou por conquistar, e na Liga das Nações de 2025 (5-4, num jogo que esteve a vencer por 5-1), antes de perder com Portugal na final.</P><br />
<P>Na quarta-feira disputa-se a segunda meia-final do Mundial2026, entre a Inglaterra, campeã em 1966, e a Argentina, detentora do troféu e que já ergueu o cetro três vezes na mais importante prova de seleções (1978, 1986 e 2022), no Estádio Mercedez-Benz, em Atlanta, em jogo com início às 15:00 (20:00 em Lisboa).</P><br />
<P>A final do Mundial2026, o primeiro alargado a 48 seleções, cuja fase final se realiza nos Estados Unidos, no México e no Canadá, está marcada para domingo, no Estádio MetLife, em East Rutherford, a partir das 15:00 (20:00), enquanto o jogo de atribuição do terceiro e quarto lugares disputa-se um dia antes, no sábado, no Estádio Hard Rock, em Miami Gardens, às 17:00 (22:00).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788859]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Físico quântico chinês recebe maior distinção da ONU para as ciências básicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 02:55:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O físico quântico chinês Pan Jianwei tornou-se o primeiro cientista chinês a receber o Prémio Internacional Mendeleev para as Ciências Básicas, a mais alta distinção das Nações Unidas nesta área, anunciou a UNESCO.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O físico quântico chinês Pan Jianwei tornou-se o primeiro cientista chinês a receber o Prémio Internacional Mendeleev para as Ciências Básicas, a mais alta distinção das Nações Unidas nesta área, anunciou a UNESCO.</P><br />
<P>Pan foi distinguido pela terceira edição do Prémio Internacional UNESCO &#8212; Rússia Mendeleev para as Ciências Básicas, atribuído anualmente a dois cientistas cujas descobertas e inovações tenham contribuído para avanços transformadores na ciência fundamental.</P><br />
<P>Segundo um comunicado divulgado pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), o investigador foi reconhecido pelas suas &#8220;contribuições pioneiras para as comunicações quânticas seguras em grande escala e para a computação quântica escalável&#8221;.</P><br />
<P>Professor de Física na Universidade de Ciência e Tecnologia da China (USTC), Pan partilha o prémio deste ano com o químico Sergei Sheiko, da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, nos Estados Unidos, distinguido pelos seus trabalhos na área da física dos polímeros.</P><br />
<P>A UNESCO destacou que a equipa liderada por Pan desenvolveu o satélite quântico Micius, lançado em 2016, que tornou possível a distribuição de chaves quânticas e a teleportação quântica ao longo de milhares de quilómetros.</P><br />
<P>A organização acrescentou que os trabalhos do cientista chinês permitiram demonstrar a chamada &#8220;vantagem quântica&#8221; na computação, aproximando a criação de uma rede global de comunicações quânticas.</P><br />
<P>Pan lidera igualmente a equipa responsável pelo Jiuzhang 4.0, o mais recente computador quântico fotónico desenvolvido na China.</P><br />
<P>Em maio, os investigadores anunciaram que o sistema fez um cálculo em 25 microssegundos que o El Capitan &#8212; atualmente o supercomputador mais potente do mundo &#8212; demoraria 104² anos a completar.</P><br />
<P>No ano passado, a tecnologia de comunicação quântica desenvolvida pela equipa foi utilizada para estabelecer uma ligação segura de distribuição de chaves quânticas entre a China e a África do Sul, considerada um passo importante para futuras comunicações intercontinentais altamente seguras.</P><br />
<P>Pan revelou também que a equipa está a desenvolver o primeiro satélite de comunicações quânticas em órbita alta, cujo lançamento está previsto para o próximo ano e que deverá permitir a criação de redes quânticas globais mais eficientes.</P><br />
<P>Em comunicado, a USTC afirmou que a distinção &#8220;evidencia a posição de liderança internacional da China nos domínios de ponta da comunicação e da computação quânticas&#8221; e sublinhou que Pan é o primeiro cientista chinês a receber este prémio.</P><br />
<P>A Delegação Permanente da Federação Russa junto da UNESCO considerou que o trabalho de Pan constitui &#8220;um exemplo brilhante da ligação entre investigação científica fundamental e inovação tecnológica em grande escala&#8221;.</P><br />
<P>Além desta distinção, Pan foi também anunciado este mês como vencedor do Prémio de Eletrónica Quântica da IEEE Photonics Society, atribuído pelo Instituto de Engenheiros Eletrotécnicos e Eletrónicos (IEEE), a maior organização técnica profissional do mundo.</P><br />
<P>A IEEE distinguiu o cientista pelo seu &#8220;trabalho pioneiro em fontes de fotões únicos e computação quântica ótica&#8221;.</P><br />
<P> </P><br />
<P>JPI //</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788858]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ex-chefe militar boliviano acusado de revolta em 2024 fica em prisão domiciliária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 02:25:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um juiz concedeu prisão domiciliária ao ex-comandante do Exército da Bolívia acusado de liderar uma revolta em 2024, no dia em que teve início o julgamento deste caso, pelo qual se encontra detido há dois anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um juiz concedeu prisão domiciliária ao ex-comandante do Exército da Bolívia acusado de liderar uma revolta em 2024, no dia em que teve início o julgamento deste caso, pelo qual se encontra detido há dois anos. </P><br />
<P>&#8220;Foi decidido conceder a liberdade ao senhor Juan José Zúñiga, mediante a aplicação de medidas alternativas à prisão preventiva&#8221;, indicou, na segunda-feira, o advogado de defesa do ex-chefe militar, Eduardo León.</P><br />
<P> O advogado referiu que a decisão deve ser cumprida nas próximas &#8220;72 horas&#8221; e que, por enquanto, Zúñiga permanece na prisão de San Pedro, em La Paz, embora estivesse a cumprir a prisão preventiva num estabelecimento prisional da cidade central de Cochabamba.</P><br />
<P> León precisou que o cliente &#8220;vai ficar em La Paz&#8221; e &#8220;vai transferir a família&#8221; para essa cidade, para &#8220;estar presente em todas as fases do julgamento oral&#8221;, que teve início na sede do Governo e do Parlamento e que prossegue hoje.</P><br />
<P> O julgamento contra o ex-comandante e outros arguidos teve início na segunda-feira, mas foi suspenso após ter sido ouvido um dos vinte e um depoimentos previstos nesta fase, afirmou um dos advogados dos arguidos.</P><br />
<P> Zúñiga foi transportado de avião de Cochabamba para La Paz para o início deste processo relativo aos acontecimentos de 26 de junho de 2024, quando vários militares sob liderança do ex-comandante ocuparam a sede presidencial durante algumas horas, o que foi qualificado pelo então Governo de Luis Arce (2020-2025) como uma tentativa de &#8220;golpe de Estado&#8221;.</P><br />
<P> Durante aquele dia, os militares chegaram mesmo a derrubar com um tanque a porta do antigo Palácio do Governo em La Paz, embora o incidente tenha terminado com a retirada das tropas do Exército.</P><br />
<P> Arce destituiu o então chefe militar nesse mesmo dia e, poucas horas depois, Zúñiga foi detido e encarcerado. Posteriormente, o militar foi acusado de &#8220;terrorismo, revolta armada e incumprimento de deveres&#8221;.</P><br />
<P> Quando foi detido em 2024, Zúñiga acusou Arce de ter ordenado a ação militar para &#8220;aumentar a popularidade&#8221;, face a alguns protestos anunciados devido à crise económica que começava a sentir-se no país.</P><br />
<P> A oposição à época e o ex-presidente Evo Morales (2006-2019) &#8211; que se distanciou de Arce -, concordaram separadamente que se tratou de um &#8220;autogolpe&#8221;, enquanto o então chefe de Estado e quem o rodeava insistiram que foi um &#8220;golpe de Estado falhado&#8221;.</P><br />
<P> Arce encontra-se em prisão preventiva desde dezembro numa cadeia em La Paz devido a um caso de alegada corrupção.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788857]]></sapo:autor>
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		<title>Primeira-dama do Brasil &#8220;preparada&#8221; para ver ataques à sua imagem com IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 01:52:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A primeira-dama do Brasil, Rosângela Lula Silva, afirmou estar "preparada psicologicamente" durante as eleições gerais no país para ver o seu rosto e corpo exposto nas redes sociais em montagens de Inteligência Artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A primeira-dama do Brasil, Rosângela Lula Silva, afirmou estar &#8220;preparada psicologicamente&#8221; durante as eleições gerais no país para ver o seu rosto e corpo exposto nas redes sociais em montagens de Inteligência Artificial (IA).</P><br />
<P>&#8220;Isso já acontece, e na campanha vai acontecer ainda mais&#8221;, declarou em entrevista ao vivo na noite de segunda-feira ao jornal Folha de S. Paulo e ao portal UOL.</P><br />
<P>Janja, como é conhecida, afirmou ainda que os ataques a sua imagem são parte de uma estratégia política, porque &#8220;é mais fácil&#8221; para a extrema-direita atacá-la para atingir seu marido, o Presidente brasileiro Lula da Silva.</P><br />
<P>&#8220;Faz parte da estratégia política da extrema-direita. Contra isso, não tenho como combater&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Em determinado momento da entrevista, afirmou que a esquerda está atrás da extrema-direita nas redes sociais por uma questão de &#8220;princípios&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É óbvio que estamos preocupados com as redes sociais. Sabemos que estamos muito atrás da extrema-direita (&#8230;) porque, eu acho que a gente tem mais princípios quando usa as redes sociais, coisas que eles não têm&#8221;, acusou.</P><br />
<P>Ainda na entrevista, Janja afirmou que não tem pretensão a ser candidata e que gostaria de viver com Lula a &#8220;vida normal de casal&#8221; que os dois não conseguem ter neste momento, em função do cargo de Presidente do Brasil.</P><br />
<P>Janja também chamou de &#8220;misoginia&#8221; as críticas que sofre nas redes sociais que a qualificam como &#8220;gastadeira&#8221;, ao comentar às viagens internacionais que já realizou ao longo de três anos e meio do governo Lula.</P><br />
<P>&#8220;Procuro me hospedar em embaixada, por questão de segurança e logística mais tranquila. Viajo de executiva por questão de segurança e não viajo de económica por alguns regulamentos que tenho que seguir&#8221;, declarou.</P><br />
<P>&#8220;Eu respondo com trabalho que eu faço, sei o que estou fazendo e como estou fazendo. Essa questão da gastadeira é exemplo da misoginia pura que surfa nas redes sociais&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Janja tem um gabinete no Palácio do Planalto e passou a divulgar sua agenda após o Governo brasileiro receber críticas pela falta de transparência dos compromissos realizados pela primeira-dama.</P><br />
<P>Socióloga de formação, Janja disse que a imprensa brasileira gosta da &#8220;fofoca&#8221;, mas não tem interesse em saber do trabalho que realiza no combate ao feminicídio e à insegurança alimentar.</P><br />
<P>Ainda em resposta a esses comentários, Janja disse que a &#8220;sociedade brasileira nunca teve uma primeira-dama que trabalhasse efetivamente&#8221; e que sempre vai todos os dias para o Palácio do Planalto.</P><br />
<P>&#8220;Faço reunião, faço agenda, viajo a trabalho. A sociedade e a imprensa não estavam acostumados com isso&#8221;, respondeu.</P><br />
<P>&#8220;Tenho certeza absoluta que muito do preconceito contra mim é um preconceito de classe, não venho de uma família rica, venho de uma família pobre, fiz universidade pública, fiz universidade trabalhando&#8221;, lembrou.</P><br />
<P>Atualmente com 57 anos, a Janja é militante do Partido dos Trabalhadores (PT) desde os 15 anos, e ficou próxima de Lula, quando o petista esteve preso numa superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, em 2018.</P><br />
<P>Os dois são casados desde dezembro de 2022, sendo um casal que vive junto desde 2019, após Lula ser solto.</P><br />
<P>Ainda na entrevista, Janja evitou comentar qual o nome provável para substituir o presidente brasileiro dentro do PT e da esquerda brasileira daqui a quatro anos, uma vez que ele já tem 80 anos.</P><br />
<P>A primeira-dama também evitou se posicionar sobre aborto, quando questionada sobre o direito ao aborto no caso gravidezes indesejadas, que não tenham sido resultado de violência sexual.</P><br />
<P>Janja respondeu que há &#8220;muito tabu&#8221; dentro das famílias brasileiras para falar sobre o tema, e que o foco das discussões deveria ser a prevenção.</P><br />
<P>&#8220;Eu acho que nenhuma mulher, sei lá, em sã consciência, falando por mim, faria um aborto, mas acho que a gente tem que falar de prevenção&#8221;, disse.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788856]]></sapo:autor>
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		<title>Dois homens condenados a 48 anos de prisão por morte de turista espanhola no Panamá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 01:44:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um tribunal panamiano condenou esta segunda-feira dois homens a 48 anos de prisão pelo assassinato e roubo de uma turista espanhola de 30 anos, num crime que abalou o Panamá e Espanha em julho de 2024.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um tribunal panamiano condenou esta segunda-feira dois homens a 48 anos de prisão pelo assassinato e roubo de uma turista espanhola de 30 anos, num crime que abalou o Panamá e Espanha em julho de 2024.</P><br />
<P>&#8220;Na leitura da sentença foram fixados 30 anos para cada um pelo crime de femicídio e 18 anos pelo crime de roubo agravado&#8221;, informou o Ministério Público panamiano num comunicado referente à morte de Eneritz Argintxona Fraile.</P><br />
<P>Durante o julgamento, a acusação apresentou &#8220;mais de 50 provas, entre testemunhos, perícias e documentos, que permitiram comprovar a responsabilidade penal dos dois acusados&#8221; e obter uma condenação unânime por parte do Tribunal de Julgamento.</P><br />
<P>Segundo a investigação, os agora condenados &#8220;agrediram a cidadã espanhola com o propósito de lhe retirar os pertences&#8221;, causando-lhe a morte.</P><br />
<P>O corpo de Fraile foi encontrado a 26 de julho de 2024, no arquipélago de Bocas del Toro nas Caraíbas, três dias depois de ter sido vista com vida pela última vez.</P><br />
<P>A acusação confirmou posteriormente que os restos mortais correspondiam à turista espanhola, cuja identidade foi estabelecida através de testes de ADN realizados com a colaboração da família. </P><br />
<P>A autópsia determinou que a causa da morte foi um traumatismo cranioencefálico, orientando a investigação para homicídio.</P><br />
<P>Fraile, natural de Erandio, na província basca de Biscaia, viajava pela América Central quando chegou a Bocas del Toro, um dos principais destinos turísticos do Panamá.</P><br />
<P>A jovem estava hospedada num hostel na ilha de Carenero e, após o desaparecimento, familiares e amigos apresentaram denúncia que desencadeou uma ampla operação de busca internacional, que incluíram inspeções de campo, entrevistas, análises periciais e a reconstrução dos últimos movimentos da vítima.</P><br />
<P>Em agosto de 2024, as autoridades capturaram um dos principais suspeitos, um homem de 39 anos conhecido pelo apelido &#8220;Leche&#8221;. As investigações prosseguiram e levaram à detenção de outro implicado, culminando no julgamento a 28 de junho e na condenação de ambos.</P><br />
<P>O assassinato de Fraile teve ampla repercussão no Panamá e em Espanha, motivando acompanhamento próximo das autoridades de ambos os países durante a investigação e o processo judicial.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788855]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão ataca dois petroleiros dos Emirados Árabes Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 01:18:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Emirados Árabes Unidos denunciaram hoje ataques de mísseis iranianos contra dois petroleiros no estreito de Ormuz, que provocaram a morte de um tripulante, após nova vaga de ataques dos Estados Unidos contra o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Emirados Árabes Unidos denunciaram hoje ataques de mísseis iranianos contra dois petroleiros no estreito de Ormuz, que provocaram a morte de um tripulante, após nova vaga de ataques dos Estados Unidos contra o Irão.</P><br />
<P>&#8220;O Ministério da Defesa anuncia que os petroleiros nacionais Mombasa e al-Bahiyah foram alvo de dois mísseis de cruzeiro iranianos enquanto transitavam pela rota meridional do estreito de Ormuz, em águas territoriais de Omã&#8221;, indicou o ministério na rede social X.</P><br />
<P>A ofensiva causou a morte de &#8220;um tripulante indiano a bordo do Mombasa e feriu outras oito pessoas, quatro delas com gravidade&#8221;, acrescentou. Entre os feridos contam-se seis indianos e dois ucranianos. Os navios sofreram danos após incêndios a bordo, entretanto controlados.</P><br />
<P>O Ministério da Defesa do emirado condenou &#8220;este ataque flagrante, considerado uma violação grave e uma infração manifesta ao direito internacional, que ameaça a segurança e a estabilidade da região&#8221;. </P><br />
<P>Abu Dhabi afirma &#8220;reservar-se plenamente o direito de responder a esta escalada&#8221;.</P><br />
<P>A navegação comercial tem sido fortemente afetada pelo conflito no Médio Oriente desde 01 de março, quando o Irão encerrou o estreito em represália a ataques norte-americanos e israelitas.</P><br />
<P>Os Estados Unidos lançaram na madrugada, pela terceira noite consecutiva, ataques contra o Irão, marcando uma escalada na retoma das hostilidades, apesar de Donald Trump ter afirmado que um acordo com Teerão continua &#8220;possível&#8221;.</P><br />
<P>Quatro novas explosões foram registadas perto de Bandar Abbas, cidade portuária no sul do Irão situada junto ao estreito de Ormuz, segundo a agência de notícias oficial Irna.</P><br />
<P>Apesar da escalada, Trump declarou perante a imprensa na Casa Branca que um acordo com o Irão continua &#8220;possível&#8221;. </P><br />
<P>Antes, na rede social Truth Social, anunciou que os EUA tomariam o controlo do estreito de Ormuz e restabeleceriam o bloqueio dos portos iranianos. O Pentágono confirmou que o bloqueio entrará em vigor às 20:00 GMT (21:00 em Lisboa) de terça-feira.</P><br />
<P>Tal como Teerão pretende cobrar taxas de serviço pela travessia do estreito, Trump disse querer aplicar &#8220;uma remuneração equivalente a 20% do valor das cargas&#8221; que ali transitam, contrariando o direito internacional que garante a liberdade de navegação.</P><br />
<P>O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, respondeu na rede social X: &#8220;O Irão sempre foi o guardião do estreito e continuará a sê-lo para sempre&#8221;. </P><br />
<P>A escalada do conflito levou a uma subida dos preços do petróleo na segunda-feira, com o Brent do mar do Norte a subir 9,59% e fechando a 83,30 dólares (73,15 euros).</P><br />
<P>Após quase 40 dias de bombardeamentos desde o início da guerra a 28 de fevereiro, desencadeada por ataques israelo-americanos, um cessar-fogo tinha sido instaurado em abril e formalizado a 17 de junho por protocolo de entendimento.</P><br />
<P>O porta-voz da diplomacia iraniana, Esmail Baghaei, reconheceu que &#8220;não há dúvida&#8221; de que o protocolo &#8220;está em crise&#8221;, mas garantiu que &#8220;o Irão nunca foi o primeiro a violar os seus compromissos&#8221;.</P><br />
<P>Consultas com mediadores do Qatar, Paquistão e Omã prosseguem para &#8220;prevenir uma escalada&#8221;.</P><br />
<P>O protocolo previa a reabertura do estreito, mas Teerão apenas autorizou um corredor junto à sua costa. &#8220;Este ponto estratégico é mais importante do que dezenas de bombas atómicas, e a República Islâmica irá protegê-lo&#8221;, advertiu o conselheiro militar do guia supremo, Mohsen Rezaï.</P><br />
<P>Segundo meios iranianos, os bombardeamentos dos últimos dias atingiram vastas zonas do oeste e sul do país, incluindo a ilha de Qeshm, Bandar Abbas e a província do Khouzistão, junto ao Iraque.</P><br />
<P>No total, 25 pessoas morreram no Irão desde quarta-feira, segundo um balanço da agência France-Presse (AFP) com base em fontes oficiais e meios iranianos. Em resposta, a Guarda Revolucionári iraniana afirmaram ter atacado instalações norte-americanas em Omã, Bahrein, Kuwait e Jordânia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788854]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismos: Caracas nomeia representante nos EUA como ministro para o exterior</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismos-caracas-nomeia-representante-nos-eua-como-ministro-para-o-exterior/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 00:52:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, nomeou o diplomata Félix Plasencia como novo ministro dos Negócios Estrangeiros, numa altura em que país procura ajuda humanitária após o duplo sismo que provocou mais de 4.500 mortos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, nomeou o diplomata Félix Plasencia como novo ministro dos Negócios Estrangeiros, numa altura em que país procura ajuda humanitária após o duplo sismo que provocou mais de 4.500 mortos.</P><br />
<P>&#8220;Anuncio ao país que decidi fundir os ministérios das Relações Exteriores e do Comércio Externo (&#8230;) Para dirigir esta nova etapa, nomeei o diplomata Félix Plasencia&#8221;, declarou Rodríguez na plataforma de mensagens Telegram. </P><br />
<P>Plasencia exercia até agora funções como chefe da missão diplomática venezuelana nos Estados Unidos, e Yván Gil, que ocupou o cargo desde 2023, passa a ministro da Ciência e Tecnologia. Plasencia já tinha ocupado a pasta dos Negócios Estrangeiros entre 2021 e 2022. </P><br />
<P>Diplomata experiente, o novo chefe da diplomacia venezuelana foi embaixador no Reino Unido, na Colômbia e na China, e chefiava a missão de Caracas em Washington. </P><br />
<P>Os dois países reativaram relações em março, após terem rompido os laços diplomáticos em 2019, mas continuam sem embaixadores.</P><br />
<P>A mudança ocorre quando os Estados Unidos, que capturaram o ex-presidente Nicolás Maduro a 03 de janeiro, anunciaram uma ajuda de cerca de 400 milhões de dólares (351 milhões de euros) e o envio de dois navios de guerra para apoiar o país, segundo a embaixada norte-americana.</P><br />
<P>Rodríguez governa sob pressão de Washington desde a detenção de Maduro. O plano norte-americano prevê estabilizar o país, relançar a economia e avançar para uma transição democrática em três fases.</P><br />
<P>Nomeado por Maduro, Gil é considerado parte da ala &#8220;dura&#8221; do poder e integra o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), fundado por Hugo Chávez (1999-2013).</P><br />
<P>Durante o seu mandato, o ministério multiplicou comunicados hostis contra os Estados Unidos e a Europa. </P><br />
<P>Em 2024, acusando-os de &#8220;ingerência&#8221;, expulsou representantes de sete países latino-americanos após a contestada reeleição de Maduro. A oposição reivindica vitória nesse escrutínio, marcado por alegações de fraude.</P><br />
<P>Em janeiro de 2025, Caracas limitou a três o número de diplomatas franceses, italianos e neerlandeses autorizados a permanecer no país, em represália pela recusa em reconhecer a vitória de Maduro. A medida foi progressivamente levantada após 03 de janeiro de 2026, sob pressão norte-americana.</P><br />
<P>O balanço oficial do duplo sismo de 24 de junho foi revisto em alta esta segunda-feira, ultrapassando os 4.500 mortos, com o país a necessitar de ajuda humanitária urgente.</P><br />
<P>As autoridades não avançam números de desaparecidos. A ONU estimou até 50.000 no dia seguinte à tragédia, embora outras projeções apontem para cerca de 10.000.</P><br />
<P>De magnitude 7,2 e 7,5, os dois tremores ocorreram com 39 segundos de intervalo e atingiram sobretudo Caracas e o estado vizinho de La Guaira, onde milhares de deslocados vivem em estádios, praças públicas e passeios.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788853]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a ganhar 1,22%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 00:19:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,22% para 66.419,03 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,22% para 66.419,03 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, ganhava 0,42% para 3.993,00 pontos, às 09:10 locais (01:10 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788852]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Kiev acusa exército russo de executar centenas de soldados ucranianos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:53:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ucrânia já abriu 116 investigações à morte de 306 soldados prisioneiros do exército russo, embora haja estimativas de números mais altos, segundo as autoridades de Kiev, citadas pela Agence France-Presse (AFP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Ucrânia já abriu 116 investigações à morte de 306 soldados prisioneiros do exército russo, embora haja estimativas de números mais altos, segundo as autoridades de Kiev, citadas pela Agence France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Na sequência das 116 investigações abertas a propósito de execuções a tiro de prisioneiros de guerra desarmados, a Procuradoria-Geral da Ucrânia realça que o número de execuções por tropas russas começou a aumentar em 2023, embora o número exato de vítimas seja desconhecido.</P><br />
<P>&#8220;Isso decorre de uma política russa que, na prática, incentivou e possibilitou tais crimes, com comandantes a emitirem ordens posteriores nesse sentido&#8221;, disse à AFP na segunda-feira Andrii Atamanchuk, advogado ucraniano que está a supervisionar as investigações sobre tais incidentes.</P><br />
<P>Já os serviços de informações ucranianos estimam que &#8220;mais de 900 soldados&#8221; foram mortos em &#8220;mais de 340&#8221; incidentes desde 2022, com um dos funcionários desses organismos, em declarações à AFP sob a condição de anonimato, a reconhecer que esse número representa &#8220;entre 25% e 40%&#8221; do total de casos.</P><br />
<P>Questionados pela AFP sobre a discrepância entre as estatísticas, ambos os órgãos citaram diferenças de metodologia, com a procuradoria-geral a basear-se em &#8220;fatos documentados e comprovados&#8221; e os serviços de informações a alegarem a receção de &#8220;informações mais rapidamente&#8221; por unidades posicionadas na linha da frente da guerra. </P><br />
<P>Já um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), que data do final de junho, indica 129 casos confirmados de execuções de prisioneiros de guerra ucranianos e a evidência de um &#8220;aumento acentuado&#8221; nesses casos a partir de 2025.</P><br />
<P>As autoridades russas não responderam aos pedidos da AFP para comentarem as alegações ucranianas, mas Moscovo rejeita sistematicamente as acusações de crimes de guerra e contra-ataca, acusando as forças ucranianas de os cometerem.</P><br />
<P>Segundo Atamanchuk, cinco soldados russos foram até agora condenados na Ucrânia pela execução de prisioneiros ucranianos, no âmbito da invasão em larga escala movida pela Federação Russa, em 24 de fevereiro de 2022.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788851]]></sapo:autor>
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		<title>Congressistas democratas dos EUA descrevem Cuba como uma &#8220;Gaza silenciosa&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:53:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Quatro congressistas norte-americanos democratas que se deslocaram a Cuba este fim de semana descreveram o embargo energético imposto por Donald Trump como estando a tornar a ilha em uma "Gaza silenciosa".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Quatro congressistas norte-americanos democratas que se deslocaram a Cuba este fim de semana descreveram o embargo energético imposto por Donald Trump como estando a tornar a ilha em uma &#8220;Gaza silenciosa&#8221;.</P><br />
<P>O embargo foi aplicado em janeiro depois do rapto do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, com ameaças aos Estados que vendessem combustível a Cuba. </P><br />
<P>As medidas exacerbaram uma crise existente há cinco anos, resultante de sanções anteriores e políticas internas falhadas. </P><br />
<P>Mark Pocan, eleito pelo Estado do Wisconsin, Teresa Leger-Fernández, pelo Novo México, Maxine Dexter, pelo Oregon, e Delia Catalina Ramírez, pelo Ilinóis, chegaram na terça-feira para uma visita que incluiu uma reunião com o Presidente, Miguel Díaz-Canel, e se prolongou até segunda-feira.</P><br />
<P>Os congressistas também se reuniram com ministros, profissionais do setor da saúde e empresários e passaram pelas ruas de Havana, disseram a jornalistas. </P><br />
<P>Clarificaram que não há negociações em curso entre Washington e Havana.</P><br />
<P>&#8220;Penso que (o secretário de Estado) Marco Rubio está a lidar com o assunto de forma pessoal e não profissional&#8221;, disse Pocan.</P><br />
<P>Rubio é filho de imigrantes cubanos e cresceu em Miami, onde começou a sua carreira política sob a influência de grupos de exilados anti-Castro. </P><br />
<P>Os dois governos já admitiram em várias ocasiões que têm tido contactos, mas desconhece-se onde. </P><br />
<P>Há pouco, o neto do ex-presidente Raúl Castro, o coronel Raúl Guillermo Rodríguez Castro ofereceu-se a Trump como intermediário e chegou a ter uma reunião secreta com Rubio, em fevereiro, durante uma cimeira da Comunidade das Caraíbas, em St. Kitts.</P><br />
<P>Trump e Rubio têm dito que esperam que o embargo estrangule o governo da ilha, que acusam de ser ineficiente. Por sua vez, os dirigentes cubanos falam em punição coletiva. </P><br />
<P>Nas ruas, as consequências são evidentes: &#8216;apagões&#8217; que duram mais de 20 horas por dia, reduzido transporte público, cancelamento de voos, queda no turismo, redução as horas de trabalho e paralisia geral da vida doméstica. </P><br />
<P>Os congressistas condenaram o impacto do embargo. Segundo Pocan, uma pessoa com quem falou em Cuba descreveu a situação como uma &#8220;Gaza silenciosa&#8221;, o que considerou ser uma &#8220;descrição apropriada&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Pode não haver bombardeamentos, mas há condições que impedem as pessoas de fazerem as suas vidas quotidianas. Não podem ir trabalhar, não podem conservar os alimentos, não podem ter medicamentos, não podem viver como viviam&#8221;, especificou.</P><br />
<P>Por sua vez, Leger-Fernández disse que &#8220;não faz qualquer sentido obrigar um país a sofrer&#8221;. </P><br />
<P>Dexter, que é médico, e Ramírez disseram que vão procurar aprovar medidas no Congresso para mitigar o impacto do embargo na saúde e impedir mais ações de Trump sem autorização legislativa, como as operações armadas com que ameaça frequentemente. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788850]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Trump acredita que acordo com Teerão ainda é possível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:40:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, defendeu que ainda é possível um acordo com o Irão, apesar dos novos ataques aéreos dos Estados Unidos (EUA) e do restabelecimento do bloqueio aos portos iranianos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, defendeu que ainda é possível um acordo com o Irão, apesar dos novos ataques aéreos dos Estados Unidos (EUA) e do restabelecimento do bloqueio aos portos iranianos.</P><br />
<P>Trump questionado, na segunda-feira na Sala Oval, se acreditava que um acordo com Teerão era concebível e respondeu afirmativamente, alegando também que o Irão queria continuar as negociações.</P><br />
<P>&#8220;Penso que tínhamos um acordo com eles há dois dias, mas eles queriam continuar a negociar&#8221;, destacou Trump aos jornalistas na Sala Oval, sem apresentar detalhes sobre o alegado acordo ou os seus termos.</P><br />
<P>Trump afirmou que, apesar das conversações com Teerão, a sua administração não conseguiu chegar a um acordo final porque o Irão optou por prolongar o diálogo. </P><br />
<P>O Presidente norte-americano insistiu que a pressão sobre o Irão vai continuar até que haja um acordo que satisfaça Washington e defendeu a utilização combinada de medidas económicas e de ação militar como mecanismo para forçar Teerão a aceitar as suas condições.</P><br />
<P>Trump afirmou que o seu objetivo continua a ser impedir o Irão de desenvolver ou manter capacidades que considera uma ameaça para os Estados Unidos e para os seus aliados.</P><br />
<P>A nova ofensiva norte-americana surge depois de Trump ter anunciado o retomar do bloqueio naval contra o Irão e de ter afirmado que Washington assumirá o papel de &#8220;guardião do Estreito de Ormuz&#8221;, uma das rotas marítimas mais importantes para o comércio global de energia.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano declarou que outros países terão de compensar os Estados Unidos com 20% do valor da carga transportada para cobrir os custos de segurança nesta via navegável, que Teerão fechou &#8220;até novas ordens&#8221; após os recentes ataques norte-americanos.</P><br />
<P>O chefe de Estado norte-americano indicou ainda na segunda-feira que a sua administração está a investigar se o Irão tem &#8216;drones&#8217; armazenados em Cuba e avisou que Washington tomará medidas caso se confirme a presença deste equipamento na ilha.</P><br />
<P>&#8220;Se os tiverem, e é muito possível que tenham, trataremos disso&#8221;, garantiu Trump nas mesmas declarações.</P><br />
<P>A declaração de Trump surge no meio da crescente pressão dos EUA sobre Cuba, depois de o Governo norte-americano ter alargado as sanções contra autoridades e entidades ligadas ao Governo cubano.</P><br />
<P>Os Estados Unidos sancionaram o Ministério do Turismo de Cuba e nove entidades estatais, incluindo agências que exportam combustíveis, bens e serviços, no âmbito da sua política de pressão sobre a ilha, que atravessa uma grave crise económica.</P><br />
<P>Em junho, foram impostas sanções ao Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, a vários dos seus familiares e ao coronel Alejandro Castro Espín, filho do ex-presidente Raúl Castro (2008-2018), irmão mais novo de Fidel Castro.</P><br />
<P>O Departamento de Justiça apresentou também acusações contra Raúl Castro pela sua alegada responsabilidade na queda de dois aviões pertencentes a uma organização de exilados cubanos em 1996, que resultou na morte de quatro pessoas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788849]]></sapo:autor>
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		<title>Reino Unido quer mudar lei para deportar líder de rede de tráfico sexual de crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo britânico pretende obter uma alteração à lei para tentar deportar um pedófilo paquistanês condenado por liderar uma rede de tráfico sexual de crianças, anunciou ministra do Interior, Shabana Mahmood.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo britânico pretende obter uma alteração à lei para tentar deportar um pedófilo paquistanês condenado por liderar uma rede de tráfico sexual de crianças, anunciou ministra do Interior, Shabana Mahmood.</P><br />
<P>Shabir Ahmed foi condenado em 2012 a 22 anos de prisão por múltiplos crimes sexuais contra crianças, incluindo violação. </P><br />
<P>Era o líder de um grupo de homens com atividades predatórias semelhantes que visavam raparigas em Rochdale, no norte de Inglaterra.</P><br />
<P>Libertado em 02 de julho e colocado em prisão domiciliária com pulseira eletrónica, enfrenta apelos unânimes de todo o espetro político para a sua deportação para o seu país natal.</P><br />
<P>Shabir Ahmed viu a sua cidadania britânica ser cassada após a condenação, mantendo apenas a nacionalidade paquistanesa, mas uma lei de imigração de 1971 impede a sua deportação.</P><br />
<P>Esta lei proíbe a deportação de cidadãos da Commonwealth que, como Ahmed, tenham chegado ao Reino Unido antes de 1973.</P><br />
<P>Ao anunciar que a lei seria mudada através de uma proposta de alteração ao Projeto de Lei da Imigração e Asilo, atualmente em debate no Parlamento, Mahmood disse aos deputados que esta medida garantiria a deportação dos &#8220;criminosos estrangeiros mais hediondos&#8221;.</P><br />
<P>Mahmood reconheceu, no entanto, que isto não garantia a deportação de Shabir Ahmed, uma vez que o Paquistão teria de aceitar recebê-lo de volta. </P><br />
<P>Segundo os meios de comunicação social britânicos, Islamabade recusa-se a receber o pedófilo.</P><br />
<P>A ministra acrescentou que o Governo continua &#8220;a explorar todas as vias para concretizar a sua deportação&#8221;.</P><br />
<P>Os partidos da oposição exigiram que o Governo pressionasse o Paquistão para cumprir esta exigência, ameaçando inclusive reduzir a ajuda ao desenvolvimento e impor sanções.</P><br />
<P>Durante várias décadas, em várias cidades inglesas, homens predominantemente de origem sul-asiática abusaram de milhares de raparigas.</P><br />
<P>Mais de 100 pessoas foram condenadas por estes crimes, mas os relatos apontam para a responsabilidade das autoridades, que não intervieram com medo de serem vistas como racistas.</P><br />
<P>Figuras da extrema-direita, incluindo Stephen Yaxley-Lennon, mais conhecido pelo pseudónimo Tommy Robinson, utilizaram este escândalo como um grito de guerra contra o multiculturalismo e a imigração.</P><br />
<P>O primeiro-ministro Keir Starmer anunciou no ano passado uma investigação ao caso, que também atraiu a atenção do multimilionário norte-americano Elon Musk.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788848]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>30 adultos e 29 menores detidos por incêndios em França &#8211; ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:30:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os incêndios em França, incluindo na histórica floresta de Fontainebleau, a menos de 100 quilómetros de Paris, levaram à detenção de 30 adultos e 29 menores, informou o ministro do Interior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os incêndios em França, incluindo na histórica floresta de Fontainebleau, a menos de 100 quilómetros de Paris, levaram à detenção de 30 adultos e 29 menores, informou o ministro do Interior.</P><br />
<P>&#8220;São 30 adultos e 29 menores [detidos], com perfis muito diferentes. Desses 59, sete pessoas estão atualmente em prisão preventiva aguardando julgamento, após admitirem ter iniciado um incêndio deliberadamente&#8221;, observou o ministro Laurent Nuñez, em declarações na segunda-feira à televisão pública francesa.</P><br />
<P>Quanto ao incêndio na floresta de Fontainebleau, a sudoeste da capital francesa, que começou no final da tarde de domingo, Laurent Nuñez afirmou o &#8220;foco principal&#8221; consumiu cerca de 1.200 hectares.</P><br />
<P>O ministro assumiu que um segundo incêndio começou pouco antes das 15:00 de segunda-feira, a cinco quilómetros do foco principal, e já consumiu cerca de 100 hectares, continuando a propagar-se.</P><br />
<P>Os comboios de e para a movimentada estação Gare de Lyon foram interrompidos no final da noite de domingo, mas voltaram à circulação normal segunda-feira de manhã, enquanto um troço da movimentada autoestrada A6, que liga o sudeste de Paris, se mantém encerrado.</P><br />
<P>Vários grandes incêndios têm devastado milhares de hectares no sul de França desde a semana passada, interrompendo a reconhecida corrida de ciclismo &#8220;Tour de France&#8221; e sobrecarregando os recursos de combate aos incêndios.</P><br />
<P>França está a atravessar o pico da sua terceira onda de calor deste verão, com temperaturas acima dos 40ºC em zonas do oeste e do centro do país e cerca de 37ºC em Paris.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788847]]></sapo:autor>
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		<title>Trump recomenda que a irmã do falecido Lindsay Graham complete o mandato deste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:30:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Darline Graham Nordone, irmã do falecido senador Lindsay Graham, anunciou na segunda-feira que vai completar o mandato deste até janeiro de 2027, depois de Donald Trump tal ter recomendado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Darline Graham Nordone, irmã do falecido senador Lindsay Graham, anunciou na segunda-feira que vai completar o mandato deste até janeiro de 2027, depois de Donald Trump tal ter recomendado. </P><br />
<P>Horas antes do anúncio no Capitólio, Trump tinha-se dirigido ao governador do Estado da Carolina do Sul, Henry McMaster, para que nomeasse interinamente Nordone para ocupar o posto do irmão no Senado. </P><br />
<P>A morte de Graham, que faleceu no sábado aos 71 anos, obrigou os republicanos a fazer uma substituição urgente de um dos senadores mais influentes, quando se aproximam as eleições intercalares, em novembro. </P><br />
<P>A legislação da Carolina do Sul estabelece que, quando um lugar no Senado federal fica vago, corresponde ao governador designar um substituto temporário até à realização de uma eleição especial para selecionar, neste caso, o candidato republicano às próximas eleições legislativas.</P><br />
<P>Em agosto vão decorrer umas primárias republicanas especiais na Carolina do Sul, nas quais se espera que Nordone seja a escolhida para o mandato completo de seis anos. </P><br />
<P>Nordone, que é a única irmã de Graham, tinha uma relação muito estreita com ele.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788846]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Pete Hegseth quer identificar e processar autores de &#8216;fugas&#8217; de informação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:05:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário da Guerra norte-americano, Pete Hegseth, anunciou a criação de um grupo de trabalho com o Departamento da Justiça para "identificar e processar" judicialmente quem der informação sensível de defesa à comunicação social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário da Guerra norte-americano, Pete Hegseth, anunciou a criação de um grupo de trabalho com o Departamento da Justiça para &#8220;identificar e processar&#8221; judicialmente quem der informação sensível de defesa à comunicação social. </P><br />
<P>&#8220;Filtrar informação sensível de defesa nacional é trair os nossos guerreiros e pô-los em perigo. Por isso, o Departamento de Guerra e o de Justiça criaram um grupo de trabalho conjunto para identificar e julgar os que a revelarem&#8221;, declarou Hegseth, em vídeo colocado segunda-feira nas redes sociais.</P><br />
<P>A iniciativa é feita depois de o The New York Time revelar este fim de semana que o governo de Donald Trump fez queixas judiciais contra vários dos seus jornalistas, devido à publicação de uma reportagem sobre preocupações com a segurança do novo avião da Presidência, oferecido pelo Qatar.</P><br />
<P>Desde o regresso de Trump à Casa Branca, o Pentágono endureceu as relações com os meios.</P><br />
<P>Em 2025, Hegseth restringiu o acesso físico às instalações do Pentágono e às suas fontes e definiu sanções à solicitação de informação de interesse público sem autorização, incluindo a não classificada. </P><br />
<P>Isto levou a maioria dos meios a renunciarem às suas credenciais, incluindo The New York Times, The Washington Post, Politico, Reuters, Associated Press e cadeias televisivas como ABC, CBS, CNN, NBC e a própria Fox News, onde Hegseth estava antes de assumir o cargo. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788845]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Índia doa 500 toneladas de arroz para apoiar vítimas das cheias em Moçambique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 22:50:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Índia entregou hoje a Moçambique 500 toneladas de arroz e medicamentos para assistência humanitária a famílias afetadas pelas cheias e inundações de janeiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Índia entregou hoje a Moçambique 500 toneladas de arroz e medicamentos para assistência humanitária a famílias afetadas pelas cheias e inundações de janeiro.</P><br />
<P>Os produtos foram entregues à secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Comunidade Moçambicana no Exterior pelo Alto-Comissário da Índia em Moçambique, Robert Shetkintong, que destacou o compromisso do seu país em apoiar as populações afetadas pelas calamidades naturais.</P><br />
<P>&#8220;Em março, o navio indiano Tricon entregou itens essenciais e medicamentos. Este carregamento de [500 toneladas de] arroz demorou algum tempo por causa da logística, mas hoje tenho a honra e fico muito feliz em entregar o símbolo do carregamento ao honorável secretário de Estado&#8221;, afirmou o diplomata.</P><br />
<P>O apoio indiano surge após as cheias que atingiram várias regiões de Moçambique no início do ano, provocando mortes, destruição de infraestruturas e afetando milhares de famílias.</P><br />
<P>A secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Comunidade Moçambicana no Exterior, Maria de Fátima Manso, afirmou que a ajuda internacional será importante, tanto para responder às necessidades imediatas das populações, como para apoiar a reconstrução das zonas afetadas.</P><br />
<P>&#8220;Essas cheias criaram destruições e essas destruições vão precisar também da mão internacional, do apoio internacional para podermos ultrapassar&#8221;, disse Maria de Fátima Manso.</P><br />
<P>Além do donativo da Índia, o Consulado Geral da Grécia, em parceria com a Igreja Ortodoxa, entregou produtos alimentares e consumíveis não farmacêuticos para apoiar famílias afetadas pelas inundações.</P><br />
<P>O assessor do consulado grego, Aguinaldo Mazive, explicou que o apoio resulta de uma iniciativa conjunta para ajudar a reduzir as dificuldades enfrentadas pelas comunidades atingidas pelas cheias.</P><br />
<P>Moçambique é um dos países mais vulneráveis aos efeitos das alterações climáticas, sendo frequentemente afetado por cheias e ciclones tropicais durante a época chuvosa, que decorre entre outubro e abril.</P><br />
<P>Segundo dados anteriores do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD), na última época chuvosa morreram 314 pessoas e foram afetadas mais de 1 milhão de pessoas em todo o país. O balanço indica ainda que cerca de 260 mil casas foram afetadas pelas chuvas, incluindo 211.655 inundadas, 15.616 totalmente destruídas e 31.081 parcialmente destruídas.</P><br />
<P>As autoridades registaram igualmente 19 pessoas desaparecidas e 361 feridos, além de danos em infraestruturas públicas, incluindo estradas, pontes e aquedutos. Apenas as cheias de janeiro provocaram 43 mortos, 147 feridos e nove desaparecidos, afetando mais de 715 mil pessoas em várias regiões do país.</P><br />
<P>A passagem do ciclone Gezani pela província de Inhambane, em fevereiro, causou quatro mortes e afetou mais de 9.000 pessoas, agravando os impactos da época chuvosa. No mesmo período, foram registados danos em cerca de 9.735 quilómetros de estradas, 52 pontes e 237 aquedutos, aumentando as necessidades de recuperação e reconstrução nas zonas afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788844]]></sapo:autor>
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		<title>Polícia de Toronto confirma que vítimas mortais eram alvo em tiroteio em festival</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 22:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Toronto, Canadá 13 jul 2026 (Lusa) - A polícia de Toronto confirmou hoje que os dois homens mortos no tiroteio de sábado entre dois grupos num festival de rua na cidade canadiana eram o alvo dos disparos, prosseguindo a investigação até agora sem detenções.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Toronto, Canadá 13 jul 2026 (Lusa) &#8211; A polícia de Toronto confirmou hoje que os dois homens mortos no tiroteio de sábado entre dois grupos num festival de rua na cidade canadiana eram o alvo dos disparos, prosseguindo a investigação até agora sem detenções.</P><br />
<P>O chefe da Polícia de Toronto, Myron Demkiw, confirmou que os cinco restantes feridos eram transeuntes que foram atingidos pela troca de tiros, revelou que foram recuperadas duas armas de fogo no local e apelou à colaboração de testemunhas com imagens ou outras informações relevantes.</P><br />
<P>As vítimas mortais do ataque ocorrido cerca das 20:00 locais de sábado (01:00 de domingo em Lisboa) foram identificadas como Shaquan Quashie, de 25 anos, e Cesar Vernaza, de 20, mortos.</P><br />
<P>Demkiw adiantou que os dois homens conheciam-se, embora não tenha divulgado pormenores sobre a relação entre ambos nem sobre as circunstâncias que antecederam o incidente.</P><br />
<P>O tiroteio ocorreu durante o festival Salsa on St. Clair, que atraiu cerca de 13 mil pessoas, e levou ao cancelamento do evento.</P><br />
<P>O chefe da Polícia de Toronto indicou que os investigadores continuam a analisar um elevado volume de imagens de videovigilância e depoimentos recolhidos desde o ataque, acrescentando que ainda não foram efetuadas detenções.</P><br />
<P>&#8220;Os tiroteios diminuíram mais de 26 por cento na cidade em comparação com o mesmo período do ano passado, mas quando ocorre um ataque armado num espaço público, isso abala o sentimento de segurança que os habitantes de Toronto esperam e merecem&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Demkiw garantiu que os festivais de rua continuarão com presença policial, mas defendeu uma revisão das medidas de segurança aplicadas a este tipo de eventos.</P><br />
<P>Entre as opções em análise estão pontos de acesso controlados, revistas de segurança e um reforço do policiamento, em função da avaliação de risco e da informação disponível para cada evento.</P><br />
<P>O chefe da polícia revelou ainda que já tinha alertado anteriormente a administração municipal para a necessidade de reforçar a coordenação entre a cidade, a polícia e os organizadores de festivais.</P><br />
<P>Demkiw apontou a realização dos seis jogos do Mundial de Futebol FIFA 2026 em Toronto como um exemplo de cooperação que poderá servir de base para futuras medidas de segurança.</P><br />
<P>O responsável voltou igualmente a defender alterações legislativas para que homicídios cometidos com armas de fogo em locais públicos com grande concentração de pessoas possam ser classificados como homicídio em primeiro grau.</P><br />
<P>Segundo o chefe da polícia, entre 85 e 90 por cento das armas de fogo apreendidas em Toronto e cuja origem pode ser rastreada entram ilegalmente no Canadá provenientes dos Estados Unidos.</P><br />
<P>A presidente da Câmara de Toronto, Olivia Chow, classificou a violência registada no festival como &#8220;irresponsável e repugnante&#8221;, manifestando confiança de que a polícia identificará os responsáveis.</P><br />
<P>A autarca revelou ter solicitado ao ministro federal da Segurança Pública um reforço da cooperação com as autoridades norte-americanas para travar o tráfico de armas ilegais para Toronto.</P><br />
<P>Olivia Chow assegurou que a cidade continuará a realizar festivais de rua e prometeu trabalhar com a polícia e os serviços municipais para reforçar a segurança destes eventos.</P></p>
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