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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Congressistas democratas dos EUA descrevem Cuba como uma &#8220;Gaza silenciosa&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:53:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Quatro congressistas norte-americanos democratas que se deslocaram a Cuba este fim de semana descreveram o embargo energético imposto por Donald Trump como estando a tornar a ilha em uma "Gaza silenciosa".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Quatro congressistas norte-americanos democratas que se deslocaram a Cuba este fim de semana descreveram o embargo energético imposto por Donald Trump como estando a tornar a ilha em uma &#8220;Gaza silenciosa&#8221;.</P><br />
<P>O embargo foi aplicado em janeiro depois do rapto do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, com ameaças aos Estados que vendessem combustível a Cuba. </P><br />
<P>As medidas exacerbaram uma crise existente há cinco anos, resultante de sanções anteriores e políticas internas falhadas. </P><br />
<P>Mark Pocan, eleito pelo Estado do Wisconsin, Teresa Leger-Fernández, pelo Novo México, Maxine Dexter, pelo Oregon, e Delia Catalina Ramírez, pelo Ilinóis, chegaram na terça-feira para uma visita que incluiu uma reunião com o Presidente, Miguel Díaz-Canel, e se prolongou até segunda-feira.</P><br />
<P>Os congressistas também se reuniram com ministros, profissionais do setor da saúde e empresários e passaram pelas ruas de Havana, disseram a jornalistas. </P><br />
<P>Clarificaram que não há negociações em curso entre Washington e Havana.</P><br />
<P>&#8220;Penso que (o secretário de Estado) Marco Rubio está a lidar com o assunto de forma pessoal e não profissional&#8221;, disse Pocan.</P><br />
<P>Rubio é filho de imigrantes cubanos e cresceu em Miami, onde começou a sua carreira política sob a influência de grupos de exilados anti-Castro. </P><br />
<P>Os dois governos já admitiram em várias ocasiões que têm tido contactos, mas desconhece-se onde. </P><br />
<P>Há pouco, o neto do ex-presidente Raúl Castro, o coronel Raúl Guillermo Rodríguez Castro ofereceu-se a Trump como intermediário e chegou a ter uma reunião secreta com Rubio, em fevereiro, durante uma cimeira da Comunidade das Caraíbas, em St. Kitts.</P><br />
<P>Trump e Rubio têm dito que esperam que o embargo estrangule o governo da ilha, que acusam de ser ineficiente. Por sua vez, os dirigentes cubanos falam em punição coletiva. </P><br />
<P>Nas ruas, as consequências são evidentes: &#8216;apagões&#8217; que duram mais de 20 horas por dia, reduzido transporte público, cancelamento de voos, queda no turismo, redução as horas de trabalho e paralisia geral da vida doméstica. </P><br />
<P>Os congressistas condenaram o impacto do embargo. Segundo Pocan, uma pessoa com quem falou em Cuba descreveu a situação como uma &#8220;Gaza silenciosa&#8221;, o que considerou ser uma &#8220;descrição apropriada&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Pode não haver bombardeamentos, mas há condições que impedem as pessoas de fazerem as suas vidas quotidianas. Não podem ir trabalhar, não podem conservar os alimentos, não podem ter medicamentos, não podem viver como viviam&#8221;, especificou.</P><br />
<P>Por sua vez, Leger-Fernández disse que &#8220;não faz qualquer sentido obrigar um país a sofrer&#8221;. </P><br />
<P>Dexter, que é médico, e Ramírez disseram que vão procurar aprovar medidas no Congresso para mitigar o impacto do embargo na saúde e impedir mais ações de Trump sem autorização legislativa, como as operações armadas com que ameaça frequentemente. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788850]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Trump acredita que acordo com Teerão ainda é possível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:40:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, defendeu que ainda é possível um acordo com o Irão, apesar dos novos ataques aéreos dos Estados Unidos (EUA) e do restabelecimento do bloqueio aos portos iranianos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, defendeu que ainda é possível um acordo com o Irão, apesar dos novos ataques aéreos dos Estados Unidos (EUA) e do restabelecimento do bloqueio aos portos iranianos.</P><br />
<P>Trump questionado, na segunda-feira na Sala Oval, se acreditava que um acordo com Teerão era concebível e respondeu afirmativamente, alegando também que o Irão queria continuar as negociações.</P><br />
<P>&#8220;Penso que tínhamos um acordo com eles há dois dias, mas eles queriam continuar a negociar&#8221;, destacou Trump aos jornalistas na Sala Oval, sem apresentar detalhes sobre o alegado acordo ou os seus termos.</P><br />
<P>Trump afirmou que, apesar das conversações com Teerão, a sua administração não conseguiu chegar a um acordo final porque o Irão optou por prolongar o diálogo. </P><br />
<P>O Presidente norte-americano insistiu que a pressão sobre o Irão vai continuar até que haja um acordo que satisfaça Washington e defendeu a utilização combinada de medidas económicas e de ação militar como mecanismo para forçar Teerão a aceitar as suas condições.</P><br />
<P>Trump afirmou que o seu objetivo continua a ser impedir o Irão de desenvolver ou manter capacidades que considera uma ameaça para os Estados Unidos e para os seus aliados.</P><br />
<P>A nova ofensiva norte-americana surge depois de Trump ter anunciado o retomar do bloqueio naval contra o Irão e de ter afirmado que Washington assumirá o papel de &#8220;guardião do Estreito de Ormuz&#8221;, uma das rotas marítimas mais importantes para o comércio global de energia.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano declarou que outros países terão de compensar os Estados Unidos com 20% do valor da carga transportada para cobrir os custos de segurança nesta via navegável, que Teerão fechou &#8220;até novas ordens&#8221; após os recentes ataques norte-americanos.</P><br />
<P>O chefe de Estado norte-americano indicou ainda na segunda-feira que a sua administração está a investigar se o Irão tem &#8216;drones&#8217; armazenados em Cuba e avisou que Washington tomará medidas caso se confirme a presença deste equipamento na ilha.</P><br />
<P>&#8220;Se os tiverem, e é muito possível que tenham, trataremos disso&#8221;, garantiu Trump nas mesmas declarações.</P><br />
<P>A declaração de Trump surge no meio da crescente pressão dos EUA sobre Cuba, depois de o Governo norte-americano ter alargado as sanções contra autoridades e entidades ligadas ao Governo cubano.</P><br />
<P>Os Estados Unidos sancionaram o Ministério do Turismo de Cuba e nove entidades estatais, incluindo agências que exportam combustíveis, bens e serviços, no âmbito da sua política de pressão sobre a ilha, que atravessa uma grave crise económica.</P><br />
<P>Em junho, foram impostas sanções ao Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, a vários dos seus familiares e ao coronel Alejandro Castro Espín, filho do ex-presidente Raúl Castro (2008-2018), irmão mais novo de Fidel Castro.</P><br />
<P>O Departamento de Justiça apresentou também acusações contra Raúl Castro pela sua alegada responsabilidade na queda de dois aviões pertencentes a uma organização de exilados cubanos em 1996, que resultou na morte de quatro pessoas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788849]]></sapo:autor>
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		<title>Reino Unido quer mudar lei para deportar líder de rede de tráfico sexual de crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:35:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo britânico pretende obter uma alteração à lei para tentar deportar um pedófilo paquistanês condenado por liderar uma rede de tráfico sexual de crianças, anunciou ministra do Interior, Shabana Mahmood.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo britânico pretende obter uma alteração à lei para tentar deportar um pedófilo paquistanês condenado por liderar uma rede de tráfico sexual de crianças, anunciou ministra do Interior, Shabana Mahmood.</P><br />
<P>Shabir Ahmed foi condenado em 2012 a 22 anos de prisão por múltiplos crimes sexuais contra crianças, incluindo violação. </P><br />
<P>Era o líder de um grupo de homens com atividades predatórias semelhantes que visavam raparigas em Rochdale, no norte de Inglaterra.</P><br />
<P>Libertado em 02 de julho e colocado em prisão domiciliária com pulseira eletrónica, enfrenta apelos unânimes de todo o espetro político para a sua deportação para o seu país natal.</P><br />
<P>Shabir Ahmed viu a sua cidadania britânica ser cassada após a condenação, mantendo apenas a nacionalidade paquistanesa, mas uma lei de imigração de 1971 impede a sua deportação.</P><br />
<P>Esta lei proíbe a deportação de cidadãos da Commonwealth que, como Ahmed, tenham chegado ao Reino Unido antes de 1973.</P><br />
<P>Ao anunciar que a lei seria mudada através de uma proposta de alteração ao Projeto de Lei da Imigração e Asilo, atualmente em debate no Parlamento, Mahmood disse aos deputados que esta medida garantiria a deportação dos &#8220;criminosos estrangeiros mais hediondos&#8221;.</P><br />
<P>Mahmood reconheceu, no entanto, que isto não garantia a deportação de Shabir Ahmed, uma vez que o Paquistão teria de aceitar recebê-lo de volta. </P><br />
<P>Segundo os meios de comunicação social britânicos, Islamabade recusa-se a receber o pedófilo.</P><br />
<P>A ministra acrescentou que o Governo continua &#8220;a explorar todas as vias para concretizar a sua deportação&#8221;.</P><br />
<P>Os partidos da oposição exigiram que o Governo pressionasse o Paquistão para cumprir esta exigência, ameaçando inclusive reduzir a ajuda ao desenvolvimento e impor sanções.</P><br />
<P>Durante várias décadas, em várias cidades inglesas, homens predominantemente de origem sul-asiática abusaram de milhares de raparigas.</P><br />
<P>Mais de 100 pessoas foram condenadas por estes crimes, mas os relatos apontam para a responsabilidade das autoridades, que não intervieram com medo de serem vistas como racistas.</P><br />
<P>Figuras da extrema-direita, incluindo Stephen Yaxley-Lennon, mais conhecido pelo pseudónimo Tommy Robinson, utilizaram este escândalo como um grito de guerra contra o multiculturalismo e a imigração.</P><br />
<P>O primeiro-ministro Keir Starmer anunciou no ano passado uma investigação ao caso, que também atraiu a atenção do multimilionário norte-americano Elon Musk.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788848]]></sapo:autor>
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		<title>30 adultos e 29 menores detidos por incêndios em França &#8211; ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:30:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os incêndios em França, incluindo na histórica floresta de Fontainebleau, a menos de 100 quilómetros de Paris, levaram à detenção de 30 adultos e 29 menores, informou o ministro do Interior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os incêndios em França, incluindo na histórica floresta de Fontainebleau, a menos de 100 quilómetros de Paris, levaram à detenção de 30 adultos e 29 menores, informou o ministro do Interior.</P><br />
<P>&#8220;São 30 adultos e 29 menores [detidos], com perfis muito diferentes. Desses 59, sete pessoas estão atualmente em prisão preventiva aguardando julgamento, após admitirem ter iniciado um incêndio deliberadamente&#8221;, observou o ministro Laurent Nuñez, em declarações na segunda-feira à televisão pública francesa.</P><br />
<P>Quanto ao incêndio na floresta de Fontainebleau, a sudoeste da capital francesa, que começou no final da tarde de domingo, Laurent Nuñez afirmou o &#8220;foco principal&#8221; consumiu cerca de 1.200 hectares.</P><br />
<P>O ministro assumiu que um segundo incêndio começou pouco antes das 15:00 de segunda-feira, a cinco quilómetros do foco principal, e já consumiu cerca de 100 hectares, continuando a propagar-se.</P><br />
<P>Os comboios de e para a movimentada estação Gare de Lyon foram interrompidos no final da noite de domingo, mas voltaram à circulação normal segunda-feira de manhã, enquanto um troço da movimentada autoestrada A6, que liga o sudeste de Paris, se mantém encerrado.</P><br />
<P>Vários grandes incêndios têm devastado milhares de hectares no sul de França desde a semana passada, interrompendo a reconhecida corrida de ciclismo &#8220;Tour de France&#8221; e sobrecarregando os recursos de combate aos incêndios.</P><br />
<P>França está a atravessar o pico da sua terceira onda de calor deste verão, com temperaturas acima dos 40ºC em zonas do oeste e do centro do país e cerca de 37ºC em Paris.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788847]]></sapo:autor>
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		<title>Trump recomenda que a irmã do falecido Lindsay Graham complete o mandato deste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:30:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Darline Graham Nordone, irmã do falecido senador Lindsay Graham, anunciou na segunda-feira que vai completar o mandato deste até janeiro de 2027, depois de Donald Trump tal ter recomendado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Darline Graham Nordone, irmã do falecido senador Lindsay Graham, anunciou na segunda-feira que vai completar o mandato deste até janeiro de 2027, depois de Donald Trump tal ter recomendado. </P><br />
<P>Horas antes do anúncio no Capitólio, Trump tinha-se dirigido ao governador do Estado da Carolina do Sul, Henry McMaster, para que nomeasse interinamente Nordone para ocupar o posto do irmão no Senado. </P><br />
<P>A morte de Graham, que faleceu no sábado aos 71 anos, obrigou os republicanos a fazer uma substituição urgente de um dos senadores mais influentes, quando se aproximam as eleições intercalares, em novembro. </P><br />
<P>A legislação da Carolina do Sul estabelece que, quando um lugar no Senado federal fica vago, corresponde ao governador designar um substituto temporário até à realização de uma eleição especial para selecionar, neste caso, o candidato republicano às próximas eleições legislativas.</P><br />
<P>Em agosto vão decorrer umas primárias republicanas especiais na Carolina do Sul, nas quais se espera que Nordone seja a escolhida para o mandato completo de seis anos. </P><br />
<P>Nordone, que é a única irmã de Graham, tinha uma relação muito estreita com ele.</P></p>
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		<title>Pete Hegseth quer identificar e processar autores de &#8216;fugas&#8217; de informação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 23:05:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário da Guerra norte-americano, Pete Hegseth, anunciou a criação de um grupo de trabalho com o Departamento da Justiça para "identificar e processar" judicialmente quem der informação sensível de defesa à comunicação social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário da Guerra norte-americano, Pete Hegseth, anunciou a criação de um grupo de trabalho com o Departamento da Justiça para &#8220;identificar e processar&#8221; judicialmente quem der informação sensível de defesa à comunicação social. </P><br />
<P>&#8220;Filtrar informação sensível de defesa nacional é trair os nossos guerreiros e pô-los em perigo. Por isso, o Departamento de Guerra e o de Justiça criaram um grupo de trabalho conjunto para identificar e julgar os que a revelarem&#8221;, declarou Hegseth, em vídeo colocado segunda-feira nas redes sociais.</P><br />
<P>A iniciativa é feita depois de o The New York Time revelar este fim de semana que o governo de Donald Trump fez queixas judiciais contra vários dos seus jornalistas, devido à publicação de uma reportagem sobre preocupações com a segurança do novo avião da Presidência, oferecido pelo Qatar.</P><br />
<P>Desde o regresso de Trump à Casa Branca, o Pentágono endureceu as relações com os meios.</P><br />
<P>Em 2025, Hegseth restringiu o acesso físico às instalações do Pentágono e às suas fontes e definiu sanções à solicitação de informação de interesse público sem autorização, incluindo a não classificada. </P><br />
<P>Isto levou a maioria dos meios a renunciarem às suas credenciais, incluindo The New York Times, The Washington Post, Politico, Reuters, Associated Press e cadeias televisivas como ABC, CBS, CNN, NBC e a própria Fox News, onde Hegseth estava antes de assumir o cargo. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788845]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Índia doa 500 toneladas de arroz para apoiar vítimas das cheias em Moçambique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 22:50:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Índia entregou hoje a Moçambique 500 toneladas de arroz e medicamentos para assistência humanitária a famílias afetadas pelas cheias e inundações de janeiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Índia entregou hoje a Moçambique 500 toneladas de arroz e medicamentos para assistência humanitária a famílias afetadas pelas cheias e inundações de janeiro.</P><br />
<P>Os produtos foram entregues à secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Comunidade Moçambicana no Exterior pelo Alto-Comissário da Índia em Moçambique, Robert Shetkintong, que destacou o compromisso do seu país em apoiar as populações afetadas pelas calamidades naturais.</P><br />
<P>&#8220;Em março, o navio indiano Tricon entregou itens essenciais e medicamentos. Este carregamento de [500 toneladas de] arroz demorou algum tempo por causa da logística, mas hoje tenho a honra e fico muito feliz em entregar o símbolo do carregamento ao honorável secretário de Estado&#8221;, afirmou o diplomata.</P><br />
<P>O apoio indiano surge após as cheias que atingiram várias regiões de Moçambique no início do ano, provocando mortes, destruição de infraestruturas e afetando milhares de famílias.</P><br />
<P>A secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Comunidade Moçambicana no Exterior, Maria de Fátima Manso, afirmou que a ajuda internacional será importante, tanto para responder às necessidades imediatas das populações, como para apoiar a reconstrução das zonas afetadas.</P><br />
<P>&#8220;Essas cheias criaram destruições e essas destruições vão precisar também da mão internacional, do apoio internacional para podermos ultrapassar&#8221;, disse Maria de Fátima Manso.</P><br />
<P>Além do donativo da Índia, o Consulado Geral da Grécia, em parceria com a Igreja Ortodoxa, entregou produtos alimentares e consumíveis não farmacêuticos para apoiar famílias afetadas pelas inundações.</P><br />
<P>O assessor do consulado grego, Aguinaldo Mazive, explicou que o apoio resulta de uma iniciativa conjunta para ajudar a reduzir as dificuldades enfrentadas pelas comunidades atingidas pelas cheias.</P><br />
<P>Moçambique é um dos países mais vulneráveis aos efeitos das alterações climáticas, sendo frequentemente afetado por cheias e ciclones tropicais durante a época chuvosa, que decorre entre outubro e abril.</P><br />
<P>Segundo dados anteriores do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD), na última época chuvosa morreram 314 pessoas e foram afetadas mais de 1 milhão de pessoas em todo o país. O balanço indica ainda que cerca de 260 mil casas foram afetadas pelas chuvas, incluindo 211.655 inundadas, 15.616 totalmente destruídas e 31.081 parcialmente destruídas.</P><br />
<P>As autoridades registaram igualmente 19 pessoas desaparecidas e 361 feridos, além de danos em infraestruturas públicas, incluindo estradas, pontes e aquedutos. Apenas as cheias de janeiro provocaram 43 mortos, 147 feridos e nove desaparecidos, afetando mais de 715 mil pessoas em várias regiões do país.</P><br />
<P>A passagem do ciclone Gezani pela província de Inhambane, em fevereiro, causou quatro mortes e afetou mais de 9.000 pessoas, agravando os impactos da época chuvosa. No mesmo período, foram registados danos em cerca de 9.735 quilómetros de estradas, 52 pontes e 237 aquedutos, aumentando as necessidades de recuperação e reconstrução nas zonas afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788844]]></sapo:autor>
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		<title>Polícia de Toronto confirma que vítimas mortais eram alvo em tiroteio em festival</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 22:40:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Toronto, Canadá 13 jul 2026 (Lusa) - A polícia de Toronto confirmou hoje que os dois homens mortos no tiroteio de sábado entre dois grupos num festival de rua na cidade canadiana eram o alvo dos disparos, prosseguindo a investigação até agora sem detenções.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Toronto, Canadá 13 jul 2026 (Lusa) &#8211; A polícia de Toronto confirmou hoje que os dois homens mortos no tiroteio de sábado entre dois grupos num festival de rua na cidade canadiana eram o alvo dos disparos, prosseguindo a investigação até agora sem detenções.</P><br />
<P>O chefe da Polícia de Toronto, Myron Demkiw, confirmou que os cinco restantes feridos eram transeuntes que foram atingidos pela troca de tiros, revelou que foram recuperadas duas armas de fogo no local e apelou à colaboração de testemunhas com imagens ou outras informações relevantes.</P><br />
<P>As vítimas mortais do ataque ocorrido cerca das 20:00 locais de sábado (01:00 de domingo em Lisboa) foram identificadas como Shaquan Quashie, de 25 anos, e Cesar Vernaza, de 20, mortos.</P><br />
<P>Demkiw adiantou que os dois homens conheciam-se, embora não tenha divulgado pormenores sobre a relação entre ambos nem sobre as circunstâncias que antecederam o incidente.</P><br />
<P>O tiroteio ocorreu durante o festival Salsa on St. Clair, que atraiu cerca de 13 mil pessoas, e levou ao cancelamento do evento.</P><br />
<P>O chefe da Polícia de Toronto indicou que os investigadores continuam a analisar um elevado volume de imagens de videovigilância e depoimentos recolhidos desde o ataque, acrescentando que ainda não foram efetuadas detenções.</P><br />
<P>&#8220;Os tiroteios diminuíram mais de 26 por cento na cidade em comparação com o mesmo período do ano passado, mas quando ocorre um ataque armado num espaço público, isso abala o sentimento de segurança que os habitantes de Toronto esperam e merecem&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Demkiw garantiu que os festivais de rua continuarão com presença policial, mas defendeu uma revisão das medidas de segurança aplicadas a este tipo de eventos.</P><br />
<P>Entre as opções em análise estão pontos de acesso controlados, revistas de segurança e um reforço do policiamento, em função da avaliação de risco e da informação disponível para cada evento.</P><br />
<P>O chefe da polícia revelou ainda que já tinha alertado anteriormente a administração municipal para a necessidade de reforçar a coordenação entre a cidade, a polícia e os organizadores de festivais.</P><br />
<P>Demkiw apontou a realização dos seis jogos do Mundial de Futebol FIFA 2026 em Toronto como um exemplo de cooperação que poderá servir de base para futuras medidas de segurança.</P><br />
<P>O responsável voltou igualmente a defender alterações legislativas para que homicídios cometidos com armas de fogo em locais públicos com grande concentração de pessoas possam ser classificados como homicídio em primeiro grau.</P><br />
<P>Segundo o chefe da polícia, entre 85 e 90 por cento das armas de fogo apreendidas em Toronto e cuja origem pode ser rastreada entram ilegalmente no Canadá provenientes dos Estados Unidos.</P><br />
<P>A presidente da Câmara de Toronto, Olivia Chow, classificou a violência registada no festival como &#8220;irresponsável e repugnante&#8221;, manifestando confiança de que a polícia identificará os responsáveis.</P><br />
<P>A autarca revelou ter solicitado ao ministro federal da Segurança Pública um reforço da cooperação com as autoridades norte-americanas para travar o tráfico de armas ilegais para Toronto.</P><br />
<P>Olivia Chow assegurou que a cidade continuará a realizar festivais de rua e prometeu trabalhar com a polícia e os serviços municipais para reforçar a segurança destes eventos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788843]]></sapo:autor>
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		<title>PR quer redução do risco sísmico como prioridade nacional acima dos ciclos políticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 22:28:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República defende que a redução do risco sísmico deve ser "entendida como uma prioridade nacional e um compromisso de Estado, acima dos ciclos políticos", com políticas públicas "coordenadas, continuadas e avaliáveis no terreno".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República defende que a redução do risco sísmico deve ser &#8220;entendida como uma prioridade nacional e um compromisso de Estado, acima dos ciclos políticos&#8221;, com políticas públicas &#8220;coordenadas, continuadas e avaliáveis no terreno&#8221;.</P><br />
<P>Esta posição de António José Seguro consta de uma nota publicada hoje à noite no sítio oficial da Presidência da República na Internet, na qual se dá conta de que o chefe de Estado recebeu no Palácio de Belém &#8220;especialistas em engenharia civil, geologia e sismologia&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com a nota, nesse encontro &#8220;foi analisado o estado da preparação nacional face ao risco sísmico e as condições para a sua redução&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Portugal dispõe hoje de conhecimento científico, capacidade técnica e experiência profissional suficientes para reduzir significativamente o risco sísmico do país, importando dar a esse conhecimento continuidade em políticas públicas coordenadas, continuadas e avaliáveis no terreno&#8221;, refere-se.</P><br />
<P>Para o Presidente da República, &#8220;a redução do risco sísmico deve ser entendida como uma prioridade nacional e um compromisso de Estado, acima dos ciclos políticos&#8221;, acrescenta-se na mesma nota.</P><br />
<P>António José Seguro, que assumiu a chefia do Estado em 09 de março, tem insistido na necessidade de melhor organização e planeamento a médio e longo prazo, contra a cultura do improviso perante catástrofes.</P><br />
<P>Em 17 de abril, reuniu pela primeira vez o Conselho de Estado, sobre segurança e defesa, e dessa reunião saiu como conclusão &#8220;a importância de reforçar a preparação nacional face a fenómenos atmosféricos severos, a ameaças híbridas e a riscos emergentes, bem como de assegurar a proteção eficaz de infraestruturas críticas e o regular funcionamento dos serviços essenciais&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o comunicado divulgado na altura, &#8220;foi igualmente destacada a necessidade de continuar a promover a articulação entre as diferentes entidades com responsabilidades nestas áreas, reforçando a capacidade de prevenção, resposta e recuperação em situações de crise&#8221;.</P></p>
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		<title>Venezuela/Sismo: Número de portugueses e lusodescendentes mortos sobe para 116</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 22:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O número de portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho aumentou para 116 e o número de desaparecidos diminuiu para 53, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho aumentou para 116 e o número de desaparecidos diminuiu para 53, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>Entre os 116 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, dos quais 99 tinham também a nacionalidade venezuelana, contam-se 22 crianças e 94 adultos, acrescentou o MNE.</P><br />
<P>O anterior balanço, divulgado no domingo, contabilizava 114 portugueses e lusodescendentes mortos e 54 desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>O número total de mortos subiu hoje para 4.561, enquanto o número de feridos se manteve em 16.740, informa o relatório oficial hoje divulgado na rede social Telegram pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez.</P><br />
<P>As autoridades não referiram o número total de desaparecidos.</P><br />
<P>A Organização das Nações Unidas estimou, dois dias após o desastre, que o número de desaparecidos poderia chegar a 50 mil, enquanto outras projeções, citadas pela Agence France-Presse (AFP), sugerem um número próximo de 10 mil.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<title>Médio Oriente: EUA condenam &#8220;desrespeito&#8221; do Irão pela soberania do Iémen</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 22:00:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos (EUA) consideraram hoje inaceitável o "desrespeito deliberado" do Irão pela soberania do Iémen e pelas decisões coletivas do Conselho de Segurança da ONU.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos (EUA) consideraram hoje inaceitável o &#8220;desrespeito deliberado&#8221; do Irão pela soberania do Iémen e pelas decisões coletivas do Conselho de Segurança da ONU.</P><br />
<P>Numa reunião de emergência do Conselho de Segurança solicitada pelo Governo iemenita, a diplomata norte-americana Tammy Bruce afirmou que voos iranianos aterraram recentemente no Iémen para transportar membros da Guarda Revolucionária Islâmica, incluindo especialistas em &#8216;drones&#8217; e mísseis, &#8220;em apoio ao terrorismo dos Huthis&#8221;, sob o pretexto de participarem nas cerimónias fúnebres do antigo líder supremo iraniano Ali Khamenei. </P><br />
<P>&#8220;Esse tipo de apoio permite que os Huthis aterrorizem o povo iemenita e ameacem a liberdade de navegação no Mar Vermelho e nas vias navegáveis adjacentes. (&#8230;) Aliás, os líderes Huthis comemoraram publicamente o voo recente como uma bem-sucedida evasão dos esforços internacionais para isolar o grupo terrorista&#8221;, afirmou Bruce, representante adjunta dos EUA junto às Nações Unidas.</P><br />
<P>Essas ações, avaliou a diplomata, constituem uma violação da Resolução 2216 do Conselho de Segurança da ONU, que proíbe o fornecimento, a venda ou a transferência de armas, assistência técnica, treino ou outro tipo de apoio aos Huthis relacionado com atividades militares ou uso de armas e material similar, incluindo &#8216;drones&#8217; e mísseis.</P><br />
<P>De acordo com Tammy Bruce, os rebeldes xiitas têm demonstrado, devido à assistência iraniana, uma crescente sofisticação militar, incluindo frequentes ataques transfronteiriços com &#8216;drones&#8217; e mísseis, além do uso de munições de fragmentação.</P><br />
<P>&#8220;Essa crescente capacidade, por si só, é uma evidência de que os Huthis receberam apoio externo, em violação ao embargo de armas imposto&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>&#8220;O desrespeito deliberado da República Islâmica do Irão pela soberania do Iémen e pelas decisões coletivas deste Conselho é simplesmente inaceitável&#8221;, frisou a representante de Washington.</P><br />
<P>Tammy Bruce fez ainda referência aos recentes ataques iranianos contra navios que passam pelo estreito de Ormuz e contra países vizinhos, os quais considerou uma provocação deliberada que contradiz o memorando de entendimento alcançado em maio.</P><br />
<P>&#8220;Os EUA não implementarão unilateralmente o memorando de entendimento enquanto o Irão continuar a ameaçar a passagem segura protegida pelo Memorando. Em resumo, se o Irão disparar contra navios, responderemos imediatamente com força&#8221;, assegurou.</P><br />
<P>Na mesma reunião, o embaixador francês frisou que, ao pousar aeronaves nos aeroportos iemenitas de Sana e Hodeida sem o consentimento das autoridades legítimas do Iémen, o Irão violou o direito internacional.</P><br />
<P>&#8220;Isso demonstra o comportamento desestabilizador do Irão na região. Essas ações precisam de acabar&#8221;, apelou Jérôme Bonnafont.</P><br />
<P>Por outro lado, Moscovo insistiu que o voo de 03 de julho do Irão para Sana teve um propósito &#8220;estritamente humanitário&#8221;.</P><br />
<P>A diplomata russa Anna Evstigneeva reconheceu que o voo deveria ter sido acordado com as autoridades oficiais, insistindo, no entanto: &#8220;Este foi um voo estritamente humanitário&#8221;.</P><br />
<P>O incidente não causou vítimas nem danos materiais, porém, resultou numa escalada da violência no Iémen e na região, o que é &#8220;particularmente perigoso&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Na mesma reunião, o embaixador Abdullah Al-Saadi, do Iémen, afirmou que os recentes acontecimentos no seu país constituem &#8220;um verdadeiro teste&#8221; dos princípios sobre os quais o sistema internacional se fundamenta, principalmente o respeito à soberania e a não interferência.</P><br />
<P>O diplomata afirmou que o Iémen solicitou a reunião de hoje pois o recente voo não autorizado constitui um &#8220;precedente extremamente perigoso&#8221;, questionando se o Conselho é capaz de proteger as regras do sistema internacional.</P><br />
<P>O uso do aeroporto de Sana poderia encorajar grupos armados a explorar instalações civis que estão fora do controlo de governos legítimos, alertou ainda.</P><br />
<P>Os Huthis, apoiados pelo Irão, controlam Sana e grande parte do norte do Iémen, enquanto o Governo internacionalmente reconhecido está instalado sobretudo no sul do país e conta com o apoio de Riade.</P><br />
<P>O Irão nega repetidamente que esteja a armar os Huthis, apesar das conclusões reiteradas de peritos da ONU e de governos ocidentais que associam Teerão a envios de armas e apoio militar ao grupo xiita.</P></p>
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		<title>Defesa de Flávio Bolsonaro critica juiz por proibi-lo de visitar pai durante 90 dias</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 21:50:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Brasília 13 jul 2026 (Lusa) -- A defesa do pré-candidato presidencial brasileiro Flávio Bolsonaro criticou hoje a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que proibiu o senador de visitar o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliária em Brasília.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Brasília 13 jul 2026 (Lusa) &#8212; A defesa do pré-candidato presidencial brasileiro Flávio Bolsonaro criticou hoje a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que proibiu o senador de visitar o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliária em Brasília.</P><br />
<P>A decisão de hoje do juiz Alexandre de Moraes, consultada pela Lusa, ocorre após Flávio Bolsonaro divulgar no último sábado nas redes sociais uma carta do pai, em que este declara apoio à pré-candidatura do filho nas eleições gerais de outubro.</P><br />
<P>Moraes escreveu que, ao conceder prisão domiciliária humanitária ao ex-presidente brasileiro, em março, determinou, entre as medidas cautelares, a &#8220;proibição de utilização de redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros&#8221;.</P><br />
<P>Em nota enviada à imprensa, a advogada Tracy Reinaldet, que faz a defesa de Flávio Bolsonaro durante a pré-campanha, chama a decisão de Moraes de ilegal e inconstitucional.</P><br />
<P>&#8220;Vale lembrar que o senador Flávio Bolsonaro é também advogado de seu pai. A proibição de contacto viola, portanto, o direito que o advogado tem de se comunicar com seu representado&#8221;, escreveu Reinaldet.</P><br />
<P>&#8220;Desde a proclamação da Constituição de 1988, deixar o preso incomunicável sempre foi visto pelo Supremo Tribunal Federal como algo inconstitucional. No entanto, a decisão de hoje aproxima o Presidente Jair Bolsonaro da incomunicabilidade&#8221;, completou.</P><br />
<P>Na decisão, Moraes suspendeu por 90 dias as visitas de Flávio Bolsonaro ao pai, o que, na prática, impede o senador de se encontrar com ele durante a primeira volta das eleições gerais de outubro.</P><br />
<P>Segundo o juiz do Supremo brasileiro, Flávio desrespeitou a medida cautelar e utilizou o seu direito de visita ao pai &#8220;com a exclusiva finalidade&#8221; de divulgar a carta nas redes sociais.</P><br />
<P>Moraes considerou ainda que houve &#8220;propaganda eleitoral antecipada em período vedado pela legislação&#8221; e determinou que o Ministério Público Eleitoral apure se houve incumprimento da legislação.</P><br />
<P>Além de suspender as visitas, Moraes deu um prazo de 48 horas para que Jair Bolsonaro explique se tinha conhecimento de que a carta seria divulgada nas redes sociais pelo senador.</P><br />
<P>Na carta lida por Flávio Bolsonaro, Jair sinaliza que o filho é seu &#8220;porta-voz&#8221;, no qual confia &#8220;para resgatar o Brasil e (&#8230;) conduzir [o país] para a paz e a prosperidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O momento é de arregaçar as mangas, deixarmos de lado as possíveis diferenças e cada um se empenhar pelo nosso pré-candidato à presidência&#8221;, escreveu.</P><br />
<P>Na decisão, o juiz do Supremo brasileiro lembrou que Flávio Bolsonaro é reincidente na &#8221; conduta desrespeitosa às decisões judiciais&#8221;, por ter violado a mesma medida cautelar em agosto do ano passado.</P><br />
<P>Na altura, lembrou Moraes, o senador telefonou para o pai durante um ato político e transmitiu a ligação nas redes sociais.</P><br />
<P>Quem também se pronunciou contra Moraes foi o líder da oposição no Senado brasileiro, o senador Rogério Marinho, que acusou o juiz do supremo de &#8220;interferência no jogo político&#8221; e &#8220;perseguição&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A decisão (&#8230;) é autoritária, desproporcional e, na prática, tenta tornar o ex-presidente incomunicável&#8221;, informou nota à imprensa.</P><br />
<P>Marinho, que pertence ao Partido Liberal (PL) tal como Flávio Bolsonaro, afirmou que &#8220;calar Bolsonaro é tentar calar a expressiva parcela da população brasileira que ele representa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não reivindicamos privilégios, mas igualdade perante a lei. Punir um filho e impedir o contacto familiar porque ele tornou pública uma mensagem do pai representa uma grave tentativa de silenciamento&#8221;, realçou.</P><br />
<P>Jair Bolsonaro foi condenado e está preso por tentativa de golpe de Estado e organização criminosa, e cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788820]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: EUA atingem alvos iranianos pela terceira noite consecutiva</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 21:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Comando Central militar dos Estados Unidos (Centcom) anunciou hoje que lançou, pela terceira noite consecutiva, ataques contra o Irão, após Donald Trump ter ameaçado que as forças norte-americanas atacariam "com muita força" a República Islâmica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Comando Central militar dos Estados Unidos (Centcom) anunciou hoje que lançou, pela terceira noite consecutiva, ataques contra o Irão, após Donald Trump ter ameaçado que as forças norte-americanas atacariam &#8220;com muita força&#8221; a República Islâmica.</P><br />
<P>Numa nota na rede social X, o Centcom indicou que os bombardeamentos procuram degradar a capacidade do Irão de atacar civis e navios mercantes no estreito de Ormuz. </P><br />
<P>Os ataques começaram poucos minutos depois do Presidente norte-americano, Donald Trump ter declarado, numa entrevista, que a República Islâmica seria atingida &#8220;com muita força&#8221; na mesma noite. </P><br />
<P>&#8220;Não podem fazer nada quanto a isso. Não têm nada. Só têm bocas grandes. Eu conheço-os e são completamente malucos&#8221;, frisou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788818]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha em baixa generalizada devido a Médio Oriente e semicondutores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 21:29:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, a ceder a uma subida da cotação do petróleo, no seguimento do agravamento da situação no Médio Oriente e em contexto de fraqueza dos semicondutores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, a ceder a uma subida da cotação do petróleo, no seguimento do agravamento da situação no Médio Oriente e em contexto de fraqueza dos semicondutores. </P><br />
<P>O resultado da sessão indica que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average recuou 0,26%, tecnológico Nasdaq perdeu 1,55% e o alargado S&amp;P500 baixou 0,79%.</P><br />
<P>&#8220;Um fim de semana marcado por tensões entre Washington e Teerão originou uma sessão de aversão ao risco em Wall Street&#8221;, disse Jose Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>Os EUA bombardearam o Irão na noite de domingo e Teerão anunciou resposta com ataques às bases militares norte-americanas no Golfo Pérsico. </P><br />
<P>Na segunda-feira, o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou o restabelecimento do bloqueio dos portos iranianos no Estreito de Ormuz e disse que tencionava criar uma taxa sobre as mercadorias transportadas pelos navios nesta via marítima estratégica. </P><br />
<P>Estes desenvolvimentos &#8212; que fazem recear uma escassez de petróleo &#8212; propulsionaram a cotação do petróleo em mais de 9%, agravando as inquietações com a inflação na praça bolsista, apontou Torres.</P><br />
<P>Tanto assim que um dirigente da Reserva Federal já preveniu que o banco central pode subir a sua taxa de juro de referência &#8220;em breve&#8221;, se a inflação continuar a subir. </P><br />
<P>Justamente, os investidores vão conhecer na terça-feira a evolução do índice de preços no consumidor (IPC) em junho e no dia seguinte a do índice de preços no produtor (IPP). </P><br />
<P>Entretanto, &#8220;os títulos do setor dos semicondutores estão sob pressão, com a SK Hynix a sofrer uma forte quebra, depois de um excelente inicio de cotação&#8221; na sexta-feira, comentaram os analistas da Briefing.com.</P><br />
<P>Este fabricante sul-coreano perdeu hoje 9,32%, desempenho extensível a nomes relevantes do setor, como Nvidia (-3,52%), Broadcom (-3,98%), AMD (-4,21%) ou Intel (-6,12%).</P><br />
<P>O desempenho destes grupos é particularmente escrutinado, mais a mais quando está prestes a começar mais uma época de apresentação de resultados trimestrais. </P></p>
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		<title>Rebeldes Huthis retaliam contra sauditas após ataque ao aeroporto de Sana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 21:21:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os rebeldes Huthis do Iémen reivindicaram hoje o ataque a um aeroporto no sul da Arábia Saudita em retaliação por uma ofensiva que atribuem a Riade contra o aeroporto de Sana, que controlam.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os rebeldes Huthis do Iémen reivindicaram hoje o ataque a um aeroporto no sul da Arábia Saudita em retaliação por uma ofensiva que atribuem a Riade contra o aeroporto de Sana, que controlam.</P><br />
<P>O porta-voz militar Huthi, Yahya Saree, referiu num vídeo que as forças do movimento pró iraniano lançaram um ataque ao Aeroporto Internacional de Abha com recurso a mísseis e &#8216;drones&#8217;.</P><br />
<P>A mesma fonte alertou ainda &#8220;todas as companhias aéreas para que não sobrevoem o espaço aéreo do Reino da Arábia Saudita&#8221;.</P><br />
<P>O Governo iemenita, apoiado por Riade, reivindicou a responsabilidade pelo ataque ao aeroporto, mas os Huthis culparam a Arábia Saudita e prometeram retaliar.</P><br />
<P>O ataque ao aeroporto de Sana é o incidente mais grave entre as duas partes em anos e ameaça o cessar-fogo mediado pela ONU em 2022.</P><br />
<P>A ofensiva ocorre no meio de tensões regionais crescentes após a retoma das hostilidades entre os Estados Unidos e o Irão.</P><br />
<P>O Governo iemenita, reconhecido internacionalmente, afirmou ter disparado contra o aeroporto da capital para impedir que um avião iraniano, que transportava uma delegação Huthi, regressasse de Teerão, onde na semana passada participou no funeral do antigo líder supremo Ali Khamenei.</P><br />
<P>O Governo disse ter tentado, sem sucesso, persuadir a delegação a viajar num avião da companhia aérea nacional. </P><br />
<P>&#8220;As milícias terroristas Huthis, apoiadas pelo regime iraniano&#8221;, insistiram &#8220;em permitir que um avião iraniano violasse o espaço aéreo iemenita. Como resultado, a pista do aeroporto foi alvejada&#8221;, afirmou o Ministério da Defesa em comunicado.</P><br />
<P>Segundo os meios de comunicação Huthis, o avião acabou por aterrar na cidade costeira de Hodeida (oeste), controlada pelos rebeldes.</P><br />
<P>O Irão, aliado do país, condenou o ataque, classificando-o como um &#8220;ataque à integridade territorial do Iémen&#8221;, de acordo com a agência de notícias oficial iraniana IRNA.</P><br />
<P>O espaço aéreo iemenita continua sob o controlo da coligação, exigindo que as companhias aéreas obtenham autorização prévia para aterrar.</P><br />
<P>Os Huthis, no entanto, parecem ter minado este acordo ao organizarem voos diretos entre o Irão e Sana, provocando a ira das autoridades e do seu aliado saudita.</P><br />
<P>No início de julho, os Huthis já tinham acusado Riade de tentar atacar um avião iraniano que aterrou em Sana antes de partir. De seguida, ameaçaram atacar os aeroportos e as infraestruturas estratégicas sauditas, como já tinham feito no passado.</P><br />
<P>O ataque aumentou os receios de um conflito mais amplo, com o Ministério dos Negócios Estrangeiros dos Huthis a afirmar que marcava &#8220;o fim da fase de desanuviamento e do cessar-fogo, e o início da guerra&#8221;.</P><br />
<P>O chefe do Conselho Presidencial do Iémen, Rashad al-Alimi, disse, no entanto, ter instruído o seu lado para não intensificar o confronto.</P><br />
<P>O enviado especial da ONU para o Iémen, Hans Grundberg, manifestou &#8220;extrema preocupação&#8221; e apelou à &#8220;desescalada&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com a ONU, a guerra ceifou centenas de milhares de vidas ao longo de mais de uma década e mergulhou o país numa das piores crises humanitárias do mundo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788812]]></sapo:autor>
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		<title>Israel e Líbano voltam a negociar retirada israelita do sul libanês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 21:17:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A nova sessão de negociações diretas entre Israel e o Líbano deve desenrolar-se terça e quarta-feira em Roma, disse hoje uma fonte oficial libanesa à AFP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A nova sessão de negociações diretas entre Israel e o Líbano deve desenrolar-se terça e quarta-feira em Roma, disse hoje uma fonte oficial libanesa à AFP. </P><br />
<P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros italiano tinha indicado na semana passado à AFP que o sexto ciclo de discussões deveria ocorrer na quarta e quinta-feira. </P><br />
<P>Após cinco rondas negociais em Washington, Israel e o Líbano concluíram um acordo-quadro em 26 de junho com vista a uma &#8220;paz duradoura&#8221; entre os dois países, em estado de guerra desde há décadas.</P><br />
<P>O acordo prevê que o exército libanês restabeleça a sua autoridade no sul do país, sob reserva de desarmamento do Hezbollah, a começar em &#8216;zonas piloto&#8217;, das quais se retirariam os militares israelitas.  </P><br />
<P>&#8220;A delegação libanesa recebeu como instrução reclamar o início imediato da retirada das forças israelitas de duas zonas piloto antes de qualquer discussão&#8221;, indicou a Presidência libanesa, em comunicado, depois de uma reunião entre o presidente, Joseph Aoun, e o primeiro-ministro, Nawaf Salam.</P><br />
<P>Uma delegação militar dos Estados Unidos (EUA) iniciou sábado em Beirute discussões com os militares libaneses sobre as modalidades de aplicação da retirada israelita de uma destas zonas. </P><br />
<P>O movimento islamita pró-iraniano Hezbollah opõe-se a estas negociações e recusa ser desarmado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788811]]></sapo:autor>
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		<title>França e Ucrânia acordam aquisição de aviões, baterias e misseis por Kiev</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 21:10:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A França e a Ucrânia concluíram hoje um plano para a aquisição por Kiev de 16 aviões de combate Rafale, os primeiros dos quais devem voar em 2028-2029 "nos ares ucranianos", anunciou o Presidente francês, Emmanuel Macron.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A França e a Ucrânia concluíram hoje um plano para a aquisição por Kiev de 16 aviões de combate Rafale, os primeiros dos quais devem voar em 2028-2029 &#8220;nos ares ucranianos&#8221;, anunciou o Presidente francês, Emmanuel Macron.</P><br />
<P>Para reforçar a defesa antiaérea ucraniana, Kiev vai também dotar-se &#8220;de uma primeira série de baterias SAMP/T de nova geração, que vem completar os sistemas que vão ser vendidos com os seus mísseis nas próximas semanas&#8221;, acrescentou Macron, depois de uma cimeira dos países integrantes da designada &#8216;coligação de voluntários&#8217; em Paris. </P><br />
<P>O acordo prevê ainda o fornecimento de radares e a produção, licenciada, na Ucrânia de mísseis antiaéreos Aster 30 e de cruzeiro Scalp, avançou o Presidente francês.    </P></p>
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		<title>Médio Oriente: Irão condena ataque do Governo do Iémen ao aeroporto de Sana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 21:05:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Irão condenou hoje o ataque reivindicado pelo Governo do Iémen, apoiado pela Arábia Saudita, contra o aeroporto de Sana, controlado pelos rebeldes Huthis, para impedir a aterragem de um avião proveniente de Teerão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão condenou hoje o ataque reivindicado pelo Governo do Iémen, apoiado pela Arábia Saudita, contra o aeroporto de Sana, controlado pelos rebeldes Huthis, para impedir a aterragem de um avião proveniente de Teerão.</P><br />
<P>Segundo a agência de notícias iraniana IRNA, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Esmaeil Baghaei, descreveu o ato como uma &#8220;violação flagrante do direito internacional e da Carta das Nações Unidas, bem como uma violação da soberania nacional e da integridade territorial do Iémen&#8221;.</P><br />
<P>O porta-voz militar dos Huthis, Yahya Saree, tinha anteriormente atribuído o ataque à Arábia Saudita, afirmando que o aeroporto da capital iemenita fora alvo de &#8220;ataques aéreos sauditas&#8221;.</P><br />
<P>Entretanto, o Governo iemenita, reconhecido internacionalmente e apoiado por Riade, reivindicou a responsabilidade pelo ataque ao aeroporto, afirmando que a operação teve como objetivo impedir a aterragem de um avião iraniano que transportava uma delegação Huthi de regresso de Teerão, onde participou nas cerimónias fúnebres do ex-líder supremo iraniano Ali Khamenei.</P><br />
<P>A coligação militar liderada pela Arábia Saudita anunciou hoje ter intercetado mísseis balísticos lançados pelos rebeldes Huthis contra o sul do território saudita, depois do ataque ao aeroporto.</P><br />
<P>O agravamento da situação ocorre também num contexto de crescente tensão regional, na sequência do reinício dos confrontos entre Estados Unidos e Irão.</P></p>
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		<title>Andy Burnham confirmado único candidato à sucessão de Keir Starmer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 20:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O político britânico Andy Burnham garantiu o apoio de cerca de 87% dos deputados do Partido Trabalhista no processo de escolha do novo líder partidário, excluindo a possibilidade de candidatura de um adversário.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O político britânico Andy Burnham garantiu o apoio de cerca de 87% dos deputados do Partido Trabalhista no processo de escolha do novo líder partidário, excluindo a possibilidade de candidatura de um adversário.</P><br />
<P>De acordo com dados do partido publicados hoje, o antigo Presidente da Câmara de Manchester obteve o apoio de 349 dos 403 deputados trabalhistas, mais 27 que os 322 confirmados desde a abertura das candidaturas, na quinta-feira. </P><br />
<P>O primeiro requisito para formalizar uma candidatura à liderança do &#8216;Labour&#8217; é o apoio de um mínimo de 20% dos deputados do grupo parlamentar, ou seja, 81.  </P><br />
<P>O cenário de &#8220;entronização&#8221; &#8211; ou &#8220;coroação&#8221;, como lhe chama a comunicação social britânica &#8211; já era considerado muito provável, porque os principais potenciais concorrentes afastaram-se da corrida desde que Burnham regressou ao Parlamento, após vencer uma eleição legislativa parcial em 18 de junho.</P><br />
<P>O antigo ministro da Saúde Wes Streeting, o ex-secretário de Estado da Defesa Al Carns e o atual secretário de Estado para as Relações Intergovernamentais, Darren Jones, desistiram de avançar, declarando apoio a Burnham para evitar um debate interno prolongado no partido.</P><br />
<P>As nomeações decorrem até 16 de julho, pelo que Burnham deverá ser confirmado como líder trabalhista no dia seguinte e assumir funções como primeiro-ministro após uma audiência com o rei Carlos III, prevista para 20 de julho.</P><br />
<P>O sistema parlamentar britânico permite a substituição do líder do partido no poder e, consequentemente, do primeiro-ministro, sem necessidade de eleições legislativas, sendo que o próximo escrutínio nacional só terá de ocorrer até 2029.</P><br />
<P>Keir Starmer anunciou no mês passado que se demitiria assim que fosse escolhido um sucessor, após cerca de dois anos no cargo marcados por decisões controversas que fragilizaram a sua posição política.</P></p>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismos: Número de mortos ultrapassa os 4.500</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 20:29:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O número de mortos pelo duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho ultrapassou os 4.500, segundo os mais recentes dados oficiais divulgados hoje pelas autoridades venezuelanas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos pelo duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho ultrapassou os 4.500, segundo os mais recentes dados oficiais divulgados hoje pelas autoridades venezuelanas.</P><br />
<P>De acordo com o relatório oficial divulgado na rede social Telegram pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, o número de mortos é agora de 4.561, mantendo-se o número de feridos inalterado em 16.740.</P><br />
<P>O anterior número de mortos, segundo o balanço de domingo, era de 4.490.</P><br />
<P>Destes, 114 mortos são cidadãos portugueses e lusodescendentes, havendo ainda 54 desaparecidos, segundo dados do Ministério dos Negócios Estrangeiros português divulgados no domingo.</P><br />
<P>As autoridades não referiram o número total de desaparecidos. A ONU estimou que este número poderia chegar aos 50.000, dois dias após o desastre. Algumas projeções sugerem um número mais próximo de 10.000, noticiou a agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Mais de 20.200 pessoas estão sem casa e a viver nestes abrigos improvisados, segundo o relatório oficial.</P><br />
<P>Equipas de resgate venezuelanas e estrangeiras continuam a tentar recuperar corpos soterrados sob os escombros. </P><br />
<P>De acordo com o Governo, mais de 850 edifícios foram afetados e 190 ruíram por completo.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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