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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Fri, 26 Jun 2026 13:26:41 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Exame Nacional de Desenho A: Consulte aqui o enuncaido e os critérios de classificação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:26:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O exame nacional de Desenho A (código 706), realizado esta sexta-feira, marcou o último dia da 1.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O exame nacional de Desenho A (código 706), realizado esta sexta-feira, marcou o último dia da 1.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário. A prova contou com cerca de 6500 alunos inscritos e os documentos oficiais já foram disponibilizados, permitindo aos estudantes consultar tanto o enunciado como os critérios de classificação que serão utilizados na correção.</p>
<p>Veja aqui o <a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/exame-desenho-2026-20260626-131054.pdf" target="_blank" rel="noopener">enunciado</a> e os <a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/criterios-classificacao-exame-desenho-2026-20260626-131141.pdf" target="_blank" rel="noopener">critérios de correção</a></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782393]]></sapo:autor>
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		<title>O gigante silencioso: como a China recuperou a liderança mundial dos supercomputadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:22:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo supercomputador chinês passou a liderar a mais recente edição do ranking TOP500, tornando-se o sistema mais potente do mundo e colocando fim a uma liderança norte-americana que se mantinha desde 2017.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo supercomputador chinês passou a liderar a mais recente edição do ranking TOP500, tornando-se o sistema mais potente do mundo e colocando fim a uma liderança norte-americana que se mantinha desde 2017.</p>
<p>O feito marca também a primeira vez que o sistema em causa entra diretamente para o topo da lista, habitualmente usado como referência global no desempenho de computação de alto nível.</p>
<p>O sistema, designado LineShine e instalado em Shenzhen, atingiu 2,198 exaflops, o equivalente a mais de dois quintiliões de operações por segundo, segundo os dados divulgados pelos responsáveis do projeto TOP500. Esta capacidade coloca-o ligeiramente à frente do norte-americano El Capitan, instalado no Lawrence Livermore National Laboratory, na Califórnia, que desceu agora para o segundo lugar.</p>
<p>O LineShine destacou-se ainda por uma abordagem menos comum neste nível de desempenho, ao operar exclusivamente com CPUs tradicionais, em vez das GPUs frequentemente associadas a sistemas otimizados para inteligência artificial. O seu consumo energético ronda os 42,2 megawatts, de acordo com os dados técnicos da classificação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782390]]></sapo:autor>
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		<title>Imagens de satélite mostram destruição total após sismos na Venezuela em La Guaira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:18:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Imagens de satélite divulgadas pelo serviço de inteligência espacial Vantor mostram a extensão da destruição provocada pelos fortes sismos que atingiram a Venezuela na quarta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Imagens de satélite divulgadas pelo serviço de inteligência espacial Vantor mostram a extensão da destruição provocada pelos fortes sismos que atingiram a Venezuela na quarta-feira, dia 24, com registos de edifícios colapsados e danos generalizados sobretudo na cidade costeira de La Guaira.</p>
<p>A informação, surge num momento em que as autoridades continuam a avaliar o impacto do desastre, que já provocou 589 mortos e 2.980 feridos, segundo dados oficiais atualizados esta sexta-feira, após os dois terramotos de magnitudes 7,2 e 7,5 registados com menos de um minuto de intervalo.</p>
<p>As imagens agora divulgadas permitem comparar, de forma direta, o estado de várias zonas urbanas antes e depois dos sismos, evidenciando o grau de destruição em áreas residenciais, industriais e junto à orla marítima.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/1-5.png" alt="" width="998" height="720" class="alignnone size-full wp-image-782387" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/1-5.png 998w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/1-5-300x216.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/1-5-624x450.png 624w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/1-5-768x554.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/1-5-600x433.png 600w" sizes="(max-width: 998px) 100vw, 998px" /></p>
<p><img decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/2-4.png" alt="" width="997" height="721" class="alignnone size-full wp-image-782386" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/2-4.png 997w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/2-4-300x217.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/2-4-622x450.png 622w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/2-4-768x555.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/2-4-600x434.png 600w" sizes="(max-width: 997px) 100vw, 997px" /></p>
<p><img decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/3-1.png" alt="" width="997" height="718" class="alignnone size-full wp-image-782385" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/3-1.png 997w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/3-1-300x216.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/3-1-625x450.png 625w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/3-1-768x553.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/3-1-600x432.png 600w" sizes="(max-width: 997px) 100vw, 997px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/4-2.png" alt="" width="997" height="723" class="alignnone size-full wp-image-782384" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/4-2.png 997w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/4-2-300x218.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/4-2-621x450.png 621w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/4-2-768x557.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/4-2-600x435.png 600w" sizes="auto, (max-width: 997px) 100vw, 997px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/5-2.png" alt="" width="995" height="788" class="alignnone size-full wp-image-782383" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/5-2.png 995w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/5-2-300x238.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/5-2-568x450.png 568w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/5-2-768x608.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/5-2-600x475.png 600w" sizes="auto, (max-width: 995px) 100vw, 995px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/6-2.png" alt="" width="997" height="789" class="alignnone size-full wp-image-782382" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/6-2.png 997w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/6-2-300x237.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/6-2-569x450.png 569w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/6-2-768x608.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/6-2-600x475.png 600w" sizes="auto, (max-width: 997px) 100vw, 997px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/7-1.png" alt="" width="996" height="815" class="alignnone size-full wp-image-782381" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/7-1.png 996w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/7-1-300x245.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/7-1-550x450.png 550w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/7-1-768x628.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/7-1-600x491.png 600w" sizes="auto, (max-width: 996px) 100vw, 996px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/8.png" alt="" width="996" height="814" class="alignnone size-full wp-image-782380" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/8.png 996w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/8-300x245.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/8-551x450.png 551w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/8-768x628.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/8-600x490.png 600w" sizes="auto, (max-width: 996px) 100vw, 996px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/9-1.png" alt="" width="998" height="671" class="alignnone size-full wp-image-782379" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/9-1.png 998w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/9-1-300x202.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/9-1-669x450.png 669w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/9-1-768x516.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/9-1-600x403.png 600w" sizes="auto, (max-width: 998px) 100vw, 998px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/10-1.png" alt="" width="998" height="669" class="alignnone size-full wp-image-782378" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/10-1.png 998w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/10-1-300x201.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/10-1-671x450.png 671w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/10-1-768x515.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/10-1-600x402.png 600w" sizes="auto, (max-width: 998px) 100vw, 998px" /></p>
<p><strong>Colapso de edifícios em zonas urbanas de La Guaira</strong><br />
Nas comparações da zona urbana de La Guaira, as imagens anteriores ao sismo mostram blocos habitacionais intactos e densamente ocupados, enquanto as captadas depois do evento revelam vários edifícios parcialmente ou totalmente colapsados, com danos estruturais generalizados.</p>
<p>Em áreas costeiras da cidade, os registos de 22 de junho contrastam fortemente com as imagens de 25 de junho, onde se observam edifícios destruídos e a reorganização caótica do tecido urbano após o impacto sísmico.</p>
<p><strong>Áreas residenciais e depósitos severamente afetados</strong><br />
Também as zonas residenciais apresentam sinais claros de destruição. Antes dos sismos, as imagens mostram bairros aparentemente estáveis e edificados; após o evento, surgem estruturas danificadas, com múltiplos sinais de colapso parcial e total de edifícios.</p>
<p>Situação semelhante foi identificada em depósitos e infraestruturas de armazenamento em La Guaira. As imagens de referência mostram instalações intactas antes do terramoto, enquanto os registos posteriores evidenciam o colapso das estruturas, com danos significativos em larga escala.</p>
<p><strong>Zona industrial registou alterações profundas</strong><br />
A área industrial da região, observada através de imagens de maio de 2026 e comparada com as captadas a 25 de junho, também sofreu alterações profundas. As estruturas industriais visivelmente operacionais antes do evento aparecem agora afetadas, com danos estruturais relevantes após os sismos.</p>
<p><strong>Sismos de elevada magnitude provocaram estado de emergência</strong><br />
De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), os dois sismos tiveram magnitudes de 7,2 e 7,5 e ocorreram na costa norte da Venezuela, provocando destruição extensa e alertas de tsunami na região.</p>
<p>La Guaira, situada perto de Caracas, foi uma das zonas mais afetadas e foi classificada pelas autoridades como “zona de desastre”. Em resposta à dimensão da tragédia, a presidente interina Delcy Rodríguez decretou estado de emergência nacional, enquanto as operações de resposta continuam no terreno.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782370]]></sapo:autor>
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		<title>Parto improvisado na rua mostra desespero em La Guaira após terramotos na Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 12:52:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[La Guaira]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[A tragédia já provocou pelo menos 235 mortos e mais de 4.300 feridos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os dois terramotos que atingiram a Venezuela na passada quarta-feira deixaram um rasto de destruição, desolação e perda, enquanto as equipas de resgate continuam a trabalhar contra o tempo para encontrar pessoas presas sob os escombros. A tragédia já provocou pelo menos 235 mortos e mais de 4.300 feridos.</p>
<p>Uma das situações mais dramáticas ocorreu no estado de La Guaira, uma das zonas mais afetadas pelos abalos. Com os hospitais sobrecarregados, moradores tiveram de improvisar uma sala de parto na rua, entre os escombros, depois de uma mulher ter entrado em trabalho de parto na noite de quinta-feira.</p>
<p>Segundo o &#8217;20 Minutos&#8217;, imagens partilhadas nas redes sociais mostram várias pessoas em redor da mulher, deitada sobre lençóis improvisados junto aos destroços de um edifício que ruiu. Vizinhos iluminaram o local com lanternas dos telemóveis, enquanto outra mulher assumiu o papel de parteira. O bebé nasceu vivo, sendo possível ouvir o choro no vídeo.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="es" dir="ltr">👏 ¡Un auténtico milagro en medio del caos!</p>
<p>Es el momento en el que una mujer da a luz cuando era rescatada entre los escombros en varios edificios de La Guaira, Venezuela</p>
<p>Una imagen que habla de esperanza 👈<br />➡️<a href="https://t.co/ng2SHwx4wI">https://t.co/ng2SHwx4wI</a> <a href="https://t.co/pkBVwAYaIc">pic.twitter.com/pkBVwAYaIc</a></p>
<p>&mdash; RTVC (@RTVCes) <a href="https://x.com/RTVCes/status/2070438829765304708?ref_src=twsrc%5Etfw">June 26, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p><strong>Resgates entre os escombros</strong></p>
<p>O nascimento em plena zona de destruição não foi o único exemplo de mobilização popular registado nos últimos dias. Em várias cidades do norte da Venezuela, vizinhos juntaram-se para escavar entre os escombros à procura de familiares, amigos e outros moradores desaparecidos.</p>
<p>A televisão estatal venezuelana mostrou também momentos de esperança no meio da devastação. Num dos casos, um jovem foi retirado de um edifício danificado no bairro de San Bernardino, em Caracas, e transportado numa maca, sob aplausos de quem assistia. A mãe, em lágrimas, gritava-lhe: “Leandro, amo-te”.</p>
<p>Outro resgate destacado pelas autoridades foi o de uma menina encontrada nos escombros de um edifício de dez andares em La Guaira. As imagens transmitidas pela televisão estatal mostraram a criança coberta de pó e envolta numa camisola escura, a ser retirada com a ajuda dos socorristas.</p>
<p>José Luis Núñez, chefe da equipa de resgate metropolitana de Caracas, afirmou à &#8216;VTV&#8217; que o caso demonstrava “a força, a determinação e a vontade de viver” da menina.</p>
<p><strong>Ajuda internacional chega à Venezuela</strong></p>
<p>A resposta internacional começou entretanto a ganhar escala. Cerca de 1.000 elementos de 25 equipas de busca e salvamento de vários países estão a ser enviados para a Venezuela, segundo Jens Laerke, porta-voz do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários.</p>
<p>O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, que falou com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, depois dos terramotos, afirmou que Washington enviaria ajuda “imediatamente”.</p>
<p>“Temos uma resposta que envolve todo o Governo. Será ampla, rápida e eficaz”, declarou Rubio, reconhecendo, no entanto, que o encerramento do principal aeroporto da Venezuela, perto de Caracas, criou dificuldades logísticas.</p>
<p>Equipas de resgate espanholas chegaram à Venezuela na sexta-feira com cães e equipamento técnico, incluindo câmaras e radares de penetração no solo, para apoiar as buscas. Também desembarcaram equipas do Chile e da Suíça, enquanto três aviões militares alemães, com pessoal e ajuda humanitária, estavam a caminho.</p>
<p>A Turquia anunciou o envio de dois voos a partir de Istambul com equipas de salvamento e cães pisteiros. Líderes do Catar, China, Brasil, Portugal e Canadá também prometeram enviar ajuda.</p>
<p><strong>La Guaira entre as zonas mais atingidas</strong></p>
<p>La Guaira continua a concentrar alguns dos cenários mais graves da tragédia. A destruição de edifícios, a pressão sobre os hospitais e a necessidade de assistência imediata têm levado moradores e equipas de emergência a improvisar respostas em condições extremas.</p>
<p>Enquanto a ajuda internacional começa a chegar, as operações de busca prosseguem entre edifícios colapsados, com as autoridades e equipas de resgate a tentarem encontrar sobreviventes antes que as hipóteses diminuam.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782363]]></sapo:autor>
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		<title>Sismo na Venezuela: Balanço sobe para 589 mortos e 2.980 feridos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 12:49:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos provocados pelos sismos na Venezuela subiu hoje para 589, enquanto estão contabilizados 2.980 feridos, anunciou a Presidente interina do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos provocados pelos sismos na Venezuela subiu hoje para 589, enquanto estão contabilizados 2.980 feridos, anunciou a Presidente interina do país.</P><br />
<P>&#8220;Vamos resgatar as pessoas que estão presas&#8221;, disse Delcy Rodríguez no momento do anúncio, em presença de responsáveis governamentais e militares que recebiam equipas de socorro vindas de outros países em auxílio da Venezuela.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782365]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Primeiro avião com ajuda europeia parte hoje, confirma MNE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 12:43:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, disse hoje que o primeiro avião de dois aviões com 23 toneladas de ajuda europeia à Venezuela vai partir hoje, sublinhando que a intenção é ajudar a salvar vidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, disse hoje que o primeiro avião de dois aviões com 23 toneladas de ajuda europeia à Venezuela vai partir hoje, sublinhando que a intenção é ajudar a salvar vidas.</P><br />
<P>&#8220;Julgo que [o primeiro avião vai partir] durante a tarde e o outro provavelmente amanhã&#8221;, disse o ministro, indicando que a coordenação está a ser feita pela União Europeia.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782360]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Quinze Sapadores Bombeiros de Lisboa mobilizados para resgate de vítimas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 12:18:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma equipa de 15 elementos do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa (RSB) parte hoje para a Venezuela para ajudar nas operações de socorro após os dois sismos que atingiram o país, integrando uma força nacional de 60 operacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma equipa de 15 elementos do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa (RSB) parte hoje para a Venezuela para ajudar nas operações de socorro após os dois sismos que atingiram o país, integrando uma força nacional de 60 operacionais.</P><br />
<P>Os elementos do RSB destacados para a missão de busca e resgate de vítimas na Venezuela têm experiência em cenários de catástrofe, tendo parte da equipa integrado a força nacional que esteve na Turquia, em 2023, após os sismos que causaram milhares de vítimas mortais, avançou a Câmara Municipal de Lisboa, em comunicado.</P><br />
<P>Estes operacionais vão ser liderados pelo tenente-coronel Carlos Pereira, segundo-comandante do regimento, desempenhando igualmente funções de engenheiro civil para a avaliação das estruturas.</P><br />
<P>&#8220;É com orgulho que vejo os nossos bombeiros partirem, uma vez mais, com o elevado sentido de missão a que há muito nos habituaram, para apoiar a população da Venezuela nesta hora difícil&#8221;, afirmou o presidente da CML, Carlos Moedas (PSD), citado na mesma nota.</P><br />
<P>Além dos 15 elementos do RSB, a equipa portuguesa que parte esta tarde para a Venezuela em aviões da Força Aérea é composta por 27 operacionais da GNR, 11 elementos da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e sete elementos do INEM.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 235 mortos e 4.300 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos nove portugueses e luso-descendentes.</P><br />
<P>Portugal e outros sete países da União Europeia vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782342]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Missão portuguesa de 60 elementos deverá partir hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 12:15:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[A missão portuguesa para ajudar nas buscas e salvamento após os sismos na Venezuela deverá partir hoje, anunciou o ministro da Administração Interna, sublinhando que Portugal está preparado para reforçar o apoio no terreno.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A missão portuguesa para ajudar nas buscas e salvamento após os sismos na Venezuela deverá partir hoje, anunciou o ministro da Administração Interna, sublinhando que Portugal está preparado para reforçar o apoio no terreno.</P><br />
<P>&#8220;Em princípio, no dia de hoje, seguirá um contingente com cerca de seis dezenas de profissionais da GNR, da Proteção Civil, do INEM, do regimento de sapadores de bombeiros, da saúde, uma força multidisciplinar, com o apoio das nossas Forças Armadas&#8221;, disse Luís Neves aos jornalistas à margem da cerimónia militar de juramento de bandeira de 652 guardas provisórios da GNR em Portalegre.</P><br />
<P>Fonte ligada à missão disse à Lusa que a equipa portuguesa é composta por 27 elementos da GNR, 15 do regimento sapadores bombeiros de Lisboa, 10 elementos do INEM e 11 da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782337]]></sapo:autor>
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		<title>BCE exige menos informção aos bancos e suaviza expetativas de boa governança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:58:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[BCE]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[setor bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central Europeu (BCE) vai passar a exigir aos bancos que supervisiona diretamente menos informações e suavizar as expectativas de boa governança, depois de o setor bancário se ter queixado que a regulamentação era muito rigorosa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco Central Europeu (BCE) vai passar a exigir aos bancos que supervisiona diretamente menos informações e suavizar as expectativas de boa governança, depois de o setor bancário se ter queixado que a regulamentação era muito rigorosa.         </P><br />
<P>O BCE informou hoje que revê de forma ampla &#8220;as suas publicações sobre supervisão bancária para melhorar a transparência, consistência e facilitar o seu uso para os bancos&#8221;.</P><br />
<P>A entidade monetária realiza esta revisão &#8220;no contexto de uma ampla reforma para tornar a supervisão bancária europeia mais eficiente, eficaz e baseada em risco&#8221;.</P><br />
<P>O BCE, que começou a supervisionar diretamente os bancos da zona euro depois da crise financeira global e o resgate de bancos e outras entidades de crédito na Europa, vai retirar algumas das suas recomendações e guias para os bancos.</P><br />
<P>Por exemplo, o BCE vai retirar 40 publicações supervisoras que considera antigas, duplicadas ou não relevantes, de um total de 130 publicações, como guias, relatórios, cartas e metodologias.</P><br />
<P>As publicações que retira vão desde cartas aos diretores executivos sobre a política de remuneração variável, a proibição de distribuir dividendos que aplicou durante a pandemia e alguns relatórios que exige dos bancos.</P><br />
<P>&#8220;O nosso objetivo é simples: garantir que a nossa orientação supervisora é clara, consistente e adequada ao seu propósito num ambiente de risco cada vez mais complexo&#8221;, disse o vice-presidente do Conselho de Supervisão do BCE, Frank Elderson, numa informação publicada hoje.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782303]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sindicato STT chega a acordo de princípio para aumentos salariais de 57 euros na RTP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:55:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aumento salarial]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[RTP]]></category>
		<category><![CDATA[STT]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sindicato dos Trabalhadores de Telecomunicações e Comunicação Audiovisual (STT) chegou a um acordo de princípio com a administração da RTP para um aumento salarial de 57 euros no âmbito da negociação do Acordo de Empresa, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sindicato dos Trabalhadores de Telecomunicações e Comunicação Audiovisual (STT) chegou a um acordo de princípio com a administração da RTP para um aumento salarial de 57 euros no âmbito da negociação do Acordo de Empresa, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>Em comunicado, o STT informou que a atualização salarial de 57 euros &#8220;no vencimento de categoria na tabela salarial&#8221;, o acréscimo no subsídio de refeição entre dez cêntimos (com cantina) e vinte cêntimos (sem cantina) e o aumento de 5% nas ajudas de custo no território nacional &#8220;têm efeitos retroativos a 1 de janeiro de 2026&#8221;, com pagamento no vencimento de julho.</P><br />
<P>&#8220;Graças à mobilização dos trabalhadores e à firmeza demonstrada pelo STT e restantes Sindicatos, ao longo de todo o processo negocial do AE da RTP, foi possível garantir melhorias reais, sem qualquer perda de direitos&#8221;, afirma a direção da estrutura sindical.</P><br />
<P>Explicando que &#8220;nenhuma destas melhorias implica cortes, perdas ou retrocessos face aos direitos&#8221;, o STT atribui o acordo de princípio à participação dos trabalhadores no plenário geral &#8220;após a proposta provocatória do CA de aumentar os salários em cinco euros e propor retirar um conjunto de direitos&#8221;.</P><br />
<P>Em 27 de março, os trabalhadores da RTP, reunidos em plenário, decidiram recorrer à greve, ao trabalho normal, suplementar e nos feriados, em resposta à &#8220;proposta de corte salarial&#8221; da administração, que inicialmente foi de cinco euros e posteriormente foi revista para 7,5 euros. </P><br />
<P>&#8220;A proposta apresentada pela Administração para a revisão do Acordo da Empresa é um insulto deliberado a quem, todos os dias, assegura o serviço público de media. Perante a recomendação do Governo para o setor empresarial do Estado, que aponta para aumentos de 56,58 euros, a Administração responde com 7,50 euros&#8221;, segundo o comunicado conjunto divulgado pela Comissão de Trabalhadores (CT) da RTP e Subcomissão de Trabalhadores do Porto. </P><br />
<P>Segundo a mesma nota, a administração da estação pública queria ainda eliminar os 3% de desconto para o seguro de complemento de reforma, acabar com o subsídio de deslocação e manter o subsídio de refeição sem alterações.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782321]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>NATO em alerta: Rússia suspeita de preparar provocação contra países bálticos ou Polónia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:53:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[NATO]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta segunda-feira, os serviços de informações da Letónia afirmaram ver “indícios” de que a Rússia está a preparar provocações militares contra os países bálticos ou a Polónia. Ainda assim, o cenário apontado ficaria muito aquém de um ataque em larga escala]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois países do flanco oriental da NATO alertaram que a Rússia poderá estar a preparar uma “provocação” nos países bálticos ou na Polónia, numa tentativa de testar a coesão da Aliança Atlântica. Segundo fontes ocidentais citadas pelo &#8216;The Guardian&#8217;, o receio surge numa altura em que o Kremlin enfrenta pressão crescente da campanha ucraniana de ataques de longo alcance contra alvos próximos de Moscovo e São Petersburgo.</p>
<p>Esta segunda-feira, os serviços de informações da Letónia afirmaram ver “indícios” de que a Rússia está a preparar provocações militares contra os países bálticos ou a Polónia. Ainda assim, o cenário apontado ficaria muito aquém de um ataque em larga escala.</p>
<p>Uma fonte política sénior de um segundo país da NATO fez um alerta semelhante na semana passada, indicando que os serviços ocidentais estavam a recolher informações de que Vladimir Putin estaria a “planear algo contra os países bálticos”.</p>
<p><strong>Putin pode tentar testar apoio dos EUA</strong></p>
<p>A mesma fonte admitiu que Putin poderá estar disposto a testar o apoio dos Estados Unidos a alguns dos membros mais pequenos da NATO — Estónia, Letónia e Lituânia — numa tentativa desesperada de “lançar os dados”, numa altura em que a Rússia enfrenta dificuldades na invasão da Ucrânia.</p>
<p>Os serviços de informações letões sublinharam que a Rússia não terá capacidade para abrir uma segunda frente, mas poderá estar a ponderar ataques híbridos, incluindo mísseis, drones ou outras ações destinadas a enviar uma mensagem: “parem de apoiar a Ucrânia, ou terão os vossos próprios problemas”.</p>
<p>Os avisos parecem estar ligados entre si, mas apresentam poucos detalhes de suporte, ao contrário dos alertas pormenorizados divulgados pela CIA e pelo MI6 antes da invasão russa da Ucrânia, em fevereiro de 2022.</p>
<p>Mesmo assim, surgem num momento sensível. O avanço russo na Ucrânia estagnou, levantando dúvidas sobre se o Kremlin poderá recorrer a estratégias alternativas para quebrar o impasse ou alterar a dinâmica da guerra a seu favor.</p>
<p>Keir Giles, especialista em Rússia do centro de reflexão Chatham House, afirmou ao &#8216;The Guardian&#8217; que Moscovo estará à procura de formas de interromper a tendência atual, seja através de uma escalada horizontal — ou seja, do alastramento do conflito a outros países — seja através de ações noutros pontos. “Não devemos esperar que a Rússia perca passivamente”, advertiu.</p>
<p><strong>Ataques ucranianos aumentam pressão sobre Moscovo</strong></p>
<p>A fragilidade relativa da Rússia ficou exposta esta semana, quando estações de retransmissão de drones na Bielorrússia deixaram de funcionar depois de a Ucrânia ameaçar atacá-las. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, tinha dado à Bielorrússia um aviso de uma semana na passada sexta-feira, afirmando que esses equipamentos permitiam ataques russos contra a Ucrânia.</p>
<p>Um canal do Telegram relatou que as autoridades bielorrussas nas regiões de Brest e Gomel exigiram aos operadores móveis a desmontagem dos repetidores, alegando que estes interferiam com zonas de nidificação de tetrazes.</p>
<p>A Ucrânia tem vindo a desenvolver gradualmente uma capacidade própria de ataque profundo, capaz de atingir alvos a 2.000 quilómetros dentro da Rússia. Na semana passada, quase 200 drones atingiram vários locais em Moscovo, e petróleo negro caiu sobre partes da capital russa depois de uma refinaria ter sido bombardeada.</p>
<p>Uma fonte militar ocidental admitiu que existe preocupação de que a Rússia possa reagir de forma agressiva se Putin sentir que está sob pressão, numa altura em que a guerra começa a deslocar-se para os céus de Moscovo e São Petersburgo. “Não posso mentir, esse é um período de perigo”, afirmou.</p>
<p><strong>NATO prepara cimeira em Ancara sob dúvidas sobre compromisso dos EUA</strong></p>
<p>A NATO realizará este mês a sua cimeira anual em Ancara, na Turquia, num contexto de incerteza sobre o compromisso dos Estados Unidos com a Aliança. Na quarta-feira, Donald Trump disse sentir-se “desiludido” com os aliados europeus que não permitiram à força aérea norte-americana bombardear o Irão a partir de bases nos seus países.</p>
<p>Desde o início da invasão em larga escala da Ucrânia, a Rússia tem sido associada a várias vagas de sabotagem e atividade provocatória. Entre os episódios citados pelo &#8216;The Guardian&#8217; está a colocação de engenhos incendiários em encomendas da DHL no Reino Unido, na Polónia e na Alemanha, no verão de 2024.</p>
<p>Em setembro passado, 19 drones russos de engodo entraram no espaço aéreo polaco, levando a NATO a mobilizar caças para tentar abatê-los, enquanto habitantes de três províncias orientais foram instruídos a abrigar-se em espaços interiores.</p>
<p><strong>Ocidente já temeu escalada em momentos de pressão russa</strong></p>
<p>Os receios de uma possível escalada russa não são novos. No outono de 2022, uma série de reveses russos na região de Kharkiv levou responsáveis ocidentais a recear que Moscovo pudesse até recorrer a uma arma nuclear para se proteger.</p>
<p>Na altura, porém, não surgiram provas de passos concretos para um destacamento desse tipo, e a linha da frente acabou por estabilizar até ao final desse ano.</p>
<p>Agora, os novos alertas surgem num contexto diferente, marcado pela pressão dos ataques ucranianos de longo alcance e pela possibilidade de o Kremlin tentar testar os limites da NATO sem avançar para uma guerra aberta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782317]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Atrasos no subsídio de renda em Lisboa geram queixas. Câmara promete regularização</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/atrasos-no-subsidio-de-renda-em-lisboa-geram-queixas-camara-promete-regularizacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:41:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Perante as sucessivas queixas de atrasos no pagamento do Subsídio Municipal de Arrendamento Acessível (SMAA), a Câmara Municipal de Lisboa assegura que os valores em falta relativos à edição deste ano estão em processo de regularização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Perante as sucessivas queixas de atrasos no pagamento do Subsídio Municipal de Arrendamento Acessível (SMAA), a Câmara Municipal de Lisboa assegura que os valores em falta relativos à edição deste ano estão em processo de regularização. A autarquia atribui as demoras a “questões técnicas” que, segundo garante, já terão sido ultrapassadas, prometendo que os pagamentos do concurso número nove estão a ser tratados com prioridade máxima.</p>
<p>Segundo informação avançada pelo <a href="https://www.publico.pt/2026/06/26/local/noticia/sao-atrasos-subsidio-renda-lisboa-camara-promete-regularizacao-2179371" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, a Câmara de Lisboa reconhece os atrasos, mas sublinha que se trata de constrangimentos operacionais entretanto resolvidos, estando em curso a regularização das verbas em dívida no âmbito deste instrumento de apoio habitacional.</p>
<p>Apesar das garantias da autarquia, há munícipes que continuam sem respostas concretas sobre os pagamentos. É o caso de Ofélia (nome fictício), reformada de 71 anos, que recorreu ao SMAA em 2024 para conseguir suportar uma renda que ultrapassa largamente o peso do seu rendimento mensal. Com uma pensão a rondar os 1200 euros e uma renda superior a 900 euros, viu neste apoio uma solução para uma pressão financeira crescente, tendo-lhe sido atribuído um subsídio de 409 euros mensais.</p>
<p>No entanto, o acesso ao apoio tem sido marcado por sucessivos atrasos. Em 2024 recebeu os valores apenas em agosto, com retroativos relativos aos meses anteriores. No ano seguinte, o processo repetiu-se: o apoio de 491 euros foi atribuído em maio, mas os pagamentos só chegaram em outubro de 2025, novamente com retroativos. Em 2026, mantém-se à espera dos pagamentos relativos ao terceiro ano de candidatura, continuando a pagar cerca de 1100 euros por mês por um T1 na Ajuda.</p>
<p>Situações como a de Ofélia têm-se repetido em várias edições do programa, criado para apoiar agregados familiares que destinam mais de 30% do rendimento ao pagamento da renda. Segundo dados da Câmara de Lisboa, divulgados em março, desde a criação do SMAA já foram atribuídos mais de seis milhões de euros em apoios, abrangendo mais de 2500 famílias.</p>
<p>Ainda assim, o problema dos atrasos mantém-se. Fonte de um gabinete de um vereador da oposição na Câmara de Lisboa refere que chegam regularmente queixas de beneficiários sobre a demora nos pagamentos, sublinhando que a situação tem impacto direto na estabilidade financeira das famílias apoiadas.</p>
<p>Também Joana Pinheiro, de 41 anos, relata dificuldades semelhantes. Candidatou-se em março de 2025 à 8.ª edição do SMAA e viu o apoio de 210 euros ser aprovado, mas só assinou contrato em setembro e recebeu os valores em novembro, com retroativos. No entanto, a sua situação complicou-se na transição para a 9.ª edição do programa.</p>
<p>Com a atualização da renda para 775 euros, Joana esperava ver o valor do apoio recalculado. A plataforma chegou a refletir esse novo valor, mas a candidatura acabou por ser enquadrada como renovação da edição anterior, sem atualização do subsídio. A munícipe explica que a Câmara recusou a revisão do montante por considerar que se tratava apenas de uma continuidade do contrato anterior.</p>
<p>Contactada sobre esta situação, a Câmara de Lisboa confirma o procedimento, esclarecendo que se trata da “renovação do concurso do SMAA 8” e não de um novo processo. A autarquia justifica que a atualização de valores após o fecho das candidaturas não é possível, uma vez que poderia afetar a avaliação da taxa de esforço e o cumprimento dos limites definidos para o programa habitacional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782304]]></sapo:autor>
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		<title>Trump mobiliza forças armadas em grande operação militar e humanitária para apoiar Venezuela após terramotos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:40:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
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		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Ordem foi emitida pelo secretário da Defesa, Pete Hegseth, e deu início a uma resposta conjunta das Forças Armadas americanas e do Departamento de Estado, com o objetivo de apoiar o Governo venezuelano nas operações de resgate, evacuação e assistência às populações afetadas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo de Donald Trump acionou o Comando Sul dos Estados Unidos para preparar uma operação militar e humanitária de apoio à Venezuela, depois dos dois terramotos que devastaram o país e provocaram pelo menos 164 mortos e quase mil feridos.</p>
<p>Segundo o &#8216;ABC&#8217;, a ordem foi emitida pelo secretário da Defesa, Pete Hegseth, e deu início a uma resposta conjunta das Forças Armadas americanas e do Departamento de Estado, com o objetivo de apoiar o Governo venezuelano nas operações de resgate, evacuação e assistência às populações afetadas.</p>
<p>A decisão ainda não representa o envio imediato de uma força militar para o terreno. O Pentágono não confirmou quantos militares poderão ser destacados nem quais as unidades envolvidas. Para já, foi ativada uma equipa de planeamento operacional, com especialistas do Gabinete de Assistência Humanitária dos EUA, para avaliar necessidades, coordenar com Caracas e preparar uma missão que possa ser rapidamente ampliada, dependendo da dimensão dos danos e dos pedidos apresentados pela Venezuela.</p>
<p><strong>Comando Sul prepara apoio aéreo, logístico e de resgate</strong></p>
<p>O Comando Sul indicou que as suas forças estão a mobilizar-se rapidamente para contribuir com transporte aéreo, apoio logístico e capacidade de resgate no âmbito do esforço internacional.</p>
<p>A declaração aponta para uma operação de grande escala, que poderá incluir transporte aéreo, equipas de busca e salvamento, evacuações médicas, comunicações de emergência, distribuição de água e alimentos e abertura de corredores para zonas isoladas.</p>
<p>Entre os meios que os Estados Unidos poderão mobilizar, caso a missão o exija, estão aviões de transporte C-17 e C-130, capazes de levar maquinaria pesada, ambulâncias, hospitais de campanha, geradores e toneladas de mantimentos em poucas horas.</p>
<p>Também poderão ser usados helicópteros para retirar feridos ou levar ajuda a zonas inacessíveis por terra, engenheiros militares para remover escombros e reparar infraestruturas, estações de tratamento de água, equipas médicas e especialistas com drones, câmaras térmicas e sensores para localizar sobreviventes.</p>
<p><strong>Washington anuncia 150 milhões de dólares em ajuda</strong></p>
<p>De acordo com o Departamento de Estado, os Estados Unidos ativaram uma resposta de emergência para a Venezuela que inclui 150 milhões de dólares em ajuda humanitária, o envio de uma equipa regional de resposta a desastres e duas unidades especializadas em busca e resgate urbano.</p>
<p>A operação será liderada no plano diplomático, mas contará com apoio aéreo, logístico e operacional do Departamento da Defesa e do Comando Sul. O objetivo é mobilizar aeronaves, helicópteros, pessoal e equipamento para localizar sobreviventes, tratar feridos e fazer chegar ajuda às áreas mais devastadas.</p>
<p>Washington poderá ainda recorrer a plataformas navais e a recursos médicos adicionais, caso a emergência se prolongue. No entanto, essas decisões ainda não foram anunciadas. A operação permanece numa fase inicial de planeamento, marcada por coordenação diplomática e preparação de capacidades militares e humanitárias.</p>
<p><strong>Resposta marca nova fase nas relações entre Washington e Caracas</strong></p>
<p>A rapidez da iniciativa revela uma mudança significativa na relação entre os Estados Unidos e a Venezuela. Durante anos, qualquer tentativa de cooperação entre Washington e Caracas teria sido condicionada por tensões diplomáticas, sanções, acusações mútuas e profunda desconfiança.</p>
<p>Desta vez, segundo o &#8216;ABC&#8217;, o diálogo tem sido direto. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, falou com Delcy Rodríguez para coordenar o envio de equipas de resgate e a assistência dos EUA.</p>
<p>Donald Trump, que acompanhou pessoalmente a evolução da tragédia, ofereceu publicamente ajuda americana e sublinhou que o país estava preparado para apoiar a Venezuela. Até ao momento, não houve resistência pública de Caracas à operação dos EUA. Pelo contrário, a resposta está a ser coordenada com as autoridades venezuelanas.</p>
<p>Esta cooperação é descrita como uma das consequências mais visíveis da nova relação aberta após a saída de Nicolás Maduro e a consolidação de Delcy Rodríguez como interlocutora do Governo Trump.</p>
<p>Washington mantém uma influência determinante sobre a evolução política da Venezuela, mas a catástrofe obriga agora os dois países a transformar essa relação numa capacidade concreta de resposta e salvamento.</p>
<p><strong>Experiência recente no Caribe pode acelerar missão</strong></p>
<p>A rapidez da resposta americana também se explica por um precedente recente no âmbito do reforço militar ordenado por Trump no Caribe.</p>
<p>Há poucas semanas, uma das principais forças de reação rápida dos Estados Unidos tinha concluído um destacamento de dez meses no Caribe e nas proximidades da Venezuela. A 22ª Unidade Expedicionária de Fuzileiros Navais, embarcada nos navios &#8216;USS Iwo Jima&#8217;, &#8216;USS San Antonio&#8217; e &#8216;USS Fort Lauderdale&#8217;, foi desviada no início do seu destacamento.</p>
<p>O destino inicial da unidade era uma missão na Europa e no Médio Oriente. Pouco depois de partir de Norfolk, recebeu ordens para seguir para sul e reportar-se ao Comando Sul. A alteração obrigou a um replaneamento completo da operação, mas permitiu aos fuzileiros navais treinar precisamente o tipo de capacidades que agora podem ser decisivas num grande desastre.</p>
<p>A unidade transformou Porto Rico numa plataforma logística avançada no Caribe. A partir da ilha, estabeleceu um modelo de distribuição para vários pontos da região, adaptou instalações, usou aeródromos, organizou abastecimento de combustível e preparou pontos de apoio para helicópteros e aeronaves.</p>
<p>Também realizou desembarques anfíbios e exercícios de projeção de força com centenas de fuzileiros navais, mantendo a capacidade de responder a novas missões sem abandonar operações em curso.</p>
<p><strong>Fuzileiros já tinham atuado em Caracas e no Haiti</strong></p>
<p>A experiência teve também uma dimensão diretamente ligada à Venezuela. Após 3 de janeiro, dia da captura de Nicolás Maduro e da reabertura da Embaixada dos Estados Unidos em Caracas, fuzileiros da 22ª Unidade Expedicionária entraram na capital venezuelana para garantir a segurança da representação diplomática americana.</p>
<p>A missão passou por estabelecer o primeiro posto de segurança e criar condições para que o embaixador voltasse a hastear a bandeira dos Estados Unidos. A coordenação política com as autoridades locais ficou a cargo do Departamento de Estado, enquanto os fuzileiros assumiram a proteção do complexo diplomático num momento de elevada tensão.</p>
<p>A mesma unidade reforçou ainda a embaixada dos Estados Unidos no Haiti e participou, em conjunto com a Guarda Costeira, em operações de interdição marítima contra petroleiros que violavam sanções.</p>
<p>Esta combinação de missões ajuda a explicar por que razão o Comando Sul considera estas unidades uma força de resposta rápida para crises regionais.</p>
<p><strong>Jamaica serviu de ensaio para resposta humanitária</strong></p>
<p>O exercício humanitário mais próximo ocorreu na Jamaica. Em novembro, o &#8216;USS Iwo Jima&#8217; e o seu grupo anfíbio acompanharam a trajetória do furacão Melissa e posicionaram-se antes de a tempestade atingir a ilha.</p>
<p>Quando o ciclone passou, os fuzileiros navais estavam prontos para atuar. Estabeleceram pontos de distribuição seguros, ajudaram a coordenar a chegada de agências civis e equipas humanitárias, prestaram apoio médico ao pessoal norte-americano e usaram drones para identificar zonas isoladas e danos em estradas e infraestruturas.</p>
<p>Helicópteros e pontos de reabastecimento aumentaram o alcance da operação de ajuda, enquanto o &#8216;USS San Antonio&#8217; permaneceu na área como plataforma logística.</p>
<p>Essa missão testou, a curta distância da Venezuela, uma arquitetura militar e humanitária que o Comando Sul pode agora replicar em pequena ou grande escala: navios, aeródromos, helicópteros, cadeias de abastecimento, pontos de distribuição seguros e coordenação entre militares, diplomatas, governos locais e agências civis.</p>
<p><strong>Operação pode tornar-se uma das maiores respostas humanitárias dos EUA em décadas</strong></p>
<p>A resposta atual distingue-se precisamente por esse histórico recente. Os Estados Unidos não partem do zero nem precisam de improvisar uma missão complexa numa região desconhecida.</p>
<p>Washington dispõe de experiência recente, infraestrutura testada e um canal de diálogo aberto com Caracas. O tamanho exato do destacamento, os meios a autorizar pelo Pentágono e o alcance final da ajuda internacional ainda estão por definir.</p>
<p>Mas a decisão política já foi tomada: os Estados Unidos comprometeram as suas capacidades militares de emergência para uma operação que poderá tornar-se uma das maiores respostas humanitárias norte-americanas em décadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782302]]></sapo:autor>
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		<title>A quatro dias do prazo limite: limpeza de terrenos dispara 47% e preços sobem para 555 euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:31:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Fixando]]></category>
		<category><![CDATA[limpeza de terrenos]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados da Fixando, plataforma de contratação de serviços online, revelam que a procura por este tipo de serviço cresceu 47% entre maio e julho, enquanto a capacidade de resposta dos profissionais diminuiu]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A entrada no verão está a aumentar a pressão sobre o mercado da limpeza de terrenos em Portugal. Dados da Fixando, plataforma de contratação de serviços online, revelam que a procura por este tipo de serviço cresceu 47% entre maio e julho, enquanto a capacidade de resposta dos profissionais diminuiu.</p>
<p>Segundo a plataforma, a taxa de resposta dos profissionais desceu de 81% para 75% no mesmo período, sinalizando uma quebra da oferta face ao aumento da procura. A maior concentração de pedidos junto da época de maior risco de incêndio está também a refletir-se nos preços.</p>
<p>Em julho, o custo médio de uma limpeza de terrenos ascende a 555 euros, acima dos 495 euros registados em maio de 2025. A subida representa um aumento de cerca de 12%.</p>
<p><strong>Interior com mais pedidos sem resposta</strong></p>
<p>A dificuldade em encontrar profissionais disponíveis é particularmente expressiva em alguns distritos do interior do país, precisamente em zonas onde a gestão de combustível assume especial relevância.</p>
<p>Beja regista 83% de pedidos sem resposta, seguindo-se Portalegre, com 82%, Bragança, com 67%, Faro, com 55%, e Leiria, com 51%. Os dados indicam que muitos proprietários estão a enfrentar dificuldades para contratar empresas ou especialistas disponíveis para realizar a limpeza dos terrenos.</p>
<p>Em termos absolutos, Lisboa concentra 18% dos pedidos registados na plataforma, seguida do Porto, com 17%, Setúbal, com 9%, e dos distritos de Leiria e Santarém, ambos com 8%.</p>
<p><strong>“Gestão de combustível deve ser planeada ao longo do ano”</strong></p>
<p>Para Alice Nunes, diretora de Novos Negócios da Fixando, os dados mostram que muitos proprietários continuam a adiar a limpeza dos terrenos até ao último momento.</p>
<p>“Essa concentração da procura cria um estrangulamento no mercado, reduz a capacidade de resposta dos profissionais e pode comprometer uma prevenção eficaz”, afirma.</p>
<p>A responsável defende que a gestão de combustível deve ser encarada como um trabalho planeado ao longo do ano, “e não apenas quando o risco de incêndio já é elevado”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782296]]></sapo:autor>
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		<title>Novo máximo histórico: faturação dos hospitais privados sobe 9,5% para 2.790 M€ em 2025</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/faturacao-dos-hospitais-privados-sobe-95-para-2-790-me-em-2025-informa-db/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:26:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Informa D&B]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As empresas gestoras de hospitais privados e de hospitais públicos em regime de parceria público-privada geraram receitas agregadas de 2.790 milhões de euros em 2025, um novo máximo histórico e mais 9,5% do que em 2024.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As empresas gestoras de hospitais privados e de hospitais públicos em regime de parceria público-privada geraram receitas agregadas de 2.790 milhões de euros em 2025, um novo máximo histórico e mais 9,5% do que em 2024.</p>
<p>A estimativa é da análise setorial da Informa D&amp;B, hoje divulgada, que afirma que &#8220;este crescimento é favorecido pelo aumento da utilização dos serviços hospitalares privados e pela maior penetração dos seguros de saúde&#8221;.</p>
<p>As receitas dos seguros de saúde registam também crescimento, sublinha a Informa D&amp;B, precisando que, em 2024 e 2025, os aumentos anuais da faturação relativa a prémios foi de 17,5% e 12,3%, respetivamente.</p>
<p>A faturação de prémios dos seguros de saúde atingiu 1.782 milhões de euros em 2025.</p>
<p>Segundo a referida análise, em 2024, existiam em Portugal 242 hospitais e a rede privada era composta por 131 estabelecimentos, pertencentes tanto a empresas privadas como a instituições particulares de solidariedade social e o número total de camas era de 35.397.</p>
<p>Nos estabelecimentos geridos pelas principais empresas, a oferta privada com fins lucrativos ascendia a 64 hospitais e 4.537 camas em abril de 2026, que corresponde a uma média de 71 camas por estabelecimento.</p>
<p>Por distritos, o Porto concentrava 37% das camas, seguido de Lisboa, com 32%.</p>
<p>Os cinco principais operadores hospitalares detinham em 2025 uma quota de mercado de 92,2%, que evidencia a posição de destaque dos grandes grupos do setor.</p>
<p>A Informa D&amp;B refere ainda que no mercado de seguros de saúde existe também uma situação de grande concentração, com as cinco principais seguradoras responsáveis por 82,5% da faturação total relativa a prémios em 2025.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782275]]></sapo:autor>
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		<title>Comprar casa em Lisboa já exige quase 19 anos de salário — mais do que em Paris ou Londres</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/comprar-casa-em-lisboa-ja-exige-quase-19-anos-de-salario-mais-do-que-em-paris-ou-londres/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:23:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[mercado imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Numbeo]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa está entre os mercados de habitação menos acessíveis da Europa, com os preços das casas a crescerem muito acima dos rendimentos locais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lisboa está entre os mercados de habitação menos acessíveis da Europa, com os preços das casas a crescerem muito acima dos rendimentos locais. Segundo dados citados pela &#8216;Euronews&#8217;, comprar casa na capital portuguesa é hoje relativamente mais difícil do que em cidades como Paris ou Londres.</p>
<p>Uma casa em Lisboa custa cerca de 18,7 vezes o rendimento anual de um agregado familiar típico, de acordo com dados da plataforma &#8216;Numbeo&#8217;. Entre as grandes cidades europeias, só Split, na Croácia, apresenta um valor semelhante.</p>
<p>O indicador usado é o rácio preço-rendimento, uma das métricas mais utilizadas para avaliar a acessibilidade da habitação. Este rácio compara o preço de uma casa típica com o rendimento médio de um agregado, mostrando quantos anos de salário seriam necessários para comprar um imóvel.</p>
<p>Quanto mais elevado é o rácio, mais distante fica a compra de casa para quem depende dos salários locais. Segundo Mike Langen, economista sénior de habitação do ABN AMRO citado pela &#8216;Euronews&#8217;, um valor acima de 10 já sinaliza um mercado problemático.</p>
<p><strong>Lisboa quase duplica limiar considerado problemático</strong></p>
<p>Com um rácio de 18,7, Lisboa está quase no dobro do nível considerado problemático. A capital portuguesa surge no topo da lista europeia ao lado de Split, seguida por Praga, Milão e Tirana, todas com um rácio de 18,1.</p>
<p>Viena surge depois, com 17,4, seguida de Belgrado, com 17,2, Paris, com 17,0, Londres, com 16,0, e Brno, com 15,8.</p>
<p>A comparação mostra que a crise de acessibilidade não é exclusiva de Portugal, mas Lisboa destaca-se como um dos casos mais evidentes de afastamento entre preços da habitação e poder de compra local.</p>
<p><strong>Preços das casas em Portugal subiram 240% numa década</strong></p>
<p>A evolução dos últimos dez anos ajuda a explicar a pressão atual. Em Portugal, os preços das casas aumentaram quase 240% na última década, segundo dados da Global Property Guide citados pela &#8216;Euronews&#8217;.</p>
<p>No mesmo período, o salário médio português passou de cerca de 839 euros por mês para 1.333 euros, uma subida de aproximadamente 59%. Ou seja, os preços da habitação cresceram cerca de quatro vezes mais depressa do que os rendimentos.</p>
<p>Em Lisboa, o fosso poderá ser ainda mais acentuado do que a média nacional. Um apartamento no centro da cidade custa cerca de 6.763 euros por metro quadrado. Um imóvel modesto de 50 metros quadrados ronda, assim, os 338 mil euros.</p>
<p>Comparando esse valor com um salário líquido médio de cerca de 1.416 euros por mês, ou aproximadamente 17 mil euros por ano, a compra de uma casa desse tipo representa quase 19 anos de rendimento, antes de qualquer outra despesa.</p>
<p><strong>Falta de casas continua a pressionar mercado</strong></p>
<p>A explicação mais repetida para a subida dos preços é a falta de oferta. No inquérito económico de 2026, a OCDE colocou Portugal entre os países com pior acesso à habitação no mundo desenvolvido, apontando barreiras regulatórias, um mercado de arrendamento pouco desenvolvido e uma oferta de casas que responde lentamente à procura.</p>
<p>A instituição sublinhou ainda que os jovens são os mais afetados pela crise da habitação.</p>
<p>Portugal constrói atualmente cerca de 25 mil a 30 mil habitações por ano, abaixo das estimativas apontadas por associações do setor e por projeções públicas, que situam a necessidade entre 45 mil e 50 mil casas anuais para responder à procura.</p>
<p>Outro fator estrutural é o peso reduzido da habitação social. Apenas cerca de 2% do parque habitacional português é destinado a habitação social, uma das proporções mais baixas da Europa.</p>
<p>Ainda assim, a Euronews assinala que a realidade é mais complexa. No mais recente Housing Market Monitor, o ABN AMRO indicou que o crescimento dos rendimentos e a descida das taxas dos empréstimos tiveram historicamente maior peso na valorização das casas na Europa do que o aumento da população ou a escassez de construção.</p>
<p><strong>Crise da habitação chegou às ruas</strong></p>
<p>A pressão no mercado imobiliário tem alimentado uma das maiores vagas de protestos sobre habitação em Portugal das últimas décadas. Desde 2023, o movimento Casa para Viver tem mobilizado dezenas de milhares de pessoas em várias cidades do país sob o lema “Já não dá”.</p>
<p>Os ativistas exigem limites mais apertados às rendas, mais habitação a preços acessíveis e o aproveitamento de edifícios vazios, defendendo que o acesso à habitação é um direito constitucional.</p>
<p>A crise é particularmente visível na periferia de Lisboa. Em bairros informais como o Talude, em Loures, há famílias sujeitas a despejos apesar de muitos dos seus membros trabalharem a tempo inteiro e, ainda assim, não conseguirem pagar as rendas praticadas no mercado.</p>
<p>Para Jaime Luque, membro do Conselho Consultivo para a Habitação da Comissão Europeia, o impacto ultrapassa o setor imobiliário. Quando professores, enfermeiros, agentes da polícia, jovens profissionais e estudantes deixam de conseguir viver numa cidade, essa cidade começa também a perder competitividade económica.</p>
<p><strong>Há risco de bolha imobiliária?</strong></p>
<p>Apesar dos sinais de alerta na acessibilidade, poucos economistas antecipam uma queda abrupta dos preços das casas em Portugal num futuro próximo.</p>
<p>Uma bolha imobiliária pressupõe que os preços se desligaram dos fundamentos económicos e estão vulneráveis a uma correção acentuada. No Relatório de Estabilidade Financeira de maio de 2026, o Banco de Portugal alertou que a falta de oferta continua a pressionar os preços em alta, mas também destacou que os limites rigorosos ao crédito têm ajudado a conter o endividamento de risco, normalmente associado a colapsos no mercado da habitação.</p>
<p>A BPI Research aumentou recentemente a previsão de subida dos preços das casas em Portugal em 2026 para 11,7%.</p>
<p>Portugal continua a beneficiar de procura estrutural, oferta limitada e interesse internacional persistente. Isto significa que o mercado pode ser excecionalmente caro sem estar necessariamente numa bolha especulativa clássica.</p>
<p>Ainda assim, os indicadores de acessibilidade lançam sinais claros de pressão. Um rácio preço-rendimento próximo de 19, combinado com uma subida dos preços das casas de cerca de 240% numa década, enquanto os salários cresceram apenas 59%, mostra que Lisboa se tornou um dos mercados de habitação menos acessíveis da Europa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782285]]></sapo:autor>
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		<title>Rebranding com escala: Quando a marca acompanha a estratégia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria João Vieira Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:13:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição Impressa]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Caetano Auto]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Maior consistência e coerência estratégica é o maior objectivo da recente mudança de Caetano Auto para Caetano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A transição de Caetano Auto para Caetano não surge como uma decisão isolada nem como um exercício de modernização visual, fazendo parte de um movimento estratégico transversal<br />
ao retalho do Grupo Salvador Caetano, que alinha identidade, posicionamento e ambição futura. Num sector automóvel em profunda transformação – electrificação, digitalização, novos modelos de mobilidade e maior exigência do consumidor – a coerência estratégica tornou-se um activo crítico. Nuno Braga, administrador da Caetano Auto, S.A., explica a estratégia por detrás desta mudança e o que ela representa em termos de visão, liderança e consistência de marca.</p>
<p><strong>A mais recente mudança de Caetano Auto para Caetano faz parte de um movimento mais amplo. Qual foi a estratégia a nível de organização?</strong></p>
<p>Esta decisão não partiu apenas da nossa operação. Foi um alinhamento estratégico ao nível do retalho do Grupo Salvador Caetano.</p>
<p>Havia a necessidade de consolidar a identidade sob uma marca mais simples, mais transversal e mais preparada para acompanhar a evolução do sector. Ao assumir apenas “Caetano”, reforçamos unidade, coerência e escala.</p>
<p>Estrategicamente, isso permite-nos comunicar com maior clareza e consistência em todos os mercados onde operamos.</p>
<p><strong>Mas, em termos de posicionamento competitivo, o que é que significa esta vossa uniformização?</strong></p>
<p>Significa robustez e foco.</p>
<p>Num mercado cada vez mais competitivo, a força da marca é um factor diferenciador. Uma identidade consolidada aumenta reconhecimento, reduz dispersão e cria maior consistência na experiência do cliente.</p>
<p>Além disso, permite-nos crescer de forma mais integrada. A marca deixa de estar associada maioritariamente à venda automóvel e passa a reflectir um ecossistema completo de mobilidade e serviços.</p>
<p><strong>Há um impacto real desta mudança na relação com as marcas representadas?</strong></p>
<p>Nenhum em termos de representação &#8211; e isso é importante sublinhar. Continuamos a representar com o mesmo orgulho e compromisso as marcas Toyota, Lexus, Caetano Colisão e GlassBack.</p>
<p>O que muda é a forma como nos apresentamos enquanto organização. O compromisso com estas marcas mantém-se absolutamente inalterado. A relação, os standards e a qualidade de serviço continuam a ser os mesmos.</p>
<p><strong>E para o vosso cliente final, o que é que muda, efectivamente?</strong></p>
<p>Na prática, também nada muda.</p>
<p>Os clientes continuam a encontrar as mesmas equipas, os mesmos serviços, os mesmos pontos de contacto e o mesmo nível de exigência.</p>
<p>O rebranding não altera a proposta de valor. Reforça-a. Dá-lhe uma identidade mais alinhada com o futuro, mas preservando totalmente a continuidade e a confiança construída ao longo dos anos.</p>
<p><strong>Que mensagem estratégica transmite esta mudança ao mercado?</strong></p>
<p>Transmite maturidade.</p>
<p>Mostra que não estamos a reagir ao mercado – estamos a antecipá-lo. Estamos a preparar a organização para um contexto onde mobilidade já não é só automóvel, onde digital e físico coexistem<br />
e onde a experiência é determinante. Assumir “Caetano” é assumir responsabilidade de Grupo, visão de longo prazo e ambição sustentada.</p>
<p><strong>A liderança teve um papel neste processo transversal!</strong></p>
<p>Num processo desta dimensão, o papel da liderança é garantir alinhamento e clareza. É fundamental explicar que esta não é uma mudança somente estética. É uma decisão estratégica, integrada num movimento mais amplo do retalho do Grupo Salvador Caetano.</p>
<p>Internamente, foi essencial reforçar a mensagem de continuidade: continuamos a ser quem sempre fomos, mas com uma identidade que nos permite crescer sem limitações.</p>
<p>Ou seja, importa sublinhar que a mudança para Caetano não é um exercício isolado de branding. É parte de uma estratégia transversal ao retalho do Grupo Salvador Caetano, orientada para a coerência, escala e posicionamento futuros.</p>
<p>Mantêm-se as marcas representadas, mantém-se o compromisso com clientes e parceiros, mantém-se a cultura de proximidade. O que muda é a ambição expressa de forma mais clara.</p>
<p>Num sector em transformação acelerada, a consistência estratégica pode ser tão importante quanto a inovação tecnológica. E, neste caso, a marca tornou- se o reflexo dessa visão.</p>
<p><strong><em>E</em><em>ste artigo foi publicado na edição de Abril (n.º 241)</em><em> da Executive Digest.</em></strong></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770690]]></sapo:autor>
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		<title>Harvey Weinstein escapa a 4.º julgamento por violação em Nova Iorque. Vítima diz que não aguenta testemunhar outra vez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:06:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A acusação de violação que ainda pendia sobre Harvey Weinstein em Nova Iorque foi retirada pelo Ministério Público, afastando definitivamente a possibilidade de um quarto julgamento relacionado com as alegações da atriz Jessica Mann. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A acusação de violação que ainda pendia sobre Harvey Weinstein em Nova Iorque foi retirada pelo Ministério Público, afastando definitivamente a possibilidade de um quarto julgamento relacionado com as alegações da atriz Jessica Mann. A decisão surge depois de a alegada vítima comunicar que já não reúne condições para voltar a prestar depoimento, colocando um ponto final num processo judicial que se prolonga há oito anos.</p>
<p>Segundo a Euronews, os procuradores decidiram abandonar o caso depois de Jessica Mann informar o tribunal de que não conseguia enfrentar uma nova audiência. Numa carta lida em tribunal pela procuradora Nicole Blumberg, a atriz explicou: &#8220;Depois de muita reflexão, decidi não avançar com um quarto julgamento contra Harvey Weinstein. Ficou claro para mim, neste último julgamento, que já não conseguia suportar passar por isto durante mais tempo.&#8221; Acrescentou ainda que o processo com oito anos &#8220;causou-me mais danos do que benefícios.&#8221;</p>
<p>O terceiro julgamento relacionado com esta acusação terminou, em maio, sem veredicto, depois de o júri comunicar ao tribunal que não conseguia alcançar uma decisão unânime sobre a alegação de que Weinstein teria violado Jessica Mann num hotel de Nova Iorque, em 2013. Perante a posição assumida pela denunciante, Nicole Blumberg afirmou que o Ministério Público continua a acreditar no testemunho da atriz e elogiou a sua &#8220;bravura, força, coragem e inspiração&#8221; para outras sobreviventes, concluindo, contudo, que, face à sua decisão, &#8220;o arquivamento é apropriado.&#8221;</p>
<p>Recorde-se que Harvey Weinstein declarou-se inocente da acusação de violação em terceiro grau e continua a negar todas as alegações de relações sexuais não consentidas. Após a audiência, abandonou o tribunal sem demonstrar reação visível, regressando ao estabelecimento prisional de segurança máxima de Rikers Island, em Nova Iorque, onde permanece detido.</p>
<p>Apesar de retirada esta acusação, Weinstein continua condenado por outros crimes sexuais. Em setembro próximo deverá conhecer a pena relativa a uma condenação por agressão sexual em Nova Iorque, num processo que envolve outra mulher, sendo que o Ministério Público pretende que o ex-produtor de cinema seja condenado a uma pena de 20 anos de prisão.</p>
<p>Concluída esta eventual pena em Nova Iorque, Harvey Weinstein deverá cumprir ainda uma condenação de 16 anos na Califórnia, onde foi considerado culpado da violação de uma terceira mulher. O antigo produtor de Hollywood encontra-se a recorrer tanto da condenação em Nova Iorque como da decisão proferida pelos tribunais californianos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782262]]></sapo:autor>
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		<title>Especialista alerta: Portugal pode enfrentar destruição semelhante à da Venezuela em cenário extremo de sismos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 10:50:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os devastadores sismos que atingiram a Venezuela voltaram a levantar dúvidas sobre a capacidade de resistência dos edifícios perante fenómenos desta dimensão e sobre o grau de preparação de países como Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os devastadores sismos que atingiram a Venezuela voltaram a levantar dúvidas sobre a capacidade de resistência dos edifícios perante fenómenos desta dimensão e sobre o grau de preparação de países como Portugal. Segundo o especialista em Engenharia Sísmica Xavier Romão, o comportamento das construções depende de múltiplos fatores e, perante um cenário tão extremo como o registado na Venezuela, também Portugal poderia assistir ao colapso de edifícios, sobretudo os mais antigos.</p>
<p>Em declarações à <a href="https://cnnportugal.iol.pt/videos/portugal-resistiria-a-dois-sismos-como-os-da-venezuela-especialista-responde/6a3e40d80cf27f6588a6d5c3" target="_blank" rel="noopener">CNN Portugal</a>, Xavier Romão explicou que não existe uma única razão para justificar porque alguns edifícios colapsam enquanto outros permanecem de pé após um sismo. &#8220;Há muitos fatores que podem efetivamente levar a essas diferenças de comportamento&#8221;, afirmou, sublinhando que construções aparentemente semelhantes podem apresentar desempenhos completamente distintos devido à época em que foram construídas, ao tipo de regulamentação sísmica em vigor, às características do solo onde assentam ou ao próprio estado de conservação dos edifícios.</p>
<p>O especialista explicou que dois edifícios lado a lado podem ter fundações assentes em terrenos com comportamentos muito diferentes durante um sismo, mesmo que, à superfície, os solos pareçam idênticos. Além disso, recordou que a evolução das normas de construção tem permitido aumentar os níveis de segurança das construções mais recentes. &#8220;Aquilo que aparentemente podem ser dois edifícios parecidos, semelhantes, podem corresponder a edifícios construídos em épocas diferentes e, portanto, construídos de acordo com regulamentação e exigências diferentes do ponto de vista da segurança sísmica&#8221;, afirmou. Acrescentou ainda que &#8220;um edifício bem mantido, mais cuidado, vai ter um comportamento, à partida, melhor do que outros&#8221;.</p>
<p>Questionado sobre a elevada vulnerabilidade das construções informais existentes na Venezuela, Xavier Romão defendeu que o maior problema não reside na falta de conhecimento técnico, mas sim na escassez de investimento. &#8220;O grande desafio não é só da engenharia sísmica, se calhar é até dos governos&#8221;, afirmou, considerando essencial desenvolver programas capazes de substituir ou reforçar este tipo de edifícios. Segundo o especialista, estas construções são frequentemente erguidas &#8220;sem apoio do conhecimento técnico necessário para garantir um nível de segurança adequado&#8221; e a principal dificuldade passa por &#8220;arranjar fontes de financiamento para trocar, modificar, melhorar ou reconstruir algumas destas construções&#8221;. &#8220;Não é por falta de conhecimento, é tipicamente por falta de investimento&#8221;, resumiu.</p>
<p>Sobre a realidade portuguesa, Xavier Romão deixou um aviso claro: caso Portugal enfrentasse uma sequência de dois sismos muito fortes, semelhante à registada na Venezuela, os danos poderiam ser significativos. &#8220;É muito possível&#8221;, respondeu quando questionado sobre a possibilidade de ocorrer um grau de destruição semelhante. O especialista recordou que o caso venezuelano corresponde a um cenário particularmente excecional, com dois grandes sismos separados por apenas cerca de 40 segundos, situação que &#8220;nem sequer está verdadeiramente contemplada em nenhum regulamento no mundo&#8221;.</p>
<p>Segundo explicou, os dois abalos libertaram quantidades de energia muito elevadas e superiores aos níveis considerados pelas normas atuais de engenharia. &#8220;Estamos a falar de dois sismos de intensidade elevada, acima daquilo que eram os cenários considerados para a construção nova&#8221;, afirmou, acrescentando que a aceleração registada foi &#8220;genericamente 40% a 50% acima&#8221; dos valores para os quais os edifícios daquela região estavam dimensionados. Nessas circunstâncias, alertou, &#8220;não se pode esperar que o comportamento destes edifícios possa cumprir exatamente aquilo que estava previsto na regulamentação&#8221;.</p>
<p>Para Xavier Romão, em Portugal os edifícios mais vulneráveis seriam sobretudo aqueles construídos antes da evolução significativa das normas sísmicas, particularmente as construções das décadas de 1980 e 1990. &#8220;É muito possível que, em particular, a construção mais antiga, leia-se pré-anos 2000, anos 90, 80, possa ter um comportamento deste tipo, porque, na verdade, não foi dimensionada para níveis de intensidade tão elevados&#8221;, explicou, frisando que tal não significa que esses edifícios tenham sido mal projetados, mas apenas que obedeceram às exigências regulamentares existentes na época.</p>
<p>Já relativamente às construções erguidas nas últimas duas décadas, o especialista mostrou maior confiança, embora sem excluir danos importantes. Segundo explicou, os edifícios mais recentes estão concebidos para resistir a um único grande sismo sem colapsarem, permitindo a evacuação das pessoas em segurança. &#8220;Aquilo que está previsto na regulamentação nacional permite que a construção nova, nos últimos 20 anos, possa suportar a ocorrência de um evento desta magnitude sem levar ao colapso generalizado&#8221;, afirmou. Ainda assim, fez questão de ressalvar que &#8220;os edifícios vão ficar danificados&#8221;, embora &#8220;as pessoas poderão eventualmente sair sem grande dificuldade desses edifícios&#8221;.</p>
<p>No entanto, Xavier Romão alertou que a existência de um segundo sismo de grande intensidade, imediatamente após o primeiro, altera completamente o cenário. &#8220;Isto não garante que depois, se 40 segundos depois, como aconteceu aqui, houvesse um segundo. O dano acumulado pelos dois eventos vai provocar danos não expectáveis&#8221;, explicou. Em síntese, reconheceu que &#8220;nada está garantido neste momento&#8221;, precisamente porque a regulamentação atual contempla apenas um grande evento sísmico e não uma sequência de dois abalos extremos em tão curto espaço de tempo.</p>
<p>Questionado sobre a evolução da engenharia sísmica e o recurso às novas tecnologias, o especialista afirmou que existem soluções técnicas capazes de aumentar ainda mais a resistência das construções, mas tudo depende das exigências impostas e dos recursos disponíveis. &#8220;Há sempre algo que se possa fazer&#8221;, afirmou, acrescentando que &#8220;não há soluções impossíveis, só há soluções mais ou menos baratas&#8221;. Ainda assim, frisou que não é habitual dimensionar edifícios comuns para um cenário tão extremo como o ocorrido na Venezuela.</p>
<p>Xavier Romão explicou que apenas infraestruturas consideradas críticas, como hospitais ou outras estruturas essenciais ao funcionamento da sociedade após uma catástrofe, são normalmente concebidas para manter capacidade operacional depois de um grande sismo. Mesmo nesses casos, alertou, &#8220;poderemos dizer que essas vão sobreviver e terão ainda capacidade residual para suportar um segundo evento de grande intensidade&#8221;, embora reconheça que &#8220;também terão alguns danos que poderão efetivamente afetar a sua capacidade de funcionarem a 100% após um segundo evento&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782248]]></sapo:autor>
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		<title>CTT alertam para complexidade no desalfandegamento com nova tarifa da UE a 01 de julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 10:50:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os CTT alertam hoje para "uma maior complexidade no processo de desalfandegamento" devido ao facto de partir de 01 de julho também as encomendas até 150 euros que entrem na União Europeia passarem a pagar direitos aduaneiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os CTT alertam hoje para &#8220;uma maior complexidade no processo de desalfandegamento&#8221; devido ao facto de partir de 01 de julho também as encomendas até 150 euros que entrem na União Europeia passarem a pagar direitos aduaneiros.</p>
<p>A União Europeia (UE) aplicou um direito aduaneiro fixo de três euros, e os CTT recomendam que se verifique, em encomendas feitas fora do bloco comunitário, se o valor dos direitos aduaneiros e o IVA estão incluídos no valor.</p>
<p>&#8220;Se não estiverem incluídos, ao custo dos direitos aduaneiros e do IVA acresce, em Portugal, o custo dos serviços de desalfandegamento dos CTT&#8221;, lê-se em comunicado.</p>
<p>Os CTT apelam também para que os clientes procedam ao desalfandegamento de todas as encomendas pendentes até 29 de junho, antecipando a aplicação das novas regras a partir de 01 de julho a todos os produtos apresentados à alfandega.</p>
<p>&#8220;Os envios entre particulares de caráter não comercial (ofertas) mantêm a isenção, de pagamento de IVA e direitos aduaneiros, até 45 euros&#8221;, lê-se na nota.</p>
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