No final de 2018, a Segurança Social tinha pago 715 milhões de euros de forma indevida a milhares de beneficiários que não devolveram o dinheiro.
A verba resulta do pagamento de prestações já depois da morte do beneficiário, do fim da situação de desemprego ou de doença.
Os números constam no parecer da Conta Geral do Estado do Tribunal de Contas. A análise dos juízes revela a gravidade da situação, tendo em conta o valor que o Estado já deu como perdido.
De acordo com o Dinheiro Vivo, a esmagadora maioria dos casos é considerada dívida de difícil cobrança. Sendo que apenas 12,5 por cento das dívidas apuradas estão em pagamento voluntário ou em execução fiscal.




