O diamante de 1.758 quilates que a Lucara Diamond encontrou em 2015 na sua mina do Botsuana no ano passado foi transformado numa jóia Louis Vuitton, depois de a empresa ter fechado um acordo com a marca de luxo e com a HB Company, fabricante de diamantes da Antuérpia, avança a “Bloomberg”.
Em causa está um diamante Sewelo, o segundo maior de sempre, pelo qual a Lucara receberá uma comissão inicial «não material». Será também dona de 50% dos diamantes polidos do Sewelo, que significa «descoberta rara» em Tswana, um idioma falado no Botswana.
A agência de notícias lembra que a Louis Vuitton tem apostado em «jóias sofisticadas» desde a abertura de uma loja em Place Vendome, em Paris – o famoso bairro da Cartier e Boucheron -, e da contratação de uma nova designer de jóias, Francesca Amfitheatrof.
A “Bloomberg” recorda ainda que, em 2015, a Lucara encontrou o diamante Lesedi La Rona, de 1.109 quilates, que na altura era o segundo maior de todos os tempos. Acabou por ser vendido por 53 milhões de dólares. A mina também produziu uma pedra de 813 quilates que alcançou um recorde de 63 milhões de dólares.
Até agora, o maior diamante alguma vez descoberto é o Cullinan, de 3.106 quilates, encontrado nos arredores de Pretória, na África do Sul, em 1905. O diamante foi cortado em várias partes. As duas maiores – a Grande Estrela de África e a Pequena Estrela de África – estão entre as jóias da coroa britânica.














