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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Portugal mobiliza-se para ajudar a Venezuela após sismos: saiba onde doar dinheiro e bens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:35:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos nove portugueses morreram na sequência dos abalos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tragédia provocada pelos sismos na Venezuela continua a mobilizar uma onda de solidariedade em Portugal. Enquanto o Governo prepara o envio de uma força operacional de 60 elementos para apoiar as operações de busca e salvamento, multiplicam-se no país as campanhas de angariação de fundos e de recolha de bens para as populações afetadas. Pelo menos nove portugueses morreram na sequência dos abalos.</p>
<p>Segundo a &#8216;Renascença&#8217;, uma das iniciativas em curso é a campanha “Ajude a Venezuela”, lançada pela Portugal com ACNUR, fundação parceira da Agência da ONU para os Refugiados em Portugal. A organização está a recolher donativos para reforçar a resposta humanitária às comunidades atingidas pelos sismos, através da plataforma online Terramoto Venezuela.</p>
<p>Também a Cruz Vermelha Portuguesa lançou uma campanha de donativos para financiar as operações de emergência. A instituição alerta para a dimensão dos danos provocados pelos sismos, que causaram colapsos de edifícios, destruição de infraestruturas essenciais, cortes de energia e comunicações e deixaram milhares de pessoas afetadas.</p>
<p>A comunidade luso-venezuelana também está no terreno da mobilização. A associação HUELLATINA, em parceria com a Câmara Venezuelana-Portuguesa de Comércio, Indústria, Turismo e Afins, abriu um centro de recolha de ajuda humanitária no Porto, na Rua Augusto Rosa, n.º 198. O espaço recebe bens de segunda a sexta-feira, entre as 11h00 e as 17h00.</p>
<p>Em Mira de Aire, no concelho de Porto de Mós, está igualmente prevista uma campanha de recolha de bens essenciais para as famílias afetadas. A iniciativa decorre este domingo, a partir das 8 horas, na praça em frente à Igreja Velha, e apela à entrega de alimentos não perecíveis, roupa, mantas, material médico básico, fraldas, toalhitas húmidas e produtos de higiene pessoal.</p>
<p>Entre os bens pedidos estão arroz, massa, feijão, enlatados, leite em pó, cereais e bolachas, bem como soro fisiológico, ligaduras, gazes, álcool, pensos, analgésicos, sabonete, champô, escovas e pasta de dentes, desodorizante e absorventes. A campanha sublinha que o objetivo não é recolher dinheiro, mas sim apoio material capaz de responder às necessidades imediatas das famílias atingidas.</p>
<p>A ALUSVEN, associação luso-venezuelana, lançou outra campanha de recolha de bens, com vários pontos de entrega no país. A organização pede tendas de campismo, sacos-cama, colchões insufláveis, mantas térmicas, alimentos enlatados, recipientes herméticos, cantis, garrafas reutilizáveis, lanternas, pilhas, kits de primeiros socorros, fraldas para crianças e adultos, toalhetes húmidos, filtros e pastilhas para purificação de água.</p>
<p>As doações para esta campanha podem ser entregues em lojas Liberty Express, em Lisboa, Porto, Aveiro e Algarve, bem como no Pasaporte Latino, em Braga. Estes espaços funcionam como pontos de recolha para o envio de ajuda humanitária para a Venezuela.</p>
<p>À mobilização junta-se ainda a Diocese do Funchal. O bispo diocesano, D. Nuno Brás, convocou uma coleta solidária em todas as missas dos dias 4 e 5 de julho, cuja receita será integralmente enviada para a Cáritas da Venezuela.</p>
<p>“As imagens e as notícias que nos chegam da Venezuela destroçam-nos o coração. Não bastava já um país prostrado económica e politicamente, como, agora, um país destruído por tremores de terra devastadores”, escreveu o bispo, apelando a uma “ajuda concreta” perante a dimensão da tragédia.</p>
<p>D. Nuno Brás explicou ainda que a recolha de fundos é, neste caso, a forma mais eficaz de apoiar a população, uma vez que não é possível enviar apoio médico ou contentores com produtos. A prioridade, sublinha a Diocese do Funchal, é canalizar a ajuda através de estruturas capazes de chegar rapidamente às comunidades afetadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782439]]></sapo:autor>
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		<title>Pergunta polémica do exame de Português: auditoria confirma &#8220;falha objetiva&#8221;, mas afasta fraude</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pergunta-polemica-do-exame-de-portugues-auditoria-confirma-falha-objetiva-mas-afasta-fraude/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:28:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Exame nacional de Português]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Alexandre]]></category>
		<category><![CDATA[IEGC]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Auditoria pedida pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, não encontrou indícios de intenção deliberada nem de violação das regras de segurança e sigilo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IEGC) reconhece que houve uma “falha objetiva” no processo de elaboração do exame nacional de Português do 12º ano, depois da polémica em torno de uma pergunta semelhante a uma questão incluída num manual de preparação da Leya Educação. Ainda assim, a auditoria pedida pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, não encontrou indícios de intenção deliberada nem de violação das regras de segurança e sigilo.</p>
<p>Em causa está a pergunta do Grupo III do exame nacional de Português, que pedia aos alunos um comentário crítico, entre 200 e 350 palavras, ao cartoon “Child Labor”, do artista iraniano J.J. Takjoo. A questão levantou dúvidas porque uma proposta muito semelhante surgia num manual de preparação para exames publicado pela Leya Educação.</p>
<p>Segundo a &#8216;CNN Portugal&#8217;, a IGEC concluiu que a coincidência comprometeu “de facto, o rigor exigido a um processo desta natureza”, mas não encontrou sinais de que a questão tenha sido copiada de forma intencional. A auditoria considera que a semelhança poderá resultar do facto de muitos manuais de preparação serem construídos a partir dos próprios modelos de exame divulgados ao longo dos anos.</p>
<p>O Ministério da Educação explicou, em comunicado, que a imagem usada na pergunta foi escolhida numa fase já avançada da conceção da prova, depois de uma imagem anterior ter sido substituída por não garantir “acessibilidade plena a alunos com daltonismo”. Como a validação do item já tinha sido feita antes dessa alteração, a equipa de autores não realizou uma nova pesquisa no mercado editorial.</p>
<p>Foi essa a principal fragilidade identificada pela IGEC: a inexistência de um procedimento obrigatório de revalidação sempre que há alterações substanciais ao enunciado de uma prova. Ou seja, a pergunta tinha sido verificada numa versão anterior, mas não voltou a ser sujeita ao mesmo controlo depois de a imagem ter sido trocada.</p>
<p>Apesar da falha, a IGEC concluiu que os procedimentos de segurança, confidencialidade e sigilo foram cumpridos por todos os intervenientes. A auditoria não identificou qualquer violação das normas previstas para a elaboração de exames nacionais.</p>
<p>A inspeção considera que o processo de elaboração do exame de Português revela “robustez global”, mas aponta vulnerabilidades no controlo de itens já publicados. Por isso, recomenda que o EduQA reforce os procedimentos de verificação, tornando obrigatória uma nova validação sempre que ocorram alterações relevantes ao enunciado, independentemente da fase em que a prova se encontre.</p>
<p>A IGEC recomenda ainda a criação de uma base interna de referência com materiais de apoio e publicações comerciais, atualizada regularmente, para que as equipas responsáveis pela elaboração dos exames possam consultar de forma mais sistemática os conteúdos existentes no mercado editorial.</p>
<p>Outra recomendação passa pela revisão do manual usado na elaboração de provas e exames, com o objetivo de reforçar os mecanismos de controlo e prevenir riscos que possam pôr em causa a originalidade das questões.</p>
<p>A polémica começou no próprio dia do exame nacional de Português, que marcou o arranque da primeira fase dos exames nacionais. Nas redes sociais, vários alunos e professores assinalaram as semelhanças entre a pergunta da prova e o exercício publicado no manual da Leya Educação. Seguiram-se pedidos de explicações ao Governo, incluindo de professores, académicos, escritores e figuras públicas.</p>
<p>Na sequência da polémica, o ministro Fernando Alexandre pediu uma auditoria à IGEC e um parecer técnico ao EduQA sobre os eventuais efeitos da situação na equidade entre os alunos. Esse parecer concluiu que a coincidência não comprometia a igualdade entre estudantes, defendendo que a competência de produção escrita resulta de uma aprendizagem prolongada e não da simples resolução prévia de um item semelhante.</p>
<p>As recomendações agora conhecidas destinam-se, por isso, a prevenir situações semelhantes no futuro. A auditoria não se pronuncia sobre a eventual anulação da pergunta, nem altera a posição técnica já transmitida pelo Ministério: a falha existiu, mas não há indícios de fraude, cópia deliberada ou quebra de sigilo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782422]]></sapo:autor>
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		<title>Dedução no IRS vai duplicar a partir do terceiro filho. Passará a ser 600 euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:25:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Parlamento aprovou ontem, na generalidade, um projeto de lei do CDS-PP para duplicar a dedução em IRS das famílias com três ou mais filhos e outro do PS para reforçar o Complemento Garantia para a Infância.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Parlamento aprovou hoje, na generalidade, um projeto de lei do CDS-PP para duplicar a dedução em IRS das famílias com três ou mais filhos e outro do PS para reforçar o Complemento Garantia para a Infância.</p>
<p>O projeto do CDS-PP contou com votos favoráveis do proponente, PSD, Chega, PS, IL, PAN e JPP, a abstenção do Livre e o voto contra de PCP e BE. Já o projeto do PS teve oposição do PSD e CDS-PP e votos favoráveis das restantes bancadas.</p>
<p>A Assembleia da República aprovou também projetos de resolução do CDS-PP e do Chega que pedem ao Governo uma &#8220;estratégia nacional para a natalidade&#8221; e um &#8220;plano integrado de promoção da natalidade e apoio às famílias&#8221;.</p>
<p>Já os projetos de lei do Livre e as resoluções do PS e do JPP foram rejeitadas.</p>
<p>No debate destas propostas, que antecedeu a votação, o líder parlamentar do CDS-PP acusou a esquerda de olhar &#8220;para o declínio demográfico com uma enorme passividade&#8221; e de defender que a solução passa &#8220;apenas pelo aumento da imigração e pelas políticas de portas escancaradas que Portugal já disse definitivamente que não&#8221;, perspetiva que rejeitou.</p>
<p>Paulo Núncio defendeu igualmente que o Estado tem a obrigação de &#8220;criar todas as condições para que os portugueses possam ter o número de filhos que efetivamente pretendem ter&#8221;.</p>
<p>Na mesma linha, o Chega defendeu que &#8220;não pode ser a imigração a vir resolver o problema demográfico, tem que ser a natalidade portuguesa, a bem da nação&#8221;.</p>
<p>O deputado Rodrigo Taxa considerou que &#8220;a natalidade e as condições de vida das crianças estão há muito prejudicadas pelas condições fiscais, salariais e pela precariedade das famílias&#8221; e apontou a solução: &#8220;Baixemos os impostos a sério, resolvamos o problema da habitação, legislemos melhores salários e façamos também uma reforma laboral séria que não aumente a precariedade&#8221;.</p>
<p>Pelo PSD, a deputada Ana Isabel Ferreira enalteceu as medidas já adotadas pelo Governo com o objetivo de melhorar as condições de vida dos cidadãos e acusou a oposição de &#8220;puro oportunismo político&#8221;.</p>
<p>&#8220;Rejeitam as soluções votando contra estas medidas no orçamento de Estado e na reforma laboral, mas depois exigem resultados&#8221;, acusou a social-democrata, defendendo que &#8220;governar não é fazer promessas irresponsáveis, é ter a coragem de dizer a verdade aos portugueses e garantir que o país não paga amanhã o preço da irresponsabilidade da demagogia populista de hoje&#8221;.</p>
<p>Pelo PS, Miguel Costa Matos defendeu que é preciso &#8220;mais do que uma política fiscal&#8221;, é preciso &#8220;um choque salarial&#8221; para levar os cidadãos a terem mais filhos, a par de mais habitação, creches e apoios às famílias para fazerem face ao aumento do custo de vida.</p>
<p>O deputado socialista comentou depois a proposta do CDS-PP, argumentando que &#8220;há medidas que contam muito mais no orçamento familiar, na decisão de ter um filho, do que este um euro e 23 cêntimos por dia que o CDS tem a ousadia de propor&#8221;.</p>
<p>O líder parlamentar da IL avisou que &#8220;não há política de natalidade que resista a um país que empobrece quem trabalha&#8221;, e considerou que &#8220;o problema não começa no terceiro filho, começa muitas vezes antes do primeiro, começa no salário, começa na renda, começa na prestação da casa&#8221;.</p>
<p>Patrícia Gonçalves, do Livre, sustentou que &#8220;uma política de natalidade exige muito mais do que benefícios fiscais parcelares, exige habitação acessível para os jovens, exige creches disponíveis, exige horários de trabalhos compatíveis com a vida familiar, exige emprego estável e salários que permitam planear o futuro com confiança, exige serviços públicos fortes e exige também uma política fiscal que reconheça verdadeiramente o custo de criar filhos&#8221;.</p>
<p>Pelo PCP, o deputado Alfredo Maia criticou as políticas do Governo PSD/CDS, considerando que &#8220;empurram as famílias para terem apenas um filho, quando muito&#8221;.</p>
<p>O JPP apelou aos partidos que passem &#8220;das palavras aos atos&#8221;, sustentando que &#8220;o futuro do país começa no apoio às famílias&#8221;.</p>
<p>O deputado único do BE acusou o CDS-PP de recorrer a todos os argumentos para justificar o agravamento da vida dos portugueses &#8220;menos a política do Governo&#8221;, enquanto a deputada do PAN defendeu que a redução da natalidade resulta de &#8220;problema estruturais que se têm agravado&#8221; como a falta de estabilidade laboral dos jovens.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782430]]></sapo:autor>
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		<title>BPCE não tem prevista distribuição extraordinária de dividendos do Novo Banco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:21:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BPCE]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[novo banco]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente executivo do BPCE, dono do Novo Banco, disse hoje que não está prevista uma distribuição extraordinária de dividendos este ano, a propósito dos dividendos de 2025 que não foram pagos e ficaram no banco.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente executivo do BPCE, dono do Novo Banco, disse hoje que não está prevista uma distribuição extraordinária de dividendos este ano, a propósito dos dividendos de 2025 que não foram pagos e ficaram no banco.</P><br />
<P>&#8220;Não prevemos&#8221;, disse Nicolas Namias numa conversa com um grupo de jornalistas portugueses em visita à sede do grupo francês BPCE, em Paris.</P><br />
<P>&#8220;Não é uma questão de o BPCE ficar com o capital de 2025, nós pagámos por esse capital&#8221;, acrescentou Namias, explicando que o preço pago pelo Novo Banco foi de 6.700 milhões de euros porque já incluía esse valor ou teria sido menor.</P><br />
<P>No acordo para a venda do Novo Banco ao francês BPCE foi acordado que o fundo de investimento Lone Star e o Estado português (os acionistas do Novo Banco que venderam as suas posições) não receberiam os dividendos referentes a 2025 e ficariam no Novo Banco, ou seja, pertenceriam ao novo acionista (BPCE). </P><br />
<P>Em 2025, o Novo Banco teve lucros históricos de 828 milhões de euros, pelo que pela política de distribuição de dividendos poderia pagar cerca de 500 milhões de euros.</P><br />
<P>Na assembleia-geral de março, na proposta de distribuição de resultados, foi aprovado o ponto da não distribuição de dividendos, passando a maioria do lucro para resultados transitados (uma pequena parte ficou em reserva legal, obrigatória por lei).</P><br />
<P>Como os dividendos ficaram no banco, passaram a pertencer ao grupo francês na concretização da compra (em abril), pelo que poderia fazer um pagamento extraordinário de dividendos, apropriando-se do montante que considerasse adequado.</P><br />
<P>Segundo Nicolas Namias, essa distribuição não está prevista e o objetivo para o Novo Banco é que cresça em negócio.</P><br />
<P>&#8220;O primeiro objetivo é garantir que o banco tenha capital para crescer nas suas atividades&#8221;, disse.</P><br />
<P>O Novo Banco foi criado em 2014 para ficar com parte da atividade bancária do Banco Espírito Santo (BES) quando, em agosto desse ano, o BES foi alvo de uma medida de resolução face à grave crise em que estava imerso.</P><br />
<P>Em 2017, a maioria do Novo Banco (75%) foi vendida ao fundo norte-americano Lone Star, tendo o Estado português ficado com 25%. </P><br />
<P>Era conhecido que o objetivo do Lone Star seria pôr o banco a dar lucro rapidamente para o vender a médio prazo com mais-valia, o que aconteceu em final de abril por 6.700 milhões de euros. </P><br />
<P>A Lone Star encaixou cerca de 5.000 milhões de euros (que se somou a dividendos passados) e o Estado português 1.673 milhões de euros (o que somado aos dividendos já recebidos permitiu aos cofres públicos recuperar cerca de 2.000 milhões de euros injetados no banco).</P><br />
<P>Segundo cálculos feitos pela Lusa, a resolução do BES custou até agora cerca de 8.000 milhões de euros aos cofres públicos (resultado, sobretudo, da capitalização inicial do Novo Banco e das recapitalizações feitas pelo Fundo de Resolução).</P><br />
<P>O Banque Populaire Caisse d&#8217;Epargne (BPCE) é o segundo grupo bancário em França e o quarto maior na zona euro.</P><br />
<P>Antes de comprar o Novo Banco, já operava em Portugal no crédito ao consumo e na banca de investimento (detém o centro tecnológico da Natixis no Porto, com cerca de 2.500 empregados) mas a compra do Novo Banco marcou a entrada na banca de retalho em Portugal.</P><br />
<P>Segundo o BPCE, a compra do Novo Banco foi a &#8220;maior aquisição bancária transfronteiriça na área do euro em mais de dez anos.</P><br />
<P></P><br />
<P>IM // CSJ</P><br />
<P>Lusa/Fim</P><br />
<P></P><br />
<P>*** A Lusa viajou a convite do Grupo BPCE ***</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782413]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Missão portuguesa é especializada no resgaste em estruturas colapsadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:19:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[proteção civil]]></category>
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		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[A equipa portuguesa que vai em missão para a Venezuela é especializada na vertente de busca e resgaste em estruturas colapsadas e os 62 elementos têm "muita experiência" em cenários de sismos, segundo a Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A equipa portuguesa que vai em missão para a Venezuela é especializada na vertente de busca e resgaste em estruturas colapsadas e os 62 elementos têm &#8220;muita experiência&#8221; em cenários de sismos, segundo a Proteção Civil.</P><br />
<P>&#8220;Apesar de ser um cenário de grande complexidade e difícil, estamos em crer que a força que vamos enviar, pela sua experiência em outros teatros de operações e pela sua capacidade técnica, dá muita confiança no trabalho que vai desenvolver na Venezuela&#8221;, disse à Lusa o segundo comandante nacional de emergência e proteção civil, José Ribeiro.</P><br />
<P>A missão portuguesa para ajudar nas buscas e salvamento após os sismos na Venezuela deverá partir ainda hoje, segundo o ministro da Administração Interna.</P><br />
<P>No entanto, José Ribeiro ressalvou que apenas se sabe que os 62 elementos vão num voo militar disponibilizado pela Força Aérea, mas &#8220;ainda sem hora e local de saída&#8221;.</P><br />
<P>Fazem parte da missão 27 elementos da GNR, 15 do regimento sapadores bombeiros de Lisboa, 10 elementos do INEM e 11 da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).</P><br />
<P>O segundo comando sublinhou que estes profissionais têm &#8220;muita experiência em outros teatros de operações desta tipologia de eventos&#8221;, tendo já participada em anteriores missões de apoio a países afetados por sismos.</P><br />
<P>A missão portuguesa está integrada no Mecanismo Europeu de Proteção Civil, apesar de partir de Portugal num voo exclusivo e de alguns países da União Europeia terem já chegado à Venezuela.</P><br />
<P>&#8220;As autoridades da Venezuela solicitaram apoio ao Mecanismo Europeu de Proteção Civil, pedindo equipas na vertente de busca e resgaste em estruturas colapsadas e Portugal de imediato iniciou a preparação de uma força conjunta&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>Sobre o cenário que os 62 elementos da equipa portuguesa vão encontrar, José Ribeiro afirmou que será &#8220;de catástrofe&#8221; e de um país que sofreu em simultâneo dois sismos que &#8220;afetaram de uma forma muito severa um conjunto de infraestruturas quer do edificado, mas também tudo o que são as infraestruturas de apoio&#8221;, nomeadamente das redes de energia, dados e abastecimento de água </P><br />
<P>De acordo com o segundo comandante da ANEPC, este cenário &#8220;é um fator adicional de maior complexidade na gestão da operação&#8221;. </P><br />
<P>José Ribeiro manifestou esperança de que a equipa portuguesa possa ainda encontrar sobreviventes, tendo em conta &#8220;a experiência e o histórico&#8221; em outros países com uma devastação idêntica.</P><br />
<P>O responsável explicou aquilo que a equipa portuguesa vai fazer no imediato quando chegar à Venezuela: &#8220;Fazer a instalação de uma base de operações, um planeamento que já está curso. Falar com as autoridades locais que estão responsáveis pela gestão da operação para receber informação relevante e serem atribuídos locais para trabalhar&#8221;.</P><br />
<P>José Ribeiro disse também que os portugueses vão &#8220;privilegiar articulação&#8221; com as autoridades locais, Mecanismos Europeus de Proteção Civil e Nações Unidas, enquanto no terreno &#8220;vão realizar as tarefas habituais de reconhecimento do setor, operações de buscas e localização de sobreviventes&#8221;.</P><br />
<P>Avançou ainda que o planeamento feito para a duração da missão portuguesa foi de 10 dias e mais dois de reserva, tendo sido também o que foi feito pelas forças internacionais que estão no terreno.</P><br />
<P>Pelo menos nove portugueses e lusodescendentes morreram nos sismos de quarta-feira na Venezuela.</P><br />
<P>Portugal e outros sete países da União Europeia vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Segundo o último balanço oficial, os dois sismos, de magnitude 7,2 e 7,5, com 38 segundos de intervalo, provocaram pelo menos 589 mortos e 2.980 feridos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital, Caracas, e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782401]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street no &#8216;vermelho&#8217; com receio sobre a sustentabilidade do setor tecnológico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:19:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[setor tecnológico]]></category>
		<category><![CDATA[Wall Street]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa em Wall Street negociava hoje em baixa no início da sessão com incerteza em torno do setor tecnológico, em particular da inteligência artificial (IA), apesar do preço do petróleo continuar a baixar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa em Wall Street negociava hoje em baixa no início da sessão com incerteza em torno do setor tecnológico, em particular da inteligência artificial (IA), apesar do preço do petróleo continuar a baixar.</P><br />
<P>Pelas 14:51 (hora de Lisboa), o industrial Dow Jones recuava 0,39% para 51.717, 41 pontos, enquanto o agregado S&amp;P 500 baixava 0,57% para 7.315,77 pontos.</P><br />
<P>O tecnológico Nasdaq caía 0,96% para 25.113,99 pontos. </P><br />
<P>Os mercados desviaram a atenção da guerra no Irão para o setor tecnológico, apesar de o Irão e os EUA continuarem a manifestar publicamente as suas divergências relativamente ao acordo anteriormente assinado, nomeadamente no que diz respeito ao programa nuclear iraniano e ao estreito de Ormuz, por onde os navios continuam a navegar após o ataque a um cargueiro na quinta-feira e a suspensão temporária da evacuação dos navios.</P><br />
<P>Depois de atingirem níveis sem precedentes e liderarem o mercado durante anos, as ações do setor da IA têm estado sob pressão recentemente devido a receios de que os seus lucros não consigam acompanhar o ritmo das enormes subidas dos preços das suas ações. </P><br />
<P>As quedas têm um impacto desproporcionado, uma vez que as ações do setor da IA se tornaram as maiores e mais influentes de Wall Street, o que faz com que as oscilações dos seus preços tenham mais influência nos índices do que as de outras empresas.</P><br />
<P>O preço do petróleo mantém-se em baixa, com o petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em agosto, a recuar 2,33% para 73,51 dólares, e o do West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em agosto, de referência nos Estados Unidos da América (EUA), a baixar 2,35%, para 70,22 dólares.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782416]]></sapo:autor>
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		<title>Cadeiras de 5 mil e secretária de 17 mil euros: Oeiras gasta 4,5 milhões na compra de mobiliário de luxo para nova sede</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Municipal de Oeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Isaltino Morais]]></category>
		<category><![CDATA[oeiras]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Anúncio do procedimento foi publicado em 'Diário da República' no passado dia 5 e abrange o mobiliário destinado ao edifício que Isaltino Morais pretende inaugurar ainda este ano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova sede da Câmara Municipal de Oeiras continua a somar custos. Depois de a obra principal já ter ultrapassado os 66,8 milhões de euros, a autarquia avançou agora com um procedimento para a compra de mobiliário e serviços associados para o novo Fórum Municipal. A encomenda tem um preço base de 4.505.245,48 euros, segundo revelou a revista &#8216;<a href="https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/oeiras-compra-mobiliario-italiano-de-luxo-numa-encomenda-global-de-4-5-milhoes" target="_blank" rel="noopener">Sábado</a>&#8216;.</p>
<p>O anúncio do procedimento foi publicado em &#8216;Diário da República&#8217; no passado dia 5 e abrange o mobiliário destinado ao edifício que Isaltino Morais pretende inaugurar ainda este ano. Com esta nova despesa, o custo global do projeto passa a estar perto dos 77 milhões de euros, sem IVA, quando são somadas a obra principal, outros trabalhos relacionados, estudos, projetos, alterações e a requalificação da zona envolvente.</p>
<p>De acordo com as contas avançadas pela revista, a construção do edifício, inicialmente adjudicada por 44.988.677 euros, já está nos 66.827.607,83 euros. A esse valor juntam-se 4.505.245,48 euros do mobiliário e 4.265.759,63 euros em outras obras e serviços associados ao projeto, incluindo estudos, alterações e trabalhos complementares. Só em telas para decoração do Salão Nobre estarão previstos mais de 300 mil euros.</p>
<p>O total atinge assim 75.598.612,94 euros. Mas, se forem incluídas as obras na envolvente, nomeadamente a requalificação das acessibilidades e da praça da Rua Dr. José da Cunha, no valor de 1.311.959,40 euros, a fatura sobe para 76.910.572,34 euros. Todos estes valores são apresentados sem IVA.</p>
<p>A parte mais recente da despesa está agora no mobiliário. O caderno de encargos, publicado na plataforma Vortal, identifica várias peças de marcas internacionais de luxo, incluindo Vitra, Minotti, Poltrona Frau e Andreu World. Entre os artigos previstos estão cadeiras em pele, mesas em mármore, sofás de autor e uma secretária presidencial.</p>
<p>Segundo a revista semanal, a lista inclui várias cadeiras Vitra do modelo Eames, entre as quais uma Grand Executive Lowback em pele cor Sand, com preços a partir de 3.241 euros, uma Soft Pad EA219 High Back em pele cor Camel, que custa 5.230 euros, e uma Soft Pad EA217 Medium Back em cor Sand, avaliada em 4.175 euros. Estão ainda previstas 25 unidades da Soft Pad EA219 Medium Back, também em pele cor Camel, a 4.175 euros cada.</p>
<p>A encomenda inclui ainda 15 cadeiras Aluminium 119 High Backrest, em pele preta e base de alumínio cromado, com um preço unitário de 4.411 euros. Só este conjunto representa mais de 66 mil euros.</p>
<p>Nas mesas, a autarquia prevê comprar modelos da marca italiana Minotti, incluindo uma mesa Doyle em mármore Calacatta, com um valor superior a quatro mil euros, uma Brady em mármore Nero Marquina e uma Calder Bronze, também da mesma marca.</p>
<p>Entre os itens mais caros está uma secretária Poltrona Frau H_O Desk, em nogueira Canaletto, com tampo revestido em couro re-saddle cor caffè. Segundo o site da marca, o preço deste modelo começa nos 15.006 euros. A versão “President” pode chegar aos 17 mil euros.</p>
<p>A Câmara de Oeiras encomendou também dois sofás Poltrona Frau Nivola, com preços a partir de 8.127 euros cada, e um sofá Andreu World Forest Club Sofa SF3030. Este último é um modelo desenhado por Philippe Starck para a marca espanhola Andreu World e, segundo catálogo, pode chegar aos 7.849 dólares, cerca de 6.870 euros.</p>
<p>A nova sede da autarquia tem sido apresentada por Isaltino Morais como um projeto estruturante para o município. Mas a subida sucessiva dos custos e a escolha de mobiliário de gama alta deverão voltar a alimentar a polémica em torno de uma obra que já se aproxima dos 77 milhões de euros antes de IVA.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782415]]></sapo:autor>
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		<title>Onda de calor obriga Comissão Europeia a desligar ar condicionado na sede em Bruxelas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ar condicionado]]></category>
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		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[A intensa onda de calor que está a atingir a Bélgica e grande parte da Europa obrigou esta sexta-feira a Comissão Europeia a desligar o sistema de ar condicionado em grande parte do edifício Berlaymont.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A intensa onda de calor que está a atingir a Bélgica e grande parte da Europa obrigou esta sexta-feira a Comissão Europeia a desligar o sistema de ar condicionado em grande parte do edifício Berlaymont, sede do executivo comunitário, numa decisão que gerou descontentamento entre os funcionários e voltou a colocar em evidência os desafios que as temperaturas extremas representam para as infraestruturas europeias.</p>
<p>Segundo avançou o Politico, os trabalhadores do edifício receberam, por volta do meio-dia, uma mensagem urgente a informar da interrupção do sistema de refrigeração. O aviso enviado por telemóvel indicava: &#8220;BERL — URGENT — Due to extreme weather conditions, forced shut down of air cooling system from floor 1 to 7 for the rest of the day&#8221; (&#8220;BERL — URGENTE — Devido às condições meteorológicas extremas, encerramento forçado do sistema de arrefecimento do piso 1 ao piso 7 durante o resto do dia&#8221;).</p>
<p>O edifício Berlaymont tem 13 andares e acolhe o gabinete da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, os 26 comissários europeus e cerca de três mil funcionários.</p>
<p>Enquanto o sistema de ar condicionado foi desligado entre o primeiro e o sétimo piso, os andares superiores permaneceram abrangidos pelo sistema de refrigeração. Ursula von der Leyen trabalha no 13.º piso e a maioria dos gabinetes dos comissários situa-se no oitavo andar ou acima.</p>
<p>Esta diferença alimentou críticas entre alguns trabalhadores.</p>
<p><strong>Funcionários acusam tratamento desigual</strong><br />
Um funcionário da Comissão Europeia que trabalha nos pisos inferiores afirmou ao Politico, sob anonimato, que a situação é comparável ao &#8220;feudalismo&#8221;, numa referência ao facto de os pisos ocupados pelos comissários continuarem climatizados enquanto os restantes ficaram sem ar condicionado.</p>
<p>Outro trabalhador classificou a situação como uma &#8220;vergonha&#8221;.</p>
<p>Mesmo entre os funcionários que continuaram a beneficiar do sistema de refrigeração, o calor fez-se sentir. Um colaborador que trabalha no oitavo piso revelou que, apesar do ar condicionado estar operacional, a temperatura no interior do edifício atingia ainda 25,7 graus Celsius.</p>
<p><strong>Comissão já tinha emitido recomendações devido ao calor</strong><br />
A vaga de calor levou a Comissão Europeia a divulgar, no início da semana, orientações dirigidas aos seus trabalhadores para minimizar os riscos associados às temperaturas elevadas.</p>
<p>Entre as recomendações constavam evitar sair para o exterior durante as horas de maior calor, beber água regularmente e iniciar a jornada de trabalho mais cedo.</p>
<p>Contudo, essas orientações já tinham gerado insatisfação entre funcionários que trabalham noutros edifícios da Comissão que nem sequer dispõem de sistemas de ar condicionado, incluindo instalações da Direção-Geral da Agricultura (DG AGRI), segundo comunicações internas consultadas pelo Politico.</p>
<p><strong>Europa debate falta de ar condicionado</strong><br />
O episódio surge numa altura em que a onda de calor voltou a relançar o debate sobre a reduzida presença de sistemas de ar condicionado em habitações e edifícios de escritórios em grande parte da Europa.</p>
<p>Segundo o Politico, apenas cerca de 20% das habitações europeias dispõem de ar condicionado.</p>
<p>Na Bélgica, o impacto das temperaturas extremas também se fez sentir na rede ferroviária. Cerca de um quinto dos comboios não possui sistema de climatização, situação que levou a empresa ferroviária nacional a cancelar vários serviços nas horas de maior procura.</p>
<p><strong>Parlamento Europeu também registou problemas</strong><br />
A pressão exercida pelas elevadas temperaturas não afetou apenas a Comissão Europeia.</p>
<p>Ao longo desta semana, o Parlamento Europeu registou igualmente falhas de energia, atribuídas ao elevado consumo elétrico provocado pelo funcionamento intensivo dos sistemas de refrigeração, numa demonstração das dificuldades que as instituições europeias enfrentam para responder às atuais condições climatéricas extremas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782400]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exame Nacional de Desenho A: Consulte aqui o enuncaido e os critérios de classificação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:26:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O exame nacional de Desenho A (código 706), realizado esta sexta-feira, marcou o último dia da 1.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O exame nacional de Desenho A (código 706), realizado esta sexta-feira, marcou o último dia da 1.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário. A prova contou com cerca de 6500 alunos inscritos e os documentos oficiais já foram disponibilizados, permitindo aos estudantes consultar tanto o enunciado como os critérios de classificação que serão utilizados na correção.</p>
<p>Veja aqui o <a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/exame-desenho-2026-20260626-131054.pdf" target="_blank" rel="noopener">enunciado</a> e os <a href="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/criterios-classificacao-exame-desenho-2026-20260626-131141.pdf" target="_blank" rel="noopener">critérios de correção</a></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782393]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>O gigante silencioso: como a China recuperou a liderança mundial dos supercomputadores</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-gigante-silencioso-como-a-china-recuperou-a-lideranca-mundial-dos-supercomputadores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:22:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo supercomputador chinês passou a liderar a mais recente edição do ranking TOP500, tornando-se o sistema mais potente do mundo e colocando fim a uma liderança norte-americana que se mantinha desde 2017.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo supercomputador chinês passou a liderar a mais recente edição do ranking TOP500, tornando-se o sistema mais potente do mundo e colocando fim a uma liderança norte-americana que se mantinha desde 2017.</p>
<p>O feito marca também a primeira vez que o sistema em causa entra diretamente para o topo da lista, habitualmente usado como referência global no desempenho de computação de alto nível.</p>
<p>O sistema, designado LineShine e instalado em Shenzhen, atingiu 2,198 exaflops, o equivalente a mais de dois quintiliões de operações por segundo, segundo os dados divulgados pelos responsáveis do projeto TOP500. Esta capacidade coloca-o ligeiramente à frente do norte-americano El Capitan, instalado no Lawrence Livermore National Laboratory, na Califórnia, que desceu agora para o segundo lugar.</p>
<p>O LineShine destacou-se ainda por uma abordagem menos comum neste nível de desempenho, ao operar exclusivamente com CPUs tradicionais, em vez das GPUs frequentemente associadas a sistemas otimizados para inteligência artificial. O seu consumo energético ronda os 42,2 megawatts, de acordo com os dados técnicos da classificação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782390]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Imagens de satélite mostram destruição total após sismos na Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:18:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Imagens de satélite divulgadas pelo serviço de inteligência espacial Vantor mostram a extensão da destruição provocada pelos fortes sismos que atingiram a Venezuela na quarta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Imagens de satélite divulgadas pelo serviço de inteligência espacial Vantor mostram a extensão da destruição provocada pelos fortes sismos que atingiram a Venezuela na quarta-feira, dia 24, com registos de edifícios colapsados e danos generalizados sobretudo na cidade costeira de La Guaira.</p>
<p>A informação, surge num momento em que as autoridades continuam a avaliar o impacto do desastre, que já provocou 589 mortos e 2.980 feridos, segundo dados oficiais atualizados esta sexta-feira, após os dois terramotos de magnitudes 7,2 e 7,5 registados com menos de um minuto de intervalo.</p>
<p>As imagens agora divulgadas permitem comparar, de forma direta, o estado de várias zonas urbanas antes e depois dos sismos, evidenciando o grau de destruição em áreas residenciais, industriais e junto à orla marítima.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/1-5.png" alt="" width="998" height="720" class="alignnone size-full wp-image-782387" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/1-5.png 998w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/1-5-300x216.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/1-5-624x450.png 624w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/1-5-768x554.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/1-5-600x433.png 600w" sizes="(max-width: 998px) 100vw, 998px" /></p>
<p><img decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/2-4.png" alt="" width="997" height="721" class="alignnone size-full wp-image-782386" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/2-4.png 997w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/2-4-300x217.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/2-4-622x450.png 622w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/2-4-768x555.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/2-4-600x434.png 600w" sizes="(max-width: 997px) 100vw, 997px" /></p>
<p><img decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/3-1.png" alt="" width="997" height="718" class="alignnone size-full wp-image-782385" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/3-1.png 997w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/3-1-300x216.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/3-1-625x450.png 625w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/3-1-768x553.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/3-1-600x432.png 600w" sizes="(max-width: 997px) 100vw, 997px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/4-2.png" alt="" width="997" height="723" class="alignnone size-full wp-image-782384" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/4-2.png 997w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/4-2-300x218.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/4-2-621x450.png 621w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/4-2-768x557.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/4-2-600x435.png 600w" sizes="auto, (max-width: 997px) 100vw, 997px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/5-2.png" alt="" width="995" height="788" class="alignnone size-full wp-image-782383" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/5-2.png 995w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/5-2-300x238.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/5-2-568x450.png 568w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/5-2-768x608.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/5-2-600x475.png 600w" sizes="auto, (max-width: 995px) 100vw, 995px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/6-2.png" alt="" width="997" height="789" class="alignnone size-full wp-image-782382" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/6-2.png 997w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/6-2-300x237.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/6-2-569x450.png 569w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/6-2-768x608.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/6-2-600x475.png 600w" sizes="auto, (max-width: 997px) 100vw, 997px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/7-1.png" alt="" width="996" height="815" class="alignnone size-full wp-image-782381" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/7-1.png 996w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/7-1-300x245.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/7-1-550x450.png 550w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/7-1-768x628.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/7-1-600x491.png 600w" sizes="auto, (max-width: 996px) 100vw, 996px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/8.png" alt="" width="996" height="814" class="alignnone size-full wp-image-782380" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/8.png 996w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/8-300x245.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/8-551x450.png 551w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/8-768x628.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/8-600x490.png 600w" sizes="auto, (max-width: 996px) 100vw, 996px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/9-1.png" alt="" width="998" height="671" class="alignnone size-full wp-image-782379" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/9-1.png 998w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/9-1-300x202.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/9-1-669x450.png 669w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/9-1-768x516.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/9-1-600x403.png 600w" sizes="auto, (max-width: 998px) 100vw, 998px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/10-1.png" alt="" width="998" height="669" class="alignnone size-full wp-image-782378" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/10-1.png 998w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/10-1-300x201.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/10-1-671x450.png 671w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/10-1-768x515.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/10-1-600x402.png 600w" sizes="auto, (max-width: 998px) 100vw, 998px" /></p>
<p><strong>Colapso de edifícios em zonas urbanas de La Guaira</strong><br />
Nas comparações da zona urbana de La Guaira, as imagens anteriores ao sismo mostram blocos habitacionais intactos e densamente ocupados, enquanto as captadas depois do evento revelam vários edifícios parcialmente ou totalmente colapsados, com danos estruturais generalizados.</p>
<p>Em áreas costeiras da cidade, os registos de 22 de junho contrastam fortemente com as imagens de 25 de junho, onde se observam edifícios destruídos e a reorganização caótica do tecido urbano após o impacto sísmico.</p>
<p><strong>Áreas residenciais e depósitos severamente afetados</strong><br />
Também as zonas residenciais apresentam sinais claros de destruição. Antes dos sismos, as imagens mostram bairros aparentemente estáveis e edificados; após o evento, surgem estruturas danificadas, com múltiplos sinais de colapso parcial e total de edifícios.</p>
<p>Situação semelhante foi identificada em depósitos e infraestruturas de armazenamento em La Guaira. As imagens de referência mostram instalações intactas antes do terramoto, enquanto os registos posteriores evidenciam o colapso das estruturas, com danos significativos em larga escala.</p>
<p><strong>Zona industrial registou alterações profundas</strong><br />
A área industrial da região, observada através de imagens de maio de 2026 e comparada com as captadas a 25 de junho, também sofreu alterações profundas. As estruturas industriais visivelmente operacionais antes do evento aparecem agora afetadas, com danos estruturais relevantes após os sismos.</p>
<p><strong>Sismos de elevada magnitude provocaram estado de emergência</strong><br />
De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), os dois sismos tiveram magnitudes de 7,2 e 7,5 e ocorreram na costa norte da Venezuela, provocando destruição extensa e alertas de tsunami na região.</p>
<p>La Guaira, situada perto de Caracas, foi uma das zonas mais afetadas e foi classificada pelas autoridades como “zona de desastre”. Em resposta à dimensão da tragédia, a presidente interina Delcy Rodríguez decretou estado de emergência nacional, enquanto as operações de resposta continuam no terreno.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782370]]></sapo:autor>
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		<title>Parto improvisado na rua mostra desespero em La Guaira após terramotos na Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 12:52:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[La Guaira]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[A tragédia já provocou pelo menos 235 mortos e mais de 4.300 feridos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os dois terramotos que atingiram a Venezuela na passada quarta-feira deixaram um rasto de destruição, desolação e perda, enquanto as equipas de resgate continuam a trabalhar contra o tempo para encontrar pessoas presas sob os escombros. A tragédia já provocou pelo menos 235 mortos e mais de 4.300 feridos.</p>
<p>Uma das situações mais dramáticas ocorreu no estado de La Guaira, uma das zonas mais afetadas pelos abalos. Com os hospitais sobrecarregados, moradores tiveram de improvisar uma sala de parto na rua, entre os escombros, depois de uma mulher ter entrado em trabalho de parto na noite de quinta-feira.</p>
<p>Segundo o &#8217;20 Minutos&#8217;, imagens partilhadas nas redes sociais mostram várias pessoas em redor da mulher, deitada sobre lençóis improvisados junto aos destroços de um edifício que ruiu. Vizinhos iluminaram o local com lanternas dos telemóveis, enquanto outra mulher assumiu o papel de parteira. O bebé nasceu vivo, sendo possível ouvir o choro no vídeo.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="es" dir="ltr">👏 ¡Un auténtico milagro en medio del caos!</p>
<p>Es el momento en el que una mujer da a luz cuando era rescatada entre los escombros en varios edificios de La Guaira, Venezuela</p>
<p>Una imagen que habla de esperanza 👈<br />➡️<a href="https://t.co/ng2SHwx4wI">https://t.co/ng2SHwx4wI</a> <a href="https://t.co/pkBVwAYaIc">pic.twitter.com/pkBVwAYaIc</a></p>
<p>&mdash; RTVC (@RTVCes) <a href="https://x.com/RTVCes/status/2070438829765304708?ref_src=twsrc%5Etfw">June 26, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p><strong>Resgates entre os escombros</strong></p>
<p>O nascimento em plena zona de destruição não foi o único exemplo de mobilização popular registado nos últimos dias. Em várias cidades do norte da Venezuela, vizinhos juntaram-se para escavar entre os escombros à procura de familiares, amigos e outros moradores desaparecidos.</p>
<p>A televisão estatal venezuelana mostrou também momentos de esperança no meio da devastação. Num dos casos, um jovem foi retirado de um edifício danificado no bairro de San Bernardino, em Caracas, e transportado numa maca, sob aplausos de quem assistia. A mãe, em lágrimas, gritava-lhe: “Leandro, amo-te”.</p>
<p>Outro resgate destacado pelas autoridades foi o de uma menina encontrada nos escombros de um edifício de dez andares em La Guaira. As imagens transmitidas pela televisão estatal mostraram a criança coberta de pó e envolta numa camisola escura, a ser retirada com a ajuda dos socorristas.</p>
<p>José Luis Núñez, chefe da equipa de resgate metropolitana de Caracas, afirmou à &#8216;VTV&#8217; que o caso demonstrava “a força, a determinação e a vontade de viver” da menina.</p>
<p><strong>Ajuda internacional chega à Venezuela</strong></p>
<p>A resposta internacional começou entretanto a ganhar escala. Cerca de 1.000 elementos de 25 equipas de busca e salvamento de vários países estão a ser enviados para a Venezuela, segundo Jens Laerke, porta-voz do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários.</p>
<p>O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, que falou com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, depois dos terramotos, afirmou que Washington enviaria ajuda “imediatamente”.</p>
<p>“Temos uma resposta que envolve todo o Governo. Será ampla, rápida e eficaz”, declarou Rubio, reconhecendo, no entanto, que o encerramento do principal aeroporto da Venezuela, perto de Caracas, criou dificuldades logísticas.</p>
<p>Equipas de resgate espanholas chegaram à Venezuela na sexta-feira com cães e equipamento técnico, incluindo câmaras e radares de penetração no solo, para apoiar as buscas. Também desembarcaram equipas do Chile e da Suíça, enquanto três aviões militares alemães, com pessoal e ajuda humanitária, estavam a caminho.</p>
<p>A Turquia anunciou o envio de dois voos a partir de Istambul com equipas de salvamento e cães pisteiros. Líderes do Catar, China, Brasil, Portugal e Canadá também prometeram enviar ajuda.</p>
<p><strong>La Guaira entre as zonas mais atingidas</strong></p>
<p>La Guaira continua a concentrar alguns dos cenários mais graves da tragédia. A destruição de edifícios, a pressão sobre os hospitais e a necessidade de assistência imediata têm levado moradores e equipas de emergência a improvisar respostas em condições extremas.</p>
<p>Enquanto a ajuda internacional começa a chegar, as operações de busca prosseguem entre edifícios colapsados, com as autoridades e equipas de resgate a tentarem encontrar sobreviventes antes que as hipóteses diminuam.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782363]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sismo na Venezuela: Balanço sobe para 589 mortos e 2.980 feridos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 12:49:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos provocados pelos sismos na Venezuela subiu hoje para 589, enquanto estão contabilizados 2.980 feridos, anunciou a Presidente interina do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos provocados pelos sismos na Venezuela subiu hoje para 589, enquanto estão contabilizados 2.980 feridos, anunciou a Presidente interina do país.</P><br />
<P>&#8220;Vamos resgatar as pessoas que estão presas&#8221;, disse Delcy Rodríguez no momento do anúncio, em presença de responsáveis governamentais e militares que recebiam equipas de socorro vindas de outros países em auxílio da Venezuela.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782365]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Primeiro avião com ajuda europeia parte hoje, confirma MNE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 12:43:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, disse hoje que o primeiro avião de dois aviões com 23 toneladas de ajuda europeia à Venezuela vai partir hoje, sublinhando que a intenção é ajudar a salvar vidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, disse hoje que o primeiro avião de dois aviões com 23 toneladas de ajuda europeia à Venezuela vai partir hoje, sublinhando que a intenção é ajudar a salvar vidas.</P><br />
<P>&#8220;Julgo que [o primeiro avião vai partir] durante a tarde e o outro provavelmente amanhã&#8221;, disse o ministro, indicando que a coordenação está a ser feita pela União Europeia.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782360]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Quinze Sapadores Bombeiros de Lisboa mobilizados para resgate de vítimas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 12:18:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sapadores de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma equipa de 15 elementos do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa (RSB) parte hoje para a Venezuela para ajudar nas operações de socorro após os dois sismos que atingiram o país, integrando uma força nacional de 60 operacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma equipa de 15 elementos do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa (RSB) parte hoje para a Venezuela para ajudar nas operações de socorro após os dois sismos que atingiram o país, integrando uma força nacional de 60 operacionais.</P><br />
<P>Os elementos do RSB destacados para a missão de busca e resgate de vítimas na Venezuela têm experiência em cenários de catástrofe, tendo parte da equipa integrado a força nacional que esteve na Turquia, em 2023, após os sismos que causaram milhares de vítimas mortais, avançou a Câmara Municipal de Lisboa, em comunicado.</P><br />
<P>Estes operacionais vão ser liderados pelo tenente-coronel Carlos Pereira, segundo-comandante do regimento, desempenhando igualmente funções de engenheiro civil para a avaliação das estruturas.</P><br />
<P>&#8220;É com orgulho que vejo os nossos bombeiros partirem, uma vez mais, com o elevado sentido de missão a que há muito nos habituaram, para apoiar a população da Venezuela nesta hora difícil&#8221;, afirmou o presidente da CML, Carlos Moedas (PSD), citado na mesma nota.</P><br />
<P>Além dos 15 elementos do RSB, a equipa portuguesa que parte esta tarde para a Venezuela em aviões da Força Aérea é composta por 27 operacionais da GNR, 11 elementos da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e sete elementos do INEM.</P><br />
<P>Os dois grandes sismos que foram registados na Venezuela, na quarta-feira, causaram pelo menos 235 mortos e 4.300 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos nove portugueses e luso-descendentes.</P><br />
<P>Portugal e outros sete países da União Europeia vão enviar equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782342]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Missão portuguesa de 60 elementos deverá partir hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 12:15:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A missão portuguesa para ajudar nas buscas e salvamento após os sismos na Venezuela deverá partir hoje, anunciou o ministro da Administração Interna, sublinhando que Portugal está preparado para reforçar o apoio no terreno.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A missão portuguesa para ajudar nas buscas e salvamento após os sismos na Venezuela deverá partir hoje, anunciou o ministro da Administração Interna, sublinhando que Portugal está preparado para reforçar o apoio no terreno.</P><br />
<P>&#8220;Em princípio, no dia de hoje, seguirá um contingente com cerca de seis dezenas de profissionais da GNR, da Proteção Civil, do INEM, do regimento de sapadores de bombeiros, da saúde, uma força multidisciplinar, com o apoio das nossas Forças Armadas&#8221;, disse Luís Neves aos jornalistas à margem da cerimónia militar de juramento de bandeira de 652 guardas provisórios da GNR em Portalegre.</P><br />
<P>Fonte ligada à missão disse à Lusa que a equipa portuguesa é composta por 27 elementos da GNR, 15 do regimento sapadores bombeiros de Lisboa, 10 elementos do INEM e 11 da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782337]]></sapo:autor>
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		<title>BCE exige menos informção aos bancos e suaviza expetativas de boa governança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:58:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[BCE]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[setor bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central Europeu (BCE) vai passar a exigir aos bancos que supervisiona diretamente menos informações e suavizar as expectativas de boa governança, depois de o setor bancário se ter queixado que a regulamentação era muito rigorosa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco Central Europeu (BCE) vai passar a exigir aos bancos que supervisiona diretamente menos informações e suavizar as expectativas de boa governança, depois de o setor bancário se ter queixado que a regulamentação era muito rigorosa.         </P><br />
<P>O BCE informou hoje que revê de forma ampla &#8220;as suas publicações sobre supervisão bancária para melhorar a transparência, consistência e facilitar o seu uso para os bancos&#8221;.</P><br />
<P>A entidade monetária realiza esta revisão &#8220;no contexto de uma ampla reforma para tornar a supervisão bancária europeia mais eficiente, eficaz e baseada em risco&#8221;.</P><br />
<P>O BCE, que começou a supervisionar diretamente os bancos da zona euro depois da crise financeira global e o resgate de bancos e outras entidades de crédito na Europa, vai retirar algumas das suas recomendações e guias para os bancos.</P><br />
<P>Por exemplo, o BCE vai retirar 40 publicações supervisoras que considera antigas, duplicadas ou não relevantes, de um total de 130 publicações, como guias, relatórios, cartas e metodologias.</P><br />
<P>As publicações que retira vão desde cartas aos diretores executivos sobre a política de remuneração variável, a proibição de distribuir dividendos que aplicou durante a pandemia e alguns relatórios que exige dos bancos.</P><br />
<P>&#8220;O nosso objetivo é simples: garantir que a nossa orientação supervisora é clara, consistente e adequada ao seu propósito num ambiente de risco cada vez mais complexo&#8221;, disse o vice-presidente do Conselho de Supervisão do BCE, Frank Elderson, numa informação publicada hoje.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782303]]></sapo:autor>
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		<title>Sindicato STT chega a acordo de princípio para aumentos salariais de 57 euros na RTP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:55:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aumento salarial]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[RTP]]></category>
		<category><![CDATA[STT]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sindicato dos Trabalhadores de Telecomunicações e Comunicação Audiovisual (STT) chegou a um acordo de princípio com a administração da RTP para um aumento salarial de 57 euros no âmbito da negociação do Acordo de Empresa, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sindicato dos Trabalhadores de Telecomunicações e Comunicação Audiovisual (STT) chegou a um acordo de princípio com a administração da RTP para um aumento salarial de 57 euros no âmbito da negociação do Acordo de Empresa, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>Em comunicado, o STT informou que a atualização salarial de 57 euros &#8220;no vencimento de categoria na tabela salarial&#8221;, o acréscimo no subsídio de refeição entre dez cêntimos (com cantina) e vinte cêntimos (sem cantina) e o aumento de 5% nas ajudas de custo no território nacional &#8220;têm efeitos retroativos a 1 de janeiro de 2026&#8221;, com pagamento no vencimento de julho.</P><br />
<P>&#8220;Graças à mobilização dos trabalhadores e à firmeza demonstrada pelo STT e restantes Sindicatos, ao longo de todo o processo negocial do AE da RTP, foi possível garantir melhorias reais, sem qualquer perda de direitos&#8221;, afirma a direção da estrutura sindical.</P><br />
<P>Explicando que &#8220;nenhuma destas melhorias implica cortes, perdas ou retrocessos face aos direitos&#8221;, o STT atribui o acordo de princípio à participação dos trabalhadores no plenário geral &#8220;após a proposta provocatória do CA de aumentar os salários em cinco euros e propor retirar um conjunto de direitos&#8221;.</P><br />
<P>Em 27 de março, os trabalhadores da RTP, reunidos em plenário, decidiram recorrer à greve, ao trabalho normal, suplementar e nos feriados, em resposta à &#8220;proposta de corte salarial&#8221; da administração, que inicialmente foi de cinco euros e posteriormente foi revista para 7,5 euros. </P><br />
<P>&#8220;A proposta apresentada pela Administração para a revisão do Acordo da Empresa é um insulto deliberado a quem, todos os dias, assegura o serviço público de media. Perante a recomendação do Governo para o setor empresarial do Estado, que aponta para aumentos de 56,58 euros, a Administração responde com 7,50 euros&#8221;, segundo o comunicado conjunto divulgado pela Comissão de Trabalhadores (CT) da RTP e Subcomissão de Trabalhadores do Porto. </P><br />
<P>Segundo a mesma nota, a administração da estação pública queria ainda eliminar os 3% de desconto para o seguro de complemento de reforma, acabar com o subsídio de deslocação e manter o subsídio de refeição sem alterações.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782321]]></sapo:autor>
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		<title>NATO em alerta: Rússia suspeita de preparar provocação contra países bálticos ou Polónia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:53:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[NATO]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta segunda-feira, os serviços de informações da Letónia afirmaram ver “indícios” de que a Rússia está a preparar provocações militares contra os países bálticos ou a Polónia. Ainda assim, o cenário apontado ficaria muito aquém de um ataque em larga escala]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois países do flanco oriental da NATO alertaram que a Rússia poderá estar a preparar uma “provocação” nos países bálticos ou na Polónia, numa tentativa de testar a coesão da Aliança Atlântica. Segundo fontes ocidentais citadas pelo &#8216;The Guardian&#8217;, o receio surge numa altura em que o Kremlin enfrenta pressão crescente da campanha ucraniana de ataques de longo alcance contra alvos próximos de Moscovo e São Petersburgo.</p>
<p>Esta segunda-feira, os serviços de informações da Letónia afirmaram ver “indícios” de que a Rússia está a preparar provocações militares contra os países bálticos ou a Polónia. Ainda assim, o cenário apontado ficaria muito aquém de um ataque em larga escala.</p>
<p>Uma fonte política sénior de um segundo país da NATO fez um alerta semelhante na semana passada, indicando que os serviços ocidentais estavam a recolher informações de que Vladimir Putin estaria a “planear algo contra os países bálticos”.</p>
<p><strong>Putin pode tentar testar apoio dos EUA</strong></p>
<p>A mesma fonte admitiu que Putin poderá estar disposto a testar o apoio dos Estados Unidos a alguns dos membros mais pequenos da NATO — Estónia, Letónia e Lituânia — numa tentativa desesperada de “lançar os dados”, numa altura em que a Rússia enfrenta dificuldades na invasão da Ucrânia.</p>
<p>Os serviços de informações letões sublinharam que a Rússia não terá capacidade para abrir uma segunda frente, mas poderá estar a ponderar ataques híbridos, incluindo mísseis, drones ou outras ações destinadas a enviar uma mensagem: “parem de apoiar a Ucrânia, ou terão os vossos próprios problemas”.</p>
<p>Os avisos parecem estar ligados entre si, mas apresentam poucos detalhes de suporte, ao contrário dos alertas pormenorizados divulgados pela CIA e pelo MI6 antes da invasão russa da Ucrânia, em fevereiro de 2022.</p>
<p>Mesmo assim, surgem num momento sensível. O avanço russo na Ucrânia estagnou, levantando dúvidas sobre se o Kremlin poderá recorrer a estratégias alternativas para quebrar o impasse ou alterar a dinâmica da guerra a seu favor.</p>
<p>Keir Giles, especialista em Rússia do centro de reflexão Chatham House, afirmou ao &#8216;The Guardian&#8217; que Moscovo estará à procura de formas de interromper a tendência atual, seja através de uma escalada horizontal — ou seja, do alastramento do conflito a outros países — seja através de ações noutros pontos. “Não devemos esperar que a Rússia perca passivamente”, advertiu.</p>
<p><strong>Ataques ucranianos aumentam pressão sobre Moscovo</strong></p>
<p>A fragilidade relativa da Rússia ficou exposta esta semana, quando estações de retransmissão de drones na Bielorrússia deixaram de funcionar depois de a Ucrânia ameaçar atacá-las. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, tinha dado à Bielorrússia um aviso de uma semana na passada sexta-feira, afirmando que esses equipamentos permitiam ataques russos contra a Ucrânia.</p>
<p>Um canal do Telegram relatou que as autoridades bielorrussas nas regiões de Brest e Gomel exigiram aos operadores móveis a desmontagem dos repetidores, alegando que estes interferiam com zonas de nidificação de tetrazes.</p>
<p>A Ucrânia tem vindo a desenvolver gradualmente uma capacidade própria de ataque profundo, capaz de atingir alvos a 2.000 quilómetros dentro da Rússia. Na semana passada, quase 200 drones atingiram vários locais em Moscovo, e petróleo negro caiu sobre partes da capital russa depois de uma refinaria ter sido bombardeada.</p>
<p>Uma fonte militar ocidental admitiu que existe preocupação de que a Rússia possa reagir de forma agressiva se Putin sentir que está sob pressão, numa altura em que a guerra começa a deslocar-se para os céus de Moscovo e São Petersburgo. “Não posso mentir, esse é um período de perigo”, afirmou.</p>
<p><strong>NATO prepara cimeira em Ancara sob dúvidas sobre compromisso dos EUA</strong></p>
<p>A NATO realizará este mês a sua cimeira anual em Ancara, na Turquia, num contexto de incerteza sobre o compromisso dos Estados Unidos com a Aliança. Na quarta-feira, Donald Trump disse sentir-se “desiludido” com os aliados europeus que não permitiram à força aérea norte-americana bombardear o Irão a partir de bases nos seus países.</p>
<p>Desde o início da invasão em larga escala da Ucrânia, a Rússia tem sido associada a várias vagas de sabotagem e atividade provocatória. Entre os episódios citados pelo &#8216;The Guardian&#8217; está a colocação de engenhos incendiários em encomendas da DHL no Reino Unido, na Polónia e na Alemanha, no verão de 2024.</p>
<p>Em setembro passado, 19 drones russos de engodo entraram no espaço aéreo polaco, levando a NATO a mobilizar caças para tentar abatê-los, enquanto habitantes de três províncias orientais foram instruídos a abrigar-se em espaços interiores.</p>
<p><strong>Ocidente já temeu escalada em momentos de pressão russa</strong></p>
<p>Os receios de uma possível escalada russa não são novos. No outono de 2022, uma série de reveses russos na região de Kharkiv levou responsáveis ocidentais a recear que Moscovo pudesse até recorrer a uma arma nuclear para se proteger.</p>
<p>Na altura, porém, não surgiram provas de passos concretos para um destacamento desse tipo, e a linha da frente acabou por estabilizar até ao final desse ano.</p>
<p>Agora, os novos alertas surgem num contexto diferente, marcado pela pressão dos ataques ucranianos de longo alcance e pela possibilidade de o Kremlin tentar testar os limites da NATO sem avançar para uma guerra aberta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782317]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Atrasos no subsídio de renda em Lisboa geram queixas. Câmara promete regularização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:41:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Perante as sucessivas queixas de atrasos no pagamento do Subsídio Municipal de Arrendamento Acessível (SMAA), a Câmara Municipal de Lisboa assegura que os valores em falta relativos à edição deste ano estão em processo de regularização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Perante as sucessivas queixas de atrasos no pagamento do Subsídio Municipal de Arrendamento Acessível (SMAA), a Câmara Municipal de Lisboa assegura que os valores em falta relativos à edição deste ano estão em processo de regularização. A autarquia atribui as demoras a “questões técnicas” que, segundo garante, já terão sido ultrapassadas, prometendo que os pagamentos do concurso número nove estão a ser tratados com prioridade máxima.</p>
<p>Segundo informação avançada pelo <a href="https://www.publico.pt/2026/06/26/local/noticia/sao-atrasos-subsidio-renda-lisboa-camara-promete-regularizacao-2179371" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, a Câmara de Lisboa reconhece os atrasos, mas sublinha que se trata de constrangimentos operacionais entretanto resolvidos, estando em curso a regularização das verbas em dívida no âmbito deste instrumento de apoio habitacional.</p>
<p>Apesar das garantias da autarquia, há munícipes que continuam sem respostas concretas sobre os pagamentos. É o caso de Ofélia (nome fictício), reformada de 71 anos, que recorreu ao SMAA em 2024 para conseguir suportar uma renda que ultrapassa largamente o peso do seu rendimento mensal. Com uma pensão a rondar os 1200 euros e uma renda superior a 900 euros, viu neste apoio uma solução para uma pressão financeira crescente, tendo-lhe sido atribuído um subsídio de 409 euros mensais.</p>
<p>No entanto, o acesso ao apoio tem sido marcado por sucessivos atrasos. Em 2024 recebeu os valores apenas em agosto, com retroativos relativos aos meses anteriores. No ano seguinte, o processo repetiu-se: o apoio de 491 euros foi atribuído em maio, mas os pagamentos só chegaram em outubro de 2025, novamente com retroativos. Em 2026, mantém-se à espera dos pagamentos relativos ao terceiro ano de candidatura, continuando a pagar cerca de 1100 euros por mês por um T1 na Ajuda.</p>
<p>Situações como a de Ofélia têm-se repetido em várias edições do programa, criado para apoiar agregados familiares que destinam mais de 30% do rendimento ao pagamento da renda. Segundo dados da Câmara de Lisboa, divulgados em março, desde a criação do SMAA já foram atribuídos mais de seis milhões de euros em apoios, abrangendo mais de 2500 famílias.</p>
<p>Ainda assim, o problema dos atrasos mantém-se. Fonte de um gabinete de um vereador da oposição na Câmara de Lisboa refere que chegam regularmente queixas de beneficiários sobre a demora nos pagamentos, sublinhando que a situação tem impacto direto na estabilidade financeira das famílias apoiadas.</p>
<p>Também Joana Pinheiro, de 41 anos, relata dificuldades semelhantes. Candidatou-se em março de 2025 à 8.ª edição do SMAA e viu o apoio de 210 euros ser aprovado, mas só assinou contrato em setembro e recebeu os valores em novembro, com retroativos. No entanto, a sua situação complicou-se na transição para a 9.ª edição do programa.</p>
<p>Com a atualização da renda para 775 euros, Joana esperava ver o valor do apoio recalculado. A plataforma chegou a refletir esse novo valor, mas a candidatura acabou por ser enquadrada como renovação da edição anterior, sem atualização do subsídio. A munícipe explica que a Câmara recusou a revisão do montante por considerar que se tratava apenas de uma continuidade do contrato anterior.</p>
<p>Contactada sobre esta situação, a Câmara de Lisboa confirma o procedimento, esclarecendo que se trata da “renovação do concurso do SMAA 8” e não de um novo processo. A autarquia justifica que a atualização de valores após o fecho das candidaturas não é possível, uma vez que poderia afetar a avaliação da taxa de esforço e o cumprimento dos limites definidos para o programa habitacional.</p>
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