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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>ANA diz estar alinhada com Estado nos investimentos aeroportuários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:15:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[A ANA/Vinci afirmou hoje à Lusa que continua empenhada nos investimentos e na conectividade dos aeroportos nacionais, "em alinhamento com o Estado português".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ANA/Vinci afirmou hoje à Lusa que continua empenhada nos investimentos e na conectividade dos aeroportos nacionais, &#8220;em alinhamento com o Estado português&#8221;.</P><br />
<P>Questionada pela Lusa sobre as declarações do primeiro-ministro, Luís Montenegro, relativas à criação de um &#8220;Fundo Soberano de Portugal&#8221; que poderá intervir em setores estratégicos, incluindo infraestruturas aeroportuárias caso os concessionários &#8220;não cumpram as suas obrigações&#8221;, fonte oficial da ANA &#8211; Aeroportos de Portugal não comentou diretamente as afirmações, garantindo apenas que os projetos em curso estão alinhados com o Estado.</P><br />
<P>&#8220;A ANA &#8211; Aeroportos de Portugal continua empenhada no desenvolvimento dos vários projetos de investimento e da conectividade dos aeroportos nacionais, em alinhamento com o Estado português&#8221;, afirmou fonte oficial da concessionária.</P><br />
<P>Na mesma resposta por escrito, a concessionária aeroportuária destacou o projeto de desenvolvimento do novo aeroporto de Lisboa, que, segundo a empresa, &#8220;segue de forma rigorosa em cumprimento do cronograma definido com o Estado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A ANA Aeroportos de Portugal prossegue, assim, o seu propósito enquanto operador de referência, apoiando a economia e aproximando as pessoas&#8221;, acrescentou a mesma fonte.</P><br />
<P>No discurso de encerramento do Congresso do PSD, Luís Montenegro afirmou que o fundo soberano &#8220;será um instrumento de autonomia e intervenção do Estado em setores estratégicos&#8221;.</P><br />
<P>O primeiro-ministro disse ainda que a intenção é que o fundo tenha &#8220;participações acionistas&#8221; para garantir &#8220;um veículo de poupança para as gerações futuras&#8221; e &#8220;um instrumento de efetivar a soberania nacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a falar de participações em áreas como a energia, mas não excluímos a banca, as comunicações ou mesmo a gestão de infraestruturas aeroportuárias, se os concessionários das mesmas não cumprirem as suas obrigações&#8221;, afirmou Montenegro.</P><br />
<P>A ANA tem até 17 de julho para submeter o Relatório Técnico do novo aeroporto de Lisboa, que deverá incluir o planeamento detalhado da construção, a calendarização das obras, a estrutura de subcontratação e o orçamento estimado.</P><br />
<P>No relatório inicial entregue ao Governo em dezembro e publicado em janeiro, a ANA estimou em 8,5 mil milhões de euros o custo de construção do novo aeroporto Luís de Camões, no Campo de Tiro de Alcochete.</P><br />
<P>Segundo o documento, a concessionária prevê financiar 7 mil milhões de euros através da emissão de dívida.</P><br />
<P>A ANA propôs ainda o aumento progressivo das taxas aeroportuárias no Aeroporto de Lisboa entre 2026 e 2030 e o prolongamento da atual concessão por mais 30 anos, até 2092, para assegurar o reembolso do investimento e a sustentabilidade económica da concessão sem apoio financeiro público.</P><br />
<P>O contrato de concessão aeroportuária em vigor foi assinado em 2012 e tem a duração de 50 anos.</P><br />
<P>A ANA prevê a abertura do novo aeroporto de Lisboa em meados de 2037, ou no final de 2036 caso sejam acordadas com o Governo otimizações ao calendário.</P><br />
<P>A ANA &#8212; Aeroportos de Portugal gere os aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Madeira, Porto Santo, Ponta Delgada, Santa Maria, Horta e Flores, bem como o Terminal Civil de Beja.</P><br />
<P>A concessionária passou a integrar a VINCI Airports em 2013, na sequência do processo de privatização.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780636]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: 20 mil marinheiros e 110 mil milhões de euros em carga aguardam passagem por Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:14:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 20 mil marinheiros e 110 mil milhões de euros em carga esperam para poder transitar pelo estreito de Ormuz, encerrado durante a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irão, afirmou hoje a seguradora alemã Allianz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 20 mil marinheiros e 110 mil milhões de euros em carga esperam para poder transitar pelo estreito de Ormuz, encerrado durante a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irão, afirmou hoje a seguradora alemã Allianz.</P><br />
<P>Num relatório da empresa divulgado hoje, admite-se que as tensões no Médio Oriente podem aumentar os seguros e consequentemente os custos do comércio marítimo internacional. </P><br />
<P>Ao longo do conflito, a cobertura do seguro marítimo esteve disponível, mas com prémios mais elevados para a carga, segundo o relatório de Segurança e Transporte Marítimo de 2026.</P><br />
<P>O presidente do Conselho de Administração da Allianz Commercial, Thomas Lillelund, disse que o conflito no Médio Oriente e o encerramento do Estreito de Ormuz são apenas os casos mais recentes de uma série de incidentes graves que afectaram os armadores e os operadores de carga. </P><br />
<P>&#8220;A resiliência, a geopolítica e a eficiência devem ser equilibradas num mundo cada vez mais imprevisível, onde o custo da incerteza está a redefinir o sector marítimo&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Cerca de 1.150 navios de carga (com arqueação bruta superior a 100 GT &#8212; unidade de medida que reflete o volume interno total da embarcação), e cerca de 20 mil marinheiros aguardam no Golfo Pérsico o retomar das operações após os recentes avanços diplomáticos, segundo os dados da Allianz.</P><br />
<P>A principal preocupação dos armadores têm sido os risco para as tripulações e para as embarcações que transitam por uma zona de conflito, e não apenas as questões de seguro.</P><br />
<P>Desta forma, de acordo com a empresa alemã, vão ser necessárias fortes garantias de passagem segura mesmo que o acordo Estados Unidos e o Irão se mantenha, o Estreito de Ormuz seja reaberto e a navegação regresse aos níveis da passagem de até 140 navios por dia.</P><br />
<P>Os contactos diplomáticos entre os Estados Unidos e o Irão foram estabelecidos recentemente na Suíça.</P><br />
<P>Hoje, a diplomacia de Islamabad disse que as negociações técnicas entre Washington e Teerão, mediadas pelo Paquistão, devem ser retomadas na próxima semana.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780711]]></sapo:autor>
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		<title>Os salários mais altos de Portugal: do futebol aos unicórnios, quem ganha milhões por ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:14:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os salários mais altos de Portugal estendem-se muito para lá dos relvados e das grandes empresas cotadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os salários mais altos de Portugal estendem-se muito para lá dos relvados e das grandes empresas cotadas, abrangendo hoje um conjunto diversificado de setores que vão da tecnologia aos fundos de investimento, passando pela advocacia, consultoria, imobiliário e entretenimento. Embora o futebol continue a ocupar os lugares cimeiros da hierarquia remuneratória nacional, a economia digital e os negócios ligados ao capital privado estão a criar novas elites financeiras, muitas vezes assentes não apenas em salários, mas também em prémios, participações acionistas e ganhos de capital.</p>
<p>Segundo uma análise publicada pela <a href="https://www.sabado.pt/dinheiro/detalhe/a-nova-e-a-velha-elite-dos-salarios" target="_blank" rel="noopener">revista Sábado</a>, José Mourinho liderou recentemente a lista dos profissionais mais bem pagos em Portugal, com uma remuneração anual líquida estimada em cerca de quatro milhões de euros durante a sua passagem pelo Benfica, equivalente a aproximadamente seis milhões de euros brutos. No universo empresarial, o presidente do grupo Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos, destacou-se com um rendimento anual bruto de cerca de cinco milhões de euros em 2025. Também António Ramalho, antigo presidente executivo do Novo Banco, deverá receber este ano um prémio superior a sete milhões de euros relacionado com a venda da instituição bancária. A publicação refere ainda que treinadores como Marco Silva e Roberto Martínez integram igualmente o grupo dos profissionais com remunerações mais elevadas do país.</p>
<p>Apesar de Portugal ter registado uma redução da desigualdade salarial nas últimas décadas e de os salários terem crescido acima da inflação desde 2023, os ganhos no topo da pirâmide aumentaram a um ritmo significativamente superior. Nas empresas cotadas em bolsa, a diferença entre a remuneração dos presidentes executivos e a dos trabalhadores médios aumentou substancialmente. Em 2025, Pedro Soares dos Santos recebeu cerca de 217 vezes mais do que o trabalhador médio da Jerónimo Martins. Grande parte destes pacotes remuneratórios inclui componentes variáveis associadas aos resultados das empresas, planos de reforma, prémios de desempenho e outros incentivos destinados a competir por talento num mercado internacional cada vez mais exigente.</p>
<p>Ao lado das estruturas tradicionais de elevados rendimentos, como as grandes sociedades de advogados, auditoras e consultoras estratégicas, surgem os fundadores e gestores dos chamados unicórnios tecnológicos portugueses. Nomes ligados a empresas como Talkdesk, Outsystems, Feedzai, Sword Health ou Tekever acumulam riqueza sobretudo através da valorização das participações acionistas e de mecanismos de atribuição de ações. Nos fundos de capital privado verifica-se uma realidade semelhante: embora os salários possam atingir várias centenas de milhares de euros anuais, os maiores ganhos resultam frequentemente da participação nos lucros dos fundos. O setor imobiliário também continua a gerar rendimentos muito elevados, com consultores experientes a poderem ultrapassar os 300 mil euros anuais em comissões e dirigentes de grandes redes a aproximarem-se dos 500 mil euros por ano.</p>
<p>No setor público, a realidade é bastante diferente. Mesmo os cargos mais bem remunerados do Estado ficam longe dos valores praticados no setor privado. Ainda assim, alguns organismos financeiros e empresas públicas apresentam remunerações superiores às dos titulares dos principais cargos políticos. Paralelamente, o setor do entretenimento continua a produzir algumas das figuras mais bem pagas do país, com Cristina Ferreira a destacar-se entre os profissionais da televisão, combinando funções executivas, presença mediática e receitas publicitárias. A crescente importância das redes sociais e do marketing de influência abriu igualmente novas fontes de rendimento para atores, apresentadores e criadores de conteúdos, reforçando uma tendência em que os maiores ganhos já não dependem exclusivamente do salário mensal, mas da capacidade de transformar notoriedade e participação empresarial em património de longo prazo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780732]]></sapo:autor>
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		<title>Portugueses cortam no destino, mas não nas férias: 73% já desistiram de viajar devido aos preços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:12:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ConsumerChoice]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
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					<description><![CDATA[Pressão sobre o orçamento familiar também está a influenciar as escolhas para este ano: cerca de 64% dos participantes afirmam que vão optar por destinos mais económicos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aumento dos preços continua a pesar nas decisões de férias dos portugueses. De acordo com o mais recente estudo da ConsumerChoice sobre tendências de consumo nas férias de verão, 73% dos inquiridos admitem já ter desistido de um destino por considerarem que os custos eram demasiado elevados.</p>
<p>A pressão sobre o orçamento familiar também está a influenciar as escolhas para este ano. Cerca de 64% dos participantes afirmam que vão optar por destinos mais económicos, num sinal de que a vontade de viajar se mantém, mas com maior atenção ao custo total da experiência.</p>
<p>O preço surge, assim, como o principal fator de decisão na escolha de um destino de férias. Apesar de os consumidores continuarem a valorizar elementos como a localização, o conforto, a qualidade da experiência e a oferta disponível, o custo final da viagem passou a ocupar um lugar central no planeamento.</p>
<p>Ainda assim, a maioria dos inquiridos não pretende reduzir de forma significativa o orçamento dedicado às férias. Segundo o estudo, 60% prevê manter este ano o mesmo nível de despesa registado no ano passado, o que mostra que viajar continua a ser uma prioridade para muitas famílias portuguesas, mesmo num contexto de maior prudência financeira.</p>
<p>Entre os destinos nacionais, o Algarve continua a dividir opiniões. Para 36% dos participantes, a região está atualmente demasiado cara face ao que oferece, sobretudo quando comparada com outros destinos concorrentes. Em sentido contrário, o Alentejo surge como a região portuguesa preferida para férias, reunindo 21% das preferências.</p>
<p>Esta escolha reforça a atratividade do Alentejo enquanto destino associado a tranquilidade, autenticidade, natureza e experiências menos massificadas. A procura por locais mais calmos também se reflete nas principais fontes de stress apontadas pelos consumidores durante as férias: 24% indicam os gastos elevados como maior preocupação, enquanto 23% referem a confusão e o excesso de turistas.</p>
<p>A forma de pagamento é outro sinal da preocupação com o controlo das despesas. Quatro em cada dez consumidores preferem pagar a totalidade das férias antecipadamente, evitando encargos adicionais e garantindo maior previsibilidade no orçamento disponível.</p>
<p>Apesar da contenção, há áreas onde os portugueses mostram menor disponibilidade para cortar. A alimentação e os restaurantes são a dimensão das férias onde os entrevistados menos admitem reduzir despesas, referida por 30% dos participantes. O conforto do alojamento surge logo a seguir, com 23% das respostas, confirmando que a qualidade da experiência continua a ter peso na decisão.</p>
<p>O estudo revela ainda que a sustentabilidade é cada vez mais relevante no momento de escolher um destino. Para 58% dos inquiridos, as práticas de turismo sustentável assumem um papel importante nas decisões de viagem, refletindo uma maior preocupação com opções mais responsáveis e conscientes.</p>
<p>Num verão marcado pela procura de equilíbrio entre descanso, orçamento e qualidade da experiência, os dados da ConsumerChoice mostram um consumidor mais atento ao preço, mas ainda disponível para investir nas férias, desde que encontre uma proposta ajustada às suas prioridades.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780722]]></sapo:autor>
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		<title>OE2026: Portugal com défice de 0,7% no arranque do ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:08:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal arrancou o ano com um défice orçamental de 0,7% do PIB, segundo os dados relativos ao primeiro trimestre divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal arrancou o ano com um défice orçamental de 0,7% do PIB, segundo os dados relativos ao primeiro trimestre divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).</P><br />
<P>&#8220;Considerando os valores trimestrais e não o ano acabado no trimestre, o saldo das AP no 1.º trimestre de 2026 fixou-se em -510 milhões de euros, correspondendo a -0,7% do PIB, o que compara com 0,0% no período homólogo.&#8221;, lê-se no destaque do INE.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780735]]></sapo:autor>
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		<title>Fim das aulas em junho para todos? Diretores querem mudar calendário escolar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:51:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Associação Nacional de Diretores dos Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) quer reabrir o debate sobre o calendário escolar e defende que todos os alunos terminem as atividades letivas até à segunda semana de junho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Nacional de Diretores dos Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) quer reabrir o debate sobre o calendário escolar e defende que todos os alunos terminem as atividades letivas até à segunda semana de junho. A proposta surge numa altura em que as elevadas temperaturas registadas em várias regiões da Europa têm levado alguns países a suspender temporariamente as aulas, reacendendo a discussão sobre a adequação do atual modelo português.</p>
<p>Em entrevista à <a href="https://rr.pt/noticia/pais/2026/06/24/diretores-querem-mudar-calendario-aulas-devem-acabar-para-todos-ate-meados-de-junho/475560/" target="_blank" rel="noopener">Rádio Renascença</a>, a associação considera que o atual calendário cria diferenças entre ciclos de ensino, uma vez que os alunos dos anos sujeitos a exames nacionais — 9.º, 11.º e 12.º anos — terminam as aulas nos primeiros dias de junho, enquanto os restantes estudantes encerram o ano letivo mais tarde. Já os alunos do 1.º ciclo e da educação pré-escolar mantêm-se nas escolas até ao final do mês.</p>
<p>O presidente da ANDAEP, Filinto Lima, revelou que a associação lançou recentemente o desafio ao Ministério da Educação para que fosse equacionada a possibilidade de suspender atividades letivas em situações de calor extremo. Apesar de não ter recebido qualquer contacto da tutela sobre esta matéria, o responsável afirmou estar convicto de que o ministério acompanha a situação. Como exemplo, apontou o caso de França, onde as autoridades decidiram encerrar escolas durante alguns dias devido às condições meteorológicas adversas.</p>
<p>No entanto, para Filinto Lima, a discussão deve ir além das ondas de calor. O dirigente defende uma revisão estrutural do calendário escolar, argumentando que o pré-escolar e o 1.º ciclo deveriam passar a terminar as aulas na mesma altura que os restantes níveis de ensino. “Terá de haver este debate com o Ministério da Educação”, sustentou, considerando que uma uniformização beneficiaria o funcionamento das escolas e responderia melhor à realidade educativa atual.</p>
<p>O responsável da ANDAEP argumenta ainda que, nesta fase final do ano letivo, o aproveitamento pedagógico tende a diminuir. “Nestes dias, em junho, os nossos alunos já pouco aprendem e é, muitas vezes, difícil retê-los em contexto de aprendizagem e de sala de aula”, afirmou. Por isso, defende que o Ministério da Educação deve analisar uma alteração do calendário escolar, concluindo que “as aulas deviam terminar para todos os alunos, pelo menos até à segunda semana de junho”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780720]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal tem 42.600 empresas exportadoras, mais 6.000 do que há 5 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:47:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal conta hoje com cerca de 42.600 empresas exportadoras, mais 6.527 do que em 2019, segundo a 9.ª edição do estudo “As Empresas Exportadoras em Portugal”, da Informa D&#038;B.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal conta hoje com cerca de 42.600 empresas exportadoras, mais 6.527 do que em 2019, segundo a 9.ª edição do estudo “As Empresas Exportadoras em Portugal”, da Informa D&amp;B. O número tem vindo a crescer de forma consistente ao longo dos últimos cinco anos, com uma taxa média anual superior a 3%.</p>
<p>Apesar deste aumento, a proporção de exportadoras no tecido empresarial mantém-se relativamente estável, entre 10% e 11% desde 2019. Ou seja, o crescimento resulta sobretudo da expansão global do número de empresas em Portugal e não tanto de uma maior propensão exportadora.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-780713" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1.png" alt="" width="659" height="343" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1.png 659w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1-300x156.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1-600x312.png 600w" sizes="(max-width: 659px) 100vw, 659px" /></p>
<p>Em termos de desempenho, as empresas exportadoras registaram em 2024 um volume de negócios total de 229 mil milhões de euros, cerca de metade do total do tecido empresarial. Deste montante, 95 mil milhões dizem respeito a vendas para mercados externos. No conjunto, estas empresas empregam cerca de um milhão de pessoas, o que corresponde a quase um terço do emprego em Portugal.</p>
<p>A Europa continua a ser o principal destino das exportações nacionais, concentrando 66% do total, enquanto os mercados extracomunitários representam 34%. Ainda assim, estes últimos têm ganho dinamismo: nos últimos anos cresceram a um ritmo superior e, em 2024, já estavam 63% acima dos níveis de 2019.</p>
<p>Em termos de composição, 70% das exportações continuam a ser de bens e 30% de serviços. O peso dos serviços tem vindo a aumentar de forma relevante desde 2020, mas ainda não compensa a quebra registada nas exportações de bens desde 2022.</p>
<p>Já o peso das exportações no PIB tem vindo a recuar ligeiramente. Depois de atingir um máximo de 50% em 2022, desceu para 46% em 2024, de acordo com dados provisórios do INE.</p>
<p>O volume de negócios das exportadoras, depois de um forte crescimento entre 2020 e 2022, estabilizou nos anos seguintes e registou mesmo uma ligeira quebra, num contexto em que as empresas orientadas exclusivamente para o mercado interno ganharam algum dinamismo.</p>
<p>Para a diretora-geral da Informa D&amp;B, Teresa Cardoso de Menezes, esta evolução reflete um tecido empresarial em transformação. “Num contexto global exigente, há setores que estão a emergir na capacidade de fazer negócios com o exterior. São essas tendências que procuramos identificar nesta edição do estudo”, refere.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviços e tecnologia ganham peso no mapa exportador</strong></p>
<p>A estrutura das exportações portuguesas continua a ser dominada por quatro setores: indústrias, serviços empresariais, grossistas e tecnologias da informação e comunicação, que representam 69% das empresas exportadoras.</p>
<p>A indústria mantém a liderança, tanto em número de empresas (21% do total) como em valor exportado, concentrando mais de metade das exportações (53%). Ainda assim, o crescimento recente está a ser puxado sobretudo pelos serviços empresariais e pelas tecnologias da informação e comunicação, que lideram a criação de novas empresas exportadoras desde 2019.</p>
<p>No mesmo período, o número de exportadoras industriais cresceu em média apenas 0,2% ao ano, enquanto o dos grossistas aumentou 1,2%.</p>
<p>A grande maioria das exportadoras são microempresas (72%), o que reflete a estrutura do tecido empresarial nacional. No entanto, a probabilidade de exportar aumenta com a dimensão: exportam 9% das microempresas, 20% das pequenas, 43% das médias e 54% das grandes.</p>
<p>A nível geográfico, o Norte concentra 42% das exportadoras, beneficiando da forte presença industrial e de setores mais orientados para os mercados externos.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-780714" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2.png" alt="" width="923" height="479" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2.png 923w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2-300x156.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2-867x450.png 867w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2-768x399.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2-600x311.png 600w" sizes="(max-width: 923px) 100vw, 923px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Um terço exporta de forma regular</strong></p>
<p>O estudo identifica ainda um núcleo mais consistente de empresas exportadoras: cerca de um terço exporta de forma regular, ou seja, mantém vendas ao exterior de pelo menos 5% do volume de negócios ou superior a um milhão de euros ao longo dos anos analisados. Estas empresas são responsáveis por cerca de 80% do total das exportações.</p>
<p>A presença de exportadoras regulares é transversal aos setores, mas mais expressiva na indústria, onde 55% das empresas exportadoras têm esse perfil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais de 12 mil novas exportadoras em 2024</strong></p>
<p>Em 2024, mais de 12 mil empresas exportaram pela primeira vez. Os setores dos serviços empresariais e das tecnologias da informação e comunicação voltam a destacar-se na entrada de novos exportadores, superando indústria e grossistas neste indicador.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-780715" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3.png" alt="" width="870" height="382" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3.png 870w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3-300x132.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3-768x337.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3-600x263.png 600w" sizes="(max-width: 870px) 100vw, 870px" /></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780712]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de 500 pessoas com alta clínica continuam retidas nos hospitais devido a atrasos da justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:27:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 500 pessoas que já receberam alta clínica continuam internadas em hospitais portugueses devido a atrasos nos processos judiciais relacionados com a atribuição do estatuto de maior acompanhado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 500 pessoas que já receberam alta clínica continuam internadas em hospitais portugueses devido a atrasos nos processos judiciais relacionados com a atribuição do estatuto de maior acompanhado. A situação está a contribuir para a ocupação prolongada de camas hospitalares por utentes que, apesar de não necessitarem de cuidados clínicos hospitalares, não podem ser transferidos para lares, unidades de cuidados continuados ou outras respostas sociais enquanto não for resolvida a sua situação legal.</p>
<p>Segundo revela a <a href="https://cnnportugal.iol.pt/saude/ministra-saude/ha-mais-de-500-pessoas-retidas-nos-hospitais-devido-a-processos-na-justica-pgr-ja-alertou-governo-para-o-problema/20260624/6a3a7f71d34e28842c857d58" target="_blank" rel="noopener">CNN Portugal</a>, os atrasos estão associados à necessidade de os tribunais nomearem representantes para pessoas que, por motivos de saúde ou comportamentais, não conseguem tomar decisões autonomamente. A Procuradoria-Geral da República (PGR) garante que já alertou o Governo para a urgência de criar uma rede pública de profissionais capazes de assumir a função de acompanhante nos casos em que não existem familiares ou pessoas próximas disponíveis para desempenhar esse papel.</p>
<p>A dimensão do problema foi recentemente destacada pela ministra da Saúde, Ana Paula Martins, durante uma audição parlamentar. Na ocasião, a governante indicou que, no final de abril, existiam 3.493 camas ocupadas indevidamente nas Unidades Locais de Saúde (ULS), incluindo cerca de meio milhar de pessoas que aguardam decisões judiciais relativas ao estatuto de maior acompanhado. A ministra sublinhou ainda que alguns destes processos permanecem pendentes há cerca de um ano. A PGR confirma que a inexistência de uma rede pública de acompanhantes constitui um dos principais fatores de atraso, explicando que “não há medidas de acompanhamento sem acompanhantes” e que a falta dessas figuras impede a conclusão de muitos processos.</p>
<p>Os dados mais recentes da Direção Executiva do SNS apontam para 513 utentes com alta clínica protelada à espera de resolução ao abrigo do Regime Jurídico do Maior Acompanhado. O Hospital Amadora-Sintra lidera a lista, com 97 casos, seguido pelo Hospital de Santo António, com 70, pelo Hospital de Matosinhos, com 59, pela ULS do Médio Ave, com 43, pela ULS Lisboa Ocidental, com 42, e pela ULS de São João, no Porto, com 39. A Direção Executiva do SNS esclarece que estes números correspondem a uma estimativa referente a 31 de maio de 2026 e admite que possam existir diferenças de critérios entre unidades hospitalares na contabilização dos casos.</p>
<p>Criado em 2018, o regime do maior acompanhado pretende garantir apoio a pessoas que, temporária ou permanentemente, não conseguem gerir determinados aspetos da sua vida, sem que isso implique uma interdição total dos seus direitos. Contudo, a tramitação destes processos depende frequentemente da realização de perícias médico-legais, da audição obrigatória do beneficiário e da identificação de uma pessoa idónea para assumir a função de acompanhante. A PGR recorda que, mesmo após a atribuição do estatuto, muitos utentes continuam a aguardar vagas em estruturas adequadas, o que significa que a libertação de camas hospitalares depende não apenas da decisão judicial, mas também da disponibilidade de respostas sociais e de cuidados continuados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780698]]></sapo:autor>
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		<title>WYnova lança soluções de inteligência artificial para empresas com financiamento do PRR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:17:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Wynova]]></category>
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					<description><![CDATA[A WYnova anunciou o lançamento de uma nova oferta de soluções de inteligência artificial (IA) destinada a empresas com candidaturas aprovadas pela medida Linha IA nas PME, integrada no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) 2030.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A WYnova anunciou o lançamento de uma nova oferta de soluções de inteligência artificial (IA) destinada a empresas com candidaturas aprovadas pela medida Linha IA nas PME, integrada no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) 2030.</p>
<p>A iniciativa pretende ajudar as organizações a transformar o financiamento obtido em projetos concretos que aumentem a produtividade, a eficiência e a competitividade.</p>
<p>A empresa disponibiliza um conjunto de serviços que inclui soluções de IA pré-construídas para responder a desafios operacionais comuns, ferramentas de automação de processos e integração entre sistemas, bem como o desenvolvimento de plataformas personalizadas para necessidades específicas sem resposta disponível no mercado.</p>
<p>&#8220;Em muitos casos, ter um orçamento ou assegurar financiamento é apenas o primeiro passo. O verdadeiro desafio está em transformar a ambição e esse investimento em arquiteturas de solução concretas, capazes de gerar ganhos de produtividade, eficiência e competitividade&#8221;, afirma Tiago Veríssimo, CEO da WYnova.</p>
<p>Para concretizar estes projetos, a tecnológica recorre a uma equipa de engenheiros sénior especializada na combinação de IA generativa, agentes autónomos e automação de processos. A empresa segue um modelo denominado <em>Forward Deployed Engineer</em>, em que o profissional responsável por identificar o problema acompanha também o desenvolvimento da solução.</p>
<p>Segundo Francisco Pinto, CTO e cofundador da WYnova, muitas empresas enfrentam dificuldades na definição de casos de uso, na integração tecnológica, na gestão da mudança e na operacionalização das soluções. &#8220;Nós não substituímos o stack tecnológico dos clientes. Construímos a camada de IA que permite aos colaboradores utilizar os sistemas existentes, como ERP, CRM e plataformas operacionais, de forma mais rápida e inteligente&#8221;, explica.</p>
<p>A WYnova sublinha que a nova oferta surge numa altura em que várias empresas procuram acelerar os seus processos de transformação digital através da adoção de tecnologias de inteligência artificial. A Linha IA nas PME prevê apoios até 300 mil euros por empresa para projetos de investigação industrial e desenvolvimento experimental orientados para o lançamento de novos produtos ou serviços.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780691]]></sapo:autor>
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		<title>Ébola: França confirma primeiro caso da doença no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:13:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Trata-se de um médico que regressou da República Democrática do Congo, segundo as autoridades de saúde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades francesas confirmaram esta quarta-feira a deteção do primeiro caso de Ébola em território nacional. A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde, Famílias, Autonomia e Pessoas com Deficiência, que anunciou a identificação da infeção num médico que regressou recentemente da República Democrática do Congo (RDC), país onde têm sido registados surtos da doença.</p>
<p>Segundo as informações divulgadas pelas autoridades francesas, o caso foi confirmado num profissional de saúde que esteve na RDC e que regressou posteriormente a França. A confirmação representa a primeira vez que um caso de Ébola é oficialmente identificado no país, levando as autoridades sanitárias a ativar os mecanismos de acompanhamento e vigilância previstos para situações deste tipo.</p>
<p>O anúncio surge numa altura em que a doença continua a suscitar preocupação internacional devido aos surtos registados em várias regiões africanas. O vírus Ébola é conhecido pela sua elevada taxa de mortalidade e pela capacidade de provocar surtos graves, exigindo protocolos rigorosos de isolamento, rastreio de contactos e monitorização das pessoas potencialmente expostas.</p>
<p>A gravidade da situação levou também o Governo francês a reagir de imediato. Citado pela imprensa francesa, o gabinete do primeiro-ministro assegurou que o caso está a ser acompanhado com a máxima atenção. “A situação está a ser acompanhada muito de perto pelo primeiro-ministro”, indicou Matignon, sede do Governo francês.</p>
<p>Para já, as autoridades não divulgaram mais detalhes sobre o estado clínico do médico infetado nem sobre eventuais contactos considerados de risco. O caso está, contudo, sob acompanhamento das entidades de saúde pública francesas, que deverão prosseguir as investigações epidemiológicas necessárias para evitar qualquer potencial propagação da doença.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780684]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais de 70% dos portugueses dizem que Governo falhou resposta ao impacto da guerra do Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:54:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A maioria dos portugueses entende que o Governo poderia ter feito mais para proteger as famílias das consequências económicas da guerra entre Israel e o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos portugueses entende que o Governo poderia ter feito mais para proteger as famílias das consequências económicas da guerra entre Israel e o Irão, especialmente perante o agravamento dos preços dos combustíveis registado desde o início do conflito no Médio Oriente. Segundo um barómetro recente, mais de sete em cada dez cidadãos consideram que as medidas adotadas pelo Executivo não têm sido suficientes para mitigar os efeitos da escalada dos custos energéticos no orçamento das famílias.</p>
<p>De acordo com um barómetro realizado pela <a href="https://www.cmjornal.pt/economia/detalhe/maioria-acha-que-governo-podia-ter-ajudado-mais" target="_blank" rel="noopener">Intercampus para o Correio da Manhã, CMTV, o Negócios, e o Now</a>, 71,9% dos inquiridos afirmam que o Governo não está a fazer o suficiente para ajudar os portugueses a enfrentar as consequências económicas do conflito, iniciado a 28 de fevereiro. Em sentido contrário, apenas 12,2% consideram que o Executivo liderado por Luís Montenegro tem adotado medidas adequadas para apoiar a população perante o aumento dos custos associados à crise internacional.</p>
<p>Apesar da forte insatisfação, os resultados mostram uma ligeira melhoria da perceção pública relativamente ao mês anterior. Na sondagem realizada anteriormente, 77% dos participantes entendiam que o Governo estava a falhar na resposta aos efeitos da guerra, valor que desceu agora para 71,9%, embora continue a representar uma maioria muito expressiva.</p>
<p>O mesmo estudo revela ainda um amplo consenso em torno da necessidade de reduzir a carga fiscal sobre os combustíveis. Questionados sobre se o Governo deveria baixar os impostos para compensar a subida dos preços nas bombas, 87,4% dos inquiridos responderam afirmativamente. Em contraste, menos de 7% defendem a manutenção da atual tributação. O tema ganhou particular relevância à medida que o preço do barril de Brent, referência para o mercado europeu, registou uma forte valorização na sequência do conflito no Médio Oriente, aumentando a pressão sobre os custos dos combustíveis e reforçando o debate em torno das medidas que o Estado poderá adotar para aliviar o impacto sobre consumidores e empresas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780671]]></sapo:autor>
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		<title>Inflação pode durar mais do que os investidores esperam, alertam especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:52:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[Os mercados financeiros poderão estar a subestimar o impacto duradouro do conflito entre os Estados Unidos e o Irão na inflação global, alerta a gestora de ativos Wellington Management.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os mercados financeiros poderão estar a subestimar o impacto duradouro do conflito entre os Estados Unidos e o Irão na inflação global, alerta a gestora de ativos Wellington Management.</p>
<p>A análise, assinada pelos estrategas macro Eoin O&#8217;Callaghan e John Butler, defende que os investidores continuam a assumir um cenário demasiado otimista para a evolução dos preços da energia e da inflação, apesar do agravamento das tensões geopolíticas.</p>
<p>Segundo os especialistas, os mercados permanecem posicionados para uma resolução relativamente rápida do conflito e para uma normalização dos fluxos energéticos, do crescimento económico e da inflação. No entanto, a Wellington Management considera que o risco está cada vez mais inclinado para uma subida mais prolongada dos preços da energia, com consequências relevantes para a economia global.</p>
<p>A equipa de matérias-primas da gestora prevê que o preço médio do petróleo ultrapasse os 100 dólares por barril este ano, mesmo que o estratégico Estreito de Ormuz volte a funcionar normalmente nas próximas semanas. Os analistas alertam que qualquer perturbação prolongada no abastecimento energético poderá alimentar novas pressões inflacionistas e dificultar o trabalho dos bancos centrais.</p>
<p>A Wellington sublinha ainda que as políticas monetárias e orçamentais já eram expansionistas antes do conflito e foram entretanto flexibilizadas, criando condições para que o choque energético tenha efeitos mais persistentes. Neste contexto, os especialistas consideram que os decisores políticos correm o risco de ficar “atrás da curva” no combate à inflação, permitindo que as expectativas de subida dos preços se consolidem.</p>
<p>A análise destaca igualmente diferenças regionais significativas. A Europa e a Ásia surgem como as economias mais vulneráveis a um aumento prolongado dos custos energéticos, enquanto os Estados Unidos, devido à sua posição como exportador líquido marginal de energia, poderão absorver melhor parte do impacto. Alguns países exportadores de matérias-primas poderão mesmo beneficiar do atual contexto.</p>
<p>Os estrategas alertam também para uma deterioração crescente da credibilidade das políticas monetárias e orçamentais em várias economias desenvolvidas. Desde a pandemia de Covid-19, os governos têm mantido elevados défices públicos e os bancos centrais políticas relativamente acomodatícias, o que contribuiu para que as expectativas de inflação de médio prazo se mantenham acima das metas oficiais em mercados como o Japão, Reino Unido e Estados Unidos.</p>
<p>Para os investidores, a Wellington considera que a credibilidade das políticas económicas está a tornar-se um fator cada vez mais relevante na avaliação dos ativos financeiros. Países como Japão, Reino Unido, França e Estados Unidos deverão estar particularmente sob escrutínio dos mercados.</p>
<p>Num cenário mais extremo, a gestora alerta para o risco de se repetirem dinâmicas semelhantes às observadas durante a crise petrolífera da década de 1970, quando alguns países perderam o controlo da inflação e registaram um desempenho muito fraco dos mercados financeiros. Embora reconheçam que o choque atual ainda está longe da dimensão observada há cerca de 50 anos, os especialistas admitem que esse risco poderá aumentar caso o conflito entre os EUA e o Irão se prolongue mais do que os investidores atualmente antecipam.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780672]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sánchez nega &#8220;corrupção generaliza&#8221; apesar de &#8220;caso grave e flagrante&#8221; de ex-ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:38:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro de Espanha, Pedro Sánchez, reconheceu hoje "um caso flagrante e grave de corrupção" com antigos dirigentes do Partido Socialista Espanhol (PSOE), que disse desconhecer e que "nunca teria tolerado", e reiterou que vai continuar a governar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro de Espanha, Pedro Sánchez, reconheceu hoje &#8220;um caso flagrante e grave de corrupção&#8221; com antigos dirigentes do Partido Socialista Espanhol (PSOE), que disse desconhecer e que &#8220;nunca teria tolerado&#8221;, e reiterou que vai continuar a governar.</p>
<p>&#8220;Um caso flagrante e grave de corrupção&#8221; de pessoas &#8220;que se aproveitaram do peso que tinham&#8221; no PSOE e no Governo &#8220;para ganhar dinheiro&#8221;, mas não há financiamento ilegal no partido, disse Sánchez, referindo-se ao ex-ministro dos Transportes José Luis Ábalos, condenado esta semana a mais de 24 anos de prisão por corrupção com a compra de máscaras durante a pandemia, quando ainda estava no Governo.</p>
<p>Este caso das máscaras deu origem a outra investigação mais alargada, que ainda decorre, que envolve Ábalos e outro ex-dirigente do PSOE, Santos Cerdán, ambos considerados antigos &#8220;braços direitos&#8221; de Sánchez.</p>
<p>&#8220;Nunca conheci nem teria tolerado nenhuma destas práticas&#8221; e o PSOE e o Governo respeitam e acatam as sentenças conhecidas esta semana, disse hoje Sánchez, que falava no parlamento nacional, numa sessão agendada a seu pedido &#8220;para informar&#8221; os deputados &#8220;sobre a situação política relacionada com as últimas investigações judiciais conhecidas&#8221;.</p>
<p>O primeiro-ministro e líder do PSOE disse ser &#8220;plenamente consciente&#8221; de que as últimas semanas em Espanha foram marcadas por &#8220;uma corrente de notícias judiciais&#8221; que causam &#8220;legítima preocupação e confusão&#8221;, mas em que se misturam processos muito diferentes, alguns com fundamento e outros falsos e baseados &#8220;em rumores e meias verdades&#8221;, que atores políticos e mediáticos &#8220;tentam comparar&#8221;, para confundir e gerar &#8220;uma sensação de corrupção generalizada que não existe&#8221;.</p>
<p>Neste contexto, voltou a separar os casos confirmados ou em investigação que envolvem ex-dirigentes do PSOE dos da mulher e do irmão, Begoña Gómez e David Sánchez, respetivamente, que considera serem vítimas de &#8220;uma série de ações&#8221; para enfraquecer o Governo e o próprio primeiro-ministro, que têm por trás campanhas de desinformação e associações ligadas à extrema-direita e de que se aproveitam alguns partidos.</p>
<p>Tanto no caso de Begoña Gómez como no de David Sánchez, o Ministério Público considerou não haver matéria para julgamento ou condenação e relatórios das investigações judiciais e policiais desmentiram acusações de que são alvo, sublinhou hoje o primeiro-ministro, que já tinha dito anteriormente, a propósito destes dois processos, que há &#8220;juízes que fazem política&#8221; em Espanha.</p>
<p>Reiterando que confia na justiça espanhola e que &#8220;a imensa maioria dos juízes&#8221; faz um &#8220;trabalho exemplar&#8221;, Sánchez pediu &#8220;à justiça que faça justiça&#8221; em todos os casos, incluindo no do ex-primeiro-ministro e antigo líder do PSOE José Luís Zapatero, indiciado por tráfico de influências e branqueamento de dinheiro num processo aberto para investigar o resgate público da companhia aérea Plus Ultra, em 2021.</p>
<p>Pedro Sánchez realçou hoje que Zapatero não ocupa qualquer cargo político há 15 anos e reiterou que o resgate da empresa foi legal e transparente, no contexto de ajudas excecionais concedidas por acusa da pandemia de covid-19, como certificaram instâncias nacionais e europeias.</p>
<p>Sobre Zapatero, considerou que &#8220;não pode haver ainda conclusões&#8221;, por a investigação estar numa fase inicial, mas reiterou confiança na declaração de inocência do ex-líder socialista.</p>
<p>Sublinhando que o PSOE e o Governo atuaram &#8220;desde o primeiro minuto&#8221; perante suspeitas de corrupção que envolviam ex-dirigentes, nomeadamente com a suspensão e expulsão do partido ou pondo em marcha medidas &#8220;de supervisão e prevenção&#8221; da corrupção, Sánchez, que tem ouvido reiterados pedidos de demissão e de antecipação das eleições previstas para 2027, voltou hoje a afirmar que pretende continuar a Governar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780669]]></sapo:autor>
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		<title>PSI mantém tendência de abertura e segue negativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:37:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O principal índice da bolsa de Lisboa, o PSI, mantinha a tendência de abertura e seguia em baixa mais de uma hora depois da abertura, num dia em que as bolsas europeias negoceiam sem rumo definido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O principal índice da bolsa de Lisboa, o PSI, mantinha a tendência de abertura e seguia em baixa mais de uma hora depois da abertura, num dia em que as bolsas europeias negoceiam sem rumo definido.</p>
<p>Pelas 09:20 em Lisboa, das 16 cotadas,10 recuavam e três avançavam face a abertura.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a Navigator, a Jerónimo Martins e a EDP Renováveis mantinham a sua cotação em, respetivamente, 3,42, 17,47 e 13,55 euros.</p>
<p>As perdas eram lideradas pela Corticeira Amorim, que descia 0,93% para 6,36 euros, sendo seguida pela Mota-Engil, que perdia 0,85% para 4,65 euros, e pelos CTT, com uma descida de 0,84% para 5,87 euros.</p>
<p>No &#8216;vermelho&#8217; estavam ainda o BCP (-0,77% para 1,03 euros), a Teixeira Duarte (-0,75% para 0,53 euros), a Semapa (-0,69% para 21,55 euros) e a NOS (-0,66% para 5,25 euros).</p>
<p>Com perdas mais modestas seguiam a Ibersol (-0,40% para 9,96 euros), a Galp (-0,37% para 18,63 euros) e a EDP (-0,23% para 4,43 euros).</p>
<p>Em sentido inverso, a Altri era a cotada com maior crescimento, ao avançar 0,31% para 4,89 euros por ação, sendo acompanhada pela Sonae e pela REN, que cresciam, respetivamente, 0,25% par 2,03 euros e 0,14% para 3,66 euros.</p>
<p>As principais bolsas europeias abriram hoje sem sentido definido, num dia que continuará marcado pela evolução do setor tecnológico e das negociações entre Estados Unidos da América e Irão.</p>
<p>O desempenho europeu segue um dia menos bom para Wall Street, em que o índice das tecnológicas voltou a cair, na ordem dos 2,21%. O S&amp;P 500 recuou 1,44% e o Dow Jones baixou 0,09%.</p>
<p>Os mercados continuam atentos ao Médio Oriente e às negociações de paz entre Estados Unidos da América e Irão.</p>
<p>A potencial resolução deste conflito, que tem tido um impacto em hidrocarbonetos como o petróleo, devido ao encerramento do estreito de Ormuz, leva hoje o barril de Brent para entrega em agosto a uma nova descida e a aproximar-se dos 76 dólares.</p>
<p>Já o texano WTI desce 0,94% para 72,5 dólares.</p>
<p>O euro continua a descer e negoceia a 1,135 dólares, enquanto o ouro recua 0,56% para 4.087,11 dólares e a bitcoin avança 0,14% para 62.736,31 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780668]]></sapo:autor>
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		<title>Tribunal de Contas rejeita responsabilidades no atraso e custo do Hospital Oriental Lisboa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tribunal-contas-rejeita-responsabilidades-no-atraso-e-custo-do-hospital-oriental-lisboa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:37:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Contas rejeitou hoje responsabilidades no atraso e no custo do futuro Hospital Oriental de Lisboa, diz que deu o visto em 27 dias úteis e que precisou de diversos esclarecimentos para suprir "falhas e ilegalidades".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Contas rejeitou hoje responsabilidades no atraso e no custo do futuro Hospital Oriental de Lisboa, diz que deu o visto em 27 dias úteis e que precisou de diversos esclarecimentos para suprir &#8220;falhas e ilegalidades&#8221;.</p>
<p>Numa nota de esclarecimento hoje divulgada, o Tribunal de Contas (TdC) explica que se tratou de um contrato de &#8220;elevada complexidade&#8221;, de valor global superior a 800 milhões de euros e com uma vigência de 30 anos, que lhe chegou em 21 de fevereiro de 2024 e recebeu o visto a 28 de maio do mesmo ano.</p>
<p>Recorda que o procedimento de contratação pública se iniciou há nove anos, em 2017, e que a aprovação da minuta do contrato pelas partes ocorreu apenas em janeiro de 2024.</p>
<p>O esclarecimento do TdC surge depois de, no dia 15 de junho, numa conferência organizada pelo Diário de Notícias, o ministro adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, ter afirmado que o projeto do novo hospital foi atrasado &#8220;em anos&#8221; e vai custar &#8220;mais 164 milhões de euros&#8221; por causa do TdC e do atual mecanismo do visto prévio.</p>
<p>No âmbito do processo de fiscalização prévia, o TdC diz que fez três pedidos de esclarecimento e de documentos para &#8220;suprir falhas e ilegalidades&#8221;, pois o processo chegou ao tribunal sem o preço contratual e a autorização ministerial, não identificava o gestor do contrato e havia &#8220;cláusulas modificativas&#8221; que violavam o Código dos Contratos Públicos.</p>
<p>O visto acabou concedido &#8220;com a recomendação de melhor garantir os princípios da concorrência e igualdade entre os concorrentes em futuros procedimentos em que haja alteração das condições contratuais por força de mecanismos de financiamento europeu&#8221;, refere a nota hoje divulgada.</p>
<p>O TdC diz que deixou ainda um alerta para a necessidade de &#8220;isolamento sísmico de base&#8221; e de um &#8220;sistema rigoroso e eficaz de monitorização do projeto de estruturas e fundações&#8221;.</p>
<p>No documento em que anunciou que concederia o visto prévio, em maio de 2024, o TdC transmite &#8220;uma firme, incisiva e solene advertência à entidade fiscalizada&#8221;, obrigando-a &#8212; tendo em conta os princípios da &#8220;boa administração&#8221; e da &#8220;tutela do interesse financeiro do Estado&#8221; &#8211; a incluir no projeto de execução da obra a solução de sistema de isolamento de base contra sismos.</p>
<p>Adianta que não cabe ao TdC, em sede de fiscalização da legalidade, pronunciar-se sobre a adequação técnica de projetos, mas faz parte da sua competência aplicar as regras e princípios que permitam aferir da legalidade dos contratos submetidos.</p>
<p>No final da nota de esclarecimento hoje divulgada, o TdC insiste que não tem responsabilidades quanto ao tempo decorrido entre a concessão do visto e o início da execução da obra, nem quanto aos custos associados.</p>
<p>O processo do novo Hospital Oriental de Lisboa remonta a 2017, com o concurso a ser publicado no Jornal Oficial da União Europeia em dezembro desse ano. A adjudicação acabou por acontecer apenas em julho de 2022 e a minuta do contrato foi aprovada em janeiro de 2024, com o contrato outorgado no mês seguinte.</p>
<p>Ou seja, quando o contrato foi enviado para o TdC já tinha sofrido reescalonamentos de despesa, incluindo uma alteração ao modelo de financiamento da parceria público-privada decorrente da incorporação de financiamento do PRR, no montante máximo de 100 milhões de euros, o que aumentou a complexidade do processo.</p>
<p>Num despacho publicado em abril deste ano, o Governo designou uma comissão para negociar o contrato de gestão do hospital, depois de os atrasos na obra terem ditado a perda dos 100 milhões de euros do PRR que estavam destinados a financiar parte das intervenções previstas no contrato celebrado com a Mota-Engil.</p>
<p>O Hospital Oriental de Lisboa, a construir em Marvila, vai substituir seis unidades de saúde &#8211; os hospitais de São José, Santa Marta, Capuchos, D. Estefânia e Curry Cabral, bem como a Maternidade Alfredo da Costa.</p>
<p>Segundo a informação disponível no &#8216;site&#8217; da Mota Engil, que está a construir o hospital, a unidade vai ter capacidade instalada de 849 camas, podendo ser expandida até 1.065 em situações de contingência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780667]]></sapo:autor>
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		<title>Portugueses entre os mais castigados da UE: encher o depósito exige quase o dobro do esforço face aos Países Baixos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:31:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal esteve entre os países da União Europeia onde o aumento dos preços dos combustíveis teve um impacto mais severo sobre os orçamentos familiares durante os meses marcados pela guerra no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal esteve entre os países da União Europeia onde o aumento dos preços dos combustíveis teve um impacto mais severo sobre os orçamentos familiares durante os meses marcados pela guerra no Médio Oriente. Embora a subida dos preços tenha ficado a meio da tabela europeia em termos nominais, o peso que os combustíveis têm nas despesas das famílias e o menor rendimento disponível dos portugueses fizeram com que o esforço financeiro exigido fosse significativamente superior ao registado em muitas economias europeias.</p>
<p>Segundo uma análise divulgada <a href="https://www.publico.pt/2026/06/24/economia/noticia/esforco-portugal-combustiveis-durante-guerra-violentos-ue-2179099" target="_blank" rel="noopener">pelo Público</a>, com base em dados oficiais do Eurostat, entre março e maio os combustíveis em Portugal registaram uma subida homóloga média trimestral de cerca de 20,4%. Apesar de países como Luxemburgo, Letónia, Roménia, França ou Países Baixos terem registado aumentos percentuais iguais ou superiores, a realidade económica portuguesa tornou o impacto muito mais pesado para os consumidores nacionais.</p>
<p>Quando os dados são ajustados ao rendimento disponível das famílias e ao peso dos combustíveis no orçamento doméstico, Portugal surge entre os países mais afetados da União Europeia. Numa classificação baseada no chamado “índice de esforço real”, apenas Roménia, Letónia, Bulgária, Lituânia, Grécia e República Checa apresentaram uma situação mais gravosa. A análise demonstra que o sacrifício financeiro exigido às famílias portuguesas foi quase o dobro daquele sentido em países como os Países Baixos. Enquanto um consumidor neerlandês registou um índice de esforço de 57,1, o português atingiu 104,2, refletindo uma realidade em que os rendimentos são mais baixos e os gastos com combustíveis representam uma fatia maior das despesas mensais.</p>
<p>A diferença explica-se por fatores estruturais. De acordo com os indicadores de poder de compra do Eurostat, o rendimento disponível das famílias portuguesas situa-se cerca de 15% abaixo da média da União Europeia. Ao mesmo tempo, os combustíveis representam aproximadamente 3,5% do orçamento mensal de consumo em Portugal, uma proporção superior à registada em países como os Países Baixos, onde esse peso ronda os 2,4%, ou a Alemanha, com cerca de 2,8%. A estrutura fiscal aplicada aos combustíveis também contribui para agravar o impacto. O preço final pago pelos consumidores inclui não apenas o custo da matéria-prima, mas também impostos como o Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP), a taxa de carbono e o IVA de 23%, que incide igualmente sobre os restantes encargos fiscais, criando um efeito multiplicador quando os preços sobem.</p>
<p>A comparação com Espanha evidencia ainda mais a diferença de impacto. Durante o período de forte pressão inflacionista, o Governo espanhol adotou medidas mais agressivas de apoio aos consumidores, incluindo subsídios diretos e reduções temporárias da carga fiscal sobre a energia. Como resultado, em maio os combustíveis em Espanha registaram uma subida homóloga de 15,9%, com um índice de esforço real de 58,1. Considerando o trimestre completo entre março e maio, a inflação média dos combustíveis em território espanhol foi de 14,3%, traduzindo-se num esforço médio de 52,3. Em Portugal, pelo contrário, a subida média de 20,4% elevou o índice médio de esforço para 84,0, colocando o país entre os mais penalizados da União Europeia pelo encarecimento dos combustíveis durante o conflito no Médio Oriente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780656]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão vê memorando de entendimento como sinal de derrota dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:27:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O chefe da equipa diplomática iraniana, Mohammad Bagher Ghalibaf, disse hoje que o memorando de entendimento alcançado entre Teerão e Washington para pôr fim à guerra é uma declaração de derrota para os Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O chefe da equipa diplomática iraniana, Mohammad Bagher Ghalibaf, disse hoje que o memorando de entendimento alcançado entre Teerão e Washington para pôr fim à guerra é uma declaração de derrota para os Estados Unidos.</p>
<p>&#8220;O memorando de entendimento de Islamabade não é o resultado de pressão ou coação, mas sim da resistência e da determinação da corajosa nação iraniana&#8221;, afirmou Ghalibaf numa conferência em Baku, no Azerbaijão, transmitida pela televisão iraniana.</p>
<p>&#8220;É por isso que o memorando de entendimento de Islamabade assumiu o valor de uma declaração de derrota para os Estados Unidos&#8221;, disse Ghalibaf, chefe da equipa iraniana nas negociações com Washington e presidente do Parlamento.</p>
<p>Por outro lado, Ghalibaf acrescentou que a segurança no Médio Oriente deve agora ser garantida pelos países da região.</p>
<p>Na mesma conferência de imprensa, o presidente do Parlamento do Irão reiterou que o fim da guerra no Líbano é &#8220;tão importante&#8221; para Teerão como o fim da guerra no Irão, referindo-se á campanha militar israelita.</p>
<p>Paralelamente, a diplomacia de Islamabade disse hoje que as negociações técnicas entre os Estados Unidos e o Irão, mediadas pelo Paquistão, devem ser retomadas na próxima semana.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780657]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Rússia afirma que situação na frente de combate está a agravar-se para Kiev</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-russia-afirma-que-situacao-na-frente-de-combate-esta-a-agravar-se-para-kiev/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:17:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A situação na frente de combate está a agravar-se para a Ucrânia e em breve vai tornar-se irreversível, declarou hoje o porta-voz da Presidência russa (Kremlin), Dmitri Peskov.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A situação na frente de combate está a agravar-se para a Ucrânia e em breve vai tornar-se irreversível, declarou hoje o porta-voz da Presidência russa (Kremlin), Dmitri Peskov.</p>
<p>&#8220;A situação na frente de combate é tal que está a piorar dia após dia para o regime de Kiev. A dinâmica é clara: as nossas forças armadas estão a avançar por toda a frente. E a certa altura, vão começar processos irreversíveis para o regime de Kiev&#8221;, afirmou Peskov, em declarações à agência de notícias russa TASS.</p>
<p>O porta-voz russo sublinhou que, por causa disso, a Ucrânia &#8220;está a responder como pode&#8221; contra a infraestrutura civil russa.</p>
<p>&#8220;Temos todas as oportunidades para minimizar tudo isto e é necessário minimizar. Esta é uma tarefa para as nossas forças armadas, uma tarefa para outras entidades que estão a trabalhar nisto continuamente&#8221;, afirmou.</p>
<p>A Ucrânia intensificou os seus ataques contra a retaguarda russa nas últimas semanas, visando infraestruturas críticas, particularmente refinarias e rotas logísticas, provocando escassez de combustível na Rússia.</p>
<p>Moscovo, por sua vez, relatou ataques realizados com sucesso em cidades ucranianas de Kostiantinivka e Liman, cuja captura abriria caminho para as forças russas chegarem a Sloviansk e Kramatorsk, os principais bastiões ucranianos no Donbass.</p>
<p>A Rússia invadiu a Ucrânia no dia 24 de fevereiro de 2022.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780644]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Capital de risco portuguesa ajuda empresa espanhola a captar mais de 9 milhões de euros para lançar constelação de 140  satélites</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:16:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A espanhola FOSSA Systems, participada da capital de risco portuguesa Índico Capital Partners, captou 9,25 milhões de euros numa nova ronda de financiamento destinada a acelerar a expansão internacional da empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A espanhola FOSSA Systems, participada da capital de risco portuguesa Índico Capital Partners, captou 9,25 milhões de euros numa nova ronda de financiamento destinada a acelerar a expansão internacional da empresa, reforçar as suas capacidades nas áreas da Segurança e Defesa e avançar com a implementação da sua constelação de 140 satélites de baixa órbita terrestre.</p>
<p>A operação foi liderada pela Kibo Ventures e contou ainda com a participação da Sociedade Espanhola para a Transformação Tecnológica (SETT), da SPARX e da WISeSAT.</p>
<p>Com este investimento, a FOSSA Systems eleva para quase 20 milhões de euros o montante total angariado desde a sua fundação, em 2020. Os novos fundos serão utilizados para reforçar a equipa, acelerar a expansão comercial iniciada em 2024 e desenvolver novas capacidades tecnológicas focadas em comunicações seguras e inteligência baseada no espaço.</p>
<p>Atualmente com cerca de 60 colaboradores distribuídos entre Espanha e Portugal, a empresa já colocou mais de 25 satélites em órbita e prepara-se para lançar o 26.º equipamento nas próximas semanas.</p>
<p>A FOSSA Systems desenvolve infraestruturas próprias para conectividade IoT via satélite, comunicações seguras e soluções de inteligência de sinais (SIGINT), destinadas a setores como energia, logística, agricultura, infraestruturas críticas e segurança nacional. A empresa afirma ser a companhia espanhola com o maior número de satélites lançados em órbita.</p>
<p>Segundo Julián Fernández, CEO e cofundador da FOSSA Systems, a integração vertical da cadeia tecnológica permitiu reduzir significativamente os custos associados ao desenvolvimento e operação de satélites. “Em apenas alguns anos, passámos de uma startup a uma empresa com presença internacional, com 25 satélites lançados e tecnologia que responde às necessidades reais dos clientes industriais, institucionais e governamentais”, afirmou.</p>
<p>Do lado da Índico Capital Partners, Stephan de Moraes, managing partner da sociedade de capital de risco portuguesa, destacou a evolução da empresa desde as fases iniciais. “Tendo apoiado o Julián e a equipa desde a fase inicial, testemunhámos em primeira mão a sua capacidade de execução à medida que passaram de uma startup aeroespacial pioneira para um interveniente-chave na soberania espacial europeia”, referiu.</p>
<p>O responsável destacou ainda a presença operacional da empresa em Espanha e Portugal, a entrada no mercado de defesa japonês e a seleção para o programa DIANA da NATO, considerando que a tecnologia desenvolvida pela FOSSA está a ganhar relevância à escala global.</p>
<p>A ronda de financiamento surge numa altura em que o espaço assume uma importância crescente como infraestrutura estratégica. Áreas como a conectividade por satélite, a observação da Terra, a inteligência de sinais e as comunicações seguras estão a tornar-se capacidades críticas para governos e empresas que procuram maior autonomia tecnológica.</p>
<p>A FOSSA Systems reforçou recentemente a sua posição nos setores da Defesa e Segurança, tendo sido selecionada para o programa DIANA da NATO pelas suas capacidades de inteligência eletromagnética a partir da órbita baixa da Terra e pelas tecnologias de dupla utilização que desenvolve.</p>
<p>A empresa está também a acelerar a expansão internacional, com a abertura de um escritório em Tóquio, que se junta às operações já existentes em Madrid e Lisboa. Em paralelo, assinou um acordo estratégico com a Kanematsu Corporation para introduzir as suas soluções no mercado de defesa japonês.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780638]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Agência da UE alerta que se mantêm riscos para a aviação civil no Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:14:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) recomendou todas as companhias aéreas europeias que evitem o espaço aéreo do Irão e de outros 10 países do Médio Oriente e do Golfo Pérsico até 01 de julho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) recomendou todas as companhias aéreas europeias que evitem o espaço aéreo do Irão e de outros 10 países do Médio Oriente e do Golfo Pérsico até 01 de julho.</p>
<p>O organismo europeu, com sede em Colónia, Alemanha, considerou que ainda persiste um estado de tensão elevada no Médio Oriente, apesar do memorando de entendimento assinado recentemente pelos Estados Unidos e pelo Irão.</p>
<p>O último Boletim de Informação sobre Zonas de Conflito da agência abrange o espaço aéreo do Bahrein, Irão, Iraque, Israel, Jordânia, Kuwait, Líbano, Omã, Qatar, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.</p>
<p>A EASA explicou que, após a assinatura do memorando de entendimento para prolongar o cessar-fogo por mais 60 dias, a situação passou de um conflito ativo e intenso, com um elevado número de incidentes armados, para um estado de tensão elevada.</p>
<p>O organismo detalhou que a situação caracteriza-se por incidentes militares.</p>
<p>Nesse sentido, o organismo da União Europeia alerta que as violações isoladas do cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão ainda são possíveis, especialmente no estreito de Ormuz e no espaço aéreo circundante.</p>
<p>&#8220;Embora o nível geral de risco na região tenha diminuído, a sustentabilidade a longo prazo do cessar-fogo permanece incerta, e existe a possibilidade de uma escalada rápida. Por conseguinte, é essencial manter uma monitorização rigorosa e avaliações de risco atualizadas para garantir a segurança de voo&#8221;, referiu a agência.</p>
<p>A EASA frisou ainda que, caso a atual trégua seja quebrada, os espaços aéreos do Médio Oriente podem ficar expostos a &#8220;ameaças iminentes&#8221;.</p>
<p>O mesmo relatório realçou ainda que, dado o nível de tensão persistentemente elevado e a possibilidade de novas ações militares, o Irão mantém um elevado nível de alerta para a sua força aérea e unidades de defesa aérea em todo o país.</p>
<p>Por outro lado, o espaço aéreo iraquiano continua a ser afetado pelos recorrentes ataques iranianos e pelas atividades contínuas de grupos não estatais violentos, particularmente organizações militantes apoiadas pelo Irão, acrescentou a agência europeia.</p>
<p>O texto sublinha ainda que, apesar do frágil cessar-fogo atualmente em vigor entre Israel e o Hezbollah, no Líbano, mantém-se a possibilidade de atividades militares que afetem o espaço aéreo libanês.</p>
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