Sabe qual é o desporto olímpico mais perigoso?

Uma análise estatística realizada pela ‘Casinority’ identficou os desportos olímpicos com mais probabilidade de sofrer lesões e, de acordo com os especialistas, o ciclismo BMX é o desporto ‘mais perigoso’ neste sentido, uma vez que mais de um terço (34,38%) destes atletas estão lesionados durante a competição

Francisco Laranjeira

Sabe qual é o desporto olímpico mais perigoso?

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Uma análise estatística realizada pela ‘Casinority’ identficou os desportos olímpicos com mais probabilidade de sofrer lesões e, de acordo com os especialistas, o ciclismo BMX é o desporto ‘mais perigoso’ neste sentido, uma vez que mais de um terço (34,38%) destes atletas estão lesionados durante a competição.

A pesquisa analisou lesões desportivas registadas nos Jogos Olímpicos desde Pequim, em 2008, para comparar o número de atletas em cada desporto com o número de lesões registadas para determinar os desportos com maiores fatores de risco.

O risco do BMX foi excecionalmente alto em 2016, com 37,5% dos pilotos lesionados, em comparação com 31,3% em 2012 – já em 2020 (realizado em 2021, devido à pandemia da Covid-19), houve um declínio significativo para 2% nas corridas de BMX – já o BMX estilo livre representa igualmente um risco, com mais de 6% dos atletas lesionados.

Em segundo lugar, surge o tawkwondo, com quase 30% dos atletas a sofrerem lesões: embora o risco tenha sido reduzido para metade em Tóquio 2020, atingiu um pico preocupante de 39% em 2012 – o futebol também apresenta um risco elevado, com mais de 27% dos seus 1.50 concorrentes entre 2008 e 2016 a sofrerem lesões.

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O ciclismo de montanha, embora tenha um risco médio de 22,44%, viu uma redução drástica nas lesões em 2020 para apenas 7% – a maioria dos ferimentos foi leve e cerca de 1% durou mais de uma semana.

Apesar de uma taxa geral de lesões mais baixa, de 18,12% o boxe teve 5% das lesões em 2020 duraram mais de uma semana, o que representou o segundo maior número de atletas lesionados durante as últimas Olímpiadas, sugerindo um perigo crescente.

No extremo oposto, o desporto ‘mais tranquilo’ é a canoagem slalom, com uma taxa média de lesões de apenas 1,2% nos últimos quatro Jogos Olímpicos – em Tóqui, a taxa de lesões foi muito baixa, de menos de 5%, com apenas duas lesões registadas entre 2012 e 2016.

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