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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Explicador. Trump sai, Putin chega: o golpe diplomático que deixa Xi Jinping no centro do tabuleiro mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 16:04:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Xi Jinping]]></category>
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					<description><![CDATA[Sucessão das duas visitas deu ao líder chinês um trunfo raro: receber, em menos de uma semana, os presidentes dos Estados Unidos e da Rússia, dois rivais centrais da atual ordem internacional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Xi Jinping quase não teve tempo para recolher a passadeira vermelha. Poucos dias depois de Donald Trump ter concluído uma visita de Estado à China, Vladimir Putin chegou esta terça-feira a Pequim para uma visita de dois dias destinada a reforçar a cooperação estratégica entre Moscovo e Pequim, noticia o &#8216;El Confidencial&#8217;. </p>
<p>A sucessão das duas visitas deu ao líder chinês um trunfo raro: receber, em menos de uma semana, os presidentes dos Estados Unidos e da Rússia, dois rivais centrais da atual ordem internacional.</p>
<p>A mensagem é simples, mas poderosa. Num mundo dividido pela guerra na Ucrânia, pela rivalidade entre Washington e Pequim, pela pressão das sanções e pela disputa por energia, tecnologia e influência, Xi Jinping está a apresentar a China como uma potência indispensável. Nem Trump nem Putin quiseram ficar afastados de Pequim.</p>
<p><strong>Porque é que isto favorece Xi?</strong></p>
<p>O principal ganho para Xi Jinping é simbólico e estratégico. A China consegue mostrar que fala com todos, mesmo quando esses atores estão em conflito entre si. O &#8216;Global Times&#8217;, órgão próximo da linha oficial chinesa, escreveu antes da chegada de Putin que Pequim está a emergir como ponto central da diplomacia global, precisamente por receber em sucessão os líderes americano e russo.</p>
<p>Este é o trunfo diplomático de Xi: não resolver todos os conflitos, mas tornar-se incontornável em quase todos. Para Washington, a China é rival económica, tecnológica e militar. Para Moscovo, é o principal parceiro estratégico e económico num momento de isolamento face ao Ocidente. Para Pequim, esse duplo papel permite ganhar margem de manobra.</p>
<p><strong>O que conseguiu Xi com Trump?</strong></p>
<p>A visita de Donald Trump a Pequim não produziu grandes acordos políticos ou comerciais, mas também não terminou em confronto. E isso, para Xi Jinping, já era uma vitória. O objetivo chinês passava por estabilizar a relação com os Estados Unidos, reduzir o risco de choques imprevisíveis e definir limites mínimos de convivência entre duas potências em competição.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Confidencial&#8217;, a cimeira foi marcada mais pelo simbolismo do que por resultados concretos. Esse ponto é importante: Xi não precisava necessariamente de um acordo histórico. Precisava de mostrar que consegue gerir Trump, um líder frequentemente descrito como volátil, sem permitir que a relação bilateral descarrilasse.</p>
<p>Ainda assim, a China deixou as suas linhas vermelhas em cima da mesa. Taiwan continua a ser a questão mais sensível para Pequim, e Xi terá alertado Trump de que uma má gestão deste tema poderia provocar um confronto direto entre as duas potências. O resultado foi uma visita sem grandes anúncios, mas com uma aparência de respeito e contenção diplomática.</p>
<p><strong>E o que quer Putin em Pequim?</strong></p>
<p>A relação com Vladimir Putin é de outra natureza. China e Rússia apresentam-se como parceiros estratégicos e assinalam agora o 25º aniversário do Tratado Sino-Russo de Boa Vizinhança e Cooperação Amistosa, assinado em 2001. O Kremlin afirmou que a visita de Putin estava prevista nesse enquadramento e que servirá para aprofundar a parceria entre os dois países.</p>
<p>Mas o momento da visita é politicamente relevante. Putin chega a Pequim logo depois de Trump, numa altura em que Moscovo quer garantir que uma eventual aproximação entre Estados Unidos e China não será feita à custa da Rússia. O presidente russo precisa de confirmar que continua a ter em Xi Jinping um aliado essencial.</p>
<p>A China é hoje o principal parceiro comercial da Rússia e um comprador central de energia russa, num contexto em que Moscovo foi empurrada para fora de muitos mercados ocidentais após a invasão da Ucrânia. A parceria com Pequim tornou-se, por isso, uma peça vital da sobrevivência económica e diplomática russa.</p>
<p><strong>A energia está no centro da relação?</strong></p>
<p>Sim. Um dos temas esperados na agenda é o gasoduto Força da Sibéria 2, projeto que poderá transportar até 50 mil milhões de metros cúbicos adicionais de gás por ano da Rússia para a China, através da Mongólia. Para Moscovo, seria uma forma de redirecionar parte da energia que antes tinha como destino preferencial a Europa. Para Pequim, seria uma via adicional de abastecimento, embora a China procure evitar dependências excessivas de um só fornecedor.</p>
<p>Este é um ponto essencial da relação: Putin precisa mais da China do que Xi precisa da Rússia. Moscovo procura mercado, financiamento, cobertura diplomática e margem estratégica. Pequim procura energia, influência e um parceiro útil no confronto indireto com o Ocidente, mas sem se comprometer totalmente com os custos da guerra russa.</p>
<p><strong>A China está do lado da Rússia?</strong></p>
<p>A China mantém oficialmente uma posição de neutralidade em relação à guerra na Ucrânia, mas essa neutralidade é contestada no Ocidente. Pequim não reconhece publicamente a invasão como uma agressão nos termos usados por Estados Unidos e União Europeia, continua a comprar energia russa e tem dado a Moscovo apoio económico e diplomático relevante. Ao mesmo tempo, nega fornecer ajuda letal à Rússia.</p>
<p>Xi Jinping não tem interesse numa derrota abrupta de Putin ou numa desestabilização do regime russo. Uma Rússia enfraquecida em excesso poderia criar instabilidade na fronteira norte da China e aumentar a pressão americana sobre Pequim. Mas Xi também não tem interesse numa guerra interminável que desgaste a economia global, aumente a pressão ocidental sobre empresas chinesas e mantenha a Europa alinhada com Washington.</p>
<p>É por isso que a relação China-Rússia é forte, mas não simétrica. Putin precisa de mostrar que não está isolado. Xi precisa de mostrar que tem influência sobre Moscovo, mas sem ser arrastado para a guerra.</p>
<p><strong>E qual é o verdadeiro jogo de Xi?</strong></p>
<p>O verdadeiro jogo de Xi Jinping é transformar a China numa potência de equilíbrio. Pequim quer ser suficientemente próxima de Moscovo para desafiar a ordem liderada pelos Estados Unidos, mas suficientemente aberta ao diálogo com Washington para evitar um confronto direto que prejudique a economia chinesa.</p>
<p>Ao receber Trump e Putin em sequência, Xi mostra três coisas. Primeiro, que a China é indispensável para qualquer conversa séria sobre estabilidade global. Segundo, que Pequim não aceita ser tratada como potência secundária. Terceiro, que os rivais da China também precisam dela.</p>
<p>A &#8216;Associated Press&#8217; sublinha que a visita de Putin reforça a imagem de uma China que procura relações estáveis tanto com Washington como com Moscovo, ao mesmo tempo que se posiciona como ator central num cenário internacional fragmentado.</p>
<p><strong>O que significa isto para a guerra na Ucrânia?</strong></p>
<p>A guerra na Ucrânia continua a ser o teste mais difícil para este equilíbrio. Trump insiste em avançar com um processo de paz, enquanto Putin procura preservar margem militar e política. Xi, por sua vez, pode ser visto como um eventual mediador credível por falar com Moscovo e Washington, mas não há sinais claros de que queira assumir plenamente esse papel.</p>
<p>A China pode preferir influenciar o conflito sem o liderar diplomaticamente. Isso permite-lhe preservar a relação com a Rússia, evitar assumir responsabilidades por um eventual fracasso negocial e manter a imagem de potência racional perante países do Sul Global.</p>
<p>Há ainda um dado importante: Putin chega a Pequim num momento de pressão interna e militar. A Rússia tem sido alvo de ataques ucranianos com drones de longo alcance, e a segurança em torno do Kremlin tem sido reforçada. O meio independente russo iStories noticiou que Putin e o seu círculo estão em “alerta máximo” desde março, devido a receios de fugas de informação, conspirações internas e possíveis ataques com drones.</p>
<p><strong>Conclusão: Xi está no centro, mas não controla tudo</strong></p>
<p>O trunfo diplomático de Xi Jinping não é controlar Trump ou Putin. É conseguir que ambos tenham de passar por Pequim.</p>
<p>A China apresenta-se como potência estável num mundo instável, como interlocutor de Washington e como aliado indispensável de Moscovo. Mas esse equilíbrio é delicado. Se se aproximar demasiado de Trump, arrisca inquietar Putin. Se proteger demasiado Putin, arrisca sanções e maior pressão ocidental. Se tentar mediar a guerra, pode falhar. Se nada fizer, pode ser acusada de beneficiar do conflito.</p>
<p>Ainda assim, neste momento, a imagem que Pequim quer projetar é clara: enquanto Estados Unidos e Rússia procuram reposicionar-se, Xi Jinping recebe-os, escuta-os e mostra que a China já não está à margem do tabuleiro. Está no centro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764947]]></sapo:autor>
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		<title>Novas revelações abalam Hungria: Magyar reabre escândalo dos indultos em caso de abusos sexuais que derrubou aliadas de Orbán</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 15:55:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Hungria]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[Viktor Orbán]]></category>
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					<description><![CDATA[Divulgação de novos documentos é apresentada por Magyar como uma das primeiras peças da regeneração institucional prometida para a “nova Hungria”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo Governo húngaro liderado por Péter Magyar reabriu o escândalo dos indultos que, em 2024, levou à queda da então presidente Katalin Novák e da antiga ministra da Justiça Judit Varga, avança o &#8216;ABC&#8217;. </p>
<p>A divulgação de novos documentos é apresentada por Magyar como uma das primeiras peças da regeneração institucional prometida para a “nova Hungria”, depois da derrota eleitoral de Viktor Orbán e do fim de 16 anos de domínio do Fidesz. A vitória de Magyar e do partido Tisza, em abril, foi descrita pelo próprio como uma mudança de regime, e o novo primeiro-ministro tem defendido a reconstrução de instituições democráticas e mecanismos de escrutínio.</p>
<p>“Chegou a hora de assumir a responsabilidade e dizer a verdade sobre o indulto”, afirmou Magyar, defendendo que o país “merece clareza” sobre um episódio que, nas suas palavras, “não foi um erro administrativo, mas um sintoma de um sistema que operava sem controlos reais”.</p>
<p>O escândalo rebentou em fevereiro de 2024, depois de um meio independente ter revelado que Katalin Novák concedera indulto a Endre K., antigo vice-diretor do orfanato de Bicske, condenado por encobrir abusos sexuais contra menores cometidos pelo diretor da instituição. A revelação provocou forte indignação pública e levou à demissão de Novák e de Judit Varga no espaço de poucos dias.</p>
<p>O caso agravou-se quando se soube que György Budaházy, figura da extrema-direita condenada por terrorismo no chamado caso Hunnia, também tinha sido indultado no mesmo dia. Segundo os documentos agora divulgados, os dois processos terão um ponto de contacto: o advogado Tamás Gaudí-Nagy, conhecido pelas ligações a círculos nacionalistas, que terá intervindo no pedido de clemência de Budaházy e participado também no processo relativo a Endre K.</p>
<p>De acordo com os documentos citados pelo &#8216;ABC&#8217;, a Direção de Indultos do Ministério da Justiça não recomendou a concessão de clemência a Endre K. e Judit Varga terá aprovado apenas três indultos, entre os quais não estaria o do antigo vice-diretor do orfanato. Magyar sustenta que o processo foi retirado do lote de pedidos e tratado de forma acelerada, fora do procedimento habitual.</p>
<p>A assinatura de Katalin Novák e a contra-assinatura de Judit Varga surgiram no mesmo dia, algo que Magyar classificou como “extraordinariamente incomum” e que, na sua leitura, “só pode ser explicado por pressão política interna”. </p>
<p>A imprensa húngara também noticiou que documentos entretanto tornados públicos indicam que o processo de clemência foi acelerado em 2023, no contexto da visita do Papa Francisco à Hungria.</p>
<p>Magyar condenou ainda o uso da visita papal como justificação política para aprovar um pacote de indultos que incluía decisões contrárias às recomendações técnicas do ministério. No total, segundo a leitura apresentada pelo novo Governo, dez indultos terão sido concedidos sem aval das estruturas responsáveis.</p>
<p>Mal assumiu funções, Magyar ordenou a procura de documentação que, segundo acusa, o Governo de Orbán terá recusado entregar à imprensa. Antes da tomada de posse, o líder do Tisza já tinha denunciado a alegada destruição de documentos por estruturas ligadas ao anterior Executivo e prometido responsabilização legal para quem apagasse provas relevantes.</p>
<p>A divulgação destes elementos abre uma nova frente política e judicial em Budapeste. Para Magyar, o caso dos indultos não é apenas um episódio do passado, mas um símbolo de uma rede de influência que, segundo o novo poder, operava nas sombras entre estruturas políticas, jurídicas e grupos próximos do antigo regime de Viktor Orbán.</p>
<p>A ofensiva interna coincide com uma tentativa de reposicionar a Hungria no plano externo. Magyar anunciou uma “nova era nas relações internacionais” e prepara uma viagem à Polónia e à Áustria, procurando reparar relações deterioradas pela proximidade de Orbán à Rússia e pela tensão persistente com parceiros europeus.</p>
<p>Na Polónia, o primeiro-ministro húngaro deverá reunir-se com Donald Tusk, com o Presidente Karol Nawrocki, com Lech Walesa e com o cardeal Grzegorz Rys, arcebispo metropolitano de Cracóvia. A agenda inclui ainda visitas simbólicas ao monumento a São João Paulo II e ao túmulo do rei Estêvão Báthory, na Catedral de Wawel.</p>
<p>Magyar quer também relançar a influência regional da Hungria através de uma proposta de reconfiguração política na Europa Central: aproximar o Grupo de Visegrado, formado por Hungria, Polónia, República Checa e Eslováquia, do chamado formato Austerlitz, que junta República Checa, Eslováquia e Áustria. A ambição é criar uma aliança regional com maior peso dentro da União Europeia, incluindo em matérias como a distribuição de fundos e subsídios.</p>
<p>O caso dos indultos torna-se, assim, uma primeira prova política para a promessa de transparência de Magyar. Ao expor documentos ligados a um dos escândalos mais sensíveis dos últimos anos na Hungria, o novo Governo procura marcar distância em relação ao período Orbán e apresentar a “nova Hungria” como um projeto de responsabilização interna e reaproximação europeia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764937]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Elon Musk impõe novos travões no &#8216;X&#8217;: utilizadores gratuitos são os mais afetados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 15:46:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Elon Musk]]></category>
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					<description><![CDATA[Página oficial de ajuda do 'X' confirma que os limites atuais para contas não verificadas incluem 50 publicações originais e 200 respostas por dia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A rede social &#8216;X&#8217; introduziu novos limites para contas não verificadas, que passam a poder publicar apenas 50 posts originais e responder a 200 comentários por dia, noticia o &#8216;El Economista&#8217;. A alteração foi feita de forma discreta e surge detalhada numa atualização da Central de Ajuda da plataforma, propriedade de Elon Musk.</p>
<p>A página oficial de ajuda do &#8216;X&#8217; confirma que os limites atuais para contas não verificadas incluem 50 publicações originais e 200 respostas por dia. A plataforma acrescenta que estes limites diários são divididos em limites menores por intervalos de meia hora.</p>
<p>As restrições afetam também outras funcionalidades. As mensagens diretas continuam limitadas a 500 por dia, enquanto o limite técnico de seguimento é de 400 contas por dia. Além disso, quando uma conta passa a seguir 5.000 perfis, novas tentativas de seguimento ficam sujeitas a rácios específicos entre seguidores e contas seguidas.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, vários utilizadores começaram nos últimos dias a reportar dificuldades na utilização das contas, antes de se perceber que os problemas estavam relacionados com a atualização dos limites de uso da plataforma.</p>
<p>A mudança representa uma redução significativa face aos limites anteriormente apresentados na Central de Ajuda. De acordo com a imprensa tecnológica, versões anteriores da página indicavam um limite de 2.400 atualizações por dia, sem referência específica ao novo travão de 50 publicações originais e 200 respostas para contas não verificadas.</p>
<p>O &#8216;X&#8217; justifica a existência destes limites com razões técnicas. A plataforma afirma que as restrições servem para reduzir a carga sobre os sistemas internos, diminuir períodos de indisponibilidade e evitar páginas de erro. A rede social acrescenta que, quando um utilizador atinge um limite, recebe uma mensagem de erro a indicar qual foi a restrição alcançada.</p>
<p>Na prática, os novos limites tornam mais restritiva a utilização gratuita do &#8216;X&#8217; para utilizadores mais ativos. Quem quiser publicar com maior frequência poderá ter de aderir a uma assinatura paga, uma vez que as restrições visam especificamente contas não verificadas.</p>
<p>A decisão surge num momento em que o &#8216;X&#8217; tem vindo a reforçar a diferenciação entre utilizadores gratuitos e subscritores, depois de a verificação ter passado a estar associada a planos pagos. Para criadores de conteúdo, jornalistas, marcas e utilizadores que publicam várias vezes ao dia, os novos limites podem alterar a forma como a plataforma é usada.</p>
<p>Ainda assim, a empresa enquadra a medida como uma questão de fiabilidade técnica e não como uma limitação editorial. O &#8216;X&#8217; afirma que os limites podem ser temporariamente reduzidos em períodos de maior utilização da plataforma, caso seja necessário proteger a estabilidade do serviço.</p>
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		<title>Sabe o que é a “Taxa de Desorganização”? O dinheiro invisível que perde todos os meses sem perceber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 15:37:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Cláudia Ganhão]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de Desorganização]]></category>
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					<description><![CDATA[Cláudia Ganhão, especialista em Organização Pessoal Minimalista, refere que este custo invisível está também associado ao cansaço, à sobrecarga mental e à tendência para viver em piloto automático]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chegar ao final do mês com a sensação de não ter feito grandes compras e, ainda assim, perceber que sobrou menos dinheiro do que o esperado é uma realidade comum para muitas famílias. Em muitos casos, o problema não está numa grande despesa, mas num conjunto de pequenas perdas silenciosas que se acumulam no dia a dia.</p>
<p>A esse fenómeno, Cláudia Ganhão, especialista em Organização Pessoal Minimalista, chama “Taxa de Desorganização”: o dinheiro invisível que se perde todos os meses sem grande perceção, através de subscrições esquecidas, comida desperdiçada, compras repetidas, multas por atrasos ou serviços que continuam ativos porque nunca houve tempo para cancelar.</p>
<p>Não se trata apenas de uma questão financeira. Segundo a especialista, este custo invisível está também associado ao cansaço, à sobrecarga mental e à tendência para viver em piloto automático.</p>
<p>“Muitas mulheres vivem com demasiadas decisões na cabeça ao mesmo tempo: trabalho, filhos, casa, horários, refeições, compromissos, tarefas domésticas e gestão da vida familiar. Quando o cansaço mental aumenta, a capacidade de decidir diminui. E é precisamente aí que começam as pequenas perdas diárias que, somadas ao longo do mês, representam um impacto real no orçamento. Quando estamos cansadas e desorganizadas, decidimos pior. Adiamos. Esquecemo-nos. Compramos sem necessidade. E isso paga-se”, explica Cláudia Ganhão.</p>
<p><strong>Pequenas perdas que pesam no orçamento</strong></p>
<p>A “Taxa de Desorganização” raramente aparece de forma evidente. Não resulta, na maioria dos casos, de uma decisão financeira errada ou de uma compra de grande valor, mas da repetição de pequenos comportamentos automáticos.</p>
<p>Entre os exemplos mais comuns estão pagar subscrições que já não são usadas, comprar produtos repetidos por desconhecimento do que existe em casa, desperdiçar alimentos por falta de planeamento, pagar taxas ou juros por atrasos e fazer compras impulsivas no final de um dia cansativo.</p>
<p>Segundo Cláudia Ganhão, esta relação entre cansaço mental e más decisões financeiras é particularmente relevante num contexto em que muitas pessoas acumulam responsabilidades profissionais, familiares e domésticas.</p>
<p><strong>Organização como ferramenta financeira e emocional</strong></p>
<p>Para a especialista, reduzir a “Taxa de Desorganização” não significa controlar todos os aspetos da vida de forma rígida, nem viver dependente de listas ou sistemas complexos. A resposta passa antes por simplificar rotinas e criar pequenas estruturas que evitem perdas recorrentes.</p>
<p>“Organizar a vida não é viver obcecada com listas ou perfeição. É cuidar do básico antes do caos aparecer. A organização pessoal minimalista propõe reduzir excesso, criar pequenas estruturas de apoio e facilitar o dia a dia. Porque, quanto menos decisões desnecessárias existirem, menor é o desgaste mental, e menor é também a tendência para perdas invisíveis”, refere.</p>
<p><strong>6 mudanças simples para reduzir a “Taxa de Desorganização”</strong></p>
<p><strong>Rever subscrições uma vez por mês</strong></p>
<p>Criar um momento fixo para verificar pagamentos automáticos ajuda a evitar despesas com serviços esquecidos ou que já não são utilizados.</p>
<p><strong>Planear refeições simples para a semana</strong></p>
<p>Ter uma ideia base das refeições reduz o desperdício alimentar e diminui a probabilidade de compras impulsivas.</p>
<p><strong>Fazer listas antes de comprar</strong></p>
<p>Uma lista simples ajuda a evitar compras repetidas e permite manter o foco no essencial.</p>
<p><strong>Criar um sistema visível para contas e prazos</strong></p>
<p>Agenda, calendário ou lembretes podem ajudar a evitar multas, juros e esquecimentos.</p>
<p><strong>Organizar pequenas áreas da casa regularmente</strong></p>
<p>Saber o que existe em casa reduz compras duplicadas e facilita decisões mais conscientes.</p>
<p><strong>Evitar decisões importantes no fim do dia</strong></p>
<p>O cansaço reduz a clareza. Sempre que possível, as decisões financeiras devem ser tomadas com descanso e atenção.</p>
<p>Para Cláudia Ganhão, a mudança não precisa de ser radical. O essencial é começar por pequenos passos que reduzam o ruído mental e tornem a gestão da vida diária mais simples.</p>
<p>“A verdadeira organização começa no ritmo. Quando vivemos sempre a correr, pagamos com energia, tempo e dinheiro. E muitas vezes nem percebemos. A boa notícia é que a mudança não precisa ser radical. Podem ser pequenos passos, simples, os possíveis no momento. E, aos poucos, essa ‘taxa invisível’ pode deixar de existir”, conclui.</p>
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		<item>
		<title>Porsche, Maserati e Ferrari roubados de garagem “ultrassegura” em Paris: 20 carros de luxo desapareceram numa noite</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2026 15:28:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Roubo aconteceu na noite de 16 para 17 de maio, no 15º arrondissement da capital francesa, e envolveu modelos de elevado valor]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo de cerca de 15 homens roubou mais de 20 carros de luxo de um serviço de concierge automóvel em Paris, numa operação que está a gerar surpresa em França devido ao nível de segurança do local e à dimensão do assalto, avança o &#8216;L’Automobile Magazine&#8217;.</p>
<p>O roubo aconteceu na noite de 16 para 17 de maio, no 15º arrondissement da capital francesa, e envolveu modelos de elevado valor como Porsche, Maserati, Jaguar, Bentley e uma Ferrari 458 Italia pertencente a um cliente da garagem. O caso está a ser investigado pela Brigada de Repressão ao Banditismo francesa, que já deteve cerca de uma dúzia de suspeitos.</p>
<p>O que mais surpreendeu as autoridades e o setor automóvel foi o facto de o serviço se apresentar como uma estrutura “ultrassegura”, equipada com acesso por impressão digital, câmaras em funcionamento permanente, posto de segurança e patrulhas regulares. Ainda assim, os assaltantes conseguiram entrar pela entrada pedonal, aceder às chaves e aos documentos dos veículos e sair com os carros sem levantar suspeitas imediatas.</p>
<p>Segundo relatos citados pela publicação francesa, a operação foi tão calma e organizada que várias testemunhas pensaram tratar-se apenas da saída normal de veículos da garagem. Alguns homens conduziam os automóveis roubados enquanto outros acompanhavam a operação em motas.</p>
<p>A investigação aponta para uma ação cuidadosamente planeada e não para um roubo oportunista. O número de envolvidos, a rapidez da operação e o conhecimento detalhado do local sugerem que o grupo já sabia exatamente onde estavam guardados os veículos, as chaves e a documentação.</p>
<p>O caso está também a levantar questões sobre o crescimento dos serviços de concierge automóvel de luxo, que se expandiram nos últimos anos em grandes cidades europeias. Estas empresas oferecem estacionamento seguro, lavagem, manutenção, carregamento de baterias e gestão completa de veículos exclusivos para clientes que pretendem delegar a administração dos carros.</p>
<p>Mas o assalto expôs um paradoxo: ao concentrarem dezenas de carros de elevado valor, juntamente com chaves e documentos, estas estruturas podem transformar-se em alvos particularmente atrativos para redes de crime organizado.</p>
<p>“O cofre tornou-se o ponto fraco”, resume o &#8216;L’Automobile Magazine&#8217;, comparando o caso a outros setores onde a concentração de bens valiosos num único espaço aumenta o risco de operações altamente lucrativas para grupos criminosos.</p>
<p>Entre os modelos roubados estava uma Ferrari 458 Italia, além de vários Porsche, Jaguar e Bentley, num prejuízo potencial que poderá atingir vários milhões de euros. Até ao momento, as autoridades francesas não divulgaram quantos veículos foram recuperados.</p>
<p>O caso está a gerar preocupação entre proprietários de superdesportivos e empresas de armazenamento automóvel premium, num momento em que estes serviços se tornaram cada vez mais populares entre clientes com coleções privadas ou múltiplos veículos de luxo.</p>
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		<title>Irão: PCP pressiona PS a aprovar inquérito sobre Lajes após &#8220;indignação&#8221; socialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 14:54:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PCP pressionou hoje o PS a aprovar a proposta comunista de criar uma comissão de inquérito sobre a utilização norte-americana da Base das Lajes, nos Açores, após a "indignação" socialista sobre o tema.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral do PCP pressionou hoje o PS a aprovar a proposta comunista de criar uma comissão de inquérito sobre a utilização norte-americana da Base das Lajes, nos Açores, após a &#8220;indignação&#8221; socialista sobre o tema.</p>
<p>&#8220;Depois daquela conversa toda do PS, depois daquela indignação do PS, depois de ter a iniciativa de chamar o ministro [dos Negócios Estrangeiros], não há nenhuma razão, não vejo nenhuma razão para que o PS possa votar contra a nossa iniciativa&#8221;, argumentou Paulo Raimundo em declarações à Lusa à margem de um almoço nos Estaleiros da Câmara Municipal da Amadora.</p>
<p>Em causa está uma notícia do semanário Expresso que indica que o PS se está a preparar para votar contra as iniciativas de PCP e BE que pretendem uma comissão de inquérito sobre a utilização pelos Estados Unidos da América da Base das Lajes, no arquipélago dos Açores, no âmbito do conflito dos norte-americanos e Israel contra o Irão.</p>
<p>Paulo Raimundo salientou que a iniciativa do PCP quer &#8220;aprofundar todo o grau de questões que se relacionam com o nosso território nacional, com o nosso espaço aéreo nacional, para com a agressão ao Irão por parte dos Estados Unidos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Tenho dito e vou voltar a dizer: Portugal não é um apêndice dos Estados Unidos. Perante esta premissa, é preciso que o nosso território e o espaço aéreo estejam salvaguardados, de se constituir como um elemento de agressor ao outro país. A nossa Constituição é muito clara sobre esta matéria&#8221;, salientou.</p>
<p>Considerando que caso vote contra o PS estará a cometer &#8220;um erro político&#8221;, o líder do PCP sustentou que o tema em causa é profundo e &#8220;muito sensível&#8221;, exigindo respostas mais aprofundadas do que apenas uma audição do ministro no parlamento.</p>
<p>&#8220;Acho que o PS tem que ser coerente&#8221;, avisou, acrescentando que &#8220;ficaria muito surpreendido se o PS agora se alinhasse com o PSD e com o CDS para inviabilizar a comissão de inquérito&#8221;.</p>
<p>Sobre as declarações do ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, esta segunda-feira, o secretário-geral do PCP insistiu que o governante &#8220;meteu-se numa grande embrulhada&#8221;,</p>
<p>&#8220;Mas o problema não é o senhor ministro ter-se metido numa grande embrulhada, porque isso era lá com ele. O problema é que essa embrulhada embrulhou o país&#8221;, criticou.</p>
<p>A utilização da Base das Lajes, nos Açores, pelos Estados Unidos da América, voltou à ordem do dia depois de na quinta-feira, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, ter elogiado Portugal por aceitar o pedido dos Estados Unidos para utilizar a base no conflito com o Irão. Em entrevista à Fox News, Marco Rubio disse mesmo que essa autorização foi dada ainda antes de Portugal saber qual seria o pedido.</p>
<p>Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros referiu que &#8220;o pedido a Portugal para utilização da Base das Lajes só foi feito já depois do ataque ao Irão, sendo que o Governo português só autorizou mediante condições que foram logo tornadas públicas e que são conhecidas&#8221;.</p>
<p>Na segunda-feira, Paulo Rangel disse estar disponível para ser ouvido pela comissão de Negócios Estrangeiros e das Comunidades Portuguesas sobre o tema, após o PS ter anunciado que iria chamar o ministro ao parlamento e o PCP e BE terem proposto a criação de uma comissão parlamentar de inquérito.</p>
<p>Contudo, o chefe da diplomacia portuguesa não deverá ser ouvido pelo parlamento sobre a base das Lajes esta semana, uma vez que não está agendada nenhuma reunião da comissão de Negócios Estrangeiros, disse à Lusa fonte parlamentar.</p>
<p>Os requerimentos destes partidos serão votados &#8220;com a maior urgência&#8221; na próxima reunião, prevista para dia 26, segundo a mesma fonte.</p>
<p>A Base das Lajes, nos Açores, é utilizada militarmente pelos EUA no âmbito de um acordo de cooperação.</p>
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		<title>Chega desafia PSD a dizer se acompanha revisão constitucional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 14:53:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O líder parlamentar do Chega, Pedro Pinto, desafiou hoje o PSD a dizer se vai participar no processo de revisão constitucional desencadeado pelo seu partido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O líder parlamentar do Chega, Pedro Pinto, desafiou hoje o PSD a dizer se vai participar no processo de revisão constitucional desencadeado pelo seu partido.</p>
<p>&#8220;Este é o momento para o PSD se definir. O que é que o PSD vai fazer?&#8221;, questionou, afirmando que &#8220;há dirigentes do PSD que dizem uma coisa, há outros dirigentes que dizem outra&#8221;.</p>
<p>Falando no encerramento das jornadas parlamentares do Chega, em Viseu, o deputado considerou que o PSD &#8220;tem que se definir&#8221; e &#8220;vai ter que dizer, vai acompanhar ou não o Chega na revisão constitucional&#8221;.</p>
<p>&#8220;Se vai ser verdadeiro de centro-direita ou se quer ser de centro-esquerda e entregar-se mais uma vez à esquerda e ao PS&#8221;, referiu, argumentando que &#8220;agora não há dois caminhos&#8221;.</p>
<p>Pedro Pinto considerou que este é um &#8220;período único da História&#8221;, em que existe &#8220;uma larga maioria direita no Parlamento&#8221;.</p>
<p>&#8220;Podemos fazer uma grande revisão constitucional e esperamos, certamente, que ela seja feita&#8221;, indicou.</p>
<p>Na sua intervenção, o líder parlamentar indicou que também o Chega está disponível para trabalhar em conjunto e negociar e sustentou que o partido tem sido &#8220;um fator de estabilidade em Portugal e deste Governo&#8221;.</p>
<p>Mas avisou que o partido quer &#8220;fazer diferente&#8221; e não abdica dos seus valores e princípios.</p>
<p>&#8220;Nós estamos ali para honrar um mandato que foi o povo que nos deu há um ano e para cumprir o nosso programa eleitoral. É isso que nos faz diferentes. Porque se nós fôssemos iguais aos outros, o Chega não tinha razão para existir&#8221;, defendeu.</p>
<p>Pedro Pinto pediu também ao Governo que quando se sente à mesa com o Governo seja para negociar efetivamente e não chegar com uma proposta fechada.</p>
<p>&#8220;Vamos refazer as reformas que este país merece e precisa. Ninguém tem dúvidas que essas reformas são precisas. No entanto, continuamos com um Governo que fala muito e faz pouco&#8221;, criticou, classificando o executivo como um &#8220;Governo de propaganda&#8221;.</p>
<p>O líder parlamentar do Chega assinalou que estas são as primeiras jornadas parlamentares desde que o partido passou a segunda maior força no parlamento, quando passa um ano desde as últimas eleições legislativas.</p>
<p>Sobre a reforma laboral, Pedro Pinto classificou como &#8220;o maior erro do Governo&#8221; e defendeu que, mais do que uma reforma laboral, o país precisa de &#8220;uma reforma salarial&#8221;.</p>
<p>E defendeu que a defesa dos trabalhadores são pode ser só uma bandeira da esquerda.</p>
<p>&#8220;Nós temos de ser aquela direita social que faz falta em Portugal, temos de ser aquele espaço esquecido na direita, que o CDS esqueceu e que o PSD, ao fim e ao cabo, nunca esteve lá&#8221;, sustentou.</p>
<p>Pedro Pinto enalteceu também a proposta do Chega para baixar a idade da reforma, classificando como &#8220;uma ideia brilhante&#8221; de André Ventura.</p>
<p>O deputado referiu que o Chega quer uma redução gradual até aos 65 anos e recusou as críticas que colam o Chega aos socialistas,</p>
<p>&#8220;Quando nós dizemos que a polícia deve ter mais autoridade, que deve usar mais a arma, e em casos específicos, eles dizem que somos salazaristas. Agora que dizemos que queremos baixar a reforma das pessoas, somos socialistas. Não, meus amigos, aquilo que nós somos é cheguistas, cheguistas para mudar este país e para dar dignidade a todos os trabalhadores&#8221;, salientou.</p>
<p>Quanto à reforma do Estado, classificou-a como &#8220;aquela treta que o ministro Gonçalo Matias arranjou para dizer que querem reformar alguma coisa&#8221;.</p>
<p>Sobre o fim do visto prévio do Tribunal de Contas, Pedro Pinto considerou que vai ser &#8220;um bar aberto à corrupção&#8221; e que não é &#8220;para melhorar a vida dos portugueses&#8221;, mas sim para &#8220;melhorar o bolso deles e para facilitar todas estas obras&#8221; e &#8220;alimentar as suas clientelas&#8221;, e defendeu mais transparência.</p>
<p>&#8220;É isso que nós não podemos deixar, temos que ir frontalmente contra este fim do visto prévio do Tribunal de Contas&#8221;, indicou, depois de o líder do partido já ter anunciado o voto contra.</p>
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		<title>Pacote laboral entregue no Parlamento &#8220;confirma tudo o que é negativo&#8221;, acusa PCP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 14:51:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PCP considerou hoje que a proposta do Governo entregue no parlamento que altera a legislação laboral "confirma tudo o que era negativo" e voltou a pressionar Seguro a rejeitar o diploma caso chegue a Belém.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral do PCP considerou hoje que a proposta do Governo entregue no parlamento que altera a legislação laboral &#8220;confirma tudo o que era negativo&#8221; e voltou a pressionar Seguro a rejeitar o diploma caso chegue a Belém.</p>
<p>&#8220;Chegou hoje à Assembleia da República a proposta do Governo sobre o pacote laboral, que confirma tudo. Tudo aquilo que era negativo está confirmado e reconfirmado, tem muitas coisas más, não há nenhuma alteração para melhorar a atual lei, tudo o que vem é para piorar: mais precariedade, mais redução dos horários, mais pressão sob os salários, despedimentos sem justa causa, está lá tudo&#8221;, criticou Paulo Raimundo.</p>
<p>O secretário-geral dos comunistas fazia declarações à agência Lusa depois de ter almoçado com trabalhadores dos Estaleiros da Câmara Municipal da Amadora.</p>
<p>Raimundo defendeu que os trabalhadores &#8220;precisam de ser valorizados&#8221; e que &#8220;o país precisa de tudo menos de pacotes laborais que ainda infernizam mais a vida desta gente&#8221;.</p>
<p>Interrogado sobre o facto de Luís Montenegro, enquanto presidente do PSD que se recandidata ao cargo, insistir na sua moção de estratégia global que rever a legislação laboral é &#8220;condição para atração de investimento e crescimento da economia&#8221;, Raimundo respondeu que &#8220;os compromissos do primeiro-ministro com o grande patronato são muito grandes&#8221;.</p>
<p>&#8220;Isso é visível em tudo: é na saúde, na Segurança Social, na habitação e é também na legislação laboral. Não há almoços grátis&#8221;, argumentou.</p>
<p>Já sobre os apelos do presidente do Chega, André Ventura, para que o Governo faça um esforço de aproximação com o seu partido sobre a reforma laboral, Paulo Raimundo realçou que &#8220;não é o posicionamento deste ou de outro partido que vai determinar o fim deste processo, muito menos de partidos cambalhota como o Chega&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não há política direita, não há compromissos com o grande patronato, não há maioria de direita suficiente na Assembleia da República para impor uma coisa com a qual a grande maioria dos trabalhadores está contra. E portanto, não pensem que as suas manobras, as suas cambalhotas, as suas golpadas, que têm sempre como objetivo pôr o pé em cima das costas de quem trabalha, podem ter sucesso&#8221;, alertou.</p>
<p>Questionado sobre o que espera do Presidente da República, António José Seguro, caso o diploma seja aprovado no parlamento e chegue até Belém para promulgação, Paulo Raimundo lembrou a mensagem do chefe de Estado no Dia do Trabalhador.</p>
<p>&#8220;Permita-me socorrer-me da própria mensagem do senhor Presidente no dia 01 de maio quando disse, resumindo, que o país não vai lá com precariedade. E, portanto, se o país não vai lá com precariedade, em consciência, alguém que considera isso não pode acompanhar um pacote laboral que, no fundamental, aquilo que quer é perpetuar a precariedade para todos. E portanto, tem que agir em conformidade com isso&#8221;, avisou.</p>
<p>A proposta de lei do Governo de revisão da legislação laboral deu hoje entrada no &#8216;site&#8217; da Assembleia da República, depois de ter sido aprovada em Conselho de Ministros na quinta-feira passada.</p>
<p>O texto contempla &#8220;mais de 50 alterações&#8221; ao anteprojeto inicial, das quais 12 provenientes da UGT, segundo a ministra do Trabalho.</p>
<p>Entre as principais medidas, o Governo manteve a versão inicial do seu anteprojeto relativa ao prazo dos contratos, prevendo que volte a ter um máximo de três anos no caso dos contratos a termo certo e de cinco anos a termo incerto, apesar de durante as negociações ter sido admitido manter as durações atuais (de dois e quatro anos, respetivamente).</p>
<p>É revogada a norma relativa à proibição de recurso ao &#8216;outsourcing&#8217; [contratação de trabalho externo] durante um ano após despedimentos, e no que toca ao banco de horas por acordo &#8211; uma medidas mais criticadas pelas centrais sindicais &#8211; estabelece-se que &#8220;pode ser instituído por acordo expresso entre o empregador e o trabalhador&#8221; na falta de convenção coletiva de trabalho.</p>
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		<title>VOYAH antecipa SUV coupé elétrico com tecnologia Huawei e aerodinâmica extrema</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2026 14:27:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Desenvolvido como um modelo estratégico para uma nova ofensiva de expansão internacional da gama VOYAH, o FE apresenta uma silhueta desportiva inspirada nos modelos Gran Turismo, combinando proporções musculadas com soluções aerodinâmicas de elevada sofisticação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A VOYAH, marca de veículos elétricos premium do Grupo Dongfeng Motor Corporation, revelou as primeiras imagens teaser do novo concept VOYAH FE, o seu primeiro SUV coupé totalmente elétrico. O modelo antecipa uma nova proposta da marca chinesa no cruzamento entre performance, eficiência aerodinâmica e condução inteligente.</p>
<p>Desenvolvido como um modelo estratégico para uma nova ofensiva de expansão internacional da gama VOYAH, o FE apresenta uma silhueta desportiva inspirada nos modelos Gran Turismo, combinando proporções musculadas com soluções aerodinâmicas de elevada sofisticação.</p>
<p>O novo concept SUV coupé integra 10 canais de fluxo de ar na carroçaria, 18 entradas de ventilação e grelhas dianteiras ativas duplas, elementos concebidos para otimizar a eficiência aerodinâmica e reforçar a estabilidade dinâmica a alta velocidade.</p>
<p>Entre os elementos técnicos mais distintivos estão as linhas aerodinâmicas no capot, que direcionam o fluxo de ar sobre a carroçaria, as aberturas nos guarda-lamas dianteiros, destinadas a reduzir a turbulência nas cavas das rodas, e um spoiler traseiro desportivo de perfil oco, desenvolvido para maximizar o apoio aerodinâmico sem prejudicar a eficiência energética.</p>
<p>O conjunto é completado por jantes de 21 polegadas e pinças de travão desportivas, reforçando o posicionamento do FE como um concept elétrico de vocação premium e dinâmica.</p>
<p>A tecnologia será um dos principais argumentos do novo VOYAH FE. No centro da proposta está a nova geração do sistema inteligente Huawei Qiankun ADS 5, apoiado numa arquitetura de perceção composta por 32 sensores.</p>
<p>Este sistema inclui quatro unidades LiDAR Huawei de 896 linhas, três radares 4D de ondas milimétricas na dianteira, dois radares traseiros, 11 câmaras de alta definição e 12 sensores de estacionamento.</p>
<p>Segundo a marca, o sistema será capaz de detetar obstáculos com apenas 14 centímetros de altura a uma distância até 120 metros, mesmo em condições climatéricas adversas. O objetivo passa por elevar os padrões de segurança ativa e de assistência à condução, reforçando o papel da inteligência artificial e da perceção avançada nos futuros modelos da VOYAH.</p>
<p>A data de estreia comercial do modelo definitivo ainda não está definida. Ainda assim, o concept FE surge como uma peça relevante na estratégia global da marca elétrica do Grupo Dongfeng, que pretende reforçar a presença no segmento premium dos veículos elétricos e eletrificados.</p>
<p>Integrada no Grupo Dongfeng Motor, a VOYAH tem vindo a consolidar-se como uma das marcas emergentes mais ambiciosas da nova mobilidade elétrica premium chinesa, apostando em conectividade, inteligência artificial aplicada ao automóvel e soluções avançadas de condução assistida.</p>
<p>Em Portugal, a VOYAH conta com uma gama 100% elétrica composta pelo MPV DREAM, pelo SUV FREE e pelo novo SUV COURAGE, disponíveis em 13 concessionários distribuídos pelo continente e pelos Açores.</p>

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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764811]]></sapo:autor>
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		<title>Lotes de dois protetores solares para bebés retirados do mercado, alerta Infarmed</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lotes-de-dois-protetores-solares-para-bebes-retirados-do-mercado-alerta-infarmed/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 14:26:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O INFARMED emitiu um alerta para dois protetores solares infantis SPF 50 retirados do mercado austríaco após terem sido detetadas discrepâncias entre os resultados laboratoriais do fator de proteção solar (FPS) e os valores apresentados na rotulagem.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O INFARMED emitiu um alerta para dois protetores solares infantis SPF 50 retirados do mercado austríaco após terem sido detetadas discrepâncias entre os resultados laboratoriais do fator de proteção solar (FPS) e os valores apresentados na rotulagem. Em causa estão os lotes Fresh Baby Sunscreen High SPF 50, da marca Ringana, lote 103362506241, e Organic Babycare Baby &#038; Kids Suncream 50, da marca Alma, lote L9998.</p>
<p>De acordo com a Circular Informativa n.º 050/CD/550.20.001 do INFARMED, publicada a 15 de maio de 2026, a autoridade nacional do medicamento teve conhecimento da situação na sequência dos alertas europeus Safety Gate n.º SR/00726/26 e SR/00832/26. O regulador português explica que os produtos “apresentaram discrepâncias relativas aos resultados laboratoriais obtidos para o fator de proteção solar (FPS) analisado e ao descrito na rotulagem”, motivo pelo qual “não se encontram em conformidade com a legislação vigente para os produtos cosméticos”.</p>
<p>Segundo o INFARMED, os dois lotes já foram retirados do mercado austríaco. Apesar de, até ao momento, não existir evidência de comercialização destes produtos em Portugal, a autoridade sublinha que o risco associado à sua utilização e a livre circulação de cosméticos no espaço económico europeu justificam medidas preventivas. Nesse sentido, recomenda que os produtos “não sejam adquiridos nem utilizados”.</p>
<p>O comunicado refere ainda que, para esclarecimentos adicionais, os consumidores devem contactar as empresas responsáveis sediadas na Áustria: a Ringana GmbH, no caso do Fresh Baby Sunscreen High SPF 50, e a Babycare GmbH, relativamente ao Organic Babycare Baby &#038; Kids Suncream 50. O INFARMED pede também que qualquer eventual presença destes produtos em território nacional seja comunicada à Direção de Produtos de Saúde através do endereço eletrónico oficial da entidade.</p>
<p>O alerta surge numa altura de maior procura por protetores solares infantis, sobretudo com a aproximação do verão, e reforça a importância da conformidade dos níveis de proteção indicados na rotulagem destes produtos destinados a bebés e crianças.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764860]]></sapo:autor>
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		<title>Pacote Laboral: Nova compensação por despedimento só conta a partir da entrada em vigor da lei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 14:14:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo entregou esta terça-feira na Assembleia da República a proposta de lei do novo pacote laboral, confirmando que o aumento da compensação por despedimento coletivo só terá efeitos para o futuro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo entregou esta terça-feira na Assembleia da República a proposta de lei do novo pacote laboral, confirmando que o aumento da compensação por despedimento coletivo só terá efeitos para o futuro. A proposta prevê que a indemnização passe dos atuais 14 para 15 dias de retribuição base e diuturnidades por cada ano de antiguidade, mas apenas relativamente ao período de trabalho prestado após a entrada em vigor da nova lei. Nos contratos já em curso, o tempo anterior continuará sujeito às regras atuais.</p>
<p>A proposta aprovada em Conselho de Ministros a 14 de maio mantém grande parte das alterações previstas no anteprojeto conhecido em julho do ano passado. Entre as principais medidas estão o alargamento dos motivos e da duração dos contratos a prazo, o fim das limitações ao recurso ao outsourcing nos 12 meses seguintes a despedimentos e a possibilidade de qualquer empregador, independentemente da dimensão da empresa, pedir ao tribunal que afaste a reintegração de trabalhadores despedidos ilicitamente.</p>
<p>No caso das compensações por despedimento, o Executivo acabou por incorporar uma solução negociada com os parceiros sociais que não constava inicialmente do anteprojeto. Tal como já tinha acontecido em 2023, quando a compensação subiu de 12 para 14 dias, o novo aumento não terá aplicação retroativa. A proposta determina que os 15 dias “aplicam-se apenas ao período da duração da relação contratual contado do início da vigência e produção de efeitos da presente lei”, o que significa que apenas o tempo de trabalho futuro será abrangido pelo novo cálculo.</p>
<p>O diploma estabelece ainda novas regras para os bancos de horas. A norma que obriga as empresas a pagar as horas acumuladas com um acréscimo de 25% será aplicada ao saldo existente no momento da entrada em vigor da lei, tendo como referência os últimos 12 meses. Já os bancos de horas grupais aprovados por referendo serão eliminados, prevendo o Governo um prazo de um ano para a cessação desta modalidade.</p>
<p>Recorde-se que a proposta de lei surge depois de o Executivo não ter conseguido alcançar um acordo em Concertação Social com as confederações patronais e a UGT. Sem maioria parlamentar, a AD ficará dependente do apoio do PS ou do Chega para garantir a aprovação final do pacote laboral no Parlamento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764855]]></sapo:autor>
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		<title>Reflexões jurídico-laborais para a conciliação profissão-maternidade</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/manha-o-dia-do-trabalhador-e-o-dia-da-mae-uma-reflexao-juridico-laboral-sobre-a-conciliacao-entre-vida-profissional-parentalidade-e-saude-mental/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 14:11:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Ana Rita Nascimento, head do Departamento de Trabalho e Segurança Social da Fieldfisher Portugal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-tfxagn" class="brxe-block">
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<p><strong><em>Por Ana Rita Nascimento, head do Departamento de Trabalho e Segurança Social da Fieldfisher Portugal</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A proximidade entre o Dia do Trabalhador, assinalado a 1 de Maio, e o Dia da Mãe, celebrado este ano a 3 de Maio, oferece um enquadramento particularmente oportuno para revisitar, sob uma perspectiva jurídico-laboral, os desafios inerentes à conciliação entre a vida profissional e a vida familiar, com especial enfoque na realidade das mulheres trabalhadoras que são mães.</p>
<p>O Direito do Trabalho tem vindo a evoluir no sentido de reconhecer a centralidade da pessoa do trabalhador, não apenas enquanto pessoa que produz, mas enquanto titular de direitos fundamentais que abrangem a sua dimensão familiar, pessoal e social. Neste contexto, a protecção da parentalidade assume particular relevância, encontrando consagração constitucional e densificação no regime jurídico-laboral, designadamente no que respeita a licenças parentais, regimes de flexibilidade de horário e protecção contra discriminação.</p>
<p>Todavia, apesar do quadro normativo existente, a prática revela a persistência de assimetrias significativas. As mulheres, e em particular as mães, continuam a assumir uma parcela desproporcionada das responsabilidades familiares e domésticas, o que se reflecte numa sobrecarga funcional que transcende o âmbito estritamente laboral. Esta realidade coloca em evidência a necessidade de uma interpretação e aplicação efectivas das normas jurídicas que asseguram a igualdade de género e a não discriminação no trabalho, bem como a promoção de mecanismos que garantam uma verdadeira conciliação entre as diversas esferas da vida do trabalhador.</p>
<p>Acresce que o actual contexto de transformação digital, impulsionado pela crescente utilização de ferramentas de inteligência artificial, introduz novos desafios no domínio das relações laborais. Se, por um lado, estas tecnologias potenciam ganhos de eficiência e produtividade, por outro, contribuem para a intensificação do trabalho e para a diluição das fronteiras entre o tempo de trabalho e o tempo de descanso. A disponibilidade permanente, frequentemente exigida de forma implícita, pode configurar uma violação do direito ao repouso e à desconexão, colocando em causa direitos do trabalhador.</p>
<p>Neste cenário, importa sublinhar a relevância do direito à saúde, incluindo a saúde mental, enquanto dimensão indissociável da relação laboral. O empregador encontra-se juridicamente vinculado ao dever de assegurar condições de trabalho que salvaguardem a integridade física e psíquica do trabalhador, nos termos da legislação aplicável em matéria de segurança e saúde no trabalho. A sobrecarga laboral, quando sistemática e desproporcionada, pode configurar uma violação destes deveres, com as inerentes consequências jurídicas.</p>
<p>Particularmente no caso das trabalhadoras que são mães, a acumulação de responsabilidades profissionais e familiares pode agravar os riscos psicossociais, impondo uma reflexão mais aprofundada sobre a adequação dos instrumentos jurídicos existentes. A promoção de políticas internas que favoreçam a flexibilidade, o teletrabalho equilibrado e a gestão humanizada dos tempos de trabalho não constitui apenas uma boa prática organizacional, mas pode também ser entendida como uma concretização dos deveres legais do empregador.</p>
<p>Importa ainda considerar que o princípio da igualdade não se esgota na proibição de discriminação directa. A discriminação indirecta, resultante de práticas aparentemente neutras mas que afectam desproporcionalmente determinados grupos — como as mulheres com responsabilidades parentais —, deve ser objecto de particular atenção por parte dos operadores jurídicos e das entidades empregadoras.</p>
<p>Neste contexto, a celebração conjunta do Dia do Trabalhador e do Dia da Mãe deve servir não apenas como um momento simbólico, mas como um ponto de partida para uma reflexão crítica sobre a efectividade dos direitos laborais e a necessidade de reforçar os mecanismos de protecção da parentalidade e da saúde mental no trabalho.</p>
<p>Em suma, o actual paradigma laboral, marcado pela aceleração tecnológica e pela crescente exigência de produtividade, exige uma reinterpretação dos equilíbrios tradicionais entre trabalho e vida pessoal. O Direito do Trabalho é chamado a desempenhar um papel central nesta reconfiguração, assegurando que o progresso económico e tecnológico não se faz à custa da dignidade, da saúde e dos direitos fundamentais dos trabalhadores, em particular daqueles que acumulam funções profissionais com responsabilidades familiares acrescidas.</p>
<p>A valorização do trabalho e da parentalidade, enquanto dimensões essenciais da vida em sociedade, impõe uma abordagem jurídica integrada, que reconheça a complexidade das realidades contemporâneas e promova soluções efectivas, equitativas e sustentáveis.</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Ana Rita Nascimento, head do Departamento de Trabalho e Segurança Social da Fieldfisher Portugal]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>pbbr reforça área Laboral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 14:10:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
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					<description><![CDATA[Ana Guedes Cardoso e Maria do Carmo Pereira Coutinho integram a área de Direito do Trabalho e Segurança Social da pbbr, coordenada pela sócia Inês Reis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"></h1>
<div id="brxe-hlbfas" class="brxe-post-excerpt">
<p>Ana Guedes Cardoso e Maria do Carmo Pereira Coutinho integram a área de Direito do Trabalho e Segurança Social da pbbr, coordenada pela sócia Inês Reis.</p>
</div>
</div>
<div id="brxe-tfxagn" class="brxe-block">
<div id="brxe-jnrdez" class="brxe-post-content bm-blog-single-11__post-content">
<p>Ana Guedes Cardoso transita da SSGA – Saraiva e Sousa, Gomes de Almeida &amp; Associados – onde trabalhou nos últimos 10 anos -, e integra a sociedade na qualidade de associada Sénior.</p>
<p>Ao longo do seu percurso profissional, tem prestado assessoria nas diversas vertentes do direito do trabalho, junto de empresas nacionais e internacionais. Tem experiência consolidada de apoio aos departamentos de Recursos Humanos e departamentos jurídicos em processos de contratação, restruturação e compliance. Com um perfil orientado para os resultados, alia o conhecimento técnico-jurídico a uma abordagem estratégica orientada para a gestão de risco e eficiência organizacional. É licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.</p>
<p>Maria do Carmo Pereira Coutinho entra como associada, tendo desenvolvido no último ano a sua actividade na paxlegal.</p>
<p>A advogada tem um percurso profissional em advocacia e gestão, com impacto na compreensão das dinâmicas internas das organizações e na relação com os clientes. Antes de ingressar na paxlegal, trabalhou na VdA, na área de Business Development. É licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.</p>
<p>De acordo com Inês Reis, sócia responsável pela área de Direito do Trabalho e Segurança Social: «A nossa preocupação central é assegurar um acompanhamento rigoroso, próximo e eficiente dos nossos clientes e prestar um serviço jurídico especializado e diferenciador em matéria de trabalho e Segurança Social, apoiando as empresas na gestão das suas relações laborais, na organização do trabalho e no cumprimento das obrigações legais aplicáveis.»</p>
<p>«Perante o aumento significativo e consistente dos pedidos de assessoria laboral que nos têm chegado, consideramos que estas duas integrações representam um reforço importante da nossa capacidade técnica e estratégica», subloinha.</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764842]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Direito ao Essencial. Teletrabalho em Portugal: desafios jurídicos e impacto na gestão das empresas</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/direito-ao-essencial-teletrabalho-em-portugal-desafios-juridicos-e-impacto-na-gestao-das-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 14:09:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste destaque do “Direito ao Essencial”, Catarina Santos Ferreira, partner, e Joana Coelho de Freitas, associada da DLA Piper, reflectem sobre teletrabalho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"></h1>
<div id="brxe-hlbfas" class="brxe-post-excerpt">
<p>No destaque de hoje do “Direito ao Essencial”, Catarina Santos Ferreira, partner, e Joana Coelho de Freitas, associada da DLA Piper, reflectem sobre teletrabalho. A rubrica da Human Resources tem como objectivo descomplicar os conceitos jurídicos que todos os profissionais de gestão de Recursos Humanos devem saber. Sem floreados, directo ao ponto.</p>
</div>
</div>
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<div id="brxe-jnrdez" class="brxe-post-content bm-blog-single-11__post-content">
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</div>
<p><em>Por Catarina Santos Ferreira, partner, e Joana Coelho de Freitas, associada da DLA Piper</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-453551 size-full" src="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/05/dla-piper-direito-ao-essencial.png" sizes="auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/05/dla-piper-direito-ao-essencial.png 900w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/05/dla-piper-direito-ao-essencial-300x150.png 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/05/dla-piper-direito-ao-essencial-150x75.png 150w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/05/dla-piper-direito-ao-essencial-768x384.png 768w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/05/dla-piper-direito-ao-essencial-600x300.png 600w" alt="" width="900" height="450" /></p>
<p>Em Portugal, o teletrabalho assumiu especial relevância após a pandemia de COVID-19, deixando de constituir uma solução excepcional para passar a integrar, de forma estrutural, a organização laboral de muitas empresas. Paralelamente à crescente valorização deste regime pelos trabalhadores, enquanto instrumento de conciliação entre vida profissional e pessoal, o teletrabalho passou igualmente a representar um factor relevante de atracção e retenção de talento.</p>
<p>Todavia, do ponto de vista jurídico e organizacional, a adopção do teletrabalho coloca desafios acrescidos aos empregadores, exigindo uma adaptação dos mecanismos de gestão, supervisão e controlo da actividade laboral.</p>
<p>Desde logo, importa sublinhar que o teletrabalho não afasta os deveres gerais do empregador previstos no Código do Trabalho. Pelo contrário, em diversas matérias, a sua implementação implica um reforço das obrigações legais e um maior cuidado no cumprimento das normas laborais.</p>
<p>Uma das principais dificuldades prende-se com o exercício do poder de direcção e de controlo da prestação laboral. Ao contrário do trabalho presencial, em que a supervisão ocorre de forma directa e imediata, o teletrabalho encontra-se sujeito a limitações acrescidas relacionadas com o respeito pela privacidade do trabalhador e pela protecção de dados pessoais. A utilização de meios de vigilância à distância encontra-se legalmente condicionada, sendo particularmente sensível quando a prestação de trabalho ocorre no domicílio do trabalhador.</p>
<p>Acresce que o empregador continua responsável pela disponibilização dos equipamentos e sistemas necessários à execução da actividade profissional, bem como pelo pagamento das despesas adicionais suportadas pelo trabalhador em consequência directa do teletrabalho, designadamente custos com energia eléctrica, internet e comunicações. Na prática, esta matéria tem suscitado controvérsia, sobretudo quanto à definição dos critérios de cálculo das compensações devidas e à atribuição de montantes fixos. Muitas empresas, com o objectivo de evitar uma excessiva sobrecarga administrativa, têm optado pela fixação de valores compensatórios fixos, ainda que nem sempre exista correspondência exacta com os encargos efectivamente suportados pelo trabalhador.</p>
<p>Em matéria de organização do tempo de trabalho, assume particular relevância o chamado “direito a desligar”, que impõe ao empregador o dever de se abster de contactar o trabalhador fora do respectivo horário de trabalho, salvo situações de força maior. A ausência de controlo físico directo pode igualmente dificultar a monitorização do tempo efectivamente prestado, potenciando litígios relacionados com trabalho suplementar e tempos de disponibilidade. Ainda assim, o Código do Trabalho prevê a possibilidade de enquadramento do teletrabalho em regime de isenção de horário, solução frequentemente adoptada pelas empresas para assegurar maior flexibilidade operacional (não esquecendo que o registo de tempo de trabalho continua a ser obrigatório nestes casos).</p>
<p>No domínio da segurança e saúde no trabalho, o empregador mantém a obrigação de garantir condições adequadas de prestação laboral, incluindo a prevenção de riscos profissionais e a promoção do bem-estar físico e psicológico do trabalhador. Contudo, no contexto do teletrabalho, o cumprimento destas obrigações revela-se particularmente complexo, uma vez que o local de trabalho não se encontra sob controlo directo da empresa. Tal circunstância pode exigir mecanismos alternativos de avaliação de riscos, formação específica em ergonomia e segurança, bem como a obtenção de consentimento do trabalhador para eventual acesso ao domicílio.</p>
<p>Importa ainda assegurar que os trabalhadores em regime de teletrabalho beneficiam dos mesmos direitos dos trabalhadores presenciais, designadamente no que respeita à retribuição, formação profissional, avaliação de desempenho e progressão na carreira. Apesar da igualdade formal prevista na lei, subsiste o risco de criação de assimetrias na integração organizacional e na participação na cultura empresarial, impondo-se ao empregador a adopção de medidas destinadas a prevenir fenómenos de isolamento e descontinuidade comunicacional.</p>
<p>Perante estes desafios, muitas empresas têm vindo a optar por modelos híbridos de organização do trabalho, procurando conciliar a flexibilidade proporcionada pelo teletrabalho com a necessidade de assegurar controlo operacional, proximidade entre equipas e mitigação de riscos jurídicos.</p>
<p>Por outro lado, importa recordar que a legislação laboral portuguesa prevê situações em que determinados trabalhadores podem exigir o exercício da actividade em regime de teletrabalho, nomeadamente trabalhadores com filhos até aos três anos de idade, ou idade superior em determinadas situações legalmente previstas, bem como trabalhadores com o estatuto de cuidador informal não principal, desde que a função seja compatível com este regime e o empregador disponha de meios adequados para a sua implementação.</p>
<p>Neste contexto, o teletrabalho deixou de ser apenas uma questão de organização interna das empresas para passar a constituir um verdadeiro tema de compliance laboral e de gestão estratégica de Recursos Humanos, exigindo aos empregadores uma abordagem juridicamente estruturada, preventiva e adaptada às novas dinâmicas do mercado de trabalho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764839]]></sapo:autor>
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		<title>Liberais abrem porta a terceiro mandato de Roberta Metsola no Parlamento Europeu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 13:53:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A possibilidade de Roberta Metsola assegurar um terceiro mandato na liderança do Parlamento Europeu ganhou novo impulso depois de o grupo liberal Renew Europe admitir apoiar a sua recandidatura, desde que sejam respeitadas determinadas condições políticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A possibilidade de Roberta Metsola assegurar um terceiro mandato na liderança do Parlamento Europeu ganhou novo impulso depois de o grupo liberal Renew Europe admitir apoiar a sua recandidatura, desde que sejam respeitadas determinadas condições políticas. A posição foi assumida em Estrasburgo pela líder dos liberais europeus, Valérie Hayer, num momento em que começam a intensificar-se os bastidores da disputa pelos principais cargos das instituições europeias.</p>
<p>Segundo o Politico, Valérie Hayer garantiu que o Renew apoiará “um candidato à presidência que mantenha a extrema-direita fora da mesa do Parlamento” e que assegure o funcionamento da coligação centrista entre os principais grupos pró-europeus. A dirigente liberal referia-se ao chamado bureau do Parlamento Europeu, o principal órgão de decisão interna da instituição, composto pela presidência e pelos 14 vice-presidentes. Apesar da abertura demonstrada, o Renew ainda não oficializou qualquer apoio e pretende aguardar pela formalização das candidaturas antes da reorganização intercalar da liderança parlamentar, prevista para daqui a sete meses.</p>
<p>As declarações de Hayer revelam uma posição diferente da assumida pelos socialistas europeus. A líder do grupo S&#038;D, Iratxe García, tem defendido que existe um acordo político que daria aos socialistas o direito de indicar o sucessor de Metsola na presidência da instituição. No entanto, Manfred Weber, líder do Partido Popular Europeu (PPE), já lançou dúvidas sobre a continuidade desse entendimento, enquanto vários eurodeputados admitem que Roberta Metsola já estará a trabalhar discretamente nos bastidores para garantir apoio a uma nova eleição.</p>
<p>A principal preocupação do Renew prende-se com a crescente aproximação do PPE à direita radical em votações parlamentares e na Conferência de Presidentes, um dos órgãos centrais de decisão política do Parlamento Europeu. De acordo com responsáveis liberais citados sob anonimato, o objetivo passa por assegurar que o PPE permanece alinhado com o centro político europeu. Um desses dirigentes considerou mesmo que Metsola “tem sido genuinamente uma boa presidente”, embora tenha criticado declarações anteriores da maltesa sobre a necessidade de “manter as maiorias a funcionar”, entendidas como uma abertura a entendimentos com forças da extrema-direita.</p>
<p>Também o grupo dos Verdes manifestou preocupação com a instabilidade política provocada pelo crescimento das direitas conservadoras e radicais no Parlamento Europeu. A copresidente dos Verdes, Terry Reintke, afirmou que a existência de uma liderança empenhada em garantir “uma maioria estável pró-europeia” será determinante na escolha do próximo presidente da instituição. A sucessão na presidência do Parlamento Europeu promete assim transformar-se numa disputa decisiva sobre o futuro equilíbrio político da União Europeia e sobre o papel das forças de direita no centro das decisões europeias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764825]]></sapo:autor>
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		<title>Funcionária reclama 161 mil euros a têxtil de Guimarães por 36 anos de remunerações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 13:51:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma funcionária está a reclamar em tribunal 161 mil euros a uma têxtil de Guimarães, alegando que a empresa, durante 36 anos, pagou "apenas uma fração" do salário mínimo e não fez os descontos devidos junto da Segurança Social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma funcionária está a reclamar em tribunal 161 mil euros a uma têxtil de Guimarães, alegando que a empresa, durante 36 anos, pagou &#8220;apenas uma fração&#8221; do salário mínimo e não fez os descontos devidos junto da Segurança Social.</P><br />
<P>A Petição Inicial (PI) que deu entrada no Tribunal de Trabalho de Guimarães, distrito de Braga, a que agência Lusa teve acesso, refere que, &#8220;em consequência desta atuação&#8221;, a mulher, hoje com 55 anos, &#8220;ficou privada de parte significativa do seu rendimento mensal, bem como da contagem correta da sua carreira contributiva&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Atualmente, a autora [funcionária] encontra-se de baixa médica, recebendo apenas cerca de quatro euros diários de subsídio, montante diretamente afetado pela omissão da ré [empresa] no registo das remunerações efetivamente devidas&#8221;, lê-se na ação declarativa.</P><br />
<P>A PI conta que a mulher iniciou funções na têxtil em 1989, &#8220;exercendo desde então, de forma ininterrupta, as funções de &#8216;ajudante&#8217;, ao abrigo de contrato de trabalho verbal&#8221;.</P><br />
<P>O documento indica que a funcionária prestava trabalho sob a autoridade, direção e fiscalização da empresa, cumprindo o horário de 40 horas semanais (8h/dia), sendo-lhe exigidas horas extraordinárias, sem que estas fossem pagas, além de lhe ter sido exigido, por várias vezes, trabalho extraordinário aos sábados.</P><br />
<P>&#8220;Desde o início da relação laboral, a autora sempre exerceu funções permanentes e essenciais à atividade da ré, integrando a sua estrutura organizativa. Contudo, até setembro de 2016, a ré nunca declarou a autora como sua trabalhadora junto da Segurança Social, fazendo-a figurar como trabalhadora do serviço doméstico, apesar de esta prestar trabalho subordinado e integrado na empresa, nomeadamente nas suas instalações&#8221;, diz a PI.</P><br />
<P>A defesa da funcionária lembra que a retribuição convencionada &#8220;era sempre o salário mínimo&#8221;, com as devidas atualizações anuais, acrescentando que o pagamento de vencimentos à sua constituinte &#8220;era frequentemente feito em numerário e em valor muito inferior ao devido&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A título de exemplo, em outubro de 2016, a autora tinha direito a auferir 530 euros (salário mínimo nacional), mas apenas lhe foi pago o montante de 120 euros. Tal prática era reiterada ao longo dos anos, sendo paga apenas uma fração do salário devido&#8221;, lê-se no documento.</P><br />
<P>A PI frisa que a empresa têxtil &#8220;aproveitou-se da ingenuidade e analfabetismo&#8221; da funcionária.</P><br />
<P>&#8220;Explorando-a de forma a pagar-lhe apenas uma fração do salário devido, sem qualquer justificativa legal ou contratual, e sem cumprir as suas obrigações de registo de contribuições sociais. Apesar das sucessivas tentativas da autora de obter esclarecimentos e receber os valores devidos, a ré manteve o pagamento irregular e insuficiente&#8221;, alega a defesa.</P><br />
<P>A ação declarativa de condenação emergente de contrato de trabalho refere que a funcionária &#8220;nunca deixou de comparecer ao trabalho, cumprindo todas as funções exigidas, muitas vezes além do horário normal, sem que qualquer compensação fosse concedida&#8221;.</P><br />
<P>A funcionária exige em tribunal à empresa têxtil 136.067 euros, acrescidos de juros, relativos a créditos laborais entre 1989 e 2025, e 25.000 euros por danos não patrimoniais, perfazendo o valor da ação 161.067 euros.</P><br />
<P>A defesa da funcionária pede ao Tribunal de Trabalho de Guimarães que seja &#8220;reconhecida a existência de contrato de trabalho&#8221; entre a sua constituinte e a empresa têxtil, desde 1989.</P><br />
<P>Pede ainda na Petição Inicial que a empresa seja condenada &#8220;a regularizar junto da Segurança Social a situação contributiva&#8221; da sua cliente, &#8220;fazendo constar a totalidade das remunerações devidas desde 1989&#8221;.</P><br />
<P>A Lusa questionou a defesa da empresa têxtil em causa, mas a advogada respondeu que não se iria &#8220;pronunciar sobre o objeto do processo em causa&#8221;.</P><br />
<P>O início do julgamento está marcado para 15 de outubro no Tribunal de Trabalho de Guimarães, depois de as partes não terem chegado a um acordo nas sessões já realizadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764824]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Doentes portugueses são dos que mais esperam pela chegada de novos medicamentos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/doentes-portugueses-sao-dos-que-mais-esperam-pela-chegada-de-novos-medicamentos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 13:50:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal é o segundo país europeu onde os novos medicamentos demoram mais tempo a chegar ao mercado, segundo um relatório internacional que revela que os portugueses têm de esperar mais de dois anos por novos fármacos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal é o segundo país europeu onde os novos medicamentos demoram mais tempo a chegar ao mercado, segundo um relatório internacional que revela que os portugueses têm de esperar mais de dois anos por novos fármacos.</P><br />
<P>Esta é uma das conclusões do relatório da Federação Europeia das Indústrias e Associações Farmacêuticas (EFPIA), que aponta para &#8220;um cenário de desigualdade crescente&#8221; no acesso e disponibilidade de medicamentos inovadores na Europa.</P><br />
<P>Os investigadores quiseram perceber quanto tempo demora uma nova terapia a ficar disponível e para isso olharam para 168 fármacos que receberam autorização de comercialização entre 2021 e 2024. </P><br />
<P>Em média, estes medicamentos demoraram 532 dias a chegar ao mercado, mas existem grandes disparidades entre países: os alemães tiveram de esperar apenas 56 dias, enquanto os romenos aguardaram 1.201 dias, ou seja, mais de três anos e quatro meses.</P><br />
<P>Neste &#8216;ranking&#8217;, que compara 36 países, Portugal surge em penúltimo lugar, com um tempo médio de espera de 784 dias entre a autorização de introdução no mercado e a data de disponibilização aos doentes. </P><br />
<P>Entre os que esperam menos tempo estão, depois dos alemães, os suíços (212 dias), sérvios (235), austríacos (259), dinamarqueses (268) e ingleses (282). </P><br />
<P>Já no fim da tabela, ligeiramente melhores do que os romenos e os portugueses, estão os lituanos, que têm de esperar em média 783 dias, os croatas (666 dias) e os polacos (655).</P><br />
<P>Os investigadores foram ver também quantos medicamentos aprovados continuavam sem chegar ao mercado e perceberam que era a maioria: Das 168 novas terapias, apenas 76 estavam disponíveis no início deste ano (45%).</P><br />
<P>Neste campo, Portugal destaca-se pela positiva, com 89 medicamentos disponíveis (53%), ficando em 12.º lugar do &#8216;ranking&#8217; novamente liderado pela Alemanha, que em janeiro deste ano já tinha 93% dos fármacos no mercado.</P><br />
<P>Depois da Alemanha, surge a Áustria (85%) , Itália (79%), Suíça (76%) e Espanha (69%).  </P><br />
<P>No fim da tabela, aparecem Malta, com apenas 22 medicamentos disponíveis, Sérvia (17 fármacos) e Turquia (apenas nove).</P><br />
<P>Os investigadores sublinham que existe uma &#8220;disparidade de acesso de 88% entre o país europeu com melhor acesso e o com pior acesso&#8221;. </P><br />
<P>O estudo mostra ainda que a situação está a agravar-se e, hoje, há maiores desigualdades entre os estados-membros, os pacientes europeus esperam mais tempo e há maiores restrições. </P><br />
<P>Antes, a disponibilidade total dos novos medicamentos era a principal forma de acesso, mas agora há cada vez mais restrições, alertam os investigadores.</P><br />
<P>A percentagem de medicamentos totalmente disponíveis nas listas públicas de reembolso caiu a pique nos últimos anos: Eram 42% em 2019 e agora são 28%.</P><br />
<P>A Alemanha volta a ser o país que apresenta melhores condições, com 93% dos medicamentos totalmente disponíveis, por oposição à Turquia, onde os pacientes têm acesso apenas a 5% dos fármacos. Em Portugal o valor é de 28%, igual à média europeia. </P><br />
<P>Os investigadores apontam várias causas para a indisponibilidade e atraso no acesso a novos medicamentos, desde a lentidão dos processos regulatórios, ao desalinhamento nos requisitos de evidência e orçamentos insuficientes nos Estados-Membros. </P><br />
<P>No estudo, a EFPIA defende mais investimento nos novos medicamentos e que os pacientes possam ter acesso aos novos tratamentos &#8220;enquanto decorrem os processos nacionais de avaliação de valor terapêutico e de reembolso, dentro de um prazo acordado de 180 dias&#8221;. </P><br />
<P>A diretora geral da EFPIA, Nathalie Moll, alerta para o facto de a Europa enfrentar &#8220;problemas de acesso a medicamentos há 25 anos&#8221;, estimando que as reformas globais de preços agravem a situação.</P><br />
<P>&#8220;É irrealista esperar maior investimento na Europa e acesso mais rápido a novos tratamentos para os europeus se os Estados-Membros continuarem também a exigir os preços mais baixos possíveis e as mais elevadas taxas de devolução ao Estado. Precisamos de fazer uma escolha&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764821]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Governo está a agir para garantir segurança dos médicos detidos, garante bastonário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 13:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O bastonário da Ordem dos Médicos disse hoje que o Estado português está a agir no sentido de garantir a integridade, segurança e repatriamento dos profissionais que integravam a flotilha e foram detidos pelas autoridades israelitas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O bastonário da Ordem dos Médicos disse hoje que o Estado português está a agir no sentido de garantir a integridade, segurança e repatriamento dos profissionais que integravam a flotilha e foram detidos pelas autoridades israelitas.</P><br />
<P>Carlos Cortes, que falava aos jornalistas na Ordem dos Médicos, disse ter tentado entrar em contacto com os médicos portugueses em causa, que estão inscritos na Ordem dos Médicos, mas não conseguiu.</P><br />
<P>&#8220;Não vou entrar em pormenores, mas sei que está a existir uma intervenção do Estado português no sentido de, muito rapidamente, garantir dois aspetos: a integridade, segurança e a dignidade destes dois médicos e serem repatriados&#8221;, afirmou o bastonário.</P><br />
<P>Os dois médicos portugueses foram detidos pelas autoridades israelitas no âmbito da missão &#8220;Sumud Global Flotilla&#8221;, pois a embarcação onde seguiam, que se deslocava para a Faixa de Gaza, foi intercetada em águas internacionais.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o bastonário tinha condenado a detenção dos médicos portugueses pelas autoridades israelitas, sublinhando que estava acompanhar o caso, em articulação com o Ministério dos Negócios Estrangeiros e com o Ministério da Saúde.</P><br />
<P>O Governo português convocou na segunda-feira o embaixador israelita em Lisboa para protestar contra a detenção, &#8220;em violação do direito internacional&#8221;, dos dois médicos portugueses que integravam a flotilha.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_764820]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Há uma rã na alface&#8221;: Descoberta insólita em saco de salada surpreende grupo de amigos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 13:34:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
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		<category><![CDATA[salada]]></category>
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					<description><![CDATA[Um agricultor australiano viveu uma situação insólita ao descobrir uma rã viva dentro de um saco de salada comprado horas antes num supermercado, em Esperance, no estado da Austrália Ocidental]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um agricultor australiano viveu uma situação insólita ao descobrir uma rã viva dentro de um saco de salada comprado horas antes num supermercado, em Esperance, no estado da Austrália Ocidental. O episódio aconteceu enquanto Rhys Smoker preparava um jantar de bifes e salada para os colegas de casa, quando reparou num pequeno anfíbio escondido entre as folhas de alface no interior da embalagem selada.</p>
<p>Segundo relatos divulgados pela imprensa internacional, os restantes moradores da casa pensaram inicialmente que tudo não passava de uma brincadeira. Citada pela Associated Press, Laura Jones contou que Rhys Smoker surgiu a dizer: “Há uma rã na alface”, mas ninguém acreditou de imediato. A surpresa confirmou-se quando o agricultor levou o saco para a sala e mostrou o animal aos amigos, provocando uma reação entre gargalhadas e gritos perante a descoberta inesperada.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">A group of housemates had an unexpected lunch guest &#8211; a frog they found hiding inside their bag of grocery store lettuce. </p>
<p>Read more: <a href="https://t.co/K4PaDzMGUv">https://t.co/K4PaDzMGUv</a> <a href="https://t.co/TvvWuiM7yD">pic.twitter.com/TvvWuiM7yD</a></p>
<p>&mdash; ABC News (@ABC) <a href="https://twitter.com/ABC/status/2056702517161922654?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 19, 2026</a></p></blockquote>
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<p>Longe de gerar alarme, o grupo decidiu encarar a situação com humor. A rã acabou por receber o nome de “Greg” e teve até direito a uma despedida musical antes de ser libertada numa represa próxima da habitação. Billy Le Pine, outro dos moradores, explicou à Australian Broadcasting Corporation que colocaram a tocar a música “Crazy Frog” enquanto levavam o anfíbio para o exterior. A curiosa cena rapidamente ganhou destaque pela natureza invulgar do caso.</p>
<p>A embalagem de alface tinha sido adquirida no mesmo dia num supermercado da cadeia Woolworths, em Esperance. Em comunicado, a empresa classificou o episódio como um caso isolado e garantiu que não existiam relatos semelhantes. A cadeia anunciou ainda que abriu uma investigação junto dos fornecedores para perceber como o animal acabou dentro da embalagem, acrescentando que pediu desculpa aos consumidores afetados e ofereceu um novo saco de salada.</p>
<p>Apesar do espanto provocado pela descoberta, episódios envolvendo animais em supermercados australianos não são totalmente inéditos. Em 2021, um cliente encontrou uma cobra venenosa embrulhada juntamente com alface num supermercado Aldi em Sydney, enquanto, anos antes, uma píton com cerca de três metros foi localizada numa prateleira de uma loja Woolworths na mesma cidade. Ainda assim, o aparecimento de uma pequena rã arborícola viva dentro de uma embalagem de salada voltou agora a surpreender consumidores e funcionários pela raridade da situação.</p>
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		<title>Seguro faz referência aos jornalistas mortos por Israel e elogia vozes que &#8220;estremecem a indiferença&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 13:24:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República elogiou as "vozes que se agigantam e estremecem a indiferença", enquanto há "países e líderes políticos apostados na tragédia", num discurso em que fez referência aos jornalistas mortos pelas forças de Israel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República elogiou as &#8220;vozes que se agigantam e estremecem a indiferença&#8221;, enquanto há &#8220;países e líderes políticos apostados na tragédia&#8221;, num discurso em que fez referência aos jornalistas mortos pelas forças de Israel.</P><br />
<P>António José Seguro discursava na Assembleia da República, na cerimónia de entrega do Prémio Norte-Sul do Conselho da Europa 2025, que distinguiu o islandês Bragi Guðbrandsson, defensor dos direitos da criança, e o jornalista palestiniano Rami Abou Jamous, repórter de guerra.</P><br />
<P>&#8220;É com um prazer dorido que me pronuncio sobre a entrega do Prémio Norte-Sul a Bragi Guðbrandsson e Rami Abou Jamous. Este sentimento estranho deriva, de certa forma, da contradição brutal dos tempos que correm&#8221;, declarou o chefe de Estado.</P><br />
<P>Enquanto, por um lado, há &#8220;países e líderes políticos apostados na tragédia, a propagar o desprezo pelos direitos humanos&#8221; e a negar &#8220;uma civilização assente no humanismo&#8221;, há, por outro lado, &#8220;vozes que se agigantam e estremecem a indiferença&#8221;, apontou.</P><br />
<P>&#8220;Vozes que nos chamam de volta à essência da nossa condição humana, vozes que cuidam. Premiar este alerta ou este grito é, sem dúvida, mais do que um prazer. É um dever e, ao mesmo tempo, um agradecimento&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Ao falar do premiado Rami Abou Jamous, o Presidente da República citou dados do Comité para a Proteção dos Jornalistas segundo os quais, &#8220;no ano passado, dos 129 jornalistas que perderam a vida em todo o mundo enquanto exerciam o seu trabalho, quase metade foram mortos em Gaza&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Segundo a mesma organização, e cito, as Forças de Defesa de Israel foi a entidade governamental que matou mais jornalistas desde que o Comité começou a documentar os casos em 1992&#8221;, referiu o chefe de Estado.</P><br />
<P>No fim da sua intervenção, António José Seguro considerou que o Conselho da Europa e o Centro Norte-Sul podem ser &#8220;uma força motriz capaz de estancar a deriva autocrática que se faz sentir, mesmo em regimes que se dizem democráticos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E é por isso que a atribuição deste prémio tem um duplo sentido e que me permite regressar ao início da minha intervenção. Distinguir as vozes que se agigantam e estremecem a indiferença mundial, as vozes que nos recordam a nossa condição humana, as vozes que cuidam dos mais frágeis e se insurgem contra a violência, distinguir estas vozes é premiar quem o faz, é premiar o sujeito, a ação e também o verbo amar&#8221;, reforçou.</P><br />
<P>&#8220;Aos dois premiados, os meus sinceros parabéns e o voto de que nos voltemos a encontrar cumprindo o sonho: amanhã vai ser melhor&#8221;, concluiu António José Seguro.</P></p>
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