De monumentos históricos como a Torre Eiffel e a Sagrada Família a instituições culturais de renome como o Museu do Louvre, o Museu Reina Sofía e o novo estádio Bernabéu, a Jansen Iberia, uma empresa centenária especializada em carpintaria de aço, tem deixado sua marca em alguns dos edifícios mais emblemáticos do mundo.
“Somos conhecidos como a Ferrari do setor, mas prefiro dizer que somos uma Audi, pois estamos cada vez mais acessíveis”, afirma Jorge García, Diretor-Geral da Jansen Espanha, em declarações ao ‘elEconomista’. O aço destaca-se pela sua resistência, durabilidade e capacidade de manter a estética dos edifícios históricos, que frequentemente possuem diferentes graus de proteção patrimonial.
Diferente do ferro, o aço utilizado pela Jansen Iberia não enferruja e garante altos padrões de eficiência energética. Um exemplo concreto dessa eficiência foi a reforma do Museu do Prado, que resultou numa economia anual de 15.000 euros em climatização.
Um dos marcos da empresa foi a reforma da Torre Eiffel, onde produziu 12 dos 14 saguões de acesso aos elevadores, incluindo perfis de portas e janelas. A empresa foi ainda responsável pela criação de 3.000 janelas para a Sagrada Família, em Barcelona, e também atuou na Galeria das Coleções Reais.
Além disso, a empresa também fabrica carpintaria de segurança, como portas e janelas à prova de balas e antirroubo, aplicadas em locais como o Congresso dos Deputados e a joalheria Rabat, em Barcelona.
Atualmente, a Jansen Iberia está envolvida na maior reforma da sua história na Espanha, modernizando as janelas de diversos edifícios governamentais em Madrid, com um total de 2.600 unidades apenas na primeira fase do projeto.
Com sede em Madri, a Jansen Iberia tem atualmente 420 projetos em andamento e emprega cerca de 1.100 pessoas. Entre os novos desafios programados para 2025, destacam-se a renovação da estação Sants, em Barcelona, e reformas nos museus Sorolla e do Prado.













