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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 06 Aug 2026 11:07:32 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Vírus do Nilo Ocidental alastra na Europa. Grécia e Itália lideram aumento de casos: OMS deixa alerta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:07:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Vírus do Nilo Ocidental]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados mais recentes mostram um aumento dos casos em vários países, com a Itália e a Grécia a concentrarem a maior parte das infeções registadas este verão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O vírus do Nilo Ocidental continua a espalhar-se pela Europa, numa altura em que decorre a época de maior atividade dos mosquitos. Os dados mais recentes mostram um aumento dos casos em vários países, com a Itália e a Grécia a concentrarem a maior parte das infeções registadas este verão, relata a &#8216;Euronews&#8217;.</p>
<p>Segundo o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC), até 29 de julho tinham sido identificadas 49 áreas afetadas em sete países europeus: Itália, Grécia, Roménia, França, Macedónia do Norte, Espanha e Alemanha.</p>
<p>A Itália lidera em número de casos confirmados, com 94 infeções, seguindo-se a Macedónia do Norte e Espanha, com sete casos cada, Roménia com cinco, França com dois e Alemanha com um. Na Grécia, os números mais recentes divulgados pelas autoridades nacionais elevam para 65 o total de casos autóctones registados desde o início da época de transmissão, ultrapassando os dados mais recentes disponíveis no ECDC.</p>
<p>Segundo o organismo de saúde pública grego (EODY), 54 dos 65 doentes desenvolveram formas neurológicas graves, incluindo encefalite, meningite ou paralisia flácida aguda, enquanto os restantes apresentaram sintomas ligeiros ou não tiveram qualquer manifestação da doença.</p>
<p>Até ao momento, a Grécia registou seis mortes, todas em pessoas com mais de 65 anos que desenvolveram formas graves da infeção. Dos doentes identificados, 20 continuam internados, oito dos quais em unidades de cuidados intensivos.</p>
<p>As autoridades gregas alertam, no entanto, que os casos confirmados representam apenas uma pequena parte da circulação real do vírus. Com base em estudos epidemiológicos, estima-se que, por cada caso que afeta o sistema nervoso central, existam cerca de 140 pessoas infetadas que apresentam sintomas ligeiros ou permanecem totalmente assintomáticas.</p>
<p>O vírus do Nilo Ocidental é transmitido através da picada de mosquitos infetados, que adquirem o vírus ao alimentarem-se de aves. Em Portugal e na restante Europa, a transmissão ocorre sobretudo entre o final da primavera e o início do outono, atingindo normalmente o pico entre julho e setembro.</p>
<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 70% e 80% das pessoas infetadas nunca chegam a desenvolver sintomas. Quando surgem, podem incluir febre, dores de cabeça, fadiga, dores musculares, náuseas ou erupções cutâneas.</p>
<p>Contudo, cerca de uma em cada 150 infeções evolui para uma forma grave da doença, capaz de afetar o sistema nervoso central e provocar encefalite, meningite, paralisia ou coma. Atualmente, não existe vacina aprovada para humanos nem um tratamento antiviral específico, sendo os cuidados médicos dirigidos ao alívio dos sintomas e ao tratamento das complicações mais graves.</p>
<p>A OMS recomenda, por isso, medidas simples para reduzir o risco de infeção, como utilizar repelente, usar roupa que cubra braços e pernas, evitar permanecer no exterior ao amanhecer e ao entardecer, instalar redes mosquiteiras e eliminar águas paradas onde os mosquitos se possam reproduzir. Quem desenvolver febre elevada, rigidez no pescoço ou sintomas neurológicos após uma picada de mosquito deve procurar assistência médica rapidamente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798258]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;As gerações mais jovens estão a adotar uma postura surpreendentemente defensiva&#8221;, revela executivo da Revolut</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:00:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[revolut]]></category>
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					<description><![CDATA[Os investimentos em Portugal registaram um forte crescimento em julho, com os saldos de investimento a aumentarem 82% face ao mesmo mês do ano passado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os investimentos em Portugal registaram um forte crescimento em julho, com os saldos de investimento a aumentarem 82% face ao mesmo mês do ano passado. Segundo dados da Revolut, a evolução foi impulsionada por um crescimento de 49% no número de utilizadores ativos e por um aumento de 22% no valor médio das carteiras.</p>
<p>A análise de Rolandas Juteikas, Head of Health and Trading da Revolut, revela uma alteração no perfil dos investidores portugueses, com os Fundos do Mercado Monetário (MMFs) a assumirem um papel central nas estratégias de investimento. Em julho, estes produtos representaram 50% das alocações realizadas em Portugal, percentagem que sobe para 57% entre os investidores com idades compreendidas entre os 18 e os 34 anos.</p>
<p>De acordo com a Revolut, esta tendência surge num contexto em que &#8220;os rendimentos das obrigações do Tesouro dos EUA e das obrigações europeias com notação AAA [atingem] máximos de vários anos — níveis não vistos há mais de uma década&#8221;. Perante este cenário, &#8220;as gerações mais jovens estão a adotar uma postura surpreendentemente defensiva&#8221;. Em vez de privilegiarem ativos mais especulativos, &#8220;estão a optar por retornos de baixo risco através de MMFs e obrigações soberanas, em detrimento de ações individuais dos EUA&#8221;.</p>
<p>A fintech sublinha ainda que &#8220;os investidores mais jovens preferem deter investimentos através de veículos diversificados em comparação com ações individuais, uma vez que privilegiam o acesso a mercados mais amplos&#8221;.</p>
<p>Já nos mercados acionistas, o comportamento dos investidores continuou a evidenciar resiliência, apesar da volatilidade de curto prazo. A nível global, &#8220;os utilizadores globais reforçaram a sua convicção na tecnologia de Inteligência Artificial aproveitando a queda da Micron Technology (apesar da sua descida de cerca de 30% face ao pico) e ancoraram o crescimento a longo prazo através do Vanguard S&amp;P 500&#8221;.</p>
<p>No entanto, a realidade portuguesa apresenta diferenças. Segundo a análise, &#8220;embora as tendências globais favoreçam as mega-caps de IA e a dívida dos EUA, os consumidores portugueses continuam a preferir a preservação de capital através da liquidez rentável dos MMFs e da exposição a índices diversificados, em vez da volatilidade de ações individuais&#8221;.</p>
<p>Para Rolandas Juteikas, estes dados demonstram que &#8220;tanto a base de retalho global como a portuguesa estão a maturar rapidamente — equilibrando a proteção de capital de elevado rendimento com uma exposição estratégica ao mercado&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798259]]></sapo:autor>
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		<title>Finlândia terá o primeiro depósito permanente de lixo nuclear do mundo. Vai guardar resíduos durante 100 mil anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:55:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Finlândia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[resíduos nucleares]]></category>
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					<description><![CDATA[Agência Finlandesa de Segurança Nuclear e Radiológica (STUK) concluiu que a instalação cumpre todos os requisitos legais de segurança, abrindo caminho para a atribuição da licença de funcionamento]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Finlândia está prestes a tornar-se o primeiro país do mundo a colocar em funcionamento um depósito geológico permanente para resíduos nucleares de alta atividade, um projeto que começou a ser planeado há mais de quatro décadas e que pretende armazenar combustível nuclear usado durante pelo menos 100 mil anos.</p>
<p>Segundo o jornal espanhol &#8217;20 Minutos&#8217;, a Agência Finlandesa de Segurança Nuclear e Radiológica (STUK) concluiu que a instalação cumpre todos os requisitos legais de segurança, abrindo caminho para a atribuição da licença de funcionamento. Se o Governo finlandês der o aval final, o complexo poderá começar a receber resíduos antes do final de 2026.</p>
<p>Batizado de Onkalo — palavra finlandesa que significa &#8220;cavidade&#8221; —, o depósito está localizado em Eurajoki, na costa oeste da Finlândia, junto à central nuclear de Olkiluoto.</p>
<p>A STUK sublinha que esta é &#8220;a primeira vez no mundo&#8221; que uma instalação geológica para armazenamento definitivo de combustível nuclear irradiado chega à fase de licenciamento para operação. O processo sofreu três adiamentos, sobretudo devido a alterações técnicas introduzidas pela Posiva, empresa responsável pelo projeto e detida pelas produtoras de energia TVO e Fortum.</p>
<p>Apesar da avaliação positiva da agência reguladora, o projeto ainda necessita da aprovação formal do Governo finlandês. Depois disso, será necessária uma segunda autorização da STUK para confirmar que todos os sistemas estão prontos para iniciar as operações.</p>
<p><strong>Um projeto com mais de 40 anos</strong></p>
<p>A história de Onkalo começou em 1983, quando a Finlândia decidiu preparar uma solução definitiva para o armazenamento dos seus resíduos nucleares. A construção arrancou em 2004, a licença de construção foi atribuída em 2015 e as obras principais tiveram início no final de 2016.</p>
<p>Ao todo, o projeto representou um investimento de cerca de mil milhões de euros e ainda decorrem alguns trabalhos, apesar de a infraestrutura já se encontrar praticamente concluída.</p>
<p>O depósito foi concebido para armazenar cerca de 6.500 toneladas de combustível nuclear usado provenientes dos cinco reatores nucleares finlandeses. Atualmente, estes resíduos permanecem em instalações temporárias nas próprias centrais.</p>
<p><strong>Como funciona o &#8220;cemitério&#8221; nuclear?</strong></p>
<p>Os resíduos serão colocados em cerca de 3.300 contentores especiais de ferro fundido revestidos por uma espessa camada de cobre resistente à corrosão. Cada contentor mede aproximadamente cinco metros de altura e um metro de diâmetro.</p>
<p>Depois de encapsulados, os contentores serão transportados para galerias subterrâneas escavadas entre 400 e 450 metros de profundidade, sendo colocados em poços perfurados na rocha, a cerca de 430 metros abaixo da superfície.</p>
<p>Cada contentor ficará envolvido por bentonite, uma argila especial que se expande quando entra em contacto com a água e cria uma barreira adicional contra eventuais fugas de radioatividade. Os túneis serão depois selados com mais argila e outros materiais de enchimento.</p>
<p>Segundo a Posiva, a combinação entre os contentores, as barreiras de bentonite e a estabilidade geológica da rocha permitirá isolar completamente a radioatividade durante, pelo menos, 100 mil anos.</p>
<p>A escolha de Eurajoki não foi feita por acaso. Segundo a empresa, o subsolo da região é geologicamente muito estável, praticamente impermeável e apresenta uma atividade sísmica extremamente reduzida, características consideradas essenciais para garantir a segurança do armazenamento a tão longo prazo.</p>
<p>A instalação foi também concebida para funcionar de forma altamente automatizada, reduzindo ao mínimo a exposição dos trabalhadores durante o encapsulamento e deposição do combustível nuclear usado. Segundo o &#8217;20 Minutos&#8217;, se receber a autorização final do Governo, Onkalo tornar-se-á a primeira instalação permanente deste género a entrar em funcionamento em todo o mundo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798243]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Conta num restaurante à beira-mar gera polémica: Coca-Cola a 6,50 euros e pão a 16 euros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/conta-num-restaurante-a-beira-mar-gera-polemica-coca-cola-a-650-euros-e-pao-a-16-euros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:47:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Ibiza]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A publicação da conta de um restaurante situado em frente à praia desencadeou uma discussão nas redes sociais sobre os preços praticados em alguns estabelecimentos das zonas costeiras durante o verão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A publicação da conta de um restaurante situado em frente à praia desencadeou uma discussão nas redes sociais sobre os preços praticados em alguns estabelecimentos das zonas costeiras durante o verão.</p>
<p class="isSelectedEnd">O documento foi partilhado por Jesús Soriano, criador de conteúdos especializado em hotelaria e conhecido nas redes sociais pelo projeto Soy Camarero. Sem identificar inicialmente o restaurante, o influenciador quis lançar um debate sobre os limites do valor cobrado pela localização privilegiada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na mensagem que acompanhava a fotografia, Soriano destacou os 6,50 euros cobrados por uma Coca-Cola de 20 centilitros, os 11 euros por uma garrafa de água e os 16 euros pelo pão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mais tarde, o criador de conteúdos confirmou que a conta pertencia a um estabelecimento em Ibiza.</p>
<p><strong>Bebidas e pão entre os preços mais comentados</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os valores que mais chamaram a atenção estão os 6,50 euros cobrados por cada refrigerante de 20 centilitros, uma das embalagens mais pequenas disponíveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">O preço do pão, fixado em 16 euros, também gerou fortes reações entre os utilizadores das redes sociais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A garrafa de água custou 11 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além destes produtos, a conta incluía 32 euros por uma dose de lulas à andaluza e 28 euros por batatas acompanhadas de guacamole.</p>
<p class="isSelectedEnd">O arroz de legumes tinha um preço de 48 euros por dose.</p>
<p><strong>Clientes divididos sobre responsabilidade pelos preços</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A publicação provocou centenas de comentários e opiniões distintas sobre os valores praticados.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="es" dir="ltr">No quiero señalar al restaurante. Quiero abrir un debate.</p>
<p>Porque una cosa es pagar más por estar en primera línea de playa… y otra muy distinta es pagar 6,50 € por una Coca-Cola de 20 cl, 11 € por una botella de agua y 16€ por el pan. </p>
<p>¿Vosotros dónde ponéis el límite? Os… <a href="https://t.co/d02RDiC7HG">pic.twitter.com/d02RDiC7HG</a></p>
<p>&mdash; Soy Camarero (@soycamarero) <a href="https://x.com/soycamarero/status/2084946887996494201?ref_src=twsrc%5Etfw">August 5, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="isSelectedEnd">Embora muitos utilizadores considerem os preços excessivos, vários defenderam que não existe engano quando os valores estão claramente indicados na ementa antes de o cliente fazer o pedido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um dos comentários mais partilhados sustentava que, perante aqueles preços, a melhor opção seria não entrar no restaurante.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outros utilizadores atribuíram parte da responsabilidade aos próprios clientes, argumentando que os estabelecimentos continuam a cobrar valores elevados porque existe quem esteja disposto a pagá-los.</p>
<p><strong>Gorjeta sugerida também gerou críticas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A conta incluía ainda uma referência a uma gorjeta sugerida, uma prática mais associada aos Estados Unidos e que não foi bem recebida por vários utilizadores.</p>
<p class="isSelectedEnd">Alguns comentários criticaram a inclusão da sugestão num estabelecimento que já praticava preços considerados muito elevados.</p>
<p>O episódio voltou assim a alimentar o debate sobre quanto é razoável pagar pela localização de um restaurante em frente à praia e até que ponto os preços devem ser aceites quando estão previamente apresentados aos clientes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798244]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PIB da UE cresceu 1,5% para 18,8 biliões de euros em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:39:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O PIB da União Europeia aumentou 1,5% em termos reais em 2025, para 18,8 biliões de euros, destacando-se a Alemanha com uma quota de 23,8%, enquanto Portugal respondeu por 1,6%, divulgou hoje o Eurostat.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PIB da União Europeia aumentou 1,5% em termos reais em 2025, para 18,8 biliões de euros, destacando-se a Alemanha com uma quota de 23,8%, enquanto Portugal respondeu por 1,6%, divulgou hoje o Eurostat.</p>
<p>De acordo com a última edição do relatório &#8220;Dados fundamentais sobre a Europa&#8221;, divulgada hoje pelo serviço de estatística da União Europeia (UE), no ano passado a Alemanha tinha a maior economia entre os países da União, com um Produto Interno Bruto (PIB) de 4,5 biliões de euros ou 23,8% do total da UE, seguida pela França (15,8%) e pela Itália (12,0%).</p>
<p>No outro extremo da escala, Malta (0,1%) tinha a menor economia da UE, atrás do Chipre, da Estónia e da Letónia (todos com 0,2 %).</p>
<p>Já Portugal respondia por 1,6% do PIB da União.</p>
<p>Analisando a variação real do PIB, que traduz a taxa de variação da produção económica após eliminados os efeitos das variações de preços (inflação ou deflação), o Eurostat indica que, entre 2015 e 2019, a UE registou taxas de crescimento anuais na ordem dos 1,9% a 2,8%.</p>
<p>&#8220;Em 2020, a economia foi fortemente afetada pela pandemia da covid-19 e pelas restrições a ela associadas&#8221;, nota, motivando uma quebra de 5,6% do PIB. Posteriormente, este indicador recuperou, registando um aumento de 6,4% em 2021 e de 3,5% em 2022.</p>
<p>Em 2023, 2024 e 2025 a evolução foi &#8220;mais modesta&#8221;, situando-se em 0,4%, 1,0% e 1,5%, respetivamente.</p>
<p>No que se refere ao PIB por habitante, que permite comparar o &#8216;output&#8217; de economias de diferentes dimensões, aumentou de 39.960 euros em 2024 para 41.620 euros em 2025 na UE.</p>
<p>Já considerando o nível de vida em cada país da União, medido em paridade de poder de compra e face a uma média da União definida como 100, os valores mais elevados em 2025 registaram-se no Luxemburgo e na Irlanda, onde o PIB por habitante foi, respetivamente, 238,7% e 237,3% da média da UE, ou seja, 2,4 vezes superior.</p>
<p>Em contrapartida, o PIB por habitante na Bulgária e na Grécia situava-se pouco acima de dois terços (68,1% e 68,4%, respetivamente) da média da UE.</p>
<p>O relatório do Eurostat aponta ainda que, após ter diminuído em 2024, o défice das administrações públicas em toda a UE se manteve estável em 2025, ano em que se situou em 3,1 % do PIB.</p>
<p>No ano passado, cinco países da União registaram um excedente orçamental &#8212; com destaque para o Chipre (3,4% do PIB) e a Dinamarca (2,9%), enquanto a Irlanda, Grécia e Portugal apresentaram excedentes mais reduzidos.</p>
<p>Já os maiores défices registaram-se na Roménia (7,9% do PIB), Polónia (7,3%), Bélgica (5,2%) e França (5,1%), enquanto a Hungria, Eslováquia, Áustria, Bulgária, Finlândia e Itália também registaram défices superiores a 3,0% do PIB e a Croácia um défice de 3,0%.</p>
<p>Em 2025, a dívida bruta consolidada na UE situou-se em 81,7% do PIB, um aumento de 1,0 pontos percentuais em relação a 2024, mas 7,8 pontos percentuais abaixo do pico de 89,5% atingido em 2020 e que refletiu o impacto do início da crise pandémica.</p>
<p>O nível mais elevado deste indicador registou-se na Grécia, onde a dívida consolidada se situou em 146,1% do PIB, tendo a Itália, França, Bélgica, Espanha, Portugal e Finlândia sido os únicos outros países da UE a registar um rácio superior à média da União, enquanto mais cinco países apresentaram um rácio superior a 60,0%.</p>
<p>No outro extremo, o rácio mais baixo registou-se na Estónia (24,1%).</p>
<p>De acordo com os dados do Eurostat, na maioria dos países da UE, a dívida em relação ao PIB aumentou entre 2024 e 2025, tendo este rácio registado o maior aumento na Bulgária, Finlândia (ambas com um aumento de 6,1 pontos percentuais) e Polónia (com um aumento de 4,9 pontos percentuais).</p>
<p>Já em oito outros países, a dívida em percentagem do PIB diminuiu em 2025, com a Grécia a responder pela maior redução, de 8,1 pontos percentuais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798245]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucros do Commerzbank sobem 40% para 1.810 M€ no primeiro semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:39:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Commerzbank obteve um lucro de 1.810 milhões de euros no primeiro semestre, mais 39,6% do que no mesmo período de 2025, anunciou hoje o banco alemão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Commerzbank obteve um lucro de 1.810 milhões de euros no primeiro semestre, mais 39,6% do que no mesmo período de 2025, anunciou hoje o banco alemão. </P><br />
<P>As receitas totais cresceram 7% e alcançaram 6.518 milhões na primeira metade do ano, incluindo 4.106 milhões que corresponderam a juros, menos 0,6% do que mesmo período de 2025, e 2.178 milhões a comissões, mais 8,1%.</P><br />
<P>O resultado operacional melhorou 13,8% e atingiu 2.725 milhões.</P><br />
<P>O banco registou um bom segundo trimestre graças à evolução positiva do negócio e ao efeito comparativo com o mesmo período do ano passado, no qual contabilizou despesas extraordinárias devido a uma reestruturação que empreendeu.</P><br />
<P>Os rendimentos entre abril e junho mantiveram-se em linha com os da primeira metade do ano (cresceram 9,3%), mas o lucro operacional avançou 16,9% e o líquido praticamente duplicou (avançou 94,2%) e alcançou 898 milhões.</P><br />
<P>Estes resultados permitem ao grupo bancário manter as previsões para 2026, exercício para o qual prevê um lucro de pelo menos 3.400 milhões de euros.</P><br />
<P>No comunicado hoje divulgado em que informa sobre os resultados, a entidade indica que prevê distribuir entre os acionistas praticamente todo o lucro líquido do ano, cerca de 3.200 milhões, e avança que continuará com a política que combina a recompra de ações com a distribuição de dividendos.</P><br />
<P>Este mês de julho, realizou um programa de recompra de títulos de até 1.200 milhões já aprovado pelo Banco Central Europeu (BCE) e pendente da aprovação da Agência Financeira da Alemanha (DFG).</P><br />
<P>A conselheira delegada (CEO) do Commerzbank, Bettina Orlop, assegura no comunicado que, embora a Unicredit tenha a maioria na próxima assembleia de acionistas, a entidade italiana &#8220;não pode decidir unilateralmente sobre medidas estruturais fundamentais&#8221;, já que uma mudança nesse sentido requer &#8220;uma compreensão compartilhada do modelo de negócio e a participação de todos os grupos de interesse&#8221;.</P><br />
<P>A Unicredit, que controlava 26% do Commerzbank, apresentou uma oferta pública de aquisição (OPA) no passado mês de maio à qual se opunha a direção do banco e o Estado alemão, também acionista da entidade, com a qual conseguiu elevar o seu peso para 47,65% (49,65% dos direitos de voto).</P><br />
<P>O Estado alemão, que evitou o colapso do banco na crise financeira de 2008, chegou a ter 25% do banco e mantém ainda uma participação de 12%. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798220]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro da Nintendo aumenta 53,5% entre abril e junho para 809 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:37:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A japonesa Nintendo registou um lucro líquido de 147.423 milhões de ienes (cerca de 809 milhões de euros) entre abril e junho, um aumento de 53,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A japonesa Nintendo registou um lucro líquido de 147.423 milhões de ienes (cerca de 809 milhões de euros) entre abril e junho, um aumento de 53,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.</P><br />
<P>Nos primeiros três meses do exercício fiscal, a empresa detalhou que o lucro operacional mais do que duplicou, atingindo 142.596 milhões de ienes (cerca de 783 milhões de euros).</P><br />
<P>Ainda assim, o volume de negócios diminui 9,5% em comparação com 2025, para 517.813 milhões de ienes (cerca de 2.842 milhões de euros).</P><br />
<P>Na apresentação dos resultados, a empresa explicou que o aumento dos lucros deveu-se a &#8220;um aumento das receitas não operacionais, incluindo ganhos cambiais&#8221;.</P><br />
<P>A Nintendo referiu que recebeu 300 milhões de dólares americanos (cerca de 260 milhões de euros) a título de reembolso de direitos aduaneiros, depois de o Supremo Tribunal dos Estados Unidos ter anulado, em fevereiro, as taxas &#8220;recíprocas&#8221; impostas pela Administração de Donald Trump.</P><br />
<P>A Nintendo manteve as previsões para o resto do exercício, que terminará em março de 2027, e afirmou que espera alcançar um lucro líquido de 310.000 milhões de ienes (cerca de 1.701 milhões de euros).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798222]]></sapo:autor>
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		<title>AMI regista aumento da ajuda alimentar e dos apoios a pessoas sem-abrigo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:36:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Fundação AMI apoiou 5.519 pessoas no primeiro semestre, registando um aumento de 11% no apoio alimentar e mais 115 pessoas em situação de sem-abrigo, revelam dados hoje divulgados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Fundação AMI apoiou 5.519 pessoas no primeiro semestre, registando um aumento de 11% no apoio alimentar e mais 115 pessoas em situação de sem-abrigo, revelam dados hoje divulgados.</P><br />
<P>Das 5.519 pessoas que foram apoiadas pela Fundação AMI, através dos seus equipamentos e respostas de Ação Social em Portugal, 756 recorreram pela primeira vez aos serviços da instituição, adianta em comunicado.</P><br />
<P>A AMI também acompanhou 673 pessoas em situação de sem-abrigo, das quais 115 constituem novos casos.</P><br />
<P>Já as Equipas de Rua prestaram apoio direto a 285 pessoas, incluindo 51 que foram acompanhadas pela primeira vez, reforçando o trabalho de proximidade junto de quem vive em situação de maior vulnerabilidade.</P><br />
<P>Para a Fundação AMI, estes dados revelam que &#8220;a pobreza e a exclusão social continuam a marcar a vida da população em idade ativa&#8221;: &#8220;Para muitas pessoas, garantir necessidades tão básicas como a alimentação ou uma habitação digna continua a ser um desafio diário&#8221;.</P><br />
<P>Quanto aos apoios sociais, os dados evidenciam &#8220;a crescente necessidade na distribuição de géneros alimentares&#8221;.</P><br />
<P>No primeiro semestre, foram apoiadas 2.756 pessoas, correspondentes a 1.090 agregados familiares, através da entrega de 6.695 cabazes alimentares, o que representa um aumento de 11% no número de pessoas apoiadas e de 23% no número de cabazes distribuídos, face ao período homólogo. </P><br />
<P>Através do serviço de refeitório, foram servidas mais de 72.400 refeições a 898 pessoas.</P><br />
<P>Traçando o perfil dos beneficiários, a Assistência Médica Internacional (AMI) refere que a maioria tem entre 21 e 66 anos. </P><br />
<P>Oito por cento dos beneficiários têm rendimentos provenientes de trabalho, mas continuam a necessitar de apoio social, porque &#8220;o salário é insuficiente para fazer face às despesas essenciais&#8221;.</P><br />
<P>Relativamente ao acompanhamento psicossocial, os serviços de Ação Social da AMI realizaram 5.204 atendimentos, acompanhamentos sociais e encaminhamentos. </P><br />
<P>O serviço de roupeiro apoiou 1.878 pessoas, pertencentes a 891 agregados familiares.</P><br />
<P>A AMI começou a atuar em Portugal em 1994, ano em que abriu o Centro Porta Amiga das Olaias. Desde então, e face às necessidades existentes no país, lançou mais oito Centros Porta Amiga, dois abrigos noturnos, duas equipas de rua, uma equipa de apoio domiciliário e um polo de distribuição alimentar, tendo apoiado mais de 80.000 pessoas, das quais 14.229 em situação de sem-abrigo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798232]]></sapo:autor>
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		<title>Elétricos, HVO e bioGNL: as alternativas ao gasóleo já estão na estrada, mas a transição será gradual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:34:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eletrificação começou a ganhar expressão em 2015, quando entrou em circulação o primeiro camião elétrico na Europa, em Munique]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 96% dos camiões em circulação na Europa continuam a funcionar a gasóleo, apesar do crescimento da eletrificação e do aparecimento de combustíveis alternativos de baixas emissões. A conclusão é destacada pela Eurowag, que refere que o gasóleo continua a ser, de longe, o combustível dominante no transporte rodoviário de mercadorias.</p>
<p>Em comunicado, a empresa explica que esta realidade resulta de uma evolução iniciada após a II Guerra Mundial, quando os motores a gasóleo substituíram progressivamente os camiões a gasolina graças à sua maior eficiência, menor consumo, maior binário para transportar cargas pesadas e custos operacionais mais reduzidos.</p>
<p>Segundo a Eurowag, a eletrificação começou a ganhar expressão em 2015, quando entrou em circulação o primeiro camião elétrico na Europa, em Munique. Ainda assim, os veículos elétricos representam atualmente apenas cerca de 0,3% da frota europeia de camiões. A Dinamarca é uma das exceções, com cerca de um em cada 50 camiões já movido exclusivamente a eletricidade.</p>
<p>Além dos veículos elétricos, a empresa destaca que têm vindo a surgir outras alternativas para reduzir as emissões do transporte rodoviário. Entre elas está o HVO (óleo vegetal hidrogenado), um combustível renovável produzido a partir de óleos alimentares usados e gorduras vegetais, que pode ser utilizado em muitos motores a gasóleo sem necessidade de alterações mecânicas.</p>
<p>A marca sublinha, no entanto, que o HVO não deve ser confundido com o biodiesel B100. Apesar de ambos serem combustíveis renováveis, têm processos de produção e características técnicas diferentes, sendo que o B100 pode exigir adaptações em alguns motores e apresentar maiores limitações em temperaturas mais baixas.</p>
<p>Outra solução apontada é o bioGNL, produzido a partir de biomassa renovável. Segundo a Eurowag, cerca de 2.500 dos aproximadamente 15.000 camiões a GNL atualmente em circulação na Europa já utilizam este combustível. Ainda assim, recorda que o bioGNL e o GNL convencional são combustíveis distintos, uma vez que este último é produzido a partir de gás natural.</p>
<p>A empresa considera que a descarbonização do transporte pesado será inevitavelmente um processo gradual. Em comunicado, refere que a idade média dos camiões na União Europeia ronda os 14 anos, ultrapassando mesmo os 20 anos em alguns países, o que limita o ritmo de renovação das frotas.</p>
<p>A Eurowag alerta ainda para o risco de surgir uma descarbonização &#8220;a duas velocidades&#8221; na Europa. Segundo um inquérito realizado pela empresa em 2025, os transportadores consideram a redução das emissões uma prioridade, mas alertam que a falta de infraestruturas e de acesso a combustíveis de baixo carbono poderá penalizar sobretudo as empresas da Europa Central e de Leste face aos mercados da Europa Ocidental.</p>
<p>Perante este cenário, a empresa afirma estar a expandir a sua rede europeia de abastecimento para incluir combustíveis alternativos, como bioGNL, bioGNC e HVO, bem como soluções de descarbonização destinadas a facilitar uma transição gradual para um transporte rodoviário com menores emissões de carbono.</p>
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		<title>Os cinco magníficos da Ferrari vão a leilão por mais de 35 milhões de euros</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:20:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ao contrário dos Ferraris de competição ou de modelos com um passado ligado a pilotos famosos, esta coleção destaca-se por reunir cinco dos automóveis de produção mais importantes da história moderna da marca]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A história recente da Ferrari pode mudar de mãos nos próximos dias. A leiloeira RM Sotheby&#8217;s vai colocar à venda, durante o tradicional leilão de Monterey, na Califórnia, cinco dos modelos mais emblemáticos da marca italiana: um 288 GTO, um F40, um F50, um Enzo e um LaFerrari. No conjunto, a coleção poderá ultrapassar os 35 milhões de euros, segundo as estimativas da leiloeira avançada pelo El &#8216;Economista&#8217;.</p>
<p>Ao contrário dos Ferraris de competição ou de modelos com um passado ligado a pilotos famosos, esta coleção destaca-se por reunir cinco dos automóveis de produção mais importantes da história moderna da marca, praticamente todos em estado de conservação excecional, com quilometragens muito reduzidas e certificados de autenticidade da Ferrari.</p>
<p>O mais valioso do lote deverá ser o Ferrari 288 GTO, considerado por muitos especialistas como o ponto de partida da era moderna da Ferrari. Desenvolvido originalmente para cumprir os requisitos de homologação do Grupo B dos ralis, acabou por nunca competir depois de a FIA cancelar a categoria na sequência de vários acidentes fatais.</p>
<p>A unidade agora leiloada é a número 99 da produção, apresenta apenas 1.541 quilómetros, mantém todos os componentes originais certificados pela Ferrari Classiche e poderá ultrapassar os 10 milhões de euros.</p>
<p>Outro dos destaques é o lendário Ferrari F40, lançado para celebrar os 40 anos da marca. Este exemplar percorreu menos de 500 quilómetros desde que saiu da fábrica de Maranello e pertenceu originalmente a Lee Iacocca, o histórico executivo da indústria automóvel que liderou a Chrysler e teve também uma carreira marcante na Ford. Recentemente foi alvo de uma revisão avaliada em cerca de 40 mil dólares (34 mil euros), incluindo pneus novos e manutenção completa. A estimativa aponta para um valor próximo dos 5 milhões de euros.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Purchased new directly from Ferrari by legendary American automotive executive Lee Iacocca.</p>
<p>The 94th of 213 US-market F40s, chassis 87345 displays just 320 miles and is accompanied by its original warranty booklet made out to Iacocca and a plaque reading, “Built exclusively for… <a href="https://t.co/Szwbx8uVfq">pic.twitter.com/Szwbx8uVfq</a></p>
<p>&mdash; RM Sotheby&#39;s (@rmsothebys) <a href="https://x.com/rmsothebys/status/2085072682991661393?ref_src=twsrc%5Etfw">August 5, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O Ferrari F50, criado para assinalar o cinquentenário da Ferrari, também promete atrair atenções. Inspirado diretamente na tecnologia da Fórmula 1, o superdesportivo utiliza um motor V12 atmosférico de 4,7 litros com 513 cv, capaz de ultrapassar os 320 km/h.</p>
<p>Este exemplar tem um detalhe adicional que o torna ainda mais especial: o primeiro proprietário foi o antigo campeão mundial de boxe Mike Tyson. O automóvel será vendido juntamente com um conjunto original de malas Ferrari e um par de luvas de boxe autografadas pelo próprio Tyson. O valor estimado ronda os 9 milhões de euros.</p>
<p>Também presente estará um Ferrari Enzo, lançado em 2002 e batizado em homenagem ao fundador da marca. Equipado com um V12 atmosférico de 6,0 litros e 651 cv, acelera dos 0 aos 100 km/h em apenas 3,3 segundos e atinge 350 km/h de velocidade máxima.</p>
<p>Este Enzo teve apenas dois proprietários em mais de duas décadas e conserva tanto o certificado Ferrari Classiche como o chamado &#8220;Livro Vermelho&#8221;, documento que confirma a autenticidade do automóvel. A Sotheby&#8217;s acredita que poderá ultrapassar os 7 milhões de euros.</p>
<p>A fechar o lote surge o LaFerrari, o primeiro híbrido de produção da marca italiana. Combina um motor V12 atmosférico de 6,3 litros com um sistema elétrico KERS derivado da Fórmula 1, alcançando uma potência combinada de 950 cv.</p>
<p>Com apenas 1.000 quilómetros percorridos desde 2015, um único proprietário e certificação Ferrari Classiche, este exemplar poderá ultrapassar os 5 milhões de euros.</p>
<p>Se um único comprador decidir adquirir os cinco automóveis, levará para casa praticamente toda a evolução tecnológica da Ferrari nas últimas quatro décadas: do 288 GTO ao LaFerrari, passando pelos icónicos F40, F50 e Enzo. Todos partilham ainda outro detalhe simbólico: estão pintados em Rosso Corsa, a histórica cor vermelha que se tornou sinónimo da Ferrari. Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, dificilmente voltará a surgir tão cedo uma coleção desta dimensão e qualidade no mercado.</p>
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		<title>140 metros e 6000 toneladas: Alemanha apresenta novo navio de guerra para reforçar a NATO contra ameaças hipersónicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:17:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O novo navio de guerra foi pensado para operar em cenários de elevada intensidade e reunir, numa única plataforma, defesa aérea e antimíssil, guerra antissubmarina e capacidade de ataque contra alvos em terra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Alemanha apresentou a GMF 140, uma nova fragata com 140 metros de comprimento e mais de 6000 toneladas, concebida para reforçar as capacidades navais da NATO perante ameaças como mísseis hipersónicos, projéteis balísticos, submarinos e ataques de longo alcance.</p>
<p class="isSelectedEnd">Desenvolvido pela Rheinmetall, o novo navio de guerra foi pensado para operar em cenários de elevada intensidade e reunir, numa única plataforma, defesa aérea e antimíssil, guerra antissubmarina e capacidade de ataque contra alvos em terra.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o El Confidencial, a empresa alemã pretende apresentar inicialmente a GMF 140 no âmbito de um programa de aquisição na América do Norte, antes de alargar a proposta a outros países aliados interessados em modernizar as respetivas frotas.</p>
<p><strong>Fragata poderá operar em mar aberto e zonas costeiras</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A GMF 140 foi projetada para missões em mar aberto, áreas costeiras, operações expedicionárias e ações conjuntas com outras forças da NATO.</p>
<p class="isSelectedEnd">A arquitetura digital deverá permitir que o navio seja operado por uma tripulação mais reduzida, sem comprometer a integração de sensores, armas e sistemas de combate.</p>
<p class="isSelectedEnd">O projeto procura concentrar num único navio funções que, em muitos casos, estão associadas a plataformas de maior dimensão.</p>
<p><strong>Radares preparados para detetar mísseis hipersónicos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Um dos principais elementos da fragata será a integração prevista de radares dos Estados Unidos capazes de detetar, acompanhar e identificar alvos convencionais, mísseis balísticos e armas hipersónicas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o El Confidencial, a Rheinmetall admite também incorporar o sistema de combate AEGIS, utilizado pela Marinha dos EUA e por outras forças aliadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A fragata poderá, em alternativa, recorrer ao sistema CMS330 da Lockheed Martin.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta solução tem uma arquitetura aberta e escalável, permitindo ligar sensores e armamento de fabricantes europeus e americanos, coordenar operações entre diferentes unidades e introduzir futuras atualizações sem alterar por completo a plataforma.</p>
<p><strong>GMF 140 terá 64 células de lançamento vertical</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A nova fragata deverá dispor de 64 células de lançamento vertical VLS, compatíveis com vários tipos de mísseis.</p>
<p class="isSelectedEnd">Consoante a missão, estas células poderão ser usadas para defesa antiaérea, interceção de mísseis balísticos ou ataques contra alvos terrestres.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta capacidade de fogo é habitualmente associada a navios de maiores dimensões, o que reforça o papel da GMF 140 como plataforma de combate multifunções.</p>
<p><strong>Guerra antissubmarina é uma das prioridades</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O combate a submarinos ocupa igualmente um lugar central no projeto.</p>
<p class="isSelectedEnd">A GMF 140 deverá contar com um casco de baixa assinatura, gestão acústica integrada, sonar e equipamentos rebocados destinados à deteção de submarinos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O navio poderá ainda operar helicópteros marítimos e sistemas não tripulados, aumentando a capacidade de vigilância, reconhecimento e intervenção.</p>
<p>A Rheinmetall pretende que a fragata possa atuar em conjunto com as principais forças navais da NATO e adaptar-se a diferentes tipos de missão ao longo da sua vida operacional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798224]]></sapo:autor>
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		<title>TAP anuncia parceria com a Airbnb e reforça programa com mais de nove milhões de clientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:12:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A TAP Air Portugal estabeleceu uma parceria com a Airbnb que permite aos membros do programa de fidelização TAP Miles&#038;Go acumular milhas em reservas de alojamento e experiências realizadas na plataforma.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A TAP Air Portugal estabeleceu uma parceria com a Airbnb que permite aos membros do programa de fidelização TAP Miles&amp;Go acumular milhas em reservas de alojamento e experiências realizadas na plataforma.</p>
<p>A partir de agora, os clientes recebem duas milhas por cada euro gasto em estadias e experiências elegíveis, reforçando a proposta de valor de um programa que já conta com mais de nove milhões de clientes.</p>
<p>A parceria surge num momento de crescimento da procura por viagens. De acordo com dados da Airbnb, as reservas internacionais efetuadas por portugueses aumentaram 28% durante este verão, sendo Madrid, Londres, Sevilha e Paris alguns dos destinos mais procurados. Já em Portugal, 87% das chegadas de hóspedes em alojamentos Airbnb em 2025 corresponderam a viajantes estrangeiros.</p>
<p>Sofia Lufinha, Chief Customer Officer da TAP Air Portugal, afirma que a companhia procura &#8220;criar mais oportunidades para que os Clientes TAP Miles&amp;Go possam acumular e utilizar as suas milhas&#8221;, sublinhando que a entrada da Airbnb no programa alarga essas possibilidades.</p>
<p>Também Jaime Rodríguez de Santiago, diretor-geral da Airbnb para Espanha e Portugal, considera que a parceria resulta de um objetivo comum das duas empresas de aproximar os viajantes dos destinos que pretendem visitar, acrescentando que as estadias elegíveis passam agora a contribuir para a acumulação de milhas.</p>
<p>Para beneficiar da oferta, os utilizadores devem iniciar a reserva através da página dedicada da parceria, fazer o login na conta TAP Miles&amp;Go e concluir depois a reserva na plataforma da Airbnb. As milhas serão atribuídas nas reservas elegíveis realizadas através deste processo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798223]]></sapo:autor>
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		<title>Alerta para cocktail antienvelhecimento: estudo deteta danos graves no cérebro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 09:47:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em causa está o tratamento que junta dasatinib e quercetina, conhecido como D+Q, utilizado com o objetivo de eliminar células envelhecidas e atrasar a deterioração associada à idade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Uma combinação de fármacos que tem sido apontada como uma das promessas da medicina antienvelhecimento pode provocar danos significativos no cérebro, segundo um novo estudo realizado por investigadores da Universidade de Connecticut.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em causa está o tratamento que junta dasatinib e quercetina, conhecido como D+Q, utilizado com o objetivo de eliminar células envelhecidas e atrasar a deterioração associada à idade.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o elEconomista, os investigadores concluíram que esta combinação destrói a mielina, a camada protetora que envolve as fibras nervosas e permite a transmissão eficiente dos sinais elétricos entre o cérebro e o resto do organismo.</p>
<p><strong>Perda de mielina pode afetar memória e mobilidade</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A mielina funciona como um revestimento isolante das ligações nervosas. Quando essa proteção é danificada, a comunicação entre as células perde eficácia.</p>
<p class="isSelectedEnd">A perda desta camada pode estar associada a dores crónicas, problemas de memória e dificuldades de mobilidade, incluindo limitações ao caminhar. O quadro apresenta semelhanças com alguns dos sintomas observados na esclerose múltipla.</p>
<p class="isSelectedEnd">O estudo, publicado na revista científica PNAS, levanta dúvidas sobre a segurança de terapias senolíticas que já estarão a ser usadas fora dos laboratórios sem autorização formal.</p>
<p><strong>Danos foram detetados em animais jovens e idosos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os investigadores administraram o cocktail a animais de diferentes idades e verificaram que a perda de mielina não se limitou aos indivíduos mais velhos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Stephen Crocker, imunologista da Faculdade de Medicina da Universidade de Connecticut, explicou que a mielina desapareceu tanto nos animais jovens como nos mais idosos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os efeitos foram, contudo, mais acentuados nos sujeitos jovens, um resultado que contraria a ideia de que estes tratamentos poderão ser tomados preventivamente e sem riscos por pessoas de qualquer idade.</p>
<p><strong>Tratamento procurava eliminar células “zombie”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A combinação de dasatinib e quercetina ganhou destaque pela capacidade de procurar e eliminar células senescentes, frequentemente designadas por células “zombie”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estas células deixaram de desempenhar normalmente as suas funções, mas continuam presentes no organismo e são associadas a processos inflamatórios e ao envelhecimento dos tecidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O entusiasmo em torno do tratamento levou ao lançamento de ensaios clínicos para avaliar a sua possível utilização em doenças como Alzheimer e diabetes tipo 2.</p>
<p class="isSelectedEnd">No entanto, o impacto da combinação no cérebro tinha sido pouco estudado.</p>
<p><strong>Experiência procurava reparar danos cerebrais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os investigadores Evan Lombardo e Robert Pijewski iniciaram o trabalho com a expectativa de que os fármacos pudessem contribuir para a reparação do cérebro.</p>
<p class="isSelectedEnd">A experiência envolveu ratos de diferentes idades e culturas laboratoriais de oligodendrócitos, as células responsáveis pela produção e manutenção da mielina.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os resultados foram opostos aos esperados. Depois da exposição ao tratamento, a camada protetora que envolvia as fibras nervosas dos animais saudáveis sofreu uma redução acentuada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o elEconomista, os exames revelaram também um desgaste severo no corpo caloso, a estrutura que estabelece a ligação entre os dois hemisférios cerebrais.</p>
<p><strong>Efeito semelhante ao chamado “cérebro de quimioterapia”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O tipo de deterioração observado no corpo caloso é comparado ao que pode surgir em doentes submetidos a tratamentos oncológicos agressivos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este fenómeno é frequentemente conhecido como “cérebro de quimioterapia” e pode manifestar-se através de nevoeiro mental, desorientação e dificuldades cognitivas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao analisarem o tecido cerebral ao microscópio, os cientistas verificaram, contudo, que as células não tinham morrido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em vez disso, pareciam ter regressado a um estado menos desenvolvido e menos funcional.</p>
<p><strong>Células terão ficado sem energia</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A equipa suspeita que os fármacos estejam a retirar às células a energia necessária para manterem a sua estrutura e complexidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Como resposta, os oligodendrócitos terão regredido para um estado mais imaturo, no qual deixam de desempenhar adequadamente a função de produzir e conservar mielina.</p>
<p class="isSelectedEnd">O tratamento terá, assim, provocado uma espécie de rejuvenescimento celular, mas acompanhado por uma perda grave de funcionalidade.</p>
<p><strong>Descoberta pode ajudar investigação da esclerose múltipla</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar dos riscos identificados, os resultados poderão abrir uma nova linha de investigação sobre a esclerose múltipla.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os cientistas verificaram que as células imaturas observadas após o tratamento se comportam de forma semelhante às encontradas em pessoas com a doença.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta semelhança levou a equipa a admitir que, em alguns casos de esclerose múltipla, as células responsáveis pela mielina poderão não estar mortas, mas apenas inativas devido ao stress.</p>
<p>O próximo objetivo dos investigadores será perceber se estas células podem ser novamente estimuladas e levadas a recuperar a capacidade de reparar o cérebro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798213]]></sapo:autor>
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		<title>Delta Cafés: &#8220;O futuro do café depende das pessoas que o produzem&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 09:36:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
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		<category><![CDATA[Delta]]></category>
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					<description><![CDATA[Na Delta Cafés, a sustentabilidade não é um destino, mas sim uma forma de existir. Para o grupo, o futuro do café constrói-se hoje, com inovação, responsabilidade e impacto positivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Falar de sustentabilidade no Grupo Nabeiro – Delta Cafés é falar de um compromisso que nasceu muito antes de a sigla ESG fazer parte do vocabulário empresarial. Herdada da visão humanista e empreendedora do comendador Rui Nabeiro, a preocupação com as pessoas, a comunidade e o futuro continua a marcar a estratégia do Grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, e como reflecte Rita Nabeiro, administradora executiva do Grupo Nabeiro – Delta Cafés, essa herança traduz-se numa abordagem ESG estruturada, integrada na gestão do negócio e onde a inovação vai além da tecnologia, passando também pela criação de novos modelos de negócio, parcerias e soluções circulares.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a empresa, a sustentabilidade deixou de ser um conjunto de iniciativas isoladas para passar a fazer parte das decisões estratégicas, da gestão do risco e da competitividade do negócio, assumindo um papel determinante num sector particularmente exposto aos efeitos das alterações climáticas e às crescentes exigências regulatórias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ESG integrado na estratégia do negócio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na Delta Cafés, a sustentabilidade faz parte da gestão quotidiana e é acompanhada através de indicadores concretos que permitem medir a evolução da empresa e apoiar a tomada de decisão. A monitorização da pegada de carbono, da eficiência energética, da valorização de resíduos, da incorporação de energia renovável ou da renovação da frota permite transformar compromissos em resultados mensuráveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Actualmente, 60% da energia consumida pelo Grupo tem origem em fontes renováveis, 22% da frota é 100% eléctrica e 99% dos resíduos directos da operação são reciclados ou valorizados. Como explica Rita Nabeiro, «as distinções obtidas pelo Grupo Nabeiro [como o facto de o Grupo ter sido distinguido pelo Merco como a empresa mais responsável em ESG em Portugal pelo quinto ano consecutivo] reflectem o trabalho desenvolvido na integração dos critérios ESG na gestão do negócio. Mais do que um objectivo em si, estes reconhecimentos funcionam como uma validação externa da consistência do trabalho desenvolvido e dos resultados alcançados».</p>
<p style="text-align: justify;">A responsável sublinha, ainda, que «aquilo que não se mede, não se gere. Foi por isso que, nos últimos anos, reforçámos os mecanismos de medição e monitorização do nosso desempenho ESG, incorporando indicadores nos processos de gestão e tomada de decisão».</p>
<p style="text-align: justify;">Esta visão reflecte-se também na estrutura de governance da organização. O Grupo dispõe de uma Direcção de Sustentabilidade e Propósito, responsável por áreas como descarbonização, economia circular, inovação verde, literacia ESG e responsabilidade social, complementada por uma Comissão de Ética e Compliance e por um Código de Ética e de Conduta.</p>
<p style="text-align: justify;">«Os critérios ESG entram cada vez mais nas decisões estratégicas porque têm impacto directo na competitividade, na reputação, no acesso a mercados, na relação com clientes e consumidores, na gestão de risco e na resiliência da cadeia de valor», reforça Rita Nabeiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Uma cadeia de valor mais resiliente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O sector do café encontra-se entre os mais vulneráveis aos efeitos das alterações climáticas. O aumento das temperaturas, a irregularidade das chuvas, os fenómenos meteorológicos extremos e a maior incidência de pragas estão já a afectar a produtividade e a qualidade das colheitas em várias regiões produtoras.</p>
<p style="text-align: justify;">Perante este cenário, a Delta Cafés tem vindo a reforçar a resiliência da sua cadeia de abastecimento, trabalhando em proximidade com produtores, promovendo práticas agrícolas mais  sustentáveis, diversificando origens e investindo na monitorização e gestão de risco.</p>
<p style="text-align: justify;">«Para a Delta Cafés, estes desafios reforçam a necessidade de encarar a sustentabilidade como um tema estratégico de competitividade e de gestão de risco. Mais do que responder a requisitos regulatórios, trata-se de preparar o negócio para o futuro, reforçar a resiliência da cadeia de abastecimento, apoiar os produtores na adaptação a novas exigências e responder às expectativas crescentes dos consumidores, clientes, colaboradores e parceiros», complementa.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse contexto, a empresa integra, desde 2018, o International Coffee Partners, uma iniciativa presente em 13 países que apoia mais de 92 mil famílias produtoras através de formação técnica, melhoria das práticas agrícolas, aumento da produtividade, reforço da resiliência climática, inclusão das mulheres e envolvimento dos jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">Em paralelo, desenvolve o projecto Impossible Coffees, dedicado à valorização de pequenos produtores e de cafés raros provenientes de geografias como Açores, São Tomé e Príncipe, Angola, Colômbia ou Tailândia.</p>
<p style="text-align: justify;">«O futuro do café depende das pessoas que o produzem», assegura Rita Nabeiro, acrescentando que «mais do que lançar edições limitadas, o objectivo é valorizar comunidades produtoras, apoiar tecnicamente a melhoria da qualidade e contribuir para que estas origens possam gerar mais rendimento e reconhecimento».</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Economia circular e inovação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A inovação na Delta Cafés é um dos grandes pilares da organização e vai muito além do desenvolvimento de novos produtos. É encarada como uma ferramenta para reduzir o impacto ambiental, optimizar recursos e criar novos modelos de negócio assentes na economia circular.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, a empresa trabalha na recuperação de materiais como a cascarilha, a sarapilheira das sacas de café verde ou os plásticos das cápsulas. Um dos exemplos mais emblemáticos é a parceria com a startup Nãm, que transforma borras de café recolhidas nas máquinas de vending myBreak Delta Cafés em cogumelos. Todos os anos, cerca de 60 toneladas de borras dão origem a aproximadamente 40 toneladas de cogumelos, num modelo de produção local e circular. «É um exemplo de como a inovação e as parcerias podem transformar resíduos em novos recursos, promovendo modelos de produção mais circulares», refere a administradora executiva do Grupo Nabeiro – Delta Cafés.</p>
<p style="text-align: justify;">Também a digitalização desempenha um papel crescente na eficiência ambiental da empresa, permitindo monitorizar consumos de energia, água e matérias-primas, optimizar rotas logísticas e desenvolver soluções de eco-design para embalagens e equipamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os projectos desenvolvidos destaca-se, ainda, o Reborn, da Delta Q, que já permitiu colocar no mercado mais de seis mil máquinas de café recondicionadas, prolongando o ciclo de vida dos equipamentos e reduzindo a necessidade de produzir novas máquinas.</p>
<p style="text-align: justify;">«A inovação é indispensável para reduzir impacto ambiental e aumentar a eficiência operacional. Permite-nos redesenhar processos, testar novos materiais, melhorar equipamentos, optimizar consumos e identificar oportunidades de redução de emissões ao longo da cadeia de valor», explica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pessoas no centro da estratégia ESG </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da crescente internacionalização, a dimensão humana continua a ser um dos traços distintivos da cultura do Grupo Nabeiro. A empresa procura garantir que o crescimento não compromete os valores de proximidade que marcaram a sua origem em Campo Maior. «A nossa internacionalização é uma prioridade estratégica, com a ambição de afirmar a Delta entre as principais marcas de café a nível mundial», começa por destacar, adiantando que pretendem fazê-lo mantendo aquilo que os distingue: «Uma cultura empresarial assente na proximidade, na responsabilidade e na construção de relações de longo prazo».</p>
<p style="text-align: justify;">Esta preocupação traduz-se em programas internos, como o Delta Feel Good, dedicado à promoção da saúde física e mental, do equilíbrio entre vida pessoal e profissional e da adopção de estilos de vida saudáveis, bem como em iniciativas de literacia ESG dirigidas aos colaboradores.</p>
<p style="text-align: justify;">Através da Associação Coração Delta, o Grupo desenvolve também projectos nas áreas da educação, saúde, solidariedade e inovação social. Nos últimos 20 anos, a Associação impactou mais de 54 mil pessoas, contando entre os seus projectos mais emblemáticos o Centro de Talentos Alice Nabeiro, que já apoiou mais de 900 crianças, promovendo criatividade, desenvolvimento pessoal, competências sociais e espírito empreendedor.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Rita Nabeiro, a liderança em sustentabilidade passa igualmente pela capacidade de gerar impacto positivo para além da própria organização. «Queremos continuar a liderar pelo exemplo, com humildade, consistência e ambição», revela a profissional, deixando uma nota sobre o futuro do Grupo: «A nossa ambição de crescimento global tem de caminhar lado a lado com o compromisso ESG, porque acreditamos que a competitividade futura das empresas dependerá cada vez mais da sua capacidade de criar valor económico, social e ambiental».</p>
<p><em>Artigo publicado na Revista Executive Digest n.º 244 de Julho de 2026</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791322]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Porto Business School lança programa executivo para gestores no setor do turismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 09:33:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[gestores]]></category>
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		<category><![CDATA[Porto Business School]]></category>
		<category><![CDATA[turimo]]></category>
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					<description><![CDATA[O programa destina-se a gestores e executivos do turismo e da hotelaria, empresários, empreendedores, consultores e decisores que procuram aprofundar conhecimentos sobre os principais fatores que estão a transformar o setor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Porto Business School (PBS) acaba de lançar o Advanced Program em Tourism Management, um novo programa executivo dirigido a profissionais dos setores do turismo e da hotelaria que pretende reforçar competências de gestão e preparar líderes para responder às profundas transformações que o setor enfrenta.</p>
<p>A formação surge num contexto marcado pela evolução da procura turística, por consumidores mais exigentes e pela crescente necessidade de desenvolver modelos de negócio mais resilientes e sustentáveis. O objetivo passa por proporcionar aos participantes uma visão estratégica que lhes permita antecipar tendências e liderar organizações com maior capacidade de adaptação.</p>
<p>Com uma abordagem transversal à gestão do turismo, o programa aborda áreas como estratégia, finanças, marketing, operações, excelência de serviço, revenue management, sustentabilidade, critérios ESG, transformação digital, analytics, inteligência artificial e novas oportunidades em segmentos como o turismo experiencial, o wellness e os ecossistemas culturais e criativos.</p>
<p>&#8220;O turismo é hoje um setor altamente competitivo, dinâmico e exposto a transformações económicas, tecnológicas, ambientais e sociais. Nesse sentido, este programa foi desenhado para apoiar líderes e decisores que querem interpretar essas mudanças, repensar modelos de negócio e transformar desafios em oportunidades de crescimento sustentável&#8221;, afirma Rita Marques, diretora do Advanced Program em Tourism Management da Porto Business School.</p>
<p>O programa destina-se a gestores e executivos do turismo e da hotelaria, empresários, empreendedores, consultores e decisores que procuram aprofundar conhecimentos sobre os principais fatores que estão a transformar o setor, combinando uma componente estratégica com ferramentas de gestão e uma forte vertente prática.</p>
<p>Com início marcado para 26 de outubro de 2026, o Advanced Program em Tourism Management será lecionado em inglês, em regime blended, conjugando sessões presenciais e online para proporcionar uma experiência de aprendizagem flexível e adaptada às necessidades dos profissionais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798207]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Marrocos leva 86 pessoas a tribunal por organização de passagens ilegais para Ceuta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 09:32:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público marroquino acusou 86 pessoas no âmbito da travessia em massa de migrantes para Ceuta, registada na passada quinta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O Ministério Público marroquino acusou 86 pessoas no âmbito da travessia em massa de migrantes para Ceuta, registada na passada quinta-feira.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as acusações estão a organização de passagens ilegais da fronteira, o transporte de passageiros sem licença, a sobrelotação de embarcações, a permanência no país para além do prazo autorizado, insultos e agressões contra as forças de segurança e a destruição deliberada de bens públicos.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a Euronews, as acusações foram divulgadas esta semana pelo meio de comunicação marroquino Hespress.</p>
<p><strong>Marrocos rejeita ter cedido na vigilância da fronteira</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Governo marroquino negou, na segunda-feira, ter cedido a qualquer tipo de pressão ou chantagem durante a crise migratória, que levou dezenas de milhares de pessoas a entrar no território espanhol de Ceuta.</p>
<p class="isSelectedEnd">Rabat manifestou também desilusão com as reações de vários dirigentes europeus, acusando-os de tentarem explorar a situação para obter vantagens políticas internas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fontes diplomáticas marroquinas rejeitaram igualmente as alegações de que as autoridades teriam reduzido a vigilância da fronteira.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em declarações à imprensa espanhola, insistiram que qualquer pessoa que tente atravessar sabe que será devolvida e que Marrocos aceitará o seu regresso, uma prática que, segundo as mesmas fontes, tem sido mantida ao longo dos últimos anos.</p>
<p><strong>52 pessoas foram processadas em Nador</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Euronews, a Associação Marroquina dos Direitos Humanos revelou que 52 pessoas foram processadas na cidade de Nador por alegado envolvimento na crise recente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Onze jovens compareceram perante a secção criminal do Tribunal de Recurso de Nador, enquanto outras 41 pessoas foram apresentadas ao Tribunal de Primeira Instância da cidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Todos permanecem em prisão preventiva.</p>
<p>Alguns enfrentam acusações de natureza criminal, embora a Associação Marroquina dos Direitos Humanos não tenha especificado os crimes concretos que lhes são imputados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798206]]></sapo:autor>
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		<title>“Linhas espectrais” e uma pluma gigante: o que a ciência viu quando o foguetão da SpaceX atingiu a Lua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 09:11:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um telescópio instalado no Chile detetou os sinais químicos deixados pelo impacto de uma parte de um foguetão da SpaceX contra a superfície da Lua, numa colisão ocorrida a cerca de 8690 quilómetros por hora.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Um telescópio instalado no Chile detetou os sinais químicos deixados pelo impacto de uma parte de um foguetão da SpaceX contra a superfície da Lua, numa colisão ocorrida a cerca de 8690 quilómetros por hora.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Very Large Telescope, do Observatório Europeu do Sul, registou linhas espectrais associadas à presença de sódio e lítio na enorme nuvem de poeira levantada pelo choque.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o The Guardian, estes sinais funcionaram como uma espécie de impressão digital química da pluma criada pelo impacto, que permaneceu visível durante cinco a dez minutos.</p>
<p><strong>Pluma estendeu-se por dezenas de quilómetros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A nuvem de poeira lunar terá atingido algumas dezenas de quilómetros de extensão, segundo Carl Schmidt, astrónomo do Centro de Física Espacial da Universidade de Boston.</p>
<p class="isSelectedEnd">O impacto ocorreu junto à linha do terminador lunar, a fronteira entre a região iluminada pelo Sol e a zona mergulhada na sombra.</p>
<p class="isSelectedEnd">Tal como aconteceu noutros impactos registados na Lua, o objeto levantou uma grande quantidade de poeira que ficou temporariamente iluminada pela luz solar. Apesar disso, o fenómeno foi difícil de observar a olho nu a partir da Terra.</p>
<p class="isSelectedEnd">A forma como a pluma interagiu com a luz permitiu aos cientistas recolher pistas sobre os materiais presentes no local da colisão.</p>
<p class="isSelectedEnd">O sódio detetado terá origem no solo lunar, enquanto os vestígios de lítio poderão ter sido libertados pela própria estrutura do foguetão.</p>
<p><strong>Observação revelou “impressões digitais” químicas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O telescópio do Observatório Europeu do Sul conseguiu identificar linhas espectrais coloridas associadas aos gases presentes na pluma.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o The Guardian, estas linhas permitiram distinguir o sódio e o lítio, embora os primeiros resultados sejam ainda considerados preliminares.</p>
<p class="isSelectedEnd">Carl Schmidt reconheceu que a observação não decorreu de forma perfeita e que a análise realizada até agora é ainda limitada. O astrónomo espera que estudos posteriores permitam retirar conclusões mais detalhadas.</p>
<p><strong>Colisão deverá ter aberto uma cratera de 20 metros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Sara Webb, astrofísica da Universidade de Tecnologia de Swinburne, na Austrália, estima que a força do impacto tenha criado uma nova cratera com cerca de 20 metros de diâmetro e cinco metros de profundidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">A formação de uma pluma de grandes dimensões já era esperada. O que surpreendeu os investigadores foi a dificuldade em observar diretamente o momento da colisão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Vários telescópios estavam apontados para a Lua, mas nenhum conseguiu captar imagens claras do objeto a atingir a superfície.</p>
<p class="isSelectedEnd">O impacto ocorreu pelas 06h35 GMT de quarta-feira. O fragmento tinha aproximadamente a altura de um edifício de cinco andares e pesava quatro toneladas.</p>
<p><strong>Satélites não conseguiram observar o impacto</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Embora vários satélites estivessem em órbita da Lua, nenhum se encontrava na posição certa no momento da colisão.</p>
<p class="isSelectedEnd">A NASA pretende utilizar a sonda Lunar Reconnaissance Orbiter para fotografar a zona atingida. A missão sul-coreana Pathfinder Lunar Orbiter também deverá recolher imagens do local.</p>
<p class="isSelectedEnd">Essas observações poderão revelar os destroços do foguetão e confirmar as dimensões da cratera. No entanto, a obtenção e análise das imagens poderá demorar vários dias.</p>
<p><strong>Impacto pode ajudar futuras missões na Lua</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Benjamin Fernando, do Laboratório Nacional de Los Alamos, no Novo México, considera que a colisão poderá fornecer dados úteis para futuras experiências sísmicas na Lua.</p>
<p class="isSelectedEnd">A informação recolhida poderá também ajudar a avaliar os riscos colocados pelos impactos de detritos espaciais artificiais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A NASA pretende estabelecer uma presença humana prolongada na superfície lunar, o que aumenta a importância de compreender melhor os perigos associados aos objetos que permanecem em órbita ou acabam por colidir com a Lua.</p>
<p><strong>Foguetão foi lançado em janeiro de 2025</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Falcon 9 da SpaceX foi lançado em janeiro de 2025 com dois módulos lunares a bordo.</p>
<p class="isSelectedEnd">O propulsor regressou à Terra, mas o estágio superior permaneceu no espaço depois de impulsionar os módulos em direção ao destino.</p>
<p class="isSelectedEnd">Essa estrutura tornou-se uma das dezenas de milhares de peças de lixo espacial que orbitam a Terra.</p>
<p>A Lua é atingida regularmente por detritos naturais, incluindo meteoroides. As colisões provocadas por objetos construídos pelo ser humano são, contudo, menos frequentes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798204]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;As empresas beneficiam da combinação entre um banco local e a escala internacional do Groupe BPCE&#8221;: Mark Bourke, CEO do novobanco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 08:59:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BPCE]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Bourke]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Novobanco]]></category>
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					<description><![CDATA[Mark Bourke considera que a integração no Groupe BPCE reforça a capacidade do banco para apoiar projetos de investimento, internacionalização, inovação e transformação das empresas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A integração do novobanco no Groupe BPCE marca o início de uma nova etapa para a instituição financeira, que assegura manter a proximidade aos clientes enquanto reforça a capacidade de investimento, inovação e apoio à economia portuguesa. A garantia foi deixada pelo CEO do banco, Mark Bourke, que afirma que a operação permite combinar o conhecimento do mercado nacional com a dimensão de um dos maiores grupos bancários da Europa.</p>
<p>Segundo o responsável, a integração não altera a identidade do banco nem a gestão local, mas acrescenta &#8220;uma proposta de valor mais forte&#8221; para famílias e empresas. &#8220;Somos o mesmo novobanco, agora com uma proposta de valor mais forte&#8221;, sublinha em entrevista publicada pela instituição financeira.</p>
<p>Para as famílias, Bourke refere que a nova fase permitirá acelerar o investimento em inovação, melhorar a experiência dos clientes e desenvolver soluções financeiras mais ajustadas às suas necessidades, mantendo a proximidade como um dos pilares da instituição.</p>
<p>Já no segmento empresarial, o CEO considera que a integração no Groupe BPCE reforça a capacidade do banco para apoiar projetos de investimento, internacionalização, inovação e transformação das empresas, beneficiando da escala internacional do grupo francês sem perder o conhecimento da economia portuguesa.</p>
<p>“As empresas beneficiam da combinação entre um banco que conhece profundamente a economia portuguesa e a escala internacional do Groupe BPCE”, sublinha.</p>
<p>A proximidade continuará, segundo o responsável, a ser uma das principais marcas do novobanco. Bourke garante que o banco pretende manter relações de longo prazo com os clientes, conjugando o atendimento presencial com soluções digitais &#8220;cada vez mais simples, eficientes e acessíveis&#8221;.</p>
<p>O responsável destaca ainda os resultados alcançados no primeiro semestre de 2026, que considera demonstrarem &#8220;a consistência do percurso&#8221; seguido pela instituição. O novobanco registou um resultado líquido de 367 milhões de euros, uma rentabilidade (RoTE) de 17,1% e um rácio de capital CET1 de 19,2%.</p>
<p>Na atividade comercial, o crédito a clientes cresceu 5,9% face ao final de 2025, enquanto os depósitos aumentaram 4,2%. A originação de crédito atingiu os 3,4 mil milhões de euros no semestre e a quota de mercado global subiu para 9,4%, mais 0,1 pontos percentuais do que no final do ano passado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798200]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro do Softbank cai 17,7% entre abril a junho para 1.900 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 08:53:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo japonês de telecomunicações e investimento Softbank registou um lucro líquido de 347.330 milhões de ienes (cerca de 1.900 milhões de euros) entre abril a junho, uma queda de 17,7% face ao período homólogo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo japonês de telecomunicações e investimento Softbank registou um lucro líquido de 347.330 milhões de ienes (cerca de 1.900 milhões de euros) entre abril a junho, uma queda de 17,7% face ao período homólogo.</p>
<p>Segundo a informação divulgada, no terceiro trimestre do ano fiscal da empresa, o Softbank quase quadruplicou os lucros associados aos investimentos, atingindo 1,86 biliões de ienes (cerca de 10.200 milhões de euros), em comparação com os 487.000 milhões de ienes obtidos no mesmo trimestre de 2025.</p>
<p>Para este valor contribuiu o lucro de 1,33 biliões de ienes (cerca de 7.300 milhões de euros) provenientes do investimento na norte-americana Intel, enquanto a participação na OpenAI, criadora do ChatGPT, não teve impacto nos resultados.</p>
<p>A empresa investiu 64 mil milhões de dólares na tecnológica, elevando a posição acionista para cerca de 13%.</p>
<p>Os lucros do fundo de capital de risco Vision Fund, que investe em empresas relacionadas com a Inteligência Artificial (IA), ascenderam a 460.000 milhões de ienes (cerca de 2.524 milhões de euros), uma redução de 30% em relação ao ano anterior.</p>
<p>Embora estes dados tenham superado as expectativas do mercado, segundo os analistas, a descida foi atribuída ao aumento dos custos e despesas no negócio de computação de IA.</p>
<p>Além disso, as receitas do Softbank aumentaram 10,9% em termos homólogos, atingindo os 2,02 biliões de ienes (cerca de 11.080 milhões de euros).</p>
<p>Tal como em ocasiões anteriores, o grupo japonês absteve-se de publicar previsões de lucros para o conjunto do ano fiscal, alegando que existem &#8220;inúmeras incertezas que afetam os lucros&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798198]]></sapo:autor>
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		<title>Investimento imobiliário cresce 11% para 1.420 milhões no 1.º semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 08:37:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O investimento imobiliário comercial em Portugal aumentou 11% no primeiro semestre, para 1.420 milhões de euros, impulsionado sobretudo pelos setores da hotelaria e do retalho, que concentraram cerca de dois terços do capital investido, estimou a consultora JLL.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O investimento imobiliário comercial em Portugal aumentou 11% no primeiro semestre, para 1.420 milhões de euros, impulsionado sobretudo pelos setores da hotelaria e do retalho, que concentraram cerca de dois terços do capital investido, estimou a consultora JLL.</p>
<p>Segundo o relatório trimestral &#8220;Market Dynamics&#8221;, divulgado hoje, o mercado imobiliário nacional manteve uma trajetória de crescimento, num contexto em que Portugal continua entre os dez destinos europeus preferidos para investimento imobiliário, coexistindo uma forte atratividade internacional com uma maior participação de investidores nacionais.</p>
<p>No período em análise, o capital estrangeiro representou 65% das transações e o nacional os restantes 35%.</p>
<p>A JLL referiu que a hotelaria e o retalho foram os principais motores da atividade de investimento, concentrando, em conjunto, cerca de dois terços do montante transacionado, apoiados pelo desempenho operacional destes setores.</p>
<p>Até maio, as vendas a retalho cresceram 5% em termos homólogos, enquanto a hotelaria aumentou as receitas em 5,7% e o número de hóspedes em 2,4%.</p>
<p>Em detalhe, a hotelaria captou 34% do investimento, impulsionada por operações como a venda do resort Ritz-Carlton Penha Longa e a aquisição do Hotel Corinthia Lisbon, enquanto o retalho representou 32%, apoiado por transações envolvendo centros comerciais e &#8216;retail parks&#8217;.</p>
<p>Já o segmento industrial e logístico absorveu 13% do investimento e os escritórios 6%.</p>
<p>Além disso, apesar de uma atividade considerada moderada nos mercados ocupacionais, a consultora antecipa uma recuperação gradual destes segmentos durante o segundo semestre, sustentada por uma oferta limitada e pela manutenção de rendas em níveis elevados.</p>
<p>No mercado residencial, a JLL indicou que os preços cresceram 14% em termos homólogos, apesar de uma redução de 7% nas vendas, evolução que atribui ao défice estrutural de oferta, agravado pelo aumento dos custos de construção e pela valorização dos terrenos.</p>
<p>Citado no comunicado, o presidente executivo (CEO) da JLL Portugal, Carlos Cardoso, considerou que os resultados do primeiro semestre demonstram a capacidade do mercado imobiliário português para continuar a atrair capital, apesar da incerteza internacional, destacando ainda a recuperação gradual do interesse por outros segmentos além da hotelaria e do retalho.</p>
<p>Para a segunda metade do ano, a consultora mantém uma perspetiva positiva, antecipando que o mercado continue a beneficiar de fundamentos sólidos, da procura por ativos de qualidade e do interesse crescente por segmentos como os centros de dados.</p>
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