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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Jul 2026 05:13:01 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Portugal escapa ao calor extremo de Espanha, mas temperaturas voltam a subir esta quinta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 05:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal deverá continuar esta quinta-feira relativamente protegido da intensa onda de calor que está a afetar grande parte da Europa Ocidental e, em particular, Espanha, onde as temperaturas poderão aproximar-se dos 48 graus em algumas regiões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal deverá continuar esta quinta-feira relativamente protegido da intensa onda de calor que está a afetar grande parte da Europa Ocidental e, em particular, Espanha, onde as temperaturas poderão aproximar-se dos 48 graus em algumas regiões. Ainda assim, o calor continuará a fazer-se sentir em território nacional, sobretudo nas regiões do Interior, num dia marcado por céu geralmente limpo, índice de radiação ultravioleta muito elevado e temperaturas da água do mar excecionalmente altas para esta altura do ano.</p>
<p>De acordo com as previsões do portal especializado <a href="https://lusometeo.com/previsao-diaria/tempo-na-quinta-23-jul-31570/" target="_blank" rel="noopener">LusoMeteo</a>, a situação meteorológica em Portugal continuará a beneficiar da influência de uma depressão posicionada a oeste da Península Ibérica, que tem permitido a entrada de ar marítimo no litoral, atenuando as temperaturas máximas junto à costa. Enquanto isso, do outro lado da fronteira, uma poderosa dorsal anticiclónica de origem africana deverá impulsionar temperaturas próximas dos 48ºC em diversas zonas de Espanha, num dos episódios de calor mais intensos registados nos últimos anos.</p>
<p>Segundo a previsão, a circulação atmosférica deverá manter-se praticamente inalterada face aos dias anteriores. O anticiclone permanecerá a norte da Península Ibérica, embora com tendência para um enfraquecimento gradual, permitindo que a depressão atlântica continue a exercer influência sobre Portugal continental, especialmente nas regiões costeiras.</p>
<p>Este padrão favorecerá temperaturas significativamente mais moderadas no litoral quando comparadas com Espanha, onde a massa de ar muito quente continuará a dominar. Já nas regiões do Interior português, mais afastadas da influência oceânica, espera-se um ambiente bastante quente, ainda que dentro dos valores considerados normais para esta época do ano e sem atingir os extremos previstos para o território espanhol.</p>
<p><strong>Interior continua muito quente e litoral mantém influência marítima</strong><br />
Para Portugal continental, prevê-se uma quinta-feira com céu pouco nublado ou limpo durante praticamente todo o dia. Durante a manhã poderão persistir algumas nuvens baixas e bancos de neblina ou nevoeiro junto ao litoral Norte e Centro, mas deverão dissipar-se rapidamente.</p>
<p>Durante a tarde, a previsão aponta apenas para alguma nebulosidade de desenvolvimento vertical nas regiões montanhosas do Norte, podendo ameaçar trovoadas isoladas, embora sem consequências significativas.</p>
<p>O vento deverá soprar geralmente fraco a moderado de oeste, entre os 10 e os 20 quilómetros por hora, intensificando-se durante a tarde no litoral Oeste, contribuindo para manter temperaturas mais amenas junto à costa. Nas terras altas poderão registar-se rajadas entre os 30 e os 45 quilómetros por hora, circunstância que poderá aumentar o risco de incêndio rural.</p>
<p><strong>Temperaturas até 38 graus no sul do país</strong><br />
As temperaturas deverão sofrer poucas alterações relativamente aos dias anteriores.</p>
<p>As máximas deverão variar entre os 24 e os 28 graus no litoral, enquanto no Interior oscilarão entre os 31 e os 36 graus, podendo aproximar-se localmente dos 38 graus no Baixo Alentejo e no Algarve.</p>
<p>As temperaturas mínimas deverão situar-se entre os 15 e os 20 graus, embora no Algarve possam manter-se entre os 21 e os 23 graus, originando uma noite tropical em algumas localidades. Ainda assim, os valores ficam muito abaixo daqueles previstos para diversas zonas de Espanha, onde as temperaturas noturnas poderão não descer dos 30 graus.</p>
<p><strong>Água do mar continua excecionalmente quente</strong><br />
Um dos aspetos que continua a destacar-se nesta situação meteorológica é a temperatura da água do mar.</p>
<p>Segundo a previsão, esta quinta-feira poderá marcar o pico desta onda de calor marinha, com a água a atingir 23 a 24 graus na costa ocidental, podendo mesmo alcançar localmente os 24 graus em alguns pontos do litoral Oeste, um valor considerado excecionalmente raro para o mês de julho.</p>
<p>No Algarve, a água deverá manter-se igualmente próxima dos 24 graus, proporcionando condições muito favoráveis para a prática balnear.</p>
<p>A ondulação continuará inferior a um metro em praticamente toda a costa portuguesa, mantendo o mar muito calmo.</p>
<p><strong>Índice UV muito elevado exige precauções</strong><br />
Apesar de Portugal escapar aos valores extremos registados no resto da Península Ibérica, os níveis de radiação ultravioleta deverão manter-se muito elevados.</p>
<p>O índice UV deverá atingir o valor 10 em praticamente todo o território continental, enquanto nos Açores e na Madeira deverá situar-se entre os níveis 8 e 9.</p>
<p>Perante este cenário, continuam a justificar-se cuidados acrescidos durante as horas de maior exposição solar, nomeadamente através da utilização de proteção adequada e da limitação da permanência ao sol nas horas de maior intensidade.</p>
<p><strong>Açores e Madeira com tempo estável</strong><br />
Nos Açores, o tempo deverá manter-se relativamente estável, embora com maior nebulosidade do que no continente.</p>
<p>São esperadas abertas em todas as ilhas, alternando com períodos de céu muito nublado e possibilidade de aguaceiros fracos e dispersos, sobretudo no Grupo Central durante a madrugada e a manhã.</p>
<p>As temperaturas deverão variar entre os 19 e os 25 graus, com vento fraco a moderado de nordeste entre os 10 e os 25 quilómetros por hora. A ondulação deverá rondar um metro e a temperatura da água situar-se perto dos 23 graus.</p>
<p>Na Madeira prevê-se mais um dia tipicamente de verão, com céu pouco nublado e apenas alguma nebulosidade persistente nas vertentes norte e regiões montanhosas.</p>
<p>As temperaturas deverão oscilar entre os 20 e os 26 graus, com vento moderado do quadrante norte entre os 20 e os 30 quilómetros por hora, enquanto a água do mar deverá manter-se próxima dos 24 graus.</p>
<p>Portugal continua afastado dos extremos europeus</p>
<p>Apesar da onda de calor histórica que continua a afetar grande parte da Europa e da previsão de temperaturas excecionalmente elevadas em Espanha, Portugal deverá permanecer relativamente resguardado graças à persistência da influência marítima.</p>
<p>Ainda assim, o calor continuará a fazer-se sentir sobretudo nas regiões do Interior, num contexto de elevado risco associado às temperaturas, à radiação ultravioleta intensa e às rajadas de vento nas zonas mais elevadas, enquanto as condições marítimas deverão continuar particularmente favoráveis para quem optar por passar o dia nas praias portuguesas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792559]]></sapo:autor>
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		<title>Chefes da diplomacia norte-americana e russa discutem guerra na Ucrânia em Manila</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 05:13:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os chefes da diplomacia dos Estados Unidos e da Rússia, Marco Rubio e Sergei Lavrov, respetivamente, reuniram-se hoje em Manila para discutir a guerra na Ucrânia e possíveis formas de pôr fim ao conflito.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os chefes da diplomacia dos Estados Unidos e da Rússia, Marco Rubio e Sergei Lavrov, respetivamente, reuniram-se hoje em Manila para discutir a guerra na Ucrânia e possíveis formas de pôr fim ao conflito.</P><br />
<P>&#8220;O encontro entre Lavrov e Rubio começou em Manila&#8221;, anunciou o ministério russo dos Negócios Estrangeiros numa mensagens no canal Telegram, acompanhada de um vídeo da chegada do representante de Moscovo à sala onde decorreu a reunião, realizada à margem do encontro de chefes da diplomacia da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN).</P><br />
<P>Na quarta-feira, o secretário de Estado norte-americano afirmou que a guerra na Ucrânia &#8220;dificultou em muitos aspetos a capacidade da Rússia e dos Estados Unidos para encontrar pontos em comum&#8221;, embora não tenha excluído procurar &#8220;outras áreas de possível cooperação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Somos os dois países com maior arsenal nuclear do planeta. Não falar seria imprudente e irresponsável. Temos de manter uma relação com o Governo russo, mesmo havendo áreas de desacordo, e no caso da Ucrânia talvez haja uma oportunidade, se pudermos desempenhar um papel construtivo, para pôr fim ao conflito&#8221;, sublinhou Rubio perante os jornalistas.</P><br />
<P>Lavrov assegurou também na quarta-feira que Moscovo considera que, &#8220;por enquanto&#8221;, os EUA não abandonaram as propostas apresentadas na cimeira de agosto de 2025, no Alasca, onde se reuniram os presidentes Vladimir Putin e Donald Trump.</P><br />
<P>Embora essas propostas não sejam públicas, a imprensa ocidental informou na altura que Trump se mostrou disposto a aceitar que a Rússia ficasse com toda a província ucraniana do Donbass, desde que cessasse os combates na Ucrânia.</P><br />
<P>Nos últimos meses, Rubio tem sido mais crítico da campanha militar russa, classificando-a como um &#8220;fracasso estratégico&#8221; e afirmando que Moscovo não tem hipóteses de vencer a guerra, declarações que desagradaram a Lavrov.</P><br />
<P>As negociações de paz entre Moscovo e Kiev, com mediação de Washington, estão bloqueadas desde fevereiro, quando os EUA lançaram a sua ofensiva contra o Irão. Desde então, os ucranianos intensificaram ataques contra a retaguarda russa, levando Moscovo a aumentar os bombardeamentos sobre Kiev e o porto de Odessa, no Mar Negro.</P><br />
<P>Rubio reiterou esta quarta-feira o desejo de que a guerra, iniciada em fevereiro de 2022, termine e voltou a apresentar-se como mediador entre as partes.</P><br />
<P>&#8220;Os Estados Unidos continuam abertos e dispostos a desempenhar um papel construtivo para pôr fim a esta guerra (&#8230;), acreditamos que neste momento, e penso que os russos concordariam, provavelmente somos o único país do mundo capaz de desempenhar esse papel&#8221;, afirmou o chefe da diplomacia norte-americana.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792759]]></sapo:autor>
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		<title>Eurodeputados dizem que pressão chinesa sobre Moscovo é condição para normalizar relações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 05:04:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A delegação da Comissão dos Assuntos Externos do Parlamento Europeu que visitou esta semana a China acusou hoje Pequim de recusar assumir responsabilidades pela guerra na Ucrânia e defendeu que pressione Moscovo para normalizar relações com a União Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A delegação da Comissão dos Assuntos Externos do Parlamento Europeu que visitou esta semana a China acusou hoje Pequim de recusar assumir responsabilidades pela guerra na Ucrânia e defendeu que pressione Moscovo para normalizar relações com a União Europeia.</P><br />
<P>&#8220;Não quiseram assumir qualquer responsabilidade. Disseram que têm uma relação especial com ambos os países, com a Rússia e com a Ucrânia, em especial com a Rússia, com a qual partilham mais de 2.000 quilómetros de fronteira, e que, por isso, mantêm a mesma equidistância que têm mantido até agora&#8221;, afirmou o eurodeputado espanhol Nicolás Pascual de la Parte (Partido Popular / Partido Popular Europeu), em Xangai, antes da última etapa da visita, citado pela agência EFE.</P><br />
<P>No mesmo sentido pronunciou-se o também eurodeputado espanhol Javi López (Partido dos Socialistas da Catalunha / Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas), que revelou que, durante as reuniões com altos responsáveis chineses, incluindo o ministro dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi, a delegação europeia insistiu que a China &#8220;não é um ator alheio à guerra&#8221;.</P><br />
<P>López considerou que a &#8220;invasão brutal&#8221; lançada pela Rússia provocou &#8220;uma rutura da arquitetura de segurança europeia&#8221; e apelou a Pequim para assumir a sua &#8220;grande responsabilidade&#8221; na resolução de conflitos e na garantia da estabilidade da paz mundial, tendo em conta a influência internacional do país e o facto de ser membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, tal como a Rússia.</P><br />
<P>&#8220;Eles falaram sempre em termos de equidistância e da necessidade de as duas partes regressarem à mesa das negociações, mas ficámos com a impressão de que não estão dispostos a exercer qualquer pressão significativa sobre [o Presidente russo, Vladimir] Putin&#8221;, afirmou Pascual de la Parte.</P><br />
<P>Segundo o eurodeputado, para Bruxelas, o uso por parte da China da sua &#8220;capacidade de influência&#8221; sobre Putin constitui &#8220;uma condição prévia para normalizar as relações&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se continuarem à margem ou numa posição de equidistância, consideraremos isso uma atitude hostil em relação à Europa, porque o que está em causa na Ucrânia não é apenas o destino da Ucrânia, mas o destino de toda a Europa e da arquitetura de segurança europeia&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Pascual de la Parte considerou ainda que a posição chinesa terá &#8220;um custo reputacional muito grave&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não se pode pretender ser uma grande potência e um ator internacional responsável sem tentar resolver conflitos, sobretudo quando existe um agressor claramente identificado. Esta é uma guerra de agressão, em sentido pleno&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>López sublinhou que a delegação europeia transmitiu aos interlocutores chineses a importância do &#8220;papel que terceiros atores podem desempenhar para resolver uma ameaça de caráter existencial&#8221;.</P><br />
<P>Na opinião de Pascual de la Parte, Pequim mantém a posição de equidistância por razões &#8220;essencialmente económicas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Querem preservar boas relações económicas com a Rússia, das quais estão a beneficiar mais do que qualquer outro país. Estão a comprar petróleo e gás com um desconto de cerca de 50% face ao preço de mercado, tornando a sua indústria muito mais competitiva do que a nossa&#8221;, denunciou.</P><br />
<P>O eurodeputado defendeu ainda que Pequim encara o conflito como &#8220;uma questão essencialmente ocidental&#8221;, em parte por não sentir pressão dos países do chamado &#8220;Sul Global&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O único aspeto positivo é que reconhecem à União Europeia um papel ativo em qualquer processo de negociação para resolver o conflito na Ucrânia&#8221;, disse.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792758]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>UNESCO declara antiga cidade grega na Crimeia como Património Mundial em Perigo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 05:01:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O comité da UNESCO decidiu hoje inscrever a antiga cidade grega de Quersoneso Táurico, na península da Crimeia ocupada pela Rússia, na lista de Património Mundial em Perigo, após a reunião anual da organização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O comité da UNESCO decidiu hoje inscrever a antiga cidade grega de Quersoneso Táurico, na península da Crimeia ocupada pela Rússia, na lista de Património Mundial em Perigo, após a reunião anual da organização.</P><br />
<P>A inclusão do único sítio Património da Humanidade na península da Crimeia sob ocupação russa &#8220;confirma a magnitude e a natureza sistemática das alterações que estão a ocorrer na propriedade sob ocupação temporária&#8221;, afirmou a delegação ucraniana após a decisão.</P><br />
<P>O sítio arqueológico de Quersoneso foi inscrito na lista de Património Mundial em 2013, um ano antes da anexação da península pela Rússia. O relatório agora adotado pela UNESCO destaca a escavação de mais de 12 milhões de objetos arqueológicos desde então e a sua transferência para instituições russas sem autorização da Ucrânia.</P><br />
<P>&#8220;A magnitude, a intensidade e o caráter cumulativo das intervenções denunciadas suscitam sérias preocupações&#8221;, refere o documento da UNESCO publicado após a reunião anual da organização realizada em Busan, na Coreia do Sul.</P><br />
<P>A Lista do Património Mundial em Perigo da UNESCO identifica locais sob ameaça severa devido a conflitos, desastres naturais, poluição ou urbanização descontrolada. Inclui atualmente mais de 50 locais, como a antiga cidade fenícia de Tiro (Líbano), o Centro Histórico de Odessa (Ucrânia) e as Ilhas do Golfo da Califórnia (México).</P><br />
<P>Mais de quatro anos após o início da invasão russa, em fevereiro de 2022, a delegação ucraniana denunciou que a destruição das ruínas da antiga cidade grega não é um incidente isolado, mas &#8220;reflete uma política coerente&#8221; de Moscovo destinada a integrar o património cultural da República Autónoma da Crimeia sob ocupação temporária. </P><br />
<P>Kiev já tinha acusado o Kremlin de levar a cabo uma &#8220;limpeza cultural&#8221; para apagar a existência de uma identidade distinta.</P><br />
<P>Após o agradecimento da delegação ucraniana, seguiu-se a contestação dos representantes russos, que classificaram a decisão como &#8220;um novo exemplo da politização&#8221; da UNESCO, com Moscovo a alegar que as ameaças ao sítio provêm de &#8220;constantes ataques terroristas do regime ucraniano&#8221;.</P><br />
<P>A antiga cidade de Quersoneso Táurico foi fundada por gregos dórios no século V a.C. e, segundo a UNESCO, compreende seis sítios com restos urbanos e terras agrícolas divididas em centenas de choras, parcelas retangulares de igual tamanho que albergavam vinhas.</P><br />
<P>Quersoneso junta-se assim a outros monumentos ucranianos já inscritos na lista de património mundial em perigo devido às ameaças da invasão russa, como a Catedral de Santa Sofia de Kiev, o conjunto monástico de Kiev-Petchersk e o centro histórico de Lviv.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792757]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O que vai acontecer com as taxas de juro? BCE reúne-se hoje mas economistas estão mais preocupados com setembro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-que-vai-acontecer-com-as-taxas-de-juro-bce-reune-se-hoje-mas-economistas-estao-mais-preocupados-com-setembro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 05:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BCE]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[reunião]]></category>
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					<description><![CDATA[Na reunião de política monetária agendada para esta quinta-feira, o mercado prevê que o organismo liderado por Christine Lagarde mantenha as taxas de juro inalteradas, após a última subida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Central Europeu (BCE) decidiu na reunião do passado mês de junho subir as taxas de juro em 25 pontos base, para 2,25%, naquele que foi o primeiro aumento das taxas diretoras em quase três anos, desde setembro de 2023.</p>
<p>A última subida das taxas diretoras tinha ocorrido em 2023, tendo-se seguido um período de pausa até junho de 2024, quando o BCE começou a cortar os juros. Desde julho de 2025 que o banco central mantinha os juros inalterados, voltando agora a mexer nas taxas para uma subida de 25 pontos base.</p>
<p>Com esta decisão, as taxas de juro aplicáveis à facilidade permanente de depósito, às operações principais de refinanciamento e à facilidade permanente de cedência de liquidez foram aumentadas para, respetivamente, 2,25%, 2,40% e 2,65%, com efeitos a partir de 17 de junho de 2026.</p>
<p>A reunião do Conselho do BCE acontece num contexto marcado pelo aumento da instabilidade geopolítica e pela subida dos preços da energia, fatores que podem voltar a pressionar a inflação na Zona Euro.</p>
<p><strong>E agora?</strong></p>
<p>Na reunião de política monetária agendada para esta quinta-feira, o mercado prevê que o organismo liderado por Christine Lagarde mantenha as taxas de juro inalteradas, após a última subida.</p>
<p>Roman Ziruk, analista sénior de mercados da Ebury, considera que o BCE deverá manter as taxas de juro inalteradas, mas o agravamento das tensões entre os Estados Unidos e o Irão poderá reforçar as expectativas de uma nova subida dos juros em setembro.</p>
<p>Os mercados estão atualmente a antecipar quase integralmente uma subida das taxas em setembro, enquanto, no total, estão descontados cerca de 44 pontos base de aumentos dos juros até ao final do ano.</p>
<p>A Ebury considera, contudo, que estas expectativas poderão ser excessivamente agressivas. Roman Ziruk, defende que o BCE deve adotar uma postura cautelosa perante um choque energético que resulta sobretudo de fatores do lado da oferta, e não de uma pressão da procura.</p>
<p>Depois de uma trégua entre os EUA e o Irão ter contribuído para aliviar a pressão sobre os mercados energéticos, o cenário deteriorou-se novamente. O preço do petróleo Brent chegou a cair para cerca de 70 dólares por barril, aproximadamente 55 dólares abaixo do pico registado em abril, enquanto os preços do gás natural também recuaram, embora de forma menos acentuada.</p>
<p>Este alívio contribuiu para reduzir os receios de novas pressões inflacionistas. O relatório de inflação da Zona Euro relativo a junho veio, entretanto, abaixo das expectativas, reforçando a perceção de que o BCE não teria necessidade de acelerar o aperto da política monetária.</p>
<p>A mesma visão é partilhada por Martin Wolburg, economista sénior da Generali Investments, que considera que, apesar de os membros do Conselho do BCE terem mantido uma comunicação globalmente marcada por uma posição mais restritiva, a evolução recente da inflação e a descida dos preços da energia contribuíram para aliviar as pressões sobre a política monetária.</p>
<p>De acordo com o economista, as perspetivas para a inflação estão agora mais próximas do cenário benigno do que do cenário base apresentado pelo BCE na reunião de junho. Esta evolução deverá permitir ao Conselho do BCE manter as taxas de juro no nível atual, pelo menos por enquanto.</p>
<p>Ainda assim, os riscos continuam inclinados para uma eventual subida dos juros. Martin Wolburg considera que o BCE poderá voltar a aumentar as taxas já em setembro, sobretudo se a recente escalada do conflito entre o Irão e Israel persistir e provocar novas pressões sobre os preços da energia.</p>
<p>A evolução do conflito no Médio Oriente surge, assim, como um dos principais fatores de risco para as próximas decisões do BCE, podendo condicionar a trajetória da inflação e obrigar a uma nova resposta da autoridade monetária europeia.</p>
<p>Para já, a expectativa é de estabilidade na reunião de julho, mas o cenário para os meses seguintes permanece dependente da evolução da inflação, dos preços energéticos e das tensões geopolíticas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791972]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Fogo em Alijó com uma frente ativa e situação &#8220;bastante favorável&#8221; &#8211; proteção civil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 04:11:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O incêndio no concelho de Alijó mantém uma frente ativa, com os trabalhos "a correr favoravelmente", adiantou hoje à Lusa fonte da Proteção Civil, notando que a circulação no Itinerário Complementar 5 (IC5) encontra-se normalizada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O incêndio no concelho de Alijó mantém uma frente ativa, com os trabalhos &#8220;a correr favoravelmente&#8221;, adiantou hoje à Lusa fonte da Proteção Civil, notando que a circulação no Itinerário Complementar 5 (IC5) encontra-se normalizada.</P><br />
<P>A situação do incêndio &#8211; com uma frente ativa com cerca de 300 metros &#8211; &#8220;é bastante favorável&#8221;, disse à agência Lusa, num balanço por volta das 04:45, o segundo comandante sub-regional de emergência e proteção civil do Douro, José Requeijo. </P><br />
<P>Com &#8220;praticamente todo o perímetro dominado&#8221;, encontravam-se no local àquela mesma hora 570 operacionais, auxiliados por 181 veículos, ainda de acordo com a mesma fonte, que deu conta de dois bombeiros com ferimentos ligeiros.</P><br />
<P>José Requeijo referiu ainda que a circulação no IC5 se encontra normalizada, depois de estar cortada nos dois sentidos, entre Pópulo e Alijó, distrito de Vila Real. A informação foi confirmada pelo Posto Territorial da GNR de Alijó, que indicou à Lusa que a reabertura ocorreu por volta da meia-noite.</P><br />
<P>Por volta das 23:00, quando o incêndio tinha duas frentes ativas, o comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Douro, Miguel Fonseca, disse à Lusa que duas aldeias do concelho de Alijó, Freixo e Ribalonga, estiveram na linha do fogo o que obrigou a ações de defesa do perímetro, além do combate direto às chamas.</P><br />
<P>Foram também preparadas ações de confinamento para a população, em articulação com a GNR, que não foram necessárias, acrescentou.</P><br />
<P>O alerta para o fogo foi dado pelas 13:35 na localidade de Agrelas, concelho de Alijó.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792756]]></sapo:autor>
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		<title>China ameaça Filipinas com &#8220;amargas consequências&#8221; após incidente marítimo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 03:45:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, advertiu hoje as Filipinas de que terão de "suportar amargas consequências", caso continuem a provocar Pequim com apoio de países terceiros, na sequência de novo incidente no Mar do Sul da China.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, advertiu hoje as Filipinas de que terão de &#8220;suportar amargas consequências&#8221;, caso continuem a provocar Pequim com apoio de países terceiros, na sequência de novo incidente no Mar do Sul da China.</P><br />
<P>Durante um encontro em Manila com a homóloga filipina, Theresa Lazaro, Wang apresentou um &#8220;veemente protesto&#8221; pelo que Pequim classificou como um &#8220;ato agressivo de abalroamento&#8221; de um navio da guarda costeira chinesa por embarcações militares filipinas junto ao atol Second Thomas, disputado por ambos os países.</P><br />
<P>Foi o terceiro dia consecutivo em que a China protestou oficialmente contra o incidente ocorrido na passada segunda-feira, envolvendo um navio da guarda costeira chinesa e duas embarcações insufláveis da Marinha filipina.</P><br />
<P>Segundo um comunicado divulgado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang afirmou que as relações bilaterais se encontram &#8220;numa encruzilhada&#8221; e que cabe a Manila fazer &#8220;uma escolha correta e racional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os factos provaram que permitir a interferência de forças externas e amplificar deliberadamente as divergências marítimas apenas transformará as Filipinas numa ferramenta de outros países&#8221;, declarou.</P><br />
<P>&#8220;Tentar provocar e criar problemas com a ajuda de países de fora da região fará com que as Filipinas acabem por suportar as amargas consequências das suas próprias ações&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Wang acusou ainda &#8220;certas forças&#8221; nas Filipinas, em particular elementos das Forças Armadas e das autoridades policiais, de criarem deliberadamente incidentes sempre que os dois países se preparam para retomar o diálogo.</P><br />
<P>&#8220;Essas pessoas não têm em mente o bem-estar do povo filipino. Estão a executar a agenda de forças externas enquanto procuram benefícios pessoais&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O chefe da diplomacia chinesa sustentou também que a China &#8220;nunca constituiu uma ameaça para a segurança das Filipinas&#8221; e &#8220;nunca invadiu nem colonizou&#8221; o país, defendendo que as disputas marítimas devem ser resolvidas através do diálogo.</P><br />
<P>O confronto de segunda-feira ocorreu no atol Second Thomas, um recife submerso no arquipélago Spratly, reclamado por Pequim, Manila e outros países da região.</P><br />
<P>A guarda costeira chinesa acusou embarcações filipinas de se aproximarem &#8220;de forma perigosa&#8221; de um dos seus navios e alegou que militares filipinos agrediram agentes chineses com remos e varas.</P><br />
<P>Manila afirmou que as embarcações foram enviadas depois de a guarda costeira chinesa se aproximar &#8220;ilegalmente&#8221; do navio filipino BRP Sierra Madre e acusou agentes chineses de ferirem um militar filipino com um bastão de madeira.</P><br />
<P>As tensões entre os dois países agravaram-se nos últimos anos devido a sucessivos confrontos no Mar do Sul da China, num contexto de crescente aproximação militar das Filipinas aos Estados Unidos e ao Japão.</P><br />
<P>O incidente ocorreu na véspera da reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), realizada em Manila.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792755]]></sapo:autor>
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		<title>Lucros da operadora de jogo em Macau Sands com queda de 50% no segundo trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 03:23:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A operadora de jogo de Macau Sands China registou um lucro líquido de 107 milhões de dólares norte-americanos (93,7 milhões de euros) no segundo trimestre, uma queda homóloga de 50%, anunciou hoje empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A operadora de jogo de Macau Sands China registou um lucro líquido de 107 milhões de dólares norte-americanos (93,7 milhões de euros) no segundo trimestre, uma queda homóloga de 50%, anunciou hoje empresa.</P><br />
<P>Entre abril e junho de 2025, o lucro líquido da operadora de casinos tinha alcançado 214 milhões de dólares (187,4 milhões de euros), de acordo com um relatório financeiro publicado pela operadora.</P><br />
<P>Em Macau, referiu Patrick Dumont, presidente e CEO da Las Vegas Sands, a empresa mãe da Sands China, &#8220;investimentos contínuos em serviços e hospitalidade melhorados contribuíram para o crescimento dos volumes em todos os segmentos de jogo em comparação com o ano anterior&#8221;. No entanto, &#8220;um &#8216;hold&#8217; anormalmente baixo no jogo VIP teve impacto negativo nos resultados financeiros&#8221; do trimestre, completou.</P><br />
<P>O &#8216;hold&#8217; é a percentagem das apostas que o casino retém como receita líquida depois de pagar os ganhos aos jogadores.</P><br />
<P>A queda deste trimestre ocorre depois de nos primeiros três meses do ano, o lucro líquido da operadora no território chinês ter aumentado 45,5% para 294 milhões de dólares (257 milhões de euros).</P><br />
<P>No período agora em análise, registou-se também uma queda das receitas líquidas totais de 0,8%, para 1,78 mil milhões de dólares (1,55 mil milhões de euros), face ao mesmo período de 2025 (1,79 mil milhões de dólares ou 1,56 mil milhões de euros).</P><br />
<P>No que diz respeito às propriedades da empresa na região semiautónoma chinesa, o The Londoner Macao, o The Parisian Macau e o Sands Macau registaram subidas nas receitas líquidas de 10,6%, 12,3% e 33,8%, respetivamente.</P><br />
<P>Já o Venetian Macau viu as receitas caírem 10,8% e, no caso do Plaza Macau, a queda foi de 29,4%.</P><br />
<P>No comunicado, a empresa sublinhou ainda outro fator que afetou os resultados. Entre abril e junho, deu-se uma diminuição de clientes VIP nas propriedades de Macau e no Marina Bay Sands, em Singapura, durante o Mundial de Futebol.</P><br />
<P>&#8220;Esta tendência foi muito evidente em junho, tendo em conta a evolução dos negócios em ambos os mercados no início do trimestre&#8221;, refere-se na nota.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792754]]></sapo:autor>
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		<title>Maior incêndio em Espanha ainda ativo mas em estabilização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 03:20:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Bombeiros na região central de Espanha de Castela-La Mancha lutavam ainda na quarta-feira para controlar um incêndio florestal que já devastou mais de 32.000 hectares, um dos maiores de sempre no país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Bombeiros na região central de Espanha de Castela-La Mancha lutavam ainda na quarta-feira para controlar um incêndio florestal que já devastou mais de 32.000 hectares, um dos maiores de sempre no país.</P><br />
<P>O fogo em Guadalajara surgiu menos de duas semanas após um incêndio mortal ter devastado uma pequena comunidade de expatriados no sul de Espanha, causando 13 mortos, incluindo vários estrangeiros.</P><br />
<P>As populações de 34 aldeias foram retiradas das suas casas, sem registo de feridos graves ou vítimas mortais. Mais de 200 bombeiros, apoiados por meios terrestres e aéreos, estiveram no terreno. </P><br />
<P>Segundo as autoridades espanholas, o incêndio permanecia ativo, mas está já em fase de estabilização, com o Governo de Castela-La Mancha a levantar avisos de retirada das populações em cinco localidades da Serra Norte e a autorizar o regresso de residentes afetados pelos fogos de Selas (Guadalajara) e Barcones (Soria).</P><br />
<P>Segundo dados oficiais, Espanha já registou este ano 22 grandes incêndios &#8212; definidos como fogos que consomem mais de 500 hectares. Mais de 100.000 hectares foram queimados apenas no primeiro semestre, igualando a média anual da última década.</P><br />
<P>O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, visitou na quarta-feira a área atingida em Guadalajara e apelou a um pacto entre partidos para enfrentar as alterações climáticas.</P><br />
<P>&#8220;Ano após ano vemos claramente como as alterações climáticas matam e destroem riqueza nas nossas comunidades&#8221;, afirmou Sánchez. &#8220;Isto não é política. É ciência, são factos&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A ministra para a Transição Ecológica, Sara Aagesen, descreveu o incêndio de Guadalajara como &#8220;um dos maiores da história recente do país&#8221; e o maior de sempre na região de Castela-La Mancha.</P><br />
<P>De acordo com o ministério, citado pela agência EFE, este é o segundo maior incêndio registado em Espanha, depois dos 37.000 hectares ardidos no noroeste do país em 2025.</P><br />
<P>As autoridades regionais afirmaram que os bombeiros, apoiados por aviões de combate a incêndios, conseguiram proteger habitações em todas as 40 aldeias da área afetada, 90% da qual pertence a um parque nacional. O presidente regional, Emiliano García-Page, disse esperar que o fogo, ativo há quase uma semana, esteja controlado até sexta-feira.</P><br />
<P>O autarca de Zarzuela de Jadraque, Miguel Ángel Moreno, relatou que os 100 habitantes foram retirados, tendo 14 dos quais sido acolhidos num centro da Cruz Vermelha.</P><br />
<P>&#8220;O esforço dos bombeiros merece tanta admiração como os jogadores que venceram o Mundial&#8221;, afirmou à televisão pública TVE.</P><br />
<P>A agência meteorológica espanhola alertou para uma onda de calor que começou na terça-feira e deveria atingir o pico entre esta quarta e hoje, com temperaturas a rondar os 40 graus Celsius em várias zonas do interior e a ultrapassar os 42 graus na Andaluzia.</P><br />
<P>Grande parte do país está sob alerta de temperaturas extremas, que, combinadas com vento e escassa precipitação nos últimos meses, criam condições ideais para a propagação de fogos.</P><br />
<P>No contexto europeu, Espanha é atualmente o país com maior área ardida em termos absolutos, à frente de França, onde já foram consumidos quase 43 mil hectares. Em termos proporcionais, Portugal apresenta a maior percentagem de território afetado, com cerca de 0,3% da sua superfície ardida, face a 0,2% em Espanha.</P><br />
<P>A Europa é o continente que tem aquecido mais rapidamente, com temperaturas a subir ao dobro da média global desde os anos 1980, segundo o serviço Copernicus da União Europeia.</P><br />
<P>Globalmente, 2025 foi o terceiro ano mais quente de sempre, com ondas de calor severas em toda a Europa. Cientistas alertam que as alterações climáticas estão a intensificar a frequência e a gravidade da seca e do calor, sobretudo no sudeste europeu, aumentando a vulnerabilidade a incêndios e impactos na saúde.</P></p>
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		<item>
		<title>Embaixador timorense Joaquim da Fonseca anuncia intenção de concorrer à presidência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 02:57:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da Resistência Nacional dos Estudantes de Timor-Leste (Renetil), Joaquim da Fonseca, manifestou hoje intenção de concorrer às eleições presidenciais do país, salientando que a governação já não pode depender das "credenciais históricas da resistência".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral da Resistência Nacional dos Estudantes de Timor-Leste (Renetil), Joaquim da Fonseca, manifestou hoje intenção de concorrer às eleições presidenciais do país, salientando que a governação já não pode depender das &#8220;credenciais históricas da resistência&#8221;.</P><br />
<P>Timor-Leste realiza eleições presidenciais no próximo ano, devendo o futuro presidente timorense tomar posse em 20 de maio de 2027, quando o país assinala 25 anos de restauração da independência.</P><br />
<P>&#8220;Tomo esta decisão após profunda reflexão sobre o estado da nossa nação e por um profundo senso de dever para o nosso país e o povo, do qual faço parte&#8221;, afirmou o embaixador Joaquim da Fonseca, que assume atualmente funções como presidente da Comissão para a Verdade e a Reconciliação das Fiji.</P><br />
<P>&#8220;Embora honremos e veneremos para sempre os sacrifícios extraordinários feitos durante a nossa luta pela independência, a governação de um Estado moderno e democrático já não pode depender exclusivamente de credenciais históricas da resistência&#8221;, disse Joaquim da Fonseca, em conferência de imprensa.</P><br />
<P>Segundo o diplomata, para garantir que o futuro seja próspero, os critérios de &#8220;seleção de liderança devem evoluir para a meritocracia, competência profissional, integridade técnica e um compromisso inabalável com o Estado de Direito&#8221;.</P><br />
<P>Joaquim da Fonseca segue-se a Rui Araújo, antigo primeiro-ministro timorense, que também já anunciou a intenção de se candidatar às eleições presidenciais do próximo ano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792752]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismos: Número de mortos aumenta para 5.398</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 02:33:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O número de mortos na sequência do duplo sismo que atingiu a Venezuela há quase um mês subiu para 5.398, segundo o último balanço oficial divulgado esta quarta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos na sequência do duplo sismo que atingiu a Venezuela há quase um mês subiu para 5.398, segundo o último balanço oficial divulgado esta quarta-feira.</P><br />
<P>Dois abalos de magnitude 7,2 e 7,5 sacudiram a 24 de junho o norte do país, em particular o estado costeiro de La Guaira, próximo da capital Caracas.</P><br />
<P>Entretanto, o número de feridos manteve-se em 16.740, segundo o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, que publicou o balanço na sua conta na rede de mensagens Telegram.</P><br />
<P>O irmão da Presidente interina, Delcy Rodríguez, indicou que 17.907 pessoas perderam as habitações, um número que se mantinha inalterado desde 07 de julho e que, na terça-feira, baixou para 17.265.</P><br />
<P>O alto funcionário não explicou por que razão o número voltou a subir para 17.907.</P><br />
<P>De momento, há 23.335 pessoas em 107 acampamentos temporários, mais 213 do que na terça-feira, enquanto 128.324 famílias foram atendidas pelas autoridades.</P><br />
<P>O terramoto deixou também 856 edifícios danificados e 190 desmoronados, de acordo com o balanço oficial, que também regista 1.463 réplicas &#8212; mais 58 do que no balanço anterior &#8212; desde o duplo sismo de 24 de junho passado.</P><br />
<P>Na segunda-feira, mais de 240 famílias receberam as primeiras habitações entregues pelo Governo às vítimas dos terramotos, numa cerimónia presidida por Delcy Rodríguez, acompanhada pelo seu irmão, no complexo militar de Fuerte Tiuna, em Caracas.</P><br />
<P>As autoridades não divulgam números relativos aos desaparecidos, mas a iniciativa &#8220;Desaparecidos Terremoto Venezuela&#8221;, um site onde são comunicados os casos de pessoas cujo paradeiro é desconhecido na sequência dos terramotos, regista mais de 29.000 pessoas com quem não foi ainda possível estabelecer contacto.</P><br />
<P>De acordo com dados não confirmados recebidos pelo Gabinete de Coordenação de Assuntos Humanitários das Nações Unidas em junho passado, o número de desaparecidos devido aos sismos poderá ascender a 50.000.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792751]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PIB sul-coreano cresce 0,6% no segundo trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 01:50:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tóquio, 23 jul (Lusa) - O produto interno bruto (PIB) sul-coreano cresceu 0,6% entre abril e junho relativamente ao trimestre anterior, superando as previsões graças a um maior volume de exportações, especialmente de chips, indicou hoje o Banco da Coreia (BoK).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Tóquio, 23 jul (Lusa) &#8211; O produto interno bruto (PIB) sul-coreano cresceu 0,6% entre abril e junho relativamente ao trimestre anterior, superando as previsões graças a um maior volume de exportações, especialmente de chips, indicou hoje o Banco da Coreia (BoK).</P><br />
<P>Este crescimento modesto superou a previsão anterior do BoK de 0,2% feita em maio, mas representou uma descida face à expansão de 1,8% registada entre janeiro e março, o maior crescimento desde o terceiro trimestre de 2020.</P><br />
<P>Entre os componentes do crescimento, as exportações avançaram 1,4%, impulsionadas por produtos tecnológicos como semicondutores, de acordo com os dados preliminares do BoK, enquanto as importações cresceram 0,8%, principalmente devido a veículos automóveis.</P><br />
<P>O consumo privado subiu 0,4%, apoiado pelo aumento da despesa em bens como eletrodomésticos e em serviços, como restauração e alojamento, e o público aumentou 0,2%, devido ao gasto em prestações de saúde.</P><br />
<P>O BoK explicou que o investimento em instalações cresceu 0,2%, graças a um aumento registado no investimento em equipamentos de fabrico de semicondutores, enquanto o investimento em construção diminuiu 0,2%, devido à queda da engenharia civil.</P><br />
<P>Por setores, a indústria transformadora cresceu 1,2%, liderada pelos produtos informáticos, eletrónicos e óticos, e os serviços avançaram 1,1%, apoiados pelo comércio grossista e retalhista.</P><br />
<P>Em termos homólogos, a quarta economia da Ásia cresceu 3,6% no segundo trimestre do ano, uma taxa ligeiramente inferior ao crescimento de 3,8% registado no primeiro trimestre.</P><br />
<P>Apesar do impacto da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irão, o BoK anunciou, na semana passada, que elevaria ligeiramente a previsão de crescimento de 2,6%, devido a exportações de semicondutores superiores ao esperado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792750]]></sapo:autor>
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		<title>Brasil &#8220;não vai ficar a chorar&#8221; após tarifas dos Estados Unidos &#8211; Lula da Silva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 01:19:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente brasileiro, Lula da Silva, declarou esta quarta-feira que o seu Governo não vai "ficar a chorar" com a entrada em vigor do aumento das tarifas norte-americanas, afirmando querer procurar outros mercados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente brasileiro, Lula da Silva, declarou esta quarta-feira que o seu Governo não vai &#8220;ficar a chorar&#8221; com a entrada em vigor do aumento das tarifas norte-americanas, afirmando querer procurar outros mercados.</P><br />
<P>Uma sobretaxa de 25% sobre determinados produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos entrou em vigor esta quarta-feira. A Administração do Presidente Donald Trump acusa o Brasil de práticas comerciais desleais, enquanto Brasília denunciou uma medida que considera injusta.</P><br />
<P>&#8220;Não vamos ficar a chorar por um produto que não lhes vendemos, (&#8230;) vamos procurar outros compradores&#8221;, afirmou Lula da Silva, num evento em que anunciou uma linha de crédito para acudir aos setores brasileiros afetados pela política comercial da Casa Branca.</P><br />
<P>Num primeiro momento, o dirigente da maior economia da América Latina tinha anunciado que recorreria a uma lei de reciprocidade comercial. Mas o seu vice-presidente, Geraldo Alckmin, explicou na terça-feira que a ideia de Brasília não passa por uma política de &#8220;olho por olho&#8221; com medidas de retaliação direta.</P><br />
<P>&#8220;Não vamos levantar-nos da mesa de negociações. São eles que não querem negociar&#8221;, lançou Lula esta quarta-feira.</P><br />
<P>As tarifas alfandegárias impõem-se como tema central antes das eleições presidenciais de outubro. Lula concorrerá à reeleição contra o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente de extrema-direita Jair Bolsonaro (2019-2022), apoiado por Donald Trump.</P><br />
<P>O Governo brasileiro vai conceder 18,5 mil milhões de reais (3,2 mil milhões de euros) em créditos às empresas afetadas e prometeu ajudá-las a &#8220;diversificar&#8221; os seus mercados.</P><br />
<P>Produtos como a carne bovina e o café foram isentados das novas tarifas, mas setores como o das máquinas, calçado ou madeira foram penalizados.</P><br />
<P>Ao anunciar a nova linha de crédito, o Presidente brasileiro afirmou que &#8220;há males que vêm para o bem&#8221; e disse acreditar que o Brasil pode procurar novos parceiros comerciais e sair fortalecido.</P><br />
<P>&#8220;Mesmo com a decisão abrupta do Governo americano (&#8230;), estamos conversando com países para ganhar mais do que estávamos ganhando. Temos que procurar saída, o Brasil é grande, respeitado, tem credibilidade conquistada no mercado internacional&#8221;, declarou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792749]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a ganhar 0,58%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 00:28:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,58% para 36.646,15 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,58% para 36.646,15 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, abriu a ganhar 0,47% para 4.051,98 pontos, às 07:30 locais (07:30 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P><br />
<P> </P><br />
<P>NCM // </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792748]]></sapo:autor>
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		<title>Exames forenses iniciados a restos mortais de 100 bebés encontrados na Irlanda em vala comum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 23:24:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Especialistas forenses começaram a examinar restos mortais de quase 100 bebés encontrados numa vala comum no oeste da Irlanda, junto a um antigo lar religioso para mães solteiras e seus filhos, revelaram responsáveis pela operação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Especialistas forenses começaram a examinar restos mortais de quase 100 bebés encontrados numa vala comum no oeste da Irlanda, junto a um antigo lar religioso para mães solteiras e seus filhos, revelaram responsáveis pela operação.</P><br />
<P>Daniel MacSweeney, que lidera os trabalhos, disse à AFP que, um ano depois do início das escavações da vala comum, em julho de 2025, é agora possível &#8220;avançar com o exame forense dos restos mortais&#8221; já recuperados.</P><br />
<P>&#8220;Poderemos começar a personalizar estas histórias, a compreender como estas pessoas viveram e como morreram&#8221;, enfatizou MacSweeney.</P><br />
<P>Segundo MacSweeney, 99 conjuntos de restos mortais foram recuperados até à data e serão examinados num laboratório forense instalado no terreno do antigo Lar de Santa Maria, gerido pelas Irmãs do Bom Socorro, em Tuam, no condado de Galway.</P><br />
<P>Os especialistas recolheram amostras de DNA de 62 pessoas pertencentes às famílias das crianças mortas e estão em contacto com outras 200, afirmou Daniel MacSweeney.</P><br />
<P>Quatro especialistas vão dedicar-se ao exame destes restos mortais antes da realização de análises de DNA para tentar identificar as vítimas.</P><br />
<P>A arqueóloga forense Niamh McCullagh disse à AFP que os especialistas estão também a analisar o esmalte dentário para tentar determinar o sexo dos bebés falecidos, algo praticamente impossível de estabelecer apenas com base nos ossos.  </P><br />
<P>Entre 1925 e 1961, este lar, gerido por freiras católicas, acolheu milhares de mulheres grávidas e seus filhos.</P><br />
<P>Estas mulheres estavam confinadas a estas instituições por ordem do Estado irlandês e da Igreja Católica, sendo geralmente separadas dos seus filhos.</P><br />
<P>Cerca de 796 bebés e crianças pequenas morreram em Tuam, e muitas foram enterradas anonimamente.</P><br />
<P>Escavações exploratórias realizadas em 2016 e 2017 revelaram a presença de numerosos restos mortais de bebés numa fossa sética subterrânea desativada.</P><br />
<P>As escavações são o resultado de anos de mobilização pública, após a historiadora local Catherine Corless ter reunido provas de que centenas de crianças tinham sido enterradas no local.</P><br />
<P>Uma comissão nacional de inquérito sobre os abusos perpetrados nestes lares revelou posteriormente níveis &#8220;alarmantes&#8221; de mortalidade infantil nas instituições, onde constatou a morte de 9.000 crianças.</P><br />
<P>Segundo MacSweeney, os 99 conjuntos de restos mortais foram encontrados numa área relativamente pequena, identificada como um cemitério, enquanto outras partes do local não apresentavam vestígios.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792747]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Câmara dos Representantes dos EUA aprova 83,3 mil ME para guerra com Irão e planos de Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 23:15:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Representantes norte-americana aprovou na quarta-feira uma proposta orçamental republicana de 95 mil milhões de dólares (83,3 mil milhões de euros), para financiar a guerra com o Irão e outras prioridades da Casa Branca, com oposição nos dois partidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Câmara dos Representantes norte-americana aprovou na quarta-feira uma proposta orçamental republicana de 95 mil milhões de dólares (83,3 mil milhões de euros), para financiar a guerra com o Irão e outras prioridades da Casa Branca, com oposição nos dois partidos.</P><br />
<P>Com o aproximar das eleições intercalares de novembro, os congressistas republicanos mostraram-se divididos em relação ao plano, por não prever cortes orçamentais compensatórios. A proposta foi aprovada com 216 votos a favor (214 contra, incluindo de todos os democratas). </P><br />
<P>&#8220;Só balas e bombas para terminar o trabalho&#8221; no Médio Oriente, disse o deputado Jodey Arrington, republicano do Texas e presidente da Comissão de Orçamento.</P><br />
<P>Os democratas argumentaram que o dinheiro deveria ser gasto internamente, particularmente na redução do custo de vida dos norte-americanos.</P><br />
<P>O pacote destina 60 mil milhões de dólares ao Pentágono e 13 mil milhões de dólares a outras necessidades de segurança nacional, e ainda 12 mil milhões de dólares aos agricultores que enfrentam dificuldades devido às tarifas de Trump e 10 mil milhões de dólares a alterações na legislação eleitoral, outra prioridade da Casa Branca. </P><br />
<P>O Congresso tem sido incapaz de impedir os ataques militares ordenados por Trump, sem ter autorizado o uso da força militar, e mostra-se dividido sobre ter de aprovar despesas de milhares de milhões de dólares para os pagar. </P><br />
<P>A maioria dos norte-americanos desaprova a estratégia de Trump para o Irão, de acordo com uma sondagem recente da AP-NORC.</P><br />
<P>O secretário da Defesa, Pete Hegseth, disse aos senadores numa audiência acesa esta semana que o Pentágono está com falta de fundos, apesar de a grande lei orçamental do ano passado lhe ter destinado uma enorme verba única de 150 mil milhões de dólares.</P><br />
<P>A estratégia do presidente da Câmara, Mike Johnson, enfrenta incertezas no Senado. O líder da maioria republicana no Senado, John Thune, não se comprometeu com o pacote da Câmara, que também divide a sua própria maioria republicana. </P><br />
<P>Alguns senadores republicanos preferem mais verbas para as Forças Armadas, enquanto outros exigem que os custos sejam compensados ??com cortes noutras áreas.</P><br />
<P>Os republicanos estão a contar com o processo de reconciliação orçamental, que permite a aprovação por maioria simples no Congresso, contornando a possibilidade de o Senado obstruir a medida para a atrasar ou impedir.</P><br />
<P>O processo de reconciliação, outrora raro, é agora a estratégia preferida de Johnson para aprovar propostas no Congresso. </P><br />
<P>Foi assim que os republicanos aprovaram no verão passado o projeto de lei de Trump sobre grandes cortes de impostos e despesas e este ano financiaram o Departamento de Segurança Interna, apesar da oposição dos democratas à agenda de Trump de deportações em massa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792746]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Selecionador dos Tubarões Azuis surpreende Seguro com camisola de Vozinha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 23:10:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O selecionador cabo-verdiano de futebol, Pedro Brito 'Bubista', surpreendeu na quarta-feira o Presidente António José Seguro e ofereceu-lhe uma camisola do guarda-redes 'Vozinha' (Josimar Dias), uma das estrelas dos Tubarões Azuis no Mundial 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O selecionador cabo-verdiano de futebol, Pedro Brito &#8216;Bubista&#8217;, surpreendeu na quarta-feira o Presidente António José Seguro e ofereceu-lhe uma camisola do guarda-redes &#8216;Vozinha&#8217; (Josimar Dias), uma das estrelas dos Tubarões Azuis no Mundial 2026.</P><br />
<P>«Não estava à espera desta. Extraordinário, isto é que é a verdadeira &#8216;morabeza&#8217;», referiu o chefe de Estado.</P><br />
<P>O presidente da Federação Cabo-verdiana de Futebol (FCF), Mário Semedo, e &#8216;Bubista&#8217;, foram ao encontro de Seguro no último ponto da agenda de quarta-feira da visita de Estado do Presidente da República, numa feira do livro apoiada pelo Camões &#8212; Cooperação Portuguesa, na Cidade Velha.</P><br />
<P>Quando avistou o selecionador cuja equipa empatou com a Espanha, atual campeã, e vendeu cara a derrota com a Argentina (3-2, nos 16 avos de final), Seguro pediu a todos uma saudação: «o senhor é que merece um grande aplauso».</P><br />
<P>Já com a camisola do guarda-redes &#8216;Vozinha&#8217; nas mãos, o Presidente da República recordou os jogos da seleção de Cabo Verde e comparou o desempenho dos Tubarões Azuis à «pureza do desporto e pureza do futebol».</P><br />
<P>«É uma capacidade de juntar talentos, jogar em equipa e acreditar nisso. É fabuloso», acrescentou.</P><br />
<P>Seguiu-se uma breve conversa com &#8216;Bubista&#8217;, em que o Presidente português perguntou pelo segredo para a «afinação» da equipa estreante em mundiais.</P><br />
<P>«É a definição da nossa identidade, mostrámos claramente o que é o nosso povo, procurar fazer tudo com muita união», respondeu o selecionador.</P><br />
<P>Segundo referiu, «o segredo é o trabalho, é o que define o povo cabo-verdiano, trabalhar sempre para ultrapassar as dificuldades», concluiu.</P><br />
<P>O sucesso da prestação de Cabo Verde no Mundial 2026 tem sido referência desde o início da visita de António José Seguro, que na terça-feira ofereceu ao seu homólogo, José Maria Neves, uma peça especial, em vidro, em forma de Tubarão Azul.</P><br />
<P>O Presidente português cumpre na hoje o último dia de visita ao arquipélago, viajando de Santiago até à ilha da Boa Vista, onde participará na sessão de abertura da V Conferência Internacional da Década do Oceano, sob o lema «Economia Azul: Caminhos Sustentáveis».</P><br />
<P>Na ilha da Boa Vista, o programa inclui ainda visitas aos paços do concelho, onde Seguro receberá as chaves da cidade de Sal Rei, à Reserva Natural do Morro de Areia e ao centro de artes e cultura local.</P><br />
<P>António José Seguro e José Maria Neves darão uma conferência de imprensa conjunta antes do regresso à cidade da Praia, na ilha de Santiago.</P><br />
<P>Na capital, o Presidente da República visitará o Centro de Hemodiálise do Hospital Agostinho Neto, principal unidade de saúde do país, que tem beneficiado de apoio português, e terminará o percurso no Techpark, parque tecnológico da Praia.</P><br />
<P>Seguro termina a visita a Cabo Verde com uma receção à comunidade portuguesa na Escola Portuguesa da cidade da Praia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792745]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>IBM com lucros de 2.964 ME no primeiro semestre 4% mais face ao período homólogo de 2025</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ibm-com-lucros-de-2-964-me-no-primeiro-semestre-4-mais-face-ao-periodo-homologo-de-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 23:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A tecnológica IBM divulgou esta noite os resultados do primeiro semestre do exercício em que atingiu um lucro líquido de 3.381 milhões de dólares (2.964 Milhões de euros), um aumento de 4% face ao período homólogo de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tecnológica IBM divulgou esta noite os resultados do primeiro semestre do exercício em que atingiu um lucro líquido de 3.381 milhões de dólares (2.964 Milhões de euros), um aumento de 4% face ao período homólogo de 2025.</P><br />
<P>A fabricante de hardware e software e também consultora teve receitas acumuladas de 33.079 milhões nos primeiros seis meses de 2026, o que representa um crescimento de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo um comunicado publicado no encerramento de Wall Street.</P><br />
<P>No segundo trimestre, o mais seguido por analistas e investidores, a IBM reduziu o seu lucro em 1%, para 2.165 milhões, e aumentou 1% a sua faturação, para 17.162 milhões de dólares, em ambos os casos em termos anuais.</P><br />
<P>&#8220;Embora tenhamos enfrentado problemas de receitas no final do segundo trimestre, continuamos focados nos fundamentos do nosso negócio, incluindo o aumento da produtividade, o fortalecimento do nosso portfólio e a geração de liquidez&#8221;, afirmou o diretor financeiro, James Kavanaugh. </P><br />
<P>Na semana passada, a IBM notificou antecipadamente resultados piores do que o esperado devido à baixa procura na sua linha de computadores Z, que inclui a nova geração do seu computador central de alto desempenho ou &#8216;mainframe&#8217;, o z17. </P><br />
<P>Após a notícia, os títulos da empresa caíram 25% na bolsa no pior dia de negociação. </P><br />
<P>A IBM especificou hoje que o seu segmento de infraestrutura reduziu os rendimentos em 7% no segundo trimestre, para 3.800 milhões, arrastado por uma queda de 42% na faturação na linha de computadores Z. </P><br />
<P>Apesar de tudo, o principal segmento, o de &#8216;software&#8217;, manteve-se como o motor da empresa, com um aumento de rendimentos de 5%, para 7.800 milhões, e o maior crescimento no negócio de &#8216;dados&#8217; (mais 19%) e na nuvem híbrida (mais 11%). </P><br />
<P>O segmento de consultoria subiu 1%, para 5.300 milhões. </P><br />
<P>O diretor-executivo, Arvind Krishna, considerou que a oferta da IBM está &#8220;bem posicionada&#8221; face aos &#8220;inícios de uma mudança estrutural para os negócios&#8221; e um &#8220;futuro dirigido pela IA&#8221;, e assegurou que irá tomar medidas para melhorar o crescimento e a rentabilidade. </P><br />
<P>Krishna previu um crescimento de receitas de 4 a 5 por cento no exercício, o que representa uma redução em relação às estimativas anteriores, mas também disse esperar que a liquidez da empresa aumente em 1.000 milhões. </P><br />
<P>Os gastos de capital no segundo trimestre deste ano, que incluem o investimento em infraestrutura para IA, ascenderam a 359 milhões. </P><br />
<P>Após a divulgação dos resultados, as ações da IBM caíam 2% nas operações eletrónicas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792743]]></sapo:autor>
	</item>
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		<title>Irão: MNE ameaça responder &#8220;olho por olho&#8221; a ataques dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 22:51:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão afirmou hoje que a República Islâmica responderá "olho por olho" aos Estados Unidos, após Donald Trump ameaçar bombardear centrais elétricas e pontes iranianas sempre que um navio for atacado no estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão afirmou hoje que a República Islâmica responderá &#8220;olho por olho&#8221; aos Estados Unidos, após Donald Trump ameaçar bombardear centrais elétricas e pontes iranianas sempre que um navio for atacado no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>&#8220;A nossa doutrina de defesa é clara: olho por olho. Qualquer agressão contra o Irão, incluindo contra as nossas infraestruturas, resultará numa resposta contundente&#8221;, publicou Abbas Araghchi no X. </P><br />
<P>As Forças Armadas iranianas, por sua vez, acreditam que os repetidos alertas norte-americanos &#8220;só levarão à expansão da guerra na região e, talvez, até mesmo para além dela&#8221;.</P><br />
<P>Trump, ameaçou hoje destruir infraestruturas civis iranianas sempre que Teerão atacar navios no estreito de Ormuz, numa altura em que prosseguem os confrontos entre os dois países.</P><br />
<P>&#8220;A partir de agora, sempre que a República Islâmica do Irão disparar contra um navio no estreito de Ormuz, seja com um míssil, um &#8216;rocket&#8217;, um drone ou qualquer outro dispositivo ou arma, os Estados Unidos bombardearão e destruirão uma ponte ou uma central elétrica&#8221;, escreveu Trump na rede social Truth Social.</P><br />
<P>A ameaça surge após a 11.ª noite consecutiva de ataques aéreos norte-americanos contra o Irão, que, segundo o Pentágono (Departamento de Defesa), visaram hangares de aeronaves e depósitos de drones.</P><br />
<P>Em resposta, o Irão lançou mísseis contra a cidade de Aqaba, na Jordânia, junto à fronteira com Israel.</P><br />
<P>As Forças Armadas jordanas afirmaram ter intercetado quatro mísseis e quatro drones, enquanto outros projéteis caíram em zonas desabitadas. Também foram emitidos alertas de mísseis no Bahrein e na Arábia Saudita, embora as autoridades sauditas tenham posteriormente indicado que o perigo tinha passado.</P><br />
<P>Segundo o Ministério da Saúde iraniano, os ataques norte-americanos dos últimos 11 dias provocaram 53 mortos, entre os quais seis mulheres e três crianças, e cerca de 600 feridos.</P><br />
<P>A Guarda Revolucionária iraniana garantiu que continuará os ataques de retaliação, enquanto o Governo de Teerão mantém a disputa em torno do estreito de Ormuz, por onde, em tempos de paz, transita cerca de um quinto do petróleo e do gás comercializados a nível mundial.</P><br />
<P>Numa declaração na Casa Branca, Trump voltou na terça-feira a mostrar pouco interesse em retomar negociações com Teerão e admitiu novos ataques contra instalações nucleares iranianas, incluindo um complexo subterrâneo em construção junto ao centro de enriquecimento de Natanz.</P><br />
<P>Também o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, condenou as ações iranianas no estreito de Ormuz durante uma reunião da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), a decorrer nas Filipinas, afirmando que permitir a um Estado controlar uma via marítima internacional e atacar navios comerciais criaria &#8220;um precedente muito perigoso&#8221;.</P><br />
<P>Entretanto, o porta-voz do Ministério do Interior iraniano, Ali Zeinivand, afirmou que &#8220;a diplomacia não foi suspensa&#8221; e que continuam a ser trocadas mensagens entre as partes, apesar da escalada militar.</P><br />
<P>O recrudescimento dos ataques entre os Estados Unidos e o Irão nas últimas semanas ditou o fracasso do memorando de entendimento que tinham negociado em junho, sob mediação do Paquistão.</P><br />
<P>Em retaliação aos mais recentes ataques norte-americanos, Teerão tem atacado países aliados dos Estados Unidos na região, como é o caso do Kuwait, Bahrein e Jordânia.</P><br />
<P>A guerra começou em 28 de fevereiro, com o lançamento de uma ofensiva conjunta dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, a que Teerão respondeu com ataques na região e o bloqueio do estreito de Ormuz. </P></p>
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		<title>Irão: EUA iniciam 12ª vaga de ataques aéreos desde o fim do cessar-fogo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 22:37:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comando Central das forças armadas dos Estados Unidos (CENTCOM) anunciou hoje o início de uma nova ronda de ataques aéreos contra o Irão, a 12ª. desde o fim do cessar-fogo provisório.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Comando Central das forças armadas dos Estados Unidos (CENTCOM) anunciou hoje o início de uma nova ronda de ataques aéreos contra o Irão, a 12ª. desde o fim do cessar-fogo provisório.</P><br />
<P>O CENTCOM afirmou, em comunicado divulgado na rede social X, que a nova vaga de ataques teve início às 22:30 de Portugal continental, por ordem do Presidente, visando alvos militares iranianos para &#8220;degradar a capacidade do Irão de ameaçar marinheiros civis e embarcações comerciais que transitam pelas águas regionais&#8221;. </P><br />
<P>Não houve qualquer reação imediata do Irão relativamente a eventuais vítimas ou danos causados pelos ataques. </P></p>
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