Oito pessoas de um grupo de 12 morreram enquanto escalavam aquele que é considerado um dos vulcões mais altos do mundo e o mais alto da Eurásia, o Klyuchevskaya Sopka, na península de Kamchatka, na Rússia.
Esta segunda-feira, os serviços de emergência russos comunicaram, de acordo com a agência estatal ‘RIA Novosti’, informaram que o grupo tinha iniciado a escalada no dia 30 de agosto, e que as equipas de busca e salvamento estavam a caminho dos sobreviventes, que se estima que estejam numa área compreendida entre o acampamento, a cerca de 3.300 metros de altitude, e o cume do vulcão, a quase cinco mil metros.
As autoridades russas acreditam que conseguirão alcançar a área do acampamento até ao final do dia de hoje, sendo que, caso não encontrem os sobreviventes nessa base, na manhã desta terça-feira continuarão a subir, apesar de estarem previstas condições meteorológicas extremas, com ventos fortes, temperaturas muito frias e queda de neve nas regiões mais elevadas.
As mortes terão sido comunicadas no domingo, dia 4, por um dos dois guias que seguia com o grupo. Contudo, o ministério russo de gestão de desastres informou que as primeiras tentativas para alcançar as pessoas retidas não tinham sido bem-sucedidas, porque os ventos fortes que fustigam a encosta do vulcão não permitiram as operações aéreas.
O governador-adjunto da região de Kamchatka, Roman Vasilevsky, contou à agência de notícias que no domingo morreram seis pessoas, sendo que as outras duas fatalidades aconteceram na manhã desta segunda-feira.
De acordo com a imprensa russa, o governo deu já ordem para que fosse aberta uma investigação para apurar as causas das mortes. Apesar de alguns relatos darem conta de que as mortes se terão devido a quedas de alturas consideráveis, não houve ainda qualquer confirmação oficial nesse sentido.





