Rui Rio, presidente do PSD, mostrou partilhar da ideia de Marcelo Rebelo de Sousa em como António Costa pode não durar o mandato na íntegra.
“Não fazemos ideia se há a possibilidade de o primeiro-ministro abandonar o meio do mandato. Lá no fundo partilho dessa suspeita, como todos o fazemos. O primeiro-ministro, durante a campanha eleitoral, centralizou a questão em duas pessoas: em mim e nele, um ganhava e outro perdia. Mais até do que estaria à espera… e por isso tem obrigação redobrada de fazer o seu mandato de maioria absoluta e fazer integralmente, dentro do melhor do que sabe e pode”, garantiu o líder social-democrata.
Uma possível dissolução do Parlamento, em caso da saída de António Costa do Executivo, possibilidade levantada por Marcelo Rebelo de Sousa, é de evitar. “Isso é uma opção do Presidente da República. Não ficou exatamente esse aviso, disse sim que tinha obrigação de levar até ao fim mas não disse o que faria se assim não for. Sou sempre favorável à estabilidade e que não haja dissolução, o país não pode andar sempre em eleições”, precisou.
O Governo não se pode isolar com a maioria absoluta no Parlamento, garantiu Rui Rio. “A estabilidade não implica que não se governe e não se façam as mudanças necessárias. Se a prática do primeiro-ministro continuar em tudo o que foi até agora, a vontade de reformar ou fazer ruturas que o país precisa que foi nenhuma… Agora, com maioria absoluta, é mais fácil mas precisa da oposição, em particular do PSD, para fazer reformas que exigem uma maioria parlamentar qualificada.”eu e













