Rival chinês da Zara promete agitar modelo de negócio da moda rápida

A Shein, uma empresa chinesa de roupa, está a provocar uma grande agitação no modelo de negócio da moda rápida, segundo o Cinco Días.

Apoiada pela Sequoia Capital China, a gigante de vestuário arrebatou a participação de mercado da H&M e da Zara, fabricando roupas baratas num modelo de produção muito rápido.

A análise inteligente dos dados do comprador e o controlo rígido sobre os seus procedimentos de design e cadeia de fornecimento permitem que a Shein tenha disponíveis milhares de novos artigos diariamente.

Numa publicação feita no seu blog WeChat em 2018, o grupo revela que foi capaz de projetar e produzir um novo produto em apenas duas semanas, descartando a intenção de ter uma rede de lojas, dada a grande eficiência do modelo de venda online.

De acordo com a consultora App Annie, a Shein é, neste momento, a primeira ou segunda maior plataforma de compras dos principais mercados ocidentais, tendo atingido uma faturação de 8,48 mil milhões de euros em 2020, revelou o meio de comunicação local LatePost.

Contudo, apesar de o número de clientes se ter vindo a multiplicar, pouco se sabe sobre a empresa, que já enfrenta acusações de violação de propriedade intelectual por parte de diferentes marcas de roupas, segundo o Financial Times.

A Shein tem optado por omitir informação acerca das suas origens, inclusive da matéria-prima utilizada para a produção em massa dos seus artigos.

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