Dados do Eurostat, divulgados esta quinta-feira, mostram que a percentagem de portugueses em risco de pobreza ou exclusão social em 2018 era de cerca de 21%, em linha com a média europeia.
Esta avaliação foi feita com base em três critérios: estar em risco mesmo sendo beneficiário de subsídios sociais, existir risco de privação material severa e viver em agregados familiares com baixa intensidade de trabalho, explica o gabinete de estatísticas europeu.

Em 2018, cidadãos fora da União Europeia (45%) estavam em maior risco de pobreza ou exclusão social do que os cidadãos estrangeiros da UE (29%) ou cidadãos nacionais (21%), mostram dados do Eurostat, divulgados esta quinta-feira.
Entre os Estados-membros da UE, a taxa de risco de pobreza ou exclusão social registada para os cidadãos não europeus foi mais elevada na Grécia (58%), seguida pela Suécia e Espanha (ambos 56%), Bélgica (51%), Croácia e França (ambos 50%). Para os cidadãos estrangeiros da UE, a taxa mais elevada registou-se na Grécia (47%), Espanha (45%) e Itália (40%).
A taxa mais elevada de risco de pobreza ou exclusão social para os nacionais foi observada na Grécia (33%), seguida da Roménia (30%), Bulgária (28%) e Itália (27%).
Em 2018, a República Checa registou a taxa de risco de pobreza ou exclusão social mais baixa para os nacionais (11%) e para os cidadãos estrangeiros da UE (4%), enquanto a Polónia registou a mais baixa para os cidadãos extracomunitários (18%)




