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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Jun 2026 16:01:27 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Centeno pede paciência ao PS e diz que medidas inalcançáveis alimentam populismos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:01:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-ministro das Finanças Mário Centeno avisou hoje que a &#8220;paciência é a coisa mais escassa nas sociedades modernas&#8221;, considerando que medidas com objetivos não alcançáveis alimentam frustrações das pessoas, que são depois aproveitadas pelos populistas.</p>
<p>&#8220;Não vamos conseguir ultrapassar esta situação com sucesso &#8211; como ultrapassámos a pandemia (&#8230;) e a questão inflacionista &#8211; se não conseguirmos colocar na nossa agenda e na agenda das pessoas esta dimensão de entendimento de que isto não é para resolver apenas num mês ou apenas num ano&#8221;, disse Mário Centeno na sua intervenção durante o último dia das jornadas parlamentares do PS, na Amadora, em Lisboa.</p>
<p>Para o antigo governador do Banco de Portugal, todos os políticos têm de ter &#8220;muito presente&#8221; que &#8220;a paciência é a coisa mais escassa nas sociedades modernas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nós tornamos muitas vezes e muito facilmente as utopias em distopias e transformamos objetivos que são absolutamente legítimos de uma forma que dá a sensação de que são de tal maneira inalcançáveis que geram o pior dos sentimentos para o nosso trabalho, mas o melhor dos sentimentos para os populistas, que é a frustração&#8221;, avisou.</p>
<p>Centeno pediu por isso que não se insista &#8220;em objetivos inalcançáveis&#8221;, dando neste momento como exemplo a questão dos médicos de família.</p>
<p>&#8220;Nós só vamos gerar distopias onde tínhamos antes coisas que todos podemos concordar. É evidente que os médicos de família são um desses casos. Nós transformamos uma discussão positiva numa coisa que apenas gera sangramento político e discussão que não tem nenhum sentido. Nunca vai acontecer, acreditem no que eu estou a dizer&#8221;, defendeu.</p>
<p>Também na habitação há este risco, de acordo com o ex-ministro dos governos de António Costa.</p>
<p>&#8220;É uma das causas, consequências, resultados da crise financeira que hoje ainda vivemos. Nós destruímos o setor da construção, aniquilámos o setor da construção e depois esperávamos que quando tivéssemos rendimento para comprar a casa, as casas aparecessem. Isso não vai nunca acontecer&#8221;, alertou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783768]]></sapo:autor>
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		<title>Microsoft junta universidades e sociedades de advogados para acelerar IA no sector jurídico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
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					<description><![CDATA[A Microsoft Portugal promoveu o Hackathon AI x Justice, que reuniu cerca de 35 estudantes universitários da área do Direito, sociedades de advogados e especialistas da Microsoft, com o objectivo de capacitar talento em Inteligência Artificial e tecnologia aplicada ao sector jurídico em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"></h1>
<div id="brxe-hlbfas" class="brxe-post-excerpt">
<p>A Microsoft Portugal promoveu o Hackathon AI x Justice, que reuniu cerca de 35 estudantes universitários da área do Direito, sociedades de advogados e especialistas da Microsoft, com o objectivo de capacitar talento em Inteligência Artificial e tecnologia aplicada ao sector jurídico em Portugal.</p>
</div>
</div>
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<div class="ms-accordion" data-post-id="459896">
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<div class="ms-accordion-title-wrapper">A iniciativa contou com a participação de estudantes da Universidade Católica Portuguesa, da NOVA School of Law, e da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, bem como de sociedades de advogados, nomeadamente Gomez Acebo Pombo, CCA, PLMJ e Cuatrecasas. Ao longo de um dia de trabalho, o hackathon aproximou a academia, prática jurídica e tecnologia, combinando aprendizagem prática, experimentação e cocriação de soluções. De acordo com Laura Fauqueur, Founder da Legal Shake “o que mais me entusiasma é o facto de reunir pessoas tão diversas para pensar em como resolver desafios reais. O sector jurídico em Portugal tem muito a resolver, e é aí que a IA entra em cena, porque faz todo o sentido utilizá-la para apoiar o sistema”.</div>
</div>
</div>
<p>Este hackathon insere-se na estratégia da Microsoft de capacitação em Inteligência Artificial aplicada e de apoio à transformação do sector jurídico, visando reforçar a capacidade das equipas para lidar com o volume de informação, complexidade normativa e exigência de rigor — libertando tempo de tarefas repetitivas e elevando a qualidade do trabalho com tecnologia confiável e segura.</p>
<p>Segundo Juan Carretero Sánchez, Legal and External Affairs lead na Microsoft Portugal, «o desafio raramente é a falta de informação ou de competência; é garantir que o conhecimento circula, é reutilizável e chega a tempo de suportar boas decisões». Em muitas organizações jurídicas, pareceres, análises e enquadramento regulatório permanecem em silos, o que pode conduzir à duplicação de trabalho e à perda de conhecimento crítico.</p>
<p>Este desafio cruza‑se com fragilidades estruturais do sistema judicial português, sobretudo na justiça administrativa e fiscal. Assim, a Microsoft acredita que a IA pode desempenhar um papel relevante na modernização do setor jurídico, quando aplicada de forma responsável e com supervisão humana. Ao apoiar o trabalho diário, pode melhorar a consistência e transformar informação dispersa em conhecimento acionável, contribuindo para melhores decisões e para serviços jurídicos mais eficientes sem substituir o julgamento humano. Contudo, a sua integração num setor tradicional exige literacia digital e uso responsável, e o desafio central é capacitar os profissionais do Direito para tirarem partido da tecnologia, conhecendo os seus limites.</p>
<p>Durante o hackathon, equipas multidisciplinares trabalharam desafios do setor jurídico da eficiência operacional ao apoio à decisão — explorando como a IA pode ser aplicada para desenhar protótipos com foco em impacto, aplicabilidade real e confiança. No final do dia, as equipas apresentaram protótipos de soluções desenvolvidas com recurso à tecnologia, contribuindo para um diálogo mais informado sobre adoção de IA no setor.</p>
<p>António Mota Pinto, estudante da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e participante no Hackaton, refere que «é iminente que a IA venha a desempenhar um papel importante na assistência aos aspetos judiciais do próprio sistema. É por isso que é importante que, neste hackaton, possamos usar novas soluções para problemas que já existem há algum tempo.»</p>
<p>Já Inês Silveira, participante no Hackaton e estudante da Nova School of Law, destaca, «gosto de aproveitar todas as oportunidades que tenho para aplicar os meus conhecimentos a situações da vida real. A IA está a crescer cada vez mais e o setor jurídico não é exceção. Se os escritórios de advogados e até as empresas não começarem a incorporar a IA nas suas práticas jurídicas, vão ficar para trás».</p>
<p>Todas as soluções desenvolvidas durante o hackathon serão enquadradas pelos princípios de IA responsável da Microsoft, incorporando desde o início preocupações de segurança, privacidade, transparência e supervisão humana.</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783777]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSD altera projeto do Chega sobre &#8220;lei das burcas&#8221; para focar questão da segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O PSD quer introduzir alterações ao projeto do Chega conhecido como "lei das burcas", retirando logo no título desse diploma a "proibição de ocultação do rosto" e, em alternativa, salientando questões de "segurança em espaços públicos".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PSD quer introduzir alterações ao projeto do Chega conhecido como &#8220;lei das burcas&#8221;, retirando logo no título desse diploma a &#8220;proibição de ocultação do rosto&#8221; e, em alternativa, salientando questões de &#8220;segurança em espaços públicos&#8221;.</p>
<p>A proposta de substituição apresentada pelo PSD ao projeto do Chega vai ser discutida e, em princípio, votada, na quarta-feira, em sede de Comissão de Assuntos Constitucionais.</p>
<p>Em outubro passado, o projeto do Chega, que ficou conhecido como &#8220;lei das burcas&#8221;, foi aprovado na generalidade. Conseguiu o apoio do PSD, CDS e Iniciativa Liberal, mas teve a oposição do PS, Livre, PCP e Bloco de Esquerda. Porém, logo quando foi discutido em plenário e após a sua aprovação, levantaram-se dúvidas de constitucionalidade.</p>
<p>Esta semana, o PSD decidiu avançar com um conjunto de alterações a este diploma do Chega, desde logo alterando o seu título.</p>
<p>O projeto do Chega tem o título: &#8220;Proíbe a ocultação do rosto em espaços públicos salvo determinadas exceções&#8221;. Se a alteração do PSD for aprovada, elimina-se a referência à ocultação do rosto e o título do diploma passará a ser o seguinte: &#8220;Estabelece regras a observar pelos cidadãos em espaços públicos, por razões de segurança e de garantia da respetiva identificação&#8221;.</p>
<p>Logo no artigo primeiro, relativo ao objeto do projeto, a bancada social-democrata salienta a perspetiva da segurança. &#8220;O presente diploma estabelece as regras a observar pelos cidadãos em espaços públicos, por razões de segurança e de garantia da respetiva identificação&#8221;, lê-se.</p>
<p>No projeto do Chega, refere-se que &#8220;é proibida a utilização, em espaços públicos, de roupas destinadas a ocultar ou a obstaculizar a exibição do rosto&#8221; e &#8220;é proibido forçar alguém a ocultar o rosto por motivos de género ou religião&#8221;.</p>
<p>O PSD mantém a proibição de ocultação do rosto, mas acrescenta, além da religião, questões como a idade ou origem dos cidadãos. Por outro lado, nesse mesmo artigo, os sociais-democratas também se referem &#8220;a outros acessórios&#8221;. Ou seja, uma forma de generalização para não se incidir apenas nos lenços ou, mais concretamente, nas burcas.</p>
<p>&#8220;É proibida a utilização, em espaços públicos, de máscaras ou quaisquer acessórios que ocultem integralmente o rosto ou impeçam a sua visualização, tornando a pessoa não identificável. É igualmente proibido coagir qualquer pessoa a ocultar o rosto por motivos de género, religião, idade ou origem&#8221;, propõe a bancada social-democrata neste ponto.</p>
<p>As propostas do PSD alteram, ainda, o regime sancionatório e penal.</p>
<p>Em casos de ocultação forçada do rosto, o Chega defende a aplicação do crime de coação, com pena de prisão até três anos, enquanto o PSD propõe &#8220;até um ano de pena de prisão ou com pena de multa até 120 dias&#8221;.</p>
<p>&#8220;A pena prevista no número anterior é agravada em um terço quando a vítima seja menor&#8221;, acrescenta-se.</p>
<p>No regime sancionatório, a bancada social-democrata propõe uma contraordenação punível com coima de 100 a 250 euros, em caso de negligência, e de 400 a mil em caso de dolo. E, neste regime, detalha as competências pela abertura de processos de contraordenações.</p>
<p>&#8220;Compete às forças de segurança a fiscalização do cumprimento da presente lei e o levantamento dos respetivos autos. E a instrução dos processos e a aplicação das respetivas coimas cabe à câmara municipal em cuja área a infração tiver sido cometida&#8221;, refere-se no texto de substituição apresentado pelo PSD.</p>
<p>Para o PSD, devem ser as autoridades policiais a remeter à respetiva câmara municipal &#8220;os autos levantados no prazo de cinco dias úteis a contar da ocorrência dos factos que lhes deram origem&#8221;.</p>
<p>Em matéria de contraordenações, o projeto do Chega prevê apenas coimas e mais elevadas. Entre 200 e dois mil euros em caso de negligência; e de 400 euros e quatro mil em caso de dolo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783773]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Metralhadoras e sacos de areia num navio civil da Rússia: as imagens que inquietam o &#8216;lago da NATO&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 15:59:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estónia]]></category>
		<category><![CDATA[GNL]]></category>
		<category><![CDATA[Mar Báltico]]></category>
		<category><![CDATA[Marshal Vasilevskiy]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[Fotografias mostram posições fortificadas com metralhadoras instaladas no topo da ponte do 'Marshal Vasilevskiy', um navio de bandeira russa cujo porto de origem é Kaliningrado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Estónia divulgou imagens de vigilância que mostram um navio civil russo de gás natural liquefeito equipado com metralhadoras e posições protegidas por sacos de areia no mar Báltico, um sinal que analistas interpretam como uma escalada na forma como Moscovo procura proteger a sua frota civil.</p>
<p>Segundo o ‘The Independent’, as fotografias mostram posições fortificadas com metralhadoras instaladas no topo da ponte do &#8216;Marshal Vasilevskiy&#8217;, um navio de bandeira russa cujo porto de origem é Kaliningrado.</p>
<p>O navio, pertencente à Gazprom Flot LLC, unidade da Gazprom, transporta gás natural liquefeito entre a zona de São Petersburgo e Kaliningrado. A rota passa ao largo da costa da Estónia, numa região do Báltico que se tornou cada vez mais sensível desde a invasão russa da Ucrânia e o alargamento da NATO.</p>
<p>As imagens foram captadas esta primavera no mar Báltico, dentro da área de responsabilidade da Estónia, segundo um porta-voz da polícia e da guarda fronteiriça estonianas.</p>
<p>Embora guardas armados sejam comuns em navios que atravessam zonas de pirataria, a presença de metralhadoras num navio civil no Báltico é vista como algo muito diferente. Yoruk Isik, analista geopolítico e responsável pela consultora Bosphorus Observer, descreveu o caso à ‘Reuters’ como “um passo novo e louco” para embarcações civis naquela região.</p>
<p>“É um movimento hostil da Rússia para enviar uma mensagem aos países da UE e da NATO de que se oporá ativamente a qualquer tentativa de deter ou inspecionar os seus navios”, afirmou o analista. Para Isik, “não há justificação” para uma postura de autodefesa deste tipo no Báltico, com metralhadoras instaladas a bordo de um navio civil.</p>
<p>O caso surge num momento de crescente pressão sobre embarcações associadas à Rússia. Desde o início do ano, nove petroleiros suspeitos de integrarem a chamada “frota sombra” russa foram apreendidos na Europa, o mais recente dos quais em França, a 26 de junho.</p>
<p>A “frota sombra” é composta por navios ligados à Rússia, frequentemente com estruturas de propriedade opacas e bandeiras de conveniência, usados para contornar sanções ocidentais impostas desde o início da guerra na Ucrânia.</p>
<p>O Marshal Vasilevskiy, contudo, não parece enquadrar-se nessa categoria. Um responsável de segurança no Báltico afirmou que o navio dificilmente será apreendido, por não integrar a frota sombra e por navegar sob bandeira russa.</p>
<p>“É difícil dizer o que os russos estão a pensar”, afirmou esse responsável. “Desde que o mar Báltico se tornou um lago da NATO, os russos estão tensos com tudo o que acontece ali — talvez estejam apenas a pensar demasiado e a reagir em excesso.”</p>
<p>A expressão “lago da NATO” passou a ser usada depois da adesão da Finlândia e da Suécia à Aliança Atlântica, que deixou a Rússia com uma posição muito mais limitada no Báltico. Para Moscovo, a ligação marítima entre São Petersburgo e Kaliningrado tornou-se ainda mais sensível.</p>
<p>Em abril, o comandante da Marinha da Estónia, Ivo Vark, afirmou à ‘Reuters’ que a Rússia estava a aumentar a presença militar em águas internacionais entre a Estónia e a Finlândia, a rota de acesso aos portos em torno de São Petersburgo, onde é carregada uma parte relevante das exportações energéticas russas.</p>
<p>Vark admitiu então que a Estónia tinha deixado de tentar deter navios ligados à Rússia que não representassem perigo imediato, devido ao risco de escalada militar.</p>
<p>O Marshal Vasilevskiy tem também importância estratégica para Moscovo. O navio pode regaseificar gás natural liquefeito diretamente para uma conduta de gás e foi inaugurado pelo presidente russo, Vladimir Putin, em janeiro de 2019, como rota alternativa de abastecimento para o enclave militarizado de Kaliningrado, caso fossem interrompidas entregas de gás por gasoduto através da Lituânia, membro da NATO.</p>
<p>O navio e o seu proprietário já foram alvo de sanções. O Marshal Vasilevskiy foi sancionado pelo Reino Unido em outubro de 2024, pelo Canadá em fevereiro de 2025 e pela Austrália em dezembro de 2025. A Gazprom Flot foi sancionada pela União Europeia em abril.</p>
<p>A Gazprom não respondeu ao pedido de comentário da ‘Reuters’. Já Nikolai Patrushev, assessor de Vladimir Putin para assuntos marítimos, afirmou numa entrevista publicada a 15 de junho que a Rússia não pode permitir “o bloqueio” das suas principais rotas marítimas.</p>
<p>“O Báltico e o mar Negro asseguram a maior parte do nosso comércio marítimo”, afirmou Patrushev. O responsável russo defendeu ainda ser crucial garantir a prontidão de combate da frota russa e a sua capacidade para responder a “todo o espectro de ameaças”.</p>
<p>Para os analistas, a presença de armamento num navio civil russo no Báltico aumenta o risco de incidentes no mar. Mais do que uma simples medida defensiva, as imagens são vistas como um aviso político e militar dirigido aos países europeus: Moscovo quer deixar claro que qualquer tentativa de inspeção ou detenção dos seus navios pode ter custos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783763]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PLMJ é a melhor prestadora de serviços de Advocacia em Portugal. (re)Veja o momento da entrega do prémio e o discurso</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/plmj-e-a-melhor-prestadora-de-servicos-de-advocacia-em-portugal-reveja-o-momento-da-entrega-do-premio-e-o-discurso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 15:58:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
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					<description><![CDATA[A PLMJ foi distinguida pelo quarto ano consecutivo com o prémio «Prestação de serviços – Advogados», na 15.ª edição dos Prémios Human Resources.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"></h1>
<div id="brxe-hlbfas" class="brxe-post-excerpt">
<p>A PLMJ foi distinguida pelo quarto ano consecutivo com o prémio «Prestação de serviços – Advogados», na 15.ª edição dos Prémios Human Resources.</p>
</div>
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<p>&nbsp;</p>
</div>
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<div class="acf-video-embed"><iframe title="Prémios Human Resources 2026 - Prestação de Serviço – Advogados" src="https://www.youtube.com/embed/iBTLMGgiw44?feature=oembed" width="500" height="281" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></div>
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</div>
</div>
<p>Nuno Ferreira Morgado, partner da PLMJ, recebeu o prémio das mãos de Ricardo Florêncio, CEO do Multipublicações Media Group.</p>
<p>(re) Veja acima o seu discurso (vídeo NC Produções)</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783771]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Direito ao Essencial. Abandono do trabalho: procedimentos e cautelas para o empregador</title>
		<link>https://hrportugal.sapo.pt/direito-ao-essencial-abandono-do-trabalho-procedimentos-e-cautelas-para-o-empregador/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Human Resources]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 15:51:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste destaque do “Direito ao Essencial”, Inês Arruda, sócia da Pérez-Llorca, foca-se no tema do abandono do trabalho. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-ymubjt" class="brxe-block">
<h1 class="brxe-post-title bm-blog-single-11__post-title"></h1>
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<p>Neste destaque do “Direito ao Essencial”, Inês Arruda, sócia da Pérez-Llorca, foca-se no tema do abandono do trabalho. A rubrica da Human Resources tem como objectivo descomplicar os conceitos jurídicos que todos os profissionais de gestão de Recursos Humanos devem saber. Sem floreados, directo ao ponto.</p>
</div>
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</div>
<p><em>Por Inês Arruda, sócia da Pérez-Llorca</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-413915 alignleft" src="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/08/ines-arruda-300x300.png" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" srcset="https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/08/ines-arruda.png 300w, https://hrportugal.sapo.pt/wp-content/uploads/2025/08/ines-arruda-150x150.png 150w" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>A figura jurídica do abandono do trabalho ocorre quando um trabalhador cessa a sua prestação de forma unilateral e sem qualquer comunicação ao empregador, manifestando pela sua conduta a intenção de não retomar o vínculo laboral.</p>
<p>Esta figura é diferente da falta injustificada, na medida em que o abandono exige uma ausência de, pelo menos, dez dias úteis consecutivos sem que o trabalhador dê qualquer sinal, sendo necessário que as circunstâncias tornem inequívoca a intenção de não regressar.</p>
<p>Este comportamento equivale a uma resolução do contrato por iniciativa do trabalhador e sem justa causa, o que implica a perda do direito à compensação que lhe assistiria em caso de despedimento e a possibilidade de ser responsabilizado pelos danos causados pela cessação abrupta do vínculo.</p>
<p>No entanto, estas consequências só se produzem validamente se o empregador seguir o procedimento legalmente exigido. Assim, é necessário proceder ao envio de carta registada com aviso de recepção para o último domicílio conhecido do trabalhador, antes de qualquer decisão de cessação, dando conta da situação e das suas consequências legais. Desconsiderar este passo pode transformar um abandono num despedimento ilícito, com todas as consequências daí decorrentes, incluindo reintegração ou pagamento de indemnização. Sendo verificada a cessação, o empregador deve ainda comunicá-la prontamente à ACT.</p>
<p>Poderão ainda surgir consequências após o procedimento estar aparentemente concluído: o trabalhador pode invocar posteriormente uma causa de justificação para as ausências, como por exemplo, doença, internamento hospitalar ou outra situação de força maior. Se essa justificação for válida, a situação de abandono tem-se como inexistente e o vínculo laboral do trabalhador permanecerá válido e eficaz.</p>
<p>Por esta razão, antes de ser formalizada qualquer decisão, a empresa deve esgotar os meios razoáveis de contacto com o trabalhador e guardar registo detalhado de todas as tentativas.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Exemplo prático</strong></p>
<p>Um trabalhador deixa de comparecer ao trabalho sem qualquer aviso. A empresa tenta contactá-lo por telefone e por escrito, sem obter respostas. Ao décimo dia útil consecutivo de ausência, o empregador envia carta registada com aviso de recepção para a última morada conhecida, informando que a conduta é qualificada como abandono do trabalho e que o contrato se considera cessado à data do último dia de comparência. A carta, o registo das tentativas de contacto e os comprovativos de ausência são arquivados. Porém, se o trabalhador apresentar justificação válida de internamento hospitalar comprovado, o procedimento deve ser revisto antes de qualquer formalização, sob pena de se materializar num despedimento ilícito.</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783769]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Vídeo mostra prédio de 10 andares a desabar em segundos durante sismos na Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 15:31:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[La Guaira]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Imagens mostram o desabamento do edifício Palácio Ritamar, situado na Avenida José María España, em Los Corales, Caraballeda, no estado de La Guaira, uma das zonas mais afetadas pela catástrofe]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As imagens dos dois sismos que atingiram a Venezuela na semana passada continuam a revelar a dimensão da destruição. Um dos vídeos mais impressionantes, captado por uma câmara de segurança, mostra o momento em que um prédio de 10 andares colapsa em poucos segundos durante o tremor.</p>
<p>Segundo o ‘20 Minutos’, as imagens mostram o desabamento do edifício Palácio Ritamar, situado na Avenida José María España, em Los Corales, Caraballeda, no estado de La Guaira, uma das zonas mais afetadas pela catástrofe.</p>
<p>A câmara que registou o momento estava instalada em frente ao edifício, no Parque de Boliche de La Guaira. No vídeo, é possível ver partes da estrutura a ruírem rapidamente, enquanto uma nuvem de pó toma conta da zona.</p>
<p>O edifício tinha 10 andares e seis apartamentos por piso. Em poucos segundos, a estrutura colapsa parcialmente, deixando evidente a violência do abalo e a vulnerabilidade de muitos edifícios atingidos pelos sismos.</p>
<p>As imagens mostram também várias pessoas junto à entrada do parque a perderem o equilíbrio e a cair no chão no momento do tremor. Segundos depois, levantam-se e fogem, enquanto a poeira provocada pelo desabamento se espalha pela rua.</p>
<p>O duplo sismo que atingiu a zona caribenha da Venezuela teve magnitudes de 7,2 e 7,5 e causou uma destruição severa, sobretudo devido ao colapso de vários edifícios. Segundo os dados citados pelo jornal espanhol, o balanço de vítimas mortais ultrapassa os 1.700 mortos.</p>
<p>As operações de resgate prosseguem esta terça-feira, seis dias depois dos abalos. No estado de La Guaira, epicentro da devastação, equipas de emergência continuam a procurar sobreviventes entre os escombros, numa corrida contra o tempo.</p>
<p>À medida que passam as horas, diminuem as hipóteses de encontrar pessoas com vida. Ainda assim, equipas de resgate nacionais e internacionais mantêm os trabalhos nas zonas mais afetadas, onde vários edifícios ficaram total ou parcialmente destruídos.</p>
<p>A tragédia voltou a colocar em discussão a resistência das construções em zonas sísmicas. Solo firme, estruturas de betão adequadas e edifícios mais compactos são alguns dos fatores apontados por especialistas como essenciais para reduzir o risco de colapso em sismos de grande magnitude.</p>
<p>Na Venezuela, porém, a violência dos abalos e a fragilidade de muitas estruturas agravaram o impacto da catástrofe. O vídeo do Palácio Ritamar tornou-se um dos registos mais fortes da tragédia: em segundos, um edifício inteiro transforma-se numa nuvem de pó.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="es" dir="ltr"><a href="https://x.com/hashtag/Internacionales?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Internacionales</a></p>
<p>Imágenes muestran el momento del colapso del edificio Residencias Ritamar Palace, en La Guaira, durante los terremotos del pasado 24 de junio en <a href="https://x.com/hashtag/Venezuela?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Venezuela</a>. <a href="https://t.co/wlwC9PufZ3">pic.twitter.com/wlwC9PufZ3</a></p>
<p>&mdash; El Clarín (@SVElClarin) <a href="https://x.com/SVElClarin/status/2071655602908955081?ref_src=twsrc%5Etfw">June 29, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783758]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Carros elétricos sem bagageira dianteira? Já há uma solução&#8230;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/carros-eletricos-sem-bagageira-dianteira-ja-ha-uma-solucao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 15:25:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[elétricos]]></category>
		<category><![CDATA[frunk]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
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					<description><![CDATA[Cabos de carregamento são indispensáveis para muitos condutores de carros elétricos, sobretudo em viagens, mas têm um problema evidente: ocupam espaço e precisam de estar sempre à mão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os cabos de carregamento são indispensáveis para muitos condutores de carros elétricos, sobretudo em viagens, mas têm um problema evidente: ocupam espaço e precisam de estar sempre à mão. Em vários modelos, acabam guardados na bagageira traseira, misturados com malas, compras ou outros objetos.</p>
<p>É aqui que entra a utilidade da bagageira dianteira, também conhecida como “frunk”, uma junção das palavras inglesas “front” e “trunk”. Trata-se de um pequeno compartimento colocado sob o capô, onde podem ser guardados cabos de carregamento, adaptadores ou objetos de menor dimensão.</p>
<p>O problema é que nem todos os elétricos vêm equipados de origem com este espaço. Segundo o ‘Motor1’, essa ausência abriu caminho a empresas especializadas no desenvolvimento de kits que permitem transformar o espaço disponível sob o capô dianteiro numa zona de arrumação adicional.</p>
<p>Uma dessas empresas é a austríaca Frunk.at, que desenvolveu uma gama de bagageiras dianteiras adaptadas a vários modelos elétricos europeus, coreanos e chineses. A proposta é simples: adicionar um compartimento de carga onde originalmente o fabricante não o tinha previsto.</p>
<p>Embora sejam pequenos, estes compartimentos podem ser práticos no uso diário. Permitem separar os cabos da bagageira principal, mantê-los acessíveis e evitar que fiquem soltos ou misturados com a restante carga.</p>
<p>De acordo com a empresa, os frunks são fabricados em ABS, um plástico resistente ao calor, capaz de suportar temperaturas até 80 graus sem deformar. A resistência térmica é particularmente relevante num componente instalado sob o capô, sobretudo numa altura em que os verões são cada vez mais quentes.</p>
<p>A Frunk.at afirma ainda que os compartimentos foram testados pela TÜV, entidade alemã de certificação, e que suportam uma carga até 20 quilos. Na prática, isso significa que podem transportar bem mais do que um simples cabo de carregamento, embora continuem vocacionados para objetos pequenos e relativamente leves.</p>
<p>A gama inclui atualmente soluções para 31 modelos de 17 fabricantes. Entre as marcas abrangidas estão Audi, BMW, Mercedes, Ford, Dacia, Renault, Hyundai e Kia, além de vários modelos dos grupos Stellantis e Volkswagen.</p>
<p>Os preços variam entre 130 e 350 euros, dependendo do modelo. Os kits incluem também uma rede elástica, pensada para manter o conteúdo organizado e impedir que os objetos se desloquem durante a condução.</p>
<p>Apesar da utilidade, a instalação exige atenção. No site oficial, a Frunk.at explica que os compartimentos foram desenhados para aproveitar ao máximo o espaço disponível sob o capô, mantendo uma distância segura em relação aos componentes próximos.</p>
<p>Ainda assim, a própria empresa alerta que, devido a tolerâncias de fabrico do veículo e do compartimento, pode ocorrer contacto com peças adjacentes. Por isso, a montagem deve ser feita com precisão.</p>
<p>A recomendação é garantir uma distância mínima de um centímetro entre o frunk e os componentes em redor, para evitar atrito, vibrações ou contacto indesejado durante a utilização.</p>
<p>A solução é simples e pode fazer diferença para quem sente falta de espaço de arrumação num elétrico. Mas não deve ser tratada como um acessório decorativo: por estar instalada numa zona técnica do veículo, a montagem deve respeitar as instruções e deixar margem suficiente para todos os componentes.</p>
<p>Num mercado em que muitos carros elétricos ainda não aproveitam totalmente o espaço deixado pela ausência de motor de combustão, estes kits mostram como uma pequena adaptação pode resolver um problema muito comum: onde guardar os cabos sem sacrificar a bagageira principal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783750]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Filipe Santos Martins sucede a Maria João Sales Luís na liderança da Multicare</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/filipe-santos-martins-sucede-a-maria-joao-sales-luis-na-lideranca-da-multicare/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:59:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fidelidade]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Multicare]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fidelidade anunciou a nomeação de Filipe Santos Martins para liderar a seguradora de saúde, sucedendo a Maria João Sales Luís, que termina um percurso de mais de quatro décadas no Grupo Fidelidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Multicare vai ter um novo presidente da Comissão Executiva a partir de 1 de julho. A Fidelidade anunciou a nomeação de Filipe Santos Martins para liderar a seguradora de saúde, sucedendo a Maria João Sales Luís, que termina um percurso de mais de quatro décadas no Grupo Fidelidade.</p>
<p>Filipe Santos Martins integra o Grupo Fidelidade desde 2015, onde desempenhou funções nas áreas de Desenvolvimento de Negócio e de Planeamento Estratégico. Desde 2024 fazia parte da Comissão Executiva da Multicare.</p>
<p>A saída de Maria João Sales Luís marca o fim de uma carreira de mais de 40 anos no Grupo Fidelidade. Ao longo desse percurso ocupou cargos de responsabilidade nos ramos Vida, Acidentes de Trabalho e Automóvel, tendo integrado a administração da Multicare em 2008. Segundo a Fidelidade, o seu contributo foi determinante para consolidar a posição da Multicare como uma das principais referências no mercado segurador português na área da saúde.</p>
<p>Em comunicado, o CEO da Fidelidade, Rogério Campos Henriques, destacou o legado da gestora. &#8220;Maria João Sales Luís deixa uma marca indelével na Multicare e na área dos seguros de saúde em Portugal, pelo contributo, profissionalismo e integridade demonstrados ao longo de mais de 40 anos. Filipe Santos Martins, que tem revelado uma visão estratégica e uma capacidade de execução notáveis, é a pessoa certa para assumir esta nova responsabilidade e dar continuidade ao plano do Grupo Fidelidade para a Multicare.&#8221;</p>
<p>O novo presidente da Comissão Executiva afirma assumir o cargo com &#8220;enorme sentido de responsabilidade&#8221;, comprometendo-se a dar continuidade ao trabalho desenvolvido pela sua antecessora.</p>
<p>&#8220;O meu compromisso é dar continuidade a essa trajetória, reforçando a proximidade com os clientes e a capacidade de resposta às suas necessidades&#8221;, sublinhou Filipe Santos Martins.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783730]]></sapo:autor>
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		<title>Número de utentes sem médico de família aumenta quase 66 mil este ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:53:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de pessoas sem médico de família aumentou quase 66 mil nos primeiros cinco meses deste ano, mais do que os cerca de 53 mil novos inscritos nos cuidados de saúde primários no mesmo período.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de pessoas sem médico de família aumentou quase 66 mil nos primeiros cinco meses deste ano, mais do que os cerca de 53 mil novos inscritos nos cuidados de saúde primários no mesmo período.</p>
<p>Dados do portal da transparência do Serviço Nacional de Saúde (SNS), hoje consultados pela Lusa, indicam que o número de utentes sem um especialista de medicina geral e familiar atribuído subiu dos 1.601.018 em janeiro para os 1.666.823 em maio, ou seja, mais 65.805.</p>
<p>A região de Lisboa e Vale do Tejo é a que concentra a grande maioria de pessoas que aguardam por ter médico de família, que chegavam às 1.165.496 em maio, mais cerca de 35 mil do que em janeiro, contrastando com o Norte, onde o número de utentes nessa situação não chega aos 100 mil.</p>
<p>Setembro de 2019 foi o mês dos últimos dez anos com menos pessoas sem médico de família (641.228), menos cerca de um milhão do que em maio deste ano.</p>
<p>Quanto ao número de inscritos nos cuidados de saúde primários (centros de saúde), passou dos 10.746.324 para os 10.799.807 entre janeiro e maio, o que se traduz num aumento de 53.483 novos utentes.</p>
<p>Já o número de pessoas com médico de família atribuído baixou ligeiramente dos 9.133.697 para os 9.121.566, representando uma redução de 12.131 utentes do SNS, indicam os dados oficiais.</p>
<p>Na segunda-feira, a ministra da Saúde justificou o aumento do número de pessoas sem médico de família com o aumento de registos SNS, alegando que o serviço público de saúde está a demonstrar ter &#8220;elasticidade&#8221;.</p>
<p>&#8220;Temos todos os meses novas inscrições de utentes residentes em Portugal (&#8230;). E vamos continuar durante muito mais tempo, seguramente, a ter pessoas a inscreverem-se no Registo Nacional do Utente. Naturalmente que, quando nós percebemos que temos mais um milhão e meio de pessoas em Portugal do que tínhamos há cinco anos, compreendemos que a elasticidade que o SNS tem de ter é muito grande. É quase, eu diria, de ser feita de forma muito rápida&#8221;, disse Ana Paula Martins.</p>
<p>Num relatório sobre a sustentabilidade do SNS divulgado também na segunda-feira, o Conselho das Finanças Públicas alertou que o aumento de pessoas sem médico de família está a ocorrer num &#8220;contexto particularmente relevante&#8221; de envelhecimento da classe médica na especialidade de medicina geral e familiar.</p>
<p>&#8220;O previsível aumento das aposentações poderá, assim, agravar as restrições no acesso aos cuidados primários. Esta pressão tenderá a repercutir-se nos serviços hospitalares, comprometendo a adequada referenciação dos doentes e induzindo o recurso direto às urgências hospitalares&#8221;, salientou a entidade independente que fiscaliza a sustentabilidade das finanças públicas do país.</p>
<p>Em maio, foram abertas 2.500 vagas para médicos recém-especialistas no SNS, entre as quais 711 para medicina geral e familiar, mas ainda não são conhecidas as colocações.</p>
<p>Num outro despacho da mesma altura, o Governo abriu 332 vagas para zonas geográficas carenciadas, destinando 109 para especialistas de medicina geral e familiar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783727]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>TAP fecha reestruturação com luz verde de Bruxelas e entra em nova fase antes da privatização</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tap-fecha-reestruturacao-com-luz-verde-de-bruxelas-e-entra-em-nova-fase-antes-da-privatizacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:51:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Pinto Luz]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[privatização]]></category>
		<category><![CDATA[TAP]]></category>
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					<description><![CDATA[Confirmação foi recebida pelo Estado português através da Representação Permanente de Portugal junto da União Europeia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia confirmou que o Plano de Reestruturação da TAP foi concluído com sucesso, depois de Portugal ter cumprido integralmente os compromissos assumidos no âmbito das regras europeias de auxílios de Estado.</p>
<p>A confirmação foi recebida pelo Estado português através da Representação Permanente de Portugal junto da União Europeia, na sequência do envio, pelas autoridades nacionais, da documentação comprovativa da execução integral das medidas previstas no plano aprovado por Bruxelas em dezembro de 2021.</p>
<p>O Plano de Reestruturação foi desenhado na sequência da crise provocada pela pandemia no setor da aviação e envolveu um conjunto de medidas operacionais e financeiras destinadas a garantir a viabilidade da companhia. Entre essas medidas estiveram a reestruturação da empresa, a alienação de ativos não estratégicos e a aplicação de compromissos destinados a salvaguardar a concorrência no mercado europeu.</p>
<p>Segundo o Ministério das Infraestruturas e Habitação, o plano permitiu à TAP tornar-se uma empresa financeiramente mais robusta. O cumprimento das últimas condições já tinha sido materializado com a conclusão das alienações da Cateringpor e da SPdH – Serviços Portugueses de Handling, bem como com a devolução de 24,99 milhões de euros ao Estado.</p>
<p>O período adicional de seis meses concedido para a conclusão do plano, durante o qual se mantiveram restrições e contrapartidas aplicáveis, permitiu assegurar o cumprimento das condições remanescentes. Com a alienação das participações da TAP na SPdH e na Cateringpor, fica encerrado o conjunto de compromissos assumidos perante Bruxelas.</p>
<p>O Governo português e a TAP estiveram empenhados na conclusão deste processo, em cooperação com a Direção-Geral da Concorrência da Comissão Europeia. Para o Executivo, o encerramento formal da reestruturação reforça também a credibilidade do Estado português junto das instituições europeias e demonstra capacidade de execução num processo acompanhado de perto desde 2021.</p>
<p>A conclusão do Plano de Reestruturação representa um marco relevante para a TAP e para o Estado. A companhia entra agora numa nova fase, com maior previsibilidade para se concentrar no crescimento, na valorização e no desenvolvimento futuro.</p>
<p>O encerramento do processo também dá mais clareza ao processo de privatização em curso, ao retirar uma das condicionantes associadas ao período de reestruturação e às obrigações assumidas perante Bruxelas.</p>
<p>“A finalização do processo de reestruturação permite à TAP encarar o futuro com mais confiança, reforçando o seu papel como ativo estratégico do país e o posicionamento de Portugal como plataforma internacional de aviação”, afirma o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783718]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Supremo rejeita plano de Trump para retirar cidadania automática a filhos de migrantes</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/supremo-rejeita-plano-de-trump-para-retirar-cidadania-automatica-a-filhos-de-migrantes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A medida tornou-se uma das peças centrais da agenda migratória do presidente dos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O Supremo Tribunal dos Estados Unidos rejeitou a tentativa de Donald Trump de limitar o direito à cidadania por nascimento, regra que garante a nacionalidade norte-americana a quem nasce em solo dos Estados Unidos, independentemente da origem dos pais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em causa estava uma ordem executiva assinada por Trump a 20 de janeiro de 2025, com o objetivo de impedir que crianças nascidas nos Estados Unidos obtivessem automaticamente a cidadania caso os pais não fossem cidadãos norte-americanos nem residentes permanentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">A medida tornou-se uma das peças centrais da agenda migratória do presidente dos Estados Unidos e representava uma tentativa de reinterpretar a 14.ª Emenda da Constituição norte-americana, aprovada após a Guerra Civil para garantir a cidadania aos antigos escravos e aos seus descendentes.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Caso envolvia bebé filha de casal migrante</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O processo analisado pelo Supremo dizia respeito a uma bebé filha de uma jovem pareja migrante. A mãe chegou da Colômbia e o pai da Argentina, ambos com estatuto de residência temporária nos Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O próprio Donald Trump marcou presença na primeira sessão do processo, num gesto descrito como histórico.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão do Supremo representa um revés para a estratégia da Casa Branca, que defendia que a 14.ª Emenda tem sido interpretada de forma demasiado ampla há mais de um século.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Casa Branca queria restringir interpretação da 14.ª Emenda</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O argumento da Administração Trump era o de que a cláusula constitucional que atribui cidadania a quem nasce nos Estados Unidos não deveria aplicar-se a filhos de imigrantes em situação irregular nem a filhos de pessoas que entram no país com vistos temporários.</p>
<p class="isSelectedEnd">Trump tem associado esta interpretação a um discurso político centrado no controlo da imigração. O presidente norte-americano sustenta que a cidadania por nascimento funciona como incentivo à imigração irregular, facilita aquilo que designa como “turismo de parto” e pode criar riscos de segurança.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mais do que uma disputa jurídica, a proposta fazia parte de uma estratégia mais ampla para redefinir a cidadania como um estatuto menos automático e mais condicionado.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Milhares de crianças poderiam ser afetadas todos os anos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Se a interpretação defendida pela Administração Trump tivesse avançado, cerca de 250 mil crianças por ano deixariam de adquirir automaticamente a cidadania norte-americana, segundo estimativas incluídas nos documentos apresentados ao tribunal.</p>
<p class="isSelectedEnd">A médio prazo, a mudança poderia levar ao aparecimento de milhões de pessoas nascidas nos Estados Unidos sem cidadania, uma situação sem paralelo na história recente do país.</p>
<p class="isSelectedEnd">O problema levantado pela proposta não era apenas a dimensão da alteração, mas também a ausência de enquadramento legal claro para uma nova categoria de pessoas nascidas em território norte-americano sem nacionalidade dos Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Risco de apatridia entrava no debate</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O sistema norte-americano não prevê uma categoria ampla de pessoas nascidas no país sem cidadania. Muitas dessas crianças ficariam dependentes das leis dos países de origem dos pais para obter uma nacionalidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em alguns casos, esse processo não seria automático e exigiria procedimentos complexos fora do território norte-americano. Noutros, poderia implicar o regresso a países de onde as famílias fugiram.</p>
<p class="isSelectedEnd">A possibilidade de apatridia, praticamente inexistente hoje nos Estados Unidos, passaria assim a ser um risco real.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Medida tinha apoio no trumpismo, mas enfrentava dúvidas jurídicas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A tentativa de restringir a cidadania por nascimento contava com apoio político dentro do movimento trumpista, mas também levantava reservas entre setores conservadores.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mesmo entre aliados ideológicos, havia cautela quanto à viabilidade jurídica da medida, por envolver uma mudança profunda numa interpretação constitucional consolidada durante gerações.</p>
<p>Com a decisão do Supremo, fica travada a tentativa de Trump de limitar um dos princípios mais antigos da cidadania norte-americana: o direito automático à nacionalidade para quem nasce em solo dos Estados Unidos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783714]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Centeno acusa Governo de se vangloriar por “destruir o futuro” dos portugueses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:37:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O economista mostra-se preocupado com a evolução das contas públicas e com sinais de desaceleração da economia, que diz já estarem a sentir-se no mercado de trabalho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O antigo ministro das Finanças Mário Centeno acusa o Governo de estar a “destruir o futuro” dos portugueses e de se vangloriar dessa destruição. O economista mostra-se preocupado com a evolução das contas públicas e com sinais de desaceleração da economia, que diz já estarem a sentir-se no mercado de trabalho.</p>
<p class="isSelectedEnd">A posição foi assumida num artigo de opinião publicado na CNN Portugal, no seguimento do comentário semanal de Centeno no espaço “O Trigo do Joio”. No texto, intitulado “A realidade completa: mais população, menos emprego”, o antigo governador do Banco de Portugal defende que os números mais recentes sobre a população residente em Portugal não contam toda a história.</p>
<p class="isSelectedEnd">Centeno parte dos dados que indicam que a população residente no país já ultrapassa os 11,4 milhões de pessoas. Para o economista, estes números mostram “um país maior, com mais pessoas a trabalhar, com mais jovens”, mas escondem uma outra realidade: a queda do número de trabalhadores declarados à Segurança Social.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Menos trabalhadores inscritos na Segurança Social</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Mário Centeno, em março havia menos 22 mil trabalhadores declarados à Segurança Social do que no final de 2025 e menos 47 mil do que em setembro. O antigo ministro das Finanças afirma que, desde 2013, em plena crise financeira, não se registava uma evolução tão negativa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Centeno, estes dados não são uma “grande companhia” para as notícias sobre o aumento da população residente em Portugal. O economista entende que a descida do número de trabalhadores declarados é um sinal relevante da evolução da economia e do mercado laboral.</p>
<p class="isSelectedEnd">O antigo governante considera que estes números ganham especial importância por terem sido apresentados como consequência da política de controlo do mercado de trabalho e da sociedade assumida pelo Governo.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Economia está a desacelerar, diz Centeno</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Mário Centeno defende que o dado mais relevante para os portugueses é o sinal de que a economia está a desacelerar. Segundo o economista, essa tendência já se faz sentir no mercado de trabalho.</p>
<p class="isSelectedEnd">O antigo ministro das Finanças compara ainda a política seguida pelo Governo com experiências de outros países, referindo que replica em Portugal uma orientação que se mostrou inconsequente noutras sociedades, como a do Reino Unido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Centeno alerta que a desaceleração da economia pode ter impacto direto no financiamento da Segurança Social e do Estado. No artigo, aponta para um défice da Administração Central de 1,8% do PIB, equivalente a cerca de 5,5 mil milhões de euros, afirmando que esse défice “já só é financiado com dívida”.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Contas públicas sob pressão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na leitura de Mário Centeno, a evolução das contas públicas poderá agravar-se se as atuais políticas forem mantidas. O antigo ministro considera que a combinação entre abrandamento económico, perda de trabalhadores declarados e défice da Administração Central coloca pressão adicional sobre o financiamento do Estado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O economista termina o artigo com uma crítica direta ao Executivo. Afirma que há muitos anos não se assistia a um Governo “vangloriar-se por estar a destruir o futuro desta forma”, acrescentando a expressão “com vídeos”.</p>
<p>Centeno diz esperar que este momento não se repita e que a responsabilidade prevaleça. Para o antigo ministro das Finanças, essa será a vontade de todos, incluindo daqueles que, nas suas palavras, olham para a política como “um jogo de aritméticas impossíveis”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783709]]></sapo:autor>
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		<title>Aviso laranja por causa do calor estende-se a todo o continente na sexta-feira</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/aviso-laranja-por-causa-do-calor-estende-se-a-todo-o-continente-na-sexta-feira-ipma/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os distritos de Beja, Évora, Portalegre e Castelo Branco vão estar a partir de quarta-feira sob aviso laranja por causa do calor, que se estende depois às restantes regiões, avançou hoje o IPMA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os distritos de Beja, Évora, Portalegre e Castelo Branco vão estar a partir de quarta-feira sob aviso laranja por causa do calor, que se estende depois às restantes regiões, avançou hoje o IPMA.</p>
<p>Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, por causa da persistência de valores elevados da temperatura máxima, hoje já estão sob aviso amarelo, o menos grave, os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real e Bragança, assim como Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Évora, Beja e Setúbal.</p>
<p>A partir das 00:00 de quarta-feira os avisos agravam para laranja, o segundo nível mais grave, em toda a região do Alentejo e o distrito de Castelo Branco, pois, além das temperaturas máximas, também as mínimas vão estar elevadas.</p>
<p>A situação vai estender-se a outros distritos no continente logo na quinta-feira, com aviso laranja alargado pelo menos até às 10:00 de sexta-feira, nos distritos de Setúbal, Santarém, Lisboa, Leiria e Faro.</p>
<p>O aviso laranja estende-se, entre as 00:00 e as 10:00 de sexta-feira, aos distritos de Braga, Coimbra, Aveiro, Viana do Castelo, Vila Real, Guarda, Porto, Viseu e Bragança.</p>
<p>A Direção-Geral da Saúde, com o aproximar de mais uma onda de calor, lançou na segunda-feira um guia com recomendações para proteger trabalhadores expostos a temperaturas elevadas.</p>
<p>O guia inclui planos de prevenção nas empresas, organização do trabalho e reforço da hidratação para reduzir riscos como acidentes, desidratação e doenças associadas ao calor.</p>
<p>A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, admitiu preocupações com a vaga de calor que se avizinha e que as temperaturas venham a ter impacto na mortalidade, à semelhança de outros países.</p>
<p>Para hoje, o IPMA prevê uma subida da temperatura sobretudo no interior. As temperaturas máximas vão variar entre os 23º (Aveiro) e os 39º (Évora) e as mínimas entre os 16º (Braga e Viana do Castelo) e os 22ª (Portalegre e Faro).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783708]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>AEP garante continuidade na gestão da Exponor e opção de compra em 20 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:20:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Empresarial de Portugal (AEP), que explora a Exponor, garantiu hoje a "continuidade" na atividade após a venda do recinto de feiras e exposições, do qual deverá ficar com opção de compra, daqui a 20 anos, segundo um comunicado. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Empresarial de Portugal (AEP), que explora a Exponor, garantiu hoje a &#8220;continuidade&#8221; na atividade após a venda do recinto de feiras e exposições, do qual deverá ficar com opção de compra, daqui a 20 anos, segundo um comunicado.</p>
<p>Na nota, a AEP disse que &#8220;a venda do património imobiliário da Exponor não coloca em causa a continuidade da atividade do recinto de feiras e exposições&#8221;, garantindo que se encontram &#8220;asseguradas as condições necessárias para a sua operação e desenvolvimento a longo prazo&#8221;.</p>
<p>Assim, destacou, &#8220;foi já celebrado um contrato-promessa de arrendamento entre a futura proprietária dos imóveis e a Exponor &#8212; Fiporto, sociedade detida a 100% pela AEP, que estabelece o compromisso de celebração do contrato definitivo após a conclusão da escritura de compra e venda dos imóveis, no âmbito da liquidação da Nexponor&#8221;.</p>
<p>A Quadrantis Capital, de João Koehler, em parceria com o grupo MCaetano, compraram a Exponor à Insula Capital, por 40 milhões de euros, de acordo com um comunicado divulgado na segunda-feira.</p>
<p>A AEP indicou hoje que &#8220;o futuro contrato prevê um prazo inicial de 25 anos, com renovação automática por períodos sucessivos de cinco anos, garantindo estabilidade e previsibilidade para a gestão da Exponor&#8221;, estando ainda &#8220;prevista uma opção de compra a favor da AEP ao fim de 20 anos de vigência do contrato&#8221;.</p>
<p>Segundo a AEP, no &#8220;âmbito da preparação do projeto de renovação e valorização do espaço de exposições, a Exponor &#8212; Fiporto encontra-se a auscultar a GL events, parceiro internacional de referência na gestão de recintos desta natureza&#8221;.</p>
<p>Este contributo tem &#8220;caráter exclusivamente técnico e consultivo, visando assegurar que o projeto responde às melhores práticas internacionais e às exigências do mercado&#8221;, sendo a apresentação formal do &#8216;dossier&#8217; da responsabilidade da Exponor &#8212; Fiporto&#8221;.</p>
<p>A AEP destacou ainda que o novo proprietário &#8220;assumiu o compromisso de assegurar a manutenção e modernização da Exponor, estando definido um investimento relevante para esse efeito&#8221;, sendo que o contrato &#8220;contempla igualmente um mecanismo de salvaguarda que protege a atividade da Exponor: caso a senhoria não execute ou atrase as obras previstas, a Exponor poderá substituí-la na sua realização, financiando os respetivos custos através da retenção das rendas devidas&#8221;.</p>
<p>A AEP acredita assim que é possível &#8220;garantir a continuidade da missão da Exponor&#8221;, criando ainda &#8220;as condições necessárias para a sua requalificação e valorização futura, permitindo dar uma resposta nas melhores condições face aos desafios do contexto internacional&#8221;.</p>
<p>No comunicado divulgado na segunda-feira, lê-se que &#8220;o património da Nexponor, em comercialização desde outubro do ano passado, é composto pelo parque de exposições da Exponor&#8221;, bem como &#8220;dois lotes para promoção imobiliária, totalizando uma área bruta construtiva de aproximadamente 180.000 m² acima do solo, numa das localizações mais estratégicas da Área Metropolitana do Porto&#8221;.</p>
<p>A Insula Capital lembrou que em abril de 2024, a Câmara de Matosinhos aprovou &#8220;um projeto de grande escala&#8221; para a requalificação e expansão da Exponor, através dum Pedido de Informação Prévia (PIP) e dum AUDAC, encontrando-se em vigor.</p>
<p>Este plano prevê, &#8220;além da modernização do atual parque de exposições, a criação de um empreendimento de uso misto &#8211; integrando serviços, comércio, turismo e habitação&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783700]]></sapo:autor>
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		<title>Angonabeiro recebe Embaixador de Portugal e reforça aposta na valorização do café produzido em Angola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:19:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Angonabeiro, empresa do Grupo Nabeiro em Angola, recebeu na sua unidade industrial, em Luanda, a visita institucional do novo embaixador de Portugal em Angola, Nuno Mathias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Angonabeiro, empresa do Grupo Nabeiro em Angola, recebeu na sua unidade industrial, em Luanda, a visita institucional do novo embaixador de Portugal em Angola, Nuno Mathias.</p>
<p>A deslocação, a primeira desde que o diplomata assumiu funções em fevereiro deste ano, permitiu conhecer de perto a operação industrial da empresa e o seu contributo para o desenvolvimento da fileira do café no país.</p>
<p>Durante a visita, Nuno Mathias acompanhou as várias etapas do processo de transformação do café, desde a receção e controlo da matéria-prima até às fases de torrefação, moagem, preparação de blends e embalamento do produto final. A empresa apresentou também o trabalho que desenvolve na compra de café verde a produtores nacionais, na transformação local e na promoção do café angolano junto dos consumidores e dos mercados internacionais.</p>
<p>Presente em Angola há mais de 25 anos, a Angonabeiro afirma que tem procurado reforçar a indústria nacional através da criação de valor acrescentado, promovendo a produção local e contribuindo para a internacionalização do café produzido no país.</p>
<p>&#8220;A visita do Embaixador de Portugal representou uma excelente oportunidade para dar a conhecer, no terreno, o trabalho que temos vindo a desenvolver em prol da valorização do café angolano e do fortalecimento da indústria nacional. Mais do que apresentar uma unidade industrial, quisemos mostrar um projeto comprometido com a produção e valorização do café nacional, que investe na transformação local e contribui para criar valor económico e social no país&#8221;, afirmou Rui Gonçalves, Diretor-Geral da Angonabeiro.</p>
<p>Atualmente, a empresa emprega mais de 100 colaboradores, dos quais cerca de 95% são angolanos. Todos os anos adquire mais de 1.400 toneladas de café verde a produtores nacionais, processa aproximadamente 400 toneladas de café torrado e exporta cerca de 1.000 toneladas para mercados como Portugal, França, Suíça, Cabo Verde e Senegal.</p>
<p>Para Nuno Mathias, a visita demonstra &#8220;a vitalidade das relações económicas entre Portugal e Angola&#8221;, refletindo o investimento do Grupo Nabeiro no país ao longo das últimas décadas. O diplomata considerou ainda que a cooperação bilateral evoluiu &#8220;de um modelo de comércio tradicional para uma aposta na produção local e na valorização do ecossistema empresarial angolano&#8221;.</p>
<p>A unidade industrial da Angonabeiro dispõe de torradores de café, linhas de embalamento de café em grão e moído, uma linha de rebeneficiação de café verde e uma linha de produção de cápsulas, onde são produzidas anualmente mais de dois milhões de cápsulas da marca Ginga.</p>
<p>Segundo a empresa, o investimento contínuo na modernização tecnológica é acompanhado pela formação das equipas e pela implementação de rigorosos sistemas de controlo de qualidade, com o objetivo de aumentar a eficiência e garantir a consistência dos produtos.</p>
<p>&#8220;O que mais impressiona nesta unidade, para além do elevado nível tecnológico e da eficiência das linhas de produção, é sobretudo a aposta clara na valorização do capital humano angolano, na qualificação das suas pessoas, no desenvolvimento de competências locais e na criação de emprego especializado&#8221;, destacou o embaixador português.</p>
<p>A Angonabeiro refere ainda que apoia, de forma direta e indireta, mais de 40 mil famílias produtoras, assegurando a compra da produção de café a preços considerados justos e promovendo iniciativas de capacitação, escolarização e adoção de práticas agrícolas sustentáveis.</p>
<p>No final da visita, Rui Gonçalves sublinhou que a empresa pretende continuar a trabalhar em parceria com os produtores nacionais e restantes agentes do setor para reforçar a competitividade da indústria e aumentar a projeção internacional do café angolano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783696]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Comissão Europeia estima que alargamento da UE a Montenegro custe 3.200 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia apresentou hoje um pacote financeiro para a futura adesão de Montenegro à União Europeia (UE), estimando em 3,2 mil milhões de euros o impacto orçamental da entrada do país balcânico no bloco comunitário.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia apresentou hoje um pacote financeiro para a futura adesão de Montenegro à União Europeia (UE), estimando em 3,2 mil milhões de euros o impacto orçamental da entrada do país balcânico no bloco comunitário.</p>
<p>&#8220;Hoje, a Comissão Europeia adotou um pacote financeiro que estabelece as disposições orçamentais que se aplicarão a Montenegro após a sua adesão à UE. Montenegro continua a avançar no processo de adesão e esta proposta representa um passo significativo no caminho do país para se tornar membro da União&#8221;, refere a instituição em comunicado.</p>
<p>Nesse pacote financeiro, estima-se que a integração de Montenegro na UE represente um encargo de 3,2 mil milhões de euros para o orçamento comunitário entre 2028 e 2034, em apoios como relativos à coesão, agricultura, competitividade, entre outras matérias.</p>
<p>Está igualmente previsto que Montenegro contribua para o orçamento da UE nas mesmas condições que os outros Estados-membros.</p>
<p>Este montante de 3,2 mil milhões de euros baseia-se na proposta de Bruxelas para o próximo Quadro Financeiro Plurianual da UE para o período 2028-2034, pelo que os valores finais dependerão do desfecho das negociações sobre o futuro orçamento plurinanual.</p>
<p>Segundo o executivo comunitário, o pacote define as disposições financeiras e orçamentais que se aplicarão a Montenegro após a adesão, prevendo a transição do atual apoio de pré-adesão para o acesso aos fundos internos da UE, bem como a contribuição do país para o orçamento europeu.</p>
<p>A proposta surge numa fase avançada das negociações de adesão, depois de os Estados-membros terem concordado em iniciar a redação do Tratado de Adesão de Montenegro à União Europeia.</p>
<p>Citada pelo comunicado, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, aponta que o pacote representa &#8220;mais um passo concreto em direção ao futuro de Montenegro na União&#8221;, sublinhando que o alargamento só é bem-sucedido quando assenta &#8220;no mérito, no compromisso e na confiança&#8221;.</p>
<p>Bruxelas esclarece que o pacote não significa uma adesão automática de Montenegro em 01 de janeiro de 2028, uma vez que a entrada na União depende do cumprimento de todas as condições de adesão e da ratificação do tratado por todas as partes.</p>
<p>As negociações de adesão entre a UE e Montenegro começaram em junho de 2012.</p>
<p>Até ao momento, foram abertos todos os 33 capítulos negociais, dos quais 16 estão provisoriamente encerrados.</p>
<p>Montenegro pretende concluir as negociações de adesão até ao final de 2026, tornando-se um dos países candidatos mais avançados no processo de alargamento da União Europeia.</p>
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		<title>Consulta pública do troço do TGV em Espinho, Gaia e Porto fecha com 160 participações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:08:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A consulta pública do troço da linha de alta velocidade (LAV) que abrange Espinho, Gaia e Porto, e que terminou na segunda-feira, fechou com 160 participações, consultou hoje a Lusa no portal participa.pt.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A consulta pública do troço da linha de alta velocidade (LAV) que abrange Espinho, Gaia e Porto, e que terminou na segunda-feira, fechou com 160 participações, consultou hoje a Lusa no portal participa.pt.</p>
<p>De acordo com o portal de consultas públicas, para o Relatório de Conformidade Ambiental do Projeto de Execução (RECAPE) dos subtroços 4 e 5 do troço entre Porto e Oiã (Oliveira do Bairro, Aveiro) da linha de alta velocidade Porto &#8211; Lisboa, registaram-se 160 participações.</p>
<p>O projeto de execução esteve em consulta pública desde dia 08 de junho e abrange a parte da linha que não obteve parecer favorável condicionado da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), especificamente a inserção em Vila Nova de Gaia e Porto, e ainda partes em Espinho e Santa Maria da Feira.</p>
<p>A anterior consulta pública, que compreendia a totalidade do troço entre Porto e Oiã, obteve 259 participações.</p>
<p>Em dezembro, o projeto de execução anteriormente submetido pelo consórcio AVAN Norte (Mota-Engil, Serena, Teixeira Duarte, Casais, Alves Ribeiro, Conduril e Gabriel Couto) não foi aprovado pela APA devido à pretensão da concessionária de deslocalizar a estação de Gaia para Vilar do Paraíso e à de fazer duas pontes separadas sobre o rio Douro em vez de uma rodoferroviária, como sempre esteve planeado.</p>
<p>O novo projeto retoma a localização que sempre esteve planeada para a estação de Gaia (Santo Ovídio e respetiva ligação ao metro) e uma ponte rodoferroviária sobre o rio Douro, com dois tabuleiros, além de prever menos impactos à superfície.</p>
<p>Para a APA, caso a estação de Gaia ficasse em Vilar do Paraíso, ficaria &#8220;numa zona periférica&#8221; sem &#8220;intermodalidade com outros meios de transporte público&#8221;.</p>
<p>&#8220;Importa recordar que o desenvolvimento da Estação de Gaia na zona de Santo Ovídio, integrada no respetivo Plano de Pormenor e com articulação assegurada à linha de metro, foi considerado, aquando da avaliação do Estudo Prévio, como um aspeto particularmente relevante com impactes socioeconómicos positivos e significativos ao possibilitar a criação de um novo e importante fator de centralidade, com o inerente estímulo para a qualificação do espaço urbano onde se insere&#8221;, sublinhou então a agência.</p>
<p>Já quanto à construção de duas pontes sobre o Douro em vez de uma rodoferroviária, a APA também assinala que esse foi &#8220;outro elemento estruturante do projeto e que sofreu alterações significativas no Projeto de Execução face ao preconizado no Estudo Prévio&#8221;.</p>
<p>No atual projeto, a gare ferroviária de Campanhã, no Porto, será ampliada e ficará com configuração de &#8216;estação-ponte&#8217;, com uma passagem superior de acesso aos cais de embarque.</p>
<p>Estão confirmadas várias demolições de edifícios em Campanhã para a expansão da estação, mas o impacto habitacional em Gaia é reduzido face ao projeto anterior.</p>
<p>No Porto, preveem-se demolições entre as quais 44 habitações, sete atividades económicas (incluindo a bomba de gasolina na Avenida Gustave Eiffel) e três edifícios de outras categorias.</p>
<p>Já em Gaia, para onde estavam previstas pelo menos 64 afetações diretas de casas no projeto anterior, estas passam a ser de 43, mas o número de empresas aumenta, passando de 22 para 37 entre o projeto de outubro de 2025, chumbado pela APA, e o atual.</p>
<p>Em Espinho, na freguesia de Anta, em causa estarão oito habitações e três atividades económicas, bem como uma habitação já em território de Santa Maria da Feira.</p>
<p>As obras do primeiro troço (Porto-Oiã, Oliveira do Bairro, Aveiro), parte da primeira parceria público-privada da linha de alta velocidade Porto-Lisboa, devem arrancar este ano e têm prazo de conclusão previsto de 2030.</p>
<p>A ligação Porto-Lisboa em alta velocidade colocará as duas cidades a 01:15 de tempo entre si, e terá paragens possíveis em Gaia, Aveiro, Coimbra e Leiria.</p>
<p>Deverá estar pronta na totalidade em 2032, tal como Porto-Vigo, com estações no aeroporto do Porto, Braga, Ponte de Lima e Valença.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783687]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Nova Iorque negoceia mista no íncio da sessão com petróleo a subir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:05:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa em Wall Street negociava mista no íncio da sessão com o preço do petróleo a subir devido às dúvidas sobre as negociações entre os Estados Unidos e o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa em Wall Street negociava mista no íncio da sessão com o preço do petróleo a subir devido às dúvidas sobre as negociações entre os Estados Unidos e o Irão.</p>
<p>Pelas 14:46 (hora de Lisboa) o industrial Dow Jones caía 0,09% para 52.137,84 pontos, enquanto o agregado S&amp;P 500 avançava 0,07% para 7.445,43 pontos.</p>
<p>O tecnológico Nasdaq ganhava 0,38% para 25.917,71 pontos.</p>
<p>O barril de Brent para entrega em agosto situava-se nos 73,53 dólares, com uma subida de 0,52%, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, subia 1,09% e situava-se nos 71,52 dólares.</p>
<p>A subida do preço do petróleo ocorre depois de o Irão ter insistido que não tem previsto reunir-se esta semana com os Estados Unidos no Qatar, tal como afirmou o Presidente norte-americano, Donald Trump, embora tenha indicado que se deslocará na quarta-feira à capital do Qatar para tratar de questões relacionadas com o acordo de paz com os mediadores.</p>
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		<title>Braço de capital de risco da Sonae nomeia especialista internacional para reforçar a aposta da empresa em cibersegurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:00:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Bright Pixel Capital, braço de capital de risco do Grupo Sonae, reforçou a sua aposta na área da cibersegurança com a nomeação de Mike Privette como Venture Partner.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Bright Pixel Capital, braço de capital de risco do Grupo Sonae, reforçou a sua aposta na área da cibersegurança com a nomeação de Mike Privette como Venture Partner.</p>
<p>Fundador da Return on Security, plataforma dedicada à investigação e inteligência de mercado na indústria da cibersegurança, Mike Privette conta ainda com experiência como advisor de empresas como Trustero, Aspiron Search, Nullify e Subsalt. Na Bright Pixel, ficará responsável por apoiar a atividade de investimento em cibersegurança, reforçando o acesso a redes especializadas, identificando novas oportunidades de investimento e acompanhando as empresas do portefólio.</p>
<p>Segundo a gestora, esta nomeação representa mais um passo na evolução da Bright Pixel enquanto plataforma global de investimento, refletindo a estratégia de aproximar a empresa de especialistas com conhecimento aprofundado do setor, capazes de antecipar tendências, identificar oportunidades de crescimento e apoiar a tomada de decisões de investimento.</p>
<p>&#8220;O trabalho do Mike na Return on Security tornou-se uma referência na forma como o mercado de cibersegurança é analisado. A capacidade de distinguir o que é realmente relevante no mercado é precisamente a perspetiva que queremos trazer para as nossas decisões de investimento. À medida que o setor se torna mais crítico e mais complexo, essa clareza é essencial para tomarmos melhores decisões de investimento e para a forma como apoiamos os nossos fundadores&#8221;, afirma Fernando Martins, Cybersecurity Director da Bright Pixel.</p>
<p>Por sua vez, Mike Privette explica que a entrada na Bright Pixel Capital resultou da visão da equipa para o setor da cibersegurança e da estratégia de investimento da empresa em tecnológicas.</p>
<p>&#8220;Grande parte da minha carreira tem sido dedicada a compreender como as empresas de cibersegurança são criadas e financiadas. Na Bright Pixel, encontrei uma equipa com uma tese de investimento clara, ambição global e uma abordagem ponderada ao trabalho com fundadores. Estou entusiasmado por me juntar à equipa enquanto Venture Partner e contribuir com a minha perspetiva, rede e experiência para um setor que acredito que continuará a moldar o futuro da tecnologia&#8221;, afirma.</p>
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