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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>União Europeia retoma negociações de adesão com a Ucrânia após fim do veto húngaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 07:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia vai retomar formalmente as negociações de adesão com a Ucrânia esta segunda-feira, numa decisão que surge depois de ter sido ultrapassado o bloqueio que impedia o avanço do processo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A União Europeia vai retomar formalmente as negociações de adesão com a Ucrânia esta segunda-feira, numa decisão que surge depois de ter sido ultrapassado o bloqueio que impedia o avanço do processo.</p>
<p class="isSelectedEnd">O anúncio foi feito conjuntamente pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa, e pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, que confirmaram que todos os Estados-membros concordaram em abrir o primeiro conjunto de negociações de adesão com a Ucrânia e a Moldávia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo os dois responsáveis europeus, a decisão representa um reconhecimento da determinação, coragem e esforço demonstrados pelos dois países na implementação de reformas, apesar dos desafios que enfrentam. António Costa e Ursula von der Leyen classificaram ainda este avanço como um passo importante no processo de alargamento da União Europeia.</p>
<p><strong>Primeira fase das negociações centra-se nos valores fundamentais da UE</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O primeiro conjunto de negociações, designado em Bruxelas como um “cluster”, será dedicado aos valores e princípios fundamentais que a Ucrânia e a Moldávia terão de respeitar para poderem integrar o bloco comunitário.</p>
<p class="isSelectedEnd">O processo de adesão à União Europeia exige que os países candidatos negociem seis grandes áreas temáticas, compostas por dezenas de capítulos. O objetivo é garantir que os futuros membros adotam e aplicam integralmente o chamado acervo comunitário, que inclui as regras e normas europeias em áreas como o ambiente, a agricultura e o mercado interno.</p>
<p><strong>Processo esteve bloqueado devido ao veto da Hungria</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As negociações de adesão tinham sido oficialmente lançadas em 2024, no contexto da guerra desencadeada pela invasão russa da Ucrânia em 2022. No entanto, o processo ficou bloqueado devido ao veto da Hungria, liderada por Viktor Orbán, que se opunha ao avanço da candidatura ucraniana.</p>
<p class="isSelectedEnd">O impasse acabou por ser ultrapassado após a eleição, em abril, do principal opositor de Orbán, Peter Magyar, permitindo que as discussões voltassem a avançar.</p>
<p><strong>Adesão da Ucrânia à UE continua a ser um processo longo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da retoma das negociações, a adesão da Ucrânia à União Europeia continua a depender de um percurso longo e exigente. Mesmo que Kiev consiga concluir com sucesso todas as fases de negociação, processo que poderá durar vários anos, será necessário obter o acordo unânime dos 27 Estados-membros.</p>
<p>Além disso, a entrada da Ucrânia no bloco europeu terá ainda de ser ratificada individualmente por cada país, através dos respetivos parlamentos nacionais ou, em alguns casos, por referendo.</p>
<p><strong>Bruxelas considera alargamento uma escolha estratégica</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Para as instituições europeias, o alargamento continua a ser uma prioridade estratégica. Na declaração conjunta, António Costa e Ursula von der Leyen defenderam que uma União Europeia mais alargada serve os interesses comuns dos Estados-membros.</p>
<p>&#8220;Num mundo marcado por uma crescente incerteza, uma União Europeia maior é do nosso interesse comum&#8221;, afirmaram os dois líderes europeus.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775935]]></sapo:autor>
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		<title>Quatro idosos morrem em incêndio num contentor na Grécia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 06:47:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Quatro idosos, membros da mesma família, morreram hoje num incêndio num contentor onde viviam em Konitsa, no noroeste da Grécia, informou a agência de notícias grega ANA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Quatro idosos, membros da mesma família, morreram hoje num incêndio num contentor onde viviam em Konitsa, no noroeste da Grécia, informou a agência de notícias grega ANA.</P><br />
<P>Segundo a mesma fonte, as quatro vítimas, três mulheres e um homem, são irmãos com 69, 75, 83 e 88 anos.</P><br />
<P>A causa do incêndio ainda não foi determinada, mas, de acordo com a ANA, poderá ter sido iniciado por uma vela ou por uma lamparina a petróleo.</P><br />
<P> As vítimas viviam no contentor, que lhes tinha sido destinado após um terramoto que atingiu a região em 1996, causando danos significativos.</P><br />
<P>Segundo os vizinhos, as vítimas viviam em condições precárias, sem eletricidade, e sofriam de problemas de saúde.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775966]]></sapo:autor>
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		<title>Parlamento Europeu vai testar esta semana novas regras para os debates</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 06:45:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[parlamento europeu]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[As novas regras serão posteriormente avaliadas pela Conferência de Presidentes do PE]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Parlamento Europeu (PE) vai testar na próxima sessão plenária um novo modelo para os debates, definindo por exemplo um limite de duração e uma hora para terminarem, segundo fonte europeia.</p>
<p>O tema, disse à Lusa fonte europeia, foi debatido em maio pela Conferência de Presidentes do PE, que reúne a líder da instituição e dos grupos políticos, quando foi decidido avançar com testes sobre a nova organização na próxima sessão plenária, que decorre a partir desta segunda-feira &#8211; e até quinta em Estrasburgo (França).</p>
<p>Na sessão de 15 a 18 de junho, será estipulada uma hora de início e de fim clara para cada debate e estes terminarão na segunda-feira às 20h30, na terça e quarta-feira às 19h00 e na quinta-feira às 16h00, permitindo uma maior flexibilidade para os eurodeputados participarem noutras reuniões parlamentares.</p>
<p>A Comissão Europeia passa a poder intervir durante os debates, não tendo de aguardar pelo final para responder às questões colocadas.</p>
<p>Na terça-feira, às 15h00 (14h00 de Lisboa), decorrerá o período de perguntas ao executivo comunitário.</p>
<p>As novas regras serão posteriormente avaliadas pela Conferência de Presidentes do PE.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774892]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: União Europeia louva acordo alcançado entre os EUA e o Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 06:43:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia saudou hoje o acordo alcançado entre os Estados Unidos e o Irão para pôr fim às hostilidades, realçando que deverá permitir a reabertura do estreito de Ormuz e permitir negociações mais amplas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A União Europeia saudou hoje o acordo alcançado entre os Estados Unidos e o Irão para pôr fim às hostilidades, realçando que deverá permitir a reabertura do estreito de Ormuz e permitir negociações mais amplas.</P><br />
<P>A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, frisou que deve ser restaurada a liberdade de navegação sem restrições. </P><br />
<P>Numa mensagem divulgada através das redes sociais, Ursula von der Leyen acrescentou que a liberdade de navegação é essencial para a estabilidade regional e para a economia global e que se podem &#8220;abrir as portas&#8221; a negociações mais amplas sobre a paz e a segurança no Médio Oriente.</P><br />
<P>O acordo procura interromper as hostilidades que começaram a 28 de fevereiro, após a ofensiva conjunta dos Estados Unidos e de Israel que resultou na morte do Líder Supremo do Irão, o ayatollah Ali Khamenei.</P><br />
<P>Os dois países declararam a &#8220;cessação imediata e permanente das operações militares em todas as frentes&#8221;, incluindo a ofensiva israelita no Líbano. </P><br />
<P>Embora ainda existam questões técnicas relativas ao programa nuclear iraniano, as delegações vão realizar reuniões preparatórias durante a semana, antes da assinatura oficial prevista para sexta-feira, 19 de junho, na Suíça.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775965]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: António Costa saúda acordo para acabar com a guerra no Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 06:39:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Conselho Europeu, António Costa, saudou hoje o acordo anunciado entre os Estados Unidos e o Irão para pôr fim à guerra no Médio Oriente, acrescentando que os europeus estão prontos para contribuir para uma "paz duradoura".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Conselho Europeu, António Costa, saudou hoje o acordo anunciado entre os Estados Unidos e o Irão para pôr fim à guerra no Médio Oriente, acrescentando que os europeus estão prontos para contribuir para uma &#8220;paz duradoura&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Saúdo o fim desta guerra dispendiosa e o restabelecimento total da liberdade de navegação no estreito de Ormuz&#8221;, declarou António Costa, numa publicação na rede social X, poucas horas após o anúncio de um acordo para pôr fim à guerra no Médio Oriente, que inclui o Líbano e tem uma cerimónia de assinatura agendada para sexta-feira, em Genebra.</P><br />
<P>No domingo, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou ter chegado a um acordo com o Irão para reabrir o estreito de Ormuz, cujo encerramento provocou graves perturbações, uma vez que cerca de 20% do petróleo mundial transita por essa via.</P><br />
<P>Em troca da reabertura, os Estados Unidos levantarão o bloqueio marítimo imposto à entrada e saída de navios nos portos iranianos, segundo disse Trump na rede social Truth Social.</P><br />
<P>Com este acordo, será posto fim à guerra iniciada no dia 28 de fevereiro, na sequência da ofensiva lançada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão.</P><br />
<P>O Paquistão, que atua como mediador entre Washington e Teerão, anunciou que as partes assinarão na próxima sexta-feira, 19 de junho, na Suíça, um memorando de entendimento para pôr fim às hostilidades, embora ainda não se conheçam os detalhes concretos do documento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775964]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Restrições à mão-de-obra atrasam diversificação da economia de Macau &#8212; analistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 06:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Reduzir a dependência dos casinos é uma prioridade para a nova secretária para a Economia de Macau, mas que poderá ser atrasada pelas restrições à entrada de trabalhadores do exterior, disseram analistas em declarações hoje à Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Reduzir a dependência dos casinos é uma prioridade para a nova secretária para a Economia de Macau, mas que poderá ser atrasada pelas restrições à entrada de trabalhadores do exterior, disseram analistas em declarações hoje à Lusa.</P><br />
<P>Ng Wai Han, até agora reguladora dos casinos na capital mundial do jogo, tomou hoje posse como secretária para a Economia e Finanças de Macau.</P><br />
<P>&#8220;As expectativas (&#8230;) são elevadas e centram-se na capacidade de equilibrar (&#8230;) as prioridades locais de diversificação económica e as dificuldades do pequeno comércio&#8221;, afirmou Carlos Cid Álvares.</P><br />
<P>O presidente da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa (CCILC) em Macau lembrou que reduzir a dependência do jogo faz parte dos &#8220;objetivos nacionais&#8221; da China.</P><br />
<P>Os casinos representaram quase metade (47,3%) do Produto Interno Bruto (PIB) de Macau em 2025. Se ao jogo se juntar o turismo, então este setor reuniu 74,1% da economia local.</P><br />
<P>Algo que &#8220;não se afigura fácil e demora tempo (cinco a 10 anos), sendo que o jogo continuará a ser a principal fonte de receitas para o Governo&#8221;, prevê Félix Pontes, antigo diretor da Autoridade Monetária de Macau.</P><br />
<P>Os impostos sobre os casinos representaram 85,6% de toda a receita pública corrente do território nos primeiros cinco meses do ano.</P><br />
<P>Cid Álvares espera que Ng Wai Han use fundos estatais e incentivos fiscais para &#8220;fomentar as pequenas e médias empresas [PME]&#8221; e promover indústrias como a dos serviços financeiros e a medicina tradicional chinesa.</P><br />
<P>Apostar em novos setores é essencial para uma economia &#8220;pequena e aberta&#8221;, que Félix Pontes vê como &#8220;muito vulnerável às tensões geopolíticas e aos efeitos negativos derivados do abrandamento da economia da China&#8221;.</P><br />
<P>O economista lamentou, no entanto, que &#8220;restrições irracionais para importar mão-de-obra qualificada&#8221; tenham vindo a &#8220;atrasar inevitavelmente&#8221; a diversificação da economia.</P><br />
<P>Macau não aceita desde agosto de 2023 novos pedidos de residência de portugueses para o &#8220;exercício de funções técnicas especializadas&#8221;, permitindo apenas justificações de reunião familiar ou anterior ligação ao território.</P><br />
<P>Em resultado, por exemplo, o número de portugueses a tornar-se residente de Macau caiu para 23 no ano passado, muito longe do recorde máximo de 390 registado em 2013, de acordo com dados oficiais fornecidos à Lusa.</P><br />
<P>Carlos Cid Álvares, também presidente do Banco Nacional Ultramarino, que pertence ao Grupo Caixa Geral de Depósitos, alertou que &#8220;muitos pequenos negócios de rua&#8221; correm o risco de fechar.</P><br />
<P>Isto devido ao comércio através da Internet e à maior facilidade de deslocação à cidade vizinha de Zhuhai, onde os preços são mais baixos, lamentou Cid Álvares.</P><br />
<P>O Executivo de Macau apelou à digitalização das PME, à criação de plataformas agregadoras locais, assim como introduziu &#8220;isenções fiscais seletivas&#8221; e menos burocracia, para facilitar a venda online de &#8220;produtos únicos&#8221; de Macau na China continental.</P><br />
<P>Ng Wai Han substitui Anton Tai Kin Ip, que apresentou a demissão por motivos pessoais em abril, após pouco mais de um ano como secretário. O cargo esteve por preencher durante quase dois meses.</P><br />
<P>Ng liderava desde maio de 2025 a Direção de Inspeção e Coordenação de Jogos (DICJ), ao longo de um período &#8220;marcado pela falta de qualquer desenvolvimento significativo&#8221;, disse hoje à Lusa o fundador da consultora de jogo IGamix.</P><br />
<P>&#8220;Dirigentes do setor creem que a DICJ se tornou menos transparente e menos disponível para dar informação&#8221;, acrescentou Ben Lee.</P><br />
<P>Ng Wai Han deixa a entidade reguladora numa altura em que o investimento em elementos não ligados ao jogo é &#8220;o assunto mais urgente, que tem sido objeto de muitas perguntas por parte dos investidores&#8221;, sublinhou o analista.</P><br />
<P>As seis operadoras de casinos em Macau comprometeram-se a investir até 2034 &#8220;mais de 100 mil milhões de patacas&#8221; (10,7 mil milhões de euros) em elementos não ligados ao jogo.</P><br />
<P>Com mais de um terço do período de concessão já ultrapassado, &#8220;a falta de qualquer progresso significativo&#8221; na fixação de metas para &#8220;investimentos concretos&#8221; está a &#8220;incomodar muitos investidores e a criar incerteza&#8221;, alertou Ben Lee.</P><br />
<P></P><br />
<P>VQ/NCM (CAD) // APL</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775963]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Seguro dá hoje posse aos quatro novos juízes do Tribunal Constitucional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 06:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, vai dar posse esta segunda-feira, às 12:30, aos quatro novos juízes do Tribunal Constitucional, na passada sexta-feira eleitos pelo Parlamento, em lista conjunta de PSD, Chega e PS.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República, António José Seguro, vai dar posse esta segunda-feira, às 12:30, aos quatro novos juízes do Tribunal Constitucional, na passada sexta-feira eleitos pelo Parlamento, em lista conjunta de PSD, Chega e PS.</p>
<p>&#8220;Eu já marquei a tomada de posse para segunda-feira ao meio-dia e meia&#8221;, anunciou o chefe de Estado, em resposta aos jornalistas, que o questionaram sobre a eleição dos novos juízes, à saída da Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa, onde participou numa cerimónia comemorativa dos 100 anos da Ordem dos Advogados.</p>
<p>O Parlamento elegeu na semana passada quatro novos juízes para o Tribunal Constitucional, através de uma lista conjunta apresentada por PSD, Chega e PS, que teve 176 votos favoráveis, alcançado a necessária maioria de dois terços.</p>
<p>Após sucessivos adiamentos ao longo da atual sessão legislativa, os três partidos com maior representação parlamentar entregaram em 29 de maio uma lista conjunta de candidatos para substituir quatro juízes do Tribunal Constitucional: dois indicados pelo PSD, um pelo Chega e um pelo PS.</p>
<p>O PSD indicou Joaquim Cardoso da Costa, antigo secretário de Estado e atual diretor do Centro Jurídico do Estado, e a professora catedrática Maria Paula Ribeiro Faria.</p>
<p>O PS indicou Gabriela Cunha Rodrigues, juíza desembargadora que exerce atualmente as funções de chefe de gabinete do presidente do Supremo Tribunal de Justiça, e o Chega propôs Luís Filipe Brites Lameiras, que foi juiz desembargador nos tribunais da Relação de Lisboa e do Porto.</p>
<p>O Tribunal Constitucional funcionava desde o ano passado com menos dois juízes, depois de José António Teles Pereira e Gonçalo Almeida Ribeiro, ambos eleitos por proposta do PSD, terem renunciado ao cargo em 01 de outubro.</p>
<p>Os outros dois juízes que vão ser substituídos são Joana Fernandes Costa, que aguardava substituição por ter ultrapassado os nove anos de mandato, e o atual presidente do Tribunal Constitucional José João Abrantes, que decidiu renunciar às suas funções. Os dois tinham sido eleitos pelo parlamento por proposta do PS.</p>
<p>José João Abrantes, juiz do Tribunal Constitucional desde julho de 2020 e presidente desde abril de 2023, comunicou há um mês que decidiu renunciar às funções com efeitos a partir da posse do seu substituto, por &#8220;razões pessoais e institucionais&#8221;.</p>
<p>Se a renúncia de José João Abrantes tivesse tido efeitos imediatos, os atuais 11 juízes do Tribunal Constitucional teriam de eleger um novo presidente. Assim, essa eleição só ocorrerá com a nova composição do tribunal, com 13 juízes.</p>
<p>Nos termos da Constituição, o Tribunal Constitucional é composto por 13 juízes, sendo dez designados pela Assembleia da República e os outros três cooptados por estes. Dos 13, seis são obrigatoriamente escolhidos de entre juízes dos restantes tribunais e os demais de entre juristas.</p>
<p>Os juízes do Tribunal Constitucional são designados por um período de nove anos, contados da data da posse, mas apenas cessam funções com a posse do juiz designado para ocupar o respetivo lugar, salvo situações como a renúncia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775603]]></sapo:autor>
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		<title>Caso Odair Moniz chega ao acórdão: agente da PSP acusado de homicídio conhece decisão esta segunda-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 06:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Odair Moniz]]></category>
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					<description><![CDATA[Agente, que iniciou carreira na PSP em 2022, encontra-se suspenso de funções por determinação da Inspeção-Geral da Administração Interna]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Sintra lê esta segunda-feira o acórdão do processo do agente da PSP Bruno Pinto, acusado de homicídio pela morte de Odair Moniz, na Cova da Moura, Amadora. O cabo-verdiano de 43 anos, residente no Bairro do Zambujal, morreu a 21 de outubro de 2024, depois de ter sido atingido por dois tiros disparados pelo polícia.</p>
<p>O agente, que iniciou carreira na PSP em 2022, encontra-se suspenso de funções por determinação da Inspeção-Geral da Administração Interna. O Ministério Público pediu a sua condenação por homicídio e defendeu ainda que seja proibido de exercer funções na PSP.</p>
<p><strong>A faca no centro do julgamento</strong></p>
<p>O julgamento ficou marcado por versões contraditórias sobre a alegada existência de uma arma branca na posse de Odair Moniz no momento dos disparos. A defesa do agente sustenta que o polícia agiu em legítima defesa, mas o Ministério Público rejeita essa versão.</p>
<p>Nas alegações finais, o procurador defendeu que deve ser dado como não provado que Odair Moniz estivesse munido de uma faca e a tivesse usado para tentar agredir o agente. Para o Ministério Público, mesmo tendo havido resistência à detenção e agressões aos polícias, não se verificou qualquer situação de violência extrema que justificasse os disparos.</p>
<p>“Não existem causas que justifiquem a conduta do arguido”, afirmou o procurador, segundo a RTP. O crime de homicídio tem uma moldura penal entre oito e 16 anos de prisão.</p>
<p><strong>PJ diz que imagens não mostram arma branca</strong></p>
<p>Antes das alegações finais, foi ouvida no Tribunal de Sintra a inspetora-chefe da Polícia Judiciária que coordenou a investigação. Cláudia Soares afirmou estar convencida de que Odair Moniz não empunhava qualquer arma branca.</p>
<p>“É a minha convicção que não existiu uma arma branca”, disse a responsável da PJ, acrescentando que as câmaras de vigilância não mostram Odair Moniz a utilizar uma faca. A inspetora-chefe sublinhou ainda que, quando a equipa da Judiciária chegou ao local, não foi informada da existência de uma faca usada pela vítima para ameaçar os agentes.</p>
<p>A faca viria a ser encontrada mais tarde no chão, junto das bolsas de Odair Moniz. Cláudia Soares referiu também que, quando uma faca é manipulada, é raro não existirem vestígios biológicos.</p>
<p><strong>Resistência à detenção também foi dada como relevante</strong></p>
<p>Apesar de afastar a versão de que Odair Moniz empunhava uma faca, a inspetora-chefe da PJ admitiu que o homem resistiu à detenção e agrediu os agentes da PSP.</p>
<p>Com base nas imagens das câmaras de vigilância, Cláudia Soares afirmou que Odair Moniz foi violento e resistiu à intervenção policial. A responsável considerou ainda que os agentes estavam “com receio” e que não estavam a conseguir concretizar a detenção.</p>
<p>Ainda assim, para o Ministério Público, essa resistência não basta para justificar os disparos. A acusação sustenta que Odair Moniz foi atingido por dois projéteis: o primeiro na zona do tórax, disparado a uma distância entre 20 e 50 centímetros, e o segundo na zona da virilha, disparado entre 75 centímetros e um metro.</p>
<p><strong>Defesa pede absolvição</strong></p>
<p>A defesa do agente Bruno Pinto pede a absolvição. O advogado Ricardo Serrano Vieira argumenta que o Ministério Público constrói a sua acusação a partir da ideia de que não houve legítima defesa por não existir faca.</p>
<p>No final da última sessão, o agente voltou a falar perante o tribunal e afirmou ter cumprido todos os procedimentos, do princípio ao fim.</p>
<p>A morte de Odair Moniz provocou forte debate público e colocou sob escrutínio a atuação policial naquele episódio. A leitura do acórdão está marcada para esta segunda-feira, às 15h30, no Tribunal de Sintra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775319]]></sapo:autor>
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		<title>APREN alerta que Portugal pode perder investimento com atrasos no leilão eólico no mar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 06:02:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal pode perder investimento para outros mercados se continuar a adiar decisões sobre eólica no mar ('offshore'), alertou a APREN, no âmbito da divulgação de um estudo sobre parques eólicos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal pode perder investimento para outros mercados se continuar a adiar decisões sobre eólica no mar (&#8216;offshore&#8217;), alertou a APREN, no âmbito da divulgação de um estudo sobre parques eólicos.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, a propósito do relatório &#8220;Parques Eólicos em Portugal&#8221;, divulgado hoje no Dia Mundial do Vento, a coordenadora de Políticas e Inteligência de Mercado da Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN), Susana Serôdio, disse que continua a existir interesse dos promotores na eólica no mar.</P><br />
<P>O relatório, elaborado pelo INEGI &#8211; Instituto de Ciência e Inovação em Engenharia Mecânica e Engenharia Industrial &#8211; em parceria com a APREN, aponta para uma produção eólica de 13,5 terawatts-hora (TWh) em 2025, equivalente a 25,4% do consumo de eletricidade em Portugal continental.</P><br />
<P>Questionada sobre o leilão para a eólica &#8216;offshore&#8217;, que tem sofrido atrasos, Susana Serôdio afirmou que continua a haver &#8220;bastante contacto com algumas empresas que manifestaram logo interesse desde o início&#8221;, mas admitiu que os primeiros projetos só deverão surgir depois de 2030, mesmo que o processo avance rapidamente.</P><br />
<P>&#8220;Se as coisas fossem agilizadas e se entretanto [houvesse] o procedimento e um calendário, provavelmente [&#8230;] só iríamos ver os primeiros projetos depois de 2030&#8221;, afirmou, apontando para o &#8220;início de 2030, 31, 32&#8221;.</P><br />
<P>Para Susana Serôdio, o atraso no lançamento do leilão pode fazer Portugal perder uma janela de oportunidade, numa altura em que outros mercados se estão a posicionar.</P><br />
<P>&#8220;Ao atrasarmos esta decisão, enquanto outros mercados se posicionam, podemos estar a perder investimento que poderia vir para os projetos nacionais e que vão acabar por ir para outros, bem como alguma cadeia de valor ligada à eólica &#8216;offshore'&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Segundo a responsável, Espanha tem conseguido posicionar-se mais rapidamente, o que pode condicionar a capacidade de Portugal atrair projetos e investimento no mercado ibérico.</P><br />
<P>&#8220;O que estamos a ver [&#8230;] é que, efetivamente, Espanha está a conseguir sempre dar um passo à frente do nosso&#8221;, disse.</P><br />
<P>A APREN defende ainda que Portugal deve olhar para modelos usados noutros mercados europeus para viabilizar novos projetos eólicos, como contratos de aquisição de energia diretamente com consumidores, os chamados PPA, e contratos por diferenças, ou CfD.</P><br />
<P>&#8220;Olhando para a Alemanha e para outros mercados, estão com uma aposta muito grande efetivamente nos CfD tanto para projetos novos como para projetos de reequipamento&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>No caso dos PPA, a responsável apontou Espanha como exemplo, referindo que o país &#8220;apostou muito&#8221; neste tipo de contratos e tem instalado &#8220;à volta de um gigawatt por ano&#8221; nos últimos três anos.</P><br />
<P>Em Portugal, o principal obstáculo aos PPA é o tecido empresarial, composto sobretudo por pequenas e médias empresas, cujas condições financeiras nem sempre dão estabilidade suficiente para tornar os projetos financiáveis, explicou.</P><br />
<P>&#8220;Aqui temos discutido muito com o Governo que seria necessário alguma garantia sobre estes PPA, que se acontecesse alguma coisa àquela empresa havia aqui alguma segurança até se encontrar outro consumidor&#8221;, disse.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775961]]></sapo:autor>
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		<title>Energia eólica assegura 25,4% do consumo em 2025 mas metas exigem resposta célere &#8211; estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 06:02:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A energia eólica assegurou 25,4% do consumo de eletricidade em Portugal continental em 2025, mas as metas definidas para 2030 exigem maior ambição e aceleração de novos projetos, segundo um estudo hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A energia eólica assegurou 25,4% do consumo de eletricidade em Portugal continental em 2025, mas as metas definidas para 2030 exigem maior ambição e aceleração de novos projetos, segundo um estudo hoje divulgado. </P><br />
<P>O relatório &#8220;Parques Eólicos em Portugal&#8221;, elaborado pelo INEGI &#8211; Instituto de Ciência e Inovação em Engenharia Mecânica e Engenharia Industrial &#8211; em parceria com a Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN), divulgado hoje no Dia Mundial do Vento aponta para uma produção eólica de 13,5 terawatts-hora (TWh), face a um consumo total de eletricidade de 53,1 TWh em Portugal continental.</P><br />
<P>Tendo em conta que o Plano Nacional Energia e Clima 2030 (PNEC 2030) prevê uma capacidade geradora de 10,4 gigawatts (GW) de eólica em terra (&#8216;onshore&#8217;) e a concretização de 2 GW de eólica no mar (&#8216;offshore&#8217;) até 2030, o estudo considera que este conjunto de metas é &#8220;muito ambicioso e exigente&#8221;.</P><br />
<P>Nesse sentido, defende que a sua concretização depende de uma &#8220;estreita colaboração entre os agentes públicos e privados&#8221;, que permita acelerar o desenvolvimento de novos projetos.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, a coordenadora de Políticas e Inteligência de Mercado da APREN, Susana Serôdio, afirmou que &#8220;efetivamente nos últimos anos tem havido aqui uma estagnação da energia eólica&#8221; e que esta fonte &#8220;não tem acompanhado o que seria expectável face ao que está no PNEC2030&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O primeiro [fator], claramente, é a questão do licenciamento e a falta de visibilidade de prazos, dificuldades em algumas áreas de avaliação de impacto ambiental, mas também claramente questões das condições do mercado atual e também de rede&#8221;, disse.</P><br />
<P>De acordo com o mesmo estudo, após um período de crescimento, 2025 evidenciou uma &#8220;nova estagnação da capacidade adicional instalada em Portugal&#8221;.</P><br />
<P>Em 2025, encontravam-se mapeados 446,8 megawatts (MW) de potência em fase de construção, dos quais cerca de 80% correspondem a novos projetos, incluindo os parques de Tâmega Norte, com 194,4 MW, e Tâmega Sul, com 79,2 MW.</P><br />
<P>A maioria destes novos projetos está, contudo, associada a hibridizações, isto é, à combinação de um projeto eólico com outro projeto renovável já existente, como hídrico ou solar, aproveitando pontos de rede já disponíveis.</P><br />
<P>Os projetos de reequipamento (&#8216;repowering&#8217;), que consistem na substituição ou modernização de equipamentos existentes por outros mais eficientes, representam 14% da potência em construção, enquanto os restantes 6% dizem respeito a sobreequipamento, ou seja, à instalação de uma potência de geração superior à capacidade de injeção.</P><br />
<P>Com 6 GW de capacidade instalada acumulada, Portugal mantém-se no &#8216;top 10&#8217; europeu da capacidade eólica, num ranking liderado pela Alemanha, com 77,7 GW, e por Espanha, com 33,2 GW.</P><br />
<P>Em termos geográficos, Viseu mantém-se como o distrito com maior potência eólica instalada em território nacional, com 1.231,1 MW ligados à rede, seguido de Coimbra, com 745,7 MW, Vila Real, com 696,3 MW, e Guarda, com 653,2 MW.</P><br />
<P>Évora continua a ser o único distrito de Portugal continental sem qualquer aerogerador instalado.</P><br />
<P>As regiões autónomas concentram um total de 106,4 MW operacionais, repartidos entre 63,8 MW na Madeira e 42,6 MW nos Açores.</P><br />
<P>Questionada sobre o crescimento futuro em terra, Susana Serôdio defendeu que &#8220;o futuro passa pelo reequipamento&#8221;, mas ressalvou que &#8220;existe, efetivamente, ainda margem para crescer em terra&#8221;.</P><br />
<P>A responsável acrescentou que a hibridização com solar está a ganhar relevância, devido à queda dos preços nas horas de maior produção fotovoltaica.</P><br />
<P>&#8220;À hora de produção solar, efetivamente, os preços são muito baixos e a rentabilidade dos projetos começa a ser muito pequena. E, se hibridizarem com o eólico, geram aqui outro potencial ao projeto&#8221;, afirmou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775960]]></sapo:autor>
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		<title>Maioria das regiões de Portugal continental com concentração de pólen elevada esta semana: saiba como estará a sua região</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 06:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[poeiras]]></category>
		<category><![CDATA[pólenes]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Concentração de pólenes na atmosfera vai manter-se elevada na maioria das regiões de Portugal continental esta semana e com valores baixos nos Açores e na Madeira, segundo o Boletim Polínico]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A concentração de pólenes na atmosfera vai manter-se elevada na maioria das regiões de Portugal continental esta semana e com valores baixos nos Açores e na Madeira, segundo o Boletim Polínico.</p>
<p>Segundo as previsões da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC), até à próxima quinta-feira, dia 18, os distritos de Coimbra (Região da Beira Litoral), Castelo Branco (Região da Beira Interior), Lisboa, Setúbal e Évora (região do Alentejo) estarão em risco elevado de concentração de pólen, sobretudo das árvores oliveira e sobreiro e das ervas gramíneas, tanchagem, quenopódio, azeda, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).</p>
<p>Nos distritos de Coimbra (Região da Beira Litoral), Castelo Branco (Região da Beira Interior), Lisboa e Setúbal destaca-se também o pólen dos carvalhos.</p>
<p>Em Évora (região do Alentejo), haverá também concentração de pólen de eucalipto.</p>
<p>No norte do país, em Vila Real (região de Trás-os-Montes e Alto Douro) a concentração de pólen no ar irá registar valores de risco moderado a elevado e a concentração de pólen será sobretudo das árvores oliveira, sobreiro e carvalho e das ervas gramíneas, tanchagem, quenopódio, azeda, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).</p>
<p>No Porto (região de Entre Douro e Minho) e no sul do país, em Faro (região do Algarve), haverá uma concentração de pólenes moderada e em ambas as regiões se destaca o pólen das árvores oliveira, sobreiro e carvalho e das ervas gramíneas, azeda, tanchagem, quenopódio, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).</p>
<p>No Funchal (região autónoma da Madeira), a concentração de pólen na atmosfera encontra-se baixa, observando-se grãos de pólen das árvores cipreste, pinheiro, eucalipto e plátano e também das ervas gramíneas, tanchagem, quenopódio, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).</p>
<p>Em Ponta Delgada (região autónoma dos Açores), a concentração de pólen na atmosfera será baixa. Na atmosfera observam-se os pólenes das árvores cipreste (e/ou criptoméria), pinheiro e também das ervas gramíneas, tanchagem, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Atenção, pais. Educadores e professores do 1.º ciclo em greve esta segunda-feira: docentes dizem estar no “limite” da exaustão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 05:45:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[greve]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[STOP]]></category>
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					<description><![CDATA[Greve foi convocada pelo Sindicato Nacional dos Professores Licenciados pelos Politécnicos e Universidades e conta com a adesão do Movimento de Professores em Monodocência]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Educadores de infância e professores do 1º ciclo vão estar em greve esta segunda-feira, numa paralisação nacional convocada para denunciar a sobrecarga, a falta de respostas estruturais e a desigualdade sentida pelos docentes em regime de monodocência.</p>
<p>A greve foi convocada pelo Sindicato Nacional dos Professores Licenciados pelos Politécnicos e Universidades e conta com a adesão do Movimento de Professores em Monodocência. O S.TO.P. também convocou uma greve nacional para todos os profissionais de educação no mesmo dia, com foco nos docentes da educação pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico.</p>
<p><strong>Docentes falam em situação de “rutura”</strong></p>
<p>Na reta final do ano letivo, os professores em monodocência dizem estar no “limite” devido ao desgaste profissional acumulado e à ausência de respostas do Governo. O movimento alerta para uma situação de “rutura” neste nível de ensino, marcada pela dificuldade crescente em recrutar educadores de infância e professores do 1.º ciclo.</p>
<p>Segundo os docentes, esta falta de profissionais já está a comprometer o normal funcionamento da resposta educativa em vários estabelecimentos de ensino.</p>
<p>“Ao contrário da narrativa de normalidade frequentemente transmitida, a realidade nas escolas é marcada pela falta crescente de profissionais, pelo aumento da exaustão física e emocional e pela degradação contínua das condições de trabalho”, escrevem os professores em monodocência.</p>
<p><strong>Carga horária e burocracia no centro das queixas</strong></p>
<p>A monodocência é apresentada pelos docentes como uma realidade particularmente exigente, em que um único professor assume, de forma continuada, a responsabilidade pedagógica, educativa e relacional por uma turma ao longo de toda a atividade letiva.</p>
<p>Os professores denunciam o aumento da carga de trabalho, com acumulação de funções pedagógicas, administrativas, sociais e burocráticas, muitas vezes sem tempo suficiente para as realizar dentro do horário de trabalho.</p>
<p>Uma das críticas prende-se também com a desigualdade face a outros níveis de ensino. Os educadores de infância e professores do 1º ciclo têm uma componente letiva semanal de 25 horas, enquanto docentes de outros ciclos têm 22 horas.</p>
<p><strong>Quase dois terços dos educadores podem chegar à aposentação até 2030</strong></p>
<p>O movimento alerta ainda para o envelhecimento da classe docente. De acordo com projeções citadas pelos professores, até 2030 quase dois terços dos educadores de infância poderão atingir condições de aposentação, agravando uma situação já considerada crítica.</p>
<p>Segundo o Perfil do Docente de 2023/24, a média de idades dos educadores do pré-escolar era de 55 anos nas escolas públicas. Entre os professores do 1º ciclo, a média era de 51 anos.</p>
<p>Para os docentes, a falta de atratividade da profissão resulta da degradação das condições de trabalho, da ausência de compensação pelo desgaste e do recurso a medidas temporárias para manter as escolas abertas sem resolver os problemas estruturais.</p>
<p><strong>Inquérito revelou sinais de desgaste extremo</strong></p>
<p>Em março, um inquérito realizado pelo Movimento de Professores em Monodocência e pela plataforma MetaPROF a mais de sete mil professores mostrou a dimensão do desgaste sentido nestes níveis de ensino.</p>
<p>Segundo esse estudo, 86% dos inquiridos consideravam que a monodocência é vivida como uma profissão de “desgaste rápido” e quase metade, 48,6%, admitia pensar em deixar a profissão com alguma frequência.</p>
<p>A maioria, 72%, considerava insuficientes os recursos humanos disponíveis nas escolas. Em média, os docentes disseram acumular 6,8 horas semanais de trabalho extra não reconhecido nem remunerado.</p>
<p>Os efeitos na saúde e na vida pessoal também surgem de forma expressiva: 73,4% dos professores afirmaram sentir cansaço extremo, 62% ansiedade, 52,6% dores físicas e 35,3% dificuldades em conciliar a vida familiar.</p>
<p><strong>Pedido de regime especial de aposentação</strong></p>
<p>Entre as reivindicações está a criação de um regime especial de aposentação para educadores de infância e professores do 1º ciclo.</p>
<p>Os docentes recordam que, a partir de 2005, perderam o regime excecional de aposentação que compensava a impossibilidade de redução horária por antiguidade ao longo da carreira, ao contrário do que acontece com professores de outros ciclos.</p>
<p>No ano passado, o Movimento de Professores em Monodocência apresentou na Comissão Parlamentar de Educação uma proposta para que a revisão do Estatuto da Carreira Docente previsse a aposentação sem penalização aos 60 anos para docentes do pré-escolar e do 1.º ciclo.</p>
<p>Em alternativa, o movimento defende um regime semelhante ao dos restantes docentes, mas sem titularidade de turma a partir dos 55 anos e 32 anos de serviço, passando estes professores a exercer apenas atividades não letivas.</p>
<p><strong>Calendário escolar também contestado</strong></p>
<p>A greve visa ainda contestar a manutenção de um calendário escolar que prolonga as atividades letivas da educação pré-escolar e do 1º ciclo para além do período aplicado a outros níveis de ensino.</p>
<p>Para o S.TO.P., esta diferença representa uma penalização injustificada para docentes e alunos, sobretudo numa fase do ano marcada pelo desgaste acumulado, pelas temperaturas elevadas e pela diminuição das condições favoráveis ao processo de ensino e aprendizagem.</p>
<p>O sindicato alerta também para a crescente atribuição de tarefas a assistentes operacionais, nomeadamente no apoio a alunos com necessidades educativas específicas, sem formação, apoio técnico ou compensação adequados.</p>
<p><strong>Professores exigem valorização e menos burocracia</strong></p>
<p>Com a greve desta segunda-feira, os docentes exigem medidas urgentes de valorização da carreira e melhoria das condições de trabalho.</p>
<p>Entre as principais reivindicações estão a reposição da equidade na carreira docente, a eventual diferenciação na aposentação, a igualdade do calendário escolar, a redução do número de alunos por turma, a diminuição drástica da burocracia e a separação entre funções pedagógicas, administrativas, sociais e de apoio às famílias.</p>
<p>Os professores afirmam que recusam continuar a sustentar o sistema educativo à custa da sua saúde e da sua vida pessoal. Para os movimentos e sindicatos envolvidos, a situação atual ameaça não apenas os profissionais, mas também a qualidade do ensino público.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775051]]></sapo:autor>
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		<title>Líderes dos G7 reúnem-se hoje em França para debater guerras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 05:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Líderes das sete economias mais desenvolvidas do mundo (G7) reúnem-se entre esta segunda e quarta-feira na cidade francesa de Evian para procurar convergências sobre os desequilíbrios globais e as crises na Ucrânia e Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Líderes das sete economias mais desenvolvidas do mundo (G7) reúnem-se entre esta segunda e quarta-feira na cidade francesa de Evian para procurar convergências sobre os desequilíbrios globais e as crises na Ucrânia e Médio Oriente.</p>
<p>A cimeira vai reunir os mandatários de França &#8212; que preside atualmente ao grupo -, Canadá, Alemanha, Itália, Reino Unido e Japão, mas os resultados esperados dependerão essencialmente do imprevisível Presidente norte-americano, Donald Trump, que chegará à cidade, convertida numa fortaleza com quase 15 mil agentes de segurança, na segunda-feira, um dia depois de fazer 80 anos.</p>
<p>Trump espera levar concluído o acordo com o Irão para o fim da guerra, que admitiu que poderá ser assinado ainda este fim-de-semana na Europa pelo seu vice-presidente, JD Vance, embora a parte iraniana ainda não tenha confirmado tal entendimento.</p>
<p>Os restantes líderes querem assegurar que podem definir com o Presidente norte-americano objetivos comuns para diminuir o conflito iraniano, após o início dos ataques israelo-americanos em 28 de fevereiro, mas também na Faixa de Gaza e Líbano, bem como para reabrir o estreito de Ormuz.</p>
<p>Na terça-feira vão juntar-se no almoço os líderes do Egito, Emiratos Árabes Unidos e Qatar, enquanto o príncipe herdeiro saudita, Mohammad bin Salman, não estará presente devido a &#8220;compromissos anteriores&#8221;.</p>
<p>Sobre a Ucrânia, os líderes europeus vão insistir em manter o apoio político, financeiro e militar, que atualmente assumem quase inteiramente, e em garantir o envolvimento dos Estados Unidos.</p>
<p>Na presença do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, o G7 irá também discutir na manhã de terça-feira como incentivar negociações diretas entre Kiev e Moscovo para alcançar uma paz &#8220;sólida e duradoura&#8221;, sem concessões territoriais iniciais ou o levantamento de sanções.</p>
<p>As discussões vão centrar-se nas condições do diálogo, que devem começar pela linha da frente atual e, assim, que Moscovo deixe de pedir à Ucrânia que ceda o Donbass (leste).</p>
<p>A presidência francesa do G7 tem como uma das prioridades fomentar a convergência para reduzir os desequilíbrios económicos globais e o chefe de Estado francês, Emmanuel Macron, quer dar um novo impulso às relações entre o G7 e a China.</p>
<p>Paris não esconde a sua preocupação com o excedente comercial recorde da China e a extrema dependência das sete economias avançadas das cadeias de abastecimento chinesas para minerais críticos, terras raras e certos componentes estratégicos.</p>
<p>Além disso, a China é um concorrente em inteligência artificial e também se tornou inevitável em várias outras questões, como o clima.</p>
<p>França também quer &#8220;renovar profundamente&#8221; o G7 com o apoio de parceiros como o Brasil, Índia e Quénia e com a participação de líderes de empresas tecnológicas, com quem pretende abordar a regulação digital, e que se juntarão à cimeira no almoço de quarta-feira.</p>
<p>Com os empresários, os líderes do G7 irão também discutir a proteção da criança nas redes sociais, uma questão que a presidência francesa espera captar numa das sete declarações com objetivos específicos que está a preparar como culminação da cimeira, para além do tráfico de drogas, investigação do cancro, investimento em países vulneráveis e minerais críticos, fundamentais para a soberania económica e outra fonte de controvérsia com a China.</p>
<p>A presidência francesa também publicará declarações sobre as crises no Médio Oriente e na Ucrânia, indicou o Eliseu.</p>
<p>França e Suíça prepararam um dispositivo de máxima segurança para prevenir incidentes como os do G8 de 2003 em Evian. Quase 16.000 soldados, incluindo polícias, militares e equipas de emergência, serão destacados, juntamente com meios aéreos, drones e sistemas antimísseis para criar uma bolha de proteção.</p>
<p>A Suíça também contribuirá com cerca de 4.000 militares em coordenação com a França.</p>
<p>Perante um cenário internacional extremamente tenso e com dois ataques anteriores falhados contra Trump, as autoridades tentam prevenir riscos terroristas, sabotagem, ciberataques e motins.</p>
<p>A operação envolve fortes restrições à circulação e aos controlos fronteiriços, com vigilância reforçada no protesto No-G7 em Genebra no domingo, após o coletivo ter cancelado as atividades planeadas do lado francês.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775701]]></sapo:autor>
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		<title>Calor dá ligeira trégua, mas temperaturas continuam acima da média esta semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 05:15:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de vários dias marcados por valores elevados e anomalias térmicas muito expressivas, que chegaram a atingir até 12 graus Celsius acima da média em algumas zonas, a tendência será de algum alívio, sobretudo no litoral Norte e Centro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As temperaturas deverão aliviar em parte do país esta semana, mas o calor não vai desaparecer. De acordo com o &#8216;Tempo.pt&#8217;, o novo mapa de anomalia térmica do ECMWF para a semana entre 15 e 22 de junho indica que as temperaturas vão continuar acima da média em praticamente todo o território continental.</p>
<p>Depois de vários dias marcados por valores elevados e anomalias térmicas muito expressivas, que chegaram a atingir até 12 graus Celsius acima da média em algumas zonas, a tendência será de algum alívio, sobretudo no litoral Norte e Centro.</p>
<p><strong>Temperaturas descem, mas calor mantém-se</strong></p>
<p>A descida começou a sentir-se no domingo em boa parte do país e deverá manter-se nos primeiros dias desta semana, com maior evidência nas regiões do litoral Norte e Centro.</p>
<p>Ainda assim, a previsão aponta para uma descida apenas parcial. As temperaturas continuarão elevadas para a época e poderão voltar a subir a partir de quarta-feira em todo o país.</p>
<p>Ou seja, o calor dá alguma trégua, mas não desaparece. A persistência de valores acima do normal deverá manter anomalias térmicas positivas em grande parte do território.</p>
<p><strong>Interior Norte e Centro com maior desvio</strong></p>
<p>Segundo o Tempo.pt, as anomalias positivas deverão abranger praticamente todo o continente, com exceção de parte do litoral Centro e do arquipélago da Madeira, onde os valores previstos estarão dentro do expectável para esta altura do ano.</p>
<p>As situações mais evidentes deverão ocorrer no interior Norte e Centro, onde as temperaturas poderão ficar entre 3 e 6 graus Celsius acima da normal climatológica de referência.</p>
<p>No restante território continental, os desvios deverão ser menos acentuados, com valores entre 1 e 3 graus Celsius acima da média.</p>
<p><strong>Açores também com anomalias positivas</strong></p>
<p>Nos Açores, a previsão aponta igualmente para anomalias positivas, sobretudo nos grupos Central e Oriental. O Grupo Ocidental deverá registar valores próximos da média.</p>
<p>O Grupo Oriental poderá ter os desvios mais expressivos no arquipélago, com temperaturas entre 1 e 3 graus Celsius acima do normal. No Grupo Central, a anomalia deverá ficar entre 0 e 1 grau Celsius.</p>
<p><strong>Madeira dentro da média</strong></p>
<p>Ao contrário da maior parte do território continental e de parte dos Açores, a Madeira deverá apresentar uma anomalia térmica nula. Isto significa que as temperaturas previstas para o arquipélago deverão estar dentro dos valores médios esperados para esta altura do ano.</p>
<p>No continente, porém, a semana continuará marcada por calor acima do habitual, sobretudo nas zonas interiores.</p>
<p><strong>Previsões podem variar ao longo da semana</strong></p>
<p>A previsão para a semana aponta para temperaturas elevadas, com variações ao longo dos dias. O cenário mais provável é de algum alívio nos primeiros dias, seguido de nova subida das temperaturas a meio da semana.</p>
<p>Tendo em conta a variabilidade meteorológica, a recomendação é acompanhar as próximas previsões, sobretudo nas regiões do interior, onde as anomalias térmicas deverão ser mais acentuadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775653]]></sapo:autor>
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		<title>Leitura do acórdão do PSP que matou Odair Moniz marcada para hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 04:25:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O julgamento do agente da PSP que matou Odair Moniz na Cova da Moura, Amadora, em outubro de 2024, chega hoje ao fim, com a leitura do acórdão marcada para as 15:30 no Tribunal de Sintra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O julgamento do agente da PSP que matou Odair Moniz na Cova da Moura, Amadora, em outubro de 2024, chega hoje ao fim, com a leitura do acórdão marcada para as 15:30 no Tribunal de Sintra. </P><br />
<P>O agente Bruno Pinto fica hoje a saber se é condenado pelo crime de homicídio de que está acusado, depois de na última sessão o Ministério Público ter pedido a sua condenação, considerando que o polícia não agiu em legítima defesa. </P><br />
<P>&#8220;Deve ser dado como não provado que Odair Moniz estivesse munido de uma faca e a tivesse usado para tentar agredir o agente&#8221;, referiu o procurador do Ministério Público durante as alegações finais. </P><br />
<P>&#8220;Não existem causas que justifiquem a conduta do arguido&#8221;, referiu o procurador do Ministério Público, acrescentando que, além da condenação por um crime de homicídio &#8211; cuja pena está fixada entre os oito e os 16 anos, o agente Bruno Pinto deverá ser proibido de exercer funções na PSP.</P><br />
<P>Ao longo do julgamento, foram ouvidas várias testemunhas no Tribunal de Sintra, incluindo agentes da PSP que estiveram na Cova da Moura na madrugada da morte de Odair Moniz, vizinhos que assistiram ao momento em que Odair Moniz caiu no chão depois de ser atingido com dois tiros e inspetores da Polícia Judiciária que participaram na investigação. </P><br />
<P>Durante o julgamento, o coletivo de juízes, o procurador do Ministério Público e os advogados tentaram perceber, através do depoimento das testemunhas, se Odair Moniz tinha uma faca e se usou essa faca para ameaçar os agentes. </P><br />
<P>Entre os agentes da PSP, alguns afirmaram ter visto uma faca junto ao corpo de Odair Moniz, enquanto outros garantiram não ter visto tal objeto. </P><br />
<P>Da parte da PJ, as testemunhas afirmaram não existir qualquer vestígio biológico ou impressão digital de Odair Moniz na faca encontrada no local, o que torna, segundo os inspetores, muito pouco provável que o homem cabo-verdiano tenha utilizado a faca.</P><br />
<P>Já do lado da defesa do agente Bruno Pinto, o advogado Ricardo Serrano Vieira defendeu que deve ser acrescentada à acusação a existência de uma faca, considerando que este facto &#8220;foi habilmente retirado da acusação&#8221;. </P><br />
<P>Ricardo Serrano Vieira explicou, durante as alegações finais, que é possível ver um reflexo nas imagens captadas pelas câmaras de vigilância e que esse reflexo corresponde a uma faca e voltou a questionar as perícias feitas pela PJ.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775959]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>REPORTAGEM: Cheias levaram cana-de-açúcar mas quem vende nas ruas de Maputo resiste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 04:05:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Viriato Simbine (texto), Fernando Cumaio (vídeo) e Luísa Nhantumbo (fotos), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Viriato Simbine (texto), Fernando Cumaio (vídeo) e Luísa Nhantumbo (fotos), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Maputo, 15 jun 2026 (Lusa) &#8212; Catarina Floria, vendedora de cana-de-açúcar em plásticos nas ruas de Maputo, queixa-se de prejuízos após a destruição de canaviais nas cheias de janeiro, mas prefere &#8220;morrer&#8221; no negócio a voltar a ser empregada.</P><br />
<P>No passeio central da avenida 24 de Julho, uma das mais movimentadas da capital moçambicana, Catarina, 33 anos, corre diariamente pela estrada, a esquivar-se de carros para vender cana-de-açúcar aos automobilistas, um risco menor, comparado ao trauma do emprego.</P><br />
<P>&#8220;Mesmo ir trabalhar não me dão dinheiro, não me dá comida (&#8230;). Eu queria morrer lá sem comer. Você cozinha bem, mas pessoa comer ali, sem te dar comida, nem mata-bicho. É melhor fazer isso aqui, é melhor morrer aqui na estrada e não lá (&#8230;). Vale a pena morrer aqui na estrada a vender cana&#8221;, diz à Lusa a vendedora, que chegou a Maputo há quatro anos, proveniente da província da Zambézia, no centro de Moçambique. </P><br />
<P>Enquanto descasca a cana-de-açúcar, corta em pequenos pedaços e mete em plásticos para poder ser mastigada na hora, Catarina recorda o trabalho como doméstica, cujo patrão não dava &#8220;dinheiro, nem comida&#8221;, o que a levou a abandonar o emprego e a apostar no negócio de peixe, a convite de uma amiga, e depois o de frutas, que também trocou pelas canas.</P><br />
<P>Hoje, a mulher arrisca-se entre os carros e prefere &#8220;morrer na estrada&#8221; a ser empregada, pois tem de custear os estudos de três crianças, duas das quais filhas dos seus falecidos irmãos.</P><br />
<P>&#8220;Quando o carro está a vir e [o motorista] diz que quer cana, você tem de correr com o plástico (&#8230;) correr mesmo para conseguir qualquer coisa&#8221;, explica, contando que é preciso correr a controlar as viaturas, que a qualquer momento podem avançar quando o semáforo abre, sem antes terminar a transação.</P><br />
<P>A faca afiada é o segredo do negócio da cana-de-açúcar, refere Catarina Floria, que relata ferimentos no início da atividade, mas cuja técnica aprimorou e hoje aplica golpes à cana como ninguém, para não deixar clientes à espera.</P><br />
<P>Cada plástico é vendido por 25 meticais (0,33 euros), faturando por dia até 300 meticais (4,02 euros), mas o negócio já não rende como antes, desde que as cheias do início do ano destruíram campos de plantação de cana-de-açúcar, obrigando ao aumento dos preços do produto.</P><br />
<P>&#8220;Lucro não é muito porque esse ano, com o problema de chuva, a cana não saiu bem e aumentou o preço (&#8230;). Mas essa semana piorou, não compram muito por causa de dinheiro, não tem&#8221;, explica.</P><br />
<P>O molho de apenas 12 galhos de cana passou a custar entre 500 e 600 meticais (6,71 e 8,05 euros) no mercado a grosso, quando antes era vendido por 300 meticais (4,02 euros), levando os vendedores a ajustes para manter o negócio.</P><br />
<P>&#8220;A cana está cara agora, por causa da chuva. Aumentaram o preço comparado ao ano passado&#8221;, queixa-se por sua vez Adélia Pascoal, 35 anos, que partilha o passeio central da avenida 24 de Julho com Catarina.</P><br />
<P>Apesar dos prejuízos, a vendedora de cana-de-açúcar prefere continuar no negócio para ajudar o marido nas despesas, além de enviar dinheiro para a mãe, que cuida dos seus três filhos em Inhambane, sua província natal: &#8220;vale a pena [vender] a cana porque sai dinheiro, o pouco me ajuda, é muito&#8221;.</P><br />
<P>A mesma queixa repete-se nos vendedores de cana-de-açúcar que andam em grupos de quatro, empurrando carrinhos de mão pelas ruas e avenidas de Maputo. </P><br />
<P>Os ambulantes também diminuíram as quantidades medidas nos plásticos para fazer face à subida de preços e à reduzida procura.</P><br />
<P>&#8220;Plástico vende a 20 meticais [0,26 euros] e as pessoas nem compram porque estão a dizer que está caro e no plástico não enche, enquanto nós também queremos aquele tal pouco, então não está fácil&#8221;, queixa-se Fidélio Paulito, 24 anos, que apostou na venda de cana após largar o trabalho de serralheiro, no quarto ano de serviço. </P><br />
<P>Como Catarina Floria, Fidélio abandonou o trabalho porque não recebia o salário devidamente e viu no negócio uma alternativa para ter dinheiro e &#8220;enviar alguma coisa para casa&#8221;, em Inhambane, com lucros agora reduzidos devido às chuvas.</P><br />
<P>&#8220;A chuva é que fez todo esse problema. Não há dinheiro mesmo&#8221;, lamenta o jovem, que já esteve na África do Sul, mas regressou e abraçou o negócio em que ganha pelo menos 100 meticais (1,34 euros) por dia para &#8220;não roubar coisa de dono&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tentei procurar um trabalho, mas vi que não sai porque trabalha-se e às vezes não recebe, enquanto aqui aquele tal pouco que consigo fazer para mim é muito&#8221;, afirma.</P><br />
<P>As cheias em Moçambique tomaram por completo os canaviais, obrigando também os produtores de cana-de-açúcar a recorrer a outros terrenos menos afetados para garantirem o negócio e os clientes, além de associarem o dinheiro para obter maiores quantidades, relata à Lusa um grupo de mulheres proprietárias de campos de produção de cana em pequena escala no distrito da Manhiça, a cerca de 80 quilómetros da cidade de Maputo.</P><br />
<P>As mulheres, que revendem o produto no mercado Vulcano, em Maputo, temem as chuvas que ainda se registam na capital, que podem estragar a cana já à venda: &#8220;este ano é pior devido às chuvas e inundações, nos quebrou muito&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;[Apesar dos novos preços], não vou deixar, hei de vir sempre comprar porque compro por gostar do sumo&#8221;, tranquiliza as senhoras Banildo, 25 anos, comprador fiel de cana-de-açúcar, um substituto do álcool que ninguém consome na sua casa.</P><br />
<P>O negócio de venda de cana-de-açúcar domina por esta altura a cidade de Maputo, com vendedores ambulantes e outros em pontos fixos espalhados pela capital, que, com facas afiadas à mão e agilidade, arriscam-se a correr atrás de carros para sobreviver. </P><br />
<P>Moçambique é considerado um dos países mais severamente afetados pelas alterações globais, enfrentando ciclicamente cheias e ciclones tropicais durante a época chuvosa, que decorre anualmente entre outubro e abril.</P><br />
<P></P><br />
<P>VIYS/LN // MLL</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775958]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Financial Times: Portugal reforça presença com seis escolas no topo da formação executiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 04:01:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Católica Lisbon School of Business and Economics]]></category>
		<category><![CDATA[Católica Porto Business School]]></category>
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		<category><![CDATA[Iscte Business School]]></category>
		<category><![CDATA[ISEG - Lisbon School of Economics and Management]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nova SBE]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do Porto FEP/Porto Business School]]></category>
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					<description><![CDATA[Seis escolas portuguesas voltam a marcar presença no ranking Financial Times Masters in Finance 2026, reforçando a competitividade e o reconhecimento internacional da formação em Finanças feita em Portugal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal volta a destacar-se no panorama internacional da formação em Finanças, ao colocar seis escolas de negócios no ranking Financial Times Masters in Finance 2026, uma das avaliações mais conceituadas do mundo. Numa edição marcada por forte concorrência global, o país consolida-se como um dos principais hub europeus na área, com desempenhos de excelência, progressões salariais expressivas e crescente projeção internacional.</p>
<p>A<strong> Nova School of Business &amp; Economics (Nova SBE)</strong> lidera o grupo português e reforça a sua posição entre a elite mundial ao integrar o Tier 1 do ranking, ocupando o 8.º lugar global. A escola destaca-se pela forte dimensão internacional, com o 3.º lugar mundial em International Work Mobility e o 5.º em International Course Experience, além da 9.ª posição em Carbon Footprint. Para Pedro Oliveira, dean da Nova SBE, esta distinção “confirma que estamos entre as escolas com melhor desempenho global, combinando excelência académica, projeção internacional e compromisso com a sustentabilidade”.</p>
<p>A <strong>Católica Lisbon School of Business &amp; Economics</strong> regista uma das maiores subidas do ano, avançando quatro posições para o 19.º lugar mundial. O programa destaca-se pela progressão salarial dos seus graduados — 52% em três anos — que lhe vale o 16.º lugar global neste indicador. A escola é ainda a mais internacional do país, com 87% de estudantes estrangeiros e a 12.ª melhor experiência internacional do mundo. Filipe Santos, dean da Católica-Lisbon, sublinha que este reconhecimento “reflete a excelente preparação dos nossos graduados e a capacidade da escola para formar talento com impacto global”.</p>
<p>O <strong>ISEG – Lisbon School of Economics &amp; Management</strong> ocupa o 33.º lugar mundial, posicionando-se no Top 3 nacional. O programa apresenta a melhor progressão salarial entre as escolas portuguesas — 75%, o 7.º melhor resultado mundial — e regista 100% de empregabilidade a três meses. O presidente João Duque destaca que “estar no 33.º lugar confirma a consistência, a qualidade e a relevância internacional do ISEG”, sublinhando que a escola apresenta “a melhor progressão salarial entre as instituições portuguesas”.</p>
<p>A <strong>Faculdade de Economia da Universidade do Porto </strong>mantém uma trajetória de crescimento sustentado e ocupa o 43.º lugar global, destacando-se como líder nacional em Value for Money pelo segundo ano consecutivo e 7.ª melhor escola do mundo neste indicador. O diretor Óscar Afonso sublinha que “a liderança contínua neste indicador é particularmente relevante num contexto em que os candidatos procuram formações com elevado impacto e retorno”.</p>
<p>A <strong>Iscte Business School</strong> entra no Top 50 mundial (47.º lugar), e reforça o posicionamento do país como destino de referência na formação em Finanças. Lidera a nível nacional no indicador Career Services Rank (24.º lugar mundial) e destaca-se ainda no Value for Money (17.º lugar global) e na progressão salarial dos alumni, que atinge 65%. Para a dean Maria de Fátima Salgueiro, os resultados “confirmam a capacidade das escolas portuguesas para competir ao mais alto nível”.</p>
<p>A <strong>Católica Porto Business School </strong>sobe nove posições e fixa-se no 54.º lugar mundial, protagonizando uma das maiores progressões entre as instituições portuguesas. O programa regista 100% de empregabilidade, melhorias na progressão salarial e reforço da internacionalização. Para João Pinto, diretor da escola, este resultado “confirma a capacidade da Católica Porto Business School para competir ao mais alto nível internacional”.</p>
<p>Com seis escolas entre as 70 melhores do mundo, Portugal reforça a sua presença num ranking tradicionalmente dominado por França, Reino Unido, Suíça ou Singapura. Lisboa assume particular protagonismo, concentrando quatro das instituições classificadas e consolidando-se como um dos principais centros europeus de talento e formação avançada em Finanças.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775725]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Suécia goleia Tunísia e lidera isolada o Grupo F</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 04:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Suécia isolou-se hoje na liderança do Grupo F do Mundial de futebol de 2026, ao golear a Tunísia por 5-1, em encontro da primeira jornada, realizado em Guadalupe, no México.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Suécia isolou-se hoje na liderança do Grupo F do Mundial de futebol de 2026, ao golear a Tunísia por 5-1, em encontro da primeira jornada, realizado em Guadalupe, no México.</P><br />
<P>Yasin Ayari, aos sete e 90+6 minutos, Alexander Isak, aos 30, Viktor Gÿokeres, aos 59, e Mattias Svanberg, aos 88, apontaram os tentos do &#8216;onze&#8217; de Graham Potter, enquanto Omar Rekik faturou para os africanos, aos 43, reduzindo então para 2-1.</P><br />
<P>Na classificação do Grupo F, os suecos, que falharam a presença em 2022 e tiveram de jogar os play-offs para chegar à edição de 2026, somam três pontos, contra um de Países Baixos e do Japão, que empataram a dois golos, e nenhum dos tunisinos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775957]]></sapo:autor>
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		<title>Macau nomeia como nova secretária para a Economia ex-reguladora dos casinos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 03:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Ng Wai Han, até agora reguladora dos casinos na capital mundial do jogo, foi hoje nomeada como secretária para a Economia e Finanças de Macau, após o que prometeu "reforçar a resiliência económica" do território.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Ng Wai Han, até agora reguladora dos casinos na capital mundial do jogo, foi hoje nomeada como secretária para a Economia e Finanças de Macau, após o que prometeu &#8220;reforçar a resiliência económica&#8221; do território.</P><br />
<P>Segundo um despacho publicado no Boletim Oficial da região semiautónoma chinesa, a nomeação foi feita pelo Conselho de Estado (o Executivo chinês) em 10 de junho, na sequência de proposta do líder do Governo de Macau, Sam Hou Fai.</P><br />
<P>Num discurso proferido após tomar posse, Ng Wai Han prometeu &#8220;reforçar a resiliência económica de Macau&#8221; e promover a diversificação da economia da cidade, altamente dependente dos casinos e do turismo.</P><br />
<P>Ng era até agora a líder da Direção de Inspeção e Coordenação de Jogos (DICJ), cargo que ocupava desde maio de 2025, tendo sido nomeada pelo então secretário para a Economia e Finanças, Anton Tai Kin Ip.</P><br />
<P>&#8220;Perante a complexidade e a volatilidade do atual ambiente económico externo&#8221;, a nova secretária defendeu que &#8220;os frutos do desenvolvimento económico devem, em última instância, traduzir-se em benefícios concretos para os residentes&#8221;.</P><br />
<P>Ng prometeu também &#8220;implementar bem todos os trabalhos, com transparência, eficiência e sentido de responsabilidade&#8221;.</P><br />
<P>O discurso, citado num comunicado do Governo de Macau, foi proferido uma cerimónia de juramento e tomada de posse, realizada à porta fechada, sem a presença de quaisquer meios de comunicação social.</P><br />
<P>Ng é a primeira mulher a liderar a tutela da Economia e Finanças desde a transição de administração de Macau, de Portugal para a China, em 1999, sendo que foi também a primeira diretora da DICJ.</P><br />
<P>Isto apesar de Ng não ter qualquer ligação conhecida à área do jogo ou dos casinos.</P><br />
<P>A dirigente tem uma licenciatura em Direito e um mestrado em Direito Penal, tendo trabalhado 21 anos na Direção dos Serviços para os Assuntos Laborais e mais cinco na Direção dos Serviços de Administração e Função Pública.</P><br />
<P>A nomeação de Ng surge depois de um período de quase dois meses em que o cargo esteve por preencher, após o anterior secretário ter sido exonerado em 16 de abril, na sequência de um pedido de demissão apresentado por &#8220;motivos pessoais&#8221;.</P><br />
<P>Segundo as autoridades, Tai Kin Ip tinha solicitado &#8220;há algum tempo&#8221; a saída, pedido que foi submetido ao Governo Popular Central nos termos da Lei Básica, a &#8216;miniconstituição&#8217; de Macau.</P><br />
<P>A demissão de Tai foi anunciada um dia antes de Sam Hou Fai partir para Portugal, na primeira viagem ao estrangeiro desde que tomou posse, liderando uma delegação que deveria ter integrado o secretário para a Economia e Finanças.</P><br />
<P>Tai Kin Ip estava no cargo desde dezembro de 2024. Licenciado em Economia na Universidade Católica Portuguesa, tinha feito carreira na Direção dos Serviços de Economia em Macau desde 1995.</P><br />
<P>Em 03 de junho, Sam Hou Fai nomeou Tai Kin Ip como membro do Conselho de Administração e da Comissão Executiva da companhia que gere o aeroporto de Macau.</P></p>
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		<title>Chinesa Zhipu AI dispara até 48% em bolsa após revisão em alta do banco JPMorgan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 03:41:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa chinesa de inteligência artificial (IA) Zhipu AI disparou hoje até 48% em bolsa depois de o banco norte-americano JPMorgan ter revisto em alta a avaliação da empresa e reduzido as previsões para a rival MiniMax.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa chinesa de inteligência artificial (IA) Zhipu AI disparou hoje até 48% em bolsa depois de o banco norte-americano JPMorgan ter revisto em alta a avaliação da empresa e reduzido as previsões para a rival MiniMax.</P><br />
<P>As ações da Zhipu AI, cujo nome oficial é Knowledge Atlas Technology e que também utiliza a designação Z.ai nos mercados internacionais, chegaram a atingir os 1.620 dólares de Hong Kong (178 euros) nos primeiros minutos da sessão de hoje na Bolsa de Valores de Hong Kong, o que representou uma valorização de 47,68% face ao fecho anterior.</P><br />
<P>Pouco depois das 10:30 locais (03:30 em Lisboa), os ganhos abrandaram para cerca de 29,4%.</P><br />
<P>A subida ocorreu após analistas do JPMorgan terem elevado o preço alvo da empresa de 950 para 1.400 dólares de Hong Kong (de 104 para 154 euros), citando a visibilidade dos modelos de IA desenvolvidos pela companhia e a sua capacidade de fixar preços num mercado altamente competitivo.</P><br />
<P>A Zhipu AI estreou-se na Bolsa de Hong Kong no início de janeiro, numa operação que captou cerca de 559 milhões de dólares (481 milhões de euros) e que a tornou a primeira empresa chinesa exclusivamente dedicada ao desenvolvimento de grandes modelos de linguagem a cotar naquele mercado.</P><br />
<P>Desde então, as ações acumularam uma valorização superior a 1.000%, refletindo o forte interesse dos investidores pelas empresas chinesas ligadas à inteligência artificial.</P><br />
<P>A tecnológica justificou a escolha de Hong Kong como plataforma para a expansão internacional, destacando, entre outros produtos, um assistente de programação com um custo mensal de cerca de três dólares (2,5 euros), significativamente inferior ao praticado pelo Claude, desenvolvido pela Anthropic.</P><br />
<P>A valorização registada hoje ganha maior relevância porque o JPMorgan reduziu simultaneamente o preço alvo da MiniMax, uma das principais concorrentes domésticas da Zhipu AI, de 1.100 para 400 dólares de Hong Kong (de 121 para 44 euros).</P><br />
<P>O banco justificou a revisão em baixa com dúvidas sobre a capacidade da MiniMax para diferenciar os seus modelos a longo prazo, entre outros fatores.</P><br />
<P>O desempenho das empresas chinesas de IA tem sido impulsionado não apenas pelo crescimento do setor, mas também pelas expectativas de que Pequim reforce o apoio à indústria depois de ter identificado a autossuficiência tecnológica como uma prioridade do novo plano quinquenal (2026-2030).</P><br />
<P>A guerra comercial com os Estados Unidos evidenciou a dependência chinesa em áreas consideradas estratégicas, nomeadamente nos semicondutores.</P><br />
<P>Os investidores esperam que as empresas chinesas continuem a reduzir a distância que as separa das rivais norte-americanas em áreas como investigação, inovação e capacidade dos modelos, tirando partido da sua principal vantagem competitiva: a oferta de serviços de IA a custos significativamente mais baixos.</P></p>
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