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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Jul 2026 20:20:05 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Brasil decide expulsar espião russo e proíbe retorno por 30 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 20:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasília 08 jul 2026 (Lusa) -- O Governo brasileiro decidiu expulsar e proibir o retorno ao país por 30 anos a um homem acusado de ser espião russo, noticiou hoje a imprensa brasileira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Brasília 08 jul 2026 (Lusa) &#8212; O Governo brasileiro decidiu expulsar e proibir o retorno ao país por 30 anos a um homem acusado de ser espião russo, noticiou hoje a imprensa brasileira.</P><br />
<P>A decisão, publicada no Diário Oficial da União (DOU) do governo brasileiro na última segunda-feira, foi assinada pela Coordenação de Processos Migratórios do Ministério da Justiça e Segurança Pública.</P><br />
<P>A expulsão de Sergey Vladimirovich Cherkasov, segundo a publicação, deve ocorrer após o cumprimento do período de prisão no Brasil ou se a Justiça brasileira autorizar a sua libertação antes do final do prazo do cumprimento de pena.</P><br />
<P>O alegado espião cumpre uma pena de 15 anos, por falsidade ideológica, num presídio de segurança máxima em Brasília.</P><br />
<P>Chekarsov foi detido em abril de 2022 e enviado para o Brasil pelas autoridades neerlandesas, sob acusação de ser um espião russo usando passaporte brasileiro para tentar infiltrar-se como funcionário do Tribunal Penal Internacional, em Haia. </P><br />
<P>A Polícia Federal brasileira e o FBI norte-americano afirmam que Cherkasov viveu no Brasil durante 12 anos usando uma identidade falsa, com o nome Victor Müller Ferreira, para ocultar as suas atividades.</P><br />
<P>Brasília e Washington afirmam que Chekarsov era, na verdade, um agente de inteligência militar russa.</P><br />
<P>No entanto, as autoridades dos dois países não encontraram provas de que Chekarsov tenha feito espionagem contra o Brasil, e que o seu alvo seriam os Estados Unidos e países da Europa.</P><br />
<P>Cherkasov e a sua defesa negam que seja um espião russo.</P><br />
<P>A diplomacia russa e Moscovo solicitam a extradição de Cherkasov, sob acusação de tráfico internacional de drogas.</P><br />
<P>Desde 2023, o jornal Folha de S. Paulo tem publicado uma série de reportagens sobre o caso de Cherkasov e de espiões russos que vivem no Brasil infiltrados na sociedade.</P><br />
<P>Uma dessas publicações, baseadas numa investigação da Polícia Federal brasileira, mostra que autoridades russas que visitaram Cherkasov na prisão fizeram transações bancárias a seu favor, antes de ser descoberto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787139]]></sapo:autor>
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		<title>Contagem decrescente para Los Angeles2028 começa com homenagem a Carlos Lopes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 19:36:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As equipas olímpicas e paralímpicas portuguesas vão ser apresentadas na terça-feira, quando ficam a faltar dois anos para os Jogos Los Angeles2028, numa cerimónia em que Carlos Lopes vai ser homenageado, anunciaram hoje a duas instituições.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As equipas olímpicas e paralímpicas portuguesas vão ser apresentadas na terça-feira, quando ficam a faltar dois anos para os Jogos Los Angeles2028, numa cerimónia em que Carlos Lopes vai ser homenageado, anunciaram hoje a duas instituições.</P><br />
<P>Ainda sem atletas portugueses apurados para os Jogos Olímpicos ou para os Jogos Paralímpicos, a equipa Portugal LA28 que vai ser apresentada inclui todos os integrantes nos Programas de Preparação Olímpica e de Preparação Paralímpica para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos.</P><br />
<P>A cerimónia, marcada para o Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa, ocorre a dois anos do arranque dos Jogos Los Angeles2028, e visa ainda celebrar o percurso olímpico nacional.</P><br />
<P>De acordo com o Comité Olímpico de Portugal (COP) e com o Comité Paralímpico de Portugal (CPP), o evento vai servir para homenagear todos os atletas olímpicos portugueses, em especial o primeiro a sagrar-se campeão.</P><br />
<P>Carlos Lopes, que conquistou a medalha de ouro olímpica na maratona em Los Angeles1984, será homenageado na cerimónia, com os dois organismos olímpicos a destacarem o regresso do maior evento desportivo mundial à cidade norte-americana.</P><br />
<P>Desde 1912, Portugal conquistou 32 medalhas olímpicas, 15 de bronze, 11 de prata e as seis de ouro, por Carlos Lopes, Rosa Mota, Fernanda Ribeiro, Nélson Évora e Pedro Pablo Pichardo, no atletismo, e por Iúri Leitão e Rui Oliveira, no ciclismo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787134]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Petição para anular exames nacionais ultrapassa 9.000 assinaturas e chega ao Parlamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 19:33:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os peticionários consideram que os problemas no processo podem afetar o princípio da igualdade entre alunos, o direito a uma avaliação justa e rigorosa e até o acesso ao ensino superior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A <a href="https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT131831" target="_blank" rel="noopener">petição</a> que pede a anulação dos exames nacionais do ensino secundário de 2026, sem prejuízo para os alunos, já ultrapassou as 9.000 assinaturas. O número garante que o tema seja discutido em sessão plenária na Assembleia da República.</p>
<p class="isSelectedEnd">Às 20h30 desta quarta-feira, a iniciativa reunia 9.366 subscritores, superando o limite mínimo de 7.500 assinaturas necessário para obrigar ao debate parlamentar.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Falhas na correção digital motivam pedido de anulação</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os peticionários justificam o pedido com os problemas registados no processo de correção dos exames nacionais. No texto da petição, defendem que as falhas técnicas sucessivas podem colocar em causa a validade das provas e a justiça da avaliação.</p>
<p class="isSelectedEnd">A iniciativa sustenta que, se não for possível assegurar de forma imediata e inequívoca a correção integral e rigorosa dos exames, a solução considerada justa e juridicamente segura passa pela anulação das provas, sem qualquer penalização para os alunos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Exames em papel, correção em formato digital</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Este ano, pela primeira vez, as provas dos 11.º e 12.º anos continuam a ser realizadas em papel, mas passaram a ser corrigidas em formato digital. O processo exige que os exames sejam digitalizados antes de serem distribuídos aos professores classificadores.</p>
<p class="isSelectedEnd">Desde o arranque do processo, porém, têm sido relatados problemas nos sistemas informáticos. Professores classificadores apontaram atrasos na disponibilização das provas, falhas na digitalização das folhas de resposta e dificuldades técnicas na plataforma usada para distribuição e classificação.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Governo adiou resultados e segunda fase</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na semana passada, o Governo anunciou o adiamento da divulgação dos resultados e da segunda fase dos exames nacionais devido aos problemas técnicos. Na segunda-feira, o ministro da Educação afirmou que essas falhas estavam resolvidas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, os subscritores da petição mantêm as preocupações. O documento alerta para o risco de injustiças irreversíveis, caso não seja possível garantir que todas as provas foram corretamente digitalizadas e classificadas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Igualdade e acesso ao ensino superior em causa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os peticionários consideram que os problemas no processo podem afetar o princípio da igualdade entre alunos, o direito a uma avaliação justa e rigorosa e até o acesso ao ensino superior.</p>
<p>Com mais de 9.000 assinaturas recolhidas, a contestação aos exames nacionais ganha agora nova dimensão política, passando do debate público e escolar para a Assembleia da República.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787130]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Geovany Quenda apresentado pelo Chelsea com contrato de oito épocas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 19:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O futebolista internacional sub-21 português Geovany Quenda foi hoje apresentado pelo Chelsea, assinando um contrato de oito épocas, até 2034, quase um ano e meio depois da mudança para o clube inglês ter sido anunciada pelo Sporting.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O futebolista internacional sub-21 português Geovany Quenda foi hoje apresentado pelo Chelsea, assinando um contrato de oito épocas, até 2034, quase um ano e meio depois da mudança para o clube inglês ter sido anunciada pelo Sporting.</P><br />
<P>&#8220;O Chelsea é um grande clube e estou empolgado para jogar em Stamford Bridge. Mostraram confiança em jogadores como eu e estou orgulhoso por estar aqui e fazer parte deste clube&#8221;, assumiu o avançado, em declarações reproduzidas pelos campeões mundiais de clubes.</P><br />
<P>Quenda, de 19 anos, completou a formação no Sporting e representou a equipa principal &#8216;leonina&#8217; nas últimas duas temporadas, conquistando um campeonato e uma Taça de Portugal em 2024/25, na primeira &#8216;dobradinha&#8217; do clube em 23 anos, por entre nove golos e 15 assistências em 86 jogos.</P><br />
<P>Em março de 2025, o Sporting comunicou a contratação de Quenda pelo Chelsea, que investiu 50,8 milhões de euros (ME) fixos, mais 1,4 ME dependentes da concretização de objetivos em 2025/26, época na qual o avançado continuou nos &#8216;verdes e brancos&#8217;, por empréstimo dos &#8216;blues&#8217;.</P><br />
<P>Eleito melhor jogador jovem da I Liga em 2024/25, o extremo, que também pode jogar como ala, já foi chamado à seleção principal de Portugal, mas não se estreou e tem sido titular dos sub-21, com os quais disputou o Europeu da categoria em 2025, integrando o melhor &#8216;onze&#8217; da competição.</P><br />
<P>Quenda vai encontrar no Chelsea os compatriotas Dário Essugo, cuja saída do Sporting foi anunciada em simultâneo com a do dianteiro, e Pedro Neto, numa equipa orientada pelo recém-chegado espanhol Xabi Alonso.</P><br />
<P>&#8220;Estou empolgado para trabalhar com os meus colegas de equipa e com o treinador. Sou muito trabalhador e gosto de ajudar a equipa. Quero ser conhecido por ter a mentalidade certa e fazer o melhor para conquistar troféus&#8221;, vincou o jogador mais jovem de sempre a marcar pelo Sporting.</P><br />
<P>Em 2025/26, o Chelsea terminou a Premier League no 10.º lugar, na sua pior classificação em quatro épocas, e não conquistou troféus, falhando o acesso às competições europeias pela primeira vez desde 2023/2024, numa campanha em que teve dois treinadores definitivos e um interino.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787129]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>EDP suspende processo de denúncia do Acordo Coletivo de Trabalho até 31 de outubro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 19:08:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A EDP decidiu suspender o processo de denúncia do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) até 31 de outubro, indicou hoje o Sindicato Nacional da Indústria e da Energia (Sindel), afeto à UGT, em comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A EDP decidiu suspender o processo de denúncia do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) até 31 de outubro, indicou hoje o Sindicato Nacional da Indústria e da Energia (Sindel), afeto à UGT, em comunicado. </P><br />
<P>&#8220;O Sindel informa que, na sequência da reunião realizada no Conselho Económico e Social, no âmbito do processo relativo ao ACT EDP, a empresa aceitou suspender o processo de denúncia até 31 de outubro&#8221;, adianta, lembrando que na terça-feira o sindicato foi ouvido no âmbito deste processo pelo Conselho Económico e Social (CES). </P><br />
<P>E acrescenta: &#8220;Após essa audição, realizou-se uma sessão de conciliação com a empresa, no âmbito da qual a EDP aceitou suspender o processo e retomar, com os sindicatos, a discussão sobre a revisão das carreiras e outras matérias&#8221;.</P><br />
<P>Para o Sindel, a decisão da suspensão &#8220;permite que a negociação prossiga fora do quadro de pressão criado pela ameaça de caducidade do ACT&#8221;.</P><br />
<P>Lembrando que está prevista uma nova reunião no CES para o final do mês de outubro, o sindicato reafirma ainda &#8220;que irá defender o modelo de carreiras que já tinha apresentado e que se encontrava praticamente concluído, mantendo total disponibilidade para negociar todas as matérias relevantes para os trabalhadores do Grupo EDP&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Sindel considera este desenvolvimento um passo relevante na defesa da contratação coletiva e dos direitos dos trabalhadores do Grupo EDP, reafirmando que a negociação deve fazer-se com seriedade, responsabilidade e sem ameaças sobre o ACT&#8221;, assinala.</P><br />
<P>O sindicato indica ainda que caso o impasse se mantenha após a próxima reunião, caberá ao CES &#8220;pronunciar-se sobre a fundamentação apresentada pela EDP, podendo o processo de caducidade ser retomado ou terminado&#8221;.</P><br />
<P>Em novembro de 2025, a Fiequimetal, afeta à CGTP, requereu ao CES &#8220;a apreciação da fundamentação dos motivos económicos e estruturais&#8221; apresentados pela EDP para a denúncia do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). </P><br />
<P>Contactada pela Lusa, a EDP já tinha informado que pretende atualizar o ACT &#8220;em vigor há mais de uma década&#8221;, com o objetivo de &#8220;implementar medidas mais justas, atuais e alinhadas com as melhores práticas de mercado&#8221;, garantindo o &#8220;alinhamento global com o plano de negócios do grupo&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787105]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Santos Silva defende ser do interesse nacional participar numa missão internacional no Ártico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 19:04:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O antigo ministro da Defesa e dos Negócios Estrangeiros Augusto Santos Silva considerou hoje ser "do interesse nacional participar numa missão internacional no Ártico", vincando que a vocação atlântica nacional vai do hemisfério norte ao sul.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O antigo ministro da Defesa e dos Negócios Estrangeiros Augusto Santos Silva considerou hoje ser &#8220;do interesse nacional participar numa missão internacional no Ártico&#8221;, vincando que a vocação atlântica nacional vai do hemisfério norte ao sul.</P><br />
<P>&#8220;É do interesse nacional participar numa missão internacional no Ártico, porque nós nunca nos podemos esquecer que somos um país europeu, certamente, mas também um país atlântico&#8221;, disse, depois de um debate no âmbito dos Encontros Lusa, que decorreram no Palacete Silva Monteiro, sede da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), no Porto.</P><br />
<P>Depois do debate, que contou com o embaixador de Portugal na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), Rui Moreira, e moderação da diretora de informação da Lusa, Luísa Meireles, Augusto Santos Silva disse, precisamente sobre a região setentrional do globo, que é &#8220;preciso dizer que não&#8221; às pretensões do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a Gronelândia.</P><br />
<P>&#8220;&#8216;Não&#8217; com firmeza e &#8216;não&#8217; com clareza. Aliás, do ponto de vista legal e moral, seria uma violação gritante do Tratado do Atlântico Norte, que diz expressamente que os aliados todos se comprometem em assegurar a integridade territorial de cada um deles&#8221;, disse o também ex-presidente da Assembleia da República.</P><br />
<P>O professor universitário alertou ainda, depois de ser questionado sobre se a presença da NATO no Ártico pode ser uma forma de tentar apaziguar Trump, &#8220;que um dos maiores erros que as democracias cometeram nos anos 30 foi tentar apaziguar Hitler&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não se trata de apaziguar, trata-se de reagir com firmeza. Se hoje, infelizmente, nós temos que reagir com firmeza, não só em relação ao Presidente Putin [Rússia] ou ao Presidente Xi [China], ou aos Guardas Revolucionários do Irão, mas também ao Presidente norte-americano e ao primeiro-ministro israelita, pois façam-no&#8221;, vincou.</P><br />
<P>Portugal e mais 11 países da NATO reforçaram o compromisso de assumir &#8220;maior responsabilidade&#8221; pela &#8220;segurança marítima&#8221; no Atlântico Norte, no mar Báltico e no oceano Ártico, prometendo reforçar as capacidades na próxima década. </P><br />
<P>De acordo com uma nota publicada no site do Governo da Noruega, este &#8220;compromisso conjunto&#8221;, firmado durante a cimeira da NATO, que decorreu em Ancara, inclui o Canadá, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Islândia, Países Baixos, Noruega, Portugal, Espanha, Suécia e o Reino Unido&#8221;.</P><br />
<P>Estes países reforçaram o compromisso de assumir &#8220;uma maior responsabilidade marítima na dissuasão e defesa no Atlântico Norte, no mar Báltico e no oceano Ártico&#8221;.</P><br />
<P>Augusto Santos Silva classificou ainda de &#8220;história da carochinha&#8221; a ideia de que &#8220;sem o chapéu protetor dos Estados Unidos a Europa está à mercê da Rússia e que a Rússia, no minuto seguinte, faz esse chapéu desaparecer e invade um país da União Europeia&#8221;.</P><br />
<P>Para o académico, a ideia de uma troca entre a redução do investimento em pensões e no Estado Social e um reforço da Defesa é &#8220;um &#8216;trade-off perigoso e impossível'&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós temos que ir por outro caminho e esse caminho é possível e é viável. Qual é esse caminho? É investir na segurança e na defesa, tirando todo o partido dos efeitos que esse investimento tem em matéria económica, tecnológica, de proteção civil e de segurança humana&#8221;, considerou.</P><br />
<P>Assim, defendeu ainda um &#8220;caminho mais gradual&#8221; no investimento em Defesa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787095]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Reforma após idade legal e além dos 40 anos dá bonificação mas tem teto de 92% do salário</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/reforma-apos-idade-legal-e-alem-dos-40-anos-da-bonificacao-mas-tem-teto-de-92-do-salario-estudo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 19:01:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A pensão após a idade legal e com mais de 40 anos de carreira contributiva tem bonificações, mas está limitada a 92% da remuneração de referência, beneficiando, sobretudo, quem ganha mais, conclui um estudo promovido pela Fundação Res Publica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pensão após a idade legal e com mais de 40 anos de carreira contributiva tem bonificações, mas está limitada a 92% da remuneração de referência, beneficiando, sobretudo, quem ganha mais, conclui um estudo promovido pela Fundação Res Publica.</p>
<p>A conclusão faz parte do estudo &#8220;Eficácia social das pensões &#8211; O caso das taxas de substituição&#8221;, da autoria de José António Vieira da Silva, antigo ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, e de Vítor Junqueira, membro da Comissão do Livro Verde e ex-diretor do Centro Nacional de Pensões e que foi hoje apresentado.</p>
<p>A dimensão da carreira contributiva é &#8220;um dos fatores mais importantes&#8221; para o cálculo de uma pensão, sendo que uma carreira de 40 anos é considerada &#8220;como uma carreira completa, no sentido em que a generalidade das disposições aponta para que seja com uma carreira desta dimensão que garante uma pensão completa&#8221;, assinala.</p>
<p>Deste modo, &#8220;uma carreira mais curta resultará numa pensão com penalizações&#8221;, enquanto prolongar a carreira além dos 40 anos pode ter bonificações.</p>
<p>&#8220;Se a decisão de continuar a carreira além dos 40 anos levar a que se inicie a pensão depois da idade de reforma em vigor, haverá bonificações&#8221;, adianta a análise, que alerta, contudo, que &#8220;a pensão daí resultante está limitada a 92% da remuneração de referência.</p>
<p>Ou seja, &#8220;o prémio resultará sobretudo para quem tenha remunerações mais elevadas e que, por esse motivo, tenham uma taxa de formação inferior aos 92%&#8221;, acrescenta.</p>
<p>Por outro lado, prolongar a carreira além dos 40 anos, &#8220;levará à redução da idade de reforma em vigor, o que poderá implicar redução ou mesmo eliminação de penalizações por antecipação&#8221;.</p>
<p>Segundo o &#8216;policy paper&#8217; da Fundação Res Publica, instituição ligada ao PS e dedicada ao pensamento de políticas públicas, &#8220;a relação efetiva entre pensões e salários (rendimentos) sujeitos a contribuições dependerá, com incidência acrescida, de variáveis como a idade pessoal de reforma, a duração da carreira contributiva e a natureza da mesma carreira&#8221;, pelo que &#8220;distinções nestas áreas poderão levar a alterações (penalizações ou majorações) de relevante significado&#8221;.</p>
<p>O estudo realça ainda, que, perante o atual quadro legal, &#8220;o momento de início da carreira contributiva pode influenciar a capacidade de majoração do valor da pensão&#8221;, dado que &#8220;uma entrada após os 20 anos retira a capacidade de fazer recuar a idade pessoal de reforma sem penalizações e, por isso mesmo diminui a possibilidade de majorar o valor da pensão&#8221;.</p>
<p>No que concerne ao impacto fiscal, esta análise conclui ainda que &#8220;remunerações mais elevadas conduzem a pensões mais baixas tendo-se por referência os respetivos salários finais&#8221;.</p>
<p>Segundo argumentam os autores, &#8220;este efeito progressivo&#8221; decorre &#8220;da taxa de formação da pensão, cuja alteração verificada nas novas regras&#8221; (que veio considerar a carreira completa), &#8220;veio introduzir um mecanismo redistributivo&#8221; no cálculo das reformas.</p>
<p>A idade da reforma vai subir para os 66 anos e 11 meses em 2027, segundo confirmam os dados da esperança de vida publicados em final de maio pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>Este valor é superior em dois meses ao de 2026, que tinha já subido dois meses em relação a 2025.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787094]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>José Dias Fernandes recua e diz que vai continuar deputado do Chega</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 18:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado do Chega José Dias Fernandes recuou hoje, ao fim da tarde, no pedido para passar à condição de não inscrito, horas depois de ter apresentado um requerimento para se desvincular da bancada do partido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O deputado do Chega José Dias Fernandes recuou hoje, ao fim da tarde, no pedido para passar à condição de não inscrito, horas depois de ter apresentado um requerimento para se desvincular da bancada do partido.</P><br />
<P>Questionado pela agência Lusa, fonte do gabinete do presidente da Assembleia da República confirmou estas duas iniciativas de José Dias Fernandes, eleito pelo círculo da Europa.</P><br />
<P>Segundo fonte parlamentar, ao início da tarde o gabinete de José Pedro Aguiar-Branco recebeu um email de José Dias Fernandes a pedir para passar a deputado não inscrito, desvinculando-se da bancada do Chega.</P><br />
<P>Porém, ao fim da tarde, foi recebida outra comunicação do deputado, esta a solicitar que fosse desconsiderado o anterior pedido que formulara ao início da tarde.</P><br />
<P>Pouco depois da publicação das notícias que davam conta que José Dias Fernandes iria abandonar a bancada do partido, fonte oficial desta força política disse à Lusa que o eleito &#8220;continuará a ser deputado do Chega&#8221;.</P><br />
<P> </P><br />
<P>FM/PMF // SF</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787091]]></sapo:autor>
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		<title>Airbus entrega 351 aviões a 77 clientes no 1.º semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 18:34:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Airbus entregou 351 aviões a 77 clientes na primeira metade do ano e antecipa um total de 870 aeronaves até ao final de dezembro, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Airbus entregou 351 aviões a 77 clientes na primeira metade do ano e antecipa um total de 870 aeronaves até ao final de dezembro, foi hoje anunciado. </P><br />
<P>Só em junho, a fabricante entregou 89 aviões comerciais a 49 clientes, no mesmo mês em que registou 71 encomendas. </P><br />
<P>Em comunicado, o grupo antecipou a entrega de 870 aviões até ao final deste ano. </P><br />
<P>No ano passado, a empresa entregou 793 aviões, um aumento de 4% face ao ano anterior. </P><br />
<P>Em 2023, a Airbus entregou 735 aeronaves.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787087]]></sapo:autor>
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		<title>Valor de mercado foi o critério usado na venda de imóveis do Estado &#8211; Estamo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 18:17:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O valor de mercado foi o critério usado para a venda em hasta pública, em março, de dois imóveis do Estado situados no centro de Lisboa, disse hoje no parlamento o presidente da Estamo, Ricardo de Oliveira e Sousa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O valor de mercado foi o critério usado para a venda em hasta pública, em março, de dois imóveis do Estado situados no centro de Lisboa, disse hoje no parlamento o presidente da Estamo, Ricardo de Oliveira e Sousa.</P><br />
<P>Defendendo que &#8220;os relatórios de avaliação são muito precisos&#8221;, o presidente da Estamo declarou que os imóveis em causa &#8220;foram vendidos 21% acima do valor do mercado, e não &#8220;abaixo do preço&#8221;. </P><br />
<P>Numa audição conjunta na Comissão de Orçamento e Finanças (COFAP) e na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação (CIMH), sobre a alienação de património imobiliário do Estado com aptidão habitacional, Ricardo Sousa disse que &#8220;o critério para alienação utilizado foi o do valor de mercado, mas sempre no melhor e máximo uso&#8221;.</P><br />
<P>Segundo afirmou, &#8220;todos os usos são contemplados, inclusive a demolição. E o valor que lá está é o valor máximo, seja para comércio, serviço ou habitação&#8221;. </P><br />
<P>Em maio, o jornal Público noticiou que a Estamo, empresa que gere o património imobiliário do Estado, vendeu em hasta pública dois imóveis no centro de Lisboa, na Avenida Visconde de Valmor e na Rua Filipe Folque, por um montante bastante inferior ao valor de mercado, apesar da sua capacidade para acolher habitação pública.</P><br />
<P>Contudo, o Ministério das Finanças esclareceu que os imóveis foram alienados por um valor superior &#8220;em cerca de 21,9% face ao valor-base inicial&#8221;. </P><br />
<P>Durante a audição, a requerimento do Livre e do PS, o presidente da Estamo declarou que os imóveis foram vendidos &#8220;porque há uma resolução do Conselho de Ministros que o determina&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A Estamo, no âmbito de quadro legal, tem a incumbência de promover esta operação, ou seja, tem que vender. À Estamo compete executar. E eu, como presidente da Estamo, quero trazer aqui a esta Comissão a garantia da conformidade legal da operação&#8221;, insistiu.</P><br />
<P>O responsável recordou ainda que os gestores públicos não podem decidir &#8220;a seu belo prazer o que fazer com o património do Estado&#8221;.</P><br />
<P>Ricardo de Oliveira e Sousa refutou também o critério usado na notícia do Público, que assenta num comparação com os valores medianos de venda calculados pelo INE em 2025, &#8220;e não em 2026, quando foi feita a avaliação&#8221;, sem visitar os imóveis e sem ter em conta &#8220;os instrumentos de gestão territorial aplicáveis ao local&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se acho tecnicamente adequado comparar-se com a mediana do que existe na zona, não&#8221;, disse ainda, considerando que &#8220;não se pode pegar numa avaliação rigorosa e compará-la com uma coisa que é mais genérica&#8221;.</P><br />
<P>Perante a insistência dos deputados, o presidente da Estamo recusou-se a discutir se faz sentido alienar património do Estado com aptidão habitacional porque, como afirmou, &#8220;aí estaríamos a entrar na definição da política de habitação&#8221; do Governo.</P><br />
<P>&#8220;O património não deve ser visto como um fim em si mesmo, é um meio para servir a população. Se tiver que ser alienado, é, se tiver que ser reconvertido, é, se tiver que ser reabilitado, é. Tem é que servir o interesse da população, que é a escassez de habitação&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>&#8220;O facto de se estar a vender, desde que seja para políticas de habitação, como esta resolução do Conselho de Ministros claramente diz, não estamos a escamotear ou a fugir a nenhuma defesa da falta de habitação&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787073]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Empresa que desenvolveu plataforma para classificação de exames diz que seguiu especificações definidas pela tutela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 18:11:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa que desenvolveu a plataforma utilizada para classificar os exames nacionais diz que seguiu as especificações definidas pelo Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) e intervém no sistema "mediante solicitação".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa que desenvolveu a plataforma utilizada para classificar os exames nacionais diz que seguiu as especificações definidas pelo Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) e intervém no sistema &#8220;mediante solicitação&#8221;.</p>
<p>&#8220;A BLAT desenvolveu a plataforma de classificação para o IAVE/EduQA, sendo responsável pelo seu desenho e desenvolvimento, de acordo com as especificações definidas pelo IAVE/EduQA, intervindo mediante solicitação deste&#8221;, refere a empresa, numa resposta à agência Lusa.</p>
<p>Pela primeira vez este ano, as provas dos 11.º e 12.º anos, que continuam a ser realizadas em papel, estão a ser corrigidas em formato digital, um processo que implica que sejam digitalizadas e só depois distribuídas pelos professores para serem avaliadas.</p>
<p>Nesse processo, as folhas de resposta são primeiro digitalizadas e carregadas na plataforma de processamento e tratamento das provas, da responsabilidade do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA), e só depois carregadas na plataforma de distribuição e classificação.</p>
<p>Segundo o ministro da Educação, Ciência e Inovação, a BLAT foi a única entidade externa envolvida no processo, enquanto empresa responsável por desenvolver a plataforma de distribuição e classificação, utilizada desde 2018, na altura sob orientação do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE) (entidade, entretanto, extinta e cujas funções foram assumidas pelo recém-criado EduQA).</p>
<p>Desde o início do processo de classificação dos exames, os sistemas informáticos têm apresentado problemas, sobretudo relacionados com a digitalização das provas.</p>
<p>Para resolver as falhas na plataforma de processamento e tratamento dos exames, o EduQA solicitou, recentemente, o apoio de uma consultora externa &#8212; a Deloitte &#8212; que, segundo o ministro, está também a acompanhar as restantes fases do processo.</p>
<p>Questionada sobre a natureza da sua intervenção atualmente, a empresa responsável pela plataforma de classificação disse apenas que intervém &#8220;mediante solicitação&#8221; do EduQA e afastou quaisquer responsabilidades nos erros de digitalização.</p>
<p>&#8220;A BLAT não é responsável pela digitalização das provas, controlo de qualidade, submissão de ficheiros, gestão de utilizadores, definição de que provas são classificadas, quando o são ou por quem, nem por quaisquer outros procedimentos operacionais do processo de classificação&#8221;, refere a empresa.</p>
<p>Na resposta à Lusa, a BLAT explica que a plataforma &#8220;limita-se a disponibilizar aos classificadores os ficheiros tal como os recebe dos sistemas externos e disponibiliza as provas quando a entidade competente assim o entender&#8221;.</p>
<p>Na segunda-feira, a plataforma esteve em manutenção durante várias horas, devido a uma &#8220;fragilidade&#8221; na segurança do sistema, segundo explicou o ministro da Educação.</p>
<p>O sistema voltou a estar indisponível hoje, entre as 00:00 e as 02:00, período em que foi alvo de uma nova manutenção &#8220;para otimizar processos&#8221;, justificou Fernando Alexandre.</p>
<p>Questionado sobre as duas intervenções técnicas no sistema, a BLAT não esclareceu os motivos, nem o seu papel na identificação e resolução dos problemas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787071]]></sapo:autor>
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		<title>João Ferreira é o sucessor de Duarte Gomes como diretor técnico de arbitragem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 18:02:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-árbitro internacional João Ferreira é o novo diretor técnico de arbitragem, após a demissão de Duarte Gomes, anunciou hoje o Conselho de Arbitragem (CA) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ex-árbitro internacional João Ferreira é o novo diretor técnico de arbitragem, após a demissão de Duarte Gomes, anunciou hoje o Conselho de Arbitragem (CA) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).</P><br />
<P>&#8220;O CA anuncia que João Ferreira, antigo árbitro da Associação de Futebol de Setúbal e ex-vice-presidente do CA, é o novo Diretor Técnico Nacional de Arbitragem. A escolha vem no seguimento do planeamento para a época 2026/2027, que está a ser preparada pelo órgão que tutela a arbitragem em Portugal&#8221;, lê-se num comunicado da FPF. </P><br />
<P>João Ferreira, que esteve 13 anos no mais alto escalão da arbitragem nacional, é atualmente observador internacional e inicia funções de diretor técnico na segunda-feira.</P><br />
<P>O ex-árbitro era candidato ao CA nas listas lideradas por Nuno Lobo nas últimas eleições na FPF, vencidas pelo atual presidente Pedro Proença.</P><br />
<P>Duarte Gomes renunciou ao cargo de diretor técnico da arbitragem da FPF, tendo o organismo remetido agora a situação para o MP, na sequência dos motivos alegados em participação formal pelo ex-árbitro internacional, que estava em funções há um ano e já disse estar disponível para prestar todos os esclarecimentos</P><br />
<P>Duarte Gomes ainda não revelou publicamente os motivos da demissão, mas a decisão da FPF em remeter a situação para o MP no âmbito da Regime Jurídico da Integridade do Desporto levanta suspeição no setor da arbitragem a pouco mais de um mês do início das provas profissionais.</P><br />
<P>O primeiro ponto do sexto artigo desse conjunto de normas menciona a denúncia obrigatória &#8220;sempre que os agentes desportivos tenham conhecimento ou suspeitem de comportamentos antidesportivos contrários aos valores da verdade, da lealdade e da correção e suscetíveis de alterar de forma fraudulenta uma competição desportiva ou o respetivo resultado&#8221;.</P><br />
<P>Em comunicado, Duarte Gomes não detalhou a situação nem os agentes envolvidos, revelando apenas que, no final da época 2025/26, um árbitro profissional partilhou consigo &#8220;um conjunto de informações que, pelo seu teor e sensibilidade&#8221;, lhe suscitaram &#8220;preocupações institucionais muito relevantes&#8221;.</P><br />
<P>Duarte Gomes afirmou ter conduzido o assunto &#8220;com reserva, neutralidade e transparência&#8221;, mas, no decurso das diligências que fez, considerou que &#8220;não era possível restaurar o grau de confiança institucional que considerava essencial ao desempenho&#8221; das suas funções.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787069]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ministro diz que não conhecia empresa dos exames, promete auditoria e garante que só falta distribuir 7% das provas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 17:51:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Alexandre]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Numa altura em que pais e professores contestam a implementação do novo modelo digital de classificação, a tutela insiste que os problemas identificados no início do processo não comprometem a validade das provas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Educação admite que o processo de correção digital dos exames nacionais “não começou bem”, mas garante que os problemas estão a ser corrigidos e que os alunos poderão consultar as provas corrigidas em formato digital. &#8220;Nenhum aluno pode ser prejudicado. Este é um processo de avaliação externa em que tem de haver equidade na avaliação da aprendizagem ao longo de todo o percurso escolar.&#8221;</p>
<p>Fernando Alexandre reconheceu que houve “uma série de problemas” no arranque do processo, que este ano está a ser aplicado pela primeira vez. Um dos exemplos ocorreu na prova de Português, em que muitos professores terão agrafado os enunciados, obrigando a retirar os agrafos antes da digitalização.</p>
<p>“Este foi um dos percalços num processo que é novo, é a primeira vez que está a acontecer. Temos vindo a resolver todos os problemas”, afirmou o ministro, garantindo que a tutela está a fazer correções com verificação e “total rigor”.</p>
<p>A polémica surgiu depois de falhas na distribuição e classificação digital das provas terem obrigado o Ministério da Educação a ajustar o calendário dos exames nacionais. As notas da primeira fase passam a ser divulgadas a 17 de julho e a segunda fase arranca a 20 de julho, à tarde.</p>
<p>O Ministério garante que a distribuição das provas está a avançar já sem erros e que o processo de correção foi reforçado. Segundo Fernando Alexandre, na noite anterior estavam distribuídas 93% das provas e havia “equipas muito alargadas” a trabalhar no Ministério da Educação. O ministro adiantou ainda que 10.941 classificadores estavam já a corrigir exames, numa tentativa de normalizar o processo depois das falhas registadas no arranque da correção digital.</p>
<p>O Governo insiste que nenhum aluno será prejudicado e promete transparência no acesso às provas. “Os alunos e os encarregados de educação poderão ver a prova que foi corrigida no formato digital”, afirmou Fernando Alexandre, sublinhando que será possível consultar a prova, conhecer a classificação e decidir se há motivo para pedir revisão. &#8220;Este é o processo mais transparente de sempre, num processo que garante mais justiça na correção e avaliação dos alunos. Agora não temos um professor a corrigir um exame todo, o que é mais cómodo, e para o aluno, que não tem o viés de ter um professor mais ou menos exigente.&#8221;</p>
<p>O ministro também respondeu às questões sobre a empresa envolvida no processo. Fernando Alexandre disse que a contratação não passou por si nem pelo Governo, mas pelo EDUCA. “Nem sabia o nome da empresa, e não é um processo que veio ao ministro”, afirmou, acrescentando que a empresa terá sido contratada em 2018 pelo Ministério da Educação e que já prestava serviços nesta área digital.</p>
<p>Sobre eventuais ligações pessoais à empresa, o ministro negou qualquer conhecimento. “Assessora? Desconheço totalmente. A empresa, não conheço as pessoas. Eu não contratei a empresa, o Governo não contratou diretamente a empresa”, declarou.</p>
<p>Fernando Alexandre defendeu ainda que o processo é “eminentemente público”, envolvendo a Imprensa Nacional-Casa da Moeda, as forças de segurança e professores que trabalharam com equipamentos do Ministério da Educação. “Todos os dados são do ministério”, sublinhou.</p>
<p>O ministro anunciou que uma auditoria deverá esclarecer o que aconteceu. Até lá, a tutela tenta conter a contestação de pais, professores e sindicatos, que têm denunciado falhas na digitalização, atrasos na distribuição das provas e problemas na plataforma de classificação. &#8220;Temos por objetivo que a segunda fase corra sem qualquer perturbação.&#8221;</p>
<p>A partir de 17 de julho, quando forem conhecidas as notas, a promessa de transparência será posta à prova. O Governo garante que houve falhas, mas não fraude; que o processo começou mal, mas continua válido; e que a correção digital dos exames nacionais ainda pode ser defendida como um passo de modernização. &#8220;O meu papel como ministro é garantir, com todo o rigor, que a avaliação vai sair a tempo de entrarem no ensino superior sem perturbação. Estamos a trabalhar muito afincadamente.&#8221;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787055]]></sapo:autor>
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		<title>A polícia mandou parar um carro e encontrou o impensável: dois animais de meia tonelada cada no banco de trás</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 17:39:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma operação de trânsito aparentemente normal acabou por revelar uma das cenas mais improváveis dos últimos dias na Colômbia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma operação de trânsito aparentemente normal acabou por revelar uma das cenas mais improváveis dos últimos dias na Colômbia: duas vacas viajavam apertadas no banco de trás de um carro particular.</p>
<p>O caso aconteceu numa estrada do departamento de Boyacá, depois de as autoridades terem recebido uma denúncia sobre o alegado furto de dois animais na zona de El Estrillal, no município de Tibasosa. Com base nos alertas de moradores, a Polícia de Trânsito e Transporte montou uma operação e intercetou um veículo suspeito na ligação entre Tibasosa e Sogamoso.</p>
<p>Segundo o &#8216;El País&#8217;, quando os agentes abriram uma das portas do carro, encontraram duas vacas no interior: uma preta e outra castanha com manchas brancas. Os animais estavam espremidos no espaço limitado do banco traseiro, numa imagem que rapidamente começou a circular nas redes sociais.</p>
<p>As imagens gravadas durante a intervenção mostram os animais visivelmente desconfortáveis e quase sem espaço para se mexerem. A cena provocou surpresa entre os agentes, incredulidade entre moradores e uma onda de comentários online, muitos deles centrados na mesma pergunta: como é que alguém conseguiu colocar duas vacas dentro de um carro comum sem chamar a atenção antes?</p>
<p>Apesar do lado caricatural da situação, o caso está a ser tratado pelas autoridades como um alegado furto de gado. A operação permitiu recuperar os dois animais e levou à detenção de três pessoas suspeitas de envolvimento no caso.</p>
<p>O episódio também levantou críticas sobre as condições em que as vacas eram transportadas. Um veículo particular não está preparado para levar animais de grande porte, nem pelo peso, nem pelo espaço disponível, nem pelas condições mínimas de segurança.</p>
<p>As autoridades continuam a apurar as circunstâncias do episódio, incluindo a origem dos animais, o destino previsto e o papel de cada uma das pessoas detidas. Para já, a imagem que fica é difícil de esquecer: duas vacas no banco de trás, um carro parado pela polícia e uma operação de trânsito que acabou por parecer uma cena de comédia rural.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787050]]></sapo:autor>
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		<title>Almada decreta situação de alerta e corta água em várias zonas entre as 22h00 e as 06h00</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 17:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto vigorar a situação de alerta, ficam proibidas utilizações da água da rede pública que não correspondam a usos domésticos ou essenciais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Câmara Municipal de Almada decretou esta quarta-feira a situação de alerta no concelho devido à evolução dos problemas no abastecimento de água. A decisão foi tomada perante a pressão crescente sobre o sistema, provocada por um aumento significativo do consumo, e inclui cortes noturnos, restrições ao uso da rede pública e reforço das medidas de monitorização.</p>
<p class="isSelectedEnd">No âmbito desta situação, os SMAS de Almada vão proceder à interrupção total do abastecimento de água esta quarta-feira, 8 de julho, entre as 22h00 e as 06h00, em várias zonas do concelho.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Corte total de água entre as 22h00 e as 06h00</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O corte total do abastecimento vai abranger Charneca de Caparica, Aroeira, Marisol, Fonte da Telha, Palhais, Lazarim, Botequim, Vila Nova, Capuchos, Pilotos, Funchalinho, Vale Rosal, Vale Cavala, Quintinhas e Quinta de Santa Teresa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O restabelecimento será feito de forma gradual, pelo que a reposição da água poderá não acontecer ao mesmo tempo em todas as zonas afetadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além das áreas sujeitas a corte total, poderão verificar-se oscilações de pressão ou interrupções pontuais e temporárias no abastecimento no Pragal, na zona nordeste, Monte de Caparica, Banática e Murfacém, Raposeira, Corvina, Trafaria, na zona alta, e Costa da Caparica.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Consumo de água em Almada acima da média nacional</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Câmara Municipal de Almada, a situação resulta de um consumo excecionalmente elevado, que tem pressionado os reservatórios e o sistema de abastecimento. O município considera essencial reduzir rapidamente os consumos para recuperar níveis de segurança e garantir a continuidade do fornecimento à população e aos serviços essenciais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os dados divulgados indicam que o consumo médio em Almada ultrapassa os 300 litros por habitante por dia, quando a média nacional ronda os 180 litros. Até junho de 2026, o consumo de água no concelho aumentou, em média, 4,3%.</p>
<p class="isSelectedEnd">As maiores subidas foram registadas na Charneca de Caparica, com mais 15,2%, em Sobreda/Lazarim, com mais 15%, e na Costa da Caparica, com um aumento de 14,2%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Câmara reuniu com ERSAR e APA</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No âmbito das medidas em curso, realizou-se uma reunião de trabalho entre a Câmara Municipal de Almada, a Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos e a Agência Portuguesa do Ambiente. A reunião contou com os presidentes das duas entidades, Vera Eiró e Pimenta Machado, e teve como objetivo avaliar a situação atual e coordenar soluções técnicas para reforçar a resposta do sistema.</p>
<p class="isSelectedEnd">A autarquia afirma estar consciente dos transtornos causados às famílias, empresas e instituições, lamentando os constrangimentos provocados pela situação.</p>
<p><strong>Proibido encher piscinas ou lavar carros </strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Enquanto vigorar a situação de alerta, ficam proibidas utilizações da água da rede pública que não correspondam a usos domésticos ou essenciais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as restrições estão a rega de jardins públicos e privados e de campos de golfe, a lavagem de viaturas, o enchimento de piscinas, a utilização de chuveiros e lava-pés nas zonas balneares, o funcionamento de fontes ornamentais, lagos artificiais e outros elementos decorativos com água, bem como a lavagem de pavimentos exteriores, logradouros, paredes e telhados, salvo intervenções de conservação do edificado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também ficam proibidos outros usos recreativos ou considerados não indispensáveis.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Reforço de equipas e meios alternativos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Câmara e os SMAS decidiram reforçar a monitorização do sistema de abastecimento e dos níveis dos reservatórios. Serão também reforçadas as equipas técnicas responsáveis pela deteção e reparação urgente de fugas e roturas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Está previsto ainda o aumento da fiscalização para prevenir consumos abusivos, utilizações ilegais de água e desperdícios. A autarquia garante prioridade ao abastecimento de equipamentos e serviços essenciais, como hospitais, centros de saúde, lares, bombeiros e outras infraestruturas críticas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas zonas onde tal venha a revelar-se necessário, poderão ser usados meios alternativos de abastecimento, incluindo camiões-cisterna. O município está também a reforçar a articulação com concelhos vizinhos e outras entidades competentes para assegurar a capacidade de resposta disponível.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Medidas adicionais estão em avaliação</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Câmara Municipal de Almada admite avançar com novas medidas de redução de consumo, caso sejam necessárias para acelerar a recuperação do sistema. Entre as possibilidades em avaliação está a suspensão temporária de atividades ou equipamentos municipais com elevado consumo de água.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os SMAS de Almada e a autarquia garantem que continuarão a acompanhar a situação de forma permanente e a divulgar informação sobre o estado do sistema, as medidas em vigor e eventuais alterações ao abastecimento.</p>
<p>O município apela à utilização responsável da água, sublinhando que a redução dos consumos é essencial para proteger o abastecimento no concelho e permitir o regresso à normalidade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787041]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>França aprova lei que presume legítima defesa quando polícias disparam: oposição fala em “licença para matar”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 17:29:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[França]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta foi aprovada esta terça-feira por 313 votos a favor e 199 contra, com apoio do Governo, dos partidos aliados de Emmanuel Macron, da direita conservadora e de deputados da extrema-direita da União Nacional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Assembleia Nacional francesa aprovou uma lei polémica que estabelece uma presunção de legítima defesa para polícias e gendarmes que disparem as suas armas de serviço. Na prática, quando um agente abrir fogo, presume-se que agiu dentro da lei, salvo prova em contrário.</p>
<p>A proposta foi aprovada esta terça-feira por 313 votos a favor e 199 contra, com apoio do Governo, dos partidos aliados de Emmanuel Macron, da direita conservadora e de deputados da extrema-direita da União Nacional. O texto ainda terá de passar pelo Senado antes de poder entrar em vigor.</p>
<p>Segundo o &#8216;El País&#8217;, a iniciativa foi apresentada por um deputado dos Republicanos e é defendida pelos seus apoiantes como uma forma de proteger forças de segurança que, dizem, estão expostas todos os dias a uma violência sem precedentes. O argumento central é que os agentes não devem ser automaticamente tratados como suspeitos sempre que usam a arma de serviço.</p>
<p>O texto tem apenas um artigo e define situações em que polícias e gendarmes podem disparar: ameaça à vida ou à integridade física dos próprios agentes ou de terceiros, ou casos em que um suspeito desobedeça a ordens e, por exemplo, fuja num veículo colocando em risco a vida de outras pessoas.</p>
<p>Nessas circunstâncias, a intervenção armada passa a beneficiar de uma presunção de legalidade. Se existirem indícios em sentido contrário, essa presunção pode cair. Mas críticos da lei sublinham que o ónus passa, na prática, para as vítimas, para as famílias ou para o Ministério Público, que terão de provar que a intervenção policial não cumpriu os requisitos legais.</p>
<p>A sessão parlamentar foi tensa. Organizações que representam vítimas de violência policial interromperam o debate, enquanto associações de defesa dos direitos humanos denunciaram uma medida que, no seu entender, facilitará a impunidade. A esquerda tentou travar a votação com várias alterações, mas sem sucesso.</p>
<p>O ministro do Interior, Laurent Nuñez, defendeu a lei, argumentando que ela “protege os agentes da autoridade”. Ainda assim, insistiu que a medida não cria imunidade total: se as condições legais da presunção deixarem de estar reunidas, qualquer procurador poderá afastá-la.</p>
<p>As organizações de direitos humanos veem o texto de forma oposta. A Amnistia Internacional denunciou que a lei inverte o ónus da prova, porque deixa de caber ao Estado justificar o uso da força letal e passa a caber às vítimas ou familiares demonstrar que o disparo foi ilegal. A organização classificou a proposta como uma ameaça grave à responsabilização policial.</p>
<p>A Liga dos Direitos Humanos também alertou para consequências práticas na investigação. Segundo a organização, um agente que tenha usado a arma deixará de poder ser detido de forma imediata nas mesmas condições, o que poderá dificultar a recolha de testemunhos e de provas.</p>
<p>A lei surge num contexto de forte escrutínio sobre a atuação policial em França, em particular no controlo de manifestações, tumultos e perseguições rodoviárias. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, França registou 69 mortes em intervenções policiais em 2024, num debate marcado por acusações de uso excessivo da força e por críticas à atuação das forças de segurança.</p>
<p>O caso mais simbólico continua a ser o de Nahel Merzouk, o jovem de 17 anos morto a tiro por um polícia em Nanterre, nos arredores de Paris, em junho de 2023, durante uma operação de trânsito. O disparo foi filmado por testemunhas e desencadeou vários dias de protestos violentos em França.</p>
<p>Para a esquerda e para organizações de direitos humanos, a nova lei é inseparável desse contexto. Os opositores dizem que a presunção de legítima defesa pode reduzir a capacidade de escrutinar casos em que os agentes disparam contra suspeitos, sobretudo em situações de perseguição automóvel.</p>
<p>Os defensores respondem que a medida não autoriza disparos indiscriminados e que a presunção só se aplica nos casos previstos pela lei. Para a direita e a extrema-direita, trata-se de dar segurança jurídica a agentes que enfrentam situações perigosas e que, dizem, vivem sob suspeita permanente.</p>
<p>A batalha passa agora para o Senado. Mesmo que avance, o texto deverá continuar a dividir França entre duas leituras incompatíveis: para uns, é uma proteção necessária para quem está na linha da frente; para outros, é uma mudança perigosa que torna mais difícil responsabilizar o Estado quando uma intervenção policial acaba em morte.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787039]]></sapo:autor>
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		<title>Esquadra do Rato: MP admite novas detenções e aponta envolvidos acima do previsto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 17:27:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A investigação, que envolve vários agentes da PSP e suspeitas de crimes graves contra vítimas vulneráveis, foi considerada de especial complexidade, o que permite alargar os prazos de prisão preventiva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O Ministério Público admite que ainda há suspeitos por deter no processo relacionado com a Esquadra do Rato, em Lisboa. A investigação, que envolve vários agentes da PSP e suspeitas de crimes graves contra vítimas vulneráveis, foi considerada de especial complexidade, o que permite alargar os prazos de prisão preventiva.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/08/sociedade/noticia/caso-esquadra-rato-ministerio-publico-assume-ha-suspeitos-deter-2181015?utm_source=notifications&amp;utm_medium=web&amp;utm_campaign=2181015" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, o MP justificou o pedido de declaração de especial complexidade com a dimensão crescente do caso, afirmando que o número de pessoas envolvidas é muito superior ao inicialmente previsto. A investigação aponta ainda para a existência de outros processos com factos semelhantes, envolvendo tanto arguidos já constituídos como outros suspeitos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Investigação alarga-se a novos suspeitos e processos conexos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No requerimento enviado ao Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa, o Ministério Público indicou que poderão ser necessárias novas detenções para apresentação de suspeitos a primeiro interrogatório judicial e eventual aplicação de medidas de coação.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigação deverá ainda obrigar a interrogatórios complementares aos arguidos já constituídos. O MP invoca também a necessidade de ouvir um elevado número de testemunhas, incluindo pessoas ligadas a processos conexos que ainda poderão ser apensados ao caso principal.</p>
<p class="isSelectedEnd">O facto de grande parte dos suspeitos serem agentes da PSP é outro dos elementos usados pelo Ministério Público para sustentar a especial complexidade do processo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Três vagas de detenções desde 2025</p>
<p class="isSelectedEnd">O caso da Esquadra do Rato já deu origem a três momentos de detenções, distribuídos por dois processos autónomos. O primeiro ocorreu em julho de 2025, quando Guilherme Leme e Óscar Borges foram detidos num processo que entretanto seguiu para julgamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">O segundo processo teve duas fases. Em março de 2026, sete agentes ficaram em prisão preventiva. Dois meses depois, em maio, foram detidos mais 15 agentes, quatro dos quais ficaram igualmente em prisão preventiva.</p>
<p class="isSelectedEnd">Neste segundo processo foram constituídos 23 arguidos. Destes, 11 encontram-se em prisão preventiva.</p>
<p class="isSelectedEnd">Crimes investigados incluem tortura, violação e abuso de poder</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Público, o Ministério Público considera que a gravidade dos crimes em investigação também justifica a classificação do processo como especialmente complexo. Em causa estão suspeitas de vários crimes de tortura e outros tratamentos cruéis, degradantes ou desumanos graves.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigação abrange ainda um crime de violação consumada, três crimes de violação na forma tentada, ofensa à integridade física qualificada e abuso de poder, entre outros ilícitos.</p>
<p class="isSelectedEnd">No despacho de acusação referente aos dois primeiros arguidos, são descritas agressões e atos de tortura atribuídos a agentes, incluindo a utilização de um bastão contra uma vítima e agressões com luvas de boxe.</p>
<p class="isSelectedEnd">Número de vítimas identificadas subiu para 15</p>
<p class="isSelectedEnd">O processo passou a integrar mais duas vítimas identificadas pelo Ministério Público, depois da apensação recente de dois inquéritos. Um deles está relacionado com uma queixa apresentada em junho de 2025 pela produtora Rita Rodrigues contra dois agentes que se encontram presos. O outro teve origem numa denúncia apresentada em maio de 2025 por Chloé Daquet.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com estes dois processos, o número de vítimas conhecidas sobe de 13 para 15.</p>
<p class="isSelectedEnd">Rita Rodrigues foi acusada pelo Ministério Público de injúria agravada, depois de os agentes alegarem que lhes chamou “parvos”. A sentença desse caso está marcada para setembro. A produtora nega ter praticado injúria e apresentou queixa contra dois agentes arguidos que estão detidos em Évora, queixa essa que foi agora integrada no processo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Telemóveis, vídeos e mensagens no centro da prova</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas buscas realizadas, as autoridades apreenderam 34 equipamentos, sobretudo telemóveis, mas também tablets, computadores e suportes de armazenamento. Parte desse material ainda terá de ser analisada.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Ministério Público considera estes dispositivos relevantes para a prova, uma vez que neles poderão existir conversas, vídeos e fotografias relacionados com os factos investigados.</p>
<p class="isSelectedEnd">A investigação aponta também para a existência de imagens das agressões e para a partilha desse conteúdo num grupo de WhatsApp que reunia dezenas de agentes, acompanhado de comentários.</p>
<p class="isSelectedEnd">Juíza sublinha vulnerabilidade das vítimas</p>
<p class="isSelectedEnd">A juíza de instrução Gabriela Lacerda Assunção aceitou o pedido de especial complexidade. Na decisão, considerou que os arguidos não podem beneficiar do facto de terem escolhido vítimas particularmente vulneráveis, circunstância que dificulta a investigação.</p>
<p class="isSelectedEnd">A magistrada destacou ainda que os suspeitos e arguidos são quase todos agentes da PSP, isto é, figuras de autoridade que, pelo menos na perceção das vítimas, estariam a atuar no exercício das suas funções.</p>
<p class="isSelectedEnd">A maioria das agressões terá ocorrido dentro da Esquadra do Rato, quando as vítimas já estavam algemadas e sem capacidade de resistência.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ministério Público quer evitar vários julgamentos</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro argumento apresentado pelo MP é o risco de fragmentar a investigação em vários processos e julgamentos. Para o Ministério Público, essa separação poderia aumentar a revitimização das pessoas ofendidas.</p>
<p>A investigação prossegue, com novos interrogatórios, análise de prova digital e eventual identificação de outros suspeitos. Para já, a declaração de especial complexidade permite ao processo avançar com prazos mais alargados, num caso que continua a crescer em dimensão e gravidade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787040]]></sapo:autor>
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		<title>“Arrumem-se lá, precisamos de vocês!”: presidente da Finlândia dá raspanete ao Reino Unido por voltar a trocar de primeiro-ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 17:20:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Para Alexander Stubb, é essencial que exista um Reino Unido “forte e estável” na Europa e no mundo, sobretudo numa fase em que as democracias liberais enfrentam desafios urgentes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Finlândia deixou um recado pouco diplomático, mas bastante direto, ao Reino Unido: está na hora de “arrumar a casa” e voltar a fazer o que se espera de Londres no palco internacional.</p>
<p>Alexander Stubb falava à &#8216;BBC Newsnight&#8217; à margem da cimeira da NATO em Ancara, na Turquia, onde os aliados se reuniram num ambiente marcado por tensão sobre o Irão, Ucrânia, despesas de defesa, autonomia europeia e o papel dos Estados Unidos na segurança do continente.</p>
<p>“Arrumem a casa, por favor. Precisamos de vocês”, afirmou Stubb, ao ser questionado sobre o papel britânico num momento que descreveu como “precário” para a política internacional. Depois suavizou a formulação, sem retirar o essencial: “Por outras palavras, continuem britânicos. Mantenham a calma. Façam o que tem de ser feito.”</p>
<p>A frase teve tom de conselho entre aliados, mas também de aviso. Para Stubb, é essencial que exista um Reino Unido “forte e estável” na Europa e no mundo, sobretudo numa fase em que as democracias liberais enfrentam desafios urgentes.</p>
<p>O presidente finlandês falou de forma calorosa da relação com Keir Starmer, a quem chamou “bom amigo”, e disse preferir líderes “frios, calmos e compostos”. A indireta contrastou com o ambiente turbulento da cimeira, marcada pela chegada de Donald Trump e por várias declarações que voltaram a inquietar aliados europeus.</p>
<p>Trump chegou à Turquia depois de autorizar novos ataques contra o Irão, exigir que os EUA cortem laços comerciais com Espanha e renovar reivindicações sobre a Gronelândia, território autónomo da Dinamarca. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, o presidente dos EUA criticou Espanha por não cumprir as metas de despesa militar e voltou a defender que Washington deve controlar a Gronelândia, provocando desconforto entre aliados da NATO.</p>
<p>A cimeira deveria centrar-se no reforço do investimento em defesa e nos planos de apoio de longo prazo à Ucrânia contra a Rússia. Mas Trump voltou a pressionar aliados que acusa de não assumirem responsabilidades suficientes em matéria de defesa, mesmo depois de o Reino Unido, França, Alemanha e outros países anunciarem mais de 50 mil milhões de dólares, cerca de 43 mil milhões de euros, para reforçar capacidades militares da NATO na Europa.</p>
<p>Os aliados europeus planeiam desenvolver armas de precisão de longo alcance sem envolvimento direto de Washington, numa tentativa de reduzir a dependência dos EUA. Segundo o Governo britânico, estes sistemas deverão conseguir atingir alvos a pelo menos 300 quilómetros de distância e, em alguns casos, a mais de 2.000 quilómetros.</p>
<p>Starmer deverá reunir aliados em Ancara para apresentar a iniciativa liderada pelo Reino Unido. A medida surge numa altura em que a administração Trump insiste que a Europa deve fazer mais pela sua própria defesa, enquanto vários governos europeus procuram maior autonomia estratégica.</p>
<p>A tensão não se limita à despesa militar. Continuam também as dúvidas sobre o compromisso dos EUA com a presença de tropas na Europa, depois de Washington ter suspendido e retomado a rotação militar na Polónia. O presidente polaco, Karol Nawrocki, disse ter falado com Trump sobre a presença militar dos EUA no país e alertou que é “sempre possível” que a Rússia recorra à força contra países do flanco oriental da NATO.</p>
<p>Apesar das declarações duras, Trump disse depois haver “muita unidade” na cimeira e, segundo a Reuters, terá adotado um tom mais conciliador nas reuniões à porta fechada, reafirmando apoio à NATO e a assistência à Ucrânia.</p>
<p>O comentário de Stubb ao Reino Unido acaba por resumir o estado de espírito de muitos aliados europeus: há demasiadas crises em simultâneo para que Londres, Washington ou qualquer outra capital se dê ao luxo de parecer distraída. Em versão finlandesa, a mensagem foi simples: respirem fundo, mantenham a pose britânica e façam o trabalho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787036]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sociedade Teixeira Duarte 1886 reduz para 32,98% no capital da construtora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 17:11:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[CMVM]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Teixeira Duarte]]></category>
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					<description><![CDATA[A sociedade Teixeira Duarte 1886 reduziu a participação no capital da Teixeira Duarte S.A. para 32,98%, após a alienação de ações por permuta, segundo um comunicado, divulgado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A sociedade Teixeira Duarte 1886 reduziu a participação no capital da Teixeira Duarte S.A. para 32,98%, após a alienação de ações por permuta, segundo um comunicado, divulgado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).</P><br />
<P>&#8220;Em 06 de julho de 2026, em resultado de alienação de ações por permuta, a participação imputável à Teixeira Duarte 1886, S.A. nos direitos de voto da Teixeira Duarte, S.A. reduziu-se para valor inferior ao limiar de um terço&#8221;, destacou a empresa, na mesma nota.</P><br />
<P>De acordo com o grupo, a participação imputável à Teixeira Duarte 1886 passou, assim, &#8220;a ser composta por 138.505.552 ações, correspondentes a 32,98% do capital social e dos direitos de voto da Teixeira Duarte, S.A.&#8221;.</P><br />
<P>No comunicado, a empresa indicou ainda que o total de ações e de direitos de voto imputados à Teixeira Duarte 1886 incluem &#8220;138.495.492 direitos de voto, inerentes a ações&#8221; de que a sociedade é titular e &#8220;10.060 direitos de voto inerentes a ações detidas por Madalena Teixeira Duarte, membro do Conselho de Administração da Teixeira Duarte 1886&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787030]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Preço do Brent sobe 7% para 79,5 dólares após Trump ameaçar Teerão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 17:10:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Petróleo Brent]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço do barril de petróleo Brent, uma referência na Europa, estava hoje a subir mais de 7%, após o Presidente dos EUA, Donald Trump, ter ameaçado atacar o Irão pelo segundo dia consecutivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O preço do barril de petróleo Brent, uma referência na Europa, estava hoje a subir mais de 7%, após o Presidente dos EUA, Donald Trump, ter ameaçado atacar o Irão pelo segundo dia consecutivo.</P><br />
<P>Pelas 16:22 (hora de Lisboa), o Brent estava a aumentar 7,2% para 79,48 dólares (cerca de 69,55 euros) por barril. </P><br />
<P>Ainda assim, o preço do Brent está abaixo do pico de quase 120 dólares (105 euros) por barril que atingiu no início da guerra do Médio Oriente. </P><br />
<P>Por sua vez, o petróleo West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, encareceu 7,01% para 75,38 dólares (quase 66 euros). </P><br />
<P>O Presidente norte-americano ameaçou hoje atacar o Irão pelo segundo dia consecutivo, visando nomeadamente infraestruturas civis, e tomar a ilha de Kharg, um importante polo petrolífero iraniano.</P><br />
<P>&#8220;Vamos atacá-los com força esta noite&#8221;, disse Donald Trump perante a imprensa em Ancara, Turquia, por ocasião da cimeira da NATO, quando questionado sobre o reinício dos ataques norte-americanos contra o Irão.</P><br />
<P>Se for necessário, adiantou o líder republicano, os Estados Unidos destruirão as centrais elétricas e as instalações de dessalinização do Irão, e ameaçou tomar o controlo da ilha de Kharg, atacada na terça-feira, uma vez que &#8220;não há nada que [os iranianos] possam fazer a esse respeito&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Atacámo-los com toda a força ontem [terça-feira] à noite [&#8230;]. Provavelmente voltaremos a atacá-los com toda a força esta noite&#8221;, afirmou Trump quando questionado sobre um possível regresso às hostilidades.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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