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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>PCP marcha para assinalar &#8220;vitória dos trabalhadores&#8221; com chumbo da reforma laboral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 14:20:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Partido Comunista Português (PCP) convocou uma marcha, na segunda-feira, em Lisboa, para assinalar a "vitória dos trabalhadores" com o chumbo da reforma laboral proposta pelo Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Partido Comunista Português (PCP) convocou uma marcha, na segunda-feira, em Lisboa, para assinalar a &#8220;vitória dos trabalhadores&#8221; com o chumbo da reforma laboral proposta pelo Governo.</P><br />
<P>&#8220;Luta, caminho da vitória &#8212; salários, pensões, serviços públicos &#8212; novo rumo para Portugal&#8221; é o mote da marcha, que terá início na Praça da Figueira e seguirá em direção à Rua Augusta, convocada para as 18:30.</P><br />
<P>A proposta do Governo para rever a legislação laboral foi chumbada na Assembleia da República, no debate na generalidade realizado na quinta-feira, com os votos contra de Chega, PS, Livre, PCP, BE, PAN e JPP.</P><br />
<P>O texto contou apenas com os votos a favor dos partidos que suportam o Governo (PSD-CDS-PP) e da IL.</P><br />
<P>&#8220;A vitória da luta dos trabalhadores, com a derrota do pacote laboral, assume um significado político de enorme alcance&#8221;, assinalou o PCP, em nota de imprensa. </P><br />
<P>Considerando que o atual Governo tem uma &#8220;agenda retrógrada e antidemocrática&#8221;, os comunistas destacaram a &#8220;força imensa&#8221; da luta organizada, &#8220;que se revelou decisiva para primeiro levar à rejeição do pacote laboral e depois para o definitivamente derrotar&#8221;.</P><br />
<P>O PCP apelou para o &#8220;combate aos retrocessos&#8221;, reivindicando o aumento de salários e pensões e a defesa dos serviços públicos, nomeadamente do Serviço Nacional de Saúde.</P><br />
<P>&#8220;Essa é a exigência, esse é o caminho&#8221;, defendeu, dando conta de que o secretário-geral do partido, Paulo Raimundo, estará presente na marcha.</P><br />
<P>O resultado da votação do pacote laboral do Governo esteve em aberto até ao último momento, com negociações entre PSD e Chega. A bancada liderada por Pedro Pinto chegou mesmo a pedir a suspensão dos trabalhos durante meia hora antes do início da votações. </P><br />
<P>O líder do Chega, André Ventura, tinha anunciado que ia votar contra a proposta do Governo na generalidade, caso esta se mantivesse como estava, mas foi apresentando algumas exigências. Antes da votação, reuniu-se duas vezes com o primeiro-ministro e líder do PSD, Luís Montenegro, em São Bento.</P><br />
<P>André Ventura deu particular ênfase à descida da idade da reforma, chegando mesmo a exigir um compromisso escrito por parte do Governo, bem como à reposição dos dias de férias, à proteção dos direitos das mães que amamentam, à licença para os avós poderem cuidar dos netos ou à valorização dos trabalhadores por turnos.</P><br />
<P>O Governo manifestou disponibilidade para enriquecer a proposta, mas assinalou que &#8220;essa aproximação&#8221; só seria possível se a iniciativa fosse viabilizada na generalidade pelo Chega, tendo o primeiro-ministro sinalizando a sua oposição à descida da idade da reforma.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779286]]></sapo:autor>
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		<title>Elon Musk aparece em lista de sociedade secreta onde se discute IA, guerra e futuro do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 14:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Peter Thiel]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Dialog é descrito como uma sociedade privada, apenas por convite, criada para funcionar como fórum informal e confidencial entre figuras de topo da tecnologia, da academia, das empresas e da política]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante quase duas décadas, o Dialog manteve-se como uma das redes privadas mais discretas do mundo da tecnologia, da política e dos negócios. Agora, uma lista alegadamente divulgada expôs mais de 200 nomes associados a esta sociedade fechada, fundada em 2006 por Peter Thiel e Auren Hoffman, avança o &#8216;Unilad Tech&#8217;.</p>
<p>Entre os nomes revelados surge Elon Musk, figura central da Tesla, SpaceX, xAI e Neuralink, cuja ligação a Thiel remonta aos tempos da PayPal. Mas a lista vai muito além do universo Musk e ajuda a perceber a dimensão de uma rede criada para juntar pessoas influentes em conversas reservadas, longe dos microfones e dos registos públicos.</p>
<p>O Dialog é descrito como uma sociedade privada, apenas por convite, criada para funcionar como fórum informal e confidencial entre figuras de topo da tecnologia, da academia, das empresas e da política. O grupo terá encontros regulares e retiros anuais em diferentes pontos do mundo, nos quais os participantes discutem ideias e cenários sobre o futuro.</p>
<p>Peter Thiel, cofundador da PayPal e da Palantir, é há muito uma das figuras mais influentes e controversas de Silicon Valley. Associado a posições libertárias, tecnocapitalistas e à direita política americana, Thiel construiu ao longo das últimas décadas uma rede de influência que atravessa tecnologia, defesa, investimento e política.</p>
<p>Segundo o &#8216;Unilad Tech&#8217;, com base numa investigação da &#8216;Wired&#8217;, a lista exposta mostra que Musk não é a única figura de grande peso associada ao Dialog. Entre os nomes surgem responsáveis de empresas tecnológicas, membros ligados à administração de Donald Trump, senadores americanos e até o embaixador da Arábia Saudita nos Estados Unidos.</p>
<p>Na área tecnológica, a lista inclui nomes ligados à OpenAI, ao Facebook, ao YouTube e à Xbox. Também aparecem Bryan Johnson, conhecido pelas experiências de biohacking e pelos investimentos em longevidade, Jared Kushner, genro de Donald Trump, e Shivon Zilis, executiva da Neuralink e mãe de quatro filhos de Musk.</p>
<p>A presença de atores como Joseph Gordon-Levitt e Sophia Bush surge como uma das notas mais inesperadas da lista, que mistura tecnologia, entretenimento, poder político e influência económica. A divulgação foi atribuída ao grupo hacktivista suíço maia arson crimew.</p>
<p>Mas a fuga de informação não terá exposto apenas nomes. Também terão sido revelados temas de discussão previstos para o retiro de 2026, que deverá realizar-se algures na Irlanda. Muitos desses temas giram em torno da inteligência artificial, da guerra, da tecnologia militar e da instabilidade social.</p>
<p>Entre as sessões privadas surgiriam títulos como “Navegar a Terceira Guerra Mundial”, “Tecnologias de Campo de Batalha” e até “Construir uma Seita”, esta última atribuída ao fundador de uma plataforma cristã de networking. A lista de inscrições indicaria ainda preocupações de vários participantes com os efeitos da IA no emprego, na ordem social e na política.</p>
<p>De acordo com o texto, alguns membros esperam que os avanços da inteligência artificial provoquem desemprego em massa e deslocação de trabalhadores. Outros terão levantado cenários mais extremos, como ataques internos contra centros de dados ou um renascimento religioso como reação às mudanças tecnológicas.</p>
<p>A existência destas discussões não prova, por si só, qualquer coordenação política ou económica. Mas o interesse do caso está na concentração de poder e influência num fórum privado que, durante anos, conseguiu manter a sua composição praticamente invisível.</p>
<p>A fuga da lista do Dialog mostra também como as grandes conversas sobre inteligência artificial, guerra, economia e futuro social não acontecem apenas em parlamentos, universidades ou conferências públicas. Muitas decorrem em espaços fechados, entre pessoas que já têm capacidade real para moldar mercados, empresas, governos e tendências culturais.</p>
<p>A inquietação está precisamente aí. Quando algumas das figuras mais influentes do mundo discutem, em privado, cenários de desemprego em massa, guerra tecnológica e colapso social, a pergunta deixa de ser apenas quem estava na sala. Passa a ser quem fica de fora das decisões que podem definir o futuro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778518]]></sapo:autor>
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		<title>URGENTE Irão: Teerão volta a fechar estreito de Ormuz após ataques israelitas no Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 13:44:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão voltou a fechar o estratégico estreito de Ormuz, anunciou hoje o exército iraniano, numa retaliação contra ataques de Israel no sul do Líbano, em violação do acordo alcançado com os Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão voltou a fechar o estratégico estreito de Ormuz, anunciou hoje o exército iraniano, numa retaliação contra ataques de Israel no sul do Líbano, em violação do acordo alcançado com os Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;É anunciado que o estreito de Ormuz será encerrado ao tráfego marítimo (&#8230;) Este primeiro passo é uma resposta à violação de compromissos pelo inimigo [Israel] &#8220;, disse o Estado-Maior Central Khatam-al Anbiya num comunicado transmitido na televisão estatal iraniana IRIB.</P><br />
<P>&#8220;Se a agressão continuar, outras medidas serão planeadas e implementadas para obrigar o inimigo a cumprir as suas obrigações&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<title>&#8220;Provável ciberataque&#8221; na origem de falsos alertas ao público no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 13:44:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Defesa Civil do Brasil anunciou hoje que o seu sistema de alerta foi desativado na sequência de "uma intrusão" que desencadeou o envio de mensagens falsas para telemóveis, "num provável" ciberataque.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Defesa Civil do Brasil anunciou hoje que o seu sistema de alerta foi desativado na sequência de &#8220;uma intrusão&#8221; que desencadeou o envio de mensagens falsas para telemóveis, &#8220;num provável&#8221; ciberataque.</P><br />
<P>&#8220;A mensagem divulgada era do tipo &#8216;Alerta extremo&#8217; e continha a palavra &#8216;misantropia&#8217;, que significa ódio à humanidade. Trata-se provavelmente de um ataque de piratas informáticos&#8221;, declararam as autoridades em comunicado.</P><br />
<P>Vários brasileiros relataram nas redes sociais como foram acordados pelo som alto de um alarme nos telemóveis.</P><br />
<P>A mensagem foi enviado para várias regiões do país, &#8220;controlado à distância por uma pessoa externa ao sistema nacional de proteção civil&#8221;, indicaram.</P><br />
<P>As autoridades brasileiras anunciaram ter tomado medidas para restabelecer, o mais rapidamente possível, este sistema de alerta que, entre outras coisas, avisa a população sobre riscos naturais.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779284]]></sapo:autor>
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		<title>O Lego mais rápido do mundo? Koenigsegg em tamanho real bate recorde a 111 km/h. Veja o vídeo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 13:30:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Lego]]></category>
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					<description><![CDATA[LEGO e a Koenigsegg levaram uma réplica em tamanho real e funcional do Sadair's Spear, o hipercarro de 1.603 cv produzido em apenas 30 exemplares]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não é todos os dias que um carro feito com peças de Lego entra numa pista lendária e sai de lá com um recorde. Mas foi precisamente isso que aconteceu em Goodwood, em Inglaterra, onde a LEGO e a Koenigsegg levaram uma réplica em tamanho real e funcional do Sadair&#8217;s Spear, o hipercarro de 1.603 cv produzido em apenas 30 exemplares.</p>
<p>A criação, revelada pelo &#8216;Motor1&#8217;, foi construída para assinalar a chegada do novo conjunto LEGO Technic dedicado ao Koenigsegg Sadair&#8217;s Spear. Em vez de ficar parada numa exposição, a réplica foi levada para a famosa subida de Goodwood, a mesma que todos os anos recebe o Festival de Velocidade.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Is this the fastest LEGO Technic car ever? Let&#39;s find out!</p>
<p>These guys just built a life sized LEGO Technic Koenigsegg Sadair&#39;s Spear Megacar and pushed the boundaries of what&#39;s possible to see if they could set a new record. <a href="https://t.co/ie1NQKjhI1">pic.twitter.com/ie1NQKjhI1</a></p>
<p>&mdash; BILLIONAIRE COLLECTION ® (@BillionMagazine) <a href="https://x.com/BillionMagazine/status/2067740005921878502?ref_src=twsrc%5Etfw">June 18, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Ao volante esteve Markus Lundh, piloto de testes oficial da Koenigsegg. O detalhe torna a história ainda mais curiosa: um ano antes, Lundh tinha estabelecido o recorde da subida de montanha ao volante do verdadeiro Sadair&#8217;s Spear. Desta vez, percorreu o traçado no sentido inverso com um carro feito de peças LEGO e chegou aos 111 km/h.</p>
<p>O número é mais do que uma brincadeira bem conseguida. Segundo o &#8216;Motor1&#8217;, a velocidade atingida representa mais do dobro do recorde anterior para um modelo grande LEGO Technic, que pertencia a um McLaren P1 e estava fixado nos 50 km/h. Ou seja, este Koenigsegg de blocos não foi apenas passear a 3145Goodwood: foi lá para bater um recorde.</p>
<p>A escala do projeto ajuda a explicar o impacto. A réplica é composta por 327.906 peças de LEGO e pesa cerca de 1.800 quilos, dos quais 400 quilos correspondem a peças. O desenvolvimento e a construção exigiram mais de 9.400 horas de trabalho, sobretudo para criar as várias funções mecânicas.</p>
<p>Entre essas funções está o chamado &#8216;Modo Fantasma&#8217;, uma das características mais teatrais do carro. Com um único gesto, as portas abrem, o capô levanta e os espelhos retrovisores são acionados, tentando reproduzir parte do espetáculo visual do verdadeiro Koenigsegg.</p>
<p>Christian von Koenigsegg, fundador e presidente executivo da marca, descreveu a colaboração como uma forma de transformar uma paixão partilhada pela engenharia em algo excecional. Markus Lundh, por sua vez, explicou que as sensações ao volante foram quase idênticas às sentidas no carro real, o que, tratando-se de um modelo feito com peças LEGO, não deixa de ser uma frase bastante inesperada.</p>
<p>Depois da passagem por Goodwood, o Koenigsegg de LEGO deverá ser apresentado ao público no Festival de Goodwood de 2026, antes de seguir numa digressão mundial com várias ações promocionais.</p>
<p>A façanha serviu também para lançar o novo conjunto LEGO Technic Koenigsegg Sadair&#8217;s Spear. O modelo faz parte da série Ultimate Car Concept, dedicada a automóveis desportivos à escala 1:8, uma coleção que já incluiu Porsche, Bugatti, Lamborghini, Ferrari e McLaren.</p>
<p>O kit destinado ao público adulto tem 4.104 peças e mede 59 centímetros de comprimento, 15 centímetros de altura e 28 centímetros de largura. Inclui vários elementos inspirados no hipercarro real, como o motor V8, uma caixa de velocidades sequencial funcional de nove velocidades controlada por patilhas no volante, suspensão &#8216;Triplex&#8217; à frente e atrás e um disco giratório que indica a mudança selecionada.</p>
<p>O &#8216;Modo Fantasma&#8217; também foi recriado no conjunto comercial. Ao levantar o capô traseiro, as portas rodam, os espelhos dobram e o capô dianteiro também se abre. O teto é removível, tal como no carro real. O desenvolvimento do conjunto demorou um ano e meio aos engenheiros da LEGO e obrigou à criação de dezenas de peças específicas.</p>
<p>O novo LEGO Technic Koenigsegg Sadair&#8217;s Spear estará disponível em acesso antecipado para membros LEGO Insiders a partir de 1 de julho e chegará ao público em geral a 4 de julho, com um preço de 449,99 euros. Para compras feitas entre 1 e 6 de julho, será oferecido um conjunto voador &#8216;Lança de Sadair&#8217; de 228 peças, enquanto houver stock.</p>
<p>No fim, a história parece saída de uma provocação infantil: e se fizéssemos um Koenigsegg de LEGO que andasse mesmo? A resposta chegou em Goodwood, a 111 km/h, com quase duas toneladas, mais de 327 mil peças e um recorde que transforma este brinquedo gigante numa máquina difícil de ignorar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_778736]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Oposição cabo-verdiana questiona opções do novo Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 13:12:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Movimento pela Democracia (MpD, oposição) questionou hoje, em comunicado, a opção de o recém-empossado primeiro-ministro, Francisco Carvalho, acumular a pasta das Finanças e criticou também a reduzida presença de mulheres.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Movimento pela Democracia (MpD, oposição) questionou hoje, em comunicado, a opção de o recém-empossado primeiro-ministro, Francisco Carvalho, acumular a pasta das Finanças e criticou também a reduzida presença de mulheres.</P><br />
<P>&#8220;Não podemos deixar de manifestar a nossa reserva quanto ao figurino apresentado em que o primeiro-ministro assume, ao mesmo tempo, a pasta das Finanças&#8221;, que &#8220;além da grande complexidade técnica que encerra e intensidade de esforço permanente que exige, é motor do sistema&#8221;, referiu o partido.</P><br />
<P>O comunicado surge um dia depois de o Presidente da República, José Maria Neves, ter empossado o novo executivo do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), que venceu as eleições de 17 de maio.</P><br />
<P>No mesmo comunicado, o MpD considera &#8220;fundamental assegurar um ótimo nível de desempenho técnico no Ministério das Finanças, gerador de confiança dos investidores e dos parceiros internacionais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não nos parece que essa função seja compatível com a de coordenar e dirigir toda a atividade governativa. É, do nosso ponto de vista, uma proposta muito arriscada, com potenciais prejuízos graves para o país. A ver vamos&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>No final da cerimónia de posse, na sexta-feira, em declarações aos jornalistas, Francisco Carvalho respondeu a uma pergunta sobre o assunto e justificou que acumula a pasta das Finanças visando &#8220;garantir que as grandes prioridades vão continuar a ser as grandes prioridades&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Fazer com que, de facto, nos mantenhamos alinhados em relação àquilo que prometemos durante a campanha eleitoral, que resultou da avaliação que fizemos à sociedade cabo-verdiana&#8221;, referiu.</P><br />
<P>No capítulo da diversidade de género, o MpD referiu hoje que &#8220;as mulheres, neste Governo, estão muito mal representadas do ponto de vista numérico&#8221;.</P><br />
<P>O novo executivo tem duas ministras e uma secretária de Estado entre 18 membros (15 ministros, incluindo o primeiro-ministro, e três secretários de Estado).</P><br />
<P>O Governo com que o MpD terminou a legislatura anterior tinha duas ministras e duas secretárias de Estado, entre 22 titulares (17 ministros, incluindo o primeiro-ministro, e cinco secretários de Estado).</P></p>
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		<item>
		<title>Líder do PS diz que Governo está &#8220;de costas voltadas&#8221; para economia do mar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 13:12:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, acusou hoje o Governo estar "de costas voltadas" para a economia do mar, considerando que esse é um setor estratégico para Portugal e defendendo mais apoio para os pescadores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, acusou hoje o Governo estar &#8220;de costas voltadas&#8221; para a economia do mar, considerando que esse é um setor estratégico para Portugal e defendendo mais apoio para os pescadores.</P><br />
<P>No âmbito da Rota pela Economia do Mar, que incluiu uma reunião com a Associação de Armadores de Pesca do Norte (AAPN) e uma saída para o mar com profissionais do setor no Porto de Pesca da Póvoa de Varzim, distrito do Porto, o líder socialista destacou a urgência de apoios públicos à atividade.</P><br />
<P>&#8220;A economia do mar, como eu tenho afirmado, dá um contributo muito relevante para a economia do nosso país. Significa 4% da riqueza nacional criada em cada ano no nosso Produto Interno Bruto (PIB). Ao mesmo tempo, a economia do mar é responsável por 4% do emprego nacional&#8221;, contextualizou.</P><br />
<P>José Luís Carneiro alertou para as dificuldades que afetam a comunidade piscatória nacional e defendeu a necessidade de uma intervenção rápida do Estado.</P><br />
<P>&#8220;Muitas dessas dificuldades têm que ver com o enquadramento europeu, nomeadamente em relação às quotas de pescado, mas também com o aumento do custo dos combustíveis e com os esforços de modernização da frota. É necessário que haja políticas públicas que acompanhem estes esforços que são desenvolvidos pelos pescadores&#8221;, apontou.</P><br />
<P>O líder do PS assumiu o setor como uma das grandes bandeiras parlamentares do partido até ao encerramento da sessão legislativa.</P><br />
<P>&#8220;Nós estamos a fazer desta uma prioridade. É um setor de primeira importância para o crescimento da economia do país, para o crescimento do emprego, para a criação de riqueza e para o nosso desenvolvimento. O país não pode voltar as costas ao mar. Porque o mar não apenas faz parte da nossa identidade mais profunda, como simultaneamente é um dos vetores estratégicos da afirmação de Portugal no mundo&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>Questionado sobre o problema do assoreamento dos portos nacionais, José Luís Carneiro acusou o executivo liderado por Luís Montenegro de falhar nos prazos das dragagens necessárias.</P><br />
<P>&#8220;Essa é uma prioridade muito importante, desde o Algarve até aos portos do Norte. É um dos problemas centrais. O desassoreamento, que tem de ser feito, naturalmente, no quadro do respeito pela biodiversidade e pela sustentabilidade ambiental, irá insuflar vida em muitos ecossistemas. O Governo tinha assumido vários compromissos neste domínio, mas não os está a cumprir. Já levantámos essa questão na Assembleia da República e vamos continuar a fazê-lo&#8221;, concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779282]]></sapo:autor>
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		<title>Como se fosse um drone: Google Earth estreia modo para ver o mundo do céu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 13:00:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Google Earth]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A ideia é simples e eficaz: abrir o Google Earth, escolher um local e explorar o globo tridimensional como se se estivesse aos comandos de um avião. O recurso já existia na versão profissional para desktop, mas passa agora a estar disponível na internet para todos os utilizadores]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Google Earth ganhou uma nova função que transforma a exploração do planeta numa experiência mais próxima de um simulador de voo. A ferramenta, relata o El Economista, permite agora que qualquer utilizador sobrevoe qualquer ponto do mundo diretamente a partir da versão web, sem necessidade de instalar a versão profissional para computador.</p>
<p>A ideia é simples e eficaz: abrir o Google Earth, escolher um local e explorar o globo tridimensional como se se estivesse aos comandos de um avião. O recurso já existia na versão profissional para desktop, mas passa agora a estar disponível na internet para todos os utilizadores.</p>
<p>A novidade responde a um dos pedidos mais frequentes dos utilizadores do Google Earth. Durante anos, a plataforma foi usada para observar cidades, montanhas, desertos, ilhas ou lugares remotos através de imagens de satélite. Agora, essa exploração ganha uma camada mais lúdica, permitindo ‘voar’ sobre esses locais apenas por diversão.</p>
<p>O simulador de voo está disponível na aba ‘Ferramentas’, onde surgem também outras novas funcionalidades. Entre elas estão opções de análise de terreno, como curvas de nível, declive, orientação, corte e aterro, pensadas para uma utilização mais técnica e profissional.</p>
<p>Segundo o El Economista, estas novidades fazem parte da chegada à versão web de algumas das funções profissionais mais poderosas do Google Earth. A plataforma passa também a suportar novos tipos de importação de ficheiros, incluindo KML/Z, GeoJSON, GLB e SHP.</p>
<p>A atualização reforça a tentativa da Google de aproximar a versão web da experiência mais avançada que já existia no programa para computador. Para os utilizadores comuns, a principal diferença será a possibilidade de transformar uma simples consulta ao mapa numa viagem aérea virtual sobre qualquer região do planeta.</p>
<p>O Google Earth já tinha recebido, no ano passado, imagens históricas do Street View, numa atualização ligada ao 20.º aniversário da plataforma. Essa funcionalidade permitiu revisitar ruas e locais em diferentes momentos do tempo, aproximando a experiência da visualização ao nível da rua já conhecida no Google Maps.</p>
<p>Com o novo simulador de voo, a plataforma volta a recuperar parte do fascínio original que a tornou popular: a possibilidade de viajar sem sair do ecrã. A diferença é que, agora, essa viagem pode ser feita a partir do navegador, como se o planeta inteiro fosse uma pista de descolagem.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777927]]></sapo:autor>
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		<title>Líder do PS considera &#8220;ridículas&#8221; insinuações sobre coligação com o Chega</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 12:44:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, classificou hoje como "ridículas" as alegadas insinuações do PSD sobre uma coligação entre socialistas e o Chega, acusando a direita de esconder um acordo para cortar pensões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, classificou hoje como &#8220;ridículas&#8221; as alegadas insinuações do PSD sobre uma coligação entre socialistas e o Chega, acusando a direita de esconder um acordo para cortar pensões.</P><br />
<P>À margem da Rota pela Economia do Mar na Póvoa de Varzim, distrito do Porto, o líder do PS reagiu às declarações de Luís Montenegro sobre o chumbo da revisão laboral, na sexta-feira, invertendo a acusação para um &#8220;jogo de máscaras&#8221; entre a AD e o partido de André Ventura.</P><br />
<P>&#8220;Todos entendem que isso é ridículo. Então alguém que andou dias e dias a encontrar-se, a reunir, a dialogar, a negociar, num autêntico jogo de máscaras, agora sentiu-se desfeiteado por parte desse partido e vem dizer que é o PS que está coligado com o Chega? O PS nunca teve qualquer coligação, pelo contrário. Temos é liderado muitas propostas, e há aqueles que votam essas propostas&#8221;, retorquiu.</P><br />
<P>Para José Luís Carneiro, o país assistiu, na verdade, a uma tentativa de entendimento formal à direita que acabou por falhar no momento da votação parlamentar da revisão laboral, que foi sexta-feira &#8216;chumbada&#8217;.</P><br />
<P>&#8220;Todos nós assistimos a um processo de namoro, que quase que foi casamento, entre a AD e o Chega nesta matéria. Aliás, basta recuperar as declarações que foram feitas no debate na Assembleia da República, em que davam como consumado o acordo entre todos&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>O líder socialista subiu o tom e trouxe ao debate os detalhes do que, alegadamente, foi negociado nas costas dos portugueses, apontando para um impacto severo no sistema de reformas até ao final da legislatura.</P><br />
<P>&#8220;As coisas são de tal maneira graves que André Ventura veio mesmo publicamente dizer que tinha chegado a um acordo com o primeiro-ministro para alterar a idade da reforma e também em relação à CES (Contribuição Extraordinária sobre a Solidariedade), e que iria passar a escrito esse acordo. E esse acordo teria implicações até ao fim de 2028&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Segundo o secretário-geral do PS, os moldes desse eventual entendimento orçamental implicariam medidas de forte austeridade ou cortes diretos nos rendimentos dos cidadãos.</P><br />
<P>&#8220;O que aparentemente terá sido objeto de negociação entre Luís Montenegro e André Ventura levaria a um corte nas pensões. Esse acordo, que terá sido objeto, pelo menos, de diálogo ou de concertação, significava cortar 12% nas pensões que estão a pagamento aos pensionistas. Significava, para o futuro, colocar em causa as pensões dos mais jovens&#8221;, denunciou.</P><br />
<P>José Luís Carneiro concluiu exigindo explicações públicas aos dois líderes partidários sobre o custo financeiro do processo.</P><br />
<P>&#8220;Essa medida significava um custo anual de 4,5 mil milhões de euros, que só se poderia fazer com várias opções. Uma era cortar nas pensões 12%, a outra seria aumentar os impostos, e aumentar os descontos para a Segurança Social, quer dos trabalhadores, quer das empresas. Só os protagonistas podem explicar o que é que andaram a negociar para terem chegado a este triste espetáculo&#8221;, rematou.</P></p>
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		<title>Líder do PS diz que &#8220;a política social do Governo falhou&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 12:41:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, considerou hoje que "a política social do Governo falhou de forma abrupta", apontando o 'chumbo', na sexta-feira, da proposta de revisão da legislação laboral, na Assembleia da República.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, considerou hoje que &#8220;a política social do Governo falhou de forma abrupta&#8221;, apontando o &#8216;chumbo&#8217;, na sexta-feira, da proposta de revisão da legislação laboral, na Assembleia da República.</P><br />
<P>No âmbito da Rota pela Economia do Mar, onde se reuniu, na Póvoa de Varzim, distrito do Porto, com a Associação de Armadores de Pesca do Norte (AAPN) e realizou uma saída para o mar com profissionais do setor, o líder socialista reagiu ao chumbo parlamentar ocorrido na véspera.</P><br />
<P>&#8220;A política social do Governo falhou. Falhou de forma abrupta na contrarreforma laboral e tem falhado nas outras áreas. Tem falhado na saúde e na habitação e agora estamos também a ver que o Governo também não funciona na economia&#8221;, declarou o líder do PS.</P><br />
<P>José Luís Carneiro manifestou-se satisfeito com o resultado da votação da revisão da legislação laboral no Parlamento, considerando que a iniciativa do executivo de Luís Montenegro prejudicava os cidadãos.</P><br />
<P>&#8220;Estou satisfeito porque os trabalhadores portugueses conseguiram derrotar a contrarreforma laboral que era o resultado não apenas das propostas da AD, mas também de outras propostas que ofendiam os jovens, as mulheres, as famílias, os mais vulneráveis. E fizeram-no, até à última hora, também com o apoio do Chega&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>O secretário-geral do PS fez questão de demarcar a posição do seu partido face às alegadas &#8220;movimentações de bastidores e votações de última hora&#8221;, lembrando o histórico do processo.</P><br />
<P>&#8220;Vimos os representantes de estruturas sindicais felizes porque, de facto, mostrámos que os portugueses e o país ficam melhor com esta decisão que foi tomada, e em relação à qual o PS teve uma posição muito clara desde o dia 3 de agosto de 2025. Desde a primeira hora, estivemos com os trabalhadores, com os jovens, com as mulheres, com as famílias, com os mais vulneráveis&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Carneiro reforçou a oposição ideológica ao documento da Aliança Democrática (AD), referindo que este &#8220;ofendia os valores do socialismo democrático, da social-democracia, do humanismo e da democracia cristã&#8221;.</P><br />
<P>Instado a comentar recentes declarações do primeiro-ministro, que acusou as oposições de &#8220;destratar a mudança&#8221;, o líder do principal partido da oposição apontou que o executivo está em desconexão com o país real.</P><br />
<P>&#8220;Acho que há um problema grave de falta de sintonia do Governo e de Luís Montenegro com a realidade do país. Só isso é que pode justificar afirmações dessa natureza. Aliás, só isso é que pode justificar os ataques que foram feitos ao Partido Socialista e ao seu secretário-geral por parte da AD&#8221;, respondeu, sintetizando que o PS está &#8220;a favor das mudanças que melhoram a vida das pessoas&#8221; e &#8220;sempre contra as mudanças que pioram a vida das pessoas&#8221;.</P><br />
<P>A fechar o capítulo laboral, José Luís Carneiro deixou críticas à estratégia de comunicação de Luís Montenegro, na véspera do congresso nacional do PSD.</P><br />
<P>&#8220;Não chega fazer cartazes a arregaçar as mangas, e não resolver problemas da habitação, da saúde, dos salários, da competitividade das empresas e da produtividade da economia do país. Com certeza que não há um bom desfecho para um Governo que tem esta atitude e este comportamento&#8221;, concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779280]]></sapo:autor>
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		<title>Bragança, Guarda e Vila Real sob aviso laranja no domingo devido ao tempo quente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 12:41:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os distritos de Bragança, Guarda e Vila Real vão estar domingo sob aviso laranja, mantendo-se 14 distritos hoje sob aviso amarelo devido à previsão de tempo quente, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os distritos de Bragança, Guarda e Vila Real vão estar domingo sob aviso laranja, mantendo-se 14 distritos hoje sob aviso amarelo devido à previsão de tempo quente, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>Os três distritos do norte de Portugal continental viram o IPMA elevar o aviso amarelo, existente para hoje e domingo, para laranja entre as 09:00 de domingo e as 09:00 de terça-feira, devido à persistência de valores muito elevados da temperatura máxima.</P><br />
<P>Já hoje, os distritos de Bragança, Évora, Guarda, Vila Real, Beja, Castelo Branco, Setúbal e Portalegre estão sob aviso amarelo devido ao tempo quente, vigorando na maior parte dos distritos até segunda-feira.</P><br />
<P>A estes oito distritos sob aviso amarelo, juntam-se no domingo Braga, Porto, Coimbra, Santarém, Viana do Castelo e Viseu, igualmente devido à persistência de tempo quente, com o aviso a vigorar a partir das 09:00 e até às 09:00 de terça-feira.</P><br />
<P>O aviso amarelo é o menos grave de uma escala de três e é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</P><br />
<P>Já o aviso laranja indica uma situação meteorológica de risco moderado a elevado, representando o terceiro nível de gravidade numa escala de quatro e significa que o tempo está perigoso, exigindo grande atenção e preparação.</P><br />
<P>Só os distritos de Aveiro, Leiria, Lisboa e Faro encontram-se, para já, sem avisos meteorológicos.</P><br />
<P>O IPMA alertou na sexta-feira que as temperaturas iriam subir a partir hoje em Portugal continental, com valores que podem chegar a 42ºC. </P><br />
<P>O &#8220;novo episódio de tempo quente em Portugal continental&#8221;, que coincide com o início do verão, no domingo, deve ter as temperaturas mais elevadas na terça e na quarta-feira da próxima semana.</P><br />
<P>O IPMA explica que o calor se deve à influência de uma crista anticiclónica sobre a Península Ibérica e uma depressão a oeste do continente, que resultará na chegada de uma massa de ar quente vinda do norte de África.</P><br />
<P>No continente as temperaturas máximas devem oscilar entre os 30ºC na faixa costeira ocidental e os 42ºC no interior. A temperatura mínima também vai subir, especialmente na primeira metade da semana, com grande parte do país com mais de 20ºC durante a noite.</P></p>
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		<title>Ex-PM cabo-verdiano Ulisses Correia e Silva deixa política ativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 12:41:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-primeiro-ministro cabo-verdiano Ulisses Correia e Silva anunciou hoje que vai deixar a política ativa, depois de o novo Governo do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), liderado por Francisco Carvalho, ter sido empossado na sexta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ex-primeiro-ministro cabo-verdiano Ulisses Correia e Silva anunciou hoje que vai deixar a política ativa, depois de o novo Governo do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), liderado por Francisco Carvalho, ter sido empossado na sexta-feira.</P><br />
<P>&#8220;Agora é o momento de continuar a vida fora da política ativa&#8221;, escreveu no Facebook, numa mensagem em que informou ter renunciado ao mandato de deputado.</P><br />
<P>Ulisses Correia e Silva já tinha anunciado igualmente a demissão da presidência do Movimento pela Democracia (MpD) após a derrota nas eleições legislativas de 17 de maio.</P><br />
<P>O PAICV assegurou uma maioria absoluta de 37 deputados entre os 72 lugares da Assembleia Nacional e o MpD regressou à oposição, com 33 eleitos, após dois mandatos (10 anos) na governação do arquipélago sob a liderança de Ulisses Correia e Silva.</P><br />
<P>O parlamento conta ainda com dois deputados da União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID).</P><br />
<P>O MpD escolheu, no início do mês, Eurico Monteiro como presidente interino e agendou para 06 de setembro a eleição de um novo líder.</P><br />
<P>Na Assembleia Nacional, onde a nova composição tomou assento na quinta-feira, a bancada do MpD será liderada pelo deputado Luís Carlos Silva e integra, na qualidade de vice-presidentes, os deputados Damião Medina, Sandra Galina, Lídia Lima e Liver Gomes.</P></p>
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		<title>Câmara de Mértola saúda novas barragens de Alqueva para afluentes do Guadiana</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 12:11:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Mértola aplaudiu o avanço de projetos da empresa gestora do Alqueva para construir duas barragens em afluentes do Rio Guadiana, naquele concelho e no de Beja, por serem estruturantes para o desenvolvimento local.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Câmara de Mértola aplaudiu o avanço de projetos da empresa gestora do Alqueva para construir duas barragens em afluentes do Rio Guadiana, naquele concelho e no de Beja, por serem estruturantes para o desenvolvimento local.</P><br />
<P>&#8220;Estes projetos representam um passo estruturante para o desenvolvimento do nosso território&#8221;, argumentou este município do distrito de Beja, presidido pelo autarca socialista Mário Tomé.</P><br />
<P>Em comunicado, a autarquia disse congratular-se &#8220;com a notícia do avanço dos projetos para a construção de novas barragens no concelho e na região&#8221; e insistiu tratar-se de &#8220;um momento decisivo para o futuro do território&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva (EDIA) iniciou os procedimentos para a concretização das barragens nas ribeiras de Terges e Cobres e de Carreiras, com o lançamento dos respetivos projetos e estudos de impacte ambiental&#8221;, pode ler-se.</P><br />
<P>Estas infraestruturas &#8220;inserem-se na estratégia nacional de reforço da resiliência hídrica e da gestão sustentada dos recursos de água&#8221;, para a qual este município alentejano frisou ter contribuído. </P><br />
<P>&#8220;Foi no âmbito da discussão pública do Plano Nacional da Água que [a câmara] apresentou contributos concretos, sustentados por uma sólida base técnica e uma visão política clara, propondo a construção de três barragens nas ribeiras de Carreias, de Terges e Cobres e de Oeiras&#8221;, é referido.</P><br />
<P>Por isso, &#8220;é com particular satisfação que o município vê agora refletidas algumas dessas propostas, num processo que confirma a importância da intervenção ativa e fundamentada das autarquias na definição das políticas públicas, de competência do Governo central&#8221;.</P><br />
<P>Para o autarca Mário Tomé, citado no comunicado, &#8220;começam agora a concretizar-se propostas que o município sustentou de forma consistente e fundamentada, sempre com o objetivo de garantir mais água, mais resiliência e mais futuro para Mértola&#8221;. </P><br />
<P>A posição do município surge após declarações à agência Lusa do presidente da EDIA, José Pedro Salema, na quinta-feira, sobre os projetos, que estão a dar os &#8216;primeiros passos, de duas novas barragens que a gestora do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva (EFMA) quer construir nas zonas de Beja e Mértola.</P><br />
<P>O responsável indicou então que as barragens, incluídas na estratégia nacional &#8220;Água que Une&#8221;, estão projetadas para &#8220;jusante do sistema Alqueva-Pedrógão&#8221;, nas ribeiras de Terges e Cobres e de Carreiras, afluentes do Guadiana, com o objetivo de &#8220;aumentar a resiliência do sistema Alqueva&#8221;.</P><br />
<P>A EDIA lançou o concurso público para o projeto de execução e Estudo de Impacte Ambiental (EIA) da Barragem de Terges e Cobres, nos concelhos de Beja e Mértola, num investimento de 990 mil euros (mais IVA).</P><br />
<P>Segundo o procedimento, cujo anúncio foi publicado em Diário da República (DR) na quinta-feira, a apresentação de propostas decorre até 20 de julho e o prazo de execução do contrato é de 18 meses.</P><br />
<P>Quanto ao projeto de execução e EIA da Barragem de Carreiras, no concelho de Mértola, &#8220;provavelmente mais um mês e sairá também esse concurso&#8221; em DR, revelou José Pedro Salema.</P><br />
<P>No comunicado, o presidente da Câmara de Mértola, além de elogiar o trabalho conjunto das várias entidades, realçou que a concretização destas barragens vai reforçar a segurança hídrica, apoiar o desenvolvimento económico e aumentar a capacidade de resposta às alterações climáticas &#8220;num território particularmente exposto à escassez de água&#8221;.</P><br />
<P>Já hoje, igualmente em comunicado, a associação ambientalista Zero exigiu um &#8220;compromisso formal do Governo&#8221; de não construir novas barragens nos afluentes do Rio Guadiana e opôs-se a estes projetos de duas novas barragens anunciados pela EDIA.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779277]]></sapo:autor>
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		<title>Mulher de primeiro-ministro espanhol vai a julgamento por corrupção e outros crimes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 12:09:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A mulher do primeiro-ministro espanhol vai a julgamento por crimes como tráfico de influência, corrupção e desvio de fundos públicos, ficando proibida de sair do país, entre outras medidas, ordenou hoje um juiz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A mulher do primeiro-ministro espanhol vai a julgamento por crimes como tráfico de influência, corrupção e desvio de fundos públicos, ficando proibida de sair do país, entre outras medidas, ordenou hoje um juiz.</P><br />
<P>A decisão do juiz Juan Carlos Peinado foi conhecida hoje, após a audiência preliminar realizada na segunda-feira, na qual as &#8220;acusações populares&#8221;, como a organização Faz-Te Ouvir (&#8216;Hazte Oír&#8217;), pediram medidas cautelares devido ao risco de fuga.</P><br />
<P>Em concreto, Begoña Gómez, mulher do presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez, será julgada pelos crimes de tráfico de influência, corrupção nos negócios no setor privado entre indivíduos, apropriação indevida e desvio de fundos públicos.</P><br />
<P>Begoña Gómez ficou sujeita à retirada do passaporte, proibição de sair do território nacional e obrigatoriedade de comparecer quinzenalmente em tribunal.</P><br />
<P>Cristina Álvarez, assessora de Begoña Gómez, também vai a julgamento pelos mesmos crimes e ficará sujeita às mesmas medidas.</P><br />
<P>No auto, o juiz determina que estas medidas estarão em vigor &#8220;durante o tempo que durar o processo e até ser emitida uma resolução final&#8221;.</P><br />
<P>Além disso, o juiz também envia o empresário Juan Carlos Barrabés a julgamento pelos crimes de tráfico de influência e corrupção no setor privado entre indivíduos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779276]]></sapo:autor>
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		<title>Enquanto o planeta aquece, esta zona do Atlântico está a arrefecer. E isso preocupa os cientistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 12:00:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Enquanto quase todo o planeta aquece, há uma zona do Atlântico Norte, perto da Gronelândia, que parece estar a fazer o caminho contrário]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto quase todo o planeta aquece, há uma zona do Atlântico Norte, perto da Gronelândia, que parece estar a fazer o caminho contrário. A &#8216;Unilad Tech&#8217; escreve que esta área, conhecida entre cientistas como “mancha fria”, arrefeceu cerca de 1 ºC nas últimas décadas e pode estar ligada a alterações profundas numa das grandes correntes oceânicas do planeta.</p>
<p>A imagem é estranha porque contraria a intuição mais imediata sobre as alterações climáticas. Quando se fala em aquecimento global, pensa-se em temperaturas mais altas, degelo, ondas de calor e oceanos mais quentes. Mas esta região do Atlântico subpolar tem mostrado um comportamento diferente: em vez de aquecer, tem vindo a arrefecer de forma significativa.</p>
<p>Um novo estudo publicado na revista científica &#8216;Geophysical Research Letters&#8217; aponta agora para uma possível explicação: o enfraquecimento da Circulação Meridional do Atlântico, conhecida pela sigla AMOC. Trata-se de uma vasta rede de correntes oceânicas que transporta calor pelo planeta e ajuda a regular o clima em várias regiões.</p>
<p>A AMOC é frequentemente descrita como uma espécie de tapete rolante gigante. Leva água quente e salgada das zonas tropicais para norte, através do Atlântico. Depois, essa água arrefece, afunda-se e regressa para sul em profundidade. Este mecanismo tem um papel importante na distribuição de calor entre oceanos e continentes.</p>
<p>Segundo o estudo citado pela &#8216;Unilad Tech&#8217;, a “mancha fria” não parece ser apenas um fenómeno superficial. A análise sugere uma perda de calor que chega a zonas profundas do oceano, até cerca de 1.000 metros. Isto indica que a explicação não estará apenas na atmosfera, mas também em mudanças internas no próprio oceano.</p>
<p>Os investigadores defendem que o arrefecimento não pode ser explicado apenas por uma maior perda de calor à superfície. A hipótese mais forte é a redução do transporte lateral de calor, associada a uma AMOC mais fraca. Ou seja, menos calor estaria a chegar a esta zona do Atlântico Norte através das correntes oceânicas.</p>
<p>As consequências potenciais vão muito além de uma anomalia num mapa de temperatura. Se esta circulação continuar a enfraquecer, os efeitos podem fazer-se sentir na Europa, na América do Norte, em África e na Ásia. Para o noroeste europeu, um dos cenários apontados é o de invernos significativamente mais frios, mesmo num mundo globalmente mais quente.</p>
<p>Na costa leste da América do Norte, a alteração das correntes pode contribuir para a subida do nível do mar em algumas zonas. Já em partes de África e da Ásia, os cientistas admitem mudanças relevantes nos padrões de precipitação, com impacto potencial na agricultura, na disponibilidade de água e na segurança alimentar.</p>
<p>Ainda assim, os investigadores pedem prudência. A ligação entre a “mancha fria” e o enfraquecimento da AMOC é considerada forte, mas será necessário continuar a monitorizar o Atlântico durante mais tempo para tirar conclusões definitivas sobre a evolução do fenómeno e a escala dos seus impactos.</p>
<p>A história desta mancha fria mostra que as alterações climáticas não significam apenas calor em todo o lado, ao mesmo tempo e da mesma forma. O sistema climático é mais complexo: pode aquecer o planeta no conjunto, alterar correntes oceânicas, arrefecer regiões específicas e redistribuir riscos. No Atlântico Norte, essa complexidade aparece agora sob a forma de uma zona fria que os cientistas já não conseguem ignorar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777937]]></sapo:autor>
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		<title>Rei Carlos III &#8220;profundamente triste&#8221; com acidente mortal entre dois comboios em Inglaterra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 11:36:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O rei britânico Carlos III está "profundamente entristecido" com o acidente ferroviário na sexta-feira no centro de Inglaterra, no qual um maquinista perdeu a vida e 33 pessoas ficaram gravemente feridas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O rei britânico Carlos III está &#8220;profundamente entristecido&#8221; com o acidente ferroviário na sexta-feira no centro de Inglaterra, no qual um maquinista perdeu a vida e 33 pessoas ficaram gravemente feridas.</P><br />
<P>Um porta-voz do Palácio de Buckingham, residência oficial da família real britânica, indicou hoje que o monarca está a ser informado regularmente sobre a colisão entre dois comboios ocorrida perto da cidade de Bedford, no centro de Inglaterra.</P><br />
<P>&#8220;Os seus pensamentos e condolências estão com a família do falecido e com todos os feridos ou afetados por este trágico incidente&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Por volta das 17:15 (hora local) de sexta-feira, dois comboios que se dirigiam para a estação londrina de St Pancras &#8212; um deles proveniente da localidade inglesa de Corby e o outro da cidade de Nottingham &#8212; colidiram perto de Bedford.</P><br />
<P>Estima-se que um dos comboios tenha parado devido a uma falha no sistema de segurança e que, posteriormente, o segundo tenha colidido com a traseira do primeiro.</P><br />
<P>O acidente provocou a morte do maquinista de um dos dois comboios, incidente que também deixou dezenas de feridos graves, informou a polícia ferroviária britânica.</P><br />
<P>Imagens e vídeos publicados nas redes sociais mostraram que um dos comboios danificados, pertencente à empresa britânica East Midlands Railway, exibia a inscrição &#8220;Luton Express&#8221;, o comboio que faz o percurso entre o aeroporto de Luton (norte de Londres) e a capital britânica.</P><br />
<P>Meios de comunicação britânicos avançaram que o primeiro comboio terá parado devido a uma falha no sistema de segurança e que, posteriormente, o segundo colidiu com a traseira.</P><br />
<P>A secretária de Estado dos Transportes britânica, Heidi Alexander, manifestou logo após o acidente &#8220;profunda preocupação&#8221; depois da divulgação da notícia da colisão ferroviária.</P><br />
<P>&#8220;Estou grata aos serviços de emergência que se encontram no local, a prestar assistência às pessoas afetadas. Estamos a trabalhar rapidamente com o setor ferroviário e os parceiros locais para apoiar os passageiros&#8221;, acrescentou nas redes sociais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779267]]></sapo:autor>
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		<title>PSD/Congresso: Montenegro acusa oposições de falta de coragem e &#8220;destratar a mudança&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 11:36:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do PSD acusou hoje as oposições de "falta de coragem" e de preferirem a politiquice à mudança, reafirmando a postura de equidistância em relação a PS e Chega.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do PSD acusou hoje as oposições de &#8220;falta de coragem&#8221; e de preferirem a politiquice à mudança, reafirmando a postura de equidistância em relação a PS e Chega.</P><br />
<P>No arranque do 43.º Congresso do PSD, que decorre até domingo no Velódromo de Sangalhos, em Anadia (Aveiro), Luís Montenegro referiu-se, indiretamente, ao chumbo do pacote laboral na sexta-feira com os votos da esquerda e do Chega.</P><br />
<P>&#8220;São tantos os que reclamam que mude tudo, mas verdadeiramente desejam que tudo fique na mesma. Como ainda ontem se viu com especial nitidez, as oposições vibram com a polítiquice e destratam a mudança. Falta-lhes a coragem, falta-lhes a firmeza e o sentido de responsabilidade&#8221;, acusou.</P><br />
<P>Montenegro considerou que &#8220;não é preciso grande coragem&#8221; para bloquear soluções ou &#8220;ser teleguiado por comentadores-mentores ou pelas tendências das redes sociais&#8221;,</P><br />
<P>&#8220;Mas para ousar, mudar, para convergir, para negociar, para saber ceder, para isso é preciso ter verdadeira coragem&#8221;, considerou.</P><br />
<P>O presidente do PSD e primeiro-ministro defendeu que a mensagem dos portugueses nas últimas eleições foi dar ao PS e ao Chega &#8220;igual nível de responsabilidade&#8221; para &#8220;dialogar e colaborar&#8221; com o Governo.</P><br />
<P>Começando por se referir aos socialistas, considerou que está em curso &#8220;uma estratégia política manhosa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós simulamos em palavras e em cartas o espírito construtivo da nossa ação política e assim vamos obrigar a AD e o Governo a negociar exclusivamente com o Chega. E com esta atitude pretende o PS depois dizer &#8216;eles estão juntos, eles são uma linha conjunta e nós somos a alternativa&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Já em relação ao partido liderado por André Ventura, considerou &#8212; sem o citar diretamente &#8212; que está a ter um comportamento que &#8220;se inspira na agitação permanente, na irresponsabilidade, quando não, muitas vezes, na imaturidade&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Em ambas as circunstâncias, o que nós temos visto é permeabilidade aos interesses pessoais, aos interesses de determinados segmentos e não a preocupação com o interesse nacional&#8221;, criticou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779266]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Migrações: ONU rejeita que UE transfira as suas obrigações com migrantes para países terceiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 11:36:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As Nações Unidas lamentaram hoje profundamente a nova legislação da União Europeia (UE) sobre o "retorno" dos migrantes rejeitados, sublinhando que os países europeus não podem transferir as suas obrigações para países terceiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As Nações Unidas lamentaram hoje profundamente a nova legislação da União Europeia (UE) sobre o &#8220;retorno&#8221; dos migrantes rejeitados, sublinhando que os países europeus não podem transferir as suas obrigações para países terceiros.</P><br />
<P>&#8220;Os países da UE não podem simplesmente passar as suas obrigações em matéria de direitos humanos para países terceiros&#8221;, afirmou o Alto-Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, em comunicado.</P><br />
<P>O Parlamento Europeu aprovou na quarta-feira o regulamento sobre o retorno de requerentes de asilo rejeitados, uma reforma que inclui a possibilidade de os Estados-membros celebrarem acordos para estabelecer centros de detenção &#8212; os chamados &#8220;centros de retorno&#8221; &#8211; fora das fronteiras da UE.</P><br />
<P>&#8220;A detenção e o regresso a países terceiros de pessoas vulneráveis, incluindo crianças, é um exercício particularmente delicado do poder estatal e acarreta elevados riscos de violações dos direitos humanos&#8221;, acrescentou Türk. </P><br />
<P>O alto-comissário sublinhou que, dentro deste contexto, deve haver &#8220;uma atenção especial à proteção dos direitos humanos e da dignidade &#8212; na prática e na lei&#8221;.</P><br />
<P>Hoje, na União Europeia, apenas cerca de 20% das ordens de deportação de migrantes indocumentados é que resultam, na realidade, no seu retorno ao país de origem, uma estatística fortemente criticada por aqueles que defendem uma política de imigração mais rigorosa.</P><br />
<P>Sob pressão para endurecer as regulamentações, a Comissão Europeia apresentou, há um ano, uma proposta com o objetivo de aumentar o número de deportações, criticada por políticos de esquerda e por organizações não-governamentais (ONG) de defesa dos direitos humanos.</P><br />
<P>&#8220;A legislação internacional sobre os direitos humanos e dos refugiados é muito clara: ninguém deve ser devolvido a um local onde corra o risco de sofrer graves violações dos direitos humanos&#8221;, enfatizou Turk.</P><br />
<P>&#8220;Este é o princípio fundamental da não-rejeição. Deve ser plenamente respeitado por todos os países e territórios, em todas as circunstâncias&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>Segundo o responsável, &#8220;as ordens de deportação devem sempre ser baseadas em casos individuais e não devem entrar em vigor antes da conclusão dos procedimentos de recurso&#8221;.</P><br />
<P>O alto-comissário destacou a necessidade de uma abordagem da questão &#8220;que tenha em conta a contribuição dos migrantes para as sociedades e economias europeias&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779265]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSD/Congresso: &#8220;Eu estou tudo menos preocupado com o meu futuro político&#8221; &#8212; Montenegro C/ ÁUDIO E VÍDEO)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 11:04:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do PSD e primeiro-ministro afirmou hoje não estar preocupado com o seu futuro político, dizendo que não se deixará intimidar nem cederá a qualquer tipo de pressão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do PSD e primeiro-ministro afirmou hoje não estar preocupado com o seu futuro político, dizendo que não se deixará intimidar nem cederá a qualquer tipo de pressão.</P><br />
<P>Luís Montenegro falava no arranque do 43.º Congresso do PSD, que decorre até domingo no Velódromo de Sangalhos, em Anadia (Aveiro).</P><br />
<P>&#8220;Foi a terceira vez que me elegeram presidente, quase que me apetece dizer: vocês já sabem o que a casa gasta, não tomaram essa decisão por engano: Eu estou tudo menos preocupado com o meu futuro político, sabem que eu sou de assumir o risco, de ousar de sonhar, não sou de me intimidar&#8221;, avisou, sem esclarecer os destinatários desta mensagem que parece ser dirigida a críticos internos.</P><br />
<P>O presidente do PSD e primeiro-ministro afirmou que tal não é dito &#8220;com arrogância ou soberba&#8221;, mas com &#8220;desprendimento e sentido de dever&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós não governamos por causa das eleições, mas a causa de ganharmos eleições é governarmos bem. Nós não somos os donos da verdade, mas nós temos a obrigação de executar o nosso compromisso, o nosso projeto, o nosso programa, porque foi essa a responsabilidade que nos foi dada pelas pessoas&#8221;, afirmou numa frase que faz lembrar outra do antigo líder do PSD Pedro Passos Coelho, &#8220;que se lixem as eleiçoes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estamos aqui para cumprir a nossa missão de levarmos o país para a frente, com firmeza, sem ceder a nenhum tipo de pressa&#8221;, acrescentou Montenegro.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779263]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sai mais cedo por falta de trabalho, acaba com várias costelas partidas e é despedido: tribunal considera injusto, mas não nulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 11:00:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[direito laboral]]></category>
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					<description><![CDATA[Um motorista de entregas foi despedido dois dias depois de uma discussão violenta com colegas de trabalho, na qual sofreu várias fraturas nas costelas e acabou de baixa médica durante quase três meses]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um motorista de entregas foi despedido dois dias depois de uma discussão violenta com colegas de trabalho, na qual sofreu várias fraturas nas costelas e acabou de baixa médica durante quase três meses. O caso, relatado pelo &#8216;HuffPost&#8217;, chegou à justiça espanhola e terminou com uma conclusão intermédia: o despedimento foi considerado improcedente, mas não nulo.</p>
<p>A história começou a 25 de junho de 2025, quando o trabalhador tentou sair antes do fim do turno. Alegou que já não havia trabalho por fazer e que precisava de se levantar cedo no dia seguinte para o outro emprego, como motorista de autocarro. Os colegas discordaram e lembraram que ainda havia tarefas pendentes, incluindo a limpeza das instalações e o fecho da caixa.</p>
<p>A discussão subiu de tom. Um responsável da empresa, que estava presente apesar de ser o seu dia de folga, tentou intervir, mas o conflito acabou por transformar-se numa agressão mútua. A Polícia Municipal teve de ser chamada ao local e o trabalhador sofreu várias fraturas nas costelas, ficando de baixa médica até 19 de setembro de 2025.</p>
<p>Dois dias depois do incidente, a empresa comunicou-lhe o despedimento. A justificação foi a de que o trabalhador não tinha superado o período experimental. O problema é que aquele argumento não resistiu ao histórico laboral do funcionário.</p>
<p>O motorista trabalhava de forma intermitente para a mesma empresa desde 2021. Tinha sempre a mesma categoria profissional, motorista de entregas, e desempenhava as mesmas funções. Por isso, quando a empresa lhe fez um novo contrato sem termo, em 13 de junho de 2025, para o mesmo posto, não fazia sentido voltar a impor um período experimental como se se tratasse de uma função desconhecida.</p>
<p>O Tribunal Social de San Sebastián deu-lhe parcialmente razão. Considerou que o despedimento era improcedente, por a justificação do período experimental não ser realista face ao percurso anterior do trabalhador na empresa. A consequência prática era limitada: a empresa teria de escolher entre reintegrá-lo, pagando os salários em atraso, ou pagar uma indemnização de 37,14 euros.</p>
<p>O trabalhador não aceitou esse desfecho e recorreu ao Tribunal Superior de Justiça do País Basco. Pretendia que o despedimento fosse declarado nulo, invocando a violação do direito à integridade física e moral e à dignidade no trabalho. Defendia que a agressão sofrida revelava uma falha da empresa na proteção da sua segurança.</p>
<p>Mas o tribunal voltou a travar essa leitura. Reconheceu que o empregador tem o dever de garantir a segurança dos trabalhadores, mas considerou que essa responsabilidade não é automática. Para responsabilizar a empresa por violação de direitos fundamentais, seria necessário provar não apenas o dano, mas também uma falha concreta e negligente da entidade patronal.</p>
<p>Segundo o &#8216;HuffPost&#8217;, os juízes valorizaram ainda o facto de a agressão ter sido recíproca e de ter resultado de uma discussão em que o próprio trabalhador participou. Por isso, não consideraram demonstrada uma culpa direta da empresa que justificasse transformar o despedimento improcedente em despedimento nulo.</p>
<p>A decisão mantém, assim, uma fronteira importante. A empresa não podia esconder-se atrás de um falso período experimental para afastar um trabalhador que já conhecia e que exercia as mesmas funções há anos. Mas o tribunal também não aceitou que a agressão, por si só, bastasse para declarar o despedimento nulo e responsabilizar automaticamente a entidade patronal.</p>
<p>A sentença do Tribunal Superior de Justiça do País Basco não era definitiva e ainda podia ser objeto de recurso para unificação de doutrina junto do Supremo Tribunal. Para já, fica uma história de trabalho precário, dois empregos, uma discussão que acabou em violência e uma decisão judicial que deu razão ao trabalhador, mas não tanta como ele esperava.</p>
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