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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Jul 2026 06:30:10 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Antiga Central de Sines vai ser alvo de detonação controlada esta quarta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 06:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Operação está marcada para as 10 horas e vai obrigar a condicionamentos de trânsito nas vias próximas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A antiga Central Termoelétrica de Sines, em São Torpes, será alvo esta quarta-feira de uma detonação controlada no âmbito dos trabalhos de desmantelamento das instalações. A operação está marcada para as 10 horas e vai obrigar a condicionamentos de trânsito nas vias próximas.</p>
<p>Em causa está a detonação controlada dos reatores SCR dos Grupos 1 e 2 da antiga central, numa intervenção comunicada pela EDP e pelo consórcio ACE à Câmara Municipal de Sines. O dispositivo de segurança começará a ser montado antes da operação, com ativação do perímetro exterior e início dos condicionamentos de trânsito previstos para as 9h30.</p>
<p>Por razões de segurança, será criado um perímetro de exclusão em torno da área de detonação, no qual não será permitida a permanência de pessoas durante a intervenção. As vias contíguas às antigas instalações da central termoelétrica ficarão condicionadas enquanto decorrerem os trabalhos.</p>
<p>A Câmara Municipal de Sines recomenda que a população evite circular na zona durante esse período e que respeite as indicações das autoridades, bem como a sinalização temporária colocada no local.</p>
<p>Segundo a informação divulgada pelo município, a operação deverá estar concluída até cerca das 11h00, incluindo a inspeção final e a desmobilização dos meios envolvidos. Este prazo poderá, no entanto, ser prolongado caso ocorra alguma situação anómala que obrigue a manter o dispositivo de segurança ativo por mais tempo.</p>
<p>A intervenção integra o processo de desativação da antiga Central Termoelétrica de Sines, uma das infraestruturas industriais mais marcantes da região de São Torpes, que deixou de produzir eletricidade a carvão no início de 2021.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786081]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Setor de viagens moçambicano liga irregularidades em agências a riscos já comunicados ao Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 06:30:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação das Agências de Viagens e Turismo de Moçambique (Avitum) afirmou hoje que as suspeitas de branqueamento de capitais envolvendo agências de viagens, apontado num relatório oficial, reforçam alertas anteriormente feitos ao Governo sobre vulnerabilidades no setor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Associação das Agências de Viagens e Turismo de Moçambique (Avitum) afirmou hoje que as suspeitas de branqueamento de capitais envolvendo agências de viagens, apontado num relatório oficial, reforçam alertas anteriormente feitos ao Governo sobre vulnerabilidades no setor.</P><br />
<P>&#8220;Num passado recente, a Avitum havia chamado a atenção do Estado moçambicano para a necessidade de proteger o licenciamento das agências de viagens apenas para moçambicanos ou para parcerias entre moçambicanos e investidores que tivessem como objetivo desenvolver o setor de forma significativa&#8221;, disse hoje à Lusa o presidente da associação, João das Neves.</P><br />
<P>A reação surge após a Lusa divulgar um relatório do Gabinete de Informação Financeira de Moçambique (GIFiM) identificando indícios de utilização de agências de viagens e turismo para alegados esquemas de branqueamento de capitais, exportação ilícita de capitais e fraude fiscal, envolvendo movimentações de, pelo menos, 58,2 mil milhões de meticais (805,5 milhões de euros) entre janeiro de 2022 e setembro de 2025.</P><br />
<P>Segundo o responsável, a preocupação apresentada às autoridades nacionais visava evitar que práticas identificadas noutros mercados fossem replicadas em Moçambique e garantir um melhor controlo da atividade.</P><br />
<P>&#8220;Infelizmente surgiram algumas agências estrangeiras que em pouco tempo se posicionaram como as agências que mais vendiam em Moçambique e em várias companhias aéreas sem terem nenhum histórico de penetração no nosso mercado, nessa altura verificamos que essas mesmas agências emitiam passagens de territórios internacionais sem partida, passagem ou chegada a Moçambique&#8221;, explicou, assinalando que o relatório veio agora &#8220;trazer à superfície&#8221; mais dados sobre um processo que a Avitum já considerava estranho.</P><br />
<P>Segundo João das Neves, a associação já havia defendido junto do Governo a restrição do licenciamento de agências de viagens e turismo a cidadãos moçambicanos ou a parcerias entre nacionais e investidores estrangeiros, como forma de mitigar práticas irregulares já identificadas noutros mercados e reforçar os mecanismos de controlo da atividade.</P><br />
<P>&#8220;Importa referir que a falta de estatísticas fiáveis e informação do mercado nunca permitiu uma análise sistemática das tendências e/ou informação que permitisse a Avitum saber o comportamento e atitude dessas agências&#8221;, assinalou, acrescentando que as empresas visadas não integravam a associação.</P><br />
<P>O responsável sublinhou que a associação se distancia das práticas descritas no relatório, que considera prejudiciais para as companhias aéreas, para as agências nacionais e para a economia. </P><br />
<P>Defendeu ainda o reforço da cooperação entre o Estado e as organizações representativas do setor, manifestando disponibilidade para colaborar com as autoridades no esclarecimento do caso e em iniciativas destinadas a reforçar os mecanismos de prevenção e controlo.</P><br />
<P>&#8220;O Governo deve reforçar a sua parceria com a Avitum como principal braço de controlo do sector e estimular que todas as agências sejam membros desta associação, porque, desta forma, é mais fácil controlar e orientar o setor&#8221;, disse. </P><br />
<P>&#8220;O fortalecimento do movimento associativo do sector é a forma mais eficaz de o Estado conseguir ter um parceiro estratégico no mercado para autorregular o mesmo com conhecimento, ponderação e equilíbrio&#8221;, concluiu o responsável.</P><br />
<P>A Lusa noticiou na secunda-feira que o GIFiM reconheceu fortes indícios de utilização de agências de viagens para branqueamento, exportação ilícita de capitais e fraude fiscal, após detetar 805,5 milhões de euros movimentados em três anos.</P><br />
<P>Num Relatório de Análise Estratégica, a que a Lusa teve acesso, o GIFiM escreve que empresas do setor receberam e movimentaram elevadas quantias, sobretudo em numerário, transferidas depois para contas bancárias em Moçambique tituladas por uma &#8220;organização internacional&#8221;, a partir das quais os fundos eram encaminhados para o estrangeiro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786588]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Inspeção instaurou 46 processos disciplinares a elementos da PSP e GNR em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 06:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) instaurou 46 processos de natureza disciplinar e aplicou oito penas a elementos da PSP e GNR no ano passado, o valor mais baixo desde 2021, segundo aquele organismo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) instaurou 46 processos de natureza disciplinar e aplicou oito penas a elementos da PSP e GNR no ano passado, o valor mais baixo desde 2021, segundo aquele organismo.</P><br />
<P>No relatório de 2025, publicado agora na página da Internet, a IGAI especifica que no ano passado foram instaurados 14 processos de inquérito e 32 processos disciplinares, num total de 46 de natureza disciplinar, para apuramento de circunstâncias de atos praticados por elementos das forças de segurança ou circunstancialismos relacionados com organismos do Ministério da Administração Interna (MAI).</P><br />
<P>Segundo a IGAI, os 46 processos de natureza disciplinar instaurados em 2025 registaram o valor mais baixo desde 2021, ano em que foram abertos 41, aumentando para 84 em 2022, baixando no ano seguinte para 65 e voltando a baixar para 51 em 2024.</P><br />
<P>Os processos de natureza disciplinar abertos pelo organismo que fiscaliza a atividade das polícias podem dar origem a processos de averiguações, inquéritos, sindicâncias e disciplinares, tendo em conta a natureza das situações que lhes dão origem.</P><br />
<P>Os dados mostram, no entanto, que os 32 processos disciplinares (o mais gravoso) instaurados em 2025 aumentaram ligeiramente em relação a 2024 (mais nove), mas foram menos do que em 2023 (45) e 2022 (53).</P><br />
<P>No que diz respeito aos processos de natureza disciplinar abertos na sequência do uso de arma de fogo, a IGAI assinala o registo no ano passado de duas pessoas feridas e três mortos na sequência de ação das forças de segurança.</P><br />
<P>Segundo a IGAI, duas pessoas foram feridas e outras duas foram mortas pela PSP e uma outra foi morta pela GNR, número de óbitos idêntico ao de 2024.</P><br />
<P>A IGAI abriu no ano passado 15 processos de natureza disciplinar em resultado de ofensas à integridade física, 12 dos quais a agentes da PSP e três a militares da GNR, menos 17 do que em 2024.</P><br />
<P>O documento indica ainda que a IGAI aplicou no ano passado oito penas disciplinares, o valor mais baixo desde 2021, ano em que as penas totalizaram 12, passando em 2022 e 2023 para 13 em cada ano e 19 em 2024.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786587]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Queixas contra atuação da PSP e GNR aumentaram cerca de 60% em seis anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 06:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As queixas apresentadas à Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) contra a atuação das forças de segurança aumentaram cerca de 60% em seis anos e totalizaram 1.722 no ano passado, sendo os elementos da PSP os mais visados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As queixas apresentadas à Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) contra a atuação das forças de segurança aumentaram cerca de 60% em seis anos e totalizaram 1.722 no ano passado, sendo os elementos da PSP os mais visados.</P><br />
<P>&#8220;De 2020 a 2025, o número de processos administrativos com origem em queixas/denúncias/participações manifestadas à IGAI tem vindo anualmente a aumentar, apenas se registando valores idênticos em 2022 e 2023. Em 2025 observa-se novamente um aumento do número de processos&#8221;, refere a IGAI no relatório do ano passado publicado agora na página da internet daquele organismo.</P><br />
<P>O documento indica que, em seis anos, as queixas contra os organismos tutelados pelo Ministério da Administração Interna (MAI), nomeadamente PSP e GNR, passaram de 1.072 em 2020 para 1.722 em 2025.</P><br />
<P>Segundo o relatório, em 2021 foram 1.174 as denúncias apresentadas à IGAI, aumentando para 1.436 no ano seguinte, número que se mantém em 2023, voltando a subir para 1.511 em 2024 e no ano passado aumentou novamente para 1.722.  </P><br />
<P>O organismo que fiscaliza a atividade das polícias acrescenta que os polícias da PSP foram os mais visados, com 880 queixas, seguidos dos militares da GNR, com 524. </P><br />
<P>A IGAI recebeu ainda 19 queixas referentes a outras entidades sob a tutela do MAI e 299 que visavam entidades sem a tutela do MAI.</P><br />
<P>A maior parte das denúncias estão relacionadas com a &#8220;violação de deveres de conduta&#8221; (procedimentos ou comportamentos incorretos), num total de 775, e &#8220;ofensas à integridade física&#8221; (438), correspondendo, respetivamente, a 45,01% e 25,44%, do total registado, indica a IGAI.</P><br />
<P>Das queixas relacionadas com a &#8220;violação de deveres de conduta&#8221;, 437 eram referentes a polícias da PSP e 276 a militares da GNR, enquanto 281 denúncias de &#8220;ofensas à integridade física&#8221; diziam respeito à PSP e 131 à GNR.</P><br />
<P>A IGAI recebeu igualmente 84 queixas de &#8220;abuso de autoridade&#8221;, 44 das quais da PSP e 31 da GNR. </P><br />
<P>No ano passado chegaram ainda àquele organismo quatro queixas relacionadas com &#8220;práticas discriminatórias&#8221; de agentes da PSP e três de militares da GNR.</P><br />
<P>&#8220;De realçar que não existem registos de situações de &#8216;detenção ilegal&#8217; de &#8216;crime contra a liberdade pessoal e sexual&#8217; e somente existe um registo de &#8216;morte&#8221;. No que diz respeito às situações de &#8216;violência doméstica&#8217;, manteve-se o mesmo número de registos (41)&#8221;, precisa a IGAI.</P><br />
<P>O documento acrescenta que a maior parte das queixas foi apresentada por cidadãos (1.020), seguindo-se as entidades judiciárias através da emissão de certidões (286) e da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (248).</P><br />
<P>Além dos processos administrativas abertos pela IGAI que têm origem nas queixas, a Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) instaura também processos de contraordenação, disciplinares e de natureza inspetiva. </P><br />
<P>A IGAI refere que desde 2020 tem havido um constante aumento do número total de processos instaurados, que passaram de 1.248 em 2020 para 1.804, registando só em 2023 uma ligeira diminuição.</P><br />
<P>A Inspeção-Geral da Administração Interna justifica este aumento com a subida de processos administrativos.</P><br />
<P>No ano passado, a IGAI instaurou sete processos de contraordenação, 46 disciplinares e 29 de natureza inspetiva.</P><br />
<P>A IGAI tem como missão a realização de auditorias, inspeções e fiscalização de todas as entidades, serviços e organismos tutelados pelo MAI.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786586]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugueses pedem crédito habitação por prazos cada vez mais longos: a média já ronda os 33 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 06:15:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ComparaJá]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O alongamento dos prazos é a resposta silenciosa ao preço das casas e ao peso da prestação no orçamento das famílias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O prazo médio dos créditos à habitação contratados em Portugal aproximou-se dos 33 anos, segundo os dados da <a href="https://www.comparaja.pt/credito-habitacao/analise-de-mercado" target="_blank" rel="noopener">Análise de Mercado de Crédito Habitação do ComparaJá</a>. É um número que, por si só, conta boa parte da história do mercado habitacional dos últimos anos.</p>
<p>Alargar o prazo de um empréstimo tem um efeito imediato e apelativo: reduz o valor da prestação mensal. Perante casas cada vez mais caras e um limite claro para a taxa de esforço que as famílias podem suportar, estender o crédito por mais anos é, muitas vezes, a única forma de fazer a prestação caber no orçamento.</p>
<p>Esse alívio no presente tem, contudo, um custo no futuro. Quanto mais longo o prazo, mais juros se pagam ao longo da vida do empréstimo, ainda que a prestação mensal seja menor. É um compromisso entre o que se consegue pagar hoje e o que se acaba por pagar no total, e a maioria das famílias, pressionada pelo presente, escolhe o presente.</p>
<p>O montante médio de empréstimo, situado em torno dos 196 mil euros, ajuda a explicar a equação. Com valores desta ordem, cada ano adicional de prazo faz diferença sensível na prestação, o que torna o alongamento uma alavanca quase inevitável para viabilizar a compra.</p>
<p>O prazo médio a caminho dos 33 anos é, no fundo, um retrato de acessibilidade: mostra o esforço que as famílias fazem para comprar casa num mercado com preços elevados. Não é um sinal de imprudência, é uma resposta racional a um problema estrutural, com uma fatura que, essa, se paga a muito longo prazo.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786367]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lei das burcas volta hoje ao Parlamento com alerta da Amnistia: “Discrimina e viola direitos humanos”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lei-das-burcas-volta-hoje-ao-parlamento-com-alerta-da-amnistia-discrimina-e-viola-direitos-humanos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 06:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Aministia Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Chega]]></category>
		<category><![CDATA[lei das burcas]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Assembleia da República discute esta quarta-feira, na especialidade, o projeto de lei do Chega sobre burcas e outros véus integrais e uma proposta de substituição apresentada pelo PSD]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Amnistia Internacional – Portugal voltou a condenar as propostas que pretendem proibir a ocultação do rosto em espaços públicos, numa altura em que a Assembleia da República discute esta quarta-feira, na especialidade, o projeto de lei do Chega sobre burcas e outros véus integrais e uma proposta de substituição apresentada pelo PSD.</p>
<p>Para a organização, o texto aprovado na generalidade é discriminatório e viola os direitos humanos das mulheres que optam por usar um véu para cobrir o rosto. A Amnistia considera ainda que a medida tem implicações na liberdade de religião, no direito à privacidade, na liberdade de expressão e na liberdade de reunião e manifestação pacíficas.</p>
<p>O projeto de lei do Chega foi aprovado na generalidade a 17 de outubro de 2025 e prevê a proibição da utilização de burcas e outros véus que ocultem o rosto em espaços públicos, invocando a defesa dos direitos das mulheres e razões de segurança. A iniciativa recebeu críticas de entidades como o Ministério Público e a Ordem dos Advogados, que emitiram pareceres desfavoráveis por considerarem que a proposta não respeita a liberdade de religião e de culto.</p>
<p>A proposta de substituição do PSD não faz referência explícita à burca, ao niqab ou ao islamismo, mas a Amnistia entende que a avaliação não deve limitar-se à formulação do texto. Para a organização, é necessário analisar os efeitos concretos da medida sobre os direitos fundamentais, em particular sobre mulheres muçulmanas que usam véus integrais como expressão da sua fé, identidade cultural ou crença.</p>
<p>A Amnistia levanta dúvidas sobre a compatibilidade da proibição com a Constituição, nomeadamente no que toca à liberdade de expressão e à liberdade de religião, previstas nos artigos 37.º e 41.º. A organização questiona também a conformidade da medida com as obrigações internacionais de Portugal em matéria de direitos humanos.</p>
<p>Segundo a Amnistia, estas propostas estão longe de promover os direitos das mulheres e podem produzir o efeito contrário ao pretendido. Uma proibição geral, alerta a organização, poderá aumentar a exclusão da vida pública, o isolamento social e as dificuldades de acesso à educação, ao emprego e a serviços públicos por parte das mulheres que optam por usar véus integrais.</p>
<p>A organização defende que nenhum decisor político deve ditar o que uma mulher pode ou não vestir e que nenhuma mulher deve ser punida por exercer a sua fé ou expressar a sua identidade. Para a Amnistia, uma proibição total de cobrir o rosto em espaços públicos restringe de forma desproporcional a liberdade religiosa, a liberdade de expressão e a autonomia pessoal.</p>
<p>A lei portuguesa já prevê restrições específicas ao uso de elementos que ocultem totalmente o rosto em contextos bem definidos, como controlos fronteiriços ou situações em que seja necessária a verificação de identidade. A Amnistia argumenta, por isso, que uma proibição geral em espaços públicos vai além do que é necessário para responder a questões de segurança.</p>
<p>O debate português acompanha uma tendência já adotada em mais de 20 países nos últimos anos, iniciada pela França em 2011. Ainda assim, a organização de direitos humanos insiste que Portugal deve avaliar a medida à luz dos seus compromissos constitucionais e internacionais, e não apenas por comparação com outros ordenamentos jurídicos.</p>
<p>Perante a discussão na especialidade, a Amnistia Internacional – Portugal apela aos deputados para que votem contra as propostas que proíbem a utilização de burcas e outros véus que ocultem o rosto em espaços públicos. Para a organização, o combate à discriminação e a defesa dos direitos das mulheres não devem passar por novas formas de restrição, mas por políticas que garantam autonomia, igualdade e participação plena na vida pública.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786255]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Secretário-geral da NATO considerou ataques dos EUA &#8220;absolutamente necessários&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 05:58:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da Aliança Atlântica, Mark Rutte, considerou hoje os últimos ataques norte-americanos no Irão como "absolutamente necessários", afirmou hoje à comunicação social em Ancara, no ínício do segundo dia da cimeira da NATO.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral da Aliança Atlântica, Mark Rutte, considerou hoje os últimos ataques norte-americanos no Irão como &#8220;absolutamente necessários&#8221;, afirmou hoje à comunicação social em Ancara, no ínício do segundo dia da cimeira da NATO.</P><br />
<P>&#8220;Penso que foi absolutamente necessário (&#8230;). Penso que é absolutamente crucial que os Estados Unidos reajam com firmeza&#8221;, afirmou holandês, que lidera a organização</P><br />
<P>O Comando Central dos EUA (Centcom, na sigla em inglês) confirmou na terça-feira ataques contra mais de 80 alvos em território iraniano, na sequência de disparos contra três navios comerciais no Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Segundo o Centcom, mais de 60 pequenas embarcações da Guarda da Revolução Islâmica do iranianas foram atacadas &#8220;para reduzir a capacidade do Irão de continuar a atacar o comércio internacional que flui através do corredor comercial internacional&#8221;.</P><br />
<P>O secretário-geral da OTAN afirmou ainda que espera que os Aliados da OTAN reafirmem &#8220;que o Irão não deve, em caso algum, adquirir capacidade nuclear&#8221;.</P><br />
<P>A afirmação, segundo diplomatas da Aliança, que a AFP não identificou, corresponde ao conteúdo da declaração final da cimeira da OTAN, que deverá ser aprovada na quinta-feira, no segundo e último dia da cimeira.</P><br />
<P>&#8220;O princípio da liberdade de navegação deve ser respeitado, para que o Estreito de Ormuz volte a estar totalmente aberto&#8221;, acrescentou Rutte.</P><br />
<P>Em alegada resposta à &#8220;violação clara&#8221; do acordo de cessar-fogo assinado em junho, Guarda da Revolução anunciou esta madrugada ter atingido 85 instalações militares norte-americanas no Kuwait e no Bahrein em resposta a bombardeamentos dos EUA em território iraniano.</P><br />
<P>&#8220;Em primeira resposta a esta agressão, a Marinha e a Força Aeroespacial da Guarda da Revolução realizaram uma operação conjunta com recurso a mísseis e drones, atingindo 85 instalações militares estratégicas norte-americanas e abatendo um drone MQ-9&#8221;, anunciou o braço militar do regime dos aiatolas num comunicado divulgado pela televisão oficial iraniana.</P><br />
<P>Já o ministério iraniano dos Negócios Estrangeiros emitiu uma &#8220;séria advertência sobre as consequências do incumprimento do acordo&#8221;.</P><br />
<P>Em paralelo, o Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, que se encontrava no Iraque para participar nos funerais do líder supremo Ali Khamenei, regressou a Teerão após os últimos ataques, informou a agência de notícias estatal iraniana IRNA.</P><br />
<P>O ataque iraniano foi confirmado esta madrugada pelo Kuwait e o Bahrein. O Exército do Kuwait informou estar a responder a ataques de drones e mísseis e Ministério do Interior so Bahrein anunciou a ativação dos alertas aéreo a seguir aos bombardeamentos norte-americanos. </P><br />
<P>Nas últimas semanas, as tensões entre Washington e Teerão voltaram a intensificar-se, com ataques iranianos contra navios e bombardeamentos norte-americanos contra alvos militares na costa sul do Irão, num confronto pelo controlo do Estreito de Ormuz, por onde transita um quinto do comércio mundial de petróleo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786585]]></sapo:autor>
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		<title>Pensões pagas em dobro começam a cair nas contas esta quarta-feira</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pensoes-pagas-em-dobro-comecam-a-cair-nas-contas-esta-quarta-feira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 05:45:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[segurança social]]></category>
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					<description><![CDATA[Os primeiros a receber são os pensionistas da Segurança Social]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta quarta-feira é dia de conta reforçada para milhões de pensionistas: além da pensão de julho, a Segurança Social paga também o subsídio de férias. Na prática, muitos reformados vão receber a dobrar — mas há quem tenha de esperar mais alguns dias.</p>
<p>Os primeiros a receber são os pensionistas da Segurança Social. Esta quarta-feira são pagas as pensões de velhice, invalidez e sobrevivência, em simultâneo com o subsídio de férias. No mesmo dia serão também processados o Complemento Solidário para Idosos, a Prestação Social para a Inclusão e o reembolso de despesas de funeral.</p>
<p>Já os aposentados e reformados da Caixa Geral de Aposentações terão de esperar mais alguns dias. De acordo com o calendário de pagamentos da CGA, a pensão de julho e o respetivo subsídio de férias, correspondente ao 14º mês, serão pagos no dia 17 de julho.</p>
<p>Julho é, a par de dezembro, um dos meses em que os pensionistas recebem um reforço mais expressivo no rendimento. Para muitas famílias, este pagamento funciona como uma almofada financeira numa altura em que aumentam as despesas associadas às férias, deslocações, apoio a filhos e netos ou simplesmente ao custo de vida.</p>
<p>Os valores pagos este mês já refletem a atualização das pensões aplicada no início do ano. As pensões até 1.074,26 euros tiveram um aumento de 2,8%, enquanto os escalões seguintes foram atualizados em 2,27% e 2,02%. As pensões superiores a 12 vezes o Indexante dos Apoios Sociais, acima de 6.445,56 euros, ficaram sem atualização.</p>
<p>Também os valores mínimos foram revistos. Um pensionista com carreira contributiva entre 15 e 20 anos recebe uma pensão mínima de 357,80 euros, o que significa que este mês terá direito a 715,60 euros com o subsídio de férias incluído. Já quem tem 31 ou mais anos de descontos recebe uma pensão mínima de 493,52 euros, elevando o pagamento de julho para, pelo menos, 987,04 euros.</p>
<p>O calendário da Segurança Social para julho inclui ainda outros pagamentos. O apoio à renda foi processado na terça-feira; as prestações familiares e o primeiro pagamento dos subsídios de desemprego, doença, parentalidade e ação social chegam no dia 16; o Fundo de Garantia de Alimentos Devidos a Menores será pago no dia 21; e o Fundo de Garantia Salarial e o Rendimento Social de Inserção estão previstos para dia 23.</p>
<p>O mês termina com novo processamento no dia 28, data reservada ao segundo pagamento dos subsídios de desemprego, doença, parentalidade e ação social, bem como ao Subsídio de Apoio ao Cuidador Informal. A Segurança Social divulga mensalmente este calendário para dar maior previsibilidade aos beneficiários e permitir uma melhor gestão do orçamento familiar.</p>
<p>Caso o valor não entre na conta na data prevista, os beneficiários devem confirmar se o IBAN registado está correto, uma vez que erros nos dados bancários continuam a estar entre as causas frequentes de atrasos. Se a situação persistir, a recomendação é consultar a Segurança Social Direta ou contactar os serviços competentes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785697]]></sapo:autor>
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		<title>Calor começa a dar tréguas, mas interior ainda pode chegar aos 40 graus esta quarta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 05:30:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alívio, já sentido no litoral Norte e Centro, deverá tornar-se mais evidente a partir de quinta-feira, com uma descida gradual das máximas e das mínimas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental chega a esta quarta-feira ainda sob o efeito do calor intenso, com avisos meteorológicos em vários distritos e temperaturas que podem voltar a aproximar-se dos 40 graus em zonas do interior. O alívio, já sentido no litoral Norte e Centro, deverá tornar-se mais evidente a partir de quinta-feira, com uma descida gradual das máximas e das mínimas.</p>
<p>Segundo as previsões meteorológicas do &#8216;Tempo.pt&#8217;, a situação deverá mudar de forma progressiva. A entrada de ar marítimo começou a fazer descer as temperaturas junto à costa, devolvendo ao Atlântico o papel de “ar condicionado natural” do país. No litoral Norte e Centro, o efeito já se traduziu em noites menos quentes e numa descida significativa das máximas, sobretudo em comparação com os valores registados nos dias anteriores.</p>
<p>O interior, porém, continuará a sentir o calor de forma mais intensa durante esta quarta-feira. Castelo Branco poderá aproximar-se dos 39 graus, enquanto Évora e Beja deverão voltar a rondar os 38 graus, mantendo-se entre as cidades mais quentes de Portugal continental. O período entre as 16h00 e as 17h00 deverá concentrar o pico de calor, devido à acumulação de radiação solar e à persistência da massa de ar quente.</p>
<p>Os avisos meteorológicos por tempo quente deverão manter-se até ao final do dia, embora com uma redução gradual do risco do litoral para o interior. Em algumas zonas interiores, como Bragança, Guarda, Castelo Branco e Portalegre, o aviso amarelo poderá ainda prolongar-se até quinta-feira ou sexta-feira, dependendo da evolução da temperatura.</p>
<p>A mudança será mais clara a partir de quinta-feira, quando se espera uma descida generalizada dos valores máximos. Para esse dia, as temperaturas deverão variar entre cerca de 20 graus em Viana do Castelo e 37 graus em Castelo Branco e Beja. Na sexta-feira, a tendência de descida deverá continuar, com máximas entre os 20 graus no litoral Norte e os 34 graus no interior.</p>
<p>O fim de semana deverá trazer um cenário mais próximo do normal para julho: tempo mais fresco junto ao litoral, com nebulosidade matinal, neblina ou nevoeiro em alguns pontos da costa, e temperaturas mais elevadas no interior. No sábado, as máximas deverão ficar entre os 20 graus em Viana do Castelo e os 30 graus em Bragança, embora o Vale do Douro possa ainda atingir cerca de 35 graus.</p>
<p>A alteração do padrão atmosférico está relacionada com o afastamento do anticiclone para norte e com a possível formação de centros de baixa pressão sobre a Península Ibérica. Esta mudança poderá trazer mais nebulosidade ao Norte e Centro e até alguma chuva fraca no final da semana, sobretudo no Norte do país. Na sexta-feira, a precipitação poderá surgir durante a tarde e concentrar-se mais para o final do dia no Nordeste Transmontano.</p>
<p>No sábado, não está excluída a ocorrência de chuva fraca entre o noroeste e o nordeste, sobretudo durante a tarde, devido à influência da baixa pressão sobre a Península Ibérica. No domingo, o domínio das altas pressões deverá regressar, trazendo novamente maior estabilidade ao estado do tempo.</p>
<p>Apesar do alívio esperado, os últimos dias confirmam a intensidade do episódio de calor. A massa de ar quente manteve-se instalada sobre Portugal e grande parte da Península Ibérica, com valores a cerca de 1500 metros de altitude muito acima do habitual. Em grande parte do território continental, as temperaturas estiveram entre 6 e 8 graus acima da média climatológica para esta época do ano.</p>
<p>O IPMA assinalou ainda que, até ao início de julho, Portugal continental já tinha registado seis ondas de calor em 2026, ocorridas em fevereiro, março, abril, maio e junho. Só nos primeiros seis meses do ano foram contabilizados 59 dias em situação de onda de calor, reforçando uma tendência de maior frequência destes episódios, já não concentrados apenas no verão.</p>
<p>A onda de calor mais marcante em Portugal continental continua a ser a de julho e agosto de 2003, pela duração, extensão territorial e recordes registados. Foi nessa altura que a estação meteorológica da Amareleja atingiu 47,3 graus, o valor mais elevado alguma vez observado no continente. O IPMA sublinha que a repetição destes episódios reforça a necessidade de monitorização dos extremos de temperatura e de medidas de adaptação climática.</p>
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		<title>Depois de falar com Putin, Trump reúne-se hoje com Zelensky à margem da NATO: o que está em causa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 05:15:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[Reunião acontece depois de vários meses marcados pelo impasse nas tentativas de mediação dos Estados Unidos e pela atenção desviada para o conflito no Médio Oriente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump reúne-se esta quarta-feira com Volodymyr Zelensky à margem da cimeira da NATO, em Ancara, num encontro em que a guerra na Ucrânia voltará ao centro da agenda diplomática americana. A reunião acontece depois de vários meses marcados pelo impasse nas tentativas de mediação dos Estados Unidos e pela atenção desviada para o conflito no Médio Oriente.</p>
<p>O encontro entre o presidente dos Estados Unidos e o homólogo ucraniano foi confirmado pela Casa Branca e deverá centrar-se numa eventual nova tentativa de Washington para aproximar Kiev e Moscovo de um acordo. Trump prometeu durante a campanha presidencial que conseguiria pôr fim rapidamente à guerra, mas o conflito iniciado pela invasão russa de fevereiro de 2022 continua sem solução à vista.</p>
<p>Zelensky tem procurado recuperar a atenção de Washington para a frente ucraniana, numa altura em que Kiev considera estar em melhor posição militar e política para discutir uma saída negociada. O presidente ucraniano afirmou, após uma conversa telefónica com Trump, que existe uma “possibilidade real” de pôr fim à guerra e que a determinação dos Estados Unidos será decisiva para qualquer avanço diplomático.</p>
<p>Na conversa com o líder americano, Zelensky terá abordado a situação na linha da frente, onde as forças russas têm procurado manter pressão no leste da Ucrânia. Kiev rejeitou recentemente alegações russas de conquista da cidade estratégica de Kostiantynivka e tem insistido que os avanços de Moscovo estão longe da dimensão apresentada pelo Kremlin.</p>
<p>A Ucrânia tem também intensificado ataques de longo alcance contra território russo, sobretudo contra infraestruturas ligadas ao esforço militar e energético de Moscovo. Para Kiev e para vários parceiros europeus, essa capacidade aumenta a pressão sobre a Rússia e pode reforçar a posição ucraniana numa eventual mesa negocial.</p>
<p>Trump falou também no fim de semana com Vladimir Putin, numa chamada que durou mais de uma hora. Segundo o Kremlin, o presidente russo reiterou a intenção de Moscovo de tomar todo o Donbass, apesar dos apelos americanos a um fim rápido das hostilidades. O conselheiro diplomático do Kremlin, Yuri Ushakov, afirmou que Trump voltou a mostrar disponibilidade para procurar uma solução pacífica para a guerra.</p>
<p>As declarações russas sobre ganhos territoriais têm sido contestadas por analistas militares. O Instituto para o Estudo da Guerra, nos Estados Unidos, considerou exageradas as afirmações de Putin sobre a dimensão dos avanços russos desde o início do ano, defendendo que os dados disponíveis no terreno não sustentam a narrativa apresentada por Moscovo.</p>
<p>A reunião de Ancara surge, por isso, num momento sensível. Para Zelensky, o objetivo passa por convencer Trump de que a Ucrânia ainda pode negociar a partir de uma posição de força. Para o presidente americano, o encontro será mais uma tentativa de se apresentar como mediador capaz de desbloquear um conflito que continua a desafiar as promessas feitas em Washington.</p>
<p>Além da reunião com Zelensky, Trump terá outros encontros bilaterais à margem da cimeira da NATO, incluindo com o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, e com o presidente sírio Ahmad al-Sharaa. A cimeira decorre num contexto particularmente tenso para a Aliança Atlântica, entre a guerra na Ucrânia, a pressão americana por mais gastos em defesa e as consequências do conflito no Médio Oriente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785681]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Transações suspeitas nos casinos da capital mundial do jogo sobem 8,7%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/transacoes-suspeitas-nos-casinos-da-capital-mundial-do-jogo-sobem-87/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 03:51:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de transações suspeitas registadas em casinos de Macau, capital mundial do jogo, subiu 8,7% na primeira metade do ano, em comparação com o mesmo período de 2025, de acordo com dados oficiais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de transações suspeitas registadas em casinos de Macau, capital mundial do jogo, subiu 8,7% na primeira metade do ano, em comparação com o mesmo período de 2025, de acordo com dados oficiais.</P><br />
<P>O Gabinete de Informação Financeira (GIF) referiu que as seis operadoras de casinos na região chinesa submeteram, no total, 2.018 participações de transações suspeitas de branqueamento de capitais ou de financiamento do terrorismo.</P><br />
<P>Segundo estatísticas divulgadas na terça-feira, o GIF apontou &#8220;o aumento do número de participações reportadas pelo setor do jogo&#8221; como a principal razão para uma subida de 9,5% no número total de transações suspeitas.</P><br />
<P>Entre janeiro e junho, o gabinete recebeu 2.753 participações, sendo que 73,3% vieram das concessionárias de casinos, enquanto 19,1% vieram de bancos e seguradoras e 7,6% de outras instituições e entidades.</P><br />
<P>Os setores referenciados, incluindo lojas de penhores, joalharias, imobiliárias e casas de leilões, são obrigados a comunicar às autoridades qualquer transação igual ou superior a 500 mil patacas (cerca de 54 mil euros).</P><br />
<P>Em 2025, o GIF recebeu 4.925 participações, menos 6,1% do que no ano anterior, quando a região semiautónoma chinesa tinha fixado um recorde no número de transações suspeitas.</P><br />
<P>No final de março, o Ministério Público de Taiwan acusou 10 pessoas de usarem casinos de Macau para branquear 33 mil milhões de dólares taiwaneses (893 milhões de euros), provenientes de jogo ilegal na Internet.</P><br />
<P>Em março de 2022, o Departamento de Estado dos EUA designou Macau como um dos principais pontos de branqueamento de capitais a nível mundial, apontando os angariadores de grandes apostadores (conhecidos como &#8216;junkets&#8217;) e as &#8220;atividades ilícitas que eles muitas vezes facilitam&#8221;.</P><br />
<P>Isto apesar da detenção, em novembro de 2021, de Alvin Chau Cheok Wa, líder da Suncity, então o maior angariador de apostas VIP do mundo.</P><br />
<P>No início de abril, especialistas em crime organizado indicaram à Lusa que Macau continua a ser um &#8220;nó fundamental para a lavagem de dinheiro&#8221; por organizações criminosas, apesar do desmantelamento do sistema de &#8216;junkets&#8217;.</P><br />
<P>&#8220;Embora grandes sindicatos criminosos chineses tenham deslocado operações pelo Sudeste Asiático em resposta a medidas repressivas, Macau continua a ser um ponto operacional e de encontro para estas redes profundamente enraizadas&#8221;, disse Martin Pubrick, antigo membro da Polícia Real de Hong Kong e especialista em corrupção e crime organizado.</P><br />
<P>&#8220;Casas de câmbio, lojas de penhores e movimentos através de cartões de crédito absorveram essa procura, o que pode significar que a lavagem de dinheiro em Macau é hoje menos centralizada e menos visível&#8221;, sublinhou John Wojcik, investigador sénior da Infoblox Threat Intelligence e ex-analista do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786583]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Cooperativa de Café de Timor-Leste apela ao investimento e alerta para queda de produção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 02:28:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Cooperativa Café Timor-Leste (CCTL) defendeu hoje o reforço do investimento no setor agrícola, designadamente no café, alertando para o efeito das alterações climáticas e envelhecimento das plantações na produção e principal exportação timorense depois do petróleo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Cooperativa Café Timor-Leste (CCTL) defendeu hoje o reforço do investimento no setor agrícola, designadamente no café, alertando para o efeito das alterações climáticas e envelhecimento das plantações na produção e principal exportação timorense depois do petróleo.</P><br />
<P>&#8220;A produção de café já não é como antigamente, devido às alterações climáticas, à redução da floração dos cafeeiros, ao envelhecimento das plantações e ao facto de muitas pessoas já não tratarem dos seus cafezais. Atualmente, os cafeicultores limitam-se praticamente à colheita do café maduro&#8221;, afirmou à Lusa o presidente da CCTL, Mário Soares.</P><br />
<P>Segundo o responsável, em 2025, a cooperativa exportou cerca de 1.600 toneladas de café para países como os Estados Unidos, China, Nova Zelândia, Japão e Austrália.</P><br />
<P>Em 2024, a CCTL adquiriu 4.000 toneladas de café em cereja. Em 2025, esse volume aumentou para 8.500 toneladas. Contudo, salientou Mário Soares, desde o início de 2026 até ao momento, a cooperativa comprou apenas 600 toneladas, refletindo uma quebra da produção.</P><br />
<P>O café representa 90% das exportações não petrolíferas de Timor-Leste e cerca de 35% da população timorense depende financeiramente da sua produção.</P><br />
<P>Dados do Plano de Ação Nacional para a Indústria Transformadora 2026-2031 (PANIT), aprovado recentemente pelo Governo timorense, indicam que o valor aproximado das exportações de café em 2024 foi de 17,8 milhões de dólares (15,6 milhões de euros).</P><br />
<P>Porém, embora o valor represente uma melhoria em relação a 2023, quando foram exportados 14,47 milhões de dólares (12,6 milhões de euros), a &#8220;situação continua desfavorável&#8221; quando comparada com 2021 e 2002, quando o valor das exportações ultrapassou os 25 milhões de dólares (cerca de 22 milhões de euros).</P><br />
<P>Globalmente, segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), citados no PANIT, a produção de café representa menos de 0,1% do mercado mundial.</P><br />
<P>Apesar destes desafios, a CCTL continua a realizar ações de sensibilização, formação e capacitação dirigidas aos produtos de café, para aumentar a produção em Timor-Leste.</P><br />
<P>&#8220;Por isso, a CCTL apela ao Governo para investir mais no setor agrícola e que reduza a excessiva dependência do setor petrolífero&#8221;, afirmou Mário Soares.</P><br />
<P>Além do café, a CCTL exporta também outros produtos agrícolas, como baunilha, cacau, cravinho e pimenta, embora em quantidades reduzidas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786582]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Mais de cem economistas pedem aos EUA e FMI levantamento de sanções</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 01:53:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 100 economistas e académicos apelaram ao Governo dos EUA para que levante as sanções económicas contra a Venezuela e solicitaram ao Fundo Monetário Internacional (FMI) que facilite o acesso do país a mecanismos financeiros internacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 100 economistas e académicos apelaram ao Governo dos EUA para que levante as sanções económicas contra a Venezuela e solicitaram ao Fundo Monetário Internacional (FMI) que facilite o acesso do país a mecanismos financeiros internacionais.</P><br />
<P>Numa carta dirigida à Administração norte-americana e ao FMI, os signatários solicitaram a retirada das restrições que afetam o Banco Central da Venezuela (BCV), a petrolífera estatal PDVSA e outras instituições, e que seja permitido ao país o acesso a recursos internacionais destinados à resposta humanitária, à reconstrução e a fazer face à emergência provocada pelos terramotos registados em junho.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento de emergência, as sanções não só são contraproducentes, como impedem que os recursos necessários cheguem àqueles que mais precisam deles&#8221;, salienta a carta assinada por 113 académicos. </P><br />
<P>Entre os signatários constam o economista norte-americano Jeffrey Sachs, professor da Universidade de Columbia; Isabella Weber, economista da Universidade de Massachusetts Amherst; e Andrés Arauz, investigador do Centro de Investigação Económica e Política (CEPR).</P><br />
<P>&#8220;O FMI deve garantir que a Venezuela tenha acesso aos recursos necessários para a reconstrução e a recuperação económica&#8221;, indica o documento, que também apela à revisão das restrições que afetam a participação do país nos mecanismos da instituição.</P><br />
<P>Os signatários defendem que, perante uma emergência desta magnitude, as medidas económicas restritivas devem ser revistas para facilitar a assistência e a reconstrução.</P><br />
<P>O apelo surge, além disso, num momento de mudanças na relação entre a Venezuela e o FMI, depois de a organização ter anunciado o reatamento dos contactos com Caracas, após anos de interrupção.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 que abalaram a região norte da Venezuela na quarta-feira, 24 de junho, causaram danos consideráveis em habitações, ativos económicos, comércios e outros tipos de construções, bem como vítimas mortais cujo número continua a ser contabilizado à medida que avançam os trabalhos de resgate e remoção de escombros.</P><br />
<P>O número de vítimas mortais aumentou, no último balanço, para 3.685 mortos e 16.740 feridos, a grande maioria no estado de La Guaira, o mais devastado do país. O número de desaparecidos é ainda indeterminado.</P><br />
<P>O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo aumentou para 100, registando-se ainda 59 cidadãos desaparecidos ou incontactáveis, segundo o ministério português dos Negócios Estrangeiros esta terça-feira.</P><br />
<P>Os Estados Unidos mantêm há anos um amplo regime de sanções contra a Venezuela, que afeta setores estratégicos como o petrolífero e limita determinadas operações financeiras.</P><br />
<P>A carta solicita também ao FMI que facilite o acesso a instrumentos de emergência para apoiar a recuperação do país.</P><br />
<P>Os economistas defendem que o levantamento dessas restrições permitirá ao país dispor de mais recursos para fazer face à crise, uma posição que Washington ainda não apoiou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786581]]></sapo:autor>
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		<title>Argentina anuncia construção de novo reator nuclear com financiamento 100% privado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 01:50:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Argentina anunciou na terça-feira a construção de um novo reator nuclear perto da capital, financiado a 100% por investimento privado, numa altura em que a Comissão Nacional de Energia Nuclear enfrenta medidas de austeridade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Argentina anunciou na terça-feira a construção de um novo reator nuclear perto da capital, financiado a 100% por investimento privado, numa altura em que a Comissão Nacional de Energia Nuclear enfrenta medidas de austeridade.</P><br />
<P>O &#8220;primeiro reator nuclear financiado a 100% por capital privado&#8221;, como sublinhou o Presidente argentino, Javier Milei, está estimado em 1.200 milhões de dólares (1.051,85 milhões de euros), e irá criar 2.000 postos de trabalho, ainda segundo o chefe de Estado.</P><br />
<P>A empresa Meitner Energy, com capital norte-americano e argentino, &#8220;investirá 1.200 milhões de dólares na construção de um reator nuclear modular de 300 megawatts nas instalações de Atucha&#8221;, a norte de Buenos Aires, precisou o porta-voz da Presidência, Adrián Ravier, durante uma conferência de imprensa.</P><br />
<P>O anúncio surge num momento em que a Comissão Nacional de Energia Atómica (CNEA) se encontra no centro de um conflito social, na sequência de despedimentos.</P><br />
<P>O presidente da CNEA, Martín Porro, despediu há uma semana 61 funcionários, que exerciam &#8220;principalmente funções administrativas&#8221;. A decisão desencadeou manifestações em frente à instituição.</P><br />
<P>Segundo a Associação dos Trabalhadores do Estado (ATE), cerca de uma centena de funcionários dos 3.000 que integram a CNEA foram despedidos na semana passada e dois quadros apresentaram demissão.</P><br />
<P>Os despedimentos inscrevem-se no âmbito de medidas de austeridade implementadas por Milei na maioria dos setores, incluindo o nuclear.</P><br />
<P>Desde que assumiu o poder em 2023, o orçamento da CNEA foi reduzido em 58%, segundo o meio de comunicação argentino Chequeado, que citou dados oficiais.</P><br />
<P>A Argentina conta com três centrais nucleares em funcionamento: Atucha I, Atucha II e Embalse, que contribuem para gerar cerca de 8% da produção de eletricidade do país.</P><br />
<P>Apenas dois outros países possuem esta tecnologia na América Latina: o Brasil e o México.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786580]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a perder 0,82%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 00:40:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em queda, com o principal índice, o Nikkei, a descer 0,82% para 67.700,36 pontos, meia hora depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em queda, com o principal índice, o Nikkei, a descer 0,82% para 67.700,36 pontos, meia hora depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>Já o segundo indicador, o Topix, subia 0,90% para 4.025,59 pontos, às 09:32 locais (01:32 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786579]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pelo menos 5 mulheres acusam cardeal-arcebispo de Rabat de abusos &#8211; AFP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 00:02:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos cinco mulheres acusaram de abuso sexual o cardeal-arcebispo de Rabat, Cristóbal López Romero, na sequência de uma investigação da Agence France-Presse (AFP), o que levou o sacerdote a afastar-se temporariamente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos cinco mulheres acusaram de abuso sexual o cardeal-arcebispo de Rabat, Cristóbal López Romero, na sequência de uma investigação da Agence France-Presse (AFP), o que levou o sacerdote a afastar-se temporariamente.</P><br />
<P>O cardeal espanhol, de 74 anos, que é arcebispo de Rabat desde março de 2018, nega as acusações.</P><br />
<P>A AFP obteve o testemunho de uma das mulheres que acusa o clérigo, que participa na Igreja Católica e confirmou episódios recorrentes de abuso sexual, e analisou o depoimento escrito de outra mulher, apresentado à Nunciatura Apostólica &#8212; a embaixada do Vaticano na capital marroquina.</P><br />
<P>Nesse documento, a mulher acusa o cardeal de ações físicas que &#8220;percebeu como inadequadas&#8221;, incluindo &#8220;abraços particularmente intensos e prolongados&#8221; e uma tentativa de aproximação física, descrita por ela como equivalente a uma tentativa de beijá-la, investida da qual ela diz ter conseguido escapar, embora com dificuldade.</P><br />
<P>Uma fonte da Arquidiocese de Rabat também informou a AFP que pelo menos outras três mulheres relataram ter sido vítimas de &#8220;incidentes semelhantes&#8221;.</P><br />
<P>Contactado pela AFP a respeito das acusações, Cristóbal López Romero disse que já tinha &#8220;respondido aos seus superiores eclesiásticos&#8221;, tendo-se mostrado disponível para colaborar com o Vaticano.</P><br />
<P>&#8220;Durante este período de investigação, para não a prejudicar, afastar-me-ei, abstendo-me de presidir a quaisquer celebrações públicas ou de participar em quaisquer atividades pastorais&#8221;, acrescentou, numa declaração separada dirigida aos fiéis da Arquidiocese e compartilhada com a AFP.</P><br />
<P>Escolhidos pelo Papa, os cardeais formam o círculo íntimo das mais altas autoridades da Igreja Católica, com aqueles que têm menos de 80 anos a participarem nos conclaves que determinam a sucessão.</P><br />
<P>Antes do conclave de maio de 2025, no qual o norte-americano Robert Prevost foi escolhido para se tornar Leão XIV, sucedendo a Francisco, o arcebispo López Romero estava entre os cardeais com maior probabilidade de ser eleito Papa.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786578]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Deputados irlandeses aprovam proibição de importações dos colonatos israelitas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/deputados-irlandeses-aprovam-proibicao-de-importacoes-dos-colonatos-israelitas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 23:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os deputados irlandesas aprovaram na terça-feira a proibição da importação de produtos oriundos dos colonatos nos territórios palestinianos ocupados, considerados ilegais pela ONU.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os deputados irlandesas aprovaram na terça-feira a proibição da importação de produtos oriundos dos colonatos nos territórios palestinianos ocupados, considerados ilegais pela ONU.  </P><br />
<P>Esta medida, que tem agora de ser aprovada pela câmara alta do parlamento irlandês, vai interditar a importação de bens agrícolas e industriais, mas não de serviços. </P><br />
<P>O governo de centro-direita tinha considerado que esta medida era uma &#8220;obrigação face ao direito internacional&#8221;, depois de uma decisão do Tribunal Internacional de Justiça, de 2024. </P><br />
<P>A Espanha já tinha proibido, em outubro de 2023, a importação de produtos &#8220;provenientes das colónias ilegais na Faixa de Gaza e na Cisjordânia&#8221;. </P><br />
<P>Antes, em Estrasburgo, o primeiro-ministro irlandês, Micheál Martin, apelou aos parceiros europeus para que &#8220;façam mais&#8221; para pressionar Israel pelas suas ações na Faixa de Gaza e na Cisjordânia. </P><br />
<P>&#8220;Provoca-nos uma profunda e justificada tristeza e ira que a Europa não faça o suficiente para pressionar Israel perante as suas escandalosas ações&#8221;, disse Martin, no Parlamento Europeu, durante a apresentação das prioridades do seu país enquanto presidente do Conselho da União Europeia, cargo rotativo que passou a desempenhar desde 01 de julho. </P><br />
<P>Aos eurodeputados, Martin realçou que &#8220;nao há justificação para a escala de morte, destruição e deslocações&#8221; a que se assiste na Palestina.</P><br />
<P>Na terça-feira, os militares israelitas mataram mais cinco palestinianos na Faixa de Gaza, o que aumentou para 1.081 o total de mortos desde o início do cessar-fogo, em 10 de outubro de 2025, enquanto o de feridos já ascende a cerca de 3.500.</P><br />
<P>No total, desde outubro de 2023, os israelitas já mataram mais de 73.100 e feriram mais de 173.500 palestinianos, em uma ofensiva qualificada internacionalmente como &#8220;genocídio&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786577]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Israel anuncia exercícios militares nos Montes Golã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 23:50:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As Forças de Defesa de Israel anunciaram que vão realizar hoje exercícios militares nos Montes Golã tendo alertado as populações locais para "um movimento intenso" de forças de segurança e de veículos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As Forças de Defesa de Israel anunciaram que vão realizar hoje exercícios militares nos Montes Golã tendo alertado as populações locais para &#8220;um movimento intenso&#8221; de forças de segurança e de veículos.</P><br />
<P>&#8220;Um exercício militar vai decorrer amanhã de manhã [hoje] nos Montes Golã. Durante as manobras, haverá movimentações de forças de segurança e de veículos. Sons de explosões poderão ser ouvidos na região&#8221;, informou o Exército israelita na terça-feira, nas redes sociais.</P><br />
<P>As FDI salientam que não há motivos para preocupação quanto a eventuais acidentes de segurança e prometem informar os habitantes &#8220;caso ocorra um incidente real&#8221;.</P><br />
<P>Israel assumiu o controlo dos Montes Golã, antes pertencentes à Síria, durante a Guerra dos Seis Dias (1967) e a Guerra do Yom Kippur (1973), tendo anexado efetivamente o território em 1981, num ato sem reconhecimento da comunidade internacional.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786576]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Governo talibã pede ajuda à ONU para habitação e emprego</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governo-taliba-pede-ajuda-a-onu-para-habitacao-e-emprego/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 23:45:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo talibã pediu à ONU investimentos em habitação e emprego para absorver os mais de oito milhões de refugiados afegãos que, segundo as suas estatísticas, regressaram ao país desde 2021.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O governo talibã pediu à ONU investimentos em habitação e emprego para absorver os mais de oito milhões de refugiados afegãos que, segundo as suas estatísticas, regressaram ao país desde 2021.</P><br />
<P>O pedido foi feito na terça-feira, durante a visita de dois dirigentes da ONU ao país. </P><br />
<P>&#8220;Tem de se prestar atenção à construção de habitações para os refugiados e à criação de oportunidades de emprego&#8221;, disse o vice-ministro de Assuntos Administrativos, Abdul Salam Hanafi, durante um encontro conjunto em Cabul com o administrador do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Alexander De Croo, e o alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), Barham Salih. </P><br />
<P>Em comunicado difundido pelo porta-voz adjunto do governo talibã, Hamdullah Fitrat, o vice ministro disse que os mais de oito milhões de refugiados que regressaram desde que os talibãs tomaram o poder em agosto de 2021, perante o endurecimento das expulsões e regressos de Estados vizinhos, como Paquistão e Irão, aumentaram a pressão sobre comunidades já afetadas pela pobreza e falta de infraestruturas. </P><br />
<P>Segundo o comunicado, De Croo declarou que o PNUD e organizações associadas estão preparados para dar a cooperação necessária nas áreas de reforço do sistema económico e do comércio regional, no desenvolvimento de infraestruturas e da agricultura e na extensão da irrigação.</P><br />
<P>Por seu lado, Salih enfatizou a importância da cooperação com as organizações humanitárias e assegurou que a assistência da sua agência vai continuar no apoio à reintegração dos deslocados.</P><br />
<P>A reunião em Cabul culminou uma visita de três dias dos dirigentes da ONU. </P><br />
<P>Desde o regresso dos talibãs ao poder, o Afeganistão sofreu uma forte redução da ajuda internacional e restrições crescentes sobre as mulheres, incluindo limitações que prejudicaram o trabalho humanitário e o acesso de metade da população à educação, ao emprego e ao espaço público. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786575]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Governo brasileiro acusa Flávio Bolsonaro de &#8220;traição&#8221; em audiência nos EUA sobre tarifas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 23:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo brasileiro repudiou a participação do senador e pré-candidato presidencial Flávio Bolsonaro na audiência pública dos Estados Unidos sobre novas tarifas sobre produtos brasileiros e voltou a acusar o político de "traição à Pátria".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo brasileiro repudiou a participação do senador e pré-candidato presidencial Flávio Bolsonaro na audiência pública dos Estados Unidos sobre novas tarifas sobre produtos brasileiros e voltou a acusar o político de &#8220;traição à Pátria&#8221;.</P><br />
<P>Em nota divulgada terça-feira, o Palácio do Planalto afirmou que, entre os 34 brasileiros inscritos na audiência, &#8220;só Flávio Bolsonaro não se posicionou contrário às medidas contra o Brasil, optando por sugerir o seu adiamento&#8221;, com &#8220;claro objetivo&#8221; eleitoralista.</P><br />
<P>Segundo o governo, o senador &#8220;optou por legitimar os resultados de uma investigação injusta contra empresários e trabalhadores&#8221; brasileiros, em vez de rebater as alegações norte-americanas que sustentam o aumento das tarifas.</P><br />
<P>A nota acrescenta que Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, &#8220;não negou que a campanha promovida por sua família e seus aliados esteve na origem&#8221; do aumento de tarifas ao Brasil.</P><br />
<P>O Governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou ainda o senador por defender a revogação de normas sobre plataformas digitais e afirmou que tenta agora apresentar-se como defensor do sistema de pagamentos PIX, apesar de querer subordiná-lo &#8220;aos interesses norte-americanos&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o Palácio do Planalto, enquanto decorria a audiência, representantes do Governo reuniam-se com técnicos do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos para negociar a retirada das tarifas.</P><br />
<P>Na conclusão da nota, o Governo brasileiro declarou que &#8220;divergir do governo é legítimo&#8221;, mas acrescentou que &#8220;convocar uma potência estrangeira a pressionar o próprio país é traição à Pátria&#8221;.</P><br />
<P>A reação ocorreu depois de Flávio Bolsonaro discursar, em inglês, na audiência pública promovida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) sobre uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros.</P><br />
<P>O senador afirmou que o Brasil realizará eleições presidenciais dentro de 90 dias e que uma decisão imediata sobre as tarifas beneficiaria os atuais governantes, numa referência indireta a Lula da Silva.</P><br />
<P>&#8220;Em apenas 90 dias, o cenário político do país poderá ser completamente diferente&#8221; e impor agora uma tarifa difícil de reverter premiaria &#8220;aqueles que são responsáveis pelas ações em questão&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Na sequência, acrescentou que &#8220;seria o pior momento possível para agir&#8221;.</P><br />
<P>Flávio Bolsonaro defendeu ainda que o primeiro aumento de tarifas, em 2025, não produziu os resultados pretendidos pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;Uma tarifa de 25% penaliza todo o povo brasileiro, exceto justamente as autoridades responsáveis por essas decisões&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Apesar das críticas, o senador pediu aos Estados Unidos que não avancem com as novas tarifas e defendeu o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos.</P><br />
<P>&#8220;Não imponham as tarifas ao Brasil, preservem o sucesso do PIX e cancelem esta medida para que possamos negociar&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O USTR concluiu que práticas brasileiras relacionadas com o PIX, plataformas digitais, combate à corrupção, propriedade intelectual, acesso ao etanol e combate ao desmatamento restringem o comércio norte-americano.</P><br />
<P>O Governo brasileiro não participou na audiência por considerar que o espaço era destinado ao setor privado, mantendo negociações diretas com Washington.</P><br />
<P>Mais de 4.100 produtos brasileiros poderão ser afetados caso os Estados Unidos adotem as novas tarifas, segundo cálculos da Confederação Nacional da Indústria brasileira.</P><br />
<P>A entidade estima que os produtos abrangidos representam exportações de 14,9 mil milhões de dólares (13 mil milhões de euros).</P></p>
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