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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 17 Jun 2026 23:06:45 +0000</lastBuildDate>
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		<title>ONU denuncia aumento de 34% de assassínios e mutilações de menores em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 23:06:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização das Nações Unidas denunciou esta quarta-feira que os assassínios e as mutilações de menores em conflitos armados aumentaram 34% em 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Organização das Nações Unidas denunciou esta quarta-feira que os assassínios e as mutilações de menores em conflitos armados aumentaram 34% em 2025.</P><br />
<P>No ano passado cometeram-se 38.558 violações graves contra crianças, como se depreende do último relatório do secretário-geral sobre crianças e conflitos armados. </P><br />
<P>&#8220;2025 foi, sem dúvida, um dos mais negros para a proteção da criança desde que começou a monitorização&#8221;, disse a representante especial de António Guterres para Crianças e Conflitos Armados, Vanessa Frazier.</P><br />
<P>No total, 24.174 menores foram afetados, milhares dos quais foram vítimas de múltiplas violações. </P><br />
<P>As violações mais observadas foram as mutilações e os assassínios, com estes a aumentarem 34% em relação a 2024.</P><br />
<P>A ONU também detetou outros abusos contra menores, como a negação de assistência humanitária, o recrutamento e a utilização de crianças e a violência sexual. </P><br />
<P>Sobre esta última, denuncia-se que continua a ser usada &#8220;sem travões&#8221; como tática de guerra. </P><br />
<P>Israel na Palestina, República Democrática do Congo, Nigéria, Birmânia e Somália concentraram o maior número de violações graves contra menores verificadas pela ONU em 2025. </P><br />
<P>O último ano está marcado também por ser a primeira vez em que as forças governamentais são as principais responsáveis das violações graves contra crianças. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777817]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Zelensky aponta &#8220;mudanças significativas&#8221; no apoio após falar com Trump e Macron</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 22:43:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assinalou hoje "mudanças significativas" após uma conversa telefónica com os homólogos norte-americano, Donald Trump, e francês, Emmanuel Macron, onde discutiram os contactos feitos na cimeira do G7 realizada esta semana em Évian, França.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assinalou hoje &#8220;mudanças significativas&#8221; após uma conversa telefónica com os homólogos norte-americano, Donald Trump, e francês, Emmanuel Macron, onde discutiram os contactos feitos na cimeira do G7 realizada esta semana em Évian, França.</P><br />
<P>&#8220;Acabei de falar com Donald Trump e Emmanuel Macron. Foi uma importante chamada de coordenação que pode levar a mudanças significativas. Analisámos os resultados das nossas conversações na cimeira do G7&#8221;, indicou o governante ucraniano, numa breve mensagem publicada nas suas redes sociais.</P><br />
<P>Zelensky agradeceu a Trump pelo &#8220;seu interesse pela Ucrânia e pela sua disponibilidade para contribuir para aproximar a paz&#8221; e a Macron pela &#8220;excelente organização da cimeira e pelos esforços conjuntos, sempre determinados&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Estamos a trabalhar para fortalecer a Ucrânia, a nossa cooperação e as perspetivas diplomáticas&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>&#8220;Precisamos de paz. E estamos a fazer tudo o que é possível para a aproximar. Obrigado!&#8221;, reiterou Zelensky.</P><br />
<P>Também hoje, Macron realçou que a cimeira do G7 consolidou o regresso dos Estados Unidos à posição comum sobre a guerra na Ucrânia, detalhando que o seu homólogo norte-americano confirmou que a Rússia não tem intenção de cessar a guerra e, por isso, manifestou concordância em manter o apoio militar a Kiev.</P><br />
<P>Nas conclusões da cimeira, os líderes do G7 prometeram &#8220;aumentar a pressão&#8221; sobre a &#8220;economia de guerra russa&#8221; através do reforço das sanções ao gás e ao petróleo de Moscovo, revertendo assim a oposição de Washington à menção específica da Rússia numa declaração do G7 em 2025, que tinha criado divisões dentro do bloco.</P><br />
<P>O magnata republicano também condicionou hoje qualquer imposição de sanções ao petróleo russo ao preço definido pelos mercados mundiais, assim que o acordo com o Irão puder restaurar alguma estabilidade.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777816]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão confirma assinatura do acordo com os EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 22:29:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão confirmou hoje à noite a assinatura do acordo com os Estados Unidos para o fim da guerra no Médio Oriente, após também ter sido anunciado o mesmo por parte do Presidente norte-americano, Donald Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão confirmou hoje à noite a assinatura do acordo com os Estados Unidos para o fim da guerra no Médio Oriente, após também ter sido anunciado o mesmo por parte do Presidente norte-americano, Donald Trump.</P><br />
<P>&#8220;O texto do Memorando de Entendimento de Islamabade foi finalizado com as assinaturas dos presidentes. Agora é tempo de testar a implementação deste acordo&#8221;, frisou o porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros, Esmail Baghai, citado pela agência de notícias estatal iraniana IRNA.</P><br />
<P>Baghai acrescentou que a assinatura foi feita eletronicamente e que &#8220;não teria sido apropriado&#8221; realizar uma cerimónia de assinatura.</P><br />
<P>Também hoje à noite um responsável norte-americano tinha confirmado à agência France-Presse (AFP) que o Presidente dos EUA, Donald Trump, assinou o acordo, após notícias de que o republicano assinado pessoalmente uma cópia do acordo durante um jantar com o presidente francês no Palácio de Versalhes, após a cimeira do G7.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777815]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: ONU alerta sobre novas hostilidades no Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 22:23:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da ONU alertou hoje para um "ressurgir da atividade militar" israelita no sul do Líbano e pediu a todas as partes para "evitarem ações que possam colocar em risco o acordo" EUA e Irão.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral da ONU alertou hoje para um &#8220;ressurgir da atividade militar&#8221; israelita no sul do Líbano e pediu a todas as partes para &#8220;evitarem ações que possam colocar em risco o acordo&#8221; EUA e Irão.  </P><br />
<P>O porta-voz de António Guterres, Stéphane Dujarric, afirmou hoje numa conferência de imprensa que a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL) continua a observar &#8220;uma intensa atividade militar israelita&#8221; na sua zona de operações.  </P><br />
<P>Embora tenha reconhecido &#8220;uma redução geral da intensidade dos combates nos últimos dias&#8221;, a missão registou hoje novamente o lançamento de 312 projéteis, dos quais 291 foram atribuídos ao Exército israelita e 21 ao grupo xiita Hezbolla.  </P><br />
<P>O número representa um aumento face às 174 e 189 trajetórias registadas na segunda e na terça-feira, respetivamente.</P><br />
<P>A FINUL também contabilizou 26 violações do espaço aéreo libanês por parte de Israel, além de um ataque aéreo e uma incursão de duas embarcações israelitas em águas territoriais libanesas junto a Naqoura, localidade onde se encontra a base principal da missão de paz da ONU. </P><br />
<P>Segundo a missão, um ataque contra um veículo na localidade de Shukin deixou pelo menos quatro mortos e vários feridos. </P><br />
<P>Sobre se a situação no Líbano vai afetar o acordo alcançado entre Washington e Teerão, o porta-voz do Secretário Geral da ONU disse que as partes envolvidas devem abster-se de tomar medidas que possam fazer &#8220;descarrilar&#8221; um pacto que procura &#8220;pôr fim ao conflito, abrir negociações sérias e garantir a reabertura do estreito de Ormuz&#8221;. </P><br />
<P>O porta-voz acrescentou que a ONU ainda não viu o texto oficial do memorando entre os Estados Unidos e o Irão. </P><br />
<P>Além disso, rejeitou que o acordo deva ser interpretado como um relaxamento da pressão internacional sobre as violações dos direitos humanos no Irão, e lembrou que Teerão mantém as suas obrigações com o Organismo Internacional de Energia Atómica (OIEA). </P><br />
<P>ATR // RBF</P><br />
<P>Lusa/ Fim </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777814]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ANAC autoriza a realização do festival Air Invictus que arranca na sexta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 22:20:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) autorizou hoje a realização do Air Invictus, que vai decorrer entre sexta-feira e domingo nas cidades do Porto, Gaia, Maia e Matosinhos, disse o regulador da aviação civil à agência Lusa.</P><br />
<P>A autorização emitida pela ANAC surge praticamente na véspera do arranque do festival aeronáutico, que inclui exibições aéreas, considerado pela organização como &#8220;o maior evento aéreo e aeroespacial alguma vez organizado em Portugal&#8221;.</P><br />
<P>Em 10 de junho, após questionando pela Lusa, o regulador da aviação civil explicou que ainda não tinha proferido decisão sobre o pedido de realização do festival aeronáutico, sublinhando que o mesmo estava em fase de avaliação técnica.</P><br />
<P>Na ocasião, a ANAC justificou que o promotor do evento tinha apresentado alterações, no início dessa semana, que abrangiam diversos domínios, acrescentando que a avaliação incidia sobre as diversas atividades que o promotor pretendia integrar no evento.</P><br />
<P>&#8220;A decisão final será proferida após a conclusão da análise dos novos elementos apresentados e terá por base critérios exclusivamente relacionados com a segurança operacional, a proteção de terceiros (no solo e no ar) e o cumprimento do enquadramento legal e regulamentar aplicável ao evento e a cada uma das operações nele integradas&#8221;, explicou, há uma semana, o regulador.</P><br />
<P>A organização do Air Invictus anunciou também hoje ter chegado a acordo com os operadores turísticos do rio Douro, garantindo a atribuição de um valor compensatório às empresas por eventuais prejuízos relacionados com o Air Invictus.</P><br />
<P>Em comunicado, a organização do Air Invictus refere que &#8220;chegou a acordo com os operadores do Douro, com cais entre as pontes da Arrábida e D. Luís I&#8221;.</P><br />
<P>Na sexta-feira, a Associação das Atividades Marítimo-Turísticas do Douro (AAMTD) lamentou que o evento tenha sido construído como &#8220;começar uma casa pelo telhado&#8221; e questionou a falta de planeamento do rio, falando em &#8220;tremenda perda de negócio&#8221;.</P><br />
<P>Lembrando que os operadores têm de ser indemnizados pelas perdas que possam ter, até dado o &#8220;encaixe previsto&#8221; do operador do evento aéreo, o elemento da direção Hugo Bastos considerou que o processo &#8220;não começou da melhor forma&#8221;, nomeadamente devido à então ausência de autorização da ANAC.</P><br />
<P>Nove anos depois de os aviões da Red Bull Air Race terem competido sobre o rio Douro, a animação do novo festival Air Invictus irá repartir-se, entre sexta e domingo, pelo Porto, Gaia, Maia e Matosinhos</P><br />
<P>Às acrobacias e corridas dos melhores pilotos do mundo, irão juntar-se o desfile de modelos clássicos e contemporâneos civis e militares, música e um espetáculo de drones, num total de 15 eventos.</P><br />
<P>A cerimónia oficial está marcada para sexta-feira pelas 18:30 no CEiiA em Matosinhos. Durante o fim de semana, paralelamente à competição, haverá, nos céus do Douro, a &#8216;performance&#8217; de pilotos nacionais e internacionais especialistas em acrobacias aéreas, um lote que inclui o veterano Luís Garção.</P><br />
<P>A Força Aérea Portuguesa estará presente com aeronaves históricas de várias épocas, algumas estarão em exposição nas margens do Porto e Gaia.</P><br />
<P>Haverá ainda espaço para concertos, batalhas de DJ&#8217;s e muita animação aérea nas margens do Porto e de Vila Nova de Gaia ao longo de sábado a domingo.</P><br />
<P>No Aeródromo da Maia, durante os três dias, a Expo Air Invictus apresenta uma exposição de aeronaves civis e militares, atividades e demonstrações.</P><br />
<P>No final de dezembro de 2025, o ministro da Economia, Castro Almeida, estimava, na apresentação do festival, que o Air Invictus poderá gerar uma receita superior a 100 milhões de euros.</P><br />
<P>O evento conta com um apoio de 3,89 milhões de euros do Turismo de Portugal e 1,5 milhões das câmaras do Porto, Gaia, Matosinhos e Maia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777813]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Reserva Federal manteve taxa de juro mas metade dos dirigentes defende subida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 22:19:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Reserva Federal manteve hoje a sua taxa de juro de referência, apesar de cerca de metade dos membros do seu comité de política monetária (FOMC, na sigla em inglês) apoiarem uma subida até ao final do ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Reserva Federal manteve hoje a sua taxa de juro de referência, apesar de cerca de metade dos membros do seu comité de política monetária (FOMC, na sigla em inglês) apoiarem uma subida até ao final do ano. </P><br />
<P>Esta perspetiva agressiva iria desapontar Donald Trump, mas sugere preocupações crescentes com uma inflação persistente. </P><br />
<P>Num conjunto de projeções trimestrais, nove dirigentes da Fed afirmaram que esperam pelo menos uma subida da taxa de juro de referência este ano, com seis a admitirem mesmo duas ou mais. </P><br />
<P>Esta é uma mudança acentuada em relação a março, quando nenhum defendia uma subida e o conjunto dos membros do FOMC admitia mesmo uma baixa em 2026. </P><br />
<P>A mudança é um reconhecimento de que a inflação está no máximo de três anos e muitos dirigentes da Fed têm dito em discursos recentes que se não baixar vão ser precisas taxas mais altas até ao final do ano. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777812]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Trump já assinou acordo com Teerão &#8212; responsável norte-americano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 22:07:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou o acordo com o Irão para terminar com a guerra no Médio Oriente, adiantou hoje à noite um responsável norte-americano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou o acordo com o Irão para terminar com a guerra no Médio Oriente, adiantou hoje à noite um responsável norte-americano. </P><br />
<P>&#8220;Posso confirmar a assinatura&#8221;, indicou a autoridade norte-americana, quando questionada pela agência France-Presse (AFP) sobre as notícias de que Trump tinha assinado pessoalmente uma cópia do acordo durante um jantar com o presidente francês no Palácio de Versalhes, após a cimeira do G7.</P><br />
<P>A informação tinha sido adiantada pelo portal de notícias Axios.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777811]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Inglaterra entra de forma afirmativa com triunfo sobre a Croácia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mundial2026-inglaterra-entra-de-forma-afirmativa-com-triunfo-sobre-a-croacia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 22:02:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A candidata Inglaterra, campeão mundial em 1966, entrou hoje a ganhar no Mundial de futebol de 2026, ao vencer por 4-2 a Croácia, terceira em 1998 e 2022 e 'vice' em 2018, em Arlington, nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A candidata Inglaterra, campeão mundial em 1966, entrou hoje a ganhar no Mundial de futebol de 2026, ao vencer por 4-2 a Croácia, terceira em 1998 e 2022 e &#8216;vice&#8217; em 2018, em Arlington, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>No primeiro encontro do Grupo L, que estavam empatado 2-2 ao intervalo, Harry Kane, aos 12 e 42 minutos, o primeiro de penálti, Jude Bellingham, aos 47, e Marcus Rashford, aos 85, marcaram para os &#8216;três leões&#8217;, enquanto Martin Baturina, aos 36, e o ex-Benfica Petar Musa, aos 45+5, faturaram para os croatas.</P><br />
<P>A formação inglesa segue, à condição, na liderança do agrupamento, com três pontos, antes do embate entre o Gana e o Panamá.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777810]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha em baixa depois de Fed mostrar vontade de subir taxa de juro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 21:57:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, depois de a Reserva Federal (Fed) ter demonstrado vontade de subir a taxa de juro de referência até ao final do ano, no final da reunião do seu comité de política monetária.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, depois de a Reserva Federal (Fed) ter demonstrado vontade de subir a taxa de juro de referência até ao final do ano, no final da reunião do seu comité de política monetária. </P><br />
<P>O resultado da sessão mostra que o índice seletivo Dow Jones recuou 0,97%, o tecnológico Nasdaq perdeu 1,34% e o alargado S&amp;P500 baixou 1,21%.</P><br />
<P>&#8220;As esperanças de uma baixa da taxa de juro em 2026 desvaneceram-se&#8221;, resumiram os analistas da Briefing.com.</P><br />
<P>A Fed decidiu, como antecipado, por unanimidade, manter a taxa de juro de referência, na que foi a primeira reunião sob a presidência de Kevin Warsh.</P><br />
<P>Mas as previsões divulgadas apontam para uma subida até ao final do ano. </P><br />
<P>Este anúncio surpreendeu Wall Street. Com efeito, a Fed chegou a admitir uma baixa em março, mas a inflação acelerou repentinamente para um máximo de três anos, devido ao ataque israelo-norte-americano ao Irão.</P><br />
<P>Por outro lado, esta possibilidade fez subir os rendimentos obrigacionistas, &#8220;o que pressiona as cotações&#8221;, disse Angelo Kourkafas, da Edward Jones, em declarações à AFP.</P><br />
<P>&#8220;Os investidores estão também a tomar consciência de que há um novo presidente da Fed, e que vai ser preciso algum tempo para ver a comunicação evoluir&#8221;, observou Art Hogan, da B. Riley Wealth Management.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777808]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão defende que acordo &#8220;reconhece o fracasso dos Estados Unidos&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 21:48:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O chefe da equipa de negociação do Irão, Mohammad Bagher Ghalibaf, estimou hoje que o acordo, que deverá ser assinado na sexta-feira na Suíça, após mais de três meses de guerra no Médio Oriente, representa uma derrota para Washington.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chefe da equipa de negociação do Irão, Mohammad Bagher Ghalibaf, estimou hoje que o acordo, que deverá ser assinado na sexta-feira na Suíça, após mais de três meses de guerra no Médio Oriente, representa uma derrota para Washington.</P><br />
<P>&#8220;Este acordo reconhece o fracasso dos Estados Unidos. As pessoas vão tomar nota disso e tirar as suas próprias conclusões&#8221;, frisou Ghalibaf, que é também presidente do Parlamento iraniano, à televisão estatal, pouco depois da publicação do texto por ambas as partes.</P><br />
<P>Ghalibaf tem presença confirmada na cerimónia de assinatura do memorando de entendimento com o vice-presidente dos EUA, JD Vance, marcada para sexta-feira perto de Lucerna.</P><br />
<P>O memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irão prevê a diluição do urânio enriquecido iraniano e a suspensão de sanções a Teerão, no quadro das negociações a concluir em 60 dias, indicaram hoje as autoridades norte-americanas.</P><br />
<P>O texto deixa também claro que &#8220;a República Islâmica do Irão reafirma que não vai adquirir nem desenvolver armas nucleares&#8221;.</P><br />
<P>Em troca, os Estados Unidos comprometem-se a suspender &#8220;todos os tipos de sanções&#8221; contra o Irão, incluindo as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas, do Conselho de Governadores da AIEA e unilaterais de Washington, num calendário a definir como parte do acordo final que vai ser negociado depois da assinatura do memorando, prevista para sexta-feira na Suíça.</P><br />
<P>A minuta do memorando garante a passagem gratuita da navegação comercial pelo estreito de Ormuz durante 60 dias, mas não impede a cobrança de taxas no futuro, segundo as autoridades de Washington sob anonimato.</P><br />
<P>Ghalibaf garantiu também hoje à noite que o estreito &#8220;não regressará à situação pré-guerra&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Irão tem um direito soberano sobre Ormuz e, claro, cobraremos uma taxa por estes serviços&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>No domingo, o Paquistão anunciou um memorando de entendimento entre Washington e Teerão para pôr fim à guerra aberta no Médio Oriente, provocada pela ofensiva israelo-norte-americana em 28 de fevereiro contra a República Islâmica.</P><br />
<P>O memorando deverá ser assinado na sexta-feira num &#8216;resort&#8217; de luxo nas margens do lago Lucerna, na Suíça.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777807]]></sapo:autor>
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		<title>Benfica vence Sporting e amplia vantagem na final do nacional de hóquei em patins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 21:17:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Benfica colocou-se hoje a uma vitória de assegurar o título nacional de hóquei em patins, ao vencer em casa do Sporting por 5-2, aumentando para 2-0 a vantagem na final dos play-offs.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Benfica colocou-se hoje a uma vitória de assegurar o título nacional de hóquei em patins, ao vencer em casa do Sporting por 5-2, aumentando para 2-0 a vantagem na final dos play-offs.</P><br />
<P>Já vencedor da fase regular, a equipa &#8216;encarnada&#8217; chegou ao intervalo a vencer 2-0, depois de golos de Zé Miranda, aos cinco e nove minutos. O Sporting reduziu ainda para 1-2 e 2-4, por Alessandro Verona (32) e Facu Bridge (43), mas foi impotente para travar o triunfo contrário, tendo o Benfica marcado mais três golos, através de Gonçalo Pinto (33), Lucas Ordoñez (35) e Zé Miranda (48).</P><br />
<P>O Benfica, que continua sem derrotas na presente edição do campeonato, está assim a apenas um triunfo de alcançar o 25.º título nacional, num palmarés liderado pelo FC Porto, com 26, enquanto o Sporting, vencedor este ano da Taça de Portugal e da Supertaça, persegue o 10.º título.</P><br />
<P>O terceiro jogo da final está agendado para as 15:00 de sábado, no pavilhão da Luz, enquanto, caso haja necessidade, o quarto jogo realiza-se no pavilhão João Rocha, em 24 de junho, e o quinto novamente no pavilhão da Luz, em 27 de junho.</P><br />
<P>Esta é a segunda vez que Benfica e Sporting disputam a final desde que o formato de play-off foi reintroduzido, em 2020/21, depois de em 2022/23 os &#8216;encarnados&#8217; terem chegado ao título, impondo-se com três vitórias contra uma dos &#8220;leões&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777806]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Mais de mil pessoas foram mortas em Gaza durante cessar-fogo &#8211; autoridades palestinianas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 20:47:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As operações israelitas na Faixa de Gaza mataram 1.005 palestinianos desde que foi alcançado um cessar-fogo entre Israel e o grupo militante Hamas, em outubro passado, informou hoje o Ministério da Saúde de Gaza.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As operações israelitas na Faixa de Gaza mataram 1.005 palestinianos desde que foi alcançado um cessar-fogo entre Israel e o grupo militante Hamas, em outubro passado, informou hoje o Ministério da Saúde de Gaza.  </P><br />
<P>O enclave tem sido alvo de ataques quase diários, bem como de bombardeamentos e tiroteios ao longo da fronteira que divide Gaza em zonas controladas por Israel e pelos palestinianos. </P><br />
<P>As mortes mais recentes foram registadas após uma série de ataques de drones israelitas nos últimos dias em cidades e campos de refugiados no centro de Gaza e na Cidade de Gaza.  </P><br />
<P>Também hoje, um ataque israelita matou dois palestinianos e feriu outros seis em Khan Younis, no sul de Gaza, disseram responsáveis de saúde no Hospital Nasser. </P><br />
<P>O exército israelita reconheceu ter realizado o ataque e afirmou que o alvo era um &#8220;terrorista&#8221;, mas não deu mais detalhes. </P><br />
<P>Famílias das vítimas disseram no hospital que o ataque atingiu um grupo de pessoas perto da praia no vasto campo de tendas de Muwasi, onde vivem centenas de milhares de palestinianos deslocados.</P><br />
<P>Israel disse que continua a agir contra o Hamas e militantes aliados em Gaza e aumentou a área de território que controla dentro daquele enclave. </P><br />
<P>Ambos os lados acusaram o outro de violar o cessar-fogo. </P><br />
<P>Em declaração separadas, o exército israelita disse hoje ter matado dois militantes do Hamas e da Jihad Islâmica Palestiniana em ataques no fim de semana passado e o Ministério da Saúde de Gaza adiantou no domingo que o número de mortos já ultrapassou os 73.000 na guerra entre Israel e o Hamas em Gaza. </P><br />
<P>O ministério não diferencia civis de combatentes, mas é composto por profissionais de saúde e mantém registos detalhados, vistos geralmente como fiáveis pela comunidade internacional. </P><br />
<P>A guerra eclodiu quando militantes liderados pelo Hamas invadiram o sul de Israel, matando 1.200 pessoas, na sua maioria civis, e fazendo 251 reféns, a 7 de outubro de 2023. </P><br />
<P>Em resposta, os líderes israelitas prometeram uma ofensiva punitiva na Faixa de Gaza para aniquilar o Hamas e libertar os reféns.</P><br />
<P>ATR // RBF</P><br />
<P>Lusa/ Fim </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777805]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Restabelecida circulação na linha Amarela do metro de Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 20:38:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A circulação na linha Amarela do metro de Lisboa foi restabelecida pelas 21:27 de hoje, após a interrupção devido a avaria na sinalização, adiantou a empresa na rede social X.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A circulação na linha Amarela do metro de Lisboa foi restabelecida pelas 21:27 de hoje, após a interrupção devido a avaria na sinalização, adiantou a empresa na rede social X.</P><br />
<P>A circulação foi interrompida pelas 20:50 devido a uma &#8220;avaria na sinalização&#8221;, segundo uma primeira publicação.</P><br />
<P>Pelas 21:27, o metro de Lisboa indicou que a circulação tinha sido retomada.</P><br />
<P>Devido ao Mundial de futebol, o Metropolitano de Lisboa encerrou hoje pelas 17:30 os acessos da estação do Terreiro do Paço para esta praça e para o Cais das Colunas, por motivos de segurança.</P><br />
<P>Numa nota publicada hoje na rede social X, a empresa referiu que a medida foi tomada &#8220;por razões de segurança relacionadas com a estreia da seleção nacional de futebol no Mundial de 2026 frente à RDCongo&#8221;, que terminou com um empate (1-1).</P><br />
<P>Também devido a avaria na sinalização a circulação na linha Azul esteve ao final da tarde interrompida entre Terreiro do Paço e Santa Apolónia, mas a situação ficou resolvida pelas 20:53, segundo divulgou a empresa no X.</P><br />
<P>O Terreiro do Paço tem sido palco de transmissão dos jogos do Mundial de 2026, reunindo os adeptos da competição junto ao Lisboa Football Arena, espaço criado numa parceria entre a Câmara Municipal de Lisboa e a Federação Portuguesa de Futebol, que permite acompanhar os jogos em ecrã gigante.</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro de sempre com 48 seleções, vai decorrer até 19 de julho, dia da final, nos Estados Unidos, México e Canadá.</P><br />
<P>O Metropolitano de Lisboa opera diariamente com quatro linhas: Amarela (Rato-Odivelas), Verde (Telheiras-Cais do Sodré), Azul (Reboleira-Santa Apolónia) e Vermelha (Aeroporto-São Sebastião).</P><br />
<P>Normalmente, o metro funciona entre as 06h30 e as 01h00.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777804]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Circulação na linha Amarela do metro de Lisboa interrompida por avaria na sinalização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 20:20:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A circulação na linha Amarela do metro de Lisboa está interrompida devido a avaria na sinalização, adiantou hoje a empresa na rede social X.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A circulação na linha Amarela do metro de Lisboa está interrompida devido a avaria na sinalização, adiantou hoje a empresa na rede social X.</P><br />
<P>De acordo com a publicação, divulgada pelas 20:50, a circulação na linha Amarela está interrompida devido a uma &#8220;avaria na sinalização&#8221;.</P><br />
<P>Devido ao Mundial de futebol, o Metropolitano de Lisboa encerrou hoje pelas 17:30 os acessos da estação do Terreiro do Paço para esta praça e para o Cais das Colunas, por motivos de segurança.</P><br />
<P>Numa nota publicada hoje na rede social X, a empresa referiu que a medida foi tomada &#8220;por razões de segurança relacionadas com a estreia da seleção nacional de futebol no Mundial de 2026 frente à RDCongo&#8221;, que terminou com um empate (1-1).</P><br />
<P>Também devido a avaria na sinalização a circulação na linha Azul esteve ao final da tarde interrompida entre Terreiro do Paço e Santa Apolónia, mas a situação ficou resolvida pelas 20:53, segundo divulgou a empresa no X.</P><br />
<P>O Terreiro do Paço tem sido palco de transmissão dos jogos do Mundial de 2026, reunindo os adeptos da competição junto ao Lisboa Football Arena, espaço criado numa parceria entre a Câmara Municipal de Lisboa e a Federação Portuguesa de Futebol, que permite acompanhar os jogos em ecrã gigante.</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro de sempre com 48 seleções, vai decorrer até 19 de julho, dia da final, nos Estados Unidos, México e Canadá.</P><br />
<P>O Metropolitano de Lisboa opera diariamente com quatro linhas: Amarela (Rato-Odivelas), Verde (Telheiras-Cais do Sodré), Azul (Reboleira-Santa Apolónia) e Vermelha (Aeroporto-São Sebastião).</P><br />
<P>Normalmente, o metro funciona entre as 06h30 e as 01h00.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777803]]></sapo:autor>
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		<title>Nasce a totalmente europeia rede social W que pretende competir com a X</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 19:36:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A rede social W, criada por uma empresa sueca para competir com a X utilizando um modelo "totalmente europeu", alinhado com os objetivos de soberania tecnológica da UE, foi hoje lançada, em fase de testes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A rede social W, criada por uma empresa sueca para competir com a X utilizando um modelo &#8220;totalmente europeu&#8221;, alinhado com os objetivos de soberania tecnológica da UE, foi hoje lançada, em fase de testes.</P><br />
<P>Esta nova plataforma assenta no mesmo protocolo da Bluesky, outra rede social criada em 2019 pelo cofundador do antigo Twitter, Jack Dorsey, e foi desenvolvida pela W Social, uma companhia com sede na Suécia e dirigida por &#8220;uma equipa pan-europeia de empreendedores e investidores&#8221; de diversos setores, segundo a empresa.</P><br />
<P>&#8220;Estamos sediados na Europa, temos as infraestruturas e os centros de dados na Europa, operamos ao abrigo da legislação europeia e só os europeus podem ser acionistas da empresa&#8221;, afirmou a diretora executiva (CEO) da W Social, Anna Zeiter, numa apresentação em Bruxelas.</P><br />
<P>O modelo de negócio da rede social W assenta em duas fontes de receitas: publicidade, em conformidade com a Lei de Serviços Digitais (DSA) da UE e com os regulamentos de proteção de dados; e &#8220;micropagamentos&#8221; feitos pelos utilizadores, explicou Zeiter.</P><br />
<P>A W atribui especial importância à verificação da humanidade dos utilizadores, bem como ao respeito da privacidade, em contraste com os &#8216;bots&#8217; ou contas operadas por inteligência artificial (IA) que se multiplicam em outras plataformas digitais, e, para tal, aposta numa aplicação separada que permite aos utilizadores identificarem-se como humanos sem comprometer os seus dados pessoais. </P><br />
<P>A plataforma pode ser usada sem autenticação (apenas para ler e seguir outros utilizadores), mas a etapa de verificação é necessária para publicar mensagens e interagir com outros utilizadores na W.</P><br />
<P>Além disso, publicar com o nome verdadeiro permite aos utilizadores que os seus conteúdos tenham prioridade sobre os daqueles que desejam permanecer anónimos.</P><br />
<P>Todos os &#8216;posts&#8217; na rede social W são públicos por defeito na plataforma, construída com base no AT-Protocol, o protocolo descentralizado e de padrão aberto desenvolvido pela já referida Bluesky. </P><br />
<P>A plataforma foi aberta ao público em versão beta, depois de ter sido apresentada em fevereiro no Fórum de Davos, na Suíça.</P><br />
<P>Entre os utilizadores, encontram-se já algumas figuras políticas europeias de destaque, como a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, e a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde.</P><br />
<P>&#8220;Hoje, adiro à W, plataforma em que os dados se alojam integralmente na Europa, o combate à desinformação é uma prioridade e os utilizadores são pessoas verdadeiras verificadas. Espero ter conversas mais humanas!&#8221;, escreveu António Costa na estreia na rede social.</P><br />
<P>Esta nova plataforma começa a funcionar depois de a Comissão Europeia ter apresentado, no início deste mês, um conjunto de leis para impulsionar as empresas europeias de serviços na nuvem e garantir o fornecimento de &#8216;chips&#8217;.</P><br />
<P>Tudo isto tem como objetivo reduzir a dependência tecnológica da UE em relação às empresas norte-americanas e chinesas, em relação às quais Bruxelas planeia em breve divulgar também um &#8220;plano abrangente sobre cibersegurança e IA&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777802]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lula reage a declarações de Trump e promete apresentar urna eletrónica ao norte-americano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 19:24:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente brasileiro, Lula da Silva, reagiu hoje às declarações do homólogo norte-americano, Donald Trump, sobre a situação política do Brasil, afirmando que os Estados Unidos têm de aprender com o sistema eleitoral brasileiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente brasileiro, Lula da Silva, reagiu hoje às declarações do homólogo norte-americano, Donald Trump, sobre a situação política do Brasil, afirmando que os Estados Unidos têm de aprender com o sistema eleitoral brasileiro.</P><br />
<P>Lula respondeu a Trump durante uma conferência de imprensa realizada à margem da Cimeira do G7, em Évian, França, e prometeu mostrar ao chefe de Estado norte-americano uma urna eletrónica na próxima vez que os dois se encontrarem.</P><br />
<P>Antes, numa conferência de imprensa, Trump declarou que a situação política no Brasil é perigosa e que o país se tornou &#8220;um pouco complicado&#8221;.</P><br />
<P>Na ocasião, o político republicano foi questionado sobre se conversou durante o G7 sobre as novas tarifas impostas ao Brasil e sobre a classificação de fações criminosas brasileiras como organizações terroristas globais.</P><br />
<P>&#8220;Na verdade, passei bastante tempo com ele [Lula]. E o Brasil tornou-se um país um pouco complicado, não é? Politicamente. A situação política ficou um pouco perigosa. Você está falando do Brasil, certo? Tem sido algo desagradável&#8221;, completou.</P><br />
<P>Na sequência, Trump mostrou o seu apoio a Flávio Bolsonaro, senador e pré-candidato a Presidente do Brasil, e tornou a comentar o sistema eleitoral brasileiro ao dizer que &#8220;eles jogam duro, mas ninguém joga mais duro que os Estados Unidos&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre essas declarações de Trump, Lula ironizou, dizendo que o norte-americano conhece pouco o Brasil.</P><br />
<P>&#8220;Eu acho que ele conhece pouco o Brasil. Se ele conhece o Brasil pela relação que ele tem com a família Bolsonaro, ele desconhece o Brasil&#8221;, declarou.</P><br />
<P>O Presidente brasileiro defendeu a confiabilidade do sistema eleitoral do país e destacou a rapidez do apuramento dos resultados.</P><br />
<P>&#8220;Se tem alguém que tem que aprender com as eleições civilizadas no Brasil, é o meu amigo Trump&#8221;, afirmou o chefe de Estado brasileiro.</P><br />
<P>&#8220;Na próxima vez eu vou levar uma urna eletrónica para mostrar para ele como é que ela funciona&#8221;, ironizou.</P><br />
<P>Segundo Lula, Trump tem o direito de manter as suas preferências políticas e ideológicas, mas deve respeitar o princípio da não ingerência entre Estados.</P><br />
<P>&#8220;Ele pode continuar gostando do Bolsonaro, do pai, do filho, do neto. Não tem nenhum problema. (&#8230;)  Agora, não se meta nas eleições do Brasil, porque as eleições do Brasil é um problema do Brasil&#8221;, indicou.</P><br />
<P>&#8220;O que eu quero é o respeito pelo Brasil que eu tenho pelos Estados Unidos&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Questionado sobre a sua relação com Trump durante a cimeira, Lula afirmou que não solicitou uma reunião bilateral com o Presidente norte-americano porque os dois países continuam a negociar questões das tarifas.</P><br />
<P>&#8220;Eu não pedi bilateral para o Trump porque nós estamos em negociação&#8221;, explicou.</P><br />
<P>O chefe de Estado brasileiro criticou ainda as tarifas anunciadas por Washington contra produtos brasileiros e classificou a decisão como uma atitude inadequada.</P><br />
<P>&#8220;Eu acho que o que ele fez foi uma coisa desaforada para o Brasil&#8221;, disse.</P><br />
<P>Lula afirmou que as negociações continuam a ser conduzidas pelos ministros e diplomatas dos dois países e manifestou confiança numa solução negociada.</P><br />
<P>Apesar das divergências, o Presidente brasileiro indicou que mantém aberta a possibilidade de um contacto direto com Trump caso as conversações não avancem.</P><br />
<P>&#8220;Se não der em nada, eu não tenho nenhum problema de pegar o telefone e ligar para o Trump outra vez e marcar uma outra conversa&#8221;, afirmou.</P><br />
<P></P><br />
<P>MYMA // MLL</P><br />
<P>Lusa/</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777801]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Portugal empata com RD Congo na estreia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 19:02:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A seleção portuguesa de futebol empatou hoje a um golo com a República Democrática do Congo, em encontro da primeira jornada do Grupo K do Mundial de 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A seleção portuguesa de futebol empatou hoje a um golo com a República Democrática do Congo, em encontro da primeira jornada do Grupo K do Mundial de 2026.</P><br />
<P>Em Houston, nos Estados Unidos, Portugal adiantou-se logo aos seis minutos, por João Neves, servido por Pedro Neto, mas, já nos descontos, aos 45+5, Yoane Wissa restabeleceu a igualdade, que se manteve até final.</P><br />
<P>Com este resultado, portugueses e congoleses seguem com um ponto, na frente do Grupo K, antes do embate entre a Colômbia e o estreante Uzbequistão, na Cidade do México.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777800]]></sapo:autor>
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		<title>Parlamento regional dos Açores rejeita projetos de resolução do BE sobre a SATA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:56:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O parlamento dos Açores rejeitou hoje dois projetos de resolução, apresentados pelo BE, sobre a manutenção no grupo SATA da nova empresa de assistência em escala e um acordo estratégico entre as companhias aéreas SATA e TAP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O parlamento dos Açores rejeitou hoje dois projetos de resolução, apresentados pelo BE, sobre a manutenção no grupo SATA da nova empresa de assistência em escala e um acordo estratégico entre as companhias aéreas SATA e TAP.</P><br />
<P>O projeto de resolução que propunha a manutenção no grupo SATA da nova empresa de assistência em escala (&#8216;handling&#8217;) foi rejeitado com votos contra de PSD, Chega, CDS-PP, PPM e IL, votos a favor de BE e PAN e abstenção do PS.</P><br />
<P>O segundo, relativo ao acordo estratégico entre as companhias aéreas SATA e TAP, foi chumbado com votos contra de PSD, CDS-PP, PPM, IL e PAN, votos a favor de Chega e BE e abstenção do PS.</P><br />
<P>Na apresentação das propostas, o deputado do BE António Lima referiu que o grupo SATA é constituído por empresas estratégicas para a região e é &#8220;o instrumento mais importante para a mobilidade dos açorianos&#8221;.</P><br />
<P>Contudo, sublinhou, apesar de o executivo regional de coligação PSD/CDS-PP/PPM &#8220;prometeu salvar a SATA&#8221;, hoje está &#8220;cada vez mais claro que o que tem sido feito é desmantelar&#8221; a empresa.</P><br />
<P>O Governo Regional, disse António Lima, &#8220;está a preparar a privatização total da Sata Handling, a nova empresa do grupo para onde transitaram cerca de 640 trabalhadores&#8221;, mas a decisão é &#8220;um enorme erro&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Separar e privatizar esta função significa que o grupo SATA passará a depender totalmente de uma empresa privada que terá, na prática, um monopólio num mercado de pequena dimensão como o nosso&#8221;, alegou.</P><br />
<P>Quanto ao futuro da Azores Airlines/SATA Internacional, em processo de privatização, o deputado do BE lamentou que o executivo insista &#8220;numa solução que já falhou três vezes&#8221;, considerando que privatizar a empresa em seis meses é &#8220;uma corrida contra o tempo que só pode correr mal&#8221;.</P><br />
<P>Assim, defendeu, deveria existir um acordo estratégico entre a SATA e a TAP, que permitisse &#8220;reforçar a conectividade dos Açores, criar ganhos de escala e eficiência, aumentar a resiliência operacional e, ao mesmo tempo, preservar a autonomia regional e a missão&#8221; da companhia açoriana.</P><br />
<P>Pelo PS, Carlos Silva concordou que o Governo Regional devia ter tentado &#8220;manter o controlo do &#8216;handling&#8217;, tendo em conta a importância que tem&#8221; para a região.</P><br />
<P>Quanto à proposta de acordo estratégico entre as companhias aéreas SATA e TAP, o deputado socialista rejeitou a solução, argumentando que as empresas estão em processo de privatização.</P><br />
<P>Pelo PSD, Paulo Simões lembrou que não foi o atual executivo de coligação que &#8220;inventou a privatização do &#8216;handling'&#8221;, mas foi &#8220;empurrado&#8221; para tal &#8220;pela má governação que o PS fez&#8221; da SATA.</P><br />
<P>Por outro lado, acrescentou, atendendo aos dois processos de privatização que estão em curso, &#8220;nem a TAP pode negociar com a SATA, nem a SATA pode negociar com a TAP&#8221;.</P><br />
<P>Por sua vez, o parlamentar Francisco Lima (Chega) contrapôs que a privatização do &#8216;handling&#8217; evitará a sua insolvência por incumprimento daquilo que é exigido pela União Europeia.</P><br />
<P>&#8220;Se existe uma posição da União Europeia para a privatização da empresa, o que é que o senhor pretende fazer&#8221;, questionou também João Mendonça (PPM), dirigindo-se ao deputado do BE.</P><br />
<P>Já Nuno Barata (IL) disse ter &#8220;imensas dúvidas&#8221; sobre como o Governo dos Açores quer &#8220;vender&#8221; a Azores Airlines, antevendo que se chegará ao final de 2026 e não se irá &#8220;ter nem TAP, nem Azores Airlines vendidas e os açorianos e os portugueses vão, mais uma vez, assumir os prejuízos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não concordamos que haja o ajuntamento de duas companhias completamente falidas&#8221;, acrescentou o parlamentar Pedro Neves (PAN) sobre a proposta de parceria entre SATA e TAP.</P><br />
<P>Pedro Pinto (CDS-PP) considerou as iniciativas do BE como &#8220;um absurdo político&#8221;, perguntando a António Lima onde é que as propostas se enquadram na decisão de privatização das duas empresas do grupo SATA.</P><br />
<P>Por parte do Governo Regional, o secretário das Finanças, Duarte Freitas, esclareceu que as operações em curso inserem-se no plano de restruturação assinado com a Comissão Europeia e garantiu que o serviço de &#8216;handling&#8217; &#8220;será sempre prestado por uma SATA pública, por uma SATA privada, ou por quem vencer o concurso das obrigações do serviço público (OSP)&#8221;.</P><br />
<P>Quanto à junção da TAP e da SATA, Duarte Freitas lembrou que &#8220;há acordos estratégicos&#8221; entre os dois grupos de aviação, mas que na fase em que está o processo de restruturação da SATA, outros tipos de acordos societários &#8220;são totalmente inviáveis&#8221;.</P><br />
<P>Na sessão plenária de hoje o parlamento dos Açores aprovou ainda, por unanimidade, um projeto de decreto legislativo que cria mecanismos de promoção e utilização obrigatória de sal iodado na administração pública regional, apresentado por PSD, CDS-PP e PPM.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777799]]></sapo:autor>
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		<title>Montenegro avisa que país deve preparar-se para concorrer ao fundo europeu de competitividade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:52:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, avisou hoje que "ninguém pode ficar a dormir na forma" e que Governo, empresas e universidades devem preparar-se para concorrer ao futuro Fundo Europeu de Competitividade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, avisou hoje que &#8220;ninguém pode ficar a dormir na forma&#8221; e que Governo, empresas e universidades devem preparar-se para concorrer ao futuro Fundo Europeu de Competitividade.</P><br />
<P>&#8220;Ninguém pode dormir na forma. O Governo, a administração pública, as universidades, politécnicos, agentes económicos têm de estar na primeira linha da antecipação de 01 janeiro de 2028, aplicados desde a primeira hora em entrar nesse processo concorrencial&#8221;, defendeu o chefe do Governo, durante o debate parlamentar de preparação do Conselho Europeu de quinta e sexta-feira, no qual o próximo orçamento da União Europeia (Quadro Financeiro Plurianual 2028-2034) estará em debate.</P><br />
<P>A proposta do executivo comunitário prevê a criação de um fundo dirigido às empresas e universidades, que terão de apresentar projetos em concorrência com outros países.</P><br />
<P>&#8220;Temos de preparar o país para os fundos concorrenciais. Não podemos ter medo da concorrência, temos de vencer a concorrência&#8221;, sublinhou Montenegro.</P><br />
<P>Pelo PS, Eduardo Pinheiro considerou que &#8220;esta nova realidade exige uma capacidade muito maior de antecipação, preparação e articulação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não está em causa a capacidade, mas saber se estamos estruturalmente preparados para concorrer com os melhores projetos da Europa&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Sobre o próximo orçamento plurianual comunitário, o primeiro-ministro afirmou que a mais recente proposta da presidência cipriota do Conselho da UE &#8220;é um ponto de partida, ainda está longe de ser o ponto de chegada&#8221;.</P><br />
<P>Portugal, prosseguiu, privilegia &#8220;as politicas de coesão e um panorama que não prejudique o caminho que fez até aqui&#8221;, além de &#8220;não esquecer as regiões ultraperiféricas&#8221;, Açores e Madeira, e querer &#8220;aprofundar as condições de aplicação e acesso a fundos competitivos, em especial o da competitividade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Queremos uma Europa mais competitiva, menos burocrática e focada no conhecimento e inovação para que não fiquemos mais uma vez para trás no desenvolvimento&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>O primeiro-ministro recordou que a Comissão &#8220;propôs um acréscimo de recursos que precisa de ter a aceitação dos Estados&#8221;, referiu o primeiro-ministro, antecipando uma &#8220;negociação muito difícil&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós temos de robustecer o orçamento (&#8230;) mas é preciso que os Estados queiram, é preciso que haja apoio político&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Montenegro indicou que defende que &#8220;um caminho para um bolo um pouco maior é adiar, protelar, reequacionar a forma de devolução do pagamento do PRR&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Já que não temos a oportunidade de constituir mais dívida comum, então vamos aproveitar para recalendarizar a que temos e permitir que ela possa ter uma utilização ou os recursos que estavam destinados a pagá-la possam ter uma utilização no próximo quadro financeiro plurianual&#8221;, disse.</P><br />
<P>Com esta medida, salientou, &#8220;ninguém vai ficar mais pobre, não há nenhum problema com aprovação nos parlamentos nacionais, não há nenhuma necessidade de alterar a filosofia&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777798]]></sapo:autor>
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		<title>Repetição de cartoon em exame de português e manual de apoio levanta polémica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:50:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A utilização de uma imagem de um manual de estudo no exame nacional de português está a motivar críticas de professores, que se queixam de desigualdade entre os alunos que compraram o referido livro e os restantes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A utilização de uma imagem de um manual de estudo no exame nacional de português está a motivar críticas de professores, que se queixam de desigualdade entre os alunos que compraram o referido livro e os restantes.</P><br />
<P>&#8220;É inaceitável o que se passou. Há alunos que tiveram sorte e, com isso, sabiam a resposta, os outros nem por isso&#8221;, afirmou à Lusa Carlos Ceia, catedrático da Universidade Nova.</P><br />
<P>Em causa está o facto de uma das perguntas do exame ser igual a uma prova de preparação de um manual de apoio para a prova deste ano, algo que Carlos Ceia considera &#8220;perfeitamente absurdo e injusto&#8221;.</P><br />
<P>A pergunta contempla uma análise crítica em relação a um cartoon do artista iraniano Takjoo, que tem como título &#8220;trabalho infantil&#8221; e inclui uma criança a costurar num cavalo de madeira.</P><br />
<P>A mesma imagem foi utilizada num manual deste ano e continha a legenda &#8220;e se o teu lápis fosse uma ferramenta contra o trabalho forçado?&#8221;. O exame não indicava essa legenda, mas pedia, igualmente, um comentário crítico à imagem.</P><br />
<P>&#8220;Os autores do exame falharam e criaram uma situação iníqua&#8221;, acusou Carlos Ceia, considerando que houve &#8220;alunos que tiveram a sorte de treinar nesse livro&#8221; e &#8220;alunos que tiveram azar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não há desculpa para o que aconteceu. Os autores têm de criar perguntas novas e não podem ir buscar umas já existentes&#8221;, acrescentou ainda.</P><br />
<P>Por seu turno, Carmo Oliveira, da Associação de Professores de Português (APP), considerou que se tratou de &#8220;uma coincidência infeliz&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os alunos compram muitos livros e é incontrolável o que se passou. Qualquer professor poderia ter utilizado essa imagem&#8221;, afirmou a professora da associação.</P><br />
<P>Em comunicado enviado entretanto, a organização confirmou que &#8220;nomeia especialistas para realizarem a auditoria das provas&#8221; de português, mas reafirmou o profissionalismo do processo.</P><br />
<P>Admitindo que a inclusão de uma pergunta com um pedido de &#8220;apreciação crítica do mesmo cartoon publicado em agosto de 2025 num livro de apoio aos exames&#8221;, a associação lamentou &#8220;a infeliz coincidência&#8221; e salientou que a autora do manual, que integra a direção da APP &#8220;não é autora de provas de avaliação externa, não é nem nunca foi nomeada como auditora de provas e não forneceu nem teve acesso a informação privilegiada&#8221;.</P><br />
<P>A associação reafirmou o &#8220;caráter totalmente sigiloso de todo o processo, imprescindível para a elevada qualidade do trabalho realizado em avaliação externa e para a confiança da comunidade educativa e da sociedade, em geral, na avaliação externa dos alunos&#8221;.</P><br />
<P>Contudo, para Carlos Ceia, &#8220;há uma violação do princípio da confiança&#8221; em todo o processo e a pergunta deve ser anulada, porque, &#8220;objetivamente houve alunos que tiveram uma sorte que lhes deu uma vantagem&#8221;.</P><br />
<P>O docente criticou outros pontos do exame, considerando-o &#8220;desajustado&#8221; e &#8220;com vários erros pedagógicos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este exame é a base do insucesso da disciplina de português&#8221;, porque os professores &#8220;vão treinando os alunos para esta tipologia de exames e este tipo de perguntas&#8221;, acrescentou ainda.</P><br />
<P>Em resposta à Lusa, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação disse que a &#8220;elaboração do item do exame nacional em questão&#8221; foi &#8220;anterior à publicação do manual de preparação para os exames de 2026 da Leya&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Assim sendo, não seria possível a equipa&#8221; que faz os exames &#8220;verificar a existência prévia de um item (cujo objeto de avaliação é a escrita, com um suporte idêntico) que ainda não tinha sido publicado&#8221;, acrescentou a mesma fonte.</P><br />
<P>Segundo a tutela, &#8220;nem a autora, que não faz parte de nenhuma equipa de elaboração de provas&#8221;, nem &#8220;a referida editora tiveram qualquer acesso prévio ao conteúdo do exame&#8221;, salientando que o &#8220;cartoon em causa se destacou num concurso internacional, pelo que a sua visibilidade pública é notória&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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