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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 21 May 2026 20:17:03 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Irão: ONU condena enforcamento de 2 homens por Teerão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 20:17:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades iranianas anunciaram hoje o enforcamento de dois homens acusados de pertencerem a "grupos terroristas separatistas", sentença já condenada pelo Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades iranianas anunciaram hoje o enforcamento de dois homens acusados de pertencerem a &#8220;grupos terroristas separatistas&#8221;, sentença já condenada pelo Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos.</P><br />
<P>Segundo o site Mizan, porta-voz do poder judicial da República Islâmica, &#8220;Ramin Zaleh e Karim Maroufpour foram enforcados por pertencerem a grupos terroristas separatistas, formarem um grupo com o objetivo de perturbar a segurança do país e por rebelião armada&#8221;.</P><br />
<P>Os dois homens, foram treinados para serem &#8220;agitadores&#8221;, adiantou a mesma fonte, e estiveram envolvidos em ataques contra as forças de segurança e planos de assassínio no oeste do Irão.</P><br />
<P>A data das suas detenções não foi divulgada.</P><br />
<P>O Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk, deplorou as execuções, referindo que &#8220;desde o início da escalada militar, pelo menos 34 pessoas foram executadas por motivos políticos e ameaças à segurança nacional, particularmente no contexto dos protestos de janeiro&#8221; contra o regime de Teerão.</P><br />
<P>&#8220;É inaceitável que as autoridades iranianas estejam a utilizar o atual conflito como ferramenta para abafar ainda mais a dissidência&#8221;, acrescentou Türk, instando as autoridades iranianas a &#8220;estabelecerem imediatamente uma moratória total sobre a pena de morte&#8221;.</P><br />
<P>Estas duas execuções ocorrem num contexto de aumento das execuções desde o início da guerra no Médio Oriente.</P><br />
<P>O Irão executou recentemente Ehsan Afreshteh, de 32 anos, acusado de ser &#8220;um espião treinado pela Mossad no Nepal que vendeu informações confidenciais a Israel&#8221;, e um estudante de engenharia aeroespacial suspeito de espionagem para os serviços de informação israelitas e norte-americanos.</P><br />
<P>De acordo com organizações de defesa dos direitos humanos, incluindo a Amnistia Internacional, o Irão é o país que mais aplica a pena de morte a seguir à China.</P><br />
<P>As autoridades executaram pelo menos 1.639 pessoas em 2025, um recorde desde 1989, segundo relatórios recentes da ONG Iran Human Rights e da organização Together Against the Death Penalty (ECPM), ambas sediadas na Noruega.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766105]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Jorge Jesus leva Al Nassr, de Cristiano Ronaldo e João Félix, ao título saudita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 20:01:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Al Nassr, treinado por Jorge Jesus, sagrou-se hoje campeão de futebol da Arábia Saudita, ao vencer o Damac, por 4-1, na última jornada, com um 'bis' de Cristiano Ronaldo e uma assitência de João Félix.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Al Nassr, treinado por Jorge Jesus, sagrou-se hoje campeão de futebol da Arábia Saudita, ao vencer o Damac, por 4-1, na última jornada, com um &#8216;bis&#8217; de Cristiano Ronaldo e uma assitência de João Félix.</P><br />
<P>Em Riade, o senegalês Sadio Mane, após assistência de João Félix, colocou o Al Nassr em vantagem, aos 34 minutos, ampliada aos 52 por Kingsley Coman, numa partida em que Morlaye Sylla reduziu para os visitantes, aos 58, de grande penalidade, pouco antes de Cristiano Ronaldo &#8216;bisar&#8217; para fechar a contagem, com tentos aos 63 e 81.</P><br />
<P>A formação orientada por Jorge Jesus fechou o campeonato com 86 pontos, mais dois do que o Al Hilal, de Rúben Neves, segundo, que hoje se impôs, por 1-0, ao Al Fayha, num jogo em que o médio português foi titular.</P><br />
<P>O Al Nassr, que conta com Cristiano Ronaldo desde 2023, conquistou o título de campeão da Arábia Saudita pela nona vez, seis anos depois da última vitória, em 2018/19, então sob o comando de Rui Vitória, que, nessa mesma época sucedeu a Hélder Cristóvão.</P><br />
<P>Jorge Jesus volta a vencer o cetro saudita, que tinha arrebatado em 2023/24, então no comando técnico do Al Hilal, reeditando os feitos de Nuno Espírito Santo, pelo Al Ittihad, em 2022/23, Leonardo Jardim e José Morais, ambos no Al Hilal, em 2020/21, tal como o falecido Artur Jorge, em 2001/02.  </P><br />
<P></P><br />
<P>AO/JP // AO</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766094]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Renault faz renascer a lenda Rafale: o avião Caudron C.460 volta aos céus quase 90 anos depois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 20:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Caudron C.460]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Renault]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao recuperar o nome Rafale, a Renault estabelece um diálogo entre passado e presente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase 90 anos depois de ter conquistado um lugar na história da aviação, o Caudron Rafale C.460 está pronto para voltar a voar. Restaurado com paixão, rigor técnico e atenção meticulosa aos detalhes, o icónico avião volta a dar vida a uma lenda ligada ao espírito pioneiro, à inovação e à procura constante de desempenho que marcam a história da Renault.</p>
<p>O regresso do Caudron Rafale C.460 &#8211; <a href="https://www.youtube.com/watch?v=m5lLutGlwkQ" target="_blank" rel="noopener">pode ver o vídeo aqui</a> &#8211; representa mais do que a recuperação de uma aeronave histórica. É também uma ponte entre a herança aeronáutica da Renault e a sua visão atual de design, tecnologia e ambição premium, hoje representada pelo Renault Rafale, modelo de produção que assume o papel de navio-almirante da marca.</p>
<p>Ao recuperar o nome Rafale, a Renault estabelece um diálogo entre passado e presente. De um lado, uma máquina de competição que marcou a aviação nos anos 30; do outro, um modelo contemporâneo que traduz as ambições da marca nos domínios do desempenho, da inovação e da sofisticação.</p>
<p>Nos bastidores deste projeto, uma equipa de especialistas dedicou vários meses à preparação do Caudron Rafale C.460, enfrentando os desafios técnicos de trazer de volta à vida uma aeronave com quase nove décadas de história. Cada detalhe foi trabalhado com o objetivo de preservar a autenticidade do avião e garantir que este símbolo do passado pudesse voltar a cumprir aquilo para que foi criado: voar.</p>
<p>O processo de restauro reflete a dimensão simbólica do projeto. A Renault não recupera apenas uma peça histórica; reacende uma narrativa de pioneirismo que ajuda a explicar a escolha do nome Rafale para o seu atual modelo de referência.</p>
<p>A marca vai revelar em breve os bastidores desta aventura através de um vídeo imersivo de ‘making-of’, mostrando as etapas-chave da preparação, a experiência técnica envolvida e as pessoas que tornaram possível o regresso do Caudron Rafale C.460 ao céu.</p>
<p>Com este projeto, a Renault reforça a ligação entre património e futuro, recuperando as origens de um nome icónico e projetando-o numa nova fase da sua história. O Rafale volta assim a unir aviação, emoção e inovação — agora entre a lenda que regressa ao ar e o modelo que representa as ambições premium da marca na estrada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766058]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Influenciadora brasileira Deolane Bezerra detida por suspeita de lavar dinheiro para o PCC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 19:32:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra, com mais de 21 milhões de seguidores no Instagram, foi presa preventivamente hoje por suspeita de lavar dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC), disseram as autoridades brasileiras. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra, com mais de 21 milhões de seguidores no Instagram, foi presa preventivamente hoje por suspeita de lavar dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC), disseram as autoridades brasileiras. </P><br />
<P>A empresária, de 38 anos, teve ainda 27 milhões de reais em bens bloqueados pela Justiça, o equivalente a 4,65 milhões de euros, além de uma frota de carros de luxo apreendidos na sua mansão. </P><br />
<P>A advogada, que ganhou fama por ostentar e publicar a sua vida de luxo nas redes sociais, é apontada como &#8220;caixa do crime organizado&#8221;, segundo a investigação conduzida pelo Ministério Público e a Polícia Civil do estado de São Paulo.</P><br />
<P>No inquérito policial, a que a Lusa teve acesso, os investigadores descrevem que &#8220;Deolane empresta toda a sua estrutura financeira e aparente respeitabilidade social para o trânsito e integração de valores ilícitos&#8221;. </P><br />
<P>Ela chegou a abrir 35 empresas fantasmas para lavar dinheiro para o PCC, especifica. </P><br />
<P>&#8220;Essas empresas são classificadas como veículos de lavagem por apresentarem endereços fictícios em imóveis residenciais, sem qualquer atividade operacional verificada&#8221;, lê-se no documento.</P><br />
<P>Deolane, segundo as investigações, teria usado as próprias contas bancárias para transferir dinheiro para uma transportadora de cargas que lavava dinheiro para a família de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, um dos líderes do PCC. </P><br />
<P>A transportadora, localizada numa cidade no interior do estado de São Paulo, transferia recursos para outras contas bancárias visando dificultar o rastreamento de dinheiro.</P><br />
<P>Além de Deolane, a operação de hoje visou Marcola, preso desde 1999, um irmão e dois sobrinhos do líder do PCC e um homem apontado com operador financeiro da transportadora. </P><br />
<P>Deolane Bezerra entrou na mira dos investigadores após a polícia identificar, em 2019, troca de bilhetes entre presos do PCC que faziam referência &#8220;aquela mulher da transportadora&#8221;, que mais tarde se comprovou ser a influenciadora digital.</P><br />
<P>Durante a conferência de imprensa de hoje, os investigadores disseram que a operação teve &#8220;caráter pedagógico&#8221;, lembrando que Deolane tem mais de 21 milhões de seguidores, e esperam um &#8220;efeito inibitório&#8221; para mostrar &#8220;aos jovens que não existe caminho fácil&#8221;.</P><br />
<P>Questionados pela imprensa brasileira, os advogados de Deolane e de Marcola afirmaram que ainda se estavam a inteirar dos factos.</P><br />
<P>Deolane Bezerra já foi alvo da polícia e da Justiça brasileira em outros momentos, sendo que um dos casos mais emblemáticos ocorreu em 2024, quando foi detida durante uma operação policial que investigou lavagem de dinheiro e jogos de azar ilegais em plataformas digitais.</P><br />
<P>Antes de ser presa hoje no Brasil, a empresária esteve, nas últimas semanas, em Roma (Itália), e teve o nome incluído na lista da Difusão Vermelha da Interpol, lê-se no inquérito policial obtido pela Lusa. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766088]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Regiões de Aveiro e Leiria juntam-se a Coimbra na contestação de contrato nos resíduos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/regioes-de-aveiro-e-leiria-juntam-se-a-coimbra-na-contestacao-de-contrato-nos-residuos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 18:53:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As comunidades intermunicipais (CIM) das regiões de Aveiro e de Leiria vão juntar-se à Região de Coimbra na ação judicial que contesta a concessão do sistema de tratamento e recolha de resíduos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As comunidades intermunicipais (CIM) das regiões de Aveiro e de Leiria vão juntar-se à Região de Coimbra na ação judicial que contesta a concessão do sistema de tratamento e recolha de resíduos.</P><br />
<P>A CIM da Região de Coimbra aprovou hoje, em conselho intermunicipal, um protocolo de repartições de custos com a contestação judicial com as Regiões de Aveiro e de Leiria, integrando também esse processo que envolve a ERSUC &#8212; Resíduos Sólidos do Centro.</P><br />
<P>Em março, a Região de Coimbra afirmou que iria pedir ao Tribunal de Contas para fiscalizar a concessão do sistema de tratamento e recolha de resíduos à EGF, empresa do grupo Mota Engil.</P><br />
<P>Aquela CIM tinha contratado um escritório de advogados para remeter também o contrato à Autoridade da Concorrência e à Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).</P><br />
<P>Há vários anos que municípios criticam aquela concessão e têm regularmente votado contra vários dos pontos da ordem de trabalhos da Assembleia Geral da ERSUC, enquanto acionistas minoritários.</P><br />
<P>Em março, o secretário executivo da CIMRC, Jorge Brito, considerou que se está perante um &#8220;contrato leonino&#8221;, numa área onde os municípios veem desinvestimento, distribuição de dividendos entre acionistas e um aumento enorme da tarifa da recolha e tratamento de resíduos (cerca de 160% em três anos), sem que a qualidade do serviço tivesse acompanhado essa subida de preço.</P><br />
<P>O caso do pedido de fiscalização ao Tribunal de Contas (TdC) foi apresentado, na altura, por Tiago Souza d&#8217;Alte, que lidera o escritório de advogados TSA, durante uma reunião do conselho intermunicipal, que decorreu em Tábua (distrito de Coimbra).</P><br />
<P>O especialista disse que o contrato e a sua execução &#8220;revelam resultados perniciosos para o interesse público&#8221;, e considerou que o TdC deve apurar se a ERSUC está a privilegiar a remuneração em detrimento do serviço público que deveria prestar em 36 municípios do Litoral Centro, num território que abrange quase um milhão de habitantes.</P><br />
<P>O advogado alertou que a ERSUC, onde a Mota Engil é sócio maioritário, poderá estar a planear fazer uma grande quantidade de investimentos quase no final do prazo de concessão, para obrigar os municípios, caso queiram reverter a privatização, a pagar os investimentos ainda não amortizados &#8212; tal como está previsto no contrato.</P><br />
<P>Tiago Souza d&#8217;Alte apontou para cinco problemas no contrato em que a ERSUC opera em regime de exclusividade: aumento das tarifas, problemas do serviço e mau desempenho (com reclamações frequentes), falta de investimento, modelo que reduz o risco do concessionário e as dificuldades criadas no final da concessão para os municípios assumirem de novo a sua gestão.</P><br />
<P>O advogado explicou que a empresa optou por fazer uma grande quantidade de investimento inicial para se poder remunerar e deverá voltar a fazê-lo perto do final da concessão para &#8220;deixar a conta para pagar em 2034 aos municípios&#8221;.</P><br />
<P>Para o especialista, essa conta pesada para os municípios poderem voltar a &#8220;assumir as rédeas do sistema&#8221; permite à ERSUC limitar as decisões e o concurso que poderá ser lançado depois de 2034.</P><br />
<P>Na reunião do conselho intermunicipal, que hoje decorreu em Mortágua, no distrito de Viseu, foram vários os autarcas a criticar o serviço prestado pela ERSUC e a defender um outro modelo para o futuro, que terá de ser preparado muito antes do prazo final da concessão.</P><br />
<P>A ERSUC opera em 36 municípios dos distritos de Coimbra, de Aveiro e de Leiria.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766086]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Nova lei anti-vandalismo em Angola aprovada hoje &#8220;não é exercício de teimosia política&#8221; &#8212; Governo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nova-lei-anti-vandalismo-em-angola-aprovada-hoje-nao-e-exercicio-de-teimosia-politica-governo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 18:53:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O parlamento angolano aprovou hoje, na generalidade, a nova proposta de lei sobre o vandalismo de bens públicos, iniciativa legislativa que para o Governo "não é um exercício de teimosia política", mas visa proteger o património público.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O parlamento angolano aprovou hoje, na generalidade, a nova proposta de lei sobre o vandalismo de bens públicos, iniciativa legislativa que para o Governo &#8220;não é um exercício de teimosia política&#8221;, mas visa proteger o património público.</P><br />
<P>Hoje, durante as discussões no plenário sobre a nova proposta de Lei Contra a Vandalização de Bens Públicos, grande parte dos deputados na oposição contestou as disposições da lei, enquanto outros acolheram o diploma e assinalaram a sua importância para a salvaguarda dos bens públicos.</P><br />
<P>O diploma apresentado pelo ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Dionísio da Fonseca, durante a reunião plenária desta quinta-feira, foi aprovado na generalidade com 98 votos a favor do MPLA (poder), PRS, FNLA e PHA (oposição) e 64 abstenções da UNITA (oposição).</P><br />
<P>Para Armando Caquepa, deputado da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA, maior partido na oposição), a nova lei contra o vandalismo de bens públicos &#8220;é testemunho da teimosia política&#8221; que &#8220;parece caracterizar a ação do executivo angolano&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta lei traz molduras penais desproporcionais (&#8230;) e arrisca ser declarada novamente inconstitucional&#8221;, criticou o político, para quem a lei visa restringir o exercício dos direitos à greve e à manifestação.</P><br />
<P>Em defesa da iniciativa legislativa do Presidente angolano, João Lourenço, o ministro de Estado disse que a apresentação do novo diploma aos parlamentares &#8220;não é um exercício de teimosia política&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É um exercício de busca persistente de soluções que visam proteger o património público e assegurar a melhoria das condições de vida das nossas populações&#8221;, respondeu o governante, realçando que a lei &#8220;é necessária&#8221; para a proteção dos bens e serviços públicos.</P><br />
<P>Esta nova proposta revoga a lei aprovada em 2024, após o Tribunal Constitucional declarar a inconstitucionalidade de algumas normas.</P><br />
<P>O deputado da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) Benjamim da Silva disse, na sua intervenção, que a lei visa a proteção de bens públicos e exortou os cidadãos a assumirem com zelo a proteção do património público.</P><br />
<P>Por seu turno, o deputado do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) Boavida Neto considerou que o vandalismo psicológico &#8220;é muito mais profundo&#8221; que o vandalismo material, condenando, no entanto, os atos de vandalismo registados no país.</P><br />
<P>O ministro afirmou que a lei contra o vandalismo não vem limitar o direito à greve e à manifestação, ressalvando, contudo, que os referidos direitos &#8220;não são absolutos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O direito à greve ou o direito à manifestação não é um livre-trânsito para que as pessoas destruam os bens e serviços públicos. Quando se autoriza ou se consente a realização de manifestações não se está a autorizar a destruição dos bens públicos. Precisamos, efetivamente, separar as águas e não confundir a opinião pública&#8221;, respondeu ainda aos deputados.</P><br />
<P>O diploma agora revogado foi aprovado em votação final e global em 2024, sob várias críticas da oposição e da sociedade civil. Tribunal Constitucional angolano declara inconstitucionais várias normas da lei anti-vandalismo.</P><br />
<P>Em dezembro passado, o Tribunal Constitucional declarou inconstitucionais algumas normas por violarem princípios da proporcionalidade e da legalidade penal previstos na Constituição da República.</P><br />
<P>A proposta hoje votada estabelece uma pena de prisão de três a 14 anos (a lei anterior estabelecia penas de prisão de três a 25 anos) para quem, individual ou coletivamente, financiar, incitar, impulsionar, promover ou facilitar a atividade de destruição, subtração, danificação ou remoção de bens públicos, ou a paralisação de serviços públicos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766085]]></sapo:autor>
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		<title>EDP emite 750 ME em dívida verde com maturidade em 2033</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 18:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A EDP fixou hoje o preço de uma emissão de títulos de dívida verde no montante de 750 milhões de euros, com maturidade em março de 2033 e um cupão de 3,75%, anunciou a elétrica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A EDP fixou hoje o preço de uma emissão de títulos de dívida verde no montante de 750 milhões de euros, com maturidade em março de 2033 e um cupão de 3,75%, anunciou a elétrica.</P><br />
<P>Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a EDP indicou que a operação foi realizada através da sua subsidiária EDP &#8212; Servicios Financieros España, E será solicitada a admissão à negociação na Euronext Dublin. </P><br />
<P>Segundo a EDP, a rendibilidade associada à emissão ronda os 3,4%. </P><br />
<P>As receitas líquidas da emissão serão utilizadas para financiar ou refinanciar o portefólio de projetos verdes elegíveis, tal como definido no &#8220;Green Finance Framework&#8221; da EDP. Segundo a EDP, estes projetos estão &#8220;totalmente alinhados com a taxonomia Europeia&#8221;.</P><br />
<P>A operação contou como &#8216;joint-bookrunners&#8217; &#8211; bancos coordenadores da emissão &#8211; com BBVA, CaixaBI, Crédit Agricole CIB, DBS Bank Ltd., Deutsche Bank, HSBC, ING, Millennium bcp, Mizuho e Standard Chartered Bank AG. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766073]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Azeite com depósito no fundo da garrafa é seguro? Saiba o que significa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 18:17:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[À primeira vista, o aspeto pode levantar dúvidas sobre a qualidade do produto ou até sobre a segurança do consumo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="73" data-end="349">Encontrar uma garrafa de azeite com depósito no fundo pode levantar dúvidas ao consumidor. A presença de uma camada mais espessa ou de pequenos flocos no recipiente pode parecer sinal de menor qualidade ou de deterioração do produto, mas nem sempre há motivo para preocupação.</p>
<p data-start="351" data-end="546">Segundo a DECO PROteste, esse aspeto pode estar relacionado com um fenómeno físico provocado pelo frio e não significa, por si só, que o azeite esteja estragado ou que seja inseguro para consumo.</p>
<p data-start="548" data-end="602"><strong>Porque aparece depósito no fundo da garrafa de azeite?</strong></p>
<p data-start="604" data-end="737">A formação de uma camada mais densa no fundo da garrafa de azeite pode ocorrer quando o produto é exposto a temperaturas mais baixas.</p>
<p data-start="739" data-end="966">O azeite é composto por vários constituintes com pontos de fusão diferentes. Quando a temperatura desce, frequentemente para valores próximos ou inferiores a 10 ou 12°C, alguns desses componentes começam a cristalizar primeiro.</p>
<p data-start="968" data-end="1101">Esse processo pode originar flocos ou uma camada mais espessa no fundo da embalagem, dando ao azeite um aspeto diferente do habitual.</p>
<p data-start="1103" data-end="1168"><strong>Frio pode alterar o aspeto do azeite, mas o fenómeno é reversível</strong></p>
<p data-start="1170" data-end="1360">De acordo com a DECO PROteste, este fenómeno é físico e reversível. Ou seja, quando o azeite regressa à temperatura ambiente, os cristais dissolvem-se e o produto volta ao seu aspeto normal.</p>
<p data-start="1362" data-end="1518">Por isso, a presença de depósito ou de uma camada mais espessa no fundo da garrafa não significa necessariamente que o azeite esteja impróprio para consumo.</p>
<p data-start="1520" data-end="1569"><strong>Depósito no azeite não quer dizer menor qualidade</strong></p>
<p data-start="1571" data-end="1661">A existência desta camada no fundo também não determina, por si só, a qualidade do azeite.</p>
<p data-start="1663" data-end="1800">O aspeto visual pode ser influenciado pela exposição ao frio e não deve ser automaticamente associado a um produto de qualidade inferior.</p>
<p data-start="1802" data-end="2047">Também não é possível concluir que um azeite com depósito seja mais barato por causa desse fenómeno. O preço resulta de vários fatores, incluindo a origem das azeitonas, a mistura de lotes, a escala de produção e a estratégia comercial da marca.</p>
<p data-start="2049" data-end="2093"><strong>Preço mais baixo pode ter outras explicações</strong></p>
<p data-start="2095" data-end="2257">Um azeite mais barato pode dever-se a fatores comerciais ou à própria origem e conceção do produto, e não à presença de uma camada mais densa no fundo da garrafa.</p>
<p data-start="2259" data-end="2389">Assim, o depósito no azeite não deve ser visto isoladamente como sinal de pior qualidade, nem como explicação direta para o preço.</p>
<p data-start="2391" data-end="2608">Em resumo, se o azeite apresentar uma camada mais espessa ou flocos no fundo da garrafa, isso pode dever-se simplesmente ao frio. O fenómeno é reversível e não significa necessariamente que o produto esteja estragado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766067]]></sapo:autor>
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		<title>PM eslovaco rejeita estatuto intermédio para a Ucrânia na UE: “Ou aceitamos alguém, ou não”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 18:04:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[eslováquia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Fico]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Ideia de Merz passaria por aproximar politicamente Kiev das instituições europeias sem lhe conceder, para já, todos os direitos de um Estado-membro. A Ucrânia poderia participar em cimeiras europeias, nomear representantes para instituições da UE e aceder a partes do orçamento comunitário, mas sem direito de voto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, rejeitou a proposta do chanceler alemão, Friedrich Merz, para conceder à Ucrânia um estatuto de membro associado da União Europeia enquanto prosseguem as negociações para uma adesão plena.</p>
<p>A ideia de Merz passaria por aproximar politicamente Kiev das instituições europeias sem lhe conceder, para já, todos os direitos de um Estado-membro. A Ucrânia poderia participar em cimeiras europeias, nomear representantes para instituições da UE e aceder a partes do orçamento comunitário, mas sem direito de voto.</p>
<p>Fico afastou essa possibilidade, argumentando que não existe atualmente ambiente político dentro da União Europeia para soluções desse tipo. “Ou aceitamos alguém, ou não”, afirmou o primeiro-ministro eslovaco, citado pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;, com base no jornal checo &#8216;Denník N&#8217;.</p>
<p>O chefe do Governo eslovaco defendeu ainda que outros países candidatos, como Montenegro, Albânia e Sérvia, também têm direito a entrar no bloco, sugerindo que a Ucrânia não deve receber um tratamento especial que ultrapasse os restantes processos de adesão.</p>
<p>A proposta de Merz surge num momento em que a integração europeia da Ucrânia continua marcada por dificuldades políticas e processuais. Numa carta dirigida à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e ao presidente do Conselho Europeu, António Costa, o chanceler alemão defendeu uma solução que aproxime imediatamente a Ucrânia da UE e das suas principais instituições.</p>
<p>“É evidente que não conseguiremos concluir o processo de adesão a curto prazo, dadas as inúmeras dificuldades e as complexidades políticas dos processos de ratificação”, escreveu Merz. O chanceler insistiu, contudo, que continua a apoiar a entrada plena da Ucrânia na União Europeia e defendeu a abertura de todos os blocos negociais “o mais rapidamente possível”.</p>
<p>Merz procurou também afastar a ideia de uma adesão de segunda categoria. “Não seria uma membership light”, afirmou, sublinhando que o objetivo seria criar uma ponte política até à adesão plena, e não substituir o estatuto de membro.</p>
<p>Kiev, porém, olha para soluções intermédias com cautela. A Ucrânia receia que um estatuto temporário ou associado acabe por atrasar, complicar ou enfraquecer o caminho para a adesão plena à União Europeia.</p>
<p>Desde o início da invasão russa em larga escala, a Ucrânia tem pressionado para acelerar o processo de adesão à UE, que vê como essencial para a sua recuperação, segurança e futuro político. A incerteza em torno da entrada na NATO aumenta ainda mais o peso estratégico da integração europeia.</p>
<p>O processo ucraniano tinha sido travado nos últimos anos pela oposição do antigo primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán. A sua derrota eleitoral recente para Péter Magyar abriu expectativas de maior avanço nas negociações, mas a posição de Fico mostra que continuam a existir resistências dentro da União Europeia.</p>
<p>A discussão coloca a UE perante um dilema: como aproximar rapidamente a Ucrânia do bloco sem criar atalhos políticos que outros candidatos possam considerar injustos, e sem oferecer a Kiev uma solução que acabe por parecer menos do que a adesão plena prometida.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766056]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal mantém-se como segundo maior fornecedor de Angola e reforça posição em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 18:02:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal consolidou-se em 2025 como o segundo maior fornecedor de Angola, com uma quota de 9,8% das importações do país africano e um crescimento de 20,72% face a 2024, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE) angolano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal consolidou-se em 2025 como o segundo maior fornecedor de Angola, com uma quota de 9,8% das importações do país africano e um crescimento de 20,72% face a 2024, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE) angolano.</P><br />
<P>De acordo com o Anuário de Estatísticas do Comércio Externo 2025,o valor das importações angolanas provenientes de Portugal totalizou 1,5 biliões de kwanzas (cerca de 1.415 milhões de euros), contra 1,2 biliões de kwanzas (cerca de 1.172 milhões de euros) em 2024.</P><br />
<P>Portugal fica apenas atrás da China, que continua a dominar as importações angolanas com uma quota de 20,41% e um crescimento de 56,54% face a 2024, totalizando 3,1 biliões de kwanzas (cerca de 2.946 milhões de euros).</P><br />
<P>O documento do INE regista ainda variações noutros fornecedores como o Togo que teve o maior crescimento entre todos os parceiros &#8212; 504,24% &#8212;, passando de 69.388 milhões de kwanzas (cerca de 65 milhões de euros) em 2024 para 419.270 milhões de kwanzas (cerca de 396 milhões de euros) em 2025, tornando-se o 12.º maior fornecedor de Angola. A Argentina registou também um crescimento expressivo de 238,18%, passando de 153.496 milhões de kwanzas (cerca de 145 milhões de euros) para 519.087 milhões de kwanzas (cerca de 490 milhões de euros).</P><br />
<P>No total, as importações angolanas cresceram 16,93% em 2025, para 15,3 biliões de kwanzas (cerca de 14.431 milhões de euros), destacando-se entre os princiais grupos as máquinas e aparelhos (25,56%), combustíveis (16,40%), metais comuns (10,79%), produtos alimentares (9,18%) e veículos (8,90%).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766059]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mercado do petróleo aproxima-se da “zona vermelha”: escassez de oferta pode chegar no verão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mercado-do-petroleo-aproxima-se-da-zona-vermelha-escassez-de-oferta-pode-chegar-no-verao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:54:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aie]]></category>
		<category><![CDATA[Fatih Birol]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Fatih Birol sublinhou que os efeitos vão sentir-se durante a época de viagens de verão, que coincide com a época de sementeira agrícola em muitos países]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, avisou que, se o estreito de Ormuz não reabrir plenamente, a economia mundial poderá entrar numa “zona vermelha” já em julho ou agosto. Birol sublinhou que os efeitos vão sentir-se durante a época de viagens de verão, que coincide com a época de sementeira agrícola em muitos países.</p>
<p>“Podemos estar a entrar na zona vermelha em julho e agosto, se não se verificarem melhorias na situação”, avisou, durante uma conferência do centro de estudos britânico Chatham House em Londres. Segundo o diretor-executivo da AIE, as reservas libertadas para o mercado e os stocks existentes ajudaram a amortecer o choque, mas não eliminam o risco de uma nova escalada, pois as reservas não têm sido reabastecidas devido à falta de movimento no estreito de Ormuz.</p>
<p>Lembrando as crises de 1973, 1979 e 2022 juntas, Birol disse que “esta crise é muito maior do que as três crises juntas”. Para além da energia, Birol está preocupado com o efeito que o bloqueio daquela passagem marítima entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã vai ter na circulação de outras matérias-primas, com impacto potencial na economia mundial.</p>
<p>“Uma enorme quantidade de outras mercadorias vitais passa pelo estreito de Ormuz, tais como fertilizantes, produtos petroquímicos, hélio e enxofre. E isto terá implicações significativas para o mundo, para a economia e para muitos países, especialmente os do mundo em desenvolvimento e emergente”, salientou.</p>
<p>O responsável destacou que a subida dos preços da energia pode agravar os custos dos fertilizantes e do gasóleo, pressionando a agricultura e a inflação. “Estou preocupado com o setor agrícola e com a alimentação. Temos muitas culturas importantes, mas três delas constituem a espinha dorsal do setor agrícola: o trigo, o arroz e o milho. E, quando analisamos estas culturas, cerca de 60% dos custos de produção provêm dos fertilizantes e do gasóleo. Os preços de ambos estão a subir”, referiu.</p>
<p>O diretor da AIE disse que já é possível “ver os primeiros sinais de que os números da inflação estão a subir aqui e ali, e isto é apenas o começo”.</p>
<p>“A minha grande esperança é que o estreito seja aberto, total e incondicionalmente”, salientou. Para acalmar os mercados, os 32 países membros da AIE anunciaram em março a libertação coordenada de 426 milhões de barris, ou seja, mais de um terço das suas reservas estratégicas, uma decisão sem precedentes.</p>
<p>No entanto, segundo a AIE, a paralisação do tráfego no estreito de Ormuz, relacionada com a guerra no Médio Oriente, já causou a perda de mais de mil milhões de barris de exportações provenientes dos produtores do Golfo, o que representa uma perda para o mercado de cerca de 14 milhões de barris por dia.</p>
<p>Nesta situação, e apesar das reservas estratégicas já libertadas, a AIE já tinha dado o alarme a 13 de maio sobre a redução “recorde” das reservas de petróleo à medida que a guerra no Médio Oriente se arrasta. Sem uma resolução rápida do conflito, os preços do petróleo poderão disparar ainda mais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766053]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Centro de ébola incendiado no Congo: surto raro espalha medo, raiva e tensão com autoridades</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/centro-de-ebola-incendiado-no-congo-surto-raro-espalha-medo-raiva-e-tensao-com-autoridades/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:36:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ébola]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[RD Congo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataque aconteceu numa altura em que médicos, organizações humanitárias e autoridades congolesas tentam conter uma variante rara do vírus ébola]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um centro de tratamento de ébola em Rwampara, no leste da República Democrática do Congo, foi incendiado esta quinta-feira por populares que tentavam recuperar o corpo de um homem da comunidade local que terá morrido da doença. O caso, relatado pela &#8216;AP&#8217;, expõe a tensão crescente entre as autoridades de saúde e as populações numa região onde o surto continua a alastrar.</p>
<p>O ataque aconteceu numa altura em que médicos, organizações humanitárias e autoridades congolesas tentam conter uma variante rara do vírus ébola, num território marcado pela falta de infraestruturas de saúde, pela deslocação de populações e pela presença de conflitos armados.</p>
<p>As autoridades têm procurado controlar os funerais de vítimas suspeitas, uma vez que os corpos de pessoas que morrem de ébola podem ser altamente contagiosos. A preparação tradicional dos corpos e as cerimónias fúnebres podem aumentar o risco de transmissão, razão pela qual os enterros são conduzidos, sempre que possível, segundo protocolos sanitários rigorosos.</p>
<p>A medida, porém, tem provocado revolta entre familiares e amigos das vítimas, que muitas vezes não conseguem despedir-se dos seus entes queridos de acordo com os costumes locais. Em Rwampara, essa tensão acabou por escalar.</p>
<p>Uma testemunha citada pela &#8216;AP&#8217; contou que jovens da região tentaram recuperar o corpo de um amigo que terá morrido de ébola. A polícia interveio para acalmar a situação, mas não conseguiu impedir que o grupo entrasse no centro e pegasse fogo a objetos no interior.</p>
<p>Um jornalista da &#8216;AP&#8217; no local viu pessoas invadirem o centro e incendiarem objetos, bem como aquilo que parecia ser o corpo de pelo menos uma vítima suspeita de ébola ali armazenada. Trabalhadores humanitários abandonaram o centro em viaturas.</p>
<p>Jean Claude Mukendi, responsável pela segurança pública na província de Ituri, afirmou que os jovens não compreenderam os protocolos exigidos para o enterro de vítimas suspeitas de ébola. “A família, os amigos e outros jovens queriam levar o corpo para casa para o funeral, embora as instruções das autoridades durante este surto sejam claras”, explicou. “Todos os corpos devem ser enterrados de acordo com as regras.”</p>
<p>Hama Amadou, coordenador no terreno da organização humanitária ALIMA, que tinha equipas no centro, afirmou mais tarde que a calma tinha sido restabelecida e que as equipas continuavam a trabalhar.</p>
<p>O episódio ilustra uma das maiores dificuldades no combate ao surto: conter a propagação do vírus sem romper completamente com práticas culturais ligadas à morte e ao luto. A Organização Mundial da Saúde declarou o surto uma emergência de saúde pública de preocupação internacional.</p>
<p>De acordo com as Nações Unidas, há 148 mortes suspeitas e quase 600 casos suspeitos. Dois casos foram também registados no Uganda, incluindo uma morte. A OMS admite, contudo, que a dimensão real do surto deverá ser maior do que os números oficiais indicam.</p>
<p>O risco de propagação global é considerado baixo, mas o risco regional é elevado, sobretudo porque a província de Ituri faz fronteira com o Uganda e o Sudão do Sul. “A prioridade agora é agir rapidamente e trabalhar de perto com as comunidades, porque os próximos dias são críticos”, afirmou Ariel Kestens, responsável da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho no Congo.</p>
<p>As equipas de saúde alertam para a falta urgente de material e de profissionais. A situação é agravada pelo facto de não existir atualmente uma vacina ou medicamento disponível para a estirpe Bundibugyo, responsável por este surto. Um especialista citado esta semana estimou que poderão ser necessários entre seis e nove meses até haver uma solução disponível.</p>
<p>O vírus terá circulado sem ser detetado durante várias semanas após a primeira morte conhecida, no final de abril. As autoridades congolesas estariam inicialmente a testar uma variante diferente do ébola, mais comum em surtos anteriores no país.</p>
<p>Esta quinta-feira, o grupo rebelde M23, que controla partes do leste do Congo, anunciou um caso confirmado perto de Bukavu, a cerca de 500 quilómetros do epicentro do surto em Ituri. A pessoa morreu, segundo o grupo. Se confirmado pelas autoridades de saúde, será o primeiro caso registado na província de Kivu do Sul.</p>
<p>A crise já teve efeitos internacionais. A Índia e a União Africana anunciaram o adiamento da cimeira India-Africa Forum, prevista para a próxima semana em Nova Deli, devido à evolução da situação sanitária em partes do continente africano.</p>
<p>A seleção de futebol do Congo cancelou também um estágio de preparação de três dias para o Mundial e uma despedida prevista com adeptos em Kinshasa. Nos Estados Unidos, o Departamento de Segurança Interna determinou que voos com cidadãos americanos ou residentes permanentes que tenham estado no Congo, Uganda ou Sudão do Sul nos últimos 21 dias sejam redirecionados para o aeroporto Washington Dulles, onde haverá rastreio reforçado ao ébola.</p>
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		<title>Navigator quer revisão da legislação que limita plantação de eucaliptos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:31:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A papeleira Navigator defendeu hoje a revisão da legislação em vigor que limita a plantação de eucaliptos em Portugal, argumentando que a regulação do setor tem de mudar de um paradigma proibitivo para outro que fomente o investimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A papeleira Navigator defendeu hoje a revisão da legislação em vigor que limita a plantação de eucaliptos em Portugal, argumentando que a regulação do setor tem de mudar de um paradigma proibitivo para outro que fomente o investimento.</p>
<p>Numa intervenção hoje, na conferência &#8220;Incêndios Florestais: O Fogo Está A Mudar &#8212; E Nós?&#8221;, que decorreu na Figueira da Foz, distrito de Coimbra, o administrador executivo da Navigator, João Lé, elencou três prioridades para a floresta nacional: ganhar escala na propriedade rústica, aumentar a gestão ativa, apostando na prevenção e combate ao abandono dos terrenos e criar uma estrutura nacional de sapadores florestais profissionais, que assegurem prevenção e combate.</p>
<p>O administrador da Navigator &#8212; empresa que investe na fileira do eucalipto e possui um clube de produtores florestais com mais de 900 associados (em dois anos em meio, segundo dados hoje divulgados, representou um volume de negócios próximo dos 1.200 milhões de euros) &#8211; defendeu ainda que &#8220;nenhuma abordagem aos incêndios rurais pode ignorar a falta de escala, o abandono das terras e ausência de gestão que constituem fatores de risco relevantes&#8221;.</p>
<p>No contexto das prioridades para a floresta portuguesa, João Lé frisou ser &#8220;imperativo que a regulação nacional evolua de um paradigma puramente proibitivo e punitivo, para um modelo que fomente e incentive o investimento&#8221;.</p>
<p>A legislação em vigor, alterada na sequência dos incêndios de 2017, passou a proibir, embora com exceções, as ações de arborização de novas áreas de eucalipto, permitindo a rearborização de áreas onde a ocupação anterior já fosse de um povoamento puro ou misto dominante daquela espécie.</p>
<p>&#8220;Não podemos continuar reféns de um enquadramento legislativo que, ao limitar o investimento na floresta de produção, acaba por ser o maior catalisador do abandono&#8221;, vincou João Lé.</p>
<p>De acordo com o administrador executivo da Navigator, &#8220;uma lei pensada para bloquear não pode ser o instrumento&#8221; de que aquela fileira florestal necessita &#8220;para agir&#8221;.</p>
<p>&#8220;Portugal precisa, com urgência, de um RJAR [Regime Jurídico das Arborizações e Rearborizações] que seja um instrumento de fomento e não de bloqueio&#8221;, reafirmou.</p>
<p>O mesmo responsável defendeu ainda que uma eventual reforma legislativa promova, &#8220;por exemplo, a florestação de áreas de matos com potencial produtivo, integrando, de forma equilibrada, plantações de rendimento e espécies autóctones, em mosaicos resilientes e com gestão&#8221;.</p>
<p>Já o presidente do município da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, na abertura da sessão, citou outra norma legislativa, que classificou de &#8220;absolutamente obsoleta no quadro jurídico que existe&#8221;, sobre o regime que os privados têm &#8220;nomeadamente em termos de calendário temporal, para cuidarem dos seus terrenos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nós estamos no terreno (&#8230;) estamos a limpar caminhos, de manhã à noite, todos os dias, reforçámos o parque de máquinas, os operacionais, obviamente estamos a fazer o que podemos. Também com a ajuda das unidades industriais, nomeadamente das papeleiras existentes no concelho, mas o trabalho é imenso&#8221;, notou.</p>
<p>Na sua intervenção, Santana Lopes assumiu que os serviços municipais na Figueira da Foz, em certas situações, limpam terrenos mesmo sem o alegado conhecimento do proprietário.</p>
<p>&#8220;Quando é possível dizer aos proprietários que, ou até maio, ou agora até mesmo 30 de junho podem cuidar dos seus terrenos e nós [autarcas] estamos limitados&#8230; eu devo dizer que a orientação que dou, e digo-o publicamente, aos corpos da Proteção Civil é quando virem casos que são extremamente gravosos, perigosos, um susto, entrem [no terreno], limpem. Não temos nenhuma hipótese de esperar que chegue a pessoa de onde está emigrada, de onde está fora, que se disponha a contactar-nos&#8221;, vincou.</p>
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		<title>Mau tempo: Apoio até 1.500 euros para limpar terrenos alargado a mais quatro municípios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:30:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Os proprietários de terrenos em 22 municípios do Centro afetados pelas tempestades podem candidatar operações de limpeza até 1.500 euros por hectare, num processo simplificado, mas o Governo vai alargar a medida a mais quatro municípios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os proprietários de terrenos em 22 municípios do Centro afetados pelas tempestades podem candidatar operações de limpeza até 1.500 euros por hectare, num processo simplificado, mas o Governo vai alargar a medida a mais quatro municípios.</p>
<p>O Fundo Ambiental (FA) abriu candidaturas ao financiamento de operações de gestão florestal, no valor total de 40 milhões euros, pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para as zonas mais afetadas pelas tempestades na região Centro.</p>
<p>Fonte oficial do gabinete da ministra do Ambiente e Energia avançou à Lusa que, além dos 22 municípios com Áreas Integradas de Gestão da Paisagem (AIGP), criadas em abril, a iniciativa vai ser alargada a &#8220;quatro novos concelhos&#8221;: Ansião, Figueiró dos Vinhos (distrito de Leiria), Lousã (Coimbra) e Mação (Santarém).</p>
<p>&#8220;O financiamento é dado a 100% aos municípios, e os municípios a partir daí fazem o financiamento proporcional ao número de hectares [ha] da área danificada, um valor que pode ir até 1.500 euros por ha, para os donos&#8221; ou quem trata &#8220;das florestas&#8221;, afirmou Maria da Graça Carvalho, à margem de uma iniciativa na Agência Portuguesa do Ambiente.</p>
<p>Após aderirem e receberam as verbas, &#8220;os municípios podem transferir para os agricultores, não é necessário burocracia, não é necessário sequer fatura, nem recibo dos 1.500 euros por ha, basta uma prova de que limparam o terreno, uma prova muito simples&#8221;, explicou a ministra, notando que os apoios variam &#8220;entre 1.000 e 1.500 euros por ha&#8221;.</p>
<p>&#8220;Se for um processo fácil, nós estamos de acordo que não haja burocracia, e que esse dinheiro vá para os proprietários, ou seja, não fique aí na cadeia dos empreiteiros e dessa gente toda&#8221;, afirmou Luís Damas, presidente da direção da Federação Nacional de Associações de Proprietários Florestais (FNAPF).</p>
<p>O dirigente associativo lamentou que, em muitos casos, nas ações de recuperação quem &#8220;está a ganhar são os madeireiros, que estão a ir buscar madeira a preço zero&#8221;.</p>
<p>Segundo o aviso do FA, pretende-se &#8220;a redução do perigo de incêndio rural e a mitigação das ameaças de natureza fitossanitária, através da valorização e reforço dos serviços dos ecossistemas&#8221;, bem como a recuperação sustentável dos territórios, &#8220;em particular nos concelhos com significativa área florestal afetada pela tempestade Kristin&#8221;.</p>
<p>O investimento, abrangendo todo o território dos respetivos municípios, destina-se às AIGP de Alcobaça, Alvaiázere, Batalha, Castelo Branco, Ferreira do Zêzere, Figueira da Foz, Góis, Leiria, Marinha Grande, Miranda do Corvo, Nazaré, Oleiros, Ourém, Pedrógão Grande, Pombal, Porto de Mós, Proença-a-Nova, Sertã, Soure, Tomar, Vila de Rei e Vila Velha de Ródão.</p>
<p>Em função das áreas e danos potenciais estimados, a dotação orçamental mais elevada vai para Leiria, com 13,168 milhões de euros, seguido de Pombal (6,786), Alcobaça (3,825), Ourém (3,660) e Marinha Grande (2,788), enquanto entre os apoios mais reduzidos estão Miranda do Corvo (208 mil), Batalha (189 mil) e Porto de Mós (155 mil).</p>
<p>As operações de gestão florestal abrangem corte e processamento de árvores afetadas, remoção de material lenhoso, gestão da biomassa residual (entidades gestoras e proprietários), criação ou aumento da capacidade de parques de armazenamento temporário, controlo fitossanitário de emergência e restabelecimento das condições de circulação na rede viária florestal (municípios).</p>
<p>As despesas elegíveis, realizadas entre 28 de janeiro e 30 de novembro, variam entre 1.000 e 1.500 euros por hectare nas atividades de gestão florestal, nas candidaturas a submeter no portal do FA e analisadas pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.</p>
<p>As candidaturas devem incluir documentação sobre a propriedade, comprovativos fiscais e memória descritiva das intervenções, e no pedido posterior de pagamento devem ser apresentadas &#8220;fotografias georreferenciadas (antes e depois) de todas as intervenções realizadas&#8221;, com &#8220;data, hora e coordenadas GPS&#8221;, e relatório das ações.</p>
<p>Os beneficiários devem demonstrar &#8220;que as intervenções não conduzem a impactes significativos no ambiente&#8221;, designadamente &#8220;na proteção e restauro da biodiversidade e dos ecossistemas&#8221;, e &#8220;prevenindo a poluição do solo e da água&#8221;.</p>
<p>Os candidatos comprometem-se, ainda, a &#8220;assegurar a garantia legal de acesso a áreas privadas, seja através de autorizações expressas dos proprietários&#8221; ou, na impossibilidade de os contactar, através de editais &#8220;nos termos legais aplicáveis a intervenções de proteção civil e defesa contra incêndios&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766035]]></sapo:autor>
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		<title>Concentração de poeiras no ar deverá manter-se até sábado, alerta IPMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:30:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A concentração de poeiras no ar provenientes do norte de África deverá manter-se até sábado, associada às temperaturas acima da média, informou hoje o Instituo Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A concentração de poeiras no ar provenientes do norte de África deverá manter-se até sábado, associada às temperaturas acima da média, informou hoje o Instituo Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
<p>Segundo uma nota publicada no &#8216;site&#8217; do IPMA, a situação meteorológica, marcada por temperaturas acima da média para a época do ano nos próximos dias, &#8220;é favorável ao transporte de poeiras em suspensão provenientes do norte de África&#8221;.</p>
<p>A situação, que mereceu uma recomendação por parte da Direção-Geral da Saúde para que as crianças, idosos, pessoas com problemas respiratórios crónicos e doentes cardiovasculares permaneçam em casa sempre que possível, deverá manter-se até sábado, &#8220;embora com tendência a diminuir a sua concentração a partir do meio da tarde&#8221;, refere o IPMA.</p>
<p>As temperaturas máximas registaram &#8220;uma subida acentuada&#8221; desde quarta-feira e deverão variar entre 30 °C e 35 °C até sexta-feira, prevendo-se igualmente a subida da temperatura mínima em todo o território.</p>
<p>&#8220;A temperatura manter-se-á elevada nos dias seguintes, contribuindo para uma provável onda de calor em grande parte das estações do IPMA, com exceção das estações do litoral, onde é previsível que seja quebrada nos dias 23 e 24&#8221;, refere o comunicado.</p>
<p>A Direção-Geral da Saúde recomendou hoje que as crianças, idosos, pessoas com problemas respiratórios crónicos e doentes cardiovasculares permaneçam em casa sempre que possível devido à concentração de poeiras no ar provenientes do norte de África.</p>
<p>A DGS adianta em comunicado que uma massa de ar proveniente dos desertos do Norte de África, que transporta poeiras em suspensão, está prevista atravessar hoje Portugal Continental e dias seguintes.</p>
<p>&#8220;Prevê-se a ocorrência de uma situação de fraca qualidade do ar no Continente, registando-se um aumento das concentrações de partículas inaláveis de origem natural no ar&#8221;, sublinha a autoridade de saúde.</p>
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		<title>Autoridades francesas já pediram retorno das duas crianças abandonadas, avança ministra da Justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:29:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ministra da Justiça disse hoje já haver por parte das autoridades franceses um pedido de retorno das duas crianças encontradas no Alentejo em situação de abandono e que esse processo seguirá os "trâmites normais".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra da Justiça disse hoje já haver por parte das autoridades franceses um pedido de retorno das duas crianças encontradas no Alentejo em situação de abandono e que esse processo seguirá os &#8220;trâmites normais&#8221;.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas no final de uma visita ao estabelecimento prisional de Leiria, Rita Alarcão Júdice destacou sobre este caso que &#8220;tudo correu da melhor forma possível de maneira a comunicar rapidamente com os tribunais franceses&#8221;, tendo a Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) assegurado o contacto com os tribunais franceses.</p>
<p>&#8220;A DGAJ tem estado em contacto com os tribunais franceses, articulando e facultando toda a informação que é necessária e obtendo a informação que os tribunais solicitaram para permitir este encontro rápido que foi feito. Por isso agora aguardamos os trâmites normais de um possível retorno, porque tanto quanto percebi, embora ainda não tenha muita informação concreta, há já um pedido de retorno das crianças, portanto será tratado da forma natural que estes processos têm&#8221;, disse a ministra da Justiça.</p>
<p>Rita Alarcão Júdice manifestou-se satisfeita por as autoridades em Portugal terem &#8220;rapidamente conseguido encontrar ou deslindar este problema&#8221;, tendo a mãe e o padrasto das duas crianças já sido encontrados pela GNR em Fátima.</p>
<p>&#8220;Espero que o processo agora possa correr da forma o mais rápida possível para minimizar o trauma que estas crianças hão de ter sofrido&#8221;, disse a ministra.</p>
<p>A GNR deteve hoje em Fátima o homem de 55 anos e a mulher de 41 suspeitos de violência doméstica e abandono das duas crianças francesas encontradas sozinhas em Alcácer do Sal, revelou a força de segurança.</p>
<p>Em comunicado, a GNR anunciou que os dois suspeitos foram localizados e detidos em Fátima, no concelho de Ourém, distrito de Santarém, por militares do posto territorial daquela cidade, &#8220;em consequência do trabalho de pesquisa e proatividade policial desenvolvido&#8221;.</p>
<p>Na terça-feira, por volta das 19:00, os dois irmãos, de nacionalidade francesa, foram encontrados quando se encontravam sozinhos e a vaguear junto à Estrada Nacional 253 (EN253), na zona do Monte Novo do Sul, entre Comporta e Alcácer do Sal, distrito de Setúbal.</p>
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		<title>Altri passa de lucro a prejuízo de 7,3 milhóes no 1.º trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:23:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Altri registou um prejuízo de 7,3 milhões de euros no primeiro trimestre, quando, no período homólogo, tinha apresentado 7,6 milhões de euros de lucro, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Altri registou um prejuízo de 7,3 milhões de euros no primeiro trimestre, quando, no período homólogo, tinha apresentado 7,6 milhões de euros de lucro, foi hoje anunciado.</p>
<p>&#8220;O resultado líquido do grupo Altri no primeiro trimestre de 2026 foi cerca de 7,3 milhões de euros negativos, que compara com 7,6 milhões de euros no período homólogo e nove milhões de euros no último trimestre do ano passado&#8221;, indicou, em comunicado.</p>
<p>No comunicado ao mercado, o grupo adianta que &#8220;as intempéries ocorridas em Portugal durante o primeiro trimestre resultaram em várias disrupções, que conduziram a níveis de produção inferiores e a volumes de vendas abaixo do planeado&#8221;.</p>
<p>Por sua vez, o resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) recuou 81,6% para 5,4 milhões de euros.</p>
<p>Entre janeiro e março, as receitas totais do grupo fixaram-se em 160,2 milhões de euros, menos 21,3% face aos primeiros três meses de 2025.</p>
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		<title>Incêndios: Dispositivo sem todos os helicópteros disponíveis</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/incendios-dispositivo-sem-todos-os-helicopteros-disponiveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:19:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) não tem atualmente disponíveis todos os meios aéreos previstos, faltando dois helicópteros, avançou hoje à Lusa a Força Aérea Portuguesa (FAP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) não tem atualmente disponíveis todos os meios aéreos previstos, faltando dois helicópteros, avançou hoje à Lusa a Força Aérea Portuguesa (FAP).</p>
<p>No âmbito do DECIR, os meios de combate a incêndios florestais foram reforçados na passada sexta-feira, no que é denominado &#8220;nível Bravo&#8221;, estando previsto até 31 de maio 37 meios aéreos.</p>
<p>Numa reposta enviada à Lusa, a FAP, responsável pela contratação e operação dos meios aéreos de combate aos incêndios, refere que, &#8220;dos 37 meios aéreos previstos para o nível Bravo, há dois helicópteros do Estado em manutenção&#8221;.</p>
<p>A Força Aérea prevê que um helicóptero fique disponível a 30 de maio e o outro a 15 de junho.</p>
<p>O DECIR estabelece um novo reforço de meios a 1 de junho, altura em que deviam ficar disponíveis 78 aeronaves, 74 contratados e mais quatro da Força Aérea.</p>
<p>A FAP estima que &#8220;existam 77 meios aéreos disponíveis até 15 de junho, altura em que se prevê que o helicóptero do Estado termine os trabalhos de manutenção e fique disponível, totalizando 78&#8221;.</p>
<p>No ano passado também existiram constrangimentos com os meios aéreos, tendo algumas aeronaves ficado indisponíveis devido a avarias.</p>
<p>O DECIR conta também com três helicópteros da AFOCELCA (empresa privada de proteção florestal vocacionada para o combate a incêndios rurais), além dois helicópteros Black Hawk da Força Aérea estarem este ano pela primeira vez ao serviço do combate aos fogos rurais.</p>
<p>Até ao final do mês vão estar disponíveis no combate aos fogos 11.955 operacionais que integram 2.031 equipas dos vários agentes presentes no terreno e 2.599 veículos.</p>
<p>Os meios de combate a incêndios voltarão a ser reforçados a 01 de junho, mas é entre julho e setembro, considerada a fase mais crítica, o período que mobiliza o maior dispositivo, estando este ano ao dispor 15.149 operacionais de 2.596 equipas e 3.463 viaturas, um ligeiro aumento em relação a 2025.</p>
<p>Dados provisórios do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) indicam que este ano já deflagraram 2.379 ocorrências de incêndio rural que provocaram quase 10 mil hectares de área ardida, 76% dos quais em matos, 21% em povoamentos florestais e 3% em terrenos agrícolas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766002]]></sapo:autor>
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		<title>São falsas as páginas SpotifyPay e Youtube Recompensas que prometem ganhos rápidos de centenas de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:12:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[São falsas e fraudulentas as páginas anunciadas em centenas de anúncios no Facebook com promessas de ganhos entre 374 e 711 euros por simples respostas a alegados questionários sobre anunciantes no YouTube ou artistas no Spotify.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>São falsas e fraudulentas as páginas anunciadas em centenas de anúncios no Facebook com promessas de ganhos entre 374 e 711 euros por simples respostas a alegados questionários sobre anunciantes no YouTube ou artistas no Spotify.</p>
<p>+++ Alegação: &#8220;ela já ganhou mais de Euro500 só a avaliar artistas no Spotify&#8221; +++</p>
<p>A 15 de maio, a Lusa Verifica foi alertada para um anúncio de uma página que alegadamente pagava &#8220;até 500 euros pela avaliação de artistas no Spotify&#8221;.</p>
<p>Numa captura de ecrã obtida num anúncio que surgiu num jogo de smartphone, era possível identificar o endereço pt.soundganha.com (https://archive.ph/qKVvZ e https://archive.ph/ASOyz) e um grafismo alusivo ao &#8220;SpotifyPay&#8221;, uma página que permitiria &#8220;ganhar dinheiro a avaliar os artistas do momento&#8221;.</p>
<p>Através de pesquisas pela legenda visível nas imagens do anúncio, nomeadamente pela frase &#8220;ela já ganhou mais de Euro500 só a avaliar artistas no Spotify&#8221;, foram identificados vários vídeos semelhantes através do Google, nos quais jovens raparigas asseguravam que a promessa é real.</p>
<p>&#8220;Juro, acabei mesmo agora de fazer isso e tipo, eles pagam mesmo. Eu nem queria acreditar quando vi. É só responder a umas cenas rápidas. Achei mesmo que era &#8216;scam&#8217;, mas afinal não, já caiu. Têm de testar isto, a sério&#8221;, afirmava uma das jovens (https://archive.ph/DUxLg).</p>
<p>+++ Factos: são páginas fraudulentas criadas para promover ganhos fictícios e obter pagamentos de taxas +++</p>
<p>Como é recomendado nestes casos, importa desconfiar de promessas boas de mais para serem verdade e analisar os links disponíveis, que neste caso não confirmaram qualquer relação oficial com a Spotify, bem como os vídeos detectados na pesquisa inicial, que correspondiam ao perfil que publicou o anúncio enviado ao Lusa Verifica.</p>
<p>A análise desse perfil, em nome de Sofia Almeida, confirmou as suspeitas de se tratar de uma fraude: tinha apenas 11 seguidores e uma publicação com a foto de uma jovem claramente gerada por inteligência artificial (IA), sem qualquer relação ou referência à Spotify: https://archive.ph/hpsIn.</p>
<p>A consulta da aba de transparência do perfil permitiu também perceber que foi criado a 4 de maio e que estava a promover anúncios no Facebook, sendo possível aceder à Biblioteca de Anúncios da Meta para esse perfil.</p>
<p>Aí, foram detectados 7 anúncios semelhantes ativos (https://ghostarchive.org/archive/kOtkF?wr=false) de um total de 140 já pagos até à data por aquele perfil (https://ghostarchive.org/archive/4qlIw?wr=false), todos a promoverem o tal SpotifyPay e todos com imagens claramente geradas por IA.</p>
<p>Desde então, o mesmo perfil já viu alguns anúncios removidos por violação dos termos da plataforma, mas continuou a conseguir publicar dezenas de anúncios novos com o mesmo tipo de conteúdos: https://ghostarchive.org/archive/RbbML?wr=false.</p>
<p>A análise desses anúncios e pesquisas posteriores levaram à deteção de mais três perfis semelhantes, dois com mesma foto da jovem gerada por IA (https://archive.ph/t17be, https://archive.ph/2kD5a e https://archive.ph/GpzvV) e todos eles a promoverem o mesmo tipo de anúncios, em alguns casos 480 vezes: https://ghostarchive.org/archive/W6NYO?wr=false.</p>
<p>Seguiu-se a análise da página promovida, bem como outra semelhante detetada no perfil mais antigo, em nome de Julia Silva, que em vez de pt.soundganha.com remetia para outro endereço suspeito: https://archive.ph/H3qkW e https://archive.ph/ZtWsn.</p>
<p>Enquanto a primeira solicitava dez avaliações &#8220;de 1 a 5&#8221; sobre músicos como Taylor Swift, Beyoncé, Ed Sheeran e Billie Eilish, por exemplo, a segunda visava apenas músicos brasileiros como Matuê, Ana Castela ou Gusttavo Lima, mas em testes posteriores passou a apresentar artistas nacionais e lusófonos como Bispo, Napa e Calema.</p>
<p>A Lusa Verifica testou as duas páginas várias vezes e respondeu a todas as questões, que incluíam indicar se o utilizador recomendaria aqueles artistas aos amigos e família e que faixa etária achava que mais os ouviam.</p>
<p>A cada resposta surgia o valor a receber, que oscilava entre 49,40 e 95,35 euros consoante os artistas, num montante final de 711,65 euros, comum nas duas páginas.</p>
<p>No entanto, esse &#8220;saldo disponível&#8221; só poderia ser levantado após o pagamento de uma &#8220;taxa de verificação (reembolsável)&#8221; de 12,95 euros no primeiro caso, ou de uma &#8220;taxa antifraude&#8221; de 21,70 euros, no outro, pormenores típicos das fraudes que promovem este tipo de ganhos fáceis.</p>
<p>A Lusa Verifica também simulou pedidos de reembolso nas duas páginas e obteve pedidos de pagamentos via MB WAY em nome de &#8220;MascotPay&#8221;, no valor de 12,95 euros, e de &#8220;Perky Task Unip LDA&#8221;, para o pagamento de 21,70 euros, valores que obviamente não pagou aos burlões.</p>
<p>Entretanto, na biblioteca de anúncios de um dos perfis falsos já referidos, foi detetada a promoção de outra página com um sistema semelhante (https://ghostarchive.org/archive/O3qj8?wr=false), mas em nome de &#8220;YouTube Recompensas&#8221;: https://archive.ph/TO6IT.</p>
<p>Nesse caso, após apenas três respostas sobre alegados anunciantes era possível ganhar 374 euros (https://archive.ph/CmO8m), mas novamente apenas depois de liquidada uma taxa que neste caso era de 14,99 euros (https://archive.ph/k21ls), também em nome de &#8220;Perky Task Unip LDA&#8221; no caso de pagamento via MB WAY.</p>
<p>Nas três situações foram também simuladas opções de pagamento por Multibanco, tendo as páginas gerado referências com a entidade 55003, código que os sistemas de &#8216;homebanking&#8217; identificam como pertencente à marca EducaPt.</p>
<p>Com estes dados foi possível identificar que os movimentos MB WAY e as referências multibanco têm o mesmo destino e correspondem a empresas e marcas reais, nomeadamente à &#8220;Perky Task &#8211; Unipessoal Lda&#8221;.</p>
<p>Segundo a página das Publicações de Atos Societários do Ministério da Justiça (https://publicacoes.mj.pt/Pesquisa.aspx), esta empresa com o número de contribuinte 519231180 foi registada em Braga, a 28 de janeiro, e tem como gerente o cidadão brasileiro Jhonn Wayne Santos Souza, com residência em Andorra.</p>
<p>Pesquisas adicionais revelaram que além da página institucional (https://web.archive.org/web/20260515224211/https://perkytask.com/), a empresa está relacionada com as marcas referidas nos meios de pagamento, como EducaPt (https://web.archive.org/web/20260516145258/https://educapt.com/) e MascotPay (https://web.archive.org/web/20260515141052/https://mascotpay.com/), entre outras, todas com grafismos semelhantes e a promoção de alegadas &#8220;soluções globais de reembolsos&#8221;.</p>
<p>Já no dia 16 foi também identificada uma denúncia na plataforma Reddit, entretanto eliminada, que associa o nome da empresa Perky Task a outra alegada burla relacionada com a angariação de fundos para uma criança doente, caso que já terá sido alvo de queixa às autoridades: https://archive.ph/Ji05K.</p>
<p>+++ Contraditório +++</p>
<p>O Lusa Verifica questionou a Perky Task e o seu gestor através de quatro emails e um número de WhatsApp, bem como a Meta e o YouTube, mas ainda não obteve respostas.</p>
<p>No entanto, no dia 18, a página da Perky Task foi alterada e passou a incluir um comunicado onde a agora &#8220;agência de marketing digital&#8221; informa que &#8220;foi alvo de um ataque de burla/fraude digital&#8221; e que está &#8220;a trabalhar ativamente para resolver a situação, e dispostos a colaborar com as autoridades competentes&#8221;: https://archive.ph/1FUmx.</p>
<p>Posteriormente, a 20 de maio, a SIC divulgou uma investigação sobre a burla das angariações de fundos, no âmbito da qual tentou localizar a Perky Task, em Braga, tendo descoberto que não existia na morada indicada, e obteve declarações do gerente, Jhonn Wayne Souza, que alegou também ser vítima da burla.</p>
<p>&#8220;Eu praticamente fui enganado. Eu fiz uma parceria com o &#8216;gateway&#8217; de pagamentos, no qual a minha empresa é somente uma intermediação. E aí, acho, não sei, não posso ter certeza, estamos investigando ainda, acaba que uma das pessoas fez essas páginas falsas&#8221;, disse em declarações à SIC: https://archive.ph/PKlZx (&gt;11:20).</p>
<p>Por seu lado, a Spotify, visada no esquema investigado pela Lusa Verifica, esclarece que as páginas fraudulentas identificadas &#8220;não têm qualquer relação&#8221; com a empresa, nem a Spotify gere qualquer iniciativa deste tipo, e que uma delas já foi eliminada.</p>
<p>&#8220;Trata-se, aparentemente, de uma tentativa de &#8216;phishing&#8217; e de uma utilização não autorizada da nossa marca. Não tínhamos conhecimento deste caso específico, mas levamos muito a sério a utilização indevida da nossa marca e iremos investigar o assunto&#8221;, assegurou Agostino Melillo, diretor de comunicação da Spotify para a Europa do Sul e Oriental.</p>
<p>Na página da empresa, a Spotify também alerta que &#8220;não oferece pagamentos ou recompensas financeiras aos usuários por ouvirem ou interagirem com conteúdos na plataforma&#8221;, pelo que eventuais ofertas nesse sentido &#8220;podem tratar-se de uma fraude ou golpe&#8221;: https://archive.ph/ZcTDE.</p>
<p>Também contactado pela Lusa, o Banco de Portugal (BdP) esclareceu que &#8220;a entidade MascotPay não se encontra registada, não estando, por isso, autorizada a exercer atividade enquanto instituição de pagamento em Portugal&#8221; e a consulta feita pela Lusa à listagem de instituições autorizadas também não revela registos para a Perky Task ou para qualquer das outras marcas associadas.</p>
<p>Além disso, gabinete de comunicação do BdP alerta que &#8220;no âmbito de um pagamento de serviços/compras, a entidade beneficiária identificada poderá não corresponder ao destinatário final dos fundos&#8221;, porque &#8220;a empresa a que corresponde a &#8216;entidade&#8217; pode ser um prestador de serviços com o qual o último destinatário dos fundos contrata a receção de pagamentos através do &#8216;pagamento de serviços/compras&#8221;.</p>
<p>Nessas situações, explica o BdP, &#8220;o prestador de serviços de pagamento recebe inicialmente os fundos, procedendo posteriormente à sua transferência para o destinatário final.&#8221;</p>
<p>Estas fraudes relacionadas com alegadas avaliações de cantores ou recompensas no Youtube são semelhantes a outras que circulam no Brasil desde 2024, como revelam estas verificações de factos do UOL, Estadão, Lupa e Boatos.org: https://archive.ph/wOcOs, https://archive.ph/62nxD, https://archive.ph/Dscmg, https://archive.ph/Z4f34 e https://archive.ph/dbEk6.</p>
<p>+++ Avaliação Lusa Verifica: Falso +++</p>
<p>São falsas as páginas SpotifyPay e YouTube Recompensas que tentam passar-se por marcas legítimas e estão a ser promovidas através de centenas de anúncios no Facebook e noutras plataformas.</p>
<p>Tratam-se de esquemas fraudulentos que tentam levar as vítimas a preencher questionários simples para conquistarem recompensas monetárias fictícias de centenas de euros que só seriam desbloqueadas após o pagamento de taxas entre 12,95 e 21,70 euros aos burlões.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766014]]></sapo:autor>
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		<title>Chamada telefónica terá distraído pai e menina de dois anos morre esquecida no carro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:10:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma menina de dois anos morreu em Brión, na Galiza, depois de ter ficado durante várias horas fechada no carro do pai.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="85" data-end="359">Uma menina de dois anos morreu em Brión, na Galiza, depois de ter ficado durante várias horas fechada no carro do pai. O homem ter-se-à esquecido que a filha continuava no interior da viatura depois de deixar o filho mais velho na escola e de seguir diretamente para o trabalho.</p>
<p data-start="361" data-end="543">A tragédia ocorreu esta quarta-feira e deixou em choque o município galego. O Concello de Brión decretou dois dias de luto oficial e convocou os moradores para um minuto de silêncio.</p>
<p data-start="545" data-end="586"><strong>Pai esqueceu-se de levar a filha à creche</strong></p>
<p data-start="588" data-end="784">Segundo a La Voz de Galicia, o pai saiu de manhã de carro com os dois filhos. Primeiro deixou o mais velho na escola e, depois, deveria levar a menina à creche, num percurso que fazia diariamente.</p>
<p data-start="786" data-end="991">No entanto, uma chamada telefónica terá provocado uma distração fatal. O homem regressou ao seu negócio, saiu do carro e começou a trabalhar, sem se aperceber de que a criança continuava dentro do veículo.</p>
<p data-start="993" data-end="1171">Durante toda a manhã e parte da tarde, a menina permaneceu fechada no carro. As temperaturas elevadas registadas ao longo do dia e a desidratação acabaram por agravar a situação.</p>
<p data-start="1173" data-end="1220"><strong>Mãe percebeu que a criança não estava na creche</strong></p>
<p data-start="1222" data-end="1344">O alerta surgiu por volta das 15h00, quando a mãe foi buscar a filha à creche e percebeu que a menina não estava no local.</p>
<p data-start="1346" data-end="1586">Foi nesse momento que os pais se aperceberam do que tinha acontecido. Os serviços de emergência foram acionados e a criança foi transportada para o PAC de Bertamiráns, em Ames, onde entrou em paragem cardiorrespiratória e acabou por morrer.</p>
<p data-start="1588" data-end="1732">A família vive por cima do negócio onde o pai trabalha. A creche frequentada pela menina, a escola municipal de Brión, fica perto da residência.</p>
<p data-start="1734" data-end="1763"><strong>Guarda Civil investiga o caso</strong></p>
<p data-start="1765" data-end="1918">Além dos serviços de saúde, deslocaram-se ao local agentes da Polícia Judiciária da Guarda Civil, que ficaram responsáveis pela investigação ao sucedido.</p>
<p data-start="1920" data-end="2001">O caso causou forte comoção entre os vizinhos da família e no município de Brión.</p>
<p data-start="2044" data-end="2143">Poucas horas depois de conhecida a notícia, o Concello de Brión decretou dois dias de luto oficial.</p>
<p data-start="2145" data-end="2276">Durante esta quinta-feira e sexta-feira, 22 de maio, as bandeiras exteriores dos edifícios municipais serão colocadas a meia haste.</p>
<p data-start="2278" data-end="2412">O município convocou ainda os moradores para um minuto de silêncio esta sexta-feira, às 12h00, na praça do Concello, em sinal de luto.</p>
<p data-start="2414" data-end="2615">Em comunicado, a autarquia transmitiu o “mais sentido pesar” e “todo o apoio” à família da criança, garantindo que serão disponibilizados todos os recursos municipais necessários neste momento difícil.</p>
<p data-start="2617" data-end="2661"><strong>Caso semelhante ocorreu em 2023 </strong></p>
<p data-start="2663" data-end="2768">A La Voz de Galicia recorda que, em 2023, ocorreu uma tragédia semelhante em O Porriño, também na Galiza.</p>
<p data-start="2770" data-end="3104">Nesse caso, uma criança da mesma idade morreu depois de ficar fechada dentro do carro enquanto a mãe foi trabalhar. A mulher deveria ter deixado o filho na creche, mas seguiu para o local de trabalho e estacionou a viatura no parque de uma empresa do polígono de Os Torneiros, sem se aperceber de que a criança continuava no interior.</p>
<p data-start="3106" data-end="3187" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Também nesse dia, 6 de julho de 2023, o calor contribuiu para a morte da criança.</p>
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