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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Google lança hoje em Portugal o cabo submarino Nuvem que liga Sines aos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 06:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal assinala esta terça-feira mais um marco na sua estratégia de afirmação como plataforma internacional de comunicações digitais com a cerimónia oficial de lançamento do cabo submarino transatlântico Nuvem, da Google. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal assinala esta terça-feira mais um marco na sua estratégia de afirmação como plataforma internacional de comunicações digitais com a cerimónia oficial de lançamento do cabo submarino transatlântico Nuvem, da Google. A nova infraestrutura, que liga Myrtle Beach, na Carolina do Sul, nos Estados Unidos, a Sines, em Portugal, com pontos intermédios nas Bermudas e nos Açores, pretende aumentar significativamente a resiliência das comunicações transatlânticas e responder ao crescimento contínuo da procura global por serviços digitais, capacidade de transmissão de dados e infraestruturas de computação em nuvem.</p>
<p>A cerimónia decorre no Oceanário de Lisboa e contará com a participação do ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, sendo o lançamento apresentado como mais um passo na consolidação de Portugal enquanto porta de entrada digital da Europa. O Nuvem representa o segundo grande sistema internacional de cabos submarinos da Google com ligação direta ao território nacional, depois do Equiano, inaugurado em 2022, estando igualmente prevista a chegada do futuro cabo Sol aos Açores em 2027, reforçando ainda mais o papel estratégico do arquipélago nas ligações intercontinentais.</p>
<p>A infraestrutura foi concebida para reforçar a robustez da rede global da Google e criar novas rotas de transmissão entre a América do Norte e a Europa, reduzindo riscos de interrupção de serviço e aumentando a capacidade disponível para responder à crescente utilização de plataformas digitais, serviços cloud, inteligência artificial e tráfego internacional de dados. O projeto assume também particular relevância por estabelecer a primeira ligação direta por cabo submarino entre as Bermudas e o continente europeu, criando um novo corredor de comunicações no Atlântico.</p>
<p>O programa da cerimónia inclui a abertura institucional por Gonçalo Matias e pelo presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, seguindo-se uma intervenção de Giorgia Abeltino, diretora sénior de Assuntos Governamentais e Políticas Públicas da Google Cloud para a região EMEA. Um dos momentos centrais será a apresentação do vídeo exclusivo que documenta a chegada do cabo Nuvem à costa de Sines, acompanhado por intervenções da presidente da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), Sandra Maximiano, do diretor sénior de Redes Submarinas Globais da Google, Nigel Bayliff, e do diretor de Operações da MEO, Nuno Cadima. A sessão contará ainda com uma mensagem em vídeo do ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, terminando com a intervenção do embaixador dos Estados Unidos em Portugal, John J. Arrigo, e com a assinatura do Acordo sobre a Bóia.</p>
<p>O lançamento do Nuvem surge cerca de um ano depois de o Estado português ter reconhecido formalmente o projeto como uma ação de relevante interesse público, permitindo a instalação do cabo em zonas integradas na Reserva Ecológica Nacional, no concelho de Sines. Essa classificação foi atribuída após pareceres favoráveis das entidades competentes e da conclusão da Agência Portuguesa do Ambiente de que a infraestrutura não exigia avaliação de impacte ambiental por não ser suscetível de provocar efeitos ambientais negativos significativos. O reconhecimento permitiu ultrapassar condicionantes territoriais associadas à implantação da infraestrutura, considerada estratégica para a conectividade internacional do país.</p>
<p>Na altura, o Governo justificou a decisão com a importância do projeto para &#8220;proporcionar um grande aumento na conectividade internacional, bem como contribuir para o cumprimento da Estratégia do Programa Nacional de Políticas de Ordenamento do Território e da Agenda para o Território&#8221;, condicionando, contudo, a execução à implementação das medidas de minimização ambiental previstas no projeto e ao cumprimento da legislação aplicável.</p>
<p>A aposta da Google reforça igualmente a crescente centralidade de Sines como um dos principais polos europeus de conectividade digital. A localização geográfica privilegiada da costa alentejana, associada à existência de centros de dados e de múltiplas ligações internacionais por cabo submarino, tem vindo a transformar a região num ponto estratégico para o encaminhamento do tráfego de dados entre a Europa, a América, África e, futuramente, outras regiões do mundo. Com o Nuvem, o Equiano e a futura chegada do Sol, Portugal consolida a sua posição como um dos principais nós da infraestrutura digital global, numa altura em que a procura por capacidade de transmissão continua a crescer impulsionada pela computação em nuvem, inteligência artificial, serviços digitais e economia dos dados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791531]]></sapo:autor>
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		<title>António José Seguro inicia hoje a primeira visita de Estado a Cabo Verde com cooperação, economia e oceano na agenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 05:45:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, inicia esta terça-feira a sua primeira visita de Estado desde que assumiu funções, deslocando-se a Cabo Verde para uma agenda oficial de três dias que decorrerá até quinta-feira. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República, António José Seguro, inicia esta terça-feira a sua primeira visita de Estado desde que assumiu funções, deslocando-se a Cabo Verde para uma agenda oficial de três dias que decorrerá até quinta-feira. A visita, realizada a convite do Presidente cabo-verdiano, José Maria Neves, marca simbolicamente o arranque da diplomacia presidencial de Seguro e tem como principal objetivo reforçar as relações bilaterais entre os dois países, aprofundar a cooperação em diversas áreas estratégicas e consolidar a parceria entre Cabo Verde e a União Europeia.</p>
<p>A deslocação, aprovada por unanimidade pela Assembleia da República na passada sexta-feira, representa um momento particularmente significativo no início do mandato presidencial de António José Seguro, de 64 anos. A escolha de Cabo Verde para a primeira visita de Estado segue, aliás, um precedente histórico entre chefes de Estado portugueses: Jorge Sampaio escolheu igualmente o arquipélago africano para a sua primeira visita oficial em 1996, enquanto Marcelo Rebelo de Sousa iniciou o seu ciclo de visitas de Estado por Moçambique, em 2016.</p>
<p>Segundo a Presidência da República, o programa oficial decorrerá nas ilhas de Santiago e da Boa Vista e incluirá uma componente política, económica, institucional e cultural. Ao longo dos três dias, António José Seguro terá encontros com as principais autoridades cabo-verdianas, num momento em que Lisboa e Praia pretendem aprofundar uma relação considerada estratégica e que abrange áreas como a educação, a língua portuguesa, a cultura, a saúde, a defesa e a segurança marítima.</p>
<p>Um dos momentos centrais da visita será o reforço da cooperação multilateral, em particular no âmbito da Parceria Especial entre Cabo Verde e a União Europeia, considerada um dos principais instrumentos de aproximação entre o arquipélago e o espaço europeu. O fortalecimento desta parceria deverá ocupar lugar de destaque nas reuniões entre os dois chefes de Estado e nas restantes iniciativas oficiais previstas durante a deslocação.</p>
<p>No plano económico, António José Seguro participará no Fórum Económico Cabo Verde–Portugal, encontro destinado a reforçar as relações empresariais e o investimento entre os dois países. A iniciativa reunirá representantes institucionais e económicos dos dois lados, procurando impulsionar novas oportunidades de cooperação e aprofundar os laços comerciais entre Portugal e Cabo Verde.</p>
<p>A agenda contempla igualmente diversos momentos de aproximação à comunidade portuguesa residente no arquipélago, incluindo uma receção oficial, bem como iniciativas destinadas a destacar projetos de cooperação bilateral em diferentes setores considerados prioritários pelos dois Estados.</p>
<p>Durante a permanência na ilha de Santiago, o Presidente português visitará ainda o Tarrafal e a Cidade Velha, classificada como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO, dois dos locais mais emblemáticos da história cabo-verdiana.</p>
<p>A visita termina na ilha da Boa Vista, onde António José Seguro participará, ao lado do Presidente José Maria Neves, na abertura da V Conferência da Década do Oceano, promovida pela Presidência da República de Cabo Verde. O encontro decorre sob o lema &#8220;Economia Azul: Caminhos Sustentáveis&#8221; e reunirá responsáveis políticos, especialistas e representantes de diversas organizações para debater os desafios da preservação dos oceanos, da sustentabilidade marinha e do desenvolvimento da economia azul, tema que assume crescente importância tanto para Portugal como para Cabo Verde.</p>
<p>Ao escolher Cabo Verde para a sua primeira visita de Estado, António José Seguro assinala a importância estratégica da relação entre os dois países, marcada por profundos laços históricos, culturais, linguísticos e económicos, ao mesmo tempo que procura dar um sinal claro de continuidade do relacionamento privilegiado entre Lisboa e a Cidade da Praia e de reforço da cooperação bilateral e multilateral nos próximos anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791539]]></sapo:autor>
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		<title>Guiné-Bissau: Parlamento timorense exige libertação de Domingos Simões Pereira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 05:41:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Parlamento Nacional de Timor-Leste aprovou hoje um voto de condenação pela detenção arbitrária do presidente da Assembleia Nacional Popular guineense, Domingos Simões Pereira, e exigiu a sua libertação imediata.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Parlamento Nacional de Timor-Leste aprovou hoje um voto de condenação pela detenção arbitrária do presidente da Assembleia Nacional Popular guineense, Domingos Simões Pereira, e exigiu a sua libertação imediata.</P><br />
<P>&#8220;O Parlamento Nacional de Timor-Leste condena da forma mais veemente a detenção arbitrária do doutor Domingos Simões Pereira, presidente da Assembleia Popular Nacional da Guiné-Bissau, e exige a sua imediata e incondicional libertação, bem como a libertação de todos os presos políticos e o fim da perseguição política&#8221;, pode ler-se no texto.</P><br />
<P>No voto, aprovado pela unanimidade dos deputados presentes no hemiciclo (15), é também exigido o &#8220;fim da repressão e a restauração total do exercício livre dos direitos e liberdades fundamentais, reconhecidos na Constituição da Guiné-Bissau e nos instrumentos jurídicos internacionais subscritos pelo Estado da Guiné-Bissau&#8221;.</P><br />
<P>Os deputados timorenses manifestam também a sua &#8220;indefetível solidariedade para com o povo irmão da Guiné-Bissau, sofredor e injustamente penalizado e violentado nos seus direitos e liberdades fundamentais&#8221;.</P><br />
<P>O Parlamento Nacional de Timor-Leste apelou também à Assembleia Parlamentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (AP-CPLP) para &#8220;proclamar a sua incondicional solidariedade para com o parlamento da Guiné-Bissau e o seu presidente, Domingos Simões Pereira, legitimamente eleitos e condenar a sua detenção e privação de direitos&#8221;.</P><br />
<P>A AP-CPLP vai reunir-se entre quarta a sexta-feira em Luanda, Angola.</P><br />
<P>A Guiné-Bissau foi palco de um golpe de Estado em vésperas da publicação dos resultados provisórios das eleições legislativas e presidenciais que tinham decorrido sem incidentes em novembro de 2025.</P><br />
<P>Na sequência dessa ação dos militares, Domingos Simões Pereiras foi detido e passou mais de 60 dias na principal esquadra de Bissau, de onde saiu no dia 31 de janeiro para a sua residência sob vigilância policial.</P><br />
<P>Em junho, foi conhecido o despacho judicial em que Simões Pereira foi acusado de financiar e apoiar logisticamente uma alegada tentativa de golpe de Estado.</P><br />
<P>O Ministério Público requereu a alteração da medida de coação do termo de identidade e residência para a mais gravosa, a prisão preventiva, decretada a 10 de julho pelo juiz de instrução criminal.</P><br />
<P>Com a tomada do poder pelo Alto Comando Militar, o general Horta Inta-a foi nomeado Presidente guineense de transição.</P><br />
<P>O general anunciou que o período de transição terá a duração máxima de um ano, culminando com a realização de novas eleições legislativas e presidenciais no dia 6 de dezembro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791667]]></sapo:autor>
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		<title>IP3 continua hoje cortado nos dois sentidos em Penacova devido a derrame de resina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 05:36:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O IP3 mantinha-se às 06:20 de hoje interrompido nos dois sentidos em Penacova, 19 horas após ter sido cortado devido a um derrame de resina de um camião para a estrada, segundo a proteção civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O IP3 mantinha-se às 06:20 de hoje interrompido nos dois sentidos em Penacova, 19 horas após ter sido cortado devido a um derrame de resina de um camião para a estrada, segundo a proteção civil.</P><br />
<P>Fonte do Comando Sub-Regional da Região de Coimbra disse à Lusa que o corte no Itinerário Principal 3 (IP3) mantém-se e &#8220;não há previsão de reabertura&#8221;, encontrando-se no local 27 operacionais, com o apoio de 13 veículos.</P><br />
<P>Contactada pela agência Lusa, fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR) adiantou que o trânsito está a ser desviado nos dois sentidos para a Estrada Nacional 2 (EN2).</P><br />
<P>De acordo com a fonte do Comando Sub-Regional da Região de Coimbra, uma rutura num camião que transportava resina levou ao derrame desta substância para a estrada, por volta das 11:30 de segunda-feira, tendo a circulação rodoviária ficado interdita, nos dois sentidos, cerca de uma hora depois.</P><br />
<P>&#8220;O líquido não é tóxico, nem inflamável, mas como foi uma quantidade considerável, continuam a decorrer trabalhos de contenção e de limpeza da substância derramada&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791666]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Segunda fase dos exames nacionais e provas finais arranca hoje. Diretores avisam para &#8220;risco real&#8221; de problemas nas correções voltarem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 05:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A segunda fase dos exames nacionais e das provas finais do 9.º ano arranca esta terça-feira num ambiente de elevada expectativa e desconfiança, depois das graves falhas registadas na divulgação e classificação das provas da primeira fase.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda fase dos exames nacionais e das provas finais do 9.º ano arranca esta terça-feira num ambiente de elevada expectativa e desconfiança, depois das graves falhas registadas na divulgação e classificação das provas da primeira fase. Apesar das garantias dadas pelo Ministério da Educação de que os problemas foram corrigidos e de que a correção digital será mantida, os diretores escolares continuam cautelosos.</p>
<p>Em entrevista exclusiva à Executive Digest, o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, considera que a conferência de imprensa realizada esta segunda-feira pelo ministro da Educação, Fernando Alexandre, procurou sobretudo &#8220;apaziguar os ânimos&#8221;, mas admite que persistem muitas dúvidas quanto à fiabilidade do sistema.</p>
<p>&#8220;Com esta conferência quis apaziguar os ânimos, que estão muito exaltados&#8221;, afirma o responsável, recordando que, mesmo durante a manhã de segunda-feira, &#8220;ainda havia escolas que não receberam os ficheiros às 9h30&#8221;, indispensáveis para que os diretores elaborassem e afixassem as pautas das provas finais do 9.º ano.</p>
<p>Apesar das falhas verificadas na primeira fase, Fernando Alexandre confirmou que a correção digital será novamente utilizada na segunda fase dos exames nacionais, uma decisão que Filinto Lima considera legítima, mas que exige condições muito diferentes das registadas até agora.</p>
<p>&#8220;Ele pode fazê-lo, pode insistir, mas o que é certo é que o faça com garantias. Com garantias&#8221;, sublinha.</p>
<p>O presidente da ANDAEP recorda que a classificação digital já tinha sido utilizada no exame de Filosofia do ano passado e voltou a ser aplicada este ano de forma alargada, mas considera que a implementação ficou muito aquém do esperado.</p>
<p>&#8220;Já o ano passado o exame de Filosofia foi também classificado desta forma. Este ano, todos sabemos, foi classificado desta forma e foi muito mal. Eu espero que à terceira seja de vez, que corra bem.&#8221;</p>
<p>Na sua perspetiva, a decisão do Governo representa &#8220;mais um risco&#8221; assumido pelo Ministério.</p>
<p>&#8220;É um risco. Acho que é mais um risco que ele assumiu. Nós dissemos desde o início que era um passo corajoso, mas também um passo muito arriscado. E deu no que deu.&#8221;</p>
<p><strong>&#8220;O modelo está descredibilizado&#8221;</strong><br />
Para Filinto Lima, os problemas não se limitaram à plataforma informática utilizada pelos professores classificadores. Também o processo de digitalização das provas apresentou falhas significativas.</p>
<p>&#8220;A plataforma não foi amiga dos professores. Em muitas circunstâncias foi inimiga dos professores.&#8221;</p>
<p>Segundo explica, os docentes reconheciam que o sistema era intuitivo quando funcionava corretamente, mas a realidade acabou por ser muito diferente.</p>
<p>&#8220;Diziam-me que era muito fácil de trabalhar, muito intuitiva. Só que é uma espécie de Rolls Royce com pneus de uma bicicleta. Não funcionou.&#8221;</p>
<p>Também a digitalização das provas merece fortes críticas.</p>
<p>&#8220;O processo de digitalização também não funcionou. Foi muito deficitário.&#8221;</p>
<p>Ainda assim, admite que, caso ambos os problemas tenham sido corrigidos, a segunda fase poderá decorrer sem incidentes.</p>
<p>&#8220;Se estas duas situações estiverem prevenidas, as coisas nesta fase podem rolar bem. Até porque temos menos alunos.&#8221;</p>
<p><strong>&#8220;Há um risco real&#8221; de voltarem a surgir problemas</strong><br />
Apesar das garantias dadas pelo Ministério da Educação, o presidente da ANDAEP admite que ninguém consegue assegurar que os constrangimentos não se repetirão.</p>
<p>Questionado sobre essa possibilidade, responde sem hesitações.</p>
<p>&#8220;Pois há. Estamos todos de pé atrás. Estamos todos desconfiados do modelo que devia funcionar em pleno e não funcionou.&#8221;</p>
<p>Na sua leitura, a confiança no sistema ficou profundamente abalada.</p>
<p>&#8220;O modelo está descredibilizado. Se calhar poderá agora o ministro resgatar o modelo se a segunda fase correr bem. Mas tem de correr bem. E eu não sei se vai correr bem.&#8221;</p>
<p><strong>Pedido de desculpas foi importante, mas ainda insuficiente</strong><br />
Durante a conferência de imprensa desta segunda-feira, Fernando Alexandre voltou a pedir desculpa aos alunos, famílias, professores e escolas pelos problemas registados na classificação digital das provas e reconheceu responsabilidades políticas na gestão da situação.</p>
<p>Filinto Lima considera que esse reconhecimento era necessário.</p>
<p>&#8220;Foi uma comunicação muito política, de esclarecimento, de apaziguamento, de reconhecer a culpa. Acho que isso é importante.&#8221;</p>
<p>Ainda assim, entende que o verdadeiro teste começa agora.</p>
<p>&#8220;Agora temos de aguardar. Temos de esperar que, de facto, a segunda fase e o processo de classificação decorram bem.&#8221;</p>
<p><strong>Revisões de prova deverão aumentar</strong><br />
Uma das consequências esperadas das falhas registadas na primeira fase poderá ser um aumento significativo dos pedidos de reapreciação.</p>
<p>&#8220;Vamos ter muitos pedidos de revisão, de reapreciação. Pelo menos vamos ter mais do que os normais 2%, que é aquilo que normalmente acontece nas escolas. Penso que isso irá aumentar.&#8221;</p>
<p><strong>Época especial de setembro continua a levantar dúvidas</strong><br />
O Governo anunciou igualmente uma época especial de exames, no início de setembro, destinada aos alunos que não disponham de toda a informação necessária para decidir se devem realizar agora a segunda fase.</p>
<p>No entanto, durante a conferência de imprensa, Fernando Alexandre admitiu que o Ministério não tinha ponderado a possibilidade de alguns alunos realizarem simultaneamente a segunda fase dos exames e essa nova época especial, respondendo mesmo: &#8220;Não pensámos nisso&#8221;.</p>
<p>Para Filinto Lima, ainda haverá necessidade de clarificar vários aspetos dessa solução extraordinária.</p>
<p>&#8220;As escolas têm de aguardar alterações. Temos de aguardar esclarecimentos em relação a essa fase suplementar, à fase de setembro.&#8221;</p>
<p>O dirigente acredita, contudo, que essas orientações acabarão por chegar nos próximos dias.</p>
<p><strong>Diretores garantem que escolas estão preparadas</strong><br />
Apesar das dificuldades vividas nas últimas semanas, Filinto Lima garante que as escolas entram nesta segunda fase com toda a organização preparada.</p>
<p>&#8220;Programámos tudo ao mais ínfimo pormenor.&#8221;</p>
<p>O presidente da ANDAEP faz questão de afastar responsabilidades das escolas pelos problemas verificados.</p>
<p>&#8220;Não foi por falta de estratégias, do trabalho dos diretores, dos secretariados de exames, das equipas diretivas ou dos serviços administrativos que o processo correu mal. Foi pela situação que todos sabemos.&#8221;</p>
<p>E conclui deixando um apelo para que o foco passe agora pela resolução definitiva dos problemas.</p>
<p>&#8220;Não vale a pena continuarmos a passar culpas. Há que enfrentar a situação. Hoje enfrentou-a, fez bem. Agora tem de fazer melhor. Tem de melhorar muito quer o processo de digitalização, quer, na verdade, a plataforma.&#8221;</p>
<p><strong>Segunda fase arranca hoje: estas são as provas de terça-feira</strong><br />
A segunda fase dos exames nacionais e das provas finais decorre a partir desta terça-feira, mantendo o calendário inicialmente definido pelo Ministério da Educação.</p>
<p><strong>Provas finais do 9.º ano</strong><br />
Às 9h30 realizam-se as provas de:</p>
<p>Português (91)<br />
Português Língua Segunda (95)<br />
Português Língua Não Materna (93 e 94)</p>
<p>As componentes orais de Português Língua Não Materna e dos alunos autopropostos decorrem entre 21 e 24 de julho. As pautas serão afixadas a 7 de agosto, estando as reapreciações previstas para 28 de agosto.</p>
<p>A prova de Matemática (92) realiza-se na quinta-feira, 23 de julho, às 9h30.</p>
<p><strong>Exames nacionais do 11.º ano</strong><br />
Também esta terça-feira realizam-se:</p>
<p>09h30<br />
Literatura Portuguesa (734)</p>
<p>14h00<br />
Economia A (712)<br />
História da Cultura e das Artes (724)<br />
Latim (732)</p>
<p>Na quarta-feira, 22 de julho, decorrem os exames de Matemática B, Matemática Aplicada às Ciências Sociais e Filosofia.</p>
<p>Na quinta-feira, 23 de julho, realizam-se Biologia e Geologia, História B, Geometria Descritiva A e várias provas de línguas estrangeiras.</p>
<p>Na sexta-feira, 24 de julho, têm lugar Física e Química A, Geografia A e Inglês.</p>
<p>As componentes orais das línguas estrangeiras e de PLNM decorrem entre 21 e 28 de julho. As classificações serão divulgadas a 7 de agosto, seguindo-se o período de reapreciações até 28 de agosto.</p>
<p><strong>Exames nacionais do 12.º ano</strong><br />
Hoje realizam-se, às 9h30:</p>
<p>Português (639)<br />
Português Língua Segunda (138)<br />
Português Língua Não Materna (839)</p>
<p>Na quarta-feira, 22 de julho, decorre Matemática A.</p>
<p>Na quinta-feira, 23 de julho, realiza-se História A.</p>
<p>Na sexta-feira, 24 de julho, tem lugar o exame de Desenho A.</p>
<p><strong>Governo cria época especial para garantir acesso ao ensino superior</strong><br />
Em resposta aos problemas registados na classificação digital da primeira fase, o Ministério da Educação anunciou igualmente uma época especial de exames no início de setembro destinada aos alunos que, devido às desconformidades identificadas nas provas digitalizadas, não disponham da informação necessária para decidir se devem realizar a segunda fase.</p>
<p>Segundo Fernando Alexandre, essa época especial terá exatamente o mesmo valor que a segunda fase para efeitos de acesso ao ensino superior e obrigará ao ajustamento do calendário da segunda fase do concurso nacional de acesso, garantindo, segundo o Governo, que nenhum estudante será prejudicado nas suas classificações nem na candidatura ao ensino superior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791541]]></sapo:autor>
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		<title>ONG timorense alerta para grave ameaça de crime organizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 05:23:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Hali ba Dame (Habada) alertou hoje que Timor-Leste enfrenta uma ameaça séria de crime organizado estruturado e apelou para uma revisão urgente da política de vistos e reforço do sistema de controlo das fronteiras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Associação Hali ba Dame (Habada) alertou hoje que Timor-Leste enfrenta uma ameaça séria de crime organizado estruturado e apelou para uma revisão urgente da política de vistos e reforço do sistema de controlo das fronteiras.</P><br />
<P>&#8220;Mais de uma dezena de centros de fraude associados a jogos &#8216;online&#8217; foram desmantelados nas últimas três semanas. A Habada alerta que Timor-Leste enfrenta uma grave ameaça de crime organizado&#8221;, afirmou Abel Amaral, diretor executivo da organização não-governamental.</P><br />
<P>Abel Amaral falava durante uma conferência de imprensa para apresentar os resultados de um relatório de monitorização da segurança relacionadas com atividades ilegais &#8216;online&#8217; nos municípios de Díli e Liquiçá.</P><br />
<P>Segundo os resultados da monitorização, a Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL) e a Polícia Científica de Investigação Criminal (PCIC) conseguiram deter 409 suspeitos entre 26 de junho e 19 de julho.</P><br />
<P>&#8220;A detenção destes suspeitos demonstra a existência de uma rede com uma estrutura organizada, financiamento e logística por detrás destas atividades&#8221;, disse o responsável.</P><br />
<P>Abel Amaral explicou também que as infraestruturas físicas identificadas em Timor-Leste &#8212; como residências arrendadas, armazéns, hotéis e alojamentos em estilo dormitório com capacidade para dezenas de ocupantes &#8212; correspondem à tipologia de complexos documentada pelo Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (OHCHR) no Camboja, Myanmar e Laos.</P><br />
<P>Perante aquelas evidências, a Habada apelou ao Governo para criar uma força-tarefa multissetorial, com um mandato claro, para enfrentar o fenómeno dos jogos &#8216;online&#8217; e dos centros de burlas telefónicas.</P><br />
<P>&#8220;É necessária uma revisão urgente da política de vistos e do sistema de controlo das fronteiras, particularmente no que diz respeito à entrada de grandes grupos de visitantes provenientes de determinados países&#8221;, alertou o diretor executivo.</P><br />
<P>Abel Amaral defendeu igualmente uma investigação aprofundada às possíveis ligações entre os vários casos, para determinar se estão associados a uma única rede de crime organizado ou a diferentes redes independentes.</P><br />
<P>A Habada apelou também aos parceiros internacionais para apoiarem Timor-Leste com assistência técnica e recursos destinados à investigação de redes transnacionais de crime organizado, em particular nas áreas da perícia digital e da investigação financeira.</P><br />
<P>&#8220;É igualmente importante cooperar com as autoridades da China, Indonésia e Camboja para assegurar que eventuais deportações dos seus cidadãos sejam realizadas de forma adequada e com pleno respeito pelos direitos humanos&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Em setembro do ano passado, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) alertou para o aumento da presença de redes criminosas em Oecusse, o enclave timorense situado em território indonésio, na ilha de Timor. Segundo o UNODC, investigações recentes demonstram que a região começou a ser influenciada por atividades criminosas organizadas.</P><br />
<P>Na sequência desse alerta público, o Governo de Timor-Leste decidiu cancelar todas as licenças anteriormente concedidas para operações de jogos e apostas &#8216;online&#8217;, bem como suspender a atribuição de novas licenças, devido aos riscos para a segurança e a estabilidade social.</P><br />
<P>Segundo o UNODC, quando redes criminosas digitais se instalam numa determinada região, &#8220;essa região torna-se frequentemente um centro de fraude cibernética, bem como de tráfico de droga e de seres humanos&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791665]]></sapo:autor>
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		<title>Está aí tempo de praia: temperaturas voltam a subir em Portugal, mas calor mais intenso fica no interior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 05:15:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal continental entra esta terça-feira num novo dia marcado pela subida das temperaturas, numa tendência que deverá fazer sentir-se em praticamente todo o território, embora sem valores considerados extremos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental entra esta terça-feira num novo dia marcado pela subida das temperaturas, numa tendência que deverá fazer sentir-se em praticamente todo o território, embora sem valores considerados extremos. A aproximação gradual de uma massa de ar mais quente favorecerá sobretudo as regiões do interior, enquanto a influência marítima continuará a moderar o calor no litoral. Além do aumento das temperaturas, o estado do mar mantém-se excecionalmente calmo, criando condições muito favoráveis para atividades balneares.</p>
<p>De acordo com as previsões do portal especializado <a href="https://lusometeo.com/previsao-diaria/tempo-na-terca-21-julho-31551/" target="_blank" rel="noopener">LusoMeteo</a>, a depressão posicionada a oeste da Península Ibérica deverá afastar-se ligeiramente para o Atlântico, permitindo que a dorsal africana avance em direção a Portugal. Esta evolução atmosférica facilitará a entrada de ar mais quente, provocando uma subida generalizada das temperaturas máximas e mínimas, ainda que limitada, na maioria dos casos, a valores entre 1 e 2 graus Celsius.</p>
<p>Apesar deste aquecimento, o núcleo da massa de ar mais quente continuará centrado sobre Espanha, onde as autoridades meteorológicas espanholas já alertaram para uma onda de calor severa. Em Portugal, o cenário previsto aponta para um típico dia de verão, quente sobretudo no interior, mas sem atingir níveis extremos de temperatura.</p>
<p>No continente, o céu deverá apresentar-se pouco nublado ou limpo durante grande parte do dia. Nas primeiras horas da manhã persistirão neblinas e nuvens baixas em vários pontos do litoral Norte e Centro e também em alguns vales situados a oeste das principais serras. Contudo, essa nebulosidade deverá dissipar-se gradualmente ao longo da manhã, permitindo o predomínio do sol durante a tarde, apenas com alguma nebulosidade dispersa e pouco significativa.</p>
<p>As temperaturas máximas deverão oscilar entre 24 e 28 graus nas regiões do litoral ocidental, enquanto no interior são esperados valores entre 32 e 36 graus, podendo localmente atingir os 37 graus. As temperaturas mínimas permanecerão relativamente amenas, situando-se entre 16 e 20 graus na maioria das regiões.</p>
<p>O vento soprará, em geral, fraco, predominando do quadrante oeste, com velocidades inferiores a 15 km/h. Durante a tarde poderá rodar temporariamente para noroeste, sobretudo no litoral e nas terras altas, onde são possíveis rajadas ocasionais até 30 km/h.</p>
<p>Também o estado do mar continuará a favorecer quem pretende aproveitar a praia. A ondulação deverá permanecer inferior a um metro em praticamente toda a costa portuguesa, proporcionando um mar muito calmo. A temperatura da água continuará acima dos valores habituais para a época, situando-se entre 22 e 23 graus tanto na costa ocidental como na costa sul do Algarve, mantendo uma tendência gradual de aquecimento. O índice de radiação ultravioleta deverá atingir níveis muito elevados, entre 9 e 10, sendo aconselhada a utilização de proteção solar adequada e a limitação da exposição durante as horas de maior intensidade solar.</p>
<p>Nos Açores, a previsão aponta para um dia relativamente estável, com céu parcialmente nublado e boas abertas na maioria das ilhas. Não está, contudo, excluída a ocorrência de aguaceiros fracos e dispersos. As temperaturas deverão registar uma descida entre 2 e 3 graus, podendo ficar ligeiramente abaixo da média para a época. O vento soprará de nordeste, fraco a moderado, entre 15 e 25 km/h, podendo atingir rajadas até 40 km/h, enquanto a ondulação rondará um metro. A temperatura da água do mar deverá manter-se próxima dos 23 graus.</p>
<p>Na Madeira espera-se mais um dia de tempo seco e predominantemente soalheiro. Apenas durante a manhã poderão surgir algumas nuvens baixas nas vertentes norte e nas zonas montanhosas, dissipando-se ao longo da tarde. O vento soprará moderado, entre 20 e 30 km/h, podendo intensificar-se temporariamente, com rajadas até 60 km/h nas zonas mais expostas dos extremos leste e oeste da ilha. As temperaturas manter-se-ão agradáveis, com máximas próximas dos 24 graus e mínimas entre 18 e 19 graus. O mar continuará igualmente calmo, com ondas na ordem de um metro e temperatura da água próxima dos 24 graus.</p>
<p>O cenário meteorológico para esta terça-feira confirma, assim, uma evolução gradual para condições mais quentes em Portugal continental, sobretudo nas regiões do interior, enquanto o litoral continuará a beneficiar da influência do Atlântico. Com céu maioritariamente limpo, vento fraco, mar pouco agitado e águas invulgarmente quentes para a costa ocidental, o dia deverá oferecer condições muito favoráveis para atividades ao ar livre e para a prática balnear, embora as autoridades recomendem cuidados redobrados devido aos elevados índices de radiação ultravioleta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791542]]></sapo:autor>
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		<title>China reforça compras de soja brasileira e reduz importações dos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 05:11:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As importações chinesas de soja brasileira aumentaram 13,7% em junho, para um recorde de 12,08 milhões de toneladas, enquanto as compras aos Estados Unidos caíram 20,6%, apesar do compromisso assumido por Pequim de reforçar as aquisições.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As importações chinesas de soja brasileira aumentaram 13,7% em junho, para um recorde de 12,08 milhões de toneladas, enquanto as compras aos Estados Unidos caíram 20,6%, apesar do compromisso assumido por Pequim de reforçar as aquisições.</P><br />
<P>Segundo dados divulgados na segunda-feira pela Administração-Geral das Alfândegas da China, no total, as importações chinesas de soja atingiram 13,55 milhões de toneladas em junho, um máximo histórico para este mês, impulsionadas pela oferta brasileira e pelo desbloqueio de cargueiros que estavam retidos em portos chineses.</P><br />
<P>Em junho de 2025, o Brasil exportou para a China 10,62 milhões de toneladas de soja, enquanto os Estados Unidos venderam 1,6 milhões de toneladas.</P><br />
<P>Os dados do primeiro semestre mostram uma tendência mais prolongada de queda das importações provenientes dos Estados Unidos. Entre janeiro e junho, a China comprou 9,31 milhões de toneladas de soja norte-americana, menos 42,4% do que no mesmo período do ano anterior, apesar do compromisso assumido por Pequim de importar pelo menos 25 milhões de toneladas por ano até 2028, ao abrigo do acordo alcançado entre os Presidentes dos Estados Unidos e da China, Donald Trump e Xi Jinping.</P><br />
<P>No mesmo período, as importações de soja brasileira cresceram 9,1%, para 34,75 milhões de toneladas.</P><br />
<P>O compromisso sino-americano é calculado numa base anual, pelo que os carregamentos de junho refletem compras efetuadas semanas ou meses antes, deixando margem para que as aquisições aos Estados Unidos aumentem na segunda metade do ano.</P><br />
<P>O objetivo anual foi mantido após uma segunda ronda de contactos ao mais alto nível entre Trump e Xi, realizada em maio.</P><br />
<P>A evolução das importações acompanha uma mudança mais ampla no comércio externo brasileiro. Segundo um relatório do Conselho Empresarial Brasil &#8212; China, as exportações do Brasil para a China aumentaram 22% no primeiro semestre, para um recorde de 58,3 mil milhões de dólares (cerca de 51 mil milhões de euros), enquanto as vendas para os Estados Unidos recuaram 13%, para 17,4 mil milhões de dólares (15,2 mil milhões de euros).</P><br />
<P>No mesmo dia em que o relatório foi divulgado, o Representante Comercial dos Estados Unidos confirmou a aplicação de uma tarifa de 25% sobre vários produtos brasileiros, na sequência de uma investigação que incidiu sobre questões como desflorestação ilegal, acesso ao mercado do etanol e divergências em torno do sistema de pagamentos instantâneos Pix.</P><br />
<P>Segundo a Câmara Americana de Comércio no Brasil (Amcham Brasil), a medida poderá afetar mais de 11 mil milhões de dólares (9,6 mil milhões de euros) em exportações industriais e agrícolas brasileiras, embora produtos como café, carne bovina, sumo de laranja, petróleo, gás e componentes aeroespaciais tenham ficado isentos.</P><br />
<P>Segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços brasileiro, Marcio Elias Rosa, os Estados Unidos levantaram também, durante as negociações, a questão dos minerais críticos, defendendo que a exploração destes recursos fosse vedada a entidades que &#8220;não operam em condições de mercado&#8221;, numa referência implícita à China.</P><br />
<P>Rosa afirmou que o Governo brasileiro rejeitou a proposta, argumentando que as terras raras e os minerais críticos pertencem ao povo brasileiro.</P><br />
<P>Apesar do aumento das receitas obtidas com a soja, o volume exportado pelo Brasil para a China manteve-se praticamente estável no primeiro semestre. As vendas renderam 20,2 mil milhões de dólares (17,7 mil milhões de euros), mais 7% do que um ano antes, graças sobretudo à subida dos preços, já que o volume embarcado recuou 0,2%.</P><br />
<P>A soja representou 34,7% das exportações brasileiras para a China, menos 4,8 pontos percentuais do que no ano anterior, enquanto o petróleo bruto ganhou peso. As vendas de crude para o mercado chinês aumentaram 62%, para 15,1 mil milhões de dólares (13,2 mil milhões de euros), impulsionadas pelas tensões no Médio Oriente e pelo receio de perturbações no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>As exportações brasileiras de minério de ferro para a China atingiram igualmente um máximo histórico no primeiro semestre, com 135 milhões de toneladas, no valor de 9,2 mil milhões de dólares (oito mil milhões de euros).</P><br />
<P>As exportações de carne bovina cresceram 50%, para 4,8 mil milhões de dólares (4,2 mil milhões de euros), à medida que os exportadores procuraram aproveitar uma quota de 1,1 milhões de toneladas antes da entrada em vigor de uma sobretaxa de 55% sobre os volumes que excedam esse limite.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791664]]></sapo:autor>
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		<title>Frelimo destaca diplomacia internacional de Chapo na afirmação de Moçambique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 05:04:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, destacou hoje a diplomacia internacional do chefe de Estado e presidente do partido, Daniel Chapo, considerando que esta tem contribuído para a afirmação do país no exterior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, destacou hoje a diplomacia internacional do chefe de Estado e presidente do partido, Daniel Chapo, considerando que esta tem contribuído para a afirmação do país no exterior.</P><br />
<P>&#8220;O camarada Presidente Daniel Francisco Chapo continua a abraçar a diplomacia como um exercício que visa a contínua projeção e afirmação do país no panorama regional e mundial, com vista a atração de investimento estrangeiro e reforço da cooperação bilateral e multilateralismo&#8221;, lê-se no comunicado final da 72.ª sessão ordinária da Comissão Política.</P><br />
<P>Realizada na segunda-feira, na sede nacional da Frelimo, em Maputo, a reunião teve como objetivo &#8220;analisar a atual situação política, económica e sócio cultural do país&#8221;, tendo aquele órgão destacado ainda a visita oficial de Chapo a Portugal, entre 14 e 17 de julho, a convite do homólogo português, António José Martins Seguro.</P><br />
<P>A Frelimo refere que a deslocação ocorreu &#8220;no âmbito do compromisso de aprofundar a parceria histórica entre Moçambique e aquele país europeu, focada no reforço da cooperação política, económica e promoção do investimento, com ganhos mútuos&#8221;.</P><br />
<P>Relativamente à ação governativa, liderada há um ano e meio por Daniel Chapo, o principal órgão de gestão corrente do partido considera que o Governo &#8220;continua a observar, com rigor, o modelo de governação centrado nas reformas administrativas do Estado, modernização da gestão pública e na industrialização do setor de recursos naturais e turismo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Cujos resultados refletem-se na promoção da sustentabilidade do crescimento económico e melhoria das condições de vida do Povo moçambicano&#8221;, aponta a Comissão Política.</P><br />
<P>Entre os aspetos destacados está a criação, pelo Governo, de uma Comissão Multissectorial para a Gestão, Fiscalização e Reabilitação das Áreas Mineiras Degradadas em todo o território nacional, bem como a manutenção da suspensão de empresas do setor mineiro que não cumprem a legislação em vigor na província de Manica.</P><br />
<P>A Comissão Política reconheceu ainda o impacto das medidas governativas na promoção da produção alimentar e da industrialização, &#8220;para garantir a segurança alimentar e reduzir as importações ou bens essenciais com impacto direto na poupança de divisas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Destaca a necessidade da consciencialização do povo para o aumento da produção interna, agroprocessamento, desenvolvimento e capitalização do conhecimento produtivo que gera renda para as famílias&#8221;, reconhece ainda a Frelimo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791663]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios na Amazónia brasileira registam nível mais baixo da história em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 05:02:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os incêndios na Amazónia brasileira caíram em 2025 para o nível mais baixo da história, após terem atingido o pico no ano anterior, de acordo com dados divulgados hoje pela rede de monitorização ambiental MapBiomas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os incêndios na Amazónia brasileira caíram em 2025 para o nível mais baixo da história, após terem atingido o pico no ano anterior, de acordo com dados divulgados hoje pela rede de monitorização ambiental MapBiomas.</P><br />
<P>Este resultado inédito desde o início dos registos em 1985 é uma boa notícia para o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a menos de três meses das eleições em que procura um novo mandato.</P><br />
<P>A maior floresta tropical do mundo viveu uma situação crítica em 2024, com 15,8 milhões de hectares queimados. Uma seca histórica favoreceu a propagação dos incêndios, na maioria provocados por atividades humanas.</P><br />
<P>O relatório anual da MapBiomas, baseado em imagens de satélite, mostra que a situação se inverteu no ano passado: a Amazónia registou 3,1 milhões de hectares atingidos pelas chamas.</P><br />
<P>No conjunto do Brasil, o balanço também foi positivo, com a área queimada a atingir em 2025 o nível mais baixo desde 2018 (12,7 milhões de hectares).</P><br />
<P>A preservação da Amazónia é essencial na luta contra o aquecimento global, dado que a vegetação absorve gases com efeito de estufa responsáveis pelo aumento da temperatura do planeta.</P><br />
<P>A queda do número de incêndios na Amazónia foi &#8220;fora do normal&#8221; em 2025, declarou à imprensa a geógrafa Ane Alencar, coordenadora do relatório da MapBiomas, rede que reúne universidades, ONG e empresas tecnológicas.</P><br />
<P>Segundo a especialista, um desfasamento da estação das chuvas entre 2024 e 2025 impediu a criação de uma &#8220;janela ideal para incêndios em certos locais&#8221; onde o fogo é usado para limpar terrenos agrícolas.</P><br />
<P>Às queimadas de pastagens não autorizadas ou mal controladas juntam-se outras práticas ilícitas, como o uso do fogo para desmatar áreas de exploração mineira ilegal.</P><br />
<P>A redução drástica dos incêndios em 2025 está também ligada à diminuição da desflorestação, em curso desde o regresso de Lula ao poder em 2023. As zonas desmatadas oferecem terreno propício à propagação das chamas.</P><br />
<P>Explica-se ainda por um &#8220;fator psicológico&#8221; nas comunidades afetadas pelos incêndios descontrolados de 2024 que, receando nova situação semelhante, &#8220;contribuiu para o controlo do fogo&#8221;.</P><br />
<P>A queda dos incêndios no Brasil &#8220;traz o país de volta a um nível historicamente baixo de área queimada&#8221;, sublinha o relatório.</P><br />
<P>No entanto, no centro do país, o Cerrado &#8212; segundo maior ecossistema brasileiro depois da Amazónia e savana mais rica em biodiversidade do mundo &#8212; &#8220;continuou a arder&#8221; em níveis semelhantes aos de 2024, destacou Alencar.</P><br />
<P>A especialista alertou ainda para a possível chegada de um &#8220;super El Niño&#8221; este ano, fenómeno climático natural que pode provocar &#8220;prolongamento da estação seca e maior probabilidade de incêndios florestais&#8221;.</P><br />
<P>A desflorestação na Amazónia brasileira no primeiro semestre de 2026 atingiu o nível mais baixo em uma década, segundo dados oficiais.</P><br />
<P>Lula, que prometeu erradicar a desflorestação ilegal até 2030, procura apresentar um bom balanço ambiental antes de disputar em outubro um quarto mandato não consecutivo.</P><br />
<P>É, contudo, alvo de fortes críticas de ambientalistas pelo apoio a um vasto projeto de exploração petrolífera ao largo da Amazónia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791662]]></sapo:autor>
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		<title>Apoio à renda: DECO e IHRU criam serviço gratuito para esclarecer consumidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 05:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Deco]]></category>
		<category><![CDATA[IHRU]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa surge numa altura em que muitas famílias vivem na incerteza quanto a um apoio que deveria ser automático e previsível]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A DECO e o IHRU iniciam hoje uma parceria que reforça o apoio prestado aos consumidores sobre o Programa de Apoio Extraordinário à Renda. Através desta colaboração, passa a estar disponível um serviço gratuito de informação e esclarecimento destinado a todos os cidadãos que tenham dúvidas sobre a atribuição, manutenção ou cálculo deste apoio.</p>
<p>A iniciativa surge numa altura em que muitas famílias vivem na incerteza quanto a um apoio que deveria ser automático e previsível. As dificuldades de acesso à informação, os erros de processamento e a suspensão inesperada da prestação têm deixado muitos agregados sem respostas, agravando a pressão sobre os seus orçamentos.</p>
<p><strong>Um apoio essencial para milhares de famílias</strong></p>
<p>O Apoio Extraordinário à Renda é, para muitas famílias, determinante para garantir o equilíbrio financeiro mensal. Sempre que deixa de ser atribuído ou apresenta erros no seu processamento, aumenta a taxa de esforço com a habitação e torna-se mais difícil suportar outras despesas essenciais.</p>
<p>A DECO tem defendido de forma consistente que os programas públicos de apoio à habitação devem ser simples, automáticos, transparentes e eficazes.</p>
<p><strong>Mais informação, menos incerteza</strong></p>
<p>A experiência da DECO demonstra que muitos consumidores continuam a desconhecer os critérios de acesso ao programa e os procedimentos necessários para resolver situações de incumprimento ou erro.</p>
<p>Este défice de informação afeta sobretudo as famílias mais vulneráveis, precisamente aquelas que dispõem de menor capacidade para lidar com processos administrativos complexos.</p>
<p>Para a DECO, a complexidade do sistema nunca pode ser transferida para os consumidores. O IHRU partilha desta visão e decidiu reforçar a colaboração com a Associação, contribuindo para uma maior literacia e capacitação dos cidadãos nesta área.</p>
<p><strong>Atendimento gratuito, próximo e especializado</strong></p>
<p>No âmbito desta parceria, a DECO passa a disponibilizar um serviço de atendimento especializado e gratuito sobre o Apoio Extraordinário à Renda.</p>
<p><strong>Os consumidores poderão obter apoio:</strong></p>
<p>&#8211; Nas autarquias com protocolos de colaboração com a DECO e nos Balcões de Habitação e Energia;<br />
&#8211; Nas delegações e estruturas regionais da DECO;<br />
&#8211; Através da linha telefónica 21 371 02 70;<br />
&#8211; Por email, através de habitacao@deco.pt, para quem não possa deslocar-se presencialmente.</p>
<p><strong>Apoio para esclarecer, verificar e reclamar</strong></p>
<p>Este serviço permitirá apoiar os consumidores na:</p>
<p>&#8211; compreensão dos critérios de atribuição do apoio;<br />
&#8211; verificação da sua situação;<br />
&#8211; identificação de eventuais erros de elegibilidade ou de cálculo;<br />
&#8211; esclarecimento sobre prazos e documentação necessária;<br />
&#8211; utilização dos mecanismos de reclamação quando o apoio é interrompido ou quando existam pedidos de devolução de verbas por parte da Segurança Social.</p>
<p><strong>Um consumidor mais protegido</strong></p>
<p>A DECO conhece de perto o impacto que a falta de informação e a dificuldade em compreender procedimentos administrativos têm na vulnerabilidade habitacional das famílias.</p>
<p>Esta parceria com o IHRU representa, por isso, um passo importante para garantir que os consumidores dispõem de um apoio gratuito, especializado e de proximidade, reforçando a confiança nos programas públicos de habitação e assegurando que ninguém fica sem orientação quando mais precisa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791271]]></sapo:autor>
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		<title>Samsung cria unidade de robótica para reforçar liderança mundial no setor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 04:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A gigante sul-coreana da tecnologia Samsung Electronics anunciou hoje a criação de uma unidade de robótica para impulsionar esta tecnologia como um pilar fundamental da estratégia de crescimento a longo prazo, informou o The Korea Times.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A gigante sul-coreana da tecnologia Samsung Electronics anunciou hoje a criação de uma unidade de robótica para impulsionar esta tecnologia como um pilar fundamental da estratégia de crescimento a longo prazo, informou o The Korea Times.</P><br />
<P>A empresa anunciou que o novo departamento comercial de robótica eXperience (RX) vai funcionar sob a supervisão direta do diretor executivo da empresa, Roh Tae-moon, e vai ser concebido para acelerar a tomada de decisões e a execução, o que permitirá responder mais rapidamente às mudanças do mercado e criar novas oportunidades de negócio, de acordo com o jornal sul-coreano em língua inglesa.  </P><br />
<P>Com esta unidade localizada no centro de I&amp;D em Seul, a Samsung procura consolidar as capacidades robóticas da empresa sob uma única organização responsável pela estratégia a médio e longo prazo, pelo desenvolvimento de tecnologias-chave e comercialização destas.</P><br />
<P>Para reforçar as capacidades de análise de dados, a gigante tecnológica vai criar uma fábrica de dados na unidade de Gumi, na província de Gyeongsang do Norte (sudeste do país), onde vão ser recolhidas informações de ambientes industriais reais para facilitar a implantação de robôs.</P><br />
<P>Como parte desta reorganização, a Samsung nomeou o vice-presidente executivo Lee Dong-kun, que já dirigiu a estratégia de robótica da Hyundai Motor e da Boston Dynamics, para liderar a equipa de estratégia de robótica, estando a recrutar especialistas de primeira linha para a equipa.</P><br />
<P>A empresa pretende também expandir a rede global de investigação em robótica através da criação de centros de investigação nos Estados Unidos, na China e no Japão.</P><br />
<P>No meio do boom da inteligência artificial (IA), a Samsung registou, em 2025, um aumento de 31,2% no lucro líquido em relação ao ano anterior, graças ao sólido desempenho da divisão de chips. </P><br />
<P>No primeiro trimestre deste ano, multiplicou por seis o lucro líquido em comparação com o mesmo período do ano anterior.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791661]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Aumenta em 70 para 5.278 o número de mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 04:30:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos devido aos dois sismos, ocorridos há quase um mês na Venezuela, subiu para 5.278, mais setenta face ao último balanço, informou esta segunda-feira o presidente do Parlamento, Jorge Rodríguez.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos devido aos dois sismos, ocorridos há quase um mês na Venezuela, subiu para 5.278, mais setenta face ao último balanço, informou esta segunda-feira o presidente do Parlamento, Jorge Rodríguez.</P><br />
<P>O número de feridos mantém-se em 16.740 e o de pessoas desabrigadas em 17.907, indica o balanço divulgado na conta da rede de mensagens Telegram de Jorge Rodríguez, irmão da presidente interina, Delcy Rodríguez.</P><br />
<P>Em consequência do duplo sismo, permanecem 23.587 pessoas em 107 acampamentos temporários, enquanto 128.324 famílias receberam assistência das autoridades, de acordo com o relatório.</P><br />
<P>A catástrofe deixou cerca de 856 edifícios danificados e 190 desmoronados, ainda segundo o balanço oficial, que também regista 1.405 réplicas desde o duplo terramoto de 24 de junho passado.</P><br />
<P>Mais de 240 famílias afetadas pelos sismos receberam, esta segunda-feira, as primeiras habitações entregues pelo Governo, anunciou Delcy Rodríguez, que liderou a entrega dos apartamentos.</P><br />
<P>A responsável prometeu entregas mensais de habitações para os afetados, anunciando o objetivo de atingir as 4.000 em dezembro e, até 2027, &#8220;um número superior a 10.000 habitações&#8221;, que serão recuperadas a partir de &#8220;edifícios que não tinham sido concluídos&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com o balanço anterior, o duplo sismo causou a morte a 121 portugueses e lusodescendentes, de acordo com dados avançados na segunda-feira pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.</P><br />
<P>Entre os 121 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, dos quais 98 eram adultos e 23 menores, 103 tinham também a nacionalidade venezuelana.</P><br />
<P>O MNE português referiu ainda que continuam desaparecidos 49 cidadãos portugueses. O balanço anterior indicava 120 portugueses e lusodescendentes mortos.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791660]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exames: Segunda fase começa hoje com incerteza dos alunos sobre notas na primeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 04:12:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A segunda fase dos exames nacionais do ensino secundário começa hoje, mas muitos alunos ainda dizem ter dúvidas quanto às notas obtidas na primeira prova devido às falhas na classificação digital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A segunda fase dos exames nacionais do ensino secundário começa hoje, mas muitos alunos ainda dizem ter dúvidas quanto às notas obtidas na primeira prova devido às falhas na classificação digital.</P><br />
<P>Arranca também hoje a segunda fase das provas finais do 9.º ano, com Português às 09:30.</P><br />
<P>À mesma hora, realiza-se a prova de Português do 12.º ano, a primeira depois de, nos últimos dias, os alunos do ensino secundário terem ficado a conhecer os resultados obtidos nos exames realizados na primeira fase.</P><br />
<P>No entanto, as falhas no processo de classificação digital, os atrasos na divulgação das notas e os erros entretanto identificados na avaliação minaram a confiança dos estudantes que, na segunda-feira, ainda manifestavam dúvidas quando às pautas.</P><br />
<P>«As notas que foram lançadas, muito provavelmente, estão erradas», dizia um dos mais de 30 manifestantes que estiveram concentrados em frente ao Ministério da Educação.</P><br />
<P>As pautas dos exames nacionais começaram a ser afixadas apenas na sexta-feira à noite, mas inicialmente sem todas as classificações, devido a falhas identificadas pelo Júri Nacional de Exames (JNE).</P><br />
<P>As classificações em falta chegaram às escolas durante o fim de semana, mas, na segunda-feira, milhares de alunos ainda viram corrigidas as notas inicialmente atribuídas a Física e Química e a Geografia, por erros na avaliação de itens da prova.</P><br />
<P>Apesar dos problemas reconhecidos pelo ministro Fernando Alexandre, o Governo manteve os calendários do concurso nacional de acesso ao ensino superior, que termina a 06 de agosto, bem como os da segunda fase dos exames.</P><br />
<P>Contudo, os alunos que se sintam prejudicados poderão realizar exames numa época especial, a decorrer em setembro, podendo depois concorrer ao ensino superior na segunda fase.</P><br />
<P>O ministro da Educação deu como exemplo os alunos que sinalizem desconformidades na digitalização da prova realizada na primeira fase e que não tenham sido corrigidas até ao final do prazo de inscrição para a segunda fase, que terminou na segunda-feira.</P><br />
<P>A única exceção é o exame de Geografia A, cujo prazo de inscrição foi alargado até ao final do dia de hoje devido a um erro na avaliação de dois itens, que obrigou à correção das notas, enviadas às escolas apenas a meio da tarde de segunda-feira.</P><br />
<P>A segunda fase dos exames nacionais termina na sexta-feira, com a prova de Inglês às 14:00.</P><br />
<P>Para os alunos do 9.º ano, a prova de Matemática está marcada para quinta-feira, às 09:30.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791659]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Taiwan acusa ex-quadro da TSMC de tentar transmitir segredos comerciais à China</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/taiwan-acusa-ex-quadro-da-tsmc-de-tentar-transmitir-segredos-comerciais-a-china/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 03:47:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Procuradoria de Taiwan acusou formalmente um antigo quadro da TSMC, a maior fabricante mundial de semicondutores avançados, de tentar transmitir segredos comerciais relacionados com "tecnologias-chave" para utilização na China, no primeiro caso deste tipo registado na ilha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Procuradoria de Taiwan acusou formalmente um antigo quadro da TSMC, a maior fabricante mundial de semicondutores avançados, de tentar transmitir segredos comerciais relacionados com &#8220;tecnologias-chave&#8221; para utilização na China, no primeiro caso deste tipo registado na ilha.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado na segunda-feira, a Procuradoria para a Propriedade Intelectual da Procuradoria-Geral Superior de Taiwan indicou que o antigo subdiretor da empresa, identificado apenas pelo apelido Chen e atualmente em prisão preventiva, é acusado de violar a Lei de Segurança Nacional e a Lei dos Segredos Comerciais.</P><br />
<P>Segundo o ministério Público, o arguido copiou e obteve, sem autorização, segredos comerciais classificados como de segurança nacional e outros segredos comerciais, &#8220;com a intenção de os utilizar na China continental&#8221;, tendo os procuradores pedido uma pena de sete anos de prisão.</P><br />
<P>A investigação teve origem num outro processo relacionado com uma alegada rede de espionagem chinesa em Taiwan, ligada ao cidadão de Hong Kong, Ding Xiaohu, entretanto falecido.</P><br />
<P>Entre maio de 2023 e fevereiro de 2024, Chen e Ding terão conspirado para criar na China uma empresa de análise de materiais semicondutores, denominada CSMAC, com o objetivo de recrutar profissionais da indústria taiwanesa de &#8216;chips&#8217;, o que, segundo a Procuradoria, teria &#8220;enfraquecido&#8221; a competitividade internacional de Taiwan.</P><br />
<P>&#8220;Durante esse período (&#8230;), Chen copiou, sem autorização e sem qualquer direito, um total de 21 segredos comerciais classificados como de segurança nacional e segredos comerciais comuns da TSMC, levando-os para casa para os estudar, com a intenção de os utilizar na China continental&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>Segundo os procuradores, o antigo responsável desrespeitou a &#8220;ética da indústria&#8221; e a &#8220;ordem concorrencial&#8221; ao copiar em larga escala esses segredos comerciais com o propósito de &#8220;promover o desenvolvimento da tecnologia de semicondutores na China continental&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A linha vermelha da tecnologia não pode ser ultrapassada; a linha vermelha da lei não admite desafios&#8221;, acrescentou a Procuradoria.</P><br />
<P>O caso insere-se nos esforços de Taiwan para proteger a sua indústria de semicondutores, em especial os &#8216;chips&#8217; produzidos com processos de fabrico avançados, considerados essenciais para aplicações e dispositivos de inteligência artificial.</P><br />
<P>Em abril, o Tribunal da Propriedade Intelectual e Comercial de Taiwan condenou vários arguidos a penas até 10 anos de prisão por roubo e divulgação de segredos comerciais da TSMC, aplicando igualmente uma multa milionária à filial local da japonesa Tokyo Electron, fabricante de equipamentos para a produção de semicondutores.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791657]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>AliExpress vai recorrer da &#8220;desproporcionada&#8221; multa europeia de 550 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 03:42:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A plataforma chinesa de comércio eletrónico AliExpress anunciou hoje que vai recorrer da multa recorde de 550 milhões de euros aplicada pela Comissão Europeia, classificando como "desproporcionada" a sanção por alegado incumprimento no combate à venda de produtos ilegais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A plataforma chinesa de comércio eletrónico AliExpress anunciou hoje que vai recorrer da multa recorde de 550 milhões de euros aplicada pela Comissão Europeia, classificando como &#8220;desproporcionada&#8221; a sanção por alegado incumprimento no combate à venda de produtos ilegais.</P><br />
<P>&#8220;Estamos surpreendidos com a decisão da União Europeia (UE) e com a multa desproporcionada, e não concordamos com ela. (&#8230;) O AliExpress tem estado e continua comprometido com as suas obrigações para com os consumidores&#8221;, afirmou a empresa, num comunicado publicado no portal de notícias corporativas da sua casa-mãe, o grupo Alibaba.</P><br />
<P>&#8220;A decisão (&#8230;) ignora o nosso sólido quadro de gestão de riscos e as melhorias significativas e proativas que implementámos. Vamos recorrer da decisão&#8221;, acrescentou a plataforma.</P><br />
<P>Segundo o comunicado, o AliExpress &#8220;trabalhou de forma construtiva&#8221; com a Comissão Europeia para introduzir &#8220;muitas melhorias e compromissos voluntários&#8221;, respeitando um &#8220;espírito de cooperação e transparência&#8221;.</P><br />
<P>A empresa sublinhou ainda ter investido &#8220;recursos consideráveis&#8221; na gestão e mitigação de riscos, na segurança dos produtos e na proteção dos consumidores.</P><br />
<P>A Comissão Europeia anunciou hoje a aplicação da multa, por considerar que o AliExpress não dispõe de pessoal suficiente para fiscalizar a presença de produtos ilegais na plataforma, como artigos contrafeitos ou que violam normas de segurança, acusando ainda a empresa de &#8220;sobrestimar&#8221; a capacidade dos seus sistemas informáticos para detetar e remover esse tipo de anúncios.</P><br />
<P>Segundo Bruxelas, muitos dos produtos identificados continuam disponíveis durante &#8220;várias semanas&#8221;, os vendedores podem manter as lojas ativas apesar de terem sido sancionados e os mecanismos de controlo da plataforma podem ser contornados &#8220;com facilidade&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com o executivo comunitário, esta situação prejudica não só os consumidores, mas também as &#8220;empresas legítimas que investem em design, testes de segurança e inovação, obrigando-as a competir com produtos que evitam esses custos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A proliferação de roupa contrafeita, brinquedos inseguros, cosméticos perigosos e outros produtos ilegais e nocivos não é um custo inevitável das compras &#8216;online&#8217;, mas sim um incumprimento, por parte do AliExpress, das suas obrigações&#8221;, afirmou a vice-presidente da Comissão Europeia responsável pela política digital, Henna Virkkunen.</P><br />
<P>O AliExpress tem agora até 20 de outubro para apresentar à Comissão Europeia um plano com as medidas que pretende adotar para corrigir estas práticas. Bruxelas disporá depois de um mês para o avaliar e propor um calendário &#8220;razoável&#8221; para a sua implementação.</P><br />
<P>Das três multas aplicadas até agora pela Comissão Europeia por incumprimento da Lei dos Serviços Digitais (DSA), que obriga as plataformas a combater conteúdos ilegais, a do AliExpress é a mais elevada. </P><br />
<P>Em maio, Bruxelas multou a também chinesa Temu em 200 milhões de euros por não impedir a venda de produtos ilegais e, em dezembro do ano passado, aplicou uma multa de 120 milhões de euros à rede social X por falta de transparência.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791656]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tempestade intensa no Chile faz pelo menos 10 mortos e isola mais de 100 mil pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 03:22:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A tempestade intensa que assola o Chile fez pelo menos 10 mortos, segundo o último balanço do Serviço Nacional de Prevenção e Resposta a Catástrofes (Senapred) sobre o sistema frontal que abrange dez das dezasseis regiões do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tempestade intensa que assola o Chile fez pelo menos 10 mortos, segundo o último balanço do Serviço Nacional de Prevenção e Resposta a Catástrofes (Senapred) sobre o sistema frontal que abrange dez das dezasseis regiões do país.</P><br />
<P>O Presidente do Chile, José Antonio Kast, deslocou-se esta segunda-feira a Coquimbo, na zona norte, região que declarou em estado de catástrofe, tal como a província de Huasco, em Atacama, situadas a 460 quilómetros e 850 quilómetros da capital, respetivamente, devido aos estragos causados pelo fenómeno meteorológico.</P><br />
<P>O número de mortos poderá aumentar nas próximas horas, uma vez que a agência informou que há relatos da polícia sobre outras quatro pessoas, classificadas como &#8220;presumíveis vítimas&#8221;.</P><br />
<P>O relatório, apresentado na segunda-feira na sede do Senapred, em Santiago do Chile, indica que, em resultado da emergência, há um total de 17 feridos, 2.422 sinistrados e 104.504 pessoas isoladas, concentradas principalmente em Atacama e Coquimbo, devido a cortes nas estradas e à subida do nível dos rios.</P><br />
<P>O Ministério da Saúde chileno, por seu lado, decretou o alerta sanitário em ambas as regiões, que têm zonas sem abastecimento de água potável, enquanto as Forças Armadas chilenas enviaram o primeiro carregamento de seis toneladas de ajuda humanitária.</P><br />
<P>&#8220;Lamentar o falecimento, no país, de já dez compatriotas, alguns dos quais a prestar serviço a outros compatriotas, levou-nos a pedir a cada um dos elementos das equipas de emergência e socorristas que tenham cuidado&#8221;, afirmou Kast a partir da zona afetada no norte do país, onde agradeceu aos voluntários da sociedade civil, bombeiros e a todas as instituições que se colocaram ao serviço da comunidade.</P><br />
<P>O chefe de Estado classificou o fenómeno meteorológico como &#8220;bastante inédito, porque se verificaram diversos fatores, como o vento, a chuva, a neve e as ondas gigantes, que afetaram de formas diferentes cada uma das dez regiões&#8221;, devido à sua intensidade, extensão e duração.</P><br />
<P>O Senapred contabiliza, até ao momento, 76 habitações destruídas, 2.121 com danos graves, 16.948 com danos ligeiros e 888 imóveis que continuam a ser avaliados por equipas municipais.</P><br />
<P>A Direção Meteorológica do Chile (DMC) informou que, na região de Coquimbo, se registou desde a passada terça-feira uma precipitação entre 155 e 287 milímetros em diferentes setores, o que representa, em alguns casos, quase o dobro da precipitação registada em todo o ano de 2025.</P><br />
<P>&#8220;A região está literalmente coberta de lama neste momento; continuamos a ter situações de alto risco para as pessoas&#8221;, declarou na tarde desta segunda-feira o governador de Coquimbo, Cristóbal Juliá.</P><br />
<P>Por sua vez, o ministro das Obras Públicas, Louis de Grange, também presente na zona afetada, afirmou que a catástrofe climática é a maior &#8220;dos últimos quarenta anos na região de Coquimbo&#8221;.</P><br />
<P>O fenómeno climático, relacionado com o fenómeno El Niño, teve início na quinta-feira na zona centro-sul e avançou para norte, deixando localidades isoladas, inundações, deslizamentos de terra e estradas danificadas, além de fortes rajadas de vento que atingiram os 160 quilómetros por hora em algumas zonas, bem como cortes de eletricidade e água.</P><br />
<P>A tempestade, uma das mais significativas registadas nos últimos anos devido à extensão geográfica e intensidade, continuará a oscilar entre o norte, o centro e o sul do país austral, o que, segundo as previsões dos especialistas, se prolongará até ao final da semana.</P><br />
<P>Kast declarou na segunda-feira &#8220;a ativação do estado de emergência constitucional&#8221;, uma medida destinada a facilitar a mobilização de recursos e a coordenação das operações de resposta nas áreas mais afetadas pelo mau tempo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791655]]></sapo:autor>
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		<title>China diz que três cidadãos ficaram feridos em ataques ucranianos na região de Moscovo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 02:58:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Três cidadãos chineses ficaram feridos na sequência dos ataques com drones ucranianos contra a região de Moscovo, ocorridos na noite de domingo, informou hoje a Embaixada da China na Rússia, citada pela agência oficial chinesa Xinhua.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Três cidadãos chineses ficaram feridos na sequência dos ataques com drones ucranianos contra a região de Moscovo, ocorridos na noite de domingo, informou hoje a Embaixada da China na Rússia, citada pela agência oficial chinesa Xinhua.</P><br />
<P>Segundo a missão diplomática, os três feridos, funcionários de um armazém explorado por uma empresa chinesa de logística na Rússia, estão a receber tratamento em hospitais locais juntamente com outras vítimas dos ataques.</P><br />
<P>A Xinhua indicou que os trabalhadores se encontravam de serviço no armazém cerca das 06:40 locais (04:40 em Lisboa), quando ouviram explosões nas instalações e correram para uma zona aberta, mas acabaram atingidos por estilhaços provocados pelos drones.</P><br />
<P>Fontes hospitalares confirmaram que o trabalhador com ferimentos mais graves foi submetido a uma cirurgia e que um segundo continua internado, enquanto o terceiro, que sofreu ferimentos ligeiros, já teve alta e regressará à China de avião.</P><br />
<P>A embaixada da China na Rússia enviou representantes ao hospital para visitar os feridos e instou as autoridades russas a adotarem &#8220;todas as medidas necessárias&#8221; para lhes prestar assistência e garantir plenamente a segurança dos cidadãos chineses no país.</P><br />
<P>Segundo o jornal oficial Global Times, a representação diplomática apelou igualmente aos cidadãos chineses na Rússia para reforçarem as medidas de segurança.</P><br />
<P>A região de Moscovo foi alvo, entre a noite de domingo e a madrugada de hoje, de ataques com cerca de 400 drones ucranianos contra várias instalações industriais e edifícios residenciais, que provocaram um total de dez feridos, incluindo um menor.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791654]]></sapo:autor>
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		<title>Japão afirma que a China realizou um exercício de fogo real nas suas águas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 02:32:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um navio chinês realizou um exercício de fogo real na zona económica exclusiva do Japão durante um treino conjunto com a Rússia, informou hoje o Ministério da Defesa japonês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um navio chinês realizou um exercício de fogo real na zona económica exclusiva do Japão durante um treino conjunto com a Rússia, informou hoje o Ministério da Defesa japonês.</P><br />
<P>O incidente, ocorrido no domingo, marca a primeira vez que o ministério deteta um exercício de tiro real da China na zona económica exclusiva (ZEE) do Japão e o divulga, segundo a imprensa japonesa.</P><br />
<P>O contratorpedeiro lança-mísseis chinês da classe Luyang III foi avistado a efetuar a manobra a 180 quilómetros a sudoeste da ilha de Okinotori, o território mais meridional do Japão.</P><br />
<P>Por volta das 02:00 da madrugada do mesmo dia, Tóquio tinha observado uma frota de quatro navios &#8212; três navios chineses e uma fragata da Marinha russa &#8212; a 330 quilómetros a sudoeste da ilha, dirigindo-se para nordeste.</P><br />
<P>Quando o exercício de tiro real teve início, a fragata russa também se encontrava nas proximidades, informou a emissora pública NHK.</P><br />
<P>Na sequência do exercício, o ministério japonês da Defesa mobilizou um contratorpedeiro da armada nipónica para vigiar e acompanhar a situação.</P><br />
<P>No início do mês, navios da guarda costeira japonesa e chinesa entraram em confronto perto de ilhas disputadas, com cada uma das partes a afirmar ter repelido os navios da outra, que tinham penetrado em águas territoriais reclamadas por ambos os países.</P><br />
<P>As tensões entre a China e o Japão agravaram-se depois de a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, ter sugerido em declarações no Parlamento, em novembro passado, que Tóquio poderia intervir militarmente caso a China atacasse Taiwan, ilha sobre a qual Pequim reivindica soberania.</P><br />
<P>Pequim condenou as declarações e, desde então, exortou os seus cidadãos a evitarem viajar para o Japão, ao mesmo tempo que reforçou restrições comerciais dirigidas a determinadas empresas japonesas.</P></p>
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		<title>Brasil envia carregamento de 690 mil vacinas para a Venezuela</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 02:07:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde do Brasil enviou esta segunda-feira um carregamento de 690 mil doses de vacinas para a Venezuela, como parte das ações de cooperação internacional após o duplo sismo no país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério da Saúde do Brasil enviou esta segunda-feira um carregamento de 690 mil doses de vacinas para a Venezuela, como parte das ações de cooperação internacional após o duplo sismo no país.</P><br />
<P>A pasta da Saúde detalhou que o transporte, realizado pela Força Aérea Brasileira, é composto por 540 mil doses da vacina pentavalente, 102 mil doses da tríplice viral e o restante por imunizantes BCG, contra a tuberculose.</P><br />
<P>Em nota informativa, o ministério afirmou que esta é uma nova etapa da ajuda humanitária do Brasil, que já enviou cerca de 16,5 toneladas de medicamentos e insumos estratégicos para território venezuelano.</P><br />
<P>O Governo brasileiro já tinha despachado 350 mil doses de imunizantes para situações de emergência, distribuídas em 100 mil vacinas contra a febre amarela e 250 mil doses da vacina contra a raiva canina.</P><br />
<P>As autoridades sanitárias brasileiras garantiram que as doses doadas não afetam o abastecimento do sistema público de saúde nem comprometem o calendário nacional de imunização do Brasil.</P><br />
<P>O balanço de mortos pelo duplo sismo ocorrido a 24 de junho na região norte da Venezuela ascende a 5.208. O número de feridos mantém-se em 16.740 e o de pessoas sem habitação em 17.907, segundo o mais recente relatório divulgado pelo Governo venezuelano.</P></p>
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