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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Governo e sindicatos voltam à mesa esta segunda-feira para discutir novo modelo de concursos de professores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 05:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Em cima da mesa está o novo modelo de concursos, uma das matérias centrais desta fase do processo, que poderá alterar de forma significativa as regras de recrutamento, colocação e admissão de docentes nas escolas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação, Ciência e Inovação recebe esta segunda-feira os sindicatos dos professores para mais uma reunião negocial no âmbito da revisão do Estatuto da Carreira Docente.</p>
<p>Em cima da mesa está o novo modelo de concursos, uma das matérias centrais desta fase do processo, que poderá alterar de forma significativa as regras de recrutamento, colocação e admissão de docentes nas escolas.</p>
<p>A reunião dá continuidade ao calendário negocial que tem vindo a decorrer desde o final de 2025 e que entrou nos últimos meses numa fase mais técnica, centrada sobretudo no acesso à profissão e na reorganização dos mecanismos de colocação.</p>
<p>O Governo quer manter um concurso nacional para professores que pretendam mudar de escola ou vincular, mas propõe criar também um concurso contínuo nacional, aberto ao longo do ano letivo, que substituirá vários mecanismos concursais atualmente existentes.</p>
<p>Segundo a proposta apresentada pelo Ministério em março, esse concurso contínuo deverá funcionar com fases automáticas e assentar numa base nacional única de docentes, ordenada e permanentemente atualizada.</p>
<p>A intenção do Governo é reduzir os tempos de colocação e responder mais rapidamente às necessidades das escolas, em particular quando surgem vagas por aposentação, baixas médicas ou outras ausências prolongadas.</p>
<p><strong>Concurso nacional mantém-se, mas com nova via contínua</strong></p>
<p>A proposta do Ministério mantém o princípio de um concurso centralizado, de âmbito nacional e com respeito pela graduação profissional dos docentes.</p>
<p>Esse ponto tem sido valorizado por várias estruturas sindicais, que têm defendido que qualquer alteração ao modelo de recrutamento deve preservar a lista graduada nacional como garantia de transparência e equidade.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o Governo pretende criar um mecanismo mais flexível para responder às necessidades das escolas ao longo do ano.</p>
<p>O novo concurso contínuo nacional deverá permitir candidaturas em qualquer momento e a atualização de preferências pelos candidatos, eliminando limitações que, segundo o Ministério, penalizam sobretudo docentes recém-diplomados ou candidatos que entram no sistema fora dos prazos tradicionais.</p>
<p>A proposta do Governo prevê ainda que legislação atualmente dispersa sobre concursos, ingresso, habilitações e grupos de recrutamento passe a integrar o Estatuto da Carreira Docente.</p>
<p>O Ministério tem defendido que o novo modelo permitirá uma resposta mais rápida, automática e ajustada às necessidades do sistema, sem depender de sucessivas validações administrativas pelas escolas.</p>
<p><strong>Sindicatos querem garantias de transparência e valorização</strong></p>
<p>Do lado sindical, as reservas mantêm-se.</p>
<p>As organizações representativas dos professores têm insistido na necessidade de garantir que o novo modelo não fragiliza a carreira, não aumenta a precariedade e não abre caminho a formas de recrutamento menos transparentes.</p>
<p>A Fenprof tem acusado o Ministério de manter o processo centrado no recrutamento e admissão de docentes, sem responder ainda às questões estruturais de valorização da carreira e da profissão.</p>
<p>A federação defende que a revisão do Estatuto da Carreira Docente não pode limitar-se aos concursos e deve incluir medidas capazes de tornar a profissão mais atrativa, garantir renovação geracional e combater a precariedade.</p>
<p>Também o SIPE tem defendido maior justiça nas colocações, alertando para situações em que docentes são colocados longe da sua área de residência apesar de existirem vagas mais próximas atribuídas a candidatos com menor graduação.</p>
<p>Entre as preocupações sindicais está ainda a necessidade de conhecer com maior detalhe o articulado jurídico do novo modelo, os critérios de funcionamento da base nacional única e a forma como serão compatibilizadas as preferências dos docentes com as necessidades das escolas.</p>
<p><strong>Falta de professores pressiona revisão do Estatuto</strong></p>
<p>A revisão do Estatuto da Carreira Docente decorre num contexto de forte pressão sobre as escolas, marcado pela falta de professores em vários grupos de recrutamento e regiões do país.</p>
<p>O Governo vê no novo modelo de concursos uma ferramenta para reduzir períodos sem aulas e acelerar a substituição de docentes em falta.</p>
<p>Os sindicatos, porém, têm insistido que a escassez de professores não será resolvida apenas com mudanças nos procedimentos concursais.</p>
<p>Para as estruturas sindicais, o problema exige medidas de valorização da carreira, melhoria das condições de trabalho, combate à instabilidade e criação de incentivos que tornem a docência mais atrativa para os jovens.</p>
<p>A reunião desta segunda-feira deverá, por isso, voltar a expor a diferença de prioridades entre Ministério e sindicatos: de um lado, a aposta governamental numa reorganização técnica dos concursos; do outro, a exigência sindical de uma revisão mais ampla da carreira.</p>
<p><strong>Governo quer fechar discussão até junho</strong></p>
<p>O Ministério da Educação tem como objetivo concluir esta fase da discussão até junho, para que as novas regras possam ser preparadas e entrar em vigor no próximo ciclo previsto pelo Governo.</p>
<p>A proposta oficial apresentada em março aponta para a criação de um concurso contínuo nacional, com fases automáticas, destinado a substituir mecanismos como a contratação de escola e outros procedimentos atualmente usados para responder a necessidades temporárias.</p>
<p>A expectativa do Governo é que o novo sistema esteja operacional no ano letivo de 2027/2028.</p>
<p>Para já, a reunião desta segunda-feira deverá servir para aprofundar a discussão técnica sobre o modelo de recrutamento e admissão de professores, numa negociação que continua longe de estar fechada.</p>
<p>O desfecho será decisivo para perceber se Governo e sindicatos conseguem aproximar posições numa das reformas mais sensíveis da educação: a forma como os professores entram, se movimentam e permanecem nas escolas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759301]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>CGTP entrega hoje pré-aviso de greve geral para &#8220;derrotar o pacote laboral&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/cgtp-entrega-hoje-pre-aviso-de-greve-geral-para-derrotar-o-pacote-laboral/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 05:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma delegação da Comissão Executiva da CGTP vai deslocar-se hoje ao Ministério do Trabalho, em Lisboa, para entregar o pré-aviso da greve geral agendada para 03 de junho contra as alterações à lei laboral, cujas negociações terminaram sem acordo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma delegação da Comissão Executiva da CGTP vai deslocar-se hoje ao Ministério do Trabalho, em Lisboa, para entregar o pré-aviso da greve geral agendada para 03 de junho contra as alterações à lei laboral, cujas negociações terminaram sem acordo.</P><br />
<P>A delegação será encabeçada pelo secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, sendo que a entrega do pré-aviso acontece depois de as negociações sobre as alterações à legislação laboral terem terminado, na quinta-feira, sem acordo entre o Governo e os parceiros sociais em sede de Concertação Social. </P><br />
<P>A paralisação foi anunciada ainda antes de terem terminado as negociações e o lema é &#8220;Derrotar o pacote laboral&#8221;, segundo o cartaz que tem sido divulgado pela Intersindical.</P><br />
<P>O anteprojeto de reforma da legislação laboral, intitulado &#8220;Trabalho XXI&#8221;, foi apresentado pelo Governo de Luís Montenegro (PSD e CDS-PP) em 24 de julho de 2025 como uma revisão &#8220;profunda&#8221; do Código de Trabalho, ao contemplar mais de 100 alterações.  </P><br />
<P>As alterações propostas em julho mereceram um rotundo &#8216;não&#8217; das centrais sindicais, que argumentaram que é um &#8220;ataque&#8221; aos direitos dos trabalhadores, tendo levado CGTP e UGT a avançarem para uma greve geral convergente em 11 de dezembro de 2025. </P><br />
<P>Nos últimos meses, o Governo optou por reunir-se com a UGT e com as quatro confederações empresariais no Ministério do Trabalho, deixando a CGTP de fora, argumentando que a central sindical se colocou desde o início à margem das negociações ao exigir desde o início a retirada da proposta.</P><br />
<P>A CGTP acusou o Governo de ser &#8220;profundamente antidemocrático&#8221; e de ter uma atitude &#8220;anticonstitucional&#8221; ao convocar &#8220;reuniões paralelas&#8221; às reuniões plenárias de Concertação Social.</P><br />
<P>Terminado o processo em Concertação Social, o Governo vai submeter uma proposta de lei ao parlamento baseada no anteprojeto inicial e com os &#8220;contributos que considera úteis e que retirou deste processo&#8221;, reiterou Palma Ramalho, na quinta-feira. </P><br />
<P>Em entrevista à Sic Notícias, a ministra do Trabalho manifestou vontade de negociar com o PS e o Chega a reforma laboral no parlamento, mas considerou insustentável a condição imposta por André Ventura de descida da idade da reforma.</P><br />
<P></P><br />
<P>JMF (PCT/DMC) // CSJ</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760905]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Interferência política no sistema judicial de Timor-Leste preocupa organização</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/interferencia-politica-no-sistema-judicial-de-timor-leste-preocupa-organizacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 05:21:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Programa de Monitorização do Sistema Judicial (JSMP, na sigla em inglês) em Timor-Leste manifestou preocupação com a interferência política no sistema judicial, o que pode colocar em risco o Estado de Direito democrático.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Programa de Monitorização do Sistema Judicial (JSMP, na sigla em inglês) em Timor-Leste manifestou preocupação com a interferência política no sistema judicial, o que pode colocar em risco o Estado de Direito democrático.</P><br />
<P>&#8220;Em 2025, o JSMP registou que o setor judicial atravessou diversos desafios, que foram entendidos como interferência política direta no poder judicial&#8221;, pode ler-se no relatório de monitorização do sistema judicial durante 2025 e divulgado a semana passada.</P><br />
<P>Segundo o documento, as interferências foram observadas &#8220;através de políticas legislativas introduzidas para reestruturas a liderança máxima do setor judicial&#8221;, que geraram críticas e preocupações sobre questões de inconstitucionalidade.</P><br />
<P>&#8220;Além disso, declarações e afirmações políticas de líderes do poder executivo, com a intenção de desacreditar o trabalho do setor judicial, bem como pressões externas de diferentes forças sociais, revelam uma tendência para colocar o setor judicial numa posição de fragilidade e incapacidade institucional&#8221;, salienta o relatório.</P><br />
<P>As interferências, acrescenta o documento, podem também &#8220;criar desentendimentos e disputas institucionais cujo propósito é enfraquecer o papel e o funcionamento normal e regular do poder judicial, conforme previsto na Constituição&#8221;.</P><br />
<P>O parlamento timorense aprovou, em abril de 2025, alterações à lei da organização judiciária, permitindo que o chefe de Estado possa nomear o presidente do Tribunal de Recurso entre os juízes timorenses com mais de 20 anos de carreira que não integrem os quadros do órgão.</P><br />
<P>Apesar das fortes críticas, o Presidente timorense, José Ramos-Horta, promulgou a lei e nomeou de imediato o juiz de segunda classe Afonso Carmona para o cargo de presidente do Tribunal de Recurso, tendo este tomado posse em 29 de abril de 2025.</P><br />
<P>O movimento político Frente Revolucionária de Timor-Leste Independente (Fretilin) requereu a fiscalização abstrata da constitucionalidade da norma alterada e o Tribunal de Recurso considerou a alteração inconstitucional, bem como a nomeação de Afonso Carmona.</P><br />
<P>&#8220;Num contexto de turbulência ou perturbação política torna-se mais fácil conduzir o poder judicial para o domínio do poder político, o que acabará por enfraquecer e comprometer a capacidade do próprio setor judicial&#8221;, adverte o JSMP, salientando que tais fenómenos não são seguros para o Estado de Direito democrático.</P><br />
<P>Em 2025, o JSMP monitorizou também 747 casos, dos quais 745 eram processos-crime. A maioria, 568 casos, referia-se a crimes de violência baseada no género e 50 casos a crimes contra crianças.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760904]]></sapo:autor>
	</item>
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		<title>Chuva, trovoada e frio: depressão no Atlântico marca o estado do tempo esta segunda-feira. Até quando este &#8216;novo inverno&#8217;?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/chuva-trovoada-e-frio-depressao-no-atlantico-marca-o-estado-do-tempo-esta-segunda-feira-ate-quando-este-novo-inverno/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 05:15:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de um fim de semana chuvoso, fresco e por vezes ventoso, a semana começa sem sinais de estabilização imediata]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental mantém-se esta segunda-feira sob a influência de uma depressão no Atlântico, posicionada na região entre os Açores, a Madeira e o continente, que continua a trazer chuva, trovoada, vento e temperaturas abaixo do normal para maio.</p>
<p>A previsão da &#8216;Luso Meteo&#8217; aponta para um episódio de instabilidade prolongada, com várias bandas de precipitação e frentes associadas a atravessarem o território continental. O &#8216;Tempo.pt&#8217; também prevê que esta segunda-feira seja marcada por tempo instável, com uma nova frente ativa a alimentar chuva generalizada.</p>
<p>Depois de um fim de semana chuvoso, fresco e por vezes ventoso, a semana começa sem sinais de estabilização imediata.</p>
<p>A chuva deverá cobrir rapidamente o país a partir das primeiras horas da manhã, mantendo-se ao longo do dia em vários pontos do continente.</p>
<p>A precipitação deverá começar a perder força ao final do dia, mas a instabilidade não desaparece por completo e poderá prolongar-se para terça-feira.</p>
<p><strong>Chuva pode chegar a todo o continente</strong></p>
<p>A depressão atlântica continua a gerar frentes e aguaceiros que deverão afetar praticamente todo o território continental.</p>
<p>A chuva será, em muitos momentos, generalizada, embora com períodos de maior intensidade consoante a região e a passagem das bandas de precipitação.</p>
<p>As zonas do litoral Centro e Sul, as áreas montanhosas, o Barlavento Algarvio e, em alguns momentos, a Área Metropolitana de Lisboa podem estar entre as regiões mais expostas à precipitação mais significativa, segundo a tendência descrita pela Luso Meteo.</p>
<p>A instabilidade poderá também favorecer episódios de trovoada, sobretudo no litoral e em zonas de montanha.</p>
<p>Não está previsto, para já, um cenário generalizado de vento muito forte, mas poderão ocorrer rajadas em algumas zonas, sobretudo em áreas mais expostas.</p>
<p><strong>Temperaturas continuam abaixo da média</strong></p>
<p>Além da chuva, o ambiente deverá manter-se fresco para a época.</p>
<p>As temperaturas deverão continuar abaixo da média para maio, num padrão que tem marcado os últimos dias e que deverá persistir pelo menos até meio da semana.</p>
<p>A sensação térmica poderá ser mais baixa em zonas de montanha, no litoral e nas áreas mais expostas ao vento.</p>
<p>A &#8216;Luso Meteo&#8217; alerta que o episódio traz água acima do normal para maio e um cenário mais típico de abril, com chuva mais generalizada do que é habitual neste mês, normalmente associado a trovoadas mais localizadas.</p>
<p>Por isso, a recomendação passa por manter o guarda-chuva por perto, usar roupa adequada ao frio e redobrar cuidados na condução, sobretudo em zonas onde possam surgir lençóis de água, piso escorregadio ou granizo.</p>
<p><strong>Terça-feira ainda pode trazer nova vaga de chuva</strong></p>
<p>A instabilidade deverá continuar na terça-feira, embora com algumas variações ao longo do dia.</p>
<p>A madrugada poderá ser mais calma em algumas regiões, com aguaceiros irregulares, mas a chuva deverá voltar a progredir pelo continente em poucas horas.</p>
<p>A previsão aponta para períodos de chuva fraca a moderada, por vezes persistente, com tendência para nova dissipação ao final do dia.</p>
<p>A partir de quarta-feira, ainda poderá haver novo agravamento durante a tarde, especialmente no litoral Norte e Centro.</p>
<p>A melhoria mais consistente poderá começar a surgir apenas a partir de quinta-feira, embora a previsão a médio prazo mantenha alguma incerteza.</p>
<p><strong>Frio polar ainda é uma possibilidade para os dias seguintes</strong></p>
<p>Depois deste episódio de chuva, os modelos continuam a apontar para a possibilidade de uma entrada de ar mais frio nos dias seguintes, embora esse cenário ainda não seja totalmente certo.</p>
<p>A &#8216;Luso Meteo&#8217; admite que, se a entrada fria se confirmar, poderá haver nova descida das temperaturas e até neve nos pontos mais altos da Serra da Estrela.</p>
<p>Essa possibilidade deverá ser acompanhada nos próximos dias, já que os modelos ainda apresentam diferenças relevantes.</p>
<p>Para já, a certeza é que esta segunda-feira será marcada por chuva, ambiente fresco e tempo instável em Portugal continental.</p>
<p>Maio continua, assim, longe de um cenário primaveril estável, com a depressão atlântica a manter o país de guarda-chuva na mão no arranque da semana.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759628]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Avião da Turkish Airlines incendeia-se ao aterrar em aeroporto do Nepal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/aviao-da-turkish-airlines-incendeia-se-ao-aterrar-em-aeroporto-do-nepal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 05:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um avião da companhia aérea turca Turkish Airlines incendiou-se ao aterrar hoje no principal aeroporto do Nepal, sem causar feridos, mas obrigando ao encerramento do aeroporto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um avião da companhia aérea turca Turkish Airlines incendiou-se ao aterrar hoje no principal aeroporto do Nepal, sem causar feridos, mas obrigando ao encerramento do aeroporto.</P><br />
<P>O voo, proveniente de Istambul com 277 passageiros a bordo, aterrou no Aeroporto Internacional Tribhuvan, em Katmandu, com fogo e fumo no trem de aterragem direito.</P><br />
<P>As equipas de emergência responderam à chamada e controlaram o incêndio, e os passageiros do Airbus A330 foram retirados em segurança, segundo as autoridades aeroportuárias.</P><br />
<P>O aeroporto foi encerrado durante a manhã.</P><br />
<P>Várias aeronaves com destino a Katmandu foram retidas enquanto as autoridades investigavam o incidente e tentavam libertar a única pista disponível no aeroporto.</P><br />
<P>O Nepal regista acidentes aéreos com relativa frequência, devido ao terreno montanhoso e clima variável, que dificultam as condições de voo.</P><br />
<P>Em 2015, um outro avião da Turkish Airlines, que aterrava no meio de um denso nevoeiro em Katmandu, saiu da pista escorregadia, provocando o encerramento do aeroporto durante vários dias.</P><br />
<P>Não houve feridos e o avião foi posteriormente rebocado para fora do aeroporto e transformado em museu.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760903]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ONG denuncia morte de mais um preso político sob custódia na Venezuela</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ong-denuncia-morte-de-mais-um-preso-politico-sob-custodia-na-venezuela/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 04:45:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A organização não-governamental (ONG) Foro Penal disse que o cadáver de um preso político, detido desde fevereiro, foi encontrado no domingo na esquadra da polícia de Anaco, no nordeste da Venezuela.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A organização não-governamental (ONG) Foro Penal disse que o cadáver de um preso político, detido desde fevereiro, foi encontrado no domingo na esquadra da polícia de Anaco, no nordeste da Venezuela.</P><br />
<P>&#8220;A nossa equipa realizou as investigações necessárias sobre a morte do ex-vereador José Manuel García&#8221;, disse, no domingo, à agência de notícias France-Presse a coordenadora regional da ONG, que assegura a defesa dos presos políticos.</P><br />
<P>&#8220;O seu óbito foi confirmado; ocorreu enquanto estava detido nas celas da Polícia Municipal de Anaco, onde estava preso desde fevereiro de 2026 por alegada fraude e extorsão&#8221;, disse a coordenadora, que pediu para não ser identificada por receio de represálias.</P><br />
<P>&#8220;O corpo foi encontrado a 10 de maio de 2026 e, de seguida, encaminhado para o Serviço Nacional de Medicina Legal de Barcelona, município de Simón Bolívar, estado de Anzoátegui, para a determinação oficial da causa da morte, que ainda não foi divulgada oficialmente&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Esta morte eleva para 20 o número de presos políticos que morreram sob custódia desde 2014.</P><br />
<P>O anúncio ocorreu três dias depois das autoridades reconhecerem, mais de nove meses após o falecimento, a morte sob custódia de outro preso político, Víctor Hugo Quero Navas, de 51 anos, que estava desaparecido desde a detenção, em janeiro de 2025.</P><br />
<P>Também no domingo, a Igreja Católica da Venezuela exigiu que sejam apuradas as responsabilidades criminais pela morte do preso político e opositor Víctor Hugo Quero Navas em 2025, reconhecida esta semana pelo Governo de Caracas.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado no domingo, Dia da Mãe, a Conferência Episcopal Venezuelana (CEV) manifestou &#8220;profunda consternação e tristeza&#8221; pela morte de Quero Navas, só reconhecida após meses de buscas por parte da mãe, Carmen Navas.</P><br />
<P>O corpo de Quero Navas foi exumado na sexta-feira pelas autoridades venezuelanas, depois de o Governo ter reconhecido na quinta-feira a sua morte, ocorrida há dez meses.</P><br />
<P>O Ministério do Serviço Penitenciário venezuelano indicou que Quero se encontrava detido na prisão El Rodeo I, perto de Caracas, desde 03 de janeiro de 2025, e foi transferido para um hospital a 15 de julho, após apresentar &#8220;hemorragia digestiva superior e síndrome febril aguda&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com o texto oficial, faleceu quase dez dias depois devido a &#8220;insuficiência respiratória aguda secundária a tromboembolismo pulmonar&#8221;.</P><br />
<P>O ministério assegurou que, durante o período de detenção, Quero &#8220;não forneceu dados sobre laços familiares e nenhum familiar se apresentou para solicitar uma visita formal&#8221;.</P><br />
<P>Na sexta-feira, a líder da oposição venezuelana e Prémio Nobel da Paz María Corina Machado exigiu a libertação de todos os presos políticos no país &#8220;antes que morram mais&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>VQ (APL/ATR) // CAD</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760902]]></sapo:autor>
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		<title>Hantavírus: Norte-americano retirado do cruzeiro afetado por surto testa positivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 04:15:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos 17 norte-americanos retirados do MV Hondius, o navio de cruzeiro afetado por um surto de hantavírus, testou positivo mas não apresenta sintomas, disseram as autoridades de saúde dos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um dos 17 norte-americanos retirados do MV Hondius, o navio de cruzeiro afetado por um surto de hantavírus, testou positivo mas não apresenta sintomas, disseram as autoridades de saúde dos Estados Unidos.</P><br />
<P>O voo fretado transportava 17 norte-americanos, retirados de avião após o navio ter chegado a Tenerife, a maior ilha do arquipélago das Caraíbas. A aeronave deveria chegar ao Nebraska, no centro dos EUA, no início do dia de hoje.</P><br />
<P>Os norte-americanos serão levados primeiro para a Universidade de Nebraska, que possui uma instalação de quarentena financiada pelo Governo federal, para avaliar se estiveram em contacto próximo com pessoas sintomáticas e os níveis de risco de propagação do vírus.</P><br />
<P>&#8220;Um passageiro será transportado para a Unidade de Biocontenção do Nebraska após a chegada, enquanto os outros passageiros irão para a Unidade Nacional de Quarentena para avaliação e monitorização&#8221;, disse a porta-voz do Centro Médico de Nebraska, Kayla Thomas.</P><br />
<P>&#8220;O passageiro que irá para a Unidade de Biocontenção testou positivo para o vírus, mas não apresenta sintomas&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Horas antes, o primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, indicou na rede social X que um dos cinco franceses retirados do MV Hondius e repatriados no domingo para França, apresenta sintomas de hantavírus.</P><br />
<P>&#8220;Ele apresentou sintomas no avião de repatriamento&#8221;, informou. &#8220;Estes cinco passageiros foram imediatamente colocados em isolamento rigoroso até nova ordem, estão a receber cuidados médicos e serão submetidos a testes e a um exame de saúde&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Além disso, o Governo vai aprovar &#8220;ainda esta noite&#8221; um decreto para implementar as medidas de isolamento adequadas a estes casos de contacto.</P><br />
<P>A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda 42 dias de quarentena para quem esteve no navio, mas cada país é livre de tomar uma decisão, disse no domingo o diretor-geral da agência da ONU.</P><br />
<P>Tedros Adhanom Ghebreyesus disse que a OMS já emitiu uma recomendação de 42 dias de quarentena, &#8220;com seguimento ativo&#8221;, em casa ou numa unidade de saúde, para tripulantes e passageiros do MV Hondius após a saída do paquete.</P><br />
<P>Hoje serão ainda desembarcadas e repatriadas 24 pessoas para a Austrália e Países Baixos.</P><br />
<P>O barco, com uma parte da tripulação a bordo, que não vai desembarcar nas Canárias, seguirá depois para os Países Baixos, onde está registado o cruzeiro e de onde é o armador.</P><br />
<P>A OMS confirmou até agora seis casos de oito suspeitos de infeção com hantavírus em pessoas que viajaram no barco. Três pessoas morreram e nenhum dos doentes ou suspeitos de estarem infetados estavam já a bordo quando o barco chegou às Canárias.   </P><br />
<P>O navio viajava desde a Argentina, pelo Atlântico Sul, e suscitou um alerta sanitário internacional no passado fim de semana.   </P><br />
<P>O hantavírus transmite-se geralmente a partir de roedores infetados. A variante detetada no paquete, o hantavírus Andes, é rara e pode transmitir-se de pessoa para pessoa. </P><br />
<P>Os sintomas da infeção com hantavírus são, inicialmente, semelhantes aos da gripe, como tosse, fadiga ou dores de cabeça e musculares.</P><br />
<P>Dependendo da estirpe, o hantavírus pode provocar uma infeção pulmonar ou renal. </P><br />
<P>A OMS garante que o risco deste surto para a população em geral é baixo.</P><br />
<P></P><br />
<P>VQ (AJR/MP) // CAD</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760901]]></sapo:autor>
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		<title>Inflação na China supera previsões dos analistas e acelera para 1,2% em abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 03:25:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice de Preços no Consumidor (IPC), o principal indicador de inflação da China, subiu 1,2% em abril face ao período homólogo, mais 0,2 pontos percentuais em relação a março, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Índice de Preços no Consumidor (IPC), o principal indicador de inflação da China, subiu 1,2% em abril face ao período homólogo, mais 0,2 pontos percentuais em relação a março, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>Os dados divulgados pelo Departamento Nacional de Estatística (NBS, na sigla em inglês) contrariam as expectativas dos analistas, que previam uma queda, do valor de 1% registado em março, para 0,8%.</P><br />
<P>A instituição atribuiu a tendência principalmente ao impacto dos preços internacionais do crude e ao aumento da procura devido às viagens de férias, num mês que incluiu um feriado prolongado de três dias pelo Dia dos Finados chinês e os dias que antecederam o feriado de cinco dias que começou a 1 de maio, o Dia do Trabalhador.</P><br />
<P>O especialista do NBS Dong Lijuan observou que os preços da energia subiram 5,7% em relação ao mês anterior, com um aumento notável de 12,6% na gasolina, no meio do aumento dos custos dos combustíveis devido à guerra no Irão e ao bloqueio do estreito de Ormuz, por onde passam aproximadamente 45% das importações de gás e petróleo da China.</P><br />
<P>Dong salientou ainda que os serviços de transporte e turismo, impulsionados pelos feriados referidos, registaram aumentos mensais nas passagens aéreas (mais 29,2%), no aluguer de automóveis (mais 8,6%) e no alojamento em hotéis (mais 3,9%).</P><br />
<P>Em comparação com o ano anterior, os preços dos alimentos caíram 1,6%. As reduções assinaláveis nesta categoria incluíram a carne de porco (menos 15,2%), os legumes frescos (menos 0,5%) e a fruta (menos 1%), estas últimas beneficiando do aumento das temperaturas e do aumento da oferta.</P><br />
<P>Entretanto, os preços das joias de ouro subiram 46,9% em termos homólogos, embora o aumento tenha desacelerado em comparação com o mês anterior.</P><br />
<P>A inflação subjacente, que exclui os preços dos alimentos e da energia devido à sua volatilidade, situou-se em 1,2% face ao ano anterior.</P><br />
<P>O NBS divulgou também o Índice de Preços no Produtor (IPP), que mede os preços industriais e apresentou um aumento de 2,8% em abril na comparação anual, o valor mais elevado desde julho de 2022.</P><br />
<P>Na comparação mensal, o IPP passou de uma queda de 0,7% em março para um aumento de 0,3% no quarto mês do ano, impulsionado pelos &#8220;fatores internacionais&#8221; nos mercados de matérias-primas.</P><br />
<P>Os setores mais afetados foram a extração de petróleo e gás natural, onde os preços subiram 18,5% face ao mês anterior, e o processamento de combustíveis (mais 16,4%).</P><br />
<P>Dong destacou ainda os aumentos de preços em setores ligados à computação e à eletrificação, como o fabrico de fibra ótica (mais 22,5%), devido ao rápido crescimento da procura de poder computacional impulsionado pela ascensão da inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>Por fim, o NBS indicou que as medidas aplicadas para otimizar a ordem do mercado e combater a &#8220;concorrência irracional&#8221; permitiram mudanças positivas em setores como o fabrico de baterias de iões de lítio (mais 1,6% face ao mês anterior) ou os veículos elétricos e as energias renováveis, onde a descida dos preços abrandou para 0,1%.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760899]]></sapo:autor>
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		<title>China confirma visita de Presidente dos EUA de 13 a 15 de maio</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/china-confirma-visita-de-presidente-dos-eua-de-13-a-15-de-maio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 02:55:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A China confirmou hoje que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai visitar o país esta semana, durante a qual irá reunir-se com o homólogo chinês e discutir o Irão e disputas comerciais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China confirmou hoje que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai visitar o país esta semana, durante a qual irá reunir-se com o homólogo chinês e discutir o Irão e disputas comerciais.</P><br />
<P>&#8220;A convite do Presidente Xi Jinping, o Presidente dos Estados Unidos da América, Donald J. Trump, vai realizar uma visita de Estado à China de 13 a 15 de maio&#8221;, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, em comunicado.</P><br />
<P>Ao contrário do que é habitual nas visitas oficiais, a China evitou até agora confirmar as datas da visita de Trump, especialmente devido à incerteza em torno da guerra no Médio Oriente.</P><br />
<P>A Casa Branca tinha inicialmente anunciado a viagem do Presidente dos EUA à China para o final de março ou início de abril.</P><br />
<P>Mas Donald Trump anunciou o adiamento para meados de maio, dizendo que queria dar prioridade à gestão da crise do Irão, com o bloqueio do estreito de Ormuz a afetar a economia global e os preços da energia no mercado internacional.</P><br />
<P>A visita será a primeira de um presidente dos EUA à China desde a realizada por Trump em 2017, durante o seu primeiro mandato, e acontece numa altura de inúmeras disputas bilaterais, que incluem questões sobre Taiwan e o mar do Sul da China.</P><br />
<P>As restrições norte-americanas à importação de tecnologia para a China, tarifas e inteligência artificial estarão na agenda da visita, que decorrerá de quarta a sexta-feira, anunciou a Casa Branca.</P><br />
<P>A viagem acontece após a trégua comercial acordada pelos dois líderes em outubro na cidade sul-coreana de Busan e será precedida por negociações comerciais que o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, e o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, vão realizar na quarta-feira em Seul.</P><br />
<P>Em março, He e Bessent lideraram uma ronda de negociações comerciais de dois dias em Paris, que contou também com a presença do Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer.</P><br />
<P>Nas conversações, as delegações abordaram elementos de terras raras, o défice comercial dos EUA, as potenciais compras chinesas de produtos agrícolas, energia e aeronaves, e a criação de uma espécie de &#8220;conselho comercial&#8221; para gerir as trocas bilaterais.</P><br />
<P>Donald Trump chegará a Pequim na noite de quarta-feira, informou Anna Kelly, vice-secretária de imprensa, aos jornalistas.</P><br />
<P>Uma cerimónia de boas-vindas e uma reunião bilateral com Xi Jinping serão realizadas na quinta-feira de manhã, seguidas de uma visita ao Templo do Céu na quinta-feira à tarde e de um banquete de Estado à noite, acrescentou Kelly.</P><br />
<P>Os dois presidentes vão tomar chá juntos, seguido de um almoço de trabalho na sexta-feira, antes de Donald Trump regressar a Washington.</P><br />
<P>Esta visita será uma oportunidade para o republicano &#8220;reequilibrar a relação com a China e priorizar a reciprocidade e a justiça, de forma a restaurar a independência económica americana&#8221;, afirmou Anna Kelly.</P><br />
<P>&#8220;Esta será uma visita de considerável importância simbólica&#8221;, mas que também permitirá que &#8220;bons acordos sejam fechados&#8221;, assegurou.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760898]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Preço do petróleo sobe 3% após Trump criticar resposta de Teerão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 02:30:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os contratos para entrega de petróleo subiram mais de 3%, após o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter rejeitado a resposta do Irão à recente proposta dos Estados Unidos para terminar o conflito.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os contratos para entrega de petróleo subiram mais de 3%, após o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter rejeitado a resposta do Irão à recente proposta dos Estados Unidos para terminar o conflito.</P><br />
<P>No domingo à noite, os contratos futuros do crude West Texas Intermediate &#8211; referência nos Estados Unidos &#8211; subiam 3,24% face ao fecho de sexta-feira, para 98,51 dólares (83,73 euros) por barril, e o petróleo Brent, a referência europeia, também subia 3,24% para 104,57 dólares (88,89 euros).</P><br />
<P>A perspetiva de tensões geopolíticas contínuas no Médio Oriente pressionou o mercado petrolífero para cima, enquanto os contratos futuros do mercado bolsista apontavam para o movimento oposto, de queda.</P><br />
<P>Nas negociações pré-mercado de hoje, o índice da bolsa de Nova Iorque Dow Jones Industrial Average caía 0,26%, o S&amp;P 500 caía 0,22%, enquanto o Nasdaq recuava 0,1%.</P><br />
<P>No domingo, Donald Trump rejeitou a resposta do Irão à mais recente proposta dos Estados Unidos para terminar a guerra, numa declaração feita na plataforma que detém, Truth Social.</P><br />
<P>&#8220;Acabei de ler a resposta dos chamados &#8216;representantes&#8217; do Irão. Não gosto nada. É TOTALMENTE INACEITÁVEL! Agradeço a vossa atenção a este assunto&#8221;, escreveu na sua rede social, sem adiantar mais pormenores sobre a recusa.</P><br />
<P>O chefe de Estado norte-americano voltou a recorrer à escrita em letras maiúsculas, como faz frequentemente para enfatizar a mensagem.</P><br />
<P>Noutra mensagem publicada duas horas antes, Trump acusou o Irão de se &#8220;rir dos EUA há décadas&#8221; e prometeu que tal situação não vai continuar por muito mais tempo.</P><br />
<P>Criticou ainda os anteriores presidentes norte-americanos democratas Barack Obama e Joe Biden por terem apoiado e beneficiado economicamente o Irão.</P><br />
<P>As propostas norte-americanas eram uma resposta a uma proposta anterior, com 14 pontos, apresentada pelo Irão na semana passada.</P><br />
<P> Teerão tinha anteriormente insistido que as negociações deveriam focar-se, numa primeira fase, num acordo de paz e no fim do bloqueio no estreito de Ormuz, adiando qualquer negociação sobre o seu programa nuclear para uma fase posterior.</P><br />
<P>  Um cessar-fogo mediado pelo Paquistão está em vigor desde 08 de abril, depois de Estados Unidos e Israel terem iniciado ataques contra o Irão, em 28 de fevereiro.</P><br />
<P> Teerão retaliou com o bloqueio do estreito de Ormuz, por onde passa um quinto da produção mundial de petróleo, e atacando vários países do Golfo Pérsico.</P><br />
<P> Irão e EUA realizaram uma reunião de alto nível em Islamabade a 11 e 12 de abril, mas não conseguiram chegar a um acordo para terminar o conflito e desde então não chegaram a um consenso para retomar as conversações. No entanto, ambos os lados continuaram a trocar mensagens e propostas. </P><br />
<P></P><br />
<P>VQ (AG/JH) // CAD</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Sismo de 1,8 na escala de Richter sentido em Oliveira de Azeméis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 02:05:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um sismo de magnitude 1,8 na escala de Richter, foi hoje sentido pelas 00:06 no concelho de Oliveira de Azeméis, distrito de Aveiro, revelou o IPMA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um sismo de magnitude 1,8 na escala de Richter, foi hoje sentido pelas 00:06 no concelho de Oliveira de Azeméis, distrito de Aveiro, revelou o IPMA.</P><br />
<P>O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) adianta que o abalo não causou danos pessoais ou materiais, segundo o comunicado emitido.</P><br />
<P>Com epicentro a quatro quilómetros a nordeste da cidade de Oliveira de Azeméis, o sismo foi sentido com grau II na escala de Mercalli modificada, no concelho do mesmo nome.</P><br />
<P>Na escala de Richter, os sismos são classificados segundo a sua magnitude como micro (menos de 2,0), muito pequenos (2,0-2,9), pequenos (3,0-3,9), ligeiros (4,0-4,9), moderados (5,0-5,9), fortes (6,0-6,9), grandes (7,0-7,9), importantes (8,0-8,9), excecionais (9,0-9,9) e extremos (quando superior a 10).</P><br />
<P>A escala de Mercalli Modificada mede os &#8220;graus de intensidade e respetiva descrição&#8221;.</P><br />
<P>Na intensidade II, considerada muito fraca, o sismo é &#8220;sentido pelas pessoas em repouso nos andares elevados de edifícios ou favoravelmente colocadas&#8221;, segundo o IPMA.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760895]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>URGENTE: China confirma visita de Presidente dos EUA de 13 a 15 de maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 01:40:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China confirmou hoje que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai visitar o país esta semana, durante a qual deverá reunir-se com o homólogo chinês e discutir o Irão e disputas comerciais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China confirmou hoje que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai visitar o país esta semana, durante a qual deverá reunir-se com o homólogo chinês e discutir o Irão e disputas comerciais.</P><br />
<P>&#8220;A convite do Presidente Xi Jinping, o Presidente dos Estados Unidos da América, Donald J. Trump, vai realizar uma visita de Estado à China de 13 a 15 de maio&#8221;, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, em comunicado.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760894]]></sapo:autor>
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		<title>Antigo primeiro-ministro da Tailândia Thaksin Shinawatra libertado da prisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 01:24:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O antigo primeiro-ministro da Tailândia Thaksin Shinawatra, figura-chave da política local, foi libertado hoje de uma prisão da capital Banguecoque.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O antigo primeiro-ministro da Tailândia Thaksin Shinawatra, figura-chave da política local, foi libertado hoje de uma prisão da capital Banguecoque.</P><br />
<P>O bilionário de 76 anos, que fez fortuna no setor das telecomunicações, cumpria desde setembro uma pena de um ano de prisão por corrupção.</P><br />
<P>Shinawatra será obrigado a usar uma pulseira eletrónica de monitorização durante o período de liberdade condicional de quatro meses.</P><br />
<P>A família Shinawatra, com o seu partido Pheu Thai e formações políticas anteriores, dominou a vida política tailandesa durante cerca de 20 anos.</P><br />
<P>Apoiado pelas populações rurais, o partido foi durante muito tempo um inimigo declarado da elite pró-militar e pró-monarquia, que via o populismo de Shinawatra como uma ameaça à ordem social tradicional.</P><br />
<P>Thaksin Shinawatra foi primeiro-ministro de 2001 a 2006, antes de ser deposto num golpe militar e de se exilar durante cerca de dez anos.</P><br />
<P>A irmã mais nova, Yingluck, foi primeira-ministra de 2011 a 2014, antes de ser também deposta pelos militares, e a filha, Paetongtarn, foi exonerada em agosto de 2025, após um ano no cargo.</P><br />
<P>O Partido Pheu Thai registou o pior resultado eleitoral nas eleições parlamentares de fevereiro, caindo para o terceiro lugar e levantando questões sobre o futuro da dinastia política Shinawatra.</P><br />
<P>No entanto, a inclusão do partido na coligação governamental do primeiro-ministro conservador, Anutin Charnvirakul, deixou em aberto a possibilidade de um regresso político da família.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760893]]></sapo:autor>
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		<title>URGENTE: Ex-primeiro-ministro da Tailândia Thaksin Shinawatra libertado da prisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 00:58:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ex-primeiro-ministro da Tailândia Thaksin Shinawatra, figura-chave da política local, foi libertado hoje de uma prisão da capital Banguecoque.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ex-primeiro-ministro da Tailândia Thaksin Shinawatra, figura-chave da política local, foi libertado hoje de uma prisão da capital Banguecoque.</P><br />
<P>O bilionário de 76 anos, que fez fortuna no setor das telecomunicações, cumpria desde setembro uma pena de um ano de prisão por corrupção.</P><br />
<P>Shinawatra será obrigado a usar uma pulseira eletrónica de monitorização durante o período de liberdade condicional de quatro meses.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760892]]></sapo:autor>
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		<title>Igreja Católica exige responsabilização pela morte de opositor na Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 00:34:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Igreja Católica da Venezuela exigiu que sejam apuradas as responsabilidades criminais pela morte do preso político e opositor Víctor Hugo Quero Navas em 2025, reconhecida esta semana pelo Governo de Caracas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Igreja Católica da Venezuela exigiu que sejam apuradas as responsabilidades criminais pela morte do preso político e opositor Víctor Hugo Quero Navas em 2025, reconhecida esta semana pelo Governo de Caracas.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado no domingo, Dia da Mãe, a Conferência Episcopal Venezuelana (CEV) manifestou &#8220;profunda consternação e tristeza&#8221; pela morte de Quero Navas, só reconhecida após meses de buscas por parte da mãe, Carmen Navas.</P><br />
<P>A organização católica instou o Ministério Público &#8211; que iniciou investigações e ordenou a exumação do corpo de Quero Navas &#8211; e a Provedoria do Povo a &#8220;agir com verdadeira autonomia e independência&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É fundamental apurar as responsabilidades criminais e administrativas dos funcionários que, por ação ou omissão, permitiram que um jovem venezuelano morresse esquecido, sem acesso à sua família e privado do devido processo legal&#8221;, refere o comunicado.</P><br />
<P>A CEV manifestou solidariedade à mãe, Carmen Navas, afirmando que esta &#8220;personifica o sofrimento de tantas famílias venezuelanas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A sua busca incansável, marcada pelo assédio e pela incerteza, é um clamor aos céus. A Igreja solidariza-se com a dor daqueles que procuram a verdade no meio da opacidade institucional&#8221;, declarou a organização católica.</P><br />
<P>Além disso, a conferência reiterou que o Estado &#8220;tem o inegável dever moral e legal de garantir a vida e a integridade física daqueles que são privados da sua liberdade&#8221;.</P><br />
<P>O corpo de Quero Navas foi exumado na sexta-feira pelas autoridades venezuelanas, depois de o Governo ter reconhecido na quinta-feira a sua morte, ocorrida há dez meses.</P><br />
<P>A CEV solicitou a especialistas internacionais que &#8220;validassem as conclusões [da exumação] para esclarecer a verdade, determinar a responsabilidade criminal pelo desaparecimento forçado e pôr fim à crueldade institucional que revitimiza&#8221; a mãe.</P><br />
<P>O comunicado aponta o facto de o recluso político &#8220;ter falecido em julho de 2025, enquanto o Estado fornecia informações contraditórias à sua família&#8221; como &#8220;sinais de falta de transparência e probidade&#8221; por parte das autoridades.</P><br />
<P>&#8220;O facto de o seu paradeiro ter sido negado em instalações como El Rodeo I, mesmo após a sua morte, constitui uma grave violação da ética pública. Este ocultamento deliberado configura elementos de desaparecimento forçado, um crime que a justiça não pode nem deve ignorar&#8221;, afirmou a CEV.</P><br />
<P>O Ministério do Serviço Penitenciário venezuelano indicou que Quero se encontrava detido na prisão El Rodeo I, perto de Caracas, desde 03 de janeiro de 2025, e foi transferido para um hospital a 15 de julho, após apresentar &#8220;hemorragia digestiva superior e síndrome febril aguda&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com o texto oficial, faleceu quase dez dias depois devido a &#8220;insuficiência respiratória aguda secundária a tromboembolismo pulmonar&#8221;.</P><br />
<P>O ministério assegurou que, durante o período de detenção, Quero &#8220;não forneceu dados sobre laços familiares e nenhum familiar se apresentou para solicitar uma visita formal&#8221;.</P><br />
<P>Na sexta-feira, a líder da oposição venezuelana e Prémio Nobel da Paz María Corina Machado exigiu a libertação de todos os presos políticos no país &#8220;antes que morram mais&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760891]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a ganhar 0,73%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 00:07:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,73% para 63.168,84 pontos, pouco após na abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,73% para 63.168,84 pontos, pouco após na abertura da sessão.</P><br />
<P>Também o segundo indicador, o Topix, ganhava 0,33% para 3.842,01 pontos, às 09:03 locais (01:03 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760890]]></sapo:autor>
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		<title>Netanyahu planeia reduzir &#8220;a zero&#8221; ajuda militar que Israel recebe dos EUA em 10 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 23:40:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse que planeia reduzir "a zero" a ajuda militar que Israel recebe dos Estados Unidos (EUA) num prazo de dez anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse que planeia reduzir &#8220;a zero&#8221; a ajuda militar que Israel recebe dos Estados Unidos (EUA) num prazo de dez anos. </P><br />
<P>&#8220;Quero reduzir a zero o apoio, a componente financeira da cooperação militar que temos, porque recebemos 3.800 milhões de dólares por ano (cerca de 3.230 milhões de euros, ao câmbio atual)&#8221;, disse Netanyahu numa entrevista à estação CBS, que será transmitida na íntegra esta noite nos EUA.</P><br />
<P>Na fase inicial da entrevista ao programa &#8220;60 Minutes&#8221;, o jornalista Major Garrett pergunta ao líder israelita se planeia reconsiderar a relação financeira entre Israel e os Estados Unidos e, em concreto, os fundos que o Estado hebraico recebe do seu reconhecido aliado.</P><br />
<P>&#8220;Claro. Eu disse isso ao Presidente (Donald) Trump, disse isso também ao nosso povo. Ficaram boquiabertos&#8221;, respondeu Netanyahu, para depois especificar que procura acabar com essa dependência financeira. </P><br />
<P>&#8220;Acho que é hora de nos desacostumarmos do apoio militar que ainda resta&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>Questionado sobre os prazos, Netanyahu afirmou que a sua ideia é eliminar esse financiamento gradualmente &#8220;ao longo da próxima década&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quero começar agora, não quero esperar pelo próximo Congresso. Poderia diminuir muito rapidamente&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>  Os Estados Unidos entregam anualmente 3.800 milhões de dólares a Israel em ajuda militar, mas esses fundos, aprovados pelo Congresso norte-americano, enfrentam um escrutínio cada vez maior devido à guerra lançada pelos israelitas contra a Faixa de Gaza e à redução, em geral, da ajuda externa norte-americana. </P><br />
<P>Noutro ponto da entrevista, Netanyahu também declarou que a guerra no Irão, iniciada a 28 de fevereiro, &#8220;conseguiu muito, mas não terminou&#8221;, e fez referência ao urânio enriquecido no país persa e às infraestruturas relacionadas, que &#8220;devem ser desmanteladas&#8221;. </P><br />
<P>Afirmou que a solução para a questão do urânio é &#8220;ir e tirá-lo&#8221; do Irão, e que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lhe disse que quer &#8220;ir lá&#8221;, possivelmente através de um acordo, e que essa é &#8220;uma missão tremendamente importante&#8221;. </P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760889]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Resposta a plano de paz dos EUA inclui controlo iraniano do estreito de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 22:08:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A resposta do Irão à proposta de paz dos Estados Unidos inclui o levantamento das sanções económicas sobre a República Islâmica, o fim do bloqueio imposto por Washington aos portos iranianos e a gestão iraniana do estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A resposta do Irão à proposta de paz dos Estados Unidos inclui o levantamento das sanções económicas sobre a República Islâmica, o fim do bloqueio imposto por Washington aos portos iranianos e a gestão iraniana do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O conteúdo da resposta iraniana foi noticiado pela agência Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária iraniana, o exército ideológico do regime de Teerão, citando fontes diplomáticas que explicaram a exigência de que os Estados Unidos (EUA) &#8220;cumpram alguns compromissos&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a Tasnim, o governo dos &#8216;ayatollahs&#8217; exigiu o fim do bloqueio e que seja permitida a exportação de petróleo bruto do Irão, bem como o levantamento das sanções económicas dos EUA sobre o Irão e os seus ativos no Gabinete de Controlo de Ativos Estrangeiros (OFAC).</P><br />
<P>A proposta iraniana especificou também que o estreito de Ormuz, palco de tensões entre Washington e Teerão que mantêm a economia global em suspenso, seja gerido pela República Islâmica sob alguns &#8220;compromissos&#8221; não especificados por parte dos EUA.</P><br />
<P>Além disso, inclui uma cláusula para um cessar-fogo no Líbano, algo que constitui uma &#8220;linha vermelha&#8221; para Teerão, segundo a fonte citada pela Tasnim. </P><br />
<P>Momentos antes destes termos terem sido citados nas agências internacionais, o Presidente norte-americano, Donald Trump, garantiu que considera &#8220;totalmente inaceitável&#8221; a resposta iraniana. </P><br />
<P>&#8220;Acabei de ler a resposta dos chamados &#8216;representantes&#8217; do Irão. Não gosto nada &#8212; É totalmente inaceitável [escrito em maiúsculas]! Agradeço a vossa atenção a este assunto&#8221;, escreveu na sua rede social Truth Social, sem adiantar mais pormenores sobre a recusa.</P><br />
<P>O chefe de Estado norte-americano voltou a recorrer à escrita em letras maiúsculas, como faz frequentemente para enfatizar a mensagem.</P><br />
<P>Segundo a Tasnim, Teerão propõe que a guerra termine imediatamente após o anúncio do acordo, com um período de 30 dias a seguir, durante o qual se conclua a negociação do possível pacto. </P><br />
<P>Esta negociação continua a ser mediada pelo Paquistão, que transmitiu hoje a resposta iraniana ao plano elaborado pela Casa Branca. </P><br />
<P>Washington esperava receber esta missiva durante o fim de semana para decidir se mantém a trégua iniciada a 08 de abril ou se, pelo contrário, retoma as hostilidades face à falta de progressos no desmantelamento do programa de enriquecimento de urânio iraniano.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760887]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>I Liga: Resultados da 33.ª jornada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 21:48:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Resultados da 33.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, que se disputa entre hoje e segunda-feira:]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Resultados da 33.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, que se disputa entre hoje e segunda-feira:</P><br />
<P></P><br />
<P>AVS &#8211; FC Porto (2-1), Alverca &#8211; Estoril Praia (1-1), Vitória de Guimarães &#8211; Casa Pia (segunda-feira, 20:15), Gil Vicente &#8211; Arouca (segunda-feira, 20:15), Tondela &#8211; Moreirense (segunda-feira, 20:15), Estrela da Amadora &#8211; Famalicão (segunda-feira, 20:15), Rio Ave &#8211; Sporting (segunda-feira, 20:15), Santa Clara &#8211; Nacional (segunda-feira, 20:15), Benfica &#8211; Sporting de Braga (segunda-feira, 20:15).</P><br />
<P></P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760882]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>I Liga: Alverca e Estoril Praia empatam em jogo de &#8216;tranquilos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 21:45:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Alverca e o Estoril Praia empataram hoje 1-1, em jogo da 33.ª jornada da I Liga de futebol, disputado em Alverca e que colocou frente a frente duas equipas em situação tranquila na pauta classificativa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Alverca e o Estoril Praia empataram hoje 1-1, em jogo da 33.ª jornada da I Liga de futebol, disputado em Alverca e que colocou frente a frente duas equipas em situação tranquila na pauta classificativa.</P><br />
<P>A equipa ribatejana, que somou o segundo jogo sem vencer, adiantou-se cedo no marcacdor, através de Figueiredo, aos 12 minutos, mas os &#8216;canarinhos&#8217;, que somaram o sétimo jogo consecutivo sem vencer, igualaram no arranque da segunda parte, com um golo de Lacximicant, aos 47.</P><br />
<P>Com esta igualdade, as duas equipas seguem empatadas a meio da tabela com 33 pontos, com o Alverca a ocupar o 10.º posto e o Estoril Praia o nono.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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