Renault propõe aos sindicatos a prorrogação da ERTE até ao final do ano por falta de semicondutores

A Renault apresentou aos sindicatos um novo plano de despedimento temporário (ERTE), uma prorrogação do atual até 31 de dezembro deste ano, dado que terminaria em 30 de setembro, de acordo com o El Economista.

O grupo automóvel propõe 61 dias de interrupção na fábrica de Palencia e nas linhas em Valladolid, 40 para o fabrico de carroçarias e gestão central, segundo relataram fontes sindicais à Europa Press.

A direção apresentou a sua proposta numa reunião realizada esta quarta-feira entre os sindicatos e a direção da Renault para negociar a nova ERTE,  para as fábricas de Valladolid e Palencia, tendo em conta a atual situação resultante da falta de componentes eletrónicos.

O CCOO lamentou a situação, considerando que não se trata de um problema estrutural, mas sim de uma “conjuntura” da Renault e do setor automobilístico que não foi gerada pelos trabalhadores.

Assim, o sindicato ainda irá analisar esta situação com responsabilidade, tendo exigido “essa mesma responsabilidade” da administração da empresa para alcançar um acordo “benéfico para ambas as partes”.



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