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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Túnel da Avenida João XXI vai ter gestão tecnológica em tempo real pela primeira vez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 10:03:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Yunex Traffic Portugal será responsável pela implementação e integração dos sistemas tecnológicos do túnel, que ficarão ligados a uma plataforma centralizada de supervisão em tempo real]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Túnel da Avenida João XXI, em Lisboa, vai passar por uma transformação tecnológica no âmbito das obras de reabilitação da infraestrutura, encerrada na sequência do incêndio de 2020. A Yunex Traffic Portugal será responsável pela implementação e integração dos sistemas tecnológicos do túnel, que ficarão ligados a uma plataforma centralizada de supervisão em tempo real.</p>
<p>A intervenção faz parte do contrato adjudicado pela Câmara Municipal de Lisboa ao consórcio ABB/Yunex Traffic. A ABB assume a liderança do consórcio e será responsável pelas obras civis, pela rede de energia e pela fibra ótica, enquanto a Yunex Traffic assegura o fornecimento, configuração, integração e arranque dos sistemas tecnológicos.</p>
<p>Pela primeira vez desde a inauguração do túnel, em 1997, todos os dispositivos tecnológicos da infraestrutura vão ficar interligados numa única plataforma de gestão e supervisão.</p>
<p><strong>Sistemas de segurança, tráfego e emergência numa só plataforma</strong></p>
<p>A Yunex Traffic ficará responsável por integrar os principais sistemas tecnológicos do túnel, desde a deteção e extinção automática de incêndios até à videovigilância com análise de incidentes.</p>
<p>A plataforma comum vai também reunir os sistemas de ventilação, iluminação de segurança, sinalização de emergência, megafonia e gestão de tráfego, permitindo uma operação mais coordenada da infraestrutura.</p>
<p>“O que estamos a construir não é uma reposição do que existia – é uma infraestrutura tecnologicamente nova. Com todos os sistemas integrados numa plataforma comum, o túnel vai passar a ter uma capacidade de resposta e de gestão que não tinha antes, o que representa uma mudança significativa em termos de segurança e de operação”, afirma Jorge da Silva Cunha, diretor-geral da Yunex Traffic Portugal.</p>
<p><strong>Intervenção surge após incêndio de 2020</strong></p>
<p>A obra surge na sequência do incêndio de 2020, que levou ao encerramento do Túnel da Avenida João XXI e evidenciou a necessidade de uma modernização profunda dos seus sistemas.</p>
<p>Além da componente tecnológica, a intervenção inclui a criação de uma nova saída de emergência para a Avenida de Roma, a semaforização da passadeira existente nessa artéria e a pintura de setas direcionais no cruzamento da Avenida João XXI com a Avenida de Roma.</p>
<p>O objetivo é reforçar a segurança, melhorar a operação e dotar o túnel de uma capacidade de resposta mais adequada às exigências atuais de mobilidade urbana.</p>
<p><strong>Projeto terá execução global de 24 meses</strong></p>
<p>O período de execução global do projeto está contratualmente definido em 24 meses. Este prazo inclui as várias fases de desenvolvimento, instalação e comissionamento dos sistemas.</p>
<p>Com esta intervenção, o Túnel da Avenida João XXI deixará de funcionar com sistemas isolados e passará a operar com uma lógica integrada, apoiada numa plataforma centralizada de supervisão em tempo real.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770996]]></sapo:autor>
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		<title>Consumos invisíveis: os pequenos fatores que pesam cada vez mais na carteira dos condutores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 10:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[euromaster]]></category>
		<category><![CDATA[João Lúcio]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de João Lúcio, Responsável de Desenvolvimento da Oferta Euromaster]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por João Lúcio, Responsável de Desenvolvimento da Oferta Euromaster</p>
<p>Num contexto marcado pela instabilidade dos preços dos combustíveis, a eficiência dos veículos voltou a ganhar relevância nas decisões do dia-a-dia dos condutores. Ainda assim, muitos dos fatores que mais influenciam o consumo do combustível continuam a passar despercebidos, sobretudo quando estão relacionados com componentes técnicos cuja degradação acontece de forma gradual.</p>
<p>Entre os exemplos mais comuns encontram-se a pressão incorreta dos pneus e o estado do filtro de ar do motor. Apesar de serem elementos simples, ambos têm impacto direto no desempenho do veículo, na eficiência da combustão e, consequentemente, no consumo de combustível.</p>
<p>No caso dos pneus, uma pressão abaixo da recomendada aumenta a resistência ao rolamento, obrigando o motor a exercer um esforço adicional para movimentar o veículo. Como consequência, o consumo aumenta e o desgaste dos pneus acelera, sobretudo nas extremidades da banda de rolamento. Além disso, a estabilidade do veículo e a distância de travagem podem também sair comprometidas.</p>
<p>Já o filtro de ar é essencial para garantir uma combustão eficiente. Quando se encontra obstruído, reduz a entrada de oxigénio no motor, comprometendo o equilíbrio entre o ar e o combustível (mistura estequiométrica). Esta limitação obriga o motor a trabalhar em maior esforço, reduzindo o rendimento da combustão e aumentando o consumo.</p>
<p>A dificuldade está no facto de muitos destes problemas não produzirem sinais imediatos percetíveis para o condutor. O impacto surge de forma progressiva e silenciosa, tornando mais difícil associar determinados aumentos de consumo ao estado real do veículo.</p>
<p>Neste contexto, a manutenção preventiva assume um papel fundamental. A verificação regular da pressão dos pneus e a substituição atempada do filtro de ar são intervenções simples, mas que podem fazer diferença tanto na eficiência do automóvel como nos custos de utilização a médio prazo.</p>
<p>A experiência das oficinas demonstra que pequenas ações preventivas continuam a ser uma das formas mais eficazes de reduzir consumos desnecessários, preservar o desempenho do veículo e evitar avarias mais dispendiosas. Porque,</p>
<p>muitas vezes, os maiores impactos no consumo começam precisamente nos componentes menos visíveis do automóvel.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[ João Lúcio, Responsável de Desenvolvimento da Oferta Euromaster]]></sapo:autor>
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		<title>Greve Geral: STCP admite &#8220;algum impacto&#8221; no serviço em todas as linhas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 09:59:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[greve Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[STCP]]></category>
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					<description><![CDATA[A Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP) admitiu hoje "algum impacto" no serviço em todas as linhas na quarta-feira devido à greve geral, mas a expectativa é a de que os constrangimentos sejam ultrapassados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP) admitiu hoje &#8220;algum impacto&#8221; no serviço em todas as linhas na quarta-feira devido à greve geral, mas a expectativa é a de que os constrangimentos sejam ultrapassados.</p>
<p>&#8220;Vamos sempre ter algum impacto. Vamos ter dificuldades, mas acreditamos que vamos conseguir ultrapassar&#8221;, disse hoje à Lusa fonte da STCP, adiantando que a empresa de transporte coletivo rodoviário vive um clima de &#8220;paz social&#8221;.</p>
<p>A fonte recordou ter assinado ainda na segunda-feira um acordo &#8220;histórico&#8221; com o Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários e Urbanos do Norte (STRUN) que colocou um fim definitivo à greve às duas últimas horas de serviço de cada trabalhador em vigor desde 08 de dezembro de 2023, após três meses de suspensão.</p>
<p>Adiantou ainda que a STCP &#8220;está a assinar o acordo para 2026&#8221;.</p>
<p>Não há serviços mínimos decretados para a STCP.</p>
<p>No seu &#8216;site&#8217;, a transportadora alerta para &#8220;perturbação de serviço em todas as linhas&#8221; devido à greve.</p>
<p>&#8220;Devido à greve geral convocada para 03 de junho, a STCP informa que poderão ocorrer perturbações no serviço regular de transporte ao longo deste dia&#8221;, lê-se.</p>
<p>A central sindical CGTP entregou um pré-aviso de greve geral para 03 de junho contra as alterações à lei laboral, após as negociações com o Governo terem terminado sem acordo.</p>
<p>O Governo aprovou em Conselho de Ministros a proposta de lei de revisão da lei laboral, que será discutida no parlamento, uma semana depois de o executivo de Luís Montenegro ter dado por terminadas as negociações sobre as alterações à legislação laboral sem acordo na Concertação Social.</p>
<p>A paralisação de quarta-feira deverá contar com uma adesão alargada, com vários sindicatos de diversos setores a terem já anunciado a sua participação, nomeadamente a função pública, com destaque para saúde e ensino, bem como transportes, aviação, comércio, entre outros.</p>
<p>A STCP assegura a exploração do serviço público de transporte de passageiros na cidade do Porto, em regime de exclusivo, e parte do serviço público de transporte intermunicipal de passageiros no território dos municípios de Gondomar, Maia, Matosinhos, Valongo e Vila Nova de Gaia.</p>
<p>A estrutura acionista é composta pelos municípios de Porto (53,69%), Vila Nova de Gaia (12,04%), Matosinhos (11,98%), Maia (9,61%), Gondomar (7,28%) e Valongo (5,40%).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770998]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Euro funcionou como moeda refugio em momentos de aversão ao risco em 2025</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/euro-funcionou-como-moeda-refugio-em-momentos-de-aversao-ao-risco-em-2025-bce/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 09:59:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O euro funcionou como moeda refúgio em momentos de aversão ao risco em 2025 e no início de 2026 e apreciou-se, mas voltou a desvalorizar-se depois do início da guerra no Irão, segundo o Banco Central Europeu (BCE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O euro funcionou como moeda refúgio em momentos de aversão ao risco em 2025 e no início de 2026 e apreciou-se, mas voltou a desvalorizar-se depois do início da guerra no Irão, segundo o Banco Central Europeu (BCE).</p>
<p>Os momentos em que o euro atuou como moeda-refúgio foram, por exemplo, em 02 de abril de 2025, quando a Administração de Donald Trump introduziu tarifas que desencadearam uma forte volatilidade nos mercados financeiros globais e uma apreciação considerável do euro em relação a moedas-refúgio tradicionais como o franco suíço e o iene.</p>
<p>Pelo contrário, o dólar depreciou-se e a rentabilidade dos títulos do Tesouro dos EUA subiram, uma correlação atípica em momentos de aversão ao risco, acrescenta o BCE no relatório sobre o papel internacional do euro em 2025, hoje publicado.</p>
<p>O mesmo ocorreu depois das ameaças dos Estados Unidos de aumentar as tarifas sobre as importações europeias devido ao aumento das tensões em relação à Gronelândia.</p>
<p>&#8220;Por outro lado, desde o início da guerra no Médio Oriente, a taxa de câmbio do euro desvalorizou-se&#8221; depois do aumento dos preços do petróleo, acrescenta o BCE no relatório.</p>
<p>A utilização internacional do euro aumentou em 2025 de forma moderada para 20%, continuando assim a tendência de alta gradual, mas constante, observada desde a invasão da Rússia da Crimeia em 2014.</p>
<p>O uso global do euro aumentou 1,5 pontos percentuais desde que as tensões geopolíticas escalaram devido à invasão russa da Crimeia.</p>
<p>Desde 2014, o euro tem permanecido como a segunda moeda mais importante do mundo.</p>
<p>&#8220;Mas, ao mesmo tempo, não há lugar para a autocomplacência. As forças de fragmentação tornam-se mais pronunciadas. As tensões geopolíticas continuam a impulsionar uma forte procura de ouro dos bancos centrais&#8221;, adverte a presidente do BCE, Christine Lagarde, no relatório.</p>
<p>Alguns países avançam no uso de sistemas de pagamento transfronteiriços alternativos baseados em tecnologias digitais.</p>
<p>Da mesma forma, aumenta o uso de moedas não tradicionais como o renminbi chinês nas faturas do comércio internacional.</p>
<p>Lagarde destaca no relatório que a emissão internacional de dívida denominada em euros alcançou em 2025 o máximo desde a criação da moeda, depois de aumentar 30% em relação a 2024.</p>
<p>Além disso, &#8220;o euro tornou-se a moeda líder no mercado internacional de títulos verdes e sustentáveis&#8221;, segundo Lagarde.</p>
<p>As entradas de carteira estrangeiras na zona euro foram significativas em 2025, de acordo com o relatório.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771015]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucro da Vista Alegre sobe quase 30% no 1.º trimestre para 1,3 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 09:58:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[vista alegre]]></category>
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					<description><![CDATA[O lucro da Vista Alegre, que vai sair de bolsa, subiu 29,5% no primeiro trimestre, em termos homólogos, para 1,3 milhões de euros, e a Bordallo Pinheiro atingiu vendas recorde em março, divulgou o grupo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O lucro da Vista Alegre, que vai sair de bolsa, subiu 29,5% no primeiro trimestre, em termos homólogos, para 1,3 milhões de euros, e a Bordallo Pinheiro atingiu vendas recorde em março, divulgou o grupo.</p>
<p>Em comunicado, o grupo adianta que, nos primeiros três meses do ano, o volume de negócios do Grupo Vista Alegre foi de 34,5 milhões de euros, registando uma quebra homóloga de 4,9%.</p>
<p>&#8220;Esta redução é explicada maioritariamente por efeitos temporais associados ao diferimento de alguns projetos B2B de grés e cristal para trimestres seguintes&#8221;, explica a Vista Alegre, salientando que, &#8220;excluindo estes efeitos pontuais, a procura manteve-se resiliente, com destaque para o crescimento das vendas de marca própria e retalho, que continuaram a ganhar relevância no mix de negócio&#8221;, em comunicado enviado ao mercado.</p>
<p>Por segmentos, a Faiança apresentou um desempenho positivo, &#8220;com vendas de 4,9 milhões de euros, correspondendo a um crescimento de 11,2%&#8221;, e Porcelana e Complementares &#8220;atingiram 10,7 milhões de euros, ligeiramente abaixo do período homólogo (-1,0%)&#8221; e o &#8220;Cristal e Vidro e o Grés tiveram uma redução de 23,1% e 7,6%, respetivamente&#8221;.</p>
<p>A Vista Alegre adianta ainda que, &#8220;apesar da redução do volume de negócios, o grupo registou uma evolução positiva dos principais indicadores de rentabilidade, refletindo a melhoria da eficiência operacional alcançada ao longo dos últimos trimestres&#8221;.</p>
<p>Para o desempenho, contribuíram vários investimentos feitos tendo em vista a otimização dos consumos de gás natural e eletricidade nas diferentes unidades industriais, &#8220;reforçando a competitividade e a resiliência operacional do grupo&#8221;, lê-se no comunicado divulgado no domingo.</p>
<p>No final de março, o grupo Vista Alegre registou um resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) &#8220;de cerca de 7 milhões de euros, representando um crescimento de 5,4% face aos 6,6 milhões de euros registados no mesmo período de 2025&#8221;.</p>
<p>A margem EBITDA evoluiu 20,2%, &#8220;confirmando a capacidade do Grupo para melhorar a rentabilidade mesmo num contexto de menor atividade&#8221;.</p>
<p>No comunicado, a Vista Alegre sublinha que os resultados &#8220;assumem particular relevância tendo em conta o impacto adverso provocado pelo aumento do custo do gás natural durante o mês de março, decorrente do agravamento das tensões geopolíticas no Médio Oriente e do conflito envolvendo o Irão, que pressionou significativamente os custos energéticos&#8221;.</p>
<p>O resultado operacional atingiu 3,3 milhões de euros, &#8220;correspondendo a um aumento de 5,6% face ao primeiro trimestre de 2025&#8221;.</p>
<p>Num outro comunicado, divulgado na segunda-feira, o grupo adianta que a &#8220;expansão internacional da Vista Alegre foi ainda mais reforçada pelas vendas recorde da Bordallo Pinheiro em março, com a entrada em marcas de referência como a Harrods, a KaDeWe e a inauguração de uma nova loja Flagship em São Paulo&#8221;.</p>
<p>Em 31 de março, &#8220;a dívida líquida consolidada reduz 4 milhões de euros, face a dezembro de 2025&#8221;, para 62,5 milhões.</p>
<p>No final do primeiro trimestre, ao serviço do Grupo Vista Alegre &#8220;o total de colaboradores foi de 2.102 (primeiro trimestre de 2025: 2.355) e o número médio foi 2.150 (primeiro trimestre de 2025: 2.369)&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771003]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Navigator volta a ser distinguida com nota máxima em avaliação internacional de sustentabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 09:55:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A The Navigator Company foi distinguida pelo CDP com a classificação máxima “A” no Supplier Engagement Assessment (SEA) 2025, avaliação que mede o desempenho das empresas no envolvimento da sua cadeia de abastecimento em matéria de sustentabilidade e ação climática.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A The Navigator Company foi distinguida pelo CDP com a classificação máxima “A” no Supplier Engagement Assessment (SEA) 2025, avaliação que mede o desempenho das empresas no envolvimento da sua cadeia de abastecimento em matéria de sustentabilidade e ação climática.</p>
<p>Este reconhecimento destaca a capacidade da empresa portuguesa para estender a sua estratégia de descarbonização e gestão ambiental a fornecedores, produtores e parceiros ao longo de toda a cadeia de valor.</p>
<p>A classificação “A” — nível Leadership — junta-se às pontuações máximas já obtidas pela Navigator nos questionários CDP Climate Change e CDP Forests, reforçando a consistência do desempenho da empresa em áreas como redução de emissões, gestão sustentável da floresta e transparência ambiental.</p>
<p>O Supplier Engagement Assessment, promovido pelo CDP, avalia anualmente a forma como as empresas integram a ação climática nas suas cadeias de abastecimento. Entre os critérios analisados estão o envolvimento de fornecedores, a gestão de riscos climáticos, a monitorização das emissões de Scope 3 — emissões indiretas associadas à cadeia de valor — e a definição de metas alinhadas com a transição para uma economia de baixo carbono.</p>
<p>No caso da Navigator, o reconhecimento ganha particular relevância tendo em conta a dimensão da sua cadeia de abastecimento, que integra cerca de 8 mil fornecedores, dos quais 71% são nacionais, abrangendo áreas como madeira e biomassa, químicos, energia, logística e serviços especializados.</p>
<p>A empresa sublinha que a gestão responsável desta rede faz parte da sua Agenda 2030 de Negócio Responsável, que inclui o reforço de critérios ESG na seleção de parceiros, a promoção de práticas sustentáveis, a qualificação de fornecedores e a aposta na saúde, segurança e formação dos trabalhadores que operam com a empresa no terreno.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771006]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Prisão preventiva para advogado suspeito de ajudar a regularizar ilegalmente quatro mil imigrantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 09:54:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os dois suspeitos de terem ajudado a regularizar ilegalmente cerca de quatro mil imigrantes e de terem recebido centenas de milhares de euros foram presentes a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Coimbra e conheceram as medidas de coação ao início da madrugada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O advogado suspeito de ter ajudado a regularizar ilegalmente cerca de quatro mil imigrantes ficou hoje em prisão preventiva, enquanto o empresário está sujeito a apresentações periódicas e ao pagamento de uma caução, revelou a Polícia Judiciária (PJ).</p>
<p>Os dois suspeitos de terem ajudado a regularizar ilegalmente cerca de quatro mil imigrantes e de terem recebido centenas de milhares de euros foram presentes a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Coimbra e conheceram as medidas de coação ao início da madrugada.</p>
<p>De acordo com fonte da PJ, ao advogado foi aplicada prisão preventiva, a medida de coação mais gravosa, e foi transferido para o Estabelecimento Prisional de Aveiro.</p>
<p>Já o empresário estrangeiro está sujeito a apresentações três vezes por semana num posto policial, tendo ainda sido definido o pagamento de uma caução de 60 mil euros, para além de o seu passaporte ter ficado retido e de estar proibido de contactar com os restantes intervenientes no processo.</p>
<p>Há precisamente uma semana, a PJ anunciou a detenção de um empresário e de um advogado, de 53 e 56 anos, que serão dois dos cabecilhas de um grupo criminoso organizado.</p>
<p>Foram detidos no âmbito da operação policial &#8220;Terra Milagrosa&#8221;, realizada pela Diretoria do Centro da PJ, em Oeiras e Odivelas, que teve como objetivo desmantelar o grupo criminoso &#8220;que se dedicava à prática, reiterada, dos crimes de auxílio à imigração ilegal, falsificação de documentos, acesso ilegítimo, falsidade informática, branqueamento de capitais e detenção de arma proibida&#8221;.</p>
<p>A &#8220;complexa investigação&#8221; foi iniciada em setembro de 2023 e desenvolvida em articulação com a Unidade de Fiscalização do Centro da Segurança Social.</p>
<p>&#8220;Foi possível apurar que este grupo dedicava-se à legalização irregular e massiva de cidadãos estrangeiros em Portugal, obtendo proventos financeiros na ordem das centenas de milhares de euros&#8221;, indicou a PJ.</p>
<p>Segundo esta força policial, os imigrantes que se mostravam &#8220;disponíveis a pagar valores elevados para se conseguirem legalizar em território nacional eram angariados pelo grupo, através de complexos esquemas&#8221;, quer nos países de origem, quer na chegada a Portugal.</p>
<p>Eram-lhes prometidos vários serviços, como obtenção de contratos de trabalho, Número de Identificação Fiscal, Número de Identificação de Segurança Social, atestados de residência e histórico contributivo na Segurança Social.</p>
<p>A investigação permitiu ainda apurar que os dois suspeitos, &#8220;através da utilização abusiva de senhas de acesso à Segurança Social Direta, usurpadas a dezenas de entidades empregadoras insolventes e sem qualquer atividade económica (duas das quais com ligações à região Centro do país), qualificaram irregularmente e entregaram declarações de remuneração&#8221;.</p>
<p>Desta forma, conseguiram &#8220;criar falsos históricos contributivos para cerca de quatro mil cidadãos estrangeiros, o que gerou, até à data, uma dívida acumulada à Segurança Social de cerca de dez milhões de euros&#8221;.</p>
<p>A PJ referiu que muitos dos imigrantes legalizados por este grupo, &#8220;apesar de figurarem como estando a trabalhar e a residir em Portugal, encontram-se, na verdade, noutros países do espaço europeu&#8221;.</p>
<p>A operação &#8220;Terra Milagrosa&#8221; contou com a participação de várias equipas da PJ integradas por elementos da Unidade de Perícia Tecnológica e Informática, uma juíza de Instrução Criminal, uma procuradora da República e um representante da Ordem dos Advogados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771002]]></sapo:autor>
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		<title>Lisboa é a capital europeia menos acessível para viver em 2026, revela estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 09:38:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Viver em Lisboa exige cerca de 127% do rendimento mensal médio de um residente, criando um défice de 288 euros antes de qualquer poupança ou despesa adicional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lisboa surge como a capital europeia menos acessível para uma pessoa viver em 2026, de acordo com um estudo da &#8216;<a href="https://www.tradingpedia.com/forex-brokers/the-price-of-a-comfortable-life-europes-most-and-least-affordable-capitals/" target="_blank" rel="noopener">Tradingpedia</a>&#8216; que comparou custos de vida e salários líquidos médios em 37 capitais europeias. A análise coloca a capital portuguesa no último lugar do ranking de acessibilidade, com despesas mensais estimadas em 1.631 euros para uma pessoa, acima do salário líquido médio de 1.343 euros.</p>
<p>Segundo o estudo, isto significa que viver em Lisboa exige cerca de 127% do rendimento mensal médio de um residente, criando um défice de 288 euros antes de qualquer poupança ou despesa adicional. A pressão é sobretudo explicada pelo custo da habitação, que continua a pesar de forma desproporcionada no orçamento das famílias e dos trabalhadores.</p>
<p><strong>Habitação consome mais de 90% do salário médio em Lisboa</strong></p>
<p>A &#8216;Tradingpedia&#8217; estima que o custo mensal de um estúdio mobilado de 45 metros quadrados em Lisboa, incluindo despesas como utilities e internet, seja de 1.226 euros. Este valor representa 91,3% do salário líquido médio na cidade.</p>
<p>Na prática, quase todo o rendimento mensal médio de uma pessoa em Lisboa é absorvido pela habitação antes de serem consideradas despesas com alimentação, transportes, cuidados pessoais ou lazer. O estudo sublinha que esta é a principal razão pela qual a capital portuguesa aparece como a menos acessível entre as capitais europeias analisadas.</p>
<p>A pressão sobre Lisboa é ainda mais evidente quando comparada com capitais onde os custos absolutos são superiores, mas os salários acompanham melhor as despesas. Bern, por exemplo, é uma das capitais mais caras da Europa, mas surge entre as mais acessíveis quando os custos são comparados com os rendimentos locais.</p>
<p><strong>Famílias também sob forte pressão</strong></p>
<p>A dificuldade não se limita a quem vive sozinho. No caso de uma família de quatro pessoas com dois salários médios, Lisboa volta a surgir no fundo da tabela europeia. As despesas essenciais representam 95,8% do rendimento mensal conjunto, deixando uma margem muito reduzida para poupança ou consumo discricionário.</p>
<p>O estudo identifica Lisboa, Tirana e Atenas como as capitais onde os orçamentos familiares ficam mais pressionados. No caso da capital portuguesa, mesmo dois rendimentos médios quase não chegam para criar folga financeira depois de pagos os principais encargos mensais.</p>
<p><strong>Lisboa entre as cidades onde a acessibilidade mais piorou</strong></p>
<p>Além de surgir como a menos acessível em 2026, Lisboa está também entre as capitais onde a situação mais se deteriorou face ao ano anterior. De acordo com a Tradingpedia, o peso das despesas no salário médio aumentou 9,84 pontos percentuais entre 2025 e 2026.</p>
<p>O agravamento é atribuído sobretudo à subida dos custos da habitação. O valor estimado para um pequeno estúdio mobilado na capital passou de 991 euros para 1.226 euros por mês em apenas um ano, tornando a renda o fator mais determinante na perda de poder de compra.</p>
<p>A análise coloca Lisboa ao lado de cidades como Luxemburgo, Bern, Roma e Helsínquia entre as capitais onde a acessibilidade mais piorou no último ano.</p>
<p><strong>Bruxelas lidera ranking de acessibilidade</strong></p>
<p>No extremo oposto da tabela, Bruxelas é apontada como a capital europeia mais acessível para uma pessoa em 2026. As despesas mensais essenciais somam 1.444 euros, o equivalente a 49% do salário líquido médio de 2.945 euros.</p>
<p>Copenhaga, Bern, Luxemburgo e Estocolmo completam o grupo das capitais mais acessíveis quando os custos são medidos em proporção dos salários. O estudo sublinha que as cidades mais caras não são necessariamente as menos acessíveis, desde que os salários locais sejam suficientemente elevados para compensar os preços.</p>
<p>Brian McColl, da &#8216;Tradingpedia&#8217;, considera que os dados desafiam a ideia de que preços elevados significam automaticamente menor acessibilidade. “A verdadeira divisão na Europa já não está entre cidades caras e baratas, mas entre locais onde os salários acompanharam o custo de vida e locais onde isso não aconteceu”, afirma.</p>
<p><strong>Custo de vida e salários criam nova divisão na Europa</strong></p>
<p>A análise da &#8216;Tradingpedia&#8217; teve em conta despesas com habitação, alimentação, transportes, cuidados pessoais e lazer, comparando esses custos com salários líquidos médios em cada capital. O objetivo foi perceber onde os rendimentos conseguem cobrir de forma mais confortável as despesas básicas.</p>
<p>No caso de Lisboa, a conclusão é particularmente penalizadora: apesar de o salário médio ser superior ao registado em algumas capitais do Sul e do Leste europeu, os custos, sobretudo da habitação, colocam a cidade numa posição menos favorável.</p>
<p>O estudo sugere que a mobilidade de talento na Europa poderá ser cada vez mais influenciada por esta relação entre salário e custo de vida. Capitais com salários incapazes de acompanhar a subida das despesas arriscam perder atratividade, mesmo quando continuam a ter forte procura internacional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770975]]></sapo:autor>
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		<title>Inflação acelera para 3,2% na zona euro em maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 09:35:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de inflação anual da zona euro deverá ter aumentado em 3,2% em maio de 2026, face aos 3,0% registados em abril, puxada pelos preços da energia, segundo uma estimativa rápida hoje divulgada pelo Eurostat.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de inflação anual da zona euro deverá ter aumentado em 3,2% em maio de 2026, face aos 3,0% registados em abril, puxada pelos preços da energia, segundo uma estimativa rápida hoje divulgada pelo Eurostat.</p>
<p>A taxa de inflação prevista para maio compara-se ainda com a de 1,9% homóloga.</p>
<p>De acordo com os dados do serviço de estatística da União Europeia, prevê-se que, em maio, a energia registe a taxa de inflação homóloga mais elevada em maio (10,9%, em comparação com os 10,8% de abril), seguida pelos serviços (3,5%, em comparação com os 3,0% de abril), pela alimentação, álcool e tabaco (2,0%, em comparação com os 2,4% de abril) e pelos bens industriais não energéticos (0,9%, em comparação com os 0,8% de abril).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770992]]></sapo:autor>
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		<title>Securitas Portugal nomeia João Silva Martins como novo Digital Operations &#038; Information Security Director</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 09:26:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Securitas Portugal nomeou João Silva Martins como novo Digital Operations &#038; Information Security Director. O executivo traz uma experiência de organizações como Randstad, EGOR ou Kelly Services.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Securitas Portugal nomeou João Silva Martins como novo Digital Operations &amp; Information Security Director. O executivo traz uma experiência de organizações como Randstad, EGOR ou Kelly Services.</p>
<p>Com uma vasta experiência na liderança tecnológica e em processos de transformação em contextos multinacionais, João Silva Martins tem desenvolvido o seu percurso profissional na otimização de operações de Tecnologias de Informação (TI) e no alinhamento da estratégia tecnológica com os objetivos de negócio.</p>
<p>Antes de integrar a Securitas, desempenhou funções como Group CTIO no Grupo EGOR, onde liderou um projeto de transformação digital, reforçando o papel das TI como parceiro estratégico do negócio, com enfoque em governação, risco e compliance.</p>
<p>Ao longo da sua carreira, destacou-se ainda em várias organizações internacionais. Na Randstad, assumiu funções de Regional CIO, liderando a estratégia tecnológica em diferentes geografias e impulsionando a integração entre tecnologia e negócio. Passou também pela Kelly Services, onde dirigiu programas na região EMEA, e pela Winprovit, enquanto Business Development Director. Com especialização em infraestruturas críticas e cibersegurança, o gestor combina experiência operacional com uma abordagem centrada na inovação e na resiliência organizacional.</p>
<p>Para Frederico Paiva, Country President da Securitas Portugal, esta nomeação representa um passo relevante na evolução tecnológica da empresa. “A integração de João Silva Martins é um passo decisivo para o futuro tecnológico da Securitas Portugal. A sua vasta experiência em liderar a transformação digital e fortalecer a cibersegurança em organizações complexas é vital para acelerar a nossa visão de uma segurança inteligente e proativa”, refere, acrescentando que a sua liderança será determinante para “impulsionar a inovação e tornar ainda mais robusta a proposta de valor” da empresa.</p>
<p>Já João Silva Martins sublinha o desafio e a ambição do novo cargo. “Assumir a liderança tecnológica da Securitas Portugal é um desafio que abraço com enorme orgulho, dada a escala global e a complexidade de missão crítica que esta organização representa”, afirma. O responsável destaca ainda o foco na “entrega de soluções de segurança cada vez mais resilientes, inteligentes e orientadas a dados”, alinhadas com o propósito da empresa de “ajudar a tornar o mundo um lugar mais seguro”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770977]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Novo carregador português da i-charging quer conquistar a Europa com 500 kW numa unidade compacta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 09:20:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Novo AiO 500 combina arquitetura all-in-one, duas saídas com alocação dinâmica de potência, opção de cabos refrigerados e compatibilidade com vários standards de carregamento, incluindo CCS, NACS e GB/T]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A i-charging apresentou o all-in-one 500, um novo carregador standalone para veículos elétricos capaz de fornecer até 500 kW a partir de uma única unidade compacta. A solução foi desenvolvida para responder às necessidades de áreas de serviço, postos de abastecimento e localizações urbanas de elevada densidade, onde a potência disponível e a gestão do espaço são fatores determinantes.</p>
<p>O novo AiO 500 combina arquitetura all-in-one, duas saídas com alocação dinâmica de potência, opção de cabos refrigerados e compatibilidade com vários standards de carregamento, incluindo CCS, NACS e GB/T. A empresa portuguesa pretende, assim, disponibilizar uma solução preparada para diferentes mercados e para veículos elétricos de nova geração, cada vez mais capazes de aceitar potências de carregamento elevadas.</p>
<p><strong>500 kW numa unidade compacta</strong></p>
<p>O all-in-one 500 permite fornecer até 500 kW numa única unidade, mantendo a potência disponível independentemente da forma como a procura é distribuída entre os dois conectores. A alocação é feita automaticamente, sem necessidade de intervenção do operador.</p>
<p>Quando dois veículos estão ligados em simultâneo, o sistema ajusta a potência em tempo real, de acordo com a capacidade de carregamento de cada automóvel naquele momento. Se um dos veículos precisar de mais potência do que o outro, o carregador redistribui automaticamente a capacidade disponível.</p>
<p>Esta tecnologia pretende melhorar a utilização da energia instalada e reduzir tempos de carregamento, sobretudo em locais onde a procura é elevada, mas o espaço disponível para infraestrutura é limitado.</p>
<p><strong>Resposta a veículos elétricos de nova geração</strong></p>
<p>A i-charging sublinha que a potência de 500 kW ganha relevância num mercado em que cada vez mais veículos elétricos em produção já suportam potências de carregamento iguais ou superiores a 400 kW.</p>
<p>Em carregadores all-in-one limitados a esse patamar, um único veículo a carregar à capacidade máxima pode consumir toda a potência disponível. O AiO 500 foi concebido para responder a esse desafio, permitindo carregamento de elevada potência numa saída, mantendo disponibilidade na segunda.</p>
<p>“As nossas soluções standalone sempre tiveram como objetivo disponibilizar mais potência onde o espaço é um fator determinante. Com o all-in-one 500, levamos esse conceito ainda mais longe”, afirma Pedro Moreira da Silva, CEO da i-charging.</p>
<p>O responsável explica que as soluções distribuídas, como o MAX, escaláveis até 1600 kW através de múltiplas unidades de potência, continuam a ser uma opção de referência para locais com vários pontos de carregamento de elevada potência. Já o AiO 500 responde a outro tipo de necessidade: disponibilizar a máxima potência possível com uma ocupação mínima de espaço.</p>
<p>“É a solução ideal para locais onde limitações de espaço tornam inviável a implementação de uma arquitetura distribuída”, acrescenta Pedro Moreira da Silva.</p>
<p><strong>Cabos refrigerados para veículos pesados</strong></p>
<p>A configuração standard do AiO 500 suporta correntes contínuas até 500 A. Para aplicações que exigem correntes mais elevadas durante períodos prolongados, a i-charging disponibiliza uma opção de cabos refrigerados, com capacidade até 800 A.</p>
<p>Esta funcionalidade foi pensada para operações com veículos comerciais, transporte de mercadorias, autocarros e outras aplicações de transporte pesado, que exigem correntes elevadas durante mais tempo do que os cabos convencionais conseguem suportar de forma consistente.</p>
<p>Apesar dessa vocação para utilizações intensivas, o carregador mantém capacidade para servir veículos ligeiros de passageiros, concentrando diferentes tipos de operação numa única unidade compacta.</p>
<p><strong>Ecrã tátil, pagamentos e gestão integrada</strong></p>
<p>O all-in-one 500 integra um ecrã tátil de 32 polegadas, leitor de cartões contactless e terminal de pagamento opcional, em linha com as restantes soluções standalone da i-charging.</p>
<p>A solução suporta Plug&#038;Charge e Autocharge, bem como os protocolos OCPP 1.6 e 2.0.1. A conectividade pode ser assegurada através de modem 4G ou Ethernet.</p>
<p>Os operadores que já utilizam carregadores da i-charging através da plataforma my.i-charging poderão integrar o novo AiO 500, mantendo uma gestão unificada da infraestrutura.</p>
<p>Primeiras entregas previstas para o final de 2026</p>
<p>As primeiras entregas do all-in-one 500 estão previstas para o final de 2026 nos mercados CE. Para a América do Norte e para mercados com certificação Eichrecht, a disponibilização está prevista para o primeiro trimestre de 2027.</p>
<p>A i-charging está já a trabalhar com os primeiros clientes para finalizar especificações de implementação e garantir as primeiras vagas de instalação.</p>
<p><strong>Empresa portuguesa com presença internacional</strong></p>
<p>Fundada em 2019, a i-charging é uma empresa portuguesa de infraestrutura de carregamento para veículos elétricos, com sede no Porto e em Atlanta, nos Estados Unidos.</p>
<p>A empresa desenvolve, produz e presta suporte a um ecossistema completo de carregamento, que inclui infraestrutura, inteligência digital, gestão de energia e serviços. As suas soluções abrangem aplicações que vão desde o carregamento público urbano até operações de frotas pesadas e mobilidade aérea urbana.</p>
<p>A i-charging possui certificações ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001, e os seus produtos estão certificados para vários mercados internacionais. Entre os reconhecimentos recebidos pela empresa estão o Deloitte Technology Fast 50 Portugal, o Deloitte Technology Fast 500 EMEA e a inclusão no Financial Times 1000 Europe’s Fastest Growing Companies 2026.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770962]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSI estabilizado com Teixeira Duarte a cair 0,73% e CTT a subir 0,83%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 09:13:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teixeira Duarte]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje estabilizada, com a Teixeira Duarte a descer 0,73% para 0,41 euros e os CTT a liderarem os ganhos e a subirem 0,83% para 6,04 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa negociava hoje estabilizada, com a Teixeira Duarte a descer 0,73% para 0,41 euros e os CTT a liderarem os ganhos e a subirem 0,83% para 6,04 euros. </P><br />
<P>Cerca das 09:30 em Lisboa, o PSI baixava 0,01% para 8.959,75 pontos, com seis empresas a descer, oito a subir e duas a manter a cotação (Altri em 4,90 euros e EDP Renováveis em 14,20 euros). </P><br />
<P>Às ações da Teixeira Duarte seguiam-se as da Galp, REN e Jerónimo Martins, que recuavam 0,58% para 18,86 euros, 0,57% para 3,49 euros e 0,39% para 17,82 euros.  </P><br />
<P>A NOS e a Mota-Engil também desciam, designadamente 0,29% para 5,16 euros e 0,17% para 4,60 euros. </P><br />
<P>Em sentido contrário, além dos CTT, a Ibersol, BCP e Semapa subiam 0,70% para 11,58 euros, 0,55% para 0,94 euros e 0,43% para 23,10 euros.     </P><br />
<P>Com a mesma tendência, a EDP e a Navigator valorizavam-se 0,42% para 4,35 euros e 0,24% para 3,38 euros, bem como a Corticeira Amorim (0,16% para 6,42 euros) e a Sonae (0,11% para 1,86 euros). </P><br />
<P>Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em alta, depois de terem terminado em baixa na segunda-feira após Teerão suspender as negociações de paz com Washington. </P><br />
<P>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em agosto, descia 0,92% para 94,14 dólares.</P><br />
<P>Na segunda-feira, todos os mercados europeus fecharam em queda, depois de o Irão anunciar a suspensão das negociações com os EUA, em protesto pela escalada israelita no Líbano e pelo que considera sinais contraditórios do Presidente dos EUA, Donald Trump, ao tentar prolongar as negociações.</P><br />
<P>Da mesma forma, o Irão ameaçou fechar completamente o estreito de Ormuz e ativar outras frentes, incluindo o estreito de Mandeb, como medida de represália contra Israel e os seus aliados.</P><br />
<P>Por sua vez, Trump disse que acredita que na próxima semana poderia ser alcançado um acordo para pôr fim à guerra do Irão e desbloquear o estreito de Ormuz, apesar de Teerão afirmar ter suspendido o diálogo com Washington.</P><br />
<P>Além disso, Trump teria atacado na segunda-feira o primeiro-ministro de Israel, Benjamín Netanyahu, durante uma chamada para discutir a escalada na ofensiva israelita contra o Líbano, de acordo com o meio norte-americano Axios.</P><br />
<P>Na agenda macroeconómica do dia destaca-se a publicação da taxa de inflação na zona euro em maio e as vagas de emprego JOLTS de abril nos EUA.</P><br />
<P>Os futuros do Dow Jones e do Nasdaq registam recuos de 0,21% e de 0,09%, respetivamente, depois de os dois índices terem fechado na segunda-feira a subir para novos máximos de sempre. </P><br />
<P>O euro estava em alta e subia 0,14% para 1,1647 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770945]]></sapo:autor>
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		<title>Prova do 6.º ano marcada para dia de greve geral: diretores pedem segunda data ao Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 09:03:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Fernando Alexandre]]></category>
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		<category><![CDATA[greve Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Prova ModA]]></category>
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					<description><![CDATA[Preocupação das direções escolares prende-se com a possibilidade de uma forte adesão à greve, que poderá impedir a realização normal da prova em vários estabelecimentos de ensino]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Prova ModA de português do 6º ano está marcada para esta quarta-feira, o mesmo dia da greve geral convocada pela CGTP, e os diretores das escolas pedem ao Ministério da Educação que avance já com uma segunda data. O ministro Fernando Alexandre garantiu há dias, segundo a &#8216;RTP&#8217;, que nenhum aluno será prejudicado caso a escola encerre devido à paralisação.</p>
<p>A preocupação das direções escolares prende-se com a possibilidade de uma forte adesão à greve, que poderá impedir a realização normal da prova em vários estabelecimentos de ensino. O presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Filinto Lima, antecipa uma “grande adesão” ao protesto e defende que as escolas precisam de saber rapidamente quando será a segunda oportunidade.</p>
<p><strong>Diretores esperam indicação do Ministério</strong></p>
<p>Filinto Lima afirma que as escolas estão a fazer uma “preparação normal”, mas já a contar com dificuldades no dia da prova. O dirigente recorda que o ministro da Educação prometeu uma segunda oportunidade para os alunos e escolas que não consigam realizar a Prova ModA devido à greve geral.</p>
<p>“O ministro da Educação disse que iria dar uma segunda oportunidade às escolas e aos alunos para realizarem essa prova caso não a façam em virtude da greve. Nós estamos à espera que seja indicada a nova data para nos podermos preparar para esta segunda chamada e também para os pais saberem em que dia é que os filhos realizarão essa prova”, refere Filinto Lima.</p>
<p>A segunda data ainda não foi anunciada. Para o presidente da ANDAEP, a indicação deve chegar o mais rapidamente possível, idealmente ainda esta quarta-feira, e não apenas no próprio dia da prova ou depois dela.</p>
<p><strong>Pouco tempo até ao fim das aulas</strong></p>
<p>A urgência prende-se também com o calendário escolar. As aulas do 6º ano terminam a 12 de junho, o que deixa pouca margem para remarcar a prova, organizar equipas, preparar salas e informar encarregados de educação.</p>
<p>Filinto Lima alerta que as direções executivas e os professores terão “um imenso trabalho burocrático” para aplicar uma prova que não estava prevista noutra data no calendário atual.</p>
<p>Além da organização interna das escolas, há também a preocupação com as famílias. Os pais precisam de saber com antecedência quando será realizada a eventual segunda chamada, para poderem preparar-se e acompanhar os filhos.</p>
<p><strong>Prova não conta para a nota final</strong></p>
<p>Apesar das dúvidas logísticas, Filinto Lima desvaloriza a possibilidade de desigualdade pedagógica entre alunos que façam a prova na data prevista e outros que a realizem mais tarde.</p>
<p>“Acho que isso é irrelevante”, considera, lembrando que a Prova ModA não tem peso na classificação final dos alunos.</p>
<p>Ainda assim, o presidente da ANDAEP defende que a prova deve realizar-se, classificando-a como “importante”. O problema, sublinha a &#8216;RTP&#8217;, está no facto de a data coincidir com uma greve geral que poderá afetar o funcionamento de muitas escolas e deixar alunos do 6º ano sem condições para fazer a prova no dia marcado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770951]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSD e Chega acordam entrega de projetos de revisão constitucional até 30 de dezembro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/psd-e-chega-acordam-entrega-de-projetos-de-revisao-constitucional-ate-30-de-dezembro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 09:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[PSD]]></category>
		<category><![CDATA[revisão constitucional]]></category>
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					<description><![CDATA[PSD e Chega apresentaram um requerimento conjunto para suspender o prazo de entrega de projetos de revisão constitucional até 30 de dezembro e manifestaram vontade de concluir esse processo até ao final da próxima sessão legislativa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>PSD e Chega apresentaram um requerimento conjunto para suspender o prazo de entrega de projetos de revisão constitucional até 30 de dezembro e manifestaram vontade de concluir esse processo até ao final da próxima sessão legislativa.</p>
<p>Este requerimento conjunto, assinado pelo líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, e pelo presidente do Chega, André Ventura, levou hoje mesmo o presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, através de despacho, a devolver ao Chega o projeto de revisão constitucional que este partido já tinha entregado no passado dia 07 e que estava para análise em termos de admissibilidade em relação à sua conformidade com a Lei Fundamental.</p>
<p>No requerimento conjunto, o Chega considera que o adiamento do processo até 30 de dezembro não é o cenário ideal, mas, havendo um &#8220;compromisso&#8221; por parte da liderança do PSD de participação efetiva&#8221; no processo de revisão constitucional, &#8220;chegou-se a um entendimento conjunto&#8221;. PSD e Chega, nesse mesmo requerimento, manifestam a vontade de conseguir concluir o processo de revisão constitucional &#8220;até ao final da próxima sessão legislativa&#8221;, ou seja, até ao verão de 2027.</p>
<p>No passado dia 07, o Chega iniciou o processo de revisão constitucional no Parlamento, mas o PSD transmitiu ao partido de André Ventura que, &#8220;por razões de ordem política, não pretendia discutir esta matéria no imediato, solicitando a prorrogação do prazo para a submissão de propostas e assumindo o compromisso, com o Chega, de participar de forma efetiva no processo de revisão constitucional&#8221;.</p>
<p>&#8220;Assim sendo, com o intuito de assegurar uma calendarização conjunta deste processo, o Grupo Parlamentar do Chega não vê óbice a que o prazo de entrega de projetos de revisão constitucional possa ser alargado até 20 de dezembro, ficando também o autor do projeto livre para, no âmbito do diálogo com os restantes partidos, submeter novas alterações ou acréscimos ao documento já submetido&#8221;, lê-se no documento assinado por Hugo Soares e por André Ventura.</p>
<p>Perante este requerimento conjunto PSD/Chega, no seu despacho, o presidente da Assembleia da República pega precisamente neste ponto em que o partido de André Ventura admite introduzir alterações ao projeto que já entregara e que, até agora, se encontrava no auditor jurídico do Parlamento para análise sobre a sua efetiva conformidade constitucional.</p>
<p>&#8220;Tal circunstância é juridicamente relevante. Num procedimento de revisão constitucional, a iniciativa deve apresentar-se de forma clara, determinada e suficientemente estabilizada, permitindo ao presidente da Assembleia da República apreciar a sua admissibilidade e aos demais deputados conhecer, com rigor, o objeto da iniciativa que poderá desencadear o prazo constitucionalmente previsto para apresentação de outros projetos&#8221;, salienta-se no despacho de José Pedro Aguiar-Branco.</p>
<p>Nesse sentido, segundo o presidente da Assembleia da República, até que exista &#8220;manifestação expressa, atual e inequívoca do proponente quanto ao texto que pretende ver apreciado para efeitos de admissão &#8212; seja a versão atualmente apresentada, seja uma nova iniciativa ou versão consolidada &#8211;, a eventual pronúncia do presidente do parlamento sobre a admissão do projeto de revisão constitucional do Chega terá de aguardar essa clarificação prévia&#8221;.</p>
<p>Ou seja, &#8220;a apreciação da admissibilidade do projeto do Chega fica dependente de prévia clarificação pelo proponente quanto ao texto que pretende ver considerado para esse efeito, designadamente mediante apresentação de novo requerimento ou de versão consolidada do projeto de revisão constitucional que traduza, de forma clara, atual e inequívoca, a intenção de desencadear o correspondente procedimento de revisão constitucional&#8221;.</p>
<p>Fica, consequentemente, sem efeito, nesta fase, o pedido de parecer anteriormente formulado&#8221; ao auditor jurídico da Assembleia da República por José Pedro Aguiar-Branco &#8220;uma vez que tal pedido tinha por pressuposto a apreciação da admissibilidade da versão do projeto então submetida&#8221; pelo Chega.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770957]]></sapo:autor>
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		<title>Caixa Geral de Depósitos destina 1 milhão de euros para apoiar projetos de inclusão, saúde e educação</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/caixa-geral-de-depositos-destina-1-milhao-de-euros-para-apoiar-projetos-de-inclusao-saude-e-educacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 08:51:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Geral de Depósitos]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[setor social]]></category>
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					<description><![CDATA[Apoios entre 10 mil e 25 mil euros voltam a estar ao alcance das instituições da economia social através dos Prémios Caixa Social. A iniciativa da Caixa Geral de Depósitos abriu candidaturas e conta com uma dotação global de um milhão de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apoios entre 10 mil e 25 mil euros voltam a estar ao alcance das instituições da economia social através dos Prémios Caixa Social. A iniciativa da Caixa Geral de Depósitos abriu candidaturas e conta com uma dotação global de um milhão de euros.</p>
<p>Através desta iniciativa, a Caixa pretende apoiar projetos sociais promovidos por entidades do terceiro setor que contribuam para responder a carências sociais e necessidades da comunidade, reforçando o impacto social das organizações sem fins lucrativos em Portugal.</p>
<p>O montante global de apoio ascende a um milhão de euros, sendo distribuído por vários projetos selecionados. Cada candidatura poderá receber entre 10 mil e 25 mil euros, consoante a natureza da proposta apresentada e a avaliação realizada pelo júri.</p>
<p>Podem candidatar-se associações, fundações, cooperativas, misericórdias, Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), organizações não-governamentais e outras entidades sem fins lucrativos com intervenção social relevante, desde que cumpram os requisitos definidos no regulamento da iniciativa.</p>
<p>Nesta edição, os projetos candidatos deverão enquadrar-se em três áreas de intervenção prioritárias: Inclusão Social e Solidariedade, Prevenção e Cuidados de Saúde e Formação e Capacitação.</p>
<p>Na área da Inclusão Social e Solidariedade, serão apoiadas iniciativas que promovam os direitos fundamentais e a integração social de pessoas em situação de exclusão ou pobreza, incluindo crianças, jovens, famílias, idosos, pessoas com deficiência, cidadãos em situação de sem-abrigo, migrantes, refugiados e minorias étnicas.</p>
<p>Já no domínio da Prevenção e Cuidados de Saúde, o foco estará em projetos destinados à promoção da saúde e prevenção da doença junto de populações vulneráveis, abrangendo áreas como os cuidados de saúde primários, telemedicina, doenças degenerativas e rastreio de patologias.</p>
<p>Por sua vez, a vertente de Formação e Capacitação contempla iniciativas direcionadas para a melhoria dos níveis de educação e qualificação, combate ao abandono escolar, promoção da empregabilidade e reconversão profissional, bem como o desenvolvimento de competências pessoais, sociais e profissionais.</p>
<p>Segundo a Caixa, as áreas de intervenção selecionadas estão alinhadas com os atuais desafios sociais e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas.</p>
<p>O júri dos Prémios Caixa Social é composto por membros independentes convidados pela instituição financeira e será presidido por António Farinha de Morais.</p>
<p>A divulgação dos projetos vencedores está agendada para o próximo dia 22 de setembro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770948]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Carby investe 7 milhões em Oeiras e inaugura primeira R-Store Renault e Dacia em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 08:51:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Renault]]></category>
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					<description><![CDATA[Novo espaço representa uma etapa estratégica para a empresa do Grupo JAP e reforça a presença das marcas Renault e Dacia na Grande Lisboa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Carby inaugurou oficialmente a nova concessão Renault e Dacia em Oeiras, Porto Salvo, num investimento de 7 milhões de euros que marca a chegada a Portugal do conceito R-Store. O novo espaço representa uma etapa estratégica para a empresa do Grupo JAP e reforça a presença das marcas Renault e Dacia na Grande Lisboa.</p>
<p>A unidade é a primeira R-Store do país, um conceito pensado para transformar a experiência automóvel num ambiente mais digital, imersivo e centrado no cliente. Mais do que um showroom tradicional, o novo espaço pretende aproximar tecnologia, mobilidade e serviço, seguindo um modelo já presente em vários mercados internacionais.</p>
<p>A abertura em Oeiras reforça também a ambição da Carby na Área Metropolitana de Lisboa, onde a empresa já está presente em Sintra, Amadora, Cacém e Belas. Com esta nova concessão, a marca alarga a cobertura territorial e consolida a operação Renault e Dacia num dos principais eixos urbanos da capital.</p>
<p>Nova concessão com showroom, oficina e 30 colaboradores</p>
<p>A nova Carby Oeiras conta com um showroom de 900 metros quadrados, uma oficina de 800 metros quadrados equipada com 12 elevadores e 20 baias de trabalho, além de um piso dedicado ao parqueamento com capacidade para 40 viaturas.</p>
<p>A operação arranca com uma equipa de 30 colaboradores, dos quais 24 correspondem a novos postos de trabalho. Ao nível técnico, a unidade terá 12 profissionais especializados e uma capacidade produtiva estimada em 35 entradas diárias em oficina.</p>
<p>Com esta abertura, a Carby prevê um crescimento entre 15% e 20% na operação Renault e Dacia.</p>
<p>“Com este investimento, a Carby reforça a sua aposta nas marcas Renault e Dacia como um pilar estratégico para o desenvolvimento do grupo. Para a Renault, este novo concessionário traz um novo padrão de serviço aos clientes”, afirma Tiago Água, diretor da Carby Oeiras.</p>
<p>R-Store deverá chegar a outras operações Carby</p>
<p>A nova concessão de Oeiras assume-se como um espaço de referência dentro da rede da Carby. A empresa prevê levar o conceito R-Store às restantes operações Renault e Dacia integradas no universo Carby durante os próximos 12 meses.</p>
<p>“Estamos certos de que a nova concessão será um verdadeiro flagship. Nos próximos 12 meses está previsto levar o conceito R-Store às restantes operações Renault e Dacia que integram o universo Carby”, acrescenta Tiago Água.</p>
<p>A inauguração contou com a presença de Ivan Segal, vice-presidente sénior global de Vendas e Operações do Renault Group, José Pedro Neves, diretor-geral da Renault Portugal, e Carlos Pinto, presidente do Conselho de Administração do Grupo JAP.</p>
<p>Grupo JAP reforça ligação à Renault e Dacia</p>
<p>A nova concessão em Oeiras dá continuidade a uma ligação de mais de quatro décadas do Grupo JAP à Renault e, mais recentemente, à Dacia. O projeto pretende reforçar o conhecimento acumulado do grupo no setor automóvel e sustentar a estratégia de crescimento da Carby em Portugal.</p>
<p>Com cerca de 60 pontos de venda e assistência em território nacional, a Carby continua a afirmar-se como um dos principais operadores automóveis portugueses, agora com uma nova unidade que procura elevar a experiência de compra, assistência e relação com o cliente na Grande Lisboa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770943]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Da Internet à Inteligência Artificial: duas revoluções, os mesmos desafios</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/da-internet-a-inteligencia-artificial-duas-revolucoes-os-mesmos-desafios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 08:50:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Rasquilha]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Luís Rasquilha, CEO do Ecossistema Inova. Board Member/Non Executive Diretor (NED) da GIANT Brasil e da Maza Tarraf. Líder do Comitê de estratégia do Consórcio Unifisa. Professor convidado na FDC, Hospital Albert Einstein e ESALQ/USP. Colunista do MIT Sloan Review Brasil e Executive Digest Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No início do século XXI, a Internet começou a transformar profundamente a forma como as empresas operavam, comunicavam e geravam valor. Contudo, apesar do entusiasmo em torno do seu potencial, a sua adoção massiva não aconteceu sem resistência. Muitas organizações encaravam a Internet com desconfiança, questionando a sua utilidade real, a segurança das transações online, a fiabilidade das tecnologias disponíveis e, sobretudo, o retorno do investimento associado à transformação digital.</p>
<p style="text-align: justify;">Na época, era comum ouvir argumentos como: <em>&#8220;Os nossos clientes não vão comprar online&#8221;</em>, <em>&#8220;O contacto presencial nunca será substituído&#8221;</em>, <em>&#8220;Não precisamos de um website para vender&#8221;</em> ou <em>&#8220;A Internet é apenas uma moda passageira&#8221;</em>. Para muitas empresas, a mudança representava um risco demasiado elevado face aos benefícios ainda pouco claros.</p>
<p style="text-align: justify;">Além das barreiras culturais, existiam também limitações tecnológicas significativas. As infraestruturas eram menos robustas, as ligações lentas, os sistemas pouco integrados e a literacia digital dos colaboradores ainda reduzida. A transformação exigia investimento, formação e uma nova forma de pensar os negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar das dificuldades iniciais, as organizações que compreenderam mais cedo o potencial da Internet conquistaram vantagens competitivas significativas. Melhoraram a comunicação com clientes, reduziram custos operacionais, automatizaram processos, expandiram mercados e aumentaram a produtividade. Poucos anos depois, aquilo que era visto como uma opção passou a ser uma necessidade. Hoje, é praticamente impossível imaginar uma empresa competitiva sem presença digital, comércio eletrónico, sistemas online ou ferramentas colaborativas ligadas à Internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Duas décadas depois, estamos perante um momento histórico semelhante.</p>
<p style="text-align: justify;">A Inteligência Artificial surge como a próxima grande infraestrutura de transformação empresarial. Tal como aconteceu com a Internet, também a IA enfrenta dúvidas, receios e resistências. Muitas empresas questionam a sua aplicabilidade prática, receiam impactos nos empregos, preocupam-se com questões éticas ou acreditam que a tecnologia ainda não está suficientemente madura para gerar resultados concretos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais uma vez, os argumentos são familiares: <em>&#8220;A IA ainda comete erros&#8221;</em>, <em>&#8220;Os nossos colaboradores não estão preparados&#8221;</em>, <em>&#8220;O nosso setor é diferente&#8221;</em>, <em>&#8220;Ainda é cedo para investir&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, a realidade demonstra que a Inteligência Artificial está a tornar-se um dos mais importantes motores de produtividade da história empresarial.</p>
<p style="text-align: justify;">Através da automação de tarefas repetitivas, da análise avançada de dados, da geração de conteúdos, do apoio à tomada de decisão, da personalização da experiência do cliente e da criação de agentes inteligentes capazes de executar processos completos, a IA permite que as empresas façam mais, melhor e mais rapidamente.</p>
<p style="text-align: justify;">O impacto potencial é comparável — e em muitos casos superior — ao que a Internet trouxe no início do século. Enquanto a Internet conectou pessoas, empresas e informação, a Inteligência Artificial acrescenta uma nova camada de capacidade cognitiva aos negócios. Não se limita a disponibilizar informação; ajuda a interpretá-la, transformá-la em conhecimento e convertê-la em ação.</p>
<p style="text-align: justify;">As organizações que adotarem a IA de forma estratégica poderão aumentar significativamente a produtividade, reduzir custos, acelerar a inovação, melhorar a qualidade das decisões e libertar os seus colaboradores para atividades de maior valor acrescentado. Pelo contrário, aquelas que permanecerem excessivamente cautelosas correm o risco de repetir o erro de muitas empresas que ignoraram a Internet até ser demasiado tarde.</p>
<p style="text-align: justify;">A história demonstra que as grandes revoluções tecnológicas raramente são travadas pela tecnologia em si. O maior obstáculo é quase sempre humano: a resistência à mudança, o receio do desconhecido e a dificuldade em abandonar modelos de trabalho consolidados: a cultura organizacional.</p>
<p style="text-align: justify;">A Internet redefiniu a forma como trabalhamos, comunicamos e fazemos negócios. A Inteligência Artificial está agora a redefinir a forma como pensamos, decidimos e produzimos valor.</p>
<p style="text-align: justify;">A questão já não é se a IA irá transformar as empresas. Tal como aconteceu com a Internet, essa transformação já começou. A verdadeira questão é quem terá a visão, a coragem e a velocidade necessárias para liderar essa mudança e transformar a tecnologia numa vantagem competitiva sustentável.</p>
<p style="text-align: justify;">Porque, tal como no início da era digital, os maiores ganhos não serão obtidos por quem esperar para ver o que acontece, mas por quem decidir construir o futuro antes dos outros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Luís Rasquilha, CEO do Ecossistema Inova. Board Member/Non Executive Diretor (NED) da GIANT Brasil e da Maza Tarraf. Líder do Comitê de estratégia do Consórcio Unifisa. Professor convidado na FDC, Hospital Albert Einstein e ESALQ/USP. Colunista do MIT Sloan Review Brasil e Executive Digest Portugal.]]></sapo:autor>
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		<title>Intel fecha acordo com Foxconn para desenvolver sistemas de IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 08:48:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Intel fechou um acordo de colaboração com a tecnológica taiwanesa Hon Hai, conhecida mundialmente como Foxconn, para desenvolver estruturas de Inteligência Artificial (IA), equipadas com processadores da empresa norte-americana, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Intel fechou um acordo de colaboração com a tecnológica taiwanesa Hon Hai, conhecida mundialmente como Foxconn, para desenvolver estruturas de Inteligência Artificial (IA), equipadas com processadores da empresa norte-americana, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>&#8220;Este é um marco emocionante para a nossa parceria contínua com a Foxconn&#8221;, afirmou o presidente executivo (CEO) da Intel, Lip-Bu Tan, durante a inauguração da feira Computex de Taipé, um dos eventos mais importantes do setor tecnológico na cidade.</P><br />
<P>No âmbito desta colaboração, a Intel e a Foxconn irão concentrar-se em &#8220;explorar o desenvolvimento, a integração e a comercialização de uma solução de infraestrutura de IA numa escala de &#8216;rack&#8217; diferente, tirando partido de arquiteturas complementares para responder aos diversos requisitos das cargas de trabalho de IA&#8221;, afirmou o empresário no evento.</P><br />
<P>Os sistemas &#8216;racks&#8217; combinam processadores Intel Xeon com unidades de fluxo de dados reconfiguráveis (RDU) SambaNova SN-50 e, em conjunto, foram concebidos para oferecer inferência de IA de alto desempenho &#8220;com maior eficiência energética e de custos&#8221;, de acordo com um comunicado da empresa norte-americana.</P><br />
<P>Os &#8216;racks&#8217; são estruturas físicas que alojam os computadores especializados utilizados para treinar e executar modelos de IA.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770939]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsas europeias abrem em alta depois de Teerão suspender negociações de paz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 08:47:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, depois de terem terminado em baixa na segunda-feira após Teerão suspender as negociações de paz com Washington.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, depois de terem terminado em baixa na segunda-feira após Teerão suspender as negociações de paz com Washington. </P><br />
<P>Cerca das 08:30 em Lisboa, o EuroStoxx 600 avançava 0,69% para 625,51 pontos.                           </P><br />
<P>As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt subiam 0,28%, 0,86% e 0,87%, bem como as de Madrid e Milão se valorizavam 0,74% e 1,05%, respetivamente.     </P><br />
<P>A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de baixa ligeira da abertura, com o principal índice, o PSI, a descer 0,03% para 8.958,09 pontos, depois de ter terminado num novo máximo desde junho de 2008 em 09 de abril (9.484,93 pontos). </P><br />
<P>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em agosto, descia 0,92% para 94,14 dólares, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), para entrega em julho, de referência nos EUA, cedia 0,89% para 91,34 dólares.</P><br />
<P>O gás natural para entrega a um mês no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, descia 2,11% para 48,05 euros por megawatt-hora (MWh).</P><br />
<P>Na segunda-feira, todos os mercados europeus fecharam em queda, depois de o Irão anunciar a suspensão das negociações com os EUA, em protesto pela escalada israelita no Líbano e pelo que considera sinais contraditórios do Presidente dos EUA, Donald Trump, ao tentar prolongar as negociações.</P><br />
<P>Da mesma forma, o Irão ameaçou fechar completamente o estreito de Ormuz e ativar outras frentes, incluindo o estreito de Mandeb, como medida de represália contra Israel e os seus aliados.</P><br />
<P>Por sua vez, Trump disse que acredita que na próxima semana poderia ser alcançado um acordo para pôr fim à guerra do Irão e desbloquear o estreito de Ormuz, apesar de Teerão afirmar ter suspendido o diálogo com Washington.</P><br />
<P>Além disso, Trump teria atacado na segunda-feira o primeiro-ministro de Israel, Benjamín Netanyahu, durante uma chamada para discutir a escalada na ofensiva israelita contra o Líbano, de acordo com o meio norte-americano Axios.</P><br />
<P>Na agenda macroeconómica do dia destaca-se a publicação da taxa de inflação na zona euro em maio e as vagas de emprego JOLTS de abril nos EUA.</P><br />
<P>Na Ásia, o índice Nikkei da bolsa de Tóquio fechou com um recuo de 0,3%, pressionado pela realização de lucros dos investidores após alcançar na segunda-feira um novo recorde impulsionado pelo setor de inteligência artificial (IA). </P><br />
<P>A bolsa de Xangai ganhou 0,43% e a de Shenzhen subiu 1,63%.</P><br />
<P>O Hang Seng de Hong Kong subia 2,22% no final da sessão. </P><br />
<P>Os futuros do Dow Jones e do Nasdaq registam recuos de 0,21% e de 0,09%, respetivamente, depois de os dois índices terem fechado na segunda-feira a subir para novos máximos de sempre. </P><br />
<P>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos desce para 2,952%, depois de ter fechado em 3,002% na sessão anterior.</P><br />
<P>O euro estava em alta e subia 0,14% para 1,1647 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt.</P><br />
<P>Os metais preciosos também estão em alta, com uma subida de 1,14% no caso do ouro, para 4.536,17 dólares a onça, e um avanço de 2,5% no caso da prata, para 76,71 dólares.</P><br />
<P>Em relação às criptomoedas, a bitcoin desce 2,07% para 69.903 dólares. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770916]]></sapo:autor>
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		<title>Câmara do Porto apoia escola privada detida pela vereadora da Educação com renda de 50 euros por mês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 08:43:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Escola de Moda do Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Matilde Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Matilde Rocha, vereadora eleita na coligação de Pedro Duarte por indicação da Iniciativa Liberal, tem o pelouro da Educação e é dona da Escola de Moda do Porto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara Municipal do Porto aprovou a cedência parcial do pavilhão gimnodesportivo da Escola Básica do Viso a uma escola privada detida por Matilde Rocha, vereadora da Educação no executivo liderado por Pedro Duarte. A proposta, noticiada pela &#8216;<a href="https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/porto-os-interesses-da-vereadora" target="_blank" rel="noopener">Sábado</a>&#8216;, fixou uma renda simbólica de 50 euros por mês para a Escola de Moda do Porto, instituição privada que tinha pedido apoio devido às obras nas suas instalações.</p>
<p>O ponto foi discutido numa reunião privada do executivo municipal, a 14 de abril, e tinha como título “Apoio à Escola de Moda do Porto, para utilização parcial do pavilhão gimnodesportivo da Escola Básica do Viso”. A proposta acabou por ser aprovada, apesar do voto contra do vereador do Chega, Miguel Corte-Real.</p>
<p>Em causa estava a utilização do pavilhão durante quatro meses, uma vez que a Escola de Moda do Porto alegou estar com “constrangimentos diversos” no desenvolvimento das atividades letivas, em particular na disciplina de Educação Física, devido ao processo de requalificação das suas próprias instalações.</p>
<p><strong>Renda simbólica e apoio avaliado em mais de 9 mil euros</strong></p>
<p>A cedência foi aprovada por uma renda mensal de 50 euros. Segundo a proposta, este valor teve como referência o Código Regulamentar do Município do Porto, que prevê a cedência de imóveis mediante uma contrapartida financeira simbólica, nunca inferior à renda mínima mais elevada praticada nos bairros municipais.</p>
<p>O apoio total da autarquia à Escola de Moda do Porto foi quantificado em 9.083,48 euros. Esse valor resulta da diferença entre a renda simbólica aplicada e o valor de uma “renda venal” estimada para a utilização do pavilhão durante quatro meses.</p>
<p>A proposta foi aprovada por todos os vereadores, com exceção do representante do Chega. Quando chegou à Assembleia Municipal, também passou, embora com a abstenção do PS e da CDU e novo voto contra do Chega.</p>
<p><strong>Vereadora tutela Educação e é dona da escola</strong></p>
<p>O ponto mais sensível do caso está no facto de Matilde Rocha, vereadora eleita na coligação de Pedro Duarte por indicação da Iniciativa Liberal, ter o pelouro da Educação e ser dona da Escola de Moda do Porto. A vereadora é também proprietária da Escola de Moda Gudi, onde o marido e o filho são sócios.</p>
<p>A Sábado questionou o executivo municipal sobre se a direção da Escola Básica do Viso foi consultada pela Câmara do Porto e que posição manifestou, mas não obteve resposta a essa questão.</p>
<p>A revista enviou ainda perguntas à vereadora e ao executivo. A resposta foi dada em bloco pela Câmara do Porto, que explicou que o pedido da Escola de Moda do Porto surgiu numa reunião de monitorização com todos os Centros Tecnológicos Especializados, realizada a 13 de fevereiro de 2026.</p>
<p>Segundo o executivo, nessa reunião várias escolas identificaram necessidades de apoio e a Direção Municipal de Educação procurou responder, como já teria acontecido anteriormente com a Escola das Virtudes, a Academia Contemporânea do Espetáculo e a Escola Balleteatro.</p>
<p><strong>Executivo nega favorecimento</strong></p>
<p>A Câmara do Porto rejeita qualquer tratamento diferenciado à Escola de Moda do Porto. Sobre o valor simbólico da renda, o executivo defende que a instituição e os seus alunos não poderiam ser alvo de uma atuação diferente da aplicada a outras situações consideradas semelhantes.</p>
<p>“Foram aplicados, rigorosamente, os mesmos critérios aplicados em situações análogas”, respondeu o executivo municipal.</p>
<p>A autarquia liderada por Pedro Duarte nega, por isso, qualquer favorecimento à escola privada detida pela vereadora da Educação.</p>
<p><strong>Potencial conflito de interesses</strong></p>
<p>A situação levanta ainda outra questão relacionada com a presença de Matilde Rocha em estruturas consultivas das escolas profissionais da cidade. Por força do cargo, a vereadora foi votada em reunião do executivo para integrar conselhos consultivos dessas escolas.</p>
<p>No caso da sua própria escola, foi votado o nome da Diretora Municipal da Educação, que é sua subordinada. A proposta recordava que os órgãos consultivos das escolas profissionais devem pronunciar-se, entre outros temas, sobre o projeto educativo, as necessidades de oferta formativa e os cursos de dupla certificação.</p>
<p>Isto significa que, em tese, a vereadora poderia ter acesso a informação relevante sobre escolas concorrentes da sua. O executivo municipal rejeita, porém, a existência de conflito de interesses e sublinha que cabe a cada entidade decidir se quer ou não ter a Câmara do Porto representada no respetivo conselho consultivo.</p>
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