Há três países que não receberam um convite para participar nas celebrações do funeral da rainha Isabel II, que vai decorrer na próxima 2ª feira: Rússia, Bielorrússia e Myanmar. As cerimónias fúnebres vão contar com a presença de perto de 500 dignitários de todo o mundo, revelou esta quinta-feira a ‘SIC Notícias’.
Em função da invasão da Ucrânia pela Rússia, o Reino Unido está alinhado com os aliados do Ocidente no isolamento da Rússia e do mais forte aliado do Kremlin, a Bielorrússia, na aplicação de sanções económicas aos dois países. Putin chegou mesmo a avançar que não pretendia estar presente no funeral da monarca. Por último, também Myanmar tem sido alvo de sanções por parte do Reino Unido, que apoia a comunidade Rohingya existente no sudeste asiático.
Foram enviados convites, no passado fim de semana, para a maioria dos líderes do países com quem o Reino Unido mantém relações diplomáticas, sustentando que as cerimónias fúnebres da rainha Isabel II serão “o maior evento internacional” organizado no país nas últimas décadas. Em regra, Londre recebe 2 ou 3 chefes de Estado por ano mas prepara a presença de centenas, o que se transformou num desafio logístico, diplomático mas sobretudo de segurança.
Um dos primeiros convidados a confirmar a presença foi o presidente norte-americano, Joe Biden, que irá fazer-se acompanhar pela primeira-dama, Jill Biden. Também o Presidente da República portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, já confirmou a presença no evento, sendo acompanhado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho.
O funeral da Rainha Isabel II vai decorrer na Abadia de Westminster, onde o corpo da monarca ficará em câmara ardente durante vários dias, para que os populares tenham oportunidade de prestar homenagem. O dia 19 de setembro será feriado nacional, por determinação do Rei Carlos III.






