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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Jul 2026 05:33:12 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Provedor dos Direitos Humanos preocupado com atividades ilegais &#8216;online&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 05:33:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Díli, 14 jul de 2026 (Lusa) --- O Provedor dos Direitos Humanos e Justiça de Timor-Leste, Virgílio Guterres, manifestou grande preocupação com as atividades ilegais 'online', considerando que representa um perigo para o país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Díli, 14 jul de 2026 (Lusa) &#8212; O Provedor dos Direitos Humanos e Justiça de Timor-Leste, Virgílio Guterres, manifestou grande preocupação com as atividades ilegais &#8216;online&#8217;, considerando que representa um perigo para o país.</P><br />
<P>&#8220;O que está a acontecer neste momento justifica a intervenção da polícia para desmantelar as redes ilegais &#8216;online&#8217;, porque representam um risco para a nação&#8221;, afirmou o provedor, à margem da apresentação do calendário atualizado das comemorações do Dia Nacional da Função Pública, que terá lugar a 25 de setembro, no município de Ermera.</P><br />
<P>Virgílio Guterres defendeu também que as autoridades não devem limitar-se a deter apenas os suspeitos de menor relevância, mas devem deter igualmente os principais responsáveis pelas redes criminosas.</P><br />
<P>&#8220;O que pretendemos é que não sejam detidos apenas o &#8216;peixe miúdo&#8217;. O &#8216;peixe grande&#8217; e todos os que fazem parte destas redes também têm de ser responsabilizados&#8221;, afirmou o provedor dos Direitos Humanos e Justiça timorense.</P><br />
<P>O provedor apelou às autoridades policiais e judiciais para conduzirem uma investigação rigorosa e aprofundada.</P><br />
<P>&#8220;Quem quer que esteja envolvido, seja advogado, juiz ou ministro, deve responder perante a lei, sem que o cargo que ocupa sirva de proteção&#8221;, salientou.</P><br />
<P>Virgílio Guterres elogiou o trabalho desenvolvido pelas autoridades policiais na identificação e desmantelamento daquelas atividades ilegais em vários bairros da capital timorense.</P><br />
<P>&#8220;Apelo também às autoridades locais e aos cidadãos para estarem mais vigilantes, para não permitirem que estas atividades ilegais encontrem espaço para operar&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>As autoridades timorenses detiveram cerca de 300 pessoas, na sua maioria cidadãos da China, do Camboja e da Indonésia, por suspeitas de envolvimento em atividades ilegais &#8216;online&#8217;, nomeadamente jogos de azar e fraude.</P><br />
<P>Em setembro do ano passado, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) alertou para o crescimento das redes criminosas em Oecusse, o enclave timorense situado no território indonésio da ilha de Timor. Segundo a UNODC, investigações recentes demonstraram que a região começou a ser influenciada por atividades criminosas organizadas.</P><br />
<P>Na sequência desse alerta, o Governo de Timor-Leste decidiu cancelar todas as licenças já atribuídas para operações de jogos e apostas &#8216;online&#8217;, bem como proibir a emissão de novas licenças, devido aos riscos para a segurança e a estabilidade social.</P><br />
<P>Segundo a UNODC, quando redes criminosas digitais se instalam numa determinada região, &#8220;essa região torna-se frequentemente um centro de fraude cibernética e de tráfico de droga e de seres humanos&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788873]]></sapo:autor>
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		<title>Classificação dos exames nacionais termina hoje: Governo garante rigor e notas mantêm-se previstas para sexta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 05:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Termina esta terça-feira o prazo para a classificação dos exames finais nacionais do ensino secundário da 1.ª fase, depois de o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) ter decidido prolongar o calendário inicialmente previsto devido aos constrangimentos registados no novo sistema de classificação eletrónica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Termina esta terça-feira o prazo para a classificação dos exames finais nacionais do ensino secundário da 1.ª fase, depois de o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) ter decidido prolongar o calendário inicialmente previsto devido aos constrangimentos registados no novo sistema de classificação eletrónica. Apesar dos problemas detetados durante o processo, o Governo garante que o calendário revisto será cumprido, mantendo a divulgação das classificações para sexta-feira, 17 de julho.</p>
<p>O prazo para conclusão das classificações estava inicialmente previsto para 10 de julho, mas foi adiado quatro dias, na sequência das dificuldades informáticas associadas ao processo de digitalização e classificação eletrónica das cerca de 300 mil provas realizadas pelos alunos dos 11.º e 12.º anos. Segundo o MECI, o objetivo do prolongamento foi assegurar &#8220;a qualidade e o rigor do processo&#8221; e garantir aos professores o tempo necessário para concluir a avaliação.</p>
<p><strong>Ministro garante que 92% das provas já estavam classificadas</strong><br />
Na segunda-feira, véspera do fim do prazo, o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, revelou que 92% dos exames nacionais já tinham sido classificados.</p>
<p>&#8220;Neste momento, 92% dos exames estão corrigidos e a cadência está a ser muito elevada&#8221;, afirmou o governante, à entrada para uma reunião do Conselho das Escolas, em Lisboa.</p>
<p>Fernando Alexandre destacou igualmente o esforço desenvolvido durante o fim de semana.</p>
<p>&#8220;Ontem [domingo] e no sábado os professores trabalharam de forma muito intensa&#8221;, afirmou, acrescentando que existem &#8220;muitas pessoas a trabalhar para garantir o rigor da avaliação&#8221;.</p>
<p>O ministro garantiu ainda que o prazo agora fixado para esta terça-feira será cumprido &#8220;com rigor&#8221; e reiterou que os alunos terão acesso às classificações na sexta-feira, conforme previsto no calendário revisto.</p>
<p><strong>Professores voltaram a corrigir provas devido às verificações</strong><br />
Durante o fim de semana multiplicaram-se os relatos de professores classificadores que receberam novos itens para corrigir, voltaram a avaliar respostas já classificadas ou foram convocados de forma extraordinária para integrar o processo.</p>
<p>Fernando Alexandre reconheceu que alguns docentes tiveram efetivamente de repetir o trabalho.</p>
<p>&#8220;Alguns professores tiveram de corrigir duas e três vezes a mesma prova&#8221;, explicou, justificando que essa repetição ocorreu porque &#8220;foi identificado um erro&#8221;.</p>
<p>O ministro aproveitou para pedir desculpa aos docentes.</p>
<p>&#8220;Peço desculpa aos professores. É lamentável, mas é a confirmação de que temos mecanismos de controlo de qualidade e de rigor e é isso que estamos a fazer e vamos fazer tudo até ao fim&#8221;, declarou.</p>
<p><strong>MECI explica origem dos problemas e reforça processo de validação</strong><br />
Num comunicado divulgado na segunda-feira, 13 de julho, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação explicou que está em curso, desde a semana passada, um &#8220;processo normal de verificação de qualidade e validação do sistema de classificação eletrónica&#8221; das Provas Finais do Ensino Básico de Matemática e dos Exames Finais Nacionais do Ensino Secundário.</p>
<p>Segundo o comunicado, o objetivo consiste em garantir que todos os itens disponibilizados aos professores classificadores &#8220;estão completos e correspondem às respostas dadas pelos alunos nos exames em papel&#8221;.</p>
<p>O ministério explica que, durante este processo, foram identificadas diversas situações que exigiram verificações adicionais, entre elas:</p>
<ul>
<li>folhas de resposta mal digitalizadas devido à existência de dobras;</li>
<li>folhas de enunciado ou de continuação de respostas que não foram digitalizadas;</li>
<li>provas que não tinham sido inicialmente entregues às forças de segurança responsáveis pelo transporte para a Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM), tendo sido remetidas posteriormente.</li>
</ul>
<p>Estas situações obrigaram, segundo o MECI, a um &#8220;rigoroso processo de verificação das provas e dos exames guardados na INCM&#8221; e, sempre que necessário, ao contacto com as escolas.</p>
<p>O ministério admite que este controlo levou alguns classificadores a repetir correções já concluídas, mas considera que tal &#8220;demonstra a importância do processo de validação em curso, para garantir a correção de todas as falhas identificadas e, assim, o rigor da avaliação externa&#8221;, refere o comunicado do MECI.</p>
<p><strong>Novo controlo garante correspondência entre provas em papel e ficheiros digitais</strong><br />
Além das verificações já em curso, o Ministério revelou que iniciou na segunda-feira um novo processo destinado a consolidar todo o sistema.</p>
<p>De acordo com o comunicado, foi desencadeado &#8220;um processo de controlo de qualidade para consolidação do processo e validação de que cada exame realizado em papel tem correspondência exata ao seu ficheiro digitalizado&#8221;, sendo esse ficheiro PDF posteriormente disponibilizado aos alunos.</p>
<p>O MECI esclarece igualmente que todas as provas armazenadas na Imprensa Nacional-Casa da Moeda permanecem totalmente anonimizadas, pelo que &#8220;não pode ser quebrado o anonimato&#8221;, situação que apenas pode ocorrer nas escolas.</p>
<p>O ministério acrescenta ainda que &#8220;no mesmo local não decorre qualquer processo de classificação&#8221;, motivo pelo qual considera que &#8220;a credibilidade do processo não poderia ser afetada por estas atividades de verificação&#8221;.</p>
<p><strong>Governo acompanha diariamente os trabalhos</strong><br />
Face à dimensão da operação, o MECI refere que foi necessária a mobilização de um elevado número de recursos humanos, incluindo durante o fim de semana.</p>
<p>O comunicado acrescenta que, dada a importância do processo para alunos e famílias, o ministro Fernando Alexandre, o secretário de Estado Adjunto e da Educação e elementos dos respetivos gabinetes têm acompanhado permanentemente os trabalhos desenvolvidos na INCM, onde decorrem pontos de situação frequentes.</p>
<p>No final da nota oficial, o ministério assegura &#8220;todo o rigor e transparência do processo de classificação das Provas Finais e dos Exames Finais Nacionais&#8221; e agradece &#8220;o empenho, dedicação, disponibilidade e sentido de responsabilidade de todos os professores e técnicos envolvidos neste processo&#8221;.</p>
<p><strong>Professores alertam para pressão e pedem mais tempo</strong><br />
Apesar das garantias do Governo, algumas estruturas representativas dos docentes continuam a manifestar preocupação.</p>
<p>A Missão Escola Pública (MEP) afirmou que vários professores continuavam, na segunda-feira, a receber novos itens para classificação e denunciou dificuldades provocadas por folhas em falta, respostas repetidas e problemas na plataforma eletrónica.</p>
<p>A porta-voz da MEP, Cristina Mota, defendeu que, caso persistissem problemas no final do prazo, deveria ser equacionado um novo adiamento, considerando que &#8220;as questões políticas não se podem sobrepor ao rigor das avaliações externas&#8221;.</p>
<p>Também o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, reconheceu que está em curso um esforço intenso para cumprir o calendário definido pelo ministério, embora tenha defendido maior valorização do trabalho desenvolvido pelos cerca de 11 mil professores classificadores.</p>
<p>Ainda assim, Filinto Lima manifestou confiança no trabalho realizado pelos docentes, afirmando que &#8220;os resultados que forem divulgados irão refletir um trabalho de excelência&#8221;, apesar dos constrangimentos registados ao longo do processo.</p>
<p>Com o prazo de classificação a terminar esta terça-feira, todas as atenções centram-se agora na conclusão das correções e na divulgação das classificações, que o Ministério da Educação mantém prevista para sexta-feira, 17 de julho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787110]]></sapo:autor>
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		<title>Coreia do Sul eleva previsões de crescimento económico em 2026 para 3%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 05:26:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Coreia do Sul reviu hoje em alta as previsões de crescimento económico para 2026, de 2% para 3%, impulsionada pelos resultados recorde dos fabricantes de chips de memória, gerados pela procura ligada à inteligência artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Coreia do Sul reviu hoje em alta as previsões de crescimento económico para 2026, de 2% para 3%, impulsionada pelos resultados recorde dos fabricantes de chips de memória, gerados pela procura ligada à inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>&#8220;Prevíamos inicialmente uma taxa de crescimento real de 2% para este ano, mas agora revimos as nossas projeções para 3%&#8221;, anunciou o ministro das Finanças, Koo Yun-cheol, durante uma reunião do Conselho de Ministros.</P><br />
<P>A procura mundial por &#8216;chips&#8217; de memória avançados usados em centros de dados de IA tem gerado lucros históricos para os grandes fabricantes sul-coreanos, como a Samsung Electronics, cujo resultado operacional foi multiplicado por 19 no segundo trimestre de 2026. </P><br />
<P>O dinamismo do setor tem também reforçado reivindicações laborais, com a empresa a evitar em maio uma greve de grande dimensão após acordo sobre prémios.</P><br />
<P>Apesar do otimismo, o Governo alertou para riscos associados às taxas de câmbio, juros elevados e preços de consumo, agravados pelo conflito persistente no Médio Oriente. </P><br />
<P>&#8220;Embora as flutuações cambiais possam afetar os resultados, o rendimento per capita deverá manter-se em torno dos 40.000 dólares (35.012 euros)&#8221;, garantiu Koo.</P><br />
<P>O Ministério das Finanças sul-coreano sublinhou que, embora a robustez do mercado de semicondutores seja uma &#8220;bênção para os indicadores económicos&#8221;, é necessária uma resposta política ágil para enfrentar &#8220;mudanças na situação económica, incluindo a polarização crescente da riqueza&#8221;.</P><br />
<P>A Samsung e a SK hynix participam atualmente num investimento público-privado de 800.000 mil milhões de wons (471 mil milhões de euros) para construir quatro novas fábricas no sudoeste do país. </P><br />
<P>O Presidente Lee Jae Myung afirmou que as receitas fiscais extraordinárias geradas pelos fabricantes de chips ligados à IA serão usadas como fonte de investimento estratégico, descrevendo o momento como uma &#8220;janela de oportunidade dourada&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788872]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Organizações de ambiente pedem em carta ao Governo cidades adaptadas ao calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 05:23:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Doze organizações de ambiente e sustentabilidade apelam ao Governo e municípios para que assumam um compromisso com a adaptação ao calor extremo e apresentam seis propostas, como a de criar uma rede nacional de refúgios climáticos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Doze organizações de ambiente e sustentabilidade apelam ao Governo e municípios para que assumam um compromisso com a adaptação ao calor extremo e apresentam seis propostas, como a de criar uma rede nacional de refúgios climáticos.</P><br />
<P>Numa carta aberta que será entregue ao Governo na quarta-feira, as organizações sugerem que todos os municípios devem identificar e disponibilizar desde já espaços públicos e privados acessíveis, como bibliotecas, piscinas, jardins e outros, onde qualquer pessoa possa encontrar proteção durante episódios de calor extremo. </P><br />
<P>Cada município deve divulgar e elaborar um plano anual de implementação das medidas de adaptação ao calor, e fazer anualmente um balanço das medidas dos Planos Municipais de Ação Climática.</P><br />
<P>As autarquias devem também identificar e apoiar pessoas idosas isoladas, sem-abrigo ou trabalhadores expostos ao calor, entre outros.</P><br />
<P>&#8220;É particularmente crítica a renovação energética do edificado e, quando adequado, a instalação de equipamentos de climatização ativa em creches e infantários, centros de dia, lares e unidades de cuidados continuados&#8221;, dizem os subscritores na carta.</P><br />
<P>Pedem também um aumento significativo das áreas verdes e o sombreamento nas cidades, nomeadamente junto de escolas, parques infantis, paragens de transportes públicos e zonas de muito movimento pedonal.</P><br />
<P>Consideram ainda necessário adaptar edifícios e espaço público para reduzir as temperaturas nas cidades, apostar em coberturas verdes, por exemplo, e investir na eficiência energética.</P><br />
<P>Afirmando que os planos municipais de adaptação climática são &#8220;um passo fundamental&#8221; para a resiliência local, e que podem contribuir para reduzir os impactos das ondas de calor, e de outros eventos climáticos extremos, as organizações apontam que a implementação deve ser prioritária e o Governo deve disponibilizar para tal uma linha de apoio.</P><br />
<P>A carta, a ser entregue no Dia Europeu das Vítimas da Crise Climática Mundial, instituído pelo Parlamento Europeu e que se assinala a 15 de julho, tem como destinatários o primeiro-ministro e os ministros do Ambiente e Energia, Saúde e Infraestruturas e Habitação, e também o presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses.</P><br />
<P>O documento salienta que o calor extremo é &#8220;uma emergência de saúde pública&#8221; e que Portugal precisa de acelerar a implementação de medidas de adaptação. E deixa-se um alerta: as ondas de calor são o evento climático mais mortal na Europa.</P><br />
<P>A carta cita dados que indicam que a mais recente onda de calor matou mais de 1.300 europeus, recorda que Portugal já teve seis ondas de calor este ano e diz que além de uma ameaça à saúde pública as ondas de calor têm custos económicos significativos.</P><br />
<P>As organizações referem que Portugal tem legislação, mas dizem que o problema é &#8220;a velocidade da implementação&#8221; e apontam que cada árvore plantada, rua sombreada ou escola adaptada é uma intervenção para salvar vidas.</P><br />
<P>&#8220;Não podemos aceitar que, verão após verão, continuemos a contabilizar mortes evitáveis enquanto as soluções permanecem adiadas&#8221;, dizem os subscritores do documento, entre eles as associações Geota, Quercus, Zero, Greenpeace Portugal e WWF Portugal, ou a Rede Portuguesa de Embaixadores do Pacto Climático Europeu.</P><br />
<P>Num comunicado, a Rede de Embaixadores explica que a entrega da carta se insere numa ação de sensibilização junto da sede do Governo sob o tema &#8220;Lisboa não é uma sauna!&#8221;, ação essa em que os participantes irão envolverem-se em toalhas e levantar cartazes precisamente com essa frase.</P><br />
<P>A ação associa-se à campanha europeia &#8220;#citiesnotsaunas&#8221; promovida pela CAN Europe (Climate Action Network Europe), que é a maior coligação europeia de organizações não-governamentais de luta contra as alterações climáticas. Tem como principal objetivo exigir cidades que consigam resistir às ondas de calor.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788868]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tempo em Portugal: terça-feira traz ambiente ameno antes de nova subida das temperaturas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 05:15:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal continental deverá continuar esta terça-feira sob a influência de um padrão meteorológico marcado pela entrada de ar marítimo, que mantém as temperaturas relativamente amenas para a época do ano, sobretudo nas regiões costeiras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental deverá continuar esta terça-feira sob a influência de um padrão meteorológico marcado pela entrada de ar marítimo, que mantém as temperaturas relativamente amenas para a época do ano, sobretudo nas regiões costeiras. Enquanto grande parte da Europa Ocidental continua a enfrentar uma intensa onda de calor, o território continental português permanece protegido pela presença de depressões isoladas em altitude, que continuam a empurrar o ar mais quente para leste, em direção a Espanha, França e outros países vizinhos. Ainda assim, os modelos apontam para uma possível alteração do estado do tempo a partir do próximo fim de semana, embora essa evolução continue rodeada de alguma incerteza.</p>
<p>Para esta terça-feira, as previsões do portal especializado <a href="https://lusometeo.com/previsao-semanal/tempo-esta-semana-59-31419/" target="_blank" rel="noopener">LusoMeteo</a> apontam para a persistência de neblinas matinais ao longo da costa ocidental, fenómeno que deverá dissipar-se gradualmente durante a manhã, dando lugar a uma tarde com céu pouco nublado ou limpo na maior parte do país. No Interior, o ambiente será mais quente, enquanto no litoral as temperaturas continuarão condicionadas pela influência do oceano. O vento deverá soprar fraco a moderado de oeste. Nos Açores e na Madeira prevê-se tempo geralmente seco, alternando entre períodos de maior nebulosidade e boas abertas, com vento fraco a moderado.</p>
<p>Um dos destaques meteorológicos desta semana continua a ser a temperatura da água do mar na costa ocidental portuguesa, que poderá atingir valores entre 22 ºC e 24 ºC entre terça e quinta-feira, uma situação pouco habitual para esta época do ano nesta faixa costeira. A persistência das neblinas costeiras está precisamente associada a esta influência marítima, que também tem contribuído para manter o ambiente mais fresco junto ao litoral.</p>
<p>A tendência para os próximos dias aponta para a manutenção deste padrão de verão sem extremos. Na quarta-feira, o tempo deverá permanecer seco, com céu geralmente limpo, embora o litoral continue relativamente fresco e sujeito à formação de alguma nebulosidade matinal, enquanto o Alentejo poderá voltar a ultrapassar os 35 ºC. Na quinta-feira, o cenário deverá manter-se praticamente inalterado, com calor normal para julho nas regiões do Interior e temperaturas da água do mar ainda acima da média. Nos Açores prevê-se a ocorrência de aguaceiros ocasionais e, na Madeira, poderão surgir aguaceiros fracos nas encostas voltadas a norte e nas zonas montanhosas.</p>
<p>A partir de sexta-feira é esperada uma intensificação da nortada ao longo do litoral ocidental. Além de ajudar a dissipar mais rapidamente as neblinas costeiras, este vento deverá iniciar uma descida gradual da temperatura da água do mar. No Interior, as temperaturas poderão subir ligeiramente, constituindo este reforço do vento do quadrante norte um dos primeiros sinais do fortalecimento do anticiclone.</p>
<p>É precisamente durante o fim de semana que poderá ocorrer uma alteração mais significativa do estado do tempo. A análise meteorológica indica uma provável subida gradual das temperaturas nos dias 18 e 19 de julho, mais evidente no domingo e sobretudo nas regiões do Interior, onde os termómetros poderão voltar a aproximar-se dos 40 ºC. No litoral, o tempo deverá continuar mais moderado, com predomínio de céu limpo e vento de norte. No entanto, esta previsão apresenta um grau de incerteza superior ao habitual, uma vez que os modelos continuam a revelar dificuldades em definir a evolução de uma perturbação em altitude e o posicionamento do anticiclone, fatores que poderão influenciar a intensidade do aquecimento previsto.</p>
<p>Nas regiões autónomas, a Madeira deverá manter um cenário de grande estabilidade ao longo da semana, com predomínio do sol, alguma nebulosidade ocasional e temperaturas ligeiramente acima da média climatológica de julho. Nos Açores, o estado do tempo continuará mais variável, com passagem de frentes pouco ativas, períodos de céu muito nublado alternados com abertas e ocorrência de aguaceiros dispersos. Em ambos os arquipélagos, a agitação marítima deverá permanecer reduzida, com ondas geralmente entre um e dois metros de altura significativa, enquanto a temperatura da água do mar deverá rondar os 22 ºC nos Açores e os 24 ºC na Madeira.</p>
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		<title>Ex-membro do Politburo expulso do Partido Comunista Chinês por corrupção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 05:12:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-membro do Politburo do Partido Comunista Chinês e antigo chefe do partido na região de Xinjiang, Ma Xingrui, foi expulso da organização política, na sequência de uma investigação por corrupção, informou hoje a imprensa estatal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ex-membro do Politburo do Partido Comunista Chinês e antigo chefe do partido na região de Xinjiang, Ma Xingrui, foi expulso da organização política, na sequência de uma investigação por corrupção, informou hoje a imprensa estatal.</P><br />
<P>Ma, de 67 anos, tornou-se o terceiro membro do Politburo &#8212; o principal órgão político do regime &#8212; a ser investigado no atual mandato, iniciado em 2022, um cenário sem precedentes nas últimas décadas.</P><br />
<P>O Politburo analisou e aprovou, em 30 de junho, o relatório sobre o caso elaborado pela Comissão Central de Inspeção Disciplinar (CCDI), o principal órgão anticorrupção do partido, segundo a agência noticiosa oficial chinesa Xinhua.</P><br />
<P>De acordo com o relatório, Ma &#8220;perdeu os seus ideais e convicções&#8221;, &#8220;abandonou a sua fé política&#8221;, &#8220;traiu os princípios e a missão original do partido&#8221; e &#8220;violou gravemente a disciplina política e as regras&#8221; do Partido Comunista Chinês.</P><br />
<P>A investigação a Ma foi anunciada em abril.</P><br />
<P>A CCDI acusou-o também de &#8220;aceitar indevidamente presentes e dinheiro&#8221;, de ajudar familiares a adquirir imóveis a preços reduzidos e de se envolver em &#8220;trocas de poder por sexo e dinheiro&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o organismo, Ma permitiu ainda que familiares utilizassem a sua influência para obter lucros elevados, contribuindo para uma &#8220;corrupção desenfreada no seio da família&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O poder público que lhe foi confiado foi distorcido num instrumento de ganho pessoal&#8221;, referiu a Xinhua, acrescentando que Ma usou o cargo para beneficiar terceiros em operações comerciais, adjudicação de projetos e promoções profissionais.</P><br />
<P>O ex-dirigente terá ainda, através de familiares ou associados, &#8220;aceitado ilegalmente grandes quantias de dinheiro e bens&#8221;.</P><br />
<P>O relatório apontou também falhas na supervisão de subordinados, cujas &#8220;graves violações da disciplina e da lei&#8221; não foram devidamente controladas, com &#8220;consequências severas&#8221;.</P><br />
<P>Entre as acusações, constam ainda interferências em decisões de pessoal, com benefícios indevidos em processos de seleção e nomeação de quadros, bem como a colocação irregular de pessoas em cargos, diretamente ou através de familiares.</P><br />
<P>A CCDI indicou que Ma não confessou de forma honesta os seus problemas de corrupção durante as primeiras averiguações e que a sua conduta se prolongou após o 18º Congresso do partido, quando o Presidente chinês, Xi Jinping, lançou a campanha anticorrupção.</P><br />
<P>A conduta de Ma foi considerada &#8220;extremamente grave&#8221; e de &#8220;impacto extremamente negativo&#8221;, sendo que os seus ganhos ilegais serão confiscados e o caso remetido para a justiça para julgamento.</P><br />
<P>Desde que chegou ao poder, em 2012, Xi Jinping lançou uma ampla campanha anticorrupção que atingiu responsáveis de todos os níveis da administração, desde quadros locais até dirigentes do Partido Comunista, do Governo e das Forças Armadas.</P><br />
<P>Considerada uma das principais iniciativas políticas de Xi, a campanha revelou vários casos de suborno e desvio de fundos, embora alguns analistas defendam que também serviu para afastar rivais políticos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788866]]></sapo:autor>
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		<title>Brexit: Gibraltar e La Línea perdem fronteira mas mantêm desigualdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 05:08:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Gibraltar e La Línea deixam na quarta-feira de ter um vedação a separá-las, mas continuarão a ser as duas localidades europeias que partilham um mesmo território com mais desigualdade, sublinhou o autarca da cidade espanhola, Juan Franco.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Gibraltar e La Línea deixam na quarta-feira de ter um vedação a separá-las, mas continuarão a ser as duas localidades europeias que partilham um mesmo território com mais desigualdade, sublinhou o autarca da cidade espanhola, Juan Franco.</P><br />
<P>&#8220;Não o digo eu, são as estatísticas. Não há duas localidades que partilhem território [na União Europeia] onde haja esta desigualdade&#8221;, disse em entrevista à agência Lusa o presidente da câmara de La Línea de la Concepción, no sul de Espanha.</P><br />
<P>Juan Franco dá o exemplo dos níveis de desemprego, com La Línea a registar uma das taxas mais altas de Espanha (perto de 35% em 2025, segundo dados oficiais). Em Gibraltar, território britânico que partilha toda a sua fronteira terrestre, de cerca de 1,2 quilómetros com La Línea, a situação é de pleno emprego.</P><br />
<P>&#8220;E estamos na melhor situação quanto ao desemprego desde 2007, praticamente 20 anos. E há 7.600 desempregados na cidade&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Neste contexto, Juan Franco pediu que o acordo entre a UE e o Reino Unido para Gibraltar, que será assinado hoje em Bruxelas e entrará em vigor na próxima meia-noite, seja acompanhado por medidas e ajudas que se traduzam numa oportunidade de desenvolvimento para La Línea de la Concepción e toda a comarca espanhola Campo de Gibraltar, que engloba diversos municípios.</P><br />
<P>O acordo regula a relação de Gibraltar com o resto da UE na sequência do Brexit, a saída do Reino Unido do bloco europeu, aprovada há 10 anos num referendo.</P><br />
<P>O caso &#8216;sui generis&#8217; de Gibraltar ditou que fosse necessária uma década para chegar a um acordo, que teve de ser muito específico e não conseguiu enquadrar-se no entendimento geral de 2020 a que chegaram Reino Unido e UE.</P><br />
<P>O acordo &#8220;é positivo porque a alternativa tinha sido um desastre&#8221;, considerou Juan Franco.</P><br />
<P>Essa alternativa seria manter a vedação que existe desde 1909 em redor de Gibraltar e a separa de La Línea e um posto fronteiriço com duplo controlo de passaportes e mercadorias, que teria de ser reforçado, para respeitar as regras das fronteiras externas da UE.</P><br />
<P>Nestes dez anos, manteve-se, genericamente, a situação que existia antes do Brexit e tanto Gibraltar como La Línea viveram num limbo jurídico que permitiu a entrada (e saída) diária de 15 mil pessoas no território britânico para trabalhar (maioria a pé), assim como o abastecimento por empresas espanholas da colónia inglesa.</P><br />
<P>É preciso ainda juntar os turistas que permanentemente visitam Gibraltar, cruzando o único ponto de passagem terrestre e os gibraltarenhos que fazem em La Línea as suas compras ou aproveitam diversos serviços da cidade espanhola.</P><br />
<P>Em alguns momentos, houve notícias de longas filas para entrar em Gibraltar, formadas sobretudo pelos trabalhadores, quando as autoridades policias dos dois lados decidiam aplicar as regras de uma fronteira externa da UE, numa forma de alertar os políticos para a necessidade de um acordo que regularizasse a situação.</P><br />
<P>Com o acordo que por fim foi alcançado, tanto a vedação que separa Gibraltar de La Línea como o controlo fronteiriço deixam de existir na próxima meia-noite.</P><br />
<P>Nascido em 1975 em La Línea de la Concepción, Juan Franco sabe por experiência própria e relatos familiares e da história como a cidade nasceu, cresceu e sempre dependeu do &#8220;calor económico de Gibraltar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A passagem pela fronteira é vital. É preciso ter em conta que só na nossa cidade vivem 11 mil pessoas que trabalham em Gibraltar. Outras 5.000 vivem nas aldeias e cidades em redor. Uma empresa de La Línea tem em média um terço da sua faturação com clientes gibraltarenhos. Ou seja, se tivéssemos ali uma barreira seria um autêntico desastre económico e social&#8221;, explicou.</P><br />
<P>O autarca considerou que o acordo é positivo, mas também insuficiente e, em alguns pontos, &#8220;deixa as coisas um pouco para um futuro um tanto indeterminado&#8221;, como a criação de &#8220;um fundo de coesão social&#8221; sem definir &#8220;quem o vai nutrir, com que quantidades ou que fins&#8221;.</P><br />
<P>Há ainda a intenção declarada por parte de Espanha de &#8220;estabelecer una zona económica especial com um tratamento fiscal diferenciado para determinadas atividades&#8221; para La Línea &#8220;poder ter um desenvolvimento equiparável ao de Gibraltar&#8221;, que para Juan Franco tem de se transformar em realidade.</P><br />
<P>O presidente da câmara sublinhou ainda outras situações a que deve ser dada resposta e que derivam &#8220;da vizinhança com Gibraltar&#8221;, como o caso dos pensionistas que trabalharam sempre no território britânico, onde as reformas são &#8220;muito baixas&#8221; e compensadas no lado inglês com ajudas de que só podem beneficiar os residentes na colónia, deixando numa situação complicada os milhares de trabalhadores espanhóis.</P><br />
<P>Apesar de La Línea sempre ter vivido &#8220;ao calor da economia de Gibraltar&#8221;, o desenvolvimento foi mais lento e desigual, sobretudo depois do fecho total da fronteira entre 1969 e 1982 (para as pessoas) e 1985 (para as mercadorias), na sequência de uma decisão do ditador espanhol Francisco Franco que deixou milhares de pessoas da cidade sem trabalho e levou a um êxodo de dezenas de milhares de habitantes &#8220;de um ano para outro&#8221;.</P><br />
<P>Em paralelo, nas palavras de Juan Franco, houve &#8220;o paradoxo de a inversão do Estado [espanhol] para estabelecer nesta região uma zona próspera ter acabado por se focar nas cidades em redor&#8221;, como o porto de Algeciras, deixando sem &#8220;praticamente nada&#8221; o &#8220;município muito pequeno&#8221; de La Línea, apesar de ser o único que faz fronteira com Gibraltar.</P><br />
<P>Na próxima meia-noite, quando entrar em vigor o acordo da UE com o Reino Unido, Juan Franco irá à fronteira celebrar com o chefe do executivo gibraltarenho, Fabian Picardo, o fim do posto de controlo e o levantamento da vedação.</P><br />
<P>Será, como bem sabem Franco e Picardo, ambos nascidos nas cidades que hoje administram e com idades similares, um momento cheio de simbolismo, mas também de alguma emoção. </P><br />
<P>Não há ninguém vivo que tenha conhecido Gibraltar ou La Línea sem &#8220;la verja&#8221; ou &#8220;a vedação&#8221;, considerado &#8220;o último muro da Europa continental&#8221;, apesar de a relação entre os moradores de um lado e outro ser &#8220;uma questão quotidiana&#8221;, como explicou Juan Franco: &#8220;o cidadão comum o que quer é vir ao ginásio aqui ou ir lá trabalhar&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788865]]></sapo:autor>
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		<title>Maior fórum moçambicano de negócios arranca hoje e analisa projetos de mais de 1.000 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 04:45:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Empresários moçambicanos e o Governo reúnem-se hoje e na quarta-feira em Maputo para analisar o setor e projetos de mais de mil milhões de euros, na Conferência Anual do Setor Privado (CASP), com 2.000 participantes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Empresários moçambicanos e o Governo reúnem-se hoje e na quarta-feira em Maputo para analisar o setor e projetos de mais de mil milhões de euros, na Conferência Anual do Setor Privado (CASP), com 2.000 participantes.</P><br />
<P>A 21.ª edição da CASP, o maior fórum moçambicano de diálogo entre os setores privado e público, vai decorrer no Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano, em Maputo, com a sessão de abertura a ser dirigida pelo Presidente da República, Daniel Chapo, prevendo discutir, também com empresários estrangeiros, projetos avaliados em 1.200 milhões de dólares (1.050 milhões de euros), de acordo com a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), que congrega o setor privado.</P><br />
<P>Segundo os empresários, estes projetos inserem-se em setores prioritários como agronegócio, agroprocessamento, transporte e logística, infraestruturas, turismo, indústria transformadora, digitalização e economia verde.</P><br />
<P>O evento decorrerá sob o lema &#8220;Produzir, Transformar e Competir: Construindo uma Economia Forte e Resiliente&#8221;, realizando-se num contexto económico desafiante, caraterizado por choques climáticos e pressões internas e externas que minam o ambiente de negócios no país, conforme informação da CTA.</P><br />
<P>&#8220;Por isso, o foco, para esta edição, é produzir mais e impulsionar o agronegócio, transformar essa produção em valor acrescentado e competir nos mercados regionais e globais&#8221;, adianta a CTA.</P><br />
<P>São esperadas mais de 2.000 pessoas, entre membros do Governo, empresários, investidores nacionais e internacionais, parceiros de cooperação, académicos e representantes da sociedade civil. Estão igualmente previstos mais de 50 expositores, bem como a participação de seis países através de delegações bilaterais e de oito instituições financeiras, entre bancos de desenvolvimento, fundos de investimento e agências de crédito com foco nas pequenas e médias empresas.</P><br />
<P>O programa prevê quatro principais momentos, começando com uma sessão plenária de alto nível, destinada a promover o diálogo público-privado com a presença do chefe de Estado moçambicano. Segue-se um fórum de investimento e parcerias, no qual serão apresentadas oportunidades de negócio com vista a catalisar parcerias e atrair capital para setores estratégicos.</P><br />
<P>A CTA agendou igualmente sessões setoriais e temáticas e fóruns técnicos multissetoriais destinados a identificar constrangimentos e propor soluções em áreas estratégicas como indústria, agricultura, energia, turismo, finanças e economia digital, bem como uma Feira Empresarial e de Inovação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788864]]></sapo:autor>
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		<title>China exporta mais de um milhão de automóveis em junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 04:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A China exportou pela primeira vez mais de um milhão de automóveis num único mês, em junho, consolidando a liderança mundial no setor e aumentando a pressão comercial sobre parceiros comerciais como a União Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China exportou pela primeira vez mais de um milhão de automóveis num único mês, em junho, consolidando a liderança mundial no setor e aumentando a pressão comercial sobre parceiros comerciais como a União Europeia.</P><br />
<P>Segundo dados divulgados hoje pela Administração-Geral das Alfândegas da China, o país exportou 1,06 milhões de automóveis em junho, mais 71,2% do que no mesmo mês do ano passado.</P><br />
<P>Ao ritmo atual, a China deverá ultrapassar os 10 milhões de veículos exportados este ano, acima dos 7,1 milhões registados em 2025 e mais do dobro dos 4,9 milhões de 2023.</P><br />
<P>O desempenho das exportações automóveis contribuiu para um aumento global de 27% das exportações chinesas em junho, acima dos 19,4% observados em maio, enquanto as importações cresceram 36%.</P><br />
<P>O excedente comercial da China atingiu 576 mil milhões de dólares (505 mil milhões de euros) no primeiro semestre, embora tenha recuado 4,7% face ao mesmo período do ano passado.</P><br />
<P>O vice-diretor do Gabinete Nacional de Estatísticas, Wang Jun, atribuiu o crescimento das exportações de veículos elétricos à transição mundial para uma economia de baixo carbono, afirmando que esta está a impulsionar a procura pelos &#8220;produtos verdes&#8221; chineses.</P><br />
<P>Além dos automóveis elétricos, as exportações de baterias de lítio e de turbinas eólicas cresceram, respetivamente, 37,6% e 35,6% no primeiro semestre.</P><br />
<P>Em sentido contrário, as exportações de terras raras diminuíram 34% em junho, face ao mesmo mês do ano passado, e 6,4% no conjunto do semestre, depois de Pequim ter reforçado os controlos à exportação destes minerais estratégicos, essenciais para diversas indústrias de alta tecnologia.</P><br />
<P>As importações foram impulsionadas sobretudo pela procura de semicondutores. A China importou 53,7 mil milhões de circuitos integrados em junho, mais 6,8% do que um ano antes, elevando o crescimento acumulado no semestre para 8,1%.</P><br />
<P>A aceleração das exportações automóveis ocorre num contexto de abrandamento das vendas no mercado interno, após o fim parcial dos incentivos à compra de veículos elétricos e à quebra da procura por automóveis com motor de combustão.</P><br />
<P>A redução da procura doméstica levou fabricantes chineses e estrangeiros instalados no país a direcionarem uma parte crescente da produção para os mercados externos, uma estratégia que motivou a imposição de tarifas adicionais por parte da União Europeia sobre veículos elétricos fabricados na China.</P><br />
<P>As autoridades chinesas rejeitam as acusações de que o setor beneficia de subsídios desleais, defendendo que a competitividade da indústria resulta da inovação tecnológica e das economias de escala.</P><br />
<P>Entre os principais fabricantes, a fabricante BYD vendeu 175 mil veículos no estrangeiro em junho, mais 95% do que no mesmo mês do ano anterior, enquanto as vendas internacionais representaram um recorde de 43% da produção da empresa.</P><br />
<P>A Geely exportou pela primeira vez mais de 100 mil veículos num único mês, ao vender 102.874 unidades no exterior, um aumento homólogo de 157%.</P><br />
<P>Já a Chery exportou 191.062 automóveis em junho, mais 80% do que há um ano, estabelecendo pelo quarto mês consecutivo um novo máximo mensal entre os fabricantes chineses.</P><br />
<P> </P><br />
<P>JPI //</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788863]]></sapo:autor>
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		<title>Japão defende Tribunal Penal Internacional contra campanha dos EUA para o desmantelar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 04:35:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo japonês reafirmou hoje o "apoio constante" ao Tribunal Penal Internacional (TPI), na sequência da campanha lançada na véspera por Washington, que advoga o desmantelamento do organismo sediado em Haia, que acusa de intrometer-se em assuntos internos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo japonês reafirmou hoje o &#8220;apoio constante&#8221; ao Tribunal Penal Internacional (TPI), na sequência da campanha lançada na véspera por Washington, que advoga o desmantelamento do organismo sediado em Haia, que acusa de intrometer-se em assuntos internos.</P><br />
<P>&#8220;O Japão atribui grande importância à erradicação e prevenção de crimes graves, bem como à defesa do Estado de direito&#8221;, afirmou hoje numa conferência de imprensa o porta-voz do Governo, Minoru Kihara, que sublinhou o apoio permanente que o arquipélago tem prestado a este tribunal.</P><br />
<P>Kihara disse ainda que Tóquio está a &#8220;acompanhar com preocupação&#8221; o recente anúncio dos Estados Unidos de tentar desmantelar a instituição, através de pressões exercidas sobre os aliados de Washington para que abandonem o organismo. </P><br />
<P>O Governo japonês tenciona &#8220;definir a sua resposta observando as futuras ações dos Estados Unidos e mantendo a comunicação com o TPI e com os restantes Estados-Membros&#8221;, anunciou o porta-voz.</P><br />
<P>A campanha norte-americana, anunciada na segunda-feira pelo secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, tem como objetivo proibir a entrada nos Estados Unidos do pessoal do TPI e aumentar as sanções contra os membros da instituição e organizações afiliadas.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento, o TPI e os seus aliados estão a travar uma guerra contra o nosso país, não com balas ou mísseis, mas com estatutos, tratados e a força do que se chama &#8216;Direito Internacional'&#8221;, declarou Rubio, numa mensagem vídeo divulgada nas redes sociais, acompanhada por um artigo de opinião publicado no diário The Wall Street Journal e por um comunicado do Departamento de Estado.</P><br />
<P>A Administração do Presidente Donald Trump irá convocar embaixadores e altos responsáveis de nações estrangeiras para destacar &#8220;os abusos do TPI&#8221; e instá-los a retirarem-se do organismo, indicou Rubio, classificando o organismo como pretendente a tornar-se &#8220;um árbitro global sem prestação de contas&#8221;.</P><br />
<P>Os Estados Unidos não são signatários do Estatuto de Roma, que criou o TPI, e a Administração Trump impôs sanções a altos funcionários do Tribunal por investigarem alegados crimes de guerra cometidos por pessoal norte-americano no Afeganistão e por agirem contra funcionários israelitas, um aliado fundamental de Washington.</P><br />
<P>No final de 2025, a presidente do TPI, a juíza japonesa Tomoko Akane, denunciou as sanções contra os seus procuradores e juízes, salientando que a medida os &#8220;coloca ao mesmo nível de terroristas e traficantes de droga&#8221;, ao mesmo tempo que sublinhou que o tribunal não cederá &#8220;a qualquer pressão&#8221; e que a sua independência &#8220;permanece intacta&#8221;.</P><br />
<P>Neste contexto, a ONG Human Rights Watch (HRW) chegou a pressionar as autoridades japonesas para que se pronunciassem publicamente no sentido de intensificar esforços em defesa do tribunal, sujeito a &#8220;uma pressão extrema por parte dos Estados Unidos&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788862]]></sapo:autor>
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		<title>Cidadão chinês acusado de ser peça-chave no tráfico de fentanil no México</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 04:25:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O chinês Zhang Zhidong, conhecido como "Irmão Wang", é apontado pelas autoridades norte-americanas como figura central na cadeia de fornecimento de precursores químicos para a produção de fentanil no México, segundo documentos judiciais e fontes policiais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chinês Zhang Zhidong, conhecido como &#8220;Irmão Wang&#8221;, é apontado pelas autoridades norte-americanas como figura central na cadeia de fornecimento de precursores químicos para a produção de fentanil no México, segundo documentos judiciais e fontes policiais.</P><br />
<P>Zhang, de 39 anos, foi detido em 2024 no México, de onde conseguiu fugir antes de ser recapturado e extraditado para os Estados Unidos em 2025. </P><br />
<P>Segundo a emissora BBC, em tribunal, o então procurador-adjunto Todd Blanche classificou-o como &#8220;um dos traficantes mais perigosos do mundo&#8221;, acusando-o de gerir uma rede global de tráfico de cocaína, fentanil e metanfetaminas e de lavar milhões de dólares em lucros do narcotráfico. </P><br />
<P>O fentanil é um opioide sintético de alta potência, utilizado legalmente como anestésico e analgésico, mas que se tornou o centro de uma grave crise de saúde pública e segurança global devido ao uso ilícito e tráfico internacional.</P><br />
<P>O arguido declarou-se inocente e aguarda julgamento.</P><br />
<P>De acordo com autoridades mexicanas, Zhang terá exportado mais de 1.000 quilos de cocaína, 1.800 quilos de fentanil e 600 quilos de metanfetaminas, movimentando cerca de 150 milhões de dólares (131,6 milhões euros) anuais. </P><br />
<P>A Procuradoria mexicana divulgou cartazes de &#8220;procura-se&#8221; com vários dos seus apelidos, incluindo &#8220;Irmão Wang&#8221;.</P><br />
<P>Investigadores independentes sublinharam que Zhang desempenhava o papel de intermediário entre fabricantes químicos chineses e cartéis mexicanos, função considerada &#8220;crucial&#8221; na cadeia de abastecimento. </P><br />
<P>A Administração de Repressão às Drogas norte-americana (DEA, na sigla em inglês) registou uma queda na pureza do fentanil após a sua captura, associada a dificuldades na obtenção de precursores.</P><br />
<P>Formado em Espanhol pela Universidade de Pequim em 2010, Zhang mudou-se para o México em 2011 para trabalhar numa empresa mineira chinesa. </P><br />
<P>Após o colapso da empresa, permaneceu no país e, segundo colegas, começou a oferecer serviços de câmbio de dólares, suspeitando-se de branqueamento de capitais. </P><br />
<P>Fontes policiais e membros do cartel afirmam que, a partir de 2016, já operava uma vasta rede de tráfico e lavagem, tendo estabelecido relações próximas com a liderança do cartel.</P><br />
<P>Um relatório do Departamento de Estado dos EUA de 2025 apontou a China como um dos maiores produtores e exportadores de químicos usados em drogas sintéticas, referindo que o setor tem 160 mil empresas e que a fiscalização é insuficiente.</P><br />
<P>A embaixada da China em Washington rejeitou acusações de complacência, afirmando que o país tem uma das políticas mais rigorosas de combate ao narcotráfico e que todas as substâncias relacionadas com o fentanil foram colocadas sob controlo em 2019.</P><br />
<P>Apesar da detenção, membros do cartel de Sinaloa admitem que Zhang deixou contactos suficientes para manter o negócio. </P><br />
<P>&#8220;Se ele desapareceu, outro ocupará o lugar. O negócio não vai parar&#8221;, disse um dos membros da organização à BBC.</P></p>
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		<title>Maioria das vítimas de incêndio em bar de Banguecoque presa em casas de banho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 04:08:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A maioria das 27 vítimas mortais do incêndio que deflagrou num bar com música ao vivo em Banguecoque foi encontrada encurralada em casas de banho sem janelas, onde terão procurado escapar às chamas, anunciaram as autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> A maioria das 27 vítimas mortais do incêndio que deflagrou num bar com música ao vivo em Banguecoque foi encontrada encurralada em casas de banho sem janelas, onde terão procurado escapar às chamas, anunciaram as autoridades.</P><br />
<P>O fogo no bar Rong Beer Na Ladprao &#8211; o mais mortífero na cidade em 17 anos &#8211; deflagrou na noite de domingo, na zona norte da capital tailandesa, com os bombeiros a demorarem meia hora a controlá-lo. </P><br />
<P>Segundo responsáveis municipais, 25 pessoas permanecem hospitalizadas em estado crítico. O governador de Banguecoque, Chadchart Sittipunt, afirmou que a maioria das mortes resultou da inalação de fumo.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o local estava isolado com dezenas de peritos forenses que procuravam pistas sobre a origem do incêndio. </P><br />
<P>As janelas viradas para a rua estavam destruídas e os passeios cobertos de destroços, incluindo televisores, colunas e uma guitarra elétrica carbonizados. </P><br />
<P>Jornalistas da Associated Press observaram garrafas de cerveja intactas sobre mesas queimadas através dos vidros partidos.</P><br />
<P>O bar, que se apresenta como cervejaria, dizia poder receber até 600 clientes. Não se sabe quantas pessoas estavam presentes na noite de domingo. </P><br />
<P>O centro de emergência Erawan indicou que 73 pessoas ficaram feridas, com pelo menos 27 mortos confirmados.</P><br />
<P>O chefe da Polícia da Tailândia, Kittharath Punpetch, disse que a maioria dos mortos foi encontrada em casas de banho sem janelas, junto a uma saída traseira, onde terão procurado refúgio. </P><br />
<P>Essa saída não foi utilizada, e estaria possivelmente bloqueada por uma mesa de venda de doces, com outra saída, perto da cozinha, talvez bloqueada por prateleiras e cacifos. Havia sinais de que algumas portas de emergência poderiam estar trancadas.</P><br />
<P>Os investigadores concentraram-se no teto acima do palco, onde foram encontrados materiais decorativos. A polícia vai analisar se foram usados elementos inflamáveis e como estavan instalados os cabos elétricos. </P><br />
<P>O primeiro-ministro, Anutin Charnvirakul, disse que um músico relatou ter visto fumo sair de um disjuntor antes de a energia falhar, seguido de uma explosão e da rápida propagação de fumo espesso.</P><br />
<P>Vídeos nas redes sociais mostram pessoas a fugir enquanto as chamas saíam do edifício de um andar e o fumo negro subia ao céu.</P><br />
<P>Em comunicado publicado na rede social Facebook, o bar fez um pedido de desculpas e apresentou condolências, garantindo estar a cooperar com as autoridades. O proprietário ficou gravemente ferido e está nos cuidados intensivos.</P><br />
<P>Familiares reuniram-se no Instituto de Medicina Forense de Banguecoque para identificar os corpos, com Keo Oudone Poungpany, de 24 anos, a reconhecer o irmão mais novo, ambos trabalhadores migrantes do Laos empregados no bar. </P><br />
<P>Poungpany disse que estava numa casa de banho exterior quando o fogo começou e descreveu o caos ao regressar: &#8220;O calor era insuportável, não consegui voltar a entrar. Agora só quero levar o corpo do meu irmão para casa, para os meus pais&#8221;.</P><br />
<P>Em 2022, um incêndio num bar de música no leste da Tailândia matou 14 pessoas. </P><br />
<P>Mais de uma década antes, em 2009, 67 pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas num fogo durante a celebração de Ano Novo no clube Santika, em Banguecoque, aparentemente provocado por fogo de artifício no interior.</P></p>
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		<title>Mundial2026: Espanha e vice-campeã França decidem o primeiro finalista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 04:08:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Espanha, que eliminou Portugal nos oitavos de final do Mundial2026 de futebol, e a vice-campeã França decidem hoje o primeiro finalista do torneio, no arranque das meias-finais, entre duas seleções que procuram voltar a conquistar o troféu.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Espanha, que eliminou Portugal nos oitavos de final do Mundial2026 de futebol, e a vice-campeã França decidem hoje o primeiro finalista do torneio, no arranque das meias-finais, entre duas seleções que procuram voltar a conquistar o troféu.</P><br />
<P>Os franceses, derrotados pela Argentina na final do Mundial2022, tentam reeditar os êxitos de 1998 e 2018 (foram finalistas vencidos em 2006 e 2022), enquanto os espanhóis ambicionam repetir a conquista de 2010, na única presença na final, no jogo que se vai disputar no Estádio AT&amp;T, em Arlington, nos Estados Unidos, com início às 14:00 (20:00 em Lisboa).</P><br />
<P>O favoritismo da França acentuou-se durante a competição, muito por força do desempenho do avançado Kylian Mbappé, melhor marcador da prova, a par do argentino Lionel Messi, ambos com oito golos (tendo ainda efetuado três assistências), bem como dos colegas de setor Ousmane Dembélé (cinco golos e duas assistências) e Michael Olise (cinco assistências).</P><br />
<P>A equipa liderada pelo selecionador Didier Deschamps venceu todos os seis jogos realizados no Mundial2026, com um registo esclarecedor de golos (16-2), tendo passado incólume pela fase a eliminar: 3-0 à Suécia, na nova ronda de 16 avos de final, 1-0 ao Paraguai, nos &#8216;oitavos&#8217;, e 2-0 a Marrocos, nos &#8216;quartos&#8217;.</P><br />
<P>A Espanha, tal como a estrela Lamine Yamal, tem-se mostrado menos impressionante. Iniciou a campanha com um &#8216;nulo&#8217; perante o estreante Cabo Verde, mas desde então, com maior ou menor dificuldade, bateu todos os adversários, passando pela fase a eliminar com triunfos sobre Áustria (3-0), nos 16 avos de final, Portugal (1-0), nos &#8216;oitavos&#8217;, e Bélgica (2-1), na luta pelas meias-finais.</P><br />
<P>A equipa treinada por Luis de la Fuente estabeleceu o recorde de tempo sem sofrer golos na história do Campeonato do Mundo (650 minutos, que teve início ainda durante a edição de 2022 e terminou com o tento dos belgas), mas precisou que o suplente Mikel Merino decidisse a seu favor, muito tardiamente, as partidas com Portugal e Bélgica.</P><br />
<P>Se a França se impôs no único confronto a eliminar em Mundiais (3-1, nos oitavos de final de 2006), a Espanha saiu por cima em duas meias-finais disputadas recentemente frente aos gauleses, no Euro2024 (2-1), que acabou por conquistar, e na Liga das Nações de 2025 (5-4, num jogo que esteve a vencer por 5-1), antes de perder com Portugal na final.</P><br />
<P>Na quarta-feira disputa-se a segunda meia-final do Mundial2026, entre a Inglaterra, campeã em 1966, e a Argentina, detentora do troféu e que já ergueu o cetro três vezes na mais importante prova de seleções (1978, 1986 e 2022), no Estádio Mercedez-Benz, em Atlanta, em jogo com início às 15:00 (20:00 em Lisboa).</P><br />
<P>A final do Mundial2026, o primeiro alargado a 48 seleções, cuja fase final se realiza nos Estados Unidos, no México e no Canadá, está marcada para domingo, no Estádio MetLife, em East Rutherford, a partir das 15:00 (20:00), enquanto o jogo de atribuição do terceiro e quarto lugares disputa-se um dia antes, no sábado, no Estádio Hard Rock, em Miami Gardens, às 17:00 (22:00).</P></p>
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		<item>
		<title>Físico quântico chinês recebe maior distinção da ONU para as ciências básicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 02:55:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O físico quântico chinês Pan Jianwei tornou-se o primeiro cientista chinês a receber o Prémio Internacional Mendeleev para as Ciências Básicas, a mais alta distinção das Nações Unidas nesta área, anunciou a UNESCO.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O físico quântico chinês Pan Jianwei tornou-se o primeiro cientista chinês a receber o Prémio Internacional Mendeleev para as Ciências Básicas, a mais alta distinção das Nações Unidas nesta área, anunciou a UNESCO.</P><br />
<P>Pan foi distinguido pela terceira edição do Prémio Internacional UNESCO &#8212; Rússia Mendeleev para as Ciências Básicas, atribuído anualmente a dois cientistas cujas descobertas e inovações tenham contribuído para avanços transformadores na ciência fundamental.</P><br />
<P>Segundo um comunicado divulgado pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), o investigador foi reconhecido pelas suas &#8220;contribuições pioneiras para as comunicações quânticas seguras em grande escala e para a computação quântica escalável&#8221;.</P><br />
<P>Professor de Física na Universidade de Ciência e Tecnologia da China (USTC), Pan partilha o prémio deste ano com o químico Sergei Sheiko, da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, nos Estados Unidos, distinguido pelos seus trabalhos na área da física dos polímeros.</P><br />
<P>A UNESCO destacou que a equipa liderada por Pan desenvolveu o satélite quântico Micius, lançado em 2016, que tornou possível a distribuição de chaves quânticas e a teleportação quântica ao longo de milhares de quilómetros.</P><br />
<P>A organização acrescentou que os trabalhos do cientista chinês permitiram demonstrar a chamada &#8220;vantagem quântica&#8221; na computação, aproximando a criação de uma rede global de comunicações quânticas.</P><br />
<P>Pan lidera igualmente a equipa responsável pelo Jiuzhang 4.0, o mais recente computador quântico fotónico desenvolvido na China.</P><br />
<P>Em maio, os investigadores anunciaram que o sistema fez um cálculo em 25 microssegundos que o El Capitan &#8212; atualmente o supercomputador mais potente do mundo &#8212; demoraria 104² anos a completar.</P><br />
<P>No ano passado, a tecnologia de comunicação quântica desenvolvida pela equipa foi utilizada para estabelecer uma ligação segura de distribuição de chaves quânticas entre a China e a África do Sul, considerada um passo importante para futuras comunicações intercontinentais altamente seguras.</P><br />
<P>Pan revelou também que a equipa está a desenvolver o primeiro satélite de comunicações quânticas em órbita alta, cujo lançamento está previsto para o próximo ano e que deverá permitir a criação de redes quânticas globais mais eficientes.</P><br />
<P>Em comunicado, a USTC afirmou que a distinção &#8220;evidencia a posição de liderança internacional da China nos domínios de ponta da comunicação e da computação quânticas&#8221; e sublinhou que Pan é o primeiro cientista chinês a receber este prémio.</P><br />
<P>A Delegação Permanente da Federação Russa junto da UNESCO considerou que o trabalho de Pan constitui &#8220;um exemplo brilhante da ligação entre investigação científica fundamental e inovação tecnológica em grande escala&#8221;.</P><br />
<P>Além desta distinção, Pan foi também anunciado este mês como vencedor do Prémio de Eletrónica Quântica da IEEE Photonics Society, atribuído pelo Instituto de Engenheiros Eletrotécnicos e Eletrónicos (IEEE), a maior organização técnica profissional do mundo.</P><br />
<P>A IEEE distinguiu o cientista pelo seu &#8220;trabalho pioneiro em fontes de fotões únicos e computação quântica ótica&#8221;.</P><br />
<P> </P><br />
<P>JPI //</P></p>
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		<item>
		<title>Ex-chefe militar boliviano acusado de revolta em 2024 fica em prisão domiciliária</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 02:25:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um juiz concedeu prisão domiciliária ao ex-comandante do Exército da Bolívia acusado de liderar uma revolta em 2024, no dia em que teve início o julgamento deste caso, pelo qual se encontra detido há dois anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um juiz concedeu prisão domiciliária ao ex-comandante do Exército da Bolívia acusado de liderar uma revolta em 2024, no dia em que teve início o julgamento deste caso, pelo qual se encontra detido há dois anos. </P><br />
<P>&#8220;Foi decidido conceder a liberdade ao senhor Juan José Zúñiga, mediante a aplicação de medidas alternativas à prisão preventiva&#8221;, indicou, na segunda-feira, o advogado de defesa do ex-chefe militar, Eduardo León.</P><br />
<P> O advogado referiu que a decisão deve ser cumprida nas próximas &#8220;72 horas&#8221; e que, por enquanto, Zúñiga permanece na prisão de San Pedro, em La Paz, embora estivesse a cumprir a prisão preventiva num estabelecimento prisional da cidade central de Cochabamba.</P><br />
<P> León precisou que o cliente &#8220;vai ficar em La Paz&#8221; e &#8220;vai transferir a família&#8221; para essa cidade, para &#8220;estar presente em todas as fases do julgamento oral&#8221;, que teve início na sede do Governo e do Parlamento e que prossegue hoje.</P><br />
<P> O julgamento contra o ex-comandante e outros arguidos teve início na segunda-feira, mas foi suspenso após ter sido ouvido um dos vinte e um depoimentos previstos nesta fase, afirmou um dos advogados dos arguidos.</P><br />
<P> Zúñiga foi transportado de avião de Cochabamba para La Paz para o início deste processo relativo aos acontecimentos de 26 de junho de 2024, quando vários militares sob liderança do ex-comandante ocuparam a sede presidencial durante algumas horas, o que foi qualificado pelo então Governo de Luis Arce (2020-2025) como uma tentativa de &#8220;golpe de Estado&#8221;.</P><br />
<P> Durante aquele dia, os militares chegaram mesmo a derrubar com um tanque a porta do antigo Palácio do Governo em La Paz, embora o incidente tenha terminado com a retirada das tropas do Exército.</P><br />
<P> Arce destituiu o então chefe militar nesse mesmo dia e, poucas horas depois, Zúñiga foi detido e encarcerado. Posteriormente, o militar foi acusado de &#8220;terrorismo, revolta armada e incumprimento de deveres&#8221;.</P><br />
<P> Quando foi detido em 2024, Zúñiga acusou Arce de ter ordenado a ação militar para &#8220;aumentar a popularidade&#8221;, face a alguns protestos anunciados devido à crise económica que começava a sentir-se no país.</P><br />
<P> A oposição à época e o ex-presidente Evo Morales (2006-2019) &#8211; que se distanciou de Arce -, concordaram separadamente que se tratou de um &#8220;autogolpe&#8221;, enquanto o então chefe de Estado e quem o rodeava insistiram que foi um &#8220;golpe de Estado falhado&#8221;.</P><br />
<P> Arce encontra-se em prisão preventiva desde dezembro numa cadeia em La Paz devido a um caso de alegada corrupção.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788857]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Primeira-dama do Brasil &#8220;preparada&#8221; para ver ataques à sua imagem com IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 01:52:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A primeira-dama do Brasil, Rosângela Lula Silva, afirmou estar "preparada psicologicamente" durante as eleições gerais no país para ver o seu rosto e corpo exposto nas redes sociais em montagens de Inteligência Artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A primeira-dama do Brasil, Rosângela Lula Silva, afirmou estar &#8220;preparada psicologicamente&#8221; durante as eleições gerais no país para ver o seu rosto e corpo exposto nas redes sociais em montagens de Inteligência Artificial (IA).</P><br />
<P>&#8220;Isso já acontece, e na campanha vai acontecer ainda mais&#8221;, declarou em entrevista ao vivo na noite de segunda-feira ao jornal Folha de S. Paulo e ao portal UOL.</P><br />
<P>Janja, como é conhecida, afirmou ainda que os ataques a sua imagem são parte de uma estratégia política, porque &#8220;é mais fácil&#8221; para a extrema-direita atacá-la para atingir seu marido, o Presidente brasileiro Lula da Silva.</P><br />
<P>&#8220;Faz parte da estratégia política da extrema-direita. Contra isso, não tenho como combater&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Em determinado momento da entrevista, afirmou que a esquerda está atrás da extrema-direita nas redes sociais por uma questão de &#8220;princípios&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É óbvio que estamos preocupados com as redes sociais. Sabemos que estamos muito atrás da extrema-direita (&#8230;) porque, eu acho que a gente tem mais princípios quando usa as redes sociais, coisas que eles não têm&#8221;, acusou.</P><br />
<P>Ainda na entrevista, Janja afirmou que não tem pretensão a ser candidata e que gostaria de viver com Lula a &#8220;vida normal de casal&#8221; que os dois não conseguem ter neste momento, em função do cargo de Presidente do Brasil.</P><br />
<P>Janja também chamou de &#8220;misoginia&#8221; as críticas que sofre nas redes sociais que a qualificam como &#8220;gastadeira&#8221;, ao comentar às viagens internacionais que já realizou ao longo de três anos e meio do governo Lula.</P><br />
<P>&#8220;Procuro me hospedar em embaixada, por questão de segurança e logística mais tranquila. Viajo de executiva por questão de segurança e não viajo de económica por alguns regulamentos que tenho que seguir&#8221;, declarou.</P><br />
<P>&#8220;Eu respondo com trabalho que eu faço, sei o que estou fazendo e como estou fazendo. Essa questão da gastadeira é exemplo da misoginia pura que surfa nas redes sociais&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Janja tem um gabinete no Palácio do Planalto e passou a divulgar sua agenda após o Governo brasileiro receber críticas pela falta de transparência dos compromissos realizados pela primeira-dama.</P><br />
<P>Socióloga de formação, Janja disse que a imprensa brasileira gosta da &#8220;fofoca&#8221;, mas não tem interesse em saber do trabalho que realiza no combate ao feminicídio e à insegurança alimentar.</P><br />
<P>Ainda em resposta a esses comentários, Janja disse que a &#8220;sociedade brasileira nunca teve uma primeira-dama que trabalhasse efetivamente&#8221; e que sempre vai todos os dias para o Palácio do Planalto.</P><br />
<P>&#8220;Faço reunião, faço agenda, viajo a trabalho. A sociedade e a imprensa não estavam acostumados com isso&#8221;, respondeu.</P><br />
<P>&#8220;Tenho certeza absoluta que muito do preconceito contra mim é um preconceito de classe, não venho de uma família rica, venho de uma família pobre, fiz universidade pública, fiz universidade trabalhando&#8221;, lembrou.</P><br />
<P>Atualmente com 57 anos, a Janja é militante do Partido dos Trabalhadores (PT) desde os 15 anos, e ficou próxima de Lula, quando o petista esteve preso numa superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, em 2018.</P><br />
<P>Os dois são casados desde dezembro de 2022, sendo um casal que vive junto desde 2019, após Lula ser solto.</P><br />
<P>Ainda na entrevista, Janja evitou comentar qual o nome provável para substituir o presidente brasileiro dentro do PT e da esquerda brasileira daqui a quatro anos, uma vez que ele já tem 80 anos.</P><br />
<P>A primeira-dama também evitou se posicionar sobre aborto, quando questionada sobre o direito ao aborto no caso gravidezes indesejadas, que não tenham sido resultado de violência sexual.</P><br />
<P>Janja respondeu que há &#8220;muito tabu&#8221; dentro das famílias brasileiras para falar sobre o tema, e que o foco das discussões deveria ser a prevenção.</P><br />
<P>&#8220;Eu acho que nenhuma mulher, sei lá, em sã consciência, falando por mim, faria um aborto, mas acho que a gente tem que falar de prevenção&#8221;, disse.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788856]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Dois homens condenados a 48 anos de prisão por morte de turista espanhola no Panamá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 01:44:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um tribunal panamiano condenou esta segunda-feira dois homens a 48 anos de prisão pelo assassinato e roubo de uma turista espanhola de 30 anos, num crime que abalou o Panamá e Espanha em julho de 2024.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um tribunal panamiano condenou esta segunda-feira dois homens a 48 anos de prisão pelo assassinato e roubo de uma turista espanhola de 30 anos, num crime que abalou o Panamá e Espanha em julho de 2024.</P><br />
<P>&#8220;Na leitura da sentença foram fixados 30 anos para cada um pelo crime de femicídio e 18 anos pelo crime de roubo agravado&#8221;, informou o Ministério Público panamiano num comunicado referente à morte de Eneritz Argintxona Fraile.</P><br />
<P>Durante o julgamento, a acusação apresentou &#8220;mais de 50 provas, entre testemunhos, perícias e documentos, que permitiram comprovar a responsabilidade penal dos dois acusados&#8221; e obter uma condenação unânime por parte do Tribunal de Julgamento.</P><br />
<P>Segundo a investigação, os agora condenados &#8220;agrediram a cidadã espanhola com o propósito de lhe retirar os pertences&#8221;, causando-lhe a morte.</P><br />
<P>O corpo de Fraile foi encontrado a 26 de julho de 2024, no arquipélago de Bocas del Toro nas Caraíbas, três dias depois de ter sido vista com vida pela última vez.</P><br />
<P>A acusação confirmou posteriormente que os restos mortais correspondiam à turista espanhola, cuja identidade foi estabelecida através de testes de ADN realizados com a colaboração da família. </P><br />
<P>A autópsia determinou que a causa da morte foi um traumatismo cranioencefálico, orientando a investigação para homicídio.</P><br />
<P>Fraile, natural de Erandio, na província basca de Biscaia, viajava pela América Central quando chegou a Bocas del Toro, um dos principais destinos turísticos do Panamá.</P><br />
<P>A jovem estava hospedada num hostel na ilha de Carenero e, após o desaparecimento, familiares e amigos apresentaram denúncia que desencadeou uma ampla operação de busca internacional, que incluíram inspeções de campo, entrevistas, análises periciais e a reconstrução dos últimos movimentos da vítima.</P><br />
<P>Em agosto de 2024, as autoridades capturaram um dos principais suspeitos, um homem de 39 anos conhecido pelo apelido &#8220;Leche&#8221;. As investigações prosseguiram e levaram à detenção de outro implicado, culminando no julgamento a 28 de junho e na condenação de ambos.</P><br />
<P>O assassinato de Fraile teve ampla repercussão no Panamá e em Espanha, motivando acompanhamento próximo das autoridades de ambos os países durante a investigação e o processo judicial.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788855]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão ataca dois petroleiros dos Emirados Árabes Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 01:18:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Emirados Árabes Unidos denunciaram hoje ataques de mísseis iranianos contra dois petroleiros no estreito de Ormuz, que provocaram a morte de um tripulante, após nova vaga de ataques dos Estados Unidos contra o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Emirados Árabes Unidos denunciaram hoje ataques de mísseis iranianos contra dois petroleiros no estreito de Ormuz, que provocaram a morte de um tripulante, após nova vaga de ataques dos Estados Unidos contra o Irão.</P><br />
<P>&#8220;O Ministério da Defesa anuncia que os petroleiros nacionais Mombasa e al-Bahiyah foram alvo de dois mísseis de cruzeiro iranianos enquanto transitavam pela rota meridional do estreito de Ormuz, em águas territoriais de Omã&#8221;, indicou o ministério na rede social X.</P><br />
<P>A ofensiva causou a morte de &#8220;um tripulante indiano a bordo do Mombasa e feriu outras oito pessoas, quatro delas com gravidade&#8221;, acrescentou. Entre os feridos contam-se seis indianos e dois ucranianos. Os navios sofreram danos após incêndios a bordo, entretanto controlados.</P><br />
<P>O Ministério da Defesa do emirado condenou &#8220;este ataque flagrante, considerado uma violação grave e uma infração manifesta ao direito internacional, que ameaça a segurança e a estabilidade da região&#8221;. </P><br />
<P>Abu Dhabi afirma &#8220;reservar-se plenamente o direito de responder a esta escalada&#8221;.</P><br />
<P>A navegação comercial tem sido fortemente afetada pelo conflito no Médio Oriente desde 01 de março, quando o Irão encerrou o estreito em represália a ataques norte-americanos e israelitas.</P><br />
<P>Os Estados Unidos lançaram na madrugada, pela terceira noite consecutiva, ataques contra o Irão, marcando uma escalada na retoma das hostilidades, apesar de Donald Trump ter afirmado que um acordo com Teerão continua &#8220;possível&#8221;.</P><br />
<P>Quatro novas explosões foram registadas perto de Bandar Abbas, cidade portuária no sul do Irão situada junto ao estreito de Ormuz, segundo a agência de notícias oficial Irna.</P><br />
<P>Apesar da escalada, Trump declarou perante a imprensa na Casa Branca que um acordo com o Irão continua &#8220;possível&#8221;. </P><br />
<P>Antes, na rede social Truth Social, anunciou que os EUA tomariam o controlo do estreito de Ormuz e restabeleceriam o bloqueio dos portos iranianos. O Pentágono confirmou que o bloqueio entrará em vigor às 20:00 GMT (21:00 em Lisboa) de terça-feira.</P><br />
<P>Tal como Teerão pretende cobrar taxas de serviço pela travessia do estreito, Trump disse querer aplicar &#8220;uma remuneração equivalente a 20% do valor das cargas&#8221; que ali transitam, contrariando o direito internacional que garante a liberdade de navegação.</P><br />
<P>O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, respondeu na rede social X: &#8220;O Irão sempre foi o guardião do estreito e continuará a sê-lo para sempre&#8221;. </P><br />
<P>A escalada do conflito levou a uma subida dos preços do petróleo na segunda-feira, com o Brent do mar do Norte a subir 9,59% e fechando a 83,30 dólares (73,15 euros).</P><br />
<P>Após quase 40 dias de bombardeamentos desde o início da guerra a 28 de fevereiro, desencadeada por ataques israelo-americanos, um cessar-fogo tinha sido instaurado em abril e formalizado a 17 de junho por protocolo de entendimento.</P><br />
<P>O porta-voz da diplomacia iraniana, Esmail Baghaei, reconheceu que &#8220;não há dúvida&#8221; de que o protocolo &#8220;está em crise&#8221;, mas garantiu que &#8220;o Irão nunca foi o primeiro a violar os seus compromissos&#8221;.</P><br />
<P>Consultas com mediadores do Qatar, Paquistão e Omã prosseguem para &#8220;prevenir uma escalada&#8221;.</P><br />
<P>O protocolo previa a reabertura do estreito, mas Teerão apenas autorizou um corredor junto à sua costa. &#8220;Este ponto estratégico é mais importante do que dezenas de bombas atómicas, e a República Islâmica irá protegê-lo&#8221;, advertiu o conselheiro militar do guia supremo, Mohsen Rezaï.</P><br />
<P>Segundo meios iranianos, os bombardeamentos dos últimos dias atingiram vastas zonas do oeste e sul do país, incluindo a ilha de Qeshm, Bandar Abbas e a província do Khouzistão, junto ao Iraque.</P><br />
<P>No total, 25 pessoas morreram no Irão desde quarta-feira, segundo um balanço da agência France-Presse (AFP) com base em fontes oficiais e meios iranianos. Em resposta, a Guarda Revolucionári iraniana afirmaram ter atacado instalações norte-americanas em Omã, Bahrein, Kuwait e Jordânia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788854]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismos: Caracas nomeia representante nos EUA como ministro para o exterior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 00:52:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, nomeou o diplomata Félix Plasencia como novo ministro dos Negócios Estrangeiros, numa altura em que país procura ajuda humanitária após o duplo sismo que provocou mais de 4.500 mortos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, nomeou o diplomata Félix Plasencia como novo ministro dos Negócios Estrangeiros, numa altura em que país procura ajuda humanitária após o duplo sismo que provocou mais de 4.500 mortos.</P><br />
<P>&#8220;Anuncio ao país que decidi fundir os ministérios das Relações Exteriores e do Comércio Externo (&#8230;) Para dirigir esta nova etapa, nomeei o diplomata Félix Plasencia&#8221;, declarou Rodríguez na plataforma de mensagens Telegram. </P><br />
<P>Plasencia exercia até agora funções como chefe da missão diplomática venezuelana nos Estados Unidos, e Yván Gil, que ocupou o cargo desde 2023, passa a ministro da Ciência e Tecnologia. Plasencia já tinha ocupado a pasta dos Negócios Estrangeiros entre 2021 e 2022. </P><br />
<P>Diplomata experiente, o novo chefe da diplomacia venezuelana foi embaixador no Reino Unido, na Colômbia e na China, e chefiava a missão de Caracas em Washington. </P><br />
<P>Os dois países reativaram relações em março, após terem rompido os laços diplomáticos em 2019, mas continuam sem embaixadores.</P><br />
<P>A mudança ocorre quando os Estados Unidos, que capturaram o ex-presidente Nicolás Maduro a 03 de janeiro, anunciaram uma ajuda de cerca de 400 milhões de dólares (351 milhões de euros) e o envio de dois navios de guerra para apoiar o país, segundo a embaixada norte-americana.</P><br />
<P>Rodríguez governa sob pressão de Washington desde a detenção de Maduro. O plano norte-americano prevê estabilizar o país, relançar a economia e avançar para uma transição democrática em três fases.</P><br />
<P>Nomeado por Maduro, Gil é considerado parte da ala &#8220;dura&#8221; do poder e integra o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), fundado por Hugo Chávez (1999-2013).</P><br />
<P>Durante o seu mandato, o ministério multiplicou comunicados hostis contra os Estados Unidos e a Europa. </P><br />
<P>Em 2024, acusando-os de &#8220;ingerência&#8221;, expulsou representantes de sete países latino-americanos após a contestada reeleição de Maduro. A oposição reivindica vitória nesse escrutínio, marcado por alegações de fraude.</P><br />
<P>Em janeiro de 2025, Caracas limitou a três o número de diplomatas franceses, italianos e neerlandeses autorizados a permanecer no país, em represália pela recusa em reconhecer a vitória de Maduro. A medida foi progressivamente levantada após 03 de janeiro de 2026, sob pressão norte-americana.</P><br />
<P>O balanço oficial do duplo sismo de 24 de junho foi revisto em alta esta segunda-feira, ultrapassando os 4.500 mortos, com o país a necessitar de ajuda humanitária urgente.</P><br />
<P>As autoridades não avançam números de desaparecidos. A ONU estimou até 50.000 no dia seguinte à tragédia, embora outras projeções apontem para cerca de 10.000.</P><br />
<P>De magnitude 7,2 e 7,5, os dois tremores ocorreram com 39 segundos de intervalo e atingiram sobretudo Caracas e o estado vizinho de La Guaira, onde milhares de deslocados vivem em estádios, praças públicas e passeios.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788853]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a ganhar 1,22%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 00:19:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,22% para 66.419,03 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,22% para 66.419,03 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, ganhava 0,42% para 3.993,00 pontos, às 09:10 locais (01:10 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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