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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Guerrilha colombiana ataca com drones aeroporto no nordeste do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 02:12:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um ataque com drones carregados de explosivos, levado a cabo por guerrilheiros contra um aeroporto no nordeste da Colômbia, deixou três feridos na quinta-feira, numa região assolada por conflitos, informou o exército.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um ataque com drones carregados de explosivos, levado a cabo por guerrilheiros contra um aeroporto no nordeste da Colômbia, deixou três feridos na quinta-feira, numa região assolada por conflitos, informou o exército.</P><br />
<P>O exército atribuiu o ataque ao aeroporto de Tibú à guerrilha do Exército de Libertação Nacional (ELN), fortemente implantada no Catatumbo, uma região fronteiriça com a Venezuela que tem sido palco de violentos confrontos entre guerrilheiros.</P><br />
<P>&#8220;Três funcionários ficaram feridos pela onda de choque&#8221;, indicou na rede social X o exército colombiano, que destacou tanques para Tibú. Foram também constatados danos nas infraestruturas aeroportuárias.</P><br />
<P>Vídeos divulgados nas redes sociais mostram o teto de um escritório destruído.</P><br />
<P>Na Colômbia, os grupos armados recorrem cada vez mais a drones carregados com explosivos para atacar as forças de segurança e civis.</P><br />
<P>Na zona fronteiriça com a Venezuela, os rebeldes do ELN e os dissidentes da antiga guerrilha das FARC lutam pelo controlo das culturas ilícitas de coca, o principal ingrediente da cocaína, da qual a Colômbia é o maior produtor mundial.</P><br />
<P>Desde o início de 2025, estes confrontos causaram mais de 100 mortos e dezenas de milhares de deslocados. Os sequestros e a extorsão, fontes de financiamento dos grupos ilegais, são também prática comum na região.</P><br />
<P>O presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella (extrema-direita), concedeu um prazo de um mês a todos os criminosos do país para se entregarem.</P><br />
<P>O prazo coincide com a sua tomada de posse, em 07 de agosto, findo o qual, De la Espriella prometeu avançar com campanhas de bombardeamentos massivos contra os poderosos cartéis de droga.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787783]]></sapo:autor>
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		<title>Defensor de ativista pró-democracia pede a Portugal e UE que pressionem Macau</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 01:43:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um advogado britânico contratado pela família de Au Kam San apelou a Portugal, à União Europeia (UE) e à comunidade internacional para pressionarem Macau a libertar o cidadão português, que vai a julgamento por subversão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um advogado britânico contratado pela família de Au Kam San apelou a Portugal, à União Europeia (UE) e à comunidade internacional para pressionarem Macau a libertar o cidadão português, que vai a julgamento por subversão.</P><br />
<P>Na quinta-feira, a justiça de Macau anunciou que o antigo deputado será julgado por &#8220;subversão contra o poder político do Estado&#8221; e &#8220;estabelecimento de ligações&#8221; com entidades externas &#8220;para prática de atos contra a segurança do Estado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Apelamos a Portugal (&#8230;), à União Europeia e à comunidade internacional para que ajudem a pôr fim a esta farsa, exigindo a libertação&#8221; de Au Kam San, disse Michael Polak, em resposta escrita a questões da Lusa.</P><br />
<P>Num comunicado enviado à Lusa, Cherry Au, filha de Au Kam San, disse que os familiares estão &#8220;profundamente preocupados com a segurança&#8221; do professor reformado.</P><br />
<P>&#8220;A detenção e encarceramento do meu pai demonstraram que as autoridades estão a ignorar o acordo entre a China e Portugal no sentido de manter as leis internas de Macau e de proteger a liberdade de expressão e de associação durante 50 anos a contar da transferência de soberania&#8221;, lamentou Cherry.</P><br />
<P>Em 1987, Portugal e a China assinaram uma declaração conjunta &#8212; que enquadrou a transição de Macau para a administração chinesa em 1999 &#8212; que prevê que Macau deveria manter os direitos e liberdades fundamentais.</P><br />
<P>&#8220;Portugal e a UE devem exercer pressão sobre a China para que esta respeite as suas obrigações e liberte o meu pai, para que ele possa regressar para junto de nós&#8221;, acrescentou Cherry.</P><br />
<P>Num comunicado, o Tribunal Judicial de Base (TJB) informou que o Juízo de Instrução Criminal confirmou e manteve a acusação do Ministério Público contra o ex-deputado e cidadão português.</P><br />
<P>&#8220;Estamos desapontados com a decisão das autoridades de Macau de levar o caso (&#8230;) a julgamento&#8221;, sublinhou Polak, diretor da Justice Abroad, organização de apoio jurídico em casos de defesa dos direitos humanos.</P><br />
<P>Au Kam San foi detido em 30 de julho de 2025, e depois submetido a prisão preventiva por alegado conluio com &#8220;forças externas anti-China&#8221; e por &#8220;suspeita de violar a Lei relativa à defesa da segurança do Estado&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;É prejudicial para a reputação internacional de Macau que uma pessoa possa ser detida por acreditar na democracia (&#8230;) e agora ser julgada sem acesso a um advogado independente&#8221;, disse Polak.</P><br />
<P>O TJB garantiu que Au Kam San está a ser representado por um advogado, &#8220;designado oficiosamente e reconhecido anteriormente pelo arguido (&#8230;) tendo-se assegurado, nos termos da lei, os direitos processuais a que o mesmo tem direito&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É difícil compreender como é que o que está a acontecer (&#8230;) se enquadra na definição de um julgamento justo&#8221;, disse Polak.</P><br />
<P>&#8220;Preocupa-nos o facto de já ter sido tomada uma decisão sobre a sua culpa antes de qualquer prova ter sido devidamente e imparcialmente considerada&#8221;, acrescentou o defensor.</P><br />
<P>Au Kam San foi um dos organizadores, ao longo de mais de três décadas da vigília anual &#8212; atualmente banida &#8212; em homenagem às vítimas da repressão de 04 de junho de 1989 na Praça de Tiananmen, em Pequim.</P><br />
<P>O ativista &#8220;dedicou muitos anos a servir o povo de Macau. O tratamento que recebeu das autoridades de Macau envergonha Macau e prejudica a sua reputação internacional junto dos seus amigos e parceiros em todo o mundo&#8221;, lamentou Polak.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787782]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a subir 1,39%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 00:43:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,39% para 68.686,31 pontos, cerca de meia hora após a abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,39% para 68.686,31 pontos, cerca de meia hora após a abertura da sessão.</P><br />
<P>Já o segundo indicador, o Topix, subia 0,76% para 4.050,90 pontos, às 09:38 locais (01:38 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787781]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Russos criam mapas interativos para indicar postos onde há combustível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 23:58:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Diversas plataformas digitais russas lançaram recentemente mapas interativos que mostram, em tempo real, os postos onde há combustível, face à escassez que o país enfrenta, e quando as exportações de gasóleo estão proibidas pelo Governo russo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Diversas plataformas digitais russas lançaram recentemente mapas interativos que mostram, em tempo real, os postos onde há combustível, face à escassez que o país enfrenta, e quando as exportações de gasóleo estão proibidas pelo Governo russo.</P><br />
<P>Um banco russo lançou, através do seu site, um mapa interativo baseado na análise de milhões de transações anónimas de compra de combustível, que alberga mais de 20 mil postos no território russo, sujeitos ao rastreamento dos utilizadores em tempo real.</P><br />
<P>Alguns serviços regionais também lançaram mapas com comentários de motoristas sobre as filas nos postos de combustível.</P><br />
<P>Segundo reportagens de vários órgãos de comunicação social internacionais, a crise de combustíveis, desencadeada por ataques ucranianos a refinarias e a infraestruturas energéticas russas, já afetou cerca de um terço da população do país, de 140 milhões de pessoas.</P><br />
<P>Na quarta-feira, o governo russo anunciou a proibição das exportações de gasóleo para aumentar a disponibilidade de combustível no mercado interno, face à escassez provocada pelos ataques aéreos da Ucrânia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787780]]></sapo:autor>
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		<title>Seis mortos em incêndio na região espanhola da Andaluzia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 23:52:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Seis pessoas morreram num incêndio florestal que deflagrou na noite de quinta-feira, perto de Almería, na comunidade autónoma da Andaluzia, no sul da Espanha, informaram hoje as autoridades regionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Seis pessoas morreram num incêndio florestal que deflagrou na noite de quinta-feira, perto de Almería, na comunidade autónoma da Andaluzia, no sul da Espanha, informaram hoje as autoridades regionais.</P><br />
<P>&#8220;Seis pessoas morreram no incêndio florestal que teve início nesta tarde [de quinta-feira] no município de Los Gallardos, conforme confirmado pelos serviços de emergência&#8221;, refere um comunicado emitido pelas autoridadez andaluzes.</P><br />
<P>&#8220;As mortes ocorreram numa localidade pertencente ao município de Bédar, e algumas das vítimas foram encontradas em viaturas&#8221;, adiantou a mesma fonte.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787779]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tribunal polaco condena casal russo a prisão por espionagem para Federação Russa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 23:52:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um tribunal polaco condenou a penas de prisão um antigo militante da oposição russa e a sua esposa por espionagem em favor da Federação Russa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um tribunal polaco condenou a penas de prisão um antigo militante da oposição russa e a sua esposa por espionagem em favor da Federação Russa. </P><br />
<P>O casal era também acusado de ter organizado o envio de um embrulho com explosivos. </P><br />
<P>Desde o início da guerra na Ucrânia, causada pela invasão russa, há quatro anos, as autoridades polacas têm alertado com frequência para sabotagens russas na Polónia. </P><br />
<P>Segundo documentos judiciais consultados pela AFP, o cidadão russo Igor R. &#8212; identificado pelos meios russos como Igor Rogov &#8212; foi condenado a sete anos de prisão e a esposa, Irina, a três.</P><br />
<P>Instalado na Polónia desde o início da invasão, em 2022, o casal foi julgado em Katowice.</P><br />
<P>Segundo o tribunal, Rogov, ex-militante do grupo anti-Kremlin Open Russia, espiava para os serviços de informações russos FSB, recolhendo informações sobre os membros da oposição russa e as organizações que apoiam. </P><br />
<P>Meios polacos adiantaram que Igor Rogov apareceu em tribunal com um cartaz com slogans contra o regime de Vladimir Putin.</P><br />
<P>As condenações foram pronunciadas no final de um julgamento à porta fechada, por alegadas razões de segurança nacional. O casal estava detido desde a sua prisão há dois anos. </P><br />
<P>O tribunal especificou que Rogov espiou para o FSB entre fevereiro e agosto de 2022, transmitindo a informação em um aparelho encriptado à esposa, que depois a passava a agentes do FSB. </P><br />
<P>Antes da invasão da Ucrânia, Igor Rogov era um oposicionista baseado em Saransk, na Federação Russa, onde trabalhava desde 2017 para a organização do falecido opositor Alexei Navalny.</P><br />
<P>Depois juntou-se ao Open Russia, apoiado pelo oligarca exilado Mikhaïl Khodorkovski.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787778]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: &#8216;Ayatollah&#8217; Ali Khamenei sepultado na cidade natal no Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 23:43:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O falecido líder supremo do Irão, 'ayatollah' Ali Khamenei, foi sepultado esta madrugada, após seis dias de cortejo fúnebre, para assinalar a sua morte na sequência de ataques aéreos de Israel e dos Estados Unidos, em 28 de fevereiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O falecido líder supremo do Irão, &#8216;ayatollah&#8217; Ali Khamenei, foi sepultado esta madrugada, após seis dias de cortejo fúnebre, para assinalar a sua morte na sequência de ataques aéreos de Israel e dos Estados Unidos, em 28 de fevereiro.</P><br />
<P>Os restos mortais do chefe de Estado do Irão por quase 37 anos, desde 1989, foram sepultados em Mashhad, cidade no nordeste do país onde nasceu e que é considerada sagrada para os muçulmanos xiitas, por albergar o mausoléu do imã Reza, que viveu entre os séculos VIII e IX d.C..</P><br />
<P>O cortejo fúnebre começou no sábado, com as autoridades a interditarem a circulação nas ruas, a encerrarem o espaço aéreo e a paralisarem as atividades quotidianas em Teerão, onde a cerimónia se prolongou por três dias, antes de passar pelas cidades sagradas xiitas de Qom, de Najaf e de Kerbala, estas duas no Iraque.</P><br />
<P>O filho e sucessor do falecido líder supremo, Mojtaba Khamenei, não fez qualquer aparição pública durante as cerimónias fúnebres, que coincidiram com ataques a navios no estreito de Ormuz atribuídos à República Islâmica, que motivaram uma retaliação dos Estados Unidos, pondo em causa o cessar-fogo em vigor.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787777]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Reino Unido deve fazer mais para pressionar Israel &#8211; Andy Burnham</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 23:40:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presumível futuro primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, considera que o Reino Unido deveria "fazer mais para pressionar" Israel, face à situação na Faixa de Gaza e Cisjordânia, considerando que os trabalhistas, sob Keir Starmer, "não estiveram à altura".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presumível futuro primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, considera que o Reino Unido deveria &#8220;fazer mais para pressionar&#8221; Israel, face à situação na Faixa de Gaza e Cisjordânia, considerando que os trabalhistas, sob Keir Starmer, &#8220;não estiveram à altura&#8221;.</P><br />
<P>A situação na Faixa de Gaza tem sido fonte de desacordo e tensão dentro do Partido Trabalhista. </P><br />
<P>Alguns militantes têm considerado que Keir Starmer, desde que era chefe da oposição ao governo conservador, tem sido demasiado conciliador com Israel. </P><br />
<P>&#8220;Sei que muitos consideram que no início da intervenção militar de Israel na Faixa de Gaza, o meu partido não adotou a posição correta. Com demasiada frequência, a nossa reação não esteve à altura. Devemos fazer melhor&#8221;, disse Andy Burnham, na quinta-feira, em entrevista ao The Guardian.</P><br />
<P>O ex-autarca de Manchester é apontado como sucessor de Starmer, que anunciou a sua demissão em 22 de junho.</P><br />
<P>&#8220;Devemos fazer mais para pressionar o governo israelita. Sim, tomámos medidas importantes. Mas sejamos honestos. O Reino Unido levou muito tempo a reclamar um cessar-fogo. E devemos reforçar agora a nossa posição&#8221;, insistiu. </P><br />
<P>Desde que chegou ao poder, em julho de 2024, Starmer sancionou ministros israelitas acusados de promover as violências dos colonos na Cisjordânia, suspendeu as negociações de comércio livre com Israel e reconheceu o Estado da palestina.</P><br />
<P>Andy Burnham estimou que se deve avançar com &#8220;novas sanções&#8221; e &#8220;examinar medidas que interditem o comércio de bens com as colónias ilegais&#8221;.</P><br />
<P>Proclamando-se defensor de &#8220;tolerância zero com o antissemitismo&#8221;, reclamou uma posição &#8220;justa e equilibrada&#8221; no conflito. </P><br />
<P>A posição trabalhista sobre a questão provocou a deslocação de muitos do seus votantes para o partido dos Verdes, mais à esquerda, cujo líder acusou Israel de estar a cometer genocídio. </P><br />
<P>Por seu lado, Andy Burnham afirmou que &#8220;há cada vez mais provas que parecem mostrar que foram praticados crimes de guerra&#8221;, mas que &#8220;compete aos tribunais internacionais, mais do que aos dirigentes políticos, decidir&#8221;. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787776]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Delcy Rodríguez agradeceu a Emídio Sousa solidariedade de Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 23:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, recebeu o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, a quem agradeceu a solidariedade de Portugal para com os afetados pelos recentes sismos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, recebeu o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, a quem agradeceu a solidariedade de Portugal para com os afetados pelos recentes sismos.</P><br />
<P>Segundo a televisão estatal venezuelana (VTV), durante o encontro, na quinta-feira, &#8220;a Presidente interina expressou o seu agradecimento pelo apoio e a solidariedade do Governo de Portugal, do seu primeiro-ministro e do seu Presidente, com os quais tem mantido comunicação permanente desde 24 de junho&#8221;, após terramotos que assolaram o país.</P><br />
<P>As duas partes, segundo a VTV, &#8220;acordaram continuar a trabalhar em conjunto nas tarefas de recuperação nas zonas afetadas, com especial atenção às comunidades luso-venezuelanas que foram afetadas por esta emergência&#8221;.</P><br />
<P>Portugal, sublinhou a VTV, mobilizou um contingente de 64 especialistas em busca, salvamento e assistência médica de emergência, integrados nas autoridades nacionais de emergência e proteção civil, e nas forças armadas portuguesas.</P><br />
<P>No encontro estiveram ainda presentes, pela parte da Venezuela, o ministro das Relações Exteriores para a Europa, Yván Gil, e o vice-ministro das relações para a Europa e América do Norte, Oliver Blanco, entre outros, segundo a VTV.</P><br />
<P>Pela parte portuguesa, além de Emídio Sousa, estiveram o embaixador na Venezuela, Frederico Silva, e dois diplomatas.</P><br />
<P>Emídio Sousa iniciou quarta-feira uma visita de quatro dias à Venezuela, onde encontrou muitos portugueses &#8220;solidários&#8221; com as vítimas dos sismos que assolaram o país.</P><br />
<P>&#8220;Em relação à nossa gente, vejo com orgulho gente com capacidade de luta, gente solidária. Encontrei muita gente amiga e conhecida e muita gente disposta a ajudar. Agora, o cenário com que me deparei na visita que fiz a La Guaira, que foi onde o sismo, o terremoto, se fez sentir com mais força, é devastador&#8221;, disse à Lusa.</P><br />
<P>Emídio Sousa explicou que viu &#8220;prédios, e prédios, e prédios completamente arrasados&#8221; e &#8220;pessoas alojadas em tendas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Há ali toda uma tragédia debaixo daqueles escombros, absolutamente descomunal. É de facto doloroso vermos as pessoas ali um bocadinho a deambular, [quando] esforços ainda estão a ser feitos para remover os escombros para encontrar cadáveres. Fiquei impressionado pelo grau de destruição do sismo naquela zona&#8221;, disse.</P><br />
<P>O SEC frisou ainda que há uma grande mobilização da comunidade internacional para ajudar a Venezuela e que &#8220;Portugal está nesta linha da frente&#8221;, numa primeira fase com o envio de uma equipa experimentada de resgate e salvamento.</P><br />
<P>&#8220;Entramos na fase 2, que é a da ajuda humanitária. Eu vim com dois aviões da força aérea carregados com ajuda humanitária, com 12 toneladas de vários &#8216;kits&#8217; de alimentos; higiene; saneamento; duas ambulâncias oferecidas pela Cruz Vermelha completamente equipadas, que podem funcionar como postos médicos ambulantes; e com uma tonelada e meia de materiais cedidos pela Marinha, [incluindo] ferramentas para algumas intervenções, que é necessário fazer no terreno&#8221;, disse.</P><br />
<P>Emídio Sousa frisou ainda que, além da ajuda humanitária, Portugal já disponibilizou 400 mil euros para apoio a dois projetos que a Cáritas e a Oikos vão desenvolver, que preveem o apoio a 1.500 famílias.</P><br />
<P>O número de mortos pelos sismos ocorridos há duas semanas na Venezuela subiu para 3.899, enquanto o de feridos se manteve em 16.740, segundo o mais recente balanço oficial divulgado pelo Governo venezuelano.</P><br />
<P>O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho aumentou para 104 e há 57 desaparecidos, anunciou o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) na quinta-feira.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por mais de 1.100 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787775]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Retirada de Israel do Líbano começa em breve &#8211; EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 23:21:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A retirada gradual do Exército de Israel das chamadas "zonas piloto" no Líbano vai começar nos próximos dias, indicou uma fonte do Governo dos Estados Unidos, mediador entre os dois países do Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A retirada gradual do Exército de Israel das chamadas &#8220;zonas piloto&#8221; no Líbano vai começar nos próximos dias, indicou uma fonte do Governo dos Estados Unidos, mediador entre os dois países do Médio Oriente.</P><br />
<P>A mesma fonte adiantou às agências internacionais, sob anonimato, que na fase de implementação do acordo-quadro de cessar-fogo assinado por Israel e Líbano em 26 de junho, o exército libanês posiciona-se agora para ocupar as &#8220;zonas piloto&#8221; deixadas pelo Exército israelita, excluindo o grupo armado xiita Hezbollah, aliado do Irão e inimigo de Israel.</P><br />
<P>A primeira retirada israelita de uma &#8220;zona piloto&#8221;, acrescentou a mesma fonte na quinta-feira, vai ser iniciada daqui a &#8220;poucos dias&#8221;, com as seguintes ainda em fase de estudo e planeamento, em articulação com o Comando Central norte-americano.</P><br />
<P>Também esta noite, o gabinete do primeiro-ministro israelita informou que Benjamin Netanyahu falou com o Presidente norte-americano, Donald Trump, que informou sobre os últimos acontecimentos que envolveram os Estados Unidos no Golfo.</P><br />
<P>A conversa decorreu &#8220;no âmbito dos contactos regulares&#8221; entre os dois líderes, que reafirmaram na altura &#8220;a contínua coordenação entre os seus países em diversas áreas&#8221;, afirmou o gabinete de Netanyahu na rede social X.</P><br />
<P>&#8220;Por sua vez, Netanyahu enfatizou a gravidade das declarações feitas pelo Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, e pelos seus aliados contra a existência do Estado de Israel, bem como a necessidade de estabelecer zonas de segurança ao longo das fronteiras de Israel&#8221;, acrescentou o comunicado.</P><br />
<P>Em Beirute, o embaixador dos Estados Unidos no Líbano, Michel Issa, informou na quinta-feira o Presidente libanês, Joseph Aoun, acerca da chegada iminente de uma delegação norte-americana para supervisionar o início da retirada israelita do sul do país.</P><br />
<P>Já o chefe de Estado libanês pediu a consolidação do cessar-fogo, ressalvando que Israel continua a bombardear e a ocupar parte do sul do país, apesar da trégua acordada.</P><br />
<P>O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, disse, por seu turno, que as Forças de Defesa de Israel não pediram autorização a ninguém para entrar no Líbano e &#8220;não precisam da autorização de ninguém para permanecer no Líbano&#8221;, vincando ser &#8220;direito e dever&#8221; defender &#8220;os residentes da Galileia e os cidadãos israelitas das ameaças do grupo terrorista &#8216;jihadista&#8217; Hezbollah&#8221;.</P><br />
<P>Representantes de Israel, do Líbano e dos Estados Unidos têm uma reunião agendada para 15 e 16 de julho, em Roma, para dar continuidade à implementação do acordo-quadro.</P><br />
<P> </P><br />
<P>TYME/PDF (CSR) // PDF</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787774]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela aprova legislação para atrair capital estrangeiro para hidrocarbonetos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 23:15:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, assinou o Regulamento da Lei dos Hidrocarbonetos para dinamizar o setor petrolífero e gasístico através do investimento estrangeiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, assinou o Regulamento da Lei dos Hidrocarbonetos para dinamizar o setor petrolífero e gasístico através do investimento estrangeiro. </P><br />
<P>O documento detalha o regime aplicável à atividade das empresas privadas interessadas em extrair petróleo ou gás venezuelano. Prevê também uma tributação diferenciada, dado o perfil de risco dos ativos, sejam jazidas em terra ou exploração no mar. </P><br />
<P>Em comunicado, o Ministério dos Hidrocarbonetos considerou na quinta-feira que &#8220;a aprovação desta legislação representa um ponto-chave para a industria petrolífera, uma vez que proporciona regras claras, maior segurança jurídica e um ambiente propício para a cooperação entre o Estado e o capital nacional e internacional&#8221;.</P><br />
<P>O governo espera que a nova legislação posicione o setor dos hidrocarbonetos &#8220;na vanguarda&#8221; do mercado energético global e consolide a nação das Caraíbas como &#8220;ator-chave&#8221; no mesmo.</P></p>
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		<title>Ucrânia: Zelensky espera receber mísseis Patriot &#8220;nos próximos dias&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 23:03:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou hoje que o país espera receber "nos próximos dias"dos Estados Unidos mísseis de interceção para os sistemas antiaéreos Patriot.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou hoje que o país espera receber &#8220;nos próximos dias&#8221;dos Estados Unidos mísseis de interceção para os sistemas antiaéreos Patriot.</P><br />
<P>&#8220;Nos próximos dias, vamos receber uma remessa dos Estados Unidos&#8221;, afirmou o chefe de Estado ucraniano, em declarações divulgadas pela agência de notícias do país, Ukrinform, após ter-se reunido com o homólogo norte-americano, Donald Trump, à margem da cimeira da NATO em Ancara, capital turca.</P><br />
<P>Zelensky disse também ter firmado acordos com países europeus para receber mais unidades de um dos modelos de mísseis de interceção utilizados pelos sistemas Patriot, o PAC-3.</P><br />
<P>Na quarta-feira, durante a cimeira da NATO, Trump prometeu autorizar a Ucrânia fabricar mísseis para os sistemas Patriot com apoio norte-americano, tendo Zelensky referido que falta apenas chegar a acordo sobre &#8220;aspetos técnicos pendentes&#8221; para iniciar a produção.</P><br />
<P>O chefe de Estado referiu também que a Ucrânia está a trabalhar com oito países europeus no projeto Freya, financiado pela Comissão Europeia, com a objetivo de contrariar a ameaça dos mísseis balísticos lançados pela Federação Russa, na sequência da invasão em larga escala do território ucraniano, lançada em 24 de fevereiro de 2022.</P><br />
<P>&#8220;Existem oito países que nos podem ajudar a construir o nosso sistema, o que tanto beneficiará a Ucrânia, como toda a Europa. Tenho total confiança no sucesso deste projeto&#8221;, frisou Zelensky, considerando que as decisões em causa podem constituir &#8220;um grande avanço&#8221; para a defesa do país.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787772]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>VW anuncia redução da capacidade de produção em 25% para se adaptar ao mercado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 22:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O construtor automóvel alemão Volkswagen informou hoje que vai reduzir as suas capacidades de produção em 25%, para nove milhões de veículos anuais, para se adaptar ao mercado global e aumento da concorrência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O construtor automóvel alemão Volkswagen informou hoje que vai reduzir as suas capacidades de produção em 25%, para nove milhões de veículos anuais, para se adaptar ao mercado global e aumento da concorrência. </P><br />
<P>A empresa, que tem uma capacidade instalada de 12 milhões de veículos, informou, depois de uma reunião do seu conselho de vigilância com a direção, que também vai reduzir a oferta dos seus modelos automobilísticos paulatinamente em 50%, concentrando-se nos segmentos de mercado mais atrativos.</P><br />
<P>A sua oferta de modelos vai diminuir em até 75%, acrescentou o grupo, a que pertencem marcas como VW, Audi, Porsche, Skoda e Seat/Cupra.</P><br />
<P>Estas medidas, considera o grupo, &#8220;vão melhorar a posição resiliente da Volkswagen em um exigente período de transformação da indústria automobilística&#8221; e contribuir para manter a Alemanha como localização industrial. </P><br />
<P>&#8220;A empresa enfrenta a próxima fase de transformação com um plano que posiciona o grupo para ser mais resiliente, eficiente e competitivo&#8221;, acrescentou-se no comunicado, no qual não se anunciaram mais medidas relativas ao emprego. </P><br />
<P>Antes, o grupo tinha anunciado a redução de 50 mil empregos na Alemanha até 2030, dos quais 35 mil na marca VW.</P><br />
<P>Mas, agora, a revista Manager Magazin avançou que o grupo quer intensificar os seus planos de poupança, o que poderia levar à eliminação de cem mil postos de trabalho em todo o mundo, o dobro do anunciado até agora. </P><br />
<P>A revista especificou também que quatro fábricas do grupo na Alemanha poderiam encerrar. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787771]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Número de mortos sobe para 3.899</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 22:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[   Caracas, 09 jul 2026 (Lusa) - O número de mortos pelos sismos ocorridos há duas semanas na Venezuela subiu hoje para 3.899, enquanto o de feridos se manteve em 16.740, segundo o mais recente balanço oficial divulgado pelo Governo venezuelano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>   O número de mortos pelos sismos ocorridos há duas semanas na Venezuela subiu hoje para 3.899, enquanto o de feridos se manteve em 16.740, segundo o mais recente balanço oficial divulgado pelo Governo venezuelano.</P><br />
<P>O número de feridos mantém-se igual ao registado no balanço de domingo, enquanto o de mortos representa um aumento de 88 pessoas.</P><br />
<P>O presidente do Parlamento, Jorge Rodríguez, indicou que 17.907 pessoas ficaram sem habitação após o duplo sismo, enquanto se mantém &#8211; desde a passada quinta-feira &#8211; a cifra de resgatados em 6.462. </P><br />
<P>Rodríguez acrescentou que as autoridades já prestaram assistência a 86.794 famílias e que 16.892 pessoas estão nos 89 acampamentos temporários montados pelo Estado venezuelano.</P><br />
<P>O dirigente afirmou ainda que há 856 edifícios afetados pelos sismos, dos quais 190 colapsaram totalmente.</P><br />
<P>O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho aumentou para 104 e há 57 desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>Entre os 104 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, em que 90 tinham também a nacionalidade venezuelana, estão 18 crianças e 86 adultos, indicou o MNE.</P><br />
<P>O anterior balanço contabilizava 102 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela. </P><br />
<P>O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, iniciou na quarta-feira uma visita de quatro dias ao país e anunciou hoje que a companhia aérea TAP vai retomar, em 13 de julho, os voos de e para a Venezuela, utilizando o Aeroporto Arturo Michelena de Valência, a 170 quilómetros a oeste de Caracas.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.  </P></p>
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		<item>
		<title>Wall Street fecha em alta a minimizar a geopolitica e a maximizar tecnológicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 22:20:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, minimizando a geopolítica e maximizando o regresso da atração dos ativos tecnológicos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, minimizando a geopolítica e maximizando o regresso da atração dos ativos tecnológicos.</P><br />
<P>Os resultados da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average avançou 0,27%, o tecnológico Nasdaq ganhou 1,30% e o alargado S&amp;P500 progrediu 0,81%.</P><br />
<P>Para Christopher Low, analista da FHN Financial, questionado pela AFP, este &#8220;é um mercado bolsista que reage como seria de esperar de uma situação com um cessar-fogo duradouro e não face à continuação da guerra&#8221; no Médio Oriente. </P><br />
<P>Os novos confrontos entre os EUA e o Irão são os mais intensos desde a assinatura de um protocolo de acordo em meados de junho, para sustentar a trégua de abril. </P><br />
<P>Donald Trump garantiu hoje que, para ele, esta estava &#8220;terminada&#8221;. Depois de insultar os dirigentes iranianos, com quem não quer mais falar, deixou contudo a porta aberta à continuação de negociações pela sua equipa de negociadores. </P><br />
<P>Mas depois de duas sessões de alta, a cotação do petróleo desceu hoje, aliviando a pressão sobre o custo da dívida pública, termómetro das perspetivas de inflação. </P><br />
<P>Para Low, é preciso sublinhar &#8220;a dimensão do aumento da produção petrolífera fora do Golfo&#8221; desde o início da guerra, que reduz o impacto desta em relação ao período anterior.</P><br />
<P>Só nos Estados Unidos, as exportações acumuladas de petróleo e produtos petrolíferos subiram 25% entre janeiro e abril, segundo as estatísticas da Agência de Informação de Energia norte-americana. </P><br />
<P>Neste contexto, o setor tecnológico &#8220;muito sensível às taxas de juro&#8221;, porque assenta em investimentos gigantescos financiados por dívida, &#8220;conheceu um dia muito bom&#8221;, apontou Low.</P><br />
<P>Progressão esta tanto mais notável quanto se fez sem ser protagonizada pelos principais conglomerados, destacou Jose Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>Foram os microprocessadores que lideraram a subida, protagonizada, nomeadamente, por SanDisk (+7,59%), AMD (+5,67%) ou Qualcomm (+2,44%).</P><br />
<P>A Micron (+4,52%) também foi procurada depois de anunciar vários investimentos vultuosos nos EUA, elevando os seus compromissos para 250 mil milhões de dólares até 2035, para reforçar a fileira dos semicondutores no país. </P><br />
<P>Os investidores foram também animados pela notícia da introdução em breve do conglomerado de microprocessadores sul-coreanos SK hynix.</P><br />
<P>&#8220;Continuamos a pensar que este setor está com excesso de capacidade, que os operadores vão começar a reduzir as suas despesas, mas, na realidade, continuamos a ver estas manchetes, que são muito encorajadoras&#8221;, observou Low.</P></p>
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		<title>Mundial2026: França vence Marrocos e é a primeira semi-finalista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 22:02:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A vice-campeã em título França qualificou-se hoje para as meias-finais do Mundial de futebol de 2026, ao vencer Marrocos, sobrevivente de África, por 2-0, no primeiro encontro dos 'quartos', disputado em Foxborough, nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A vice-campeã em título França qualificou-se hoje para as meias-finais do Mundial de futebol de 2026, ao vencer Marrocos, sobrevivente de África, por 2-0, no primeiro encontro dos &#8216;quartos&#8217;, disputado em Foxborough, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Kylian Mbappé, aos 60 minutos, para o seu oitavo golo na prova e 20.º em Mundiais, em 20 jogos, e o &#8216;Bola de Ouro&#8217; Ousmane Dembélé, aos 66, apontaram os tentos dos gauleses, que já tinham batido os marroquinos por 2-0 nas &#8216;meias&#8217; de 2022.</P><br />
<P>Nas meias-finais, na terça-feira, em Arlington, às 14:00 locais (20:00 em Lisboa), a França, pela oitava vez nesta fase, depois de 1958, 1982, 1986, 1998, 2006, 2018 e 2022, vai defrontar o vencedor do embate de sexta-feira entre Espanha e Bélgica.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787768]]></sapo:autor>
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		<title>Carneiro exige que Governo assegure continuidade das obras financiadas pelo PRR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 21:48:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, exigiu hoje que o Governo garanta, no futuro quadro comunitário, a continuidade das obras dos municípios financiadas pelo PRR que não estejam concluídas até final do programa, em agosto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, exigiu hoje que o Governo garanta, no futuro quadro comunitário, a continuidade das obras dos municípios financiadas pelo PRR que não estejam concluídas até final do programa, em agosto.</P><br />
<P>&#8220;O Governo deve reunir e estabelecer compromissos claros com a Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), tendo em vista garantir que os investimentos que estavam contratualizados e planeados ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) devem ter continuidade de financiamento futuro, desejavelmente com as mesmas taxas de comparticipação&#8221;, disse o líder dos socialistas em Beja.</P><br />
<P>José Luís Carneiro falava à agência Lusa após a cerimónia de inauguração da nova sede da Federação Regional do Baixo Alentejo do PS, agora liderada pelo autarca de Ourique, Marcelo Guerreiro, eleito a 19 de junho e que sucedeu ao antigo deputado Nelson Brito.</P><br />
<P>O secretário-geral do PS revelou que tem sentido &#8220;muitos autarcas do país preocupados com o futuro de muitos desses investimentos&#8221;, mas também com &#8220;vontade de desistirem desses projetos e desresponsabilizarem-se em termos de garantias financeiras futuras&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se isso acontecer, significa que poderá haver muitos equipamentos por todo o país que ficarão meio concluídos e meio por concluir&#8221;, indicou.</P><br />
<P>Por isso, concluiu, &#8220;é preciso que o Governo dê garantias claras aos autarcas de todo o país, por intermédio da ANMP, de que garantirá o financiamento no futuro quadro comunitário, nos mesmos termos que estava previsto no PRR&#8221;.</P><br />
<P>Antes de falar à Lusa, no seu discurso aos militantes do distrito de Beja, José Luís Carneiro criticou a atuação do Governo, que acusou de &#8220;falhar em todas as áreas com que se comprometeu&#8221;, nomeadamente na economia, saúde, habitação e educação.</P><br />
<P>Sobre esta última, e tomando como exemplo os problemas verificados na correção dos exames nacionais, o líder socialista acusou o ministro da Educação, Fernando Alexandre, e o primeiro-ministro, Luís Montenegro, de &#8220;insensibilidade total&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O primeiro-ministro tinha o dever de explicar às famílias e aos professores, o que falhou e o que está a ser feito para corrigir os erros que ocorreram. E se esses erros não forem corrigidos, o que se poderá esperar em relação à segurança e à confiança na avaliação daqueles que andaram 12 anos ou mais a preparar o acesso ao ensino superior&#8221;, vincou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787767]]></sapo:autor>
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		<title>Volkswagen vai reduzir produção em 25% e cortar para metade a gama de modelos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 21:23:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar da aprovação das linhas gerais da reestruturação, o conselho de supervisão adiou as decisões mais sensíveis, incluindo o número exato de postos de trabalho que poderão ser eliminados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="flex h-svh w-screen flex-col">
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<p>O Grupo Volkswagen anunciou um plano de reestruturação que prevê uma redução de 25% da capacidade global de produção automóvel, passando dos atuais 12 milhões para cerca de nove milhões de veículos por ano. Segundo o El País, a construtora alemã vai também reduzir gradualmente até 50% da sua gama de modelos, concentrando a oferta nos segmentos de mercado considerados mais atrativos.</p>
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<p data-start="449" data-end="666">A decisão foi anunciada após uma reunião do conselho de supervisão da empresa, que aprovou os primeiros pontos-chave daquela que é considerada a maior reestruturação do grupo desde o acordo salarial alcançado em 2024.</p>
<p style="text-align: left;" data-start="668" data-end="706"><strong>Oferta será simplificada em até 75%</strong></p>
<p data-start="708" data-end="947">Além da redução do número de modelos, a Volkswagen prevê cortar significativamente as opções de equipamento disponíveis nos seus automóveis. Segundo a empresa, estas medidas permitirão reduzir a complexidade da oferta comercial em até 75%.</p>
<p data-start="949" data-end="1223">&#8220;O nosso plano para o futuro marca a entrada na próxima fase da transformação&#8221;, afirmou o presidente executivo do Grupo Volkswagen, Oliver Blume. O responsável reiterou que o objetivo passa por transformar a empresa &#8220;na fabricante automóvel mais atrativa do mundo&#8221; até 2030.</p>
<p data-start="1225" data-end="1272"><strong>Número de despedimentos continua por definir</strong></p>
<p data-start="1274" data-end="1464">Apesar da aprovação das linhas gerais da reestruturação, o conselho de supervisão adiou as decisões mais sensíveis, incluindo o número exato de postos de trabalho que poderão ser eliminados.</p>
<p data-start="1466" data-end="1669">Nas últimas semanas, surgiram informações de que o grupo poderá eliminar até 100 mil empregos e encerrar quatro fábricas na Europa, embora a empresa ainda não tenha confirmado oficialmente esses números.</p>
<p data-start="1671" data-end="1962">Anteriormente, a Volkswagen já tinha anunciado a eliminação de 50 mil postos de trabalho na Alemanha até 2030. Desse total, 35 mil correspondem à marca Volkswagen, enquanto os restantes dizem respeito a subsidiárias como a Audi e a Porsche. Os novos cortes poderão somar-se aos já previstos.</p>
<p data-start="1964" data-end="2018"><strong>Trabalhadores manifestam-se contra a reestruturação</strong></p>
<p data-start="2020" data-end="2192">Coincidindo com a reunião do conselho de supervisão, o sindicato IG Metall e a comissão de trabalhadores organizaram protestos em várias unidades da Volkswagen na Alemanha.</p>
<p data-start="2194" data-end="2423">As manifestações decorreram em Wolfsburgo, junto à sede do grupo, bem como em Emden, Zwickau, Hanôver e na fábrica da Audi em Neckarsulm. Segundo o sindicato, não se tratou de uma greve, mas sim de ações de informação e protesto.</p>
<p data-start="2425" data-end="2592">Estas unidades são consideradas particularmente vulneráveis no atual processo de reestruturação, estando entre as instalações cujo futuro tem sido alvo de especulação.</p>
<p data-start="2594" data-end="2635"><strong>Sindicatos alertam para forte oposição</strong></p>
<p data-start="2637" data-end="2879">A presidente da comissão de trabalhadores, Daniela Cavallo, e a líder do IG Metall, Christiane Benner, avisaram que os trabalhadores irão opor-se firmemente caso avancem os planos para eliminar mais 50 mil empregos e encerrar quatro fábricas.</p>
<p data-start="2881" data-end="3149">Benner classificou como &#8220;absolutamente irresponsável&#8221; a forma como tem sido gerida a divulgação das possíveis medidas, acusando a administração de alimentar o receio entre os trabalhadores ao permitir que circulem informações sobre o eventual encerramento de fábricas.</p>
<p data-start="3151" data-end="3464">A dirigente sindical defendeu ainda uma maior cooperação entre as diferentes marcas do grupo para aproveitar sinergias e reconheceu que, desde o acordo laboral alcançado em 2024, o contexto internacional se agravou devido aos direitos aduaneiros impostos pelos Estados Unidos e ao reforço da concorrência chinesa.</p>
<p data-start="3466" data-end="3531"><strong>Volkswagen aponta pressão internacional como principal desafio</strong></p>
<p data-start="3533" data-end="3648">Oliver Blume justificou o reforço do plano de redução de custos com o agravamento das condições económicas globais.</p>
<p data-start="3650" data-end="3853">Segundo o presidente executivo, fatores como as tarifas aduaneiras, os conflitos internacionais, as tensões geopolíticas e o aumento da concorrência colocam em causa o atual modelo de negócio da empresa.</p>
<p data-start="3855" data-end="4046">Na sua perspetiva, o modelo tradicional da Volkswagen — baseado no desenvolvimento e produção na Europa para venda em todo o mundo — deixou de ser sustentável nas atuais condições de mercado.</p>
<p data-start="4048" data-end="4106"><strong>Comissão de trabalhadores pede estratégia para o futuro</strong></p>
<p data-start="4108" data-end="4348">Daniela Cavallo defendeu que a Volkswagen necessita de um plano estratégico de longo prazo que vá além da redução de custos, incluindo investimentos em inovação tecnológica e no desenvolvimento de produtos adaptados aos diferentes mercados.</p>
<p data-start="4350" data-end="4487">A responsável apelou igualmente ao apoio das autoridades europeias para proteger a indústria automóvel face à concorrência internacional.</p>
<p data-start="4489" data-end="4783" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Na sua opinião, perante o apoio concedido pelos Estados Unidos e pela China às respetivas indústrias automóveis, através de subsídios e tarifas, a União Europeia deverá adotar uma política industrial que permita salvaguardar a competitividade e os postos de trabalho no setor automóvel europeu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787763]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Riade considera ataques iranianos ameaça à segurança regional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 21:14:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo da Arábia Saudita condenou hoje os ataques iranianos contra alvos norte-americanos no Bahrein, na Jordânia e no Kuwait, acusando o regime de Teerão de "ameaçar a segurança e a estabilidade" no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo da Arábia Saudita condenou hoje os ataques iranianos contra alvos norte-americanos no Bahrein, na Jordânia e no Kuwait, acusando o regime de Teerão de &#8220;ameaçar a segurança e a estabilidade&#8221; no Médio Oriente.</P><br />
<P>Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros saudita considera que os ataques constituem uma &#8220;violação da soberania de estados irmãos&#8221; e alerta que semelhantes operações violam a Resolução 2817 do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), de 11 de março de 2026, que exige a interrupção de todos os ataques iranianos na região.</P><br />
<P>Riade defende que a postura iraniana &#8220;prejudica os esforços internacionais para repor a segurança&#8221; e lembra que a resolução da ONU destaca a &#8220;importância de se respeitar a soberania&#8221; de países terceiros em caso de conflito, bem como o &#8220;compromisso com resoluções e leis internacionais&#8221;.</P><br />
<P>Os Estados Unidos lançaram várias vagas de ataques aéreos contra o Irão entre terça-feira e hoje, alegando que estão a agir em resposta aos ataques iranianos contra navios no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Em resposta a esses ataques, na origem de pelo menos 14 mortos e quase 80 feridos nos últimos dois dias, o Irão lançou mísseis e drones contra alvos norte-americanos em vários países da região.</P><br />
<P>Além de ataques, os dois países trocam nos últimos dias acusações mútuas de violações do memorando de entendimento e alertas sobre um possível colapso do cessar-fogo acordado em 08 de abril, do qual Israel é também signatário.</P><br />
<P>Teerão exige que a passagem pelo estreito seja coordenada com as forças norte-americanas até que seja alcançado um acordo de paz definitivo para pôr fim ao conflito no Médio Oriente, desencadeado pela ofensiva conjunta dos EUA e Israel no final de fevereiro.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Síria: Governo afirma ter prendido responsáveis por atentado em Damasco</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 21:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo sírio anunciou hoje a prisão dos responsáveis pelos dois atentados à bomba em Damasco na terça-feira, durante a visita do Presidente francês, Emmanuel Macron.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo sírio anunciou hoje a prisão dos responsáveis pelos dois atentados à bomba em Damasco na terça-feira, durante a visita do Presidente francês, Emmanuel Macron.</P><br />
<P>&#8220;A célula responsável pelos ataques terroristas que atingiram Damasco há dois dias já está sob a nossa custódia&#8221;, declarou o ministro sírio do Interior, Anas Khattab, n uma publicação na rede social X.</P><br />
<P>O responsável prometeu ainda divulgar as identidades dos membros da célula terrorista e as respetivas funções, assim que a investigação for concluída.</P><br />
<P>Uma pessoa morreu e outras 36 ficaram feridas nas explosões quase simultâneas de duas bombas de fabrico caseiro na manhã de terça-feira, perto do hotel onde o Macron pernoitou, entre segunda e terça-feira.</P><br />
<P>Nos momentos das explosões, Macron já havia tinha deixado o hotel para se reunir com o homólogo sírio, Ahmad al-Charah.</P><br />
<P>A visita do Presidente de França foi a primeira de um líder de um país do Ocidente à Síria desde que a coligação islamista assumiu o poder e sucedeu a Bashar al-Assad, após mais de 13 anos de guerra civil.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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