Apesar de as aulas só começarem daqui a duas semanas, alguns colégios privados e escolas internacionais começam a receber alunos já no próximo dia 1 de Setembro, estando por isso a organizar o regresso através de «turmas bolhas» e com o ensino à distância como alternativa, avança o ‘Diário de Notícias (DN).
A organização por «bolhas» consiste em determinar horários e circuitos específicos para cada turma, evitando ao máximo o contacto entre alunos de turmas diferentes, o que reduz a probabilidade de transmissão do vírus e permite que caso um aluno fique infectado, apenas a sua turma seja colocada em confinamento, ao invés de o colégio inteiro.
Barbara Lancastre, presidente do PaRK Internactional explica como funciona o sistema no seu caso: «Os circuitos, salas, casas de banho e zonas de recreio encontram-se marcadas com a cor de cada Bubble», refere, citada pelo DN.
Para além disso foram criados vários circuitos e horários desfasados, quer de entradas e saídas como de refeições, reforçando também a limpeza e desinfecção das salas, para «garantir a higiene regular dos espaços e impedir ao máximo o cruzamento entre grupos», mantendo simultâneamente «um ambiente de alguma normalidade e uma atmosfera de aprendizagem positiva», refere Rita Dantas, da comunicação da Deutsche Schule Lissabon ao ‘DN.
Em alguns casos será também adoptada à verificação de temperatura, que pode acontecer nos colégios em casa, pedindo aos pais que o façam. Para a comunidade docente a Oporto British School adquiriu testes, com o objectivo de garantir que não estão infectados. Adicionalmente, a instituição procura saber onde passaram férias, caso tenha sido numa zona de risco, «serão aconselhados a ter aulas remotamente no início do ano», afirma Mafalda Pinto do gabinete de comunicação, citada pelo ‘DN’.



