Novo ano letivo: Ficaram colocados 28.500 professores. Mais de metade continua na mesma escola

O Ministério da Educação já se encontra a preparar o regresso às aulas, em Setembro, com a publicação das listas que revelam a colocação de 28.500 professores nos quadros nacionais.

Simone Silva

O Ministério da Educação já se encontra a preparar o regresso às aulas, em Setembro, com a publicação das listas que revelam a colocação de 28.500 professores nos quadros nacionais, de acordo com um comunicado enviado esta sexta-feira às redacções.

«Na mobilidade interna foram distribuídos cerca de 1.650 horários completos e mais de 350 horários incompletos. Os restantes cerca de 15.500 docentes de quadro mantiveram a colocação nas escolas onde estiveram no ano lectivo anterior», explica o Ministério da Educação.

A nota divulgada revela ainda que «ficaram apenas cerca de 200 docentes em ausência de componente lectiva, que serão colocados prioritariamente nas reservas de recrutamento. Este número desce em relação ao ano anterior, que já tinha um valor significativamente mais baixo em comparação com outros anos».

«No concurso de contratação inicial foram colocados mais de 11.100 docentes contratados, dos quais cerca de 7.650 em horários completos. Destes, cerca de 3.700 são renovações de contratos», revela a tutela, indicando que «ao todo, ficaram colocados hoje, contando com as renovações, cerca de 28.500 docentes nas escolas do Ministério da Educação».

O comunicado explica ainda que «os docentes agora colocados na mobilidade interna e na contratação inicial têm de aceitar a colocação na aplicação electrónica no prazo de 48 horas correspondentes a 2 dias úteis, e de se apresentar nos AE/ENA de colocação, no prazo de 72 horas».

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Ainda assim sublinha que «os docentes que não o possam fazer presencialmente por motivo de férias, maternidade, doença ou outro motivo previsto na lei, podem comunicar esse facto ao AE/ENA até ao primeiro dia útil do mês de Setembro».

O governo considera que «a manutenção das colocações dos docentes do quadro e a renovação dos contratos dos docentes contratados são um inequívoco sinal de uma maior estabilidade do sistema» e detalha que o facto de nos últimos cinco anos, cerca de nove mil professores terem entrado nos quadros, «reflecte-se de forma determinante no reforço da estabilidade do corpo docente a leccionar nas escolas e uma paulatina e consistente renovação dos quadros».

 

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