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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 24 Jun 2026 12:57:31 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Telemóveis, computadores e pneus com novas regras: o que muda nas etiquetas energéticas da UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:57:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa faz parte da estratégia da Comissão Europeia para agilizar procedimentos e reduzir encargos administrativos, uma das prioridades desta legislatura]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Bruxelas apresentou um conjunto de medidas para simplificar e modernizar as regras de etiquetagem de eficiência energética aplicadas a telemóveis, computadores, eletrodomésticos e pneus, avança a &#8216;Euronews&#8217;. A proposta pretende reduzir burocracia, adaptar o sistema à era digital e tornar a informação mais clara para consumidores e empresas.</p>
<p>A iniciativa faz parte da estratégia da Comissão Europeia para agilizar procedimentos e reduzir encargos administrativos, uma das prioridades desta legislatura. O objetivo é manter a utilidade das etiquetas energéticas, mas ajustá-las a novos hábitos de compra, à digitalização do comércio e à crescente importância da eficiência no consumo de eletricidade.</p>
<p>“As etiquetas de energia permitem que os consumidores façam escolhas informadas que os ajudam a poupar dinheiro e, no contexto atual, isso é mais importante do que nunca”, afirmou Teresa Ribera, vice-presidente da Comissão Europeia. A responsável defendeu que a proposta é “ambiciosa” e adapta a regulamentação à era digital, tornando-a “mais clara para os consumidores, mais simples para as empresas e mais rigorosa em termos de padrões”.</p>
<p>Num contexto de transição da crise dos combustíveis fósseis para uma economia mais eletrificada, Bruxelas considera que a eficiência energética continua a ser uma ferramenta essencial para o sistema energético europeu. A Comissão estima que o atual sistema de etiquetagem energética da União Europeia já permita aos consumidores poupar cerca de 100 mil milhões de euros por ano em custos de funcionamento dos produtos.</p>
<p>Uma das principais novidades passa pelos produtos eletrónicos, como telemóveis. As novas etiquetas deverão incluir informação mais detalhada sobre a durabilidade dos equipamentos e a possibilidade de reparação, permitindo aos consumidores escolher aparelhos com maior vida útil.</p>
<p>Com esta alteração, Bruxelas pretende reforçar os objetivos de sustentabilidade e economia circular da União Europeia, incentivando a compra de produtos mais duradouros e mais fáceis de reparar. A medida procura também responder a uma preocupação crescente dos consumidores: perceber não apenas quanto consome um equipamento, mas durante quanto tempo poderá ser usado e reparado.</p>
<p>A proposta introduz ainda maior flexibilidade tecnológica nas lojas físicas. Os estabelecimentos poderão utilizar ecrãs eletrónicos nas prateleiras como alternativa às tradicionais etiquetas em papel, desde que a informação continue acessível aos consumidores.</p>
<p>Para produtos vendidos exclusivamente entre empresas ou que não estejam expostos em pontos de venda a retalho, como máquinas de venda automática ou balcões refrigerados de supermercados, poderá ser permitida a utilização de códigos QR na documentação técnica ou no próprio produto, em vez de uma etiqueta impressa visível.</p>
<p>A Comissão Europeia quer também adaptar as regras a situações em que o consumidor não contacta diretamente com o produto antes da compra. É o caso, por exemplo, de equipamentos instalados através de profissionais, como sistemas de aquecimento ou cozinhas.</p>
<p>Nessas situações, a informação sobre eficiência energética terá de ser incluída diretamente na proposta contratual apresentada pelo instalador. A intenção é garantir que o cliente tem acesso aos dados essenciais no momento em que toma a decisão de compra.</p>
<p>No setor automóvel, as regras relativas aos pneus também deverão mudar. A Comissão propõe eliminar a obrigação de os concessionários exibirem etiquetas individuais dos pneus na venda de carros novos, uma vez que os clientes raramente podem escolher o modelo específico de pneu incluído no veículo.</p>
<p>Só esta medida deverá gerar uma poupança anual de 40 milhões de euros, reduzindo tarefas administrativas consideradas desnecessárias no momento da venda de automóveis, de acordo com os dados citados pela &#8216;Euronews&#8217;.</p>
<p>O Registo Europeu de Produtos para a Etiquetagem Energética, conhecido como EPREL, deverá tornar-se o centro da vigilância e da transparência do mercado. Esta base de dados contém atualmente informação sobre mais de dois milhões de modelos de produtos.</p>
<p>A digitalização destes processos deverá permitir às autoridades nacionais de fiscalização poupar cerca de 3,7 milhões de euros por ano, graças a um acesso mais rápido e simples aos dados de conformidade dos produtos.</p>
<p>Para evitar a duplicação de tarefas administrativas, Bruxelas quer ainda integrar os dados já fornecidos ao EPREL no futuro registo do passaporte digital do produto. Desta forma, as empresas não terão de introduzir a mesma informação em sistemas diferentes.</p>
<p>A interoperabilidade entre bases de dados poderá gerar poupanças pontuais de até 66 milhões de euros para empresas do setor, reforçando a eficiência do mercado único digital.</p>
<p>No conjunto, a Comissão Europeia estima que as medidas de simplificação no setor da energia possam gerar poupanças de até 125 milhões de euros por ano para empresas e autoridades de supervisão ao longo da próxima década.</p>
<p>A proposta enquadra-se no objetivo mais amplo da União Europeia de reduzir os encargos administrativos totais em 37,5 mil milhões de euros até 2029, com o argumento de que menos burocracia pode reforçar a competitividade das empresas europeias sem retirar informação essencial aos consumidores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780910]]></sapo:autor>
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		<title>Comissão recomenda fusão entre reguladores nas áreas financeira e digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:42:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[A fusão de Entidades Reguladoras (ER) na área financeira e no digital para reforçar a independência e capacidade de atuação é uma das sugestões do relatório da Comissão para o Reforço da Independência das Entidades Reguladoras hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A fusão de Entidades Reguladoras (ER) na área financeira e no digital para reforçar a independência e capacidade de atuação é uma das sugestões do relatório da Comissão para o Reforço da Independência das Entidades Reguladoras hoje divulgado. </P><br />
<P>Nas recomendações do relatório, a Comissão propõe &#8220;ponderar a integração da regulação e supervisão no setor financeiro&#8221; entre o Banco de Portugal, a CMVM e a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), &#8220;para maior eficácia da sua atuação&#8221;.</P><br />
<P>Idêntica recomendação de integração é feita para a área digital, entre a Anacom e a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC). </P><br />
<P>À exceção da Autoridade da Concorrência, que abrange todos os setores, o documento da Comissão, presidida por Jorge Vasconcelos, questiona a capacidade das ER setoriais &#8220;para atuarem face a fenómenos que atravessam vários setores&#8221; económicos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780905]]></sapo:autor>
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		<title>Obras da Linha do Norte entre Válega e Espinho começam hoje e vão durar três anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:40:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A empresa pública Infraestruturas de Portugal (IP) iniciou hoje a empreitada para renovação de 19 quilómetros da Linha do Norte, entre Espinho e Válega, no concelho de Ovar, que custará 76 milhões de euros em três anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa pública Infraestruturas de Portugal (IP) iniciou hoje a empreitada para renovação de 19 quilómetros da Linha do Norte, entre Espinho e Válega, no concelho de Ovar, que custará 76 milhões de euros em três anos.</P><br />
<P>A obra nesse troço de ferrovia no distrito de Aveiro vai ser executada pelo consórcio constituído pelas empresas Somafel &#8211; Engenharia e Obras Ferroviárias, Construções Gabriel Couto e Teixeira Duarte, integrando um plano de investimentos mais abrangente destinado a aumentar a segurança das linhas e a sua flexibilidade comercial.</P><br />
<P>Na cerimónia de consignação da empreitada, o ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, classificou a intervenção como &#8220;absolutamente essencial&#8221; e apontou-a como prova de que os avanços para construção da Linha de Alta Velocidade não invalidam a aposta na ferrovia entre Porto e Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;A Alta Velocidade só vai abrir mais espaço na Linha do Norte&#8221;, defendeu o governante, assumindo como expectável que, no futuro, se verifique uma significativa deslocação de passageiros da via atual para a super-rápida, o que deverá libertar a já existente para mais transporte de mercadorias.</P><br />
<P>As obras em curso nessa e noutras zonas do país, na medida em que antecipam necessidades futuras, constituem, por isso, o que Pinto Luz considera &#8220;um esforço coletivo de investimento, completamente transformador do país&#8221;.</P><br />
<P>Ainda sobre o crescimento esperado no transporte de mercadorias, Maria Helena Campos, do conselho de administração da IP, realçou que a empreitada entre Válega e Espinho prevê a construção de vias de resguardo de pelo menos 750 metros, para estacionamento desses comboios enquanto circulam os de passageiros.</P><br />
<P>Paulo Tavares, também da IP, prevê, ainda assim, um aumento de 45% na circulação de pessoas, que deverá passar de 5,8 para 8,4 milhões de passageiros por ano. Tendo isso em vista, outras transformações anunciadas para a Linha do Norte são a &#8220;renovação de equipamentos em fim de vida, substituição integral da via catenária, alteração do layout das estações de Esmoriz e Ovar, novos cais de passageiros e supressão de passagens de nível rodoviárias e pedonais&#8221;.</P><br />
<P>Esse último exemplo foi, aliás, um dos valorizados por Pinto Luz, que, no contexto dos &#8220;vários desafios&#8221; que Espinho enfrenta ao nível das suas vias de circulação, destacou &#8220;o flagelo&#8221; das passagens de nível e as &#8220;constantes notícias trágicas&#8221; sobre ocorrências nos seus atravessamentos.</P><br />
<P>Outros desafios associados a Espinho, ainda segundo o governante, são a Linha do Vale do Vouga, onde quer melhorar o acesso a Gaia por parte das comunidades situadas entre Santa Maria da Feira e Oliveira de Azeméis, e depois a Estrada Nacional 109, onde é &#8220;uma prioridade absolutamente incontornável&#8221; travar o seu grau de degradação.</P><br />
<P>Na mesma cerimónia, o presidente da Câmara Municipal, Jorge Ratola, afirmou que o ministro Pinto Luz &#8220;tem feito por Espinho muito mais do que as pessoas pensam ou sabem&#8221;, mas lançou-lhe um apelo: &#8220;Que a burocracia com que somos confrontados todos os dias &#8212; com decisões que demoram anos e anos a ser tomadas &#8212; seja mais ágil e [que os decisores] não se resignem ao estado das coisas&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780901]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ataque com drones ucranianos incendeia o “maior complexo químico de gás do mundo” no interior da Rússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:38:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[drones]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[e acordo com canais ucranianos de monitorização citados pelo jornal, foram registados vários incêndios no local industrial após as explosões, e dados de satélite indicavam diferentes focos de fogo dentro da instalação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma grande central de processamento de gás na região russa de Orenburg foi atingida durante a noite por um ataque com drones, provocando explosões, incêndios e restrições temporárias em aeroportos da zona, escreve o &#8216;Kyiv Post&#8217;. O Estado-Maior ucraniano confirmou mais tarde o ataque contra o complexo industrial, situado a mais de 1.200 quilómetros da linha de contacto.</p>
<p>A região de Orenburg fica no sul da Rússia, junto à fronteira com o Cazaquistão. De acordo com canais ucranianos de monitorização citados pelo jornal, foram registados vários incêndios no local industrial após as explosões, e dados de satélite indicavam diferentes focos de fogo dentro da instalação.</p>
<p><script async src="https://telegram.org/js/telegram-widget.js?23" data-telegram-post="exilenova_plus/23636" data-width="100%"></script></p>
<p>Moradores locais relataram pelo menos três impactos na zona industrial. As autoridades russas suspenderam temporariamente as operações no aeroporto de Orenburg, tendo sido também impostas restrições semelhantes em Orsk e Yasnoye, com interrupção do tráfego aéreo por motivos de segurança.</p>
<p>O governador da região de Orenburg, Yevgeny Solntsev, afirmou no &#8216;Telegram&#8217; que a região tinha sido alvo de um “ataque massivo de drones” organizado pelo que chamou de “regime criminoso” das Forças Armadas da Ucrânia. Segundo o responsável, vários drones foram abatidos sobre uma instalação industrial e não havia registo de vítimas.</p>
<p>Solntsev apelou ainda à calma da população e avisou que é proibida a divulgação de fotografias e vídeos relacionados com drones.</p>
<p>A central de processamento de gás de Orenburg, construída no campo de condensado de gás da região, é descrita por fontes russas como o “maior complexo químico de gás do mundo”. A instalação pertence à esfera da Gazprom e está envolvida na purificação e processamento de gás, bem como na produção de hélio.</p>
<p>Situada a cerca de 1.500 quilómetros da fronteira ucraniana, a unidade é considerada estratégica para o setor energético russo. É também a única produtora de odorantes naturais na Rússia e integra o projeto KazRosGaz, processando gás proveniente do campo de Karachaganak, no Cazaquistão.</p>
<p>O complexo já tinha sido alvo de ataques anteriores. Em outubro de 2025, um incêndio atingiu a instalação e a Gazprom reportou uma interrupção de emergência na entrada de gás. Em maio deste ano, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Ucrânia tinha atingido infraestruturas russas de gás na região de Orenburg.</p>
<p>Numa atualização posterior, o Estado-Maior ucraniano confirmou o ataque contra a central de processamento de gás de Orenburg e contra a única fábrica de hélio da Rússia. Segundo a comunicação ucraniana, foi registado fogo em ambas as instalações, embora a extensão dos danos ainda estivesse a ser avaliada.</p>
<p>O Estado-Maior referiu que a central de gás e a fábrica de hélio de Orenburg formam um único complexo industrial. A central produz gás natural purificado e enxofre, este último usado, entre outras aplicações, na produção de explosivos e pólvora negra.</p>
<p>Já a fábrica de hélio processa gás purificado sem enxofre e, através de tecnologia de arrefecimento profundo, extrai componentes valiosos como hélio e etano. O hélio é usado em motores de foguetões de combustível líquido e em sistemas de orientação, enquanto o etano é uma matéria-prima importante para plásticos especializados, isolamento de cabos de aviação e plastificantes usados em combustível sólido para foguetões e pólvora.</p>
<p>De acordo com o relatório citado pelo Kyiv Post, a central de processamento de gás de Orenburg entrou em funcionamento em 1974, foi construída com participação estrangeira e tem capacidade anual para processar 45 mil milhões de metros cúbicos de gás. A instalação representa 60% de todo o gás processado pela Gazprom Pererabotka.</p>
<p>O ataque em Orenburg não foi o único incidente reportado durante a noite. O meio russo Astra relatou um incêndio numa habitação privada na região de Nizhny Novgorod, a cerca de um quilómetro da fábrica Electrokabel PN, depois de outro alegado ataque com drones.</p>
<p>Moradores locais também apontaram a refinaria Lukoil-Nizhegorodnefteorgsintez, em Kstovo, como possível alvo. O governador regional, Gleb Nikitin, afirmou que duas pessoas morreram e duas ficaram feridas num ataque com drones contra uma instalação industrial. Segundo o responsável, 23 drones foram abatidos e destroços danificaram edifícios e veículos, embora não tenha especificado qual a infraestrutura atingida.</p>
<p>O Estado-Maior ucraniano não comentou, porém, qualquer envolvimento neste ataque em Nizhny Novgorod.</p>
<p>As forças ucranianas indicaram ainda ter atingido um depósito russo de drones FPV perto de Alekseyevka, na região russa de Belgorod, bem como pontos de controlo de drones em áreas de Chasiv Yar, na região de Donetsk, Basan e Hrozove, na região de Zaporizhzhia, Tyotkino e Popovo-Lezhachi, na região russa de Kursk, e Zhuravlyovka, em Belgorod.</p>
<p>Foram também confirmados danos em dois edifícios que posteriormente se incendiaram no Centro de Comunicações Espaciais de Vladimir, na Rússia. Esta infraestrutura apoia sistemas de comunicações por satélite e comunicações espaciais de longa distância, usados, entre outros, pelas forças de segurança russas.</p>
<p>Na Crimeia ocupada, Sevastopol ficou temporariamente sem eletricidade após um ataque noturno com drones contra infraestruturas energéticas, segundo o governador instalado por Moscovo, Mikhail Razvozhayev. O responsável afirmou que o apagão foi provocado por um ataque contra instalações de energia.</p>
<p>Canais ucranianos de monitorização reportaram explosões em várias zonas da Crimeia durante a noite. O canal Krymsky Veter indicou que a central térmica de Balaklava, em Sevastopol, terá sido um dos principais alvos, embora a extensão dos danos continue por esclarecer.</p>
<p>Também foram relatadas explosões em Bakhchysarai, Kerch e perto do monte Ai-Petri, onde se encontra uma instalação russa de radar. O apagão ocorreu depois de autoridades de ocupação terem anunciado cortes preventivos de eletricidade. Relatos preliminares indicavam que cerca de metade da Crimeia poderá ter sido afetada.</p>
<p>As perturbações seguem-se a sucessivos ataques contra infraestruturas energéticas e de combustíveis na península ocupada, incluindo alegados impactos em centrais e subestações elétricas. A venda de combustível a civis continua suspensa na Crimeia ocupada.</p>
<p>O Ministério da Defesa russo afirmou que 323 drones ucranianos foram intercetados durante a noite em várias regiões, incluindo Orenburg, Nizhny Novgorod, Crimeia e Mar Negro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780882]]></sapo:autor>
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		<title>Sul-coreana SK Hynix prevê angariar 25.922 M€ com entrada em Wall Street</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:19:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SK Hynix]]></category>
		<category><![CDATA[Wall Street]]></category>
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					<description><![CDATA[O fabricante sul-coreano de 'chips' SK hynix anunciou hoje que prevê angariar 29.400 milhões de dólares (25.922 milhões de euros) na sua estreia no Nasdaq, que poderá vir a ser a maior entrada em bolsa de uma empresa estrangeira em Wall Street.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fabricante sul-coreano de &#8216;chips&#8217; SK hynix anunciou hoje que prevê angariar 29.400 milhões de dólares (25.922 milhões de euros) na sua estreia no Nasdaq, que poderá vir a ser a maior entrada em bolsa de uma empresa estrangeira em Wall Street.</p>
<p>A empresa prevê emitir até 17,79 milhões de novas ações ordinárias que servirão de garantia para os certificados de depósito americanos (ADR), que representam ações de uma empresa estrangeira no Nasdaq, de acordo com um relatório publicado no &#8216;site&#8217; do repositório sul-coreano de informação regulatória corporativa.</p>
<p>A empresa, no entanto, esclareceu que determinará o montante exato da emissão de novas ações apenas após a conclusão do processo de avaliação da procura.</p>
<p>De acordo com o segundo maior fabricante mundial de &#8216;chips&#8217; de memória, os ADR serão cotados a 10 de julho no Nasdaq e as novas ações serão listadas no dia 29 do mesmo mês na bolsa sul-coreana, embora as datas estejam sujeitas a alterações.</p>
<p>Se for determinado o montante máximo indicado, a operação ultrapassa o recorde de entrada em bolsa de uma empresa estrangeira, que pertence à empresa chinesa de comércio eletrónico Alibaba, com 21.800 milhões de dólares (19.221 milhões de euros) em 2014.</p>
<p>A SK hynix destronou, na segunda e na terça-feira, a sua rival Samsung Electronics em capitalização bolsista ordinária na Bolsa de Seul. O maior fabricante mundial de &#8216;chips&#8217; de memória tinha liderado o setor durante 26 anos consecutivos.</p>
<p>Contudo, a Samsung Electronics, que recuperou a primeira posição hoje, contestou essa interpretação, defendendo que o valor de mercado de uma empresa deve incluir também as suas ações preferenciais.</p>
<p>No relatório, a SK hynix afirmou que destinará os fundos angariados ao investimento em instalações, incluindo uma fábrica num &#8216;cluster&#8217; de semicondutores atualmente em construção em Yongin, a sul de Seul, bem como uma unidade de embalamento avançada e a aquisição de maquinaria.</p>
<p>O anúncio surge no mesmo dia em que o Governo sul-coreano afirmou que está a considerar um segundo &#8216;cluster&#8217; de semicondutores. De acordo com fontes do setor citadas pela emissora MBC, a SK hynix está a avaliar a possibilidade de investir também nesse projeto para instalar fábricas de produção e embalamento de chips.</p>
<p>A SK hynix, fornecedora-chave da Nvidia, registou uma subida de quase 900% no Kospi, o principal índice bolsista sul-coreano, durante o último ano, impulsionada pela sua liderança em memórias de alta largura de banda (HBM).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780856]]></sapo:autor>
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		<title>Parlamento tenta nova eleição de Luísa Neto para provedora de Justiça em 3 de julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:18:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[provedora da Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[Luísa Neto, apesar de ter o apoio do PSD, falhou a eleição para o cargo, obtendo 131 votos favoráveis, insuficientes para alcançar a necessária maioria de dois terços]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Parlamento vai tentar eleger, pela segunda vez, dia 03 julho, a candidata indicada pelo PS para o cargo de provedora de Justiça, Luísa Neto, eleição que requer uma maioria de dois terços de aprovação.</p>
<p>Esta data foi avançada pelo porta-voz da conferência de líderes parlamentares, o deputado social-democrata Francisco Figueira, que também adiantou que os restantes órgãos externos a eleger pela Assembleia da República, entre os quais o Conselho de Fiscalização dos Serviços de Informações da República Portuguesa, se mantêm para 17 de julho.</p>
<p>Em relação à provedora de Justiça, no passado dia 12 de junho, Luísa Neto, apesar de ter o apoio do PSD, falhou a eleição para o cargo, obtendo 131 votos favoráveis, insuficientes para alcançar a necessária maioria de dois terços.</p>
<p>Atual presidente do Conselho Diretivo do Instituto Nacional de Administração (INA), Luísa Neto teve ainda 58 brancos e 18 nulos, num total de 207 deputados que votaram. Para ser eleita, num universo de 207 deputados, a maioria de dois terços seria atingida com 138 votos, ou seja, com mais sete do que os obtidos pela presidente do INA.</p>
<p>Uma semana depois, o Grupo Parlamentar do PS anunciou que iria voltar a propor Luísa Neto como candidata a provedora de Justiça. No mesmo dia, o líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, adiantou que fez questão de subscrever a candidatura de Luísa Neto a provedora de Justiça, em conjunto com o PS, assegurando o compromisso da sua bancada em elegê-la numa segunda tentativa.</p>
<p>&#8220;Sinceramente, não vejo razão nenhuma para Luísa Neto não ser aprovada neste Parlamento. Tem as competências profissionais, jurídicas, éticas e humanas para o exercício daquela função. E eu quero garantir aqui o compromisso do Grupo Parlamentar do PSD em votar na candidata. Quero mesmo dizer, é uma candidata apresentada pelo PS e pelo PSD&#8221;, declarou Hugo Soares.</p>
<p>A votação de 12 de junho passado já tinha constituído a segunda tentativa no sentido de o Parlamento eleger uma personalidade para o cargo  de provedora de Justiça, que está por preencher desde o início da presente legislatura, quando Maria Lúcia Amaral saiu desse lugar para desempenhar as funções de ministra da Administração Interna, cargo do qual se demitiu no começo deste ano.</p>
<p>Em 12 de abril, na primeira eleição falhada deste processo, o antigo secretário de Estado socialista Tiago Antunes, proposto pelo PS para provedor de Justiça, alcançou um resultado inferior a dois terços, tendo apenas 104 votos favoráveis num total de 230 deputados.</p>
<p>A nova candidata a provedora de justiça, Luísa Neto, foi nomeada para presidente do INA em 2021 pela então ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, Alexandra Leitão, durante o segundo dos três executivos socialistas liderados por António Costa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780863]]></sapo:autor>
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		<title>Governo prolonga cheque-livro até 31 de agosto após emissão de 40 mil vouchers</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:16:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo prolongou até 31 de agosto o prazo de utilização do cheque-livro, programa de apoio à leitura cuja segunda edição arrancou em janeiro e já permitiu emitir 40 mil 'vouchers', alargando a medida por mais nove semanas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo prolongou até 31 de agosto o prazo de utilização do cheque-livro, programa de apoio à leitura cuja segunda edição arrancou em janeiro e já permitiu emitir 40 mil &#8216;vouchers&#8217;, alargando a medida por mais nove semanas.</P><br />
<P>A medida, destinada a jovens residentes em Portugal nascidos em 2007 e 2008, permite aos beneficiários utilizar um &#8216;voucher&#8217; de 30 euros para a aquisição de livros em livrarias aderentes ao programa, durante mais nove semanas do que a data inicialmente prevista, 30 de junho de 2026, destaca o Ministério da Cultura, Juventude e Desporto, em comunicado.</P><br />
<P>&#8220;O Cheque-Livro tem aproximado milhares de jovens dos livros. Com esta decisão, estamos a reforçar o impacto e o alcance de uma medida que promove os hábitos de leitura, a literacia e o acesso à cultura&#8221;, afirmou a ministra Margarida Balseiro Lopes, na abertura do festival &#8220;Babell &#8212; Cidade-Livro&#8221;, no Porto.</P><br />
<P>De acordo com os dados divulgados pelo ministério, desde o arranque da segunda edição do programa, em janeiro, foram emitidos 40.663 vouchers, aproximando-se dos 47.651 cheques registados na edição anterior.</P><br />
<P>A taxa de utilização do apoio ronda atualmente os 72%, sendo Lisboa, Maia, Vila Nova de Gaia, Porto e Braga os concelhos com maior número de cheques-livro emitidos, especifica a tutela no comunicado.</P><br />
<P>O valor foi fixado em 30 euros, o que representa um aumento de 50% face à primeira edição da iniciativa, sublinha.</P><br />
<P>Os jovens abrangidos podem solicitar o &#8216;voucher&#8217; através da plataforma do programa &#8212; em www.chequelivro.gov.pt -, ficando este disponível para utilização imediata na compra de um livro elegível numa das livrarias aderentes.</P><br />
<P>A primeira edição do programa cheque-livro terminou em 15 de julho de 2025, com uma taxa de execução de 20%. Num universo estimado de 220 mil jovens beneficiários, foram emitidos cerca de 47 mil cheques, tendo sido utilizados cerca de 35 mil, em oito meses</P><br />
<P>A segunda edição do programa arrancou no dia 02 de janeiro deste ano, com um aumento de 20 para 30 euros e a possibilidade de utilizar o cheque-livro na compra de um livro de valor inferior, o que não era possível antes.</P><br />
<P>O Cheque-Livro é promovido pelo Ministério da Cultura, Juventude e Desporto e implementado pela Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, pelo Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais e pelo Fundo de Fomento Cultural.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780885]]></sapo:autor>
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		<title>PSP fiscaliza agência de viagens em operação em duas freguesias lisboetas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:15:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em causa estão "denúncias de cidadãos estrangeiros por pagamento de prestação de serviço para obtenção de documentos que se comprovam/suspeitam de serem ilegais/falsificados"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A PSP fiscalizou quatro agências de viagens nas freguesias lisboetas de Arroios e Santa Maria Maior, após denúncias de cidadãos estrangeiros por pagamento de serviços para obtenção de documentos que se revelaram falsificados, e registou várias contraordenações, foi hoje anunciado.</p>
<p>Em comunicado, o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP adiantou que a operação conjunta com a Autoridade Tributária (AT) e o Instituto de Segurança Social (ISS) decorreu entre as 14:00 e as 18:00 de sexta-feira.</p>
<p>Em causa estão &#8220;denúncias de cidadãos estrangeiros por pagamento de prestação de serviço para obtenção de documentos que se comprovam/suspeitam de serem ilegais/falsificados&#8221;.</p>
<p>Da fiscalização resultou &#8220;a verificação de um ilícito criminal e várias infrações contraordenacionais relativas a violação de direitos de autor, falta de condições de segurança dos estabelecimentos, violações da legislação laboral, e infrações fiscais e aduaneiras&#8221;.</p>
<p>Foram elaborados mais de 20 autos de notícia por contraordenação, inclusive quatro por &#8220;não emissão de fatura&#8221; e um por emissão irregular, um por ausência de comunicação ao registo oficial das agências de viagem (RNAVT) e um total de três por falta de comunicação da admissão de um trabalhador, falta de cessão de contrato e não entrega de remunerações.</p>
<p>Entre outros, foram ainda elaborados um auto de notícia por contraordenação por falta de aviso da proibição da venda de bebidas alcoólicas a menores, três por deficiente instalação de extintor e um por falta de estampilha válida em tabaco (com a apreensão de 86 maços).</p>
<p>Contrafação (com a apreensão de sete itens) e falta de Livro de Reclamações foram outros motivos para o registo de autos, segundo a PSP.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780878]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial’2026: conheça a maior operação da Hyundai, entre frota recorde e robôs autónomos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:12:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Hyundai]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Marca é Parceiro Oficial de Mobilidade da competição e está a disponibilizar a maior frota de sempre numa fase final do torneio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Hyundai Motor Company está a realizar a maior operação de mobilidade e robótica da sua história durante o Campeonato do Mundo FIFA 2026, reforçando uma parceria com a FIFA que já dura há 27 anos. Numa edição que decorre em três países e 16 cidades anfitriãs, a marca é Parceiro Oficial de Mobilidade da competição e está a disponibilizar a maior frota de sempre numa fase final do torneio.</p>
<p>No total, a operação inclui 994 veículos ligeiros de passageiros e 506 autocarros, destinados a apoiar as deslocações das seleções nacionais, responsáveis oficiais, equipas operacionais e meios de comunicação social ao longo do Mundial, que se realiza nos Estados Unidos da América, Canadá e México.</p>
<p>A edição de 2026 assinala também a primeira implementação oficial de soluções robóticas da Hyundai numa competição FIFA. A marca, que renovou em 2023 a parceria como Parceiro Oficial de Robótica da FIFA, está a integrar quatro robôs Spot, da Boston Dynamics, em funções de patrulhamento autónomo, monitorização e inspeção em tempo real de infraestruturas associadas ao torneio.</p>
<p>A presença da Hyundai no Mundial’2026 vai, assim, além da mobilidade tradicional. A operação combina transporte, logística, robótica e tecnologias de nova geração, num evento que exige coordenação entre três países, 16 cidades anfitriãs e várias estruturas de apoio à competição.</p>
<p>“A FIFA está a organizar o maior Campeonato do Mundo de futebol de sempre, distribuído por três países e 16 cidades anfitriãs, e a nossa parceria de 27 anos reflete um compromisso comum com a excelência, a inovação e a colaboração global”, afirma Sungwon Jee, vice-presidente executivo e Global Chief Marketing Officer da Hyundai Motor Company.</p>
<p>O responsável sublinha que, enquanto parceiro de mobilidade e de robótica, a Hyundai se orgulha de contribuir para a operação do torneio “através de soluções de transporte eficientes e de tecnologias robóticas avançadas” que ajudam a elevar a experiência global deste grande evento.</p>
<p><strong>A maior frota da Hyundai num Campeonato do Mundo</strong></p>
<p>A frota colocada ao serviço do Mundial’2026 é a maior alguma vez disponibilizada pela Hyundai numa fase final do Campeonato do Mundo. Os 994 veículos ligeiros e os 506 autocarros estão a assegurar deslocações nas 16 cidades anfitriãs, respondendo às necessidades logísticas de uma competição sem precedentes em escala territorial.</p>
<p>A operação pretende garantir transporte eficiente, fiável e integrado durante todo o torneio, desde as deslocações de seleções e responsáveis oficiais até ao apoio às equipas operacionais e aos meios de comunicação social.</p>
<p>A frota é composta por vários modelos Hyundai, incluindo versões híbridas conhecidas no mercado português como KAUAI, TUCSON e SANTA FE, além de outros modelos específicos dos mercados da América do Norte e Central.</p>
<p>A diversidade de veículos permite responder a diferentes necessidades operacionais, combinando conforto, eficiência e fiabilidade num dos maiores eventos desportivos do mundo. Para a Hyundai, a operação funciona também como uma demonstração da capacidade da marca para gerir desafios de mobilidade de grande dimensão.</p>
<p><strong>Robôs Spot apoiam patrulhamento e inspeção</strong></p>
<p>A grande novidade tecnológica da operação está na robótica. Pela primeira vez, a Hyundai está a implementar oficialmente robôs Spot, da Boston Dynamics, em infraestruturas de uma competição FIFA.</p>
<p>Os quatro robôs foram especialmente configurados para esta operação e estão a apoiar funções autónomas de patrulhamento, monitorização e inspeção em tempo real. A utilização decorre no International Broadcast Center, em Dallas, e no Estádio de Nova Iorque-Nova Jérsia.</p>
<p>Equipados com soluções de Enterprise Asset Management, incluindo aplicações de inspeção industrial e gestão avançada de ativos, os robôs Spot foram integrados para reforçar a eficiência operacional e os níveis de segurança em ambientes de elevada afluência.</p>
<p>A Hyundai apresenta esta implementação como um marco na sua estratégia de robótica, ao demonstrar a aplicação de soluções autónomas em contexto real e numa operação de grande escala. A iniciativa reforça também a visão da marca para a mobilidade inteligente, cruzando transporte, automação e tecnologia aplicada.</p>
<p><strong>Uma parceria de quase três décadas com a FIFA</strong></p>
<p>A operação no Campeonato do Mundo FIFA 2026 prolonga a ligação histórica entre a Hyundai e a FIFA, iniciada há 27 anos. Ao longo desse período, a marca tem estado associada à mobilidade de grandes competições internacionais, mas a edição deste ano acrescenta uma nova dimensão com a integração oficial de soluções robóticas.</p>
<p>Com a campanha “Next Starts Now”, a Hyundai procura associar a sua presença no torneio à inovação aplicada em escala global. A operação junta veículos ligeiros, autocarros, tecnologia híbrida e robôs autónomos numa competição que decorre simultaneamente em três países.</p>
<p>Para a marca, o Mundial’2026 representa uma montra internacional da sua capacidade de apoiar grandes eventos desportivos com soluções de mobilidade e robótica. Ao mesmo tempo, permite testar e demonstrar tecnologias de nova geração em infraestruturas exigentes e de elevada complexidade.</p>
<p>Com quase 1.500 veículos no terreno e a estreia oficial dos robôs Spot numa competição FIFA, a Hyundai transforma o Mundial’2026 numa das maiores ativações globais da sua história e reforça o papel da tecnologia no funcionamento dos grandes eventos desportivos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780876]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>China constrói &#8220;muralha no mar&#8221; com ilhas artificiais para controlar o estreito de Taiwan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:08:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[muralha]]></category>
		<category><![CDATA[Taiwan]]></category>
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					<description><![CDATA[A China está a intensificar de forma significativa a sua presença no mar da China Meridional através da construção de ilhas artificiais e plataformas flutuante.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A China está a intensificar de forma significativa a sua presença no mar da China Meridional através da construção de ilhas artificiais e plataformas flutuantes, numa estratégia que visa consolidar o controlo sobre rotas marítimas vitais e reforçar a sua posição militar no Indo-Pacífico, incluindo o acesso ao estreito de Taiwan.</p>
<p>As atividades mais recentes de Pequim incluem a deteção de novas estruturas em áreas disputadas, aumentando as tensões com países vizinhos como as Filipinas, Vietname, Malásia e Japão.</p>
<p>Em abril, foram divulgadas imagens de satélite de uma ilha artificial em construção num atol das Paracelso, próximo da costa vietnamita. Poucas semanas depois, foi identificada uma plataforma chinesa nos baixos de Masinloc, uma formação rochosa situada perto das Filipinas.</p>
<p>As autoridades filipinas confirmaram posteriormente que uma plataforma flutuante chinesa operava na zona, embora tenham indicado mais tarde que esta teria sido retirada. Ainda assim, Manila mantém preocupação com a possibilidade de uma presença permanente chinesa.</p>
<p>“Reiteramos a nossa posição inabalável: os baixos de Masinloc são e sempre serão parte integrante do território das Filipinas”, afirmou um porta-voz do Governo filipino à Reuters.</p>
<p>Pequim e Manila continuam a disputar a soberania sobre este território.</p>
<p><strong>Uma plataforma de exploração e vigilância</strong><br />
A estrutura detetada em maio nos baixos de Masinloc era descrita como uma plataforma flutuante tripulada, com cerca de cinco metros de lado, equipada com materiais de exploração e uma antena de comunicações.</p>
<p>Durante o período de observação, também foram registadas movimentações de embarcações da guarda costeira chinesa nas imediações.</p>
<p>O Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, através do porta-voz Lin Jian, afirmou que estas atividades fazem parte de “investigações de rotina” nas águas da região e que estão protegidas pela soberania do país, acrescentando que nenhum outro Estado “tem direito a interferir”.</p>
<p><strong>O valor estratégico dos baixos de Masinloc</strong><br />
Os baixos de Masinloc, também conhecidos como atol de Scarborough, são uma formação triangular com cerca de 20 quilómetros no seu lado mais extenso, localizada a aproximadamente 230 quilómetros da costa filipina.</p>
<p>Trata-se de uma área que quase não emerge acima do nível do mar, com uma lagoa central que atinge cerca de 13 metros de profundidade.</p>
<p>Apesar de Manila reivindicar soberania com base em argumentos históricos ligados à herança colonial espanhola, a área encontra-se numa zona altamente estratégica para o controlo marítimo do Indo-Pacífico.</p>
<p>A presença chinesa no local é constante desde 2012, e Pequim tem reiterado de forma consistente a sua posição de soberania “indiscutível” sobre o território.</p>
<p><strong>Disputas territoriais no mar da China Meridional e Oriental</strong><br />
O conflito em torno dos baixos de Masinloc insere-se num quadro mais amplo de disputas territoriais envolvendo a China.</p>
<p>Pequim reivindica também soberania sobre os arquipélagos das Paracelso e das Spratly, em disputa com o Vietname e a Malásia. No mar da China Oriental, o conflito estende-se às ilhas Senkaku, administradas pelo Japão, mas também reclamadas pela China e por Taiwan.</p>
<p>Estas disputas fazem parte da chamada “linha dos nove traços”, uma delimitação marítima reivindicada por Pequim que se estende ao longo de vastas áreas do mar da China Meridional e Oriental.</p>
<p><strong>Construção de ilhas artificiais e militarização crescente</strong><br />
Em abril, uma investigação do The New York Times revelou a construção de uma ilha artificial no atol Antílope, nas Paracelso. Imagens de satélite mostravam intensa atividade de dragagem, com dezenas de embarcações e maquinaria pesada a transformar o recife.</p>
<p>Pouco tempo depois, surgiram estradas e edifícios na área, sugerindo a rápida conversão do espaço em potencial instalação militar.</p>
<p>Processos semelhantes ocorreram anteriormente noutras zonas, como o atol Travesura, onde uma antiga área desabitada foi transformada numa base militar com pista de aterragem, instalações residenciais e estruturas logísticas.</p>
<p><strong>Importância estratégica global da região</strong><br />
A região do mar da China Meridional é considerada uma das mais críticas do comércio marítimo mundial. Segundo dados do Centro de Estudos Internacionais e Estratégicos (CSIS), cerca de 20% do comércio global passa por estas águas.</p>
<p>Por estas rotas circulam ainda percentagens significativas das exportações de países como a China, Japão e Coreia do Sul, tornando o controlo da região uma prioridade estratégica global.</p>
<p>Estima-se também que cerca de 250 navios atravessem diariamente estas águas e o estreito de Taiwan, tornando a região comparável a um dos principais corredores energéticos e comerciais do mundo.</p>
<p><strong>Estratégia militar e implicações para o indo-pacífico</strong><br />
A expansão chinesa tem sido interpretada por analistas como uma tentativa de garantir acesso direto ao Pacífico profundo e consolidar uma cadeia de pontos estratégicos militares e logísticos.</p>
<p>Embora a China disponha da maior frota naval do mundo, com cerca de 484 navios, especialistas referem que grande parte da sua capacidade operacional ainda está limitada a áreas costeiras ou de médio alcance.</p>
<p>O controlo de ilhas como as Senkaku ou de áreas no mar da China Meridional permitiria a Pequim operar com maior liberdade em águas profundas, incluindo o posicionamento de submarinos estratégicos com capacidade de alcance intercontinental.</p>
<p><strong>Reação dos Estados Unidos e tensão regional</strong><br />
Os Estados Unidos acompanham de perto a evolução da situação, considerando qualquer tentativa de ocupação permanente destas áreas como um fator de elevada tensão diplomática.</p>
<p>Para Washington e aliados regionais, a crescente militarização chinesa representa um desafio direto ao equilíbrio de poder no Indo-Pacífico.</p>
<p>A região é, por isso, vista como um dos principais focos de potencial conflito geopolítico global, com implicações diretas na segurança marítima e no comércio internacional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780859]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>“O setor privado tem contribuído de forma significativa para aliviar a pressão sobre o sistema de saúde em Portugal”, admite o CEO da Trofa Saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:03:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Trofa Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Em entrevista à Executive Digest, Bruno Gomes, CEO do grupo Trofa Saúde, fala sobre os principais desafios que o setor enfrenta, desde a articulação entre público e privado até à retenção de profissionais de saúde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sistema de saúde em Portugal vive um momento de pressão crescente, marcado por maior procura, envelhecimento da população e desafios persistentes na resposta do SNS. Nesse contexto, o papel do setor privado tem vindo a ganhar dimensão, não apenas como alternativa de acesso, mas também como parceiro na capacidade instalada, na inovação e na gestão da resposta clínica.</p>
<p>Em entrevista à Executive Digest, Bruno Gomes, CEO do grupo Trofa Saúde, fala sobre os principais desafios que o setor enfrenta, desde a articulação entre público e privado até à retenção de profissionais de saúde, passando ainda pela sustentabilidade dos modelos de prestação de cuidados e pelo impacto das novas tecnologias na organização dos sistemas de saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O papel do setor privado na saúde em Portugal tem vindo a ganhar peso. A Trofa Saúde vê-se como complemento ou substituto do SNS?</strong></p>
<p>O SNS é um pilar fundamental da sociedade portuguesa e desempenha uma missão insubstituível. O setor privado tem também colaborado na capacidade de resposta às necessidades em saúde da população, seja através da proximidade, da rapidez de acesso, da inovação tecnológica ou da diferenciação clínica</p>
<p>No Plano Estratégico TrofaSaúde2030 definimos 5 eixos de ação: Acessibilidade; Equipas Clínicas; Investigação, Formação e Ensino; Novas Tecnologias; e Sustentabilidade. Nesse documento tivemos a oportunidade de priorizar as orientações e objetivos de desenvolvimento para os próximos anos, considerando as tendências e desafios futuros na área da saúde.</p>
<p>Acreditamos que o caminho passa pela articulação eficiente entre os diferentes setores. O objetivo comum deve ser garantir que a população tenha acesso a cuidados de saúde de qualidade, desde a promoção da saúde e prevenção da doença até ao tratamento e acompanhamento contínuo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Há uma tensão crescente no sistema de saúde. O privado está a aliviar pressão ou a agravar desigualdades no acesso?</strong></p>
<p>O setor privado tem contribuído de forma significativa para aliviar a pressão sobre o sistema de saúde em Portugal. Hoje, milhões de portugueses recorrem diariamente aos hospitais e clínicas privados para realização de consultas, exames, cirurgias e urgências, libertando pressão no SNS.</p>
<p>Naturalmente, existe ainda um desafio coletivo relacionado com a equidade no acesso aos cuidados de saúde, contudo essa questão não se resolve reduzindo a capacidade do privado, resolve-se criando modelos de articulação inteligentes, promovendo um sistema de mutualização e de seguros de saúde mais acessíveis, reforçando convenções e garantindo que todos os setores colocam as pessoas no centro do sistema.</p>
<p>Na rede Trofa Saúde temos procurado reforçar essa acessibilidade através de uma rede de proximidade e de soluções digitais que aproximem cada vez mais os cuidados de saúde dos doentes (app Trofa Saúde24) e aos próprios profissionais (app Trofa Saúde24PRO).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O setor privado de saúde pode estar a criar uma “medicina a duas velocidades”?</strong></p>
<p>O risco de uma medicina a duas velocidades não nasce da existência do setor privado, mas sim da dificuldade global e crescente do sistema em responder à procura crescente de cuidados de saúde.</p>
<p>Acima de tudo é importante garantir elevados níveis de qualidade clínica, segurança e acesso para todos os cidadãos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A escassez de médicos e enfermeiros é hoje um dos grandes desafios do setor. Como é que a Trofa Saúde consegue atrair e reter talento?</strong></p>
<p>Isto sim, é o grande desafio dos próximos anos. Tanto em Portugal como em todo o mundo desenvolvido, estamos a assistir a um aumento da esperança média de vida e, por conseguinte, mais longevidade, mais necessidade de cuidados de saúde e, portanto, mais pressão no sistema de saúde. É premente a formação de mais profissionais de saúde para acompanhar esta tendência.</p>
<p>Hoje assistimos, em Portugal e por todo o Mundo, a um aumento da carga de doença de forma consistente e permanente.</p>
<p>Na rede Trofa Saúde temos investido em tecnologia, inovação, formação contínua e diferenciação clínica, mas também numa cultura organizacional próxima, humana e orientada para as pessoas. Procuramos oferecer estabilidade, oportunidades de crescimento e participação num projeto ambicioso, que continua em expansão. A atração e retenção de talento promove-se, acima de tudo, criando condições para que os profissionais de saúde possam exercer medicina com qualidade, autonomia e acesso às melhores ferramentas.</p>
<p>A aposta na formação, investigação e desenvolvimento profissional tem também sido uma prioridade crescente dentro da organização, nomeadamente através da Trofa Saúde Academia, porque estamos conscientes de que, hoje, os profissionais valorizam não apenas a componente remuneratória, mas também a capacidade de integração em equipas fortes, em ambientes modernos e com visão de futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Que tipo de perfis o grupo mais procura hoje &#8211; e que competências são cada vez mais críticas?</strong></p>
<p>Na rede Trofa Saúde temos como missão acolher as pessoas de forma empática e calorosa, com o máximo respeito pelo tempo, saúde e dignidade humana. Por isso, procuramos profissionais altamente diferenciados do ponto de vista técnico, mas também pessoas alinhadas com uma perspetiva moderna da saúde: mais integrada, mais digital e mais centrada no doente.</p>
<p>Competências como capacidade de trabalho multidisciplinar, adaptação tecnológica, empatia, comunicação e orientação para a experiência do doente são hoje tão importantes como as aptidões técnicas.</p>
<p>Ao mesmo tempo, existe uma crescente necessidade de perfis ligados à inovação, análise de dados, inteligência artificial aplicada à saúde e à gestão operacional hospitalar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O setor privado de saúde está sob pressão de custos crescentes. Como se garante rentabilidade sem comprometer qualidade?</strong></p>
<p>A pressão do aumento dos custos tem sido muito intensa, o que está a provocar um inevitável aumento dos preços da prestação de cuidados de saúde hospitalares, mas sabemos que a qualidade não pode ser negociável em saúde. O desafio está em ganhar eficiência operacional através de escala, tecnologia, otimização de processos e gestão rigorosa.</p>
<p>Na rede Trofa Saúde temos investido continuamente em inovação, digitalização e modernização das nossas unidades, precisamente para conseguir melhorar a experiência do doente e ao mesmo tempo aumentar eficiência. Ferramentas aplicacionais ou plataformas digitais de apoio clínico têm permitido reforçar proximidade, acompanhamento e acessibilidade.</p>
<p>Acreditamos que organizações sustentáveis financeiramente conseguem também investir mais em diferenciação clínica, equipamentos, talento e segurança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O investimento em novas unidades hospitalares continua a ser prioritário num contexto económico mais incerto?</strong></p>
<p>Conforme já tive oportunidade de referir no Plano Estratégico TrofaSaúde2030 no eixo Acessibilidade, reconhecemos como fator determinante estar próximo das populações.</p>
<p>E é nessa ambição que continuamos a identificar necessidades reais de expansão e capacidade de resposta de Norte a Sul do país.</p>
<p>O nosso crescimento resulta de uma visão de longo prazo, sustentável e de grande diferenciação clínica, permitindo gerar economias de escala tão determinantes em áreas de investimento elevado, como por exemplo a tecnologia robótica ou Inteligência Artificial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A Trofa Saúde cresceu de forma muito significativa nos últimos anos. Qual é hoje a prioridade estratégica do grupo: consolidação ou expansão?</strong></p>
<p>Hoje somos um projeto Nacional, e equilibramos o nosso crescimento com a consolidação das unidades existentes. Crescer é importante, mas consolidar a qualidade, a cultura organizacional, a integração clínica e a eficiência operacional é premente.</p>
<p>A nossa estratégia passa por desenvolver novas unidades de proximidade e, em paralelo, reforçar a diferenciação da rede, investir na experiência do doente, potenciar tecnologia e garantir que todos os hospitais e clínicas Trofa Saúde funcionam de forma integrada e consistente.</p>
<p>Crescer e consolidar são duas palavras que se complementam no nosso dia-a-dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O crescimento tem sido feito sobretudo por aquisições. Até que ponto ainda há espaço para crescer organicamente em Portugal?</strong></p>
<p>Existe espaço relevante para crescimento orgânico, sobretudo em áreas de proximidade, ambulatório, medicina especializada e novas valências clínicas.</p>
<p>Portugal continua a apresentar uma procura crescente por cuidados de saúde, impulsionada pelo envelhecimento da população, maior preocupação com prevenção e aumento da cobertura de seguros de saúde.</p>
<p>A pressão sobre o sistema de saúde vai-se manter em resultado do processo natural de envelhecimento da população portuguesa, bem como do acesso a mais literacia e da preocupação com a promoção da saúde e prevenção da doença. Como tal, iremos precisar de mais profissionais desta área, de mais capacitação e de mais instituições acreditadas para formação em saúde, que nos permitam combater a escassez de clínicos e dar resposta a esta nova procura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O grupo tem vindo a alargar a sua presença para fora do Norte. Está em cima da mesa uma verdadeira cobertura nacional?</strong></p>
<p>A rede Trofa Saúde tem vindo a reforçar progressivamente a sua presença em diferentes regiões do país, sempre com uma lógica de proximidade e sustentabilidade. Hoje, numa rede Nacional, somamos 25 hospitais e clínicas, de Valença a Lisboa.</p>
<p>Ainda em 2026 iremos abrir pelo menos mais uma clínica, na cidade da Maia, e está no nosso plano continuar a abrir hospitais e clínicas em todo o território nacional.</p>
<p>Mais do que uma expansão geográfica por si só, de norte a sul do país, que já é uma realidade, o nosso objetivo é construir uma rede integrada, acessível e diferenciada. Naturalmente, olhamos para oportunidades de crescimento em várias zonas do país, mas sempre com foco na qualidade clínica e na consistência da experiência prestada aos doentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que falta ao sistema de saúde português para funcionar melhor entre público, privado e social?</strong></p>
<p>Os desafios atuais, que incluem o envelhecimento da população, as doenças crónicas, a escassez de profissionais e o aumento da procura, exigem cooperação entre os diferentes setores.</p>
<p>Portugal tem profissionais de enorme qualidade e instituições muito competentes. O que é necessário é criar modelos mais ágeis de articulação, reduzir barreiras operacionais e assegurar que os doentes são a principal preocupação dos sistemas de saúde.</p>
<p>Quando os setores público, privado e social trabalham de forma articulada, todos ganham, sobretudo os doentes. O que mais importa é a prestação de cuidados de saúde de qualidade. Do nosso lado, estamos sempre disponíveis para essa concretização e para uma colaboração mais efetiva.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780862]]></sapo:autor>
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		<title>Reino Unido em choque com escândalo em maternidade do NHS: bebés tratados como “lixo hospitalar” e mães ignoradas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Centenas de bebés e mães morreram ou sofreram danos potencialmente evitáveis devido a “falhas sistémicas profundamente enraizadas” nos hospitais de Nottingham, no Reino Unido]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Centenas de bebés e mães morreram ou sofreram danos potencialmente evitáveis devido a “falhas sistémicas profundamente enraizadas” nos hospitais de Nottingham, no Reino Unido, revela uma investigação citada pelo &#8216;The Independent&#8217; sobre aquele que é descrito como o maior escândalo de maternidade do NHS, o Serviço Nacional de Saúde britânico.</p>
<p>A investigação identificou mais de 500 casos de danos potencialmente evitáveis nos serviços de maternidade de Nottingham, incluindo falhas nos cuidados prestados em 94 casos de nados-mortos e 62 mortes neonatais. O relatório refere ainda que 120 bebés sofreram algum tipo de lesão cerebral e que nove crianças ficaram com paralisia cerebral.</p>
<p>As falhas nos cuidados contribuíram também para as mortes potencialmente evitáveis de seis mães. Outras 20 mulheres sofreram lacerações da categoria mais grave durante o parto e 31 tiveram hemorragias obstétricas com risco de vida.</p>
<p>A investigação foi encomendada em 2020, depois de o escândalo ter sido revelado pelo &#8216;The Independent&#8217; e pelo &#8216;Channel 4 News&#8217;, e foi liderada por Donna Ockenden, parteira sénior que já esteve à frente de outras revisões sobre falhas em serviços de maternidade no Reino Unido.</p>
<p>O relatório, com cerca de 400 páginas, conclui que os responsáveis do Nottingham University Hospitals NHS Trust sabiam há anos da existência de problemas graves nos serviços de maternidade, mas não tomaram medidas suficientes para os resolver.</p>
<p>A investigação descreve uma cultura interna tóxica, marcada por intimidação, minimização de incidentes e silenciamento de preocupações. Segundo o relatório, tanto mulheres como profissionais foram sujeitos a comportamentos cruéis por parte de uma “pequena minoria de líderes poderosos”, a quem foi permitido influenciar negativamente o funcionamento da unidade.</p>
<p>Algumas mulheres foram acusadas de imaginar a dor ou viram os seus pedidos de ajuda desvalorizados. O relatório aponta ainda falhas na proteção da dignidade de bebés que morreram, incluindo um caso em que um bebé foi tratado como “lixo hospitalar”.</p>
<p>Donna Ockenden prestou homenagem às milhares de famílias que deram testemunho à investigação e defendeu que as suas vozes devem tornar-se um “catalisador para uma mudança nacional duradoura”.</p>
<p>Num comunicado divulgado esta quarta-feira, a responsável afirmou que o relatório mostra “o que acontece quando a liderança falha, quando se desenvolve uma cultura em que o assédio moral é tolerado, as preocupações são suprimidas, os incidentes são minimizados e as vozes das mulheres são sistematicamente ignoradas”.</p>
<p>“Este é um relatório sobre um sistema que falhou, e é um relatório sobre o custo das falhas de sistemas: custa vidas, custa futuros e custa tudo às famílias”, acrescentou Ockenden.</p>
<p>A investigação deixa críticas também aos organismos reguladores profissionais, incluindo o Conselho Geral de Medicina e o Conselho de Enfermagem e Obstetrícia. Donna Ockenden alertou que a erosão da confiança na regulação de médicos, parteiras e enfermeiros foi uma característica muito específica da experiência das famílias de Nottingham.</p>
<p>Entre as falhas identificadas estão problemas na monitorização dos bebés, interpretação inadequada da cardiotocografia, conhecida como CTG, falhas no reconhecimento de sofrimento fetal durante o trabalho de parto e falta de encaminhamento de alguns casos para médicos mais experientes.</p>
<p>Mais de 2.500 famílias e mais de 800 profissionais contribuíram para a investigação, que analisou casos ocorridos entre 2012 e 2025. Os níveis de pessoal foram apontados como uma das preocupações mais urgentes: apenas 11% dos colaboradores disseram existir pessoal suficiente.</p>
<p>Funcionários que trabalhavam no Nottingham University Hospitals NHS Trust antes de 2017 relataram ainda a existência de uma cultura de não internar mulheres que procuravam cuidados durante o trabalho de parto. Algumas mães eram vistas como “ocupantes de camas na sala de partos”, num contexto de falta de pessoal e funcionamento em “modo de crise”.</p>
<p>O relatório conclui que os sinais de alerta já eram evidentes desde 2015, mas que houve sucessivas oportunidades perdidas para intervir. A instabilidade da liderança foi apontada como um dos principais fatores que afetaram a qualidade e a segurança dos serviços de maternidade.</p>
<p>A análise encontrou 444 casos de maternidade e 76 casos neonatais com desfechos potencialmente evitáveis. Estes casos foram classificados como grau 2 ou grau 3 em relação aos danos, categorias que correspondem, respetivamente, a preocupações significativas e graves com os cuidados prestados.</p>
<p>Um dos casos destacados é o de Harriet Hawkins, que nasceu morta em 2016 depois de uma série de complicações. Os pais, Jack e Sarah Hawkins, que na altura trabalhavam no hospital como membros seniores da equipa médica, recusaram aceitar a explicação inicial da instituição e acabaram por descobrir uma sequência de erros médicos.</p>
<p>O casal foi informado pelo hospital de que a morte tinha sido causada por uma infeção, e uma revisão interna concluiu que não tinham existido falhas nos cuidados. Depois de várias revisões independentes, receberam uma indemnização de 2,8 milhões de libras, cerca de 3,25 milhões de euros, pelas falhas no tratamento da filha.</p>
<p>Donna Ockenden afirmou que a morte evitável de Harriet foi agravada por um encobrimento sistemático e por investigações concebidas para induzir em erro, com impacto profundo no bem-estar dos pais.</p>
<p>A investigação apresentou recomendações para o consórcio hospitalar e para organismos nacionais, incluindo um apelo ao Departamento de Saúde e Assistência Social e ao NHS England para garantirem financiamento adequado que permita resolver a falta estrutural de recursos e aplicar novas políticas nacionais.</p>
<p>O relatório final surge quando está em curso uma investigação policial ao escândalo, conhecida como Operação Perth. A Polícia de Nottinghamshire afirmou esta segunda-feira que dois homens foram detidos em ligação com práticas operacionais do serviço funerário prestado pela instituição.</p>
<p>Nick Carver, presidente do conselho do Nottingham University Hospitals NHS Trust, e Anthony May, diretor executivo, que chegaram à instituição em 2022, pediram desculpa numa carta aberta. Os responsáveis afirmaram que houve melhorias, mas reconheceram que ainda há muito trabalho por fazer.</p>
<p>“Pedimos desculpas sem reservas às mulheres e famílias que sofreram danos, perdas, traumas ou angústia enquanto recebiam cuidados nos nossos serviços”, escreveram.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780861]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Explicador: o que o Governo mudou para quem quer produzir e partilhar energia renovável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:48:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Objetivo do Governo é reduzir burocracia, facilitar a entrada de novos participantes nestes projetos e baixar custos para quem quer produzir e consumir energia renovável mais perto do local onde vive, trabalha ou desenvolve atividade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Produzir, partilhar e consumir energia renovável em conjunto vai tornar-se mais simples e mais barato para famílias, empresas, autarquias e comunidades locais. O novo decreto-lei que simplifica o autoconsumo coletivo e as comunidades de energia renovável foi promulgado pelo Presidente da República a 5 de junho de 2026 e altera o Decreto-Lei n.º 15/2022, de 14 de janeiro.</p>
<p>O objetivo do Governo é reduzir burocracia, facilitar a entrada de novos participantes nestes projetos e baixar custos para quem quer produzir e consumir energia renovável mais perto do local onde vive, trabalha ou desenvolve atividade.</p>
<p>Na prática, as novas regras destinam-se a acelerar projetos de autoconsumo partilhado e comunidades de energia, dois modelos que permitem a várias pessoas, empresas, instituições ou entidades públicas produzir eletricidade renovável, por exemplo através de painéis solares, e repartir essa energia entre diferentes consumidores.</p>
<p><strong>O que é o autoconsumo coletivo?</strong></p>
<p>O autoconsumo coletivo permite que a energia renovável produzida numa instalação seja partilhada por vários consumidores. Pode tratar-se, por exemplo, de um condomínio, de uma zona empresarial, de equipamentos municipais ou de um conjunto de edifícios próximos que passam a usar parte da energia produzida localmente.</p>
<p>Em vez de cada consumidor instalar e gerir individualmente a sua própria produção, o modelo permite organizar vários participantes em torno de uma mesma unidade de produção renovável. A energia é depois repartida de acordo com regras definidas entre os membros do projeto.</p>
<p><strong>O que são comunidades de energia?</strong></p>
<p>As comunidades de energia renovável são estruturas que juntam cidadãos, empresas, autarquias ou outras entidades locais para produzir, consumir, armazenar e gerir energia renovável em conjunto.</p>
<p>A lógica é aproximar a produção do consumo, reduzir perdas, diminuir a dependência energética externa e permitir que mais consumidores participem diretamente na transição energética, deixando de ser apenas compradores de eletricidade e passando também a produtores.</p>
<p><strong>O que muda com as novas regras?</strong></p>
<p>Uma das principais alterações é o alargamento das distâncias permitidas entre as unidades de produção e os consumidores. Esta mudança abre caminho a projetos de maior dimensão, com mais participantes e maior capacidade de partilha de energia.</p>
<p>O Governo também simplifica procedimentos administrativos, reduzindo as situações em que é necessária consulta ao operador de rede. A intenção é encurtar prazos, diminuir obstáculos burocráticos e tornar mais previsível o desenvolvimento destes projetos.</p>
<p>Outra alteração relevante é a maior facilidade na entrada e saída de participantes. Esta flexibilidade é importante para condomínios, empresas, autarquias ou comunidades locais, onde a composição dos consumidores pode mudar ao longo do tempo.</p>
<p>As instalações de muito pequena dimensão passam ainda a ficar dispensadas de autorização prévia até aos 800 watts, acima do limite atual de 700 watts. A medida pretende facilitar projetos de menor escala e reduzir encargos administrativos para soluções mais simples.</p>
<p><strong>Como baixa a fatura?</strong></p>
<p>Além da simplificação administrativa, os novos projetos que entrem em funcionamento até 2029 ficam isentos de uma parcela da fatura de eletricidade: os Custos de Interesse Económico Geral, conhecidos como CIEG.</p>
<p>Esta isenção deverá reduzir os custos para pessoas, empresas e entidades públicas que participem em novos projetos de autoconsumo coletivo ou comunidades de energia renovável.</p>
<p>O Governo defende que produzir energia mais perto de quem a consome permite baixar a fatura, reduzir a dependência do exterior e reforçar a soberania energética do país. A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, afirma que “cada painel solar que entra em funcionamento é menos energia que importamos e menos dinheiro que pagamos ao estrangeiro”.</p>
<p><strong>Porque é que o Governo avança agora?</strong></p>
<p>O Executivo justifica as novas regras com a necessidade de responder a pedidos de consumidores e promotores, que há muito reclamavam menos burocracia, maior flexibilidade e custos mais baixos.</p>
<p>O setor está já em forte crescimento. Segundo o Governo, o número de comunidades de energia ligadas à rede quase triplicou no último ano, passando de 418 em abril de 2025 para 1.218 em abril de 2026. Trata-se de um aumento de cerca de 191%, equivalente a mais 800 projetos num ano.</p>
<p>Este crescimento é superior ao aumento acumulado nos dois anos anteriores e o Governo quer agora acelerar ainda mais o ritmo, removendo barreiras administrativas e facilitando o acesso de novos participantes.</p>
<p><strong>Que garantias passam a existir?</strong></p>
<p>Pela primeira vez, o diploma fixa princípios orientadores para o autoconsumo coletivo, reforçando a transparência, a proteção dos consumidores e a repartição justa dos benefícios entre os participantes.</p>
<p>O papel dos diferentes intervenientes também fica mais claro, incluindo operadores de rede, entidades gestoras e administração pública. A intenção é dar maior segurança jurídica e operacional a quem pretende avançar com um projeto.</p>
<p>Será ainda criado um mapa nacional dos projetos de autoconsumo coletivo e das comunidades de energia, para facilitar o acesso de cidadãos, empresas ou entidades que queiram aderir a soluções já existentes.</p>
<p><strong>Que resultados se esperam?</strong></p>
<p>Com estas medidas, o Governo espera tornar a produção e partilha de energia renovável mais acessível, aumentar o número de projetos no território e aproximar a transição energética dos cidadãos.</p>
<p>A estratégia inclui ainda a revisão das regras técnicas do autoconsumo e o futuro Balcão Único da Energia, que deverá concentrar informação e procedimentos relacionados com estas matérias.</p>
<p>Maria da Graça Carvalho defende que o objetivo é colocar estas soluções “ao alcance de todos — das pessoas às empresas, das autarquias às comunidades locais”. A ministra sublinha que esta é uma forma de fazer uma transição energética “justa, próxima das pessoas e ao serviço da soberania do país”.</p>
<p>Portugal é apontado pelo Governo como uma referência europeia nesta área, tendo sido identificado pela Comissão Europeia como exemplo de boa prática na promoção do autoconsumo e das comunidades de energia.</p>
<p>Com o novo diploma, o Executivo procura transformar mais consumidores em produtores ativos de energia renovável, reduzindo custos, simplificando processos e acelerando a criação de projetos locais de produção e partilha de eletricidade limpa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780841]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Corticeira Amorim lança primeiro programa estruturado de reciclagem de rolhas de cortiça na história dos concursos de vinhos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/corticeira-amorim-lanca-primeiro-programa-estruturado-de-reciclagem-de-rolhas-de-cortica-na-historia-dos-concursos-de-vinhos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:43:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Concours Mondial de Bruxelles e a Amorim Cork, unidade da Corticeira Amorim, lançaram um programa de reciclagem de rolhas de cortiça que marca uma estreia no setor dos concursos de vinhos internacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Concours Mondial de Bruxelles e a Amorim Cork, unidade da Corticeira Amorim, lançaram um programa de reciclagem de rolhas de cortiça que marca uma estreia no setor dos concursos de vinhos internacionais.</p>
<p>A iniciativa, apresentada esta semana, cria pela primeira vez um circuito estruturado que permite fechar o ciclo completo da cortiça: desde o sobreiro até à rolha, da utilização em prova até à sua reciclagem e transformação em novos produtos.</p>
<p>Durante a edição de 2026 do concurso, que reúne centenas de provadores internacionais, foram já recolhidas mais de 15 mil rolhas em apenas três dias — um volume que, segundo os organizadores, demonstra a adesão imediata ao projeto.</p>
<p>As rolhas usadas passam agora a ser encaminhadas para a Amorim Cork, onde serão reintegradas em novos materiais e aplicações, desde calçado e acessórios de moda a componentes para aeronáutica, construção e indústria náutica.</p>
<p>Para o Concours Mondial de Bruxelles, trata-se de um passo simbólico, mas também prático, na forma como grandes eventos podem reduzir desperdício e integrar soluções circulares. Já a Amorim sublinha que o projeto reforça o papel da cortiça como matéria-prima versátil e com múltiplas vidas.</p>
<p>Baudouin Havaux, presidente do concurso, destaca a relação de longa data entre as duas entidades e sublinha que esta colaboração reflete uma evolução natural na forma como o setor olha para a sustentabilidade.</p>
<p>Do lado da Amorim Cork, Carlos de Jesus fala num “exemplo de liderança” e numa demonstração clara de que a sustentabilidade “tem de sair do discurso e passar à prática”.</p>
<p>A parceria entre as duas organizações remonta a 2006, ano em que o Concours Mondial de Bruxelles realizou a sua primeira edição fora da Bélgica, contando já com o apoio da empresa portuguesa.</p>
<p>O programa é também apresentado num momento em que Portugal se prepara para receber novas sessões do concurso em 2027, reforçando a ligação entre o setor do vinho e a fileira da cortiça.</p>
<p>No final da edição deste ano, as rolhas recolhidas seguem para reciclagem e serão transformadas em novos produtos industriais e de consumo, num processo que os promotores descrevem como um exemplo concreto de economia circular aplicada ao setor do vinho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780835]]></sapo:autor>
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		<title>Alemanha desiste dos planos para construir maior navio de guerra desde a Segunda Guerra Mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:40:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo alemão está a preparar o abandono de um dos maiores projetos de aquisição militar da sua história recente, ao planear o cancelamento da construção das fragatas F126.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo alemão está a preparar o abandono de um dos maiores projetos de aquisição militar da sua história recente, ao planear o cancelamento da construção das fragatas F126, consideradas o maior navio de guerra encomendado pela marinha alemã desde a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>A decisão, avançada por fontes conhecedoras do processo, foi comunicada esta semana pelo ministro da Defesa, Boris Pistorius, e por outros responsáveis governamentais a representantes da indústria e deputados do parlamento federal alemão.</p>
<p>O plano em cima da mesa prevê o fim do programa original de seis fragatas F126 e a sua substituição pela aquisição de oito navios mais pequenos do modelo MEKO A-200, construídos pela empresa alemã TKMS.</p>
<p><strong>Um dos maiores fracassos recentes na defesa alemã</strong><br />
O programa F126, avaliado em cerca de 12,8 mil milhões de euros, tornou-se um dos casos mais problemáticos da política de aquisições militares alemã nos últimos anos.</p>
<p>A decisão de abandonar o projeto representa um revés significativo para a estratégia de modernização das forças armadas alemãs, num momento em que Berlim procura assumir um papel mais ativo na defesa europeia e prevê gastar cerca de 780 mil milhões de euros na modernização das suas forças armadas até ao final de 2030.</p>
<p>Segundo estimativas associadas ao projeto, cerca de 2 mil milhões de euros em custos já incorridos deverão agora ser considerados perdas.</p>
<p><strong>O que estava previsto com as fragatas F126</strong><br />
As fragatas F126 foram concebidas como navios multifunções de grande dimensão, com cerca de 166 metros de comprimento e 10 mil toneladas de deslocamento.</p>
<p>O objetivo era dotar a marinha alemã de embarcações capazes de permanecer longos períodos no mar e desempenhar várias missões, incluindo vigilância, operações de proteção e combate.</p>
<p>Uma das principais capacidades previstas era a guerra anti-submarina, uma área que ganhou importância estratégica após a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia em 2022, levando a NATO a reforçar a vigilância no Báltico e no Atlântico Norte.</p>
<p><strong>Da encomenda inicial aos problemas de execução</strong><br />
O contrato inicial foi atribuído em 2020 à empresa neerlandesa Damen Naval, responsável pela construção de quatro fragatas F126 para a Alemanha, tendo posteriormente o acordo sido alargado para seis unidades.</p>
<p>No entanto, o projeto rapidamente enfrentou dificuldades significativas. Entre os principais problemas estiveram derrapagens de custos e atrasos prolongados, associados a falhas de software e dificuldades de comunicação entre a agência de compras militares alemã e o estaleiro.</p>
<p>Estas tensões acabaram por deteriorar a relação entre as partes, levando a discussões internas sobre a substituição do principal contratante.</p>
<p><strong>Rheinmetall entra em cena num processo de reestruturação</strong><br />
Perante o agravamento dos problemas, as autoridades alemãs e a Damen Naval chegaram a um entendimento para iniciar um processo que permitiria retirar ao grupo neerlandês o papel de contratante principal.</p>
<p>Nesse contexto, o grupo alemão Rheinmetall surgiu como principal candidato a assumir o controlo do programa.</p>
<p>A empresa, sediada em Düsseldorf, tem vindo a expandir-se para além do seu negócio tradicional em veículos blindados, artilharia e munições, apostando também no setor naval.</p>
<p>Este movimento foi reforçado pela aquisição, por cerca de 1,5 mil milhões de euros, da Naval Yards Lürssen, consolidando a sua entrada na construção naval militar.</p>
<p>Para a Rheinmetall, assumir o programa F126 era considerado estratégico, inserindo-se numa visão de integração de sistemas de armamento em diferentes domínios militares — terra, mar, ar e espaço.</p>
<p><strong>Mudança de estratégia e opção por navios mais pequenos</strong><br />
Apesar de inicialmente ter sido considerado avançar com a substituição do contratante e manter o programa F126, o governo alemão acabou por alterar a sua abordagem.</p>
<p>Em março, já tinha sido anunciado um plano para a compra de quatro fragatas MEKO A-200 ao estaleiro alemão TKMS, num valor aproximado de mil milhões de euros por unidade, mantendo simultaneamente em aberto a possibilidade de prosseguir com as F126.</p>
<p>Contudo, a deterioração do projeto e o aumento das preocupações com custos e prazos levaram agora à decisão de abandonar definitivamente o programa maior e avançar apenas com a alternativa mais pequena.</p>
<p><strong>Incerteza sobre o futuro do casco já iniciado</strong><br />
A decisão levanta também dúvidas sobre o destino das estruturas já em construção. Pelo menos uma das fragatas F126 já tinha o seu casco em fase de montagem no estaleiro de Wolgast, no nordeste da Alemanha.</p>
<p>Um responsável ligado ao projeto, citado na imprensa internacional, reconheceu progressos na construção, mas levantou dúvidas sobre o futuro imediato do navio.</p>
<p>“Será que vai agora tudo para sucata?”, questionou, refletindo a incerteza em torno do destino do que já foi produzido.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780819]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia espera avanço decisivo na entrada na UE com cinco dossiês prontos até meados de julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:40:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[União Europeia abriu oficialmente o primeiro grupo de negociação com a Ucrânia e a Moldova a 15 de junho, no âmbito do processo de adesão dos dois países ao bloco europeu]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ucrânia espera abrir até meados de julho todos os grupos de negociação ainda pendentes no processo de adesão à União Europeia, escreve o &#8216;Kyiv Post&#8217;, citando o vice-primeiro-ministro ucraniano para a Integração Europeia e Euro-Atlântica, Taras Kachka. O responsável afirma que os dossiês estão prontos e que o avanço depende agora sobretudo da coordenação entre os Estados-membros da UE.</p>
<p>Numa conferência de imprensa conjunta em Kiev com o secretário-geral da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico, Mathias Cormann, Kachka afirmou que não são necessárias novas decisões para lançar o processo. “Para abrir os grupos, não precisamos de adotar decisões adicionais; todos os cinco estão prontos para abertura”, declarou.</p>
<p>A União Europeia abriu oficialmente o primeiro grupo de negociação com a Ucrânia e a Moldova a 15 de junho, no âmbito do processo de adesão dos dois países ao bloco europeu. Kiev espera agora que os Estados-membros iniciem imediatamente o tratamento dos restantes dossiês, com o objetivo de abrir todos os cinco grupos antes da pausa de verão.</p>
<p>De acordo com Kachka, o procedimento depende neste momento da coordenação entre os 27 Estados-membros no Comité de Representantes Permanentes. O vice-primeiro-ministro ucraniano defende que existe amplo apoio político no bloco e que o calendário passou a ser sobretudo uma questão técnica, dependente da velocidade de implementação.</p>
<p>O responsável avançou também uma possível janela temporal para a adesão, considerando que experiências anteriores de alargamento mostram que o processo pode demorar entre dois anos e dois anos e meio depois de as negociações estarem plenamente em curso.</p>
<p>“Ao mesmo tempo, a Ucrânia está muito mais bem preparada para a adesão à UE do que os países que percorreram este caminho em dois anos a dois anos e meio”, afirmou Kachka, citado pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;.</p>
<p>O objetivo interno de Kiev é cumprir todos os critérios exigidos até 2027 e estar pronta para concluir um tratado de adesão. Segundo Kachka, tanto a Ucrânia como a maioria dos Estados-membros da UE consideram que a entrada no bloco até 2030 continua a ser possível, desde que o país mantenha o ritmo das reformas.</p>
<p>O processo enfrenta, contudo, obstáculos políticos. A Hungria atrasou um passo procedimental considerado essencial nos processos de adesão da Ucrânia e da Moldova, lançando dúvidas sobre o objetivo de Kiev de abrir todos os grupos de negociação até meados de julho.</p>
<p>De acordo com diplomatas europeus citados pelo &#8216;POITICO&#8217; e referidos pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;, Budapeste bloqueou o envio de uma carta conjunta ao Conselho Europeu e à Comissão Europeia que confirmaria o apoio unânime dos 27 Estados-membros.</p>
<p>A adesão à União Europeia exige unanimidade total, e a Hungria continua a ser o único país a opor-se ao formato acelerado. O primeiro-ministro húngaro, Peter Magyar, argumenta que abrir todos os seis grupos em simultâneo seria prematuro e enviaria um sinal errado aos candidatos dos Balcãs Ocidentais, que esperam há anos por progressos.</p>
<p>A Hungria tem sido um dos principais obstáculos às negociações de adesão da Ucrânia. A oposição anterior, durante o mandato do antigo primeiro-ministro Viktor Orbán, esteve em parte ligada a preocupações com os direitos da minoria húngara na região ucraniana da Transcarpátia.</p>
<p>As decisões sobre o avanço dos restantes grupos de negociação deverão ser discutidas na próxima semana. Para Kiev, o objetivo mantém-se: acelerar o processo, cumprir os critérios até 2027 e manter aberta a possibilidade de adesão à União Europeia até ao final da década.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780829]]></sapo:autor>
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		<title>PSD pede adiamento por horas do debate da PSU para assegurar apoio parlamentar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:37:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[(CORREÇÃO) Lisboa, 24 jun 2026 (Lusa) -- O grupo parlamentar do PSD pediu hoje um "adiamento potestativo" para o final do dia da discussão da Prestação Social Única (PSU) na Comissão de Trabalho, Segurança Social, que está a ser negociada com a oposição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>(CORREÇÃO) Lisboa, 24 jun 2026 (Lusa) &#8212; O grupo parlamentar do PSD pediu hoje um &#8220;adiamento potestativo&#8221; para o final do dia da discussão da Prestação Social Única (PSU) na Comissão de Trabalho, Segurança Social, que está a ser negociada com a oposição.</P><br />
<P>O debate sobre o tema e a pressa do governo em fazer aprovar a PSU, invocando o risco de perder 600 milhões de euros inscritos no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), acabou por ser feito na discussão sobre uma nova audição à ministra do Trabalho, feita pelo PCP.</P><br />
<P>O pedido do PCP para ouvir em audição, com caráter de urgência, a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social sobre esta proposta do Governo foi recusado com o voto contra do PSD e a abstenção do PS e do chega.</P><br />
<P>O comunista Alfredo Maia disse que o &#8220;PCP continua com muitas dúvidas e tem necessidade de informação&#8221; e criticou o &#8220;estilo de máquina de rasto legislativa&#8221; promovido pelos partidos que suportam o governo.</P><br />
<P>Jorge Pinto, do Livre, admitiu que o requerimento do PCP &#8220;possa ser extemporâneo&#8221; mas criticou o PSD por &#8220;tentar discutir as coisas nos bastidores&#8221;, com &#8220;os deputados, o país e os portugueses a serem apanhados de surpresa&#8221;.</P><br />
<P>Em resposta, Carla Barros (PSD) disse que &#8220;o governo nunca colocou de fora da discussão nenhum partido&#8221; e &#8220;as conversas estão a decorrer&#8221;, ao que Jorge Pinto disse que com &#8220;o Livre ninguém falou&#8221;, mas &#8220;deve ser com o PS e o Chega&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Vamos aguardar o resultado&#8221; das negociações para depois votar na especialidade ainda hoje ao final do dia de modo a ainda &#8220;entrar no guião de votações de amanhã&#8221;, quinta-feira, explicou a deputada Carla Barros, que reafirmou a &#8220;medida de enorme importância de combate à pobreza&#8221; que constitui a PSU.</P><br />
<P>Na sua intervenção, a deputada social-democrata deu a entender que o PSD aceita algumas das reivindicações do PS, como um &#8220;plano de inserção&#8221; e &#8220;evitar um corte abrupto dos apoios quando as pessoas estão a entrar no mercado de trabalho, para que valha a pena trabalhar&#8221; no que respeita aos beneficiários.</P><br />
<P>O objetivo é que &#8220;todas as pessoas que estejam a usufruir de prestações sociais reúnam condições para serem reativadas no mercado de trabalho&#8221;, afirmou a deputada, que não abdica do &#8220;trabalho social obrigatório&#8221;, criticando a posição do PS sobre essa matéria.</P><br />
<P>&#8220;É uma ideia errada, nós acreditamos que as pessoas querem ajuda para serem impulsionadas para o mercado de trabalho&#8221;, disse, lamentando a &#8220;posição da esquerda&#8221; sobre esta matéria.</P><br />
<P>A PSU unifica os subsídios não contributivos, como o rendimento social de inserção ou pensões várias, numa única prestação social e, segundo a proposta do PSD, prevê trabalho social para quem reúna condições para regressar ao mercado de trabalho.</P><br />
<P></P><br />
<P>(NOVA VERSÃO PARA CORRIGIR, NO SEXTO PARÁGRAFO, O NOME DA DEPUTADA DO PSD, QUE É CARLA BARROS E NÃO CARLA MARQUES)</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780830]]></sapo:autor>
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		<title>Porque é que a Europa não consegue deixar de suar esta semana? Há três razões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:34:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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					<description><![CDATA[Europa Ocidental está a atravessar mais uma vaga de calor intensa, com temperaturas que poderão bater recordes para o mês de junho em vários países]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Europa Ocidental está a atravessar mais uma vaga de calor intensa, com temperaturas que poderão bater recordes para o mês de junho em vários países, num cenário que o &#8216;POLITICO&#8217; apresenta como um sinal do que o aquecimento global reserva ao continente. França prepara-se para máximas de 43 graus Celsius, Espanha poderá chegar aos 45 graus, e zonas do Reino Unido, Alemanha e Itália podem aproximar-se dos 40 graus ainda antes do pico do verão.</p>
<p>Na Bélgica, onde os termómetros podem atingir os 37 graus, o principal meteorologista do instituto nacional de meteorologia admitiu que esta poderá tornar-se “a semana mais quente alguma vez registada” no país. O problema não estará apenas nas temperaturas diurnas. As noites também deverão ser excecionalmente quentes, sem descer abaixo dos 25 graus em muitas zonas da Europa Ocidental ao longo da semana.</p>
<p>A ausência de arrefecimento durante a noite agrava o chamado stress térmico, que ocorre quando o calor se acumula no corpo e aumenta o risco de doenças e morte, sobretudo entre populações vulneráveis, como os idosos. Nos últimos quatro anos, cerca de 200 mil pessoas morreram na União Europeia devido a causas relacionadas com o calor.</p>
<p>O primeiro fator apontado pelos especialistas é o aquecimento global provocado pela queima de combustíveis fósseis. As vagas de calor sempre fizeram parte dos verões do hemisfério norte, mas a temperatura média global já aumentou 1,4 graus Celsius desde que a atividade humana começou a queimar carvão, petróleo e gás para alimentar fábricas, transportes e edifícios.</p>
<p>Esse aumento alterou a base sobre a qual se formam os fenómenos meteorológicos. Os cientistas citados pelo &#8216;POLITICO&#8217; defendem que todas as vagas de calor que ocorrem atualmente são mais quentes e mais prováveis devido às alterações climáticas. O aquecimento global pode não ter criado diretamente o domo de calor que se instalou sobre a Europa Ocidental, mas torna o fenómeno mais intenso.</p>
<p>Mireia Ginesta, investigadora associada em análise de danos climáticos na Universidade de Oxford, explica que as alterações climáticas elevam a temperatura de fundo sobre a qual atuam os sistemas meteorológicos. Num clima mais frio, esta vaga de calor teria sido menos intensa.</p>
<p>A Europa é também o continente que aquece mais rapidamente no mundo, devido a uma combinação de fatores, incluindo a proximidade relativa ao Ártico e alterações nos padrões meteorológicos regionais. E cada fração adicional de grau conta: se o aquecimento global chegar a cerca de 3 graus Celsius face aos níveis pré-industriais, os cientistas estimam que as mortes por calor na Europa possam duplicar ou triplicar quando comparadas com um cenário de 1,5 graus.</p>
<p>Mas as temperaturas exteriores são apenas uma parte do problema. Os europeus passam cerca de 90% do tempo em espaços interiores, incluindo casas, escolas, escritórios, lojas, comboios e transportes públicos. Em grande parte da Europa, sobretudo nas regiões do norte, os edifícios foram concebidos para reter calor durante o inverno, não para proteger os ocupantes de verões cada vez mais quentes.</p>
<p>No Reino Unido, 92% das habitações poderão estar em risco de sobreaquecimento até 2050, de acordo com o comité britânico para as alterações climáticas. Apesar de o ar condicionado estar a tornar-se mais comum, continua a ser raro no continente europeu: apenas cerca de um quinto dos lares dispõe deste equipamento.</p>
<p>Mesmo entre quem tem sistemas de arrefecimento, o custo pode ser um obstáculo. Mais de um terço dos europeus afirma não conseguir manter a casa suficientemente fresca por razões financeiras, percentagem que sobe para dois terços entre as pessoas com maiores dificuldades económicas.</p>
<p>A pressão também chega aos serviços públicos e às infraestruturas. Escritórios, escolas, comboios e transportes urbanos continuam, em muitas cidades, sem ar condicionado suficiente. Em França, o calor e a falta de sistemas de arrefecimento obrigaram ao encerramento de mais de 800 escolas esta semana. Na Bélgica, um quinto dos comboios não tem ar condicionado, levando a empresa ferroviária nacional a cancelar serviços em horas de ponta.</p>
<p>Alguns municípios começaram a disponibilizar espaços climatizados durante vagas de calor, permitindo à população refugiar-se em salas com ar condicionado. No entanto, estas soluções continuam dispersas, pouco comuns e geralmente limitadas ao período diurno, deixando sem resposta uma das dimensões mais perigosas do problema: as noites sufocantes.</p>
<p>O terceiro fator é político. Os Governos têm capacidade para reduzir emissões, adaptar infraestruturas e proteger cidadãos, serviços e economias de fenómenos extremos. No entanto, à medida que as vagas de calor se tornam mais frequentes e intensas, as alterações climáticas têm vindo a perder peso na lista de prioridades políticas em vários países europeus.</p>
<p>A União Europeia continua a ter alguns dos planos de redução de emissões mais ambiciosos do mundo, mas, nos últimos anos, os governos têm dado maior destaque à recuperação industrial e recuado em políticas climáticas vistas como prejudiciais para a competitividade económica do bloco. As emissões da UE subiram ligeiramente no ano passado, sinalizando uma estagnação nos cortes de poluição.</p>
<p>No Reino Unido, o consenso político em torno do combate às alterações climáticas também se fragilizou, embora o Governo trabalhista tenha resistido a apelos para aumentar a exploração de combustíveis fósseis no Mar do Norte. Ainda assim, tanto na UE como no Reino Unido, os planos de adaptação às consequências inevitáveis das alterações climáticas, como o calor extremo, estão atrasados face aos esforços de redução de emissões.</p>
<p>A Agência Europeia do Ambiente considera que a União Europeia e os seus Governos não estão a proteger suficientemente as populações contra temperaturas extremas. O risco de stress térmico para a população em geral é classificado como crítico nesta década e poderá tornar-se “catastrófico” a partir de meados do século.</p>
<p>Friederike Otto, professora de ciência climática no Imperial College London, resume o alerta de forma direta: as crianças estão a tentar acabar exames em salas de aula sufocantes e os idosos enfrentam casas e lares perigosamente quentes, muitas vezes sem alívio. “Este calor não é um incómodo, é uma ameaça crescente à saúde pública”, afirmou. “Cada vaga de calor coloca vidas em risco, e já passou o tempo de a tratarmos com a urgência que exige.”</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780824]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Entidades têm 60 dias úteis para se registarem na plataforma MyCiber no âmbito da cibersegurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:31:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) disse hoje à Lusa que as entidades têm 60 dias úteis para fazer registo e autoidentificação na plataforma MyCiber (cibersegurança) e que dispõem de instrumentos de apoio neste âmbito.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) disse hoje à Lusa que as entidades têm 60 dias úteis para fazer registo e autoidentificação na plataforma MyCiber (cibersegurança) e que dispõem de instrumentos de apoio neste âmbito.</P><br />
<P>Este é o primeiro regulamento &#8220;que decorre do novo Regime Jurídico da Cibersegurança (&#8230;) e vem densificar um conjunto de aspetos que são estruturantes para implementação por parte das organizações, mas também por parte das autoridades de cibersegurança competentes desse regime jurídico&#8221;, enquadrou Lino Santos.</P><br />
<P>Estabelece o funcionamento da &#8220;plataforma de comunicação com as entidades abrangidas&#8221; &#8211;  myciber.gov.pt  &#8211; e esta fase&#8221;de autoidentificação, qualificação e registo decorre nos próximos 60 dias úteis&#8221;, começando também a contar &#8220;um prazo&#8221; de implementação do conjunto de medidas mínimas &#8220;que lhes é atribuída aquando da qualificação, para o qual tem 24 meses para se adaptarem e para cumprirem&#8221;, explicou o coordenador do CNCS.</P><br />
<P>Nesta fase, &#8220;as entidades estão obrigadas a auto-declararem-se perante esta plataforma, perante as autoridades competentes, de que cumprem um conjunto de requisitos para serem qualificadas ou como entidades essenciais ou como entidades importantes, ou como entidades relevantes da Administração Pública&#8221;, adiantou Lino Santos.</P><br />
<P>Estes diferentes tipos de qualificação determinam um grau de exigência ou um conjunto de medidas de segurança mínimas que têm que implementar nos próximos 24 meses.</P><br />
<P>&#8220;Esperamos cerca de 6.000 entidades abrangidas por este novo regime jurídico, em comparação com 450 que tínhamos no anterior&#8221;, disse.</P><br />
<P>Este é &#8220;o primeiro passo de um caminho&#8221; para cumprirem o Regime Jurídico de Cibersegurança, cujo objetivo é assegurar que os serviços essenciais e críticos que as organizações prestam &#8220;têm um nível elevado de cibersegurança&#8221;.</P><br />
<P>Até porque &#8220;temos um quadro de ameaças complexo que vai desde agentes de ameaça estatais, de agentes de cibercrime ou mesmo ativistas no ciberespaço, até desafios que são colocados por tecnologias disruptivas&#8221;, como a inteligência artificial (IA) generativa.</P><br />
<P>O objetivo é que o conjunto de medidas que as diferentes entidades têm que implementar &#8220;reduza ao nível aceitável o risco a que elas estão expostas&#8221;.</P><br />
<P>Entretanto, o CNCS tem preparado um conjunto de instrumentos para as apoiar neste processo.</P><br />
<P>Além desta fase de 60 dias úteis, há &#8220;um conjunto de sessões de esclarecimento, de &#8216;workshops'&#8221; e também &#8220;um conjunto de instrumentos que estamos a desenvolver, ainda no âmbito do PRR, para ajudar as organizações para as quais este processo é completamente novo&#8221;, salientou.</P><br />
<P>Por exemplo, a disponibilização de uma ferramenta gratuita para que as organizações possam realizar a análise de risco. </P><br />
<P>&#8220;Estamos a adaptar a nossa oferta na academia de cibersegurança para este novo regime jurídico da cibersegurança&#8221;, bem como a trabalhar com centros de competências em cibersegurança, asseverou Lino Santos.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a produzir guias e &#8216;templates'&#8221; sobre as medidas mínimas exigidas, &#8220;numa lógica de suporte às entidades durante estes próximos 24 meses&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>O novo regulamento contém as funcionalidades da plataforma eletrónica MyCiber e um conjunto de instrumentos estruturantes, entre os quais o Quadro Nacional de Referência para a Cibersegurança (QNRCS).</P><br />
<P>&#8220;Uma das novidades que este regime traz é a possibilidade de as entidades obterem um certificado de conformidade&#8221; com o QNRCS &#8220;ou com o selo de maturidade digital na componente de cibersegurança&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Trata-se de um &#8220;instrumento importante porque permite do lado da entidade e, principalmente, da pessoa que é responsável pela cibersegurança pela administração da empresa ter algum conforto de que está a cumprir com as obrigações legais&#8221; nesta matéria.</P><br />
<P>&#8220;Este quadro é extremamente importante porque define aquilo que são as boas práticas de cibersegurança&#8221; em Portugal.</P><br />
<P>Outro instrumento importante são &#8220;os conjuntos de medidas mínimas a que as entidades estão obrigadas, ou seja, é uma diferença substancial relativamente ao anterior regime jurídico&#8221;. </P><br />
<P>Anteriormente, a obrigação &#8220;era que elas realizassem uma análise de risco e depois implementassem as medidas que considerassem suficientes e adequadas para mitigar os riscos identificados&#8221;, o que &#8220;era um processo extremamente vago&#8221;, com pouca previsibilidade.</P><br />
<P>Este modelo é &#8220;mais prescritivo&#8221;, tem em conta &#8220;a dimensão da entidade e o nível de risco que nós definimos para aquele setor de atividade económica&#8221;, pelo que &#8220;previne o sucesso de grande parte destes ataques&#8221;, disse.</P><br />
<P>Lino Santos destacou que este trabalho foi realizado durante o último ano numa &#8220;uma forte colaboração&#8221;, envolvendo a academia, as diferentes comunidades setoriais. </P></p>
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		<title>Combustíveis nas férias: parceria Moeve e DECO PROteste permite poupar até 40 euros no verão</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:28:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Campanha destaca a possibilidade de os associados da DECO PROteste pouparem 10 euros num abastecimento de 50 litros, através da combinação de benefícios acumuláveis que podem atingir até 20 cêntimos por litro nos postos aderentes Moeve e Cepsa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Moeve e a DECO PROteste lançaram uma nova vaga de comunicação da sua parceria, sob o lema “Parar para Poupar”, com o objetivo de reforçar os benefícios disponíveis para os consumidores portugueses durante o verão, numa altura marcada pelo aumento das deslocações para férias e lazer.</p>
<p>A campanha destaca a possibilidade de os associados da DECO PROteste pouparem 10 euros num abastecimento de 50 litros, através da combinação de benefícios acumuláveis que podem atingir até 20 cêntimos por litro nos postos aderentes Moeve e Cepsa.</p>
<p>Num período em que muitas famílias percorrem mais quilómetros e fazem viagens de maior distância, a poupança em combustível pode ter impacto direto no orçamento das férias. De acordo com a parceria, considerando quatro abastecimentos de 50 litros ao longo do verão, uma família poderá acumular até 40 euros de poupança apenas em combustível.</p>
<p>A iniciativa surge num contexto em que os custos da mobilidade continuam a preocupar muitos consumidores e em que os preços dos combustíveis podem registar oscilações ao longo do ano. Para a Moeve e a DECO PROteste, soluções de poupança imediata e acumulável ganham assim maior relevância na gestão do orçamento familiar.</p>
<p>Além do abastecimento tradicional, a parceria acompanha também a evolução dos hábitos de mobilidade dos consumidores. Os benefícios incluem descontos de 4 cêntimos por kWh em carregamentos elétricos, vantagens em lojas e lavagens Moeve e cashback até 10% em mais de 40 marcas parceiras através do Clube Moeve gow.</p>
<p>A parceria entre a Moeve e a DECO PROteste foi iniciada em 2014 e já permitiu gerar cerca de 46 milhões de euros de poupança acumulada para os consumidores portugueses. As duas entidades apresentam-na como uma das iniciativas mais duradouras no setor da mobilidade e energia orientadas para a valorização do consumidor.</p>
<p>Com esta nova campanha, a Moeve e a DECO PROteste reforçam o compromisso de disponibilizar soluções que combinam poupança, transparência e mobilidade, procurando ajudar os consumidores a viajar com maior tranquilidade durante o período de verão.</p>
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