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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>DS Nº7 estreia-se com até 740 km de autonomia e aposta forte no conforto premium</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:20:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Novo SUV da marca francesa chega no Outono com versões híbrida e 100% elétrica, tecnologia de topo e um habitáculo pensado para viajar em primeira classe]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A DS Automobiles abre um novo capítulo da sua história com o lançamento do DS Nº7, o novo SUV compacto premium que sucede ao anterior DS 7 e reforça a estratégia da marca francesa de se distinguir pelo design, pelo conforto e pela tecnologia. Disponível em versões 100% elétricas E-TENSE, com uma autonomia até 740 quilómetros (WLTP), e numa variante Hybrid com emissões a partir de 120 g/km de CO₂, o novo modelo chega ao mercado nacional no próximo Outono com preços a partir de 45.500 euros.</p>
<p><strong>Design marcante para fugir à uniformidade</strong></p>
<p>Num segmento onde muitos SUV elétricos acabam por se parecer entre si, o DS Nº7 procura afirmar uma personalidade própria. As proporções equilibradas, as linhas musculadas e a assinatura luminosa conferem-lhe uma presença distinta, reforçada pela grelha iluminada DS LUMINASCREEN e por um conjunto ótico elaborado que se assume como um dos elementos mais marcantes do modelo.</p>
<p>Com 4,66 metros de comprimento, o SUV assenta na plataforma STLA Medium, concebida para oferecer elevada rigidez estrutural, isolamento acústico e eficiência energética.</p>
<p><strong>Um habitáculo que privilegia o luxo e o bem-estar</strong></p>
<p>No interior, a DS mantém a aposta numa interpretação muito própria do luxo francês, recusando o minimalismo extremo que domina grande parte dos automóveis elétricos atuais. O ambiente é sofisticado, recorrendo a materiais nobres, diferentes texturas e acabamentos cuidados que reforçam a sensação de exclusividade.</p>
<p>Os bancos dianteiros podem integrar aquecimento, ventilação, massagens e até o exclusivo sistema DS Neck Warmer, enquanto o sistema áudio Electra 3D by Focal, com 14 altifalantes, promete uma experiência sonora de elevada qualidade.</p>
<p>O espaço disponível também foi melhorado, com destaque para uma bagageira até 560 litros, colocando o Nº7 entre as referências do segmento neste capítulo.</p>
<p><strong>Tecnologia ao serviço da serenidade</strong></p>
<p>A DS equipou o Nº7 com praticamente todo o arsenal tecnológico da marca. Entre os destaques encontram-se o DS DRIVE ASSIST 2.0, sistema de condução semiautónoma de nível 2, o DS NIGHT VISION, que deteta peões e animais até 300 metros durante a noite, o DS PIXELVISION, o Head-Up Display de realidade aumentada e o sistema multimédia DS Iris System 2.0.</p>
<p>A suspensão DS Active Scan Suspension, que utiliza uma câmara para antecipar irregularidades do piso e ajustar automaticamente os amortecedores, continua igualmente disponível, reforçando uma condução orientada para o conforto.</p>
<p><strong>Até 740 quilómetros de autonomia</strong></p>
<p>A grande novidade da gama é a nova geração de motorizações elétricas. A oferta inclui três versões:</p>
<p>E-TENSE FWD com 230 cv;<br />
E-TENSE FWD Long Range com 245 cv;<br />
E-TENSE AWD Long Range com 350 cv e tração integral.</p>
<p>Todas beneficiam de uma função Boost, que aumenta temporariamente a potência disponível.</p>
<p>A versão Long Range, equipada com uma bateria de 97,2 kWh, anuncia uma autonomia máxima de 740 quilómetros no ciclo WLTP, enquanto a variante de entrada, com bateria de 73,7 kWh, permite até 543 quilómetros. A versão de tração integral atinge 679 quilómetros de autonomia homologada.</p>
<p>Segundo a marca, em utilização real é possível percorrer mais de 400 quilómetros em autoestrada, mantendo ainda cerca de 20% de carga, um desempenho que coloca o modelo entre as referências da categoria.</p>
<p><strong>Conforto acima da desportividade</strong></p>
<p>No primeiro contacto dinâmico realizado nas estradas do sul de França, o DS Nº7 confirmou a filosofia da marca. A resposta do motor elétrico é progressiva e suave, privilegiando uma condução descontraída em detrimento de acelerações bruscas. A suspensão absorve eficazmente as irregularidades do piso e o elevado isolamento acústico reforça a sensação de viajar num ambiente tranquilo.</p>
<p>Apesar de não procurar uma vocação desportiva, o comportamento revelou-se equilibrado, previsível e suficientemente eficaz para enfrentar percursos sinuosos com segurança.</p>
<p><strong>Híbrido continua na gama</strong></p>
<p>Além das versões elétricas, a gama passa também a incluir uma motorização Hybrid de 145 cv, que combina um motor a gasolina 1.2 turbo com um motor elétrico integrado na caixa automática de dupla embraiagem. A marca anuncia consumos a partir de 5,3 l/100 km e emissões desde 120 g/km de CO₂, permitindo circular em modo elétrico durante cerca de metade das deslocações urbanas.</p>
<p>Chega a Portugal no Outono</p>
<p>O novo DS Nº7 estará disponível em Portugal a partir do próximo Outono. O preço de entrada será de 45.500 euros para a versão Hybrid e de 49.400 euros para a variante E-TENSE 100% elétrica.</p>
<p>Com este lançamento, a DS reforça a sua aposta num SUV premium que privilegia o conforto, o requinte e a eficiência, oferecendo uma alternativa diferenciadora às propostas mais tradicionais do segmento. Entre os principais argumentos destacam-se o elevado nível tecnológico, a qualidade do habitáculo e uma autonomia que promete posicionar o Nº7 entre as referências da categoria.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790544]]></sapo:autor>
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		<title>Portugueses gastaram quase mil milhões em compras online à China desde 2020 (mas nova taxa promete travar tendência)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:06:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A introdução de uma taxa fixa de três euros sobre cada encomenda de baixo valor proveniente de países terceiros marca o fim de um ciclo de crescimento acelerado das compras online de artigos baratos oriundos da China.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A introdução de uma taxa fixa de três euros sobre cada encomenda de baixo valor proveniente de países terceiros marca o fim de um ciclo de crescimento acelerado das compras online de artigos baratos oriundos da China. Depois de anos de expansão impulsionada por plataformas como a Temu, Shein e AliExpress, os consumidores portugueses, que desde 2020 terão gasto quase mil milhões de euros neste tipo de compras, enfrentam agora um novo enquadramento europeu que poderá reduzir significativamente este mercado. A medida entrou em vigor na União Europeia a 1 de julho e segue uma estratégia semelhante à adotada pelos Estados Unidos em 2025, onde a imposição de tarifas provocou uma quebra da procura.</p>
<p>Segundo avança o <a href="https://www.dn.pt/economia/portugueses-gastaram-mil-milhes-de-euros-em-pequenas-compras-online-china-desde-2020-mas-essa-era-acabou#goog_rewarded" target="_blank" rel="noopener">Diário de Notícias (DN)</a>, com base em estudos recentes do Banco de Portugal (BdP), do Banco Central Europeu (BCE) e da Comissão Europeia, Portugal está entre os países europeus onde estas compras cresceram mais rapidamente. Em 2025, os consumidores nacionais terão gasto perto de 300 milhões de euros em encomendas de baixo valor, o valor mais elevado de sempre, colocando Portugal como o décimo maior mercado entre 31 economias desenvolvidas analisadas. O BdP conclui que as importações deste tipo de produtos provenientes da China cresceram 227% entre 2022 e 2025, enquanto na União Europeia o aumento foi de 188%. Antes da pandemia, este fenómeno era praticamente residual, mas os confinamentos, o teletrabalho e a crescente utilização do comércio eletrónico fizeram disparar a procura por artigos de vestuário, eletrónica e produtos para o lar a preços reduzidos.</p>
<p>Os estudos apontam ainda que Portugal, a par da Grécia e de Espanha, está entre os países onde as plataformas chinesas registam maior penetração. O BCE conclui que mais de 70% dos consumidores destes países fazem compras através destes operadores, enquanto na Alemanha e em França essa percentagem fica abaixo dos 50%. A instituição explica que esta diferença resulta, em grande medida, do perfil económico dos consumidores: famílias de rendimentos baixos e médios revelam maior sensibilidade ao preço e, por isso, recorrem com mais frequência a estas plataformas. Segundo o inquérito do BCE, quase dois terços das encomendas têm um valor inferior a 25 euros e cerca de 90% não ultrapassam os 50 euros.</p>
<p>Até ao final de junho deste ano, as encomendas de valor inferior a 150 euros beneficiavam de um regime de isenção de tarifas aduaneiras, fator que ajudava a manter os preços particularmente competitivos. A Comissão Europeia estima que mais de 90% destas encomendas que entram na União Europeia tenham origem na China, sendo Temu, Shein e AliExpress os principais beneficiários desse regime. A experiência norte-americana, onde o fim da isenção levou a uma quebra de 33% das importações deste tipo entre 2024 e 2025, reforça a expectativa de que a nova taxa europeia tenha um impacto semelhante na evolução das compras online dos consumidores portugueses.</p>
<p>Desde o início da pandemia, o peso destas pequenas encomendas chinesas nas importações nacionais passou de apenas 0,2%, equivalente a cerca de quatro milhões de euros em 2018, para aproximadamente 5% do total das importações provenientes da China. Apesar de o Banco de Portugal considerar que este mercado continuará a existir, a entrada em vigor da nova tarifa, associada a um maior controlo alfandegário, deverá travar o crescimento explosivo registado nos últimos anos e alterar significativamente os hábitos de consumo de milhares de portugueses habituados às compras de baixo custo em plataformas de comércio eletrónico chinesas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790553]]></sapo:autor>
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		<title>XLVIII BARÓMETRO: Nelson Pires, Jaba Recordati</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/xlviii-barometro-nelson-pires-jaba-recordati/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barómetro]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
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					<description><![CDATA[A análise de Nelson Pires, General Manager da Jaba Recordati]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A análise de Nelson Pires, General Manager da Jaba Recordati</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados do 48º Barómetro da Executive Digest revelam uma liderança nacional ciente dos desafios de competitividade e que exige pragmatismo. No campo da inovação, o impacto real da Inteligência Artificial (IA) na produtividade já é uma realidade tangível para a maioria das empresas após o primeiro semestre de 2026: 67% dos gestores registam ganhos de eficiência, embora a fatia maior (33%) ainda se situe numa fase incremental (ganhos até 5%). Isto demonstra que a IA deixou de ser um tema conceptual para se tornar uma ferramenta operacional ativa, com um enorme potencial de progressão. Contudo, este balanço contrasta com a forte preocupação macroeconómica. Apenas 6% dos inquiridos consideram &#8220;bom&#8221; ou &#8220;muito bom&#8221; o nível de preparação de Portugal para a próxima década, com uns expressivos 41% a classificá-lo como &#8220;insuficiente&#8221;. A mensagem é clara: para sustentar o crescimento, o ecossistema empresarial precisa de uma retaguarda estrutural sólida. Para inverter este cenário, os gestores apontam caminhos muito concretos para o Executivo. A desburocratização lidera as prioridades com 56%, seguida de perto pela urgência na diminuição da carga fiscal (42% no IRS e 28% no IRC) e pela celeridade da Justiça (31%). O recado do tecido empresarial está dado: menos asfixia fiscal, menos entraves administrativos e maior agilidade institucional são as reformas vitais para libertar o verdadeiro potencial produtivo do país.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Testemunho publicado na edição de Junho (nº. 243) da Executive Digest, no âmbito da XLVIII edição do seu Barómetro</em>.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780646]]></sapo:autor>
	</item>
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		<title>Tangível: O vosso produto digital foi mesmo testado?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tangivel-o-vosso-produto-digital-foi-mesmo-testado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tangível]]></category>
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					<description><![CDATA[A Tangível faz há mais de 20 anos o que muitas empresas ainda evitam: testar produtos digitais com dados verdadeiros, em ambiente real, até ao último passo da transacção.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por : Vítor Carvalhinho,UX Strategist e Specialist, na Tangível</p>
<p>A equipa técnica validou tudo, os testes internos passaram e o sistema parece pronto. O produto entra em produção com a sensação de dever cumprido. Mas é quando os clientes reais chegam – com os seus cartões de crédito verdadeiros, os seus dados pessoais e os seus telemóveis com problemas – que a realidade se impõe e surgem falhas graves e indetectáveis até então.</p>
<p>Se a vossa empresa testa novos lançamentos apenas com simulações ou com “o colega do departamento ao lado”, o vosso negócio está sob um risco financeiro invisível. A maioria dos testes falha porque acontece num ambiente artificial. No mundo real, o utilizador quer comprar, mas é bloqueado na hora de pagar por uma mensagem de erro confusa ou por uma validação por SMS que tarda em chegar.</p>
<p>Na Tangível, fazemos isto há mais de 20 anos. O utilizador entra no site ou na app, usa os seus dados e completa a jornada até ao fim. O crédito é aprovado ou recusado. O bilhete de avião é emitido. O IRS é submetido. Não pedimos à pessoa para imaginar o que acontece a seguir. As coisas acontecem mesmo, no produto real, com dinheiro real, até ao último passo.</p>
<p>Na Banca e Seguros, o utilizador faz um pedido de crédito pessoal verdadeiro, valida a sua identidade com Chave Móvel Digital, o sistema cruza dados com o Banco de Portugal e o dinheiro entra mesmo na conta. Noutro caso, subscreve um seguro de saúde real. Nos Serviços e Retalho, compra um bilhete de avião verdadeiro, ou paga uma subscrição de um jornal com MB WAY.</p>
<p>Investimos seriamente em acessibilidade ao observar pessoas com deficiência visual, motora ou cognitiva. (O governo português definiu que 90% dos sites públicos devem ter o Selo de Acessibilidade até 2026.)</p>
<p>Além disso, se três em cada dez utilizadores desistem num passo específico do carrinho de compras, o Director Financeiro percebe imediatamente onde o dinheiro está a ser perdido.</p>
<p>Muitas das grandes empresas que nos contratam já têm equipas internas de tecnologia e design. Recorrem à Tangível porque executar testes com transacções e dados reais é de uma complexidade logística, jurídica e humana brutal.</p>
<p>Recrutar um cliente real, disposto a partilhar o NIF, histórico bancário ou a expor as suas doenças num simulador de saúde exige uma rede de recrutamento especializada e uma confiança extrema.</p>
<p>Lidar com o stress humano: quando um sistema real falha a meio da transacção, o cliente hesita ou fica ansioso. Os nossos moderadores são especialistas seniores, muitos com formação em Psicologia, que sabem ler este comportamento para perceber onde o produto falha.</p>
<p>Garantimos que toda a operação é segura. Tratamos da dimensão legal e do RGPD com juristas, e asseguramos a reversibilidade de tudo. Trabalhamos em coordenação directa com a vossa equipa técnica para corrigir os erros detectados entre sessões.</p>
<p>Além disso, identificar o problema é apenas metade do caminho. A Tangível entrega soluções concretas. Se a vossa empresa tem uma jornada digital crítica e nunca viu um cliente real completá-la do início ao fim no site verdadeiro, vocês têm problemas que nem sabem que existem.</p>
<p>É hora de testar a sério. É isso que fazemos na Tangível.</p>
<p><em>E</em><em>ste artigo faz parte do Caderno Especial &#8220;Transformação Digital”, publicado na edição de Junho (n.º 243</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781442]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Vale a pena fixar a taxa do crédito habitação?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/vale-a-pena-fixar-a-taxa-do-credito-habitacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[ComparaJá]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o Banco Central Europeu a decidir esta semana e a EURIBOR a divergir por prazos, muitos mutuários perguntam se é altura de trocar a variável pela segurança da taxa fixa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A dúvida chega a muitas mesas de cozinha: com as taxas a mexer, vale a pena fixar a taxa do crédito da casa e deixar de depender da EURIBOR? A pergunta ganhou força num momento em que o Banco Central Europeu volta a reunir para decidir o rumo dos juros.</p>
<p>Fixar a taxa significa trocar a incerteza da EURIBOR por uma prestação constante durante um período acordado. A taxa mista, hoje dominante, é uma versão suave disto: fixa nos primeiros anos, variável depois. O que está em causa é, no fundo, quanto se está disposto a pagar por previsibilidade.</p>
<p>A favor de fixar: a prestação fica imune às subidas da EURIBOR e ao ruído das decisões do banco central; o orçamento familiar ganha estabilidade e capacidade de planeamento; e, para quem tem pouca folga, dormir descansado tem valor.</p>
<p>Contra: a taxa fixa costuma partir de um patamar mais alto do que a variável no momento da contratação; se as taxas descerem, fica-se a pagar mais do que se pagaria; e sair de um contrato de taxa fixa antes do tempo pode ter custos. Fixar é, no fundo, comprar um seguro, e o seguro tem prémio.</p>
<p>Compensa sobretudo a quem tem a taxa de esforço apertada, um horizonte longo pela frente e baixa tolerância ao risco. Pode não compensar a quem tem folga no orçamento, um prazo curto a terminar, ou a convicção de que as taxas vão descer e quer aproveitar essa descida.</p>
<p>Então vale a pena? Depende, e o critério é honesto: se a estabilidade da prestação vale mais para si do que a hipótese de poupar com eventuais descidas, fixar, ou escolher a mista, faz sentido; se tem margem e tolera oscilações, a variável pode sair mais barata. O que não compensa a ninguém é decidir no escuro. Comparar as propostas e simular os dois cenários antes de assinar é o passo que falta a quase toda a gente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790446]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>José Borralho vende ConsumerChoice a grupo alemão após 14 anos de liderança</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/jose-borralho-vende-consumerchoice-a-grupo-alemao-apos-14-anos-de-lideranca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:58:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ConsumerChoice]]></category>
		<category><![CDATA[José burralho]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[José Borralho vendeu a sua participação na ConsumerChoice ao grupo alemão Consumer Guidance Group (CGG), concluindo uma estratégia de saída preparada ao longo dos últimos anos e encerrando um ciclo de 14 anos à frente da empresa portuguesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>José Borralho vendeu a sua participação na ConsumerChoice ao grupo alemão Consumer Guidance Group (CGG), concluindo uma estratégia de saída preparada ao longo dos últimos anos e encerrando um ciclo de 14 anos à frente da empresa portuguesa especializada na avaliação independente de marcas.</p>
<p>A operação marca o início de uma nova fase profissional para o empresário, que, aos 57 anos, passa a dedicar-se à consultoria estratégica, ao desenvolvimento de novos negócios e ao apoio a empresas e líderes. Apesar de deixar a estrutura acionista, continuará ligado à ConsumerChoice como consultor estratégico durante um período de transição, apoiando a nova administração.</p>
<p>Sob a liderança de José Borralho, a ConsumerChoice passou de uma estrutura com apenas dois colaboradores para uma empresa com presença em Portugal, Espanha, Angola e Moçambique. Ao longo deste período, avaliou mais de 8.000 marcas, analisou mais de 3.000 categorias de mercado, recolheu mais de três milhões de respostas de consumidores e alcançou uma quota de mercado superior a 50%, registando uma faturação anual próxima dos três milhões de euros.</p>
<p>Durante este percurso, a empresa desenvolveu também um conjunto de iniciativas de reconhecimento de marcas, entre as quais Escolha do Consumidor, Escolha dos Profissionais, Escolha Sustentável, Best Tech Experience, Best Work Experience e Quality Awards, criando um ecossistema dedicado à avaliação da qualidade e diferenciação das marcas.</p>
<p>José Borralho considera que esta venda pretende também contribuir para uma maior reflexão sobre a cultura empresarial em Portugal, onde as estratégias de sucessão e de saída continuam a ser pouco discutidas.</p>
<p>&#8220;Criamos muitas empresas a pensar em como crescer, mas poucas vezes pensamos em como sair. Sempre acreditei que o verdadeiro sucesso de um empreendedor mede-se pela capacidade de construir organizações que consigam continuar a crescer sem depender do fundador. Aos 57 anos sinto que ainda tenho muito para criar, aprender e desafiar. Esta venda não representa um fim, mas a liberdade para iniciar uma nova etapa.&#8221;</p>
<p>Especialista em marketing, estratégia e comportamento do consumidor, José Borralho conta com mais de 30 anos de experiência nacional e internacional. É licenciado em Gestão de Marketing pelo IPAM, mestre em Coolhunting pela AYR/Science of the Times e lidera atualmente o Grupo JB Tomorrow Group SGPS, com atividade nas áreas do marketing, viagens, imobiliário e tecnologia aplicada ao desporto.</p>
<p>A venda da ConsumerChoice ao Consumer Guidance Group representa, segundo o empresário, não apenas a conclusão de um ciclo empresarial, mas também a demonstração de que preparar a sucessão e garantir a continuidade de um projeto pode ser parte integrante da estratégia de crescimento de uma empresa.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790569]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lei permite à PJ não divulgar 12 contratos de 2,3 milhões de euros com a Construbarcelos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:49:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária (PJ) não divulgou no portal Basegov 12 contratos celebrados com a empresa Construbarcelos entre 2019 e 2025, num valor global de cerca de 2,3 milhões de euros, recorrendo a um mecanismo previsto no Código dos Contratos Públicos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Judiciária (PJ) não divulgou no portal Basegov 12 contratos celebrados com a empresa Construbarcelos entre 2019 e 2025, num valor global de cerca de 2,3 milhões de euros, recorrendo a um mecanismo previsto no Código dos Contratos Públicos (CCP) que permite excluir da publicação contratos considerados secretos ou relacionados com matérias de segurança. Os acordos foram celebrados durante o período em que Luís Neves, atual ministro da Administração Interna, desempenhava funções como diretor nacional da PJ.</p>
<p>Segundo avança o <a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/lei-permite-a-pj-omitir-12-contratos-com-a-construbarcelos" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, a legislação prevê que contratos cuja execução implique medidas especiais de segurança ou cuja divulgação possa afetar interesses essenciais de defesa e segurança do Estado fiquem sujeitos a regimes especiais de contratação e dispensados de publicação no portal que centraliza a contratação pública. Entre os contratos não divulgados encontra-se, por exemplo, uma intervenção realizada nas instalações da Polícia Judiciária em Évora. Citada pelo jornal, uma fonte da PJ sustenta que, ao abrigo desta norma, &#8220;não há incumprimento legal da PJ&#8221;.</p>
<p>Os dados conhecidos indicam que, entre 2019 e 2025, a PJ celebrou 17 contratos públicos com a Construbarcelos. No entanto, apenas cinco surgem registados no Basegov, representando cerca de 654 mil euros. A diferença entre esse montante e os 2,3 milhões de euros faturados pela empresa resulta precisamente dos contratos abrangidos pelas exceções previstas no CCP. O enquadramento legal encontra-se no artigo 5.º, n.º 4, alínea i), que exclui das regras gerais de contratação os contratos classificados como secretos ou que exijam medidas especiais de segurança.</p>
<p>A revelação surge numa altura em que Luís Neves continua envolvido numa polémica relacionada com a contratação da Construbarcelos para a realização de obras na sua propriedade em São Teotónio, no concelho de Odemira. Paralelamente, o ministro já explicou que a omissão da empresa da sua mulher na declaração entregue à Entidade para a Transparência resultou de um &#8220;mero lapso&#8221;, numa controvérsia que continua a alimentar o debate político em torno do governante.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790565]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Kuwait atribui ao Irão ataque contra central de dessalinização de água</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:49:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Kuwait acusou hoje que o Irão de atacar uma central de energia e dessalinização de água, causando danos generalizados na estrutura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Kuwait acusou hoje que o Irão de atacar uma central de energia e dessalinização de água, causando danos generalizados na estrutura.</p>
<p>No Kuwait, cerca de 90% da água potável provém da dessalinização e qualquer incidente pode causar grandes perturbações no emirado.</p>
<p>O Ministério da Eletricidade, Água e Energia Renovável do Kuwait denunciou o ataque, afirmando que deu origem a um incêndio e causou danos num grande número de unidades de geração de eletricidade.</p>
<p>As autoridades locais disseram que o incêndio foi controlado e as equipas estavam a trabalhar para avaliar os danos e retomar o funcionamento da central.</p>
<p>Os Estados Unidos intensificaram a campanha de ataques aéreos contra o Irão esta madrugada, tendo atingido mais pontes e equipamento elétrico e derrubado uma torre num importante porto iraniano.</p>
<p>A ação fez parte das ameaças do Presidente norte-americano, Donald Trump, de atacar as infraestruturas para pressionar Teerão a aliviar o controlo sobre o estreito de Ormuz.</p>
<p>O Irão lançou novos ataques com mísseis contra nações aliadas dos Estados Unidos no Médio Oriente, incluindo o Qatar, um dos mediadores do conflito.</p>
<p>O cessar-fogo provisório acordado no mês passado falhou, e a região tem enfrentado dias de ataques mútuos entre os Estados Unidos e o Irão, que disputam o controlo do estreito.</p>
<p>As autoridades iranianas afirmaram que os ataques norte-americanos causaram dezenas de mortos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790570]]></sapo:autor>
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		<title>Técnico recebe nova cátedra dedicada à prevenção de incêndios florestais em parceria com o BPI e Fundação &#8220;la Caixa&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:47:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O BPI, a Fundação "la Caixa" e o Instituto Superior Técnico, da Universidade de Lisboa, anunciaram a criação da Cátedra BPI &#124; Fundação "la Caixa" em "Florestas e Gestão do Fogo".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O BPI, a Fundação &#8220;la Caixa&#8221; e o Instituto Superior Técnico, da Universidade de Lisboa, anunciaram a criação da Cátedra BPI | Fundação &#8220;la Caixa&#8221; em &#8220;Florestas e Gestão do Fogo&#8221;, uma iniciativa que será liderada por Tiago Oliveira e pretende reforçar a produção de conhecimento científico e o debate público em torno da prevenção dos incêndios rurais.</p>
<p>A nova cátedra tem como principal missão desenvolver investigação aplicada e promover a disseminação de conhecimento junto das comunidades, decisores políticos e restantes entidades envolvidas na gestão do território e dos fogos rurais. O projeto pretende ainda contribuir para uma discussão pública mais informada sobre políticas florestais e estratégias de prevenção.</p>
<p>No primeiro ano de atividade, a cátedra irá centrar-se na criação de processos e ferramentas que incentivem a prevenção dos incêndios, na comparação de indicadores nacionais, regionais e europeus e na realização de diálogos prospetivos com especialistas nacionais e internacionais.</p>
<p>A liderança científica ficará a cargo de Tiago Oliveira, especialista com cerca de três décadas de experiência na gestão do risco de incêndios. O responsável presidiu à Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF) desde a sua criação, em 2018, até maio deste ano, sendo reconhecido pelo contributo para a definição da estratégia nacional de gestão integrada do fogo após os incêndios de 2017.</p>
<p>A estrutura contará ainda com um Conselho Científico de acompanhamento, responsável por apoiar o planeamento das iniciativas e o recrutamento da equipa de investigação.</p>
<p>Entre os objetivos definidos estão a produção e divulgação de conhecimento técnico e científico sobre território, floresta e governança dos fogos rurais, o reforço do diálogo entre entidades públicas e privadas, a promoção de abordagens integradas de gestão do território e a formação avançada de decisores envolvidos na definição e implementação de políticas florestais em Portugal e na Europa.</p>
<p>Segundo os promotores, a iniciativa surge num contexto em que as florestas assumem uma crescente importância económica, ambiental e social, ao mesmo tempo que aumenta o risco de incêndio. A cátedra pretende, por isso, contribuir para a definição de políticas públicas mais consistentes e apoiar a adoção de boas práticas agro-silvo-pastoris, recorrendo à produção científica, capacitação técnica e promoção de debates especializados.</p>
<p>A Cátedra BPI | Fundação &#8220;la Caixa&#8221; em &#8220;Florestas e Gestão do Fogo&#8221; ficará sediada no Departamento de Engenharia Mecânica e no Centro de Estudos em Inovação, Tecnologia e Políticas de Desenvolvimento (IN+) do Instituto Superior Técnico, integrado no Laboratório Associado LARSyS.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790559]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de 99% dos produtos contrafeitos apreendidos nas alfândegas resultam de compras online</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-99-dos-produtos-contrafeitos-apreendidos-nas-alfandegas-resultam-de-compras-online/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:40:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As compras realizadas através da internet passaram a dominar, de forma esmagadora, as apreensões de mercadorias contrafeitas efetuadas nas alfândegas portuguesas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As compras realizadas através da internet passaram a dominar, de forma esmagadora, as apreensões de mercadorias contrafeitas efetuadas nas alfândegas portuguesas. Em 2025, 99,26% dos produtos falsificados intercetados pela Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) chegaram ao país por via postal, através do comércio eletrónico, num fenómeno que representa um novo desafio para as autoridades e que contribuiu para apreensões avaliadas em 29,6 milhões de euros, distribuídas por 9.272 ocorrências. Vestuário, calçado e medicamentos concentram a maioria das apreensões, enquanto a falta de meios continua a impedir a verificação de todas as encomendas.</p>
<p>Segundo avança o <a href="https://www.jn.pt/nacional/artigo/maioria-dos-produtos-retidos-nas-alfandegas-sao-compras-online/18104436" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias (JN)</a>, que teve acesso ao Relatório sobre o Combate à Fraude e à Evasão Fiscais e Aduaneiras de 2025, o vestuário e o calçado continuam a liderar entre os produtos contrafeitos, com 5.964 apreensões, num valor global de 25,6 milhões de euros. O documento alerta ainda para os riscos associados a estas mercadorias, cuja origem é frequentemente desconhecida e que podem não cumprir as normas de segurança e conformidade, colocando em causa a saúde e a proteção dos consumidores.</p>
<p>O aumento do comércio eletrónico veio também agravar a pressão sobre os serviços aduaneiros. Ao JN, Fernando Ramos, vice-presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Inspeção Tributária e Aduaneira (APIT), explica que a inspeção física das encomendas exige um trabalho particularmente exigente. &#8220;É um trabalho muito acrescido. As mais pequenas são muito complexas, porque o tempo que o inspetor necessita para descobrir uma tentativa de contrafação é muito grande. É um trabalho extenuante&#8221;, afirma. O responsável acrescenta que a seleção das encomendas assenta numa análise de risco, permitindo que as verificações incidam sobre os envios considerados mais suspeitos.</p>
<p>Os medicamentos surgem como a segunda categoria mais apreendida, com 1.469 mercadorias, avaliadas em cerca de 1,1 milhões de euros, incluindo 31 apreensões de anabolizantes, frequentemente associados ao consumo ilegal para aumento rápido de massa muscular. Já o tabaco completa o pódio, com 313 apreensões, no valor de 831 mil euros, embora os valores estejam muito abaixo dos registados em 2023. Ainda assim, as autoridades intercetaram 3,2 milhões de cigarros, na sua maioria nos aeroportos.</p>
<p>A atividade de fiscalização da Autoridade Tributária teve também reflexos ao nível da investigação criminal. Em 2025 foram instaurados 71 inquéritos, mais 12 do que no ano anterior, tendo 50 processos sido concluídos e remetidos ao Ministério Público, dos quais 12 seguiram para acusação. No final do ano transitaram ainda 160 processos para 2026, num contexto em que as autoridades reconhecem que o crescimento das compras online continua a aumentar a pressão sobre os serviços de controlo aduaneiro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790546]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Euribor desce a três e a 12 meses e mantém-se a seis meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:33:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Euribor desceu hoje a três e a 12 meses e manteve-se a seis meses em relação a quinta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Euribor desceu hoje a três e a 12 meses e manteve-se a seis meses em relação a quinta-feira.</p>
<p>Com as alterações de hoje, a taxa a três meses, que recuou para 2,483%, continuou abaixo das taxas a seis (2,688%) e a 12 meses (2,873%).</p>
<p>A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, manteve-se hoje, ao ser fixada de novo em 2,688%, depois de na quarta-feira ter subido para 2,717%, um novo máximo desde dezembro de 2024.</p>
<p>Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a maio indicam que a Euribor a seis meses representava 39,17% do &#8216;stock&#8217; de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.</p>
<p>Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,73% e 24,79%, respetivamente.</p>
<p>No prazo de 12 meses, a taxa Euribor caiu hoje para 2,873%, menos 0,003 pontos do que na sessão anterior.</p>
<p>No mesmo sentido, a Euribor a três meses baixou hoje, ao ser fixada em 2,483%, menos 0,002 pontos que na quinta-feira e de na quarta-feira ter subido para um novo máximo desde março de 2025 (2,490%).</p>
<p>Em 11 de junho, como antecipado pelo mercado, o BCE decidiu na reunião de política monetária subir, pela primeira vez desde setembro de 2023, as taxas diretoras, designadamente em 0,25 pontos percentuais.</p>
<p>Na anterior reunião, em 30 de abril, o BCE manteve as taxas diretoras, pela sétima reunião de política monetária consecutiva, como também tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.</p>
<p>A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 22 e 23 de julho em Frankfurt.</p>
<p>Em junho, a média mensal da Euribor subiu, de novo, a três e a seis meses, mas desceu no prazo mais longo.</p>
<p>A média mensal da Euribor em junho subiu 0,113 pontos para 2,339% a três meses e 0,060 pontos percentuais para 2,596% a seis meses.</p>
<p>Já a 12 meses, a média da Euribor baixou 0,006 para 2,798%.</p>
<p>As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 21 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790554]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>CPLP/30 anos: Seguro reafirma &#8220;compromisso inabalável&#8221; de Portugal com a comunidade</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/cplp-30-anos-seguro-reafirma-compromisso-inabalavel-de-portugal-com-a-comunidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:31:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República, António José Seguro, reafirmou hoje o "compromisso inabalável" de Portugal e o seu "empenho pessoal" para com a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), criada há 30 anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República, António José Seguro, reafirmou hoje o &#8220;compromisso inabalável&#8221; de Portugal e o seu &#8220;empenho pessoal&#8221; para com a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), criada há 30 anos.</p>
<p>Numa mensagem publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, por ocasião do 30.º aniversário da organização, António José Seguro referiu que &#8220;foi a 17 de julho de 1996, aqui em Lisboa, que a cimeira constitutiva da CPLP tornou realidade uma ambição há muito desejada&#8221;.</p>
<p>O chefe de Estado escreveu que &#8220;o compromisso assumido há 30 anos&#8221; pelos países fundadores da CPLP &#8220;se mantém atual&#8221; e &#8220;vai muito além da promoção e afirmação da língua e da cultura&#8221;.</p>
<p>&#8220;Assenta em valores fundamentais: a paz, a democracia, o Estado de direito, os direitos humanos, o desenvolvimento e a justiça social. Compromisso que partilha o desejo comum dos países lusófonos de reforçarem os laços de fraternidade, solidariedade e cooperação em benefício dos seus povos e de projetar a comunidade a nível global&#8221;, enquadrou.</p>
<p>&#8220;Hoje celebramos todo o progresso da CPLP nessa direção, ao longo destas três décadas, renovando o espírito fundador da nossa comunidade com os olhos postos no futuro&#8221;, declarou o Presidente da República.</p>
<p>Neste 30.º aniversário, António José Seguro reafirmou &#8220;o compromisso inabalável de Portugal para com a CPLP&#8221; e o seu &#8220;empenho pessoal em prol de uma comunidade cada vez mais próxima dos seus cidadãos e cada vez mais posicionada a nível global, em torno de valores e objetivos comuns&#8221;.</p>
<p>&#8220;Uma CPLP unida na ambição de sermos um projeto de desenvolvimento, de cooperação, de diálogo e de paz. Foi esta a mensagem que transmiti há dias na minha primeira visita à Sede da CPLP e que, de forma sentida, hoje reafirmo&#8221;.</p>
<p>São membros fundadores da CPLP Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe. Timor-Leste aderiu em 2002, enquanto a Guiné Equatorial entrou em 2014, numa adesão polémica, e ainda não exerceu a presidência rotativa da comunidade, o que tem motivado divergências entre os restantes Estados-membros.</p>
<p>A CPLP completa 30 anos numa altura em que a Guiné-Bissau está suspensa da organização, na sequência do golpe militar de novembro de 2025, e foi substituída por Timor-Leste no exercício da presidência temporária da comunidade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790552]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exames: PCP acusa Governo de usar estudantes como cobaias e exige garantias de rigor</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exames-pcp-acusa-governo-de-usar-estudantes-como-cobaias-e-exige-garantias-de-rigor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:28:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A líder parlamentar do PCP acusou hoje o Governo de avançar com uma experiência nos exames na qual "os estudantes foram as cobaias e os professores o bode expiatório", e exigiu garantias de rigor na afixação das notas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A líder parlamentar do PCP acusou hoje o Governo de avançar com uma experiência nos exames na qual &#8220;os estudantes foram as cobaias e os professores o bode expiatório&#8221;, e exigiu garantias de rigor na afixação das notas.</p>
<p>Paula Santos falava no Parlamento na abertura do debate de urgência agendado pelo PCP sobre os problemas na classificação dos exames, que conta com a presença do ministro da Educação, Fernando Alexandre.</p>
<p>A deputada comunista acusou o governante de &#8220;fugir ao escrutínio&#8221; do Parlamento e de &#8220;procurar sacudir responsabilidades&#8221;, responsabilizando &#8220;as escolas, os diretores, os professores e até as famílias&#8221;.</p>
<p>&#8220;O Governo decidiu avançar com um procedimento experimentalista sem estar devidamente testado, em que os estudantes foram as cobaias e os professores o bode expiatório de um problema criado pelo Governo&#8221;, criticou.</p>
<p>Minutos depois de, no Parlamento, o ministro da Educação ter dito que os exames estão classificados e que as pautas serão afixadas hoje, a líder da bancada comunista sublinhou que este processo não &#8220;pode ser feito de qualquer maneira&#8221; e não se trata de um &#8220;mero ato administrativo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Tem de garantir rigor. E é por isto que, muito provavelmente, por estas questões não estarem a ser garantidas, que serão certamente muitos os pedidos de reapreciação dada a falta de fiabilidade do procedimento adotado&#8221;.</p>
<p>Paula Santos pediu garantias de que &#8220;as classificações correspondem às provas realizadas pelos estudantes, com itens incompletos ou vazios&#8221;, e questionou que medidas foram tomadas &#8220;para garantir que todos estes problemas não se voltam a repetir&#8221;.</p>
<p>&#8220;Com toda esta trapalhada neste final de ano letivo, que ainda está por concluir, com os professores assoberbados, como está a ser preparado o próximo ano letivo? É porque a preparação do próximo ano letivo é agora&#8221;, perguntou também.</p>
<p>Criticou ainda o facto de ter sido o porta-voz do PSD, Sebastião Bugalho, a anunciar o pagamento de horas extraordinárias aos professores classificadores e considerou que essa era já &#8220;uma obrigação legal&#8221;.</p>
<p>A deputada do PCP ironizou ainda que &#8220;foi graças à derrota do pacote laboral que o que foi oferecido aos professores não foi o banco de horas&#8221;.</p>
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		<title>Irão: Teerão reivindica destruição de aviões militares dos EUA na Jordânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:28:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os Guardas da Revolução iranianos reivindicaram hoje a destruição de aviões militares norte-americanos na Jordânia em retaliação por ataques dos Estados Unidos contra o Irão durante a noite.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Guardas da Revolução iranianos reivindicaram hoje a destruição de aviões militares norte-americanos na Jordânia em retaliação por ataques dos Estados Unidos contra o Irão durante a noite.</p>
<p>O exército ideológico da República Islâmica anunciou que destruiu &#8220;vários aviões reabastecedores e caças&#8221; dos Estados Unidos e causou &#8220;graves danos a muitos outros&#8221;.</p>
<p>A informação não foi ainda confirmada pela Jordânia ou pelos Estados Unidos.</p>
<p>Foram usados mísseis e drones nos ataques, disse a força iraniana num comunicado citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).</p>
<p>Os Guardas da Revolução apelaram aos jordanos para atacarem &#8220;os interesses dos norte-americanos agressivos e hostis ao Islão&#8221; no país.</p>
<p>O reino da Jordânia é um dos principais aliados dos Estados Unidos no Médio Oriente.</p>
<p>Além da Jordânia, o Irão respondeu aos ataques norte-americanos com o lançamento de mísseis contra Bahrein, Kuwait e Qatar, um dos mediadores nas negociações de paz, de acordo com as autoridades locais.</p>
<p>Os ataques norte-americanos causaram oito mortos e 20 feridos, e visaram infraestruturas no sul e oeste do Irão durante a noite, noticiaram meios de comunicação estatais iranianos.</p>
<p>A agência oficial IRNA informou que foram atingidas seis pontes na província de Hormozgan, no sul do país, fronteiriça ao estreito de Ormuz.</p>
<p>Várias pontes rodoviárias e ferroviárias foram visadas nos ataques norte-americanas, provavelmente com o objetivo de cortar o acesso a Bandar Abbas, principal porto iraniano.</p>
<p>O Comando Central (Centcom) dos Estados Unidos confirmou que os bombardeamentos atingiram dezenas de alvos militares, incluindo uma torre de vigilância no porto de Chabahar, no golfo de Omã, considerado vital para o comércio do vizinho Afeganistão.</p>
<p>A guerra foi desencadeada por uma ofensiva contra o Irão lançada conjuntamente pelos Estados Unidos e por Israel em 28 de fevereiro.</p>
<p>O Irão respondeu com ataques contra bases norte-americanas nos países da região e com o bloqueio do estreito de Ormuz, por onde circula habitualmente um quinto dos fornecimentos petrolíferos para os mercados mundiais.</p>
<p>O conflito causou milhares de mortos, sobretudo no Irão e no Líbano, e provocou oscilações acentuadas nos preços de energia, com consequências para a economia global e para a segurança alimentar das populações de países mais vulneráveis.</p>
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		<title>Inflação abranda em junho na zona euro e na UE após três meses a subir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:26:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A taxa de inflação homóloga aliviou em junho para 2,8% na zona euro, confirmou hoje o Eurostat, indicando 2,9% para a União Europeia (UE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de inflação homóloga aliviou em junho para 2,8% na zona euro, confirmou hoje o Eurostat, indicando 2,9% para a União Europeia (UE).</p>
<p>Segundo os dados divulgados pelo serviço estatístico da UE, na área do euro, o indicador abrandou, em junho, depois de três meses de subida causada pelos preços da energia, comparando-se com 3,2% de maio, mas acima dos 2,0% de junho de 2025.</p>
<p>No conjunto dos 27 Estados-membros, a inflação anual desacelerou para 2,9% face aos 3,3% do mês anterior e aumentou na comparação com a de 2,3% homóloga.</p>
<p>O indicador avançou em março, abril e maio em ambas as áreas como consequência da subida dos preços da energia provocada pela guerra no Médio Oriente e o encerramento do estreito de Ormuz à navegação comercial.</p>
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		<title>Todos os exames estão classificados e pautas serão afixadas hoje, garante ministro no Parlamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:11:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro da Educação confirmou hoje que todos os exames nacionais do ensino secundário estão classificados e antecipou que, por isso, as pautas serão afixadas até ao final do dia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Educação confirmou hoje que todos os exames nacionais do ensino secundário estão classificados e antecipou que, por isso, as pautas serão afixadas até ao final do dia.</p>
<p>&#8220;O Júri Nacional de Exames tem todas as classificações prontas para distribuir às escolas&#8221;, disse Fernando Alexandre, acrescentando que não antecipa &#8220;razão nenhuma para que hoje não sejam publicadas todas as notas de todos os exames&#8221;.</p>
<p>O balanço foi feito pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação numa breve declaração aos jornalistas, na Assembleia da República, antes do início do debate de urgência requerido pelo PCP.</p>
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		<title>EDP junta-se à Bolt para reduzir custos de carregamento das frotas elétricas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:04:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A EDP Comercial e a Bolt lançaram uma nova tarifa fixa de carregamento para motoristas e operadores de frotas elétricas em Portugal, permitindo o acesso à rede pública de carregamento da EDP por um preço único.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EDP Comercial e a Bolt lançaram uma nova tarifa fixa de carregamento para motoristas e operadores de frotas elétricas em Portugal, permitindo o acesso à rede pública de carregamento da EDP por um preço único de 0,45 euros por kWh, com todos os custos incluídos, até ao final de 2026.</p>
<p>A nova Tarifa Fixa EDP, desenvolvida em parceria com a plataforma de mobilidade, pretende dar maior previsibilidade aos custos de carregamento dos profissionais que utilizam veículos elétricos no exercício da sua atividade. O valor inclui energia, utilização do posto de carregamento e impostos, eliminando a variabilidade de preços associada às diferentes componentes tarifárias da rede pública.</p>
<p>Segundo a EDP, a solução permite aos motoristas saber antecipadamente quanto irão pagar por cada carregamento, facilitando a gestão dos custos operacionais das frotas elétricas.</p>
<p>A empresa aproveitou ainda para anunciar o reforço da infraestrutura de carregamento em Portugal, numa altura de maior procura devido ao período de férias. Em parceria com a Repsol, a EDP aumentou recentemente a capacidade de carregamento nas áreas de serviço de Grândola (A2), Vendas Novas (A6), CREL (A9), Gaia (A1) e Penafiel (A4), através da instalação de 36 novos pontos de carregamento e da disponibilização de equipamentos com potência até 400 kW.</p>
<p>Durante o verão, está igualmente prevista a expansão da área de serviço de Antuã, na A1, no sentido sul-norte, com a instalação de oito novos carregadores ultrarrápidos.</p>
<p>No total, a parceria entre EDP, Brisa, Repsol e bp já permitiu instalar 105 pontos de carregamento nas principais autoestradas portuguesas, reforçando a cobertura da rede pública para os utilizadores de veículos elétricos.</p>
<p>A EDP refere ainda que, desde 2018, já contratou mais de 4.000 pontos de carregamento em Portugal e realizou mais de 4,2 milhões de sessões públicas de carregamento, que permitiram percorrer mais de 600 milhões de quilómetros com energia elétrica e evitar a emissão de mais de 74 mil toneladas de dióxido de carbono. Atualmente, conta com mais de 175 mil cartões EDP Charge ativos, reforçando a sua presença no mercado da mobilidade elétrica nacional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790530]]></sapo:autor>
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		<title>PSI em alta com EDP e REN a liderarem ganhos e a subirem mais de 1,1%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 08:54:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta ligeira, com a EDP e a REN a liderarem os ganhos e a subirem 1,15% para 4,57 euros e 1,11% para 3,64 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta ligeira, com a EDP e a REN a liderarem os ganhos e a subirem 1,15% para 4,57 euros e 1,11% para 3,64 euros.</p>
<p>Cerca das 09:30 em Lisboa, o PSI avançava 0,15% para 9.050,67 pontos, com nove empresas a subir, seis a descer e uma a manter a cotação (Semapa em 20,20 euros).</p>
<p>Às ações da EDP e da REN seguiam-se as da Navigator, Jerónimo Martins e NOS, que subiam 1,08% para 3,18 euros, 1,03% para 16,66 euros e 1,02% para 4,93 euros.</p>
<p>A EDP Renováveis, Galp e Corticeira Amorim também se valorizavam, designadamente 0,79% para 18,95 euros, 0,69% para 19,05 euros e 0,62% para 6,52 euros.</p>
<p>A Alri subia 0,11% para 4,66 euros.</p>
<p>Em sentido contrário, a Mota-Engil, os CTT e o BCP baixavam 1,02% para 4,44 euros, 0,86% para 5.74 euros e 0,72% para 1,03 euros.</p>
<p>As outras três empresas que desciam de cotação eram a Teixeira Duarte (-0,64% para 0,47 euros), Sonae (-0,24% para 2,07 euros) e a Ibersol (-0,11% para 9,04 euros).</p>
<p>Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em baixa, perante o conflito no Médio Oriente, que está a escalar com incessantes ataques entre Washington e Teerão e a provocar novas subidas dos preços do petróleo e do gás.</p>
<p>O euro valoriza-se 0,04% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1447 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Tudo indica que hoje o conflito no Irão continuará a intensificar-se depois de na quinta-feira as Forças Armadas dos Estados Unidos terem lançado uma nova onda de ataques contra o Irão pelo quinto dia consecutivo, aos que Teerão respondeu com numerosos ataques militares contra o Catar, Bahrein e Kuwait nas últimas horas.</p>
<p>Estes incidentes provocam novos aumentos dos preços do petróleo, que por enquanto são moderados.</p>
<p>Assim, o preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, avança 0,65% para 84,78 dólares.</p>
<p>De maior amplitude é a subida do gás natural para entrega em agosto no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, que aumenta 1,02% para 55,705 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>Depois do aumento de quinta-feira, a esta hora, no mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos recua para 3,119%, depois de ter fechado em 3,132% na sessão anterior.</p>
<p>As quedas das rentabilidades dos títulos das dívidas soberanas estão a provocar um aumento moderado no preço do ouro, que sobe 0,45%, para 3.994,34 dólares.</p>
<p>A esta hora, os futuros dos índices norte-americanos voltam a registar quedas que são de 1,71% para o Nasdaq e de 0,6% para o Dow Jones.</p>
<p>Arrastadas pelas tecnológicas, as bolsas asiáticas também fecharam a sessão em baixa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790528]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Crédito Agrícola reforça ecossistema digital com lançamento de novo programa de cashback</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 08:54:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Crédito Agrícola]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o Crédito Agrícola, esta é a primeira fase de implementação do projeto. A instituição prevê alargar o programa ainda este ano aos restantes canais digitais do Grupo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Crédito Agrícola lançou o Moey Cashback, um novo programa de cashback disponível na aplicação Moey, que permite aos clientes receberem de volta uma parte do valor gasto em compras e pagamentos realizados em marcas parceiras com os cartões Moey.</p>
<p>A iniciativa insere-se na estratégia de transformação digital do Grupo Crédito Agrícola e pretende disponibilizar, num ambiente totalmente digital, campanhas de cashback em diferentes categorias de consumo. Através da aplicação, os utilizadores podem consultar as ofertas disponíveis, acompanhar o saldo acumulado e gerir o histórico de utilização.</p>
<p>O programa conta com uma área dedicada na app Moey, onde são apresentadas as campanhas em vigor e as respetivas condições de acesso. O cashback aplica-se às compras efetuadas com cartões Moey, físicos ou virtuais, sendo o montante correspondente creditado diretamente na conta à ordem do cliente após a validação da transação.</p>
<p>Segundo o Crédito Agrícola, esta é a primeira fase de implementação do projeto. A instituição prevê alargar o programa ainda este ano aos restantes canais digitais do Grupo, nomeadamente ao Homebanking e à aplicação CA Mobile, permitindo uma experiência integrada para todos os clientes.</p>
<p>O desenvolvimento da solução foi realizado em parceria com a Data4Deals, empresa especializada em plataformas de cashback e ofertas. A tecnológica assegura a infraestrutura do programa, a rede de marcas parceiras, o acompanhamento das transações e a atribuição dos respetivos reembolsos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790525]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Combustiveis: Próxima semana traz novo aumento de preços na hora de atestar (e chegam aos dois dígitos)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 08:51:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Se precisa de atestar o depósito de combustível do seu veículo saiba que, na próxima semana,  os combustíveis seguem uma tendência que já se tem tornado 'regra' nos últimos tempos: novo agravamento dos preços dos combustíveis em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se precisa de atestar o depósito de combustível do seu veículo saiba que, na próxima semana,  os combustíveis seguem uma tendência que já se tem tornado &#8216;regra&#8217; nos últimos tempos: novo agravamento dos preços dos combustíveis em Portugal. A partir desta segunda-feira, o gasóleo deverá ficar 12 cêntimos mais caro por litro, enquanto a gasolina deverá aumentar cinco cêntimos, segundo indicou fonte da Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis &#8211; ANAREC à Executive Digest.</p>
<p>Nos postos junto aos hipermercados, a tendência é semelhante: outra fonte do setor antecipa um aumento de 0,0521 euros na gasolina e de 0,1103 euros no gasóleo.</p>
<p>Assim, na próxima semana, será a terceira consecutiva de subidas de preços da gasolina e do gasóleo. Desde o início do ano, o gasóleo acumulou uma subida de 32 cêntimos por litro, enquanto a gasolina ficou 25,4 cêntimos mais cara. Num depósito de 60 litros, estas diferenças representam um encargo adicional de 19,2 euros no gasóleo e de 15,24 euros na gasolina comparativamente com a primeira semana de janeiro.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-790535" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-3.png" alt="" width="1212" height="549" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-3.png 1212w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-3-300x136.png 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-3-900x408.png 900w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-3-768x348.png 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-3-1200x544.png 1200w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-3-600x272.png 600w" sizes="(max-width: 1212px) 100vw, 1212px" /></p>
<p>Os dados da Direção-Geral de Energia e Geologia colocam o preço médio da gasolina em 1,915 euros por litro e o do gasóleo em 1,853 euros. Com as mudanças previstas na próxima semana, a partir de segunda-feira o preço do gasóleo deverá fixar-se nos 1,973 euros e o da gasolina nos 2,415. Os valores praticados podem, contudo, variar entre postos, devido à concorrência local, à procura, à oferta disponível e aos custos de funcionamento de cada operador.</p>
<p>Segundo o mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal apresenta a sétima gasolina mais cara da União Europeia. O preço nacional encontra-se 6,2 cêntimos acima da média comunitária e 37,1 cêntimos acima do valor cobrado em Espanha. A fiscalidade explica grande parte da diferença, uma vez que, antes de impostos, a gasolina 95 é mais barata em Portugal do que no mercado espanhol.</p>
<p><strong>Veja quais os postos mais baratos do País</strong><br />
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