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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Irão: Chefe da diplomacia fala com China, Paquistão e Japão antes de possíveis negociações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 04:04:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araqchi, manteve na quarta-feira contactos com homólogos da China e do Japão e com o chefe do Exército do Paquistão, nas vésperas de possíveis novas negociações com Washington.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araqchi, manteve na quarta-feira contactos com homólogos da China e do Japão e com o chefe do Exército do Paquistão, nas vésperas de possíveis novas negociações com Washington.</P><br />
<P>Araqchi falou com o ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, que afirmou, numa conversa telefónica, que a atual situação entrou numa &#8220;fase crítica de transição da guerra para a paz&#8221;, abrindo &#8220;uma janela de oportunidade&#8221;.</P><br />
<P>Wang indicou que a China apoia a manutenção do cessar-fogo e das negociações, o que &#8220;serve o interesse fundamental do povo iraniano e corresponde à expectativa comum dos países da região e da comunidade internacional&#8221;, segundo um comunicado da diplomacia chinesa.</P><br />
<P>&#8220;A China está disposta a continuar a promover a distensão e a melhoria das relações entre os países da região&#8221;, acrescentou, sublinhando que Pequim pode &#8220;desempenhar um papel construtivo para alcançar paz e estabilidade duradouras no Médio Oriente&#8221;.</P><br />
<P>A China, principal parceiro comercial do Irão, tem condenado a guerra desde a ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra Teerão, em 28 de fevereiro, mas ambas as partes têm evitado comentar o alegado apoio chinês.</P><br />
<P>Araqchi manteve também uma conversa com o ministro dos Negócios Estrangeiros do Japão, Toshimitsu Motegi, que destacou ser &#8220;fundamental&#8221; preservar o cessar-fogo e pôr fim ao conflito, incluindo a garantia da segurança da navegação no estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Tóquio considerou &#8220;muito significativo&#8221; manter uma comunicação fluida com o Irão e indicou que o Governo da primeira-ministra, Sanae Takaichi, tem mantido contactos com os países envolvidos e mediadores.</P><br />
<P>Araqchi apelou à comunidade internacional para adotar uma abordagem responsável que evite o agravamento da situação, referindo-se à &#8220;insegurança gerada em Ormuz&#8221; como consequência direta da ofensiva dos Estados Unidos e de Israel.</P><br />
<P>O chefe do Exército do Paquistão, Asim Munir, deslocou-se a Teerão para contactos de alto nível sobre a retoma das negociações.</P><br />
<P>A visita surge num contexto de intensificação dos esforços para levar novamente Estados Unidos e Irão à mesa de negociações, após o fracasso do primeiro encontro, que decorreu durante 21 horas na capital paquistanesa.</P><br />
<P>Uma segunda ronda de contactos diretos deverá realizar-se no início da próxima semana.</P><br />
<P>Islamabade surge como principal opção para acolher as conversações, embora Genebra se mantenha como alternativa técnica, com o Paquistão a assumir um papel de mediador ativo.</P><br />
<P>O esforço diplomático inclui uma digressão regional do primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, pelo Golfo e Turquia, visando alcançar um acordo antes do fim da trégua no Estreito de Ormuz, previsto para 22 de abril.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748938]]></sapo:autor>
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		<title>Ritmo de crescimento de produção industrial chinesa abranda para 5,7% em março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 03:58:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção industrial na China cresceu 5,7%, em termos homólogos, em março, abrandando 0,6% face ao ritmo registado no primeiro bimestre, segundo dados divulgados hoje pelo Gabinete Nacional de Estatística chinês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A produção industrial na China cresceu 5,7%, em termos homólogos, em março, abrandando 0,6% face ao ritmo registado no primeiro bimestre, segundo dados divulgados hoje pelo Gabinete Nacional de Estatística chinês.</P><br />
<P>O valor superou as previsões dos analistas, que apontavam para uma desaceleração mais acentuada, para cerca de 5,5%.</P><br />
<P>Entre os três grandes setores considerados, o que mais cresceu foi o da indústria transformadora (+6%), seguido do setor mineiro (+5,7%) e o de produção e fornecimento de eletricidade, aquecimento, gás e água (+3,5%).</P><br />
<P>No conjunto do primeiro trimestre, a produção industrial aumentou 6,1%, o que representa um avanço de 1,1% face ao último trimestre de 2025, destacou a entidade estatística.</P><br />
<P>A instituição divulgou também dados sobre as vendas a retalho, indicador-chave do consumo, que desaceleraram para 1,7% em março, em termos homólogos, face a 2,8% em fevereiro, mês marcado pelas celebrações do Ano Novo Lunar.</P><br />
<P>Apesar do efeito sazonal, os analistas esperavam uma desaceleração menos acentuada, para cerca de 2,3%.</P><br />
<P>A taxa oficial de desemprego urbano subiu de 5,3% para 5,4% em março, contrariando as previsões de uma descida para 5,2%.</P><br />
<P>O investimento em ativos fixos registou um aumento de 1,7% no primeiro trimestre, após ter passado de um crescimento de 3,2% em 2024 para uma queda de 3,8% em 2025, penalizado pela crise no setor imobiliário.</P><br />
<P>O valor ficou ligeiramente abaixo do crescimento de 1,8% registado entre janeiro e fevereiro.</P><br />
<P>Os dados evidenciam um contraste entre o forte crescimento do investimento em infraestruturas (+8,9%) e na indústria transformadora (+4,1%) e a queda acentuada no setor imobiliário, cujo investimento recuou 11,2%.</P><br />
<P>O Gabinete Nacional de Estatística indicou ainda que as vendas de imóveis, medidas em área de construção, caíram 10,4% entre janeiro e março, em termos homólogos, prolongando uma tendência de descidas significativas ao longo dos últimos quatro anos.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748937]]></sapo:autor>
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		<title>Economia da China cresce 5% no primeiro trimestre de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 03:20:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A economia chinesa acelerou no primeiro trimestre, crescendo 5% em termos homólogos, apesar do impacto da guerra no Irão, segundo dados divulgados hoje pelas autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A economia chinesa acelerou no primeiro trimestre, crescendo 5% em termos homólogos, apesar do impacto da guerra no Irão, segundo dados divulgados hoje pelas autoridades.</P><br />
<P>Os dados relativos ao período entre janeiro e março, que abrange o início do conflito, superaram as expectativas dos economistas e ficaram acima dos 4,5% registados no trimestre anterior.</P><br />
<P>Analistas consideram que a China deverá resistir aos impactos de curto prazo da guerra, que entra na sétima semana, mas alertam para riscos a médio prazo, incluindo o abrandamento da procura global por exportações chinesas.</P><br />
<P>O aumento dos preços da energia, impulsionado pelo conflito, está a pressionar a inflação e o crescimento económico global.</P><br />
<P>O Fundo Monetário Internacional reviu esta semana em baixa a previsão de crescimento da China para 4,4% em 2026. No mês passado, as autoridades chinesas fixaram uma meta de crescimento entre 4,5% e 5% para este ano, a mais baixa desde 1991.</P><br />
<P>&#8220;A China pode provavelmente absorver perturbações de curto prazo, mas uma guerra prolongada e preços elevados da energia durante mais tempo deverão começar a afetar o crescimento na segunda metade do ano&#8221;, afirmou Lynn Song, economista-chefe para a Grande China do banco ING.</P><br />
<P>A prolongada crise no setor imobiliário continua a afetar a confiança de consumidores e investidores, embora o país tenha alcançado no ano passado um crescimento de 5%, sustentado por exportações robustas que elevaram o excedente comercial para um nível recorde de cerca de 1,2 biliões de dólares (mais de um bilião de euros), apesar das tarifas impostas pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.</P><br />
<P>&#8220;A ausência de uma resolução rápida para a guerra no Irão deverá penalizar o crescimento global, o que afetará negativamente a capacidade de outras economias para absorver exportações chinesas&#8221;, afirmou Eswar Prasad, professor da Universidade de Cornell, citado pela agência Associated Press.</P><br />
<P>Na terça-feira, a China divulgou que as exportações cresceram 2,5% em março, em termos homólogos, desacelerando face aos dois meses anteriores.</P><br />
<P>Segundo Prasad, num contexto em que os países procuram proteger as suas economias dos efeitos do conflito, &#8220;a procura por importações chinesas está claramente a diminuir&#8221;.</P><br />
<P>Economistas consideram que a China poderá ainda atingir a sua meta de crescimento deste ano, &#8220;entre 4,5% e 5%&#8221;, através de estímulos políticos, mas alertam que um aumento do investimento público poderá intensificar pressões deflacionistas e reforçar a dependência das exportações, caso a procura interna não recupere de forma significativa.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748936]]></sapo:autor>
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		<title>Preços da habitação nova caem na China pelo 34.º mês consecutivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 03:18:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os preços das habitações novas na China caíram pelo 34.º mês consecutivo em março, no contexto da prolongada crise do setor imobiliário, embora tenham voltado a moderar a descida face ao mês anterior, tal como as casas usadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os preços das habitações novas na China caíram pelo 34.º mês consecutivo em março, no contexto da prolongada crise do setor imobiliário, embora tenham voltado a moderar a descida face ao mês anterior, tal como as casas usadas.</P><br />
<P>Os preços em 70 cidades selecionadas recuaram 0,21% em termos mensais, segundo cálculos realizados com base em dados divulgados hoje pelo Gabinete Nacional de Estatística da China, após uma contração de 0,28% em fevereiro.</P><br />
<P>Entre essas cidades, 54 registaram quedas nos preços das habitações novas, face a 53 no mês anterior, enquanto 14 &#8212; incluindo Xangai e Cantão &#8212; apresentaram subidas, acima das 10 registadas em fevereiro.</P><br />
<P>Os dados indicam também uma descida de 0,24% nos preços das habitações usadas em março, um ritmo significativamente mais moderado do que o registado em fevereiro (-0,43%).</P><br />
<P>Pela primeira vez em vários meses, o número de cidades com aumentos neste segmento atingiu dois dígitos &#8212; 13, incluindo Pequim e Xangai, face a apenas duas em fevereiro.</P><br />
<P>Nos últimos anos, as autoridades chinesas anunciaram diversas medidas para travar a queda do mercado imobiliário, uma questão que preocupa Pequim devido ao impacto na estabilidade social, já que a habitação é um dos principais instrumentos de investimento das famílias.</P><br />
<P>A crise do setor imobiliário tem sido um dos principais fatores da desaceleração económica da China, representando, incluindo efeitos indiretos, cerca de 30% do Produto Interno Bruto, segundo alguns analistas.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748935]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Secretário para a Economia e Finanças de Macau demite-se por &#8220;motivos pessoais&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 03:04:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário para a Economia e Finanças de Macau, Tai Kin Ip, foi exonerado do cargo, após pedido de demissão apresentado por "motivos pessoais".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário para a Economia e Finanças de Macau, Tai Kin Ip, foi exonerado do cargo, após pedido de demissão apresentado por &#8220;motivos pessoais&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com despacho publicado pelo chefe do Executivo da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM), Sam Hou Fai, a decisão foi tomada pelo Conselho de Estado da República Popular da China, sob proposta do líder do Governo local.</P><br />
<P>Segundo as autoridades, Tai Kin Ip tinha solicitado &#8220;há algum tempo&#8221; a saída, pedido que foi submetido ao Governo Popular Central nos termos da Lei Básica (miniconstituição de Macau). A exoneração foi formalmente promulgada hoje.</P><br />
<P>Estava previsto que Tai integrasse a comitiva que acompanha o chefe do Executivo na visita a Portugal e Espanha, a partir de 17 de abril.</P><br />
<P>Tai Kin Ip foi empossado em dezembro de 2024. Licenciado em Economia na Universidade Católica Portuguesa, fez carreira na Direção dos Serviços de Economia em Macau desde 1995.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748934]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: MNE chinês diz a Araqchi que se abriu &#8220;janela para a paz&#8221; no Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 02:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, afirmou hoje, numa conversa telefónica com o homólogo iraniano, Abbas Araqchi, que a atual situação atingiu uma "fase crítica de transição da guerra para a paz", abrindo "uma janela de oportunidade".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, afirmou hoje, numa conversa telefónica com o homólogo iraniano, Abbas Araqchi, que a atual situação atingiu uma &#8220;fase crítica de transição da guerra para a paz&#8221;, abrindo &#8220;uma janela de oportunidade&#8221;.</P><br />
<P>Wang indicou que a China apoia a manutenção do cessar-fogo e das negociações, o que &#8220;serve o interesse fundamental do povo iraniano e corresponde à expectativa comum dos países da região e da comunidade internacional&#8221;, segundo um comunicado do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, numa altura em que Teerão e Washington mantêm uma trégua e preparam nova ronda de diálogo.</P><br />
<P>O chefe da diplomacia chinesa afirmou que &#8220;a China apoia, como sempre, o Irão na salvaguarda da sua soberania, segurança e dignidade nacional&#8221;.</P><br />
<P>Wang acrescentou que &#8220;a soberania, a segurança e os legítimos direitos e interesses do Irão, enquanto país costeiro do estreito de Ormuz, devem ser respeitados e protegidos&#8221;, instando, ao mesmo tempo, à garantia da liberdade de navegação e da segurança naquela via marítima.</P><br />
<P>&#8220;A China está disposta a continuar a promover a distensão e a melhoria das relações entre os países da região&#8221;, afirmou, acrescentando que Pequim poderá &#8220;desempenhar um papel construtivo para alcançar, em última instância, paz e estabilidade duradouras no Médio Oriente&#8221;.</P><br />
<P>Araqchi declarou que o Irão &#8220;está disposto a continuar a procurar uma solução racional e realista através de negociações pacíficas&#8221;, segundo o mesmo comunicado, que indica ainda que o diplomata iraniano informou Wang sobre os mais recentes desenvolvimentos nas negociações com os Estados Unidos e os próximos passos de Teerão.</P><br />
<P>O estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 45% das importações chinesas de petróleo e gás, atravessa um período de forte tensão, após semanas de restrições impostas pelo Irão ao tráfego marítimo em resposta ao conflito com os Estados Unidos e Israel.</P><br />
<P>A estas medidas juntou-se o anúncio de Washington de bloquear e intercetar determinados navios, após o fracasso das negociações com Teerão realizadas no Paquistão.</P><br />
<P>A China tem condenado repetidamente os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, mas também sublinhado a necessidade de respeitar a soberania dos países do Golfo, com os quais mantém estreitas relações políticas, comerciais e energéticas e que têm sido alvo de represálias iranianas.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748933]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Washington diz estar a discutir nova ronda de negociações com Teerão</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 01:03:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Washington está a discutir a possibilidade de novas negociações com Teerão, declarando-se otimista quanto a um acordo, após a ameaça iraniana de bloquear a circulação no mar Vermelho em resposta ao bloqueio dos portos do país persa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Washington está a discutir a possibilidade de novas negociações com Teerão, declarando-se otimista quanto a um acordo, após a ameaça iraniana de bloquear a circulação no mar Vermelho em resposta ao bloqueio dos portos do país persa.</P><br />
<P>O Irão reafirmou a vontade de continuar a negociar, enquanto o mundo espera a prorrogação do cessar-fogo, em vigor desde 08 de abril, e o fim de uma guerra que causou milhares de mortos, principalmente no Irão e no Líbano, ao mesmo tempo que abalou a economia mundial.</P><br />
<P>Estão a decorrer discussões com vista a uma retoma das negociações em Islamabade, capital do Paquistão, &#8220;mas nada é oficial&#8221; ainda, declarou na quarta-feira a porta-voz da Casa Branca.</P><br />
<P>&#8220;Mas estamos otimistas quanto à perspetiva de um acordo&#8221;, acrescentou Karoline Leavitt, após o fracasso de uma primeira ronda de negociações, também em Islamabade, no domingo.</P><br />
<P>O influente chefe do exército paquistanês, Asim Munir, foi recebido na quarta-feira no Irão pelo ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi.</P><br />
<P>O porta-voz da diplomacia de Teerão, Esmail Baghai, afirmou que &#8220;várias mensagens tinham sido trocadas através do Paquistão&#8221; nos últimos três dias.</P><br />
<P>No entanto, manteve-se firme numa exigência fundamental do Irão: o direito à energia nuclear civil não pode ser &#8220;retirado sob pressão ou através da guerra&#8221;, afirmou, abrindo apenas a porta a debates sobre &#8220;o nível e o tipo de enriquecimento&#8221; do urânio.</P><br />
<P>Os objetivos de Israel e dos Estados Unidos relativamente ao Irão &#8220;são idênticos&#8221;, assegurou o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, referindo-se nomeadamente ao &#8220;abandono da capacidade de enriquecimento no interior do Irão&#8221;.</P><br />
<P>No terreno, Teerão continua a bloquear o estreito de Ormuz e Washington impõe, desde segunda-feira, um bloqueio aos navios provenientes ou com destino aos portos iranianos.</P><br />
<P>O exército norte-americano anunciou na quarta-feira ter impedido dez navios de deixar os portos iranianos. </P><br />
<P>&#8220;As forças norte-americanas paralisaram completamente o comércio marítimo&#8221; do Irão, afirmou o chefe das forças norte-americanas na região. Brad Cooper sublinhou que cerca de 90% da economia iraniana depende do comércio marítimo.</P><br />
<P>Se os Estados Unidos &#8220;criarem insegurança para os navios comerciais do Irão e os petroleiros&#8221;, isso constituirá &#8220;o prelúdio&#8221; para uma violação do cessar-fogo, retorquiu o chefe do comando das forças armadas iranianas, general Ali Abdollahi.</P><br />
<P>O Irão não permitirá &#8220;nenhuma exportação ou importação no golfo Pérsico, no mar de Omã ou no mar Vermelho&#8221;, acrescentou, sem especificar a forma que o bloqueio no mar Vermelho assumiria.</P><br />
<P>Por sua vez, o conselheiro do líder supremo iraniano, Mohsen Rezaei, ameaçou afundar os navios dos EUA caso estes tentassem fazer &#8220;de polícia&#8221; no estreito.</P><br />
<P>&#8220;Os vossos navios serão afundados pelos nossos primeiros mísseis e isso representa um perigo para os militares americanos&#8221;, ameaçou Rezaei, na televisão iraniana.</P><br />
<P>Os ministros das Finanças de 11 países, incluindo Reino Unido, Japão e Austrália, apelaram para uma &#8220;resolução negociada&#8221; do conflito, referindo-se às ameaças &#8220;à segurança energética mundial, às cadeias de abastecimento, bem como à estabilidade económica e financeira&#8221;.</P><br />
<P>A bolsa de Nova Iorque encerrou em alta na quarta-feira, com os índices S&amp;P 500 e Nasdaq Composite a atingirem novos recordes, com os investidores a apostarem na continuação das negociações entre EUA e Irão.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748931]]></sapo:autor>
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		<title>ICE mantém detida francesa de 86 anos por permanência ilegal nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 00:15:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Serviço de Controlo de Imigração e Fronteiras (ICE, na sigla em inglês) dos EUA confirmou na quarta-feira a detenção de uma francesa, de 86 anos, após expirar a autorização de permanência no país, de 90 dias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Serviço de Controlo de Imigração e Fronteiras (ICE, na sigla em inglês) dos EUA confirmou na quarta-feira a detenção de uma francesa, de 86 anos, após expirar a autorização de permanência no país, de 90 dias.</P><br />
<P>Esta modalidade está associada ao Programa de Isenção de Vistos.</P><br />
<P>Marie-Therese Helene Ross foi detida em 01 de abril, e o ICE descreveu-a como &#8220;uma estrangeira indocumentada&#8221;. </P><br />
<P>O caso ganhou projeção mediática pela idade da mulher, que foi detida na sua residência na pequena cidade de Anniston, no Estado do Alabama.</P><br />
<P>Um dos seus filhos disse ao jornal francês Ouest-France que o ICE não notificou a família sobre a detenção da mãe e que só souberam da mesma depois de funcionários consulares franceses a terem visitado.</P><br />
<P>Segundo o diário britânico The Guardian, a imigrante tinha-se mudado para os EUA para se casar com um antigo namorado que tinha reencontrado e ambos esperavam o desenrolar dos trâmites para obter a residência permanente. </P><br />
<P>O ICE explicou que a última entrada de Ross nos EUA ocorreu em junho de 2025, sob o Programa de Isenção de Vistos, que lhe permitia permanecer por 90 dias.</P><br />
<P>&#8220;Sete meses depois, continua ilegalmente nos EUA&#8221;, realçou o serviço de controlo de imigração norte-americano.</P><br />
<P></P></p>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre a ganhar 0,77%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 00:10:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,77% para 58.583,16 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,77% para 58.583,16 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, também ganhou 0,73% para 3.796,3 pontos, no início da sessão. </P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P><br />
<P></P></p>
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		<title>Monumento de Trump em Washington batizado &#8220;Arco do Triunfo&#8221; dos EUA </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 00:02:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Casa Branca afirmou quarta-feira que o monumento a inaugurar em Washington para as comemorações dos 250 anos da independência, por iniciativa do Presidente Donald Trump, terá o nome de "Arco do Triunfo dos Estados Unidos".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Casa Branca afirmou quarta-feira que o monumento a inaugurar em Washington para as comemorações dos 250 anos da independência, por iniciativa do Presidente Donald Trump, terá o nome de &#8220;Arco do Triunfo dos Estados Unidos&#8221;.</P><br />
<P>A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, anunciou o nome numa conferência de imprensa, sublinhando que a estrutura terá 250 pés de altura (equivalente a 76 metros), &#8220;em tributo aos 250 anos&#8221; da independência do país, que se comemoram a 04 de julho.</P><br />
<P>&#8220;Em homenagem a esta ocasião histórica&#8221;, Donald Trump e a sua administração apresentarão os planos para o &#8220;Arco do Triunfo dos Estados Unidos&#8221;, afirmou Leavitt.</P><br />
<P>O plano do monumento, divulgado na semana passada pela Comissão das Artes norte-americana, prevê uma figura semelhante à Estátua de Liberdade de Nova Iorque, com as inscrições &#8220;Uma Nação Sob Deus&#8221; e &#8220;Liberdade e Justiça para Todos&#8221;, cravadas a ouro.</P><br />
<P>O plano inclui também duas águias e quatro leões no monumento, que será instalado entre o Memorial Lincoln e o Cemitério Nacional de Arlington.</P><br />
<P>Para Donald Trump, é um desígnio de há 200 anos da capital norte-americana.</P><br />
<P>&#8220;Foi interrompido por uma coisa chamada a Guerra Civil, por isso nunca foi construído. Depois, quase construíram algo em 1902, mas nunca aconteceu&#8221;, explicou o Presidente norte-americano em fevereiro.</P><br />
<P>Trump iniciou também a construção de um novo salão de baile na Casa Branca, demolindo a Ala Leste do edifício histórico.</P><br />
<P>O Presidente celebra este ano, em junho, o 80.º aniversário, sendo já o chefe de Estado mais idoso a exercer o cargo. </P><br />
<P>Para o 250.º aniversário da independência estão em preparação um conjunto pouco usual de eventos, incluindo uma corrida de fórmula Indy pelas ruas de Washington, DC e combates de luta livre na Casa Branca.</P><br />
<P>Trump, bilionário do setor imobiliário que é proprietário de uma torre com o seu nome na prestigiada Quinta Avenida de Nova Iorque, tem paralelamente procurado colocar o seu nome em edifícios e instituições, o que geralmente é feito em homenagem a presidentes quando deixam o cargo ou após a sua morte.</P><br />
<P>Em dezembro, o conselho de curadores do Kennedy Center &#8211; escolhido pelo Presidente republicano &#8211; votou a renomeação desta prestigiada instituição cultural de Washington como &#8220;Trump Kennedy Center&#8221;.</P><br />
<P>O governo Trump anunciou também o lançamento de uma nova classe de grandes navios de guerra que terão o seu nome.</P><br />
<P>O Departamento do Tesouro confirmou ainda a existência de um plano para uma moeda comemorativa de um dólar com a imagem de Trump, embora as leis proíbam colocar em notas a imagem de um Presidente em funções ou vivo.</P><br />
<P>Segundo vários media, incluindo a CNN e a NBC, Trump quis que o seu nome fosse dado a dois dos locais mais movimentados dos Estados Unidos: a Penn Station, em Nova Iorque, e o Aeroporto Internacional Dulles, em Washington.</P><br />
<P>Citando fontes anónimas, os media relataram este mês que Trump ofereceu ao líder da minoria no Senado, Chuck Schumer, a libertação de mais de 16 mil milhões de dólares (13,5 mil milhões de euros) em fundos federais congelados pela sua administração, destinados a um grande projeto de túnel ferroviário entre Nova Iorque e Nova Jérsia, caso o político democrata concordasse em ajudar a renomear a estação ferroviária e o aeroporto.</P><br />
<P>Schumer, também senador por Nova Iorque, rejeitou a proposta, segundo as referidas fontes.  </P><br />
<P> </P><br />
<P>PDF (SIF/PDF) // RBF </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748915]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street espera paz no Médio Oriente e fecha com recordes do S&#038;P500 e Nasdaq</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 22:14:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje tendencialmente em alta, com novos recordes inclusive dos índices S&#38;P500 e Nasdaq, com os investidores a apostarem em novas negociações entre EUA e Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje tendencialmente em alta, com novos recordes inclusive dos índices S&amp;P500 e Nasdaq, com os investidores a apostarem em novas negociações entre EUA e Irão. </P><br />
<P>O Nasdaq ganhou 1,59%, para uns inéditos 24.016,02 pontos, e o alargado S&amp;P500 também fechou em terrenos até agora desconhecidos, com 7.022,95 unidades, depois de valorizar 1,18%.</P><br />
<P>O Dow Jones Industrial Average, pelo contrário, encerrou a sessão em baixa, de 0,15%.</P><br />
<P>&#8220;A tendência altista do mercado prosseguiu graças às esperanças de paz no Médio Oriente&#8221;, disse Jose Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>Os operadores bolsistas esperam a abertura de novas negociações entre Washington e Teerão, depois de Donald Trump ter garantido na terça-feira qu as negociações poderiam ocorrer &#8220;nos dois próximos dias&#8221;. </P><br />
<P>Trump considerou, por outro lado, que a guerra com o Irão estava &#8220;quase acabada&#8221;, em entrevista dada à Fox News, garantindo que as autoridades iranianas &#8220;querem verdadeiramente chegar a acordo&#8221;. </P><br />
<P>Esta perspetiva travou a subida das cotações do petróleo e aliviou as inquietações na praça nova-iorquina. </P><br />
<P>Contudo, &#8220;a situação geopolítica continua complexa, enquanto Teerão e Washington disputam o controlo do Estreito de Ormuz&#8221;, ainda segundo Torres.</P><br />
<P>Esta passagem marítima estratégica, pela qual transita em tempo normal cerca de um quinto do petróleo e gás mundiais, está quase paralisada por Teerão depois do início dos ataques israelo-norte-americanos ao Irão, no final de fevereiro.</P><br />
<P>&#8220;O tráfego nesta importante artéria continua a ser inferior ao normal&#8221;, realçou Torres.</P><br />
<P>Na frente macroeconómica, Wall Street acolheu sem grande movimento o Livro Beje, da Reserva Federal. </P><br />
<P>Nesta publicação regular sobre as condições económicas nos EUA, o banco central aponta a guerra no Médio Oriente &#8220;como uma fonte principal de incerteza que complica a tomada de decisões em matéria de contratações, de definição de preços e de investimentos&#8221;.  </P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748891]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pessoas com deficiência denunciam barreiras no acesso ao crédito em Moçambique </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 21:06:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência (Famod) denunciou hoje exclusão no acesso ao crédito bancário, emprego e transporte público, apontando preconceitos e falta de acessibilidade como barreiras persistentes à inclusão social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência (Famod) denunciou hoje exclusão no acesso ao crédito bancário, emprego e transporte público, apontando preconceitos e falta de acessibilidade como barreiras persistentes à inclusão social.</P><br />
<P>&#8220;Para dar crédito, nós primeiro olhamos para deficiência: &#8216;Isto aqui não vai conseguir pagar, porque não tem capacidades&#8217;. Pensa-se que nós não temos capacidades como pessoas com deficiência, mas nós somos iguais a muitos, só temos algumas limitações&#8221;, disse o presidente do Famod, Zeca Chaúque, citado hoje pela comunicação social.</P><br />
<P>Segundo o responsável, pessoas com deficiência continuam a enfrentar dificuldades no acesso ao emprego e a serviços financeiros, devido à perceção de que não possuem capacidade para desempenhar funções ou cumprir compromissos financeiros.</P><br />
<P>&#8220;Quando o empregador olha para pessoa com deficiência, só vê a dificuldade&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Zeca Chaúque apontou também falhas de acessibilidade no transporte público, apesar da existência de legislação que prevê condições para a mobilidade de pessoas com deficiência.</P><br />
<P>&#8220;Esses autocarros foram adquiridos depois da existência da lei. Mas se formos aos mesmos, para questões de acesso para pessoa que usa cadeira de rodas, é um problema&#8221;, concluiu o presidente do Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748889]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>LC: Sporting empata com Arsenal e falha histórico apuramento para as &#8216;meias&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 20:55:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Sporting foi hoje eliminado nos quartos de final da Liga dos Campeões de futebol, depois empatar 0-0 frente aos ingleses do Arsenal, no jogo da segunda mão, em Londres, falhando o inédito acesso às meias-finais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sporting foi hoje eliminado nos quartos de final da Liga dos Campeões de futebol, depois empatar 0-0 frente aos ingleses do Arsenal, no jogo da segunda mão, em Londres, falhando o inédito acesso às meias-finais.</P><br />
<P>Depois da derrota em Lisboa por 1-0 na primeira mão, com um golo do alemão Kai Havertz aos 90+1 minutos, os &#8216;leões&#8217; necessitavam de vencer fora para seguirem em frente, mas não foram além de um nulo na visita ao líder da Liga inglesa.</P><br />
<P>O Sporting &#8216;cai&#8217; assim pela segunda vez nos quartos de final da principal prova europeia de clubes, repetindo o que já tinha acontecido na época 1982/83, enquanto o Arsenal segue para as meias-finais, nas quais vai enfrentar os espanhóis do Atlético de Madrid, que eliminaram o FC Barcelona.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748888]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Senado dos EUA rejeita resolução para impedir Trump de ordenar novos ataques </title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 20:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Senado norte-americano rejeitou hoje uma resolução que impediria o Presidente Donald Trump de ordenar novos ataques contra o Irão sem autorização prévia do Congresso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Senado norte-americano rejeitou hoje uma resolução que impediria o Presidente Donald Trump de ordenar novos ataques contra o Irão sem autorização prévia do Congresso.</P><br />
<P>Na câmara alta do Congresso, onde os republicanos detêm a maioria, a resolução foi derrotada por 47 votos contra 52.</P><br />
<P>O senador republicano Rand Paul juntou-se aos democratas no apoio à resolução; o democrata John Fetterman votou contra.</P><br />
<P>A iniciativa, promovida pela oposição democrata, procurava invocar a Lei dos Poderes de Guerra de 1973, que exige autorização do Congresso para iniciar hostilidades noutro país.</P><br />
<P>O Senado já havia rejeitado resoluções sobre o conflito com o Irão a 04 de março, enquanto a Câmara dos Representantes, também de maioria republicana, agiu analogamente no dia seguinte.</P><br />
<P>Embora os legisladores republicanos comecem a distanciar-se e a expressar as suas divergências com a decisão de Trump de iniciar uma guerra contra o Irão, ainda estão longe de apoiar as resoluções dos democratas.</P><br />
<P>Os representantes democratas, por sua vez, mantêm a sua estratégia ofensiva contra a guerra no Irão, obrigando os republicanos a tomar uma posição. </P><br />
<P>Semanalmente, pretendem apresentar uma resolução sobre os poderes de guerra no Senado para travar a ofensiva de Trump enquanto a operação no Médio Oriente continuar.</P><br />
<P>O senador democrata Tim Kaine, da Virgínia, lidera a proposta referente a uma guerra que considera &#8220;ilegal, impopular e desastrosa para os americanos e as suas famílias&#8221;, como explicou à EFE.</P><br />
<P>A Resolução sobre os Poderes de Guerra de 1973 mantém a exigência de que qualquer intervenção militar no estrangeiro necessite de autorização do Congresso.</P><br />
<P>Exige ainda que os presidentes retirem as forças norte-americanas de qualquer conflito não autorizado pelo Congresso no prazo de 60 dias, prorrogável por 30 dias se o Presidente certificar a Câmara de que se trata de uma &#8220;imperativa necessidade militar&#8221;.</P><br />
<P>Pouco depois do início da guerra, Trump previu que esta terminaria dentro de quatro a cinco semanas, mas agora os legisladores enfrentam o prazo legal de 60 dias, que expira a 01 de maio.</P><br />
<P>O Presidente afirmou hoje, numa entrevista à Fox Business, que a guerra está &#8220;muito perto do fim&#8221;, enquanto mantém em vigor o bloqueio naval que impôs ao Irão no Estreito de Ormuz e continua a enviar milhares de soldados para o Médio Oriente.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Especialistas da ONU apontam &#8220;padrão de limpeza étnica&#8221; em ataques de Israel no Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 20:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um grupo de 20 especialistas das Nações Unidas em direitos humanos defendeu hoje que Israel está a repetir no Líbano abusos perpetrados em Gaza, com possíveis crimes de guerra ou contra a humanidade e padrões análogos a limpeza étnica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um grupo de 20 especialistas das Nações Unidas em direitos humanos defendeu hoje que Israel está a repetir no Líbano abusos perpetrados em Gaza, com possíveis crimes de guerra ou contra a humanidade e padrões análogos a limpeza étnica.</P><br />
<P>A declaração foi assinada, entre outros, pela relatora especial da ONU para os Territórios Palestinianos, Francesca Albanese, cujas recentes declarações sobre Israel ser &#8220;o inimigo comum da Humanidade&#8221; levaram a que França, Alemanha e outros países pedissem a sua demissão.</P><br />
<P>A emissão por Israel de ordens de evacuação em grande escala no Líbano, refere a declaração, combinada com a destruição de casas, &#8220;aponta para a limpeza étnica&#8221; e assemelha-se a práticas &#8220;iniciadas durante o genocídio em Gaza&#8221;.</P><br />
<P>Os subscritores incluem ainda a relatora especial da ONU para os deslocados internos, Paula Gaviria; para a habitação, Balakrishnan Rajagopal; e para o direito ao desenvolvimento, Surya Deva.</P><br />
<P>&#8220;A deslocação forçada de populações civis constitui crimes contra a humanidade e crimes de guerra, de acordo com o direito internacional&#8221;, afirmam.</P><br />
<P>Os especialistas condenaram particularmente a campanha de bombardeamentos indiscriminados contra o Líbano, a 08 de abril, poucas horas após o cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão, que atingiu 150 alvos em simultâneo e provocou pelo menos 303 mortos e 1.150 feridos.</P><br />
<P>&#8220;Trata-se de uma violação flagrante da Carta da ONU, de uma destruição deliberada das perspetivas de paz e de uma afronta ao multilateralismo e à ordem internacional&#8221;, afirmaram.</P><br />
<P>Os subscritores apelam ainda aos Estados Unidos para que usem a sua influência a fim de garantir que Israel cesse os ataques contra civis e a outros Estados para que suspendam as transferências de armas para aquele país enquanto continuar a cometer graves violações do direito internacional.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748886]]></sapo:autor>
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		<title>INEM não se compadece com &#8220;paragem de meses&#8221; para pensar a refundação &#8212; ex-ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:52:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-ministro da Saúde Manuel Pizarro defendeu hoje que as características da operação do INEM não se compadecem com uma "paragem de meses" para analisar a refundação do instituto anunciada pelo Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ex-ministro da Saúde Manuel Pizarro defendeu hoje que as características da operação do INEM não se compadecem com uma &#8220;paragem de meses&#8221; para analisar a refundação do instituto anunciada pelo Governo.</P><br />
<P>&#8220;A delicadeza da operação do INEM e a sua urgência quotidiana não se compadece com a paragem de meses para pensar no assunto&#8221;, salientou o antigo governante na comissão parlamentar sobre o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).</P><br />
<P>Na audição perante os deputados, Manuel Pizarro, que foi ministro da Saúde entre setembro de 2022 e março de 2024, adiantou que não gosta da ideia de uma refundação do instituto responsável por coordenar o Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM).</P><br />
<P>&#8220;Como andam com esta conversa da refundação há um ano e tal, ninguém trata de nada e essa é uma parte do problema&#8221;, lamentou o ex-ministro do Governo socialista.</P><br />
<P>Para Manuel Pizarro, o que se sabe do processo de refundação do INEM é apenas uma primeira decisão do INEM de &#8220;abandonar as atividades de formação, que já custou ao instituto a demissão de um dos seus melhores profissionais&#8221;, referindo-se a Miguel Soares de Oliveira.</P><br />
<P>O médico demitiu-se do cargo de diretor do departamento de formação em fevereiro.</P><br />
<P>&#8220;A ideia de diminuir a capacidade de gestão do INEM na área da formação é uma ideia que o país vai pagar muito caro, se for levada até ao fim&#8221;, alertou ainda Manuel Pizarro, lamentando também o facto de o instituto ter tido vários presidentes num curto espaço de tempo.</P><br />
<P>&#8220;Se este método de gestão que o atual Governo tem adotado no INEM fosse seguido na SONAE ela já tinha falido há muito tempo&#8221;, realçou o antigo ministro, para quem &#8220;não há organização humana que resista a troca constante dos seus dirigentes&#8221;. </P><br />
<P>O INEM esteve envolvido em várias polémicas, entre as quais os efeitos das greves no final de 2024, que levou a ministra Ana Paula Martins a chamar a si a competência direta do instituto e anunciar a sua refundação, que está ainda por concluir.</P><br />
<P>Uma das peças-chave dessa refundação é a nova lei orgânica do INEM, que deve ser aprovada em Conselho de Ministros em breve, e que o presidente do instituto, Luís Mendes Cabral, já considerou que se trata da &#8220;necessidade mais permanente&#8221; para reorganizar o sistema de emergência médica e corrigir limitações estruturais.</P><br />
<P>O ex-ministro afirmou ainda que não pode ser responsabilizado pelo que aconteceu no INEM após a sua saída do Governo, defendendo que a situação do instituto &#8220;piorou&#8221; após a demissão do antigo presidente Luís Meira, na sequência do processo de contratação dos helicópteros de emergência médica.</P><br />
<P>&#8220;Não me pode fazer responsável do que se seguiu à minha gestão, que é mesmo muito pior do que aconteceu antes. No INEM há mesmo um antes e um depois da demissão de Luís Meira, há mesmo um antes e um depois, e o depois não é melhor&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Nesta comissão de inquérito, os deputados estão a apurar a atuação do INEM durante a greve às horas extraordinárias dos técnicos de emergência pré-hospitalar no final de outubro e início de novembro de 2024, durante a qual se registaram 12 mortes, três das quais associadas a atrasos no socorro, segundo a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde, assim como a relação da tutela com o instituto desde 2019.</P><br />
<P></P><br />
<P>PC/JML // ZO</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748885]]></sapo:autor>
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		<title>Atividade económica nos EUA afetada por guerra no Médio Oriente &#8211; Livro Bege</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:52:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A economia dos EUA evoluiu a um ritmo modesto em oito dos 12 distritos do banco central [Reserva Federal (Fed)], entre 23 de fevereiro e 06 de abril, segundo o Livro Bege da instituição hoje publicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A economia dos EUA evoluiu a um ritmo modesto em oito dos 12 distritos do banco central [Reserva Federal (Fed)], entre 23 de fevereiro e 06 de abril, segundo o Livro Bege da instituição hoje publicado. </P><br />
<P>Em dois dos distritos, a atividade económica registou mudanças mínimas e em outros dois contraiu-se mesmo. Aquelas datas correspondem ao fim do período de recolha de informação do atual Livro Bege e do anterior, saído em 04 de março. </P><br />
<P>A guerra no Médio Oriente é apontada como a principal fonte de incerteza que perturba as decisões relativas a contratações, definição de preços e investimentos, com muitas empresas a esperar para ver, aponta a Fed na sua publicação. </P><br />
<P>A maioria dos distritos continua a dar conta de constrangimentos no consumo, com uma crescente sensibilidade aos preços e uma procura em crescimento do recurso a bancos alimentares e outros apoios de organizações de serviço social, enquanto, pelo contrário, a despesa entre os consumidores de rendimentos mais elevados mantém o nível. </P><br />
<P>Por seu lado, o mercado laboral manteve-se estável, com apenas um distrito a mencionar um declínio ligeiro. </P><br />
<P>Não obstante, vários distritos apontaram um aumento da contratação precária de trabalhadores, por as empresas estarem com receio de realizarem contratações permanentes. </P><br />
<P>Na parte relativa aos preços, o Livro Bege especificou que, de forma geral, o aumento dos custos foi superior o aumento dos preços de venda, o que se traduziu na compressão dos lucros.  </P><br />
<P>Os custos relativos à energia e ao combustível subiram acentuadamente em todos os distritos da Fed, o que foi atribuído à guerra no Médio Oriente, causando o encarecimento dos custos de transporte e à subida dos preços de produtos como plásticos, fertilizantes e outros produtos derivados do petróleo.  </P><br />
<P>Generalizado foi também o aumento de preços em produtos não relacionados com os hidrocarbonetos. </P><br />
<P>O documento, publicado oito vezes por ano, sintetiza informação sobre a conjuntura proveniente da Fed e dos seus distritos e de entrevistas com economistas, empresários, analistas de mercado e outras fontes. </P><br />
<P>A estrutura territorial da Fed consiste nos distritos de Boston, Nova Iorque, Filadélfia, Cleveland, Richmond, Atlanta, Chicago, St. Louis, Minneapolis, Kansas City, Dallas e San Francisco. </P><br />
<P> </P><br />
<P>RN // RBF</P><br />
<P>Lusa/fim</P><br />
<P> </P><br />
<P> </P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748884]]></sapo:autor>
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		<title>Obra de Vieira da Silva vendida em leilão em Paris por 241 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:44:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma obra sem título da pintora Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992) foi vendida hoje num leilão da Christie's, em Paris, por 241,3 mil euros, de acordo com os resultados anunciados pela leiloeira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma obra sem título da pintora Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992) foi vendida hoje num leilão da Christie&#8217;s, em Paris, por 241,3 mil euros, de acordo com os resultados anunciados pela leiloeira.</P><br />
<P>O quadro de Vieira da Silva partia com uma base de licitação entre 250 mil e 350 mil euros e estava integrado nos lotes do primeiro dia do leilão internacional, a decorrer até sexta-feira, dedicado a arte moderna e contemporânea.</P><br />
<P>A obra de Maria Helena Vieira da Silva, &#8220;proveniente de uma importante coleção europeia&#8221;, segundo a leiloeira, tem origem nos anos de 1953-1954, tendo sido exposta desde então pela Galeria Pierre, em Paris, a Galeria Flore, em Bruxelas, e a Galeria São Mamede, em Lisboa, que a incluiu no catálogo dedicado à pintora, publicado em 1970.</P><br />
<P>A obra fez parte de diversas coleções particulares, de Nova Iorque, Paris, Lisboa e Genebra, tendo sido vendida em Londres, em março de 2018, também em leilão, ao colecionador que agora a levou a mercado.</P><br />
<P>O leilão internacional, neste primeiro dia, somou um volume de vendas de 40,645 milhões de euros, segundo a leiloeira. </P><br />
<P>Os valores mais altos foram atingidos pela escultura &#8220;La pomme de New York&#8221;, de Claude Lalanne, com 6,038 milhões de euros, e pelo quadro &#8220;La Femme au Chapeau&#8221;, do fauvista francês Maurice Vlaminck, contemporâneo de Matisse, vendido por 5,55 milhões de euros.</P><br />
<P>As duas obras apresentavam uma base de licitação entre os cinco milhões e os sete milhões de euros.</P><br />
<P>Em 2024, num leilão também da Christie&#8217;s, em Paris, cinco obras de Maria Helena Vieira da Silva foram vendidas por um total de 418 mil euros &#8211; provenientes da coleção Paul e Jacqueline Duchein &#8211; no qual esteve em destaque o óleo sobre tela &#8220;Curiosités&#8221; (1980), arrematado por 220,5 mil euros, enquanto &#8220;Les Irrésolutions résolues IX&#8221; (1969) foi vendido por 119,7 mil euros.</P><br />
<P>As outras obras de Vieira da Silva vendidas neste leilão foram o quadro &#8220;Façades&#8221; (1982), por 63 mil euros, o guache sobre papel &#8220;Nature morte&#8221; (1986), por 11.340 euros, e o painel de azulejos &#8220;Le Chat&#8221;, do mesmo ano, por 4.032 euros.</P><br />
<P>Um ano antes, a pintura &#8220;Construction&#8221; foi vendida pela mesma leiloeira, em Paris, por 245 mil euros.</P><br />
<P>O valor recorde para a artista em leilão aconteceu em 2018, com &#8220;L&#8217;Incendie 1&#8221;, quadro leiloado em Londres, pela mesma leiloeira, por 2,290 milhões de euros.</P><br />
<P>Nascida em Lisboa, em 1908, Vieira da Silva mudou-se para a capital francesa quando tinha 19 anos para poder estudar durante uma época de intensa atividade artística, tendo acabado por se instalar na cidade, onde morreu em 1992.</P><br />
<P> </P><br />
<P>   MAG (AG/TDI) // RBF</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748882]]></sapo:autor>
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		<title>I Liga: João Pinheiro arbitra dérbi entre Sporting e Benfica na 30.ª jornada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:42:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O árbitro João Pinheiro vai dirigir a receção do Sporting ao Benfica, no domingo, no dérbi lisboeta da 30.ª jornada da I Liga, anunciou hoje o Conselho de Arbitragem (CA) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O árbitro João Pinheiro vai dirigir a receção do Sporting ao Benfica, no domingo, no dérbi lisboeta da 30.ª jornada da I Liga, anunciou hoje o Conselho de Arbitragem (CA) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).</P><br />
<P>Nomeado na semana passada como único &#8216;juiz&#8217; luso para a fase final do Mundial2026, o árbitro da associação de Braga vai ser assistido por Bruno Jesus e Luciano Maia e terá Miguel Fonseca como quarto árbitro, cabendo a Rui Costa as funções de videoárbitro (VAR), coadjuvado por João Bessa Silva.</P><br />
<P>João Pinheiro, de 38 anos e internacional há 10 anos, entrou em 2025 na categoria de elite da FIFA e vai dirigir encontros &#8216;grandes&#8217; pela 20.ª vez, e segunda esta época, após ter arbitrado o empate entre Benfica e FC Porto (2-2), em 08 de março, no Estádio da Luz, em Lisboa, para a 25.ª ronda.</P><br />
<P>O bicampeão nacional Sporting, segundo classificado, com 71 pontos (menos um jogo), a cinco do líder isolado FC Porto, defronta o Benfica, terceiro, com 69, no domingo, às 18:00, no Estádio José Alvalade, em Lisboa, em jogo da 30.ª jornada do campeonato.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748881]]></sapo:autor>
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		<title>Países em desenvolvimento lançam plataforma comum sobre a dívida</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:36:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os países mais pobres lançaram hoje a Plataforma dos Mutuários, com o apoio da UNCTAD, para melhorar o sistema financeiro global e lidar com a crescente dívida que dificulta os investimentos em áreas prioritárias para o desenvolvimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os países mais pobres lançaram hoje a Plataforma dos Mutuários, com o apoio da UNCTAD, para melhorar o sistema financeiro global e lidar com a crescente dívida que dificulta os investimentos em áreas prioritárias para o desenvolvimento.</P><br />
<P>&#8220;A dívida externa atingiu 11,7 biliões de dólares [9,91 biliões de euros] em 2024, enquanto os custos do serviço da dívida subiram para aproximadamente 920 mil milhões de dólares [780 mil milhões de euros]; atualmente, 54 países &#8212; onde vivem 3,4 mil milhões de pessoas &#8212; gastam mais no serviço da dívida do que na saúde ou na educação, o que realça a dimensão do desafio&#8221;, lê-se no comunicado de imprensa da ONU Comércio e Desenvolvimento, que atuará como secretariado do grupo.</P><br />
<P>&#8220;Estas pressões têm restringido o investimento público, limitando a capacidade dos países para financiar o crescimento, reforçar a resiliência e alcançar o desenvolvimento sustentável&#8221;, acrescenta-se ainda no texto divulgado hoje, no âmbito dos Encontros da Primavera do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, em Washington.</P><br />
<P>A iniciativa é &#8220;um avanço no financiamento global, uma plataforma na qual os países mutuários se reúnem, aprendem uns com os outros e falam a uma só voz&#8221;, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, citado no comunicado.</P><br />
<P>Ao contrário dos credores, que se juntam em várias organizações com o objetivo de potenciar e fazer valer os seus pontos de vista, os países mutuários &#8220;careciam de uma plataforma dedicada para trocar experiências, partilhar informações e desenvolver capacidades técnicas&#8221;, argumenta a UNCTAD.</P><br />
<P>O lançamento reuniu representantes de 30 países, incluindo primeiros-ministros, 16 ministros e governadores de bancos centrais, representando &#8220;países de todos os tamanhos e regiões &#8212; desde grandes economias como a Índia e a África do Sul até a pequenos e vulneráveis como as Maldivas &#8212;, refletindo a natureza comum dos desafios da dívida em todo o mundo em desenvolvimento&#8221;, lê-se ainda no comunicado.</P><br />
<P></P></p>
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