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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>ICE mantém detida francesa de 86 anos por permanência ilegal nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 00:15:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Serviço de Controlo de Imigração e Fronteiras (ICE, na sigla em inglês) dos EUA confirmou na quarta-feira a detenção de uma francesa, de 86 anos, após expirar a autorização de permanência no país, de 90 dias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Serviço de Controlo de Imigração e Fronteiras (ICE, na sigla em inglês) dos EUA confirmou na quarta-feira a detenção de uma francesa, de 86 anos, após expirar a autorização de permanência no país, de 90 dias.</P><br />
<P>Esta modalidade está associada ao Programa de Isenção de Vistos.</P><br />
<P>Marie-Therese Helene Ross foi detida em 01 de abril, e o ICE descreveu-a como &#8220;uma estrangeira indocumentada&#8221;. </P><br />
<P>O caso ganhou projeção mediática pela idade da mulher, que foi detida na sua residência na pequena cidade de Anniston, no Estado do Alabama.</P><br />
<P>Um dos seus filhos disse ao jornal francês Ouest-France que o ICE não notificou a família sobre a detenção da mãe e que só souberam da mesma depois de funcionários consulares franceses a terem visitado.</P><br />
<P>Segundo o diário britânico The Guardian, a imigrante tinha-se mudado para os EUA para se casar com um antigo namorado que tinha reencontrado e ambos esperavam o desenrolar dos trâmites para obter a residência permanente. </P><br />
<P>O ICE explicou que a última entrada de Ross nos EUA ocorreu em junho de 2025, sob o Programa de Isenção de Vistos, que lhe permitia permanecer por 90 dias.</P><br />
<P>&#8220;Sete meses depois, continua ilegalmente nos EUA&#8221;, realçou o serviço de controlo de imigração norte-americano.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748930]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre a ganhar 0,77%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 00:10:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,77% para 58.583,16 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 0,77% para 58.583,16 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, também ganhou 0,73% para 3.796,3 pontos, no início da sessão. </P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748924]]></sapo:autor>
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		<title>Monumento de Trump em Washington batizado &#8220;Arco do Triunfo&#8221; dos EUA </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 00:02:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Casa Branca afirmou quarta-feira que o monumento a inaugurar em Washington para as comemorações dos 250 anos da independência, por iniciativa do Presidente Donald Trump, terá o nome de "Arco do Triunfo dos Estados Unidos".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Casa Branca afirmou quarta-feira que o monumento a inaugurar em Washington para as comemorações dos 250 anos da independência, por iniciativa do Presidente Donald Trump, terá o nome de &#8220;Arco do Triunfo dos Estados Unidos&#8221;.</P><br />
<P>A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, anunciou o nome numa conferência de imprensa, sublinhando que a estrutura terá 250 pés de altura (equivalente a 76 metros), &#8220;em tributo aos 250 anos&#8221; da independência do país, que se comemoram a 04 de julho.</P><br />
<P>&#8220;Em homenagem a esta ocasião histórica&#8221;, Donald Trump e a sua administração apresentarão os planos para o &#8220;Arco do Triunfo dos Estados Unidos&#8221;, afirmou Leavitt.</P><br />
<P>O plano do monumento, divulgado na semana passada pela Comissão das Artes norte-americana, prevê uma figura semelhante à Estátua de Liberdade de Nova Iorque, com as inscrições &#8220;Uma Nação Sob Deus&#8221; e &#8220;Liberdade e Justiça para Todos&#8221;, cravadas a ouro.</P><br />
<P>O plano inclui também duas águias e quatro leões no monumento, que será instalado entre o Memorial Lincoln e o Cemitério Nacional de Arlington.</P><br />
<P>Para Donald Trump, é um desígnio de há 200 anos da capital norte-americana.</P><br />
<P>&#8220;Foi interrompido por uma coisa chamada a Guerra Civil, por isso nunca foi construído. Depois, quase construíram algo em 1902, mas nunca aconteceu&#8221;, explicou o Presidente norte-americano em fevereiro.</P><br />
<P>Trump iniciou também a construção de um novo salão de baile na Casa Branca, demolindo a Ala Leste do edifício histórico.</P><br />
<P>O Presidente celebra este ano, em junho, o 80.º aniversário, sendo já o chefe de Estado mais idoso a exercer o cargo. </P><br />
<P>Para o 250.º aniversário da independência estão em preparação um conjunto pouco usual de eventos, incluindo uma corrida de fórmula Indy pelas ruas de Washington, DC e combates de luta livre na Casa Branca.</P><br />
<P>Trump, bilionário do setor imobiliário que é proprietário de uma torre com o seu nome na prestigiada Quinta Avenida de Nova Iorque, tem paralelamente procurado colocar o seu nome em edifícios e instituições, o que geralmente é feito em homenagem a presidentes quando deixam o cargo ou após a sua morte.</P><br />
<P>Em dezembro, o conselho de curadores do Kennedy Center &#8211; escolhido pelo Presidente republicano &#8211; votou a renomeação desta prestigiada instituição cultural de Washington como &#8220;Trump Kennedy Center&#8221;.</P><br />
<P>O governo Trump anunciou também o lançamento de uma nova classe de grandes navios de guerra que terão o seu nome.</P><br />
<P>O Departamento do Tesouro confirmou ainda a existência de um plano para uma moeda comemorativa de um dólar com a imagem de Trump, embora as leis proíbam colocar em notas a imagem de um Presidente em funções ou vivo.</P><br />
<P>Segundo vários media, incluindo a CNN e a NBC, Trump quis que o seu nome fosse dado a dois dos locais mais movimentados dos Estados Unidos: a Penn Station, em Nova Iorque, e o Aeroporto Internacional Dulles, em Washington.</P><br />
<P>Citando fontes anónimas, os media relataram este mês que Trump ofereceu ao líder da minoria no Senado, Chuck Schumer, a libertação de mais de 16 mil milhões de dólares (13,5 mil milhões de euros) em fundos federais congelados pela sua administração, destinados a um grande projeto de túnel ferroviário entre Nova Iorque e Nova Jérsia, caso o político democrata concordasse em ajudar a renomear a estação ferroviária e o aeroporto.</P><br />
<P>Schumer, também senador por Nova Iorque, rejeitou a proposta, segundo as referidas fontes.  </P><br />
<P> </P><br />
<P>PDF (SIF/PDF) // RBF </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748915]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Wall Street espera paz no Médio Oriente e fecha com recordes do S&#038;P500 e Nasdaq</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 22:14:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje tendencialmente em alta, com novos recordes inclusive dos índices S&#38;P500 e Nasdaq, com os investidores a apostarem em novas negociações entre EUA e Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje tendencialmente em alta, com novos recordes inclusive dos índices S&amp;P500 e Nasdaq, com os investidores a apostarem em novas negociações entre EUA e Irão. </P><br />
<P>O Nasdaq ganhou 1,59%, para uns inéditos 24.016,02 pontos, e o alargado S&amp;P500 também fechou em terrenos até agora desconhecidos, com 7.022,95 unidades, depois de valorizar 1,18%.</P><br />
<P>O Dow Jones Industrial Average, pelo contrário, encerrou a sessão em baixa, de 0,15%.</P><br />
<P>&#8220;A tendência altista do mercado prosseguiu graças às esperanças de paz no Médio Oriente&#8221;, disse Jose Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>Os operadores bolsistas esperam a abertura de novas negociações entre Washington e Teerão, depois de Donald Trump ter garantido na terça-feira qu as negociações poderiam ocorrer &#8220;nos dois próximos dias&#8221;. </P><br />
<P>Trump considerou, por outro lado, que a guerra com o Irão estava &#8220;quase acabada&#8221;, em entrevista dada à Fox News, garantindo que as autoridades iranianas &#8220;querem verdadeiramente chegar a acordo&#8221;. </P><br />
<P>Esta perspetiva travou a subida das cotações do petróleo e aliviou as inquietações na praça nova-iorquina. </P><br />
<P>Contudo, &#8220;a situação geopolítica continua complexa, enquanto Teerão e Washington disputam o controlo do Estreito de Ormuz&#8221;, ainda segundo Torres.</P><br />
<P>Esta passagem marítima estratégica, pela qual transita em tempo normal cerca de um quinto do petróleo e gás mundiais, está quase paralisada por Teerão depois do início dos ataques israelo-norte-americanos ao Irão, no final de fevereiro.</P><br />
<P>&#8220;O tráfego nesta importante artéria continua a ser inferior ao normal&#8221;, realçou Torres.</P><br />
<P>Na frente macroeconómica, Wall Street acolheu sem grande movimento o Livro Beje, da Reserva Federal. </P><br />
<P>Nesta publicação regular sobre as condições económicas nos EUA, o banco central aponta a guerra no Médio Oriente &#8220;como uma fonte principal de incerteza que complica a tomada de decisões em matéria de contratações, de definição de preços e de investimentos&#8221;.  </P><br />
<P> </P></p>
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		<item>
		<title>Pessoas com deficiência denunciam barreiras no acesso ao crédito em Moçambique </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 21:06:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência (Famod) denunciou hoje exclusão no acesso ao crédito bancário, emprego e transporte público, apontando preconceitos e falta de acessibilidade como barreiras persistentes à inclusão social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência (Famod) denunciou hoje exclusão no acesso ao crédito bancário, emprego e transporte público, apontando preconceitos e falta de acessibilidade como barreiras persistentes à inclusão social.</P><br />
<P>&#8220;Para dar crédito, nós primeiro olhamos para deficiência: &#8216;Isto aqui não vai conseguir pagar, porque não tem capacidades&#8217;. Pensa-se que nós não temos capacidades como pessoas com deficiência, mas nós somos iguais a muitos, só temos algumas limitações&#8221;, disse o presidente do Famod, Zeca Chaúque, citado hoje pela comunicação social.</P><br />
<P>Segundo o responsável, pessoas com deficiência continuam a enfrentar dificuldades no acesso ao emprego e a serviços financeiros, devido à perceção de que não possuem capacidade para desempenhar funções ou cumprir compromissos financeiros.</P><br />
<P>&#8220;Quando o empregador olha para pessoa com deficiência, só vê a dificuldade&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Zeca Chaúque apontou também falhas de acessibilidade no transporte público, apesar da existência de legislação que prevê condições para a mobilidade de pessoas com deficiência.</P><br />
<P>&#8220;Esses autocarros foram adquiridos depois da existência da lei. Mas se formos aos mesmos, para questões de acesso para pessoa que usa cadeira de rodas, é um problema&#8221;, concluiu o presidente do Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748889]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>LC: Sporting empata com Arsenal e falha histórico apuramento para as &#8216;meias&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 20:55:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Sporting foi hoje eliminado nos quartos de final da Liga dos Campeões de futebol, depois empatar 0-0 frente aos ingleses do Arsenal, no jogo da segunda mão, em Londres, falhando o inédito acesso às meias-finais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sporting foi hoje eliminado nos quartos de final da Liga dos Campeões de futebol, depois empatar 0-0 frente aos ingleses do Arsenal, no jogo da segunda mão, em Londres, falhando o inédito acesso às meias-finais.</P><br />
<P>Depois da derrota em Lisboa por 1-0 na primeira mão, com um golo do alemão Kai Havertz aos 90+1 minutos, os &#8216;leões&#8217; necessitavam de vencer fora para seguirem em frente, mas não foram além de um nulo na visita ao líder da Liga inglesa.</P><br />
<P>O Sporting &#8216;cai&#8217; assim pela segunda vez nos quartos de final da principal prova europeia de clubes, repetindo o que já tinha acontecido na época 1982/83, enquanto o Arsenal segue para as meias-finais, nas quais vai enfrentar os espanhóis do Atlético de Madrid, que eliminaram o FC Barcelona.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748888]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Senado dos EUA rejeita resolução para impedir Trump de ordenar novos ataques </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 20:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Senado norte-americano rejeitou hoje uma resolução que impediria o Presidente Donald Trump de ordenar novos ataques contra o Irão sem autorização prévia do Congresso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Senado norte-americano rejeitou hoje uma resolução que impediria o Presidente Donald Trump de ordenar novos ataques contra o Irão sem autorização prévia do Congresso.</P><br />
<P>Na câmara alta do Congresso, onde os republicanos detêm a maioria, a resolução foi derrotada por 47 votos contra 52.</P><br />
<P>O senador republicano Rand Paul juntou-se aos democratas no apoio à resolução; o democrata John Fetterman votou contra.</P><br />
<P>A iniciativa, promovida pela oposição democrata, procurava invocar a Lei dos Poderes de Guerra de 1973, que exige autorização do Congresso para iniciar hostilidades noutro país.</P><br />
<P>O Senado já havia rejeitado resoluções sobre o conflito com o Irão a 04 de março, enquanto a Câmara dos Representantes, também de maioria republicana, agiu analogamente no dia seguinte.</P><br />
<P>Embora os legisladores republicanos comecem a distanciar-se e a expressar as suas divergências com a decisão de Trump de iniciar uma guerra contra o Irão, ainda estão longe de apoiar as resoluções dos democratas.</P><br />
<P>Os representantes democratas, por sua vez, mantêm a sua estratégia ofensiva contra a guerra no Irão, obrigando os republicanos a tomar uma posição. </P><br />
<P>Semanalmente, pretendem apresentar uma resolução sobre os poderes de guerra no Senado para travar a ofensiva de Trump enquanto a operação no Médio Oriente continuar.</P><br />
<P>O senador democrata Tim Kaine, da Virgínia, lidera a proposta referente a uma guerra que considera &#8220;ilegal, impopular e desastrosa para os americanos e as suas famílias&#8221;, como explicou à EFE.</P><br />
<P>A Resolução sobre os Poderes de Guerra de 1973 mantém a exigência de que qualquer intervenção militar no estrangeiro necessite de autorização do Congresso.</P><br />
<P>Exige ainda que os presidentes retirem as forças norte-americanas de qualquer conflito não autorizado pelo Congresso no prazo de 60 dias, prorrogável por 30 dias se o Presidente certificar a Câmara de que se trata de uma &#8220;imperativa necessidade militar&#8221;.</P><br />
<P>Pouco depois do início da guerra, Trump previu que esta terminaria dentro de quatro a cinco semanas, mas agora os legisladores enfrentam o prazo legal de 60 dias, que expira a 01 de maio.</P><br />
<P>O Presidente afirmou hoje, numa entrevista à Fox Business, que a guerra está &#8220;muito perto do fim&#8221;, enquanto mantém em vigor o bloqueio naval que impôs ao Irão no Estreito de Ormuz e continua a enviar milhares de soldados para o Médio Oriente.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748887]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Especialistas da ONU apontam &#8220;padrão de limpeza étnica&#8221; em ataques de Israel no Líbano</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 20:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um grupo de 20 especialistas das Nações Unidas em direitos humanos defendeu hoje que Israel está a repetir no Líbano abusos perpetrados em Gaza, com possíveis crimes de guerra ou contra a humanidade e padrões análogos a limpeza étnica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um grupo de 20 especialistas das Nações Unidas em direitos humanos defendeu hoje que Israel está a repetir no Líbano abusos perpetrados em Gaza, com possíveis crimes de guerra ou contra a humanidade e padrões análogos a limpeza étnica.</P><br />
<P>A declaração foi assinada, entre outros, pela relatora especial da ONU para os Territórios Palestinianos, Francesca Albanese, cujas recentes declarações sobre Israel ser &#8220;o inimigo comum da Humanidade&#8221; levaram a que França, Alemanha e outros países pedissem a sua demissão.</P><br />
<P>A emissão por Israel de ordens de evacuação em grande escala no Líbano, refere a declaração, combinada com a destruição de casas, &#8220;aponta para a limpeza étnica&#8221; e assemelha-se a práticas &#8220;iniciadas durante o genocídio em Gaza&#8221;.</P><br />
<P>Os subscritores incluem ainda a relatora especial da ONU para os deslocados internos, Paula Gaviria; para a habitação, Balakrishnan Rajagopal; e para o direito ao desenvolvimento, Surya Deva.</P><br />
<P>&#8220;A deslocação forçada de populações civis constitui crimes contra a humanidade e crimes de guerra, de acordo com o direito internacional&#8221;, afirmam.</P><br />
<P>Os especialistas condenaram particularmente a campanha de bombardeamentos indiscriminados contra o Líbano, a 08 de abril, poucas horas após o cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão, que atingiu 150 alvos em simultâneo e provocou pelo menos 303 mortos e 1.150 feridos.</P><br />
<P>&#8220;Trata-se de uma violação flagrante da Carta da ONU, de uma destruição deliberada das perspetivas de paz e de uma afronta ao multilateralismo e à ordem internacional&#8221;, afirmaram.</P><br />
<P>Os subscritores apelam ainda aos Estados Unidos para que usem a sua influência a fim de garantir que Israel cesse os ataques contra civis e a outros Estados para que suspendam as transferências de armas para aquele país enquanto continuar a cometer graves violações do direito internacional.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748886]]></sapo:autor>
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		<title>INEM não se compadece com &#8220;paragem de meses&#8221; para pensar a refundação &#8212; ex-ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:52:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-ministro da Saúde Manuel Pizarro defendeu hoje que as características da operação do INEM não se compadecem com uma "paragem de meses" para analisar a refundação do instituto anunciada pelo Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ex-ministro da Saúde Manuel Pizarro defendeu hoje que as características da operação do INEM não se compadecem com uma &#8220;paragem de meses&#8221; para analisar a refundação do instituto anunciada pelo Governo.</P><br />
<P>&#8220;A delicadeza da operação do INEM e a sua urgência quotidiana não se compadece com a paragem de meses para pensar no assunto&#8221;, salientou o antigo governante na comissão parlamentar sobre o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).</P><br />
<P>Na audição perante os deputados, Manuel Pizarro, que foi ministro da Saúde entre setembro de 2022 e março de 2024, adiantou que não gosta da ideia de uma refundação do instituto responsável por coordenar o Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM).</P><br />
<P>&#8220;Como andam com esta conversa da refundação há um ano e tal, ninguém trata de nada e essa é uma parte do problema&#8221;, lamentou o ex-ministro do Governo socialista.</P><br />
<P>Para Manuel Pizarro, o que se sabe do processo de refundação do INEM é apenas uma primeira decisão do INEM de &#8220;abandonar as atividades de formação, que já custou ao instituto a demissão de um dos seus melhores profissionais&#8221;, referindo-se a Miguel Soares de Oliveira.</P><br />
<P>O médico demitiu-se do cargo de diretor do departamento de formação em fevereiro.</P><br />
<P>&#8220;A ideia de diminuir a capacidade de gestão do INEM na área da formação é uma ideia que o país vai pagar muito caro, se for levada até ao fim&#8221;, alertou ainda Manuel Pizarro, lamentando também o facto de o instituto ter tido vários presidentes num curto espaço de tempo.</P><br />
<P>&#8220;Se este método de gestão que o atual Governo tem adotado no INEM fosse seguido na SONAE ela já tinha falido há muito tempo&#8221;, realçou o antigo ministro, para quem &#8220;não há organização humana que resista a troca constante dos seus dirigentes&#8221;. </P><br />
<P>O INEM esteve envolvido em várias polémicas, entre as quais os efeitos das greves no final de 2024, que levou a ministra Ana Paula Martins a chamar a si a competência direta do instituto e anunciar a sua refundação, que está ainda por concluir.</P><br />
<P>Uma das peças-chave dessa refundação é a nova lei orgânica do INEM, que deve ser aprovada em Conselho de Ministros em breve, e que o presidente do instituto, Luís Mendes Cabral, já considerou que se trata da &#8220;necessidade mais permanente&#8221; para reorganizar o sistema de emergência médica e corrigir limitações estruturais.</P><br />
<P>O ex-ministro afirmou ainda que não pode ser responsabilizado pelo que aconteceu no INEM após a sua saída do Governo, defendendo que a situação do instituto &#8220;piorou&#8221; após a demissão do antigo presidente Luís Meira, na sequência do processo de contratação dos helicópteros de emergência médica.</P><br />
<P>&#8220;Não me pode fazer responsável do que se seguiu à minha gestão, que é mesmo muito pior do que aconteceu antes. No INEM há mesmo um antes e um depois da demissão de Luís Meira, há mesmo um antes e um depois, e o depois não é melhor&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Nesta comissão de inquérito, os deputados estão a apurar a atuação do INEM durante a greve às horas extraordinárias dos técnicos de emergência pré-hospitalar no final de outubro e início de novembro de 2024, durante a qual se registaram 12 mortes, três das quais associadas a atrasos no socorro, segundo a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde, assim como a relação da tutela com o instituto desde 2019.</P><br />
<P></P><br />
<P>PC/JML // ZO</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748885]]></sapo:autor>
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		<title>Atividade económica nos EUA afetada por guerra no Médio Oriente &#8211; Livro Bege</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:52:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A economia dos EUA evoluiu a um ritmo modesto em oito dos 12 distritos do banco central [Reserva Federal (Fed)], entre 23 de fevereiro e 06 de abril, segundo o Livro Bege da instituição hoje publicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A economia dos EUA evoluiu a um ritmo modesto em oito dos 12 distritos do banco central [Reserva Federal (Fed)], entre 23 de fevereiro e 06 de abril, segundo o Livro Bege da instituição hoje publicado. </P><br />
<P>Em dois dos distritos, a atividade económica registou mudanças mínimas e em outros dois contraiu-se mesmo. Aquelas datas correspondem ao fim do período de recolha de informação do atual Livro Bege e do anterior, saído em 04 de março. </P><br />
<P>A guerra no Médio Oriente é apontada como a principal fonte de incerteza que perturba as decisões relativas a contratações, definição de preços e investimentos, com muitas empresas a esperar para ver, aponta a Fed na sua publicação. </P><br />
<P>A maioria dos distritos continua a dar conta de constrangimentos no consumo, com uma crescente sensibilidade aos preços e uma procura em crescimento do recurso a bancos alimentares e outros apoios de organizações de serviço social, enquanto, pelo contrário, a despesa entre os consumidores de rendimentos mais elevados mantém o nível. </P><br />
<P>Por seu lado, o mercado laboral manteve-se estável, com apenas um distrito a mencionar um declínio ligeiro. </P><br />
<P>Não obstante, vários distritos apontaram um aumento da contratação precária de trabalhadores, por as empresas estarem com receio de realizarem contratações permanentes. </P><br />
<P>Na parte relativa aos preços, o Livro Bege especificou que, de forma geral, o aumento dos custos foi superior o aumento dos preços de venda, o que se traduziu na compressão dos lucros.  </P><br />
<P>Os custos relativos à energia e ao combustível subiram acentuadamente em todos os distritos da Fed, o que foi atribuído à guerra no Médio Oriente, causando o encarecimento dos custos de transporte e à subida dos preços de produtos como plásticos, fertilizantes e outros produtos derivados do petróleo.  </P><br />
<P>Generalizado foi também o aumento de preços em produtos não relacionados com os hidrocarbonetos. </P><br />
<P>O documento, publicado oito vezes por ano, sintetiza informação sobre a conjuntura proveniente da Fed e dos seus distritos e de entrevistas com economistas, empresários, analistas de mercado e outras fontes. </P><br />
<P>A estrutura territorial da Fed consiste nos distritos de Boston, Nova Iorque, Filadélfia, Cleveland, Richmond, Atlanta, Chicago, St. Louis, Minneapolis, Kansas City, Dallas e San Francisco. </P><br />
<P> </P><br />
<P>RN // RBF</P><br />
<P>Lusa/fim</P><br />
<P> </P><br />
<P> </P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748884]]></sapo:autor>
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		<title>Obra de Vieira da Silva vendida em leilão em Paris por 241 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:44:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma obra sem título da pintora Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992) foi vendida hoje num leilão da Christie's, em Paris, por 241,3 mil euros, de acordo com os resultados anunciados pela leiloeira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma obra sem título da pintora Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992) foi vendida hoje num leilão da Christie&#8217;s, em Paris, por 241,3 mil euros, de acordo com os resultados anunciados pela leiloeira.</P><br />
<P>O quadro de Vieira da Silva partia com uma base de licitação entre 250 mil e 350 mil euros e estava integrado nos lotes do primeiro dia do leilão internacional, a decorrer até sexta-feira, dedicado a arte moderna e contemporânea.</P><br />
<P>A obra de Maria Helena Vieira da Silva, &#8220;proveniente de uma importante coleção europeia&#8221;, segundo a leiloeira, tem origem nos anos de 1953-1954, tendo sido exposta desde então pela Galeria Pierre, em Paris, a Galeria Flore, em Bruxelas, e a Galeria São Mamede, em Lisboa, que a incluiu no catálogo dedicado à pintora, publicado em 1970.</P><br />
<P>A obra fez parte de diversas coleções particulares, de Nova Iorque, Paris, Lisboa e Genebra, tendo sido vendida em Londres, em março de 2018, também em leilão, ao colecionador que agora a levou a mercado.</P><br />
<P>O leilão internacional, neste primeiro dia, somou um volume de vendas de 40,645 milhões de euros, segundo a leiloeira. </P><br />
<P>Os valores mais altos foram atingidos pela escultura &#8220;La pomme de New York&#8221;, de Claude Lalanne, com 6,038 milhões de euros, e pelo quadro &#8220;La Femme au Chapeau&#8221;, do fauvista francês Maurice Vlaminck, contemporâneo de Matisse, vendido por 5,55 milhões de euros.</P><br />
<P>As duas obras apresentavam uma base de licitação entre os cinco milhões e os sete milhões de euros.</P><br />
<P>Em 2024, num leilão também da Christie&#8217;s, em Paris, cinco obras de Maria Helena Vieira da Silva foram vendidas por um total de 418 mil euros &#8211; provenientes da coleção Paul e Jacqueline Duchein &#8211; no qual esteve em destaque o óleo sobre tela &#8220;Curiosités&#8221; (1980), arrematado por 220,5 mil euros, enquanto &#8220;Les Irrésolutions résolues IX&#8221; (1969) foi vendido por 119,7 mil euros.</P><br />
<P>As outras obras de Vieira da Silva vendidas neste leilão foram o quadro &#8220;Façades&#8221; (1982), por 63 mil euros, o guache sobre papel &#8220;Nature morte&#8221; (1986), por 11.340 euros, e o painel de azulejos &#8220;Le Chat&#8221;, do mesmo ano, por 4.032 euros.</P><br />
<P>Um ano antes, a pintura &#8220;Construction&#8221; foi vendida pela mesma leiloeira, em Paris, por 245 mil euros.</P><br />
<P>O valor recorde para a artista em leilão aconteceu em 2018, com &#8220;L&#8217;Incendie 1&#8221;, quadro leiloado em Londres, pela mesma leiloeira, por 2,290 milhões de euros.</P><br />
<P>Nascida em Lisboa, em 1908, Vieira da Silva mudou-se para a capital francesa quando tinha 19 anos para poder estudar durante uma época de intensa atividade artística, tendo acabado por se instalar na cidade, onde morreu em 1992.</P><br />
<P> </P><br />
<P>   MAG (AG/TDI) // RBF</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748882]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>I Liga: João Pinheiro arbitra dérbi entre Sporting e Benfica na 30.ª jornada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:42:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O árbitro João Pinheiro vai dirigir a receção do Sporting ao Benfica, no domingo, no dérbi lisboeta da 30.ª jornada da I Liga, anunciou hoje o Conselho de Arbitragem (CA) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O árbitro João Pinheiro vai dirigir a receção do Sporting ao Benfica, no domingo, no dérbi lisboeta da 30.ª jornada da I Liga, anunciou hoje o Conselho de Arbitragem (CA) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).</P><br />
<P>Nomeado na semana passada como único &#8216;juiz&#8217; luso para a fase final do Mundial2026, o árbitro da associação de Braga vai ser assistido por Bruno Jesus e Luciano Maia e terá Miguel Fonseca como quarto árbitro, cabendo a Rui Costa as funções de videoárbitro (VAR), coadjuvado por João Bessa Silva.</P><br />
<P>João Pinheiro, de 38 anos e internacional há 10 anos, entrou em 2025 na categoria de elite da FIFA e vai dirigir encontros &#8216;grandes&#8217; pela 20.ª vez, e segunda esta época, após ter arbitrado o empate entre Benfica e FC Porto (2-2), em 08 de março, no Estádio da Luz, em Lisboa, para a 25.ª ronda.</P><br />
<P>O bicampeão nacional Sporting, segundo classificado, com 71 pontos (menos um jogo), a cinco do líder isolado FC Porto, defronta o Benfica, terceiro, com 69, no domingo, às 18:00, no Estádio José Alvalade, em Lisboa, em jogo da 30.ª jornada do campeonato.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748881]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Países em desenvolvimento lançam plataforma comum sobre a dívida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:36:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os países mais pobres lançaram hoje a Plataforma dos Mutuários, com o apoio da UNCTAD, para melhorar o sistema financeiro global e lidar com a crescente dívida que dificulta os investimentos em áreas prioritárias para o desenvolvimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os países mais pobres lançaram hoje a Plataforma dos Mutuários, com o apoio da UNCTAD, para melhorar o sistema financeiro global e lidar com a crescente dívida que dificulta os investimentos em áreas prioritárias para o desenvolvimento.</P><br />
<P>&#8220;A dívida externa atingiu 11,7 biliões de dólares [9,91 biliões de euros] em 2024, enquanto os custos do serviço da dívida subiram para aproximadamente 920 mil milhões de dólares [780 mil milhões de euros]; atualmente, 54 países &#8212; onde vivem 3,4 mil milhões de pessoas &#8212; gastam mais no serviço da dívida do que na saúde ou na educação, o que realça a dimensão do desafio&#8221;, lê-se no comunicado de imprensa da ONU Comércio e Desenvolvimento, que atuará como secretariado do grupo.</P><br />
<P>&#8220;Estas pressões têm restringido o investimento público, limitando a capacidade dos países para financiar o crescimento, reforçar a resiliência e alcançar o desenvolvimento sustentável&#8221;, acrescenta-se ainda no texto divulgado hoje, no âmbito dos Encontros da Primavera do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, em Washington.</P><br />
<P>A iniciativa é &#8220;um avanço no financiamento global, uma plataforma na qual os países mutuários se reúnem, aprendem uns com os outros e falam a uma só voz&#8221;, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, citado no comunicado.</P><br />
<P>Ao contrário dos credores, que se juntam em várias organizações com o objetivo de potenciar e fazer valer os seus pontos de vista, os países mutuários &#8220;careciam de uma plataforma dedicada para trocar experiências, partilhar informações e desenvolver capacidades técnicas&#8221;, argumenta a UNCTAD.</P><br />
<P>O lançamento reuniu representantes de 30 países, incluindo primeiros-ministros, 16 ministros e governadores de bancos centrais, representando &#8220;países de todos os tamanhos e regiões &#8212; desde grandes economias como a Índia e a África do Sul até a pequenos e vulneráveis como as Maldivas &#8212;, refletindo a natureza comum dos desafios da dívida em todo o mundo em desenvolvimento&#8221;, lê-se ainda no comunicado.</P><br />
<P></P></p>
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		<item>
		<title>BPI coloca emissão de 500 milhões de euros de obrigações cobertas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:09:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O BPI levou anunciou hoje que colocou uma emissão de 500 milhões de euros de obrigações cobertas, com vencimento em 2032 e taxa de cupão fixa de 3,125%, segundo um comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O BPI levou anunciou hoje que colocou uma emissão de 500 milhões de euros de obrigações cobertas, com vencimento em 2032 e taxa de cupão fixa de 3,125%, segundo um comunicado.</P><br />
<P>Na nota, publicada pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o BPI indicou que &#8220;efetuou hoje a colocação junto de investidores institucionais de uma emissão de obrigações cobertas (&#8216;premium&#8217;) no montante de 500 milhões de euros, com vencimento em abril de 2032 e taxa de cupão fixa de 3,125%&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o banco, &#8220;esta emissão foi realizada ao abrigo do seu programa de obrigações cobertas, cuja garantia global é composta predominantemente por empréstimos hipotecários para habitação&#8221;.</P><br />
<P>A data de liquidação ocorrerá no dia 22 de abril de 2026, rematou o BPI.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748879]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>União dos Sindicatos Independentes quer estar na Concertação para negociar reforma laboral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:05:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A União dos Sindicatos Independentes (USI) disse hoje que vai solicitar a inconstitucionalidade da legislação que impede a representação da estrutura sindical na Comissão Permanente de Concertação Social (CPCS), onde se negoceia a reforma laboral, lamentando não ter assento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 15 abr 2026 (Lusa) &#8211; A União dos Sindicatos Independentes (USI) disse hoje que vai solicitar a inconstitucionalidade da legislação que impede a representação da estrutura sindical na Comissão Permanente de Concertação Social (CPCS), onde se negoceia a reforma laboral, lamentando não ter assento.</P><br />
<P>A USI &#8220;é a terceira central sindical fundada há cerca de 30 anos mas, por motivos dificilmente compreensíveis, não tem assento na Comissão Permanente de Concertação Social&#8221;, lamentou o presidente do conselho diretivo, Paulo Marcos, à agência Lusa. </P><br />
<P>Para o sindicalista, que é também presidente executivo do Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários (SNQTB), &#8220;o Governo negoceia com quem tem pouca representação&#8221;, já que, como afirmou, a USI representa &#8220;os sindicatos independentes que são de certeza mais de 80% dos sindicatos&#8221; existentes.</P><br />
<P>&#8220;Claramente falta [na CPCS] uma representação dos sindicatos independentes que, repito, são a maior parte dos sindicatos em Portugal&#8221;, apesar de não serem &#8220;tão ruidosos&#8221; nem ocuparem &#8220;as ruas com tanta frequência&#8221;, disse ainda. </P><br />
<P>O dirigente anunciou que a estrutura sindical vai &#8220;solicitar um pedido de inconstitucionalidade&#8221; sobre a legislação que impede a participação da USI na CPCS, e informou que, apesar de já ter escrito ao primeiro-ministro e à ministra do Trabalho, ainda não teve resposta.</P><br />
<P>&#8220;É uma batalha que tem perto de 30 anos na sociedade portuguesa&#8221;, disse ainda. &#8220;A lei tem que ser revista&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>Sublinhando que a USI representa &#8220;os trabalhadores mais qualificados, com profissões ligadas aos setores dos serviços&#8221;, Paulo Marcos afirmou encarar &#8220;com imensa estupefação&#8221; o debate atual sobre as mudanças laborais pensadas para &#8220;uma economia que não existe&#8221;.</P><br />
<P>Declarou que a USI manifestou-se &#8220;frontalmente contra&#8221; a reforma laboral do Governo, logo na sua versão inicial, porque o pacote de medidas parecia ser &#8220;uma tentativa de fragilizar as relações laborais, de tornar os jovens potencialmente precários a vida toda e de desproteger os trabalhadores mais qualificados, também em fases mais maduras das suas carreiras, possibilitando o despedimento unilateral e ilícito&#8221;. </P><br />
<P>A USI, contudo, é favorável a &#8220;medidas que incentivem o aumento da produtividade das empresas, porque só as empresas robustas e produtivas é que podem pagar bem aos seus trabalhadores, e proporcionar uma carreira&#8221;, segundo afirmou.</P><br />
<P>Considerando que o pacote do Governo está &#8220;nos antípodas daquilo que uma empresa moderna precisa&#8221;, disse também que as alterações deveriam ir no sentido do que se faz &#8220;na Europa civilizada, rica e próspera&#8221;.</P><br />
<P>Deu como exemplo a participação dos trabalhadores nos órgãos de gestão e supervisão das grandes empresas alemãs, como a Volkswagen, a Siemens e a Bosch.</P><br />
<P>A proposta do Governo, para o dirigente sindical, tem &#8220;coisas muito pouco modernas e ainda por cima estão camufladas&#8221;, criando &#8220;conflitos desnecessários&#8221; com os trabalhadores.</P><br />
<P>O responsável disse também que a USI &#8220;tem vindo a crescer paulatinamente&#8221; e tem representação no setor financeiro, telecomunicações, radiodifusão, distribuição postal, energia, transportes e Administração Pública. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748877]]></sapo:autor>
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		<title>PS suspende e abre processo disciplinar a militante suspeito de ataque na Marcha pela Vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:55:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O PS anunciou hoje a abertura de um processo disciplinar e a decisão suspender preventivamente o militante suspeito de atirar um cocktail molotov durante a Marcha pela Vida, mostrando-se surpreendido com as notícias vindas a público.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PS anunciou hoje a abertura de um processo disciplinar e a decisão suspender preventivamente o militante suspeito de atirar um cocktail molotov durante a Marcha pela Vida, mostrando-se surpreendido com as notícias vindas a público.</P><br />
<P>&#8220;O Partido Socialista tomou conhecimento, através da comunicação social, que o indivíduo suspeito de ter arremessado um objeto incendiário na direção de uma manifestação [Marcha pela Vida] é militante do PS&#8221;, pode ler-se numa nota do partido enviada à agência Lusa.</P><br />
<P>Na sequência dessa informação, que dizem ter surpreendido o PS, o secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, &#8220;decidiu remeter de imediato para a Comissão Nacional de Jurisdição esta informação, com vista à instauração de um processo disciplinar que determine a aplicação da sanção adequada à alegada prática dos factos que lhe são imputados&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A confirmarem-se os factos poderá ser aplicada a expulsão de militante. O Secretariado Nacional determinou, desde já, a suspensão preventiva do militante em causa&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>É recordado que o PS &#8220;condenou publicamente o ato em causa, em intervenções produzidas na Assembleia da República e na Assembleia Municipal de Lisboa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O PS não pactua com nenhum tipo de violência e considera absolutamente intolerável qualquer ato que possa consubstanciar um comportamento desse tipo&#8221;, conclui.</P><br />
<P>A Polícia Judiciária (PJ) deteve o homem que atirou um &#8220;cocktail molotov&#8221; contra as pessoas que participavam na manifestação &#8220;Marcha pela Vida&#8221;, que decorreu no mês passado em Lisboa.</P><br />
<P>A PJ explica, em comunicado divulgado hoje, que o homem, detido na terça-feira, está indiciado pela &#8220;tentativa da prática dos crimes de infrações terroristas&#8221;, posse de arma proibida, incêndio, explosão e &#8220;outras condutas especialmente perigosas e de ofensas à integridade física grave&#8221;.</P><br />
<P>O homem já tinha sido detido pela PSP, por posse de arma proibida, no dia da manifestação, que decorreu a 21 de março, junto à Assembleia da República, e ficou obrigado a apresentar-se diariamente às autoridades.</P><br />
<P>O homem, que não participava na manifestação, terá atirado um &#8216;cocktail molotov&#8217; com gasolina na direção dos manifestantes.</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748876]]></sapo:autor>
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		<title>Ex-ministro diz ser impossível Força Aérea assegurar serviço de emergência médica</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:45:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa, 15 abr 2026 (Lua) -- O ex-ministro da Saúde Manuel Pizarro defendeu hoje "ser impossível" a Força Aérea assegurar o serviço de helicópteros de emergência médica, alegando que para a operação de quatro aeronaves são necessários cerca de 40 pilotos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Lisboa, 15 abr 2026 (Lua) &#8212; O ex-ministro da Saúde Manuel Pizarro defendeu hoje &#8220;ser impossível&#8221; a Força Aérea assegurar o serviço de helicópteros de emergência médica, alegando que para a operação de quatro aeronaves são necessários cerca de 40 pilotos.</P><br />
<P>&#8220;Se alguém sonha que algum dia os quatro helicópteros de emergência médica do país, 24 horas por dia, vão ser operados pela Força Aérea, desejo-lhe muitas felicidades&#8221;, referiu o ex-governante na comissão parlamentar de inquérito sobre o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).</P><br />
<P>Aos deputados, Manuel Pizarro salientou que, em 2008 e 2009, era secretário de Estado quando foi criado o serviço de helicópteros de emergência médica, altura em que esteve a trabalhar com a Força Aérea Portuguesa nessa possibilidade.</P><br />
<P>&#8220;Sei que isso é impossível hoje e será impossível na próxima década. Não vamos fazer mais futurologia do que isso&#8221;, salientou o antigo ministro da Saúde, ao alertar que a questão não se resume ao número de helicópteros disponíveis para o serviço.</P><br />
<P>Segundo disse, para ter um helicóptero disponível 24 horas por dia para a emergência médica, se os pilotos trabalharem 40 horas por semana, são precisos &#8220;nove a 10 pilotos em cada&#8221; aeronave.</P><br />
<P>&#8220;Mas alguém dos aqui presentes acha que a Força Aérea tem 40 pilotos de helicópteros para colocar em cada um dos sítios do país?&#8221;, questionou Manuel Pizarro, para quem &#8220;isso não acontece hoje e nem vai acontecer nunca&#8221;.</P><br />
<P>A Força Aérea vai dispor de quatro novos helicópteros Black Hawk que servirão, segundo o Ministério da Defesa, também para operações de emergência médica, num investimento de cerca de 32 milhões de euros, com recurso ao financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).</P><br />
<P>Atualmente, este serviço é prestado por uma empresa privada, que assegura helicópteros 24 horas por dia nas quatro bases do INEM, através de um contrato no valor de 77,5 milhões de euros que vigora até 2030.</P><br />
<P>Nesta comissão de inquérito, os deputados estão a apurar a atuação do INEM durante a greve às horas extraordinárias dos técnicos de emergência pré-hospitalar no final de outubro e início de novembro de 2024, durante a qual se registaram 12 mortes, três das quais associadas a atrasos no socorro, segundo a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde, assim como a relação da tutela com o instituto desde 2019.</P><br />
<P></P><br />
<P>PC/JML // ZO</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748875]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: EUA discutem possível segunda ronda de negociações no Paquistão &#8211; Casa Branca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:39:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos estão a discutir uma possível segunda ronda de negociações com o Irão, novamente no Paquistão, afirmou hoje a porta-voz da Casa Branca, depois do fracasso da primeira ronda no fim de semana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos estão a discutir uma possível segunda ronda de negociações com o Irão, novamente no Paquistão, afirmou hoje a porta-voz da Casa Branca, depois do fracasso da primeira ronda no fim de semana.</P><br />
<P>&#8220;Estas discussões estão a decorrer, mas nada é oficial enquanto não for anunciado pela Casa Branca&#8221;, afirmou Karoline Leavitt.</P><br />
<P>&#8220;Mas estamos otimistas quanto à perspetiva de um acordo&#8221;, disse, acrescentando ser &#8220;muito provável que se realizem no mesmo local que da última vez&#8221;.</P><br />
<P> </P><br />
<P>TAB // EJ</P><br />
<P>Lusa/Fim</P><br />
<P> </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748874]]></sapo:autor>
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		<title>Associação dos oficiais da GNR diz que reativação da BT &#8220;tem vantagens e desvantagens&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A associação que representa os oficiais da GNR considerou hoje que apenas a reativação da Brigada de Trânsito "não vai resolver o problema da segurança rodoviária", sendo necessário existir "uma estratégia integral" e uma atuação dirigida ao condutor infrator.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A associação que representa os oficiais da GNR considerou hoje que apenas a reativação da Brigada de Trânsito &#8220;não vai resolver o problema da segurança rodoviária&#8221;, sendo necessário existir &#8220;uma estratégia integral&#8221; e uma atuação dirigida ao condutor infrator.</P><br />
<P>&#8220;Tem vantagens e desvantagens. A maior vantagem é a questão da centralização num comando único para combater efetivamente a sinistralidade rodoviária&#8221;, referiu à Lusa o presidente da Associação Nacional de Oficiais da Guarda (ANOG), Tiago Gonçalves da Silva, sobre o anúncio do ministro da Administração Interna da reativação da Brigada de Trânsito (BT) da GNR quase 20 anos depois de ter sido desativada.</P><br />
<P>Para o presidente da associarão que representa os oficiais da Guarda Nacional Republicana, não é apenas a reativação de uma Brigada de Trânsito que vai resolver o problema da sinistralidade rodoviária, sendo necessária &#8220;uma estratégia integral&#8221; que envolva as autoridades administrativas como o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), as associações de prevenção rodoviária e também as forças de segurança.</P><br />
<P>Além desta estratégia integral, Tiago Gonçalves da Silva considerou &#8220;fundamental uma atuação sobre o infrator que se baseie no flagrante delito&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nunca iremos resolver o problema da sinistralidade rodoviária com o atual sistema altamente garantístico do arguido numa contraordenação fora de flagrante delito. Radares em que não há intervenção direta das patrulhas, a probabilidade de ser prescrito o auto é enormíssima&#8221;, precisou.</P><br />
<P>Tiago Gonçalves da Silva disse ainda que em cerca de 20 anos houve &#8220;uma redução de mais de 50% do efetivo na especialidade de trânsito&#8221;.</P><br />
<P>Luís Neves anunciou hoje uma série de medidas como a reativação da Brigada de Trânsito da GNR quase 20 anos depois de ter sido extinta, um novo Código da Estrada, mais fiscalização, passando as operações &#8216;stop&#8217; a serem realizadas sem aviso prévio, mais radares de controlo de velocidade, alargamento dos critérios de cassação das cartas de condução, e maior punição da condução sob o efeito de álcool.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748873]]></sapo:autor>
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		<title>Pizarro diz que consequências da greve do INEM não ocorreriam se fosse ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:29:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O anterior ministro da Saúde, Manuel Pizarro, afirmou hoje que, se estivesse em funções aquando da greve do INEM de 2024, as consequências dessa paralisação não teriam acontecido, devido ao contacto permanente que mantinha com os sindicatos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O anterior ministro da Saúde, Manuel Pizarro, afirmou hoje que, se estivesse em funções aquando da greve do INEM de 2024, as consequências dessa paralisação não teriam acontecido, devido ao contacto permanente que mantinha com os sindicatos.</P><br />
<P>&#8220;Eu tenho a profunda convicção, aliás provada pelo ano e meio em que fui ministro, que se eu fosse ministro nunca tinha acontecido o que aconteceu em torno da greve de outubro e de novembro de 2024 no INEM&#8221;, declarou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) ao Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).</P><br />
<P>Aos deputados, Pizarro sublinhou que, enquanto esteve no cargo entre setembro de 2022 e março de 2024, manteve contacto direto e permanente com os dirigentes sindicais, garantindo que esse acompanhamento permitiu evitar situações semelhantes.</P><br />
<P>&#8220;Enquanto fui ministro fiz tudo o que estava ao meu alcance para limitar a existência e o impacto das greves do INEM&#8221;, lembrou.</P><br />
<P>O ex-governante socialista insistiu que nunca, durante o seu mandato, se verificou algo comparável ao que ocorreu no final de 2024.</P><br />
<P>&#8220;Nunca em 2022 ou em 2023 ou até ao dia 02 de abril de 2024 houve nada que se comparasse no INEM com a greve de outubro e novembro de 2024, nunca nada que se comparasse. Eu ainda tenho aqui no meu telemóvel o número dos dirigentes sindicais, porque telefonava-lhes, se fosse caso disso, de manhã, à tarde ou à noite&#8221;, realçou.</P><br />
<P>Pizarro disse que, do seu ponto de vista, é &#8220;impensável&#8221; que um membro do Governo não acompanhe &#8220;de forma absolutamente constante&#8221; uma greve no INEM, dada a sensibilidade do serviço de emergência médica.</P><br />
<P>&#8220;Eu sabia tudo o que se passava numa greve do INEM &#8216;on time&#8217;, porque é impensável do meu ponto de vista que um membro do Governo não acompanhe uma coisa séria como uma greve do INEM de forma absolutamente constante. Eu não precisava de ver no telejornal nem nos jornais que havia um problema, eu sabia que havia um problema e intervinha para limitar o impacto das greves&#8221;, explicou.</P><br />
<P>O antigo ministro recordou que a resolução rápida da paralisação, assim que o sindicato foi chamado ao Ministério da Saúde, demonstra a complexidade do processo e a importância da mediação política.</P><br />
<P>Durante as greves dos técnicos de emergência pré-hospitalar (TEPH), entre 30 de outubro e 4 de novembro de 2024, registaram-se 12 mortes, três das quais associadas a atrasos no socorro, segundo a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS).</P><br />
<P>Pizarro defendeu ainda a qualidade do INEM, afirmando que a instituição se destaca no panorama internacional e que os profissionais garantem, diariamente, respostas rápidas e qualificadas à população.</P><br />
<P>&#8220;Eu sustento que o INEM é uma grande instituição do país e que na comparação internacional o INEM honra Portugal e honra os portugueses&#8221;, realçou, elogiando o corpo técnico do instituto e sublinhando a elevada preparação e dedicação dos profissionais.</P><br />
<P>O ex-governante reconheceu que existem falhas e margem para melhorias, mas insistiu que essas limitações sempre existiram e nunca comprometeram o funcionamento global do sistema de emergência pré-hospitalar &#8212; até ao final de 2024.</P><br />
<P>&#8220;Isso é que nunca tinha acontecido antes. A resposta do INEM e a confiança que os portugueses podem ter, isso foi tudo anterior a esses dias fatídicos em que, de facto, a resposta do INEM esteve muito comprometida&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Composta por 24 deputados para apurar responsabilidades políticas, técnicas e financeiras relativas à atual situação do INEM, a CPI foi aprovada em julho do ano passado por proposta da IL. </P><br />
<P>O foco inclui a atuação do INEM durante a greve do final de outubro e início de novembro de 2024 e a relação das tutelas políticas com o instituto desde 2019.</P><br />
<P></P><br />
<P></P><br />
<P>JML/PC // ZO</P></p>
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