“Reduzir impostos não é ter menos retorno”: Andaluzia quer atrair portugueses ricos

O presidente da Andaluzia, Juanma Moreno, afirmou esta quinta-feira que o novo sistema tributário andaluz torna a comunidade um local de residência ideal para pessoas com altos rendimentos que têm atualmente domicílio fiscal na Catalunha, Portugal, Reino Unido ou Marrocos.

Em 2018 foi aprovado a supressão do imposto sobre a riqueza e reduções dos impostos sobre rendimentos na comunidade espanhola, sendo que o edil andaluz quer aproveitar estas medidas para atrair pessoas com rendimentos elevados, mas não só, para a Andaluzia. O executivo pretende também captar como residentes muitas pessoas que passaram a ter uma casa na Andaluzia como segunda habitação, com domicílio fiscal em Reino Unido, Marrocos ou Portugal, revela o ‘elEconomista’.

O imposto sobre a riqueza era um entrave para atrair pessoas com altos rendimentos, e esses declaravam os seus bens não em Espanha, mas noutras partes do mundo, e pagavam impostos sobre eles.

O edil andaluz destaca ainda a ascensão do teletrabalho, tendo muitos executivos se estabelecido na comunidade espanhola, mas sem transferir o seu domicílio fiscal. O objetivo é fazer com que as novas condições fiscais os façam mudar de ideias.

Até agora, o contribuinte que pagava pelo seu Património na Andaluzia (com bens avaliados em mais de 700.000 euros) gastou mais de 4.500 euros, em média. “Reduzir impostos não é ter menos retorno”, diz Juanma Moreno.




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