Reditus regista lucro de 8,7 milhões de euros em 2022

Proveitos operacionais apresentam um aumento de 14,9% ascendendo a 28,2 milhões de euros, face aos 24,5 milhões de euros do período homólogo

Executive Digest com Lusa

A Reditus registou um lucro de 8,7 milhões de euros em 2022, valor que compara com um resultado positivo de 2,7 milhões de euros um ano antes, comunicou na terça-feira a tecnológica ao mercado.

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Os proveitos operacionais apresentam um aumento de 14,9% ascendendo a 28,2 milhões de euros, face aos 24,5 milhões de euros do período homólogo.

“O aumento dos proveitos é reflexo de um crescimento significativo do segmento de IT Outsourcing, acompanhado pelo bom desempenho da atividade internacional”, pode ler-se no comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliário (CMVM).

“Em 2022 os negócios da Reditus oriundos da sua atividade internacional representaram 43% do total de proveitos, registando um incremento de 18 pontos percentuais (pp) relativamente ao período homólogo. O volume de negócios situou-se nos 12,1 milhões de euros, representando um aumento de cerca de 6 milhões de euros relativamente ao ano anterior e uma variação positiva de 98,3%”, destacou ainda.

O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) foi de 13,6 milhões de euros em 2022, valor que compara com os 5,7 milhões de euros um ano antes.

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“Este valor reflete uma margem EBITDA de 48.1% e representa um incremento de 24,8 pp relativamente ao valor registado em 2021”, referiu a tecnológica.

“O sucesso da estratégia implementada pela Reditus, juntamente com o surgir de novas oportunidades de negócio, o “kick-off” e o relançamento de alguns projetos estratégicos e de grande dimensão no plano internacional, permitiram um crescimento acentuado dos negócios em 2022 e consequentemente dos seus indicadores financeiros”, frisou ainda a empresa, na comunicação ao mercado.

Em 14 de maio, a empresa tinha comunicado um novo adiamento da publicação dos resultados de 2022.

O mais recente Relatório e Contas enviado pela Reditus ao mercado datava de 30 de maio de 2023 e dizia respeito ao exercício de 2021.

Num esclarecimento publicado em 22 de dezembro, a Reditus justificou os atrasos com “a necessidade de ter divulgado ao mercado informação financeira complementar, de forma retrospetiva e com reexpressão dos comparativos de 2020 e 2019, por referência aos documentos de prestação de contas relativos a 30 de junho de 2021”.

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Desde então, afirma a sociedade, tal terá provocado um ‘efeito dominó’ nas contas.

“Aquele esforço adicional provocou também um atraso no processo, ainda que longo e muito consumidor de recursos, que agora tem corrido com normalidade”, defendeu, então, a Reditus.

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