Rede Expressos já transportou 200 mil passageiros para os aeroportos em 2025. “O reforço das ligações é um passo decisivo”

Até ao final de julho, a Rede Expressos transportou mais de 200 mil passageiros nas ligações rodoviárias que asseguram o acesso aos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro, abrangendo um total de 112 localidades.

Fábio Carvalho da Silva e André Mendes
Agosto 25, 2025
10:50

Até ao final de julho, a Rede Expressos transportou mais de 200 mil passageiros nas ligações rodoviárias que asseguram o acesso aos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro, abrangendo um total de 112 localidades.

O reforço da rede tem como objetivo aproximar a população dos aeroportos nacionais, criando uma verdadeira “ponte” entre o interior e o litoral. A reestruturação de serviços passou a incluir paragens nos aeroportos em cidades como Coimbra, Guarda, Viseu, Vila Real, Évora e Castelo Branco, com horários ajustados para permitir que os passageiros cheguem com a antecedência necessária às partidas.



Coimbra destaca-se atualmente como a principal origem de passageiros com destino aos aeroportos, reflexo da forte adesão da região Centro a estas ligações. Numa zona sem aeroporto, estas conexões têm desempenhado um papel determinante no acesso direto a destinos internacionais. O impacto sente-se também no turismo: Albufeira, Lagos e Portimão registaram um aumento significativo nas reservas de passageiros que aterram em Lisboa e Faro, reforçando a mobilidade partilhada como alternativa ao aluguer de automóvel e contribuindo para um turismo mais sustentável.

Entre os aeroportos nacionais, o Francisco Sá Carneiro, no Porto, lidera as preferências, reunindo cerca de 60% da escolha dos passageiros. Segundo o feedback recolhido, a adesão resulta da forte presença de companhias aéreas low cost, da variedade de destinos disponíveis e da qualidade das infraestruturas e serviços, nomeadamente nos processos de check-in e controlo de segurança.

“O reforço das ligações aos aeroportos é um passo decisivo para uma mobilidade mais integrada e equitativa. Continuamos focados na expansão da rede para responder às necessidades dos passageiros, apoiar as autarquias e reduzir as assimetrias regionais, com soluções que sirvam as pessoas e o território.” refere Nelson Silva, diretor-geral da Rede Expressos.

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