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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Dos Incas aos Simpsons: o guia completo para compreender o eclipse solar, os seus mitos e o que diz a ciência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 19:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[eclipse solar]]></category>
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					<description><![CDATA[Muito antes de a ciência explicar este fenómeno, a Humanidade encontrou outras respostas para o desaparecimento súbito do Sol]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 12 de agosto, Portugal vai assistir ao primeiro eclipse solar total em mais de um século. Durante alguns segundos, o dia transformar-se-á em noite numa estreita faixa do nordeste transmontano. Mas, muito antes de a ciência explicar este fenómeno, a Humanidade encontrou outras respostas para o desaparecimento súbito do Sol.</p>
<p>Dos Incas aos criadores de Os Simpsons, passando por dragões chineses, lobos da mitologia nórdica e sapos gigantes das tradições indígenas da América do Norte, os eclipses inspiraram histórias que atravessaram séculos e continuam hoje a fazer parte da cultura popular.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, esse património está agora reunido no atlas interativo &#8220;Um Mundo de Eclipses&#8221;, desenvolvido pela Sociedade Astronómica Espanhola. O projeto reúne mais de uma centena de testemunhos dos cinco continentes, desde hieróglifos egípcios e murais africanos até referências em mangás japoneses, nas aventuras de Tintim e em episódios de Os Simpsons, mostrando como um simples alinhamento entre a Terra, a Lua e o Sol continua a alimentar a imaginação humana.</p>
<p><strong>Quando o Sol desaparecia, começavam os rituais</strong></p>
<p>Nas civilizações maia e inca, um eclipse era interpretado como uma crise divina. Segundo o Museu Nacional do Índio Americano, do Smithsonian, acreditava-se que eram necessários rituais e sacrifícios para devolver o brilho ao Sol.</p>
<p>Entre alguns povos indígenas da América do Norte, a explicação era bem diferente. Os cherokees acreditavam que um enorme sapo tentava engolir o Sol e faziam o maior barulho possível para o afugentar. Já os paiutes do sul viam o fenómeno como um raro encontro entre o Sol e a Lua.</p>
<p>Na China antiga, dizia-se que um dragão celestial devorava o Sol. Sempre que ocorria um eclipse, a população batia tambores e objetos metálicos para obrigar a criatura a libertar a estrela.</p>
<p>Ao mesmo tempo, na antiga Babilónia, os astrónomos registavam eclipses em tabuletas de argila com grande precisão matemática, lançando algumas das bases da astronomia moderna.</p>
<p><strong>Reis, guerras e maus presságios</strong></p>
<p>Na Europa medieval, um eclipse era frequentemente visto como um sinal de desgraça iminente.</p>
<p>Quando o eclipse de 1133 coincidiu com a morte do rei Henrique I de Inglaterra, a crença de que estes fenómenos anunciavam guerras, epidemias ou a morte de monarcas ganhou ainda mais força.</p>
<p>Na mitologia nórdica, a explicação passava pelos lobos Sköll e Hati, que perseguiam permanentemente o Sol e a Lua e, de tempos a tempos, conseguiam alcançá-los.</p>
<p><strong>E as grávidas? O que diz a ciência</strong></p>
<p>Algumas crenças sobreviveram até aos dias de hoje. Em vários países da América Latina e em zonas rurais da Europa continua a aconselhar-se as grávidas a não olharem para um eclipse, a usarem fitas vermelhas ou objetos metálicos e até a permanecerem dentro de casa.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, não existe, porém, qualquer evidência científica de que um eclipse provoque complicações na gravidez, partos prematuros ou malformações. Nem a Organização Mundial da Saúde nem as principais sociedades científicas reconhecem qualquer risco desse tipo.</p>
<p><strong>O único perigo é olhar diretamente para o Sol</strong></p>
<p>O verdadeiro risco continua a ser a observação do eclipse sem proteção adequada.</p>
<p>Os especialistas recomendam apenas a utilização de óculos certificados para eclipses, de acordo com a norma ISO 12312-2, ou métodos de projeção indireta. Óculos de sol, películas de raio-X, vidro fumado ou telescópios sem filtros próprios não oferecem proteção e podem provocar lesões permanentes na retina.</p>
<p><strong>Um fenómeno histórico para Portugal</strong></p>
<p>O eclipse de 12 de agosto será um dos acontecimentos astronómicos mais importantes da história recente do país.</p>
<p>Embora mais de 90% do Sol fique ocultado em praticamente todo o território continental, apenas uma estreita faixa junto a Guadramil e Rio de Onor, no concelho de Bragança, permitirá observar a totalidade, durante cerca de 26 segundos.</p>
<p>Será o primeiro eclipse solar total visível em Portugal desde 1912. Depois deste, o próximo só deverá ocorrer em 2144, tornando esta uma oportunidade única para a esmagadora maioria dos portugueses assistir ao momento em que, durante breves instantes, o dia dá lugar à noite.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797448]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>É falso que vídeo mostre quatro migrantes ilegais no Algarve e que mais 100 mil estão a caminho de Marrocos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 18:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa, 04 ago 2026 (Lusa Verifica) -- A desinformação sobre a crise migratória em Ceuta continua, como as narrativas falsas dos migrantes encontrados num camião português no Reino Unido, que não partiram do Algarve, e o vídeo dos 100 mil invasores subsaarianos a caminho de Marrocos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Lisboa, 04 ago 2026 (Lusa Verifica) &#8212; A desinformação sobre a crise migratória em Ceuta continua, como as narrativas falsas dos migrantes encontrados num camião português no Reino Unido, que não partiram do Algarve, e o vídeo dos 100 mil invasores subsaarianos a caminho de Marrocos.</P><br />
<P></P><br />
<P>+++ Alegações: &#8220;imigrantes ilegais chegam ao Algarve&#8221;,  &#8220;mais de 100 mil imigrantes subsaarianos na Argélia a caminho de Marrocos&#8221; e &#8220;migrante com Apple Watch&#8221; +++</P><br />
<P></P><br />
<P>A recente entrada em massa de migrantes nos enclaves espanhóis de Ceuta e de Melilla, situados no norte de Marrocos, continua a dar azo a dezenas de publicações nas redes sociais, algumas a denunciar a alegada chegada de alguns desses migrantes ao Algarve.</P><br />
<P>Nesta terça-feira, 04 de agosto, a deputada do Chega Rita Matias partilhou em várias redes sociais um vídeo em que denunciou que &#8220;imigrantes Ilegais chegam ao Algarve&#8221; e ao qual juntou imagens de um alegado incidente recente onde se vêem quatro homens a saltar de um camião com uma galera de uma empresa chamada &#8220;Algarve Removals&#8221; e um trator da Mota&amp;Silva: https://archive.ph/YJi4o. </P><br />
<P>Na mensagem que partilha, Rita Matias afirma que as imagens mostram &#8220;o resultado da inação de Luís Montenegro neste vídeo que já foi partilhado por um parlamentar do Reino Unido&#8221; e que &#8220;Portugal está a ser a chacota da Europa graças à irresponsabilidade de Pedro Sánchez em Espanha e de Luís Montenegro em Portugal.&#8221;</P><br />
<P>Outra narrativa que circula num &#8220;alerta vermelho&#8221; partilhado nas últimas horas em várias redes sociais é a de que estão &#8220;mais de 100 mil imigrantes subsaarianos na Argélia a caminho de Marrocos&#8221;, alegadamente empurrados pelo exército argelino: https://archive.ph/epoJo, https://archive.ph/KhoUW e https://archive.ph/QvBv0. (exemplos). </P><br />
<P>No domingo, 02 de agosto, outro deputado do Chega, Pedro Frazão, também questionou no X, antigo Twitter, se &#8220;uma imigrante ilegal muçulmana é tão pobre que atravessa a fronteira de Apple Watch?&#8221;, alegando que &#8220;isto não passa de uma grande invasão orquestrada como ataque à Europa!&#8221;: https://archive.ph/fZYWB.</P><br />
<P></P><br />
<P>+++ Factos: vídeo do camião foi filmado no Reino Unido, imagens dos &#8216;100 mil migrantes&#8217; são do Mali e relógio da migrante não é um Apple Watch +++</P><br />
<P>À semelhança de conteúdos desinformativos anteriores já verificados pela Lusa Verifica (https://archive.ph/tyBPr), simples pesquisas reversas pelas fotos ou vídeos permitiram encontrar rapidamente os seus contextos factuais. </P><br />
<P>No caso do vídeo partilhado por Rita Matias, a pesquisa de um fotograma no Google Lens, por exemplo, revelou em segundos que as imagens diziam respeito a um incidente registado no condado de Essex, nos arredores de Londres, e não no Algarve.</P><br />
<P>Durante o processo de verificação foi possível constatar que a deputada alterou o texto das publicações para &#8220;imigrantes Ilegais passam pelo Algarve&#8221; em vez da versão inicial que dizia &#8220;chegam ao Algarve&#8221;: https://archive.ph/t7cnQ e https://archive.ph/zMnFb.</P><br />
<P>A fonte da deputada será um &#8216;post&#8217; com mais de 1,3 milhões de visualizações do ex-conservador Robert Jenrick, atualmente deputado do Reform UK, de extrema-direita, que questiona se &#8220;serão estes os primeiros migrantes de Ceuta a chegar às costas&#8221; britânicas saídos &#8220;da traseira de um camião vindo do sul de Portugal, que terá passado por Espanha&#8221; e pede a sua deportação: https://archive.ph/ZlBFU.  </P><br />
<P>Através dos media britânicos, que explicam que o incidente ocorreu junto à localidade de Maldon, após uma viagem entre Málaga, no sul de Espanha, e o Reino Unido, apenas com uma paragem no norte de França (https://archive.ph/q1XYM, https://archive.ph/oPlur, https://archive.ph/bezQP e https://archive.ph/AP8M5), é possível geolocalizar o local do vídeo a poucas centenas de metros do armazém da empresa em Essex: https://archive.ph/oV149. </P><br />
<P>A consulta das páginas da Algarve Removals, que tem delegações no Algarve, Málaga e Inglaterra, também permitiu encontrar pelo menos dois esclarecimentos, um deles publicado quase duas horas antes das publicações de Rita Matias, nos quais a administração explicou estar &#8220;profundamente perturbada e frustrada&#8221; com o sucedido e &#8220;a colaborar com a polícia na sua investigação&#8221;: https://archive.ph/jI05T.</P><br />
<P>Segundo este e outro esclarecimento, bem como declarações aos media ingleses, a entrada dos migrantes terá ocorrido não em Espanha, nem no Algarve, mas sim perto de Rouen, em França, onde o camião de uma empresa subcontratada parou durante a noite.</P><br />
<P>&#8220;Nesta fase, acreditamos que os indivíduos tiveram acesso ao reboque através do tejadilho, onde foi aberto um grande buraco durante a pernoita perto de Rouen, duas horas a sul de Calais. Este é um posto de abastecimento de combustível/paragem para camiões seguro que utilizamos sempre&#8221; e onde &#8220;as portas traseiras e as cortinas laterais permaneceram seladas e trancadas com um dispositivo de segurança durante todo o tempo.&#8221;</P><br />
<P>A empresa assegura ainda que no dia seguinte o camião só parou junto ao armazém de destino, em Essex, não tendo sido detectadas irregularidades nas inspecções de segurança realizadas em Calais pelas autoridades francesas e britânicas. </P><br />
<P>Quanto à origem e identidade dos quatro migrantes ainda não existe informação uma vez que as autoridades britânicas ainda não os conseguiram capturar, mas o condutor do camião que chegou a estar detido já foi libertado e ilibado pelas autoridades inglesas, avança a empresa: https://archive.ph/ufkDC.</P><br />
<P>A narrativa sobre os alegados &#8220;100 mil imigrantes subsaarianos na Argélia a caminho de Marrocos&#8221; também não encontra suporte nos media regionais nem passou nas pesquisas reversas, que revelaram que as imagens são de facto recentes, mas foram gravadas no norte do Mali, na região de Azawad.</P><br />
<P>O vídeo que circula nas redes e outros mostram, na verdade, a fuga de alguns milhares de mineiros ilegais, muitos nigerianos, que tentam regressar a casa após ataques das forças Forças Armadas do Mali, apoiadas por mercenários russos, contra grupos rebeldes separatistas tuaregues e facções jihadistas que operam na região.  </P><br />
<P>Essa versão pode ser confirmada nas redes sociais dos próprios mercenários ou da propaganda russa (https://archive.ph/4J891, https://archive.ph/B6gSE, https://archive.ph/yw4YA e https://archive.ph/iNt7d) e em páginas regionais e analistas da comunidade OSINT (investigações através de fontes abertas): https://archive.ph/ZnjFm , https://archive.ph/xA8iq e https://archive.ph/0IksJ (exemplos).</P><br />
<P>Quanto à migrante com o alegado Apple Watch, basta conhecer a marca ou comparar a foto (https://archive.ph/QAN1Q) com as várias séries do relógio para perceber que não se trata do alegado: o relógio da foto tem o botão lateral no centro da caixa enquanto todas as séries do Apple Watch, cujos preços começam atualmente nos 279 euros, têm o botão lateral descentrado na parte superior: https://archive.ph/gISfn. </P><br />
<P></P><br />
<P>+++ Contraditório +++</P><br />
<P>A Lusa Verifica questionou o gabinete de comunicação do Chega sobre se a deputada Rita Matias tem alguma informação confirmada sobre a alegada relação dos migrantes no vídeo com a entrada irregular em Ceuta ou no Algarve, mas não obteve respostas. </P><br />
<P>Por seu lado, relativamente à foto da migrante com um &#8216;smartwatch&#8217;, o deputado Pedro Frazão explicou que se baseou &#8220;na identificação visual do aparelho através das imagens, nas quais o relógio apresenta um formato, uma bracelete e elementos visuais compatíveis com um Apple Watch&#8221;.</P><br />
<P>O também vice-presidente do Chega assegurou ainda que, &#8220;naturalmente, sem observar o equipamento de perto, não é possível confirmar com absoluta certeza a marca ou o modelo&#8221; e que corrigirá a publicação caso esteja errado.</P><br />
<P>&#8220;Caso se venha a demonstrar que é um smartwatch de outra marca, farei essa precisão. O ponto essencial da publicação mantém-se: as imagens levantam dúvidas legítimas sobre a narrativa de extrema pobreza que tem sido apresentada ao público&#8221;, disse em resposta escrita à Lusa Verifica. </P><br />
<P></P><br />
<P>+++ Avaliação Lusa Verifica: Falso +++</P><br />
<P>As redes sociais continuam a ser invadidas por narrativas falsas e fotos e vídeos antigos ou descontextualizados sobre a vaga migratória registada recentemente nos territórios autónomos espanhóis de Ceuta e de Melilla, que fazem fronteira com Marrocos, e que em poucas horas viram entrar mais de 60 mil migrantes de forma irregular.</P><br />
<P>Nestes três casos, são falsas as narrativas em torno de um vídeo de um incidente com migrantes vistos a sair de um camião português em Essex, no Reino Unido, o &#8220;alerta&#8221; sobre uma alegada coluna de 100 mil migrantes que estariam a atravessar a Argélia para chegar a Marrocos e a denúncia de que uma migrante chegou a Ceuta com um Apple Watch.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797622]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Gigantes do petróleo ganharam mais de 700 mil dólares por minuto durante a guerra com o Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 18:18:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[As oito maiores petrolíferas cotadas em bolsa registaram lucros de cerca de 93 mil milhões de dólares (cerca de 80 mil milhões de euros) entre abril e junho deste ano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As oito maiores petrolíferas cotadas em bolsa registaram lucros de cerca de 93 mil milhões de dólares (cerca de 80 mil milhões de euros) entre abril e junho deste ano, um resultado impulsionado pela guerra entre Israel, Estados Unidos e Irão, que fez disparar os preços do petróleo, segundo uma análise do &#8216;The Guardian&#8217;.</p>
<p>O valor representa quase o dobro dos lucros registados no mesmo período do ano passado, quando estas empresas tinham somado cerca de 50 mil milhões de dólares (43 mil milhões de euros). Segundo o jornal britânico, o conflito no Médio Oriente levou o barril de petróleo a ultrapassar os 126 dólares, criando um cenário altamente favorável para os produtores de petróleo.</p>
<p>No conjunto, Saudi Aramco, BP, Shell, Equinor, TotalEnergies, Eni, Chevron e ExxonMobil terão gerado, em média, mais de 700 mil dólares de lucro por minuto durante o segundo trimestre do ano.</p>
<p>A maior fatia pertenceu à Saudi Aramco, que apresentou um lucro líquido superior a 33 mil milhões de dólares (cerca de 28 mil milhões de euros), mais 34% do que no mesmo período de 2025. Também a ExxonMobil duplicou os resultados para 14,5 mil milhões de dólares (12,5 mil milhões de euros), enquanto a Chevron multiplicou por mais de cinco os lucros, atingindo 12,2 mil milhões de dólares (10,5 mil milhões de euros). A Shell anunciou quase 9,8 mil milhões de dólares (8,5 mil milhões de euros) e a BP apresentou o melhor resultado desde o início da guerra na Ucrânia, com 5,7 mil milhões de dólares (4,9 mil milhões de euros). Segundo o The Guardian, as valorizações bolsistas destas empresas aumentaram, no mesmo período, cerca de 600 mil milhões de dólares (518 mil milhões de euros).</p>
<p>A divulgação destes resultados reacendeu as críticas de organizações ambientais, que acusam as petrolíferas de beneficiarem financeiramente da guerra e da crise climática. Patrick Galey, da Global Witness, defendeu que estas empresas estão a &#8220;lucrar com o sofrimento humano&#8221; e voltou a pedir que uma parte destes ganhos seja canalizada para financiar medidas de adaptação às alterações climáticas e acelerar a transição para energias renováveis.</p>
<p>Rosie Downes, da Friends of the Earth, considera igualmente que milhões de famílias continuam a enfrentar contas de energia elevadas enquanto as grandes petrolíferas distribuem lucros recorde aos acionistas.</p>
<p>As críticas surgem numa altura em que vários estudos científicos continuam a associar a queima de combustíveis fósseis ao agravamento dos fenómenos meteorológicos extremos. Segundo o The Guardian, a Europa viveu este verão a mais intensa onda de calor alguma vez registada, com cerca de 20 mil mortes associadas às temperaturas extremas. Ao mesmo tempo, incêndios de grandes dimensões devastaram Portugal, Espanha, França e Grécia, enquanto secas severas reduziram significativamente as colheitas em vários países europeus.</p>
<p>Até Donald Trump criticou os resultados das petrolíferas dos Estados Unidos. O Presidente acusou a ExxonMobil e a Chevron de estarem a ganhar &#8220;demasiado dinheiro&#8221; com a guerra contra o Irão e admitiu obrigá-las a devolver parte desses lucros aos consumidores, numa altura em que os preços da energia continuam sob pressão.</p>
<p>As empresas, por seu lado, defendem que os resultados refletem a evolução normal do mercado e garantem estar focadas em assegurar o fornecimento de energia. A BP, por exemplo, afirma que procura responder ao aumento da procura de combustíveis, embora tenha reduzido significativamente os investimentos em energias renováveis desde o ano passado, uma estratégia que continua a gerar forte contestação ambiental. Segundo o The Guardian, a empresa vendeu vários ativos ligados às energias limpas e colocou também à venda parte do seu negócio histórico de petróleo e gás no Mar do Norte.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797618]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucros dos principais bancos caem 3,4% para 2.519 milhões de euros até junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 18:04:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[setor bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[Os cinco principais bancos a operar em Portugal tiveram lucros agregados superiores a 2.500 milhões de euros no primeiro semestre, num recuo de 3,4% face aos primeiros seis meses de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os cinco principais bancos a operar em Portugal tiveram lucros agregados superiores a 2.500 milhões de euros no primeiro semestre, num recuo de 3,4% face aos primeiros seis meses de 2025.</p>
<p>Segundo contas da Lusa, Caixa Geral de Depósitos (CGD), BCP, Santander Totta, BPI e Novo Banco &#8211; que representam mais de 80% do sistema bancário &#8211; registaram lucros totais de 2.519 milhões de euros, o que compara com resultados de 2.607,8 milhões de euros do período homólogo de 2025.</p>
<p>Dos cinco, dois registaram uma melhoria nos lucros (CGD e BCP) e três um recuo (Santander Totta, BPI e Novo Banco).</p>
<p>O banco público foi o grupo que apresentou os lucros mais elevados. A CGD &#8211; que este ano celebra 150 anos &#8211; obteve 913 milhões de euros no primeiro semestre, mais 2,2% em termos homólogos.</p>
<p>O BCP, o maior banco privado, teve lucros até junho de 565,8 milhões de euros, mais 12,7% do que nos primeiros seis meses de 2025.</p>
<p>O Novo Banco divulgou hoje lucros de 367,2 milhões de euros, menos 15,6% do que entre janeiro a junho do ano passado.</p>
<p>Já quedas semelhantes nos lucros tiveram Santander Totta e BPI. O lucros do Santander Totta caíram 13,9% para 434 milhões de euros e o BPI registou uma quebra de 13% para 239 milhões de euros.</p>
<p>Segundo analisas contactados pela lusa em julho, a banca portuguesa deverá manter lucros fortes no total deste ano, eventualmente até acima dos inicialmente esperados devido à subida das taxas de juro, mas sem repetir os níveis recorde de 2025.</p>
<p>Olhando para as principais rubricas da conta de resultados, a margem financeira (que diz respeito à diferença entre os juros cobrados nos empréstimos e os juros pagos nos depósitos) somou 4.408 milhões de euros no primeiro semestre, praticamente inalterada (-0,4%) face a período homólogo.</p>
<p>Dos cinco principais bancos, a margem financeira apenas subiu no BCP e Novo Banco.</p>
<p>Já as comissões subiram em todos as instituições, tendo o agregado resultado em 1.346 milhões de euros, mais 5,3% do que até junho de 2025.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797603]]></sapo:autor>
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		<title>ACP quer referendo para acabar com as trotinetas partilhadas em Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 17:51:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[trotinetes]]></category>
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					<description><![CDATA[Objetivo é reunir 5.000 assinaturas válidas de eleitores recenseados no concelho para que a consulta popular possa avançar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Automóvel Clube de Portugal (ACP) lançou uma campanha de recolha de assinaturas para promover um referendo municipal sobre o futuro das trotinetas elétricas partilhadas em Lisboa. O objetivo é reunir 5.000 assinaturas válidas de eleitores recenseados no concelho para que a consulta popular possa avançar.</p>
<p>A pergunta proposta pelo ACP é direta: &#8220;Concorda que o Município de Lisboa deixe de autorizar a exploração de sistemas de partilha de trotinetes elétricas no domínio público municipal após o termo das autorizações atualmente em vigor?&#8221;</p>
<p>A associação justifica a iniciativa com aquilo que considera ser um &#8220;cenário caótico&#8221;, defendendo que a falta de fiscalização e as regras atuais são insuficientes para garantir uma convivência segura entre peões, automobilistas e utilizadores destes veículos. Na sua perspetiva, o problema afeta a segurança rodoviária, a ocupação do espaço público, a acessibilidade dos passeios e a saúde pública.</p>
<p>Segundo os dados divulgados pelo ACP, circulam atualmente mais de 6.000 trotinetas partilhadas em Lisboa. A associação refere ainda que foram registados mais de 1.300 acidentes em 2024 e mais de 5.000 desde 2019, além de dezenas de feridos graves todos os anos.</p>
<p>O ACP lembra que, antes de defender a realização do referendo, procurou sensibilizar o Governo e a Câmara Municipal de Lisboa para medidas como a obrigatoriedade do uso de capacete, de seguro e um reforço da fiscalização, mas considera que essas propostas não foram adotadas de forma eficaz.</p>
<p>Para sustentar a sua posição, a associação aponta ainda exemplos de várias cidades europeias que reviram o modelo de exploração das trotinetas partilhadas. Entre elas estão Paris e Braga, onde o serviço terminou, Bruxelas, que decidiu proibi-lo, Copenhaga, que prevê acabar com a operação em 2027, e Madrid, que optou por impor regras mais exigentes, como o uso obrigatório de capacete e limites de velocidade.</p>
<p>A campanha de recolha de assinaturas está aberta a todos os cidadãos com mais de 18 anos recenseados no município de Lisboa e pode ser subscrita nas delegações do ACP. Caso o número mínimo de assinaturas seja alcançado e validado, caberá à Assembleia Municipal apreciar a proposta de realização do referendo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797605]]></sapo:autor>
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		<title>Há novos preços de referência para os combustíveis. Veja quanto deveria pagar pela gasolina e pelo gasóleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 17:44:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[ntes de impostos, o Preço Eficiente situa-se em 1,016 euros por litro para a gasolina 95 simples e em 1,268 euros por litro para o gasóleo simples]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A gasolina volta a dar algum alívio, mas o gasóleo continua a subir. A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) fixou em 1,993 euros por litro o Preço Eficiente da gasolina 95 simples e em 2,121 euros por litro o do gasóleo simples para a semana de 3 a 9 de agosto.</p>
<p>Antes de impostos, o Preço Eficiente situa-se em 1,016 euros por litro para a gasolina 95 simples e em 1,268 euros por litro para o gasóleo simples. Com a carga fiscal incluída, os valores finais passam para 1,993 euros na gasolina e 2,121 euros no gasóleo.</p>
<p>Face à semana anterior, o Preço Eficiente desceu 0,7% na gasolina e subiu 1,3% no gasóleo. Segundo a ERSE, esta evolução resulta sobretudo da variação das cotações internacionais dos combustíveis refinados: a cotação da gasolina 95 simples caiu 1,9%, enquanto a do gasóleo aumentou 2,9%.</p>
<p>O regulador sublinha que a evolução do preço pago pelos consumidores depende sobretudo das cotações internacionais da gasolina e do gasóleo já refinados, e não diretamente do preço do barril de petróleo bruto. Ao valor final acrescem ainda os custos de transporte marítimo, logística, incorporação de biocombustíveis, comercialização e a carga fiscal.</p>
<p>Na semana anterior, os Preços com Descontos publicados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) ficaram 1,1 cêntimos por litro acima do Preço Eficiente na gasolina 95 simples e 5,4 cêntimos abaixo no gasóleo simples, correspondendo a desvios de +0,5% e -2,6%, respetivamente.</p>
<p>Já a média dos preços anunciados nos pórticos dos postos de abastecimento, reportada ao Balcão Único da Energia, situou-se 2,3 cêntimos por litro acima do Preço Eficiente na gasolina e 0,9 cêntimos abaixo no gasóleo, o equivalente a desvios de +1,1% e -0,4%, respetivamente.</p>
<p>Segundo a ERSE, o preço com descontos continua a ser a melhor aproximação ao valor efetivamente pago pela maioria dos consumidores, embora o preço de pórtico mantenha relevância para a supervisão das ofertas comerciais.</p>
<p>O regulador lembra ainda que estes valores correspondem a médias nacionais, agregando diferentes segmentos do mercado. As companhias de bandeira tendem a apresentar preços de pórtico mais elevados, compensados por campanhas de desconto mais expressivas, enquanto operadores low cost e hipermercados continuam, em regra, a oferecer os preços mais competitivos.</p>
<p>No plano fiscal, para a semana de 3 a 9 de agosto entram em vigor as taxas do ISP definidas pela Portaria n.º 320-D/2026/1, de 31 de julho. A taxa fixa-se em 0,44510 euros por litro para a gasolina e em 0,28284 euros por litro para o gasóleo. Face à semana anterior, isso traduz-se num ligeiro aumento de cerca de 0,26 cêntimos por litro na gasolina, antes de IVA, e numa redução de cerca de 0,35 cêntimos por litro no gasóleo, refletindo o ajustamento do mecanismo extraordinário de desconto do ISP.</p>
<p>A estas taxas soma-se ainda a contribuição sobre as emissões de dióxido de carbono, fixada para 2026 em 0,15911 euros por litro na gasolina e 0,17334 euros por litro no gasóleo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797600]]></sapo:autor>
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		<title>Conservatória de Anadia cobrou taxas máximas sem justificação e fez disparar suplementos salariais em 900%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 17:39:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Anadia]]></category>
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		<category><![CDATA[Registo Civil]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigação teve origem numa denúncia anónima apresentada em junho de 2025]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma investigação interna do Instituto dos Registos e do Notariado (IRN) detetou alegadas irregularidades graves na Conservatória do Registo Civil, Predial, Comercial e Automóvel de Anadia, onde, durante vários anos, terão sido cobradas sistematicamente taxas máximas de &#8220;especial complexidade&#8221; sem a respetiva fundamentação legal. Segundo revelou o &#8216;Observador&#8217;, esta prática fez disparar em mais de 900% os emolumentos pessoais atribuídos aos funcionários.</p>
<p>O relatório, a que o jornal teve acesso, conclui que, durante mais de cinco anos, os livros oficiais de pré-registo permaneceram praticamente em branco e que também não eram elaboradas as notas justificativas exigidas por lei para sustentar a cobrança das taxas máximas. Ainda assim, os processos eram classificados como de &#8220;especial complexidade&#8221;, mesmo quando chegavam à conservatória já preparados por advogados, solicitadores ou notários.</p>
<p>De acordo com o &#8216;Observador&#8217;, a investigação teve origem numa denúncia anónima apresentada em junho de 2025. A gravidade das suspeitas levou o IRN a instaurar um inquérito que concluiu existirem indícios de violação dos deveres funcionais de zelo, isenção e lealdade, podendo algumas das condutas configurar mesmo o crime de abuso de poder.</p>
<p>Os investigadores identificaram vários casos concretos de alegadas cobranças indevidas. Num deles, relativo ao registo de uma sentença enviada diretamente por um tribunal, foi cobrada uma taxa de estudo e preparação que, segundo o relatório, &#8220;não se encontra justificada em qualquer instrumento normativo&#8221;. Noutro episódio, na véspera do Ano Novo de 2024, uma funcionária terá dividido artificialmente um único processo em duas apresentações distintas para aumentar os emolumentos cobrados.</p>
<p>Segundo o relatório, vários funcionários confirmaram ter seguido &#8220;instruções expressas&#8221; da diretora da conservatória para não preencher os livros obrigatórios e aplicar sistematicamente a taxa máxima. A própria responsável terá defendido, durante o inquérito, que todos os atos de registo apresentam especial complexidade e justificam esse valor, argumentando ainda que eliminar tarefas administrativas permitia prestar um serviço mais rápido aos utentes.</p>
<p>O impacto financeiro foi significativo. Entre junho e setembro de 2025, a média mensal dos emolumentos pessoais ultrapassou os 11.300 euros, quando, em janeiro de 2021, o valor total rondava apenas os 1.150 euros. A conservadora-diretora recebeu, segundo o Observador, entre 1.808 e 2.125 euros mensais em suplementos, enquanto nenhum oficial de registos recebeu menos de cerca de 600 euros por mês.</p>
<p>Na sequência das conclusões, o IRN instaurou três processos disciplinares e determinou uma auditoria aos procedimentos de cobrança de emolumentos na Conservatória de Anadia. O instituto confirmou ao Observador a realização do inquérito, mas recusou comentar as conclusões invocando o dever de confidencialidade dos processos disciplinares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797596]]></sapo:autor>
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		<title>Ciberataque atinge grupo Águas de Portugal. Funcionários com condicionamentos na ligação online aos computadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 17:12:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar do incidente, a empresa garante que o abastecimento de água, a qualidade da água distribuída e os serviços de saneamento continuam a funcionar normalmente em todas as empresas do grupo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo Águas de Portugal está a recuperar de um ciberataque de elevada complexidade que atingiu várias empresas da organização desde a passada sexta-feira, provocando constrangimentos em alguns sistemas informáticos e obrigando à adoção de medidas de contingência. Segundo avançou a &#8216;Renascença&#8217;, muitos funcionários foram mesmo instruídos a não ligar os computadores à internet, para que possam ser vistoriados pelos serviços de cibersegurança, para evitar o agravamento da situação.</p>
<p>Em resposta à &#8216;Renascença&#8217;, a Águas de Portugal confirmou o ataque informático e explicou que foram registados &#8220;condicionamentos temporários em alguns processos administrativos e nos canais de contacto com clientes e parceiros&#8221;.</p>
<p>Apesar do incidente, a empresa garante que o abastecimento de água, a qualidade da água distribuída e os serviços de saneamento continuam a funcionar normalmente em todas as empresas do grupo, não tendo sido afetados pelo ataque.</p>
<p>A empresa adiantou ainda que ativou de imediato os procedimentos de resposta a incidentes de cibersegurança, envolvendo a Polícia Judiciária e o Centro Nacional de Cibersegurança, enquanto decorrem os trabalhos de recuperação e reposição gradual dos sistemas informáticos afetados.</p>
<p>De acordo com a &#8216;Renascença&#8217;, uma das medidas de precaução adotadas passou por impedir muitos trabalhadores de utilizarem os computadores, numa tentativa de evitar a propagação ou agravamento do incidente enquanto decorrem as operações técnicas.</p>
<p>A Polícia Judiciária confirmou à estação de rádio que está a investigar o caso, embora, para já, não tenham sido divulgados detalhes sobre a autoria do ataque ou o tipo de malware eventualmente utilizado.</p>
<p>Este é mais um episódio numa sequência recente de ciberataques a entidades portuguesas. Nas últimas semanas, também a Universidade de Aveiro, a Metro Mondego e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve foram alvo de incidentes informáticos.</p>
<p>O caso surge igualmente numa altura em que as infraestruturas de abastecimento de água têm sido alvo de crescente atenção internacional. Recentemente, sistemas de abastecimento de sete estados dos Estados Unidos sofreram ataques informáticos alegadamente associados ao Irão. Embora não tenham existido indícios de contaminação da água, as autoridades reforçaram desde então a vigilância sobre infraestruturas consideradas críticas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797587]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsas europeias tocam máximos perante possível acordo entre EUA e Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 17:09:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os principais mercados europeus fecharam hoje a tocar máximos, perante um possível acordo entre os EUA e o Irão e a queda do preço do petróleo, com Madrid a atingir um valor recorde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os principais mercados europeus fecharam hoje a tocar máximos, perante um possível acordo entre os EUA e o Irão e a queda do preço do petróleo, com Madrid a atingir um valor recorde.</p>
<p>O principal índice da bolsa espanhola, o Ibex 35 subiu 0,21% hoje e fechou nos 20.023,6 pontos, um novo máximo histórico e a primeira vez que termina uma sessão acima da fasquia dos 20.000 pontos, impulsionado pela descida do preço do petróleo, perante a possibilidade de um acordo iminente para a reabertura do estreito de Ormuz.</p>
<p>Também a bolsa de Paris registou hoje a quarta sessão consecutiva de ganhos, desta vez com uma subida de 0,61% no seu principal índice, o CAC-40, para 8.666,63 pontos, beneficiando igualmente da redução da pressão no mercado petrolífero, perante novas perspetivas de negociações entre os Estados Unidos e o Irão, bem como da divulgação de bons resultados empresariais.</p>
<p>Já o principal índice da bolsa de Frankfurt, o DAX 40, subiu 0,77%, renovando máximos históricos, depois de na véspera ter ultrapassado, pela primeira vez, a marca dos 26.000 pontos. Encerrou a sessão nos 26.202,35 pontos, acima dos 26.001,31 pontos registados na segunda-feira.</p>
<p>Por sua vez, a bolsa de Milão encerrou a sessão de hoje em alta, com o índice de referência FTSE MIB a subir 1,26%, para os 53.540,50 pontos.</p>
<p>Por fim, o principal índice londrino, o FTSE 100, ganhou 0,20%, para 10.879,38 pontos, aproximando-se novamente do máximo histórico de 10.917 pontos, atingido em 27 de fevereiro, nível que perdeu na sequência da guerra com o Irão.</p>
<p>Pelo contrário, a bolsa de Lisboa fechou hoje em queda ligeira, de 0,03%, para 9.169,02 pontos, contrariando a tendência europeia.</p>
<p>O preço do barril de petróleo Brent, de referência na Europa, recuava esta tarde mais de 5%, negociando abaixo dos 80 dólares por barril pela primeira vez desde meados de julho, perante a possibilidade de um acordo para a reabertura do Estreito de Ormuz.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797585]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Do Reino Unido para Espanha: máfias da imigração ilegal abrem uma nova rota clandestina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 17:08:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Migrações]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Viagem começa com a saída clandestina do Reino Unido para França, escondidos em camiões que atravessam o Canal da Mancha por ferry ou pelo Eurotúnel]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As redes criminosas que durante anos lucraram com o transporte ilegal de migrantes para o Reino Unido encontraram um novo negócio: levá-los na direção oposta. Segundo uma investigação do &#8216;El Confidencial&#8217;, as máfias estão agora a promover uma rota clandestina entre o Reino Unido e Espanha, aproveitando o endurecimento das políticas migratórias britânicas e apresentando território espanhol como uma nova oportunidade para quem pretende permanecer na Europa.</p>
<p>De acordo com a publicação, a viagem começa com a saída clandestina do Reino Unido para França, escondidos em camiões que atravessam o Canal da Mancha por ferry ou pelo Eurotúnel. O trajeto custa cerca de 1.200 euros, mas por mais 700 euros os traficantes oferecem um alegado &#8220;serviço de táxi&#8221; até Espanha.</p>
<p>A investigação cita o &#8216;The Telegraph&#8217;, que identificou anúncios e vídeos publicados pelas próprias redes criminosas nas redes sociais. Num deles surgem mais de uma dúzia de migrantes indianos escondidos na caixa de um camião, acompanhados da mensagem: &#8220;Do Reino Unido para Espanha. Missão cumprida. 100% seguros.&#8221;</p>
<p>Grande parte desta publicidade dirige-se a cidadãos indianos e paquistaneses que permaneceram no Reino Unido após o fim dos vistos de estudante, trabalho ou turismo. Alguns anúncios prometem uma viagem &#8220;100% segura&#8221; por terra até Espanha ou França e apelam diretamente a quem pretende abandonar o Reino Unido.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Confidencial&#8217;, os traficantes usam como argumento comercial o processo extraordinário de regularização lançado pelo Governo espanhol. No entanto, a publicação recorda que esse programa terminou oficialmente em 30 de junho e apenas abrangia pessoas que já viviam em Espanha antes de 1 de janeiro de 2026, pelo que as máfias poderão estar a recorrer a informação desatualizada ou enganadora para captar clientes.</p>
<p>O jornal espanhol questionou a Agência Nacional de Combate ao Crime (NCA) britânica sobre esta nova rota. Embora não tenha confirmado um aumento dos casos, a autoridade reconheceu que as mesmas organizações que introduzem migrantes ilegalmente no Reino Unido costumam também organizar a sua saída clandestina e alertou para os riscos associados a estas viagens.</p>
<p>Peter Walsh, investigador do Observatório da Migração da Universidade de Oxford, considera que este fenómeno é plausível porque sair clandestinamente do Reino Unido pode ser mais fácil do que entrar. Enquanto quem tenta entrar é sujeito a sistemas de deteção, scanners, sensores de dióxido de carbono e cães treinados em Calais, não existe uma infraestrutura equivalente para controlar quem abandona território britânico.</p>
<p>O caso surge numa altura em que o Governo britânico está a endurecer as regras migratórias. Segundo dados oficiais citados pelo &#8216;El Confidencial&#8217;, desde o início do ano chegaram ao Reino Unido 14.526 migrantes em pequenas embarcações através do Canal da Mancha, menos 43% do que no mesmo período de 2025. Paralelamente, a NCA quase duplicou o número de agentes dedicados ao combate às redes de tráfico humano, passando de 376 para cerca de 800 investigadores.</p>
<p>O &#8216;El Confidencial&#8217; refere ainda que a crise migratória em Ceuta poderá estar a ser usada pelas redes criminosas como novo elemento de promoção destas viagens clandestinas, embora sublinhe que não foi possível confirmar quando foram gravados os vídeos e publicados os anúncios analisados, nem se estes são anteriores ou posteriores ao fim do processo de regularização espanhol.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797580]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Irmãos, 15 de agosto&#8221;: milhares de jovens marroquinos organizam-se nas redes sociais para uma nova entrada em Ceuta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 17:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ceuta]]></category>
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		<category><![CDATA[Marrocos]]></category>
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					<description><![CDATA[Centenas de mensagens publicadas em grupos de WhatsApp e Facebook, escritos em árabe, mostram milhares de jovens marroquinos a discutir a possibilidade de atravessar a fronteira nessa data, embora muitos duvidem da veracidade da convocatória]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da crise migratória que abalou Ceuta na semana passada, as redes sociais estão a alimentar rumores sobre uma nova tentativa de entrada em massa na cidade autónoma espanhola, marcada para 15 de agosto.</p>
<p>Segundo o &#8216;El País&#8217;, centenas de mensagens publicadas em grupos de WhatsApp e Facebook, escritos em árabe, mostram milhares de jovens marroquinos a discutir a possibilidade de atravessar a fronteira nessa data, embora muitos duvidem da veracidade da convocatória e alertem para os riscos.</p>
<p>&#8220;Irmãos, 15/08/2026&#8221;, lê-se numa das mensagens partilhadas num grupo de WhatsApp dedicado à migração para Ceuta e Melilha. Questionado pelo &#8216;El País&#8217;, o administrador de um desses grupos confirmou que a intenção é tentar entrar em Ceuta &#8220;ou até mais do que isso&#8221;, recusando, porém, garantir que a operação seja segura.</p>
<p><strong>Grupos com centenas de milhares de membros</strong></p>
<p>O jornal espanhol refere ter analisado cinco grupos de Facebook que, juntos, somam quase 400 mil membros, além de nove grupos de WhatsApp com várias centenas de participantes.</p>
<p>Uma investigação da plataforma de verificação Maldita identificou, por sua vez, 10 grupos públicos com mais de 422 mil utilizadores, onde circulam mensagens sobre uma eventual nova tentativa de travessia.</p>
<p>As conversas misturam entusiasmo e prudência.</p>
<p>&#8220;Vejo-vos lá no dia 15&#8221;, escreve um utilizador.</p>
<p>Outro afirma que está a viajar de Marraquexe para o norte de Marrocos para participar.</p>
<p>Mas muitas mensagens alertam para o perigo.</p>
<p>&#8220;Não arrisquem. Da primeira vez foram apanhados de surpresa, agora já está tudo preparado&#8221;, aconselha um membro de um dos grupos.</p>
<p><strong>Conselhos sobre barcos e rotas</strong></p>
<p>Segundo o &#8216;El País&#8217;, há também utilizadores a trocar informações sobre os melhores locais para atravessar a fronteira, as rotas utilizadas e até o tipo de embarcação mais adequado.</p>
<p>Numa das conversas, vários participantes discutem se um pequeno bote insuflável será suficiente para atravessar o mar.</p>
<p>Outros respondem que é demasiado frágil, alertando para o risco de capotar devido às correntes, às ondas ou até ao tráfego marítimo.</p>
<p>Há ainda quem procure informações sobre a vedação fronteiriça de Melilha ou sobre a possibilidade de atravessar a nado.</p>
<p><strong>&#8220;Ceuta está aberta&#8221;</strong></p>
<p>O jornal relata também que muitos rumores continuam a ser alimentados por relatos publicados nas próprias redes sociais.</p>
<p>Uma mulher descreveu no Facebook o momento em que viu dezenas de jovens a correr pelas ruas depois de alguém gritar que &#8220;Ceuta está aberta&#8221;, desencadeando um efeito de contágio.</p>
<p>Segundo a investigadora María Guevara, da Universidade Pablo de Olavide, em Sevilha, as redes sociais são hoje a principal fonte de informação destes jovens sobre a migração para Espanha.</p>
<p>A especialista explica que muitos utilizadores tendem a partilhar apenas histórias de sucesso, omitindo os fracassos e os perigos da travessia, o que contribui para alimentar expectativas irrealistas.</p>
<p>O &#8216;El País&#8217; admite, no entanto, que a alegada mobilização para 15 de agosto pode também servir de isco para redes de tráfico de seres humanos, atraindo jovens até ao norte de Marrocos para depois lhes venderem lugares em embarcações clandestinas, sem que exista qualquer plano real para uma entrada em massa naquela data.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797574]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Policia Judiciária investiga tentativa de rapto de criança no Seixal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/policia-judiciaria-investiga-tentativa-de-rapto-de-crianca-no-seixal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 16:56:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária (PJ) está a investigar uma tentativa de rapto de uma menina de 2 anos na manhã de sábado num centro comercial no Seixal, no distrito de Setúbal, disse hoje aquela força policial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Judiciária (PJ) está a investigar uma tentativa de rapto de uma menina de 2 anos na manhã de sábado num centro comercial no Seixal, no distrito de Setúbal, disse hoje aquela força policial.</p>
<p>&#8220;A Polícia Judiciária está a investigar a referida situação&#8221;, referiu a PJ numa resposta enviada à agência Lusa.</p>
<p>O caso foi inicialmente reportado à Polícia de Segurança Pública, tendo esta referido à Lusa que a tentativa de rapto, por dois homens, ocorreu pelas 10:00 no centro comercial Rio Sul Shopping, no Seixal.</p>
<p>De acordo com fonte da PSP, a tentativa de rapto aconteceu dentro do centro comercial numa zona de carrinhos para crianças, tendo os homens fugido depois de a mãe se ter apercebido e ter gritado por ajuda.</p>
<p>A Lusa questionou o centro comercial em questão sobre se, na sequência deste caso, foi acionado algum reforço de vigilância no espaço, mas até ao momento não teve resposta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797576]]></sapo:autor>
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		<title>Diretor municipal de Gaia afastado após dúvidas sobre licenciatura. Responsável diz que um incêndio destruiu os registos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 16:54:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[vila nova de gaia]]></category>
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					<description><![CDATA[Universidade do Porto informou o município de que não encontrou qualquer registo que comprovasse a conclusão da licenciatura invocada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um diretor municipal da Câmara de Vila Nova de Gaia foi afastado de funções depois de uma denúncia anónima levantar dúvidas sobre a autenticidade das habilitações académicas apresentadas no seu processo de nomeação. A Universidade do Porto informou o município de que não encontrou qualquer registo que comprovasse a conclusão da licenciatura invocada, enquanto o responsável garante que um incêndio na faculdade terá destruído parte da documentação.</p>
<p>Segundo revela a revista &#8216;<a href="https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/exoneracao-em-gaia-devido-a-curso-superior" target="_blank" rel="noopener">Sábado</a>&#8216;, Paulo Ferreira do Amaral foi nomeado diretor municipal da Habitação em fevereiro deste ano, depois de ter integrado a campanha que levou Luís Filipe Menezes de regresso à presidência da Câmara de Vila Nova de Gaia.</p>
<p>De acordo com o município, tudo começou a 26 de junho, quando o presidente da autarquia recebeu uma denúncia anónima que colocava em causa a autenticidade da licenciatura em Ciências apresentada pelo dirigente.</p>
<p>Nesse mesmo dia, os serviços municipais solicitaram ao Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), da Universidade do Porto, a confirmação da documentação.</p>
<p>A resposta, segundo a autarquia, foi negativa.</p>
<p>Em comunicado citado pela revista semanal, o executivo afirma que o ICBAS informou &#8220;não conseguir localizar qualquer evidência documental que comprove a conclusão do respetivo grau académico ou que permita confirmar a autenticidade da certidão em causa&#8221;.</p>
<p>A Câmara sublinha que, quando a documentação foi entregue, não existia qualquer motivo para suspeitar da sua autenticidade, uma vez que a certidão se encontrava autenticada por uma advogada e cumpria todos os requisitos formais.</p>
<p>Perante a resposta da universidade, Luís Filipe Menezes determinou a suspensão imediata da nomeação e concedeu ao dirigente um prazo de dez dias úteis para exercer o direito de audiência prévia e apresentar elementos que comprovem as habilitações académicas.</p>
<p>Caso subsistam indícios de falsidade documental ou da inexistência da licenciatura, o processo poderá ser remetido ao Ministério Público para eventual investigação criminal.</p>
<p>Contactado pela &#8216;Sábado&#8217;, Paulo Ferreira do Amaral rejeita qualquer irregularidade e afirma que já esclareceu a situação.</p>
<p>Segundo o próprio, concluiu a licenciatura ao abrigo da lei militar, tendo realizado os últimos exames em 1984. O responsável sustenta que um incêndio ocorrido na faculdade terá destruído parte dos registos académicos, razão pela qual a universidade não conseguiu localizar a documentação.</p>
<p>O antigo diretor municipal garante que irá entregar os documentos necessários dentro do prazo fixado pela autarquia e acrescenta que não regressará a funções na Câmara de Gaia por já se encontrar reformado.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797571]]></sapo:autor>
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		<title>Atenção, portugueses: este documento deixou de servir se quiserem viajar na União Europeia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/atencao-portugueses-este-documento-deixou-de-servir-se-quiserem-viajar-na-uniao-europeia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 16:49:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Bilhete de Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[União europeia]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[Alteração resulta da entrada em vigor do Regulamento (UE) 2025/1208 e das normas da Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde 3 de agosto, o antigo Bilhete de Identidade português em papel, incluindo os documentos vitalícios, deixou de ser aceite como documento de viagem para deslocações na União Europeia e no Espaço Schengen.</p>
<p>A alteração resulta da entrada em vigor do Regulamento (UE) 2025/1208 e das normas da Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO), que exigem que todos os documentos utilizados para atravessar fronteiras possuam características de segurança avançadas, como leitura ótica e eletrónica dos dados do titular.</p>
<p>Na prática, quem ainda utiliza o antigo Bilhete de Identidade deixa de poder viajar para outro país da União Europeia apenas com esse documento.</p>
<p><strong>O que acontece se tentar viajar?</strong></p>
<p>Sem um documento de viagem válido, as transportadoras podem recusar o embarque e as autoridades fronteiriças impedir a entrada noutro país.</p>
<p>Por isso, quem ainda possui o antigo Bilhete de Identidade deverá utilizar um dos documentos atualmente reconhecidos para viajar:</p>
<p>&#8211; Cartão de Cidadão;<br />
&#8211; Passaporte Eletrónico Português.</p>
<p><strong>O Bilhete de Identidade deixa de ser válido?</strong></p>
<p>Não. A alteração aplica-se apenas às viagens internacionais.</p>
<p>O antigo Bilhete de Identidade continua a poder ser utilizado como documento de identificação em território nacional, desde que mantenha a respetiva validade legal.</p>
<p>Ou seja, o documento não desaparece nem deixa de ter validade em Portugal. Apenas deixa de cumprir os requisitos europeus exigidos para atravessar fronteiras.</p>
<p><strong>É preciso renovar o Cartão de Cidadão?</strong></p>
<p>Não.</p>
<p>O Instituto dos Registos e do Notariado (IRN) esclareceu que as novas regras não obrigam à renovação antecipada do Cartão de Cidadão. Quem já possui um Cartão de Cidadão válido pode continuar a utilizá-lo normalmente até ao fim do prazo nele indicado.</p>
<p><strong>Porque é que as regras mudaram?</strong></p>
<p>O objetivo é reforçar a segurança dos documentos de viagem utilizados no espaço europeu.</p>
<p>O antigo Bilhete de Identidade em papel não possui os elementos técnicos hoje exigidos, como sistemas de leitura ótica e mecanismos mais avançados de proteção contra fraude documental, deixando por isso de cumprir os requisitos definidos pela União Europeia e pela ICAO.</p>
<p>As autoridades e os consulados portugueses recomendam que os cidadãos que ainda utilizam o antigo Bilhete de Identidade confirmem antecipadamente os documentos de que dispõem antes de viajar, para evitar constrangimentos ou mesmo a recusa de embarque.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797564]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lucro do grupo dono do Novo Banco sobe 30% para 2.400 ME no 1.º semestre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-do-grupo-dono-do-novo-banco-sobe-30-para-2-400-me-no-1-o-semestre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 16:43:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo francês BPCE, dono do Novo Banco, totalizou 2.400 milhões de euros entre janeiro e junho, um aumento de 30% face ao primeiro semestre de 2025, foi anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo francês BPCE, dono do Novo Banco, totalizou 2.400 milhões de euros entre janeiro e junho, um aumento de 30% face ao primeiro semestre de 2025, foi anunciado.</p>
<p>De acordo com um comunicado hoje divulgado, as receitas líquidas do grupo cresceram 10% para 13.900 milhões de euros.</p>
<p>O produto bancário aumentou 94% no primeiro semestre, para 687 milhões de euros, incluindo o Novo Banco.</p>
<p>Só no segundo trimestre, o lucro líquido do grupo francês somou 13.900 milhões de euros, um crescimento homólogo de 10%.</p>
<p>Neste período, o produto bancário progrediu 13% para 7.200 milhões de euros, o valor trimestral mais alto de sempre.</p>
<p>&#8220;Num contexto económico e geopolítico que continua a ser incerto, este desempenho reflete o nosso compromisso contínuo com os nossos clientes&#8221;, afirmou, citado na mesma nota, o presidente executivo do BPCE, Nicolas Namias.</p>
<p>Namias referiu que a integração do Novo Banco no grupo já se reflete nos resultados hoje divulgados e evidencia &#8220;os benefícios deste mercado de banca de retalho&#8221;.</p>
<p>O Novo Banco totalizou 367,2 milhões de euros de lucro nos primeiros seis meses do ano, uma descida de 15,6% relativamente ao mesmo período de 2025, foi hoje anunciado.</p>
<p>A venda do Novo Banco ao grupo francês BPCE por 6.700 milhões de euros foi concluída em 30 abril.</p>
<p>Com a venda, o Estado português recebeu 1.673 milhões de euros, sendo 906 milhões de euros para o Fundo de Resolução e 766 milhões de euros para a Entidade do Tesouro e Finanças.</p>
<p>Em março, o jornal Eco avançou que os trabalhadores do Novo Banco iam receber, em maio, um bónus de dois salários pela venda, prémio que poderá ter atingido os 25 milhões de euros, segundo referido na imprensa pela comissão de trabalhadores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797563]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Escreve &#8220;Paula&#8221; num monumento classificado pela UNESCO em Espanha. Agora arrisca multa até 30 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 16:40:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
		<category><![CDATA[UNESCO]]></category>
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					<description><![CDATA[Mulher, natural do País Basco, terá usado tinta cor-de-rosa e azul para escrever o nome no Aljibe del Zenete, uma cisterna de estilo mudéjar construída no século XVI e considerada um dos elementos históricos mais importantes daquele bairro andaluz]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma turista espanhola está a ser investigada por um alegado crime contra o património cultural depois de ter pintado a palavra &#8220;Paula&#8221; num monumento histórico do bairro de Albaicín, em Granada, classificado como Património Mundial da UNESCO.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, a mulher, natural do País Basco, terá usado tinta cor-de-rosa e azul para escrever o nome no Aljibe del Zenete, uma cisterna de estilo mudéjar construída no século XVI e considerada um dos elementos históricos mais importantes daquele bairro andaluz.</p>
<p>A Polícia Local de Granada confirmou que o ato de vandalismo ocorreu na passada sexta-feira e explicou que a autora foi identificada graças a uma investigação realizada em colaboração com a polícia de Vitoria-Gasteiz.</p>
<p>O caso foi remetido para tribunal como um alegado crime contra o património cultural. De acordo com o The Olive Press, a turista poderá enfrentar uma multa entre 3.000 e 30.050 euros.</p>
<p>O episódio volta a colocar em evidência o problema do vandalismo em locais históricos muito procurados por turistas.</p>
<p>O &#8216;The Independent&#8217; recorda um caso semelhante ocorrido em 2024, quando um turista britânico foi apanhado a gravar as iniciais da família numa parede da antiga Casa das Vestais, em Pompeia, também classificada como Património Mundial da UNESCO.</p>
<p>Na sequência desse e de outros incidentes, Itália endureceu a legislação sobre danos em monumentos históricos. Desde janeiro de 2024, quem vandalizar património cultural pode enfrentar multas entre 15 mil e 60 mil euros, destinadas a cobrir os custos de limpeza e reparação dos locais afetados.</p>
<p>O caso de Granada demonstra que vários países europeus estão a adotar uma linha cada vez mais dura contra atos de vandalismo em monumentos históricos, sobretudo quando envolvem locais protegidos pela UNESCO e de elevado valor patrimonial.</p>
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<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/DbbXUM3jh9W/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação partilhada por POLICÍA LOCAL DE GRANADA (@policiagr)</a></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797548]]></sapo:autor>
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		<title>Europeus procuram na China alívio ao calor extremo e impulsionam turismo no verão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[executivedigest.nc]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 16:24:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Branded Content]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[O calor extremo na Europa está a levar mais turistas europeus a escolher a China como destino de verão, com um crescimento de 275% nos pedidos de viagem.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Conteúdo Patrocinado por Centro de Programas de Línguas da Europa e América Latina da China.</strong></em></p>
<p>O aumento das temperaturas extremas na Europa está a levar um número crescente de turistas europeus a escolher a China como destino de verão. Dados recentes indicam um forte crescimento das viagens provenientes do continente europeu, impulsionado pela procura de um clima mais ameno, pela facilidade de entrada no país e pelo interesse crescente na inovação, cultura e experiências oferecidas pela China.</p>
<p>A onda de calor extremo que tem atingido vários países europeus neste verão está a refletir-se nas tendências do turismo internacional, com a China a afirmar-se como um dos destinos preferenciais para milhares de viajantes europeus.</p>
<p>Segundo dados de plataformas de viagens, os países europeus representam 30% dos 20 principais mercados emissores de turistas para a China durante o período de férias, registando um crescimento de 275% nos pedidos de viagem em comparação com o mesmo período do ano anterior. A procura por ingressos para atrações turísticas aumentou mais de vinte vezes, enquanto o Reino Unido, a França e a Alemanha concentram 42% do total de visitantes europeus, com um crescimento próximo dos 150%.</p>
<p>Entre os fatores que explicam esta tendência destaca-se a procura por maior conforto térmico. Paralelamente, as exportações chinesas de aparelhos de ar condicionado para a Europa cresceram 72,8% em junho, refletindo a procura por soluções para enfrentar as elevadas temperaturas. Na China, centros comerciais, hotéis, estações de metro e outros espaços públicos climatizados, aliados a destinos de montanha, planaltos e áreas florestais, oferecem alternativas atrativas para os visitantes.</p>
<p>A política chinesa de facilitação da entrada de estrangeiros também tem contribuído para este crescimento. Atualmente, cidadãos de 35 países europeus titulares de passaporte comum podem entrar na China sem necessidade de visto para estadias até 30 dias. Dados oficiais mostram que 77,7% dos visitantes estrangeiros que entraram no país durante o primeiro semestre beneficiaram deste regime. Paralelamente, a atualização da política de reembolso de impostos na saída do país, que uniformizou o período de validade para 28 dias e reforçou o reconhecimento entre diferentes regiões, tem incentivado as compras por parte dos turistas.</p>
<p>Para além das condições climáticas e das facilidades de viagem, cresce igualmente o interesse pelas experiências proporcionadas pela China. Nas redes sociais internacionais, conteúdos relacionados com viagens ao país têm alcançado grande popularidade, destacando aspetos como a inovação tecnológica, os veículos autónomos, os espetáculos com drones, a indústria dos veículos elétricos e a perceção de segurança nos espaços urbanos. De acordo com o Financial Times, a China tornou-se uma referência de modernidade e inovação, sendo frequentemente associada ao conceito de &#8220;cool&#8221; nas plataformas digitais globais.</p>
<p>Num contexto em que persistem debates sobre as relações comerciais entre a China e alguns países europeus, o crescimento do fluxo turístico evidencia o fortalecimento dos intercâmbios entre ambas as partes. O aumento do número de visitantes demonstra o interesse crescente dos cidadãos europeus em conhecer a China e reforça a importância da abertura, da cooperação e dos contactos entre povos como elementos fundamentais para o desenvolvimento das relações sino-europeias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797550]]></sapo:autor>
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		<title>Calor e seca já estão a parar fábricas de automóveis na Europa: Dacia suspende produção e Ford trava o Puma</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/calor-e-seca-ja-estao-a-parar-fabricas-de-automoveis-na-europa-dacia-suspende-producao-e-ford-trava-o-puma/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 16:23:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Dacia]]></category>
		<category><![CDATA[Ford]]></category>
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		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[roménia]]></category>
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					<description><![CDATA[Problema está relacionado com a quebra acentuada do caudal do Danúbio, fundamental para o arrefecimento da central nuclear de Cernavodă, responsável por cerca de 20% da eletricidade produzida na Roménia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vaga de calor que está a atingir a Europa já começou a afetar diretamente a indústria automóvel. Na Roménia, a redução histórica do caudal do rio Danúbio obrigou o Governo a limitar o consumo de eletricidade para evitar um apagão, levando a Dacia a suspender temporariamente a produção e a Ford a reduzir o ritmo de fabrico do Puma, um dos SUV mais vendidos na Europa.</p>
<p>Segundo a revista francesa &#8216;L&#8217;Automobile Magazine&#8217;, o problema está relacionado com a quebra acentuada do caudal do Danúbio, fundamental para o arrefecimento da central nuclear de Cernavodă, responsável por cerca de 20% da eletricidade produzida na Roménia.</p>
<p>Com menos água disponível para o sistema de refrigeração e a rede elétrica sob forte pressão devido às temperaturas elevadas, Bucareste pediu às grandes indústrias para reduzirem o consumo de energia.</p>
<p>Entre os fabricantes afetados estão a Dacia, em Mioveni, e a Ford, em Craiova.</p>
<p>A Dacia confirmou a suspensão da produção até 19 de agosto. Embora esta paragem coincida parcialmente com os trabalhos anuais de manutenção da fábrica, a redução do consumo energético faz parte das medidas adotadas pelo Governo romeno para aliviar a pressão sobre a rede elétrica.</p>
<p>Já a Ford reduziu o ritmo de produção na fábrica de Craiova, onde são produzidos o Puma e o Puma Elétrico, modelos que têm registado um forte sucesso comercial no mercado europeu.</p>
<p>De acordo com a publicação francesa, a redução de atividade das duas fábricas permitiu libertar cerca de 200 megawatts de potência para a rede elétrica nacional.</p>
<p><strong>Explosões para tentar salvar o Danúbio</strong></p>
<p>Perante a gravidade da situação, as autoridades romenas recorreram até a explosões controladas em alguns troços do Danúbio para tentar redirecionar o fluxo da água e aumentar o caudal junto às infraestruturas energéticas.</p>
<p>No entanto, a solução é apenas temporária. A recuperação dependerá sobretudo do regresso da chuva nas próximas semanas.</p>
<p>A situação não afeta apenas a Roménia. A Hungria enfrenta dificuldades semelhantes, também devido aos baixos níveis de água e à pressão exercida pelas temperaturas extremas sobre o sistema energético.</p>
<p><strong>Pode haver impacto na produção europeia?</strong></p>
<p>Agosto costuma ser um mês de menor atividade nas fábricas automóveis devido às férias de verão, mas a preocupação centra-se agora em setembro.</p>
<p>Se a seca persistir e os níveis dos rios não recuperarem, o abastecimento energético poderá continuar condicionado, afetando o regresso à produção normal.</p>
<p>No caso da Dacia, o impacto poderá sentir-se em vários mercados europeus, uma vez que muitos dos modelos vendidos no continente continuam a ser produzidos na Roménia, embora a marca também fabrique alguns veículos, como o Sandero e o Jogger, em Marrocos.</p>
<p>Para além do impacto imediato na indústria automóvel, o caso romeno volta a colocar em evidência um problema crescente: a dependência das infraestruturas energéticas da disponibilidade de água e a vulnerabilidade das cadeias de produção europeias perante fenómenos meteorológicos extremos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797545]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Lisboa contraria tendência europeia e fecha em queda</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-lisboa-contraria-tendencia-europeia-e-fecha-em-queda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 16:01:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje em queda ligeira, de 0,03%, para 9.169,02 pontos, contrariando a tendência europeia, com a Jerónimo Martins a liderar as perdas, recuando 1,02%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa fechou hoje em queda ligeira, de 0,03%, para 9.169,02 pontos, contrariando a tendência europeia, com a Jerónimo Martins a liderar as perdas, recuando 1,02%.</p>
<p>Das 16 cotadas que integram o índice PSI, oito desceram e oito subiram.</p>
<p>As principais praças europeias fecharam em alta, com Londres a avançar 0,20%, Paris 0,61%, Frankfurt 0,77%, Madrid 0,21% e Milão 1,26%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797536]]></sapo:autor>
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		<title>Do Harrods ao tráfico humano: o escândalo em torno de Mohamed Al Fayed ganha nova dimensão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 15:56:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[harrods]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mohamed Al Fayed]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Reconhecimento foi feito através do Mecanismo Nacional de Encaminhamento (NRM), o sistema britânico responsável por identificar vítimas de tráfico humano, exploração laboral e escravidão moderna]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O escândalo em torno de Mohamed Al Fayed, antigo proprietário da Harrods e pai de Dodi Al Fayed, que morreu ao lado da princesa Diana no acidente de Paris em 1997, ganhou uma nova dimensão no Reino Unido.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, pelo menos cinco mulheres que denunciaram abusos sexuais atribuídos ao empresário egípcio foram agora oficialmente reconhecidas pelo Ministério do Interior britânico como vítimas de tráfico humano e escravidão moderna.</p>
<p>A decisão representa um importante desenvolvimento nas investigações, uma vez que as autoridades deixam de olhar apenas para alegações de abuso sexual e passam também a admitir a possibilidade de ter existido uma estrutura organizada para recrutar, controlar e explorar mulheres ao longo de vários anos.</p>
<p>O reconhecimento foi feito através do Mecanismo Nacional de Encaminhamento (NRM), o sistema britânico responsável por identificar vítimas de tráfico humano, exploração laboral e escravidão moderna.</p>
<p>Segundo o jornal espanhol, os casos incluem alegados episódios de tráfico internacional, mas também situações ocorridas exclusivamente em território britânico, incluindo um caso que terá acontecido dentro da própria Harrods, a emblemática loja londrina controlada por Al Fayed entre 1985 e 2010.</p>
<p><strong>Um caso que continua a crescer</strong></p>
<p>Mohamed Al Fayed morreu em 2023, aos 94 anos, mas, desde então, dezenas de mulheres vieram a público acusá-lo de abuso sexual, violação e agressões que alegadamente ocorreram durante várias décadas.</p>
<p>Agora, as investigações procuram perceber se esses crimes faziam parte de um sistema mais amplo, envolvendo o recrutamento e controlo das vítimas.</p>
<p>A primeira mulher a obter este reconhecimento oficial foi Rachael Louw, em abril deste ano. Desde então, outras quatro denunciantes — identificadas apenas pelos pseudónimos Margo, Justine, Elizabeth e Isabella — receberam a mesma decisão, após serem encaminhadas pela organização britânica Unseen UK, especializada no apoio a vítimas de tráfico humano.</p>
<p><strong>&#8220;Nem sabia que era vítima de tráfico humano&#8221;</strong></p>
<p>Uma das mulheres, identificada como Margo, trabalhou como empregada doméstica da família Al Fayed depois da venda da Harrods.</p>
<p>Em declarações ao &#8216;The Times&#8217;, revelou que, durante o processo de recrutamento, foi obrigada a realizar exames ginecológicos e testes para doenças sexualmente transmissíveis, apesar de essas exigências não terem qualquer relação com as funções que iria desempenhar.</p>
<p>Margo afirma que durante anos nunca imaginou que pudesse ter sido vítima de tráfico humano.</p>
<p>&#8220;A minha história prova que o tráfico continuou mesmo depois da venda da Harrods. Acontecia onde quer que Al Fayed estivesse&#8221;, afirmou.</p>
<p>Outra denunciante, Isabella, que trabalhou na administração da Harrods em 2001, considera que o empresário não teria conseguido agir sozinho.</p>
<p>&#8220;As pessoas pensam que tudo foi obra de um só homem, mas ele não teria conseguido fazer o que fez sem que a Harrods lhe enviasse mulheres e depois as silenciasse&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Investigação pode alargar-se</strong></p>
<p>As novas decisões poderão ter impacto direto na Operação Cornpoppy, investigação conduzida pela Polícia Metropolitana de Londres há cerca de 19 meses.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, o inquérito já reúne denúncias de pelo menos 156 alegadas vítimas e procura apurar não apenas os crimes atribuídos a Mohamed Al Fayed, mas também o eventual papel de pessoas que possam ter facilitado, encoberto ou participado nas alegadas práticas.</p>
<p>Até ao momento, quatro pessoas já foram interrogadas pelas autoridades britânicas, embora não tenham sido anunciadas acusações nem divulgadas as respetivas identidades.</p>
<p>Para as vítimas, o reconhecimento oficial representa também uma mudança de paradigma: o caso deixa de ser visto apenas como uma sucessão de alegados abusos sexuais e passa a ser investigado como um possível esquema organizado de tráfico humano e exploração, com implicações potencialmente muito mais vastas.</p>
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