<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 04 Aug 2026 13:34:14 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Migrações: MAI alerta em reunião da UE sobre Ceuta para impactos externos de decisões nacionais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/migracoes-mai-alerta-em-reuniao-da-ue-sobre-ceuta-para-impactos-externos-de-decisoes-nacionais/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/migracoes-mai-alerta-em-reuniao-da-ue-sobre-ceuta-para-impactos-externos-de-decisoes-nacionais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 13:34:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Migrações]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797447</guid>

					<description><![CDATA[O ministro da Administração Interna defendeu hoje que a integridade do espaço Schengen nunca esteve em causa com a crise migratória em Ceuta, mas alertou que políticas nacionais unilaterais podem gerar impactos externos aos Estados que as aplicam.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Administração Interna defendeu hoje que a integridade do espaço Schengen nunca esteve em causa com a crise migratória em Ceuta, mas alertou que políticas nacionais unilaterais podem gerar impactos externos aos Estados que as aplicam.</P><br />
<P>Os ministros da Administração Interna da União Europeia reuniram-se hoje extraordinariamente, por videoconferência, para discutir a crise em Ceuta, depois da chegada, a nado, de milhares de migrantes provenientes de Marrocos.</P><br />
<P>Em comunicado, o ministério tutelado por Luís Neves referiu que o ministro defendeu que &#8220;nunca esteve em causa a integridade do Espaço Schengen, concretamente, devido à localização geográfica de Ceuta, bem como pelo estatuto especial daquele território que determina controlos especiais nas deslocações para o território continental europeu&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O ministro considerou, igualmente, que as políticas nacionais de imigração produzem efeitos para além das fronteiras de cada Estado-Membro, defendendo que medidas unilaterais podem gerar expectativas e fatores de atração que contribuem para este tipo de fenómenos, apelando à articulação entre os Estados-Membros e afirmando que a solidariedade europeia deve caminhar lado a lado com a responsabilidade nacional&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>Espanha decidiu em abril legalizar a situação de 500 mil imigrantes que estavam em situação irregular. Mais recentemente, uma decisão do Supremo Tribunal espanhol definiu que não se pode aplicar a &#8220;recusa na fronteira&#8221; ou a &#8220;devolução rápida&#8221; a migrantes intercetados no mar quando estes tentam entrar a nado em Ceuta e Melilla.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o Governo de Marrocos afirmou ter alertado Espanha, dias antes da crise em Ceuta, para os impactos da decisão judicial, considerando que esta enfraquecia um elemento crucial na cooperação bilateral.</P><br />
<P>Na reunião de hoje, Luís Neves manifestou ainda disponibilidade de Portugal para adotar medidas adicionais, depois de já ter efetuado um reforço da vigilância nas fronteiras a sul, e defendeu que a crise no enclave espanhol no norte de Marrocos &#8220;demonstra a importância da implementação do Pacto sobre Asilo e Migração, bem como do Regulamento europeu relativo ao Retorno, apelando ainda ao reforço da cooperação com os países de origem e de trânsito&#8221;.</P><br />
<P>A posição portuguesa defendida na reunião é a de uma resposta da União Europeia &#8220;com unidade, firmeza e responsabilidade&#8221;, considerando que o episódio em Ceuta &#8220;constitui uma rutura na tendência recente de redução das entradas irregulares na Europa&#8221;.</P><br />
<P>Portugal, que foi um dos Estados-membros que não subscreveu a carta assinada por vários países, nomeadamente Itália, Dinamarca e Finlândia, a pedir a suspensão de Espanha do espaço Schengen, manifestou a sua solidariedade para com Espanha, lamentando a perda de vidas.</P><br />
<P>&#8220;Saudou ainda a resposta operacional espanhola, a cooperação com Marrocos e o regresso voluntário da maioria dos migrantes, defendendo o rápido retorno daqueles que não reúnem condições legais de permanência nos termos do direito europeu e internacional&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>A crise em Ceuta provocou divisões na Europa, com Estados-membros como Itália, Dinamarca e Finlândia a pedirem a suspensão de Espanha do espaço Schengen.</P><br />
<P>Neste contexto, 22 Estados-membros, liderados pela Itália e Dinamarca, também pediram, numa carta, o agendamento desta reunião ministerial, deixando uma crítica implícita à política migratória de Espanha, e em particular ao facto de ter decidido, em abril, regularizar 500 mil imigrantes que estavam em situação irregular.</P><br />
<P>Cerca de 72.000 pessoas entraram em Ceuta de forma irregular em 24 horas na semana passada e 70.000 já voltaram a Marrocos, disse hoje o ministro da Administração Interna de Espanha.</P><br />
<P>Os ministros da Administração Interna da União Europeia (UE) concordaram hoje que é necessário reforçar as fronteiras e os &#8220;mecanismos de regresso&#8221; de migrantes, após uma reunião por videoconferência dedicada à crise na fronteira de Ceuta.</P><br />
<P>Os enclaves espanhóis de Ceuta e Melilla têm as duas únicas fronteiras terrestres da União Europeia com o continente africano.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/migracoes-mai-alerta-em-reuniao-da-ue-sobre-ceuta-para-impactos-externos-de-decisoes-nacionais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797447]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Primeiro-ministro desvaloriza dívida com resultados &#8220;surpreendentes&#8221; no fim do ano</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/primeiro-ministro-desvaloriza-divida-com-resultados-surpreendentes-no-fim-do-ano/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/primeiro-ministro-desvaloriza-divida-com-resultados-surpreendentes-no-fim-do-ano/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 13:33:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Torres Vedras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797455</guid>

					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, desvalorizou hoje em Torres Vedras os números da dívida, divulgados na segunda-feira, acrescentando que os resultados vão "surpreender" no final do ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, desvalorizou hoje em Torres Vedras os números da dívida, divulgados na segunda-feira, acrescentando que os resultados vão &#8220;surpreender&#8221; no final do ano.</P><br />
<P>&#8220;Não nos assustemos com os números da dívida. Digo com toda a tranquilidade que não têm rigorosamente importância nenhuma na trajetória de diminuição da nossa dívida pública face ao nosso Produto Interno Bruto&#8221;, afirmou Luís Montenegro, enquanto discursava na inauguração da primeira Unidade de Saúde Familiar com gestão privada do país.</P><br />
<P>&#8220;Quando chegarmos ao fim do ano voltaremos nesse domínio, como no crescimento da economia, como no saldo orçamental, a surpreender muitos daqueles que cá estão ou nos veem de fora com os nossos resultados&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O primeiro-ministro não prestou declarações aos jornalistas à margem da cerimónia.</P><br />
<P>A dívida pública na ótica de Maastricht, a que conta para Bruxelas, aumentou para 92,9% do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre deste ano, mais 1,9 pontos percentuais face ao trimestre anterior, divulgou o Bando de Portugal na segunda-feira.</P><br />
<P>No primeiro trimestre do ano, o rácio da dívida pública situava-se em 91% do PIB, tendo agora registado uma subida de 1,9 pontos percentuais.</P><br />
<P>Segundo o Banco de Portugal (BdP), em junho de 2026 a dívida pública totalizava 293,9 mil milhões de euros, mais 5,2 mil milhões de euros do que em maio.</P><br />
<P>Esta variação &#8220;refletiu o incremento das responsabilidades em depósitos (+0,5 mil milhões de euros), sobretudo em certificados de aforro (+0,6 mil milhões de euros), e dos títulos de dívida (+4,7 mil milhões de euros), principalmente de longo prazo&#8221;, de acordo com o banco central.</P><br />
<P>No mês em análise, os ativos em depósitos das administrações públicas totalizaram 31,4 mil milhões de euros, mais 6,6 mil milhões de euros do que em maio.</P><br />
<P>&#8220;Deduzida desses depósitos, a dívida pública diminuiu 1,3 mil milhões de euros, para 262,5 mil milhões de euros&#8221;, indica o BdP.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/primeiro-ministro-desvaloriza-divida-com-resultados-surpreendentes-no-fim-do-ano/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797455]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mais de mil juristas querem proibir o partido de extrema-direita AfD antes das eleições na Alemanha</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-mil-juristas-querem-proibir-o-partido-de-extrema-direita-afd-antes-das-eleicoes-na-alemanha/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-mil-juristas-querem-proibir-o-partido-de-extrema-direita-afd-antes-das-eleicoes-na-alemanha/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 13:12:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[AfD]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797443</guid>

					<description><![CDATA[Signatários defendem que o Governo deve solicitar ao Tribunal Constitucional Federal a declaração de inconstitucionalidade do partido, passo indispensável para que este possa ser proibido]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de mil juristas alemães apelaram ao Governo e ao Parlamento para avançarem com um processo destinado a proibir o partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD), alegando existirem provas suficientes de que a formação viola a Constituição do país.</p>
<p>Segundo o &#8216;El País&#8217;, a iniciativa já reúne 1.051 assinaturas, entre advogados, juízes, procuradores e outros profissionais do Direito, e surge a poucas semanas de três eleições regionais decisivas, nas quais o AfD poderá integrar pela primeira vez um governo regional.</p>
<p>Numa carta aberta dirigida ao executivo e aos deputados alemães, os signatários defendem que o Governo deve solicitar ao Tribunal Constitucional Federal a declaração de inconstitucionalidade do partido, passo indispensável para que este possa ser proibido.</p>
<p>Os juristas sustentam o pedido num parecer elaborado pela organização Sociedade para a Liberdade e os Direitos (GFF), divulgado no final de junho. O estudo conclui que várias posições e iniciativas do AfD violam princípios fundamentais da Constituição alemã, nomeadamente a dignidade humana e a ordem democrática.</p>
<p>De acordo com o relatório, foram analisados mais de três milhões de documentos relacionados com o partido, incluindo programas eleitorais, iniciativas parlamentares, comunicados e publicações nas redes sociais. Os autores afirmam ter identificado mais de 2.500 elementos considerados relevantes para sustentar a alegada inconstitucionalidade da formação.</p>
<p>Segundo a carta aberta, as provas reunidas são mais recentes e mais abrangentes do que as anteriormente analisadas pelo Serviço Federal para a Proteção da Constituição, a agência de informações interna da Alemanha, que também investiga o AfD por suspeitas de extremismo de direita.</p>
<p>A presidente da Associação Republicana de Advogados (RAV), Angela Furmaniak, considera que a Lei Fundamental alemã disponibiliza os mecanismos necessários para agir. Citada pelo El País, defende que os responsáveis políticos devem avançar com o processo &#8220;antes que seja tarde demais&#8221;.</p>
<p>A Constituição alemã prevê que um partido pode ser declarado inconstitucional se os seus objetivos ou a atuação dos seus membros procurarem destruir a ordem democrática liberal ou colocar em risco a existência da República Federal. No entanto, apenas o Governo federal, o Bundestag (Parlamento) ou o Bundesrat (Conselho Federal) podem apresentar esse pedido ao Tribunal Constitucional.</p>
<p>A possibilidade de proibir o AfD continua, porém, a dividir a política alemã. O Governo tem defendido que prefere derrotar o partido nas urnas, em vez de recorrer à via judicial.</p>
<p>Segundo o &#8216;El País&#8217;, o debate ganhou nova urgência porque todas as sondagens apontam para uma vitória do AfD nas eleições regionais da Saxónia-Anhalt, marcadas para 6 de setembro. Caso isso aconteça, o partido poderá integrar, pela primeira vez, um governo regional alemão.</p>
<p>Essa possibilidade também está a gerar preocupações nos meios políticos e de segurança. De acordo com o El País, a entrada do AfD num executivo regional poderá dar-lhe acesso a documentação sensível, incluindo informação dos serviços de informações alemães e documentos relacionados com a Rússia, aumentando os receios de que esses dados possam chegar a pessoas próximas do Kremlin.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-mil-juristas-querem-proibir-o-partido-de-extrema-direita-afd-antes-das-eleicoes-na-alemanha/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797443]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lucro operacional da sueca Spotify sobe 61% para 655 M€ no 2.º trimestre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-operacional-da-sueca-spotify-sobe-61-para-655-me-no-2-o-trimestre/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-operacional-da-sueca-spotify-sobe-61-para-655-me-no-2-o-trimestre/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 13:06:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Spotify]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797416</guid>

					<description><![CDATA[A plataforma musical sueca Spotify anunciou hoje um lucro operacional de 655 milhões de euros no segundo trimestre do ano, mais 61% que no mesmo período de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A plataforma musical sueca Spotify anunciou hoje um lucro operacional de 655 milhões de euros no segundo trimestre do ano, mais 61% que no mesmo período de 2025.      </P><br />
<P>O resultado, acima das expectativas da companhia, explica-se pela solidez da margem bruta de lucros e menores custos de encargos sociais, sublinhou a Spotify num comunicado.</P><br />
<P>A Spotify, com sede em Estocolmo e cotada na bolsa de Wall Street, em Nova Iorque, aumentou as receitas líquidas em 14% para 4.777 milhões, segundo o balanço, que não inclui dados acumulados.</P><br />
<P>Em 30 de junho passado, a empresa sueca contava com 777 milhões de utilizadores ativos por mês, mais 12%, e o número de assinantes &#8220;premium&#8221; subiu 9%, para 300 milhões.</P><br />
<P>&#8220;Este trimestre demonstrou que já estamos a construir o futuro: melhor engenharia, envios mais rápidos, novos produtos e novas formas para que os utilizadores interajam&#8221;, assinalou no comunicado Gustav Söderström, co-diretor executivo da empresa.</P><br />
<P>A Spotify prevê uma faturação de 5.000 milhões de euros e um lucro operacional de 670 milhões de euros para o terceiro trimestre do ano, no qual espera alcançar 788 milhões de utilizadores ativos e 305 milhões de subscritores &#8220;premium&#8221;. </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/lucro-operacional-da-sueca-spotify-sobe-61-para-655-me-no-2-o-trimestre/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797416]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Migrações: 72.000 pessoas entraram em Ceuta ilegalmente, indica Governo espanhol</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/migracoes-72-000-pessoas-entraram-em-ceuta-ilegalmente-governo-espanhol/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/migracoes-72-000-pessoas-entraram-em-ceuta-ilegalmente-governo-espanhol/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 13:04:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ceuta]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[migração]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797419</guid>

					<description><![CDATA[Cerca de 72.000 pessoas entraram em Ceuta de forma irregular em 24 horas na semana passada e 70.000 já voltaram a Marrocos, disse hoje o ministro da Administração Interna de Espanha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 72.000 pessoas entraram em Ceuta de forma irregular em 24 horas na semana passada e 70.000 já voltaram a Marrocos, disse hoje o ministro da Administração Interna de Espanha.</P><br />
<P>O ministro Fernando Grande-Marlaska assegurou que não houve qualquer &#8220;movimento secundário&#8221; e que &#8220;em nenhum momento ficou comprometido o espaço Schengen&#8221;.</P><br />
<P>Considerou ainda ter ficado claro que ninguém pode sair da cidade de Ceuta, um enclave espanhol no norte de África, e aceder ao continente europeu sem um rigoroso controlo documental.</P><br />
<P>Por outro lado, o Governo espanhol não recebeu &#8220;qualquer relatório nem aviso&#8221; de que &#8220;algo parecido ao que aconteceu&#8221; na quinta-feira da semana passada em Ceuta poderia ocorrer, acrescentou o ministro, que falava numa conferência de imprensa em Madrid, após uma reunião por videoconferência de ministros da Administração Interna da União Europeia.</P><br />
<P>Os enclaves espanhóis de Ceuta e Melilla têm as duas únicas fronteiras terrestres da União Europeia com o continente africano.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/migracoes-72-000-pessoas-entraram-em-ceuta-ilegalmente-governo-espanhol/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797419]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PS exige ao Governo calendário para executar recomendações da comissão sobre incêndios de 2025</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ps-exige-ao-governo-calendario-para-executar-recomendacoes-da-comissao-sobre-incendios-de-2025/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ps-exige-ao-governo-calendario-para-executar-recomendacoes-da-comissao-sobre-incendios-de-2025/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 13:02:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ps]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797429</guid>

					<description><![CDATA[O PS pediu hoje ao Governo que, até setembro, defina um calendário para implementar as recomendações da Comissão Técnica Independente sobre os incêndios de 2025 e apresente um programa de execução do Plano Nacional de Gestão de Fogos Rurais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PS pediu hoje ao Governo que, até setembro, defina um calendário para implementar as recomendações da Comissão Técnica Independente sobre os incêndios de 2025 e apresente um programa de execução do Plano Nacional de Gestão de Fogos Rurais.</P><br />
<P>Este pedido foi feito pelo deputado do PS André Rijo numa conferência de imprensa na sede nacional do partido, em Lisboa, em que assinalou a disponibilidade dos socialistas para &#8220;trabalhar em cinco compromissos&#8221; com o Governo na sequência do relatório entregue à ao Parlamento pela Comissão Técnica Independente (CTI) sobre os incêndios rurais de 2025, divulgado no dia 31 de julho.</P><br />
<P>O PS quer que o Governo apresente ao Parlamento, antes do final do ano, o programa de execução dos princípios do Plano Nacional de Gestão Integrada de Fogos e &#8220;assuma um calendário para desenvolvimento das 20 recomendações da CT&#8221;, aceitando &#8220;monitorização parlamentar semestral&#8221;.</P><br />
<P>André Rijo disse que a ordem de implementação destas recomendações deve ser definida pelo Governo, mas sublinhou que o relatório da CTI já facilitou esse trabalho ao apontar &#8220;para uma possível calendarização&#8221; e identificando também fontes de financiamento sobre a implementação de cada medida.</P><br />
<P>Os socialistas exigem também ao executivo que avance com a revisão da carreira profissional da Força Especial da Proteção Civil, &#8220;reforçando o seu quadro de pessoal&#8221; e dotando a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil de uma carreira profissional, e defende também que a Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF) fique responsável por elaborar um relatório final obrigatório sobre todo os incêndios acima de 500 hectares &#8220;segundo um modelo nacional único e com análise crítica do desempenho&#8221;.</P><br />
<P>O partido pede igualmente que &#8220;seja aprovado o referencial nacional de capacidades dos Serviços Municipais de Proteção Civil já em 2027&#8221; numa discussão que envolva freguesias, municípios, comunidades intermunicipais e Áreas Metropolitanas.</P><br />
<P>Em relação ao relatório da CTI, o deputado André Rijo sublinhou que se concluiu que &#8220;a resposta foi predominantemente reativa&#8221; e que &#8220;teria sido possível limitar mais a expansão dos maiores incêndios&#8221;, mas ressalvou que o PS não pretende fazer uma &#8220;caça às bruxas&#8221;, reconhecendo que também os socialistas têm parte da culpa neste processo.</P><br />
<P>&#8220;A CTI afirma que não há evidência que permita concluir pela negligência de entidades concretas. E diz que este país tem, há décadas, o pior problema de incêndios da Europa sem nunca ter tido investimento político à altura, o que atravessa diferentes governos e maiorias. Assumimos a nossa parte, sem reservas, mas não deixamos de evidenciar que o cenário está pior agora do que em 2023&#8221;, frisou.</P><br />
<P>O socialista argumentou que, este ano, os dados mostram que as &#8220;coisas não estão a correr bem&#8221; e que está a ficar mais uma vez &#8220;demonstrada a incapacidade e até a insensibilidade da AD para fazer face a fenómenos extremos e adversos&#8221;.</P><br />
<P>O deputado do PS disse também que este relatório não será usado &#8220;contra quem esteve no terreno&#8221; e enfatizou que &#8220;há um Governo em funções&#8221; e um calendário que &#8220;pede a aprovação do programa de execução ainda neste semestre&#8221;.</P><br />
<P>Questionado sobre se, depois das várias polémicas a envolver o ministro da Administração Interna, Luís Neves, este tem condições para responder aos incêndios, André Rijo remeteu para a posição do líder do partido, mas sublinhou que o governante &#8220;do ponto de vista formal está plenamente empossado de todos os poderes&#8221; e o que o que lhe é exigido é um melhor combate aos incêndios.</P><br />
<P>André Rijo considerou que, depois dos 42 relatórios sobre incêndios com 1267 recomendações contabilizados pela CTI, &#8220;Portugal não tem um problema de diagnóstico&#8221;, mas sim um &#8220;problema de decisão e de execução&#8221; assinalando a disponibilidade do PS para um compromisso.</P><br />
<P>&#8220;Não seria desejável que tivéssemos de voltar a esta sala, daqui a um, dois ou três anos, a comentar o 43.º relatório produzido sobre as mesmas falhas&#8221;, acrescentou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ps-exige-ao-governo-calendario-para-executar-recomendacoes-da-comissao-sobre-incendios-de-2025/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797429]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Primeiro-ministro diz-se contra &#8220;falta de regulação do fluxo migratório&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/primeiro-ministro-diz-se-contra-falta-de-regulacao-do-fluxo-migratorio/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/primeiro-ministro-diz-se-contra-falta-de-regulacao-do-fluxo-migratorio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 13:02:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[migração]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797432</guid>

					<description><![CDATA[Torres Vedras, Lisboa, 04 ago (Lusa)- O primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou hoje em Torres Vedras que Portugal está a criar condições para acolher e integrar migrantes, ao contrário de outros países onde há "falta de regulação do fluxo migratório".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou hoje em Torres Vedras que Portugal está a criar condições para acolher e integrar migrantes, ao contrário de outros países onde há &#8220;falta de regulação do fluxo migratório&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Por estes dias, em que nós assistimos incrédulos a fenómenos de falta de regra, de regulação, do fluxo migratório e em que alguns teimam em adotar políticas que têm muitas vezes um efeito de chamada, chamam as pessoas sem lhes proporcionar as condições para os acolher e integrar, em Portugal estamos a fazer aquilo que tem de ser feito. Estamos a criar condições para que as pessoas tenham dignidade quando vêm para Portugal&#8221;, disse Luís Montenegro à margem da inauguração da primeira Unidade de Saúde Familiar gerida por privados do país.</P><br />
<P>Para o primeiro-ministro, as condições passam por &#8220;terem um trabalho, uma habitação e acesso àquilo que é elementar na qualidade de vida de uma pessoa, o acesso à saúde, à educação e à mobilidade&#8221;.</P><br />
<P>Cerca de 72.000 pessoas entraram em Ceuta de forma irregular em 24 horas na semana passada e 70.000 já voltaram a Marrocos, disse hoje o ministro da Administração Interna de Espanha.</P><br />
<P>Os ministros da Administração Interna da União Europeia (UE) concordaram hoje que é necessário reforçar as fronteiras e os &#8220;mecanismos de regresso&#8221; de migrantes, após uma reunião por videoconferência dedicada à crise na fronteira de Ceuta.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/primeiro-ministro-diz-se-contra-falta-de-regulacao-do-fluxo-migratorio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797432]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O Irão encontrou uma arma &#8220;mais poderosa do que uma bomba nuclear&#8221;. E pode estar a mudar a guerra</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-irao-encontrou-uma-arma-mais-poderosa-do-que-uma-bomba-nuclear-e-pode-estar-a-mudar-a-guerra/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/o-irao-encontrou-uma-arma-mais-poderosa-do-que-uma-bomba-nuclear-e-pode-estar-a-mudar-a-guerra/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 12:44:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797425</guid>

					<description><![CDATA[Seis meses depois do início da guerra entre o Irão, Israel e os Estados Unidos, os analistas consideram que Teerão conseguiu transformar uma das principais rotas marítimas do mundo no seu maior trunfo estratégico]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irão poderá ter encontrado uma arma mais poderosa do que uma bomba nuclear. A conclusão é de vários especialistas ouvidos pela &#8216;Newsweek&#8217;, que defendem que o controlo do Estreito de Ormuz está a revelar-se um instrumento de pressão muito mais eficaz do que qualquer capacidade nuclear.</p>
<p>Seis meses depois do início da guerra entre o Irão, Israel e os Estados Unidos, os analistas consideram que Teerão conseguiu transformar uma das principais rotas marítimas do mundo no seu maior trunfo estratégico, provocando perturbações no comércio internacional e nos mercados da energia.</p>
<p>O Estreito de Ormuz liga o Golfo Pérsico ao Oceano Índico e por ali passa uma parte significativa das exportações mundiais de petróleo e gás natural liquefeito. Sempre que o tráfego é interrompido ou condicionado, os efeitos fazem-se sentir rapidamente nos preços da energia, nos custos do transporte marítimo e na economia global.</p>
<p>Joshua Tallis, antigo responsável da Marinha dos Estados Unidos e atualmente diretor do programa de Segurança de Aliados e Parceiros do Center for Naval Analyses, considera que &#8220;a capacidade do Irão para impor custos económicos à economia global é, em alguns aspetos, uma arma mais poderosa do que uma bomba nuclear&#8221;.</p>
<p>Segundo o especialista, recorrendo a armamento relativamente barato, Teerão consegue desencadear um efeito em cadeia que obriga companhias de navegação, seguradoras e operadores marítimos a reavaliar o risco de utilizar aquela rota, com consequências económicas muito superiores ao custo das operações militares iranianas.</p>
<p>Tallis defende ainda que esta estratégia é politicamente mais fácil de utilizar do que uma arma nuclear e muito mais difícil de contrariar por meios militares convencionais, uma vez que os seus efeitos se propagam muito para além do campo de batalha.</p>
<p>A análise destaca também que esta pressão sobre o Estreito de Ormuz está a complicar os esforços diplomáticos. Enquanto Donald Trump voltou a admitir um possível acordo com Teerão, o Irão confirmou que está a negociar com Omã mecanismos para garantir a segurança da navegação naquela rota marítima.</p>
<p>Omã, cuja península de Musandam se situa em frente à costa iraniana, propôs um sistema voluntário de contribuições destinado a financiar a segurança da passagem pelo estreito, numa tentativa de reduzir a tensão na região.</p>
<p>Outro dos especialistas ouvidos pela &#8216;Newsweek&#8217;, o analista de segurança Mostafa Najafi, considera que os acontecimentos dos últimos meses alteraram a perceção sobre o poder dissuasor dos Estados Unidos.</p>
<p>Na sua opinião, caso a guerra evolua para um conflito prolongado, o Irão continuará a apostar em estratégias assimétricas destinadas a aumentar gradualmente os custos da presença militar americana na região, explorando vulnerabilidades que considera mais eficazes do que uma confrontação militar direta.</p>
<p>Para os especialistas, a guerra demonstra que, além da força militar tradicional, o controlo de um dos principais corredores energéticos do planeta pode tornar-se um dos instrumentos de pressão mais poderosos num conflito moderno.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/o-irao-encontrou-uma-arma-mais-poderosa-do-que-uma-bomba-nuclear-e-pode-estar-a-mudar-a-guerra/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797425]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Vídeo mostra drone russo a perseguir civil pelas ruas de Kherson. Homem escapa por pouco</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/video-mostra-drone-russo-a-perseguir-civil-pelas-ruas-de-kherson-homem-escapa-por-pouco/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/video-mostra-drone-russo-a-perseguir-civil-pelas-ruas-de-kherson-homem-escapa-por-pouco/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 12:24:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[drones]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797422</guid>

					<description><![CDATA[A vítima é um vendedor de 52 anos que trabalhava num mercado local. De acordo com a Administração Militar da cidade de Kherson, o homem sofreu ferimentos provocados pela explosão e foi transportado para o hospital]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra o momento em que um drone FPV russo persegue um civil pelas ruas de Kherson antes de explodir a poucos metros da vítima, num ataque que as autoridades ucranianas classificam como um crime de guerra deliberado contra a população civil.</p>
<p>Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, as imagens, cuja autenticidade não foi possível verificar de forma independente, mostram um homem a correr entre carros estacionados enquanto é seguido por um drone que voa a baixa altitude. Instantes depois, o aparelho explode a escassos metros.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Putin’s forces hunted a civilian with a drone in the middle of a market in Kherson.</p>
<p>The 52-year-old man survived, suffering blast injuries, concussion, and shrapnel wounds after being deliberately targeted while simply selling goods at the market.</p>
<p>Video: National Police <a href="https://t.co/YfhAe4XE8E">pic.twitter.com/YfhAe4XE8E</a></p>
<p>&mdash; KyivPost (@KyivPost) <a href="https://x.com/KyivPost/status/2084548895267279106?ref_src=twsrc%5Etfw">August 4, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A vítima é um vendedor de 52 anos que trabalhava num mercado local. De acordo com a Administração Militar da cidade de Kherson, o homem sofreu ferimentos provocados pela explosão e foi transportado para o hospital.</p>
<p>A Polícia Nacional da Ucrânia adiantou que a vítima sofreu traumatismos provocados pela onda de choque, ferimentos causados por estilhaços e uma concussão.</p>
<p>&#8220;É assim que os russos combatem. Caçam deliberadamente civis&#8221;, afirmou a polícia ucraniana, citada pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;.</p>
<p>Também o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andrii Sybiha, classificou o incidente como &#8220;um bárbaro crime de guerra russo&#8221;, acusando Moscovo de recorrer ao terrorismo contra a população civil.</p>
<p>&#8220;O operador deste drone sabe perfeitamente que está a atacar um civil&#8221;, escreveu o governante na rede social X.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">This barbaric Russian war crime in Kherson requires international condemnation and justice, yet thousands of similar crimes never reach the public eye. </p>
<p>This is a deliberate and systemic Russian strategy. They know exactly what they are doing. The sadist operating this drone… <a href="https://t.co/h8GQdnQSyZ">https://t.co/h8GQdnQSyZ</a></p>
<p>&mdash; Andrii Sybiha 🇺🇦 (@andrii_sybiha) <a href="https://x.com/andrii_sybiha/status/2084543621756334183?ref_src=twsrc%5Etfw">August 4, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O comissário ucraniano para os Direitos Humanos, Dmytro Lubinets, considerou igualmente que as imagens mostram &#8220;a verdadeira tática da Rússia: perseguir e matar pessoas inocentes&#8221;, apelando à comunidade internacional para não ignorar este tipo de ataques.</p>
<p>Kherson tem sido alvo de bombardeamentos quase diários desde que foi libertada pelas forças ucranianas, em novembro de 2022. As tropas russas permanecem posicionadas na margem oposta do rio Dnipro e continuam a atacar a cidade com artilharia, bombas guiadas e, cada vez mais, drones FPV.</p>
<p>Segundo o &#8216;Kyiv Post&#8217;, as Nações Unidas registaram um aumento das vítimas civis na Ucrânia durante 2026, atribuindo parte dessa subida ao uso crescente de drones de curto alcance contra zonas habitadas.</p>
<p>A Rússia acusa regularmente a Ucrânia de atacar civis com drones em território russo, acusações que Kiev tem rejeitado de forma consistente.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/video-mostra-drone-russo-a-perseguir-civil-pelas-ruas-de-kherson-homem-escapa-por-pouco/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797422]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Preço das motas usadas sobe 4% no verão. Honda continua a ser a marca preferida dos portugueses</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/preco-das-motas-usadas-sobe-4-no-verao-honda-continua-a-ser-a-marca-preferida-dos-portugueses/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/preco-das-motas-usadas-sobe-4-no-verao-honda-continua-a-ser-a-marca-preferida-dos-portugueses/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 12:17:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Honda]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[standvirtual]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797393</guid>

					<description><![CDATA[Segundo a plataforma, o preço médio das motas usadas fixou-se nos 10.616 euros nos primeiros seis meses do ano, um aumento de 4% face ao mesmo período de 2025]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A chegada do verão continua a impulsionar o mercado das motas e das caravanas em Portugal. Em comunicado, o Standvirtual revela que o preço médio das motas usadas aumentou 4% no primeiro semestre de 2026, enquanto as caravanas mantiveram uma procura estável, refletindo o interesse dos portugueses por soluções de mobilidade ligadas às férias e ao lazer.</p>
<p>Segundo a plataforma, o preço médio das motas usadas fixou-se nos 10.616 euros nos primeiros seis meses do ano, um aumento de 4% face ao mesmo período de 2025. Ao mesmo tempo, os contactos gerados pelos anúncios caíram 9,7% e as visualizações recuaram 14,2%, enquanto a oferta registou uma ligeira diminuição de 2,6%.</p>
<p>Já no segmento das caravanas, o preço médio baixou 3,1%, para 48.792 euros, numa evolução que, segundo o Standvirtual, representa uma estabilização após os máximos registados no final de 2025. Apesar da descida dos preços, a procura manteve-se praticamente estável, com um crescimento de 1,3% nos contactos, acompanhado por um aumento de 1,2% na oferta.</p>
<p>Em comunicado, Pedro Soares, Head of Sales do Standvirtual, afirma que o verão continua a ser o período de maior procura para ambos os segmentos, embora cada mercado esteja a seguir uma trajetória diferente. Segundo o responsável, as caravanas consolidam o crescimento dos últimos anos, impulsionadas pela procura de férias mais flexíveis, enquanto as motas atravessam uma fase de estabilização, mantendo, ainda assim, níveis de valorização elevados.</p>
<p>A tendência tornou-se ainda mais evidente em junho, o primeiro mês de verão analisado. Nesse período, o preço médio das motas aumentou 5,5%, para 10.881 euros, apesar de a procura ter diminuído 29,5%. Nas caravanas, o preço médio recuou 5,6%, mas os contactos cresceram 2%.</p>
<p>No mercado das caravanas, a Fiat Ducato continua a liderar em número de anúncios, contactos e visualizações. Modelos como a Challenger Genesis, Chausson Flash e Citroën Jumper também reforçam a sua presença entre as preferências dos utilizadores.</p>
<p>Nas motas, a Honda mantém a liderança como a marca mais procurada pelos portugueses, seguida pela Yamaha e pela Ducati.</p>
<p>A análise mostra ainda que Lisboa continua a concentrar o maior volume de anúncios, contactos e visualizações nos dois segmentos. No entanto, começam a surgir novos polos de crescimento em diferentes regiões do país.</p>
<p>Segundo o Standvirtual, Aveiro e Braga destacam-se pela expansão da oferta de caravanas, enquanto Faro registou o maior aumento de contactos (+36,9%), refletindo o crescente interesse pelo turismo itinerante no sul do país.</p>
<p>No segmento das motas, Aveiro (+53,2%) e Viana do Castelo (+22,5%) foram os distritos com maior crescimento da procura, contrariando a tendência de estabilização observada a nível nacional.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/preco-das-motas-usadas-sobe-4-no-verao-honda-continua-a-ser-a-marca-preferida-dos-portugueses/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797393]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mapfre e o Carrefour iniciam venda conjunta de seguros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mapfre-e-o-carrefour-iniciam-venda-conjunta-de-seguros/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/mapfre-e-o-carrefour-iniciam-venda-conjunta-de-seguros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 12:11:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Carrefour]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Mapfre]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[seguros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797417</guid>

					<description><![CDATA[A seguradora Mapfre e a cadeia de distribuição Carrefour iniciaram a comercialização conjunta de seguros, através da Agência de Seguros Vinculada da Carrefour, disponibilizando numa primeira fase produtos de acidentes, morte e proteção de compras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A seguradora Mapfre e a cadeia de distribuição Carrefour iniciaram a comercialização conjunta de seguros, através da Agência de Seguros Vinculada da Carrefour, disponibilizando numa primeira fase produtos de acidentes, morte e proteção de compras.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado hoje, as duas empresas indicaram que os primeiros produtos resultantes da parceria, acordada no início do ano, começaram a ser comercializados esta semana e foram concebidos para oferecer proteção aos clientes, aliada a benefícios de poupança.</P><br />
<P>Numa fase inicial, a oferta inclui seguros de acidentes, de morte e de proteção de compras, estando previsto o alargamento gradual do catálogo com novas soluções adaptadas às necessidades dos clientes.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/mapfre-e-o-carrefour-iniciam-venda-conjunta-de-seguros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797417]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ébola: Epidemia já matou mais de 1.700 pessoas no leste da RDCongo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ebola-epidemia-ja-matou-mais-de-1-700-pessoas-no-leste-da-rdcongo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ebola-epidemia-ja-matou-mais-de-1-700-pessoas-no-leste-da-rdcongo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 12:03:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ébola]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[RD Congo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797342</guid>

					<description><![CDATA[A atual epidemia de Ébola na República Democrática do Congo (RDCongo) já matou mais de 1.700 pessoas no leste do país, segundo os dados governamentais hoje anunciados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A atual epidemia de Ébola na República Democrática do Congo (RDCongo) já matou mais de 1.700 pessoas no leste do país, segundo os dados governamentais hoje anunciados.</P><br />
<P>Até ao momento, foram registados 3.802 casos, com 1.707 mortes, segundo a atualização mais recente do Governo desta nação vizinha de Angola.</P><br />
<P>Ainda não é claro quando a epidemia atingirá o seu pico, afirmou também hoje o diretor-geral da agência de saúde pública da União Africa, o Africa CDC, Jean Kaseya, durante a sua segunda visita à cidade de Búnia, perto do epicentro da epidemia.</P><br />
<P>Kaseya alertou que quase 80% dos novos casos não resultam do rastreio de contactos, mas sim da transmissão comunitária.</P><br />
<P>Também o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, chegará hoje à capital congolesa, Kinshasa, e deverá visitar Búnia ainda esta semana.</P><br />
<P>A epidemia, declarada a 15 de maio, foi associado ao vírus Bundibugyo, para o qual não existem vacinas nem tratamentos aprovados.</P><br />
<P>Atrasos no rastreio de contactos, dificuldades de acesso às áreas afetadas, desconfiança das comunidades e violência por parte de grupos armados e de alguns residentes têm dificultado a resposta, segundo o Africa CDC.</P><br />
<P>Estão em curso dois ensaios clínicos de medicamentos de profilaxia pós-exposição na província de Ituri, bem como dois ensaios de vacinas distintos, no Reino Unido e no Canadá.</P><br />
<P>Este episódio epidémico está sobretudo concentrado na remota província de Ituri, no leste da RDCongo, que representa quase 90% dos casos, mas já foram confirmados casos noutras cinco províncias, incluindo numa das maiores cidades do país, Kisangani.</P><br />
<P>O vizinho Uganda declarou-se livre do Ébola após a alta do último paciente do país, em meados de junho.</P><br />
<P>Um dos principais desafios é o facto de o paciente zero ainda não ter sido identificado, enquanto os deslocamentos causados pelo conflito armado e pela exploração mineira ilegal na região dificultam o rastreio de milhares de pessoas que estiveram em contacto com infetados.</P><br />
<P>A OMS comunicou que está a acompanhar mais de 17.000 potenciais contactos, sendo quase 80% deles observados diariamente.</P><br />
<P>Na segunda-feira, profissionais de saúde na cidade fortemente afetada de Mongbwalu lançaram um ultimato sobre salários em atraso.</P><br />
<P>Anteriormente, profissionais de saúde em Búnia entraram em greve devido à falta de pagamento e a condições de trabalho perigosas. A OMS afirma que mais de 100 profissionais de saúde foram infetados desde o início desta epidemia, a 17.ª no país.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ebola-epidemia-ja-matou-mais-de-1-700-pessoas-no-leste-da-rdcongo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797342]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Produtores de leite contestam nova descida do preço e exigem a sua reposição</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/produtores-de-leite-contestam-nova-descida-do-preco-e-exigem-a-sua-reposicao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/produtores-de-leite-contestam-nova-descida-do-preco-e-exigem-a-sua-reposicao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 12:03:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Aprolep]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797364</guid>

					<description><![CDATA[Os produtores de leite contestaram hoje a nova descida do preço pago ao produtor e exigem a sua reposição já em setembro, alertando para o abandono da atividade numa altura em que os custos de produção aumentam.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os produtores de leite contestaram hoje a nova descida do preço pago ao produtor e exigem a sua reposição já em setembro, alertando para o abandono da atividade numa altura em que os custos de produção aumentam.</P><br />
<P>&#8220;Estas descidas vão provocar o abandono da atividade por parte dos mais velhos e vão desanimar os jovens que pensavam investir e instalar-se na produção de leite&#8221;, lê-se num comunicado divulgado hoje pela Associação dos Produtores de Leite de Portugal (Aprolep).</P><br />
<P>A associação adverte que estas novas descidas do preço pago ao produtor &#8220;ocorrem em período crítico de incêndios, que são cada vez mais graves por causa do abandono dos territórios e dos campos à volta das aldeias&#8221;, salientando que &#8220;os campos cultivados alimentam o país e protegem as populações&#8221;. </P><br />
<P>De acordo com a Aprolep, as cooperativas associadas na Lactogal comunicaram no final de julho uma nova descida de 1,5 cêntimos por litro no preço ao produtor a partir de 01 de agosto, em todo o território continental. </P><br />
<P>Por sua vez, na ilha de S. Miguel, nos Açores, &#8220;a Prolacto e a Insulac já responderam com descidas de dois e 1,5 cêntimos por litro, justificando a descida com a situação dos mercados a nível nacional e internacional&#8221;. </P><br />
<P>Alertando que esta descida &#8220;acontece numa ocasião em que aumentam os custos de produção com combustíveis e rações e se espera uma redução na produção de milho silagem devido às ondas de calor&#8221;, a Aprolep prevê que haverá &#8220;menos alimento para os animais e [que este] vai ser, provavelmente, o mais caro de sempre, por causa dos fertilizantes e sobretudo das maiores necessidades de rega, onde houver água, e da menor produção esperada por falta dessa água ou da capacidade de regar face à onda de calor&#8221;.</P><br />
<P>Segundo sustenta, estas descidas &#8220;são injustas porque o preço do leite ao produtor em Portugal nunca acompanhou as subidas registadas no Norte da Europa ou até mesmo aqui ao lado, na Espanha&#8221; e também porque a ajuda que o Governo deu aos agricultores em Portugal &#8220;foi várias vezes inferior à ajuda que os agricultores espanhóis&#8221;, os seus principais concorrentes, receberam por causa da guerra no Irão e do fecho do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Neste contexto, a associação &#8220;desafia os restantes compradores a manter o preço do leite ao produtor e desafia quem desceu a repor o preço no próximo mês de setembro&#8221;.</P><br />
<P>Defendendo que se aposte na produção de queijos, iogurtes e outros produtos lácteos &#8220;capazes de substituir os produtos importados, que representam um défice de 400 milhões de euros&#8221;, a Aprolep desafia ainda as indústrias e cooperativas &#8220;a partilhar os resultados através do melhor preço aos produtores&#8221;, para que estes &#8220;possam fazer face aos custos de produção e efetuar os investimentos necessários para o futuro da produção de leite&#8221;. </P><br />
<P>Finalmente, a associação renova o apelo ao consumo de leite e produtos lácteos nacionais, salientando que são &#8220;produtos de qualidade reconhecida, mais próximos, mais frescos e melhores para a economia de Portugal&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/produtores-de-leite-contestam-nova-descida-do-preco-e-exigem-a-sua-reposicao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797364]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugal codificou 155 novas doenças raras em 2025, revela DGS</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-codificou-155-novas-doencas-raras-em-2025-dgs/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-codificou-155-novas-doencas-raras-em-2025-dgs/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 12:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[DGS]]></category>
		<category><![CDATA[doenças raras]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797394</guid>

					<description><![CDATA[Portugal codificou pela primeira vez 155 doenças raras diferentes em 2025, ano em que foram emitidos 1.803 Cartões da Pessoa com Doença Rara, mais 13,2% do que em 2024, abrangendo um total de 594 patologias, segundo a DGS.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal codificou pela primeira vez 155 doenças raras diferentes em 2025, ano em que foram emitidos 1.803 Cartões da Pessoa com Doença Rara, mais 13,2% do que em 2024, abrangendo um total de 594 patologias, segundo a DGS.</P><br />
<P>À semelhança do que aconteceu em 2024, as doenças raras com mais cartões requisitados em 2025 foram a Anemia de Células Falciformes e a Retinite pigmentar, segundo o Relatório anual sobre a implementação do Cartão da Pessoa com Doença Rara (CPDR) 2025 da Direção-Geral da Saúde.</P><br />
<P>Estas doenças estão também entre as mais prevalentes na Europa, segundo a lista de 2025 disponibilizada anualmente pela Orphanet, o portal de referência europeu para informações sobre doenças raras e medicamentos.</P><br />
<P>O relatório reforça o papel do CPDR na melhoria da continuidade de cuidados, no acesso rápido a informação clínica relevante em contexto de urgência e na promoção de uma resposta mais personalizada e segura para as pessoas com doença rara.</P><br />
<P>Em 2025, foram codificadas 155 novas doenças raras, mais 38 comparativamente a 2024 e mais 210 cartões, subindo de 1.593 para 1.803, um aumento que poderá estar associado à divulgação contínua da ferramenta junto dos profissionais de saúde, no âmbito de diversos projetos europeus relacionados com doenças raras e respetiva codificação ORPHA.</P><br />
<P>A DGS observa que o ano 2017 foi uma exceção, em que a possibilidade de requisição do CPDR foi expandida a todos os hospitais públicos, ficando cada instituição responsável pela sua dinamização e implementação.</P><br />
<P>Contudo, a emissão anual de cartões pode ser influenciada por diversos fatores, como o diagnóstico de doença rara ser maioritariamente &#8220;um processo intrincado e longo&#8221; e daí ser frequentemente feito apenas em Centros de Referência.</P><br />
<P>Outro fator apontado é &#8220;a maior consciencialização&#8221; do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados, que pode ter condicionado o número de cartões emitidos, porque está dependente do consentimento escrito.</P><br />
<P>Os cartões foram emitidos em 2025 por 34 instituições do país, sendo que 77,3% foram requisitados por sete Unidades Locais de Saúde (USL) e pelos três Institutos Portugueses de Oncologia (IPO), que integram Centros de Referência, o que para a DGS sublinha &#8220;o papel estratégico destas instituições na identificação e gestão clínica das doenças raras&#8221;.</P><br />
<P>A ULS de Coimbra requisitou 32,3% dos cartões, seguida da ULS São José (15,8%), da ULS de Santo António (11,9%), da ULS Santa Maria (8,9%), da ULS São João (6,1%), da ULS Lisboa Ocidental (0,8%) e da ULS do Alto Ave (0,2%). Os IPO de Coimbra, Lisboa e Porto requisitaram 0,6%, 0,4% e 0,3% dos cartões, respetivamente.</P><br />
<P>A DGS destaca que, &#8220;apesar da predominância dos Centros de Referência na emissão de CPDR, os dados reforçam a importância de continuar a sensibilizar todas as especialidades médicas e unidades hospitalares para a existência e utilidade deste cartão, tendo em conta a transversalidade das doenças raras e a imprevisibilidade dos contextos de urgência em que o acesso à informação clínica pode ser determinante&#8221;.</P><br />
<P>Para 2026 foram definidas metas que a DGS considera importante alcançar, como facilitar a visualização do CPDR nos sistemas de informação hospitalar no momento da triagem em contexto de urgência e automatizar a atualização dos códigos ORPHA a partir das versões disponibilizadas pela Orphanet.</P><br />
<P>A integração, sempre que possível, de variáveis demográficas como a idade e a localização geográfica, permitindo análises mais granulares e informadas; promover a formação contínua dos profissionais de saúde e a participação em iniciativas europeias, assegurando que estas atividades respeitam integralmente o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados e garantem a confidencialidade da informação clínica são outras metas para este ano.</P><br />
<P> &#8220;O alcance destas metas permitirá reforçar o valor do CPDR enquanto ferramenta de apoio à prestação de cuidados personalizados, promovendo a continuidade assistencial e contribuindo para uma resposta mais eficaz, equitativa e centrada na pessoa com doença rara&#8221;, defende a DGS.</P><br />
<P>Entre 2014, ano de início da emissão do CPDR em Portugal, e o final de 2025, foram emitidos 12.784 cartões e identificadas 1.627 doenças raras diferentes.</P><br />
<P>A definição europeia de doença rara corresponde às doenças com uma prevalência não superior a 5 por 10.000 habitantes.  </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-codificou-155-novas-doencas-raras-em-2025-dgs/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797394]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>UE fecha fileiras após crise em Ceuta: fronteiras externas, expulsões e alerta precoce vão ser reforçados</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/migracoes-ministros-da-ue-concordam-em-reforcar-fronteiras-e-mecanismos-de-regresso/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/migracoes-ministros-da-ue-concordam-em-reforcar-fronteiras-e-mecanismos-de-regresso/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 11:53:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ceuta]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Migrações]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797399</guid>

					<description><![CDATA[Os ministros da Administração Interna da União Europeia (UE) concordaram hoje que é necessário reforçar as fronteiras e os "mecanismos de regresso" de migrantes, após uma reunião por videoconferência dedicada à crise na fronteira de Ceuta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os ministros da Administração Interna da União Europeia e dos países associados ao Espaço Schengen acordaram reforçar o controlo das fronteiras externas, acelerar o regresso de migrantes em situação irregular e criar mecanismos de alerta precoce para responder mais rapidamente a futuras crises migratórias, na sequência dos acontecimentos registados em Ceuta.</p>
<p>Segundo a &#8216;Europa Press&#8217;, a decisão foi tomada numa reunião extraordinária convocada após a vaga de entradas irregulares na cidade autónoma espanhola, que desencadeou uma resposta coordenada das instituições europeias.</p>
<p>No final do encontro, os ministros manifestaram &#8220;firme solidariedade&#8221; para com Espanha e consideraram que a situação está atualmente controlada, sublinhando que a grande maioria das pessoas que atravessaram irregularmente a fronteira já foi devolvida.</p>
<p>Além do reforço da vigilância das fronteiras externas da União Europeia, os responsáveis defenderam uma maior cooperação com países terceiros para prevenir novas vagas migratórias e melhorar a gestão dos fluxos migratórios antes de estes chegarem ao território europeu.</p>
<p>Outro dos pontos centrais passa pela criação de um sistema europeu de alerta precoce, destinado a detetar rapidamente situações de pressão migratória e a permitir uma resposta coordenada entre os Estados-membros antes que a situação evolua para uma crise.</p>
<p>Segundo a Europa Press, os ministros consideram que os acontecimentos em Ceuta demonstraram a necessidade de melhorar a capacidade de antecipação da União Europeia, evitando respostas reativas perante movimentos migratórios de grande dimensão.</p>
<p>A reunião surge depois de a Comissão Europeia e vários Estados-membros terem manifestado apoio às autoridades espanholas durante a crise migratória, considerada uma das mais graves registadas nos últimos anos na fronteira sul da União Europeia.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/migracoes-ministros-da-ue-concordam-em-reforcar-fronteiras-e-mecanismos-de-regresso/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797399]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>“Não, Marrocos, não”: menino de 12 anos, em lágrimas, implora para não ser devolvido na fronteira de Ceuta</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nao-marrocos-nao-menino-de-12-anos-em-lagrimas-implora-para-nao-ser-devolvido-na-fronteira-de-ceuta/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/nao-marrocos-nao-menino-de-12-anos-em-lagrimas-implora-para-nao-ser-devolvido-na-fronteira-de-ceuta/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 11:46:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797386</guid>

					<description><![CDATA[A intervenção de várias pessoas presentes no local e de um responsável militar permitiu esclarecer que se tratava de um menor não acompanhado e interromper o procedimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Um rapaz de 12 anos que entrou sozinho em Ceuta esteve prestes a ser conduzido até à fronteira com Marrocos, esta terça-feira, enquanto chorava e repetia insistentemente que não queria regressar. A intervenção de várias pessoas presentes no local e de um responsável militar permitiu esclarecer que se tratava de um menor não acompanhado e interromper o procedimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">O episódio ocorreu nas imediações da fronteira, numa altura em que Ceuta continua a enfrentar uma crise humanitária após a entrada em massa de migrantes registada na passada quinta-feira.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Cadena Ser, o menor caminhava em direção à zona próxima da praça de táxis junto ao posto fronteiriço, onde se encontravam várias famílias que tinham acabado de atravessar a partir de território marroquino.</p>
<p><strong>Criança repetia que não queria voltar para Marrocos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Testemunhas relataram que o rapaz avançava a chorar e repetia: “Marrocos, não”.</p>
<p class="isSelectedEnd">A situação só ficou clara quando algumas mulheres que se encontravam no local ajudaram a traduzir aquilo que a criança tentava dizer. Foi então possível perceber que o menor estava sozinho e não era acompanhado por qualquer adulto.</p>
<p class="isSelectedEnd">O rapaz encontrava-se num estado visível de ansiedade e tinha dificuldade em explicar o que lhe estava a acontecer.</p>
<p class="isSelectedEnd">A identificação da sua situação foi decisiva, uma vez que a legislação espanhola e os protocolos de proteção de menores impedem que crianças estrangeiras não acompanhadas sejam expulsas ou devolvidas de forma imediata na fronteira.</p>
<p><iframe title="El NIÑO que pidió a un militar español no ser EXPULSADO de CEUTA" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/C9GksSNAkdg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Responsável militar mandou suspender o traslado</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Depois de confirmar que o rapaz era menor e estava desacompanhado, o tenente-coronel responsável pela unidade destacada naquela zona ordenou que o encaminhamento para a fronteira fosse interrompido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um agente da Guarda Civil ficou então responsável pela criança e entregou-a aos serviços de proteção.</p>
<p class="isSelectedEnd">O menor recebeu posteriormente assistência da Cruz Vermelha e foi transportado de ambulância para o interior da cidade autónoma.</p>
<p><strong>Ceuta acolheu 862 menores</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A entrada em massa de migrantes continua a exercer forte pressão sobre os recursos disponíveis em Ceuta.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na segunda-feira, os centros da cidade e outras estruturas extraordinárias acolhiam 862 menores, de acordo com os dados das autoridades locais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, existe a suspeita de que muitos outros jovens que entraram em Ceuta a 30 de julho não tenham pedido ajuda ou permaneçam escondidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A crise mantém a cidade sob forte tensão, com milhares de migrantes a permanecerem nas ruas ou em espaços improvisados, enquanto as autoridades tentam identificar e encaminhar os menores para estruturas de acolhimento.</p>
<p><strong>Pelo menos 44 pessoas continuam desaparecidas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Pelo menos 44 pessoas, sobretudo jovens e menores, permanecem em paradeiro desconhecido após a entrada em massa em Ceuta.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fontes policiais citadas pela agência EFE indicam que as famílias estão a procurar os desaparecidos através dos meios de comunicação de Ceuta e de Marrocos, recorrendo também às redes sociais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Save the Children alertou para o risco de centenas de crianças e adolescentes continuarem sem proteção adequada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a organização, o sistema de acolhimento de Ceuta está atualmente a acompanhar cerca de mil menores, apesar de ter uma capacidade estrutural inferior a cem lugares.</p>
<p><strong>ONG teme que crianças permaneçam nas ruas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Save the Children receia que alguns menores ainda não tenham sido identificados nem encaminhados para estruturas adequadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A organização admite que várias crianças possam continuar nas ruas ou em espaços sem condições para garantir a sua segurança e bem-estar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Jennifer Zuppiroli, especialista em migrações da Save the Children, defendeu que a prioridade deve ser assegurar que nenhum menor fica desprotegido.</p>
<p>A responsável considera essencial identificar rapidamente todas as crianças e encaminhá-las para locais seguros, onde possam receber acompanhamento especializado e apoio psicológico.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/nao-marrocos-nao-menino-de-12-anos-em-lagrimas-implora-para-nao-ser-devolvido-na-fronteira-de-ceuta/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797386]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>EDP quer novos empreendedores no Norte com programa ibérico de apoio a negócios</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/edp-quer-novos-empreendedores-no-norte-com-programa-iberico-de-apoio-a-negocios/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/edp-quer-novos-empreendedores-no-norte-com-programa-iberico-de-apoio-a-negocios/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 11:41:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EDP]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Norte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797388</guid>

					<description><![CDATA[A EDP lançou a quarta edição do Entama em Portugal, programa ibérico de apoio ao empreendedorismo local que, este ano, chega a 11 municípios do Norte do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EDP lançou a quarta edição do Entama em Portugal, programa ibérico de apoio ao empreendedorismo local que, este ano, chega a 11 municípios do Norte do país.</p>
<p>As candidaturas estão abertas entre 1 de agosto e 13 de setembro e destinam-se a empreendedores com projetos a desenvolver em Amares, Amarante, Arcos de Valdevez, Boticas, Lamego, Montalegre, Ponte da Barca, Póvoa de Lanhoso, Terras de Bouro, Vieira do Minho e Vila Pouca de Aguiar.</p>
<p>Criado em 2019, o Entama apoia projetos que valorizem os recursos locais, promovam a inovação e contribuam para a dinamização económica de territórios rurais e semi-rurais. O programa procura também responder a desafios como o despovoamento e a reduzida densidade populacional.</p>
<p>Desde que foi lançado em Portugal, o Entama já teve três edições e apoiou 14 projetos, contribuindo para a criação de cerca de 30 postos de trabalho. Através desta iniciativa, a EDP pretende estimular a criação de valor nas comunidades locais e apoiar soluções capazes de responder a desafios sociais, económicos e ambientais dos territórios abrangidos.</p>
<p>Mais do que financiamento, o programa combina investimento, mentoria e parcerias com entidades locais, procurando ajudar os empreendedores a desenvolver modelos de negócio sustentáveis e com impacto positivo nas comunidades.</p>
<p>A nova edição pretende, assim, reforçar o apoio ao empreendedorismo e à criação de emprego em regiões do interior, promovendo simultaneamente a fixação de pessoas e o aproveitamento do potencial económico local.</p>
<p>As candidaturas podem ser apresentadas através da página do Entama Portugal.</p>
<p>O programa integra a estratégia global de impacto social da EDP, denominada EDP Y.E.S. (You Empower Society), que prevê um investimento de 300 milhões de euros até 2030 e o apoio a mais de 500 projetos de responsabilidade social em diferentes regiões.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/edp-quer-novos-empreendedores-no-norte-com-programa-iberico-de-apoio-a-negocios/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797388]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Investimento de 20 milhões de euros cria residência universitária na NOVA FCT com mãos da DST e KKR</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/investimento-de-20-milhoes-de-euros-cria-residencia-universitaria-na-nova-fct-com-maos-da-dst-e-kkr/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/investimento-de-20-milhoes-de-euros-cria-residencia-universitaria-na-nova-fct-com-maos-da-dst-e-kkr/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 11:32:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dst]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[KKR]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[NOVA FCT]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797382</guid>

					<description><![CDATA[Um investimento de cerca de 20 milhões de euros vai dar origem a uma nova residência universitária no Campus de Caparica da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa (NOVA FCT).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um investimento de cerca de 20 milhões de euros vai dar origem a uma nova residência universitária no Campus de Caparica da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa (NOVA FCT). O projeto prevê a criação de 280 camas, distribuídas por 254 unidades de alojamento, num edifício com cinco pisos.</p>
<p>A nova residência será desenvolvida pela dstrealestate, empresa do ramo imobiliário do dstgroup, em parceria com a KKR Investimentos, promotora portuguesa especializada no segmento de residências para estudantes, liderada por Ricardo Kendall e Vera Kendall.</p>
<p>A construção deverá arrancar em 2027, estando a conclusão prevista para 2028.</p>
<p>Um dos elementos diferenciadores do projeto será a utilização de construção industrializada através da ZETHAUS, empresa do dstgroup especializada neste modelo construtivo. Uma parte significativa do edifício será produzida em ambiente industrial, com o objetivo de aumentar a eficiência do processo, reduzir desperdícios e garantir maior previsibilidade nos prazos de execução.</p>
<p>Segundo os promotores, a solução permitirá combinar padrões elevados de qualidade com uma construção mais eficiente e sustentável, procurando responder à pressão existente sobre o alojamento estudantil, sobretudo numa região onde o acesso à habitação continua a representar um desafio.</p>
<p>A nova residência pretende reforçar a capacidade de alojamento disponível para os estudantes da NOVA FCT e contribuir para a atração e retenção de talento nacional e internacional nas áreas das ciências, engenharia e tecnologia.</p>
<p>“A construção desta residência no Campus da NOVA FCT representa mais um avanço na atração de jovens universitários”, afirma José Júlio Alferes, diretor da NOVA FCT, sublinhando que o projeto poderá contribuir para mitigar as dificuldades de acesso à habitação e ao ensino superior e, simultaneamente, reforçar a capacidade da faculdade para atrair talento.</p>
<p>Para Ana José Teixeira, CEO da dstrealestate, o projeto enquadra-se numa estratégia de desenvolvimento imobiliário orientada para necessidades concretas. A responsável destaca a construção industrializada como uma forma de conciliar “qualidade, eficiência e sustentabilidade” e acelerar a disponibilização de novos alojamentos.</p>
<p>A parceria junta, assim, a experiência da KKR Investimentos no desenvolvimento de projetos de student housing às competências do dstgroup na promoção imobiliária, através da dstrealestate, e na construção industrializada, através da ZETHAUS.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/investimento-de-20-milhoes-de-euros-cria-residencia-universitaria-na-nova-fct-com-maos-da-dst-e-kkr/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797382]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Humorista paga 9,80 euros por duas garrafas de água no aeroporto e ironiza: “Entrei com sede e saí com uma hipoteca”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/humorista-paga-980-euros-por-duas-garrafas-de-agua-no-aeroporto-e-ironiza-entrei-com-sede-e-sai-com-uma-hipoteca/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/humorista-paga-980-euros-por-duas-garrafas-de-agua-no-aeroporto-e-ironiza-entrei-com-sede-e-sai-com-uma-hipoteca/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 11:23:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797369</guid>

					<description><![CDATA[O episódio voltou a colocar em destaque uma das queixas mais frequentes de quem viaja de avião: o preço elevado de alimentos e bebidas dentro dos aeroportos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A humorista canária Omayra Cazorla recorreu ao sarcasmo depois de pagar 9,80 euros por duas garrafas de água no aeroporto de Tenerife. O episódio foi partilhado num vídeo publicado na sua conta oficial de TikTok e rapidamente gerou centenas de comentários.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os preços praticados nos aeroportos são frequentemente alvo de críticas por parte dos passageiros, não apenas no caso das refeições e das bebidas refrigerantes, mas também de produtos básicos como a água.</p>
<p class="isSelectedEnd">No caso de Omayra Cazorla, cada uma das duas garrafas custou perto de cinco euros.</p>
<p><strong>“Onde estou sem ter de dizer?”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No início do vídeo, a humorista mostra as garrafas e revela o valor total da compra.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Duas garrafas de água, para depois não dizerem que estou a exagerar: 9,80 euros. Duas garrafas de água. Onde estou sem ter de dizer?”, questiona.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo contou, a funcionária que a atendeu informou-a de que o preço deverá voltar a aumentar e que está prevista uma nova subida em dezembro.</p>
<p class="isSelectedEnd">A partir daí, Omayra Cazorla transforma a compra numa sucessão de piadas sobre o custo da água nos aeroportos.</p>
<p><strong>“Este vai ser o meu plano de pensões”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A humorista brincou com a possibilidade de comprar mais garrafas antes da próxima subida de preços.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Não sei se devo investir e comprar mais quatro ou cinco, porque este vai ser o meu plano de pensões”, afirmou.</p>
<p class="isSelectedEnd">Cazorla acrescentou ainda que aquela água não servia apenas para matar a sede, mas para “amortizar o terminal”. Noutra das piadas, disse que o banco lhe telefonou para confirmar a operação e que a compra lhe teria dado acesso à zona VIP do aeroporto.</p>
<p class="isSelectedEnd">A frase que mais se destacou surgiu no final: “Entrei com sede e saí com uma hipoteca.”</p>
<p><strong>Vídeo gera centenas de comentários</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A publicação recebeu mais de 500 comentários, muitos deles também marcados pelo humor e pela indignação perante o preço.</p>
<blockquote class="tiktok-embed" cite="https://www.tiktok.com/@omayracazorla0/video/7660176429992234262" data-video-id="7660176429992234262" data-embed-from="oembed" style="max-width:605px; min-width:325px;">
<section> <a target="_blank" title="@omayracazorla0" href="https://www.tiktok.com/@omayracazorla0?refer=embed" rel="noopener">@omayracazorla0</a> </p>
<p>Lo del agua … <a title="loquehay" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/loquehay?refer=embed" rel="noopener">#loquehay</a> </p>
<p> <a target="_blank" title="♬ sonido original - Omayra Cazorla" href="https://www.tiktok.com/music/sonido-original-7660176649937275670?refer=embed" rel="noopener">♬ sonido original &#8211; Omayra Cazorla</a> </section>
</blockquote>
<p> <script async src="https://www.tiktok.com/embed.js"></script></p>
<p class="isSelectedEnd">Um utilizador brincou que a água seria produzida com gelo de um meteorito vindo de um glaciar de Andrómeda e que o preço aumentaria em dezembro porque o Pai Natal teria de fazer uma viagem adicional para a transportar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro comentou que, naquele aeroporto, comer uma sandes obrigaria o passageiro a “assinar uma hipoteca”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Houve ainda quem afirmasse que os aeroportos dispõem de máquinas de venda automática com garrafas a preços entre 1,30 e 1,50 euros, aconselhando os passageiros a perguntarem à AENA onde se encontram antes de comprarem água nos estabelecimentos mais caros.</p>
<p>O episódio voltou a colocar em destaque uma das queixas mais frequentes de quem viaja de avião: o preço elevado de alimentos e bebidas dentro dos aeroportos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/humorista-paga-980-euros-por-duas-garrafas-de-agua-no-aeroporto-e-ironiza-entrei-com-sede-e-sai-com-uma-hipoteca/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797369]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Três leões morrem e dez adoecem durante vaga de calor histórica no Japão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tres-leoes-morrem-e-dez-adoecem-durante-vaga-de-calor-historica-no-japao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/tres-leoes-morrem-e-dez-adoecem-durante-vaga-de-calor-historica-no-japao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 11:12:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=797365</guid>

					<description><![CDATA[Três leoas morreram num jardim zoológico de Tóquio com suspeitas de golpe de calor, numa altura em que o Japão enfrenta temperaturas recorde e milhares de pessoas têm necessitado de assistência hospitalar devido ao calor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Três leoas morreram num jardim zoológico de Tóquio com suspeitas de golpe de calor, numa altura em que o Japão enfrenta temperaturas recorde e milhares de pessoas têm necessitado de assistência hospitalar devido ao calor.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os animais, com três, 11 e 15 anos, morreram entre 28 de julho e 2 de agosto no Parque Zoológico de Tama, situado em Hino, nos arredores ocidentais da capital japonesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Independent, as autópsias revelaram sinais generalizados de desidratação e falência de vários órgãos. A causa definitiva das mortes, contudo, só será confirmada após a divulgação dos resultados laboratoriais.</p>
<p class="isSelectedEnd">São as primeiras mortes deste tipo registadas no parque desde que começou a manter leões, em 1964.</p>
<p><strong>Dez dos 16 leões precisaram de tratamento</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os problemas começaram a 18 de julho, quando dois animais foram tratados por perda de apetite, depois de as temperaturas terem começado a subir a meio do mês.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos dias seguintes, os sintomas alastraram a vários elementos do grupo. Alguns dos leões chegaram a perder a capacidade de se manter de pé.</p>
<p class="isSelectedEnd">No total, dez dos 16 animais existentes no jardim zoológico precisaram de tratamento. Os funcionários recorreram a ventoinhas e pulverizadores de água para os arrefecer, além de lhes administrarem medicamentos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Perante o agravamento do estado dos animais, o parque encerrou ao público a zona dos leões em 23 de julho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma fêmea e dois machos continuam a receber cuidados veterinários. O jardim zoológico ainda não indicou quando poderá reabrir o recinto.</p>
<p><strong>Jardim zoológico nunca tinha enfrentado situação semelhante</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Miwa Kosaka, representante do parque, afirmou que a instituição nunca tinha vivido um episódio comparável.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de o verão anterior também ter sido quente, nenhum dos leões tinha adoecido desta forma.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Parque Zoológico de Tama cria e exibe leões desde 1964. Em julho, tinha 16 animais, cinco machos e 11 fêmeas, com idades entre um e 20 anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os leões vivem em estado selvagem sobretudo na África subsaariana e numa pequena reserva florestal do oeste da Índia. Apesar de estas regiões serem quentes, apresentam geralmente condições muito mais secas do que o verão japonês, marcado por elevada humidade e por temperaturas que descem pouco durante a noite.</p>
<p><strong>Japão enfrenta dias acima dos 40 graus</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As mortes ocorreram durante um verão que a Agência de Gestão de Incêndios e Desastres do Japão classificou como uma situação de desastre, uma designação habitualmente utilizada para acontecimentos como terramotos e tufões.</p>
<p class="isSelectedEnd">Várias cidades registaram aquilo a que as autoridades começaram a chamar “dias cruelmente quentes”, correspondentes a temperaturas superiores a 40 graus Celsius.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Japão ultrapassou os 40 graus durante cinco dias consecutivos até 25 de julho, a sequência mais longa desde o início dos registos comparáveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">A agência meteorológica japonesa criou este ano o termo “kokushobi” para designar estes episódios. A expressão foi escolhida através de uma consulta pública que recebeu cerca de 478 mil respostas e representa a primeira nova categoria de calor introduzida desde 2007.</p>
<p><strong>Mais de 18 mil pessoas hospitalizadas numa semana</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre 20 e 26 de julho, 18.591 pessoas foram transportadas para hospitais devido a problemas relacionados com o calor.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante esse período, morreram 45 pessoas. Os cidadãos com 65 ou mais anos representaram cerca de 58% das hospitalizações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Tóquio foi a prefeitura com o maior número de casos.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o Independent, o centro da capital atingiu 36,5 graus no sábado, enquanto Hamamatsu, a oeste de Tóquio, chegou aos 39,7 graus.</p>
<p class="isSelectedEnd">No fim de semana, estavam ativos alertas de golpe de calor em 30 das 47 prefeituras japonesas.</p>
<p><strong>Noites quentes deixam pessoas e animais sem alívio</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As previsões apontam para a continuação das temperaturas elevadas, com a possibilidade de os termómetros atingirem os 40 graus em Hita, no sudoeste do país.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em grande parte do Japão, as temperaturas noturnas mantêm-se acima dos 25 graus, impedindo que pessoas e animais recuperem do calor acumulado durante o dia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Jardins zoológicos de todo o país têm adotado medidas adicionais de arrefecimento durante o verão.</p>
<p>As temperaturas extremas também dificultaram a resposta a um terramoto na região de Kumamoto, no sudoeste do Japão. As equipas de recuperação foram aconselhadas a evitar trabalhar durante as horas de maior calor.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/tres-leoes-morrem-e-dez-adoecem-durante-vaga-de-calor-historica-no-japao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797365]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
