Rangel investe 6 milhões de euros em novo hub logístico na África do Sul

A Rangel Logistics Solutions investiu 6 milhões de euros na inauguração de um novo armazém logístico em Joanesburgo, reforçando, assim, a sua presença na África do Sul.

Executive Digest com Lusa
Abril 4, 2025
9:15

A Rangel Logistics Solutions investiu 6 milhões de euros na inauguração de um novo armazém logístico em Joanesburgo, reforçando, assim, a sua presença na África do Sul.

“Este passo representa um marco na visão estratégica da empresa para África, onde opera desde 2020, e reforça o compromisso da Rangel com a criação de uma rede logística robusta e integrada na África Austral”, explica a empresa em comunicado.



O novo armazém, com uma área de 10.000 metros quadrados (m²), situa-se junto ao aeroporto de Joanesburgo.

Além deste investimento, a empresa de logística com presença em nove países e uma faturação de 260 milhões de euros em 2024, também irá abrir um novo escritório na África do Sul, em Nakop, na fronteira com a Namíbia.

“Entrámos na África do Sul com uma visão clara: estar onde o continente pulsa com mais força e ser parte ativa do seu desenvolvimento” afirma Nuno Rangel, presidente executivo da Rangel Logistics Solutions, citado no mesmo comunicado,

“Este investimento confirma a nossa aposta de longo prazo na região”, acrescenta.

Desde 2020, a Rangel abriu quatro escritórios nas principais fronteiras sul-africanas e expandiu a sua presença à Zâmbia (2021) e à Tanzânia (2022), elevando o investimento total nos três países para sete milhões de euros.

No total, a operação internacional representa cerca de 20% da faturação da empresa, sendo a África do Sul responsável por 8% deste volume.

A Rangel destaca ainda a importância crescente do seu papel como plataforma de apoio às exportações portuguesas, contribuindo para o acesso a novos mercados no continente africano.

“Temos como objetivo ser mais do que um operador logístico, queremos ser um facilitador do comércio regional e uma ponte entre África e o mundo, usando Portugal como elo estratégico”, conclui Nuno Rangel.

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