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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Supremo confirma que processo de ex-CEO da TAP será julgado em tribunal cível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:38:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[supremo tribunal de justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[Ex-CEO disse que "a decisão do Supremo Tribunal de Justiça confirma definitivamente que o Tribunal Central Cível de Lisboa é o tribunal competente para apreciar esta ação, reconhecendo que o litígio decorre de uma relação de natureza societária e não administrativa"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal de Justiça confirmou hoje que o processo interposto pela antiga presidente executiva (CEO) Christine Ourmières-Widener contra a TAP deve ser julgado pelo Tribunal Central Cível de Lisboa, adiantou a gestora, numa declaração à Lusa.</p>
<p>A ex-CEO disse que &#8220;a decisão do Supremo Tribunal de Justiça confirma definitivamente que o Tribunal Central Cível de Lisboa é o tribunal competente para apreciar esta ação, reconhecendo que o litígio decorre de uma relação de natureza societária e não administrativa&#8221;.</p>
<p>Assim, &#8220;com esta decisão, fica encerrada uma longa discussão processual e o processo pode, finalmente, avançar para a apreciação do seu mérito&#8221;.</p>
<p>De acordo com Christine Ourmières-Widener, desde o início, &#8220;o objetivo sempre foi que os factos fossem apreciados de forma independente e imparcial pelo tribunal competente&#8221;, com a ex-CEO a defender que existe &#8220;plena confiança de que a justiça portuguesa fará uma apreciação rigorosa dos factos e do direito&#8221;.</p>
<p>&#8220;Como já tive oportunidade de afirmar, continuo disponível para uma solução justa e equilibrada que permita encerrar este processo. Não sendo esse o caminho, aguardarei com serenidade que o Tribunal Central Cível de Lisboa aprecie o mérito da ação&#8221;, referiu.</p>
<p>Em fevereiro, o Tribunal da Relação de Lisboa tinha confirmado que o processo interposto por Christine Ourmières-Widener contra a TAP devia ser julgado no tribunal cível, rejeitando o recurso da companhia aérea sobre a competência do tribunal.</p>
<p>Em causa está a ação interposta por Christine Ourmières-Widener, que contesta a exoneração por justa causa anunciada em março de 2023 pelo Governo, na sequência do parecer da Inspeção-Geral de Finanças sobre a indemnização de 500 mil euros paga a Alexandra Reis.</p>
<p>A defesa da TAP sustentava que o litígio deveria ser apreciado pelos tribunais administrativos, por envolver a destituição de uma gestora pública, argumento que já tinha sido afastado em primeira instância, pela Relação e agora pelo Supremo.</p>
<p>O processo avançará assim para julgamento no tribunal cível, onde será apreciado o pedido de indemnização de 5,9 milhões de euros apresentado pela antiga presidente executiva, valor que é contestado pela companhia aérea.</p>
<p>Os cálculos da gestora incluem os montantes que considera ter direito até ao final do contrato (em 2025) e prémios de desempenho após ter levado a TAP a alcançar lucros em 2022 &#8211; o que já não acontecia há cinco anos -, e ter antecipado em quase três anos as metas estabelecidas no plano de reestruturação acordado com Bruxelas.</p>
<p>Além disso, inclui uma parcela por ter sido destituída sem o cumprimento do pré-aviso de 180 dias e por danos reputacionais.</p>
<p>Já as contas da TAP, conhecidas na argumentação da defesa em janeiro de 2024, apontam para a soma total de 432 mil euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789201]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Sobe para 117 o número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:37:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 117 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o mais recente balanço avançado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 117 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o mais recente balanço avançado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.</p>
<p>Entre os 117 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, dos quais 95 eram adultos e 22 menores, 100 tinham também a nacionalidade venezuelana.</p>
<p>O MNE português referiu ainda que continuam desaparecidos 51 cidadãos portugueses, menos dois do que os 53 contabilizados na segunda-feira.</p>
<p>O anterior balanço indicava 116 portugueses e lusodescendentes mortos.</p>
<p>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789209]]></sapo:autor>
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		<title>Agredido com violência no local de trabalho em Espinho: autarca do Chega hospitalizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:31:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Agressão ocorreu esta segunda-feira, em circunstâncias que continuam a ser investigadas pela PSP de Espinho. O desentendimento terá começado por motivos considerados fúteis]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um autarca do município de Espinho, eleito pelo Chega, foi violentamente agredido na cabeça durante uma discussão no respetivo local de trabalho. A vítima, de 47 anos, teve de ser transportada para o hospital.</p>
<p>Segundo o ‘Correio da Manhã’, a agressão ocorreu esta segunda-feira, em circunstâncias que continuam a ser investigadas pela PSP de Espinho. O desentendimento terá começado por motivos considerados fúteis.</p>
<p>O suspeito, um homem com cerca de 30 anos, já foi identificado pelas autoridades. Está em causa a suspeita da prática de um crime de ofensa à integridade física.</p>
<p>A publicação adianta que o ataque incidiu sobretudo na zona da cabeça do autarca. A gravidade concreta das lesões e as circunstâncias que antecederam a agressão não foram divulgadas.</p>
<p>A vítima foi assistida pelos bombeiros do concelho de Espinho e transportada para o Hospital de Vila Nova de Gaia.</p>
<p>A PSP prossegue as diligências para esclarecer o motivo da discussão, a sequência dos acontecimentos e a eventual responsabilidade criminal do suspeito.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789208]]></sapo:autor>
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		<title>Parece que se caminha sobre o céu: veja as imagens do lago chinês onde a terra desaparece ao pôr do sol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:26:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Chaka]]></category>
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		<category><![CDATA[Qinghai]]></category>
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					<description><![CDATA[Lago Salgado de Chaka, na província chinesa de Qinghai, tornou-se conhecido como o “espelho do céu” devido à capacidade da sua superfície rasa e cristalina para refletir a paisagem]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há lugares onde a paisagem parece desafiar as regras da perspetiva. No noroeste da China, um lago salgado transforma-se, quando reúne as condições certas, num enorme espelho natural onde o céu, as nuvens e as montanhas surgem duplicados — e os visitantes parecem caminhar sobre o horizonte.</p>
<p>O Lago Salgado de Chaka, na província chinesa de Qinghai, tornou-se conhecido como o “espelho do céu” devido à capacidade da sua superfície rasa e cristalina para refletir a paisagem. O lago situa-se no condado de Ulan, na extremidade oriental da bacia de Qaidam.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="ja" dir="ltr">青海海西，茶卡盐湖落日熔金，水天一色。<a href="https://x.com/hashtag/%E5%A4%A7%E7%BE%8E%E4%B8%AD%E5%9B%BD?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#大美中国</a> Molten golden sunset shimmers over Chaka Salt Lake in Qinghai. <a href="https://t.co/UuoFZufGcr">pic.twitter.com/UuoFZufGcr</a></p>
<p>&mdash; katie (@katie90243402) <a href="https://x.com/katie90243402/status/2076845875444449766?ref_src=twsrc%5Etfw">July 14, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">A time-lapse video records the gorgeous beauty of China’s mirror of the sky—Chaka Salt Lake in NW China’s Qinghai, where water meets the sky. <a href="https://t.co/fx6EZdzAWQ">pic.twitter.com/fx6EZdzAWQ</a></p>
<p>&mdash; People&#39;s Daily, China (@PDChina) <a href="https://x.com/PDChina/status/1184076454994182144?ref_src=twsrc%5Etfw">October 15, 2019</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Segundo o ‘El Mundo’, o efeito é particularmente intenso ao nascer e ao pôr do sol, quando a luz incide sobre a combinação de água e sal e torna difícil perceber onde termina a superfície e começa o céu.</p>
<p>Com uma área próxima dos 105 quilómetros quadrados e situado a cerca de 3.060 metros de altitude, Chaka estende-se por uma paisagem ampla, branca e quase sem referências visuais. Essa ausência de elementos ajuda a criar a ilusão de um espaço infinito.</p>
<p><strong>Caminhar por cima das nuvens</strong></p>
<p>O fenómeno resulta da fina camada de água que cobre o leito salgado. Quando o vento é fraco e a superfície permanece tranquila, o lago funciona como um enorme espelho, refletindo com nitidez as nuvens, a luz e as montanhas envolventes.</p>
<p>Em determinadas zonas autorizadas, os visitantes podem entrar na parte rasa do lago, habitualmente com proteção adequada nos pés. É esse contacto direto com a superfície que produz algumas das imagens mais conhecidas de Chaka: pessoas aparentemente suspensas entre dois céus.</p>
<p>O ‘El Mundo’ destaca precisamente esta possibilidade de caminhar sobre a água como um dos principais atrativos do local. A pouca profundidade e a camada de sal permitem explorar parte da paisagem sem recorrer a embarcações, embora o acesso esteja condicionado às áreas preparadas para turismo.</p>
<p>O nome “Chaka” significa “lago de sal” em tibetano. A região foi, em tempos remotos, uma zona de mar pouco profundo, antes de os movimentos geológicos que formaram o planalto Qinghai-Tibete deixarem água acumulada em depressões interiores. A evaporação prolongada favoreceu depois a formação dos lagos salinos da bacia de Qaidam.</p>
<p><strong>Um paraíso para fotografias — quando o tempo ajuda</strong></p>
<p>Apesar da fama, o efeito de espelho não está garantido todos os dias. Chuva intensa, vento, água turva ou uma camada demasiado seca podem reduzir a qualidade do reflexo.</p>
<p>Quando as condições são favoráveis, porém, a brancura do sal e a transparência da água criam uma paisagem minimalista, procurada por fotógrafos e viajantes. A zona turística é classificada como atração nacional de nível AAAA e integra alguns dos circuitos mais populares da província de Qinghai.</p>
<p>O local preserva ainda marcas da atividade salineira. Uma antiga linha ferroviária, originalmente usada para transportar sal, foi adaptada ao turismo e leva os visitantes até zonas mais interiores da paisagem.</p>
<p><strong>Beleza traz também pressão</strong></p>
<p>A popularidade do “espelho do céu” transformou Chaka num importante destino turístico, mas aumentou também a pressão sobre um ecossistema salino sensível.</p>
<p>A conservação exige limitar o acesso às áreas mais frágeis, controlar resíduos e conciliar a exploração turística com a proteção da água, dos organismos adaptados à elevada salinidade e das aves migratórias que utilizam a região.</p>
<p>É esse equilíbrio que determinará se o lago continuará a oferecer o mesmo espetáculo: uma superfície onde o mundo parece perder o chão e, durante alguns instantes, caminhar sobre a água se confunde com caminhar entre as nuvens.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789193]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo prepara novo regime geral das taxas sem fazer uma rutura, indica Miranda Sarmento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:07:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim Miranda Sarmento]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo vai apresentar uma proposta legislativa para criar um novo regime geral das taxas, para regular e organizar o atual enquadramento fiscal, sem fazer uma rutura, afirmou hoje o ministro das Finanças.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo vai apresentar uma proposta legislativa para criar um novo regime geral das taxas, para regular e organizar o atual enquadramento fiscal, sem fazer uma rutura, afirmou hoje o ministro das Finanças.</p>
<p>A iniciativa vai ser elaborada a partir do relatório da comissão para a elaboração do regime geral das taxas da administração pública, presidida pela juíza conselheira do Supremo Tribunal Administrativo Suzana Tavares da Silva, anunciou o ministro, durante a apresentação do documento, no Ministério das Finanças.</p>
<p>O objetivo da reforma passa por garantir que &#8220;cada taxa tem uma justificação clara, que assenta numa contraprestação efetiva, que é calculada com base em critérios transparentes e objetivos, e que respeita os direitos dos contribuintes&#8221;, elencou o ministro.</p>
<p>Miranda Sarmento explicou que este é &#8220;o espírito desta reforma&#8221;, que pretende ser &#8220;um instrumento de regulação e de organização, não um instrumento de rutura&#8221;.</p>
<p>Começando por referir o que a reforma não prevê &#8211; que &#8220;não se propõe uma revolução nos conceitos tributários, nem no modo como o Estado cobra taxas, nem se pretende inviabilizar o funcionamento dos serviços&#8221; -, Miranda Sarmento passou a elencar o que estará previsto na reforma.</p>
<p>A iniciativa pretende que &#8220;todos os regulamentos de taxas passem a oferecer a princípios comuns, a uma metodologia própria e comum e a garantias para quem paga estas taxas&#8221;, disse.</p>
<p>Para o ministro das Finanças, colocar o Estado &#8220;ao serviço das pessoas e das empresas&#8221;, tornando-o &#8220;mais simples, mais eficiente e mais transparente&#8221;, também &#8220;passa pela forma como o Estado define e cobra as suas taxas&#8221;.</p>
<p>Depois do governante, também a presidente da comissão repetiu que o grupo de trabalho não pretendeu apresentar um &#8220;qualquer instrumento de rutura&#8221;, mas regular o enquadramento em vigor a partir da definição de &#8220;taxa&#8221; que há muito está estabelecido no ordenamento jurídico.</p>
<p>O sistema fiscal português é composto por impostos, taxas e contribuições financeiras a favor das entidades públicas.</p>
<p>O trabalho da comissão centrou-se nas taxas, esclareceu Suzana Tavares da Silva.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789171]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>CCILC abre portas da China a startups portuguesas com competição de 25 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:03:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa (CCILC) e a Portugal-Hong Kong Chamber of Commerce and Industry (PHKCCI), em parceria com a Algarve Evolution, vão apresentar no próximo dia 21 de julho, em Faro, a International Sci-Tech Innovation Competition for China and Portuguese - and Spanish - Speaking Countries, uma competição internacional que disponibiliza cerca de 25 milhões de euros em prémios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa (CCILC) e a Portugal-Hong Kong Chamber of Commerce and Industry (PHKCCI), em parceria com a Algarve Evolution, vão apresentar no próximo dia 21 de julho, em Faro, a International Sci-Tech Innovation Competition for China and Portuguese &#8211; and Spanish &#8211; Speaking Countries, uma competição internacional que disponibiliza cerca de 25 milhões de euros em prémios.</p>
<p>A sessão de apresentação decorrerá entre as 10h00 e as 11h00, no UALG TEC CAMPUS, da Universidade do Algarve, e destina-se a startups, scaleups, empresas tecnológicas, universidades, centros de investigação e outras entidades do ecossistema de inovação interessadas em explorar oportunidades de internacionalização para o mercado chinês.</p>
<p>Durante o evento serão apresentados os principais detalhes da competição, incluindo o processo de candidatura, os critérios de elegibilidade e os prémios disponíveis, que serão distribuídos por 100 projetos vencedores. A organização irá também dar a conhecer as oportunidades de acesso ao ecossistema de inovação da Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau, através do corredor de inovação Hengqin-Macau.</p>
<p>Além do financiamento, os projetos selecionados poderão beneficiar do acesso a mais de 50 fundos de investimento e investidores estratégicos da região, bem como de apoio à instalação e entrada no mercado chinês, integração em redes de inovação e indústria e acompanhamento ao longo do processo de internacionalização e crescimento naquele mercado.</p>
<p>O programa inclui ainda a participação de uma representante do Hengqin Economic Development Bureau, que apresentará as oportunidades oferecidas pela iniciativa, seguindo-se uma sessão de esclarecimento de dúvidas e networking entre os participantes.</p>
<p>A participação é gratuita, mediante inscrição prévia.</p>
<p>A International Sci-Tech Innovation Competition for China and Portuguese- and Spanish-Speaking Countries integra uma iniciativa de cooperação entre a China e os países de língua portuguesa e espanhola, com o objetivo de promover a inovação, o investimento e a internacionalização de empresas. A competição pretende identificar projetos com elevado potencial de crescimento e facilitar o seu acesso ao mercado chinês através de financiamento, parcerias estratégicas e apoio especializado.</p>
<p>Os projetos que pretendam candidatar-se à competição através da rede da CCILC deverão utilizar o código de convite &#8220;CCILC&#8221; no formulário oficial de candidatura.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789177]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Crimeia era o grande troféu de Putin. Agora pode tornar-se o seu maior problema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:56:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
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					<description><![CDATA[Ucrânia intensificou os ataques contra pontes, estradas, linhas ferroviárias, depósitos de combustível e infraestruturas energéticas, numa campanha destinada a isolar a península e enfraquecer a presença militar russa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante mais de uma década, a Rússia procurou convencer os habitantes da Crimeia de que a península ocupada era intocável. Moscovo encheu o território de bases militares, integrou-o na economia russa e transformou-o numa plataforma para projetar poder sobre o mar Negro e abastecer as forças que combatem no sul da Ucrânia.</p>
<p>Essa imagem de segurança está agora a desfazer-se. A Ucrânia intensificou os ataques contra pontes, estradas, linhas ferroviárias, depósitos de combustível e infraestruturas energéticas, numa campanha destinada a isolar a península e enfraquecer a presença militar russa.</p>
<p>Segundo o ‘POLITICO’, a Crimeia, apresentada por Vladimir Putin como uma das maiores conquistas do seu projeto imperial, está a passar de ativo estratégico a vulnerabilidade militar e política.</p>
<p>“Crimeia é especial”, dizia a mãe de Oleksandra, uma ucraniana que deixou a península em 2014 devido à pressão dos serviços de segurança russos. Nem mesmo os mísseis lançados a partir daquele território contra Kiev a convenceram de que a guerra poderia chegar à sua porta.</p>
<p>Semanas antes do agravamento da situação, Oleksandra avisou os pais para armazenarem alimentos, medicamentos e outros bens essenciais. A mãe não levou o alerta a sério: acreditava que nem a Rússia nem a Ucrânia colocariam verdadeiramente a Crimeia em risco.</p>
<p>Hoje, os cerca de 2,5 milhões de habitantes da península enfrentam cortes de eletricidade e água, falhas nas comunicações, escassez de combustível e perturbações graves nos transportes.</p>
<p>As vendas de gasolina a particulares chegaram a ser suspensas, enquanto as autoridades instaladas por Moscovo admitiram que o abastecimento continuaria sob forte pressão. Os ataques ucranianos contra infraestruturas energéticas e rotas logísticas provocaram apagões e obrigaram à adoção de restrições no consumo.</p>
<p><strong>A retaguarda segura deixou de existir</strong></p>
<p>A Rússia anexou ilegalmente a Crimeia em 2014 e transformou a antiga região turística numa enorme base militar. A península tornou-se uma retaguarda relativamente protegida, a partir da qual Moscovo abasteceu as tropas no sul da Ucrânia e lançou ataques sobre cidades ucranianas.</p>
<p>Foi também a partir da Crimeia que as forças russas avançaram rapidamente sobre partes das regiões de Kherson e Zaporíjia, durante a invasão em grande escala iniciada em 2022.</p>
<p>Durante anos, os habitantes permaneceram relativamente afastados das consequências mais duras da guerra. Essa situação mudou com o aumento do alcance e da eficácia dos drones ucranianos.</p>
<p>Kiev está agora a atacar não apenas bases, sistemas de defesa aérea e depósitos de munições, mas também as ligações necessárias para transportar combustível, equipamento e soldados.</p>
<p>Pontes rodoviárias e ferroviárias que ligam a Crimeia ao território ocupado no sul da Ucrânia foram atingidas repetidamente. Pelo menos uma terá sido destruída e várias outras ficaram severamente danificadas, segundo informações citadas por meios ucranianos.</p>
<p>A pressão chegou também à ponte de Kerch, construída pela Rússia sem autorização da Ucrânia e que liga a península ao território russo. Os sucessivos alertas e encerramentos temporários provocaram filas de milhares de veículos, numa altura em que várias ligações ferroviárias foram interrompidas ou reduzidas.</p>
<p>No final de junho, cerca de 2.500 viaturas aguardavam para atravessar a ponte depois de esta ter permanecido fechada durante várias horas devido a alertas de drones.</p>
<p><strong>Crimeia pode obrigar Rússia a desviar forças</strong></p>
<p>A estratégia ucraniana passa por tornar a manutenção da Crimeia cada vez mais cara e difícil. Ao atacar as linhas de abastecimento, Kiev pretende reduzir a capacidade das forças russas no sul e obrigar Moscovo a deslocar sistemas de defesa aérea e outros recursos de diferentes zonas da frente.</p>
<p>“Queremos destruir a presença militar russa na Crimeia e penso que vamos consegui-lo”, afirmou ao ‘POLITICO’ Andriy Zagorodnyuk, antigo ministro da Defesa ucraniano e presidente do centro de estudos Centre for Defence Strategies.</p>
<p>A Ucrânia beneficia atualmente de uma vantagem no uso de drones de médio alcance, capazes de atingir infraestruturas logísticas com custos inferiores aos dos mísseis tradicionais.</p>
<p>Os ataques contra as redes elétricas intensificaram-se no início de julho. As forças ucranianas afirmaram ter realizado dezenas de ofensivas contra instalações energéticas, incluindo subestações que servem Simferopol e outras cidades da península.</p>
<p>As operações estenderam-se também ao mar de Azov, onde drones ucranianos atingiram navios, petroleiros e ferries utilizados para abastecer os territórios ocupados. A ofensiva levou a Rússia a suspender parte do tráfego marítimo e prejudicou outra das rotas que sustentam a Crimeia.</p>
<p>O objetivo não é apenas militar. Kiev procura também demonstrar aos habitantes da Crimeia e à população russa que Moscovo já não consegue garantir a segurança e o nível de vida prometidos após a anexação.</p>
<p><strong>A “chave dourada” das ambições de Putin</strong></p>
<p>A Crimeia tem uma importância pessoal e política particular para Vladimir Putin. A anexação fez disparar a popularidade do presidente russo e tornou-se um símbolo central da narrativa nacionalista do Kremlin.</p>
<p>“Crimeia é a chave dourada para as ambições imperiais da Rússia”, afirmou Illya Pavlenko, antigo dirigente dos serviços de informações militares ucranianos.</p>
<p>Perder o controlo efetivo da península, ou ser incapaz de proteger os seus habitantes e infraestruturas, representaria um golpe direto na imagem de Putin e na justificação apresentada para a guerra.</p>
<p>A Crimeia é igualmente fundamental para as operações russas no mar Negro. O porto de Sebastopol serviu durante anos como centro da Frota do Mar Negro e como plataforma logística para operações militares fora da Ucrânia, incluindo a intervenção russa na Síria.</p>
<p>A campanha ucraniana já obrigou Moscovo a afastar parte dos navios e dos equipamentos militares das instalações mais vulneráveis. Agora, Kiev procura degradar também as restantes rotas de abastecimento e manutenção.</p>
<p><strong>O preço pago pela população</strong></p>
<p>A estratégia tem, inevitavelmente, consequências para os civis. Muitos dos habitantes da Crimeia são cidadãos ucranianos que permaneceram no território depois de 2014, incluindo tártaros da Crimeia, uma comunidade sujeita a forte repressão pelas autoridades russas.</p>
<p>A estes juntaram-se milhares de cidadãos russos incentivados por Moscovo a mudar-se para a península durante os anos de ocupação.</p>
<p>A falta de combustível já afetou os transportes públicos, o abastecimento de lojas e as deslocações particulares. Os preços aumentaram e a época turística, essencial para parte da economia local, foi fortemente prejudicada.</p>
<p>Com várias rotas danificadas e a ponte de Kerch sujeita a encerramentos frequentes, abandonar a península tornou-se também mais difícil.</p>
<p>Refat Chubarov, líder do Mejlis dos Tártaros da Crimeia, aconselhou a população a preparar reservas de alimentos e medicamentos, a afastar-se de instalações militares russas e a identificar locais onde possa procurar abrigo.</p>
<p>“Não sabemos como isto vai acabar”, reconheceu.</p>
<p>Alguns habitantes conservam a esperança de que a campanha termine com o regresso da península ao controlo ucraniano. Outros receiam que essa possibilidade implique uma escalada ainda mais violenta.</p>
<p><strong>“Estamos a criar as nossas próprias cartas”</strong></p>
<p>A posição da Crimeia esteve durante anos no centro das discussões sobre um eventual acordo de paz. Alguns parceiros de Kiev admitiram que a Ucrânia poderia ser pressionada a aceitar o controlo russo da península como parte de uma solução negociada.</p>
<p>Donald Trump chegou a afirmar que a Ucrânia não tinha “cartas” suficientes para impor as suas condições.</p>
<p>Para Pavlenko, a nova campanha procura precisamente alterar esse equilíbrio. “Agora estamos a criar as nossas próprias cartas”, declarou ao ‘POLITICO’.</p>
<p>A pressão militar deverá servir para reforçar a posição diplomática de Kiev e impedir que a Crimeia seja excluída de futuras negociações.</p>
<p>“A Crimeia não pode ser recuperada apenas através de meios militares”, reconheceu o antigo responsável dos serviços secretos. “Estamos agora a aplicar pressão militar para dar aos nossos diplomatas a oportunidade de se sentarem à mesa e dizerem: ‘Não vamos deixar a Crimeia de fora’.”</p>
<p>A janela de oportunidade poderá, contudo, ser curta. Zagorodnyuk estima que a Ucrânia poderá dispor de cerca de um ano antes de a Rússia conseguir copiar ou neutralizar algumas das vantagens tecnológicas atualmente exploradas por Kiev.</p>
<p>A campanha poderá criar condições para recuperar território no sul ou obrigar Moscovo a negociar a partir de uma posição menos confortável. Isso não significa que uma libertação da Crimeia esteja iminente.</p>
<p>“Acredito que a libertação da Crimeia é possível”, afirmou Zagorodnyuk. “Mas não num futuro imediato.”</p>
<p>Por enquanto, a Ucrânia está a tentar provar que a península não é intocável. O território que Putin apresentou como a grande confirmação do regresso da Rússia ao estatuto de potência tornou-se um lugar sem combustível suficiente, com eletricidade intermitente e rotas de abastecimento sob ataque.</p>
<p>A Crimeia continua a ser um dos ativos mais importantes de Moscovo. Mas é precisamente essa importância que agora a transforma num dos pontos onde a Rússia tem mais a perder.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789166]]></sapo:autor>
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		<title>Valor controlado na fiscalização prévia sobe 18% num total de 13.600 M€ em 2025, aponta TdC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:42:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Contas (TdC) analisou 1.848 processos em fiscalização prévia, incluindo a especial, em 2025, registando um aumento homólogo de 18% no volume financeiro controlado para 13,6 mil milhões de euros, segundo o relatório divulgado hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Tribunal de Contas (TdC) analisou 1.848 processos em fiscalização prévia, incluindo a especial, em 2025, registando um aumento homólogo de 18% no volume financeiro controlado para 13,6 mil milhões de euros, segundo o relatório divulgado hoje.</P><br />
<P>Deram entrada 4.245 processos, mais 21% face a 2024, e foram &#8220;objeto de decisão 1.848 processos, envolvendo 547 entidades públicas e correspondentes a 13.601 milhões de euros&#8221;, lê-se no documento, que destaca que a &#8220;intervenção do Tribunal permitiu identificar e corrigir ilegalidades associadas sobretudo à contratação pública, ao financiamento e realização da despesa, ao endividamento e às cláusulas contratuais&#8221;.</P><br />
<P>O TdC devolveu 2.541 processos para esclarecimentos ou junção de documentos em falta, &#8220;promovendo a regularização&#8221;, antes da decisão final.</P><br />
<P>Em comunicado, salienta-se o aumento da relevância da fiscalização prévia, expresso no aumento do volume financeiro controlado (18%), bem como o aumento significativo do número de contas verificadas (21%) e o &#8220;acréscimo, muito expressivo, do tratamento das participações, exposições, queixas e denúncias recebidas (56,2%)&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o Relatório Anual de Atividades e Contas de 2025, &#8220;foram concedidos vistos ou decisões de procedência em 1.772 processos, tendo sido recusados 21 vistos e proferida uma decisão de improcedência em fiscalização prévia especial&#8221;.</P><br />
<P>Além disso, foram remetidos 54 processos para eventual apuramento de responsabilidades financeiras.</P><br />
<P>O TdC defende que as 1.552 recomendações formuladas contribuíram para o &#8220;reforço da fundamentação das decisões, da qualidade dos procedimentos e da sustentabilidade financeira da contratação pública&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os impactos financeiros são particularmente relevantes: além de evitar a celebração de contratos e o endividamento em situações de ilegalidade, a intervenção do Tribunal contribuiu para evitar ou reduzir despesa pública num montante global de 159,4 milhões de euros, resultante de cancelamentos de processos, correções contratuais e redução de encargos financeiros&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>Na contratação pública, as principais irregularidades ocorrem na escolha do procedimento de contratação com especial incidência no ajuste direto em preterição do concurso público.</P><br />
<P>Já nas regras de realização de despesa, &#8220;as ilegalidades incidem maioritariamente na falta de cabimento orçamental, garantindo que há disponibilidade financeira para a despesa, e do número de compromisso, que assegura que as entidades públicas só assumem despesa que podem pagar, na produção de efeitos materiais antes do visto do Tribunal de Contas e na falta de prestação de contas&#8221;, indica o tribunal.</P><br />
<P>A presidente do TdC, Filipa Urbano Calvão, defende, na nota de apresentação do Relatório, que &#8220;o ano de 2025 ficou marcado por um contexto particularmente exigente para o controlo financeiro público&#8221;, salientando que &#8220;a crescente complexidade da gestão dos recursos públicos, a execução de investimentos financiados por fundos europeus e a manutenção dos enquadramentos normativos de isenção de fiscalização prévia colocaram novos desafios à atividade do Tribunal de Contas&#8221;.</P><br />
<P>Recorde-se que o Governo avançou com uma proposta de lei sobre a nova organização e processo do TdC, que permitirá às autarquias e serviços públicos dispensar de visto prévio contratos acima de 10 milhões de euros, desde que tenham mecanismos de controlo internos que incluam auditorias periódicas.</P><br />
<P>Segundo o texto, os contratos públicos até 10 milhões de euros não precisam de ser sujeitos a um processo de fiscalização prévia.</P><br />
<P>Quando estiverem em causa valores acima desse patamar, as entidades que celebram os contratos &#8211; como autarquias, Estado, serviços públicos e regiões autónomas &#8211; podem optar por não submetê-los ao crivo prévio do tribunal, desde que &#8220;disponham de sistemas de decisão e controlo interno, devidamente acreditados por despacho do membro do Governo responsável pela área das finanças, mediante parecer da Inspeção-Geral de Finanças&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789162]]></sapo:autor>
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		<title>Hovione conclui investimento de 40 M€ em nova linha de produção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:34:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Manuel Castro Almeida]]></category>
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					<description><![CDATA[A Hovione concluiu um investimento superior a 40 milhões de euros com a abertura de uma nova linha de produção no centro de desenvolvimento e produção de comprimidos em Loures, reforçando a sua capacidade para exportar medicamentos complexos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Hovione concluiu um investimento superior a 40 milhões de euros com a abertura de uma nova linha de produção no centro de desenvolvimento e produção de comprimidos em Loures, reforçando a sua capacidade para exportar medicamentos complexos.</P><br />
<P>O investimento na área produtiva, hoje inaugurada com a presença do ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, vai adicionar 50 novos postos de trabalho qualificados ao &#8216;campus&#8217; da Hovione em Loures, a principal unidade industrial, científica e tecnológica do grupo que emprega já cerca de 1.250 trabalhadores.</P><br />
<P>Em comunicado, a Hovione avança que a nova linha de produção equipada com tecnologia de última geração vai permitir ajustar os volumes de produção &#8220;às necessidades de cada projeto&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A nova unidade de produção por lotes representa agora a etapa seguinte no desenvolvimento deste centro, alargando a capacidade da empresa para acompanhar diferentes tipos de medicamentos e escalas de produção&#8221;, acrescenta a nota de imprensa. </P><br />
<P>Com este investimento, que acrescenta em 25% a área produtiva, o &#8216;campus&#8217; de Loures sai reforçado como &#8220;principal centro industrial, científico e tecnológico da rede global da Hovione, que inclui entre os seus clientes 19 das 20 maiores empresas farmacêuticas do mundo&#8221;.</P><br />
<P>Em 2022, a Hovione tinha já investido numa linha de nova geração dedicada à produção contínua de comprimidos em Loures.</P><br />
<P>O grupo químico e farmacêutico Hovione foi fundado há mais de seis décadas em Portugal por Ivan Villax e Diane Villax. Tem quatro fábricas nos EUA, Portugal, Irlanda e China e laboratórios de desenvolvimento em Lisboa, Portugal e Nova Jersey (EUA), empregando mais de 2.600 trabalhadores. </P><br />
<P>A maior parte da produção da Hovione é exportada para o exterior, com os EUA como principal destino. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789151]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Fogos destruíram em cinco anos área prevista até 2030, alertam ambientalistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:34:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Os incêndios rurais em 2025 elevaram a área ardida para 98% da extensão prevista até 2030 pelo Programa Nacional de Ação (PNA) desenhado pelas autoridades, alertou hoje a associação ambientalista Zero.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os incêndios rurais em 2025 elevaram a área ardida para 98% da extensão prevista até 2030 pelo Programa Nacional de Ação (PNA) desenhado pelas autoridades, alertou hoje a associação ambientalista Zero.</p>
<p>&#8220;Portugal já esgotou cerca de 98% do limite de área ardida previsto para toda a década 2020-2030 &#8212; e ainda faltam cinco anos para 2030&#8221;, salientou a associação, em comunicado, reagindo ao relatório do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR), divulgado na segunda-feira pela Lusa.</p>
<p>Os dados mostram um &#8220;retrato duplo&#8221;, com &#8220;menos vítimas mortais e uma resposta operacional mais eficaz&#8221;, ao mesmo tempo que 2025 foi &#8220;o quarto pior ano em área ardida desde 2001, com o dobro da área queimada em 2024 e mais ignições do que no ano anterior&#8221;.</p>
<p>Além disso, o &#8220;incendiarismo continua a ser uma das causas mais destrutivas do sistema&#8221;.</p>
<p>A associação criticou a situação da Agência de Gestão Integrada de Fogos (AGIF), que está &#8220;sem presidência efetiva desde 2024&#8221;, num momento &#8220;em que a implementação do PNA avançou apenas para 53%, com 21% das iniciativas ainda por iniciar&#8221;.</p>
<p>Para a Zero, &#8220;as metas de 2030 estão cada vez mais distantes de serem cumpridas&#8221; e mostram o risco da sustentabilidade do sistema, como indicam os dados de 2025.</p>
<p>No ano passado, houve um aumento de ignições e da área ardida (&#8220;271 mil hectares, praticamente o dobro dos 137 mil registados em 2024&#8221;) com os 44 maiores incêndios a serem &#8220;responsáveis por 91% de toda a área ardida do ano&#8221;.</p>
<p>&#8220;As ignições por uso negligente do fogo voltaram também a subir (+27%), confirmando que já não há contraste entre comportamento social e severidade meteorológica: ambos os indicadores pioraram em simultâneo&#8221;, alertaram os ambientalistas, que notam a mão humana como a causa dos fogos mais destrutivos.</p>
<p>Dos &#8220;seis maiores incêndios do ano, (160.048 hectares, mais de metade da área ardida total), apenas um teve origem em fogo posto; os restantes resultaram de dois raios, dois usos do fogo (um cigarro, uma fogueira) e um acidente de transportes, todos numa mesma janela de sete dias de condições meteorológicas extremas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Em 2025, o incendiarismo e o uso do fogo mantiveram-se como as principais causas identificadas dos incêndios, respondendo em conjunto por cerca de 78% das ocorrências com causa determinada&#8221;.</p>
<p>Numa comparação entre os dados e o PNA, a associação salientou que a &#8220;proporção de grandes incêndios continua mais de 50% acima da meta definida para 2030&#8221; e criticou a falta de uso de fogo para combater os incêndios.</p>
<p>&#8220;O fogo controlado, a ferramenta de prevenção mais eficaz e mais barata que existe, continua a ser a mais negligenciada e, em vez de crescer, a execução caiu ainda mais em 2025, para menos de metade da meta anual&#8221;, explicou a Zero.</p>
<p>A associação ambientalista lamentou que a &#8220;gestão de fogos rurais continue a não ser tratada como prioridade transversal de Estado&#8221;, com a AGIF a deixar de &#8220;responder diretamente ao primeiro-ministro&#8221;, passando &#8220;para a tutela do Ministério da Agricultura, uma mudança que, em vez de resolver a fragilidade institucional da agência, parece estar a acentuá-la&#8221;.</p>
<p>Em 2025, &#8220;os incêndios rurais foram responsáveis pela libertação de cerca de 3,6 milhões de toneladas de carbono &#8212; aproximadamente o dobro da média histórica desde 2003 e o equivalente a 24% de todas as emissões nacionais anuais&#8221;, que mostra, segundo a Zero, &#8220;uma contradição incontornável&#8221;.</p>
<p>Isto porque &#8220;não é possível falar de política climática credível em Portugal enquanto a gestão do território rural continuar a gerar, todos os anos, um volume de emissões equiparável ao de setores inteiros da economia&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789150]]></sapo:autor>
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		<title>Polícias do Porto condenados a penas entre os quatro e oito anos de prisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:32:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[justiça]]></category>
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		<category><![CDATA[PSP]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal São João Novo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal São João Novo, no Porto, condenou hoje três agentes da PSP a penas entre os quatro anos e 10 meses de prisão e os oito anos e nove meses de prisão por procedimentos policiais abusivos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Tribunal São João Novo, no Porto, condenou hoje três agentes da PSP a penas entre os quatro anos e 10 meses de prisão e os oito anos e nove meses de prisão por procedimentos policiais abusivos. </P><br />
<P>A pena mais gravosa foi de oito anos e nove meses de prisão, seguindo-se outra de sete anos e oito meses de prisão e uma de quatro anos e 10 meses de prisão, suspensa na sua execução por igual período e sujeita a regime de prova. </P><br />
<P>Já um subcomissário do Comando Metropolitano do Porto da PSP, igualmente arguido no processo, foi absolvido. </P><br />
<P>&#8220;Estão em causa crimes graves&#8221;, disse a presidente do coletivo de juízes durante a leitura do acórdão. </P><br />
<P>Dirigindo-se aos arguidos, a magistrada afirmou que &#8220;vestir a farda não dá direito a passar por cima daquilo que é legal&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Deviam ter sido os primeiros a zelar para que as coisas sejam feitas na legalidade&#8221;, vincou. </P><br />
<P>Segundo a acusação do Ministério Público (MP), os crimes terão ocorrido entre dezembro de 2022 e julho de 2023 e relacionam-se com a &#8220;atuação delitiva&#8221; dos três agentes da PSP, que atuavam no âmbito do combate ao tráfico e consumo de drogas em bairros da zona do Porto, com reflexos em sete processos-crime. </P><br />
<P>Ainda segundo a acusação, os arguidos falsearam autos de busca e apreensão, no que diz respeito ao dinheiro e droga apreendida, apoderando-se, depois, de parte para a distribuir a terceiros.</P><br />
<P>A acusação sublinhava ainda que os arguidos estabeleceram &#8220;pactos de silêncio&#8221; com toxicodependentes que encontravam nos bairros intervencionados para que identificassem os traficantes em flagrante delito, dando-lhes em troca droga para consumo</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789132]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street no &#8216;verde&#8217; apesar de queda de 23% da IBM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:31:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBM]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Wall Street]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa em Wall Street negoceia a subir no início da sessão apesar da subida do preço petróleo, num dia em que várias empresas americanas divulgam resultados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa em Wall Street negoceia a subir no início da sessão apesar da subida do preço petróleo, num dia em que várias empresas americanas divulgam resultados.</P><br />
<P>Pelas 14:45 (hora de Lisboa) o industrial Dow Jones subia 0,21% para 52.607,75 pontos, enquanto o agregado S&amp;P 500 avançava 0,18% para 7.528,51 pontos.</P><br />
<P>O tecnológico Nasdaq ganhava 0,68% para 26.049,71 pontos.</P><br />
<P>As ações da IBM registaram uma queda superior a 23% nas negociações antes da abertura do mercado.</P><br />
<P>O CEO Arvind Krishna afirmou, numa carta aos investidores, que o desempenho aquém do esperado nas áreas de &#8216;software&#8217; e infraestruturas da empresa durante o trimestre se deveu ao facto de os clientes terem redirecionado as suas despesas para a aquisição de servidores, sistemas de armazenamento e memória antes dos aumentos de preços previstos.</P><br />
<P>O preço do petróleo norte-americano, o West Texas Intermediate (WTI), para entrega em agosto, subiu 3,75% para 81,07 dólares.</P><br />
<P>Os três maiores bancos dos EUA, o JP Morgan, o Bank of America e o Citigroup, anunciaram uma subida dos lucros. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789126]]></sapo:autor>
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		<title>Guerra em Ormuz entra numa nova era: EUA estreiam barcos kamikaze não tripulados contra o Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:29:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bandar Abbas]]></category>
		<category><![CDATA[Corsair]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Imagens divulgadas pelo Comando Central dos Estados Unidos, conhecido como Centcom, mostram três embarcações não tripuladas Corsair a avançarem a alta velocidade em direção aos cais. Seguem-se grandes explosões e densas colunas de fumo sobre o porto]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos utilizaram pela primeira vez barcos não tripulados de ataque suicida numa operação militar, lançando três embarcações carregadas de explosivos contra instalações navais iranianas junto ao Estreito de Ormuz.</p>
<p>Segundo o ‘The Independent’, os alvos situavam-se na base naval de Bandar Abbas e incluíam uma instalação destinada à manutenção de submarinos e navios. O ataque ocorreu num momento de renovada escalada entre Washington e Teerão pela disputa do controlo de uma das rotas marítimas mais importantes do mundo.</p>
<p>Imagens divulgadas pelo Comando Central dos Estados Unidos, conhecido como Centcom, mostram três embarcações não tripuladas Corsair a avançarem a alta velocidade em direção aos cais. Seguem-se grandes explosões e densas colunas de fumo sobre o porto.</p>
<p>“As três embarcações de superfície não tripuladas Corsair atingiram o porto da base naval de Bandar Abbas”, anunciou o Centcom, acrescentando que esta foi a primeira utilização de drones marítimos em combate pelas forças dos EUA.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Yesterday, using multiple one-way attack surface drones, CENTCOM forces successfully struck a submarine and ship maintenance facility in Iran. Three Corsair unmanned surface vessels hit the port at Bandar Abbas Naval Base, marking the first time American forces have employed sea… <a href="https://t.co/bOM2kmgRxz">pic.twitter.com/bOM2kmgRxz</a></p>
<p>&mdash; U.S. Central Command (@CENTCOM) <a href="https://x.com/CENTCOM/status/2076679617440530442?ref_src=twsrc%5Etfw">July 13, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O comando americano afirmou que os ataques reduziram a capacidade do Irão para continuar a atingir navios comerciais no Estreito de Ormuz.</p>
<p><strong>Até 450 quilos de explosivos</strong></p>
<p>O Corsair foi desenvolvido pela empresa americana Saronic e pode transportar uma carga útil próxima dos 450 quilos. A embarcação ultrapassa os 35 nós, cerca de 65 quilómetros por hora, e pode ser utilizada em missões de vigilância, transporte, salvamento ou ataque.</p>
<p>Neste caso, os barcos foram transformados em armas de utilização única: dirigiram-se contra os alvos e explodiram no momento do impacto.</p>
<p>O mesmo modelo já tinha sido utilizado numa missão de salvamento para recuperar os tripulantes de um helicóptero Apache que caiu próximo da costa de Omã, mas nunca tinha sido empregado pelos Estados Unidos para atacar um alvo.</p>
<p>A operação mostra como os aparelhos não tripulados estão a assumir um papel crescente também na guerra naval. Até agora, os drones aéreos tinham ocupado grande parte da atenção, sobretudo devido ao seu uso intensivo na Ucrânia e no Médio Oriente.</p>
<p>O Irão tem igualmente utilizado embarcações rápidas, drones marítimos e minas para ameaçar operações dos EUA e condicionar a passagem de navios pelo estreito.</p>
<p>Em março, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que Washington tinha pedido apoio a Kiev para enfrentar enxames de drones iranianos, uma indicação de que a experiência adquirida na guerra da Ucrânia está a ser observada por outras forças militares.</p>
<p><strong>Batalha pelo controlo de Ormuz</strong></p>
<p>O ataque a Bandar Abbas ocorreu durante a terceira noite consecutiva de operações americanas contra o Irão, depois de Donald Trump ter restabelecido o bloqueio a embarcações iranianas.</p>
<p>O presidente dos Estados Unidos declarou também que Washington poderá assumir o controlo da segurança no Estreito de Ormuz e ser compensado pelos custos dessa missão.</p>
<p>Trump afirmou que os EUA passarão a ser o “guardião do estreito”, uma proposta que agravou ainda mais a disputa com Teerão sobre quem controla a passagem e em que condições os navios podem atravessá-la.</p>
<p>A utilização dos barcos kamikaze procura precisamente atingir a infraestrutura naval iraniana responsável pela manutenção das embarcações e submarinos que operam naquela zona.</p>
<p>O ‘The Independent’ refere que o Irão respondeu aos ataques americanos com ofensivas contra instalações militares dos EUA e dos seus aliados no Bahrein, Kuwait, Omã e Jordânia.</p>
<p>A Guarda Revolucionária iraniana afirmou ter atingido sistemas de radar, depósitos de combustível e paióis de munições, embora nem todas essas alegações tenham sido verificadas de forma independente.</p>
<p><strong>Negociações decorrem em plena guerra</strong></p>
<p>Washington e Teerão encontram-se formalmente dentro de um período de 60 dias destinado a negociar uma solução para o programa nuclear iraniano e um fim mais duradouro para o conflito.</p>
<p>O entendimento inicial previa a passagem segura e sem portagens pelo Estreito de Ormuz durante esse período, mas não resolveu a disputa de fundo sobre o controlo da rota marítima.</p>
<p>Trump já declarou considerar a trégua praticamente terminada, acusando o regime iraniano de continuar a atacar embarcações comerciais.</p>
<p>O presidente notificou ainda o Congresso de que os Estados Unidos voltaram a estar em guerra com o Irão, abrindo um novo período de 60 dias durante o qual a administração pode conduzir operações militares sem uma autorização parlamentar adicional.</p>
<p>O Centcom revelou que mais de 50 mil militares americanos se encontram agora destacados no Médio Oriente.</p>
<p>A estreia dos barcos kamikaze representa mais do que uma novidade tecnológica. Ao atacar diretamente a capacidade de manutenção naval iraniana, Washington procura limitar os meios com que Teerão ameaça a navegação e disputar no mar o domínio do Estreito de Ormuz.</p>
<p>O conflito entra, assim, numa nova fase: além de aviões, mísseis e drones aéreos, a batalha por Ormuz passou também a ser travada por pequenas embarcações sem tripulação, rápidas e carregadas de explosivos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789110]]></sapo:autor>
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		<title>EUA e Irão entram numa nova fase da guerra: do Estreito de Ormuz ao Iémen, os cenários que podem desencadear uma escalada militar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:24:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Iémen]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[O conflito entre os Estados Unidos e o Irão entrou numa nova fase, aumentando os receios de uma escalada militar que poderá envolver vários países do Médio Oriente e comprometer uma das mais importantes rotas energéticas do mundo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O conflito entre os Estados Unidos e o Irão entrou numa nova fase, aumentando os receios de uma escalada militar que poderá envolver vários países do Médio Oriente e comprometer uma das mais importantes rotas energéticas do mundo. Depois dos ataques norte-americanos contra posições militares iranianas e da resposta de Teerão, que incluiu novos ataques e ameaças contra interesses dos EUA e dos seus aliados na região, analistas alertam que a frágil trégua entre Washington e Teerão foi, na prática, desfeita.</p>
<p>Em declarações à Newsweek, o vice-almirante norte-americano na reserva Robert Murrett considera que os acontecimentos dos últimos dias representam um ponto de viragem. &#8220;O conflito entre os Estados Unidos e o Irão entrou numa nova fase&#8221;, afirmou o antigo comandante da Marinha norte-americana, acrescentando que &#8220;este é certamente um ponto de inflexão que ocorreu ao longo dos últimos três ou quatro dias&#8221;. Murrett, atualmente vice-diretor do Institute for Security Policy and Law da Universidade de Syracuse, acredita que a dimensão dos acontecimentos poderá redefinir o equilíbrio militar em toda a região.</p>
<p>Os ataques mais recentes foram confirmados pelo Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM), que anunciou operações contra sistemas costeiros de defesa, posições de lançamento de mísseis, bases de drones e outras capacidades marítimas iranianas. Segundo os militares norte-americanos, as operações tiveram como principal objetivo reduzir a capacidade de Teerão para controlar ou bloquear o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto do petróleo e do gás comercializados mundialmente.</p>
<p>Entre os alvos atingidos encontram-se instalações militares em Bandar Abbas, na ilha de Qeshm, em Sirik, na província de Bushehr e na zona de Jask e da ilha de Hengam. O CENTCOM indicou igualmente que destruiu ou degradou radares costeiros, sistemas de defesa antiaérea, centros de comando e controlo e capacidades de lançamento de mísseis antinavio. Além disso, foram atacadas infraestruturas de radar utilizadas para monitorizar a navegação e a atividade militar no Estreito de Ormuz, procurando limitar a capacidade iraniana de perturbar o tráfego marítimo naquela via estratégica.</p>
<p>Teerão reconheceu os ataques, embora sem divulgar qualquer balanço oficial dos danos. Em simultâneo, foram registadas explosões em Bandar Abbas, um dos principais portos iranianos no Golfo Pérsico, enquanto o Irão intensificava as ameaças de retaliação contra instalações militares norte-americanas espalhadas pelo Médio Oriente.</p>
<p>A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) anunciou ter lançado ataques contra alvos no Bahrein, na Jordânia e contra três navios petroleiros que haviam atravessado o Estreito de Ormuz. Segundo as autoridades dos Emirados Árabes Unidos, dois desses navios — o Mombasa e o Al Bahiyah —, ambos ligados aos Emirados, incendiaram-se na sequência dos ataques. Um tripulante morreu e outros oito ficaram feridos, levando Abu Dhabi a prometer uma resposta.</p>
<p>No Bahrein, o Ministério do Interior emitiu três alertas sucessivos à população para procurar abrigo, depois de a Guarda Revolucionária afirmar ter atacado depósitos de armamento, um centro de comunicações por satélite, um edifício utilizado pelas forças norte-americanas e um radar de controlo do tráfego aéreo da Marinha dos Estados Unidos. Já a Jordânia confirmou a interceção de quatro mísseis iranianos, segundo informações citadas pela Associated Press.</p>
<p>Para Robert Murrett, a seleção dos alvos não é aleatória. &#8220;Eles têm sido muito cuidadosos na escolha dos países que atacam&#8221;, afirmou. Na sua análise, &#8220;a mensagem implícita é que estão dispostos a atacar instalações onde acreditam não provocar baixas norte-americanas, porque sabem que existe uma linha vermelha&#8221;. Ainda assim, acrescenta que a Guarda Revolucionária &#8220;não parece considerar que essa linha vermelha seja suficiente para os travar&#8221;.</p>
<p>Os acontecimentos colocam também em causa o memorando de entendimento alcançado em 17 de junho entre Washington e Teerão, que previa a reabertura do Estreito de Ormuz após o seu encerramento pelo Irão e o levantamento do bloqueio imposto pelos Estados Unidos. O Presidente norte-americano, Donald Trump, já prometeu restabelecer o bloqueio aos portos iranianos e reiterou que pretende cobrar às embarcações pela passagem segura através do estreito, uma posição que contrasta com críticas anteriormente dirigidas às tentativas iranianas de impor taxas de trânsito naquela rota marítima.</p>
<p>Ao mesmo tempo, cresce o receio de que o conflito alastre ao Iémen através dos rebeldes Houthis, apoiados por Teerão. A Arábia Saudita denunciou que o grupo disparou mísseis balísticos e drones contra o aeroporto civil de Abha, no sudoeste do reino. Trata-se dos confrontos mais significativos desde a trégua alcançada em 2022, que colocou fim a sete anos de guerra entre os Houthis e uma coligação de países árabes.</p>
<p>Os Houthis justificaram os ataques alegando que Riade bombardeou o aeroporto de Sanaa para impedir a aterragem do avião que transportava a delegação do movimento, de regresso do funeral do líder iraniano Ali Khamenei. Murrett considera que a Arábia Saudita &#8220;fez um bom trabalho ao limitar o número de tensões com o Irão&#8221; nos últimos anos, mas admite que o recente ataque poderá levar Riade a considerar que &#8220;este pode ser um bom momento para ajustar contas que continuam a existir com o Iémen&#8221;.</p>
<p>Enquanto os confrontos se intensificam, Donald Trump voltou igualmente a endurecer o discurso relativamente a possíveis novos alvos. Durante a cimeira da NATO realizada na semana passada em Ancara, recordou uma ameaça feita em março, segundo a qual os Estados Unidos poderão atacar infraestruturas civis estratégicas caso a escalada militar prossiga. Entre os alvos mencionados encontram-se centrais elétricas, unidades de dessalinização e até a ilha de Kharg, principal terminal de exportação de petróleo do Irão.</p>
<p>&#8220;As centrais onde produzem eletricidade&#8230; se tivermos de o fazer, destruí-las-emos&#8221;, afirmou Trump. &#8220;Não quero fazê-lo.&#8221; Referindo-se às instalações de dessalinização, acrescentou: &#8220;Vamos destruí-las se tivermos de o fazer.&#8221;</p>
<p>A sucessão de ataques, contra-ataques e ameaças evidencia um agravamento da crise entre Washington e Teerão num momento particularmente sensível para a estabilidade do Médio Oriente. Com o Estreito de Ormuz novamente transformado num foco de tensão, bases militares norte-americanas espalhadas pela região sob ameaça, os Houthis a voltarem ao centro do conflito e os avisos cada vez mais duros da Casa Branca, os analistas admitem que qualquer novo incidente poderá desencadear uma escalada militar de consequências imprevisíveis para toda a região e para os mercados energéticos mundiais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789133]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Seguro enaltece inclusão e &#8216;fair-play&#8217; do desporto em tempos de intolerância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República enalteceu hoje os Jogos Olímpicos e o desporto em geral pelos valores éticos e de cidadania que promovem, como a inclusão e o 'fair-play', em tempos que descreveu como de crescente intolerância e fragmentação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da República enalteceu hoje os Jogos Olímpicos e o desporto em geral pelos valores éticos e de cidadania que promovem, como a inclusão e o &#8216;fair-play&#8217;, em tempos que descreveu como de crescente intolerância e fragmentação.</P><br />
<P>António José Seguro falava numa cerimónia no Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa, durante a qual foram homenageados os antigos atletas olímpicos portugueses e apresentada a nova Equipa Portugal para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Los Angeles, nos Estados Unidos da América, em 2028.</P><br />
<P>O chefe de Estado assinalou que &#8220;pela primeira vez, atletas olímpicos e paraolímpicos apresentam-se sob uma identidade comum&#8221;, e congratulou-se com essa decisão.</P><br />
<P>&#8220;Mais do que uma opção de organização ou de imagem, esta decisão traduz convictamente uma ideia de país. Afirma que a igualdade se concretiza em escolhas, afirma que a inclusão se realiza em práticas. Afirma que Portugal reconhece o mérito, a coragem e o talento em todas as pessoas, sem exceção. Esta é uma decisão que honra o desporto, honra o movimento olímpico, honra o movimento paraolímpico e honra os valores da República Portuguesa&#8221;, declarou.</P><br />
<P>O Presidente da República referiu-se aos Jogos Olímpicos como &#8220;uma das mais notáveis realizações da comunidade internacional&#8221;, por &#8220;reunir tantas nações em torno de valores comuns, ultrapassando diferenças de língua, de cultura, de religião ou de geografia&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esse património ético que gostaríamos que fosse um marco civilizacional torna-se particularmente importante num tempo em que assistimos, vezes demais, ao crescimento da intolerância, da fragmentação e da desconfiança. O desporto lembra-nos que competir não significa excluir, que procurar vencer nunca pode significar desrespeitar o adversário e que a verdadeira excelência exige sempre respeito pelas regras, pelos outros e por nós próprios&#8221;, considerou.</P><br />
<P>O chefe de Estado apontou o desporto como &#8220;uma extraordinária escola de cidadania&#8221;, que &#8220;ensina disciplina, responsabilidade e perseverança, ensina que o talento só produz resultados quando acompanhado pelo trabalho&#8221; e que &#8220;nenhuma vitória é exclusivamente individual&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E lembra-nos que os valores do &#8216;fair-play&#8217; não pertencem apenas às pistas, aos pavilhões ou às piscinas, pertencem também à vida democrática e ao modo como escolhemos viver em sociedade&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>António José Seguro, que na quarta-feira disse esperar que os problemas na classificação dos exames nacionais fossem rapidamente resolvidos e que a confiança no sistema de avaliação fique intacta, não quis hoje, nesta ocasião, voltar a abordar esse tema.</P><br />
<P>Interpelado pelos jornalistas, à saída do Pavilhão Carlos Lopes, respondeu: &#8220;A única coisa importante neste momento é assinalar a Equipa Portugal, que é uma excelente ideia de integração dos nossos atletas paralímpicos e olímpicos. E eu não quero desviar o assunto deste importante ato que o país deve reconhecer como um exemplo&#8221;.</P><br />
<P>Na intervenção que fez nesta cerimónia, o Presidente da República realçou o &#8220;momento raro&#8221; de homenagem a antigos atletas olímpicos e dirigiu-se em particular ao &#8220;campeão Carlos Lopes&#8221;, que conquistou a primeira medalha de ouro para Portugal, na maratona, nos Jogos Olímpicos de 1984, em Los Angeles, recuando no tempo para lembrar essa vitória.</P><br />
<P>&#8220;À uma da manhã estava eu, um bocadinho mais novo, o Carlos Lopes também, a assistir, conjuntamente com umas centenas de pessoas, à sua corrida. Se me permite, à nossa corrida, porque a forma como correu, a sua coragem, a sua persistência, o seu talento, o seu esforço e, no final, a sua alegria, representava muito mais do que um atleta. Representava esse atleta e representava Portugal&#8221;, disse-lhe, agradecendo-lhe &#8220;por essa alegria que deu a um país inteiro&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789129]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Pró-reitor da Universidade do Porto acusado em investigação europeia a alegada fraude de 3,5 milhões de euros com fundos do PRR</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pro-reitor-da-universidade-do-porto-acusado-em-investigacao-europeia-a-alegada-fraude-de-35-milhoes-de-euros-com-fundos-do-prr/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/pro-reitor-da-universidade-do-porto-acusado-em-investigacao-europeia-a-alegada-fraude-de-35-milhoes-de-euros-com-fundos-do-prr/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:06:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Procuradoria Europeia deduziu acusação contra 15 arguidos no âmbito do denominado caso Nexus, uma investigação relacionada com um alegado esquema fraudulento na contratação pública para aquisição de equipamentos informáticos e de cibersegurança destinados à Universidade do Porto e ao Agrupamento de Escolas Fontes Pereira de Melo, no Porto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Procuradoria Europeia deduziu acusação contra 15 arguidos no âmbito do denominado caso Nexus, uma investigação relacionada com um alegado esquema fraudulento na contratação pública para aquisição de equipamentos informáticos e de cibersegurança destinados à Universidade do Porto e ao Agrupamento de Escolas Fontes Pereira de Melo, no Porto. Entre os acusados encontra-se Pedro Brandão, que exerceu funções de pró-reitor da Universidade do Porto até há menos de um mês. Segundo a acusação, o alegado esquema terá provocado um prejuízo estimado de 3,5 milhões de euros aos cofres da União Europeia, através de projetos financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).</p>
<p>Segundo avança o Público, entre os 15 acusados estão 12 pessoas singulares, incluindo quatro funcionários públicos, e três pessoas coletivas. Dos quatro funcionários públicos acusados, três pertencem à Universidade do Porto e um é professor do Agrupamento de Escolas Fontes Pereira de Melo. Além de Pedro Brandão, foram igualmente acusados um dirigente da UPDigital, que exerce funções de diretor do Serviço de Apoio Informático, e um antigo responsável pela unidade de redes e comunicações da universidade, que se encontra em prisão preventiva. Também Paulo Ferreira, diretor-geral da empresa DecUnify, apontada como a principal beneficiária do alegado esquema, permanece sujeito à mesma medida de coação. Na acusação, a Procuradoria Europeia solicita agora que ambos passem para prisão domiciliária com vigilância eletrónica.</p>
<p>De acordo com o comunicado divulgado pela Procuradoria Europeia, os elementos de prova recolhidos indiciam que os arguidos integravam &#8220;um esquema criminoso organizado e sistemático, criado para obter informação privilegiada relativa a contratos públicos, com o objectivo de assegurar a adjudicação de procedimentos de contratação pública&#8221;. O organismo europeu sustenta ainda que &#8220;os procedimentos de aquisição de equipamentos informáticos eram sistematicamente concebidos de modo a satisfazer os interesses comerciais e os requisitos técnicos do fornecedor&#8221;, alegando que os concursos públicos eram preparados de forma a favorecer empresas previamente identificadas.</p>
<p>A Procuradoria Europeia acrescenta que &#8220;os contratos foram adjudicados a um grupo empresarial nacional e a empresas com ele relacionadas, dedicadas à importação, exportação e comercialização de equipamento e programas informáticos&#8221;. O comunicado refere igualmente que outras empresas participaram nos procedimentos de contratação pública apenas para &#8220;criar a aparência de uma concorrência efectiva&#8221;, permitindo que os contratos fossem adjudicados ao fornecedor alegadamente favorecido.</p>
<p>Segundo o organismo europeu, este alegado esquema não só comprometeu a concorrência nos concursos públicos, como também contribuiu para aumentar os custos suportados pelos projetos financiados com verbas europeias. &#8220;A fraude contribuiu igualmente para o aumento dos custos de aquisição, permitindo ao fornecedor obter lucros significativamente superiores aos habitualmente alcançados&#8221;, sublinha a Procuradoria Europeia.</p>
<p>O caso Nexus centra-se, assim, na utilização de fundos do PRR destinados à modernização tecnológica da Universidade do Porto e de um agrupamento escolar da cidade, estando agora a investigação numa nova fase com a formalização das acusações. Até ao momento, a Procuradoria Europeia não divulgou oficialmente a identidade dos arguidos no comunicado emitido, limitando-se a descrever a natureza do alegado esquema e os crimes imputados aos envolvidos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789119]]></sapo:autor>
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		<title>Tribunal argentino reconhece peixinhos dourados como seres sencientes: decisão histórica pode mudar proteção animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 13:42:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois peixes dourados mantidos num pequeno aquário à entrada de um restaurante de sushi em Buenos Aires tornaram-se protagonistas de uma decisão judicial inédita na Argentina. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois peixes dourados mantidos num pequeno aquário à entrada de um restaurante de sushi em Buenos Aires tornaram-se protagonistas de uma decisão judicial inédita na Argentina. Um tribunal reconheceu Magui e Fede como seres sencientes e sujeitos de direitos, determinando a sua transferência para um ambiente adequado e estabelecendo um precedente que poderá influenciar futuros casos relacionados com a proteção animal. A decisão representa um novo passo na evolução do reconhecimento jurídico dos direitos dos animais, deixando de os tratar apenas como objetos perante a lei.</p>
<p>Segundo a CNN Internacional, o caso começou quando membros da organização não-governamental Jaulas Vacías observaram as condições em que os dois peixes viviam, expostos ao sol, ao ruído intenso da rua e às constantes pancadas de crianças no vidro do aquário instalado na montra do restaurante. Para Matías Trufero, advogado da organização, &#8220;qualquer pessoa que passasse por ali e parasse para olhar para o aquário podia ver que não era um local adequado para os peixes&#8221;. Com base nessa constatação, a associação apresentou uma ação judicial alegando que aquelas condições violavam a Lei 14.346 da Argentina, que pune os maus-tratos a animais. Com o apoio de especialistas, conseguiu convencer rapidamente o tribunal a ordenar a retirada dos animais. A estação televisiva refere ainda que contactou o restaurante para obter uma reação.</p>
<p>Após o resgate, Magui e Fede foram entregues aos cuidados de Carlos José Aga, especialista que colaborou no processo e que se disponibilizou para os acolher. Os dois peixes passaram de um aquário com apenas 40 litros para um habitat com cerca de 2.500 litros. Aga compara a situação anterior a &#8220;colocar dois ursos polares numa jaula dentro de uma sauna&#8221; e explica que o transporte exigiu cuidados rigorosos, salientando que &#8220;os peixes são como os astronautas: viajam no seu próprio ambiente com uma monitorização cuidadosa de todos os seus parâmetros vitais&#8221;. Atualmente, garante, &#8220;agora estão ótimos&#8221;.</p>
<p>Contudo, o objetivo da ação judicial não era apenas retirar os animais daquele local. A Jaulas Vacías pediu igualmente que Magui e Fede fossem reconhecidos como &#8220;seres sencientes&#8221; e sujeitos de direitos, deixando de ser considerados simples bens materiais perante a lei. O tribunal aceitou essa pretensão, criando um precedente que poderá beneficiar outros animais mantidos em condições inadequadas. Trufero esclarece, no entanto, que possuir peixes num aquário não é, por si só, ilegal. &#8220;Não é ilegal, em si, manter um peixe num aquário. Mas é ilegal mantê-los em condições que configurem maus-tratos ou crueldade&#8221;, explica, acrescentando que algumas espécies exóticas podem ainda estar sujeitas a legislação específica de proteção da vida selvagem.</p>
<p>A decisão enquadra-se numa evolução jurídica que tem vindo a ganhar força em vários países. O primeiro pedido de habeas corpus em nome de um animal não humano remonta a 2005, no Brasil, envolvendo a chimpanzé Suíça, que morreu antes de ser transferida para um santuário. Na Argentina, um dos casos mais conhecidos foi o da orangotango Sandra, declarada em 2014 como &#8220;pessoa não humana&#8221; após duas décadas no Jardim Zoológico de Buenos Aires. Essa decisão levou ao reconhecimento de que o seu cativeiro violava direitos fundamentais e culminou, anos mais tarde, na sua transferência para um santuário na Florida. Para Trufero, a importância destas decisões reside precisamente em fazer com que os animais &#8220;deixem de ser considerados uma coisa, um objeto&#8221;, podendo passar a ser tratados como vítimas em processos relacionados com maus-tratos.</p>
<p>Para Carlos José Aga, o reconhecimento legal apenas produz efeitos se existirem pessoas dispostas a defender esses direitos em tribunal. &#8220;Estes seres, com direitos perante a lei, não podem fazer muito por si próprios, a não ser que existam pessoas que falem em nome deles, fazendo cumprir a lei&#8221;, sublinha. O caso de Magui e Fede poderá, assim, marcar um ponto de viragem na forma como a justiça argentina encara espécies tão comuns como os peixes dourados, abrindo caminho para uma proteção jurídica mais ampla de animais mantidos em cativeiro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789116]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro do Goldman Sachs sobe 45% até junho para 10.730 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 13:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Goldman Sachs]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Goldman Sachs registou um lucro de 12.258 milhões de dólares (cerca de 10.730 milhões de euros) no primeiro semestre do ano, um aumento de 45% relativamente ao ano anterior, informou hoje a entidade bancária.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Goldman Sachs registou um lucro de 12.258 milhões de dólares (cerca de 10.730 milhões de euros) no primeiro semestre do ano, um aumento de 45% relativamente ao ano anterior, informou hoje a entidade bancária.</p>
<p>Só no segundo trimestre, a Goldman Sachs registou um lucro de 6.628 milhões (cerca de 5.801 milhões de euros), um aumento de 78% em relação ao mesmo período de 2025 e de 18% comparativamente com o primeiro trimestre de 2026.</p>
<p>O banco indicou hoje que tanto o lucro por ação como as receitas atingiram valores recorde.</p>
<p>Os analistas de Wall Street tinham previsto um lucro de 14,51 dólares (cerca de 12,70 euros) por ação e receitas de 16.230 milhões de dólares (cerca de 14.206 milhões de euros).</p>
<p>Nos primeiros seis meses do ano, o Goldman Sachs alcançou os 37.565 milhões de dólares (cerca de 32.882 milhões de euros) em receitas.</p>
<p>O presidente executivo (CEO) do Goldman Sachs, David Solomon, afirmou num comunicado que os bons resultados trimestrais refletem &#8220;a solidez&#8221; da presença global.</p>
<p>&#8220;O dinamismo acelerou em todas as linhas de negócio. Os clientes recorrem ao banco para liderar as operações mais estratégicas, que muitas vezes atuam como catalisadoras da atividade em toda a empresa&#8221;, explicou.</p>
<p>Hoje, os grandes bancos dos EUA deram o pontapé de saída para a época de resultados. O JPMorgan, o Bank of America, o Citigroup e o Wells Fargo também anunciaram hoje aumentos nos lucros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789114]]></sapo:autor>
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		<title>Professores convocados para classificar exames a poucas horas do fim do prazo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 13:28:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[professores]]></category>
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					<description><![CDATA[A poucas horas do fim do prazo para concluir o processo de classificação dos exames nacionais do secundário, ainda há professores a serem convocados, revelou a Missão Escola Pública.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A poucas horas do fim do prazo para concluir o processo de classificação dos exames nacionais do secundário, ainda há professores a serem convocados, revelou a Missão Escola Pública.</p>
<p>Em declarações à Lusa, a porta-voz do movimento cívico, Cristina Mota revelou que &#8220;há professores a serem chamados hoje para substituir colegas que estão de baixa&#8221;.</p>
<p>A Lusa conhece uma das docentes convocadas hoje de manhã que, à hora de almoço, continuava a aguardar o envio de itens do exame nacional. &#8220;O ministro prometeu dez dias e nem dez horas temos [para classificar]&#8221;, desabafou a professora de Português.</p>
<p>&#8220;Por muito que queiram, ninguém consegue estar a trabalhar com rigor nestas condições, até porque os professores não terão qualquer possibilidade de rever as classificações&#8221;, disse Cristina Mota.</p>
<p>Há professores à espera das folhas de continuação em falta e outros que receberam itens para corrigir sem a folha de resposta, acrescentou, dizendo que &#8220;as pessoas não estão a conseguir sinalizar o problema&#8221;.</p>
<p>No dia em que os mais de 300 mil exames têm de estar classificados, a Missão Escola Pública defendeu que o ministério deveria prolongar novamente a data.</p>
<p>&#8220;Até acredito que o ministro dê o processo por concluído, mas acho muito difícil que alguns colegas consigam ter o processo concluído, ainda mais com os constrangimentos que a plataforma está a ter&#8221;, alertou.</p>
<p>Cristina Mota lembrou que foram dados mais três dias para afixar as notas, mas apenas dois extra para concluir as avaliações: &#8220;Deveria haver pelo menos mais um dia para os professores terminarem as tarefas&#8221;.</p>
<p>A professora de Matemática já concluiu a avaliação de todos os itens que recebeu, mas perante as falhas detetadas na plataforma sente algum receio.</p>
<p>Cristina Mota teve &#8220;90 provas nulas sem nada escrito pelo aluno&#8221;. Em causa estão dois itens de dificuldade média em que a resposta chegou à professora em branco.</p>
<p>&#8220;Eu julgo que não escreveram nada e que aquela é a folha do aluno. A média de Matemática não costuma ser muito alta, mas realmente tive muitos casos em que não estava nada escrito&#8221;, contou, explicando que o seu receio se prende com o facto de os alunos poderem ter respondido o item numa outra folha.</p>
<p>Pela primeira vez este ano, os exames nacionais do ensino secundário estão a ser corrigidos em formato digital, mas o processo tem registado falhas técnicas desde o início e, devido aos constrangimentos, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) adiou os prazos inicialmente previstos.</p>
<p>Um balanço feito na segunda-feira de manhã pelo ministro Fernando Alexandre indicava que 92% dos exames já estavam corrigidos, o que significa que num universo de mais de 300 mil provas estariam por classificar cerca de 20 mil provas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789112]]></sapo:autor>
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		<title>Lucros do Citigroup sobem 45% no 2.º trimestre para 5.096 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 13:26:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Citigroup]]></category>
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					<description><![CDATA[O Citigroup registou lucros líquidos de 5.831 milhões de dólares (5.096 milhões de euros) no segundo trimestre, um aumento de 45,1% em termos homólogos, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Citigroup registou lucros líquidos de 5.831 milhões de dólares (5.096 milhões de euros) no segundo trimestre, um aumento de 45,1% em termos homólogos, foi hoje anunciado.</p>
<p>As receitas entre abril e junho cresceram 14,3% em termos homólogos, para 24.766 milhões de dólares (21.635 milhões de euros), enquanto as despesas aumentaram 4,7% para 14.215 milhões de dólares (12.418 milhões de euros).</p>
<p>O banco constituiu ainda provisões de 2.522 milhões de dólares, 12% abaixo do constituído um ano antes.</p>
<p>Citada no comunicado, a presidente executiva do Citigroup, Jane Fraser, apontou que este foi &#8220;o melhor trimestre do Citi em 10 anos&#8221; em termos de receitas.</p>
<p>&#8220;A nossa crescente geração de lucros permitir-nos-á aumentar os nossos dividendos planeados em 12% e lançamos o nosso plano de recompra de 30.000 milhões de dólares&#8221;, acrescentou a responsável.</p>
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