Quem trabalha mais? conheça as diferentes idades de reforma na Europa

A Suécia era, no ano passado, o país da União Europeia (UE) onde se trabalhavam mais anos até se chegar reforma. A média de anos trabalhados pelos suecos é de 41,9, de acordo com dados publicados pelo Eurostat.

Na Holanda, a duração da vida profissional pode chegar aos 40,5 e aos 39,9 anos na Dinamarca. Estes países ultrapassam, por exemplo, Portugal, onde a vida activa dura praticamente mais dois anos (1,8) do que na UE, num total de 38 anos. Em 2018, Portugal era o quarto país europeu onde se esperavam mais anos de trabalho.

Em sentido inverso, a duração prevista da vida activa era, no ano passado, muito menor em Itália (31,8), Croácia (32,4), Grécia (32,9), Bulgária (33,1) e na Bélgica (33,2).

Dados do gabinete de estatísticas europeu mostram ainda que este número tem vindo a aumentar. Em 2017, a expectativa média era de 33,4 anos e em 2000 menos 3,3 anos. No ano passado, a média de anos trabalhados pelos europeus foi de 36,2 anos, embora existam diferenças entre homens (38,6) e mulheres (33,7).

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