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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Sat, 02 May 2026 08:38:35 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Importações de vinho na China caíram para metade face a 2018 &#8212; importador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 08:38:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P></P><br />
<P>*** Por João Pimenta, da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Xangai, 02 mai 2026 (Lusa) &#8212; O diretor-geral de uma das maiores importadoras de vinho na China descreveu à Lusa uma transformação profunda do setor, marcada por uma quebra de 50% nas importações face a 2018 e maior sofisticação dos consumidores.</P><br />
<P>&#8220;O mercado que existia em 2018, hoje, é menos de metade&#8221;, afirmou à Lusa o português Francisco Henriques, diretor-geral da China Wines &amp; Spirits, com sede em Xangai, a &#8220;capital&#8221; económica da China, que celebrou esta semana o seu 20.º aniversário.</P><br />
<P>Em entrevista à Lusa, o responsável, que está há quase duas décadas na China, descreveu uma transformação profunda do setor, marcada por uma quebra &#8220;brutal&#8221; do consumo, associada a uma combinação de fatores, desde a campanha anticorrupção e de austeridade promovida por Pequim, que inclui restrições ao consumo de álcool em eventos oficiais, até ao impacto da crise no setor imobiliário, que reduziu o apetite por bens considerados de luxo.</P><br />
<P>Dados recentes indicam que, só no último ano, as importações chinesas de vinho recuaram 11%, situando-se agora em cerca de metade dos níveis registados em 2018, quando o país comprou vinho estrangeiro no valor de quase 3 mil milhões de dólares (2,5 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Durante anos, a China foi um dos principais motores do setor vinícola global, com produtores de regiões como Bordéus ou Austrália a dependerem fortemente da procura chinesa. Em 2019, cerca de um quarto das exportações de Bordéus tinham como destino o país asiático.</P><br />
<P>Mas a quebra recente está a ter impacto global. Produtores enfrentam excesso de oferta, queda de preços e, em alguns casos, estão a arrancar vinhas ou a deixar uvas por colher.</P><br />
<P>Além do contexto económico e político, Henriques apontou também para uma transformação cultural, sobretudo entre os mais jovens, que &#8220;bebem menos e bebem diferente&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o responsável, há duas décadas o vinho era consumido sobretudo por uma elite e dominado quase exclusivamente por França, sendo muitas vezes associado a ofertas e banquetes oficiais.</P><br />
<P>Hoje, disse, o mercado está &#8220;em vias de maturidade&#8221;, com maior diversidade de origens e um consumo mais individualizado.</P><br />
<P>&#8220;Há 20 anos bebia-se uma garrafa por pessoa, hoje as pessoas preferem beber um copo, mas melhor&#8221;, explicou.</P><br />
<P>O consumo deslocou-se também para novos contextos, com o crescimento das entregas ao domicílio e das compras através de aplicações móveis.</P><br />
<P>&#8220;Os consumidores podem encomendar uma garrafa no telemóvel e recebê-la meia hora depois&#8221;, disse, sublinhando a necessidade de adaptação do setor a estes novos hábitos.</P><br />
<P>Apesar da contração do mercado, Henriques considerou que a China continua a ser uma aposta estratégica para países como Portugal, embora exija um trabalho de longo prazo.</P><br />
<P>&#8220;Quando o consumidor prova, gosta&#8221;, afirmou, destacando a tipicidade das castas portuguesas como uma vantagem competitiva.</P><br />
<P>O principal desafio, disse, é garantir presença consistente no mercado, nomeadamente na restauração, hotéis e canais de distribuição.</P><br />
<P>&#8220;É preciso que o vinho esteja disponível (&#8230;) e esse é o trabalho difícil&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Henriques alertou que muitos produtores falham ao encarar a China como um mercado de oportunidades rápidas, sem investimento continuado.</P><br />
<P>&#8220;Aquele produtor que vem à China, exporta um contentor e depois fica à espera (&#8230;) não resulta&#8221;, disse, defendendo a importância de parcerias estáveis com importadores locais.</P><br />
<P>Num mercado que descreveu como &#8220;muito dinâmico&#8221;, onde empresas entram e saem com frequência, encontrar o parceiro certo pode ser &#8220;como uma agulha no palheiro&#8221;.</P><br />
<P>O responsável sublinhou que a dimensão e evolução do mercado justificam o esforço. &#8220;É um trabalho que demora anos, mas que traz frutos&#8221;, afirmou.</P><br />
<P> </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757239]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Milhões fora do radar: investigação revela como a Nobitex se tornou peça-chave na economia paralela iraniana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 08:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa foi fundada em 2018 por dois irmãos ligados a uma das famílias mais influentes do país, revelando uma teia complexa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto R6Vx5W_threadScrollVars scroll-mb-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom,0px)+var(--thread-response-height))] scroll-mt-(--header-height)" dir="auto" data-turn-id="2c2a557a-1309-4113-acb1-4fd92d03bd63" data-testid="conversation-turn-1" data-scroll-anchor="false" data-turn="user">
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<div class="z-0 flex justify-end">A maior plataforma de criptomoedas do Irão, a Nobitex, está no centro de um sistema financeiro paralelo que permite movimentar milhões de dólares para lá das sanções ocidentais. A empresa foi fundada em 2018 por dois irmãos ligados a uma das famílias mais influentes do país, revelando uma teia complexa entre tecnologia, poder político e economia sob restrições internacionais.</div>
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<section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto [content-visibility:auto] supports-[content-visibility:auto]:[contain-intrinsic-size:auto_100lvh] R6Vx5W_threadScrollVars scroll-mb-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom,0px)+var(--thread-response-height))] scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" data-turn-id="request-WEB:e9843ffa-8a08-4139-a039-da2c3b2cc6b5-0" data-testid="conversation-turn-2" data-scroll-anchor="false" data-turn="assistant">
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<p data-start="514" data-end="828">Os fundadores da Nobitex, Ali e Mohammad, pertencem à influente família Kharrazi, mas utilizaram um apelido alternativo — Aghamir — para criar e desenvolver o negócio. De acordo com a Reuters, esta escolha terá ajudado a ocultar a ligação direta à elite política e religiosa iraniana, mesmo entre colegas próximos.</p>
<p data-start="830" data-end="1115">A família Kharrazi ocupa há décadas posições centrais no sistema político iraniano, com ligações diretas a líderes supremos e instituições-chave do regime. Segundo a Reuters, membros da família desempenharam papéis relevantes como conselheiros, diplomatas e figuras religiosas de topo.</p>
<p data-start="1171" data-end="1482">A Nobitex cresceu rapidamente e tornou-se dominante no mercado iraniano de criptomoedas, alegando ter cerca de 11 milhões de utilizadores. Este crescimento foi impulsionado pelo isolamento financeiro do país, que levou muitos cidadãos a recorrer às criptomoedas como alternativa ao sistema bancário tradicional.</p>
<p data-start="1484" data-end="1703">Segundo a Reuters, a plataforma processa uma grande parte das transações cripto no Irão e funciona como uma ligação essencial aos mercados internacionais, permitindo contornar restrições impostas por sanções económicas.</p>
<p data-start="1739" data-end="2072">Investigações indicam que a Nobitex tem sido utilizada por entidades sancionadas, incluindo o banco central iraniano e o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica. De acordo com a Reuters, análises de blockchain e testemunhos de fontes internas sugerem que milhões de dólares terão passado pela plataforma ligados a estas organizações.</p>
<p data-start="2074" data-end="2251">A empresa nega qualquer envolvimento direto com o governo ou atividades ilícitas, afirmando que eventuais transações suspeitas ocorreram sem conhecimento ou aprovação da gestão.</p>
<p data-start="2299" data-end="2600">Um dos principais desafios apontados por analistas é a dificuldade em distinguir o uso legítimo da plataforma por cidadãos comuns das operações associadas ao regime. Segundo a Reuters, esta mistura de utilizadores torna mais complexa qualquer tentativa de controlo ou aplicação de sanções específicas.</p>
<p data-start="2602" data-end="2753">Ao mesmo tempo, a Nobitex tornou-se essencial para muitos iranianos, oferecendo acesso a uma economia global da qual estão, em grande parte, excluídos.</p>
<p data-start="2794" data-end="3120">A plataforma recorre a várias técnicas para dificultar o rastreio de transações, incluindo a utilização de múltiplas carteiras digitais e ferramentas criptográficas avançadas. De acordo com a Reuters, a própria empresa aconselha os utilizadores sobre como reduzir a visibilidade das operações perante entidades internacionais.</p>
<p data-start="3122" data-end="3296">Além disso, a Nobitex manteve atividade mesmo durante períodos de blackout de internet no país, o que levanta questões sobre o acesso privilegiado a infraestruturas digitais.</p>
<p data-start="3346" data-end="3639">Apesar de investigações, sanções internacionais e até incidentes como um ataque informático que resultou na perda de milhões em ativos digitais, a Nobitex continuou a expandir-se. A empresa chegou a reembolsar diretamente os clientes afetados, demonstrando capacidade financeira significativa.</p>
<p data-start="3641" data-end="3837">Segundo a Reuters, o sucesso da plataforma reflete também a realidade do ambiente empresarial iraniano, onde negócios lucrativos acabam frequentemente sob influência ou escrutínio das autoridades.</p>
<p data-start="3881" data-end="4106">A Nobitex representa hoje muito mais do que uma simples exchange de criptomoedas. Tornou-se um elemento-chave num sistema financeiro alternativo que permite ao Irão contornar limitações impostas pela comunidade internacional.</p>
<p data-start="4108" data-end="4344">De acordo com a Reuters, mesmo que apenas uma pequena percentagem das transações esteja diretamente ligada a entidades sancionadas, o volume total processado pela plataforma sugere que o impacto real poderá ser significativamente maior.</p>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757223]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>IRS 2026: tem de declarar a conta Revolut mesmo com IBAN nacional?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irs-2026-tem-de-declarar-a-conta-revolut-mesmo-com-iban-nacional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 08:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IRS 2026]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[consultorio de IRS]]></category>
		<category><![CDATA[irs]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A obrigatoriedade de declarar a conta Revolut no IRS continua a gerar dúvidas entre contribuintes em Portugal, sobretudo depois da mudança estrutural operada pela fintech em 2025. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A obrigatoriedade de declarar a conta Revolut no IRS continua a gerar dúvidas entre contribuintes em Portugal, sobretudo depois da mudança estrutural operada pela fintech em 2025. Até aqui, a regra era relativamente clara: como a Revolut operava com IBAN lituano, os clientes tinham de comunicar a existência da conta estrangeira às Finanças.</p>
<p>Com a abertura da sucursal em Portugal, em julho de 2025, e a disponibilização de um IBAN português, o enquadramento passou a ser diferente. Ainda assim, a questão mantém-se em 2026: é ou não necessário declarar a conta no IRS?</p>
<p><strong>Revolut no IRS em 2026: depende do tipo de IBAN e do momento de abertura da conta</strong><br />
As declarações de IRS submetidas em 2026 dizem respeito aos rendimentos e situações fiscais de 2025. É esse detalhe temporal que determina a obrigação de declaração da conta Revolut.</p>
<p>Existem dois cenários principais.</p>
<p>No primeiro caso, estão os utilizadores que abriram conta a partir de 24 de julho de 2025, data em que a Revolut passou a disponibilizar IBAN português. Em princípio, estas contas já são abertas com IBAN nacional.</p>
<p>No entanto, a confirmação continua a ser essencial. O próprio IBAN permite perceber o enquadramento: se começar por “PT50”, trata-se de um IBAN português; se começar por “LT07”, continua a ser um IBAN lituano.</p>
<p>No segundo cenário estão os clientes que já tinham conta Revolut antes de julho de 2025. Mesmo que entretanto tenham passado a ter IBAN português associado, a existência de um IBAN lituano durante parte de 2025 implica que essa informação deve ser incluída na declaração de IRS relativa a esse ano.</p>
<p>A lógica é simples: o IRS reflete o ano fiscal completo e deve espelhar a situação tal como existiu durante esse período.</p>
<p><strong>Como declarar a conta Revolut no IRS</strong><br />
A declaração da conta Revolut no IRS não implica qualquer pagamento adicional nem depende de movimentos financeiros. Trata-se apenas de uma obrigação informativa.</p>
<p>Na prática, não é necessário indicar saldos ou movimentos da conta — a conta pode até estar sem saldo. O que é exigido é a identificação da existência da conta estrangeira, quando aplicável.</p>
<p>Essa informação é preenchida no quadro 11 do anexo J da declaração de rendimentos, onde devem ser indicados o IBAN e o código BIC/SWIFT. Estes dados estão disponíveis diretamente na aplicação da Revolut, na área de detalhes da conta.</p>
<p><strong>O que acontece se não declarar a conta Revolut no IRS</strong><br />
A omissão da conta Revolut no IRS pode ter consequências fiscais. A não declaração pode ser enquadrada como infração tributária, podendo originar coimas por omissões ou incorreções em declarações fiscais.</p>
<p>De acordo com o Regime Geral das Infrações Tributárias, as multas podem começar nos 150 euros.</p>
<p>Ainda assim, a situação pode ser corrigida. Caso o contribuinte se aperceba da falha após a entrega da declaração inicial, pode submeter uma declaração de substituição, corrigindo a omissão do IBAN lituano referente a 2025.</p>
<p><strong>O essencial a reter na declaração do IRS com conta Revolut</strong><br />
Apesar das alterações introduzidas pela Revolut em Portugal, a obrigação de declarar depende essencialmente do tipo de IBAN e do período em análise no IRS de 2026.</p>
<p>Se durante 2025 existiu uma conta com IBAN estrangeiro, essa informação deve constar na declaração. Se a conta foi aberta já com IBAN português e não houve utilização de IBAN estrangeiro, a necessidade de declaração deixa de se colocar nos mesmos termos.</p>
<p>A regra mantém-se centrada no princípio fiscal de transparência sobre contas no estrangeiro, mesmo que a realidade operacional da fintech tenha evoluído para uma estrutura bancária nacional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756315]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Spirit Airlines encerra atividade após 34 anos e cancela operações de imediato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 07:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Spirit Airlines, uma companhia aérea norte-americana que abalou o setor com as suas campanhas publicitárias ousadas e tarifas extremamente baixas, anunciou hoje o fim da atividade, após 34 anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Spirit Airlines, uma companhia aérea norte-americana que abalou o setor com as suas campanhas publicitárias ousadas e tarifas extremamente baixas, anunciou hoje o fim da atividade, após 34 anos.</P><br />
<P>A transportadora de ultra baixo custo, que chegou a operar centenas de voos diários, com os seus aviões amarelos, e a empregar cerca de 17.000 pessoas, afirmou ter &#8220;iniciado um encerramento ordenado das suas operações, com efeito imediato&#8221;.</P><br />
<P>A companhia informou no seu &#8216;site&#8217; que todos os voos foram cancelados e que o serviço de apoio ao cliente deixou de estar disponível.</P><br />
<P>&#8220;Estamos orgulhosos do impacto do nosso modelo de ultra baixo custo na indústria ao longo dos últimos 34 anos e esperávamos continuar a servir os nossos clientes durante muitos anos&#8221;, refere-se no comunicado.</P><br />
<P>A empresa aconselhou os clientes a aguardarem os reembolsos, mas avisou que não prestará assistência na marcação de viagens com outras companhias aéreas.</P><br />
<P>O encerramento já era esperado, depois de sexta-feira ter chegado ao fim sem a aprovação de um necessário resgate governamental para a empresa, que enfrentava dificuldades financeiras.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano afirmou na sexta-feira que a sua administração tinha apresentado uma &#8220;proposta final&#8221; para uma aquisição financiada por fundos públicos, com o objetivo de evitar a falência da companhia, mas não foi alcançado qualquer acordo.</P><br />
<P>Donald Trump já tinha sugerido a possibilidade de um resgate na semana anterior, depois de a companhia ter entrado em processo de insolvência pela segunda vez em menos de dois anos, num contexto de aumento dos preços do combustível devido à guerra no Irão. </P><br />
<P>A Spirit tem enfrentado dificuldades financeiras desde a pandemia de covid-19, pressionada pelo aumento dos custos operacionais e pelo crescimento da dívida. </P><br />
<P>Quando pediu proteção ao abrigo do Capítulo 11, em novembro de 2024, já tinha acumulado prejuízos superiores a 2,5 mil milhões de dólares desde o início de 2020.</P><br />
<P>A transportadora voltou a recorrer à proteção contra credores em agosto de 2025, quando declarou ter 8,1 mil milhões de dólares em dívidas e 8,6 mil milhões em ativos, segundo documentos judiciais.</P><br />
<P>Os defensores de um plano de resgate, incluindo sindicatos que representam pilotos, assistentes de bordo e trabalhadores de pista, afirmaram que o colapso da empresa colocaria milhares de norte-americanos no desemprego e prejudicaria os consumidores, ao reduzir a concorrência no setor e aumentar os preços das passagens aéreas. </P><br />
<P>Cerca de 17.000 postos de trabalho poderão ser afetados, segundo o advogado da Spirit, Marshall Huebner.</P><br />
<P>Os viajantes mais sensíveis ao preço e aqueles que viajam em lazer deverão sentir mais a ausência da Spirit, especialmente em locais onde a companhia tinha forte presença, como Las Vegas e cidades da Florida como Fort Lauderdale e Orlando.</P><br />
<P>A companhia aérea transportou cerca de 1,7 milhões de passageiros domésticos em fevereiro, cerca de meio milhão a menos do que no mesmo mês do ano anterior, segundo a empresa de análise de aviação Cirium. </P><br />
<P>A Spirit também reduziu significativamente a sua capacidade, com cerca de metade dos lugares disponíveis este mês em comparação com maio de 2024.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757238]]></sapo:autor>
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		<title>Lei do direito ao esquecimento entra hoje em vigor e reforça proteção no crédito e seguros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 07:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Este sábado marca a entrada em vigor da nova lei que reforça o chamado direito ao esquecimento para pessoas que tenham ultrapassado ou mitigado situações de risco agravado de saúde, introduzindo alterações relevantes na forma como são avaliados consumidores no acesso a crédito e seguros em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este sábado marca a entrada em vigor da nova lei que reforça o chamado direito ao esquecimento para pessoas que tenham ultrapassado ou mitigado situações de risco agravado de saúde, introduzindo alterações relevantes na forma como são avaliados consumidores no acesso a crédito e seguros em Portugal.</p>
<p>Em causa está a lei n.º 14/2026, de 27 de abril, que estabelece, no seu sumário, que “reforça o direito ao esquecimento e as proteções ao consumidor na contratação” de crédito e seguros. A aplicação do diploma visa impedir que determinados históricos clínicos continuem a penalizar cidadãos que já se encontram clinicamente estabilizados ou recuperados.</p>
<p>O novo enquadramento legal passa a incluir expressamente um conjunto de doenças consideradas de maior impacto clínico, nomeadamente a doença oncológica, o VIH, a diabetes e a hepatite C. Estes casos são integrados no regime de proteção reforçada, sempre que a situação de saúde tenha sido superada ou devidamente mitigada.</p>
<p>De acordo com o artigo 3.º da lei, “as pessoas que tenham superado ou mitigado situações de risco agravado de saúde ou de deficiência têm, na qualidade de consumidor, direito ao esquecimento na contratação de crédito à habitação e de crédito aos consumidores, bem como na contratação de seguros obrigatórios ou facultativos associados aos referidos créditos”.</p>
<p>Na prática, este princípio impede que episódios clínicos passados continuem a ser usados como fator de exclusão ou agravamento automático nas condições de contratação, sempre que estejam reunidos os critérios previstos na lei.</p>
<p>O diploma não se limita ao crédito à habitação ou ao crédito ao consumo. A proteção estende-se igualmente à contratação de seguros obrigatórios ou facultativos associados a esses créditos, abrangendo assim um conjunto alargado de situações financeiras do dia a dia.</p>
<p>Além disso, a lei prevê ainda a sua aplicação a contratos de crédito para fins comerciais ou profissionais, desde que celebrados por pessoas singulares, alargando o âmbito de proteção a trabalhadores independentes e pequenos empreendedores.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756244]]></sapo:autor>
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		<title>Lisboa recebe hoje a Marcha pela canábis 2026 e reivindica direitos medicinais e recreativos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 07:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa prepara-se para acolher este sábado a Marcha pela Canábis 2026, evento anual que visa destacar a necessidade de uma legalização definitiva da planta em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="535" data-end="912">Lisboa prepara-se para acolher este sábado a Marcha pela Canábis 2026, evento anual que visa destacar a necessidade de uma legalização definitiva da planta em Portugal. A iniciativa, inserida num movimento global, procura chamar a atenção para os potenciais benefícios da Cannabis sativa L., seja no uso medicinal, recreativo ou industrial através do cânhamo.</p>
<p data-start="914" data-end="1366">Segundo a organização, “a Marcha pela Canábis é uma voz popular coletiva, apartidária, que defende a liberdade individual e o reconhecimento de todo o potencial da planta milenar, Cannabis sativa L.”. O manifesto da Marcha, partilhado nas redes sociais e grupos de WhatsApp, sublinha que a proibição da canábis coloca os consumidores em risco e favorece o crime organizado, uma vez que o mercado negro não garante a qualidade dos produtos consumidos.</p>
<p data-start="1368" data-end="2072">João Fidalgo, um dos responsáveis pela organização, explicou ao CannaReporter que a ilegalidade da canábis mantém os utilizadores dependentes de redes criminosas, aumentando o risco de consumirem produtos de qualidade desconhecida, situação que é particularmente preocupante para quem utiliza a planta por motivos de saúde. “A cannabis é a droga ilegal mais consumida no mundo, servindo de base de financiamento para muitas redes de narcotráfico globais. Esta situação deixa os utilizadores à mercê das redes criminosas e em risco de consumirem flores e extratos de canábis sem saber qual a qualidade dos mesmos, o que pode agravar os riscos associados [ao consumo] e até as suas patologias”, afirmou.</p>
<p data-start="2074" data-end="2445">A Marcha destaca ainda o potencial económico da legalização, seguindo exemplos internacionais, como o Canadá ou a Alemanha, onde o uso recreativo é permitido. O manifesto sublinha que a regulamentação da canábis poderia gerar receitas fiscais substanciais, criar emprego em toda a cadeia produtiva e reduzir os custos que atualmente suportam a chamada Guerra às Drogas.</p>
<p data-start="2447" data-end="3050">Entre as principais reivindicações, os ativistas pedem o alívio das restrições ao cultivo de cânhamo industrial com baixo teor de THC, a expansão das indicações terapêuticas da canábis medicinal, o direito ao cultivo doméstico e associativo, bem como a revisão da legislação para garantir tratamentos de primeira linha com canábis. João Fidalgo reforça: “a cannabis não mata – ao contrário do tabaco, que mata milhões de pessoas anualmente. O cultivo deve ser desburocratizado e ser totalmente regulamentado, permitindo assim à população saber o que está a consumir e realizar um consumo responsável”.</p>
<p data-start="3052" data-end="3430">A Marcha Global da Marijuana, que se realiza desde 1999 no primeiro domingo de maio, tornou-se um movimento internacional de ativismo pró-legalização, com mais de mil cidades em todo o mundo a organizarem eventos similares. Em Portugal, a primeira edição ocorreu em 2007 e decorreu em Lisboa, Porto e Braga, focando-se no uso medicinal, recreativo e no direito ao autocultivo.</p>
<p data-start="3432" data-end="3828">A edição deste ano coincide com uma campanha de recolha de assinaturas através de uma Petição Pública, que resume as reivindicações em 14 pontos essenciais, entre os quais a garantia do direito à saúde, a disponibilização de medicamentos de canábis nas farmácias, a regulamentação do cultivo pessoal, e a criação de um gabinete independente para assuntos relacionados com a canábis e o cânhamo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756268]]></sapo:autor>
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		<title>Metro de Lisboa encerrado do Rossio ao Cais do Sodré entre hoje e terça-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 06:30:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O troço Rossio/Baixa-Chiado/Cais do Sodré, na linha Verde do Metropolitano de Lisboa, vai encerrar entre hoje e 5 de maio (terça-feira), para trabalhos da linha Circular, mantendo-se a funcionar a estação Baixa-Chiado da linha Azul.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O troço Rossio/Baixa-Chiado/Cais do Sodré, na linha Verde do Metropolitano de Lisboa, vai encerrar entre hoje e 5 de maio (terça-feira), para trabalhos da linha Circular, mantendo-se a funcionar a estação Baixa-Chiado da linha Azul.</p>
<p>Em comunicado, o Metropolitano de Lisboa informou sobre o encerramento temporário daquele troço, justificando-o com a &#8220;necessidade de realização de trabalhos na via férrea no âmbito da preparação e modernização da rede para a futura configuração operacional da linha Circular, garantindo a compatibilidade com a infraestrutura existente&#8221;.</p>
<p>A circulação na linha Verde vai fazer-se apenas entre Telheiras e Martim Moniz, em ambos os sentidos, sendo retomada na totalidade no dia 06 de maio, enquanto as restantes linhas vão funcionar com normalidade naqueles dias, incluindo a estação Baixa-Chiado da linha Azul, que interceta a linha Verde.</p>
<p>Como alternativa são apontados os autocarros da Carris 208 e 760 entre o Martim Moniz e o Cais do Sodré, os 774, 15E e 25E entre a Praça da Figueira e o Cais do Sodré e os 207, 732 e 736 entre o Rossio e Cais do Sodré.</p>
<p>A transportadora informou também que a estação do Cais do Sodré vai passar a funcionar com um cais provisório &#8220;previsivelmente até final de julho&#8221;, para &#8220;facilitar o fluxo de passageiros&#8221;.</p>
<p>De acordo com o Metropolitano de Lisboa, no plano de expansão, a linha Circular prevê o prolongamento da estação do Rato (da linha Amarela) à estação do Cais do Sodré (linha Verde) com duas novas estações: Estrela e Santos.</p>
<p>A linha Circular, que tinha prevista a sua conclusão em dezembro de 2023 e um custo de 210 milhões de euros, teve até então quatro revisões, aumentando para 331,4 ME (desvio de 58% face ao inicialmente previsto) e posterior previsão de conclusão no segundo trimestre de 2026, mais 30 meses face ao prazo inicial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756308]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo britânico admite possibilidade de proibir manifestações pró-Palestina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 06:13:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro britânico declarou à BBC que a proibição de manifestações pró-Palestina pode justificar-se em certos casos, nomeadamente quando são entoados slogans a apelar à intifada, na sequência do ataque antissemita ocorrido em Londres.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro britânico declarou à BBC que a proibição de manifestações pró-Palestina pode justificar-se em certos casos, nomeadamente quando são entoados slogans a apelar à intifada, na sequência do ataque antissemita ocorrido em Londres. </P><br />
<P>De acordo com Keir Starmer, numa entrevista divulgada hoje, que se &#8220;passou para um nível completamente diferente&#8221; com este ataque com faca considerado terrorista pela polícia, que deixou na quarta-feira dois feridos no bairro londrino de Golders Green, onde vive uma importante comunidade judaica.</P><br />
<P>Keir Starmer foi vaiado, na quinta-feira, durante a visita às instalações de um serviço judaico de ambulâncias, com alguns residentes a criticá-lo por não fazer o suficiente para proteger esta comunidade e a denunciar a realização de marchas de apoio aos palestinianos nas grandes cidades britânicas.</P><br />
<P>As manifestações tiveram início com a mais recente guerra em Gaza, desencadeada pelo ataque do movimento islamita palestiniano Hamas a Israel a 07 de outubro de 2023, e reuniram dezenas de milhares de pessoas em Londres.</P><br />
<P>Na entrevista à BBC, o primeiro-ministro afirmou que &#8220;muitas pessoas da comunidade judaica&#8221; se queixaram do &#8220;caráter repetitivo&#8221; destas marchas.</P><br />
<P>O dirigente mostrou-se favorável a uma maior regulamentação dos &#8216;slogans&#8217; e acrescentou que &#8220;há casos&#8221; em que uma proibição poderia ser necessária.</P><br />
<P>&#8220;Sou um grande defensor da liberdade de expressão e das manifestações pacíficas. Mas quando se ouvem slogans como &#8216;Globalizemos a intifada&#8217;, isso é totalmente inaceitável&#8221;, e &#8220;tem de haver uma ação mais firme&#8221;, considerou Starmer.</P><br />
<P>O chefe do executivo britânico indicou que decorrem discussões &#8220;há já algum tempo&#8221; com a polícia sobre este assunto e que pretende analisar que &#8220;poderes adicionais&#8221; o Governo poderia adotar.</P><br />
<P>Em dezembro, as polícias de Londres e Manchester anunciaram a intenção de deter qualquer pessoa que entoasse o slogan &#8220;Globalizemos a intifada&#8221;, uma referência às revoltas palestinianas contra o exército israelita em 1987-1993 e, posteriormente, no início dos anos 2000.</P><br />
<P>Este slogan é &#8220;considerado extremamente perigoso pela comunidade judaica&#8221;, sublinhou Keir Starmer.</P><br />
<P>O Reino Unido elevou na quinta-feira o nível de ameaça terrorista para grave, referindo-se tanto ao ataque antissemita de Golders Green como a um aumento da &#8220;ameaça islamista e de extrema-direita&#8221;.</P><br />
<P>A polícia, por seu lado, indicou que iria analisar cuidadosamente todos os apelos a futuras manifestações.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757237]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>China tem consolidado presença em países lusófonos africanos &#8211; estudo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/china-tem-consolidado-presenca-em-paises-lusofonos-africanos-estudo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 06:04:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo académico aponta que a China tem vindo a consolidar a sua presença tecnológica e económica nos pequenos países lusófonos da África Ocidental, nomeadamente Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um estudo académico aponta que a China tem vindo a consolidar a sua presença tecnológica e económica nos pequenos países lusófonos da África Ocidental, nomeadamente Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.</P><br />
<P>Um relatório, assinado por investigadores da Universidade de Georgetown e do think tank The Digital Economist, destacou que estes Estados, &#8220;historicamente marcados pela fragilidade económica e política&#8221;, encontram na parceria com a China uma alternativa às &#8220;tradicionais ligações com o Ocidente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estes pequenos países contam uma história grande e globalmente significativa sobre a melhor forma de prosseguir o desenvolvimento internacional nos mercados emergentes&#8221;, escrevem os autores, William Vogt (The Digital Economist), Guilan Massoud-Moghaddam e Robert Miles Chong (Universidade de Georgetown).</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, Vogt sublinhou que &#8220;a China está a construir relações mais estreitas com os países de língua portuguesa através da ligação cultural partilhada com Macau&#8221; e recordou que Pequim &#8220;tem também um historial de apoio a camaradas comunistas em alguns destes países durante os primeiros anos das respetivas independências&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o académico, a situação atual nestes países &#8220;alinha-se com algumas das prioridades de investimento direto estrangeiro de Pequim, nomeadamente a promoção das inovações tecnológicas avançadas da China&#8221;. Há, acrescenta, &#8220;uma convergência na promoção da disseminação de tecnologia avançada de vigilância e na introdução de componentes, ferramentas e infraestruturas essenciais para a sua plena implementação em novos mercados&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os países de língua portuguesa destacam-se neste contexto porque estão motivados a aplicar tais programas para reforçar a segurança, enquanto a China procura difundir as suas inovações tecnológicas de ponta no mercado global mais amplo&#8221;, afirmou Vogt, sublinhando que para Pequim isto tem o efeito adicional de consolidar relações económicas mais firmes e uma penetração de mercado já visível em alguns destes países.</P><br />
<P>Segundo o estudo, na Guiné-Bissau, Pequim tem investido em agricultura, energia e telecomunicações, incluindo acordos com a Huawei e apoio à produção de caju. </P><br />
<P>Na investigação recorda-se que &#8220;a combinação de 500 anos de subdesenvolvimento português e um tipo de socialismo estatal garantiu que o país nunca fosse capaz de aproveitar os seus recursos naturais e humanos&#8221;. </P><br />
<P>Apesar da instabilidade política, a Guiné-Bissau aderiu à iniciativa &#8216;Uma Faixa, Uma Rota&#8217; em 2021, procurando reforçar a cooperação com a China.</P><br />
<P>A iniciativa lançada pelo Presidente chinês, Xi Jinping, em 2013, é descrita como uma estratégia global de infraestrutura e desenvolvimento, que visa ligar a Ásia, Europa e África por meio de rotas terrestres e marítimas, fomentando o comércio, investimentos e a influência económica chinesa.</P><br />
<P>Em Cabo Verde, os investimentos chineses concentram-se no turismo e nas tecnologias de informação e comunicação. Projetos como a instalação de cabos submarinos de fibra ótica pela gigante tecnológica Huawei são apontados como exemplos da aposta de Pequim em transformar o arquipélago num destino internacional e num &#8216;hub&#8217; digital regional. </P><br />
<P>&#8220;Cabo Verde é um país com intermediação financeira fraca e escassa diversidade de recursos naturais&#8221;, nota-se no estudo, sublinhando que o investimento externo direto tem sido uma &#8220;tábua de salvação&#8221; para a economia.</P><br />
<P>Já em São Tomé e Príncipe, Pequim tem privilegiado o setor agrícola e o desenvolvimento portuário, com vista a explorar o potencial energético e marítimo do arquipélago. </P><br />
<P>A decisão de cortar relações com Taiwan em 2016 abriu caminho a novos acordos bilaterais, incluindo projetos de TIC sustentáveis e apoio à investigação agronómica. No relatório descreve-se o arquipélago como &#8220;mais do que a terra do cacau e do café&#8221;, apontando-o como o &#8220;Qatar do Golfo da Guiné&#8221; pela sua posição estratégica.</P><br />
<P>Para Vogt, o posicionamento global da China revela &#8220;uma provável compreensão das prioridades e dos caminhos de desenvolvimento enfrentados por estes países&#8221;, que podem ser atraídos pela abordagem de Pequim &#8220;enquanto potência não ocidental, sem o peso histórico dos abusos das políticas imperialistas ocidentais&#8221;.</P><br />
<P>Hoje, acrescentou, &#8220;a China oferece benefícios socioeconómicos plausíveis a estes países através de produtos, programas e iniciativas considerados úteis para um desenvolvimento digital sustentável&#8221;, ao mesmo tempo que mantém &#8220;um historial de fornecer oportunidades para desenvolver outras indústrias lucrativas através de investimento e infraestruturas turísticas&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757236]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Efeito da emigração levanta questões para campanha eleitoral em Cabo Verde &#8212; sociólogos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 06:02:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Sociólogos cabo-verdianos ouvidos pela Lusa alertaram que, além dos impactos económicos mais mediatizados, a emigração está a ameaçar as redes de cuidado familiar em Cabo Verde, dando como exemplo a situação das crianças quando os pais emigram.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Praia, 02 mai 2026 (Lusa) &#8212; Sociólogos cabo-verdianos ouvidos pela Lusa alertaram que, além dos impactos económicos mais mediatizados, a emigração está a ameaçar as redes de cuidado familiar em Cabo Verde, dando como exemplo a situação das crianças quando os pais emigram.</P><br />
<P>&#8220;Os filhos continuam a ficar com as avós, com as madrinhas, com as mesmas pessoas, mas esta rede está mais fraca. A sociedade é maior, os perigos aumentaram e há transformações que podem prejudicar o bem-estar das crianças e dos adolescentes. Quando essa rede falha, cabe ao Estado assegurar o suporte&#8221;, disse à Lusa o sociólogo Redy Lima, ao antecipar questões que o debate sobre a emigração pode suscitar na campanha para as legislativas de 17 de maio.</P><br />
<P>Segundo o especialista, no passado existia &#8220;uma rede muito forte&#8221; que garantia o acompanhamento das crianças quando os pais emigravam, mas essa estrutura &#8220;está hoje mais fragilizada, refletindo uma sociedade mais individualizada&#8221;.</P><br />
<P>Redy Lima apontou dois fatores principais para o aumento da emigração: por um lado, a facilitação das políticas migratórias nos países destino, nos últimos anos, sobretudo para Portugal e Europa, por outro um crescente &#8220;mal-estar interno&#8221;, marcado pelo aumento do custo de vida, empobrecimento da população e falta de oportunidades no mercado de trabalho &#8211; opinião do sociólogo que choca com a posição do Governo que apresenta dados de redução dos níveis de pobreza, bem como de queda do desemprego para níveis recorde.</P><br />
<P>Redy Lima assinala, sobretudo, a saída &#8220;dos melhores talentos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quem é que fica para governar o país? Isto é um problema&#8221;, afirmou, sublinhando o impacto económico da emigração, nomeadamente a perda de mão-de-obra qualificada já sentida em setores como o turismo e a construção civil e que tem feito parte do debate político.</P><br />
<P>O sociólogo enquadrou ainda o atual momento migratório como parte de um ciclo, intensificado no período pós-pandemia de covid-19, aproximando-se de picos registados nas décadas de 1970 e 1980.</P><br />
<P>&#8220;A emigração é uma resposta à crise. Sempre foi assim, mas hoje há um dado novo: muitos jovens saem e não querem voltar. Isso é problemático&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A emigração, a par da economia e do emprego, tem sido tema na pré-campanha para as eleições legislativas em Cabo Verde.</P><br />
<P>Neste contexto, Redy Lima considera que o tema pode ser enquadrado numa perspetiva mais ampla, dentro de temáticas &#8220;como a juventude ou as condições sociais&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Ainda assim, reconheceu que o tema tem sido explorado politicamente nos últimos anos, com leituras divergentes entre partidos.</P><br />
<P>&#8220;A oposição associa a emigração ao desespero juvenil e à falta de oportunidades, enquanto o partido que suporta o Governo defende que a saída resulta de oportunidades no exterior&#8221;, referiu.</P><br />
<P>O sociólogo considerou que existe também &#8220;um discurso político irresponsável que tenta normalizar a situação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Por um lado, é verdade que sempre houve saída de jovens, porque vivemos um paradoxo de oportunidades: há muitos formados, com expectativas, mas o mercado de trabalho cabo-verdiano não consegue dar resposta. Por isso, acabam por sair. Agora o problema é a normalização desta realidade, como se fosse inevitável. É preciso criar condições para que menos jovens tenham de emigrar&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>O sociólogo Elísio Semedo disse à Lusa que a emigração deve estar no centro do debate eleitoral.</P><br />
<P>&#8220;Todos os temas são relevantes em política. Este terá de ser discutido nas campanhas. Os partidos têm de apresentar propostas, porque ainda há jovens que podem decidir ficar, se houver condições&#8221;, afirmou, alertando também para o impacto demográfico da saída de jovens, agravado pela queda da natalidade.</P><br />
<P>&#8220;Estamos numa linha vermelha. Antigamente, uma mãe tinha seis a dez filhos. Agora, no máximo, tem três. É esta a realidade que temos. Nós estamos a descer no contexto demográfico e pouca gente tem consciência disso. Já é altura dos demógrafos, que são especialistas da área, falarem disso abertamente&#8221;, explicou, acrescentando que a falta de alternativas continua a empurrar jovens para fora do país.</P><br />
<P>&#8220;Não há alternativa para toda a gente. Os jovens têm o direito de procurar uma vida melhor e, não encontrando essas possibilidades internamente, acabam por sair&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>O sociólogo também alerta para o fenómeno menos debatido das redes familiares, que acolhem as crianças quando os pais emigram.</P><br />
<P>&#8220;Antes havia um cuidado mútuo e uma forma mais homogénea de educar. Mesmo sem escolaridade, as avós tinham uma forte capacidade de acompanhamento. Hoje, o contexto é diferente, há mais exigências e quem fica nem sempre tem condições para acompanhar as crianças, sobretudo na adolescência&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Segundo o especialista, esta fragilidade torna-se mais evidente num contexto social mais complexo, em que os cuidadores enfrentam maiores dificuldades para acompanhar o desenvolvimento e a educação dos mais novos.</P><br />
<P>&#8220;Essa avó não consegue controlar o seu neto principalmente quando entra na adolescência. É uma situação que nos coloca numa posição mais crítica&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>Dados recentes apontam também para um aumento da mobilidade entre Cabo Verde e a Europa.</P><br />
<P>Segundo os serviços consulares da embaixada de Portugal, o número de pedidos de vistos (Schengen e nacionais) cresceu 62% em 2025 face a 2023, enquanto os vistos com fins laborais atingiram 6.894 no último ano.</P><br />
<P>O fenómeno tem sido acompanhado por alertas do setor empresarial, que já aponta para falta de mão-de-obra em algumas áreas, num contexto em que a saída de trabalhadores continua a pressionar o mercado interno.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757235]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Japão adquire pela primeira vez petróleo russo desde encerramento de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 05:25:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A petrolífera japonesa Taiyo Oil adquiriu um carregamento de petróleo bruto russo, informaram hoje 'media' dos dois países, na primeira compra de crude de Tóquio a Moscovo desde o encerramento do estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A petrolífera japonesa Taiyo Oil adquiriu um carregamento de petróleo bruto russo, informaram hoje &#8216;media&#8217; dos dois países, na primeira compra de crude de Tóquio a Moscovo desde o encerramento do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Um petroleiro proveniente da exploração russa Sakhalin-2 vai chegar em breve ao arquipélago, afirmou um responsável do Ministério da Economia, Comércio e Indústria japonês à agência de notícias local Kyodo.</P><br />
<P>A mesma fonte assegurou que a compra, parte da vontade de Tóquio de diversificar o abastecimento energético, ocorre no âmbito do levantamento temporário das sanções por parte dos EUA ao crude de Moscovo.</P><br />
<P>O jornal japonês Nikkei precisou que a aquisição pela Taiyo Oil, a quarta maior refinaria do arquipélago, é, por enquanto, um caso pontual a pedido da Agência de Recursos Naturais e Energia do Japão.</P><br />
<P>De acordo com um comunicado da refinaria japonesa citado pela agência de notícias russa Tass, &#8220;não foi tomada qualquer decisão relativamente a futuras compras de petróleo bruto&#8221; proveniente de Sakhalin-2.</P><br />
<P>O início da guerra desencadeada por Israel e pelos Estados Unidos contra o Irão, no dia 28 de fevereiro, e o encerramento praticamente total do estreito de Ormuz pelo Irão, somados ao bloqueio naval norte-americano contra navios e portos iranianos, provocaram uma perturbação mundial no abastecimento de petróleo bruto que afeta especialmente a Ásia.</P><br />
<P>O Japão, que importa cerca de 90% do petróleo da região afetada pela guerra, tem procurado nas últimas semanas diversificar as fontes energéticas, tendo também disponibilizado milhões de barris das reservas estratégicas e subsidiado as petrolíferas para reduzir os preços dos combustíveis.</P><br />
<P>O Governo japonês começou a colocar no mercado o equivalente a 20 dias de abastecimento das reservas estatais de petróleo na sexta-feira, apesar de ter informado sobre um atraso devido ao mau tempo, na segunda libertação de reservas estatais de petróleo japonês desde o início da guerra. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757234]]></sapo:autor>
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		<title>Flotilha diz que ativistas Ávila e Abukeshek estão a ser transferidos para Israel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 04:05:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Flotilha Global Sumud assegurou hoje que o ativista brasileiro Thiago Ávila e o espanhol de origem palestiniana Saif Abukeshek estão já a ser transportados da Grécia para Israel, onde se prevê que cheguem hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Flotilha Global Sumud assegurou hoje que o ativista brasileiro Thiago Ávila e o espanhol de origem palestiniana Saif Abukeshek estão já a ser transportados da Grécia para Israel, onde se prevê que cheguem hoje.</P><br />
<P>De acordo com um comunicado publicado esta madrugada, Ávila e Abukeshek foram transferidos para o navio israelita Nahshon, tal como os 174 ativistas que navegavam nas 22 embarcações da flotilha intercetadas na noite de quinta-feira, mas, ao contrário dos companheiros, foram retidos nesse local. </P><br />
<P>Agora, a Flotilha afirma que o Nahshon, com Ávila e Abukeshek a bordo, &#8220;deixou as águas territoriais da Grécia e está a caminho da Palestina ocupada&#8221;, como designam Israel. </P><br />
<P>O comunicado reafirma também as denúncias de tortura, especialmente contra o espanhol-palestiniano, que, segundo dizem, foi agredido pelo Exército israelita naquela embarcação. </P><br />
<P>&#8220;Testemunhas oculares prestaram depoimentos arrepiantes sobre os gritos de Abukeshek a ressoar pelo navio enquanto era torturado de forma sistemática, depois de ter sido separado do resto&#8221;, afirma-se na mensagem. </P><br />
<P>A Flotilha sustenta que este facto constitui uma &#8220;grave escalada&#8221; e um &#8220;crime de guerra adicional&#8221;. </P><br />
<P>Após a detenção dos ativistas da Flotilha pelas forças armadas israelitas em águas internacionais, estes desembarcaram na sexta-feira na ilha grega de Creta, com exceção de Ávila e Abukeshek.</P><br />
<P>De Creta, alguns foram transferidos para um centro médico e os restantes para o aeroporto de Heraklion, de onde começaram a ser repatriados para os respetivos países.</P><br />
<P>Os organizadores da Flotilha elevaram para 35 o número de ativistas que tiveram de receber cuidados médicos na sequência da violência física infligida pelos militares israelitas. </P><br />
<P>Os governos de Espanha e do Brasil exigiram, numa nota conjunta, o regresso imediato dos cidadãos e qualificaram de &#8220;violação do direito internacional&#8221; o sequestro dos ativistas em águas internacionais.</P><br />
<P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel acusa o espanhol de facilitar transferências financeiras ao grupo islamista Hamas e o brasileiro de manifestar apoio a este movimento palestiniano.</P><br />
<P>Cerca de 28 embarcações que não foram abordadas pelas forças israelitas encontram-se ancoradas na baía da localidade costeira de Ierapetra, no leste de Creta, onde se refugiaram do mau tempo na região. </P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757233]]></sapo:autor>
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		<title>China emite alerta para chuvas torrenciais no sul feriados de maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 03:29:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China emitiu hoje um alerta azul devido a chuvas torrenciais em várias zonas do sul do país, onde se prevê precipitação intensa nas próximas 24 horas, que coincide com o fim de semana prolongado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China emitiu hoje um alerta azul devido a chuvas torrenciais em várias zonas do sul do país, onde se prevê precipitação intensa nas próximas 24 horas, que coincide com o fim de semana prolongado.</P><br />
<P>O aviso, divulgado pelo Observatório Meteorológico Central, indica que, desde a manhã de hoje até à de domingo, vão registar-se chuvas fortes a intensas nas províncias de Guizhou, Guangxi, Hunan e Jiangxi, com acumulações que poderão atingir entre 100 e 120 milímetros em algumas áreas do nordeste de Guangxi.</P><br />
<P>As autoridades meteorológicas alertaram ainda para episódios de precipitação de curta duração, mas de elevada intensidade, com registos de até 50 milímetros por hora em alguns pontos, acompanhados de tempestades, ventos fortes e possíveis tempestades de granizo.</P><br />
<P>O organismo indicou que este episódio marca a fase mais intensa de um novo processo de chuvas no sul do país, que tenderá a diminuir a partir de domingo, enquanto a precipitação no norte irá reduzir progressivamente.</P><br />
<P>As autoridades locais foram instadas a reforçar as medidas de prevenção contra possíveis inundações e a rever os sistemas de drenagem em zonas urbanas e rurais, ao mesmo tempo que se recomendou aos viajantes que evitem áreas de risco, como montanhas ou vales fluviais, durante os períodos de maior intensidade.</P><br />
<P>A China dispõe de um sistema de alertas meteorológicos de quatro níveis &#8212; azul, amarelo, laranja e vermelho &#8212;, em que o azul é o de menor gravidade, embora implique risco de chuvas significativas e ative protocolos de vigilância e resposta preventiva.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757232]]></sapo:autor>
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		<title>Trump diz que EUA poderão &#8220;assumir o controlo&#8221; de Cuba &#8220;quase de imediato&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 03:13:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, referiu a possibilidade de o país "assumir o controlo" de Cuba num futuro próximo, sugerindo uma hipotética intervenção militar após "terminar o trabalho" no Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, referiu a possibilidade de o país &#8220;assumir o controlo&#8221; de Cuba num futuro próximo, sugerindo uma hipotética intervenção militar após &#8220;terminar o trabalho&#8221; no Irão.</P><br />
<P>Durante um jantar privado do Forum Club, na Florida, Trump mencionou um membro da plateia, originário da ilha caribenha e afirmou: &#8220;E ele é originário de um lugar chamado Cuba, que vamos tomar quase de imediato&#8221;, num comentário que provocou risos entre os presentes.</P><br />
<P>O dirigente prosseguiu a intervenção associando essa suposta ação à política externa norte-americana para o Médio Oriente. &#8220;Vamos acabar com uma primeiro, gosto de terminar o trabalho&#8221;, acrescentou, referindo-se ao conflito com o Irão.</P><br />
<P>&#8220;Ao regressar do Irão, faremos com que um dos nossos grandes navios, talvez o porta-aviões USS Abraham Lincoln, o maior do mundo, se aproxime, pare a cerca de 100 metros da costa [de Cuba] e nos digam: &#8216;muito obrigado, rendemo-nos'&#8221;, acrescentou Trump, referindo-se à suposta resposta das autoridades cubanas.</P><br />
<P>O magnata nova-iorquino proferiu estas palavras com uma atitude aparentemente jocosa, enquanto parte do público reagia com risos.</P><br />
<P>Os comentários foram feitos no mesmo dia em que Donald Trump reforçou as sanções contra Cuba, alegando que o país representa &#8220;uma ameaça extraordinária&#8221; para a segurança nacional dos Estados Unidos.</P><br />
<P>As novas sanções, decididas através de um decreto presidencial, visam bancos estrangeiros que colaboram com o Governo cubano e impõem restrições em matéria de imigração, aumentando a pressão sobre Havana em plena crise económica.</P><br />
<P>Neste decreto, Donald Trump impõe sanções contra pessoas e entidades envolvidas nos setores da energia, das minas e noutros setores da ilha, bem como contra qualquer pessoa considerada culpada de &#8220;graves violações dos direitos humanos&#8221;.</P><br />
<P>Washington acusa o Governo cubano de conduzir &#8220;políticas e práticas destinadas a prejudicar os Estados Unidos&#8221;, contrárias &#8220;aos valores morais e políticos das sociedades livres e democráticas&#8221;.</P><br />
<P>O Governo cubano qualificou como &#8220;ilegais e abusivas&#8221; as novas sanções. &#8220;Reprovável, mas curioso e ridículo. O Governo dos EUA está alarmado e responde com novas medidas coercivas unilaterais ilegais e abusivas contra Cuba&#8221;, escreveu o ministro dos Negócios Estrangeiros cubano, Bruno Rodríguez, nas redes sociais. </P><br />
<P>Bruno Rodríguez considerou as novas medidas de Washington uma resposta &#8220;ao desfile do Dia do Trabalhador com mais de meio milhão de cubanos em Havana, encabeçado pelo general do Exército Raúl Castro e pelo Presidente, Miguel Díaz-Canel, e às assinaturas de seis milhões de cubanas e cubanos (81% da população com mais de 16 anos) em defesa da pátria sob ameaça militar, denunciando o bloqueio intensificado e o embargo energético&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A Pátria, a Revolução e o Socialismo defendem-se com ideias e com armas. Não nos intimidarão&#8221;, enfatizou o ministro dos Negócios Estrangeiros de Cuba. </P><br />
<P>Desde janeiro último que os EUA têm vindo a pressionar o Governo cubano para implementar reformas económicas e políticas. </P><br />
<P>No âmbito desta escalada, Washington impôs um bloqueio petrolífero que agravou significativamente a crise estrutural que já assola a nação caribenha. </P><br />
<P></P><br />
<P>CAD (PCT/FP) // CAD</P></p>
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		<title>Trump imita voz de Sheinbaum e reafirma posição sobre Golfo do México</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 02:34:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano imitou esta sexta-feira a voz da homóloga mexicana, ao reafirmar a posição sobre o uso do nome "Golfo do México", um tema que tem suscitado debate político e diplomático entre os dois países.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano imitou esta sexta-feira a voz da homóloga mexicana, ao reafirmar a posição sobre o uso do nome &#8220;Golfo do México&#8221;, um tema que tem suscitado debate político e diplomático entre os dois países.</P><br />
<P>&#8220;Com a sua linda voz, ela disse-me: &#8216;Presidento, presidento, diga-me que não vai mudar o nome do Golfo do México'&#8221;, disse Trump ao imitar Claudia Sheinbaum, durante um jantar privado do Forum Club of the Palm Beaches, na Florida.</P><br />
<P> O dirigente dos Estados Unidos terá respondido: &#8220;Sim, vou fazê-lo&#8221;, contou ainda durante o jantar.</P><br />
<P>Donald Trump disse &#8220;presidento, presidento&#8221;, numa tradução errada que tentou fazer do espanhol.</P><br />
<P>Os participantes no jantar, entre os quais empresários, funcionários e convidados selecionados, riram-se com o comentário do republicano. </P><br />
<P>Trump decidiu voltar a abordar a polémica sobre o nome do Golfo do México, que ele reativou em janeiro de 2025, quando levantou publicamente a possibilidade de se referir à zona como &#8220;Golfo da América&#8221; em documentos e comunicações oficiais nos Estados Unidos.</P><br />
<P>A proposta gerou rejeição imediata por parte do Governo do México, liderado por Sheinbaum, que defendeu a denominação histórica do golfo e advertiu que não aceitará alterações unilaterais ao nome em fóruns internacionais nem em mapas oficiais.</P><br />
<P></P></p>
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		<title>Bermudas são &#8220;membro muito querido e importante&#8221; da família britânica &#8211; Carlos III</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 01:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Rei Carlos III do Reino Unido afirmou que as Bermudas são "um membro muito querido e importante da família" britânica, na primeira visita oficial ao território ultramarino desde que subiu ao trono.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Rei Carlos III do Reino Unido afirmou que as Bermudas são &#8220;um membro muito querido e importante da família&#8221; britânica, na primeira visita oficial ao território ultramarino desde que subiu ao trono.</P><br />
<P>&#8220;Para a minha família, em particular, as Bermudas têm um significado especial&#8221;, disse na sexta-feira o monarca, num discurso na Casa do Governo, publicado pelo jornal local Royal Gazette.</P><br />
<P>Carlos III recordou que os pais, Isabel II e Filipe, duque de Edimburgo, fizeram das Bermudas a primeira paragem da digressão de coroação em 1953.</P><br />
<P>O monarca referiu-se também à primeira visita ao arquipélago em 1970, enquanto príncipe de Gales, quando tinha 21 anos e era capaz de &#8220;subir aos saltos os 185 degraus do farol de Gibbs Hill&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Apesar dos anos que passaram, a impressão que este extraordinário arquipélago me deixou não se desvaneceu, e foi um imenso prazer conhecer tantas pessoas especiais das ilhas&#8221;, sublinhou. </P><br />
<P>Pelo que se sabe, não houve qualquer referência ao tráfico transatlântico de escravos no discurso nem durante a visita ao Museu Nacional das Bermudas, escreveu a agência de notícias espanhola Efe.</P><br />
<P>O monarca percorreu uma exposição de artefactos de naufrágios históricos e ficou a saber mais sobre o papel das Bermudas no Atlântico através da diretora executiva do Museu Nacional, Elena Strong, de acordo com a Casa Real em comunicado.</P><br />
<P>Strong, citada pelo Royal Gazette, afirmou que a visita foi breve, mas significativa, e que o rei estava &#8220;muito interessado no papel das Bermudas no Atlântico e no património dos naufrágios&#8221;. </P><br />
<P>No Museu Nacional, há uma exposição que inclui narrativas na primeira pessoa, imagens, objetos e artefactos de naufrágios que detalham a evolução da escravatura transatlântica e as ligações com as Bermudas, que sofreram com este flagelo desde os primeiros anos da colonização, após 1612, até à abolição em 1834.</P><br />
<P>&#8220;Aprenda sobre o tráfico de escravos no Novo Mundo: de África à América passando pela infame &#8216;Pasagem do Meio&#8217;, as privações dos cativos na América e a luta pela abolição&#8221;, escreve o Museu no site sobre a exposição.</P><br />
<P>Antes da visita do monarca, o próprio governador das Bermudas, Andrew Murdoch, explicou que a visita a esta exposição permitirá a Carlos III &#8220;aprofundar a compreensão sobre o tráfico transatlântico de escravos&#8221;.</P><br />
<P>Muitas antigas colónias e territórios britânicos ultramarinos exigem ao Reino Unido reparações pelo tráfico transatlântico de escravos, mas Londres evita, por enquanto, apresentar desculpas formais e assumir compromissos. </P><br />
<P>Na sexta-feira, o governador limitou-se a expressar esperança de que a visita do rei tivesse realçado o melhor das Bermudas e declarou que o arquipélago é &#8220;uma joia no Atlântico, um membro valioso da família britânica&#8221;.</P><br />
<P>Durante o primeiro dia nas Bermudas, Carlos III reuniu-se também com os bailarinos do Grupo Nacional de Gombey, com jovens atletas e membros de organizações juvenis, representantes do Prémio Internacional Duque de Edimburgo e dos Cadetes Navais das Bermudas, entre outros.</P><br />
<P>Anteriormente, visitou a reserva natural em Harrington Sound para ficar a conhecer os trabalhos de conservação ambiental e a biodiversidade das Bermudas, e comemorou o centenário do Aquário, Museu e Jardim Zoológico. </P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Tribunal dos EUA restringe acesso a pílulas abortivas por correio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 23:09:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um tribunal federal de recurso dos Estados Unidos (EUA) restabeleceu temporariamente, na sexta-feira, a exigência de que os comprimidos para o aborto mifepristona sejam dispensados presencialmente e deixem de ser disponibilizados por correio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um tribunal federal de recurso dos Estados Unidos (EUA) restabeleceu temporariamente, na sexta-feira, a exigência de que os comprimidos para o aborto mifepristona sejam dispensados presencialmente e deixem de ser disponibilizados por correio. </P><br />
<P>A decisão responde a uma ação judicial interposta pelo estado do Luisiana contra a Food and Drug Administration (FDA, Administração de Alimentos e Medicamentos), contestando as regulamentações que permitem prescrições por telemedicina e a dispensa sem uma consulta médica presencial. </P><br />
<P>A decisão, proferida por uma maioria de juízes nomeados durante diferentes administrações republicanas, sustenta que as atuais regulamentações federais permitem aos estados contornar as restrições ao aborto, facilitando o acesso a medicamentos como a mifepristona através de consultas remotas. </P><br />
<P>O caso faz parte da crescente batalha legal em torno do aborto farmacológico nos Estados Unidos, que representa atualmente cerca de dois terços de todos os procedimentos de aborto, no meio de uma profunda divisão política após a decisão do Supremo Tribunal de 2022 que eliminou as proteções federais ao aborto. </P><br />
<P>Após a decisão, a União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU) classificou a medida como um &#8220;acontecimento grave&#8221;, uma vez que coloca em risco as mulheres que &#8220;vivem em zonas rurais, sofrem de violência doméstica ou têm alguma deficiência&#8221;, perdendo &#8220;a opção de telemedicina&#8221;, o que equivale a perder o acesso à medicação.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757222]]></sapo:autor>
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		<title>EUA vão retirar 5 mil soldados da Alemanha em contexto de tensão com a Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 22:53:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A informação foi confirmada pelo Pentágono.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto R6Vx5W_threadScrollVars scroll-mb-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom,0px)+var(--thread-response-height))] scroll-mt-(--header-height)" dir="auto" data-turn-id="71097975-13c9-48a6-9d62-2beb35d6807a" data-testid="conversation-turn-1" data-scroll-anchor="false" data-turn="user">
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<div class="[overflow-wrap:anywhere] whitespace-pre-wrap">Os Estados Unidos vão avançar com a retirada de cerca de 5 mil militares destacados na Alemanha, numa decisão ordenada esta sexta-feira pelo secretário da Defesa norte-americano, Pete Hegseth.</div>
<div></div>
<div class="[overflow-wrap:anywhere] whitespace-pre-wrap">A informação foi confirmada pelo Pentágono à agência Reuters e surge num momento de crescente tensão entre Washington e aliados europeus.</div>
</div>
</div>
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<section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto [content-visibility:auto] supports-[content-visibility:auto]:[contain-intrinsic-size:auto_100lvh] R6Vx5W_threadScrollVars scroll-mb-[calc(var(--scroll-root-safe-area-inset-bottom,0px)+var(--thread-response-height))] scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" data-turn-id="request-69f09a98-bd90-83eb-ba01-c55bc0eebef5-0" data-testid="conversation-turn-36" data-scroll-anchor="false" data-turn="assistant">
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<p data-start="452" data-end="745">A retirada de tropas é vista como um sinal de descontentamento por parte dos Estados Unidos em relação à Alemanha, um dos seus principais aliados na NATO. A decisão surge num contexto de desacordo entre o presidente Donald Trump e vários países europeus, sobretudo em relação à guerra no Irão.</p>
<p data-start="747" data-end="1086">Trump já tinha anteriormente ameaçado reduzir a presença militar norte-americana na Alemanha. A posição endureceu após uma troca de palavras com o chanceler alemão, Friedrich Merz, que acusou o governo iraniano de “humilhar” os Estados Unidos nas negociações de paz, atualmente paralisadas, para pôr fim ao conflito que dura há dois meses.</p>
<p data-start="1135" data-end="1428">De acordo com o porta-voz principal do Pentágono, Sean Parnell, o processo de retirada deverá decorrer ao longo dos próximos seis a doze meses. A medida marca uma mudança relevante na presença militar dos Estados Unidos na Europa e poderá ter impacto no equilíbrio estratégico no seio da NATO.</p>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757218]]></sapo:autor>
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		<title>Apple e queda do preço do petróleo levam Wall Street a novos máximos históricos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 22:42:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa norte-americana encerrou hoje em máximos históricos, impulsionada pelos resultados acima do esperado de empresas como a Apple e a Estée Lauder, enquanto a descida do preço do petróleo aliviou receios sobre a guerra com o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa norte-americana encerrou hoje em máximos históricos, impulsionada pelos resultados acima do esperado de empresas como a Apple e a Estée Lauder, enquanto a descida do preço do petróleo aliviou receios sobre a guerra com o Irão.</P><br />
<P>O índice alargado S&amp;P 500 avançou 0,3%, para um novo recorde de 7.230,12 pontos, somando a quinta semana consecutiva de ganhos, a mais longa sequência positiva desde 2024. </P><br />
<P>Já o tecnológico Nasdaq Composite valorizou 0,9%, encerrando também num máximo histórico, nos 25.114,44 pontos, enquanto o Dow Jones Industrial Average contrariou a tendência e recuou 0,3%, ou 152,87 pontos, para 49.499,27.</P><br />
<P>A principal força motriz do mercado foi a Apple, cujas ações subiram 3,3% após a fabricante do iPhone divulgar receitas e lucros trimestrais superiores às previsões dos analistas. Dada a dimensão da empresa em Wall Street, o desempenho da tecnológica teve um impacto significativo no avanço do S&amp;P 500.</P><br />
<P>Também a Estée Lauder valorizou 3,4%, beneficiando de resultados acima do esperado e da revisão em alta de algumas previsões financeiras, apoiadas sobretudo pela recuperação do mercado chinês. A SanDisk ganhou 8,3%, depois de superar as estimativas de lucro graças ao aumento da procura de soluções de armazenamento por parte de centros de dados.</P><br />
<P>A Colgate-Palmolive avançou 2,2%, após apresentar resultados melhores do que o previsto, embora o presidente executivo, Noel Wallace, tenha alertado para &#8220;condições macroeconómicas voláteis&#8221; e para um crescimento mais lento do setor ao longo de 2026.</P><br />
<P>Segundo dados da FactSet, mais de um quarto das empresas cotadas no S&amp;P 500 já apresentaram resultados relativos ao primeiro trimestre do ano e cerca de 84% superaram as expectativas dos analistas. O índice caminha para um crescimento homólogo dos lucros próximo de 15%.</P><br />
<P>Os mercados continuaram, contudo, atentos à evolução do conflito entre Israel e o Irão, sobretudo pelo impacto nos preços do petróleo e na economia mundial. O receio de um bloqueio prolongado do Estreito de Ormuz tinha provocado fortes subidas do crude no início da semana, mas os preços inverteram parcialmente essa tendência perante expectativas de reabertura da rota marítima.</P><br />
<P>O barril de Brent, referência internacional, caiu hoje 2%, para 108,17 dólares, embora continue bastante acima dos cerca de 70 dólares registados antes do início do conflito.</P><br />
<P>A descida do petróleo penalizou as grandes petrolíferas norte-americanas, apesar de ambas terem apresentado resultados trimestrais acima do esperado. A Exxon Mobil perdeu 1% e a Chevron recuou 1,4%, refletindo também uma quebra dos lucros líquidos face ao ano anterior.</P><br />
<P>No mercado obrigacionista, a redução dos preços do crude e dados económicos abaixo das expectativas ajudaram a aliviar os juros da dívida pública norte-americana. A taxa das obrigações do Tesouro dos Estados Unidos a 10 anos desceu de 4,40% para 4,38%, movimento que tende a favorecer o crédito e os mercados acionistas.</P><br />
<P>Grande parte das bolsas internacionais esteve encerrada devido ao feriado do Dia do Trabalhador. Entre os mercados que permaneceram abertos, o índice Nikkei 225, de Tóquio, subiu 0,4%, enquanto o FTSE 100, de Londres, recuou 0,1%.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_757217]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de 2.200 contratos suspensos devido às cheias na província moçambicana de Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 20:30:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de 2.200 contratos foram suspensos em 67 empresas encerradas só na província de Gaza, região sul, devido às cheias que afetaram mais de um milhão de pessoas, com 311 óbitos em todo o país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 2.200 contratos foram suspensos em 67 empresas encerradas só na província de Gaza, região sul, devido às cheias que afetaram mais de um milhão de pessoas, com 311 óbitos em todo o país.</P><br />
<P>Segundo a secretária executiva da Organização dos Trabalhadores de Moçambique &#8212; Central Sindical (OTM-CS) em Gaza, Ana Tombana, a época chuvosa 2025-2026 causou um impacto negativo na vida socioeconómica naquela província, uma das mais afetadas pelas inundações, tendo forçado à suspensão temporária da atividade de 67 empresas e de um total de 2.235 contratos de trabalho.</P><br />
<P>O impacto das chuvas deixou os trabalhadores em situação de &#8220;extrema carência e desespero&#8221;, referiu Ana Tombana durante as celebrações do Dia Internacional do Trabalhador em Gaza, apontando, &#8220;neste trágico impacto&#8221;, o setor da agricultura como o que registou grandes prejuízos.</P><br />
<P>A secretária executiva da OTM-CS lamentou ainda a &#8220;persistente violação sistemática&#8221; da legislação laboral no setor privado, apontando, entre os demais direitos violados, a falta de assistência médica periódica e a falta de inspeção periódica das doenças profissionais para os trabalhadores que exercem trabalhos de alto risco.</P><br />
<P>&#8220;Neste âmbito a falta de assistência médica pode minar a saúde do trabalhador causando de certo modo o recrudescimento de doenças profissionais&#8221;, acrescentou Ana Tombana.</P><br />
<P>Moçambique é considerado um dos países mais severamente afetados pelas alterações climáticas no mundo, enfrentando ciclicamente cheias e ciclones tropicais durante a época chuvosa, que decorre entre outubro e abril.</P><br />
<P>O número de mortos na atual época das chuvas em Moçambique ascende a 311, com 1,07 milhões de pessoas afetadas, desde outubro, 24.229 casas parcialmente destruídas, 11.996 totalmente destruídas e 209.219 inundadas, com um total de 304 unidades de saúde afetadas em menos de seis meses, segundo a última atualização do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD).</P><br />
<P>Só as cheias de janeiro provocaram, pelo menos, 43 mortos, 147 feridos e nove desaparecidos, afetando globalmente 715.803 pessoas, com algumas zonas do sul a registarem nos últimos dias uma nova vaga de inundações.</P><br />
<P>Os dados do INGD indicam ainda que 320.426 hectares de áreas agrícolas foram perdidos, afetando 373.241 agricultores, e 531.657 animais morreram, entre bovinos, caprinos e aves.</P><br />
<P></P></p>
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