Quando, em fevereiro, Glauber Contessoto decidiu investir todas as economias que tinha em Dogecoin, os amigos e a família questionaram-se se o empresário estaria louco, mas enganaram-se.
Agora Contessoto tem quase 2 milhões de euros, tornando-o um exemplo perfeito do que a Bloomberg Business descreve como “um novo tipo de investidor online que procura aumentar o seu capital financeiro e a atenção digital”, depois de ter afirmado ao ‘New York Times’ que não vai arrancar do papel “nada do que ganhou”.
Isto porque o investidor acredita que o preço da moeda vai continuar a subir e não quer perder lucros futuros, para além de que, devido aos impostos, mesmo que gaste algo no próximo ano, não levantará mais de 10% do que ganhou, para não ser golpeado com uma carga fiscal demasiado elevada sobre estas mais valias.
“Os memes são a língua dos millennials”, afirmou Contessoto. “Agora vamos ter um meme combinado com uma moeda”, acrescentou.
Contessoto explicou que, na sua opinião, a “Dogecoin tem a melhor marca de todas as criptomoedas”, porque enquanto todas as outras moedas parecem “altamente sofisticas tecnologicamente”, a Dogecoin “é mais simples e mais próxima das pessoas, sobretudo as mais novas”.













