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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Jul 2026 08:28:55 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Ouro dispara, petróleo oscila: O que está a acontecer nos mercados?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 08:28:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A evolução recente dos mercados das matérias-primas mostra que os investidores devem evitar olhar para as commodities como uma única classe de ativos. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A evolução recente dos mercados das matérias-primas mostra que os investidores devem evitar olhar para as commodities como uma única classe de ativos. Esta é a principal conclusão de uma análise da Wellington Management, que destaca que ouro e petróleo estão a responder a fatores distintos e podem desempenhar papéis diferentes na construção de um portefólio.</p>
<p>Segundo Alex King, Investment Strategy Analyst, e Joshua Riefler, Product Reporting Lead da gestora, o petróleo continua fortemente condicionado pelos desenvolvimentos geopolíticos, em particular pelo conflito no Irão, enquanto o ouro mantém uma tendência estruturalmente positiva iniciada no final de 2022.</p>
<p>No caso do petróleo, a Wellington Management sublinha que os movimentos de preços têm sido historicamente marcados por episódios de forte volatilidade associados a receios sobre a oferta. Antes da escalada do conflito, o mercado antecipava uma continuação da tendência de descida dos preços até 2026. No entanto, a incerteza em torno da duração da guerra voltou a colocar pressão sobre as cotações.</p>
<p>Ainda assim, a gestora considera que o petróleo deve ser encarado sobretudo como uma oportunidade tática e não como uma aposta estratégica de longo prazo. Caso o conflito diminua de intensidade, os preços poderão regressar rapidamente aos níveis suportados pelos fundamentos do mercado antes da guerra.</p>
<p>Já o ouro apresenta uma dinâmica diferente. Depois de iniciar um mercado &#8220;bull&#8221; no final de 2022, impulsionado inicialmente pelas compras dos bancos centrais e, mais tarde, pelos fluxos para ETFs, o metal precioso registou recentemente uma correção. Para a Wellington Management, este recuo poderá refletir apenas um ajustamento temporário, sem comprometer a tendência de longo prazo.</p>
<p>Os analistas defendem que continuam a existir fatores estruturais favoráveis ao ouro, como a diversificação das reservas por parte dos bancos centrais, a procura institucional, a entrada de capital em fundos cotados e uma eventual perda de força do dólar norte-americano.</p>
<p>Neste contexto, a gestora recomenda que os investidores avaliem o contributo específico de cada matéria-prima para a diversificação das carteiras, em vez de tratarem o conjunto das commodities como uma única exposição. Enquanto o petróleo poderá funcionar como proteção contra uma aceleração da inflação, o ouro poderá oferecer maior capacidade de proteção em períodos de maior aversão ao risco.</p>
<p>Entre os principais fatores que a Wellington Management continuará a acompanhar destacam-se a evolução do conflito no Irão e o respetivo impacto na oferta global de energia, as decisões dos principais bancos centrais relativamente às suas reservas de ouro e a trajetória do dólar norte-americano, cuja eventual desvalorização poderá reforçar a atratividade do metal precioso como reserva de valor.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786151]]></sapo:autor>
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		<title>Duas bombas explodiram em Damasco perto do hotel onde estava Emmanuel Macron</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 08:15:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois engenhos explosivos deflagraram hoje em Damasco, numa zona próxima do hotel situado no centro da capital Síria onde o Presidente francês, Emmanuel Macron, tinha passado a noite, reportou a Agência France Presse (AFP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois engenhos explosivos deflagraram hoje em Damasco, numa zona próxima do hotel situado no centro da capital Síria onde o Presidente francês, Emmanuel Macron, tinha passado a noite, reportou a Agência France Presse (AFP).</p>
<p>Fontes policiais disseram à AFP, que um dos engenhos explosivos foi colocado num caixote de lixo perto do hotel onde se encontrava o Presidente francês.</p>
<p>Testemunhas contactadas pela AFP viram fumo na zona da cidade onde se sentiram as explosões no momento em que o chefe de Estado francês abandonava o Hotel Four Seasons e se dirigia ao Palácio Presidencial para uma reunião com o homólogo em funções, Ahmad al-Chareh.</p>
<p>Várias ambulâncias foram enviadas para o local das explosões, enquanto as forças de segurança bloqueavam os acessos à zona central da capital da Síria.</p>
<p>Emmanuel Macron chegou à Síria na segunda-feira, naquela que é a primeira visita de um líder europeu ao país desde que a coligação islamita tomou o poder.</p>
<p>Na noite de segunda-feira, Emmanuel Macron jantou com o Presidente sírio num restaurante do centro de Damasco antes de o acompanhar a uma mesquita no centro da cidade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786145]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tekever compra Cloudsweep e reforça aposta em inteligência artificial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 08:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Tekever, tecnológica de origem portuguesa de sistemas autónomos baseados em inteligência artificial (IA), comprou a startup nacional Cloudsweep, reforçando a aposta em IA, adiantou, em comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Tekever, tecnológica de origem portuguesa de sistemas autónomos baseados em inteligência artificial (IA), comprou a startup nacional Cloudsweep, reforçando a aposta em IA, adiantou, em comunicado.</p>
<p>A Tekever, que não divulgou o investimento na aquisição, indicou que a Cloudsweep é &#8220;uma startup portuguesa especializada na aplicação de inteligência artificial ao desenvolvimento de &#8216;software'&#8221;.</p>
<p>De acordo com a empresa, esta operação enquadra-se na sua estratégia &#8220;de reforçar o ecossistema nacional de inovação, investindo em empresas tecnológicas emergentes, atraindo e retendo talento altamente qualificado e acelerando o desenvolvimento de capacidades críticas para a Europa nas áreas da inteligência artificial, engenharia de &#8216;software&#8217; e sistemas autónomos&#8221;.</p>
<p>Paralelamente, destacou, &#8220;reforça uma transformação tecnológica que já vinha desenvolvendo internamente&#8221;, através da utilização da inteligência artificial como &#8220;elemento nativo dos seus processos de engenharia, permitindo acelerar o desenvolvimento de soluções cada vez mais sofisticadas para defesa, segurança e monitorização&#8221;.</p>
<p>&#8220;A Cloudsweep destacou-se desde a sua criação pela qualidade da sua equipa e pela inovação na aplicação da IA ao desenvolvimento de &#8216;software'&#8221;, indicou, apontando que a integração na Tekever permitirá &#8220;potenciar esse conhecimento num contexto de escala internacional&#8221;, com o &#8220;desenvolvimento de tecnologias críticas produzidas em Portugal&#8221; e usadas por governos e organizações em toda a Europa.</p>
<p>Com esta aquisição, a Tekever reforça ainda &#8220;o seu compromisso com o crescimento do ecossistema tecnológico português&#8221;, apontando que a inovação passa também &#8220;por apoiar empresas emergentes, integrar equipas altamente especializadas e criar condições para que o talento nacional participe no desenvolvimento das tecnologias estratégicas que irão moldar o futuro da Europa&#8221;.</p>
<p>A Tekever conta com mais de 1.300 colaboradores, e instalações em Portugal, Reino Unido, França, Estónia, Ucrânia e EUA.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786140]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Rui Tavares acusa Montenegro de ter relação “abusiva e doentia” com a oposição</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/rui-tavares-acusa-montenegro-de-ter-relacao-abusiva-e-doentia-com-a-oposicao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:57:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O dirigente do Livre acusa Montenegro de negociar matérias com o Chega, ao mesmo tempo que caricatura e humilha a esquerda, em particular o PS, para depois pedir a viabilização do Orçamento do Estado no fim do ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Rui Tavares acusa Luís Montenegro de estar a criar uma relação política “abusiva” com a oposição, sobretudo à esquerda, e deixa um aviso ao primeiro-ministro sobre o Orçamento do Estado para 2027. Em entrevista ao podcast “Política com Assinatura”, da Antena 1, o ainda porta-voz do Livre criticou a estratégia do Governo e defendeu que Montenegro deve negociar com todos os partidos com assento parlamentar se quiser garantir a aprovação do próximo Orçamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a Antena 1, Rui Tavares considera “quase doentia e abusiva” a forma como o primeiro-ministro quer conduzir a política nacional. O dirigente do Livre acusa Montenegro de negociar matérias com o Chega, ao mesmo tempo que caricatura e humilha a esquerda, em particular o PS, para depois pedir a viabilização do Orçamento do Estado no fim do ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Rui Tavares, o PS não deve passar um “cheque em branco” ao Governo na discussão do OE27. O porta-voz do Livre defende que o primeiro-ministro tem de abandonar a lógica de confronto permanente e reconhecer que a estratégia seguida até agora não resultou.</p>
<p><strong>Rui Tavares questiona se Governo quer mesmo aprovar o OE27</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na mesma entrevista, Rui Tavares admitiu ter dúvidas sobre o real interesse de Luís Montenegro e de Hugo Soares em ver o Orçamento do Estado para 2027 aprovado.</p>
<p class="isSelectedEnd">O dirigente do Livre questionou se a tática do primeiro-ministro e do líder parlamentar do PSD não poderá ter como objetivo final criar condições para uma nova crise política, responsabilizar a oposição e pedir aos eleitores uma maioria absoluta. Para Rui Tavares, desde o debate sobre o pacote laboral, Montenegro já deveria ter percebido que a estratégia adotada não funcionou e devia ter tido a “humildade” de o reconhecer no Parlamento.</p>
<p><strong>Críticas de Passos Coelho ao Governo vistas como “farsa”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Rui Tavares também comentou as críticas feitas por Pedro Passos Coelho ao atual Governo, mostrando-se cético quanto à sua autenticidade. O líder do Livre afirmou que, por vezes, essas diferenças parecem apenas um “arremedo” e falou mesmo numa “farsa”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Antena 1, Rui Tavares considera que, no essencial, o atual PSD continua ligado à matriz política de Passos Coelho. O dirigente do Livre apontou como exemplo a Segurança Social, defendendo que tanto o Governo como o PSD veriam com bons olhos mecanismos alternativos que, na sua leitura, corresponderiam a uma privatização do sistema.</p>
<p class="isSelectedEnd">Rui Tavares foi mais longe e afirmou que, dentro desse espaço político, “são todos Pedro Passos Coelho”, referindo Luís Montenegro, Hugo Soares e também André Ventura, que disse ter sido apadrinhado politicamente pelo antigo primeiro-ministro.</p>
<p><strong>“É preciso tirar a política do esgoto”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O porta-voz do Livre defendeu ainda que Luís Montenegro e a política atual precisam de oposição. Para Rui Tavares, parte da vida política portuguesa entrou num registo que é necessário combater, usando a expressão de que é preciso “tirar a política do esgoto”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Rui Tavares criticou aquilo que descreve como uma política egoísta, agressiva e malcriada, marcada pelo desrespeito pelas instituições. Sem identificar partidos concretos, lamentou também que a mentira se tenha tornado uma forma habitual de atuação política.</p>
<p class="isSelectedEnd">O dirigente do Livre acrescentou que o país está a seguir uma via assente no “dinheiro fácil”, apontando como exemplos o setor imobiliário, o turismo de massas, os jogos online e os casinos.</p>
<p><strong>Subida do PS é “boa notícia”, mas não chega</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Rui Tavares vê a subida do PS nas sondagens como uma boa notícia, mas considera que essa recuperação está a acontecer ao centro e não numa centralidade à esquerda. Para o Livre, o PS deveria ter uma postura mais firme perante o Governo, sobretudo em matérias como a revisão constitucional.</p>
<p class="isSelectedEnd">A revisão da Constituição é uma das maiores preocupações do Livre. Rui Tavares defende que o PS deveria exigir a Luís Montenegro um compromisso claro: se houver revisão constitucional, esta deve limitar-se aos temas urgentes e minimalistas que já estavam em cima da mesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Questionado sobre se o PS tem capacidade para assumir esse papel, Rui Tavares respondeu que o Livre tem mais liberdade para o fazer.</p>
<p><strong>Livre quer preparar-se para governar</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar de estar de saída da liderança, Rui Tavares garante que não está de saída do Livre e deixa uma orientação clara para o futuro do partido: preparar-se para governar.</p>
<p class="isSelectedEnd">O fundador do Livre defende que o partido não é uma força de nicho, mas sim uma estrutura com “vocação maioritária”. Para Rui Tavares, a formação de uma maioria progressista passa, no atual quadro político, pelo crescimento do PS e por um Livre capaz de atingir 10% ou mais dos votos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, afastou completamente qualquer hipótese de integração no PS. Perante a possibilidade de um dia vir a estar no Partido Socialista, Rui Tavares respondeu de forma categórica: “não, nunca, não”.</p>
<p class="isSelectedEnd">O dirigente justificou a recusa com diferenças políticas entre os dois partidos e defendeu que, quando o PS governa sozinho à esquerda ou com maioria absoluta, o país avança devagar e a governação torna-se hesitante. Para Rui Tavares, seria saudável haver dois partidos à esquerda com capacidade para governar em conjunto.</p>
<p><strong>Rui Tavares sai da liderança no congresso do Livre</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Rui Tavares deixa a liderança do Livre no congresso marcado para o próximo fim de semana, entre 10 e 12 de julho. Ainda assim, defende a continuidade do modelo de liderança bicéfala no partido, rejeitando a ideia de que se trate de uma solução improvisada ou de recurso.</p>
<p>Na entrevista à Antena 1, o ainda porta-voz do Livre sustentou que essa forma de liderança não é tão singular como pode parecer e que deve ser entendida como parte da identidade organizativa do partido.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786133]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Teerão não negociará acordo final com EUA enquanto persistirem ameaças</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-teerao-nao-negociara-acordo-final-com-eua-enquanto-persistirem-ameacas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão avisou hoje que as negociações para um acordo final com os Estados Unidos não começarão enquanto o Presidente norte-americano, Donald Trump, continuar a ameaçar a República Islâmica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irão avisou hoje que as negociações para um acordo final com os Estados Unidos não começarão enquanto o Presidente norte-americano, Donald Trump, continuar a ameaçar a República Islâmica.</p>
<p>&#8220;O parágrafo 13 do Memorando de Entendimento é claro: as negociações sobre o acordo final não começarão enquanto as ameaças persistirem. Respeito pela sua assinatura&#8221;, escreveu o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araqchi, na rede social X.</p>
<p>Na mensagem, acompanhada de uma foto do cortejo fúnebre do líder supremo Ali Khamenei, assassinado em Teerão, e destacando a união de milhões de iranianos, refere que nem o povo iraniano nem as Forças Armadas do país &#8220;se deixarão intimidar por qualquer ameaça&#8221;.</p>
<p>Na segunda-feira, o Presidente dos EUA disse que, caso não se chegue a um acordo com Teerão, &#8220;terminará o serviço&#8221; com ataques às infraestruturas e às instalações energéticas iranianas.</p>
<p>A cláusula 13, mencionada por Araqchi, estipula que as partes iniciariam negociações para um acordo final após a implementação dos parágrafos 01, 04, 05, 10 e 11 deste memorando de entendimento assinado a 17 de junho, que se referem ao fim da guerra em todas as frentes, à reabertura do estreito de Ormuz por ambos os lados, à libertação dos fundos iranianos congelados e à suspensão das sanções ao petróleo.</p>
<p>O Irão e os Estados Unidos realizaram duas rondas de negociações de alto nível desde a assinatura do memorando.</p>
<p>Segundo as autoridades iranianas, estas conversações centraram-se na implementação das cinco cláusulas antes de avançar para as discussões sobre o programa nuclear da República Islâmica.</p>
<p>Apesar do memorando acordado e das negociações em curso, as tensões entre Teerão e Washington voltaram a aumentar nas últimas semanas, com ataques iranianos a vários navios e ataques aéreos dos EUA contra alvos militares na costa sul do Irão, numa disputa de poder pelo controlo do estreito de Ormuz.</p>
<p>A República Islâmica afirma que os navios que pretendam transitar pelo estreito devem fazê-lo com a sua permissão e através de rotas estabelecidas por Teerão.</p>
<p>Hoje de manhã, a UK Maritime Trade Operations (UKMTO), que monitoriza a segurança de navios e marinheiros em todo o mundo, reportou um novo ataque a um petroleiro no Golfo de Omã, perto do estreito de Ormuz.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786132]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Medina defende que quem não limpa terrenos possa perder direitos até compensar o Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:49:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O antigo ministro das Finanças Fernando Medina defende regras mais exigentes para garantir o registo e a limpeza das propriedades em Portugal, numa altura em que os incêndios rurais voltam a marcar a atualidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O antigo ministro das Finanças Fernando Medina defende regras mais exigentes para garantir o registo e a limpeza das propriedades em Portugal, numa altura em que os incêndios rurais voltam a marcar a atualidade. Para o ex-governante, quando os proprietários não cumprem as suas obrigações, o direito de propriedade pode ter de ser limitado até que o Estado seja compensado pelos custos assumidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a Renascença, Fernando Medina considera que o país precisa de mais rapidez no registo e na gestão dos terrenos, reconhecendo que houve avanços, mas defendendo uma solução mais firme para os casos de incumprimento. O antigo ministro entende que, quando as obrigações associadas à propriedade não são cumpridas, esses direitos podem ficar suspensos até existir ressarcimento público pelo investimento feito pelo Estado.</p>
<p><strong>Incêndios já consumiram mais de 14 mil hectares este ano</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A discussão surge num ano em que já arderam mais de 14 mil hectares em Portugal desde janeiro, segundo dados do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas citados no texto original. O maior incêndio do ano deflagrou em Vouzela, na semana passada.</p>
<p class="isSelectedEnd">A gestão dos fogos esteve em debate no programa “Conversa de Eleição”, da Renascença, onde Fernando Medina avaliou positivamente a resposta do ministro da Administração Interna, tanto na comunicação como na mobilização de meios. Ainda assim, o antigo governante sublinhou que a velocidade com que surgem eventos extremos obriga a uma reflexão mais profunda sobre prevenção, fiscalização e responsabilidade dos proprietários.</p>
<p class="isSelectedEnd">Miguel Poiares Maduro, antigo ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, também considerou que o Governo tem estado bem na comunicação e no apelo ao civismo das populações. O social-democrata ressalvou, porém, que ainda é cedo para avaliar a eficácia do combate aos incêndios este ano, até porque o verão ainda está pela frente e o desafio poderá ser elevado.</p>
<p><strong>Sanções para incendiários também em debate</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Renascença, Miguel Poiares Maduro admite que o agravamento das sanções para quem comete crimes de incêndio pode ter um efeito dissuasor. Ainda assim, defende que, antes de avançar com novas medidas, é preciso perceber que sanções estão atualmente a ser aplicadas e quantas pessoas acabam com penas suspensas, por exemplo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Renascença avançou que, de acordo com a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, o número de alegados incendiários em prisão preventiva duplicou. Já a GNR indicou à mesma rádio que, dos 133 detidos este ano, a maioria terá cometido o crime de incêndio por negligência, nomeadamente por mau uso do fogo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Poiares Maduro, a resposta não deve passar apenas por sanções. O antigo governante defende também o reforço da formação, começando nas escolas, como forma de prevenir comportamentos de risco.</p>
<p><strong>Medina aponta “facilitismo” nos comportamentos individuais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Fernando Medina convergiu na necessidade de maior formação cívica e alertou para aquilo que considera ser uma cultura de facilitismo em Portugal. Para o antigo ministro do PS, continuam a existir comportamentos individuais incompreensíveis perante o risco de incêndio, o que demonstra a necessidade de elevar os níveis de cultura cívica no país.</p>
<p class="isSelectedEnd">A prevenção dos incêndios rurais, a limpeza dos terrenos, o cumprimento das obrigações dos proprietários e a responsabilização por comportamentos negligentes foram, assim, os principais temas em análise no debate.</p>
<p><strong>Indemnização a José Sócrates considerada “natural”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No mesmo programa, Fernando Medina e Miguel Poiares Maduro comentaram também a decisão do Tribunal Administrativo que condenou o Estado a pagar uma indemnização de 15 mil euros a José Sócrates, por violação do segredo de justiça na Operação Marquês.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fernando Medina considerou a decisão natural e correta, separando este processo da avaliação que possa ser feita sobre o caso principal. Para o antigo ministro socialista, a violação do segredo de justiça ao longo da Operação Marquês foi evidente em vários momentos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Miguel Poiares Maduro também classificou a decisão como natural e defendeu uma alteração ao modelo português de segredo de justiça. O social-democrata apontou o exemplo de países anglo-saxónicos, onde a regra é não existir segredo de justiça, cabendo ao juiz determinar os casos em que este deve ser aplicado. Nessas situações, ninguém poderia falar sobre o processo, incluindo a comunicação social.</p>
<p>Apesar de compreender a decisão favorável a José Sócrates, Poiares Maduro sublinhou que essa matéria não deve ser confundida com a análise do processo principal. O antigo ministro deixou ainda críticas ao comportamento do ex-primeiro-ministro, considerando contraditório que alegue ter condições para nomear advogados neste processo, mas não no processo principal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786129]]></sapo:autor>
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		<title>Multas por mau estacionamento disparam no Porto para quase 300 por dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:31:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em comparação com 2024, as infrações mais do que duplicaram, num fenómeno que está a preocupar a autarquia devido ao impacto na circulação automóvel, nos transportes públicos e na segurança dos peões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O número de multas por mau estacionamento na cidade do Porto aumentou de forma acentuada este ano, atingindo uma média de 269 autuações por dia entre janeiro e abril. Em comparação com 2024, as infrações mais do que duplicaram, num fenómeno que está a preocupar a autarquia devido ao impacto na circulação automóvel, nos transportes públicos e na segurança dos peões.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.jn.pt/pais/artigo/multas-por-mau-estacionamento-disparam-no-porto-sao-mais-de-260-por-dia/18103342" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias</a>, os dados da Câmara do Porto mostram que o aumento das infrações também teve reflexo direto na receita arrecadada. Em 2024, as coimas por mau estacionamento renderam cerca de 375 mil euros. Já entre janeiro e maio de 2026, esse valor subiu para 1,3 milhões de euros.</p>
<p><strong>Passeios, segunda fila e passadeiras entre as infrações mais comuns</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as situações mais frequentes estão carros estacionados em cima dos passeios, em segunda fila, em passadeiras, em zonas de cargas e descargas, em lugares reservados a pessoas com mobilidade reduzida ou em locais com sinalização de paragem e estacionamento proibido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estas infrações não afetam apenas a organização do estacionamento. Segundo a Câmara do Porto, citada pelo Jornal de Notícias, os carros mal estacionados provocam constrangimentos significativos no trânsito e podem impedir a passagem de autocarros, veículos de emergência, equipas de limpeza urbana e outros serviços essenciais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A autarquia sublinha que há casos em que um único veículo parado em local proibido é suficiente para bloquear a circulação numa rua, prejudicando moradores, visitantes e profissionais que dependem da mobilidade na cidade.</p>
<p><strong>Infrações mais do que duplicaram em dois anos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A subida das multas por estacionamento indevido no Porto tem sido expressiva nos últimos dois anos. Em 2024, foram registadas 39.867 autuações, o equivalente a uma média de 109 por dia. No ano seguinte, o número subiu para 89.970 multas, cerca de 247 por dia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este ano, considerando os dados disponíveis até abril, a média diária aumentou novamente, chegando às 269 autuações. A tendência confirma um agravamento do problema, sobretudo nas zonas da cidade com maior procura por comércio, serviços e equipamentos públicos.</p>
<p><strong>As ruas do Porto com mais infrações</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Embora o mau estacionamento seja um problema sentido em várias zonas do Porto, há artérias onde a situação é mais recorrente e onde a fiscalização tem sido mais exigente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as ruas com maior número de infrações estão a Rua do Dr. Eduardo Santos Silva, a Rua de Costa Cabral, a Rua da Constituição, a Alameda do Professor Hernâni Monteiro, a Rua de Honório de Lima e a Rua de Azevedo Coutinho.</p>
<p class="isSelectedEnd">São zonas com forte movimento diário, onde a pressão sobre o estacionamento e a circulação torna mais visíveis os efeitos dos carros deixados em locais proibidos.</p>
<p><strong>Câmara aposta em campanha de sensibilização</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Perante o aumento das infrações, a Câmara do Porto avançou com uma campanha de sensibilização nas ruas, dirigida aos automobilistas. O objetivo é alertar para os problemas causados pelo estacionamento irregular e incentivar o cumprimento das regras.</p>
<p class="isSelectedEnd">A autarquia defende que uma gestão mais rigorosa do estacionamento é essencial para melhorar a mobilidade urbana e reduzir os constrangimentos que afetam diariamente quem vive, trabalha ou visita a cidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em resposta ao Jornal de Notícias, a Câmara do Porto fez um balanço positivo da campanha, considerando que a ação contribuiu para aumentar a consciência sobre comportamentos que prejudicam a qualidade e a segurança do espaço público.</p>
<p>O município espera agora que a iniciativa tenha um efeito pedagógico duradouro e ajude a reduzir as situações de estacionamento irregular, especialmente em passeios, passadeiras e lugares reservados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786127]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal precisa criar uma comunidade como a da Bay Area em São Francisco, diz CEO da Bright Pixel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:22:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal precisa de criar uma comunidade semelhante à existente na Bay Area de São Francisco onde os empreendedores se cruzam diariamente, disse o presidente executivo (CEO) da Bright Pixel, João Günther Amaral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal precisa de criar uma comunidade semelhante à existente na Bay Area de São Francisco onde os empreendedores se cruzam diariamente, disse o presidente executivo (CEO) da Bright Pixel, João Günther Amaral.</p>
<p>&#8220;Eu acho que o potencial deste país é enorme e tem tido uma capacidade de atração de talento ímpar&#8221;, afirmou Amaral.</p>
<p>O CEO, descreveu o ambiente na Bay Area como uma comunidade onde os empreendedores se cruzam diariamente e tomam cafés ou partilham refeições.</p>
<p>&#8220;Uma pessoa vai a São Francisco e vai à Bay Area e há uma comunidade enorme de gente que se conhece e de gente que se cruza quando vai à natação, quando vai ao ginásio, quando vai ao café, quando toma o pequeno-almoço, quando deixa os filhos na escola&#8221;, disse João Günther Amaral, acrescentando que ali &#8220;encontra-se gente de todas as empresas, de todas as áreas e convivem no dia-a-dia uns com os outros&#8221;.</p>
<p>Portugal, para o responsável da Bright Pixel, ainda se encontra na fase de criar espaços para forçar estes encontros com pessoas de diferentes áreas de negócio, com o intuito de estimular o empreendedorismo.</p>
<p>&#8220;Nós ainda estamos na fase onde temos de criar as &#8216;startups&#8217; de Portugal, as fábricas de unicórnios, os UPTEC&#8217;s (Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto), todas essas comunidades para que esta gente se encontre&#8221;, disse.</p>
<p>O CEO referiu, todavia, que Portugal agrega uma grande quantidade de empreendedores de todo o mundo, cujas suas empresas são controladas a partir de Portugal.</p>
<p>&#8220;Portugal neste momento tem cá dentro uma quantidade de &#8216;founders&#8217; (fundadores), de fundadores de &#8216;startups&#8217; a nível mundial, sejam americanos, sejam da América do Sul, sejam europeus, gente que se mudou para cá e que vive em Portugal e opera as suas equipas e as suas empresas a partir daqui&#8221;, disse.</p>
<p>&#8220;É impressionante a quantidade de gente que cá está&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O presidente executivo afirmou ainda crer que a comunidade de investidores e fundadores de empresas de criptoativos em Portugal é uma das maiores do mundo.</p>
<p>&#8220;A comunidade de cripto em Lisboa (&#8230;) é a maior a nível mundial, ou das maiores a nível mundial&#8221;, revelou o CEO apesar de admitir não conhecer de perto esta realidade.</p>
<p>&#8220;Acho que há talento, as nossas universidades são excelentes e na minha perspetiva existe uma oportunidade muito grande em Portugal&#8221;, afirmou João Amaral.</p>
<p>&#8220;Há uma disrupção que está em curso neste momento&#8221;, disse o CEO, referindo-se ao impacto da inteligência artificial nos jovens recém-licenciados &#8220;à procura de primeiro emprego&#8221;, que considerou serem &#8220;o alvo mais afetado inicialmente pelas capacidades que hoje a inteligência artificial entrega&#8221;.</p>
<p>&#8220;São jovens altamente qualificados a ficarem em Portugal, a tornarem-se empreendedores e a criarem as suas empresas e tornando também Portugal num sítio que possa ser muito mais ativo na disrupção tecnológica que está a acontecer a nível mundial&#8221;, acrescentou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786125]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal tem dinheiro para investir mas falta capital inteligente, diz CEO Bright Pixel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:22:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal tem capital disponível para investir em 'startups', mas falta capital suficientemente inteligente para apoiar o crescimento das empresas, defendeu o presidente executivo (CEO) da Bright Pixel, João Günther Amaral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal tem capital disponível para investir em &#8216;startups&#8217;, mas falta capital suficientemente inteligente para apoiar o crescimento das empresas, defendeu o presidente executivo (CEO) da Bright Pixel, João Günther Amaral, em entrevista à Lusa.</p>
<p>&#8220;Eu não diria que há falta de capital para investir em Portugal, há capital para investir em Portugal&#8221;, afirmou Amaral, referindo-se aos fundos SIFIDE (Sistema de Incentivos Fiscais à I&amp;D Empresarial) e ao dinheiro injetado pelo Estado.</p>
<p>O presidente executivo disse duvidar de que esse capital seja &#8220;o capital mais inteligente que possa haver&#8221;.</p>
<p>&#8220;É que o capital que existe tem que ser um capital suficientemente inteligente para ajudar as empresas a crescer e a ganhar a tração necessária&#8221;, acrescentou.</p>
<p>De acordo com o CEO, é preciso &#8220;encontrar tração em mercados internacionais&#8221;, considerando que &#8220;o mercado português é um mercado pequeníssimo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Eu se montar uma empresa para ser bem sucedida em Portugal, essa empresa vai necessariamente ser sempre uma empresa pequena&#8221;, disse o responsável.</p>
<p>&#8220;Se eu apenas puser dinheiro e não puser mais nada na empresa em que investi, estou a competir com outros apenas por colocar dinheiro&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Para o CEO, o capital inteligente vai mais além que capital tradicional, não se foca apenas em dinheiro, mas traz uma série de outras mais-valias adicionais que ajudam o negócio a crescer.</p>
<p>&#8220;O capital inteligente é eu ter acesso a &#8216;advisors&#8217; (conselheiros), ter dentro da minha própria equipa gente que pode ajudar as empresas a crescer, a desenvolver-se de forma diferente (&#8230;) que me possam validar o conceito, ajudar a co-desenhar a solução, que possam inclusivamente ser parceiros comerciais das soluções que as empresas desenvolvem e por aí fora&#8221;, afirmou.</p>
<p>&#8220;Portanto, é tudo aquilo que eu puder acrescentar ao simples ato de pôr capital numa empresa&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Sobre o conceito de parceiro de&#8217; design&#8217; (design partner, em inglês), Amaral crê &#8220;que não cativa muito o ter um cliente, mas ter aquilo a que se chama um &#8216;design partner'&#8221;.</p>
<p>&#8220;O parceiro com quem eu vou desenhar a solução para a primeira implementação, ou para a segunda, ou para a terceira, ou para melhorar a minha solução, isso é algo muito interessante&#8221;, disse.</p>
<p>&#8220;O aumento do valor do capital vem por aí&#8221;, resumiu.</p>
<p>João Günther Amaral reforçou o facto de não existir uma escassez de capital no mercado, afirmando ainda que o fundo compete para poder investir nas empresas.</p>
<p>Não é chegar a qualquer empresa que se identifica como sendo boa e dizer: eu tenho aqui capital, portanto vou poder entrar no vosso capital&#8221;, disse o presidente executivo.</p>
<p>Segundo o CEO, &#8220;há muitas empresas muito boas que conseguem muito mais capital do que aquilo que necessitam&#8221;, pelo que a Bright Pixel tem de se destacar pelo capital inteligente.</p>
<p>&#8220;Isto parece contranatura, isto parece estranho termos que convencer alguém a querer o nosso dinheiro, mas em muitos mercados, neste momento, o termo não é existir capital&#8221;, disse o responsável.</p>
<p>A Bright Pixel investe a partir da conta de exploração da Sonae e recorre à estrutura da empresa para apoiar as empresas do seu portefólio.</p>
<p>A Bright Pixel é a sociedade de capital de risco (venture capital, em inglês) da Sonae, criada há dez anos e financiada exclusivamente pela mesma, que é o único parceiro limitado (&#8216;limited partner&#8217;, em inglês) do fundo.</p>
<p>Recentemente a Bright Pixel vendeu uma das empresas do seu portfólio, a Ona, à OpenaI, dona do ChatGPT, o valor da operação não foi revelado. A Ona é uma empresa norte-americana que permite que os agentes de inteligência artificial funcionem através de um ambiente integrado de desenvolvimento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786124]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mistério na plataforma dos exames: ministro não revela entidade responsável pelo sistema digital</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/misterio-na-plataforma-dos-exames-ministro-nao-revela-entidade-responsavel-pelo-sistema-digital/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:21:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O processo de classificação digital dos exames continua a levantar dúvidas, sobretudo devido aos atrasos na distribuição das provas pelos professores classificadores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O ministro da Educação, Fernando Alexandre, ainda não esclareceu qual é a empresa ou entidade externa responsável pela plataforma digital de classificação dos exames nacionais do ensino secundário, num processo marcado por falhas técnicas, atrasos e forte preocupação entre alunos e famílias.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/ministro-da-educacao-esconde-nome-da-empresa-responsavel-por-caos-nos-exames" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, o Ministério da Educação foi questionado sobre a identidade da entidade responsável pela plataforma na última sexta-feira e novamente esta segunda-feira, mas não respondeu. A mesma questão já tinha sido colocada ao ministro na comissão parlamentar de Educação e Ciência, em 1 de julho, pela deputada Filipa Pinto, do Livre, sem que Fernando Alexandre tivesse indicado qualquer nome.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em causa está saber se o antigo IAVE, agora EduQA, ou outra entidade do Ministério da Educação celebrou um contrato com uma empresa externa para desenvolver ou gerir a plataforma de classificação digital. Outra dúvida passa por perceber se esse eventual contrato foi feito por ajuste direto ou através de concurso público, e se foi ou não publicado no portal Base.gov.</p>
<p><strong>Último contrato conhecido envolve a Axians, mas empresa afasta responsabilidade</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Correio da Manhã, o último contrato conhecido nesta área, publicado no portal dos contratos públicos, foi celebrado em 4 de julho de 2025 entre o IAVE e a Axianseu II Digital Consulting, empresa do grupo Vinci.</p>
<p class="isSelectedEnd">Questionada sobre a ligação ao processo, a Axians negou ser responsável pela plataforma que tem estado associada aos constrangimentos na correção e classificação das provas. A empresa esclareceu que o contrato celebrado com o IAVE dizia respeito a uma solução diferente, com outro âmbito e funcionalidades próprias, não correspondendo à plataforma atualmente no centro da polémica.</p>
<p><strong>Alunos vão poder consultar gratuitamente as provas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Perante os problemas técnicos registados na plataforma, o Ministério da Educação decidiu permitir que todos os alunos tenham acesso gratuito à cópia dos exames, mesmo que não peçam a reapreciação das provas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fernando Alexandre explicou que, quando as notas forem publicadas, no dia 17, os estudantes poderão consultar a prova realizada, confirmar que foi essa a prova corrigida e verificar as classificações atribuídas em cada item.</p>
<p class="isSelectedEnd">A medida foi anunciada durante uma visita a um local onde estão a ser processados os exames nacionais do ensino secundário, na zona de Sintra.</p>
<p><strong>Distribuição das provas ainda estava por concluir</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O processo de classificação digital dos exames continua a levantar dúvidas, sobretudo devido aos atrasos na distribuição das provas pelos professores classificadores.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ministro da Educação afirmou esta segunda-feira que cerca de 70% das provas já tinham sido distribuídas. As restantes estavam a aguardar revalidação, devido à identificação de erros na digitalização, e deveriam chegar ainda no mesmo dia aos respetivos classificadores.</p>
<p>As falhas na plataforma digital criaram imprevisibilidade no calendário de classificação dos exames e aumentaram a ansiedade das famílias, numa fase decisiva para muitos alunos do ensino secundário, sobretudo os que dependem das notas para o acesso ao ensino superior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786122]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Medicamentos e calor: os cuidados que deve ter para não comprometer tratamentos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medicamentos-e-calor-os-cuidados-que-deve-ter-para-nao-comprometer-tratamentos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:15:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Verão exige cuidados acrescidos com a hidratação, a exposição solar e a prevenção de golpes de calor, mas também com a forma como os medicamentos são guardados e transportados]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As temperaturas elevadas não afetam apenas o organismo. Também podem comprometer a qualidade, a segurança e a eficácia de alguns medicamentos, se estes não forem corretamente conservados. A DECO PROteste alerta que, nos meses mais quentes, é essencial proteger os fármacos da exposição ao calor e seguir as indicações presentes na embalagem ou no folheto informativo.</p>
<p>O verão exige cuidados acrescidos com a hidratação, a exposição solar e a prevenção de golpes de calor, mas também com a forma como os medicamentos são guardados e transportados. Embora sejam seguros quando usados corretamente, alguns fármacos podem interferir com a capacidade do organismo para regular a temperatura ou aumentar o risco de desidratação.</p>
<p><strong>Porque é que o calor pode ser um problema?</strong></p>
<p>Quando a temperatura sobe, o organismo ativa mecanismos naturais para manter a temperatura corporal dentro de valores normais, como a transpiração e a dilatação dos vasos sanguíneos. No entanto, nem todas as pessoas conseguem responder ao calor da mesma forma.</p>
<p>Crianças até aos quatro anos, idosos, pessoas acamadas ou com mobilidade reduzida, pessoas com obesidade, doentes crónicos e quem toma medicamentos que interferem com a regulação da temperatura estão entre os grupos mais vulneráveis. Nestes casos, a exposição prolongada ao calor pode aumentar o risco de complicações.</p>
<p><strong>Alguns medicamentos exigem mais atenção</strong></p>
<p>Certos medicamentos podem dificultar a adaptação do corpo às temperaturas elevadas. Entre os efeitos possíveis estão o aumento da perda de líquidos, a redução da transpiração, alterações da tensão arterial, maior risco de tonturas ou hipotensão e agravamento de problemas renais em situações de desidratação.</p>
<p>A DECO PROteste destaca que medicamentos como diuréticos, fármacos para doenças cardíacas e hipertensão, antidepressivos, antialérgicos, medicamentos para a doença de Parkinson, incontinência urinária, epilepsia ou enxaqueca, bem como alguns antibióticos e anti-inflamatórios, devem merecer vigilância acrescida em períodos de calor.</p>
<p>Ainda assim, a organização sublinha que, na maioria dos casos, o medicamento não representa um risco por si só, desde que seja tomado corretamente e sob orientação médica. O risco aumenta quando existem outros fatores associados, como idade avançada, doenças crónicas ou exposição prolongada a temperaturas elevadas.</p>
<p><strong>Não interrompa tratamentos por iniciativa própria</strong></p>
<p>Perante uma vaga de calor, a recomendação é clara: não se deve alterar a dosagem nem interromper qualquer tratamento sem falar com um médico ou farmacêutico.</p>
<p>Caso surjam sintomas como tonturas, fraqueza, sede intensa, confusão, diminuição da urina ou outros sinais de desidratação, deve ser procurado aconselhamento médico. A avaliação por um profissional é especialmente importante quando a pessoa toma vários medicamentos ou tem doenças crónicas.</p>
<p><strong>Como guardar medicamentos em casa</strong></p>
<p>A conservação depende sempre das indicações do fabricante. Os medicamentos que devem ser mantidos no frigorífico têm de ficar entre 2 ºC e 8 ºC. Regra geral, devem ser retirados apenas no momento da toma e guardados novamente logo de seguida, salvo indicação diferente no folheto.</p>
<p>Já os medicamentos que podem ficar à temperatura ambiente devem ser guardados em locais frescos e secos, normalmente abaixo de 25 ºC ou 30 ºC, sem exposição direta ao sol. Casas de banho, cozinhas muito quentes ou zonas junto a janelas podem não ser os locais mais adequados.</p>
<p><strong>Nunca deixe medicamentos no automóvel</strong></p>
<p>Um dos alertas centrais da DECO PROteste é para o transporte dos medicamentos. Mesmo por poucos minutos, deixá-los dentro do carro pode expô-los a temperaturas muito superiores às registadas no exterior, afetando a sua estabilidade.</p>
<p>Sempre que possível, os medicamentos devem ser transportados em sacos isotérmicos. No caso dos fármacos refrigerados, devem ser usados acumuladores de frio, evitando o contacto direto com gelo e garantindo que o medicamento não congela.</p>
<p><strong>Sinais de que um medicamento pode ter sido afetado</strong></p>
<p>Algumas formas farmacêuticas são especialmente sensíveis ao calor. Mudança de cor, alteração da consistência, deformação de cápsulas, cremes ou pomadas separados, supositórios ou óvulos amolecidos e embalagens danificadas podem indicar que o medicamento foi afetado pelas temperaturas elevadas.</p>
<p>Nestas situações, a recomendação é não tomar o medicamento sem antes consultar um farmacêutico. O aspeto alterado pode significar perda de qualidade ou alteração das propriedades do produto.</p>
<p><strong>Cuidados essenciais durante uma onda de calor</strong></p>
<p>Além de proteger os medicamentos, é importante reduzir a exposição direta ao sol, beber água regularmente, mesmo sem sede, evitar bebidas alcoólicas e permanecer em locais frescos sempre que possível.</p>
<p>A DECO PROteste recomenda ainda que sejam cumpridas as doses prescritas, seguidas as instruções do folheto informativo e procurada ajuda médica sempre que surjam sintomas de alerta. Em períodos de calor extremo, pequenos cuidados com a conservação dos medicamentos e com a hidratação podem fazer diferença na segurança dos tratamentos e na proteção da saúde.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785863]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>INE vai rever dados que influenciam idade da reforma e corte nas pensões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:14:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A revisão em alta da população residente em Portugal poderá ter efeitos nas regras de acesso à reforma, nomeadamente na idade legal da reforma e no fator de sustentabilidade aplicado às pensões antecipadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A revisão em alta da população residente em Portugal poderá ter efeitos nas regras de acesso à reforma, nomeadamente na idade legal da reforma e no fator de sustentabilidade aplicado às pensões antecipadas. O Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmou ao <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/economia/seguranca-social/detalhe/revisao-da-populacao-pode-ter-efeitos-na-idade-da-reforma" target="_blank" rel="noopener">Negócios</a> que vai rever as Tábuas Completas de Mortalidade, que servem de base ao cálculo da esperança média de vida aos 65 anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A entidade estatística não indicou, no entanto, quando essa revisão será divulgada, nem que período será abrangido. Também não antecipou se os novos dados poderão agravar ou aliviar as condições de passagem à reforma. De acordo com o Negócios, o INE limitou-se a garantir que a revisão “vai ser assegurada”, estando ainda em avaliação a data de divulgação dos valores revistos.</p>
<p><strong>Porque é que a população influencia a idade da reforma?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A idade legal da reforma e o fator de sustentabilidade dependem da evolução da esperança média de vida aos 65 anos. Este indicador mede o número médio de anos que uma pessoa que chega aos 65 anos poderá ainda viver, tendo em conta os níveis de mortalidade observados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para calcular esse valor, são considerados os óbitos registados em cada idade e a população residente nessas mesmas idades. Como forma de reduzir o impacto de oscilações pontuais na mortalidade, o cálculo usa normalmente um período de referência de três anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">É por isso que uma revisão dos dados da população residente pode influenciar as tábuas de mortalidade. Se a população estimada em determinadas idades aumentar, podem alterar-se as probabilidades de sobrevivência e, por consequência, a esperança média de vida usada nas fórmulas legais da Segurança Social.</p>
<p><strong>INE reviu população para 11,4 milhões</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A questão surge depois de o INE ter revisto em alta a população residente em Portugal, para 11,4 milhões de pessoas, com base em dados administrativos, incluindo informação relacionada com migrações.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Negócios, a revisão foi especialmente significativa na população em idade ativa. Em 2024, o número de residentes entre os 15 e os 64 anos foi revisto em alta em 8,1%. Já entre a população com 65 ou mais anos, a subida foi mais ligeira, de 0,3%.</p>
<p class="isSelectedEnd">O INE explicou que as Tábuas Completas de Mortalidade são calculadas com base na população residente por idades singulares, o que significa que todas as idades entram no apuramento. Ainda assim, a entidade não esclareceu qual poderá ser o sentido da revisão nem se esta terá impacto direto nos valores já publicados.</p>
<p><strong>Idade da reforma sobe para 66 anos e 11 meses em 2027</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Nos termos da lei atualmente em vigor, a idade legal da reforma aumenta à medida que sobe a esperança média de vida aos 65 anos. A mesma lógica aplica-se ao fator de sustentabilidade, o corte aplicado a muitas pensões antecipadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A idade da reforma vai subir para 66 anos e 11 meses em janeiro do próximo ano. Já o fator de sustentabilidade está fixado este ano em 17,63%. A trajetória tem sido de subida gradual, interrompida apenas pelo aumento da mortalidade associado à pandemia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Habitualmente, o INE divulga os dados provisórios em novembro e confirma os valores definitivos em maio. Na maior parte dos anos, os dados finais confirmam os provisórios, por se basearem na população e nos óbitos dos três anos anteriores.</p>
<p><strong>O precedente dos Censos de 2021</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A situação não é totalmente inédita. Em maio de 2023, os cálculos foram afetados pela revisão das estimativas da população resultante dos Censos de 2021. Na altura, os especialistas ouvidos pelo Negócios alertaram que uma população residente superior à estimada em algumas faixas etárias poderia aumentar a esperança de vida e, na prática, agravar as condições de reforma.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Governo de então optou por não refletir esses dados de imediato. Ainda assim, em novembro seguinte, tanto a idade da reforma como o fator de sustentabilidade acabaram por registar uma subida relevante.</p>
<p class="isSelectedEnd">Agora, a dúvida está em saber se a nova revisão da população terá efeitos semelhantes. O INE ainda não esclareceu se a atualização abrangerá tábuas de mortalidade já publicadas ou apenas cálculos futuros.</p>
<p><strong>Governo afasta descida da idade da reforma</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O tema surge num momento em que o Governo tem defendido a manutenção das regras legais que ligam a idade da reforma à esperança média de vida. Durante as negociações sobre alterações laborais, o Chega chegou a defender a possibilidade de baixar a idade da reforma para os 65 anos ou permitir a reforma com 40 anos de descontos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Executivo recusou essa alteração, invocando a sustentabilidade da Segurança Social. O primeiro-ministro afirmou que mexer nessas regras colocaria em causa o equilíbrio do sistema de pensões. Já a ministra Rosário Palma Ramalho garantiu no Parlamento que baixar a idade da reforma “nunca esteve em questão”, classificando essa opção como “irresponsável”.</p>
<p><strong>Novos dados podem chegar em novembro</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Se for seguido o calendário habitual, o INE deverá publicar em novembro novas tábuas de mortalidade e o valor provisório atualizado da esperança média de vida aos 65 anos, com base nos dados do triénio terminado em 2026.</p>
<p>Será a partir desses valores que se calculará a idade legal da reforma em 2028 e o fator de sustentabilidade aplicável no próximo ano. Até lá, permanece a incerteza sobre o alcance da revisão estatística e sobre os seus efeitos práticos nas futuras reformas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786119]]></sapo:autor>
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		<title>PSD lidera contas dos partidos em 2025; PS e Bloco fecham o ano no vermelho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:05:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As contas dos partidos com representação parlamentar mostram um cenário desigual em 2025: o PSD aparece destacado no topo dos resultados positivos, enquanto PS e Bloco de Esquerda foram as únicas forças políticas a terminar o ano com prejuízo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">As contas dos partidos com representação parlamentar mostram um cenário desigual em 2025: o PSD aparece destacado no topo dos resultados positivos, enquanto PS e Bloco de Esquerda foram as únicas forças políticas a terminar o ano com prejuízo.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/07/politica/noticia/psd-quase-duplica-lucro-2025-ps-bloco-sao-unicos-registar-prejuizo-2180766" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, que consultou as contas anuais divulgadas pela Entidade das Contas e Financiamentos Políticos, o PSD registou um lucro de 2,4 milhões de euros em 2025. O valor representa praticamente o dobro do resultado obtido no ano anterior, quando os sociais-democratas tinham fechado as contas com quase 1,3 milhões de euros positivos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Entidade das Contas e Financiamentos Políticos funciona junto do Tribunal Constitucional e é responsável pela fiscalização das contas dos partidos políticos. Os dados agora divulgados permitem comparar a evolução financeira das principais forças com assento parlamentar.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>PSD sobe com reforço das subvenções</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A melhoria das contas sociais-democratas foi ajudada pelo crescimento das verbas públicas recebidas. O PSD obteve quase mais 700 mil euros em subvenções estatais do que em 2024, fator que contribuiu para a subida expressiva do resultado líquido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas despesas comunicadas pelo partido surgem ainda 36 multas de trânsito, com valores entre 60 e 300 euros. Embora sejam montantes residuais no conjunto das contas, estes encargos constam da documentação analisada.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Chega mantém lucro elevado, mas perde terreno</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Chega continuou a apresentar um resultado positivo significativo, embora inferior ao do ano anterior. O partido fechou 2025 com mais de 1,36 milhões de euros de lucro, uma descida de 168 mil euros face a 2024.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Público, a leitura das contas do partido é dificultada pela ausência de detalhe sobre ações de propaganda política e os meios utilizados. Ainda assim, os dados revelam uma subida de 9 milhões de euros na rubrica “outros gastos”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Do lado das receitas, o Chega declarou um aumento de 1,3 milhões de euros em “subsídios, doações e legados à exploração”. A informação disponível não permite, porém, perceber com detalhe qual foi o peso dos donativos nesse crescimento.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>PS continua negativo apesar de reduzir perdas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os maiores partidos, o PS foi um dos dois que terminaram o ano com saldo negativo. Os socialistas registaram um prejuízo de 696 mil euros em 2025, abaixo dos 984 mil euros negativos apresentados em 2024.</p>
<p class="isSelectedEnd">A redução das perdas não foi suficiente para retirar o partido do vermelho. Um dos fatores que pesou nas contas foi a quebra da subvenção estatal, que passou de 7,2 milhões de euros em 2024 para 6,1 milhões de euros em 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas despesas socialistas aparecem 23,5 mil euros ligados à candidatura de José Luís Carneiro à liderança do partido, incluindo deslocações e estruturas de apoio. A iniciativa “Saber Ouvir e Dar Voz a Portugal” custou 13,7 mil euros, valor muito próximo do gasto com a deslocação do secretário-geral a Toronto, no Canadá, para contactos com a comunidade portuguesa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O PS não realizou ações de angariação de fundos em 2025, ao contrário do que tinha acontecido em 2024, quando essa fonte de receita rendeu cerca de 22,9 mil euros. Em compensação, os donativos quase duplicaram, subindo de 198.282,15 euros para 391.272,20 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Livre foi quem mais cresceu em termos percentuais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Fora dos maiores partidos, o Livre destacou-se pelo salto percentual no resultado líquido. O partido passou de 57,8 mil euros de lucro em 2024 para 265,9 mil euros em 2025, mais do que quadruplicando o saldo positivo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A evolução foi favorecida pelo aumento das subvenções estatais e por uma gestão mais contida das despesas. Entre os custos registados, o congresso realizado no Porto ficou abaixo dos 20 mil euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Iniciativa Liberal também melhorou, mas de forma mais ligeira. O lucro subiu de 20,4 mil euros para 23,6 mil euros. A comunicação digital continuou a ser uma das áreas de aposta, com um investimento de 25 mil euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas contas da IL constam ainda cerca de 13 mil euros gastos na celebração do 25 de Novembro, no Porto, e aproximadamente 53 mil euros relativos à convenção de Alcobaça, onde Mariana Leitão foi eleita presidente do partido.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>PCP e CDS mantêm lucro, mas com descidas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">PCP e CDS terminaram 2025 com resultados positivos, embora abaixo dos registados no ano anterior. No caso dos comunistas, o lucro desceu de 695,9 mil euros para 651,7 mil euros, acompanhando a redução das subvenções estatais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, o PCP reforçou as receitas de angariação de fundos, rubrica que inclui a Festa do Avante!. O valor passou de 346.774,54 euros para 552.906,95 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O CDS também perdeu margem positiva. O resultado baixou de 338,1 mil euros para 284,7 mil euros. Entre as despesas do partido aparece o encontro que assinalou os 50 anos do primeiro congresso centrista, realizado no Palácio de Cristal, no Porto, com um custo de 20.852,76 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O PAN apresentou um resultado praticamente estável, com 3822 euros de lucro.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Bloco sofre maior queda nas contas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Bloco de Esquerda registou a inversão mais acentuada. Depois de ter fechado 2024 com 122,2 mil euros de lucro, o partido terminou 2025 com um prejuízo de 169,7 mil euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O desempenho financeiro coincidiu com a forte redução da representação parlamentar do BE, que passou de cinco deputados para apenas um. Parte do saldo negativo está associada à convenção nacional realizada em novembro, na qual José Manuel Pureza foi eleito coordenador. Essa iniciativa teve um saldo negativo de 63,2 mil euros.</p>
<p>Segundo o Público, o Juntos Pelo Povo não entregou as contas relativas a 2025 dentro do prazo. O partido, que tinha apresentado 16,8 mil euros de lucro em 2024, respondeu que houve um atraso e que a entrega será feita em breve.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786116]]></sapo:autor>
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		<title>O futuro político de Marine Le Pen decide-se esta terça-feira em tribunal: o que está em causa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Marine le Pen]]></category>
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					<description><![CDATA[Tribunal da Relação de Paris deverá pronunciar-se, às 13h30 locais, 12h30 em Lisboa, sobre o recurso apresentado pela líder parlamentar da Reunião Nacional e por outros membros do partido no processo relativo ao desvio de fundos do Parlamento Europeu]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Marine Le Pen conhece esta terça-feira uma decisão judicial que pode definir o seu futuro político e condicionar a corrida às presidenciais francesas de 2027. O Tribunal da Relação de Paris deverá pronunciar-se, às 13h30 locais, 12h30 em Lisboa, sobre o recurso apresentado pela líder parlamentar da Reunião Nacional e por outros membros do partido no processo relativo ao desvio de fundos do Parlamento Europeu.</p>
<p>A dirigente da extrema-direita francesa foi condenada em primeira instância, em março de 2025, por envolvimento num esquema de utilização indevida de fundos europeus destinados a assistentes parlamentares. Segundo a acusação, verbas do Parlamento Europeu foram usadas entre 2004 e 2016 para pagar funcionários do partido, então Frente Nacional e hoje Reunião Nacional, em vez de assessores efetivos dos eurodeputados. A &#8216;Reuters&#8217; refere que o caso envolve mais de quatro milhões de euros em fundos europeus.</p>
<p><strong>Porque é que a decisão é tão importante?</strong></p>
<p>O ponto central do recurso é a pena de inelegibilidade. Em primeira instância, Le Pen foi condenada a uma proibição de exercício de cargos públicos durante cinco anos, além de pena de prisão e multa. Essa decisão colocou em causa a possibilidade de se candidatar pela quarta vez à presidência francesa, depois das campanhas de 2012, 2017 e 2022.</p>
<p>A decisão desta terça-feira pode, por isso, ter impacto direto nas eleições presidenciais de 2027, cuja primeira volta está marcada para 18 de abril. Marine Le Pen continua a ser uma das figuras mais fortes da oposição em França e, segundo a Associated Press, mantém-se entre os principais nomes da corrida, caso possa apresentar-se a votos.</p>
<p><strong>O que pede o Ministério Público?</strong></p>
<p>No recurso, os procuradores pediram a manutenção de uma pena de quatro anos de prisão, dos quais três suspensos, uma multa de 100 mil euros e uma proibição de exercício de cargos públicos durante cinco anos. No entanto, segundo a &#8216;Reuters&#8217;, o Ministério Público deixou cair o pedido para que a inelegibilidade tenha aplicação imediata independentemente de novos recursos, o que torna o cenário jurídico mais aberto.</p>
<p>Mesmo assim, o Tribunal da Relação não está obrigado a seguir integralmente o pedido dos procuradores. Pode absolver Le Pen, confirmar a condenação, reduzir a pena ou alterar os efeitos da inelegibilidade.</p>
<p><strong>Quais são os cenários possíveis?</strong></p>
<p>O melhor cenário para Marine Le Pen seria a absolvição, que lhe permitiria relançar a candidatura presidencial sem a barreira judicial mais pesada. Ainda assim, mesmo uma decisão favorável poderia ser contestada junto do Supremo Tribunal francês, a Cour de Cassation, o que manteria alguma incerteza jurídica até às presidenciais.</p>
<p>Outro cenário seria a manutenção da condenação, mas com redução da pena de inelegibilidade ou sem aplicação imediata. Nesse caso, Le Pen poderia tentar manter a candidatura, embora a própria já tenha admitido que uma campanha condicionada por restrições judiciais seria difícil. A dirigente afirmou que não se pode lançar uma campanha presidencial “no último minuto” e que a incerteza prolongada poderia prejudicar o partido.</p>
<p>O cenário mais pesado seria a confirmação de uma pena que a afastasse da corrida presidencial. Se a proibição de ocupar cargos públicos for mantida e tiver efeitos incompatíveis com o calendário eleitoral, a Reunião Nacional poderá ter de avançar com outro candidato.</p>
<p><strong>E se houver pulseira eletrónica?</strong></p>
<p>Há ainda outro fator a pesar na decisão de Le Pen: a eventual obrigação de cumprir pena com vigilância eletrónica. A líder da Reunião Nacional afirmou que não se candidatará às presidenciais se for obrigada a usar pulseira eletrónica, mesmo que a inelegibilidade venha a ser suspensa ou não a impeça formalmente de concorrer.</p>
<p>Numa entrevista citada pelo &#8216;Politico&#8217; e pela &#8216;Associated Press&#8217;, Le Pen considerou que não seria possível fazer campanha nessas condições, questionando como poderia participar em comícios, deslocações e encontros noturnos com eleitores sujeita a vigilância eletrónica. Para a dirigente, esse cenário funcionaria como uma forma indireta de inviabilizar a candidatura.</p>
<p><strong>Jordan Bardella pode avançar?</strong></p>
<p>Se Marine Le Pen ficar fora da corrida, o nome mais provável para a substituir é Jordan Bardella, atual presidente da Reunião Nacional e figura em ascensão no partido. A &#8216;Reuters&#8217; refere que, perante a possibilidade de desqualificação de Le Pen, o partido já pondera o cenário de uma candidatura de Bardella em 2027.</p>
<p>Bardella, próximo de Le Pen e com forte projeção mediática, poderia herdar a máquina eleitoral da Reunião Nacional, mas a substituição não seria neutra. Le Pen transformou o partido numa força central da política francesa, afastando-o parcialmente da imagem mais radical herdada do antigo Front National, e continua a ser a figura mais reconhecida junto de uma parte significativa do eleitorado.</p>
<p><strong>O que está em jogo para França?</strong></p>
<p>A decisão do Tribunal da Relação de Paris não é apenas mais um episódio judicial. Pode redefinir a direita radical francesa, alterar o equilíbrio da campanha presidencial e obrigar a Reunião Nacional a escolher entre insistir em Le Pen, se isso ainda for possível, ou acelerar a transição para Bardella.</p>
<p>Le Pen nega qualquer intenção criminosa e defende que as regras sobre assistentes parlamentares europeus eram pouco claras. A acusação, pelo contrário, sustenta que o sistema permitiu financiar trabalho partidário com dinheiro do Parlamento Europeu. A sentença desta terça-feira dirá até que ponto o tribunal aceita ou rejeita essa leitura — e se a líder da extrema-direita francesa ainda poderá tentar, pela quarta vez, chegar ao Eliseu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784352]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Euromilhões contra o calor? Hoje andam à roda 17 milhões de euros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/euromilhoes-contra-o-calor-hoje-andam-a-roda-17-milhoes-de-euros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 06:45:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Euromilhões]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Semanalmente são muitos os que fazem as suas apostas no Euromilhões, na esperança de se tornarem os próximos afortunados deste sorteio, realizado às terças e sextas-feiras à noite em Paris]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Euromilhões tem esta terça-feira o &#8216;remédio&#8217; ideal para enfrentar o calor que tem sufocado Portugal nos últimos dias: saiba que tem hoje a sua hipótese, uma vez que estão em jogo 17 milhões de euros no sorteio de hoje do Euromilhões, depois de, no último sorteio, o primeiro prémio ter saído a um apostador no estrangeiro. Para Portugal, chegou um terceiro prémio, no valor de mais de 18 mil euros. Assim, hoje, à distância de cinco números e duas estrelas, tem a oportunidade de rechear a carteira.</p>
<p>Semanalmente são muitos os que fazem as suas apostas no Euromilhões, na esperança de se tornarem os próximos afortunados deste sorteio, realizado às terças e sextas-feiras à noite em Paris. Com um preço de 2,5 euros por aposta, os jogadores escolhem cinco números e duas estrelas nas apostas simples, ou até 10 números e cinco estrelas nas apostas múltiplas, com o preço a variar consoante o número de apostas realizadas.</p>
<p>As probabilidades de ganhar são ínfimas – uma em 139.838.160. No entanto, um grupo de matemáticos acredita ter encontrado a chave para aumentar essas probabilidades, indica o ’20 Minutos’.</p>
<p><strong>Aumentar as Probabilidades: A Chave Matemática</strong></p>
<p>O Euromilhões segue um formato de lotaria 5/50, onde os jogadores devem escolher cinco números entre 1 e 50. Para calcular as combinações totais possíveis, usa-se a fórmula do coeficiente binomial:</p>
<p>N = 50 números<br />
R = 5 combinações</p>
<p>50C5 = 2.118.760</p>
<p>Isto significa que existem mais de 2 milhões de formas possíveis de combinar os números no Euromilhões. Sem considerar os números, as probabilidades são tão baixas que é mais provável tornar-se presidente do que ganhar o Euromilhões. O primeiro passo é, portanto, reduzir o número de combinações possíveis, onde as matemáticas entram em jogo.</p>
<p>Mark Glickman, professor de estatística na Universidade de Harvard, determinou que a única forma de aumentar as probabilidades de ganhar é comprando mais bilhetes para cada sorteio. Em 2021, explicou à CNBC: “Isto deve-se ao facto de que as probabilidades permanecem as mesmas independentemente dos números escolhidos ou se compras um bilhete para cada sorteio.”</p>
<p><strong>Padrões de Combinação Ideal</strong></p>
<p>Segundo a Lottery Codex, existe um padrão ideal que deve ser seguido para aumentar as probabilidades. A combinação de números ímpares e pares parece ser crucial. A tabela elaborada pela Lottery Codex mostra os padrões completos e as suas probabilidades correspondentes:</p>
<p>Combinação de 3 números ímpares e 2 pares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 3 números pares e 2 ímpares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 1 número ímpar e 4 pares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 1 número par e 4 ímpares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 5 números ímpares e nenhum par: 0,025 probabilidades<br />
Combinação de 5 números pares e nenhum ímpar: 0,025 probabilidades</p>
<p>Apesar das probabilidades extremamente baixas, aplicar estratégias matemáticas pode marginalmente aumentar as chances de ganhar no Euromilhões. Comprando mais bilhetes e utilizando combinações equilibradas de números ímpares e pares, os jogadores podem tentar desafiar as probabilidades. No entanto, é essencial lembrar que, em jogos de azar, não há garantias de vitória.</p>
<p><strong>Os números que saem mais e menos</strong></p>
<p>No caso de nenhum jogador ganhar o jackpot, o prémio máximo passa para o sorteio seguinte. Como um sorteio regular, se não houver vencedores do prémio máximo então o jackpot irá continuar a passar para o seguinte até atingir o prémio máximo ou limite de jackpot. O limite de jackpot aumentou de 230 para 240 milhões de euros em julho de 2022.</p>
<p>Assim, se já está a sonhar com o prémio saiba quais são os números que saíram mais vezes até agora e que lhe podem dar acesso ao jackpot.</p>
<p>De acordo com dados disponibilizados pela Santa Casa da Misericórdia, os números que durante os 16 anos em que o concurso está em vigor saíram mais vezes são: o 44 (224 vezes), o 42 (222 vezes), o 23 (221 vezes), além do 19 (217 vezes) e 29 (216 vezes). Já nas estrelas ‘aposte’ no 3 (390 vezes) e no 2 (385 vezes).</p>
<p>As estatísticas mostram também que se devem evitar os números 22, 33, 46, 40 e 18, que são os que menos saem desde 2004 – mesmo o 41, 43 e 2 são ‘de evitar’. As estrelas a fugir, seguindo o mesmo raciocínio, são o 10, 11 e o 12.</p>
<p>Ao todo, desde a criação do sorteio, já houve 78 portugueses a entrar para o clube dos euromilionários.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785867]]></sapo:autor>
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		<title>Segurança Social paga hoje apoio extraordinário às rendas: conheça o calendário de julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 06:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[segurança social]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o objetivo de permitir maior previsibilidade aos beneficiários, a Segurança Social disponibiliza mensalmente um calendário fixo de pagamentos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já são conhecidas as datas de pagamento dos subsídios sociais, prestações familiares e pensões da Segurança Social para o mês de julho.</p>
<p>Com o objetivo de permitir maior previsibilidade aos beneficiários, a Segurança Social disponibiliza mensalmente um calendário fixo de pagamentos. Desta forma, os cidadãos conseguem planear melhor as suas despesas, sabendo com antecedência o dia em que cada prestação será paga.</p>
<p>Esta terça-feira, chegam às contas bancárias o apoio às rendas. </p>
<p>Veja o restante calendário completo de pagamentos da Segurança Social para julho:</p>
<p>8 de julho</p>
<p>Pensões<br />
Complemento Solidário para Idosos<br />
Reembolso de despesas de funeral<br />
Prestação Social para a Inclusão</p>
<p>16 de julho</p>
<p>Prestações familiares<br />
Primeiro pagamento de desemprego, doença, parentalidade e ação social</p>
<p>21 de julho</p>
<p>Fundo de Garantia de Alimentos Devidos a Menores</p>
<p>23 de julho</p>
<p>Fundo de Garantia Salarial<br />
Rendimento Social de Inserção</p>
<p>28 de julho</p>
<p>Segundo pagamento de desemprego, doença, parentalidade e ação social<br />
Subsídio de Apoio ao Cuidador Informal</p>
<p><strong>O que é o apoio extraordinário à renda?</strong></p>
<p>O apoio extraordinário à renda consiste num apoio financeiro mensal, não reembolsável, até ao limite máximo de 200€, que corresponde à diferença entre a taxa de esforço efetivamente suportada pelo agregado com a renda e uma taxa de esforço máxima de 35 %.</p>
<p>Podem beneficiar do apoio os agregados familiares que cumpram cumulativamente os seguintes critérios:</p>
<p>– Tenham residência fiscal em Portugal;<br />
– Sejam titulares de contrato de arrendamento ou subarrendamento de primeira habitação, registado na AT e celebrado até 15.03.2023;<br />
– Cuja taxa de esforço com o encargo de pagamento das rendas seja igual ou superior a 35%;* Cujo rendimento anual seja igual ou inferior ao limite máximo do 6.º escalão do IRS (2023: 38 632€) ou,<br />
se não estiverem obrigados à entrega da declaração anual de IRS, cujo valor total mensal de rendimentos seja igual ou inferior a 1/14 do limite máximo do 6.º escalão do IRS relativos a rendimentos mensais de trabalho declarados à Segurança Social ou às seguintes prestações sociais:<br />
. Pensões de velhice, sobrevivência, invalidez ou pensões sociais;<br />
. Prestações de desemprego ou de parentalidade;<br />
. Rendimento social de inserção, prestação social para a inclusão ou complemento solidário para idosos;<br />
. Subsídios de doença e doença profissional (de atribuição não inferior a 1 mês) ou de apoio ao cuidador informal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785870]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Lucros da banca moçambicana caem quase 39% para 208 milhões de euros em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 06:29:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os lucros da banca moçambicana caíram 38,85% em 2025, para 15,13 mil milhões de meticais (208 milhões de euros), apesar de o setor manter níveis considerados robustos de capitalização e liquidez, segundo o banco central.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os lucros da banca moçambicana caíram 38,85% em 2025, para 15,13 mil milhões de meticais (208 milhões de euros), apesar de o setor manter níveis considerados robustos de capitalização e liquidez, segundo o banco central.</P><br />
<P>De acordo com as conclusões do Relatório de Estabilidade Financeira de 2025 do Banco de Moçambique, os resultados líquidos do setor ascenderam a 15,13 mil milhões de meticais (208 milhões de euros), uma redução de 38,85% face ao ano anterior, o que compara com cerca de 24,74 mil milhões de meticais (339 milhões de euros) em 2024, segundo cálculo da Lusa com base nos dados do relatório, que atualiza estimativas anteriores.</P><br />
<P>Os lucros dos bancos moçambicanos já tinham recuado 21,9% em 2024, após a subida de 8,12% em 2023.</P><br />
<P>Apesar da quebra dos lucros no ano passado, o banco central considera que o setor continuou sólido, destacando que o rácio de solvabilidade global atingiu 28,14%, muito acima do mínimo regulamentar de 12%.</P><br />
<P>&#8220;O setor bancário permaneceu estável, com rendibilidade satisfatória e níveis adequados de capitalização e liquidez&#8221;, refere o relatório.</P><br />
<P>Ainda segundo o Banco de Moçambique, a redução dos lucros resultou do aumento dos custos operacionais, sobretudo com pessoal, e da diminuição dos resultados de exploração, refletindo o aumento das perdas por imparidade.</P><br />
<P>O relatório assinala que os custos com pessoal cresceram 5,69% em 2025 e acrescenta que o aumento das imparidades ocorreu apesar da melhoria registada na qualidade da carteira de crédito, com o rácio de crédito em incumprimento a recuar de 9,31% em 2024 para 7,47% em 2025.</P><br />
<P>O rácio de cobertura de liquidez de curto prazo fixou-se em 60,46%, acima do mínimo regulamentar de 25%, enquanto o rácio de alavancagem atingiu 12,88%.</P><br />
<P>Os rácios de rendibilidade dos ativos (ROA) e dos capitais próprios (ROE) fixaram-se em 2,16% e 8,63%, respetivamente, mantendo-se, segundo o banco central, em níveis satisfatórios.</P><br />
<P>O relatório aponta ainda que os três bancos de importância sistémica &#8212; BCI, do grupo Caixa Geral de Depósitos, Millennium BIM, do BCP, e Standard Bank &#8212; continuam a dominar o mercado, embora a sua quota conjunta tenha continuado a diminuir, refletindo uma crescente concorrência no sistema bancário.</P><br />
<P>Dados do Banco de Moçambique indicam que o setor bancário moçambicano integra 15 bancos comerciais, além de microbancos, cooperativas de crédito e outras instituições financeiras.</P><br />
<P>A Lusa noticiou em maio que os cinco maiores bancos em Moçambique, incluindo BCI, Millennium BIM e Standard Bank, registaram uma queda agregada de 70,4% nos resultados líquidos de 2025, penalizados pela exposição à dívida pública moçambicana, após cortes de &#8216;rating&#8217;.</P><br />
<P>De acordo com dados compilados pela Lusa a partir dos relatórios e contas divulgados pelos cinco maiores bancos, o conjunto dessas instituições totalizou lucros de 5.099 milhões de meticais (68,7 milhões de euros), sofrendo uma diminuição dos resultados líquidos de 12.131 milhões de meticais (163,5 milhões de euros) em termos absolutos.</P><br />
<P>O desempenho dessas instituições foi fortemente penalizado pela deterioração do risco soberano, reforço de imparidades associadas à dívida pública e contexto macroeconómico adverso, segundo informação reportada pelos próprios bancos nos respetivos relatórios e contas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786115]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Calor: Sete distritos do continente sob aviso laranja devido ao tempo quente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 06:21:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os distritos de Bragança, Évora, Guarda, Faro, Beja, Castelo Branco e Portalegre estão hoje e na quarta-feira sob aviso laranja por causa do tempo quente, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os distritos de Bragança, Évora, Guarda, Faro, Beja, Castelo Branco e Portalegre estão hoje e na quarta-feira sob aviso laranja por causa do tempo quente, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>O aviso laranja para estes sete distritos vai estar em vigor até às 23:00 de quarta-feira, passando depois a amarelo até às 18:00 de quinta-feira.</P><br />
<P>O IPMA emitiu também aviso amarelo por causa da persistência de valores elevados da temperatura máxima para os distritos de Viseu, Setúbal, Santarém, Lisboa, Leiria e Coimbra até às 23:00 de quarta-feira e Vila Real até às 18:00 de quinta-feira.</P><br />
<P>Também as regiões montanhosas da ilha da Madeira estão até às 18:00 de quinta-feira sob aviso laranja por causa do tempo quente.</P><br />
<P>As costas norte e sul da ilha da Madeira e Porto Santo vão estar até às 18:00 de quinta-feira sob aviso amarelo face à persistência de valores muito elevados das temperaturas máximas.</P><br />
<P>O aviso laranja é emitido pelo IPMA sempre que existe &#8220;situação meteorológica de risco moderado a elevado, e o amarelo quando há uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o Governo decretou a prorrogação da situação de alerta em vigor, desde as 00:01 de hoje até às 23:59 de quinta-feira em 10 distritos de Portugal Continental.</P><br />
<P>A decisão abrange os distritos de Vila Real, Bragança, Guarda, Viseu, Castelo Branco, Beja, Santarém, Portalegre, Évora e Faro e justifica-se com &#8220;a manutenção da onda de calor&#8221; e com &#8220;previsões meteorológicas ainda de grande adversidade para os próximos dias nos distritos do interior do país&#8221;.</P><br />
<P>O IPMA prevê para hoje no continente céu pouco nublado ou limpo, apresentando-se geralmente muito nublado no litoral Norte e Centro até final da manhã, pequena descida de temperatura, em especial nas regiões Norte e Centro.</P><br />
<P>As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 15 graus Celsius (Viana do Castelo) e os 22 (Portalegre e Faro) e as máximas entre os 23 (Aveiro e Porto) e os 40 (Évora).</P><br />
<P>Para o arquipélago da Madeira está previsto hoje céu em geral pouco nublado e vento fraco.</P><br />
<P>As temperaturas vão variar entre os 20 e os 26 graus no Funchal e entre os 20 e os 27 no Porto Santo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786114]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais de 34 mil acidentes em três anos: GNR e PSP apertam hoje fiscalização a motociclos e ciclomotores</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-34-mil-acidentes-em-tres-anos-gnr-e-psp-apertam-hoje-fiscalizacao-a-motociclos-e-ciclomotores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 06:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[GNR]]></category>
		<category><![CDATA[motociclos]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção rodoviária]]></category>
		<category><![CDATA[PSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Operação decorre até 13 de julho, sob o lema “Duas Rodas — Agarre-se à Vida”, e integra o Plano Nacional de Fiscalização de 2026]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, a GNR e a PSP lançam esta terça-feira uma nova campanha de sensibilização e fiscalização dedicada aos veículos de duas rodas a motor, com o objetivo de reduzir comportamentos de risco entre condutores de motociclos e ciclomotores.</p>
<p>A operação decorre até 13 de julho, sob o lema “Duas Rodas — Agarre-se à Vida”, e integra o Plano Nacional de Fiscalização de 2026. É a sétima de 11 campanhas previstas para este ano e a terceira especificamente dirigida a veículos de duas rodas a motor, considerados um dos grupos de utilizadores mais vulneráveis em caso de acidente.</p>
<p><strong>Mais de 34 mil acidentes em três anos</strong></p>
<p>Entre 1 de janeiro de 2023 e 31 de dezembro de 2025, foram registados 34.179 acidentes com vítimas envolvendo ciclomotores ou motociclos. Desses acidentes resultaram 440 mortos, 3.041 feridos graves e 34.501 feridos leves.</p>
<p>Apesar de a maioria das vítimas corresponder a condutores e passageiros de veículos de duas rodas a motor, os números incluem também outros utilizadores envolvidos nestes acidentes, como peões ou ocupantes de outros veículos.</p>
<p>Segundo o Plano Nacional de Fiscalização 2026, quase metade da sinistralidade grave envolvendo este tipo de veículos ocorre em arruamentos urbanos e em estradas nacionais, locais onde a vulnerabilidade dos motociclistas e utilizadores de ciclomotores é particularmente elevada.</p>
<p><strong>Velocidade, ultrapassagens e condução distraída entre os principais riscos</strong></p>
<p>A campanha vai incidir sobre comportamentos que aumentam de forma significativa o risco de acidente grave. Entre eles estão o excesso de velocidade, as ultrapassagens perigosas, a circulação irregular entre filas de trânsito, as manobras bruscas ou mudanças de direção sem sinalização, a condução sob o efeito do álcool ou de substâncias psicotrópicas e a condução distraída.</p>
<p>A ANSR, a GNR e a PSP chamam ainda a atenção para a utilização incorreta ou ausência de capacete e de equipamento de proteção, bem como para a reduzida perceção dos motociclistas por parte dos restantes condutores.</p>
<p>As autoridades recordam que o uso correto de capacete homologado e de equipamento de proteção adequado pode reduzir de forma significativa a gravidade das lesões em caso de acidente.</p>
<p><strong>Sensibilização e fiscalização em simultâneo</strong></p>
<p>A campanha combina ações de sensibilização, asseguradas pela ANSR, com operações de fiscalização realizadas pela GNR e pela PSP. A fiscalização será direcionada para comportamentos de risco associados a acidentes graves e para vias e locais onde se registam níveis mais elevados de sinistralidade envolvendo veículos de duas rodas a motor.</p>
<p>O objetivo passa por alertar os condutores de motociclos e ciclomotores para a importância de uma condução defensiva e responsável, mas também por sensibilizar os restantes utilizadores da estrada para a necessidade de partilhar o espaço rodoviário de forma mais segura.</p>
<p><strong>Meta é reduzir vítimas nas estradas</strong></p>
<p>O Plano Nacional de Fiscalização é desenvolvido anualmente pela ANSR, em articulação com a GNR e a PSP, tendo por base recomendações europeias e o quadro estratégico Visão Zero 2030, que aponta para a eliminação de vítimas mortais nas estradas.</p>
<p>As autoridades sublinham que a sinistralidade rodoviária não deve ser encarada como uma fatalidade e que as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros por todos os utilizadores da via.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785695]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Maré humana participa na cerimónia fúnebre de aiatola Ali Khamenei</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-mare-humana-participa-na-cerimonia-funebre-de-aiatola-ali-khamenei/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 06:10:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma multidão preencheu hoje as ruas da cidade sagrada de Qom, a sul de Teerão, no quarto dia dos funerais no Irão do falecido líder supremo Ali Khamenei.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma multidão preencheu hoje as ruas da cidade sagrada de Qom, a sul de Teerão, no quarto dia dos funerais no Irão do falecido líder supremo Ali Khamenei.</P><br />
<P>O corpo do líder, morto a 28 de fevereiro, no primeiro dia dos ataques israelo-americanos ao Irão, encontra-se hoje exposto na mesquita de Jamkaran, em Qom, cidade sagrada que alberga os seminários mais influentes do islamismo xiita e vários santuários.</P><br />
<P>Imagens aéreas transmitidas pela televisão estatal mostraram as ruas da pequena cidade repletas de gente.</P><br />
<P>Durante a oração, conduzida pelo aiatola Abdollah Javadi-Amoli, de 93 anos, figura influente do xiismo conservador, uma multidão numerosa entoou em coro &#8220;Morte à América!&#8221;, um &#8216;slogan&#8217; frequentemente ouvido nos comícios oficiais da República Islâmica.</P><br />
<P>Noutras imagens, os fiéis, incluindo clérigos com turbante, prestam homenagem junto ao caixão do aiatola Khamenei e aos caixões dos familiares mortos com ele, entre os quais uma neta, com 14 meses, segundo as autoridades.</P><br />
<P>Na véspera, em Teerão, o terceiro dia de homenagem nacional deu origem a uma demonstração de força e unidade, seis meses após grandes manifestações que causaram centenas de mortos contra o poder e o custo de vida elevado.</P><br />
<P>Milhões de iranianos saíram às ruas para se despedirem de Khamenei, elevado à condição de mártir, num evento comparável ao funeral, em 1989, do seu antecessor, o aiatola Khomeini, fundador da República Islâmica.</P><br />
<P>O cortejo fúnebre deverá chegar, ainda hoje, ao vizinho Iraque, que conta com uma importante comunidade xiita.</P><br />
<P>O enterro daquele que presidiu aos destinos do país durante mais de três décadas, até à sua morte aos 86 anos, terá lugar na quinta-feira na cidade sagrada de Mashhad (nordeste do Irão), de onde Khamenei era natural.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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