
A previsão dos fabricantes de automóveis na Europa é considerada mais optimista devido à queda do euro, do preço do petróleo e às reformas laborais, apesar do sul da Europa estar a viver uma recuperação desigual na economia, segundo informou a agência Reuters.
No Salão de Genebra, os executivos da indústria automóvel alertaram para o excesso de optimismo sobre o que poderão ser ganhos inesperados para Itália, Espanha e Portugal, onde seis anos de economia em queda levou ao resultado de vendas mais baixo das últimas décadas.
No entanto, as vendas estão a subir e alguns estão confiante de que a indústria pode lentamente aumentar a produção, preencher fábricas sob aproveitadas e até mover a produção do sul da Europa para outras unidades de produção.
Apesar de Itália se debater actualmente para recuperar da maior recessão desde o pós-guerra, as previsões do gabinete de estatística italiano Istat mostram que o produto doméstico bruto irá aumentar o,1% no primeiro quarto do ano, representando a primeira subida desde 2011. A Fiat Chrysler é o espelho deste crescimento, tendo recentemente anunciado que irá contratar mais trabalhadores com o início de produção de novos modelos ainda este ano.
Em Espanha, existe ainda o investimento de marcas internacionais como é exemplo da Ford que anunciou em Fevereiro o investimento de 2.3 mil milhões de euros na expansão das suas operações em Espanha, com o objectivo de produzir nesse território 450 mil veículos anualmente. Em Setembro do ano passado, a Opel iniciou a construção do SUV Mokka na fábrica de Zaragoza, depois de um investimento de 210 milhões de euros na unidade de produção.
Queda do euro aumenta produção no sul da Europa
A previsão dos fabricantes de automóveis na Europa é considerada mais optimista devido à queda do euro, do preço do petróleo e às reformas laborais, apesar do sul da Europa estar a viver uma recuperação desigual na economia, segundo informou a agência Reuters. No Salão de Genebra, os executivos da indústria automóvel alertaram para o excesso de optimismo sobre o que poderão ser ganhos inesperados para Itália, Espanha e Portugal, onde seis anos de economia em queda levou ao resultado de vendas mais baixo das últimas décadas. No entanto, as vendas estão a subir e alguns estão confiante de que a indústria pode lentamente aumentar a produção, preencher fábricas sob aproveitadas e até mover a produção do sul da Europa para outras unidades de produção. Apesar de Itália se debater actualmente para recuperar da maior recessão desde o pós-guerra, as previsões do gabinete de estatística italiano Istat mostram que o produto doméstico bruto irá aumentar o,1% no primeiro quarto do ano, representando a primeira subida desde 2011. A Fiat Chrysler é o espelho deste crescimento, tendo recentemente anunciado que irá contratar mais trabalhadores com o início de produção de novos modelos ainda este ano. Em Espanha, existe ainda o investimento de marcas…
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