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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Farense adianta-se ao Belenenses por uma vaga na II Liga da próxima época</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 21:39:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Farense deu hoje um passo para se manter na II Liga de futebol, ao vencer por 1-0 na receção ao Belenenses, da Liga 3, na primeira mão do play-off de acesso à próxima edição do segundo escalão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Farense deu hoje um passo para se manter na II Liga de futebol, ao vencer por 1-0 na receção ao Belenenses, da Liga 3, na primeira mão do play-off de acesso à próxima edição do segundo escalão.</P><br />
<P>Em Faro, os algarvios impuseram-se aos lisboetas graças a um golo de André Candeias, aos 30 minutos, partindo em vantagem para o encontro da segunda mão, agendado para 30 de maio, no Estádio do Restelo, em Lisboa.</P><br />
<P>O Farense terminou a II Liga na 16.ª posição, enquanto o Belenenses foi terceiro colocado na Liga 3, o terceiro escalão nacional, e procura, pelo segundo ano seguido, garantir a subida através do play-off, depois de na época passada ter perdido essa corrida para o Paços de Ferreira.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766907]]></sapo:autor>
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		<title>Irão:Trump anuncia que acordo está quase negociado e inclui reabertura de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 20:56:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou hoje que um acordo de paz com o Irão está "amplamente negociado" e aguarda finalização, acrescentando que este projeto prevê a reabertura do estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou hoje que um acordo de paz com o Irão está &#8220;amplamente negociado&#8221; e aguarda finalização, acrescentando que este projeto prevê a reabertura do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Trump anunciou que o acordo com Teerão está &#8220;amplamente negociado e aguarda finalização&#8221;.</P><br />
<P>Acrescentou ainda que a minuta do acordo inclui a reabertura do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O anúncio foi publicado na sua rede social Truth, após conversas telefónicas com os seus aliados do Golfo Pérsico e com Israel.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766906]]></sapo:autor>
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		<title>A celebridade que tem o carro mais caro do mundo: um Bugatti raro que vale tanto como três jatos privados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 20:30:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ralph Lauren]]></category>
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					<description><![CDATA[É um dos poucos sobreviventes de uma era em que a engenharia, a arte e o estatuto social se encontravam numa carroçaria feita quase como escultura]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há carros raros, há carros de coleção e depois há o Bugatti de Ralph Lauren. O estilista americano, conhecido pelo império de moda que construiu em torno do luxo clássico, é dono de um dos automóveis mais valiosos do planeta: um Bugatti 57SC Atlantic, produzido em apenas quatro unidades e avaliado em cerca de 100 milhões de dólares, aproximadamente 86 milhões de euros.</p>
<p>O valor é tão elevado que, segundo a &#8216;Supercar Blondie&#8217;, equivale ao preço combinado de três jatos privados. Mas o número, por absurdo que pareça, ajuda a explicar a aura deste Bugatti: não é apenas um carro antigo, nem apenas uma peça de design. É um dos poucos sobreviventes de uma era em que a engenharia, a arte e o estatuto social se encontravam numa carroçaria feita quase como escultura.</p>
<p>Ralph Lauren comprou o seu 57SC Atlantic em 1988. A partir daí, o automóvel passou por um processo de restauro de 9.600 horas conduzido por Paul Russell, especialista em modelos históricos. O resultado foi um exemplar terminado em Rich Sapphire Blue, uma tonalidade profunda que reforça o carácter quase museológico do carro.</p>
<p>A raridade é apenas uma parte da história. O 57SC Atlantic foi desenhado nos anos 1930 por Jean Bugatti, filho de Ettore Bugatti, fundador da marca. A linha baixa, as proporções alongadas e a barbatana central que percorre a carroçaria tornaram-no um dos automóveis mais reconhecíveis e desejados do século XX.</p>
<p>Apesar da idade, o carro não vive apenas da aparência. O Bugatti 57SC Atlantic está equipado com um motor de oito cilindros em linha de 3,3 litros, capaz de debitar 210 cv. A velocidade máxima anunciada é de 124 milhas por hora, cerca de 200 km/h, um valor notável para um automóvel concebido antes da II Guerra Mundial.</p>
<p>O exemplar de Ralph Lauren ganhou também reconhecimento formal no mundo dos concursos de elegância. Em 2013, venceu o prémio ‘Best in Show’ no Concorso d’Eleganza Villa d’Este, um dos eventos mais prestigiados para automóveis clássicos.</p>
<p>O designer americano não é propriamente estranho a garagens de sonho. A sua coleção automóvel está avaliada em cerca de 600 milhões de dólares, aproximadamente 517 milhões de euros, e inclui modelos como dois McLaren P1, dois Porsche 918 Spyder, um Ferrari LaFerrari, um McLaren F1 e um McLaren F1 LM. Com uma fortuna pessoal estimada em 11,9 mil milhões de dólares, cerca de 10,25 mil milhões de euros, Ralph Lauren construiu uma coleção que reflete a mesma obsessão por forma, proporção e herança que marcou a sua carreira na moda.</p>
<p>Mas nenhum desses modelos tem o peso histórico do 57SC Atlantic. Dos quatro exemplares originalmente produzidos, o primeiro foi entregue a Lord Victor Rothschild e acabou vendido por 30 milhões de dólares, cerca de 25,8 milhões de euros, em 2010. O segundo terá sido o carro pessoal de Jean Bugatti, mas o seu paradeiro permanece desconhecido. O terceiro foi entregue a Jacques Holzschuh e ficou gravemente danificado num acidente em 1955, sendo restaurado décadas mais tarde.</p>
<p>O quarto é o de Ralph Lauren. E é talvez por isso que este Bugatti ocupa um lugar tão particular no imaginário automóvel: porque combina raridade extrema, mistério, design irrepetível e uma história que atravessa quase um século.</p>
<p>Num mundo em que os supercarros modernos se medem em potência, aceleração e tecnologia, o Bugatti 57SC Atlantic joga noutra categoria. Vale pelo que é, pelo que representa e pelo que já não pode voltar a ser feito. Um carro que não se limita a estar numa coleção: é, por si só, uma coleção inteira condensada em metal, cor e memória.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765274]]></sapo:autor>
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		<title>Compra um F1 destruído por 6.200 euros e passa 10 anos a reconstruí-lo na garagem: as imagens mostram o resultado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 19:15:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O que veio depois foi muito mais difícil: 10 anos de trabalho, procura por peças, compromissos técnicos e uma conta final de seis dígitos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Kevin Thomas não comprou propriamente um carro de Fórmula 1 pronto a andar. Comprou os restos de um. Por cerca de 6.700 dólares &#8211; aproximadamente 6.200 euros -, este eletricista britânico conseguiu ficar com o chassis em fibra de carbono de um Caterham F1 praticamente destruído. O que veio depois foi muito mais difícil: 10 anos de trabalho, procura por peças, compromissos técnicos e uma conta final de seis dígitos.</p>
<p>A história, contada pelo site &#8216;Supercar Blondie&#8217;, começa com um acidente. O carro em causa ficou severamente danificado no Grande Prémio da Hungria de 2014, depois de um despiste a alta velocidade do piloto Marcus Ericsson. Pouco depois, a Caterham F1 entrou em falência e o ‘tub’ destruído do monolugar, a célula central em fibra de carbono, acabou em leilão.</p>
<p>Foi aí que Kevin Thomas, de Burgess Hill, uma localidade do Reino Unido situada a cerca de 64 quilómetros a sul de Londres, viu uma oportunidade rara. Muitos carros de Fórmula 1 acabam em museus, coleções privadas ou guardados pelas equipas para proteger propriedade intelectual. Poucos chegam ao mercado. E menos ainda chegam ao mercado antes de serem enviados para destruição.</p>
<p>O britânico pagou 5.000 libras, cerca de 5.800 euros, pelo chassis. Parecia uma pechincha. Mas, no mundo da Fórmula 1, comprar barato é apenas o início da despesa.</p>
<p>Durante a década seguinte, Kevin procurou peças originais dentro e fora do Reino Unido. Algumas eram difíceis de encontrar, outras tinham preços difíceis de justificar fora do universo da alta competição. O volante, por exemplo, custou-lhe 10.000 libras, cerca de 11.600 euros — o dobro do valor pago pelo chassis.</p>
<p>O maior problema foi o motor. Usar uma unidade motriz oficial da Renault, compatível com o carro, estava praticamente fora de questão. Segundo contou ao canal &#8216;Driver61&#8217; &#8211; <a href="https://www.youtube.com/watch?v=PsHTtMEydE0" target="_blank" rel="noopener">pode ver o vídeo aqui</a> -, a Renault terá admitido alugá-la por 2 milhões de euros por trimestre, mas com uma condição adicional: a presença de técnicos da marca, também pagos por Kevin, para acompanhar e reconstruir a unidade depois desse período.</p>
<p>A solução foi aceitar um compromisso: em vez de um verdadeiro motor de F1, o projeto recebeu um motor mais pequeno de Fórmula Renault. Não era a escolha perfeita, mas era a única forma realista de fazer o carro andar.</p>
<p>Mesmo assim, a adaptação estava longe de ser simples. Num Fórmula 1, o motor não é apenas uma peça aparafusada ao chassis, como acontece num automóvel comum. É parte estrutural do carro. Funciona como elemento resistente, suportando a secção traseira. Sem motor, o monolugar perderia integridade estrutural.</p>
<p>Depois veio outro desafio: cablagem, eletrónica e sistemas de funcionamento. Reconstruir um F1 não é apenas montar peças raras; é fazer com que componentes pensados para operar num ambiente de equipa, com engenheiros, computadores e protocolos específicos, consigam funcionar numa garagem doméstica.</p>
<p>O primeiro teste em movimento aconteceu no final de 2024. Agora, em 2026, o carro está pronto para pista. No total, Kevin terá gasto entre 174 e 232 mil euros. É muito dinheiro, mas continua a ser bastante menos do que custaria comprar um Fórmula 1 usado completo e funcional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766162]]></sapo:autor>
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		<title>Médicos veterinários lançam petição pela alteração do IVA nos serviços de animais de companhia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 18:24:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Ordem dos Médicos Veterinários vai promover uma petição nacional para alteração do regime do IVA (Imposto sobre Valor Acrescentado) nos serviços médico-veterinários de animais de companhia, com o objetivo de reparar "uma injustiça fiscal", anunciou hoje o bastonário.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Ordem dos Médicos Veterinários vai promover uma petição nacional para alteração do regime do IVA (Imposto sobre Valor Acrescentado) nos serviços médico-veterinários de animais de companhia, com o objetivo de reparar &#8220;uma injustiça fiscal&#8221;, anunciou hoje o bastonário.</P><br />
<P>Segundo Pedro Fabrica, a Ordem dos Médicos Veterinários (OMV) vai promover &#8220;uma petição nacional, integrada numa grande campanha direcionada à sociedade civil, para forçar a discussão&#8221; do tema da alteração do IVA em plenário na Assembleia da República.</P><br />
<P>O bastonário, que falava na cerimónia de abertura oficial do 11.º Encontro de Formação da Ordem dos Médicos Veterinários, no Centro de Congressos de Lisboa, considerou que &#8220;o IVA nos serviços médico-veterinários de animais de companhia é uma questão de enorme injustiça fiscal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É também uma questão que penaliza diretamente as milhões de famílias detentoras de animais de companhia&#8221; e &#8220;também uma questão de saúde pública que não pode ser ignorada&#8221;, acrescentou Pedro Fabrica, assegurando que a instituição &#8220;vai enfrentar este desafio com energia redobrada, pois é uma reivindicação justa e urgente&#8221;.</P><br />
<P>Para o dirigente da OMV, após sucessivas audiências em comissões parlamentares e reuniões com o Ministério da Agricultura, nas quais defenderam a alteração do regime do IVA, &#8220;é gritante a falta de sensibilidade dos decisores políticos&#8221; e, por isso, decidiram que não vão &#8220;ficar parados&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se os decisores políticos têm ignorado esta questão, faremos com que sejam levados a olhá-la de frente, nas suas várias dimensões&#8221;, salientou.</P><br />
<P>O bastonário, na sua intervenção, referiu ainda que a OMV continuará a atuar pela &#8220;valorização da medicina veterinária&#8221;, tendo entregado a diversos grupos parlamentares, aos governos regionais da Madeira e dos Açores, e ao ministro da Agricultura &#8220;uma proposta estruturada para a definição da carreira especial de médico veterinário da Administração Pública&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A criação desta carreira vai resolver rapidamente a falta de inspetores sanitários&#8221;, fixar &#8220;médicos veterinários oficiais nos serviços centrais e regionais&#8221; e reforçar &#8220;o papel dos médicos veterinários municipais enquanto autoridade sanitária local&#8221;, advogou Pedro Fabrica.</P><br />
<P>Além de ter &#8220;um efeito de contágio positivo no setor privado&#8221;, o bastonário apontou que a criação da carreira &#8220;estabelece um referencial de valorização do trabalho do médico veterinário em moldes transversais&#8221; e que uma carreira robusta &#8220;assegura serviços independentes, resistentes a pressões externas, e devolve a dignidade ao serviço público&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Qualquer solução paliativa irá apenas enfraquecer a cadeia de valor da nossa profissão&#8221; e &#8220;pôr em risco todas as conquistas de décadas de serviço público&#8221;, frisou.</P><br />
<P>A OMV, prosseguiu, entregou também aos grupos parlamentares, uma proposta detalhada para a clarificação e detalhe dos atos próprios da profissão, com o objetivo de &#8220;garantir a segurança dos atos praticados nos animais, proteger os detentores, e definir limites e responsabilidades claras na inter-relação com outras profissões&#8221;.</P><br />
<P>No diagnóstico do setor, Pedro Fabrica enunciou, entre outros problemas, a crónica falta de recursos financeiros e humanos na Administração Pública central e nas regiões autónomas, a enorme dificuldade na contratação de inspetores sanitários e de médicos veterinários municipais, os &#8220;entraves à fixação de médicos veterinários no setor privado, e &#8220;a ausência de um plano nacional com metas eficazes para o controlo da população de animais de companhia&#8221;.</P><br />
<P>O 11.º Encontro de Formação da Ordem dos Médicos Veterinários, que decorre desde sexta-feira e até domingo, conta com mais de uma centena de oradores, com participantes de Espanha, Angola, Brasil, Cabo Verde e Moçambique, e representantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), de ordens profissionais congéneres e de sociedades científicas e da academia.</P></p>
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		<title>Taça de Portugal: Torreense &#8220;preparado&#8221; para disputar final e &#8220;tentar ganhar&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 23 May 2026 18:20:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O treinador Luís Tralhão garantiu hoje um Torreense &#8220;preparado para competir&#8221; e &#8220;tentar ganhar&#8221; a Taça de Portugal de futebol no domingo, no Jamor, apesar do menor favoritismo perante o Sporting.</P><br />
<P>&#8220;Temos um grupo preparado para jogar qualquer jogo e um plantel com muita qualidade. Aproveito para dizer que o Costinha [sentado ao seu lado] está entre os convocados, ficam em primeira mão a saber [risos]. E, portanto, com A, B ou C, estamos preparados para jogar. Uma coisa que garanto é que amanhã [domingo] a equipa vai estar aqui, preparada para competir e tentar ganhar o troféu&#8221;, realçou, em conferência de imprensa realizada no Estádio Nacional, palco da partida.</P><br />
<P>Na antevisão à final da prova &#8216;rainha&#8217;, Luís Tralhão não escondeu que, relativamente ao &#8216;onze&#8217; titular a apresentar, &#8220;há uma ideia sobre o que se quer apresentar&#8221; e garantiu que, mesmo com o jogo frente ao Casa Pia, referente à segunda mão do play-off de acesso à I Liga, se realizar na quinta-feira, o Torreense pensará numa partida de cada vez.</P><br />
<P>&#8220;Quando digo que o objetivo prioritário é o campeonato, o campeonato é só na quinta-feira. Estamos claramente focados na Taça &#8211; aliás, acho que até já falámos demasiado aqui sobre isso &#8211; esse é o nosso principal objetivo. Depois de jogarmos, vamos jogar na quinta-feira para podermos jogar contra o Sporting mais vezes. Esse é que é o grande objetivo, jogar com o Sporting, o Benfica, o FC Porto, estar na I Liga&#8221;, vincou o técnico de 47 anos.</P><br />
<P>Tal como o clube que lidera, Luís Tralhão disputará a primeira final da Taça de Portugal da sua carreira e frisou a importância de &#8220;viver o momento&#8221; e &#8220;desfrutar&#8221; de um ponto alto que poucos têm o privilégio de alcançar.</P><br />
<P>&#8220;Atingirmos uma final da Taça de Portugal é um objetivo que muitos clubes passam anos e anos sem cá poderem estar. Jogadores passam uma carreira sem poderem cá estar ou treinadores, como eu, não sonhavam, nos próximos tempos, cá estar na sua carreira. Há muitos que vão fazer carreiras muito melhores do que a minha e não vão poder sentar-se aqui. Há que aproveitar tudo isto e desfrutar do que estamos a viver e aproveitar todas as hipóteses que temos para ganhar&#8221;, comentou.</P><br />
<P>Motivado em fazer parte de um momento histórico para o Torreense e o futebol português, Tralhão apontou os méritos do plantel que tem às suas ordens, destacando a sua qualidade desportiva, mas também humana.</P><br />
<P>&#8220;Valorizo a força que eles têm em acreditar que são capazes de fazer coisas extraordinárias, que fui acompanhado no início da época, como treinador dos sub-23. Vi muitos jogos deles e sempre achei que era um grupo com muita qualidade, mas depois de trabalhar com eles, além da qualidade técnica e específica do jogo que têm, acho que é a qualidade humana. Eu não teria este sucesso se não tivéssemos as pessoas que temos, são gente espetacular&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Sporting e Torreense vão disputar a final da Taça de Portugal no domingo, a partir das 17:15, no Estádio Nacional, em Oeiras, que terá arbitragem de António Nobre, da associação de Leiria.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766904]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>FC Barcelona goleia OL Lyonnes e conquista Liga dos Campeões feminina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 18:04:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O FC Barcelona conquistou hoje a Liga dos Campeões feminina de futebol pela quarta vez, ao golear na final as francesas do OL Lyonnes, por 4-0, em jogo realizado no Estádio Ullevaal, em Oslo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O FC Barcelona conquistou hoje a Liga dos Campeões feminina de futebol pela quarta vez, ao golear na final as francesas do OL Lyonnes, por 4-0, em jogo realizado no Estádio Ullevaal, em Oslo.</P><br />
<P>Um ano depois de ter perdido a decisão da prova para o Arsenal, no Estádio José Alvalade, a formação catalã, que teve a portuguesa Kika Nazareth nos últimos minutos, impôs-se às gaulesas com dois golos da polaca Ewa Pajor (55 e 70 minutos) e outros dois de Salma Paralluelo (90 e 90+3).</P><br />
<P>O OL Lyonnes continua a ser o clube com mais títulos da &#8216;Champions&#8217; feminina, com oito, enquanto o FC Barcelona igualou as germânicas do Frankfurt no segundo posto do ranking, com quatro troféus, cada.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766903]]></sapo:autor>
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		<title>Ex-cientista da CIA alega que Governo dos EUA conhece “pelo menos quatro tipos” de espécies extraterrestres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 18:00:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A pergunta parece saída de um filme de ficção científica, mas voltou a entrar no debate público americano pela voz de antigos especialistas ligados a programas secretos de investigação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pergunta parece saída de um filme de ficção científica, mas voltou a entrar no debate público americano pela voz de antigos especialistas ligados a programas secretos de investigação. Hal Puthoff, físico e engenheiro elétrico que trabalhou em projetos da comunidade de informações dos Estados Unidos relacionados com espionagem psíquica e OVNI nas décadas de 1970 e 1980, afirmou que o Governo americano terá conhecimento de “pelo menos quatro tipos” diferentes de vida não humana.</p>
<p>A alegação foi feita no podcast &#8216;The Diary of a CEO&#8217;, de Steve Bartlett, onde Puthoff surgiu ao lado do realizador Dan Farah, autor do documentário &#8216;The Age of Disclosure&#8217;. Segundo o antigo cientista da CIA, indicou o tabloide britânico &#8216;Daily Mail&#8217;, pessoas envolvidas na recuperação de alegadas aeronaves não identificadas acidentadas terão encontrado sinais de “quatro tipos separados” de vida.</p>
<p>“Há pelo menos quatro tipos. Quatro tipos separados. Agora, eu não tive acesso direto a isso, mas acredito nas pessoas com quem falei. Quatro tipos diferentes de vida, pelo menos”, afirmou Puthoff.</p>
<p>As declarações recuperam uma das áreas mais controversas do debate sobre fenómenos aéreos não identificados: a hipótese de existirem programas secretos de recuperação e engenharia inversa de tecnologia de origem não humana. O tema ganhou novo fôlego nos Estados Unidos com audições no Congresso, testemunhos de antigos responsáveis e a divulgação parcial de ficheiros sobre OVNI.</p>
<p>Entre as espécies mencionadas surgem nomes familiares para quem acompanha a cultura dos avistamentos extraterrestres: os chamados ‘Grays’, os ‘Nordics’, os ‘Insectoids’ e os ‘Reptilians’. A lista já tinha sido referida pelo físico Eric Davis, conhecido por trabalhos em projetos classificados do Pentágono, que afirmou perante membros do Congresso que estes seriam potenciais operadores de aeronaves não identificadas.</p>
<p>Segundo Davis, as descrições recolhidas não devem ser lidas literalmente como prova de seres reptilianos ou insetoides, mas como a forma como as testemunhas os percecionam: entidades humanoides, com cabeça, tronco e quatro membros, mas com características que lembram répteis, insetos ou humanos de aparência nórdica.</p>
<p>Os ‘Grays’ são a figura mais clássica do imaginário extraterrestre: pequenos seres de pele acinzentada, cabeça grande e olhos negros em forma de amêndoa. Tornaram-se populares sobretudo a partir dos anos 60, depois do caso de Betty e Barney Hill, casal americano que afirmou ter sido raptado por seres com essas características.</p>
<p>Os ‘Nordics’, por outro lado, são descritos como seres muito altos, semelhantes a humanos escandinavos, com cabelo louro, olhos azuis e pele clara. Na mitologia OVNI, surgem frequentemente associados ao aglomerado estelar das Plêiades, localizado a cerca de 440 anos-luz da Terra.</p>
<p>Já os ‘Insectoids’ são apresentados como criaturas semelhantes a louva-a-deus gigantes, com múltiplos membros, exoesqueleto, mandíbulas e antenas. As descrições associam-nos muitas vezes a capacidades telepáticas, num registo que mistura relatos de supostos avistamentos, cultura popular e ficção científica.</p>
<p>Os ‘Reptilians’ são talvez os mais controversos, por estarem ligados a teorias da conspiração antigas e sem prova verificável. Estas alegações descrevem-nos como seres com aparência de réptil, capazes de caminhar como humanos e, em algumas versões mais extremas, de se infiltrarem na sociedade através de mudanças de forma. A ideia foi popularizada no final do século XX por teorias conspirativas associadas a David Icke.</p>
<p>O documentário de Dan Farah sustenta que o Governo americano terá ocultado, desde os anos 40, uma operação de recuperação de aeronaves de origem não humana. O realizador afirma ter ouvido, em entrevistas filmadas e conversas fora de câmara, relatos sobre dezenas de recuperações de objetos acidentados apenas nos Estados Unidos.</p>
<p>“Dezenas de aeronaves de origem não humana que caíram organicamente ou que foram forçadas a cair e depois recuperadas”, afirmou Farah no podcast.</p>
<p>Apesar destas alegações, o Governo e as Forças Armadas dos Estados Unidos têm mantido a posição oficial de que não existe “prova verificável” de recuperação de OVNI ou de extraterrestres. Essa distância entre testemunhos, suspeitas e confirmação oficial continua a ser o ponto central do debate.</p>
<p>O tema voltou a ganhar atenção depois de Donald Trump ter ordenado a divulgação de ficheiros relacionados com OVNI e vida extraterrestre. Uma nova vaga de documentos deverá ser publicada ainda este mês, com alguns congressistas a anteciparem informações potencialmente relevantes para o debate público.</p>
<p>Ainda assim, parte da discussão em Washington já se afastou da explicação extraterrestre clássica. Algumas figuras políticas, incluindo Anna Paulina Luna e o vice-presidente JD Vance, têm defendido que os seres descritos podem não ser alienígenas, mas “seres interdimensionais”, numa leitura ainda mais difícil de verificar cientificamente.</p>
<p>Por agora, as afirmações de Puthoff e Davis ficam no terreno das alegações não confirmadas. Têm peso por virem de pessoas que passaram por programas militares, científicos ou de informações, mas continuam sem prova pública independente que confirme a existência de espécies extraterrestres, aeronaves recuperadas ou programas globais de engenharia inversa.</p>
<p>O que parece certo é que o tema deixou de viver apenas nas margens da cultura popular. Entre podcasts de grande audiência, documentários, audições no Congresso e novas promessas de divulgação de ficheiros, a pergunta sobre o que os Governos sabem — e o que escondem — voltou a ocupar espaço no centro da conversa americana.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766087]]></sapo:autor>
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		<title>Taça de Portugal: Vitória na final tornaria jogadores do Torreense &#8220;eternizados&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 17:50:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O médio Costinha admitiu hoje que uma eventual vitória na final da Taça de Portugal de futebol deixaria os jogadores do Torreense &#8220;eternizados&#8221; na história do clube, que ainda luta pelo acesso ao principal escalão.</P><br />
<P>A poucos metros do troféu, em conferência de imprensa de antevisão ao jogo decisivo da prova &#8216;rainha&#8217;, o futebolista de 33 anos assegurou que a perspetiva de obter um melhor contrato em função do mediatismo do jogo e o poderio do adversário, o Sporting, não influencia a mentalidade dos atletas do clube do Oeste, que se focam em cumprir história e vencer o jogo.</P><br />
<P>&#8220;Se tal acontecesse, acho que ficaríamos eternizados não só no clube como em Portugal. Se um clube da dimensão do Torreense conseguir ganhar a Taça, acho que ficaríamos, certamente, eternizados e não olho tanto para a questão de um [melhor] contrato, pois acho que disputar a I Liga seria muito mais vantajoso nesse aspeto&#8221;, comentou o futebolista português.</P><br />
<P>Costinha relativizou o menor tempo de recuperação e o desgaste acrescido a que o Torreense será sujeito em função de disputar a final da Taça de Portugal entre os dois encontros do play-off de acesso à I Liga, com o Casa Pia, o primeiro dos quais realizado na quarta-feira passada (0-0) e o segundo agendado para a próxima quinta-feira.</P><br />
<P>&#8220;Acho sinceramente que o grupo está a viver isto com bastante naturalidade e, se calhar, até ajuda um pouco os jogos estarem próximos, porque nem dá tempo para pensar tanto neles. Ainda há dias tivemos um jogo bastante importante, não nos deu muito tempo para pensar na final da Taça e acho que só agora estamos aqui e começamos a pensar que realmente isto é real&#8221;, adiantou o médio.</P><br />
<P>Costinha salientou a qualidade do Sporting, detentor do troféu e opositor que considera uma das melhores equipas &#8220;não só de Portugal, mas da Europa&#8221;, que fez uma &#8220;caminhada fantástica&#8221;, e destacou Morten Hjulmand e Hidemasa Morita, com os quais protagonizará vários duelos a meio-campo.</P><br />
<P>&#8220;Debilidades no Sporting é difícil de encontrar, porque estamos a falar das melhores equipas não só de Portugal, mas da Europa, que fez uma caminhada fantástica em Portugal e também na Liga dos Campeões. Sabemos que é um meio-campo com muita rotatividade, Hjulmand e Morita têm muita qualidade. Felizmente, tive a oportunidade de jogar com o Morita [no Santa Clara] e sei perfeitamente disso&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Sporting e Torreense vão disputar a final da Taça de Portugal no domingo, a partir das 17:15, no Estádio Nacional, em Oeiras, que terá arbitragem de António Nobre, da associação de Leiria.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766902]]></sapo:autor>
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		<title>Relatório da Presidência Aberta tem&#8221;grande alinhamento&#8221; com PTRR &#8212; Estrutura de Missão (C/ÁUDIO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 17:41:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O coordenador da Estrutura de Missão para a Reconstrução da Região Centro, Paulo Fernandes, considerou hoje que o relatório da Presidência Aberta sobre o mau tempo tem um "grande alinhamento" com o PTRR.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O coordenador da Estrutura de Missão para a Reconstrução da Região Centro, Paulo Fernandes, considerou hoje que o relatório da Presidência Aberta sobre o mau tempo tem um &#8220;grande alinhamento&#8221; com o PTRR.</P><br />
<P>&#8220;Eu vejo um grande alinhamento entre muitas das sugestões, propostas, reflexões estratégicas que traz o relatório e muitas das medidas que estão no PTRR [Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência]&#8221;, afirmou à agência Lusa Paulo Fernandes.</P><br />
<P>Após ser questionado se lê no documento uma crítica ao Governo, Paulo Fernandes acrescentou: &#8220;Numa situação destas, é sempre muito mais relevante olharmos para aquilo que nos junta e para aquilo em que, de facto, há uma concertação ou um alinhamento estratégico do que, obviamente, falarmos de outras questões&#8221;.</P><br />
<P>O PTRR &#8211; Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência é um programa de resposta à catástrofe climática que assolou várias regiões do país entre 28 janeiro e 15 de fevereiro, e que visa preparar o país &#8220;para um futuro mais seguro, resiliente e competitivo, segundo o Governo.</P><br />
<P>No relatório da Presidência Aberta na Zona Centro do país, realizada por António José Seguro entre 06 e 10 de abril às zonas afetadas pelas tempestades, hoje noticiado pelo Público e a que Lusa teve acesso, o Presidente da República considera que as consequências do mau tempo que atingiu o país no início do ano exigem que &#8220;se acelerem apoios, se clarifiquem medidas&#8221; e se melhore a coordenação entre entidades no terreno.</P><br />
<P>&#8220;As preocupações identificadas ao longo da Presidência Aberta são claras: a lentidão de alguns apoios, a persistência de situações por resolver, a necessidade de reforçar a redundância das telecomunicações, do fornecimento de energia, das acessibilidades e da comunicação em emergência, e a urgência de garantir que o território entra nos meses de maior risco em condições mais seguras do que aquelas em que saiu do inverno&#8221;, refere.</P><br />
<P>O relatório aponta ainda que a governação da crise gerada pelas tempestades de janeiro e fevereiro &#8220;revelou insuficiências de coordenação, clareza e interoperabilidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A crise expôs debilidades no aviso, na comunicação de risco, na articulação entre níveis da administração, na clareza dos interlocutores setoriais, no enquadramento do apoio militar, na interoperabilidade entre plataformas e na capacidade de tratamento administrativo da informação&#8221;, refere o documento.</P><br />
<P>Referindo identificar-se com o documento, Paulo Fernandes considerou-o &#8220;muito importante&#8221;, não só &#8220;uma reflexão sobre um dos acontecimentos naturais mais dramáticos&#8221; da História do país, como também o facto de o Presidente da República ter uma &#8220;enorme preocupação de procurar ser parte sempre também construtiva de soluções, de propostas&#8221;.</P><br />
<P>Por outro lado, considerou que António José Seguro procurou saber como é que estavam a correr as respostas (apoios).</P><br />
<P>&#8220;Foram criadas respostas muito rápidas e muito ecléticas&#8221;, destacou Paulo Fernandes, admitindo que a necessidade de rapidez e a complexidade de medidas diversas &#8220;trouxeram outros problemas&#8221;, como a criação de plataformas, regulamentação ou harmonização entre entidades.</P><br />
<P>O coordenador da Estrutura de Missão reconheceu que essas são questões &#8220;menos positivas&#8221;, assinalando ainda que o relatório apresenta outra vertente &#8220;muito importante&#8221;, que passa pela necessidade de o país se &#8220;preparar de forma diferente para esse tipo de eventos&#8221;, com ferramentas que &#8220;não podem ser começadas sempre do zero&#8221;, mas antes &#8220;têm de estar juridicamente, administrativamente, digitalmente, financeiramente preparadas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Eventualmente, a principal crítica (&#8230;) é o facto de o país não estar totalmente estruturado ao nível dos seus protocolos, plataformas, regulamentos&#8221; para situações destas. </P><br />
<P>Paulo Fernandes adiantou que o Presidente da República manifesta também preocupação com a recuperação e com a resiliência, nas comunicações, seguros, edificado, tecido económico ou grupos mais vulneráveis, assinalando, igualmente, a necessidade de haver &#8220;uma permanente ação ou avaliação&#8221;, para que &#8220;ninguém fique para trás&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766901]]></sapo:autor>
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		<title>Colisão entre dois elétricos na Alemanha provoca dezenas de feridos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 17:17:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois elétricos colidiram hoje frontalmente na cidade alemã de Dusseldorf, causando mais de 50 feridos, muitos dos quais tiveram de ser hospitalizados, informou o corpo de bombeiros local.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Dois elétricos colidiram hoje frontalmente na cidade alemã de Dusseldorf, causando mais de 50 feridos, muitos dos quais tiveram de ser hospitalizados, informou o corpo de bombeiros local.</P><br />
<P>O acidente ocorreu por volta das 11:30 locais (10:30 em Lisboa) num cruzamento muito movimentado desta cidade do oeste da Alemanha e os serviços de emergência foram rapidamente mobilizados para o local.</P><br />
<P>Vinte e oito feridos foram transportados para o hospital, enquanto outros 28, com ferimentos mais leves, receberam cuidados no local, precisaram os bombeiros em comunicado.</P><br />
<P>A causa do acidente ainda não foi determinada e a polícia abriu uma investigação.</P></p>
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		<item>
		<title>Ucrânia: 18 mortos em ataque a escola em território anexado por Moscovo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 17:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 18 pessoas morreram e três estavam desaparecidas após um ataque de um drone ucraniano contra um dormitório e uma escola profissional numa região do leste da Ucrânia controlada pela Rússia, segundo um novo balanço das autoridades russas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos 18 pessoas morreram e três estavam desaparecidas após um ataque de um drone ucraniano contra um dormitório e uma escola profissional numa região do leste da Ucrânia controlada pela Rússia, segundo um novo balanço das autoridades russas.</P><br />
<P>&#8220;Um total de 60 pessoas foram afetadas, incluindo 18 que morreram no desabamento do dormitório da escola profissional da Universidade Pedagógica de Lugansk&#8221;, informaram hoje os serviços russos de resgate a propósito do ataque mortal ocorrido na madrugada de quinta para sexta-feira.</P><br />
<P>Três pessoas estavam ainda presas sob os escombros, mantendo-se as buscas nos destroços de um edifício educativo em Starobilsk, uma cidade de 16 mil habitantes situada na região de Lugansk, no leste da Ucrânia, cuja anexação é reivindicada por Moscovo. </P><br />
<P>Na sexta-feira, o Presidente russo, Vladimir Putin, classificou o ataque como um &#8220;ato terrorista&#8221;, afirmando que &#8220;não foi acidental&#8221; e prometendo uma resposta militar. </P><br />
<P>Kiev negou ter visado alvos civis e alegou ter atingido uma unidade de drones russos estacionada na região, que fica a 65 quilómetros da linha da frente.</P><br />
<P>Imagens divulgadas pelos serviços russos de resgate mostram os socorristas a remover escombros e a escavar manualmente e com pás os destroços de um edifício de vários andares completamente devastado. </P><br />
<P>Vídeos publicados na conta de Telegram da universidade mostram estruturas de camas e colchões no meio dos escombros, bem como um segundo edifício vizinho também destruído, cuja fachada ostenta a inscrição &#8220;Escola Técnica Profissional de Starobelsk&#8221; (o nome da cidade em russo).</P><br />
<P>De acordo com uma lista publicada hoje pelas autoridades, os mortos e desaparecidos nasceram entre 2003 e 2008 e são, na sua maioria, mulheres jovens. Entre os feridos, os mais jovens nasceram em 2010. </P><br />
<P>&#8220;A região e todo o país partilham o destino destas pessoas e a dor das suas famílias&#8221;, lia-se na lista.</P><br />
<P>No dia anterior, as autoridades russas tinham confirmado que 86 jovens, com idades entre os 14 e os 18 anos, estavam num dormitório de vários andares que ruiu após o ataque. </P><br />
<P>As Nações Unidas condenaram na sexta-feira &#8220;qualquer ataque contra civis e infraestruturas civis, onde quer que ocorra&#8221;, especificando que não conseguiam aceder à área sob controlo de Moscovo para verificar os detalhes. </P><br />
<P>Os ataques com drones em ambos os lados da fronteira aumentaram significativamente desde o ano passado, com Kiev e Moscovo a lançarem centenas destas aeronaves todas as noites. </P><br />
<P>O Ministério da Defesa da Rússia informou entretanto ter intercetado 407 drones ucranianos entre sexta-feira e o dia de hoje. </P><br />
<P>As forças ucranianas, por sua vez, anunciaram a interceção de 102 de 124 drones lançados durante a noite por Moscovo contra o seu território. </P><br />
<P>Os esforços diplomáticos, mediados pelos Estados Unidos, para pôr fim ao conflito entre a Ucrânia e a Rússia estão paralisados desde o início da guerra no Médio Oriente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766899]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>China descobre jazidas ‘supergigantes’ de ouro que podem valer mais de 76 mil milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 17:00:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ouro]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar da dimensão das descobertas chinesas, os números permanecem provisórios até que estudos mais detalhados confirmem a escala real dos depósitos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A China poderá ter encontrado dois dos maiores depósitos de ouro já identificados no país, com uma massa conjunta potencial superior a 2.000 toneladas métricas. As descobertas, localizadas nas províncias de Hunan e Liaoning, ainda dependem de novas confirmações geológicas, mas podem valer milhares de milhões de dólares e alterar a dimensão conhecida dos recursos auríferos chineses.</p>
<p>O primeiro depósito, Wangu, na província de Hunan, relatou o site &#8216;Science Alert&#8217;, já tinha sido descrito pela agência estatal chinesa &#8216;Xinhua&#8217; como uma descoberta “supergigante”. Só este campo aurífero foi anteriormente avaliado em mais de 600 mil milhões de yuan, cerca de 76 mil milhões de euros, e poderá conter mais de 1.000 toneladas de ouro a maior profundidade.</p>
<p>As primeiras avaliações indicavam a existência de 300 toneladas de reservas confirmadas até aos 2.000 metros de profundidade, com uma estimativa superior a 1.000 toneladas até aos 3.000 metros. Na altura da descoberta, os geólogos chineses relataram que vários núcleos de rocha perfurados apresentavam ouro visível.</p>
<p>Mas a descoberta de Dadonggou, na província de Liaoning, pode ser ainda mais impressionante. De acordo com informações citadas pelo &#8216;ScienceAlert&#8217;, briefings governamentais chineses apontam para um recurso potencial próximo das 1.500 toneladas, acima das mais de 1.000 toneladas estimadas num estudo publicado em 2025 na &#8216;China Mining Magazine&#8217;.</p>
<p>A descoberta foi feita pela Quinta Brigada Geológica de Liaoning, que voltou a estudar uma zona onde, nos anos 80, vestígios de ouro tinham sido considerados economicamente pouco interessantes. O que parecia disperso revelou-se, afinal, parte de uma grande faixa mineral contínua, com cerca de 3.000 metros de comprimento e 1.500 metros de largura.</p>
<p>Há, no entanto, uma nuance importante: o ouro de Dadonggou parece ter uma concentração relativamente baixa, entre 0,3 e 1 parte por milhão. Ou seja, há pouco ouro por tonelada de material. Ainda assim, os investigadores indicam que poderá ser de extração relativamente fácil, com uma taxa potencial de recuperação entre 65% e 91%.</p>
<p>O interesse científico da descoberta vai além do valor económico. Dadonggou situa-se junto à falha de Tan-Lu, uma grande zona tectónica onde fraturas profundas terão permitido a deposição de minerais como ouro e pirite ao longo do tempo. As características do depósito diferem de outros conhecidos na região, o que sugere que formações semelhantes podem ter sido ignoradas por não corresponderem ao modelo geológico esperado para grandes jazidas de ouro.</p>
<p>É essa possibilidade que torna o caso especialmente relevante. Se Dadonggou confirmar o seu potencial, poderá funcionar como pista para encontrar outros depósitos semelhantes, não apenas na China, mas também noutras zonas do mundo onde a geologia tenha sido subestimada.</p>
<p>O ouro continua a ser raro nas camadas superiores da Terra. Estima-se que exista apenas cerca de 0,004 gramas de ouro por tonelada de material da crosta terrestre. Ainda assim, surgem ocasionalmente zonas com concentrações excecionais, as chamadas ‘bonanzas’, que desafiam as expectativas dos geólogos.</p>
<p>Nos últimos anos, a ciência tem mostrado que o ouro ainda guarda surpresas. Investigadores criaram em 2024 o ‘goldene’, uma forma bidimensional de ouro com apenas um átomo de espessura; outros estudos sugeriram que terramotos podem ajudar a formar grandes pepitas em profundidade; e continuam a ser exploradas aplicações médicas de nanopartículas de ouro, da resistência antimicrobiana à preservação da visão.</p>
<p>Apesar da dimensão das descobertas chinesas, os números permanecem provisórios até que estudos mais detalhados confirmem a escala real dos depósitos. E há jazidas globais ainda maiores, como Kerr-Sulphurets-Mitchell, no Canadá, com uma estimativa de 4.790 toneladas, ou Pebble, nos Estados Unidos, com cerca de 3.310 toneladas.</p>
<p>Ainda assim, a descoberta chinesa chega num momento em que há sinais de que a produção global de ouro pode ter atingido um pico em 2018. Se estes depósitos se confirmarem, não serão apenas uma boa notícia para Pequim: poderão também obrigar os geólogos a olhar de outra forma para zonas onde o ouro parecia existir, mas não em quantidade suficiente para justificar uma corrida.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766103]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Trump afirma que acordo está muito próximo mas admite retomar a guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 16:59:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, disse hoje à CBS News que um acordo com o Irão "está a aproximar-se muito", enquanto afirmou ao portal Axios estar dividido entre fechar um acordo ou retomar a guerra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, disse hoje à CBS News que um acordo com o Irão &#8220;está a aproximar-se muito&#8221;, enquanto afirmou ao portal Axios estar dividido entre fechar um acordo ou retomar a guerra.</P><br />
<P>Relativamente às negociações, &#8220;a cada dia, melhoram&#8221;, comentou o Presidente dos EUA à CBS News, em declarações por telefone.</P><br />
<P>Segundo o canal norte-americano, que cita fontes próximas das discussões, a proposta mais recente incluiria a reabertura do estreito de Ormuz, o descongelamento de alguns ativos iranianos em bancos no estrangeiro e a continuação das negociações por mais 30 dias.</P><br />
<P>A CBS News não especificou qual das partes está por trás destas propostas.</P><br />
<P>No entanto, Donald Trump moderou as expectativas numa entrevista telefónica ao portal Axios.</P><br />
<P>O Presidente disse haver &#8220;50-50&#8221; de hipóteses de chegar a um &#8220;bom&#8221; acordo ou, pelo contrário, de &#8220;explodir&#8221; o Irão, um país com o qual acordou um cessar-fogo em abril, após iniciar ataques em 28 de fevereiro, juntamente com Israel.</P><br />
<P>O líder da Casa Branca tem previsto reunir-se ainda hoje com a sua equipa de segurança, incluindo o vice-presidente JD Vance, e a equipa de negociação dos EUA, Steve Witkoff e Jared Kushner, para avaliar a situação.</P><br />
<P>Na sexta-feira, Trump cancelou a deslocação ao casamento do filho mais velho, hoje, e regressou a Washington para dar seguimento às negociações com Teerão.</P><br />
<P>O chefe do exército paquistanês, general Asim Munir, que atua como mediador entre os Estados Unidos e o Irão, visitou hoje Teerão para tentar pressionar um acordo.</P><br />
<P>No final da visita, afirmou que as conversações realizadas nas últimas 24 horas na capital iraniana resultaram em &#8220;progressos encorajadores&#8221; rumo a um &#8220;entendimento final&#8221;.</P><br />
<P>Também Teerão e Washington referiram hoje um avanço nas negociações, após semanas de tensões e consultas diplomáticas.</P><br />
<P>&#8220;Após várias semanas de conversações bilaterais, há uma tendência para a aproximação&#8221; em relação às posições norte-americanas, disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmail Baghaei, na televisão estatal, revelando que Teerão estava na &#8220;fase de finalização&#8221; de um memorando de entendimento com Washington com vista a cessar hostilidades.</P><br />
<P>Pouco antes, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, tinha dito que havia &#8220;uma hipótese&#8221; de o Irão aceitar um acordo para acabar com a guerra já hoje.</P><br />
<P>&#8220;É possível que mais tarde hoje, amanhã ou dentro de alguns dias, tenhamos informações para partilhar&#8221;, disse Rubio aos jornalistas em Nova Deli, acrescentando que esperava ter &#8220;boas notícias&#8221;.</P><br />
<P>   As partes mantêm um frágil cessar-fogo desde 08 de abril &#8211; que interrompeu o conflito iniciado por Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro contra a República Islâmica &#8211; e realizaram a única ronda de conversações formal três dias depois em Islamabad, que não produziu resultados, e desde então prosseguem negociações indiretas.</P><br />
<P>O Irão continua a exercer ameaça militar no estreito de Ormuz, atingindo os preços globais de bens petrolíferos, enquanto os Estados Unidos impuseram um bloqueio naval aos portos iranianos como forma de asfixiar a economia da República Islâmica.</P><br />
<P>As negociações são centradas no estreito de Ormuz, no programa nuclear e de produção de mísseis de longo alcance do Irão, bem como no seu apoio a grupos armados no Médio Oriente, como o Hezbollah libanês e o Hamas palestiniano, e nos bens iranianos congelados no estrangeiro e sanções internacionais contra Teerão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766898]]></sapo:autor>
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		<title>Pequim denuncia &#8220;crimes graves&#8221; na explosão de mina e promete punições severas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 16:34:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades chinesas prometeram hoje punições severas pela explosão numa mina de carvão, após concluírem que a empresa mineira cometeu "crimes graves", enquanto reduziram o número de mortos para 82 face ao balanço anterior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades chinesas prometeram hoje punições severas pela explosão numa mina de carvão, após concluírem que a empresa mineira cometeu &#8220;crimes graves&#8221;, enquanto reduziram o número de mortos para 82 face ao balanço anterior.</P><br />
<P>&#8220;O acidente matou 82 pessoas. Duas pessoas continuam desaparecidas e a busca continua sem abrandar. E outras 128 pessoas ficaram feridas e foram hospitalizadas&#8221;, disse Chen Xiangyang, presidente da câmara da cidade de Changzhi, província de Shanxi, segundo a emissora estatal CCTV.</P><br />
<P>Um balanço anterior tinha dado conta de mais de 90 vítimas mortais.</P><br />
<P>Um total de 247 mineiros encontravam-se na mina de carvão de Liushenyu quando a explosão ocorreu na noite de sexta-feira, num acidente que é o mais grave neste setor em 17 anos. </P><br />
<P>Os serviços de emergência e de saúde destacaram 755 pessoas para o local, segundo a televisão estatal.</P><br />
<P>As autoridades chinesas anunciaram hoje que os resultados iniciais da investigação concluíram que a empresa mineira cometeu &#8220;crimes graves&#8221;, segundo os meios de comunicação estatais.</P><br />
<P>&#8220;Avaliações preliminares indicam que a empresa que opera a mina de carvão foi culpada de graves violações da lei&#8221;, disseram os responsáveis numa conferência de imprensa transmitida pela CCTV.</P><br />
<P>Segundo a agência oficial de notícias Xinhua, o governo lançou uma investigação &#8220;intransigente&#8221; após a explosão na mina &#8220;pertencente ao Grupo Shanxi Tongzhou&#8221;, e &#8220;os responsáveis serão severamente punidos, de acordo com as leis e regulamentos em vigor&#8221;.</P><br />
<P>A agência tinha anteriormente afirmado que uma pessoa responsável pela empresa envolvida na explosão tinha sido &#8220;colocada sob controlo ao abrigo da lei&#8221;.</P><br />
<P>Esta mina está localizada a 500 quilómetros a sudoeste de Pequim, na província de Shanxi, um importante centro mineiro de carvão na China.</P><br />
<P>A nível nacional, Pequim ordenou uma repressão às atividades mineiras ilegais, noticiaram os meios de comunicação estatais.</P><br />
<P>O Presidente Xi Jinping tinha anteriormente instado a mobilização de &#8220;todos os meios&#8221; para tratar os feridos e apelado a investigações minuciosas, sublinhando que &#8220;todas as regiões e departamentos devem aprender com este acidente.&#8221;</P><br />
<P>&#8220;Todas as regiões e autoridades competentes são obrigadas a (&#8230;) realizar repressões rigorosas contra atividades ilegais e ilícitas, e investigar e punir rigorosamente os responsáveis, segundo a Xinhua.</P><br />
<P>Acidentes em minas de carvão, das quais a China é o maior consumidor, são frequentes, mas este é o mais mortal desde novembro de 2009, quando uma explosão numa mina na cidade de Heilongjiang, no nordeste, matou 108 pessoas.</P><br />
<P>A segurança nas minas chinesas melhorou nas últimas décadas, assim como a cobertura mediática de incidentes graves, muitos dos quais antes eram ignorados.</P><br />
<P>Mas os acidentes continuam a ser frequentes numa indústria onde os protocolos de segurança são frequentemente desrespeitados.</P><br />
<P>Em fevereiro de 2023, o colapso de uma mina de carvão a céu aberto na Mongólia Interior (norte) causou a morte de 53 pessoas.</P><br />
<P>A China, o maior emissor mundial de dióxido de carbono, é o maior consumidor de carvão, um recurso que considera uma solução fiável para o fornecimento intermitente de energias renováveis.</P><br />
<P>Só as minas de carvão empregam mais de 1,5 milhões de pessoas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766897]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Chuvas torrenciais no Afeganistão causam pelo menos 28 mortos e 12 feridos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 16:21:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 28 pessoas morreram e 12 ficaram feridas durante as chuvas torrenciais que atingiram várias províncias afegãs nas últimas 48 horas, informou hoje a autoridade de gestão de catástrofes dos talibãs naquele país da Ásia Central.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>   Pelo menos 28 pessoas morreram e 12 ficaram feridas durante as chuvas torrenciais que atingiram várias províncias afegãs nas últimas 48 horas, informou hoje a autoridade de gestão de catástrofes dos talibãs naquele país da Ásia Central.</P><br />
<P></P><br />
<P>   O porta-voz da agência, Mohamed Yusuf Hamad, avançou que as tempestades afetaram quase mil famílias, das quais cerca de uma centena tiveram de fugir das suas casas, segundo a cadeia de notícias afegã Tolo.</P><br />
<P></P><br />
<P>   Entre as províncias afetadas encontram-se algumas tão populosas como Cabul, Parwan, Kapisa, Khost, Herat e Badgis.</P><br />
<P></P><br />
<P>   A autoestrada de Salang, a principal via que liga a capital, Cabul, ao norte do Afeganistão, foi temporariamente encerrada ao trânsito devido às inundações e, em algumas províncias, as forças de segurança utilizaram veículos militares e helicópteros para resgatar as vítimas das zonas mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766896]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Carneiro diz que Governo prejudicou o país ao manter SIRESP sem presidente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 16:12:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder do PS, José Luís Carneiro, considerou hoje que o Governo prejudicou o país ao manter o sistema de comunicações SIRESP sem presidente durante dois anos para depois ter ido buscar novamente Viegas Nunes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder do PS, José Luís Carneiro, considerou hoje que o Governo prejudicou o país ao manter o sistema de comunicações SIRESP sem presidente durante dois anos para depois ter ido buscar novamente Viegas Nunes.</P><br />
<P>&#8220;Durante dois anos, a mais importante infraestrutura de comunicação do Estado esteve sem presidente e qual foi a notícia que soubemos ontem [sexta-feira]: o Governo foi buscar ao fim de dois anos o general Viegas Nunes para voltar a assumir a presidência&#8221;, disse o secretário-geral do PS.</P><br />
<P>Em Coimbra, à entrada para uma reunião do Conselho Estratégico, o líder socialista salientou aos jornalistas que, durante dois anos, &#8220;o Governo prejudicou o interesse estratégico e crítico do país&#8221;.</P><br />
<P>Segundo José Luís Carneiro, quando o PS saiu do Governo, em 2024, deixou concluído o relatório para garantir a transição tecnológica do SIRESP, num trabalho preparado pelo general Viegas Nunes.</P><br />
<P>&#8220;Foi feito um trabalho que cumpriu três objetivos: o concurso internacional que estava a decorrer, a interoperabilidade das comunicações nas regiões autónomas e o continente e conseguiu também a interoperabilidade dos serviços de comunicação civis com os militares e a Jornada Mundial da Juventude permitiu testar essa resposta&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>&#8220;Paulo Viegas Nunes regressa à liderança da SIRESP S.A., depois de já ter exercido estas funções entre 2022 e 2024, iniciando agora um novo mandato numa fase estratégica de modernização e reforço da rede nacional de comunicações de emergência e segurança&#8221;, anunciou na sexta-feira em comunicado o Ministério da Administração Interna, em comunicado.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766895]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>LUSA VERIFICA: É falsa a página de recrutamento da Comissão Nacional de Eleições e outras 74 de 26 países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 16:01:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa, 23 mai 2026 (Lusa Verifica) -- São falsas as 75 páginas de supostos recrutamentos de pessoal de 27 comissões nacionais de eleições (CNE), incluindo de Portugal, Angola, Cabo Verde e Guiné-Bissau, cujas identidades foram usurpadas por uma rede responsável por centenas de páginas fraudulentas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Lisboa, 23 mai 2026 (Lusa Verifica) &#8212; São falsas as 75 páginas de supostos recrutamentos de pessoal de 27 comissões nacionais de eleições (CNE), incluindo de Portugal, Angola, Cabo Verde e Guiné-Bissau, cujas identidades foram usurpadas por uma rede responsável por centenas de páginas fraudulentas.  </P><br />
<P></P><br />
<P>+++ Alegação: &#8220;a Comissão Nacional de Eleições abriu um portal de candidaturas para recrutar novos funcionários&#8221; +++</P><br />
<P>A 17 de março, mais de um mês depois da segunda volta das eleições presidenciais de8 de fevereiro, a Lusa Verifica detetou uma página de um alegado &#8220;portal oficial de recrutamento do Comissão Nacional de Eleições (CNE)&#8221;: https://archive.ph/5PihS.</P><br />
<P>Apesar de alojada no Blogger, uma plataforma de criação e alojamento de &#8216;blogues&#8217; da Google, a página, entretanto eliminada, apresentava o logótipo oficial da CNE alojado no &#8216;site&#8217; oficial: https://archive.ph/DKWus, e um formulário que solicitava nome, número de telefone, e-mail, data de nascimento, género e a indicação se a idade era maior de 18 anos.</P><br />
<P>Quando estava ativo, o dito portal tinha ainda um sistema de redirecionamento para o link curto https://tinyurl.com/gov-cne-pt sempre que se tentava recuar no browser, uma opção que deixou de funcionar pouco depois, porque o link foi removido pela TinyURL devido à violação dos termos de uso (https://archive.ph/SOgNw).</P><br />
<P></P><br />
<P>+++ Factos: a suposta página de recrutamento da CNE e outras 74 de congéneres internacionais são fraudulentas +++</P><br />
<P>A deteção do suposto portal de recrutamento da CNE ocorreu durante um exercício didático no âmbito de um estágio curricular na Lusa Verifica de uma estudante cabo-verdiana, finalista de jornalismo, que estuda em Portugal.</P><br />
<P>O objetivo era mostrar como se pode analisar a origem de uma página falsa, neste caso da CNE de Cabo Verde (CNE CV), detetada recentemente, mas acabou por dar origem a uma investigação de várias semanas que detetou centenas de páginas falsas, como explicado em dois artigos já publicados pela Lusa.</P><br />
<P>Na sequência dessa investigação, foi possível descobrir que a suposta página da CNE portuguesa chegou a ser promovida através de um anúncio no Facebook que terá estado em exibição apenas uma hora entre 13 e 14 de janeiro: https://ghostarchive.org/archive/nxUHK?wr=false (clicar em &#8220;Don&#8217;t see the archived webpage, or is the archived page not displaying properly? Click here&#8221; caso o link de arquivo não exiba o conteúdo).</P><br />
<P>Segundo a informação disponível na biblioteca de anúncios da Meta, dona do Facebook, a origem do anúncio era uma página suspeita de um alegado &#8220;Portal de recrutamento &#8216;online'&#8221;, criada em julho de 2025, aparentemente a partir da Nigéria, e cujo único anúncio registado era aquele, mas com referências a várias CNE nas poucas imagens disponíveis nas publicações: https://archive.ph/qtKkb e https://archive.ph/0eTGj. </P><br />
<P>A imagem usada no anúncio já havia sido detetada no código-fonte da página falsa, e remetia para um alegado recrutamento relacionado com as eleições presidenciais de 18 de janeiro: https://archive.ph/qIzaF.</P><br />
<P>Através da investigação forense da página, foi possível perceber que o criador desta e de mais nove páginas falsas, incluindo de mais quatro CNE, era o perfil &#8220;Fama&#8221;, criado no Blogger em janeiro de 2026: https://archive.ph/zaioV. </P><br />
<P>Além das páginas da CNE PT e da CNE CV, esta com pelo menos dois endereços distintos originários de outros perfis (https://archive.ph/Y4yFI e https://archive.ph/yQYox), a análise dos códigos-fonte permitiu encontrar centenas de páginas produzidas por mais de 70 perfis no Blogger e no GitHub, uma plataforma de alojamento de código-fonte, responsáveis por cerca de 2200 endereços, 75 dos quais de alegadas campanhas de recrutamento de CNE de 27 países, algumas de anos anteriores, mas outras relativas a 2026.</P><br />
<P>Em praticamente todas, parte das imagens estavam de facto alojadas nas páginas oficiais das CNE de países que incluíam África do Sul (https://archive.ph/4p4wr), Benim (https://archive.ph/9N5e6), Nigéria (https://archive.ph/drpoi), Gana (https://archive.ph/okgwf) e Zâmbia (https://archive.ph/QMlgu), bem como Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) como Angola (https://archive.ph/wv4MO), Cabo Verde e Guiné-Bissau (https://archive.ph/VrnzA).</P><br />
<P>No caso destes links da Nigéria e da Zâmbia, exemplificativos das várias páginas relativas àqueles países, promovia-se o registo de eleitores e não o recrutamento de pessoal, mas a análise dessa e de outras páginas indiciava um aparente esquema de &#8220;phishing&#8221; &#8211; recolha ou roubo de dados pessoais através de páginas falsas -, ou outro esquema fraudulento para gerar receitas através de publicidade.</P><br />
<P>No final dos processos de registo, que a Lusa Verifica testou em dezenas de páginas, praticamente todas remetiam para lojas &#8216;online&#8217; como as chinesas Aliexpress e Shein (https://archive.ph/uWJxt), para &#8216;sites&#8217; alegadamente de instalação do navegador Opera, bem como para a subscrição de serviços pagos em operadores de telecomunicações ou outros destinos suspeitos potencialmente maliciosos, alguns impedidos pelos antivírus.</P><br />
<P></P><br />
<P>+++ Contraditório: a CNE de Portugal desconhecia o caso +++</P><br />
<P>A equipa da Lusa Verifica pediu ajuda técnica ao Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS), entidade oficial que analisou um levantamento preliminar desta rede e concluiu que as páginas apresentam &#8220;padrões técnicos transversais&#8221; que apontam para uma infraestrutura partilhada entre vários &#8216;sites&#8217; fraudulentos.</P><br />
<P>Apesar do perigo de &#8216;phishing&#8217; (roubo de dados pessoais através de páginas fraudulentas), a análise da CNCS concluiu que os dados pessoais introduzidos nos formulários disponíveis nas páginas não aparentam ser enviados para os operadores. </P><br />
<P>Segundo o relatório técnico enviado à Lusa, focado nas páginas das CNE, o esquema de engenharia social recorre à &#8220;recolha de dados pessoais sem transmissão real ao operador, à partilha viral por WhatsApp e ao redirecionamento para páginas de publicidade&#8221;, tudo com a utilização da imagem de entidades oficiais para &#8220;reforço de credibilidade&#8221;.</P><br />
<P>A Lusa Verifica questionou também a Comissão Nacional de Eleições a 13 de maio, data em que a página ainda permanecia ativa (https://archive.ph/uUnaf), tendo a CNE admitido que &#8220;desconhecia a existência do caso&#8221;.</P><br />
<P>Numa resposta escrita enviada no dia seguinte, a CNE esclareceu que &#8220;apenas utiliza canais oficiais para o recrutamento de trabalhadores, nomeadamente o seu sítio institucional ou a BEP (Bolsa de Emprego Público) e não tem em curso qualquer procedimento de recrutamento de trabalhadores.&#8221;</P><br />
<P>André Wemans, porta-voz da CNE, informou também que &#8220;foram já acionadas as medidas adequadas, designadamente junto do CNCS e o preenchimento dos devidos formulários junto de diversas plataformas para a remoção do conteúdo do blogspot em causa.&#8221;</P><br />
<P>Na sequência deste contacto, a página falsa foi removida do Blogger, bem como outras páginas falsas do mesmo perfil, que a 23 de maio continuava ativo ainda com seis ligações falsas: https://archive.ph/PqXW9.  </P><br />
<P>Nos últimos anos, algumas das CNE de países visados também foram sendo alertadas pelo público para a existência de algumas destas páginas fraudulentas ou semelhantes e lançaram alertas, como as CNE de África do Sul (https://archive.ph/kN7Fm), Cabo Verde (https://archive.ph/OnA42), Guiné-Buissau (https://archive.ph/JB43S), Nigéria (https://archive.ph/zp4UM e https://archive.ph/tq4rS), entre outras.</P><br />
<P>Alguns projetos de verificação de factos em Angola (https://archive.ph/dvBiw) e ou o projeto Africa Check (cujo site não permite o arquivo de links), por exemplo, também publicaram verificações sobre algumas destas páginas falsas, mas não se aperceberam da dimensão da rede fraudulenta.</P><br />
<P>A Lusa Verifica encontrou contactos associados a vários dos perfis analisados, incluindo aos autores de algumas destas páginas falsas, aos quais enviou pedidos de esclarecimento, mas ainda não obteve respostas.</P><br />
<P>A 13 de maio, também foi pedida uma reação à Google, dona do Blogger, empresa à qual foi enviada a lista integral de perfis identificados, incluindo os que estão em modo privado mas com informação acessível através de serviços de arquivo como o Wayback Machine, e cujas páginas fraudulentas violam a Política de Conteúdos e as Regras da Comunidade da Blogger, mas ainda não foram obtidas respostas nem os perfis foram eliminados. </P><br />
<P>Esta investigação da Lusa Verifica, divulgada hoje em parceria com o programa O segredo do Algoritmo, da RTP Notícias, resultou numa base de dados e num arquivo que serão disponibilizados a organizações internacionais de verificação de factos de modo a permitir novas investigações.  </P><br />
<P></P><br />
<P>+++ Avaliação Lusa Verifica: Falso +++</P><br />
<P>É falso que antes das eleições presidenciais a Comissão Nacional de Eleições (CNE) portuguesa tenha lançado um &#8220;portal oficial de recrutamento&#8221; de funcionários na plataforma Blogger, da Google, que aloja dezenas de páginas igualmente falsas de outras CNE.</P><br />
<P>Uma grande investigação da Lusa Verifica encontrou perto de 2.200 endereços fraudulentos, cerca de 1.400 dos quais ainda ativos, associados a pelo menos 73 perfis nas plataformas Blogger e GitHub, e que incluem 75 páginas falsas de CNE de 27 países, incluindo PALOP como Angola, Cabo Verde e Guiné Bissau.</P><br />
<P>LYGA/IZLI // PSC/MDR</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766893]]></sapo:autor>
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		<title>Página falsa da CNE de Cabo Verde permite identificar rede internacional fraudulenta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 16:01:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma página falsa de recrutamento da Comissão Nacional de Eleições de Cabo Verde (CNE CV) levou a Lusa Verifica a identificar uma rede internacional fraudulenta com quase 2.200 endereços enganosos em 94 países, incluindo Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma página falsa de recrutamento da Comissão Nacional de Eleições de Cabo Verde (CNE CV) levou a Lusa Verifica a identificar uma rede internacional fraudulenta com quase 2.200 endereços enganosos em 94 países, incluindo Portugal.</P><br />
<P>A investigação começou com exercício didático no âmbito de um estágio curricular que está a ser realizado no Lusa Verifica, o projeto de verificação de factos da agência Lusa, por parte de uma jovem cabo-verdiana, finalista de jornalismo em Portugal.</P><br />
<P>A ideia era mostrar técnicas forenses para perceber a origem de um &#8216;site&#8217; falso que usava o nome da CNE cabo-verdiana para divulgar uma alegada campanha de recrutamento.</P><br />
<P>Mas a análise ao código-fonte da página revelou ligações para vários perfis no Blogger, uma plataforma de criação de &#8216;blogues&#8217; da Google, e essa descoberta desencadeou uma investigação mais aprofundada ao longo de várias semanas.</P><br />
<P>A partir desse primeiro grupo de perfis, presentes na programação de dezenas de páginas, a equipa da Lusa Verifica (jornalista e estagiária) encontrou novos endereços e o processo repetiu-se: abrir novas ligações, consultar o respetivo código-fonte, identificar mais perfis e localizar novas páginas.</P><br />
<P>No total, a análise permitiu chegar a um universo de 2.197 endereços aparentemente ligados à mesma rede, já noticiada pela Lusa, que incluía endereços dirigidos a pelo menos 94 países, entre os quais Portugal. </P><br />
<P>No caso da CNE CV, a página falsa simulava uma falsa oferta de recrutamento, mas a rede fraudulenta recorre a outros esquemas como a oferta de dados móveis ou de alegados apoios financeiros, por vezes em nome de entidades públicas, organizações internacionais, empresas e figuras públicas.</P><br />
<P>A página que desencadeou a investigação foi entretanto eliminada após a CNE CV ter denunciado o uso indevido do seu nome e imagem institucional algumas semanas antes das eleições de 17 de maio.</P><br />
<P>Na nota, a CNE cabo-verdiana afirmou que a página &#8220;não tem qualquer vínculo&#8221; com a instituição e alertou os cidadãos para não partilharem a publicação, não enviarem dados pessoais e não responderem a anúncios de fontes não oficiais.</P><br />
<P>Porém, a investigação da Lusa Verifica localizou uma segunda página falsa idêntica, com o mesmo tipo de esquema em nome da CNE CV, que continuou ativa até perto da data das eleições legislativas de 17 de maio.</P><br />
<P>Atualmente, essa página ainda existe mas tem um redirecionamento instantâneo para outra que simula fornecer respostas do exame WAEC, sigla em inglês do Conselho de Exames da África Ocidental, presente na Nigéria, Gana, Serra Leoa, Gâmbia e Libéria.</P><br />
<P>Como já revelado pela Lusa, além da CNE CV, a rede de mais de 70 perfis identificados também falsificou outras 73 páginas de outras CNE de 26 países, incluindo outros países africanos de língua oficial portuguesa, e até da CNE de Portugal, como analisado numa verificação de factos da Lusa Verifica. </P><br />
<P>LYGA/IZLI // PSC/MDR</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766892]]></sapo:autor>
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		<title>Lusa Verifica deteta rede internacional com mais de duas mil páginas falsas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 16:01:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Lusa Verifica detetou uma rede com quase 2.200 páginas enganosas que visam Portugal e mais de 90 países, sobretudo africanos, fazendo-se passar por governos, empresas e entidades como a OMS e a UNICEF.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Lusa Verifica detetou uma rede com quase 2.200 páginas enganosas que visam Portugal e mais de 90 países, sobretudo africanos, fazendo-se passar por governos, empresas e entidades como a OMS e a UNICEF.</P><br />
<P>No total, foram encontrados e analisados 2.197 endereços, dos quais 790 já estavam inativos, cerca de 430 por apresentarem algum tipo de erro técnico e mais de 360 por já terem sido removidos.</P><br />
<P>Os &#8216;sites&#8217; enganosos foram criados por pelo menos 68 perfis no Blogger, plataforma da Google usada para criar e publicar &#8216;blogues&#8217; e páginas na Internet, e por cinco contas no GitHub, uma plataforma de alojamento de código-fonte que pertence à Microsoft, mas cujas páginas falsas incluem código-fonte relacionado com o Blogger. </P><br />
<P>Dos 68 perfis identificados no Blogger, 55 estavam ativos e públicos, alguns desde 2016, cinco estavam ativos mas privados e oito terão sido eliminados pela plataforma, mas foi possível encontrar registos arquivados.</P><br />
<P>Segundo os dados recolhidos e também arquivados pela Lusa Verifica ao longo de várias semanas, a rede recorre sobretudo a falsas ofertas de emprego, com cerca de 480 páginas, ofertas de dados móveis, com mais de 300, e alegados subsídios ou outros apoios financeiros, com cerca de 140 páginas. </P><br />
<P>Foram identificadas também páginas falsas sobre outros temas como bolsas de estudo, respostas de testes escolares, pedidos de visto, oferta de computadores e telemóveis e conteúdo adulto, geralmente partilhadas através do Facebook e de redes fechadas como o WhatsApp.</P><br />
<P>Entre os conteúdos identificados há ainda falsas petições atribuídas à Change.org, plataforma online de petições públicas, sobretudo sobre política nigeriana, mas também sobre o conflito na Palestina. </P><br />
<P>Algumas dessas páginas afirmavam que Bola Tinubu, Presidente da Nigéria e vencedor das eleições de 2023, &#8220;seria detido quando a petição atingisse 500.000 assinaturas&#8221; permitindo que Peter Obi, candidato que ficou em terceiro lugar, se tornasse Presidente. </P><br />
<P>Outra, dirigida ao Quénia, apelava ao fim da &#8220;má governação&#8221; e à mobilização dos jovens.</P><br />
<P>Um dos &#8216;sites&#8217; analisados fez-se passar por um portal de correção de dados da Comissão Nacional de Gestão de Identidade (NIMC), entidade responsável pelo sistema de identificação nacional da Nigéria, com a promessa de corrigir dados como nome, morada, número de telefone, género e data de nascimento. </P><br />
<P>Depois do preenchimento desses dados pessoais, a página dizia que o pedido tinha sido recebido e que, para ser aprovado, o utilizador teria de partilhar a ligação com &#8220;cinco grupos ou 15 amigos no WhatsApp&#8221;, a aplicação de mensagens instantâneas da Meta.</P><br />
<P>No final dos processos de registo, que a Lusa Verifica testou em dezenas de páginas, praticamente todas remetiam para lojas &#8216;online&#8217;, &#8216;sites&#8217; alegadamente de instalação de um navegador de internet, a subscrição de serviços pagos em operadores de telecomunicações ou outros destinos suspeitos potencialmente maliciosos, alguns impedidos pelos antivírus. </P><br />
<P>A maioria das páginas falsas detetadas visava países africanos, sendo a Nigéria o país com mais registos, com cerca de 170, seguindo-se a África do Sul, com perto de 70, mas também há casos na Ásia, na América do Sul e na Europa.</P><br />
<P>Entre os países lusófonos, Angola surge com cerca de 20 registos, Moçambique com 14, Guiné-Bissau com seis e Portugal com três.</P><br />
<P>As páginas fazem-se passar por entidades públicas, organizações internacionais, empresas e figuras públicas, incluindo Institutos Nacionais de Estatística, Coca-Cola, Amazon, Samsung, Nestlé, MTN, Banco Mundial, Organização Mundial da Saúde (OMS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Organização das Nações Unidas (ONU).</P><br />
<P>A rede também usou nomes de figuras conhecidas, como o cantor nigeriano &#8216;Davido&#8217; e o empresário Obi Cubana, além de referências a comissões eleitorais de 27 países, incluindo a Comissão Nacional de Eleições (CNE) de Portugal, tema analisado numa verificação de factos da Lusa Verifica.</P><br />
<P>Nem todos os conteúdos com referências portuguesas tinham Portugal como destino. A investigação encontrou páginas que usavam nomes de empresas portuguesas, como a Ferpinta e a Mota-Engil, em esquemas de falsos recrutamentos dirigidos a Angola.</P><br />
<P>A análise da rede e de dezenas de páginas aponta para um aparente esquema de &#8216;phishing&#8217; &#8211; recolha ou roubo de dados pessoais através de páginas falsas -, ou outro esquema fraudulento para gerar receitas através de publicidade. </P><br />
<P>A pedido da Lusa, o Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) analisou um levantamento preliminar efetuado pela Lusa Verifica e concluiu que as páginas apresentam &#8220;padrões técnicos transversais&#8221; que apontam para uma infraestrutura partilhada entre vários &#8216;sites&#8217; fraudulentos. </P><br />
<P>Apesar do perigo de &#8216;phishing&#8217;, potenciado pelo uso de links de redirecionamento que podem ter várias utilizações fraudulentas, a análise do CNCS concluiu que os dados pessoais introduzidos nos formulários disponíveis nas páginas não aparentam ser enviados aos burlões. </P><br />
<P>Segundo o relatório enviado, que se focou nas páginas das CNE, o esquema recorre à recolha de dados pessoais sem transmissão real ao operador, à partilha viral por WhatsApp e ao redirecionamento para páginas de publicidade, tudo com a utilização da imagem de entidades oficiais para reforço de credibilidade.</P><br />
<P>De acordo com o CNCS, os elementos recolhidos apontam para uma operação orientada sobretudo para &#8220;propagação viral&#8221;, &#8220;geração de tráfego&#8221; e &#8220;potencial monetização publicitária&#8221;, gerada através de uma &#8220;campanha de engenharia social com propagação assistida pela vítima&#8221;.</P><br />
<P>O relatório refere ainda a reutilização de blocos de código em várias páginas, semelhanças na estrutura e na ofuscação, elementos que apontam para uma base técnica comum. Para o CNCS, o caso é compatível com uma campanha &#8220;coordenada ou semiestruturada&#8221;. </P><br />
<P>A Lusa encontrou contactos associados a alguns dos perfis analisados, um deles com a identificação real de um jovem nigeriano, aos quais enviou pedidos de esclarecimento por email e WhatsApp, mas ainda não obteve respostas.</P><br />
<P>Também foi pedida uma reação à Google, dona do Blogger, empresa à qual foi enviada a lista integral de perfis identificados, incluindo os que estão em modo privado mas com informação acessível através de serviços de arquivo como o Wayback Machine, mas ainda não foram obtidas respostas nem os perfis foram eliminados. </P><br />
<P>Esta investigação da Lusa Verifica, divulgada hoje em parceria com o programa O segredo do Algoritmo, da RTP, resultou numa base de dados que será disponibilizada a organizações internacionais de verificação de factos para permitir novas investigações.  </P><br />
<P>LYGA/IZLI // PSC/MDR</P></p>
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