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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>O valor começa antes da entrega</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:17:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Ana Barros, CEO da Martech Digital]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Ana Barros, CEO da Martech Digital</strong></em></p>
<p>Nas relações entre empresas e parceiros, há uma ideia que continua a ser pouco discutida: nos serviços profissionais, o valor não está apenas no entregável final. Está também no conhecimento, no tempo, no método e na equipa necessários para o produzir.</p>
<p>Um plano de conteúdos não começa quando chega ao email do cliente. Um artigo não nasce no momento da aprovação. Uma ação de assessoria de imprensa não acontece apenas quando surge uma notícia publicada. Antes disso, há análise, pesquisa, enquadramento estratégico, revisão e coordenação. Grande parte deste trabalho não é visível, mas é o que dá consistência e relevância à entrega final.</p>
<p>No mercado B2B, esta questão torna-se ainda mais evidente. As relações são mais longas, os processos envolvem vários interlocutores e os projetos dependem de calendários, aprovações, contributos internos e articulação entre equipas. Quando uma etapa fica pendente, uma decisão é adiada ou a comunicação deixa de acontecer, o impacto raramente fica limitado a esse momento. Afeta o planeamento, as prioridades e o ritmo do projeto.</p>
<p>Naturalmente, todas as empresas lidam com ausências, mudanças de prioridade e imprevistos. O problema não está na ausência em si, mas na falta de gestão dessa ausência e na expectativa de que o serviço do lado do parceiro fique suspenso sem impacto ou consequência.</p>
<p>Quando uma empresa contrata um serviço especializado, não está apenas a comprar uma tarefa isolada. Está a mobilizar capacidade intelectual, experiência, disponibilidade e acompanhamento contínuo. Essa capacidade é planeada, reservada e gerida. Por isso, quando uma aprovação atrasa, uma decisão fica bloqueada ou um projeto entra em pausa sem alinhamento prévio, há consequências na organização do trabalho.</p>
<p>É aqui que muitas relações cliente-parceiro precisam de evoluir. Durante muito tempo, a palavra “fornecedor” foi usada quase como sinónimo de executor. Mas em muitos serviços B2B, como marketing, comunicação, tecnologia, consultoria ou formação, essa visão é redutora. O valor não está apenas em executar, mas também em pensar, orientar, antecipar e transformar conhecimento em solução.</p>
<p>Pausar um projeto pode ser necessário, rever prioridades também e ajustar timings faz parte de qualquer relação profissional. Mas uma pausa deve ser uma decisão de gestão, não uma consequência do silêncio. Há uma diferença clara entre alinhar uma suspensão temporária e deixar aprovações pendentes, reuniões por marcar ou entregáveis bloqueados, esperando que tudo retome com a urgência inicial.</p>
<p>Quando os processos ficam suspensos sem alinhamento, os prazos comprimem-se, as equipas reorganizam-se, as horas planeadas perdem eficiência e o trabalho acumula-se. A qualidade pode acabar pressionada por decisões que não foram tomadas a tempo e, muitas vezes, espera-se que o parceiro compense atrasos com mais rapidez, flexibilidade e disponibilidade.</p>
<p>A flexibilidade é essencial, mas não pode ser confundida com elasticidade infinita. Uma relação saudável exige responsabilidade de ambos os lados. Do parceiro espera-se rigor, transparência e capacidade de adaptação. Do cliente espera-se clareza, feedback em tempo útil, respeito pelos calendários acordados e consciência de que a sua disponibilidade faz parte do sucesso do projeto.</p>
<p>Num mercado B2B onde tanto se fala de confiança, parceria e criação de valor, talvez seja tempo de olhar com mais seriedade para a forma como estas relações são operacionalizadas. A confiança constrói-se também durante o processo, na comunicação, na previsibilidade e na forma como cada parte respeita o trabalho da outra.</p>
<p>No fim, o trabalho que não se vê é, muitas vezes, o que sustenta aquilo que o cliente valoriza quando finalmente recebe. Se queremos relações B2B mais estratégicas, temos de deixar de tratar serviços especializados como tarefas que se ligam e desligam sem consequência. Porque por trás de cada entrega há pessoas, conhecimento e tempo. E isso também é valor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Ana Barros, CEO da Martech Digital]]></sapo:autor>
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		<title>AEP leva dez empresas portuguesas ao Canadá para reforçar negócios num dos mercados mais competitivos do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:10:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Empresarial de Portugal (AEP) iniciou uma nova missão empresarial ao Canadá com o objetivo de reforçar a internacionalização das empresas portuguesas e criar novas oportunidades de negócio num dos mercados mais desenvolvidos e competitivos do mundo. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Empresarial de Portugal (AEP) iniciou uma nova missão empresarial ao Canadá com o objetivo de reforçar a internacionalização das empresas portuguesas e criar novas oportunidades de negócio num dos mercados mais desenvolvidos e competitivos do mundo. A iniciativa decorre entre os dias 12 e 18 de julho, no âmbito do projeto BOW – Business on the Way, reunindo dez empresas nacionais que, ao longo da semana, participarão em reuniões de negócios em Montreal e Toronto com potenciais clientes, distribuidores, importadores e outros parceiros locais.</p>
<p>A missão contempla um programa intensivo de encontros business-to-business (B2B), previamente preparados e ajustados ao perfil e aos objetivos de cada empresa participante. O propósito passa por facilitar a entrada ou consolidação das empresas portuguesas no mercado canadiano, criando contactos comerciais concretos e potenciando novas parcerias empresariais. Segundo a AEP, esta abordagem personalizada procura maximizar as oportunidades de negócio num mercado caracterizado pela elevada exigência, estabilidade económica e forte abertura ao comércio internacional.</p>
<p>Para o presidente do Conselho de Administração da AEP, Luís Miguel Ribeiro, o Canadá reúne condições particularmente favoráveis para as empresas portuguesas que pretendem expandir a sua atividade além-fronteiras. &#8220;O Canadá é um dos países mais desenvolvidos do mundo. É estável e aberto ao comércio internacional, oferecendo às empresas oportunidades estratégicas. Beneficiando do Acordo Económico e Comercial Global entre a União Europeia e o Canadá (CETA), as empresas podem explorar as vantagens de um mercado diversificado, rico e dinâmico&#8221;, afirma. O responsável acrescenta que a entrada em vigor do CETA reforçou significativamente a atratividade do mercado canadiano para as empresas europeias, ao reduzir barreiras comerciais, facilitar o acesso ao mercado e criar condições mais favoráveis para o aprofundamento das relações económicas bilaterais.</p>
<p>Esta é a 11.ª missão empresarial organizada pela AEP no Canadá, dando continuidade a uma estratégia de longo prazo de apoio à internacionalização das empresas portuguesas naquele país. Desde a primeira missão, realizada em 2010, a associação promoveu já 12 iniciativas no mercado canadiano, entre as quais dez missões empresariais e duas participações em feiras internacionais. Segundo a AEP, este trabalho continuado permitiu reforçar a presença das empresas nacionais num mercado reconhecido pelo elevado poder de compra, pela estabilidade económica, pela abertura ao investimento estrangeiro e pelo ambiente favorável aos negócios.</p>
<p>Décima maior economia mundial e membro do G7, o Canadá destaca-se por uma economia robusta, competitiva e fortemente integrada nas cadeias globais de comércio. O país ocupa posições de destaque nos principais indicadores internacionais de competitividade e facilidade de fazer negócios, dispondo de um mercado interno sofisticado, elevado rendimento disponível e um consumo privado sustentado, características que continuam a atrair empresas exportadoras de diversos setores.</p>
<p>A comitiva portuguesa integra empresas de áreas distintas, refletindo o caráter multissetorial da missão. Participam a ALLCOST – Têxteis para Hotelaria, a ARROW4D – Consultores de Engenharia e Geofísica, a Balanças Marques, a Cabelte Cabos Elétricos, a Neiper Home, a Comfort and Innovations, a Lumatex – Indústria Têxtil, a Mi Casa Es Tu Casa, a Rosacel Têxteis e a Têxteis DA – Domingos Almeida. A maioria pertence ao setor dos têxteis-lar, mas a delegação inclui igualmente empresas ligadas à engenharia, geofísica, automação industrial, equipamentos de pesagem e fabrico de cabos elétricos, numa demonstração da diversidade da oferta portuguesa que procura conquistar espaço no mercado canadiano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788472]]></sapo:autor>
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		<title>Corredor ferroviário China-Europa expande-se e poderá beneficiar Portugal através de Sines</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/corredor-ferroviario-china-europa-expande-se-e-podera-beneficiar-portugal-atraves-de-sines/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:01:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A rede ferroviária China-Europe Railway Express (CRE) multiplicou por quase 12 o número anual de viagens na última década, consolidando-se como um dos principais corredores logísticos entre a Ásia e a Europa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A rede ferroviária China-Europe Railway Express (CRE) multiplicou por quase 12 o número anual de viagens na última década, consolidando-se como um dos principais corredores logísticos entre a Ásia e a Europa.</p>
<p>Em 2025, os comboios de mercadorias realizaram 20.022 viagens, face às 1.702 registadas em 2016, ligando atualmente 129 cidades chinesas a 236 cidades distribuídas por 26 países europeus.</p>
<p>Criada em 2016 para reunir sob uma única marca vários serviços ferroviários transfronteiriços entre cidades chinesas e europeias, a rede expandiu-se rapidamente e tornou-se um dos pilares da cooperação no âmbito da iniciativa Belt and Road, segundo uma análise divulgada pela Xinhua.</p>
<p>O crescimento da infraestrutura permitiu reduzir significativamente os tempos de transporte entre a China e a Europa. Um exemplo é a ligação entre Estugarda, na Alemanha, e Chongqing, no sudoeste da China, onde um automóvel que anteriormente demorava entre 35 e 40 dias a chegar por via marítima pode agora ser transportado por ferrovia em cerca de 15 dias, a um custo equivalente a um terço do transporte aéreo.</p>
<p>Também várias cidades europeias beneficiaram da crescente utilização do corredor ferroviário. Duisburgo, na Alemanha, tornou-se um dos principais destinos da rede e concentra atualmente cerca de 30% do volume total de mercadorias transportadas pelo China-Europe Railway Express. Segundo Markus Teuber, responsável pelos assuntos da China na cidade, o número de empresas chinesas instaladas em Duisburgo aumentou de 40 para mais de 120 na última década, criando mais de 20 mil postos de trabalho ligados à cadeia logística.</p>
<p>Na Polónia, a atividade de movimentação e transbordo de contentores também aumentou em cidades como Łódź, acompanhando o crescimento do tráfego ferroviário entre os dois continentes.</p>
<p>Além do impacto económico, a ferrovia ganhou importância estratégica num contexto de crescente instabilidade geopolítica. Os conflitos regionais e as perturbações em corredores marítimos internacionais aumentaram a procura por alternativas de transporte mais previsíveis e resilientes.</p>
<p>Um dos exemplos é o corredor trans-Cáspio, que liga Xi&#8217;an, na China, a Baku, no Azerbaijão, através do Cazaquistão e do Mar Cáspio. Desde a criação de um serviço diário regular, em julho de 2024, a procura aumentou significativamente. Entre janeiro e março deste ano, a rota movimentou 85 ligações ferroviárias e marítimas, mais 150% do que no mesmo período do ano anterior.</p>
<p>A evolução da rede foi também sustentada por uma maior coordenação entre os países envolvidos. Em 2017, as autoridades ferroviárias da China, Bielorrússia, Alemanha, Cazaquistão, Mongólia, Polónia e Rússia assinaram um acordo para harmonizar normas operacionais, facilitar procedimentos aduaneiros e reforçar a cooperação ao longo do corredor.</p>
<p>Portugal não integra a rede ferroviária China-Europa, mas poderá beneficiar da melhoria das ligações ferroviárias no continente. Com a nova linha de mercadorias entre o porto de Sines e a fronteira espanhola, os produtos que chegam a Portugal por via marítima poderão seguir mais rapidamente de comboio para o resto da Europa, tornando o país uma porta de entrada mais competitiva para o comércio internacional.</p>
<p>Atualmente, além de facilitar a chegada de produtos chineses aos mercados europeus, o China-Europe Railway Express permite igualmente um fluxo crescente de máquinas industriais, produtos agrícolas e bens de consumo europeus para a China, reforçando a integração económica entre os dois continentes. Segundo operadores do setor, a rede deixou de ser vista apenas como uma alternativa ao transporte marítimo para se afirmar como uma solução consolidada nas cadeias internacionais de abastecimento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788484]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>A sazonalidade já não é o que era: adaptar a gestão às novas realidades do mercado</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-sazonalidade-ja-nao-e-o-que-era-adaptar-a-gestao-as-novas-realidades-do-mercado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[Vítor Soares]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Vítor Soares, Diretor de Marketing e Comunicação da Euromaster, Portugal e Espanha]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Vítor Soares, Diretor de Marketing e Comunicação da Euromaster, Portugal e Espanha</p>
<p>A atividade do pós-venda automóvel continua a ser marcada por períodos de maior procura ao longo do ano, mas a tradicional sazonalidade tornou-se mais diluída. A diversidade crescente do parque automóvel, a introdução de novas tecnologias e a alteração nos padrões de utilização dos veículos fazem com que os picos de trabalho das oficinas se distribuam de forma menos concentrada e mais difícil de antecipar.</p>
<p>A conjugação de fatores como condições climáticas mais instáveis e a convivência entre veículos tradicionais, híbridos e elétricos altera não apenas o volume, mas também o tipo de serviços procurados em cada momento. Para os gestores de oficinas, a nova realidade exige uma gestão flexível, capaz de adaptar recursos e processos a diferentes níveis de procura.</p>
<p>Redes com presença nacional, como a Euromaster, acompanham de perto estas mudanças e apoiam os centros oficinais com formação contínua, ferramentas de monitorização e suporte técnico. Esta abordagem permite reagir de forma ágil, garantindo que os serviços se mantêm consistentes e de elevada qualidade, independentemente da distribuição dos picos de procura.</p>
<p>Mais do que lidar com flutuações de volume, a sazonalidade fragmentada desafia as oficinas a antecipar necessidades, organizar equipas de forma eficiente e otimizar a disponibilidade de peças e equipamentos. Quando bem gerida, esta flexibilidade transforma a variabilidade da procura numa oportunidade para reforçar a confiança dos clientes e consolidar a reputação das oficinas.</p>
<p>No fundo, gerir a sazonalidade deixou de ser apenas uma questão de calendário. Passou a ser um exercício estratégico, em que a capacidade de adaptação e a organização se tornam determinantes para manter a qualidade do serviço e a segurança dos veículos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Vítor Soares, Diretor de Marketing e Comunicação da Euromaster, Portugal e Espanha]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia faz tiro ao alvo na “frota fantasma” de Putin: 105 navios atingidos em oito dias</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-faz-tiro-ao-alvo-na-frota-fantasma-de-putin-105-navios-atingidos-em-oito-dias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:55:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[drones]]></category>
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		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataques mais recentes atingiram sete petroleiros, cinco navios de carga, um ferry e dois rebocadores. O comandante não esclareceu, contudo, a extensão dos danos provocados em cada embarcação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As Forças de Sistemas Não Tripulados da Ucrânia afirmaram ter atingido 15 embarcações ligadas à chamada “frota fantasma” russa durante a última noite, elevando para 105 o número de navios atacados desde 6 de julho.</p>
<p>A informação foi divulgada esta segunda-feira por Robert Brovdi, comandante daquela unidade ucraniana, numa publicação no Telegram citada pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;. Conhecido pelo nome de guerra “Madyar”, o responsável garantiu que a operação vai prosseguir no mar de Azov.</p>
<p>Segundo Brovdi, os ataques mais recentes atingiram sete petroleiros, cinco navios de carga, um ferry e dois rebocadores. O comandante não esclareceu, contudo, a extensão dos danos provocados em cada embarcação.</p>
<p>O responsável ucraniano afirmou ainda que a infraestrutura de transbordo da Crimeia ocupada tem sido atacada todas as noites, que o tráfego no estreito de Kerch foi interrompido e que as operações de descarga foram reduzidas ao mínimo. Estas alegações não foram confirmadas de forma independente.</p>
<p>A ofensiva terá incluído também uma operação contra o sistema elétrico da península. De acordo com o comandante, as forças ucranianas atingiram nove subestações elétricas de diferentes capacidades na Crimeia e noutros territórios ocupados.</p>
<p>Entre os alvos estaria uma estação estratégica da ponte energética Kuban-Crimeia, que liga a península ocupada ao território russo. Brovdi afirmou que a instalação foi atacada pela segunda vez em 48 horas.</p>
<p>O comandante alegou ainda que quatro meios de defesa aérea russos foram destruídos, incluindo um lançador S-400 Triumf, um sistema Tor e dois complexos de radar.</p>
<p>Kiev tem defendido os ataques contra a chamada “frota fantasma” russa com o argumento de que os navios que transportam petróleo ajudam a financiar a guerra de Moscovo e podem, por isso, ser considerados alvos militares legítimos.</p>
<p>Numa carta enviada à Organização Marítima Internacional, o vice-primeiro-ministro ucraniano, Oleksiy Kuleba, rejeitou as acusações russas de que a Ucrânia estaria a realizar ataques “terroristas” contra a navegação comercial.</p>
<p>Kuleba sustentou que a frota paralela tem um papel central na manutenção das receitas petrolíferas russas e acusou Moscovo de ter atacado 59 navios mercantes desde o início da invasão em grande escala.</p>
<p>A ofensiva ucraniana surge numa altura em que vários países europeus reforçam as medidas contra a frota utilizada pela Rússia para contornar as sanções ocidentais. Segundo a estimativa citada pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;, esta rede poderá incluir mais de 1.500 petroleiros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788477]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>MEO Energia corta custos da eletricidade no tarifário dinâmico para empresas para reforçar competitividade</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/meo-energia-corta-custos-da-eletricidade-no-tarifario-dinamico-para-empresas-para-reforcar-competitividade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:45:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
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		<category><![CDATA[MEO Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A MEO Energia anunciou uma revisão do seu Tarifário Dinâmico para empresas, introduzindo uma nova fórmula de cálculo que reduz o termo fixo de comercialização de 50 para 15 euros por MWh.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A MEO Energia anunciou uma revisão do seu Tarifário Dinâmico para empresas, introduzindo uma nova fórmula de cálculo que reduz o termo fixo de comercialização de 50 para 15 euros por MWh.</p>
<p>Segundo a empresa, a alteração torna a oferta mais competitiva ao reduzir os custos da eletricidade para os clientes empresariais e ao autonomizar a margem de comercialização, que deixa de ser influenciada pelo fator de perdas definido pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) para compensar a energia perdida durante o transporte e distribuição na rede.</p>
<p>A oferta destina-se a clientes empresariais em Baixa Tensão Normal (BTN), Baixa Tensão Especial (BTE) e Média Tensão (MT), sendo especialmente dirigida a empresas cujo horário de funcionamento coincide com os períodos de maior produção de energia solar.</p>
<p>Com preços atualizados a cada 15 minutos, o tarifário permite às empresas ajustar o consumo à evolução do mercado grossista de eletricidade, beneficiando particularmente setores como a indústria, os serviços e a logística.</p>
<p>&#8220;A oferta foi pensada para empresas que operam em sintonia com o ciclo solar, permitindo-lhes beneficiar de uma energia mais eficiente, competitiva e sustentável. Combinamos preço, previsibilidade e compromisso ambiental numa solução adaptada aos desafios do presente e do futuro&#8221;, afirma Paulo Hipólito, administrador da MEO Energia.</p>
<p>A empresa exemplifica o impacto da revisão com o caso de um cliente em Baixa Tensão Especial (BTE) e um preço de mercado (OMIE) de 60 euros por MWh. Com a fórmula anterior, o custo total ascenderia a 127,6 euros por MWh, enquanto a nova metodologia reduz esse valor para 105,48 euros por MWh, o que representa uma poupança de aproximadamente 22 euros por MWh.</p>
<p>Além da redução dos custos energéticos, a MEO Energia destaca que o Tarifário Dinâmico fornece energia 100% verde, contribuindo para a redução da pegada de carbono das empresas e para a melhoria dos seus indicadores ESG (ambientais, sociais e de governação), reforçando o alinhamento entre competitividade e sustentabilidade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788475]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Polémica nas residências universitárias: apoio de 15 milhões exclui ensino privado e cria desigualdade entre estudantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:43:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[APESP]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado]]></category>
		<category><![CDATA[ensino superior]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em causa está um aviso do Programa Regional CENTRO 2030, financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, que permite apenas a entidades públicas candidatarem-se ao apoio para criar novas residências destinadas a estudantes do ensino superior]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um programa com 15 milhões de euros destinado à construção de residências universitárias está a gerar polémica por excluir as instituições de ensino superior particular, cooperativo e social. A Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado (APESP) já pediu a intervenção do Governo e apresentou uma queixa à Provedoria de Justiça.</p>
<p>Em causa está um aviso do Programa Regional CENTRO 2030, financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, que permite apenas a entidades públicas candidatarem-se ao apoio para criar novas residências destinadas a estudantes do ensino superior.</p>
<p>A APESP sustenta que esta limitação cria uma desigualdade entre estudantes com as mesmas dificuldades económicas e necessidades de alojamento. Na prática, uma instituição pública pode apresentar um projeto para construir uma residência, enquanto uma instituição privada, cooperativa ou social fica impedida de concorrer, independentemente da qualidade ou da necessidade da proposta.</p>
<p>A associação considera particularmente contraditório que um programa apresentado como instrumento para promover a democratização do ensino superior deixe de fora parte das instituições que integram o sistema nacional. A exclusão abrange também projetos destinados a estudantes bolseiros, economicamente carenciados e deslocados.</p>
<p>“Dois estudantes com idêntica situação económica, idêntica necessidade de alojamento e idêntica condição de deslocados podem estudar em territórios igualmente carenciados de oferta residencial”, assinala a APESP. Ainda assim, apenas a instituição pública pode candidatar-se ao financiamento, sendo a natureza jurídica da entidade promotora a única diferença entre os dois casos.</p>
<p>Segundo a associação, esta não é uma situação isolada. Critérios semelhantes terão sido aplicados anteriormente nos programas NORTE 2030, ALENTEJO 2030 e ALGARVE 2030. A APESP afirma que o Ministério da Economia chegou a reconhecer o tratamento diferenciado e admitiu a possibilidade de futuras candidaturas das instituições não públicas, mas essa abertura não foi refletida no novo aviso.</p>
<p>Perante o que classifica como uma prática reiterada de exclusão, a APESP solicitou uma audiência ao ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida. O objetivo é encontrar uma solução transversal que impeça a repetição destes critérios nos vários programas do Portugal 2030.</p>
<p>A associação pediu ainda à presidente do Conselho Diretivo da Agência para o Desenvolvimento e Coesão, Cláudia Joaquim, uma avaliação formal da conformidade dos critérios de elegibilidade com o direito nacional e europeu. O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, também foi informado do caso.</p>
<p>Paralelamente, a APESP apresentou uma queixa à Provedoria de Justiça, solicitando a apreciação da medida à luz da Constituição, da legislação nacional aplicável aos fundos europeus e do direito da União Europeia.</p>
<p>“Os avisos identificam expressamente como beneficiárias apenas entidades públicas e, por essa via, excluem todas as restantes instituições de ensino superior legalmente reconhecidas”, afirma a associação. A APESP sublinha que os projetos das instituições não públicas ficam impedidos de ser avaliados segundo critérios como mérito, qualidade, necessidade ou impacto.</p>
<p>A entidade recorda que o ensino superior particular, cooperativo e social integra o sistema nacional, desempenha funções de interesse público e acolhe dezenas de milhares de estudantes. Para a associação, a questão central não é determinar antecipadamente quais as instituições que devem receber financiamento, mas assegurar que todas possam concorrer em igualdade e sejam avaliadas pelo valor dos respetivos projetos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788465]]></sapo:autor>
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		<title>Preços das casas em Portugal caem 3,4% no segundo trimestre e rendas recuam 4,2%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:36:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado imobiliário português registou uma correção no segundo trimestre de 2026, com descidas tanto nos preços de venda como no arrendamento, numa inversão da tendência de forte valorização dos últimos anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário português registou uma correção no segundo trimestre de 2026, com descidas tanto nos preços de venda como no arrendamento, numa inversão da tendência de forte valorização dos últimos anos. De acordo com a análise trimestral do Observatório do Imobiliário do Doutor Finanças, o preço médio nacional das habitações fixou-se nos 3.544 euros por metro quadrado, o que representa uma redução de 3,4% face ao trimestre anterior. No mercado de arrendamento, a descida foi ainda mais acentuada, com o valor médio nacional a recuar 4,2%, para 15,46 euros por metro quadrado, refletindo um abrandamento particularmente visível nos principais mercados urbanos.</p>
<p>Apesar da descida global, a evolução dos preços foi muito desigual entre regiões. Dos 18 distritos e duas regiões autónomas, 10 distritos e a Região Autónoma dos Açores registaram aumentos dos preços de venda, enquanto os restantes nove territórios verificaram quedas. As maiores valorizações ocorreram sobretudo no interior do país, destacando-se Viseu, com uma subida de 8,6%, Santarém, com mais 5,8%, e Portalegre, que avançou 3,4%. Em sentido contrário, Viana do Castelo liderou as descidas, com uma quebra de 5,3%, seguida por Setúbal (-5,2%) e Évora (-4,7%). Também os dois maiores mercados nacionais acompanharam esta tendência corretiva, com Lisboa a registar uma descida de 3,3% e o Porto uma redução de 2,4%.</p>
<p>A correção foi particularmente expressiva nos imóveis de valor médio e elevado. A mediana dos preços passou de 419.900 para 390.000 euros, uma descida de 7,1%, enquanto o terceiro quartil, correspondente às habitações mais caras, caiu 7,2%, de 695.000 para 645.000 euros. Já no segmento mais acessível, a redução foi mais moderada, com o primeiro quartil a recuar 3,7%, passando de 270.000 para 259.900 euros. No arrendamento verificou-se igualmente uma desaceleração significativa, impulsionada sobretudo pelos mercados onde as rendas são tradicionalmente mais elevadas. Lisboa e Porto registaram ambas uma redução de 4%, enquanto as maiores quedas ocorreram em Évora (-12,8%), Beja (-6,5%) e Coimbra (-6,5%). Em contrapartida, alguns mercados do interior evidenciaram fortes subidas nas rendas, nomeadamente a Guarda (+33%), Viseu (+11,6%) e Bragança (+7,2%), embora o Observatório sublinhe que estes resultados devem ser analisados com prudência devido ao menor volume de oferta disponível nestes territórios.</p>
<p>Apesar da correção dos preços, a acessibilidade à habitação continua a representar um dos principais desafios para as famílias portuguesas. Em junho, a prestação média estimada para a compra de um apartamento T2 absorvia cerca de 49% do rendimento líquido mensal de um casal com salário médio, enquanto a aquisição de uma moradia T3 exigia um esforço financeiro correspondente a 53% desse rendimento. O Observatório destaca ainda um aumento do número de imóveis disponíveis para venda durante o segundo trimestre, embora esclareça que esta evolução resulta também da integração de novas fontes de recolha de dados, permitindo uma cobertura mais abrangente do mercado. Ainda assim, quando conjugados com a taxa de absorção e com o tempo médio de venda, os indicadores apontam para um mercado que permanece dinâmico, mas onde compradores e vendedores demonstram maior prudência na concretização dos negócios.</p>
<p>Os dados revelam igualmente alterações no ritmo das transações. A taxa de absorção na venda — indicador que mede a percentagem de imóveis anunciados que encontram comprador no mesmo período — recuou ligeiramente de 1,6% para 1,5%. Paralelamente, as moradias passaram a permanecer mais tempo no mercado, demorando em média 184 dias até serem vendidas, um aumento de 54% face ao trimestre anterior. Já os apartamentos seguiram a tendência inversa, reduzindo o tempo médio de venda em 15%, para 106 dias. Para o Observatório do Imobiliário do Doutor Finanças, o segundo trimestre de 2026 confirma uma fase de maior seletividade no mercado habitacional, marcada por descidas nos preços de venda e arrendamento, diferenças significativas entre regiões e segmentos e uma crescente necessidade de decisões ajustadas à realidade financeira de famílias, investidores e proprietários.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788458]]></sapo:autor>
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		<title>O segundo Kia mais vendido no mundo chega finalmente a Portugal com 180 cv e preço abaixo dos 34 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:34:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Novo Seltos combina proporções tradicionais de um SUV compacto com elementos visuais inspirados na gama elétrica da Kia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Kia reforçou a gama SUV em Portugal com o lançamento da segunda geração do Seltos, modelo que até agora era comercializado fora da Europa. O C-SUV, que é o segundo automóvel mais vendido da marca a nível mundial, chega ao mercado nacional com motor a gasolina de 180 cv e preços de campanha a partir de 33.990 euros.</p>
<p>O novo Seltos combina proporções tradicionais de um SUV compacto com elementos visuais inspirados na gama elétrica da Kia. A dianteira adota a assinatura luminosa Star Map, que se prolonga pela grelha superior, enquanto o tejadilho flutuante, a linha de cintura vincada e o pilar D alongado procuram conferir ao modelo uma imagem mais robusta e dinâmica.</p>
<p>Com 4,43 metros de comprimento, 1,83 metros de largura e até 1,62 metros de altura, o Seltos apresenta uma distância entre eixos de 2,69 metros. O modelo inclui de série iluminação Full-LED, barras de tejadilho, vidros traseiros escurecidos e jantes de liga leve de 18 polegadas, que passam para 19 polegadas na versão X-Line.</p>
<p>No interior, a Kia apostou numa disposição horizontal e num painel panorâmico composto por um quadro de instrumentos digital de 12,3 polegadas, um ecrã de climatização de 5,3 polegadas e um sistema multimédia também com 12,3 polegadas. Android Auto e Apple CarPlay sem fios, carregamento de telemóvel por indução e quatro tomadas USB-C integram o equipamento de série.</p>
<p>Os dois níveis de equipamento incluem ainda climatização automática de duas zonas, bancos traseiros reclináveis, luz ambiente com 64 cores, sensores de luz e chuva e sistema de acesso e arranque sem chave. A variante X-Line acrescenta, entre outros elementos, sistema de som Harman Kardon, bancos dianteiros aquecidos, volante aquecido, seletor de modos de condução e portão traseiro elétrico.</p>
<p>A bagageira oferece 536 litros de capacidade e dispõe de uma plataforma ajustável em dois níveis. O espaço pode ser complementado com o AddGear, sistema de acessórios modulares da Kia destinado à arrumação de diferentes objetos.</p>
<p>Em Portugal, o Seltos está disponível exclusivamente com o motor a gasolina 1.6 T-GDi, que desenvolve 180 cv. A versão Sport utiliza uma caixa manual de seis velocidades, enquanto o X-Line recorre a uma transmissão automática de dupla embraiagem com sete relações. A marca prevê acrescentar posteriormente uma motorização híbrida à gama nacional.</p>
<p>O modelo foi desenvolvido com a participação dos centros técnicos da Kia na Coreia do Sul e na Alemanha, tendo sido testado em Espanha e na Suécia. A afinação para o mercado europeu incidiu no conforto, na direção, na redução de ruído e vibrações e na adaptação do comportamento às diferentes condições de estrada.</p>
<p>A dotação de segurança inclui vários sistemas de assistência à condução de nível 2, como travagem automática de emergência, alerta de ângulo morto, manutenção e seguimento na faixa, aviso de saída segura e reconhecimento inteligente dos limites de velocidade. No X-Line juntam-se o assistente de condução em autoestrada, a visualização do ângulo morto e a prevenção de colisões durante manobras em marcha-atrás.</p>
<p>O Kia Seltos Sport tem um preço de tabela de 36.000 euros, reduzido para 33.990 euros na campanha de lançamento destinada a clientes particulares. O X-Line custa 41.500 euros, com um preço promocional chave na mão de 39.490 euros. Tal como os restantes modelos da marca, beneficia de uma garantia de sete anos ou 150 mil quilómetros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788452]]></sapo:autor>
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		<title>Mercado global de fusões e aquisições acelera 41% e prepara-se para alcançar o segundo melhor ano de sempre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado mundial de fusões e aquisições (M&#038;A) continua a reforçar a recuperação iniciada em 2025 e está a caminho de registar o segundo melhor ano de sempre.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado mundial de fusões e aquisições (M&#038;A) continua a reforçar a recuperação iniciada em 2025 e está a caminho de registar o segundo melhor ano de sempre. De acordo com o M&#038;A Midyear Report 2026, divulgado esta segunda-feira pela Bain &#038; Company, o valor global das transações aumentou 41% nos primeiros cinco meses de 2026, face ao mesmo período do ano anterior, atingindo os 2,4 biliões de dólares. Depois de o mercado já ter crescido cerca de 40% em 2025, para 4,9 biliões de dólares — o segundo valor anual mais elevado de sempre —, a tendência mantém-se transversalmente a geografias e setores, refletindo uma transformação estratégica das empresas num contexto marcado pela inteligência artificial (IA) e pela persistência da incerteza económica e geopolítica.</p>
<p>Segundo a consultora, as empresas recorrem cada vez mais às operações de M&#038;A para ganhar escala, reforçar competitividade, aumentar eficiência e acelerar o crescimento. No entanto, esta nova fase do mercado apresenta um paradoxo: ao mesmo tempo que as grandes aquisições permitem construir organizações mais robustas e resilientes, a transformação impulsionada pela IA torna os processos de integração significativamente mais exigentes. &#8220;A recuperação do mercado de M&#038;A em 2025 não foi um episódio isolado e a lógica estratégica por detrás desta dinâmica só ganhou força&#8221;, afirma Álvaro Pires, partner da Bain &#038; Company. &#8220;As empresas estão a avançar para grandes operações de forma a garantir escala e capacidades de que precisam para competir. O desafio é que o boom da IA, que está a impulsionar muitas destas transações, também está a tornar mais complexa a sua execução.&#8221;</p>
<p>A recuperação está a estender-se praticamente a toda a economia mundial. O valor global das operações aumentou 36% desde o início do ano, enquanto o número de negócios cresceu apenas 2%, sinalizando uma forte valorização das transações de maior dimensão. Energia e recursos naturais, indústria e saúde e ciências da vida surgem entre os setores que mais contribuíram para o crescimento do valor das operações. Em sentido contrário, os investidores financeiros registaram um início de ano mais moderado, com uma redução de 9% no valor das operações realizadas até maio.</p>
<p>Já o segmento do venture capital revelou uma dinâmica particularmente expressiva. Segundo o relatório, o venture capital e o corporate venture capital cresceram 206%, impulsionados sobretudo pela ronda de financiamento da OpenAI, avaliada em 122 mil milhões de dólares, bem como pelo aumento de 36% no número de operações realizadas. Paralelamente, as chamadas megatransações — negócios superiores a 10 mil milhões de dólares — continuam a dominar o mercado, com um crescimento de 52% no número de operações e de 53% no respetivo valor. A Bain observa igualmente uma alteração na forma de financiamento destes negócios, com um maior recurso a combinações de ações e numerário, enquanto as aquisições financiadas exclusivamente em dinheiro perderam peso.</p>
<p>A Europa destacou-se como um dos principais motores deste crescimento durante a primeira metade do ano. Na região EMEA (Europa, Médio Oriente e África), as megatransações impulsionaram uma subida homóloga de 77%, refletindo a aposta das empresas em operações estratégicas destinadas a reforçar a competitividade nos mercados europeu e internacional. Entre os exemplos apontados pela Bain encontram-se a oferta conjunta de 24 mil milhões de dólares da Orange, Bouygues e Iliad pela Altice France, a nova tentativa do UniCredit para adquirir o Commerzbank e ainda a proposta de aquisição da TK Elevator pela finlandesa Kone, avaliada em 34,4 mil milhões de dólares.</p>
<p>O relatório destaca ainda que a inteligência artificial está a alterar profundamente a forma como as empresas planeiam e executam operações de fusões e aquisições, muito para além do setor tecnológico. Um dos exemplos referidos é a proposta de fusão, no valor de 119 mil milhões de dólares, entre a NextEra Energy e a Dominion Energy, motivada, em parte, pela crescente procura energética associada aos centros de dados dedicados à IA. Segundo a Bain, responder a este novo contexto exige estratégias plurianuais que conciliem crescimento por aquisições com investimentos em processos, equipas e ferramentas apoiadas por inteligência artificial. A consultora lembra que as grandes operações podem demorar três anos ou mais até à integração completa, sendo que negócios superiores a 10 mil milhões de dólares necessitam, em média, de cerca de sete meses para serem concluídos e entre 24 e 36 meses para materializarem a maior parte das sinergias previstas.</p>
<p>Para Álvaro Pires, a inteligência artificial está também a redefinir o conceito de sucesso nas operações de M&#038;A. &#8220;As integrações sempre envolveram riscos e oportunidades e, numa altura em que a IA está a elevar a fasquia, vão ser as empresas que veem a transação como uma oportunidade para acelerar esta transformação as que vão marcar a diferença no novo contexto de M&#038;A&#8221;, conclui. Segundo a Bain &#038; Company, a capacidade para combinar integração empresarial, transformação digital e adoção da inteligência artificial será determinante para o desempenho das organizações num mercado que continua a recuperar para níveis historicamente elevados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788451]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Autoridade da Concorrência notificada da compra Ambar pela Ancor</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/autoridade-da-concorrencia-notificada-da-compra-ambar-pela-ancor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:25:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade da Concorrência (AdC) foi notificada em 30 de junho da aquisição da Ambar pela Ancor, operação que confere à empresa de transformação de papel e cartão o controlo da fabricante de artigos de papelaria, informou o regulador.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade da Concorrência (AdC) foi notificada em 30 de junho da aquisição da Ambar pela Ancor, operação que confere à empresa de transformação de papel e cartão o controlo da fabricante de artigos de papelaria, informou o regulador.</P><br />
<P>&#8220;A operação de concentração consiste na aquisição pela António Augusto Correia, Lda. (&#8216;Ancor&#8217;) do controlo exclusivo sobre a totalidade do capital social da Ambar &#8212; Passion, S.A. (&#8216;Ambar&#8217;)&#8221;, lê-se na informação divulgada.</P><br />
<P>A Ancor é uma sociedade comercial com foco industrial na transformação de papel e cartão e no fabrico de artigos de papel para papelaria.</P><br />
<P>Já a Ambar atua no mercado de conceção, fabrico e comercialização de artigos de papelaria, material escolar, de escritório e de produtos de marroquinaria.</P><br />
<P>A adquirida detém uma presença residual no retalho físico (Barcelos) e no comércio eletrónico, sendo que através do projeto &#8220;AmbarScience&#8221;, dedica-se ainda ao desenvolvimento e comercialização de brinquedos lúdico-pedagógicos</P><br />
<P>Agora, quaisquer observações sobre a operação devem ser remetidas à Autoridade da Concorrência, no prazo de 10 dias úteis.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788456]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Primeiro-ministro mantém confiança no ministro da Educação</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/primeiro-ministro-mantem-confianca-no-ministro-da-educacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:25:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ O primeiro-ministro disse hoje que mantém a confiança no ministro da Educação após a polémica na correção dos exames nacionais e falou num aproveitamento da situação de quem deseja que as coisas corram mal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro disse hoje que mantém a confiança no ministro da Educação após a polémica na correção dos exames nacionais e falou num aproveitamento da situação de quem deseja que as coisas corram mal.</p>
<p>&#8220;Os ministros, como os secretários de Estado, como o primeiro-ministro, estão no Governo para resolver problemas, não é para se queixarem dos problemas, nem é para esmorecerem quando eles aparecem (&#8230;). Todos estão sob uma pressão diária e estando no Governo é porque têm competência para encontrar as soluções para os problemas&#8221;, disse Luís Montenegro.</p>
<p>O primeiro-ministro falava aos jornalistas à margem da cerimónia de assinatura do auto de consignação da Estrada Nacional EN 222 &#8212; A32/IC2 (nó de Canedo/Serrinha), em Castelo de Paiva, distrito de Aveiro.</p>
<p>Questionado pelos jornalistas, o chefe do executivo disse entender o estado da ansiedade dos estudantes e das famílias, mas referiu que não é preciso agravá-lo, assustando as pessoas.</p>
<p>&#8220;Infelizmente, ao longo de um percurso de mudança, há sempre alguns imprevistos e dificuldades técnicas, e sempre alguns aproveitamentos que tentam exacerbar, quase mesmo desejar que as coisas corram mal&#8221;, observou.</p>
<p>O primeiro-ministro assegurou que este desenvolvimento processual é delicado, mas está a ser feito com muito profissionalismo por parte dos professores que corrigem as provas e de todos aqueles que estão a intervir e a monitorizar o sistema.</p>
<p>&#8220;Estamos a fazer tudo aquilo que é possível fazer para garantir o cumprimento do calendário e da normalidade e da tranquilidade dos estudantes e das suas famílias&#8221;, concluiu.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788455]]></sapo:autor>
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		<title>Bancos reforçam vigilância sobre crédito à habitação e aumentam processos por risco de incumprimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:24:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os bancos intensificaram, ao longo de 2025, a monitorização dos clientes com crédito à habitação, aumentando o número de processos abertos para identificar situações de potencial incumprimento]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os bancos intensificaram, ao longo de 2025, a monitorização dos clientes com crédito à habitação, aumentando o número de processos abertos para identificar situações de potencial incumprimento. Segundo o mais recente Relatório de Acompanhamento dos Mercados de Crédito do Banco de Portugal, foram instaurados 801.780 processos no âmbito do Plano de Ação para o Risco de Incumprimento (PARI), o equivalente a uma média de cerca de 67 mil por mês, abrangendo contratos com uma dívida total próxima dos 20 milhões de euros. Face a 2024, o número de processos aumentou cerca de 9%, uma evolução que o regulador atribui ao reforço da identificação precoce de clientes com risco de dificuldades financeiras ou que alertaram os próprios bancos para problemas no pagamento das prestações.</p>
<p>Apesar do aumento dos mecanismos de prevenção, o Banco de Portugal conclui que mais de 60% dos processos acabaram encerrados por se verificar a inexistência de risco de incumprimento. Nos restantes casos, apenas 0,1% resultou num acordo de renegociação das condições do contrato de crédito, enquanto cerca de 230 mil processos terminaram sem qualquer entendimento entre a instituição financeira e o cliente.</p>
<p>Em sentido contrário, os processos abertos devido a situações de incumprimento efetivo voltaram a diminuir em 2025. A média mensal baixou de 8.165 processos em 2024 para 7.846 no ano passado. O Banco de Portugal destaca ainda que, na maioria das situações, a regularização acontece através do pagamento dos montantes em atraso, sublinhando que &#8220;a regularização das situações de incumprimento ocorre predominantemente através do pagamento dos montantes em mora, o que evidencia o papel determinante do comportamento do cliente na sua resolução&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788450]]></sapo:autor>
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		<title>Estes prédios fazem “chover” para baixar a temperatura até 8 graus — funcionariam em Portugal?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:20:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[ Centenas de pulverizadores libertam milhões de gotas microscópicas de água, criando uma “chuva” que pode fazer descer a temperatura ambiente entre 5 e 8 graus durante os períodos de calor mais intenso]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um complexo residencial na China transformou os telhados dos seus edifícios numa espécie de nuvem artificial. Centenas de pulverizadores libertam milhões de gotas microscópicas de água, criando uma “chuva” que pode fazer descer a temperatura ambiente entre 5 e 8 graus durante os períodos de calor mais intenso.</p>
<p>O sistema está instalado no condomínio Xijian Tianmao Guobinfu, na cidade de Yuncheng, província de Shanxi. A solução tornou-se viral depois de Mao Ning, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, ter divulgado nas redes sociais imagens dos edifícios envolvidos pela névoa.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">In central China’s Shanxi, a residential community has drawn attention for its “rooftop rain” — a mist cooling system that drops surface temperatures by 5–8°C in minutes. <a href="https://t.co/AuXyJ0LFtJ">pic.twitter.com/AuXyJ0LFtJ</a></p>
<p>&mdash; Mao Ning 毛宁 (@SpoxCHN_MaoNing) <a href="https://x.com/SpoxCHN_MaoNing/status/2072308419835641896?ref_src=twsrc%5Etfw">July 1, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Ao contrário do que as imagens podem sugerir, a água não chega ao solo como uma chuva convencional. Os nebulizadores de alta pressão dividem-na em gotas tão pequenas que estas evaporam rapidamente, retirando calor ao ar e às superfícies envolventes.</p>
<p>De acordo com o gestor do empreendimento, citado pelo &#8216;Tempo.pt&#8217;, o sistema consegue reduzir a temperatura ambiente entre 5 e 8 graus. Junto ao solo, a descida poderá chegar aos 12 graus. Cada ativação dura cerca de dez minutos e procura tornar mais confortáveis os jardins, pátios e restantes áreas comuns do condomínio.</p>
<p>O princípio utilizado, conhecido como arrefecimento evaporativo, não é novo. Quando a água passa do estado líquido ao gasoso, absorve energia térmica do ambiente. A mesma técnica já é aplicada em estufas agrícolas, esplanadas, parques e equipamentos de climatização.</p>
<p>A eficácia, porém, depende das condições atmosféricas. Em ambientes quentes e secos, a água evapora mais depressa e o efeito de arrefecimento é maior. Nas regiões húmidas, a evaporação perde eficiência e a nebulização pode aumentar a sensação de abafamento.</p>
<p>A solução chinesa também tem um custo ambiental. Segundo o Tempo.pt, cada utilização poderá consumir dezenas de toneladas de água, às quais se juntam a eletricidade necessária para os sistemas de alta pressão e as despesas de manutenção, tratamento da água e substituição dos pulverizadores.</p>
<p>Estas limitações tornam-se particularmente relevantes num contexto de secas mais prolongadas e crescente pressão sobre os recursos hídricos. Embora a tecnologia possa tornar os espaços exteriores mais agradáveis, a sua aplicação em larga escala exigiria uma avaliação rigorosa do consumo de água e energia.</p>
<p>O projeto procura responder ao chamado efeito de ilha de calor urbana. O betão, o asfalto e as fachadas absorvem energia solar durante o dia e libertam-na lentamente à noite, fazendo com que as cidades possam apresentar temperaturas vários graus superiores às zonas rurais próximas.</p>
<p>Telhados verdes, fachadas cobertas de vegetação, pavimentos claros, materiais refletores e reforço da arborização estão entre as soluções já utilizadas para contrariar este fenómeno. Os sistemas de nebulização poderão funcionar como complemento, sobretudo em espaços públicos expostos a temperaturas extremas.</p>
<p>Em Portugal, a tecnologia teria maior potencial nas regiões interiores e no sul, onde os verões tendem a ser mais quentes e secos. No entanto, a escassez de água, particularmente crítica em algumas destas áreas, seria também o principal obstáculo à sua utilização.</p>
<p>Mais do que substituir o ar condicionado dentro dos edifícios, estes sistemas procuram reduzir o calor nos espaços exteriores. A “chuva artificial” de Yuncheng mostra como a engenharia pode ajudar as cidades a enfrentar temperaturas cada vez mais elevadas, mas também evidencia o dilema entre arrefecer o ambiente e preservar um recurso cada vez mais limitado.</p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DafSqQXDT7C/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
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		<title>Ondas de calor provocaram mais de 10 mil mortes em excesso na Europa durante junho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ondas-de-calor-provocaram-mais-de-10-mil-mortes-em-excesso-na-europa-durante-junho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:14:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[As ondas de calor extremo que atingiram grande parte da Europa no final de junho terão provocado mais de 10 mil mortes em excesso, segundo novos dados divulgados pelo sistema europeu de monitorização da mortalidade EuroMOMO. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As ondas de calor extremo que atingiram grande parte da Europa no final de junho terão provocado mais de 10 mil mortes em excesso, segundo novos dados divulgados pelo sistema europeu de monitorização da mortalidade EuroMOMO. A maioria das vítimas tinha 65 ou mais anos, numa altura em que vários países europeus registaram temperaturas recorde e enfrentaram alguns dos episódios de calor mais intensos dos últimos anos.</p>
<p>De acordo com os dados publicados pelo EuroMOMO, organismo apoiado pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 9 mil das mais de 10 mil mortes em excesso verificadas durante este período ocorreram precisamente entre a população mais idosa. As estimativas conhecidas até ao momento indicam ainda que Bélgica, Reino Unido, França e Espanha estão entre os países onde o calor extremo provocou milhares de mortes adicionais. Paralelamente, o grupo internacional de cientistas World Weather Attribution concluiu que as ondas de calor registadas em junho teriam sido &#8220;praticamente impossíveis&#8221; sem a influência das alterações climáticas.</p>
<p>No Reino Unido, um estudo divulgado esta segunda-feira estima que pelo menos 2.700 pessoas morreram em consequência das ondas de calor que afetaram Inglaterra e o País de Gales durante maio e junho. A investigação foi conduzida por especialistas do Imperial College London, do Met Office e da London School of Hygiene and Tropical Medicine, que recorreram a dados meteorológicos, modelos climáticos e estudos sobre mortalidade associada ao calor para calcular o impacto. Segundo os investigadores, cerca de 550 mortes terão ocorrido entre 21 e 29 de maio, enquanto quase 2.200 foram registadas entre 18 e 28 de junho. Durante este período, Inglaterra estabeleceu novos recordes mensais de temperatura, com máximas de 35,1 ºC em maio e 37,7 ºC em junho.</p>
<p>Citado no estudo, Mark McCarthy, responsável científico da equipa de atribuição climática do Met Office, afirmou que estas foram &#8220;ondas de calor extremas para o Reino Unido e para toda a Europa Ocidental&#8221;, sublinhando que o seu carácter excecional se deveu não apenas à intensidade, mas também ao facto de terem ocorrido muito mais cedo do que é habitual no calendário anual. Os autores do trabalho estimam ainda que as temperaturas máximas diurnas foram entre 3 ºC e 4 ºC superiores àquelas que seriam expectáveis sem o aquecimento global, reforçando a conclusão de que as alterações climáticas estão a tornar estes fenómenos mais frequentes e mais intensos.</p>
<p>A Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido (UKHSA) deverá divulgar nas próximas semanas a estimativa oficial das mortes relacionadas com o calor, baseada nos registos de óbitos. A diretora do Centro para o Clima e Segurança da Saúde daquela entidade, Lea Berrang Ford, considera que os modelos agora apresentados ajudam a demonstrar a dimensão do risco associado ao calor extremo e a crescente ameaça que as alterações climáticas representam para a saúde pública. Também o Comité para as Alterações Climáticas (CCC), organismo independente que aconselha o Governo britânico, já tinha alertado no ano passado que o país &#8220;não está preparado&#8221; para enfrentar os impactos do aquecimento global. Num relatório publicado em maio, estimou que 92% das habitações britânicas poderão tornar-se excessivamente quentes até 2050 e recomendou a definição de limites máximos de temperatura nos locais de trabalho, bem como investimentos em sistemas de arrefecimento para edifícios públicos, incluindo hospitais e escolas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788438]]></sapo:autor>
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		<title>PS exige explicações sobre acesso de membros do Ministério ao espaço onde estão os exames</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:13:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ O PS exigiu hoje esclarecimentos ao Governo sobre o alegado acesso de membros do Ministério da Educação aos exames nacionais, que pode pôr em causa a "credibilidade do processo", e considerou "cada vez mais inevitável" um inquérito parlamentar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PS exigiu hoje esclarecimentos ao Governo sobre o alegado acesso de membros do Ministério da Educação aos exames nacionais, que pode pôr em causa a &#8220;credibilidade do processo&#8221;, e considerou &#8220;cada vez mais inevitável&#8221; um inquérito parlamentar.</p>
<p>&#8220;Quanto às questões dos exames, aquilo que veio a público ontem numa reportagem do canal de televisão deixa-nos particularmente alarmados. Ao que parece, o senhor Ministro, o senhor Secretário de Estado e o pessoal dos respetivos gabinetes tiveram acesso ao espaço em que estão concentradas as provas de exames&#8221;, disse o dirigente do PS André Moz Caldas, na sede do PS, em Lisboa.</p>
<p>Os socialistas esperam a &#8220;todo o momento um desmentido prontamente da parte do Ministério da Educação&#8221; desta reportagem da SIC, considerando que se isso não acontecer &#8220;está irremediavelmente quebrada à confiança no processo de avaliação dos exames&#8221;.</p>
<p>&#8220;Precisamos de saber se todo este pessoal assinou declarações relativamente aos impedimentos, como é obrigatório para todos aqueles que manuseiam as provas de exames nacionais e, acima de tudo, preciso compreender por que razão é que foram violadas as regras de confidencialidade que estão associadas ao processo, uma vez que este pessoal não está legalmente habilitado para contactar com estas provas&#8221;, considerou.</p>
<p>Para André Moz Caldas, &#8220;não está em causa apenas se os exames vão estar corrigidos a tempo ou não&#8221;, mas &#8220;toda a credibilidade do processo de correção de exames e toda a transparência&#8221;.</p>
<p>&#8220;Por isso é cada vez mais inevitável que o PS se aproxime do acompanhamento de medidas de inquérito parlamentar se o Governo não responder cabalmente a todas as inquietações que as famílias portuguesas, os estudantes e os professores neste momento estão a viver&#8221;, enfatizou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788443]]></sapo:autor>
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		<title>Ministro garante que 92% dos exames nacionais estão corrigidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:13:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa, 13 de jul 2026 (Luasa) - O ministro da Educação anunciou hoje que 92% dos exames nacionais do ensino secundário estão corrigidos e que os alunos terão acesso às suas notas na próxima sexta-feira. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Lisboa, 13 de jul 2026 (Luasa) &#8211; O ministro da Educação anunciou hoje que 92% dos exames nacionais do ensino secundário estão corrigidos e que os alunos terão acesso às suas notas na próxima sexta-feira. </P><br />
<P>&#8220;Neste momento, 92% dos exames estão corrigidos e a cadência está a ser muito elevada&#8221;, afirmou o ministro da Educação, Fernando Alexandre, à entrada para uma reunião com o Conselho das Escolas, que está a decorrer em Lisboa.</P><br />
<P>Fernando Alexandre reconheceu que &#8220;ontem [domingo] e no sábado os professores trabalharam de forma muito intensa&#8221;, sublinhando que há &#8220;muitas pessoas a trabalhar para garantir o rigor da avaliação&#8221;.</P><br />
<P>O novo calendário dos exames nacionais do ensino secundário, que foi alterado devido aos problemas detetados no processo de digitalização, prevê que na terça-feira as cerca de 300 mil provas do 11.º e 12.º ano estejam todas avaliadas.</P><br />
<P>O ministro reafirmou hoje que esse prazo será cumprido e com &#8220;rigor&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788442]]></sapo:autor>
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		<title>XLVIII BARÓMETRO: Rui Lopes Ferreira, Super Bock Group</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:11:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barómetro]]></category>
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		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
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					<description><![CDATA[A análise de Rui Lopes Ferreira, CEO da Super Bock Group.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A análise de Rui Lopes Ferreira, CEO da Super Bock Group</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Num contexto que continua bastante volátil, marcado por diversos riscos externos, considero bastante positivo que mais de 50% dos inquiridos identifiquem o crescimento económico e a expansão de mercado como a principal prioridade estratégica para o segundo semestre de 2026. É algo que vem acompanhado, e bem no meu entender, por uma aposta na transformação digital, na melhoria da eficiência operacional e na retenção de talento. Portugal e as suas empresas precisam de crescer, mas de crescer “bem”, o que significa as empresas e organizações desenvolverem-se de forma inteligente, competitiva e sustentável, contribuindo, simultaneamente, para a economia real e melhoria das condições do País.</p>
<p style="text-align: justify;">Os indicadores económicos reforçam a confiança neste rumo. Em 2025, o financiamento do BEI em Portugal atingiu um valor recorde de 3 mil milhões de euros, mais 43% face ao ano anterior, ao qual se juntam os vários programas de estímulo ao investimento, como o Programa Reforçar ou o PTRR. Já no primeiro trimestre de 2026, a economia portuguesa registou um crescimento homólogo de cerca de 2,3%, enquanto o investimento reforçou o seu contributo para o PIB (+1,9%). Por sua vez, também do mercado de trabalho chegam sinais positivos, com Portugal a alcançar uma taxa de emprego de 66,2% em abril deste ano, a mais elevada desde fevereiro de 1998.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, persistem desafios estruturais ligados à produtividade, demografia e burocracia. O país reúne condições para reforçar a sua competitividade, creio que o desafio está mais do lado da capacidade de execução. Diagnósticos existem e bem fundamentados, o que falta é capacidade de planear e executar de acordo com objetivos, que devendo ser consensuais na sociedade portuguesa, têm que ser explicados e comunicados de forma clara e eficiente.”</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Testemunho publicado na edição de Junho (nº. 243) da Executive Digest, no âmbito da XLVIII edição do seu Barómetro</em>.</p>
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		<title>Comissão Europeia defende vedar acesso dos mais jovens a redes sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:11:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente da Comissão Europeia defendeu hoje restrições de acesso às redes sociais para menores, com limitações em função da idade, na União Europeia (UE), tencionando apresentar uma proposta após o verão.
Comissão Europeia defende vedar acesso dos mais jovens a redes sociais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente da Comissão Europeia defendeu hoje restrições de acesso às redes sociais para menores, com limitações em função da idade, na União Europeia (UE), tencionando apresentar uma proposta após o verão.<br />
Comissão Europeia defende vedar acesso dos mais jovens a redes sociais</p>
<p>&#8220;Devemos equacionar um acesso progressivo e gradual para diferentes faixas etárias&#8221; às redes sociais e a outras plataformas &#8216;online&#8217;, declarou Ursula von der Leyen, em declarações à imprensa após ter recebido um relatório de peritos sobre as medidas que a UE pode adotar para proteger as crianças na internet.</p>
<p>&#8220;Tal como não damos aos nossos filhos as chaves do carro antes de terem a carta de condução, ou não lhes permitimos comprar álcool até terem a idade legal para o fazer, também devemos estabelecer a idade a partir da qual as crianças podem aceder legalmente às redes sociais&#8221;, afirmou Von der Leyen.</p>
<p>Mesmo que os nomes de utilizador só comecem a ser usados mais perto do final do ano, o WhatsApp já está a permitir que os utilizadores da app de mensagens reservem o nome ao qual pretendem estar associados na plataforma.</p>
<p>A Comissão irá apresentar, depois do verão, propostas concretas depois de estudar o relatório dos peritos, disse ainda a líder do executivo europeu, mas salientando que deverá permitido o acesso aos ecrãs até aos 13 anos sob vigilância de adultos e por tempo limitado</p>
<p>A partir dos 13 anos o acesso às redes sociais será gradualmente alargado, mas a idade dos utilizadores tem de ser comprovada pelas plataformas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788434]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>NTT DATA PORTUGAL : A agentificação da sociedade</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ntt-data-portugal-a-agentificacao-da-sociedade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:09:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[NTT DATA Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[«A IA deixou de ser apenas experimentação tecnológica. Está a tornar-se num factor real de transformação da forma como vivemos, trabalhamos e interagimos.»]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A inteligência artificial está a entrar numa nova fase de maturidade. Depois de anos marcados por testes-piloto e experimentação, as organizações procuram agora transformar o potencial da tecnologia em ganhos concretos de produtividade, eficiência e escala. A agentificação, a soberania tecnológica e o impacto da IA no mercado de trabalho são conceitos que colocam novos desafios às empresas. Em entrevista à Executive Digest, João Viana Ferreira, partner da NTT DATA Portugal, analisa a forma como a inteligência artificial está a ser integrada e os investimentos necessários para acelerar a passagem da experimentação à criação de valor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A inteligência artificial está no centro da discussão empresarial. Estamos perante um hype ou uma transformação real?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As duas. Existe sempre uma componente de hype associada às grandes mudanças tecnológicas, onde a velocidade das nossas expectativas é muito superior à velocidade a que o mundo físico, em toda a sua complexidade social, consegue reagir. Este facto é exacerbado pela dinâmica da comunicação digital e das redes sociais (onde tudo acontece ao minuto), muito mais rápido que o mundo físico, onde é necessário construir data centers, montar modelos de negócio, formar e gerir equipas. Aconteceu com a internet, com a cloud e com o mobile (e em períodos anteriores com os caminhos-de-ferro, a aviação ou o telégrafo). Mas reduzir a inteligência artificial a uma tendência passageira é um erro. Hoje já existem impactos concretos e mensuráveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O Global AI Report 2026 da NTT DATA, baseado num inquérito a mais de 2.500 executivos em 35 países, mostra que as organizações mais avançadas em IA têm 2,5 vezes mais probabilidade de crescer acima de 10% em receitas e três vezes mais probabilidade de atingir margens superiores a 15%. O que demonstra que a IA deixou de ser apenas experimentação tecnológica: Está a tornar-se num factor real de transformação da forma como vivemos, trabalhamos e interagimos. A nuance é que ainda estamos numa fase inicial, não conseguimos vislumbrar claramente onde o processo vai terminar. Como tal, ainda estamos numa fase de transição.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas organizações continuam entre a experimentação e a transformação efectiva do modelo operativo, porque esta demora tempo. A tecnologia evolui rapidamente, mas as empresas transformam-se de forma gradual porque existem processos, cultura, sistemas legados e responsabilidade operacional. A dúvida não é se a IA vai ser relevante. Isso sabemos que será. O verdadeiro desafio é transformar potencial tecnológico em valor económico e social sustentável.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas empresas continuam focadas em provas de conceito. Como é que se passa do piloto para a criação de valor?</p>
<p style="text-align: justify;">Esse é provavelmente um dos temas mais importantes desta fase. Nos últimos anos, assistimos a uma enorme vaga de pilotos e experimentação, o que foi positivo porque permitiu aprender rapidamente. Mas um piloto não é transformação. E, no limite, as organizações precisam é de tempo. Vivemos hoje num contexto muito imediatista, onde esperamos que tudo aconteça rapidamente. Mas a própria história da tecnologia mostra-nos que as grandes transformações levam tempo a amadurecer. A democratização da internet, por exemplo, demorou praticamente duas décadas e continua ainda hoje a evoluir.</p>
<p style="text-align: justify;">No fundo, a questão deixou de ser perceber o potencial da IA. Esse potencial já ninguém discute. O verdadeiro desafio agora é operacionalizar, integrar e escalar,</p>
<p style="text-align: justify;">enquanto o negócio “business as usual” tem de continuar, estamos simultaneamente a garantir que tudo continua a correr como “normalmente”, e a transformar a forma como trabalhamos.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo global da NTT DATA mostra que apenas 15% das organizações podem hoje ser consideradas verdadeiros “líderes em IA”. E o que as diferencia não é apenas tecnologia. É sobretudo a capacidade de execução. Essas organizações vão conjugando vários factores, com diferentes níveis de equilíbrio: i) estratégias claras, com liderança interessada e presente no tema ii) governação estruturada, iii) foco em domínios de elevado valor económico; iv) uma abordagem transversal da transformação; e v) integração com os processos reais do negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Quais são os temas tecnológicos e sociais mais relevantes nesta evolução?</p>
<p style="text-align: justify;">A IA envolve muito mais do que tecnologia. Talvez um dos aspectos mais fascinantes desta evolução seja precisamente a diversidade e amplitude de temas que cobre, desde desafios altamente técnicos até questões económicas, sociais, ambientais e até filosóficas. Naturalmente, existem temas tecnológicos fundamentais como cloud, dados, cibersegurança, AI engineering ou integração de sistemas. Mas rapidamente percebemos que esta transformação vai muito além da dimensão técnica. A sustentabilidade é um bom exemplo. O crescimento da IA vai aumentar significativamente as necessidades energéticas globais. O debate sobre eficiência energética, data centers e capacidade computacional será cada vez mais relevante.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe igualmente a questão da soberania tecnológica. O estudo da NTT DATA mostra que muitas organizações estão a reforçar investimentos em cloud privada e soberana, precisamente para reduzir dependências externas e aumentar o controlo sobre dados críticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro tema central é o impacto nas competências e no mercado de trabalho. E aí talvez estejamos perante uma das mudanças mais profundas. A forma como diferentes gerações vão adaptar-se será naturalmente muito distinta. Integrar GenAI no quotidiano profissional aos 45 ou 50 anos é muito diferente de entrar hoje no mercado de trabalho depois de um percurso académico já suportado por estas tecnologias. Algumas funções serão automatizadas parcial ou totalmente, mas também surgirão novas especializações.</p>
<p style="text-align: justify;">Fala-se muito sobre “agentificação”. O que significa exatamente esse conceito?</p>
<p style="text-align: justify;">A agentificação representa uma das mudanças mais profundas desta nova era tecnológica. Durante décadas habituámo-nos a utilizar software como ferramenta. Agora começamos a ter agentes digitais capazes de executar tarefas, tanto no contexto profissional como pessoal (como programar, marcar férias de um utilizador ou fazer compras) de forma relativamente autónoma, com base em todo o conhecimento histórico acumulado, personalizável, que têm de um utilizador (incluindo interacção autónoma entre diferentes agentes, sem envolvimento humano, mas representando diferentes humanos e diferentes empresas). Estamos a caminhar para um modelo onde pessoas e agentes digitais coexistirão em praticamente todos os sectores: empresas, saúde, educação, administração pública ou serviços financeiros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que significa tudo isto para as organizações?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Significa que as empresas terão de aprender a operar num ambiente de enorme aceleração e incerteza. As organizações mais bem-sucedidas serão aquelas que conseguirem combinar capacidade tecnológica, velocidade de aprendizagem e abertura cultural. O Global AI Report da NTT DATA mostra precisamente isso: os líderes em IA distinguem-se pela combinação entre visão estratégica, governação forte, modernização tecnológica e capacidade de execução.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas terão de criar espaço para experimentar, adaptar-se rapidamente e promover aprendizagem contínua. Durante décadas, as organizações foram desenhadas sobretudo para estabilidade e eficiência. Agora precisam também de ser desenhadas para adaptação contínua.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso terá inevitavelmente impacto na própria estrutura das organizações: na forma como as equipas se organizam, na distribuição geracional dentro das empresas, nos modelos de liderança e até na forma como os processos internos são desenhados e executados. Mas, com tudo isto, emerge a questão: qual passa a ser o papel social de uma organização quando ganha toda esta flexibilidade?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Portugal pode beneficiar desta transformação?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida. Portugal tem uma oportunidade muito relevante nesta nova vaga tecnológica. Temos talento qualificado, capacidade de engenharia, universidades competitivas e uma crescente reputação internacional em tecnologia, que também nos permite atrair talento internacional. Num momento em que as organizações procuram parceiros capazes de combinar cloud, dados e IA de forma integrada, Portugal pode posicionar-se como um hub internacional de inovação, engenharia avançada e serviços digitais.</p>
<p style="text-align: justify;">O conceito de Value Shore ganha aqui especial relevância. Hoje, as empresas não procuram apenas eficiência de custos. Procuram talento especializado, capacidade de execução e criação de valor. Se conseguirmos fortalecer o ecossistema tecnológico nacional, isso terá efeitos multiplicadores, num círculo virtuoso: mais inovação, mais start-ups, maior sofisticação económica e maior exportação de conhecimento, aumentando a exigência do próprio modelo económico e social do país &#8211; fica por pensar e definir, mais uma vez, o que acontece a quem fica fora deste círculo virtuoso, e como se distribuem os ganhos desta transformação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que está a NTT DATA a fazer nesta área?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A NTT DATA está a investir fortemente na capacitação dos colaboradores, no desenvolvimento de competências e na criação de soluções concretas de transformação com IA. A partir de Portugal já trabalhamos em modelos de Value Shore para diferentes geografias e sectores, incluindo aviação e serviços financeiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Temos equipas nacionais envolvidas em projectos internacionais nas áreas de AI engineering, cloud, data, data science e computer vision. Estamos igualmente envolvidos em projectos relevantes de transformação em Portugal, ajudando organizações a modernizar operações, a acelerar a adopção de IA e a criar modelos mais sustentáveis de crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O nosso foco não é apenas desenvolver tecnologia. É construir capacidade sustentável.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso significa formar pessoas, criar equipas multidisciplinares, desenvolver governação responsável e ajudar organizações a transformar-se de forma segura e orientada para valor.</p>
<p style="text-align: justify;">Acreditamos que o maior diferencial competitivo dos próximos anos será a combinação entre talento humano e utilização responsável da Inteligência Artificial.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte do Caderno Especial “Transformação Digital”, publicado na edição de Junho (n.º 243</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
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