<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Fri, 07 Aug 2026 19:46:47 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Exército dos EUA abre campos de testes a pequenas empresas para agilizar aquisição de armas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exercito-dos-eua-abre-campos-de-testes-a-pequenas-empresas-para-agilizar-aquisicao-de-armas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/exercito-dos-eua-abre-campos-de-testes-a-pequenas-empresas-para-agilizar-aquisicao-de-armas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 19:46:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/exercito-dos-eua-abre-campos-de-testes-a-pequenas-empresas-para-agilizar-aquisicao-de-armas/</guid>

					<description><![CDATA[As Forças Armadas dos Estados Unidos (EUA) anunciaram hoje que estão a abrir campos de testes a empresas privadas que desenvolvem mísseis, drones e outras armas, esperando conseguir comprá-las mais rapidamente para utilização no campo de batalha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As Forças Armadas dos Estados Unidos (EUA) anunciaram hoje que estão a abrir campos de testes a empresas privadas que desenvolvem mísseis, drones e outras armas, esperando conseguir comprá-las mais rapidamente para utilização no campo de batalha.</p>
<p>O secretário das Forças Armadas norte-americano, Dan Driscoll, disse à comunicação social, num campo de testes militares no estado do Michigan, que a iniciativa eliminará meses e, por vezes, anos da burocracia que normalmente prejudica os fornecedores das Forças Armadas.</p>
<p>Prometeu conceder às empresas acesso a campos de testes no território dos Estados Unidos ou pertencentes a aliados no estrangeiro no prazo de 30 dias após o pedido, através de um mercado &#8216;online&#8217; que hoje entrou em funcionamento.</p>
<p>&#8220;Pode demorar entre 12 e 18 meses para que uma empresa consiga testar alguma coisa que tenha para melhorar a vida de um soldado, aumentar a sua letalidade e mantê-lo mais seguro &#8212; isso não é suficientemente bom&#8221;, considerou Driscoll.</p>
<p>O anúncio surge numa altura em que a forma de fazer a guerra está a mudar rapidamente em todo o mundo, desde os enxames de drones Shahed que o Irão lançou contra as forças norte-americanas no Médio Oriente até às inovações da Ucrânia na tecnologia de drones enquanto se defende da invasão russa. </p>
<p>Mas o Exército está também a abrir os seus campos de testes numa altura em que o Pentágono está a braços com os custos da guerra com o Irão, que reduziu os arsenais nacionais de armas avançadas que por vezes custam milhões de dólares usando um único míssil ou equipamento de interceção. </p>
<p>Driscoll disse à agência de notícias norte-americana The Associated Press (AP) que mudanças de política como tornar os campos de testes mais acessíveis, foram motivadas em parte pela sua observação da guerra na Ucrânia e pela rapidez com que o país avançou para a produção de novos sistemas de armas.</p>
<p>O secretário do Exército norte-americano foi um dos principais interlocutores nas conversações entre a Rússia e a Ucrânia em 2025, antes de estas chegarem a um impasse.</p>
<p>Os líderes do Pentágono (Departamento de Defesa) têm tentado aumentar o ritmo de produção, incentivando as empresas mais pequenas a entrar no mercado para construir armas baratas e eficazes. </p>
<p>Driscoll disse à comunicação social que as Forças Armadas pretendem &#8220;derrubar todas as barreiras que ergueram nos últimos 20 ou 30 anos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Estamos a convidar a indústria a envolver-se diretamente com os nossos soldados, a inovar e a investir neles&#8221;, declarou Driscoll numa teleconferência. </p>
<p>&#8220;E o nosso compromisso, como Forças Armadas, é adquirir o equipamento que tornará os nossos soldados mais letais, mais seguros e manterá o nosso país mais seguro&#8221;, sublinhou.</p>
<p>A primeira empresa a tirar partido do novo programa testou um novo míssil de cruzeiro no campo de testes de mísseis do Exército em Marrocos.</p>
<p>Abby Denburg, executiva da Covenant Industries, afirmou que a empresa &#8220;apresentou não só o desempenho do míssil Anthem, mas também um caminho replicável agora disponível para todas as empresas&#8221;. </p>
<p>O programa permite que as empresas de drones e mísseis utilizem cinco campos de testes das Forças Armadas dos Estados Unidos para testar novos morteiros, drones e armas antidrone, mesmo que não tenham um contrato de fornecimento militar.</p>
<p>O esforço para que o armamento chegue mais rapidamente ao campo de batalha surge numa altura em que uma análise recente de um &#8216;think tank&#8217; (grupo de reflexão) constatou que o conflito com o Irão consumiu ainda mais dos já reduzidos &#8216;stocks&#8217; de intercetores avançados das Forças Armadas norte-americanas, como os mísseis Patriot e THAAD, utilizados para defesa contra ameaças aéreas, como mísseis e drones. </p>
<p>A análise, realizada pelo Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS), observou ainda que esta escassez pode forçar os Estados Unidos e os seus aliados do Médio Oriente a assumirem mais riscos para conservar essas defesas aéreas.</p>
<p>O Presidente norte-americano, Donald Trump, desvalorizou a cobertura mediática dada à questão, dizendo na quinta-feira aos jornalistas: &#8220;Estamos sempre a precisar de mais [armamento e equipamento militar]&#8221;.</p>
<p>Afirmou que certos tipos de munições têm &#8220;um fornecimento praticamente ilimitado&#8221;, ao passo que outros têm &#8220;um &#8216;stock&#8217; um pouco mais restrito&#8221;, mas não forneceu mais pormenores.</p>
<p>Por sua vez, Driscoll desviou as perguntas sobre os &#8216;stocks&#8217; de munições do país sustentando: &#8220;Temos um arsenal maior do que qualquer nação na história do mundo, e teremos um arsenal ainda maior com novas defesas novas, diferentes e em várias camadas&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/exercito-dos-eua-abre-campos-de-testes-a-pequenas-empresas-para-agilizar-aquisicao-de-armas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799010]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Portugal continental em seca meteorológica, mês passado foi o julho mais seco do século</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-continental-em-seca-meteorologica-mes-passado-foi-o-julho-mais-seco-do-seculo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-continental-em-seca-meteorologica-mes-passado-foi-o-julho-mais-seco-do-seculo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 19:16:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/portugal-continental-em-seca-meteorologica-mes-passado-foi-o-julho-mais-seco-do-seculo/</guid>

					<description><![CDATA[Todo o território de Portugal continental entrou em seca meteorológica no mês passado, o julho mais seco deste século que teve uma onda de calor que levou a novos extremos absolutos das temperaturas máxima e mínima, foi hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todo o território de Portugal continental entrou em seca meteorológica no mês passado, o julho mais seco deste século que teve uma onda de calor que levou a novos extremos absolutos das temperaturas máxima e mínima, foi hoje divulgado.</p>
<p>Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), que hoje divulgou os resumos dos boletins climatológicos de julho para o país, no final do mês passado &#8220;verificou-se um agravamento generalizado da situação de seca meteorológica em Portugal continental, estendendo-se a todo o território&#8221;, como reflexo da &#8220;persistência das temperaturas elevadas&#8221; e da &#8220;escassez de precipitação observadas&#8221;.</p>
<p>No fim de junho, a seca meteorológica (associada à diminuição significativa de chuva) estava circunscrita aos distritos do litoral Norte e aos distritos a Sul de Coimbra.</p>
<p>De acordo com os dados preliminares do IPMA, o mês passado foi o julho mais seco desde século e o 8.º julho mais seco desde 1931, com o valor médio da quantidade de chuva total mensal a corresponder a menos de 8% do valor normal para julho.</p>
<p>O boletim climatológico para Portugal continental destaca a onda de calor verificada entre 29 de junho e 11 de julho, que teve &#8220;a maior magnitude e a segunda maior extensão espacial&#8221; desde 1981.</p>
<p>Durante a onda de calor foram registados dois novos extremos absolutos da temperatura máxima do ar &#8211; em Monção e S. Pedro de Moel em 04 de julho &#8211; e cinco novos extremos absolutos na temperatura mínima &#8211; em Coimbra, Figueira da Foz e Lisboa a 03 de julho e em Viana do Castelo e Cabo Raso a 04 de julho.</p>
<p>O valor mais elevado da temperatura máxima foi em Mora, a 03 de julho (44,3ºC).</p>
<p>Em geral, entre os dias 03 e 05, os valores da temperatura máxima do ar tiveram anomalias superiores a 8ºC.</p>
<p>O IPMA salienta, ainda, que o mês passado foi o 7.º julho mais quente em Portugal continental desde 1931, com o valor médio da temperatura média a situar-se nos 24,04ºC, mais 1,41ºC face ao período de referência (1991-2020).</p>
<p>O valor médio da temperatura máxima de 31,46ºC, mais 1,96ºC do que o normal, foi o 6.º mais elevado desde 1931.</p>
<p>Julho &#8220;foi frio e muito chuvoso&#8221; no arquipélago dos Açores, enquanto na Região Autónoma da Madeira teve valores médios da temperatura do ar superiores ao normal e chuva acumulada abaixo do normal, adianta o IPMA.</p>
<p>A versão final dos boletins climatológicos de julho para Portugal continental e ilhas será publicada em meados de agosto.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-continental-em-seca-meteorologica-mes-passado-foi-o-julho-mais-seco-do-seculo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799009]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>CGI da RTP aguarda relatório final da IGF</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/cgi-da-rtp-aguarda-relatorio-final-da-igf/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/cgi-da-rtp-aguarda-relatorio-final-da-igf/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 19:07:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/cgi-da-rtp-aguarda-relatorio-final-da-igf/</guid>

					<description><![CDATA[O Conselho Geral Independente (CGI) da RTP respeita o procedimento inspetivo em curso e aguarda o relatório final da Inspeção-Geral de Finanças (IGF).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Geral Independente (CGI) da RTP respeita o procedimento inspetivo em curso e aguarda o relatório final da Inspeção-Geral de Finanças (IGF).</p>
<p>Em comunicado, o CGI adianta que foi &#8220;informado pelo Conselho de Administração (CA) da RTP da posição adotada por este órgão relativamente ao projeto de relatório&#8221; da IGF.</p>
<p>&#8220;O CGI respeita o procedimento inspetivo em curso e aguarda o relatório final da IGF, que será submetido a despacho do ministro de Estado e das Finanças&#8221;, acrescenta o órgão que supervisiona a administração da RTP.</p>
<p>Até à conclusão desse procedimento, &#8220;o CGI não antecipará juízos sobre as conclusões da inspeção, eventuais responsabilidades ou medidas de gestão, matérias cuja apreciação cabe às entidades e aos órgãos competentes&#8221;, refere.</p>
<p>Nos termos dos Estatutos da RTP, compete ao CGI definir e divulgar as Linhas de Orientação Estratégica (LOE) da sociedade, escolher os membros do CA de acordo com o respetivo Projeto Estratégico e supervisionar e fiscalizar a atuação do CA quanto ao cumprimento desse projeto.</p>
<p>&#8220;O CGI não dispõe de poderes de gestão sobre as atividades da empresa&#8221;, salienta.</p>
<p>No exercício dessas competências, o CGI aprovou as LOE para o triénio 2027-2029, tendo igualmente dado início ao procedimento com vista à indigitação do CA para o mesmo período, acrescenta.</p>
<p>&#8220;Com consciência dos inconvenientes da turbulência trazida neste momento pela ação inspetiva, a escolha do próximo CA prosseguirá autonomamente, segundo as regras e os critérios previamente publicitados, com transparência, objetividade, igualdade de tratamento, imparcialidade e fundamentação&#8221;.</p>
<p>O CGI salienta que o &#8220;financiamento adequado e previsível, as decisões atempadas do acionista e a estabilidade do processo são condições materiais para o integral cumprimento do Contrato de Concessão e das LOE&#8221;.</p>
<p>O CGI, prossegue, &#8220;continuará a exercer as suas obrigações legais com total independência, assegurando a autonomia da RTP face a interesses setoriais e ao poder político, e salvaguardando a independência editorial e funcional, o pluralismo, a continuidade e a sustentabilidade do serviço público de média, no interesse de todos os cidadãos&#8221;.</p>
<p>A IGF realizou uma auditoria e elaborou um relatório preliminar que identificou subsídios considerados indevidos na RTP.</p>
<p>O Conselho de Administração [CA] da RTP decidiu suspender preventivamente a atribuição de novos subsídios identificados pela IGF como indevidos e pediu uma reunião urgente às tutelas para encontrar soluções que evitem a suspensão dos atuais.</p>
<p>A fixação concreta de componentes parcelares de montantes remuneratórios na RTP são atos típicos de gestão corrente, disse na quinta-feira à Lusa fonte oficial do gabinete da Presidência. </p>
<p>Cerca de 80% dos trabalhadores da RTP não recebe qualquer dos subsídios referidos no relatório preliminar da IGF, esclareceram os sindicatos e a Comissão de Trabalhadores (CT), em comunicado conjunto.</p>
<p>O Sindicato dos Jornalistas (SJ) e as restantes estruturas sindicais reúnem-se na segunda-feira com a administração da RTP para encontrar novas formas de evitar a interrupção do pagamento dos subsídios em vigor considerados indevidos pela IGF.</p>
<p>A auditoria decorre da proposta do grupo parlamentar do PSD, votada em outubro de 2024 na comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Administração Pública.</p>
<p>O período em análise &#8211; 2018 e 2024 &#8211; abrange oito administradores: Gonçalo Reis, Nuno Artur Silva, Cristina Vaz Tomé, Hugo Figueiredo, Ana Dias da Fonseca, Luísa Ribeiro, Sónia Alegre e Nicolau Santos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/cgi-da-rtp-aguarda-relatorio-final-da-igf/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799008]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Operadores de trotinetes partilhadas criticam proposta de referendo para proibição em Lisboa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/operadores-de-trotinetes-partilhadas-criticam-proposta-de-referendo-para-proibicao-em-lisboa/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/operadores-de-trotinetes-partilhadas-criticam-proposta-de-referendo-para-proibicao-em-lisboa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 19:03:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/operadores-de-trotinetes-partilhadas-criticam-proposta-de-referendo-para-proibicao-em-lisboa/</guid>

					<description><![CDATA[Operadores de trotinetes partilhadas criticaram hoje a proposta do Automóvel Club de Portugal (ACP) de um referendo municipal em Lisboa quanto ao fim deste sistema de mobilidade suave, defendendo que tal não resolve o problema da insegurança rodoviária.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Operadores de trotinetes partilhadas criticaram hoje a proposta do Automóvel Club de Portugal (ACP) de um referendo municipal em Lisboa quanto ao fim deste sistema de mobilidade suave, defendendo que tal não resolve o problema da insegurança rodoviária.</p>
<p>&#8220;A proposta apresentada pelo ACP associa um problema real a uma solução errada, deixando por resolver as verdadeiras causas da insegurança rodoviária, como a condução perigosa, as deficiências da infraestrutura e a necessidade de uma fiscalização mais eficaz&#8221;, afirmaram os operadores Bolt, Lime e Bird, numa declaração conjunta, em que contestam a proposta de proibir as trotinetes partilhadas na cidade de Lisboa.</p>
<p>Em causa está a iniciativa do ACP de tentar promover um referendo municipal em Lisboa sobre o futuro das trotinetes partilhadas, para que os lisboetas se possam pronunciar, respondendo &#8216;sim&#8217; ou &#8216;não&#8217; à questão: &#8220;Concorda que o município de Lisboa deixe de autorizar a exploração de sistemas de partilha de trotinetes elétricas no domínio público municipal após o termo das autorizações atualmente em vigor?&#8221;.</p>
<p>&#8220;Porque é uma questão divisiva &#8211; para uns as trotinetes elétricas partilhadas são problema, para outros solução. Queremos que sejam os lisboetas a escolher como circular nas ruas de Lisboa&#8221;, salientou o ACP, referindo que este tema afeta diretamente a segurança, a mobilidade, o espaço público e a qualidade de vida de todos os lisboetas.</p>
<p>Apresentada esta semana, a proposta do ACP será dirigida à Assembleia Municipal de Lisboa, mas ainda decorre o processo de recolha assinaturas de cidadãos maiores de 18 anos recenseados na capital, sendo necessárias 5.000 assinaturas válidas para que o referendo seja convocado.</p>
<p>Contestando a iniciativa, os operadores de trotinetes partilhadas Bolt, Lime e Bird afirmaram que &#8220;melhorar a segurança rodoviária em Lisboa exige medidas dirigidas a todas as verdadeiras fontes de risco na estrada, e não a eliminação da frota mais regulada e segura da cidade&#8221;.</p>
<p>Respeitando os processos democráticos e acolhendo &#8220;com satisfação&#8221; um debate público sobre a mobilidade em Lisboa, os operadores indicaram que os lisboetas têm razão em exigir ruas mais seguras, passeios desimpedidos e uma fiscalização eficaz, no entanto, avisaram que &#8220;proibir as trotinetes partilhadas não resolveria, de forma alguma, os desafios da segurança rodoviária na cidade&#8221;.</p>
<p>Neste âmbito, os operadores realçaram os dados da PSP, com o registo de 623 acidentes envolvendo bicicletas e trotinetes elétricas nas áreas de atuação da PSP durante os primeiros quatro meses de 2025, &#8220;o que representa apenas 3,6% dos 17.538 acidentes registados nesse período, sem qualquer vítima mortal&#8221;.</p>
<p>Ressalvando que esses dados agregam bicicletas e trotinetes elétricas, veículos privados e partilhados, bem como informação de âmbito nacional, sem qualquer desagregação específica para Lisboa ou para os operadores de mobilidade partilhada, a Bolt, Lime e Bird consideraram que, ainda assim, &#8220;são suficientes para demonstrar que as principais causas da sinistralidade rodoviária estão longe de se encontrar na micromobilidade partilhada, um setor que opera sob autorizações, requisitos de seguro, limites de velocidade, regras de estacionamento e mecanismos de controlo através de &#8216;geofencing'&#8221;.</p>
<p>Por isso, os operadores consideraram que os lisboetas não devem ser obrigados a escolher entre manter a situação atual ou avançar para &#8220;uma proibição generalizada que atua sobre a causa errada do problema&#8221;, e asseguraram que continuarão &#8220;totalmente empenhados&#8221; em investir em serviços de trotinetes que contribuam para uma cidade com menos acidentes, passeios mais seguros e uma melhor gestão do espaço público para todos.</p>
<p>&#8220;Estamos preparados para ir mais longe, reforçando a fiscalização, investindo em infraestrutura de estacionamento dedicada, expandindo zonas de velocidade reduzida através de &#8216;geofencing&#8217; e definindo limites de frota em articulação com o município&#8221;, asseguraram, defendendo que estas são medidas que reduzem efetivamente o risco, porque &#8220;uma proibição apenas o desloca&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/operadores-de-trotinetes-partilhadas-criticam-proposta-de-referendo-para-proibicao-em-lisboa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799007]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Catedral reservada, hotel de luxo fechado e convidados de peso: Cristiano Ronaldo e Georgina casam-se este sábado?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/catedral-reservada-hotel-de-luxo-fechado-e-convidados-de-peso-cristiano-ronaldo-e-georgina-casam-se-este-sabado/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/catedral-reservada-hotel-de-luxo-fechado-e-convidados-de-peso-cristiano-ronaldo-e-georgina-casam-se-este-sabado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 19:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[cristiano ronaldo]]></category>
		<category><![CDATA[Georgina Rodríguez]]></category>
		<category><![CDATA[Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=798762</guid>

					<description><![CDATA[Segundo o jornal britânico 'The Sun', o internacional português e Georgina Rodríguez terão escolhido a Sé Catedral do Funchal para a cerimónia, numa decisão com forte carga simbólica: Ronaldo nasceu e cresceu na Madeira e mantém uma ligação próxima à ilha]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cristiano Ronaldo e Georgina Rodríguez podem estar prestes a protagonizar um dos casamentos mais mediáticos do ano. Depois de um falso convite ter colocado o casal na Quinta da Regaleira, em Sintra, no início de agosto, novos rumores apontam agora para a Madeira — e para este sábado.</p>
<p>Segundo o jornal britânico &#8216;The Sun&#8217;, o internacional português e Georgina Rodríguez terão escolhido a Sé Catedral do Funchal para a cerimónia, numa decisão com forte carga simbólica: Ronaldo nasceu e cresceu na Madeira e mantém uma ligação próxima à ilha.</p>
<p>A receção, ainda de acordo com o tabloide britânico, estaria marcada para o Savoy Palace, hotel de cinco estrelas situado no Funchal. O jornal afirma que hóspedes foram informados de restrições de acesso a dois pisos e a algumas zonas dos bares entre sexta-feira e sábado, alegadamente para garantir privacidade durante o evento.</p>
<p>Nada disto, contudo, foi confirmado pelo casal. Nem Cristiano Ronaldo nem Georgina Rodríguez anunciaram publicamente uma data ou um local para o casamento e as informações continuam a assentar em fontes anónimas e relatos da imprensa britânica. Outros meios que reproduziram a história esta semana mantêm igualmente o casamento de 8 de agosto como uma possibilidade, e não como facto confirmado.</p>
<p>Se a cerimónia avançar, a lista de convidados poderá ser quase tão mediática como os próprios noivos. O &#8216;The Sun&#8217; aponta nomes como Kylian Mbappé, Vinícius Júnior, Rio Ferdinand, Vin Diesel, Rihanna, Jennifer Lopez, Drake e Travis Scott. Até Lionel Messi foi mencionado em algumas especulações.</p>
<p>Mas o próprio jornal britânico aproveitou a ocasião para fazer a lista inversa: quem dificilmente receberia convite. E aí entram algumas das relações mais tensas da carreira de Ronaldo.</p>
<p>Wayne Rooney é um dos nomes apontados. Os dois formaram uma dupla de sucesso no Manchester United, mas a relação deteriorou-se ao longo dos anos. O episódio mais famoso continua a ser o Mundial de 2006, quando Ronaldo protestou pela expulsão do inglês e foi filmado a piscar o olho para o banco português.</p>
<p>Mais recentemente, Rooney criticou Ronaldo durante a segunda passagem por Old Trafford e o português respondeu numa entrevista a Piers Morgan, dizendo que o antigo colega tinha ciúmes e acrescentando, em tom provocatório, que era “mais bonito”.</p>
<p>Também Erik ten Hag dificilmente entraria na lista. A relação entre ambos terminou em rutura no Manchester United, depois de Ronaldo se recusar a entrar como suplente num jogo frente ao Tottenham e declarar posteriormente que não respeitava o treinador neerlandês.</p>
<p>Jamie Carragher é outro candidato a ficar de fora. O antigo jogador do Liverpool criticou repetidamente o regresso de Ronaldo ao Manchester United e ficou célebre um momento em que o português cumprimentou Roy Keane e Gary Neville durante uma emissão da &#8216;Sky Sports&#8217;, ignorando Carragher.</p>
<p>Gary Lineker também aparece na lista devido à eterna comparação com Lionel Messi. O antigo internacional inglês afirmou várias vezes considerar o argentino superior a Ronaldo e chegou a revelar que o português deixou de o seguir nas redes sociais.</p>
<p>Até Casemiro poderá ter complicado uma eventual presença. O antigo companheiro de Ronaldo no Real Madrid e Manchester United declarou recentemente que Messi era, na sua opinião, o melhor jogador de todos os tempos depois de se juntar ao argentino no Inter Miami.</p>
<p>A relação entre Ronaldo e Georgina começou em 2016, quando se conheceram numa loja da Gucci em Madrid onde ela trabalhava. Em agosto de 2025, Georgina anunciou o noivado nas redes sociais, exibindo um anel de diamantes e confirmando finalmente aquilo que durante anos tinha alimentado especulação.</p>
<p>Desde então, a pergunta deixou de ser se haveria casamento e passou a ser quando e onde. Ronaldo ajudou a alimentar a expectativa ao afirmar, antes do Mundial, que esperava chegar ao casamento com o troféu da competição.</p>
<p>Portugal acabou eliminado, mas o casamento continua nos planos. Nas últimas semanas, Ronaldo e Georgina foram vistos de férias com os filhos em Maiorca, enquanto novos rumores sobre a cerimónia começaram a surgir.</p>
<p>Agora, todas as atenções estão viradas para a Madeira. Há relatos de uma catedral escolhida, um hotel preparado para receber convidados e uma lista de estrelas que faria parecer pequena uma gala de prémios.</p>
<p>Falta apenas a parte mais importante: Ronaldo e Georgina confirmarem que, desta vez, o casamento é mesmo este sábado.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/catedral-reservada-hotel-de-luxo-fechado-e-convidados-de-peso-cristiano-ronaldo-e-georgina-casam-se-este-sabado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798762]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Auditoria à PJ foi pedida por atual diretor, Ministério da Justiça não esclarece prazos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/auditoria-a-pj-foi-pedida-por-atual-diretor-ministerio-da-justica-nao-esclarece-prazos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/auditoria-a-pj-foi-pedida-por-atual-diretor-ministerio-da-justica-nao-esclarece-prazos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 18:56:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/auditoria-a-pj-foi-pedida-por-atual-diretor-ministerio-da-justica-nao-esclarece-prazos/</guid>

					<description><![CDATA[A auditoria que a inspeção-geral da Justiça vai fazer à Polícia Judiciária (PJ) foi pedida pelo atual diretor e foca-se nas obras públicas feitas, confirmou esta polícia, mas o Ministério da Justiça (MJ) não esclarece prazos para conclusão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A auditoria que a inspeção-geral da Justiça vai fazer à Polícia Judiciária (PJ) foi pedida pelo atual diretor e foca-se nas obras públicas feitas, confirmou esta polícia, mas o Ministério da Justiça (MJ) não esclarece prazos para conclusão.</p>
<p>O MJ adiantou na quinta-feira ter determinado uma &#8220;avaliação interna destinada a enquadrar as questões que têm vindo a ser divulgadas pelos meios de comunicação social&#8221;, relativas às polémicas que envolvem o atual ministro da Administração Interna e ex-diretor nacional da PJ, Luís Neves.</p>
<p>&#8220;Em paralelo, a Inspeção-Geral dos Serviços de Justiça (IGSJ) &#8211; que procede regularmente à auditoria e inspeção de todos os organismos da Justiça &#8211; realizará também uma auditoria à PJ&#8221;, adiantou ainda o MJ.</p>
<p>Hoje, fonte da PJ confirmou notícias de que esta auditoria da inspeção-geral foi pedida pelo atual diretor nacional, Carlos Cabreiro, pedido a que a ministra Rita Alarcão Júdice anuiu.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, a auditoria vai centrar-se em contratos e obras públicas no período entre 01 de janeiro de 2018 e 31 de julho de 2026, ou seja, um período que abrange o final de mandato do antecessor de Luís Neves, Almeida Rodrigues, e os primeiros meses de mandato do novo diretor, Carlos Cabreiro.</p>
<p>Questionado pela Lusa, o MJ não esclareceu, para já, quais os prazos para a conclusão da auditoria, assim como da avaliação interna pedida à PJ, nem quais as justificações para o período de análise determinado, remetendo esclarecimentos para mais tarde.</p>
<p>Os procedimentos e funcionamentos dentro da PJ estão sob escrutínio depois de se ter tornado público que Luís Neves autorizou que um atrelado apreendido pela PJ num processo de tráfico de droga ficasse à guarda de um empreiteiro de Barcelos, de quem Neves é amigo e que realizou várias obras para a PJ, ganhos em concursos públicos, e também numa propriedade do antigo diretor nacional em Odemira, no Alentejo, sem licenciamento, factos também sob escrutínio.</p>
<p>Na conferência de imprensa no final de julho, convocada por Luís Neves para esclarecer as polémicas que o envolvem, e na qual justificou o caso do atrelado como &#8220;um puro ato de boa gestão&#8221; e de bom uso de dinheiros públicos, deixou críticas ao seu antecessor Almeida Rodrigues e à gestão que este fez à frente da PJ.</p>
<p>Neves afirmou que quando chegou à direção nacional da PJ, em 2018, encontrou &#8220;uma instituição profundamente fragilizada&#8221;, sem meios, pessoas ou instalações dignas, tendo enumerado vários investimentos e reformas feitos por si. </p>
<p>Em resposta, numa carta enviada à Lusa, Almeida Rodrigues repudiou as críticas do ministro da Administração Interna sobre a falta de meios na PJ e lembrou que Luís Neves fazia parte da direção durante o seu mandato.</p>
<p>O ex-diretor nacional sublinhou que Luís Neves &#8220;não &#8216;chegou&#8217; à direção da PJ apenas no momento em que assumiu funções como diretor nacional&#8221;, lembrando que, durante todo o seu mandato de dez anos, o ministro foi diretor da Unidade Nacional Contra Terrorismo (UNCT), com comissões de serviço &#8220;sucessivamente renovadas&#8221; por sua proposta.</p>
<p>Segundo Almeida Rodrigues, Luís Neves &#8220;integrou a equipa diretiva da Polícia Judiciária, participou na gestão global da instituição e dirigiu diretamente a sua unidade&#8221;, demonstrando &#8220;sempre total alinhamento com as decisões tomadas, sem registo de discordância&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/auditoria-a-pj-foi-pedida-por-atual-diretor-ministerio-da-justica-nao-esclarece-prazos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799006]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>REPORTAGEM: Jovens vestidos de negro aguardam com expectativa concerto de Kanye West (Ye) no Algarve</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/reportagem-jovens-vestidos-de-negro-aguardam-com-expectativa-concerto-de-kanye-west-ye-no-algarve/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/reportagem-jovens-vestidos-de-negro-aguardam-com-expectativa-concerto-de-kanye-west-ye-no-algarve/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 18:45:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/reportagem-jovens-vestidos-de-negro-aguardam-com-expectativa-concerto-de-kanye-west-ye-no-algarve/</guid>

					<description><![CDATA[Um público maioritariamente jovem, com o tom negro a dominar as indumentárias, aguardava hoje com expectativa pela abertura de portas do Estádio Algarve para o concerto do 'rapper' Kanye West, que regressa a Portugal após 15 anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>*** Marta Duarte (texto) e Luís Forra (fotos), da agência Lusa ***</p>
</p>
<p>Loulé, Faro, 07 ago 2026 (Lusa) &#8212; Um público maioritariamente jovem, com o tom negro a dominar as indumentárias, aguardava hoje com expectativa pela abertura de portas do Estádio Algarve para o concerto do &#8216;rapper&#8217; Kanye West, que regressa a Portugal após 15 anos. </p>
<p>Raparigas de calções ou minissaias, óculos escuros futuristas, e rapazes com falsos coletes à prova de bala, calças &#8216;cargo&#8217; e botas de combate, &#8220;vestiam&#8221; de negro a árida paisagem que envolve o estádio em Loulé que hoje recebe o norte-americano que se apresenta agora como Ye.</p>
<p>Fábio, de 29 anos, está exatamente assim vestido e explica à Lusa que a sua indumentária é inspirada na estética do álbum &#8220;Donda&#8221;. Para o brasileiro, a genialidade de Kanye West é estar constantemente a criar novos géneros musicais e a inspirar gerações de artistas. </p>
<p>&#8220;Eu acho que os maiores nomes do &#8216;hip hop&#8217; hoje em dia, do rap, se a gente pensar em Kendrick [Lamar], Drake, Travis Scott, todos eles tiveram uma inspiração em algum álbum do Ye, porque o som dele muda de álbum para álbum. E a cada álbum é uma invenção nova, é um género novo que ele, entre aspas, inventou naquela altura&#8221;, considera.</p>
<p>Relativamente às polémicas que têm marcado a carreira do &#8216;rapper&#8217;, nomeadamente devido à difusão de mensagens antissemitas, por sugerir que a escravidão era uma escolha e ser contra a vacina da covid-19, Fábio sublinha que já o &#8220;perdoou&#8221; e consegue separar a obra do artista em si.</p>
<p>&#8220;Eu tenho de acreditar no que ele disse. O que ele disse foi que teve um diagnóstico bipolar, autista, e pediu desculpas. Está fazendo o possível para se retratar com os povos com que ele foi ofensivo. Ele tem feito o que consegue para se retratar. E desde essa retratação não houve, até agora, um momento que mostre que não seja legítima essa mudança de perspetiva&#8221;, reconheceu.</p>
<p>Também Ana, de 20 anos, que veio do Porto para ver o concerto, diz conseguir separar a música de Kanye, que diz ser &#8220;icónica&#8221;, da sua personalidade polémica e desculpabiliza-o por momentos menos felizes, pois considera que &#8220;os artistas mais revolucionários são os que mais sofrem mentalmente&#8221;.</p>
<p>&#8220;Claro que reconheço que há coisas que ele diz que não são propriamente corretas de se dizer e podem ofender bastantes pessoas, mas também reconheço e tenho empatia pelo facto de ele ter doenças mentais que lhe possam ter feito dizer essas coisas. De certa forma, desculpabiliza&#8221;, refere.</p>
<p>Sergio, de 19 anos, percorreu, com o amigo Roman, de 18, mais de 700 quilómetros para ver Kanye West atuar no Algarve, apenas uma semana depois de o terem visto na capital espanhola: &#8220;Kanye West é o meu artista favorito de sempre. Primeiro é o Michael Jackson, e depois, Kanye West&#8221;, diz Sergio com convicção. </p>
<p>Os jovens espanhóis, naturais de Madrid, estão vestidos a rigor, neste caso de negro, são igualmente condescendentes: &#8220;Eu não acho que ele seja antissemita, por exemplo. Simplesmente, às vezes &#8216;passa-se&#8217;, por causa da pressão que ele tem sobre ele. Não há nenhum artista do seu nível que não esteja louco, é impossível&#8221;, diz, ainda, Sergio.</p>
<p>Na zona onde se aguarda pela entrada de portas vê-se pouca população acima dos 30 anos, mas aqueles que se veem, na sua maioria, vieram com os filhos, como é o caso dos britânicos Andrew e Lynn, na casa dos 60 anos, que estão no Algarve de férias e foram ao concerto para comemorar o 18.º aniversário do filho.</p>
<p>O pai diz que não conhecer bem a música de Kanye, mas as polémicas, sim. Questionado sobre o que pensa da questão que envolveu a divulgação de mensagens antissemitas, responde: &#8220;Eu apoio a Palestina, então eu acho que muitas pessoas são silenciadas quando criticam Israel ou qualquer coisa que tenha a ver com Israel. Qualquer pessoa que mostre qualquer tipo de retórica anti-Israel é silenciada e criticada&#8221;, defende.</p>
<p>Em abril, o governo britânico proibiu a entrada do músico no país, devido a declarações antissemitas, algo de que Lynn diz discordar &#8220;absolutamente&#8221;, pois considera que a liberdade de expressão é muito importante e que as pessoas devem ser livres de dizer do que gostam, ou não.</p>
<p>&#8220;Eu não acho que a música não deveria ser afetada pela política. Eu não concordo com isso. Assim como acho que o desporto não deveria ser afetado pela política. E eu também acredito que, se deixarmos de ter maus políticos, então isso desaparece. Temos de deixar as pessoas dizerem o que pensam serem responsáveis pelas suas palavras&#8221;, frisou.</p>
<p>Kannye West atua hoje no Estádio do Algarve, em Loulé, no âmbito de uma nova digressão internacional com o álbum &#8220;Bully&#8221;. </p>
<p>Este será o terceiro concerto do &#8216;rapper&#8217; norte-americano em Portugal, depois de se ter estreado em 2006, no Cool Jazz Fest (Oeiras), e de ter regressado em 2011, ao festival Sudoeste (Zambujeira do Mar).</p>
<p>O artista proferiu, ao longo dos últimos anos, várias afirmações de teor antissemita, teorias da conspiração sobre a comunidade judaica e declarações de apologia ao nazismo. </p>
<p>Estas afirmações resultaram na suspensão das suas redes sociais, no cancelamento de contratos com marcas globais como a Adidas e até na proibição de entrar em determinados países.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/reportagem-jovens-vestidos-de-negro-aguardam-com-expectativa-concerto-de-kanye-west-ye-no-algarve/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799005]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Exames: Ministro pede que CNE avalie elaboração das provas, calendários e classificadores</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exames-ministro-pede-que-cne-avalie-elaboracao-das-provas-calendarios-e-classificadores/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/exames-ministro-pede-que-cne-avalie-elaboracao-das-provas-calendarios-e-classificadores/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 18:43:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/exames-ministro-pede-que-cne-avalie-elaboracao-das-provas-calendarios-e-classificadores/</guid>

					<description><![CDATA[O Governo solicitou hoje ao Conselho Nacional da Educação uma avaliação do processo de classificação eletrónica dos exames nacionais, mas o ministro Fernando Alexandre quer que o relatório aborde também a elaboração das provas, calendários e professores classificadores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo solicitou hoje ao Conselho Nacional da Educação uma avaliação do processo de classificação eletrónica dos exames nacionais, mas o ministro Fernando Alexandre quer que o relatório aborde também a elaboração das provas, calendários e professores classificadores.</p>
<p>A intenção de constituir uma comissão independente para avaliar todo o processo de classificação dos exames nacionais após concluída a época especial, em setembro, já tinha sido anunciada na segunda-feira e, hoje, Fernando Alexandre revelou a quem caberá esse trabalho.</p>
<p>&#8220;Vamos ter uma avaliação que será feita pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) até ao final do ano&#8221;, disse o ministro durante a tarde em declarações aos jornalistas, no dia em que foram divulgados os resultados da 2.ª fase dos exames do ensino secundário.</p>
<p>Numa carta enviada ao presidente do CNE, entretanto divulgada pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), Fernando Alexandre pede uma &#8220;apreciação aprofundada, independente, abrangente e participada (&#8230;) que não se limite à análise dos constrangimentos verificados no ano letivo 2025/2026&#8221;.</p>
<p>Por isso, além do processo de digitalização, preparação, tratamento e classificação eletrónica das provas, a tutela pede que o CNE se debruce igualmente sobre outras questões relacionadas com a avaliação externa.</p>
<p>Entre as questões sugeridas, Fernando Alexandre refere a adequação de soluções digitais, em suporte papel ou híbridas, incluindo no que respeita à transparência, segurança, e vantagens e desvantagens para alunos, professores e escolas.</p>
<p>Depois de identificados erros nos formulários e critérios de classificação de algumas provas, como Matemática A ou Física e Química, o ministro quer que o relatório aborde também o processo de elaboração dos enunciados.</p>
<p>Outra das matérias referidas na carta diz respeito à adequação do calendário das provas, incluindo os períodos de classificação, reapreciação e reclamação e as condições de trabalho das escolas e professores classificadores.</p>
<p>No que respeita aos professores classificadores, o ministro da Educação quer saber a opinião do CNE quanto à organização de processos como a identificação das necessidades e convocação dos docentes, a distribuição das provas ou itens, modelos de remuneração e avaliação da qualidade do trabalho.</p>
<p>Sobretudo durante a 1.ª fase dos exames nacionais do ensino secundário, Fernando Alexandre apontou várias críticas à gestão dos professores classificadores, desde as convocatórias à comunicação entre o Júri Nacional de Exames e os docentes.</p>
<p>Após divulgadas as notas, o ministro chegou mesmo a manifestar desconfiança quanto às dificuldades em recrutar docentes, relatadas pelo JNE, e criticou o sistema atual, defendendo um novo modelo, em que a classificação das provas é contratualizada.</p>
<p>A organização e funcionamento do JNE é outro dos tópicos referidos na carta enviada hoje ao presidente do CNE, a quem a tutela pede uma apreciação sobre a organização, composição e funcionamento daquele organismo, bem como os mecanismos de comunicação entre o JNE, as respetivas estruturas regionais, as escolas, os professores classificadores, os alunos e as famílias.</p>
<p>No âmbito da avaliação, o MECI vai solicitar ao Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA), JNE e Deloitte &#8212; contratada durante a 1.ª fase para prestar consultoria &#8212; sobre as falhas na classificação eletrónica e as melhorias introduzidas na 2.ª fase.</p>
<p>Os relatórios deverão ser entregues em setembro e posteriormente disponibilizados ao CNE, que terá depois até 31 de dezembro para remeter ao Governo e à Assembleia da República o relatório final e as respetivas recomendações.</p>
<p>Na carta enviada ao presidente do CNE, Fernando Alexandre assegura a autonomia daquele órgão consultivo na definição da metodologia de trabalho e no conteúdo das conclusões e recomendações.</p>
<p>O ministro justifica ainda a escolha, sublinhando que &#8220;a participação no CNE de representantes das comunidades educativas, das instituições científicas, das organizações sociais e dos diferentes setores do sistema educativo permite conjugar conhecimento científico, experiência operacional e pluralidade de perspetivas, assegurando a independência e a credibilidade do exercício&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/exames-ministro-pede-que-cne-avalie-elaboracao-das-provas-calendarios-e-classificadores/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799004]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bola da &#8216;mão de deus&#8217; de Maradona em leilão com valor superior a 2 ME</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bola-da-mao-de-deus-de-maradona-em-leilao-com-valor-superior-a-2-me/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/bola-da-mao-de-deus-de-maradona-em-leilao-com-valor-superior-a-2-me/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 18:40:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/bola-da-mao-de-deus-de-maradona-em-leilao-com-valor-superior-a-2-me/</guid>

					<description><![CDATA[A bola com que Diego Maradona marcou o golo da 'mão de deus' na lendária vitória da Argentina sobre a Inglaterra no Mundial de 1986 vai a leilão, com um valor inicial de 2,2 milhões de euros (ME).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bola com que Diego Maradona marcou o golo da &#8216;mão de deus&#8217; na lendária vitória da Argentina sobre a Inglaterra no Mundial de 1986 vai a leilão, com um valor inicial de 2,2 milhões de euros (ME).</p>
<p>O leilão, organizado pela norte-americana Heritage Auctions, terá lugar de 21 a 23 de agosto, e, apesar de o &#8216;lance&#8217; inicial ser de 2,5 milhões de dólares (2,2 milhões de euros), a leiloeira estima que as licitações possam superar os 10 milhões de dólares (8,6 milhões de euros).</p>
<p>A camisola utilizada pelo astro argentino durante este jogo dos quartos de final do Mundial1986, ganho por 2-1 pela sua seleção a 22 de junho de 1986, na Cidade do México, foi vendida por um valor recorde de 9,3 milhões de dólares (oito milhões de euros) em 2022.</p>
<p>A bola já foi a leilão em 2022 e 2023, com as licitações a atingirem quase 2 milhões de dólares (1,7 milhões de euros) em cada ocasião.</p>
<p>A partida em 1986, carregada de simbolismo quatro anos após a Guerra das Malvinas entre os dois países, contribuiu enormemente para a complexa lenda de Maradona, que faleceu em novembro de 2020 aos 60 anos.</p>
<p>Aos 51 minutos, o capitão argentino marcou um golo, claramente com a mão, e, após a partida, referiu-se ao lance, em tom de brincadeira, como &#8220;a mão de deus&#8221;.</p>
<p>Apenas quatro minutos depois, &#8220;El Pibe de Oro&#8221; marcou um golo inesquecível, partindo do seu próprio campo e driblando quatro jogadores antes de ultrapassar o guarda-redes inglês.</p>
<p>A Argentina viria a conquistar esse Campeonato do Mundo, com uma vitória frente à Alemanha Ocidental na final por 3-2.</p>
<p>Na altura, foi o segundo título de campeão do mundo para a seleção &#8216;albiceleste&#8217;, depois do sucesso em 1978 e, posteriormente, a seleção comandada por Messi, e que foi vice-campeã no Mundial2026 recentemente disputado (perdeu a final contra a Espanha), conquistou o Mundial2022, no Catar.</p>
<p>A Heritage Auctions explica no seu portal de Internet que o árbitro, o tunisino Ali Bennaceur, declarou numa carta datada de 2023 que recuperou a única bola utilizada durante a partida, obteve a assinatura dos seus assistentes e guardou-a durante mais de trinta anos.</p>
<p>A leiloeira acrescenta que a autenticidade da bola foi comprovada por duas empresas especializadas em memorabilia desportiva, sobretudo com base em fotografias.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/bola-da-mao-de-deus-de-maradona-em-leilao-com-valor-superior-a-2-me/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799003]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Angola vai celebrar financiamento para construção do troço ferroviário Luena-Saurimo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/angola-vai-celebrar-financiamento-para-construcao-do-troco-ferroviario-luena-saurimo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/angola-vai-celebrar-financiamento-para-construcao-do-troco-ferroviario-luena-saurimo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 18:29:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/angola-vai-celebrar-financiamento-para-construcao-do-troco-ferroviario-luena-saurimo/</guid>

					<description><![CDATA[O Presidente angolano autorizou a assinatura de um acordo de financiamento entre o Estado e o HSBC Bank Plc, acima de mil milhões de euros, para o Projeto de Construção do troço Luena-Saurimo, do Caminho de Ferro de Benguela.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente angolano autorizou a assinatura de um acordo de financiamento entre o Estado e o HSBC Bank Plc, acima de mil milhões de euros, para o Projeto de Construção do troço Luena-Saurimo, do Caminho de Ferro de Benguela.</p>
<p>No despacho presidencial n.º 269/26, datado de 05 de agosto, autoriza-se a celebração do acordo de financiamento entre o Estado angolano e HSBC Bank Plc, na qualidade de organizador, coordenar e agente, bem como as instituições financeiras que compõem o sindicato de credores, com a cobertura as agências de crédito à exportação UKEF, KUKE e ATRADIUS.</p>
<p>Segundo o despacho presidencial, o acordo de financiamento inclui os montantes de até 250 milhões de euros, da linha de crédito com cobertura da ECA Inglesa (UKEF), de até 290 milhões de euros, da linha de crédito com cobertura da ECA Polaca (KUKE) e de até 125 milhões de euros, da linha de crédito com cobertura da ECA Holandesa (ATRADIUS).</p>
<p>Foi também autorizada a celebração do acordo de financiamento entre Angola e o HSBC Bank Plc, na qualidade de organizador das instituições que compõem o sindicato de credores, no montante de 162,2 milhões de dólares (142,2 milhões e euros), para o financiamento do &#8216;down payment&#8217;, correspondente a 15% do valor do contrato comercial, referente ao projeto de construção do troço Luena-Saurimo do Caminho de Ferro de Benguela.</p>
<p>No documento refere-se que a expansão estratégica do Caminho de Ferro de Benguela implicou ao Governo angolano a priorização do projeto de construção do ramal ferroviário Luena-Saurimo, com 260 quilómetros, que liga Luena (Moxico) a Saurimo (Lunda Sul).</p>
<p>No documento salienta-se que a expansão deste troço vai permitir uma melhoria substancial na circulação de pessoas e mercadorias na região leste, apoiar o desenvolvimento do Plano de Fomento à Produção de Cereais e aumentar a eficiência no escoamento a atividade agrícola e produtos transformados para os principais portos, reduzindo custos logísticos.</p>
<p>A autorização visou assegurar os recursos financeiros necessários à implementação do referido Projeto de Investimento Público, que tem também como objetivo apoiar a conectividade do leste ao Porto do Lobito e potenciar o transporte de recursos minerais estratégicos como cobre, cobalto e manganês.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/angola-vai-celebrar-financiamento-para-construcao-do-troco-ferroviario-luena-saurimo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799002]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Diretor financeiro nega à direção da PJ obras em sua casa pela Construbarcelos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/diretor-financeiro-nega-a-direcao-da-pj-obras-em-sua-casa-pela-construbarcelos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/diretor-financeiro-nega-a-direcao-da-pj-obras-em-sua-casa-pela-construbarcelos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 18:23:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/diretor-financeiro-nega-a-direcao-da-pj-obras-em-sua-casa-pela-construbarcelos/</guid>

					<description><![CDATA[O diretor financeiro da Polícia Judiciária (PJ) negou a realização de obras na sua casa pela Construbarcelos, depois de confrontado internamente pela direção nacional desta polícia, que, perante o desmentido, não ordenou qualquer processo disciplinar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor financeiro da Polícia Judiciária (PJ) negou a realização de obras na sua casa pela Construbarcelos, depois de confrontado internamente pela direção nacional desta polícia, que, perante o desmentido, não ordenou qualquer processo disciplinar.</p>
<p>&#8220;A Polícia Judiciária (PJ) esclarece que, assim que teve nota das notícias sobre esta matéria, na comunicação social, a Direção Nacional desta polícia questionou, imediatamente, o dirigente em causa, que desmentiu, de forma categórica, terem sido realizadas quaisquer obras na sua residência particular com a empresa Construbarcelos&#8221;, lê-se numa nota da PJ hoje enviada.</p>
<p>Em causa está uma notícia divulgada na quinta-feira pela TVI/CNN e Nascer do Sol, que dava conta de que a empresa do empreiteiro na base da polémica com as obras sem licenciamento na casa de Odemira do anterior diretor nacional, Luís Neves, e também contratado por 17 vezes para obras na PJ, também teria realizado obras na casa do diretor financeiro da polícia criminal, Álvaro Pires.</p>
<p>&#8220;Nessa conformidade, e em virtude de a Direção Nacional da Polícia Judiciária não ter qualquer elemento que indicie a realização das referidas obras, não ordenou a abertura de qualquer processo disciplinar relativamente a este dirigente&#8221;, acrescentou ainda a PJ.</p>
<p>Na mesma nota, a PJ dá ainda conta de ter sido notificada por Álvaro Pires do envio de um texto para exercer direito de resposta à notícia avançada na quinta-feira.</p>
<p>Luís Neves tem estado sob escrutínio por obras numa propriedade em Odemira, no Alentejo, nomeadamente a piscina sem licenciamento, que segundo o ministro foi projetada para ser um tanque, tendo ainda Luís Neves afirmado que desconhecia que o monte se localizava em área de Reserva Agrícola Nacional e Reserva Ecológica Nacional.</p>
<p>As obras foram realizadas pela empresa Construbarcelos, do empreiteiro João Carvalho, a mesma que ganhou 17 concursos para obras na PJ durante os mandatos de Luís Neves, de valor superior a dois milhões de euros.</p>
<p>O dono da Construbarcelos teve na sua posse, por decisão de Luís Neves, um atrelado apreendido num processo relacionado com tráfico de droga, um caso que motivou a abertura de um inquérito.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/diretor-financeiro-nega-a-direcao-da-pj-obras-em-sua-casa-pela-construbarcelos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_799000]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ruanda discute com países europeu acolhimento em trânsito de migrantes expulsos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ruanda-discute-com-paises-europeu-acolhimento-em-transito-de-migrantes-expulsos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ruanda-discute-com-paises-europeu-acolhimento-em-transito-de-migrantes-expulsos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 18:20:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/ruanda-discute-com-paises-europeu-acolhimento-em-transito-de-migrantes-expulsos/</guid>

					<description><![CDATA[O Ruanda confirmou hoje ter iniciado "discussões preliminares" com vários países europeus para acolher, como país de trânsito, migrantes que estes pretendam expulsar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ruanda confirmou hoje ter iniciado &#8220;discussões preliminares&#8221; com vários países europeus para acolher, como país de trânsito, migrantes que estes pretendam expulsar.</p>
<p>Kigali tinha celebrado em 2022 um acordo migratório com o Reino Unido, então governado pelo primeiro-ministro conservador Boris Johnson, que pretendia enviar para este país africano da região dos Grandes Lagos migrantes que tivessem chegado ilegalmente ao território britânico.</p>
<p>Logo que chegou ao poder, em 2024, o atual primeiro-ministro trabalhista, Keir Starmer, apressou-se a declarar &#8220;morto e enterrado&#8221; este acordo, que era fortemente criticado e tinha sido considerado ilegal pelo Supremo Tribunal britânico.</p>
<p>&#8220;Iniciámos discussões preliminares com alguns países europeus, mas ainda não foi tomada qualquer decisão&#8221;, indicou à agência noticiosa France-Presse (AFP) a porta-voz do Governo ruandês, Yolande Makolo, questionada sobre as negociações para acolher no Ruanda migrantes a quem tenha sido recusada a entrada na Europa.</p>
<p>Makolo não especificou de que países se tratava.</p>
<p>Questionada na quinta-feira pela rádio ruandesa Royal FM sobre um eventual acordo específico com Itália, a porta-voz tinha respondido que não havia &#8220;nenhum acordo&#8221; nesse sentido, mas sim &#8220;discussões&#8221;.</p>
<p>&#8220;Uma das ideias que estamos a discutir diz respeito ao centro de trânsito de emergência que temos em Gashora&#8221;, no leste do país, para onde milhares de migrantes retidos na Líbia foram enviados a partir de 2019 e de onde muitos acabaram por sair, permitindo salvar &#8220;muitas vidas&#8221;, explicou.</p>
<p>&#8220;É também aí que os pedidos de asilo são tratados&#8221; e essas pessoas &#8220;podem regressar ao seu país de origem, se for seguro e se assim o desejarem, ou ser reinstaladas noutros países&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O Parlamento Europeu aprovou em junho um regulamento relativo ao regresso de migrantes a quem tenha sido recusado o direito de asilo, que inclui a possibilidade de os Estados-membros celebrarem acordos para instalar centros de detenção fora das fronteiras da União Europeia, suscitando preocupações entre organizações de defesa dos direitos humanos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ruanda-discute-com-paises-europeu-acolhimento-em-transito-de-migrantes-expulsos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798998]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>MAI diz ser impossível afirmar que concurso ganho pela DST tenha sido o primeiro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mai-diz-ser-impossivel-afirmar-que-concurso-ganho-pela-dst-tenha-sido-o-primeiro/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/mai-diz-ser-impossivel-afirmar-que-concurso-ganho-pela-dst-tenha-sido-o-primeiro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 18:07:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/mai-diz-ser-impossivel-afirmar-que-concurso-ganho-pela-dst-tenha-sido-o-primeiro/</guid>

					<description><![CDATA[O Ministério da Administração Interna afirmou hoje que é impossível dizer-se que o contrato para reforço da rede SIRESP tenha sido o primeiro concurso público na alçada deste ministério ganho pelo grupo DST, devido à possibilidade de subcontratação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério da Administração Interna afirmou hoje que é impossível dizer-se que o contrato para reforço da rede SIRESP tenha sido o primeiro concurso público na alçada deste ministério ganho pelo grupo DST, devido à possibilidade de subcontratação.</P><br />
<P>Na edição de hoje, o jornal Nascer do Sol noticiou que, em julho, o Ministério da Administração Interna (MAI), liderado pelo ex-diretor nacional da PJ, Luís Neves, adjudicou pela primeira vez contratos &#8220;de 4,5 milhões ao grupo bracarense DST, com ligações ao empreiteiro de Barcelos&#8221; que fez obras para a PJ e para Luís Neves, para o fornecimento de comunicações por satélite a 2.566 freguesias e 308 municípios do continente e ilhas.</P><br />
<P>Em resposta, a Secretaria-Geral do MAI (SG-MAI) afirmou hoje em comunicado que a possibilidade de subcontratação por parte das empresas que vençam concursos para empreitadas públicas não permite afirmar que tenha sido a primeira vez que &#8220;uma determinada empresa não tenha assinado contratos, ou sido prestadora de serviços, ao conjunto global de entidades que dependem do MAI&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a SG-MAI, esses contratos podem ser assinados por empresas individuais ou consórcios, &#8220;o que não invalida, em linha com o disposto no Código de Contratos Públicos, que as empresas em causa, assumam, ulteriormente, a subcontratação de serviços com entidades terceiras, para trabalhos de especialidades&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mais não resulta correto afirmar que uma determinada empresa não tenha prestado serviços para o Ministério, na medida em que, tratando-se, como sucede com a DST, S.A., de empresas de grande dimensão, o procedimento habitual vai no sentido da criação e manutenção de um conjunto de empresa subsidiárias, especializadas em determinadas áreas de negócio, as quais, apesar de se inserirem no universo da empresa originária, podem dispor dos mesmos sócios ou corpos sociais, mas de números fiscais distintos&#8221;, lê-se ainda no comunicado.</P><br />
<P>A obra para reforço da rede SIRESP foi ganha por um consórcio liderado pela empresa, de pequena dimensão, SolMaior, e que integra o grupo DST.</P><br />
<P>O esclarecimento enviado refere ainda que o procedimento se encontra &#8220;na fase de entrega dos documentos de habilitação, e prestação da caução&#8221; e que será a proposta da minuta de contrato &#8220;que conterá a efetiva repartição de competências, e de responsabilidades, entre ambas as entidades integrantes do consórcio em apreço&#8221; não sendo &#8220;tecnicamente correto, nesta fase, afirmar (&#8230;) qual das duas empresas terá maior peso na execução das obrigações a prever no contrato&#8221;. </P><br />
<P>Segundo a explicação do MAI, só no momento da abertura das propostas dos concorrentes pelo júri do concurso houve &#8220;tomada de conhecimento da inclusão da empresa Domingos Teixeira da Silva (DST), S.A., como membro do referido consórcio&#8221;.</P><br />
<P>Já hoje o grupo DST reagiu à notícia do jornal Nascer do Sol afirmando ter sido escolhido na adjudicação de contratos públicos pela Polícia Judiciária e Ministério da Administração Interna &#8220;exclusivamente por ter apresentado o preço mais baixo&#8221;, rejeitando qualquer favorecimento, segundo declaração escrita enviada à Lusa.  </P><br />
<P>Afirmando que disponibilizou aos órgãos de informação citados &#8220;a totalidade da documentação de suporte&#8221;, a administração da DST declarou que &#8220;nenhuma vontade política, nenhuma relação pessoal e nenhum encontro institucional altera um resultado que depende, única e exclusivamente, do valor apresentado por cada concorrente&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a notícia do Nascer do Sol, todas as empresas concorrentes -a Vodafone, a MEO, a NOS, a Wondercom e o consórcio com a DST e a SolMaior &#8212; apresentaram propostas no último dia do prazo, tendo a do consórcio vencedor sido a última a chegar e &#8220;correspondia exatamente ao estabelecido no caderno de encargos do MAI&#8221;.</P><br />
<P>A nota emitida hoje pelo MAI reforça ainda que &#8220;apesar de o poderem ter feito, nenhum dos outros quatro correntes ao procedimento reclamou da proposta de adjudicação, refletida nos relatórios preliminar e final do júri do concurso, o que atesta da correção do procedimento de contratação pública levado a cabo pelo MAI&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/mai-diz-ser-impossivel-afirmar-que-concurso-ganho-pela-dst-tenha-sido-o-primeiro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798997]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>“Falei com ele há alguns dias”: Ucrânia pede ajuda a Musk para atacar lançadores de mísseis na Rússia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/falei-com-ele-ha-alguns-dias-ucrania-pede-ajuda-a-musk-para-atacar-lancadores-de-misseis-na-russia/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/falei-com-ele-ha-alguns-dias-ucrania-pede-ajuda-a-musk-para-atacar-lancadores-de-misseis-na-russia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 17:57:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Elon Musk]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Starlink]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=798993</guid>

					<description><![CDATA[A ideia de Kiev passa por utilizar a Starlink para melhorar a ligação e orientação de drones que procuram lançadores russos, incluindo nas regiões de Bryansk e Kursk]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ucrânia está a tentar encontrar uma nova forma de responder a uma das armas russas que mais dificuldades tem provocado às suas defesas: os mísseis balísticos. E uma das soluções em cima da mesa passa por Elon Musk.</p>
<p>“Falei com Musk há alguns dias”, revelou Mykhailo Fedorov, antigo ministro da Defesa ucraniano, numa entrevista ao seu antigo conselheiro Sergiy Sternenko. O objetivo dos contactos é conseguir autorização para utilizar a rede de satélites Starlink na preparação e execução de ataques contra locais de lançamento de mísseis balísticos dentro da Rússia.</p>
<p>Fedorov reconhece, contudo, que não será uma negociação simples. “Obter um resultado positivo nessa comunicação é difícil”, admitiu, segundo o jornal espanhol &#8217;20 Minutos&#8217;.</p>
<p><strong>Encontrar os lançadores antes que voltem a disparar</strong></p>
<p>A ideia de Kiev passa por utilizar a Starlink para melhorar a ligação e orientação de drones que procuram lançadores russos, incluindo nas regiões de Bryansk e Kursk.</p>
<p>Encontrar estes sistemas móveis em zonas florestais é particularmente difícil. Uma ligação por satélite que permitisse transmitir informação e controlar drones em tempo real já dentro do território russo poderia aumentar significativamente a capacidade ucraniana de localizar e atacar os lançadores.</p>
<p>A mudança de estratégia resulta, em grande medida, de uma realidade cada vez mais difícil para Kiev: não existem intercetores suficientes para destruir todos os mísseis que a Rússia dispara.</p>
<p>Segundo Fedorov, a Ucrânia recebe atualmente, num mês, menos intercetores para os sistemas Patriot do que o número de mísseis balísticos que a Rússia consegue lançar numa única semana.</p>
<p><strong>195 mísseis lançados, apenas 29 abatidos</strong></p>
<p>Os números de julho ajudam a explicar a urgência. De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Defesa ucraniano, a Rússia lançou 195 mísseis balísticos durante esse mês e apenas 29 foram intercetados.</p>
<p>Em dois dos ataques mais recentes, já em agosto, o resultado foi ainda mais desequilibrado: de 55 mísseis lançados, apenas um terá sido abatido.</p>
<p>A pressão poderá aumentar com o fornecimento de mais mísseis da Coreia do Norte à Rússia, enquanto a escassez mundial de intercetores Patriot limita a capacidade dos aliados para reforçarem rapidamente as defesas ucranianas.</p>
<p>Kiev continua a pedir mais munições, mas Fedorov e analistas militares consideram que, pelo menos nos próximos meses, as entregas permanecerão muito abaixo das necessidades.</p>
<p><strong>Se não consegue abater o míssil, atacar o lançador</strong></p>
<p>É neste contexto que ganha força uma estratégia diferente: em vez de esperar pelo míssil no ar, destruir o sistema que o lança.</p>
<p>A curto prazo, atacar os pontos de lançamento é visto por responsáveis e especialistas ucranianos como uma das poucas formas de reduzir significativamente a ameaça. Para isso, porém, Kiev precisa de detetar rapidamente os lançadores e conseguir atingir alvos a longa distância.</p>
<p>A Ucrânia está também a desenvolver os seus próprios mísseis balísticos. Fedorov afirma que foram realizados recentemente testes bem-sucedidos, mas reconhece que serão necessários vários meses até ser possível avançar para uma produção em massa.</p>
<p>Também uma eventual produção de intercetores Patriot na Ucrânia, através de licenciamento dos Estados Unidos, ou o desenvolvimento de sistemas europeus alternativos demorará meses ou mesmo anos a produzir resultados significativos.</p>
<p><strong>Kiev quer inteligência e armas dos aliados</strong></p>
<p>A Ucrânia já utiliza drones para atingir fábricas, refinarias e outras infraestruturas a centenas de quilómetros da fronteira, mas continua sem dispor em quantidade suficiente de armamento capaz de destruir instalações fortificadas ligadas à produção de mísseis balísticos.</p>
<p>Mykola Belieskov, analista do Instituto de Estudos Estratégicos da Ucrânia, defende que os aliados poderiam ajudar fornecendo dados de inteligência para localizar os pontos de lançamento e armas de longo alcance capazes de os destruir.</p>
<p>“Não existem soluções fáceis” para enfrentar os mísseis balísticos russos, reconhece o especialista, citado pelo &#8217;20 Minutos&#8217;. Mas limitar a resposta à defesa aérea poderá já não ser suficiente.</p>
<p><strong>“Psicologicamente, estamos a desmoronar-nos”</strong></p>
<p>Enquanto Kiev procura uma resposta tecnológica e militar, os efeitos da campanha russa são sentidos diariamente pela população. Julho foi o mês mais mortal para os civis ucranianos desde abril de 2022, segundo as Nações Unidas.</p>
<p>“Psicologicamente, estamos a desmoronar-nos por causa das explosões, da falta de sono e das notícias horríveis”, contou Olena Semeniak, residente em Kiev que passa grande parte das noites em abrigos antiaéreos.</p>
<p>Ainda assim, a pressão dos bombardeamentos não parece ter provocado uma mudança decisiva na disposição da população para continuar a guerra. Uma sondagem do Instituto Internacional de Sociologia de Kiev indica que 69% dos residentes da capital e 60% dos ucranianos rejeitam retirar completamente as forças do Donbas para aceitar as exigências de Moscovo.</p>
<p>Para Kiev, porém, resistir implica encontrar rapidamente uma resposta para uma equação cada vez mais desfavorável: a Rússia consegue lançar mais mísseis do que a Ucrânia consegue intercetar. E é por isso que, perante a falta de Patriots, a solução pode passar por tentar destruir os lançadores antes de os mísseis sequer saírem do chão — uma estratégia para a qual Elon Musk poderá ter uma palavra decisiva.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/falei-com-ele-ha-alguns-dias-ucrania-pede-ajuda-a-musk-para-atacar-lancadores-de-misseis-na-russia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798993]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>“Trump é um inquilino, não o proprietário”: tribunal trava salão de baile de 400 milhões na Casa Branca</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/trump-e-um-inquilino-nao-o-proprietario-tribunal-trava-salao-de-baile-de-400-milhoes-na-casa-branca/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/trump-e-um-inquilino-nao-o-proprietario-tribunal-trava-salao-de-baile-de-400-milhoes-na-casa-branca/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 17:36:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Branca]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=798975</guid>

					<description><![CDATA[Decisão confirma uma sentença proferida em abril e representa um novo revés para um projeto que Trump tem apresentado repetidamente como uma das grandes marcas físicas que pretende deixar em Washington]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É um dos projetos mais ambiciosos — e pessoais — de Donald Trump para a Casa Branca. Mas o enorme salão de baile que o presidente dos Estados Unidos quer construir no complexo presidencial acaba de encontrar um obstáculo nos tribunais.</p>
<p>Um tribunal federal de recurso decidiu esta sexta-feira, por dois votos contra um, manter a ordem que impede a continuação da maior parte das obras à superfície enquanto o projeto não receber autorização expressa do Congresso.</p>
<p>E os juízes deixaram uma frase particularmente dura para justificar a decisão: “O presidente é um inquilino temporário, não o proprietário, da Casa Branca e da residência oficial.&#8221;</p>
<p>Segundo o &#8216;El Mundo&#8217;, a decisão confirma uma sentença proferida em abril e representa um novo revés para um projeto que Trump tem apresentado repetidamente como uma das grandes marcas físicas que pretende deixar em Washington.</p>
<p><strong>Um salão de 8.000 metros quadrados e 400 milhões de dólares</strong></p>
<p>O plano prevê um salão de baile com cerca de 8.000 metros quadrados e capacidade para 999 pessoas. O custo estimado ronda os 400 milhões de dólares — cerca de 343 milhões de euros — que, segundo a Casa Branca, serão financiados através de donativos privados.</p>
<p>Trump tem falado repetidamente do projeto, destacando o tamanho do salão, a altura dos tetos, o mármore, a capacidade para grandes receções e a transformação que representará para a residência presidencial.</p>
<p>A empreitada já teve consequências irreversíveis: a Ala Leste da Casa Branca foi demolida para permitir a reconstrução daquela zona do complexo.</p>
<p>Mas os juízes Patricia Millett e Bradley Garcia consideraram que uma transformação desta dimensão não pode ser decidida unilateralmente pelo presidente.</p>
<p>“A decisão de construir ou não um grande salão de baile pertence ao Congresso e não é uma questão de supervisão do Executivo”, determinaram.</p>
<p><strong>Obras subterrâneas podem continuar</strong></p>
<p>A decisão não significa, contudo, a paralisação completa do projeto.</p>
<p>O tribunal permite que continuem os trabalhos subterrâneos relacionados com a segurança nacional, incluindo a profunda remodelação do bunker presidencial.</p>
<p>O atual Centro de Operações de Emergência Presidencial deverá ser substituído por um complexo militar subterrâneo maior e mais moderno, integrado num projeto que inclui ainda novos escritórios para a primeira-dama, instalações médicas e outras infraestruturas de apoio e segurança.</p>
<p>Ao contrário do salão de baile, estas obras exigem dinheiro público. As propostas em discussão no Congresso para financiar as instalações de segurança associadas ao projeto podem chegar aos mil milhões de dólares, cerca de 858 milhões de euros.</p>
<p><strong>“Uma questão para o Congresso”</strong></p>
<p>O processo foi desencadeado pelo National Trust for Historic Preservation, que contestou o projeto depois de a Casa Branca ter avançado com a demolição da Ala Leste.</p>
<p>A Administração Trump argumenta que as alterações estão intimamente relacionadas com necessidades de segurança e com a proteção do presidente, da família presidencial, dos funcionários e do próprio complexo contra ameaças que vão de drones e mísseis balísticos a ataques biológicos.</p>
<p>Os opositores responderam que a ausência de um salão de baile dificilmente pode ser considerada uma emergência de segurança nacional.</p>
<p>O tribunal acabou por separar as duas questões: as obras de segurança subterrâneas podem prosseguir, mas a construção do salão e as restantes alterações à superfície terão de passar pelo Congresso.</p>
<p>“Esta decisão sequer significa necessariamente que os réus não possam construí-lo”, esclarecem os juízes. Significa, acrescentam, que “não podem fazê-lo sem obter autorização do Congresso, conforme exigido pela Constituição e pelas leis”.</p>
<p><strong>Trump tem 14 dias para recorrer</strong></p>
<p>A decisão fica suspensa durante 14 dias, dando à Casa Branca tempo para recorrer ao Supremo Tribunal.</p>
<p>A batalha judicial ganha ainda maior importância por causa do calendário político. Os republicanos controlam atualmente as duas câmaras do Congresso, mas as eleições intercalares de novembro podem alterar essa maioria e tornar muito mais difícil conseguir autorização para o projeto.</p>
<p>Trump já tinha atacado anteriormente o juiz que ordenou a suspensão inicial das obras, acusando-o de tentar impedir aquilo que descreveu como um “grande presente para a América”.</p>
<p>Agora, o destino de uma das obras que mais entusiasmam o presidente volta a depender dos tribunais.</p>
<p>Depois da demolição da Ala Leste, centenas de milhões de dólares previstos e meses de polémica, Trump poderá levar a batalha pelo seu salão de baile até ao Supremo Tribunal. Mas, pelo menos por enquanto, os juízes deixaram claro o princípio que consideram essencial: quem ocupa a Casa Branca passa por ela — não é dono dela.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/trump-e-um-inquilino-nao-o-proprietario-tribunal-trava-salao-de-baile-de-400-milhoes-na-casa-branca/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798975]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>NOS compra 71.000 ações próprias e passa a deter 0,64% do capital social</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nos-compra-71-000-acoes-proprias-e-passa-a-deter-064-do-capital-social/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/nos-compra-71-000-acoes-proprias-e-passa-a-deter-064-do-capital-social/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 17:31:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=798981</guid>

					<description><![CDATA[A NOS comprou, entre quinta-feira e hoje, 71.000 ações próprias e passou a deter 0,64% do seu capital social, segundo a informação hoje enviada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A NOS comprou, entre quinta-feira e hoje, 71.000 ações próprias e passou a deter 0,64% do seu capital social, segundo a informação hoje enviada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).</p>
<p>A NOS deu agora por concluído o seu programa de ações próprias.</p>
<p>Na quinta-feira, a empresa comprou 44.000 ações e hoje mais 27.000, perfazendo assim um total de 71.000 títulos, revelou a informação enviada ao mercado.</p>
<p>Como resultado destas operações, a NOS passou a deter 3.296.984 ações próprias, representativas de 0,64% do capital social.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/nos-compra-71-000-acoes-proprias-e-passa-a-deter-064-do-capital-social/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798981]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mais canais do que Veneza e menos turistas: estas cidades europeias merecem entrar no roteiro de férias</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mais-canais-do-que-veneza-e-menos-turistas-estas-cidades-europeias-merecem-entrar-no-roteiro-de-ferias/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/mais-canais-do-que-veneza-e-menos-turistas-estas-cidades-europeias-merecem-entrar-no-roteiro-de-ferias/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 17:27:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[amesterdão]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
		<category><![CDATA[veneza]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=798971</guid>

					<description><![CDATA[Veneza introduziu em 2024 uma taxa de entrada para excursionistas nos dias de maior procura, atualmente entre cinco e dez euros, embora existam propostas para aumentar significativamente esse valor]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Veneza e Amesterdão continuam entre as cidades europeias mais associadas a canais, pontes e passeios junto à água. Mas são também dois dos exemplos mais visíveis dos problemas provocados pelo turismo de massas.</p>
<p>Veneza introduziu em 2024 uma taxa de entrada para excursionistas nos dias de maior procura, atualmente entre cinco e dez euros, embora existam propostas para aumentar significativamente esse valor. Em Amesterdão, a pressão turística tornou-se de tal forma intensa que residentes chegaram a avançar judicialmente contra a própria cidade.</p>
<p>Para quem procura canais, barcos e bairros históricos sem contribuir para destinos já saturados, a &#8216;Euronews&#8217; destaca outras cidades europeias que oferecem experiências semelhantes — e algumas têm mesmo mais canais ou mais quilómetros navegáveis do que Veneza.</p>
<p><strong>Hamburgo: mais canais do que Veneza e Amesterdão</strong></p>
<p>Pode não ser a primeira cidade que surge quando se pensa numa escapadinha romântica junto à água, mas Hamburgo possui mais canais do que Veneza e Amesterdão.</p>
<p>Não é por acaso. A cidade alberga o terceiro maior porto da Europa, depois de Roterdão e Antuérpia, e as suas vias navegáveis tiveram historicamente uma função sobretudo comercial e industrial.</p>
<p>É precisamente essa herança que lhe dá uma identidade diferente. No bairro histórico de Speicherstadt, classificado como Património Mundial da UNESCO, antigos armazéns de tijolo vermelho erguem-se diretamente sobre os canais.</p>
<p>Metade destes edifícios foi destruída durante a Segunda Guerra Mundial, mas a zona continua a ser um dos melhores locais da cidade para passear a pé ou de barco.</p>
<p><strong>Estocolmo: uma cidade construída entre pontes</strong></p>
<p>A capital sueca assenta sobre 14 ilhas e é atravessada por canais e braços de água ligados por mais de 50 pontes.</p>
<p>A relação da cidade com a água é tão antiga que a zona histórica chegou a ser conhecida como Staden Mellan Broarna — “a cidade entre as pontes”.</p>
<p>Um dos percursos mais tranquilos é o canal de Djurgårdsbrunnskanalen, que se estende por cerca de cinco quilómetros entre a ilha de Djurgården e o continente.</p>
<p>Ladeado por árvores e afastado de parte da agitação turística do centro, tornou-se também um dos passeios pedonais mais populares entre os habitantes de Estocolmo.</p>
<p><strong>Birmingham: mais de 160 quilómetros de canais navegáveis</strong></p>
<p>Outra surpresa está no Reino Unido. Birmingham possui mais quilómetros de canais do que Veneza, resultado de uma rede criada durante a Revolução Industrial para transportar matérias-primas e mercadorias.</p>
<p>Atualmente, mais de 160 quilómetros continuam navegáveis.</p>
<p>A imagem industrial deu entretanto lugar a uma utilização muito mais descontraída. Na zona de Gas Street Basin, antigos canais são hoje ladeados por bares, restaurantes e cafés, enquanto outros percursos seguem por zonas verdes até à Universidade de Birmingham.</p>
<p>É uma versão menos monumental e mais urbana da experiência dos canais — e muito distante das multidões que ocupam diariamente as pontes de Veneza.</p>
<p><strong>Copenhaga: casas coloridas e barcos em Nyhavn</strong></p>
<p>Copenhaga oferece uma experiência mais próxima da imagem clássica associada aos canais europeus.</p>
<p>Nyhavn, o conhecido bairro ribeirinho do século XVII, tornou-se um dos cenários mais reconhecíveis da capital dinamarquesa, com casas coloridas alinhadas junto à água e antigos barcos de madeira atracados ao longo do cais.</p>
<p>Hoje é uma das zonas mais agradáveis para caminhar ou iniciar um passeio de barco, embora tenha tido uma história bastante diferente.</p>
<p>Durante séculos, Nyhavn foi um bairro portuário frequentado por marinheiros, bares e casas de prostituição. Hans Christian Andersen viveu na zona no século XIX e, a partir dos anos 1980, a transformação em área pedonal ajudou a convertê-la num dos espaços mais visitados da cidade.</p>
<p><strong>Os canais europeus não acabam em Veneza</strong></p>
<p>Nenhuma destas cidades pretende substituir Veneza ou Amesterdão. Mas mostram que a experiência de caminhar ao longo de canais, atravessar pontes ou descobrir uma cidade a partir da água não está limitada aos dois destinos mais conhecidos.</p>
<p>Hamburgo oferece uma paisagem industrial única, Estocolmo mistura canais e natureza, Birmingham transformou a sua herança industrial em espaço de lazer e Copenhaga mantém um dos bairros ribeirinhos mais fotogénicos do continente.</p>
<p>Para quem procura fugir das multidões sem abdicar dos canais, talvez o melhor roteiro europeu seja precisamente aquele que começa longe de Veneza e Amesterdão.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/mais-canais-do-que-veneza-e-menos-turistas-estas-cidades-europeias-merecem-entrar-no-roteiro-de-ferias/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798971]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lei de Estrangeiros vai ao Constitucional: Seguro levanta “fundadas dúvidas” sobre separação de famílias e expulsão de menores</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lei-de-estrangeiros-vai-ao-constitucional-seguro-levanta-fundadas-duvidas-sobre-separacao-de-familias-e-expulsao-de-menores/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/lei-de-estrangeiros-vai-ao-constitucional-seguro-levanta-fundadas-duvidas-sobre-separacao-de-familias-e-expulsao-de-menores/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 17:19:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[António José Seguro]]></category>
		<category><![CDATA[Lei dos Estrangeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=798964</guid>

					<description><![CDATA[António José Seguro deixa claro que a "segurança das nossas fronteiras não é incompatível com a dignidade humana"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República decidiu enviar para o Tribunal Constitucional o decreto que altera a Lei de Estrangeiros e o regime de concessão de asilo, por considerar que algumas das soluções aprovadas levantam “fundadas dúvidas” quanto ao respeito pelos direitos fundamentais.</p>
<p>Numa nota publicada no site da Presidência da República, António José Seguro deixa claro que considera necessário combater a imigração ilegal, controlar eficazmente a imigração legal e garantir a defesa das fronteiras portuguesas, num quadro de cooperação entre os países do espaço Schengen.</p>
<p>Mas traça igualmente uma linha vermelha: “A segurança das nossas fronteiras não é incompatível com a dignidade humana.”</p>
<p><strong>Separação de pais e filhos entre as dúvidas</strong></p>
<p>Um dos pontos que mais preocupa o Presidente da República é o impacto das novas regras sobre crianças e famílias.</p>
<p>Seguro recorda que atribui “enorme importância” à proteção da família e dos menores e considera que algumas das soluções previstas no diploma levantam dúvidas sobre se está devidamente salvaguardado o interesse superior da criança.</p>
<p>A Presidência chama particularmente a atenção para normas que podem permitir a separação entre pais e filhos e para situações em que filhos menores de nacionalidade portuguesa poderão acabar por ser indiretamente afastados do país na sequência da expulsão dos progenitores.</p>
<p>O diploma poderá ainda permitir, em determinadas circunstâncias, o afastamento coercivo e a expulsão de crianças estrangeiras com menos de cinco anos que tenham nascido em Portugal.</p>
<p><strong>Detenção de estrangeiros também preocupa Seguro</strong></p>
<p>Outra questão enviada para apreciação do Tribunal Constitucional diz respeito aos períodos de privação da liberdade de cidadãos estrangeiros através de detenção administrativa.</p>
<p>Segundo a Presidência, o decreto aumenta substancialmente esses prazos mesmo quando estão em causa pessoas que não cometeram qualquer crime.</p>
<p>Seguro reconhece que a Constituição admite, em abstrato, situações de privação de liberdade desta natureza, mas sublinha que a duração tem de respeitar o princípio da proporcionalidade e ser sujeita a controlo judicial adequado.</p>
<p><strong>Uma pessoa pode ser expulsa antes de o tribunal decidir</strong></p>
<p>Há ainda uma mudança particularmente relevante no tratamento dos recursos apresentados por requerentes e beneficiários de proteção internacional.</p>
<p>O diploma altera o efeito normal da impugnação de decisões administrativas desfavoráveis. Em vez de suspender automaticamente a decisão enquanto o tribunal analisa o caso, o recurso passa a ter apenas efeito devolutivo.</p>
<p>Na prática, isso poderá permitir que uma pessoa seja afastada coercivamente de Portugal antes de existir uma decisão judicial definitiva sobre o pedido de proteção.</p>
<p>A Presidência chama a atenção para o paradoxo que daí pode resultar: se alguém for expulso antes da decisão do tribunal, pouco efeito prático terá uma sentença posterior que reconheça que essa pessoa tinha direito ao estatuto de refugiado ou a proteção internacional.</p>
<p><strong>Direito ao asilo e acesso à justiça em causa</strong></p>
<p>Para Seguro, esta alteração pode colocar em causa não apenas o direito fundamental ao asilo e à proteção internacional, mas também o acesso efetivo à justiça.</p>
<p>É precisamente por isso que o Presidente considera necessária uma fiscalização preventiva por parte do Tribunal Constitucional antes de o diploma poder entrar em vigor.</p>
<p>Em causa estão princípios como a dignidade da pessoa humana, a proporcionalidade, a proteção da liberdade pessoal e o direito a uma tutela jurisdicional efetiva.</p>
<p><strong>“Fogem de guerras, conflitos e perseguições”</strong></p>
<p>Na nota, Seguro recorda ainda que muitas das pessoas que procuram asilo ou refúgio em Portugal chegam ao país depois de fugirem de guerras, conflitos armados, perseguições políticas ou outras situações humanitárias graves.</p>
<p>O Presidente considera que eventuais abusos do sistema devem ser prevenidos e combatidos através do funcionamento eficaz da administração pública e dos tribunais, e não através de soluções que possam entrar em conflito com direitos protegidos constitucionalmente.</p>
<p>As reformas nesta área são, segundo a Presidência, desejáveis, mas devem ser feitas com “segurança jurídica” e respeitando tanto a Constituição como os compromissos internacionais assumidos por Portugal, nomeadamente a Convenção Europeia dos Direitos Humanos e a Convenção relativa ao Estatuto dos Refugiados.</p>
<p>É neste quadro que António José Seguro decidiu pedir ao Tribunal Constitucional a fiscalização preventiva do decreto aprovado pela Assembleia da República, antes de decidir sobre a sua promulgação.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/lei-de-estrangeiros-vai-ao-constitucional-seguro-levanta-fundadas-duvidas-sobre-separacao-de-familias-e-expulsao-de-menores/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798964]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Naftogaz anuncia ataques russos a sete instalações de produção de petróleo e gás</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-naftogaz-anuncia-ataques-russos-a-sete-instalacoes-de-producao-de-petroleo-e-gas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-naftogaz-anuncia-ataques-russos-a-sete-instalacoes-de-producao-de-petroleo-e-gas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 17:11:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Naftogaz]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=798940</guid>

					<description><![CDATA[O grupo estatal ucraniano Naftogaz indicou hoje que sete instalações relacionadas com a produção de derivados de petróleo e de gás da sua subsidiária Ukrnafta foram bombardeadas na quinta-feira à noite pela Rússia, no leste do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O grupo estatal ucraniano Naftogaz indicou hoje que sete instalações relacionadas com a produção de derivados de petróleo e de gás da sua subsidiária Ukrnafta foram bombardeadas na quinta-feira à noite pela Rússia, no leste do país.</P><br />
<P>Foram destruídos equipamentos essenciais para as operações da empresa, o que levou ao encerramento de várias instalações e à perda de volumes de produção significativos, acrescentou o grupo na plataforma digital Telegram, sem fornecer mais pormenores.</P><br />
<P>&#8220;A Rússia está a atacar sistematicamente a produção ucraniana de petróleo e gás para causar o máximo de danos às nossas infraestruturas antes do inverno. A noite passada, ocorreu o mais intenso bombardeamento de instalações da Ukrnafta dos últimos tempos&#8221;, declarou o presidente da direção executiva da Naftogaz, Sergui Fedorenko.</P><br />
<P>Os ataques não fizeram vítimas.</P><br />
<P>No comunicado, a empresa acrescentou que ao longo do dia, as forças russas atacaram quatro gasolineiras da Ukrnafta nas regiões de Zaporijia (sul) e Dnipropetrovsk (centro), prosseguindo a tática recente de atacar estas infraestruturas em retaliação pelos ataques ucranianos às suas refinarias.</P><br />
<P>A Naftogaz recordou que este ano &#8212; o quinto ano de guerra desde que a Rússia invadiu a vizinha Ucrânia, em fevereiro de 2022 -, até agora, os ataques russos destruíram 32 gasolineiras da Ukrnafta e cinco instalações pertencentes à empresa de extração de gás natural PJSC Ukrgazvydobuvannia.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-naftogaz-anuncia-ataques-russos-a-sete-instalacoes-de-producao-de-petroleo-e-gas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798940]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Concorrência autoriza compra de 11 lojas da Staples Portugal pela dona da FNAC</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/concorrencia-autoriza-compra-de-11-lojas-da-staples-portugal-pela-dona-da-fnac/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/concorrencia-autoriza-compra-de-11-lojas-da-staples-portugal-pela-dona-da-fnac/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 17:10:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Autoridade da Concorrência]]></category>
		<category><![CDATA[Darty]]></category>
		<category><![CDATA[Fnac]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Staples Portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=798946</guid>

					<description><![CDATA[A Autoridade da Concorrência (AdC) não se opõe à compra, pela Darty, dona da Fnac, de 11 lojas operadas pela Staples Portugal, considerando que a operação "não é suscetível de criar entraves significativos à concorrência efetiva no mercado nacional".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade da Concorrência (AdC) não se opõe à compra, pela Darty, dona da Fnac, de 11 lojas operadas pela Staples Portugal, considerando que a operação &#8220;não é suscetível de criar entraves significativos à concorrência efetiva no mercado nacional&#8221;.</P><br />
<P>Numa nota publicada no seu &#8216;site&#8217;, a AdC indicou que deliberou &#8220;adotar uma decisão de não oposição&#8221;, uma vez que &#8220;a operação de concentração notificada não é suscetível de criar entraves significativos à concorrência efetiva no mercado nacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A operação de concentração consiste na aquisição pela Darty Portugal, Lda. do controlo exclusivo sobre um conjunto de 11 lojas operadas pela Staples Portugal &#8211; Equipamento de Escritório, S.A. (&#8216;Ativos Staples Portugal&#8217;)&#8221;, lê-se na ficha do processo.</P><br />
<P>O grupo Darty dedica-se, essencialmente, ao mercado de distribuição retalhista de eletrónica de consumo em lojas físicas e online, operando em Portugal, através das insígnias Fnac e Darty, com 53 lojas físicas ao longo do território continental, 1 loja na Região Autónoma da Madeira, duas lojas online e ainda três lojas em regime de franchising.</P><br />
<P>Já os ativos da Staples em causa são 11 lojas, para venda a retalho de material de escritório e, a título acessório, venda a retalho de equipamentos eletrónicos e mobiliário de escritório.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/concorrencia-autoriza-compra-de-11-lojas-da-staples-portugal-pela-dona-da-fnac/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_798946]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
